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O coração do homem e seus dois caminhos

Isaías 60:1 A Bíblia tem mais de 800 referências que tratam sobre ´coração´. Lemos em Genesis 1:1 que: ´No principio Deus…´ desde o começo Deus é Deus. Existiu um momento em que Deus era tudo em todos e havia um só caminho para a eternidade. As duas leis: E em um outro momento em Apocalipse 12: 4 mostra lúcifer, que se deslumbrou com sua beleza e poder, foi expulso por Deus para a Terra, com 1/3 dos anjos do céu. A partir daí havia, agora, dois caminhos, o de Deus e o de lúcifer. Mesmo no paraíso havia duas árvores e Deus deu ao homem dois caminhos para que ele escolhesse qual queria trilhar. E o homem escolheu o caminho errado! E sempre Deus nos deu dois caminhos e mesmo após Jesus há dois caminhos, o que leva para a vida, Deus, e o que leva para a morte. Sempre há dois caminhos o do Deus vivo e o de satanás que leva a morte eterna e o nosso coração é que vai ser a fonte de nossa decisão! Os dois caminhos: Romanos 8:2 nos fala das duas leis: a lei do pecado, da carne, a do menor esforço e a lei do maior esforço que é a vida com Deus chamada de a lei do Espírito. A lei do menor esforço é ficar em casa nesta pandemia, sem poder sair e ficar comendo e assistindo televisão ou na internet o dia inteiro e ir dormir vazio de Deus. A lei do maior esforço (lei do Espírito) é ficar em casa se alimentando primeiro da Palavra de Deus tendo comunhão com Ele na oração e no louvor todos os dias, depois ver televisão. Precisamos ter equilíbrio, pois nosso espírito, alma e corpo precisam estar alimentados corretamente. Outros exemplos da lei do menor esforço é murmurar…, e a de maior esforço é louvar a Deus em todo tempo com ações de graças. O Apóstolo Paulo e Silas em atos 16 não tinham nenhum motivo para estar louvando ao Senhor na cadeia, mas o faziam. Efésios 5:18 nos diz para não se embriagar do vinho…, existe o vinho da carne, o prazer natural, e o vinho do Espírito que é a alegria do reino. Não estou falando do vinho bebida, mas de coisas espirituais… Deus nos chama para nos alegrarmos no Espírito. Qual é a fonte de seu prazer? O vinho da carne ou o vinho do Espírito? O que mais você deseja é o que mais o satisfaz! Qual é o desejo maior de seu coração? Tenha prazer no Senhor e Ele satisfará todos os desejos de seu coração! Faça do Senhor sua fonte de prazer e alegria! Existe o caminho da vida e o da morte, o caminha da benção e o da maldição, qual caminho devemos escolher, jesus disse em João 14:6: Eu sou o caminho, a verdade e a vida, isto é, Jesus é o caminho da verdade que leva a vida eterna! As duas mentalidades: Temos, também, duas mentalidades que nos levam à fonte. Ou nos alimentamos de Deus ou nos alimentamos do mundo, da carne! E, neste caso, vai depender só de você! O diabo tenta nos convencer que o os conceitos do mundo é um grande parque de diversões, no conceito do mundo é: viva e faça o que você quiser, sem culpa, se te fizer feliz, não errado, o que importa é ser feliz. Não podemos viver como se não houvesse consequências, nossos atos são sementes que ativa as consequências boas ou ruins, uma vez plantadas a colheita será certa e em linha com a semente. Existe um campo de guerra, a Bíblia nos mostra que estamos em um grande campo de batalha e este campo começa na nossa mente! Em Romanos 12: 1,2 diz que para experimentarmos a boa, perfeita e agradável vontade de Deus precisaremos renovar a nossa forma de pensar e em Romanos 8:5 lemos que a carne é para a carne e que o Espírito é para o Espírito. Então, qual é a nossa mentalidade? Qual o caminho que temos escolhido andar nestes dias de crise, isolado dentro de casa? Análise: qual é a nossa mentalidade, como a nossa mente funciona? Pensamos como o mundo pensa ou como Deus pensa, temos a mente de Cristo ou a mente do mundo, Jesus disse que o mundo jaz no maligno… As duas semeaduras: Em Gálatas 6:6 a 10 lemos que temos que plantar o que queremos colher. O que você quer colher, as coisas da carne ou as coisas do Espírito? As coisas de Deus ou as coisas do maligno, as coisas da luz ou as coisas das trevas? Precisamos plantar aquilo que queremos colher na vida espiritual, emocional, familiar, física, ministerial, profissional e financeira. Como aplicar o meu coração para Deus: Em Gênesis 6:5 e 8:21 lemos que por mais que o homem tente fazer o bem para a sua salvação, ele não consegue, Jesus disse ao jovem rico que só um é bom e este é Deus,. Lembre-se, temos uma tendência para o mal, a nossa salvação, a vida eterna só vem por fé e não por obras. Pela mentalidade do mundo, faremos sempre o mal! Isaías 60:1 tem a chave, dispõe-te… decida-se se dispor continuamente a ter uma posição firme de ir a Deus, a buscar Sua face e esvaziar-se de si mesmo! Em Deuteronômio 8:12 e 13 mostra que a nossa tendência é se esquecer de Deus quanto estamos com saúde, prósperos, abundantes e ricos, se nossa mente não for renovada e mantivermos esta tendência, o deserto sempre estará presente na nossa caminhada, mas se independente de estarmos supridos ou em necessidade, continuamos a buscar ao Senhor de todo o coração, entraremos permanentemente na terra da promessa e viveremos do melhor. Amém!

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Cavando o Reobote da motivação.

Gn. 26 : 22                     Um dos maiores desafios dos líderes cristãos é manter ao longo do tempo, um bom nível de motivação em suas equipes. Existe uma tendência natural ao desânimo e a acomodação no desempenho das funções ministeriais, por isso em Ap. 2: 5 Jesus exorta a igreja de Éfeso a voltar ao primeiro amor e as primeiras obras, pois os Efésios haviam perdido sua paixão. Muitos inimigos podem roubar a motivação, como o pecado, a rotina, ou as mudanças de foco nos interesses. Quando a motivação desaparece, também a satisfação e os resultados de uma pessoa ou equipe ficam ameaçados. A motivação não vem de fora para dentro, ao contrário nasce de dentro para fora, ou seja, é o próprio líder quem floresce neste potencial que está dentro dele. Embora a motivação cristã proceda unicamente de nossa relação interior com o Espírito Santo, nós líderes, como instrumentos usados por Deus, podemos estimular a eclosão desta fonte de fé e paixão de dentro dos nossos discípulos, através de alguns cuidados em sua formação:  1 – Ore pela motivação de seus discípulos.  Tudo no mundo espiritual tem início na oração. Jesus não apenas conquistou seus doze pela oração, como os mantinha santificados, protegidos e motivados intercedendo constantemente por eles junto ao Pai. Em Lc. 22: 31 e 32 há um exemplo claro desta cobertura de oração dada por Jesus à seus discípulos: Simão, Simão, eis que Satanás vos requereu para vos peneirar como trigo! Eu, porém, roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça, tu, pois, quando te converteres fortalece os teus irmãos. É impressionante o poder que a oração tem de mudar a disposição espiritual e emocional das pessoas. Esta é uma ferramenta, que se for mais utilizada por nós, tornará muito mais fácil nosso trabalho como discipuladores. Ore mais por seus pares e tudo será diferente e melhor.  2 – Motive-os fazendo tudo com muita motivação. O líder é a referência, a legalidade aberta no mundo espiritual para que outros sejam gerados segundo o nosso testemunho. Como um líder desanimado poderá transmitir motivação a sua equipe? Quando as coisas não vão bem, a tendência de todo líder é transferir a responsabilidade para os seus liderados, mas no campo espiritual o líder é a ignição do avivamento, por isso antes de cobrarmos qualquer entusiasmo da equipe, devemos nos auto examinar e avaliar como está a nosso estado de espírito. Não transforme o ministério num fardo pesado e sofrido, mas sim numa fonte de alegria e satisfação. Faça tudo com amor e prazer, divirta-se trabalhando, testemunhe sobre o quanto você é feliz com seu chamado, logo muitos estarão fazendo o mesmo. 3 – Dê demonstrações de amor e valor.  Jo. 13: 1 diz: tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim. Isto significa, Jesus os amou a ponto de morrer por seus discípulos, mas este alto nível de investimento não foi em vão. Também estes discípulos por terem recebido tanto de Jesus, o amaram posteriormente a ponto de todos darem também suas vidas por Ele. As pessoas têm grande necessidade de reforço de amor e de valor, são carentes afetivamente e precisam ouvir sobre o quanto são importantes para nós. Se lhes dermos isto de forma verdadeira, se determinarão a retribuir, nos seguindo e servindo. O amor é demonstrado quando perdoamos falhas, dizemos que precisamos delas, damos um presente ou fazemos um elogio merecido. 4 – Creia mais neles do que eles mesmos. Este é nosso papel como líderes, fazer as pessoas crerem que elas podem, mesmo que pensem ao contrário disto, afinal nós tudo podemos naquele que nos fortalece. ( Fp. 4 : 13 ). O bom líder é habilitado por Deus a ajudar os discípulos a descobrirem seu potencial, a experimentar o poder da fé. Ele o faz ensinando, o que conseguir, e como conseguir. Quando o discípulo vai e vivencia à experiência, sua fé é consolidada. Imagine o que passou na cabeça de Pedro, depois de ouvir Jesus dizendo, Pedro, vá até o mar, pesque um peixe e depois retire da boca dele o dinheiro que precisamos para pagar o nosso imposto! Agora imagine como Pedro ficou impactado depois de experimentar aquele inacreditável caixa eletrônico! Jesus pouco a pouco foi mostrando à Pedro, que nele havia uma fé suficiente para levá-lo a viver o sobrenatural. Algum tempo depois, esta fé estava consolidada a ponto de partir de Pedro e não de Jesus, a idéia de Pedro andar sobre as águas.          Nosso papel é ensinarmos cada pessoa a crer em Deus, mas também em si mesma, pois liderar não é um dom como muitos pensam, e sim um aprendizado diário.  5 – Compreenda suas necessidades e ajude-os. Todo discípulo que não gera resultados, está vivendo uma crise e não sabe, ou não consegue assumir que está. É preciso então, aproximar-se, amar, ouvir, perguntar em que eu posso te ajudar? Você tem tantas qualidades que meu desejo é te ver frutificando pra que eu tenha outros como você. O que está havendo? O discipulado dos doze não pode ser distante ou superficial, precisamos nos aprofundar na vida dos doze ajudando-os a vencer suas crises, para que alcancem o sucesso pessoal em todas as áreas, incluindo o ministério. Quando participamos dos momentos difíceis da vida de nossos discípulos, tendo um papel paternal, consolidam-se vínculos de amor e gratidão que se tornarão eternos.  6 – Faça uso da lei da recompensa. Jesus nos incita a amarmos quem não nos ama e a doarmos sem esperar nada em troca, mas há, porém, no ser humano uma expectativa por recompensa, o mesmo ocorre com os animais domesticados. Também a Bíblia diz em 1 Co. 9: 10: Ou é, seguramente, por nós que ele o diz? Certo que é por nós que está escrito, pois o que lavra cumpre fazê-lo com esperança, o que pisa o trigo faça-o na esperança de receber a parte que lhe é devida.

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Investindo na nossa Vida espiritual

Colossenses 1:9-12 Em Gálatas 2:19,20 descreve bem uma vida espiritual completa e incomum, neste texto o Apóstolo Paulo diz: Pois, por meio da lei eu morri para a lei, a fim de viver para Deus. Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no filho de Deus, que me amou e se entregou por mim. Este era o estilo da vida do Apóstolo Paulo depois da sua conversão a Cristo. Podemos dizer que estilo de vida é um conjunto de pensamentos, atitudes e comportamentos, determinados pelos princípios sob os quais se vive, uma forma de encarar a vida, um jeito de viver, uma maneira de pensar e agir. Por isso, ao olharmos a sociedade vemos muitos e diferentes estilos de vida. Você sabe qual é o seu estilo de vida? Desde que se converteu, você observou mudança no seu estilo de vida? Deus nos desenhou com uma arquitetura interior para a intimidade. Somos seres com um espaço enorme den­tro de nós para a intimidade, nos diferentes níveis de relacionamentos que temos. Deus nos fez para Ele. Nós somos seres de relacionamento, porque Ele deseja intensamente ter-nos em intimidade. Nossa intimidade deve começar com Deus e expandir no casamento, família, amigos, líderes e discípulos. Nossa existência precisa de intimidade para ser com­pleta e feliz. Caso contrário, vagaremos sempre em bus­ca de alguma experiência mais forte, que nos faça sentir vivos, mas sempre insatisfeitos, sempre sem descanso e cairemos facilmente na falsa intimidade da busca alucinada por aventura, sexo, adrenalina, religião etc. Sem o verdadeiro Deus estaremos incompletos e nada nesta vida nos preencherá. Para ter uma vida espiritual incomum é necessário ter intimidade com Deus, conhece-lo de forma profunda e permanente. Creio que um dos maiores desafios de cada um de nós é valorizar e investir em nossa vida espiritual, em meio a essa vida corrida que levamos. Apesar de termos uma vida corrida, isso não é uma desculpa para descuidarmos ou negligenciarmos nossa vida espiritual. Deus, em nosso século, ainda requer de nós, que nos relacionemos com Ele e que tenhamos uma vida espiritual nutrida e forte. Se tivermos saúde espiritual, todas as outras áreas entrarão em harmonia. 1. Situando nossa vida espiritual no espaço e no tempo. É no espaço de tempo terreno que acontece o investimento na vida espiritual. É dentro das 24 horas do nosso dia que devemos encaixar a vida espiritual. Assim, a primeira coisa a fazer é achar em nossa agenda um espaço para colocar nosso tempo de dedicação à leitura, à oração, à igreja, à célula etc. Ache esse tempo dentro das suas 24 horas. Porém, seja realista e coloque esta área em primeiro lugar, dê prioridade a Jesus no seu cotidiano e tudo muda. Não queira planejar uma hora de oração se não terá como cumprir. Comece com objetivos alcançáveis e vá melhorando com o tempo. Sugiro um período de 20 minutos para começar. Pode ser 10 minutos para orar e 10 para ler a Bíblia, ter o seu devocional diário. Porém, não fique paralisado nesse tempo. Aumente à medida que vê possibilidades. Comece lendo o novo testamento, sem pressa, revise textos que falou mais forte ao seu coração e releia várias vezes aqueles que a princípio, você não entendeu. 2. Priorize aquilo que é importante. Aquilo que não é uma prioridade para você, provavelmente, será deixado de lado ou negligenciado. Coloque em sua mente que vida espiritual é importante, que é prioridade. Faça o impossível para cumprir esse compromisso. Não deixe outras coisas tomarem o lugar que você reservou para sua vida espiritual. Lembre-se que os inimigos não ficarão parados. Imprevistos acontecem, mas não devem acontecer todos os dias. Enfrente as contrariedades, vença! 3. O lugar é muito importante. Apesar de crer que podemos praticar nossa vida espiritual em quase todo lugar, creio também que é muito importante que tenhamos um espaço especial para os encontros com o Pai. Cito dois exemplos: Daniel, servo de Deus no cativeiro da babilônia, orava em seu quarto, na sua casa, três vezes ao dia (Dn 6: 10). Jesus, por várias vezes, ia a lugares especiais (isolados) para nutrir sua vida espiritual. O lugar é importante. Prepare um lugar especial com infraestrutura suficiente para que você possa se encontrar com Deus em paz. Deixe claro para quem quer que seja que não quer ser incomodado naquele momento. 4. Tenha um caderno de registro de sua vida espiritual. É importante manter certo controle estatístico de como anda a sua dedicação à sua vida espiritual. É importante observar todos os dias se estamos cumprindo com nosso compromisso de oração e meditação da Palavra, santificação, intercessão e atuação no reino dentro das funções que Deus através do nosso líder nos colocou. Sempre anotar o que nos impediu de cumprir nosso compromisso com o Senhor. Assim, teremos uma visão de como temos andado em nossa dedicação à vida espiritual. Acompanhamento é fundamental. Tenha seu caderno de registro de sua vida espiritual. É muito gostoso folheá-lo e ver o que Deus falou conosco e conseguir perceber o que está bom, o que precisa melhorar e o que precisa mudar. 5. Faça sua parte que Deus fará a dEle. A vontade de Deus é que cresçamos em nossa vida espiritual, assim, Ele abençoará qualquer esforço, por menor que seja, a fim de que permaneçamos firmes e fortes nesse propósito. Assim, cabe a nós fazermos a nossa parte, pois Deus fará a dEle. Quero te desafiar a fazer a sua parte! Você verá como crescerá e sua vida será poderosamente abençoada. O Espírito Santo é o grande sopro de Deus. É o grande alento do nosso Pai Celestial. É a grande partilha de Deus conosco. O Espírito Santo na Trindade é Aquele que procede do Pai e do Filho, é Aquele que tem o encargo de transbordar para nós a Pessoa do Pai e do Filho. O Espírito Santo é Aquele que na Trindade

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Dai, e dar-se-vos-á

II Reis 4: 1 a 7 Este milagre realizado pelo profeta Eliseu nos revela a importância de reconhecermos que Deus se manifesta através de homens que creem nEle e que decidiram servi-lo, através de amar pessoas, levando a palavra de fé e esperança que hoje alcançamos em Cristo. Quando Jesus subiu aos céus após quarenta dias da sua ressurreição, Ele nos comissionou como seus discípulos a pregar o Seu evangelho para salvação. Esta missão se resume em falar do amor de Deus e do perdão incondicional, que todos os que creem recebem pelo sacrifício de Cristo Jesus na cruz e na Sua ressurreição, está incluído nesta missão fazer dos que creem discípulos comprometidos na mesma missão. O vs. 1 diz que uma mulher esposa de um dos discípulos buscou o socorro do discipulador; o profeta Eliseu, pois seu marido havia morrido e deixado uma grande dívida e ela teria que entregar seus filhos aos credores, para que fossem seus escravos. Aquela viúva que se achava em aflição, recorreu ao seu líder espiritual para que seu problema fosse resolvido. Todas as vezes que com fé e obediência, buscamos a Deus, através de homens e mulheres que Ele colocou sobre nós, somos direcionados e abençoados por Deus através deles. A viúva, discípula de Eliseu, recebeu direção para exercitar sua fé, recebeu instruções específicas de como agir para ter revertida aquela situação de embaraço. (Repare que as orientações aparentemente pareciam sem nexo. Ela tinha apenas uma vasilha de azeite. Como uma vasilha encheria várias vasilhas?) Este relacionamento que se desenvolve entre o discipulador e discípulo, deve envolver obediência, confiança e amor. Se isto acontecer haverá sempre a direção e a unção de Deus e nossas necessidades serão supridas. No vs. 2 o líder Eliseu pergunta à esposa de seu discípulo falecido: Que te hei de fazer? Que representa: Em que posso te ajudar? Este relacionamento requer que estejamos atentos às necessidades das pessoas, que compartilhemos com elas seus problemas e suas vitórias, como está escrito em Romanos 12:15: “Chorai com os que choram e alegrai-vos com os que se alegram”. A verdadeira igreja, como Deus idealizou e nos ensinou através de Jesus, requer que líderes e discípulos estejam unidos em espírito, para que a vontade de Deus se realize na vida de todos. Há uma linda revelação no vs. 2 quando Eliseu pergunta: O que é que tens em casa? A viúva respondeu: “Tua serva não tem nada em casa senão uma botija de azeite”. Há momentos na vida, em que olhando para as coisas que estão ao nosso redor, sentimos não ter mais ao que recorrer. É como a situação daquela mulher: seu marido morreu, ela não tinha dinheiro para pagar suas dívidas, sua família estava ameaçada, mas ela tinha fé, e fé no Deus único, o Deus que se compadece dos aflitos (o Todo Poderoso e autor da vida), ela entendeu que Deus se manifestaria através de um homem enviado por Ele para cuidar dela e de sua família, orando, ensinando, orientando, profetizando, exortando e treinando; isso equivale a discipulado. A única botija de azeite que havia em sua casa, significa o último e principal recurso que temos, a FÉ e em consequência desta FÉ, a presença e a unção do Espírito Santo que jamais abandona aqueles que creem em Deus e o serve de coração, hoje temos acesso a este Deus através de Jesus, nosso Senhor e salvador. Se porventura perdermos TUDO nesta vida, menos a fé em Deus, então não perdemos NADA! Quando tudo aparentemente está acabado, ainda temos a fé e através dela a oração, o jejum, as promessas de Deus a nosso favor e o poder sobrenatural do Espírito Santo que se manifesta, às vezes nos surpreendendo com soluções inesperadas. Outro recurso ainda, é derramar desta fé e deste amor que recebemos de Deus sobre a vida de outros. Por vezes, mesmo estando na presença de Deus, em algum momento, podemos nos sentir fracos, com nosso testemunho incompleto, mas é nestes momentos que podemos olhar em redor e ver que há outras pessoas que precisam receber deste poder, amor, alegria, paz e esperança de Deus que está em nós, por menor que seja. Há muitas “vasilhas vazias” em nossas famílias, em nossas células, em nossa vizinhança e não são poucas (muitas vidas que precisam de Jesus para serem salvas, para receberem uma nova vida e muitas outras ja salvas que precisam ser cuidadas e desatadas para prosperar). Quando nos dispomos a transmitir a outros aquilo que temos recebido do Senhor, então aquilo que é dEle que está em nós se multiplica e quanto mais derramarmos, mas dEle teremos. No mundo fomos ensinados a vivermos de forma independente, mas hoje Deus quer nos ensinar a vivermos sob a orientação de homens e mulheres que o representam. (Líderes espirituais que Deus nos dá para zelarem por nosso bem-estar, é assim que Deus idealizou a igreja, um corpo vivo onde os membros deste corpo estão ligados e vinculados em amor, Jesus é o cabeça deste corpo). No mundo fomos ensinados a resolver nossos problemas sozinhos, mas hoje Deus quer nos ensinar a sermos humildes para estar debaixo de cobertura, ter alguém que Ele escolheu para nos guiar e apascentar, estes são mais maduros e comprometidos com a missão dada por Jesus, eles se dispuseram a servir para que também aprendamos a trabalhar em equipe servindo uns aos outros, e assim sermos aperfeiçoados e fortalecidos na unidade, no amor e na esperança. Segundo a orientação de Eliseu, a viúva e seus filhos fizeram um trabalho conjunto que os salvou (vs.5). No mundo fomos ensinados a guardar, reter e nos apegarmos ao que possuímos, dispondo tudo unicamente para os nossos próprios interesses, mas hoje Deus está nos ensinando a derramar da vida dEle que há em nós, sobre outros, pois isso fará multiplicar tudo o que somos e tudo o que temos. Jesus Cristo já pagou todas as nossas dívidas espirituais, emocionais e físicas, Ele já supriu para sempre nossas necessidades

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Aprendendo a esperar e perseverar com paciência no Senhor

Romanos 5: 1 a 5 Com certeza, o propósito de Deus para nós que cremos nEle, é o conhecimento da Sua Palavra escrita e revelada para recebermos o entendimento de que existem promessas de grandes conquistas, de prosperidade, de resgate de honra e dignidade, de libertação de medos e opressões, de cura, de reconciliação, de mudança de vida e caráter restaurado. Para quem se aproxima de Deus pelo caminho certo, ou melhor, pelo único caminho, Jesus Cristo, recebe a vida eterna. A Palavra de Deus em Hebreus 11:1 diz que “fé é a certeza das coisas que esperamos, convencidos que receberemos àquilo que ainda não vemos. Portanto, é através da fé que temos a certeza e a convicção que todas estas promessas que temos ouvido se cumprirão em nossas vidas. Não podemos perder as nossas bênçãos a minutos de recebê-las, por não sabermos esperar ou por não deixarmos Deus nos tratar, gerando o fundamento para recebe-las e mantê-las permanentes na nossa vida. De uma forma geral, falta paciência e perseverança na vida das pessoas, principalmente nos dias atuais em que existe um inconsciente coletivo de imediatismo, tudo deve ser instantâneo, “Express” transformando as pessoas em um ser intolerante, impaciente e infiel. A automação das coisas, as facilidades e a velocidade da era da informática também tem contribuído para isto. Estas coisas não são ruins, só precisa haver uma compreensão de que nada é automático e que tudo que vem sem preço, não será valorizado e não fará bem algum. Principalmente, quando falamos de coisas espirituais; envolvemos fé, processo, perseverança e prática de princípios criados por Deus deste a eternidade passada, isto é, desde antes da criação. Vivemos uma era de muita competitividade, se tornou algo exagerado que têm separado amigos e dividido famílias. Porém, no Reino de Deus há lugar para todos e nele não precisamos competir, a proposta de Deus é a unidade. A promessa de vitória é para todos e ao contrário do mundo, não é para os apressados e espertos e sim para os que vivem princípios focados na fé, estes aprenderam a perseverar esperando a hora certa. Neste tempo entre a proclamação da promessa e a chegada dela, Deus precisa nos preparar nos levando há um novo nível de maturidade para podermos desfrutar em plenitude o que receberemos dEle. Por isso não podemos perder a visão do culto, do Encontro, da consolidação, do discipulado em equipes de doze e individual, das células, da frutificação, do crescimento e do envio que é resultado da multiplicação. Deus tem propósitos para todos nós. Também as provas e tribulações que vivemos nesta terra fazem parte desta preparação de Deus. Jesus disse em João 16,33 que no mundo teríamos aflições, mas que, como Ele, as venceríamos. A Palavra de Deus diz que a tribulação gera perseverança e a perseverança, experiência e a experiência, a esperança. Sobre isso foi ministrado nos doze dias proféticos, Deus já nos tem falado sobre estes princípios, pois Ele quer nos ver crescendo. Os que perseveram adquirem uma experiência que os prepara, os lapida, os aperfeiçoa e os amadurece, desenvolvendo um fundamento que dará estabilidade permanente. Quantas vezes aprendemos coisas preciosas com pessoas mais velhas através de suas experiências e quantas vezes ouvimos estas pessoas dizendo “hoje eu não faria o que fiz no passado”, “se fosse hoje eu não repetiria aquele erro”. Os experientes, os forjados por Deus, os maduros, não caem, não se abalam, não se desviam, são prudentes e zelosos. Esta é a natureza que Deus quer forjar em nós antes que as bênçãos desejadas e esperadas cheguem em nossas mãos, para que uma vez recebidas, sejam duradouras, ou melhor, eternas. Deus quer nos dar salvação para sempre, um casamento estável, harmônico, feliz e permanente, Ele quer nos dar prosperidade pautada na fidelidade para que perdure para sempre, quer nos dar conhecimento, frutificação e crescimento pelo discipulado, e felicidade, segurança com paz para sempre pelo exercício da fé e confiança nEle! Não corra atrás das suas bênçãos e nem cobre de Deus o tempo todo por elas. Na hora certa você será alcançado por cada uma delas. Em Deuteronômio 28 fala sobre as bênçãos que alcançarão os obedientes que praticam os princípios eternos criados por Deus. Os que se permitem viver as experiências que Deus propõe, conquistam uma riqueza ainda maior, que é uma natureza esperançosa. Não existe nada mais triste do que alguém que não sonha mais, não acredita mais, não tem mais esperança. Creia nas promessas de Deus para a sua vida, não desista, seja paciente, persevere até o fim e com certeza todas elas se cumprirão, você só precisa crer e perseverar em servir ao Senhor. Se alguém aqui ainda não entregou a sua vida a Jesus para salvação e para receber da natureza de Deus se tornando filho e herdeiro destas promessas, nos fale agora para que possamos orar com você! Nossos dois cultos presenciais as 9:30 e 18:00 horas no domingo continuam acontecendo com toda segurança, escolha qual deles você quer ir e faça a sua inscrição. Faremos sete domingos de propósito para vivermos milagres, domingo o apóstolo vai explicar e já lançar este projeto. Participe, você é nosso convidado.  Deus abençoe a todos, Apóstolos Eliezer e Zenita

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Estar no lugar secreto diariamente com Deus

Isaías 58:8 Estar no lugar secreto todos os dias nos levará a viver novos níveis com Deus, é desta forma que rompera a minha luz como alva, e a nossa cura apressadamente brotará, e a nossa justiça irá adiante de nós, e a glória do Senhor será a nossa retaguarda. A oração produz essa mudança em nós, experimentaremos um rompimento em glória que nos transformarão profundamente. A oração é avenida central que Deus usa para nos transformar. O propósito central de nossa vida é buscar a Deus. É o que fomos criados para fazer. Deus quer que nós procuremos por sua presença de forma contínua e apaixonadamente.  A presença de Deus é real e tangível e está disponível para àqueles que a buscar. Ela vai mudar nossas vidas completamente. Na presença de Deus vamos experimentar aceleração, velocidade e ligeireza! Com Deus fluindo em nós seremos estrategistas, teremos criatividade, teremos inovação, teremos revelação, teremos conquistas além dos limites, isto é, teremos vitórias em todas as áreas da nossa vida. A nossa capacidade para receber se baseia no fervor para buscar e na fome para prosseguir. Devemos orar, não apenas porque é bom e nos ajuda, mas principalmente porque Deus nos ama e quer a nossa atenção.  Nascemos para romper para um nível maior de glória. Em Isaias 35:2 diz: Abundantemente florescerá, e jubilará de alegria e exultará. …Vereis a glória do Senhor, o esplendor do nosso Deus. Buscar a presença de Deus diariamente, manifestará o batismo de fogo em nossas vidas, isso fará com que as sementes da multiplicação se abram em nossas vidas, promovendo a germinação de novas gerações de discípulos. Um encontro de glória com o fogo de Deus é o segredo para Vivificação e frutificação.  Um encontro vivo com Deus deve ser uma realidade pessoal todos os dias. A vida com Deus é algo que pertence essencialmente ao coração, é preciso desejar, querer e buscar. Se isso for importante e fundamental para nós, o faremos. O cristianismo é essencialmente experimental, essencialmente prático, é uma paixão por Jesus.  O cristianismo significa viver um encontro com o Deus vivo a cada dia. É ter a vida de Deus dentro de nós pulsando e nos puxando para perto dEle. Você, eu, nós romperemos em glória para uma frutificação extraordinária! Tivemos agora em janeiro, doze dias seguidos buscando a Deus, com a finalidade de gerarmos uma atmosfera profética para doze meses de crescimento, proteção, frutificação e prosperidade! O tema para este ano de 2021 é: Como nos dias de Elias, isso significa que viveremos dias de restauração, mas também de posicionamento diante das crises e obstáculos que estão diante de nós! Se permanecermos fiéis na presença de Deus, a vitória é certa. Até agora, 2021 será o melhor ano da nossa vida! Sentar-se na presença de Deus um tempo dia após dia, semana após semana, mudará nossa vida radicalmente. Cristo nos toma como somos e nos transforma naquilo que devemos ser, essa é a proposta de Deus para nossa vida, que assim seja com a minha e com a sua vida em nome do Senhor Jesus. Domingo será a Santa ceia no culto de manhã e a noite, faça a sua inscrição! No amor de Cristo! Apóstolos Eliezer e Zenita

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A Aliança que temos com Jesus

“Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor… Vós sois os filhos dos profetas e da aliança que Deus fez com nossos pais, dizendo a Abraão: Na tua descendência serão benditas todas as famílias da terra.” (Atos 3:19,25) Fomos chamados a viver em aliança. Sempre estudamos sobre princípios bíblicos e aliança e sempre estudaremos sobre este assunto, pois é impossível caminhar com Jesus sem o entendimento de aliança. Sabemos que algumas das nossas atitudes podem ferir o caráter do Noivo e, como igreja no papel de Noiva, não devemos macular nossa aliança com Jesus. Quando isso acontece, significa infidelidade, agir em desacordo com a Palavra. Aliança com Deus exige fidelidade. Todo infiel vive em um nível de esterilidade, tem a sua descendência encerrada quando não retorna para os princípios e para o cumprimento da aliança. A Igreja, quando vira as costas para o Noivo, atrai maldição. Em toda a Bíblia, somos instruídos a viver em fidelidade, a proceder corretamente em toda a nossa forma de viver para agradar o coração de Deus. Ele quer que entendamos que nossas atitudes podem nos levar a ficar estéreis. Quando não mudamos diante de um ensino ou confronto, denunciamos que não fomos alcançados e que não haverá avanço na nossa caminhada cristã e ministerial. Não importa a hierarquia que possuímos ou qual o nível da liderança que exercemos. A Palavra de Deus é válida para todos, é imutável. Se os princípios forem alterados, se a compaixão, a justiça, a retidão, o amor, a fidelidade não forem vividos, vêm a esterilidade e a maldição. Deus quer restituir Sua Igreja e remover todo nível de maldição e esterilidade. Precisamos, então, descobrir o que fazer para sermos restituídos. O que fazer para agradarmos o Noivo? A misericórdia do Noivo apagará as rugas da Noiva e devolverá as vestes reais. Quem precisa de uma resposta de Deus? Deus quer colocar em nós os Seus sonhos. Ele busca filhos dispostos a não apenas recebê-los, mas realizá-los, vivendo de forma a ser referência de fidelidade para todos. Os filhos fiéis alegram o coração do Pai. Isso não representa deixar de passar por testes, mas demonstrar o nível da fidelidade em cada situação. Quando você estiver em meio ao teste, lembre-se: Não existe experiência sem propósito. Deus não é um Deus de coincidência, mas de providência. Nada ficará obscuro, porque aquele que anda em Seus caminhos não fica desamparado jamais. Não haverá pergunta sem resposta para o Todo-Poderoso. Hoje Deus quer nos ensinar que não precisamos se valer do problema do outro para tentar amenizar a nossa dor. A desgraça, a ruína, as maldições que estão sobre os ímpios não servem de referência para aliviar a dor ou a dificuldade que estamos enfrentando, e que o crescimento do outro que faz e anda errado não serve para dizermos que andar certo não significa resultado positivo, pois cada um dará conta de si mesmo e será no final que veremos a diferença entre as boas e más sementes plantadas. Cada realidade que enfrentamos, se tentarmos justificar no erro ou debilidade do outro, isso irá revelar que estamos nos enganando e nos afastando do propósito da fé em Cristo Jesus. Deus quer nos tratar de acordo com o nível de cada um, Ele quer trazer cura no mais profundo da nossa alma, por isso não nos enganemos. Não podemos fugir do confronto. A glória de Deus virá sobre você, removerá tudo que é contrário aos princípios divinos e lhe dará a vitória, porque não deve haver segredo entre a Noiva e o Noivo. Deus trará à luz todas as coisas e até o que está encoberto será revelado. Qual mulher é feliz ao perceber que seu marido mudou o horário de chegar em casa dizendo estar no trabalho quando ela sabe que não está? Ou quando é que ela será feliz se o homem não cumpre o seu papel de marido demonstrando também imaturidade e fragilidade espiritual, emocional e física. Qual marido é feliz com a mulher que usa as células ou outras situações para não cumprir suas obrigações de mãe deixando os filhos sem cuidado, a casa abandonada e também para se negar como esposa? Qual discípulo é feliz com o líder inoperante, que não age, não reage, não faz nada funcionar? Com o passar do tempo, a tendência deste discípulo é a de buscar outro discipulador que funcione. Logo viveremos o pós pandemia, muitos estarão desanimados, doentes espiritualmente, emocionalmente e fisicamente, outros estarão abalados e fragilizados e outros estarão tão fracos e frios que não conseguirão voltar; nesta hora haverá a necessidade de líderes fortes para apascentar cuidando destes com amor e dedicação, sabendo trabalhar com sua equipe na demanda de resgatar os que se perderam, sem perder o propósito de continuar ganhando, consolidando, discipulando e enviando!  Qual líder discipulador é feliz com o discípulo que não consegue responder à expectativa do seu coração, que não busca atingir as metas, que não vive pelos princípios bíblicos, que não há doutrina, nem palavra, nem ensino que o anime, por que é um poço de enfermidade? Nunca melhora totalmente, nunca se posiciona! A tendência deste líder com o tempo é a substituição deste discípulo por outro na sua equipe. Nós precisamos viver a aliança que temos com Jesus, baseada em compromisso, assim estaremos honrando o Nome do nosso Deus e cumprindo os princípios estabelecidos em Sua Palavra. Deus os abençoe, que Ele os faça fecundos e frutíferos, levando-os a conquistas inimagináveis! Apóstolos Fabio e Claudia Abbud Aps Eliezer e Zenita Moreira Repassem aos doze das gerações, todos precisam receber, estejam em dia com as ministrações.

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Unidade é a proposta de Cristo

João 17:15-21  A unidade vai muito além de unir povos e nações em torno de um único pensamento. A unidade é muito mais ampliada e vai além de nós, começa no céu unindo e ligando aos que creem em Jesus, trazendo esta unidade na família e igreja. Esta unidade que acontece no céu é para os que respeitam a fé em Jesus, começa na vida pessoal, entre mim e Deus, depois família, igreja como corpo na terra. Por isso, a nossa casa tem que ser a maior sede de unidade, pois se nós somos um com Cristo, isso deve refletir primeiro na família, depois igreja e nação. A palavra de Jesus é para que o Pai Celestial não nos tirasse do mundo, mas nos livrasse do mal, porque a unidade é a proposta do Reino de Deus, esta unidade nos protege e nos projeta para o futuro seguro nEle. Jesus, nosso maior exemplo de Líder, mostrou que a nossa comunhão com Ele tem que promover a unidade por onde passarmos. Isso depende da experiência do sobrenatural que temos com o Pai celeste. Observe que JESUS pediu para Deus nosso Pai nos santificar com a verdade que é a Sua Palavra, então a verdade que liberta tem um manto de santificação que precisamos para que, como Igreja de Cristo, vivamos a unidade na terra e no céu, para que possamos crescer de forma extraordinária. É assim que conquistaremos e abençoaremos o Brasil e as nações da Terra. As pessoas que se aproximarem de nós têm que encontrar em nós a vida de Deus, sabemos que Jesus Cristo é a resposta para os anseios do coração humano… Jesus disse que todos aqueles que nEle creem, não sairiam do mundo antes da hora, mas viveriam aqui fazendo a diferença, assim como Ele fez diferença na vida das pessoas e mudou história e históricos, não só na sua época, mas em todos os tempos, assim devemos fazer. Jesus orou pedindo a Deus que enviassem ao mundo àqueles que cressem no seu nome, da mesma forma que Ele foi enviado, com a mesma missão, pois quem crê em Jesus e o recebe como Senhor e Salvador nasce de novo, se torna um filho herdeiro de Deus recebendo poder e autoridade… No versículo 20 Jesus ora e pede a mesma coisa para todos que por intermédio da Sua Palavra iriam crer nEle, não somente os seus doze discípulos…, mas todos que no futuro fossem alcançados pela sua Palavra de salvação, estes somos nós, recebemos a mesma unção, poder, autoridade e missão… No versículo 21 Jesus disse que a finalidade da salvação e libertação pela pregação da Palavra da verdade, é para que todos sejam um, da mesma forma que Ele é um com Deus Pai, sejamos um com Eles, Deus Pai, Jesus o Messias, o Espírito Santo e nós… A unidade bíblica da igreja só tem sentido se for unida com o céu… Ele quer que sejamos um na nossa casa, como igreja e juntos sermos um com Ele, o propósito é a terra e o céu ligados através daqueles que creem, unidos, comprometidos, aliançados para que o Reino do Céu venha e seja feita a vontade de Deus na terra como é no céu. Seja uma bênção que se move na Terra, sendo resiliente resolvendo problemas e não causando problemas por onde passa. Você é um agente do céu, você é um agente da unidade! Jesus enquanto na terra, anunciou com todas as suas forças que o Reino do Céu era chegado e que todo aquele que nEle cresse seria salvo, nasceria de novo e entraria para o Seu reino, reino de vida, poder, alegria…! Nós da IACC M12 entramos em 2021 com a certeza que este ano será um ano de restauração que começará na família, alcançando todos os seguimentos da vida humana! Este é como nos dias de Elias, tempo de restauração, onde os adoradores de baal serão removidos e a chuva da provisão virá nos restituirá nas nossas conquistas sem detença. Ap. Eliezer

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Perdoai-vos Uns aos Outros

Mateus 18:23-35 Gostaríamos de falar nesta ministração sobre a importância do perdão, perdão também faz parte dos mandamentos recíprocos e deve ser praticados de uns para com outros. Esta parábola sobre o homem que havendo sido perdoado de tão grande dívida e não teve a mesma compaixão para com quem lhe devia, nos ensina lições fundamentais para uma vida plena espiritual, emocional, física e familiar. Por que devemos e precisamos perdoar? 1. Primeiro: Porque a nossa dívida para com Deus era infinitamente maior do que a dívida de alguém para conosco. O homem que devia ao rei representa cada um de nós diante de Deus. A dívida dele era altíssima, totalmente impagável. Baseado no salário-mínimo da época, aquele homem levaria mais de 1.000 anos trabalhando todos os dias sem receber nada, para conseguir pagar aquela dívida. Essa é figuradamente, a nossa dívida para com Deus. Mas Ele nos perdoou por causa do Seu grande amor para conosco. A única coisa, porém, que Ele requer de nós é que tenhamos para com os outros o mesmo espírito de compaixão que Ele teve para conosco. Aquele homem da parábola, infelizmente, não fez assim. Saindo do lugar onde havia sido perdoado encontrou alguém que lhe devia uma soma irrisória comparada ao montante da sua dívida para com o rei. Cem denários era o valor referente a cem dias de trabalho (três meses e dez dias – Olha a diferença: era preciso 6.000 mil denários para comprar um talento, aquele homem devia 10.000,00 talentos ao rei e ele não perdoou uma dívida de apenas 100 denários). Apesar de tão pequeno o valor, ele exigiu que fosse paga toda a dívida, não demonstrando compaixão. Isso representa a dívida de alguém para conosco, que sempre será, aos olhos de Deus, infinitamente menor do que a nossa própria diante dEle. Não importa o que tenham feito contra nós, sempre será menor. 2. Segundo: Porque o perdão é fruto da compaixão divina; e a não liberação dele, é fruto de um coração endurecido. O rei foi movido por íntima compaixão e por isso perdoou a dívida. O perdoado, porém, simplesmente não quis perdoar igualmente a seu próximo. Um teve compaixão, o outro endureceu seu coração e não quis fazer o mesmo. Quando somos perdoados por Deus, mas não queremos perdoar aos outros, estamos demonstrando a mesma ausência de compaixão divina em nossos relacionamentos. 3. Terceiro: Porque não podemos fazer do nosso coração uma prisão. O rei soltou e mandou embora seu devedor, perdoando-lhe a dívida. Este saiu e mandou prender a quem lhe devia. Um solta e o outro prende. Quando perdoamos liberamos as pessoas que estavam aprisionadas em nossos sentimentos; quando não, continuamos sofrendo a cada dia as lembranças amargas da ferida sofrida. A ausência do perdão transforma o nosso coração num verdadeiro cárcere, acumulando pessoas, fatos e sentimentos amargos. Mas quando perdoamos, abrimos a cela do nosso interior, liberamos as pessoas e ficamos livres. O perdão promove em primeiro lugar, a nossa própria libertação. 4. Quarto: Porque o perdão só depende de nós e é incondicional. O rei que perdoou a dívida era livre para não depender da atitude do outro. Ele perdoou porque quis perdoar e não porque o outro tivesse feito algo por merecer. Seu perdão foi incondicional e só dependia dele mesmo. No outro caso, o segundo devedor foi lançado na prisão “até que saldasse a dívida”. Nesse caso, a liberação dessa vida dependia de seus feitos: o pagamento da dívida. Isso nos ensina que não precisamos depender do arrependimento do outro ou do seu pedido de perdão, para liberarmos perdão. Podemos fazer isso a qualquer tempo e para qualquer um. Só depende de nós. O contrário disso, torna-nos eternos reféns de outra pessoa. 5. Quinto: Porque o perdão nos livra dos atormentadores – “E, indignando-se, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que lhe pagasse toda a dívida.” (Vers. 34). Quando os servos do rei lhe contaram da atitude não perdoadora daquele a quem o rei havia liberado, todos entristeceram-se muito, e logo foi ordenado que aquele homem fosse entregue aos verdugos (atormentadores) até que pagasse toda a dívida. Vemos então, que a entrega aos verdugos não se deu pela dívida em si, porque esta já estava perdoada, mas pela atitude não perdoadora que teve. Aquele que não perdoa vive em grandes conflitos internos. Os atormentadores da alma se posicionam para agravar o sentimento de culpa, de mágoa, de revolta, de indignação, de vergonha, de inquietação, aflição, desespero, medo, tristeza etc. Mas os que perdoam, experimentam a alegria da liberdade. Os atormentadores não têm acesso aos corações compassivos e perdoadores, haverá cura interior, libertação e serão conservados em perfeita paz em todo tempo. Em Efésios 4:32 diz: “Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou.” (Estes são mandamentos recíprocos). Nesta palavra de hoje vimos à importância de recebermos e liberarmos perdão. O perdão é a porta para a cura e a libertação, ficamos livres. O perdão também e o caminho para recebermos o perdão do Pai e não sermos atingidos por Satanás. No momento em que cremos em Jesus Cristo como nosso redentor, como nosso Salvador e Senhor, nesta hora recebemos o perdão do pecado que nos separava de Deus. A cada momento que nos arrependemos somos perdoados… Falando nisso, você já entregou a sua vida ao Senhor Jesus para receber a salvação? Se não, gostaria de faze-lo agora? Ore comigo confessando a Jesus Cristo com teu Senhor e salvador e receberas a vida eterna!!! Convidamos a todos para a virada do ano, pois é profético virar o ciclo anual diante de Deus apresentando ações de graça, louvor, adoração e nossas causas, projetos, sonhos e desafios. Prepare uma oferta para selar sua gratidão e seus projetos diante de Deus, é também como primícias representando sua primeira oferta de 2021. Na sequência faremos 12 dias proféticos para doze meses de céus abertos e proteção para nossa vida, família, igreja,

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Amai-vos Uns aos Outros

João 15: 9-17 Hoje continuamos falando sobre esta série que são os mandamentos fundamentais e recíprocos (mútuo), hoje falaremos sobre o amor. Veremos a fonte do amor, sua forma de expressão e seus frutos. Estas características revelam o caráter e atitude de um verdadeiro filho de Deus. 1. Deus o nosso Pai, é a Fonte do Amor – Disse Jesus: “Como o Pai me amou, também eu vos amei; permanecei no meu amor.” (Vers. 9). Tudo começa em Deus. Não conseguiremos entender o porquê precisamos amar ao próximo se não tivermos uma visão clara de que Deus é a Fonte de todo o amor. Tudo começa nEle. O Pai amou a Cristo, que por sua vez nos amou da mesma forma, por isso o enviou para nos salvar e nos incumbiu de fazer o mesmo em relação às outras pessoas. A única forma de estarmos ligados à Fonte divina é expressando o mesmo amor que dEle recebemos. 2. Cristo Permaneceu no Amor do Pai – Jesus disse: “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no Seu amor permaneço.” (Vers. 10). Cristo recebeu o amor do Pai e decidiu permanecer nele guardando Seus mandamentos. É como se dá numa casa onde há regras e disciplina. Um filho, para continuar desfrutando dos benefícios de viver em família, precisa se ajustar às regras estabelecidas pelos pais, ou guardar os mandamentos da casa. Cristo guardou os mandamentos do Pai e, por isso, teve o privilégio de permanecer no Seu amor. 3. Nós Devemos Permanecer no Amor de Cristo – Ele disse: “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço.” (Vers. 10). Cristo permaneceu no amor do Pai, assim nós permaneceremos no amor de Cristo, se guardarmos os seus mandamentos. Lembrando-nos do exemplo do filho e dos mandamentos da casa, desfrutaremos dos benefícios do Reino de Deus se andarmos em linha com a constituição desse Reino. Cristo será o nosso Senhor, Pastor, Provedor, nossa Paz e muito mais além do que podemos imaginar, se O respeitarmos e honrarmos, guardando os Seus mandamentos. 4. O Mandamento de Cristo: Amar-nos Uns aos Outros – Ele disse: “O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.” (Vers. 12). Quando falamos sobre mandamentos logo pensamos em “não matar”, “não adulterar”, “não roubar” etc. No entanto, Jesus está falando de algo muito mais profundo do que simplesmente não fazer isso ou aquilo. Ele fala do que está na base do coração do ser humano: o ódio ou o amor. Quando uma nova semente é plantada no nosso interior; a semente do Amor de Deus, então, nossos atos em relação aos outros serão diferentes, porque o coração será diferente. O mandamento requerido, portanto, é “amai-vos uns aos outros”.  5. Os resultados em guardar os mandamentos do Senhor são: 5.1. Alegria Completa – Jesus disse: “Tenho-vos dito estas coisas para que a minha alegria esteja em vós, e a vossa alegria seja completa.” (Vers.11). É impossível alguém desfrutar a verdadeira alegria tendo o coração endurecido em relação a alguém. A verdadeira alegria é fruto de um coração perdoador e inclinado a amar e abençoar ao próximo, precisamos ter um coração amável. 5.2. De Servo a Amigo – “Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer.” (Vers. 15). Quem ama ao próximo permanece no amor de Cristo e torna-se íntimo dEle. A relação será de amigo para amigo e não mais de Senhor para servo, onde não há confidências. Quem permanece na amargura de alma não conhecerá nem desfrutará das riquezas do coração do nosso Pai Celestial. 5.3. Frutificação – O Senhor falou: “Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça… (Vers. 16). Se Deus é amor e Sua semente está em nós, qual o fruto que Ele espera colher de nós? Certamente uma vida em amor. As vidas, as famílias, os casamentos, a igreja, as células, os ministérios serão transformados por esse amor; As empresas, o governo, as cidades e a sociedade serão impactados por esse amor. Vamos pregar e viver o evangelho e trabalhar para Deus motivados por esse amor. Todos os nossos empreendimentos devem ser feitos em amor, pois esse é o maior fruto que Deus espera colher em nós.  Vidas salvas serão resultado deste amor. As vidas serão apascentadas, cuidadas, consolidadas, discipuladas como resultado deste amor. Esse é e será o fruto fiel, o fruto que permanece! 5.4. Vitória na Oração – Jesus concluiu: “… a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda.” (Vers. 16). Se os nossos atos e motivos são fundamentados no amor, nossas petições não serão egoístas, interesseiras, vingativas ou coisas parecidas. Deus ouvirá e atenderá as orações que estiverem em linha com Sua Palavra, as quais foram feitas em amor. Esta palavra nos faz lembrar que recebemos amor e devemos amor. Nos faz lembrar que somos devedores do amor do Pai. Assim como eu preciso deste amor, da mesma forma eu preciso me tornar canal para que este amor flua através da minha vida! Deus revela e manifesta o seu amor através dos seus filhos, eu e você!!! Abra o coração para receber, transbordar e reproduzir do amor de Deus nosso Pai, pois este foi derramado em nosso coração pelo Espírito Santo! (Romanos 5:5) Amamos a sua vida! Apóstolos Eliezer e Zenita

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