O PODER DA INTERCESSÃO
Introdução Temos um anseio por ver verdadeiros guerreiros forjados por Deus através da Sua igreja no Brasil. Milhares de homens e mulheres comprometidos com a causa do Senhor. Quando Deus tiver em nossa Pátria no mínimo mil pessoas que encarnem o espírito de intercessão que estava em Moisés, Abraão e Daniel, os fundamentos da nação serão abalados pelo poderoso avivamento pelo qual gememos em oração. Creio com todas as forças do meu coração, que Deus vai fazer isto através da Sua igreja no Brasil, fazemos parte deste projeto. Ele seleciona Seus soldados valentes, que não depõem as armas até ver o poder de Deus manifesto na Terra. Ele quer esse espírito de guerreiros em nós e não vai nos dar descanso até ver Seu plano consumado. Deus está levantando um exército de intercessores muito grande. Há um santo reboliço nos arraiais de Deus em toda a Terra e grupos se mobilizam para intercederem cada vez mais. E curiosamente, esse exército está encarnando o espírito de um guerreiro. Queremos deixar muito claro que quando usamos o termo guerreiro de oração, não falamos de uma organização ou um grupo, mas falamos de uma identidade. O que é um guerreiro de oração? É um combatente espiritual. Deus mesmo está conosco como um “poderoso guerreiro” (Jr. 20:11a). A palavra no hebraico para guerreiro, é gibbor. Ela aparece 159 vezes no Velho Testamento, sendo a primeira em Gn. 6:4. Significa: “poderoso; por implicação, guerreiro; campeão, chefe, gigante, homem valoroso, valente, forte”. O gibbor é um guerreiro provado; (Josué 1:14), Na Bíblia de Jerusalém traduz por (“homens de guerra”). O rei Davi, que se provou um guerreiro, atraiu “valentes” para seu bando enquanto era perseguido por Saul (2 Sm. 23). Quando ele subiu ao trono como rei, esses homens se tornaram parte do corpo militar de elite. O rei simbolizava a força do reino. Ele tinha que liderar suas tropas em batalha, e como comandante esperava-se que fosse um “herói” (1 Sm. 18:7). O rei é descrito como um herói: “Cinge a espada no teu flanco, herói, cinge a tua glória e a tua majestade” (Sl. 45:3). A expectativa messiânica incluía a esperança de que o Messias fosse um “poderoso” guerreiro (Is. 9:6)”. “O Deus de Israel é um Deus poderoso, forte (Is. 10:21). Ele tem o poder de libertar: “O Senhor teu Deus está no meio de ti, poderoso para salvar-te; Ele Se deleitará em ti com alegria; renovar-te-á no Seu amor, regozijar-se-á em ti com júbilo” (Sl. 3:17). A tocante confissão de Jeremias (32:17) ressalta o poder de Deus na criação (v.17) e na redenção (v. 18). A resposta à enfática pergunta “Quem é o Rei da glória”, no Salmo 24, é: “O Senhor forte e poderoso, o Senhor, poderoso nas batalhas” (v. 8). Há 487 referências no Velho Testamento a exército, sendo que cerca de 270 retratam um dos nomes de Deus, Yahweh Sabaoth, o Senhor dos Exércitos. Este é o último nome de Deus que o Velho Testamento nos dá e aparece em dias de crise, quando o povo precisava de uma intervenção dos exércitos do Altíssimo. Yaweh Sabaoth e Yaweh Nissi, caminham juntos e são nomes de Deus que apontam para a realidade de um confronto espiritual, de geração em geração, do povo de Deus na terra contra Satanás. Mas não estamos sozinhos. O Senhor tem Suas hostes incontáveis de anjos, que são Seus exércitos de guerreiros, trabalhando sempre a favor dos Seus filhos e Sua igreja. E no meio das batalhas Ele é nosso Nissi, nossa vitória, nossa bandeira. De fato, Ele está conosco “como Poderoso Guerreiro” (gibbor). Vivemos dias proféticos, quando profecias milenares se cumprem diante dos nossos olhos. Nunca a Igreja esteve tão consciente da realidade espiritual que influencia a vida terrena, tanto no Reino de Deus quanto no de Satanás. Sentimos na carne o grande confronto entre os poderes da luz e das trevas. Parece que o adversário reuniu todas as suas forças e poderes malignos, para um golpe de desespero, tentando conquistar o que pode durante o tempo que lhe resta. Por outro lado, os Céus se têm aberto e há um derramar do Espírito de Deus e luzes são compartilhadas com os guerreiros do Senhor, que recebem as estratégias de guerra para vencer o inimigo. Deus levanta hoje um exército de guerreiros espirituais a quem equipa e dirige para saquear o inferno e povoar o Céu. A profecia de Joel, que se refere aos tempos do fim, declara: “O Senhor levanta a Sua voz diante do Seu exército; porque muitíssimo grande é o Seu arraial; porque é poderoso quem executa as Suas ordens; sim, grande é o Dia do Senhor” (Joel 2:11). Isso demonstra que Deus levanta um exército capaz, qualificado com Sua habilidade divina, amadurecido, ousado, digno, virtuoso, santo possuidor de todos os recursos de toda ordem para fazer a batalha, grande em número e poder. E agora a voz de comando se faz ouvir: “Proclamai isto entre as nações, apregoai guerra santa; suscitai os valentes; cheguem-se, subam todos os homens de guerra. Forjai espadas das vossas relhas de arado, e lanças das vossas podadeiras; diga o fraco: Eu sou forte, sou um guerreiro. Apressai-vos, e vinde, todos os povos em redor, e congregai-vos; para ali, ó Senhor, faze descer os teus valentes – (Joel 3:9-11).” O Senhor dos Exércitos é um guerreiro (gibbor) e suscita os Seus guerreiros (gibbor) e até mesmo o que se acha fraco diga: “Sou um guerreiro!”(gibbor). Ele tem os Seus valentes, Seus guerreiros e os mobiliza para que sejam devidamente treinados e participem da batalha final contra os poderes do inferno para resgatar os perdidos que estão cativos no arraial do inimigo. Ora, como o confronto é espiritual, o treinamento também o é. Todavia, não podemos tornar alguém guerreiro de oração se não encarnar o espírito de combatente espiritual, nem mesmo ensiná-lo a interceder se não estiver comprometido de fato com a causa do Senhor. Estudaremos sobre intercessão, crendo que o Mestre, doce Espírito, à medida que
O PODER DA INTERCESSÃO Read More »
