As conseguências do pecado e o propósito de Deus – Parte 1

  Gênesis 3:8-24 – Ap. 12:7-12   O homem que Deus formou é bem diferente de todas as demais criaturas, ele não é uma máquina, pelo contrário, esse ser possuí perfeita liberdade de escolha. Se decidir obedecer a Deus, essa decisão será respeitada; se preferir rebelar-se, essa decisão também será respeitada. O Senhor não realizará nada por nós, a não ser que cooperemos ativamente com Ele. Deus estabeleceu assim, é lei espiritual, são princípios que regem o universo e a nossa vida, nem Deus nem o diabo podem fazer nada sem o nosso prévio consentimento, porque a vontade do homem é livre, ele tem poder de decisão e é exatamente por isso que cada pessoa dará conta das suas decisões diante de Deus.   Se obedecermos a esses princípios, estaremos seguros, desfrutaremos das promessas de Deus e usufruiremos da herança do Senhor Jesus. A queda do homem foi ocasionada pela busca do conhecimento, por isso Deus usa a loucura da cruz para “destruir a sabedoria do sábio”. O intelecto foi a principal causa da queda. É por isso que, para alcançar a salvação, o homem precisa crer na loucura da Palavra da cruz, ao invés de depender da própria inteligência. A árvore do conhecimento provocou a queda do homem. Um cuidadoso exame de relato da queda do homem mostra que, ao se rebelar contra Deus, Adão e Eva desenvolveram a alma a ponto desta tomar o lugar do espírito. Com isso, precipitaram-se nas trevas e morreram espiritualmente e fisicamente.   Adão e Eva dependiam de Deus e não lhes faltava nada, a terra foi feita para eles e sua descendência, tudo o que eles precisavam tinha sido criado por Deus, eles viviam no paraíso. Todos os dias eles tinham encontros com o Deus Todo Poderoso, o seu criador. Mas o Diabo começou tentá-los no intuito de seduzi-los levando-os a rebelião e desobediência. Eles, mesmo depois de Deus ter lhes advertido sobre as conseguências da desobediência, mesmo assim eles comeram do fruto do bem e do mal que Deus lhes ordenara que não comessem.   Conseguências do pecado na vida do homem e sua descendência   1.      Adão se escondeu de Deus. E ouviram a voz do SENHOR Deus, que passeava no jardim pela viração do dia; e esconderam-se Adão e sua mulher da presença do SENHOR Deus, entre as árvores do jardim. Gen. 3:8   Deus é tudo o que precisamos, Ele é a resposta para a nossa vida. A Sua presença em nós nos fortalece, ter comunhão e intimidade com Ele nos traz revelação e poder, mas a primeira reação daquele casal após o pecado foi esconder-se de Deus. Temos a tendência de nos esconder de Deus quando pecamos, sabemos que isso é impossível, Ele é onipresente e sabe aonde estamos e qual é a nossa condição. Quando nos sentimos culpado por algum pecado que cometemos ou alguma fraqueza difícil de vencer, a tendência é camuflar, não falar nada, ou nos afastar.   Tem pessoas que estão na igreja, mas vivem se escondendo de Deus, suas vidas e sua praticas são escondidas, não se envolvem com nada e fogem de serem discípulos, pois como tais teriam de serem acompanhados de perto, na intimidade e com transparência. Quando entramos na intimidade de alguém, a nudez da alma é exposta e os defeitos, traumas e fraquezas aparecem, mas sabemos que a única forma de sermos curados e libertos é colocando para fora aquilo que nos prende, é confessando nossos pecados e o nosso passado, quebrando todo argumento (Tiago 5:16,17).   2.      Deus gritou: E chamou o SENHOR Deus a Adão, e disse-lhe: Onde estás? Gen. 3:9   O Salmos 139 nos mostra que Deus nos sonda e nos conhece, que Ele está em todos os lugares e que não existe nada oculto diante dEle. Como estão Deus grita por Adão perguntando onde ele está?   Em primeiro lugar Deus queria despertar em Adão a sua consciência, a sua condição e situação em que ele estava. Este é o momento de refletir e descobrir, como estou, aonde estou, qual é a minha condição. Ninguém toma a decisão de se arrepender se não souber que é pecador, ninguém resolve mudar seu estilo de viver se não descobrir que áreas de sua vida estão erradas. Eu pergunto a você! Onde você está? Como você está vivendo e o que você está fazendo da sua vida?   Em Gênesis 32:27-30 nos mostra o Anjo do Senhor perguntando a Jacó: qual é o seu nome? Ele respondeu, meu nome é Jacó (trapaceiro). O Senhor sabia que Jacó era uma pessoa desonesta e que gostava de levar vantagem em cima das pessoas. Ele era um ladrão, uma pessoa egocêntrica e egoísta, ele carregava traumas de rejeição e se sentia injustiçado desde criança por causa do seu irmão e da forma como foi tratado pelos pais, Deus sabia que se ele não soubesse e reconhecesse quem realmente ele era, nunca se arrependeria e não poderia ser liberto e curado. O estilo de vida de Jacó revelava o seu nome.   A atitude de Jacó em ficar sozinho com o Senhor era um grande indicativo de que ele queria mudar de vida. A questão não era se Deus sabia, pois Ele sabia. A questão é se Jacó sabia que ele era realmente? Não importa seu nome na sociedade e família, seu estilo de vida, a forma como você vive revela qual é o seu nome no mundo espiritual e para Deus. Qual é o seu nome e quem é você? Você se conhece ou está enganando-se a si mesmo? Deus quer hoje mudar a sua história!   Em segundo lugar Deus estava procurando o Adão santo, fiel, verdadeiro, comprometido, leal, sacerdote que tinha comunhão com Ele e que foi colocado para liderar, para exercer autoridade e guardar a esposa, família e o jardim (o seu lar). Esse Adão tinha morrido, agora tinha um pecador escondido, separado e com medo de Deus.   O Adão santo Deus não precisava procurar e

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A aliança para multiplicar

  "E firmarei minha aliança contigo, e extraordinariamente te multiplicarei" (Gn. 17:2)   Introdução: Recebemos do Senhor a incumbência de sedimentar, criar bases na vida dos discípulos para sustentar o crescimento e a prosperidade que se manifestará em nossa igreja. Todos os assuntos ministrados aqui neste discipulado, devem ser repassado na integra para os seus discípulos. Isto deve acontecer a cada semana, seja na geração ou no discipulado da equipe. Se um discípulo da sua equipe faltar na geração, a ministração daquele dia deverá ser repassada, assim como esta do nosso discipulado.   Neste versículo que lemos hoje Deus está dizendo: "vou fazer um exagero de multiplicação na sua vida". Se fosse eu falando, dentro das minhas limitações, você poderia até avaliar, mas é Deus falando. Isso é algo fora do comum, fora do natural, grandiosamente estrondoso.   Entramos no ano da grande multidão, esse é o ano aceitável do Senhor, o ano da salvação do nosso Deus, ano da restituição e de solidificação do princípio da honra. Esse é o ano que muitas vidas irão se converter, mas precisamos saber que só há uma fórmula para o crescimento extraordinário de Deus se manifestar na vida de alguém que decide receber esta unção: São várias chaves ou ingredientes que juntos chamamos de fórmula e esta é a primeira: “Viver e estar em aliança com o Senhor e isto envolvem vários aspectos”.   O crescimento é uma herança muito grande, mas toda herança só virá mediante alianças que a respaldem. A visão celular tem princípios que foram respaldados na bíblia e, se quisermos receber esta herança de crescermos extraordinariamente nela, devemos aprender a honrar os princípios da aliança que temos com Deus, com os nossos discipuladores ou líderes que estão sobre nós, com a equipe na qual estou integrado e com os nossos discípulos.   Na Aliança encontramos princípios importantíssimos:    1.     A aliança exige de nós a obediência   Os líderes e discípulos que mais obedecem são os que mais frutificam. Todos nós precisamos crescer, há algo iminente dentro de nós dizendo: eu necessito frutificar no meu espírito, na minha alma, no meu corpo, no meu casamento, na minha família, no meu ministério, na minha vida profissional e financeira.    Precisamos romper com muitos individualismos, se quisermos frutificar. Enquanto estivermos apenas nos nossos projetos pessoais ou de nossa rede da qual fomos incumbidos, não fluiremos.   A aliança nos leva a confrontos e a abrir mão de conceitos pessoais e particulares para irmos alem. É um acordo entre duas pessoas que decidem por princípios já escritos, já existentes, e não por acordos que ainda serão criados, inventados. A verdadeira obediência acontece na renuncia, faço não porque quero, mas por princípio, é a vontade de Deus para minha vida, então obedeço com alegria.   ·         Por causa da aliança, virá a herança e esta é a multiplicação. Todos que fazem aliança multiplicam.   2.     A aliança obedece a uma hierarquia   Os discípulos da segunda geração devem estar em aliança com você que é da primeira, e você desta equipe de doze tem uma aliança conosco os pastores, que estão em aliança com o Ap. Fabio Abbud e Apóstola Claudia Abudd, e estes estão em aliança com o apóstolos Renê e Marita Terra Nova. Este recebeu o derramar da unção de conquista de multidões que flui na unção de prosperidade e, todos nós juntos estamos em aliança com Deus por meio deste princípio.   Tudo isso é possível por causa do Senhor Jesus. É evidente que todos da 1ª, 2ª, 3ª e 4ª… geração são filhos espirituais dos pastores e todos fazem parte desta aliança, dentro da conquista de cada um dos doze, cada discípulo deve estar comprometidos para um fim proveitoso.   A unção derramada nessa hierarquia passa por nós e chegará até a última pessoa que nascerá na Visão Celular no Governo e modelo dos 12. (Modelo de Jesus) Todos estamos debaixo da mesma unção, da mesma herança, por causa de uma só aliança. O Espírito de Deus se move para gerar unidade na igreja de Cristo e isso através da aliança, assim somos mais fortes.      3.     Aliança têm lucros e renuncias e até perdas quando necessário   Deus vai lhe dar uma multidão, uma herança abençoada como resultado da sua aliança, que pode ter dor e alegria, Aliança exige renuncias para não desistir, para crescer e multiplicar. Não podemos andar iludidos de que conviver não tenha seus "altos" e seus "baixos". Podemos exemplificar isso com o casamento.   Os casados passam por problemas e conflitos, mas se estiverem em aliança, não desistirão do casamento. Há momentos na aliança em que ganhamos, e há momentos em que perdemos. Às vezes dizemos: "É inadmissível. Como foi que perdi?". E, às vezes, falamos: "Nem trabalhei por isso, como foi que ganhei?". Como Deus é generoso, somos perseguidos e alcançados pelas bênçãos de Deus até a vinda de Jesus.    4.     Um homem e uma mulher de aliança acrescenta o seu rebanho   O líder de êxito que multiplica de forma correta é um líder de aliança. Você quer multiplicar em alguma área de sua vida? Então, honre a aliança que tem com Deus honrando seu líder e discipulador. Quem não procede assim vive estéril e perde até aqueles que pensa serem seus.   Mais uma vez exemplificamos a atitude das duas partes de uma aliança como o casamento. Um homem e uma mulher, quando casam, não podem mais viver independentes um do outro. Gálatas 3:15 afirma: "Um testamento, embora de homem, uma vez confirmado, ninguém o anula, nem lhe acrescenta coisa alguma." Ou seja, mesmo uma aliança comum, entre seres humanos, se for confirmada, frutifica. O fruto é a herança manifestada.   Somos pais e mães de multidões, amem? Mas se não houver aliança entre discípulos e discipuladores, a multidão será apenas um agrupamento. Eu e a pastora com os nossos discipuladores, você conosco e seus discípulos com vocês. Se seus discípulos estão comprometidos com você, significa que estão comprometidos conosco,

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Sem renuncia não há aliança e sem aliança não ha conquista

  I Samuel 18: 3 e 4   Jônatas e Davi fizeram aliança, porque Jônatas o amava como a sua própria alma. Despojou-se Jônatas da sua capa que vestia e a deu a Davi, como também da armadura inclusive a espada, o arco e o cinto. A visão celular no Modelo dos 12 nos tem colocado diante de um horizonte tão imenso de conquista, que muitos de nós, líderes desta Visão, ainda não conseguimos alcançar a grandeza e a nobreza do que o Senhor nos preparou. Fomos chamados a fazer história e a entrar para a história de transformação e conquista de uma nação (a nossa) e das Nações da Terra para o Deus vivo.   Alguns tem tido dificuldades de alcançar a dimensão deste chamado, por estarem ainda presos aos limites de seus objetivos pessoais, as quatro paredes da Igreja ou as exigências humanas de uma denominação ou família não convertida.   Deus tem neste tempo chamado sua Igreja à unidade, através de ter uma só linguagem e um só objetivo: Fazer discípulos de todas as nações como nos ordena o Senhor Jesus em Mateus cap. 28.   Esta conquista tão tremenda projeta a formação de ministérios fortes, Igrejas de Multidão, onde cada pessoa seja um verdadeiro discípulo do Senhor Jesus, transformado em sua experiência com Cristo em uma pessoa abençoada, mas também abençoadora de outras vidas, ou seja, num servo.   O Testemunho destas Igrejas de Impacto, terá como fundamentos o verdadeiro amor por vidas, o caráter de discípulos estabelecido (homens e mulheres santos restaurados e comprometidos com Deus), prosperidade espiritual e material (unção, dons, e provisão material abundante) e influencia espiritual, social e política sobre bairros, cidades, estados e nações.   Isto não é um sonho, mas a realidade para a qual eu e você fomos chamados a construir e vivenciar em nossos ministérios através da Visão. Tudo isso tem, porém um preço que alguns tem se recusado a pagar: Renuncia a convicções e valores pessoais em nome da unidade e da Aliança.   Sem renuncia não há aliança e sem aliança não há conquista.   Alguns líderes desta Nação, ainda não entenderam que só a unidade da Igreja atrairá a unção, a benção e a vida prometida no Salmo 133.   Que grande lição de humildade e submissão nos dá o jovem Jônatas em I Samuel 18, quando de forma muito espiritual ele discerne que Deus havia levantado um líder para a Nação de Israel e por amor e respeito a este ungido do Senhor, Jônatas despoja-se de tudo, inclusive do seu direito natural à sucessão do trono de seu pai Saul.   Deu Jônatas a sua capa a Davi em sinal de renuncia a sua unção e autoridade como filho do rei. A Visão requer de nós que reconhecemos a autoridade de um líder escolhido por Deus para nos orientar e cuidar, pois só assim seremos verdadeiramente discípulos.   Jônatas entregou sua armadura simbolizando renuncia a qualquer forma de defesa. Isto é um exemplo para nós. Precisamos baixar a guarda e aceitar a exortação, o confronto, o ensino e o tratamento.  Precisamos parar de nos defender e nos justificar, para que Deus seja a nossa defesa.   Alguns pastores e líderes internos, discípulos da equipe de doze que por medo ou desconfiança, defendem-se e resistem a proposta de transformação e cobertura espiritual que a Visão lhes oferece através da submissão ao seu mentor ou a outro líder que lhe é colocado para seguir.   Se de fato confiamos em Deus crendo que Ele cuida de nós e nos livra do mal, não teremos medo de nos entregar a liderança de alguém, principalmente se houver bom fruto na vida deste líder e percebermos que ele é discípulo, pois só da cobertura quem tem cobertura. Só não baixamos a guarda para o inimigo das nossas vidas.   Também a espada foi entregue por Jônatas. A espada é um instrumento de conquista pessoal que fala de sonhos e objetivos particulares, mas Jônatas ao entregar sua espada estava dizendo: Abro mão de conquistar só, para que conquistemos juntos, hoje eu encerro minha luta e inicio a nossa.   Seu arco também foi objeto de renuncia. A Visão celular nos tem libertado do espírito de Ismael, que era flecheiro de seu irmão. A Visão trouxe cura à alma da liderança e eliminou a divisão e a contenda para nos levar a doce experiência de podermos nos amar e viver como irmãos que caminham juntos no mesmo propósito. Hoje mais do que nunca, sabemos que precisamos uns dos outro, pois é certo que sozinhos iremos mais rápidos, porém juntos iremos mais longe.   Jônatas por fim entregou também seu cinto, que simboliza nossas convicções pessoais e verdades das quais nos cingimos. Na visão jamais perdemos nossa identidade, mas precisamos abrir mão das idéias próprias e da justiça própria, pois se desejamos ser usados por Deus no sobrenatural, não há espaço para questionar, só para obedecer, devo deixar o pensamento individual para dar lugar ao sentimento coletivo, devo fazer morrer o eu para que ressuscite o nós e assim eu possa como equipe seguir o meu líder, os meus pastores e discipuladores me reproduzindo na vida dos meus discípulos aquilo que tenho recebido deles, falando a mesma linguagem e sonhando os mesmos sonhos.   Tenho lamentado muito, ver líderes tão brilhantes, que enganados pela soberba, disputam autorias e soberanias de forma vã, pois agindo assim, dividem o corpo, arrastando muitos consigo, diminuem sua força e perdem a unção de conquista que emana da vida do líder.   Meditemos no exemplo de Jônatas para que não passe de nós o mover do Espírito. E vivendo em unidade e aliança firmada em Deus, possamos aqui na IACC, na nossa equipe de doze, experimentar a plenitude do Senhor nestes dias e assim Crescer, frutificar, multiplicar e governar.   Ministração ministrada pelo Apóstolo Fabio e reproduzida, acrescentada, atualizada e contextualizada a nossa realidade IACC – Penha   Pastores Eliezer e Zenita C. Moreira  

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Exortai-vos uns aos outros no Senhor

  Texto Bíblico – Hebreus 3:12,15; I Tess. 4:18; Atos 11:19-26; Na semana passada estudamos sobre a importância do perdão e este sendo praticado de forma recíproca. Hoje continuaremos estudando estes mandamentos sobre o dever de nos amar, perdoar e servirmos uns aos outros, Jesus ensinou a reciprocidade. Isso só é possível quando estamos integrados em uma equipe de discipulado. Se eu sou exortado pelo meu líder, posso exortar meu discípulo, um cuidando do outro. Se eu sou amado, devo amar, se fui perdoado, devo perdoar e assim por diante.   Exortar significa: “influenciar sobre a vida de outrem com o intuito de conduzi-lo a um padrão de vida melhor, há um comportamento equilibrado e aceito; encorajá-lo a observar certas instruções que o levará ao êxito. “Simplificando, exortar é encorajar, estimular, aconselhar, etc. Houve um homem na Bíblia chamado José a quem os apóstolos deram o nome de Barnabé, que significa “encorajador” ou “filho da consolação”, sobre quem gostaríamos de falar nesta ministração…   1.    A Exortação e o Caráter Cristão – “Tendo ele chegado e, vendo a graça de Deus, alegrou-se e exortava a todos a que, com firmeza de coração, permanecessem no Senhor. Porque era homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé. E muita gente se uniu ao Senhor.” (Atos 11:23-24).       A arte de encorajar ou de consolar as pessoas em meio às lutas está intimamente associada ao caráter cristão e o discipulado facilita essa prática. Barnabé era um estimulador de vidas porque era um homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé. Deus, que ama perfeitamente as pessoas e deseja o sucesso delas, agia livremente através desse homem para estimular o crescimento dos novos crentes.        A passagem acima mostra a ação de Barnabé para com os de Antioquia que haviam acabado de receber a Palavra de Deus. O texto revela que ele exortava a todos a que, com firmeza de coração, permanecessem no Senhor. O novo cristão precisa ser consolidado para tirar as dúvidas, crises, desânimo e insegurança. Barnabé, certamente, agia de forma eficaz nessas e noutras áreas trazendo sempre palavras de encorajamento que edificavam. O resultado desse trabalho foi que muita gente se uniu ao Senhor.       Quando buscamos o crescimento e amadurecimento cristão através do discipulado, o resultado é o   enchimento do Espírito Santo e da Palavra de Deus. É desta forma que teremos melhores condições de exercer o ministério da exortação. A bondade divina fluirá através de nós para fortalecer os que necessitam de ânimo, acompanhamento e de encorajamento. Você tem identificado as marcas da bondade do Espírito Santo e da fé em sua vida, que o habilite a ser um exortador eficaz? Lembra de Calebe? Ele exortou a todos a crer no Senhor e defendeu Moises, seu líder. (Números 13:30)   2.    A Exortação e o Pastoreamento – “Mas Barnabé, tomando-o consigo, levou-o aos apóstolos; e contou-lhes como ele vira o Senhor no caminho, e que este lhe falara, e…” (Atos 9:27).   O ministério de exortação que era tão rico na vida de Barnabé permitiu-lhe ajudar um jovem pregador da Palavra de Deus. Paulo havia se convertido há pouco tempo, porém ele tinha contra ele um péssimo histórico de perseguição à igreja de Deus. Agora ninguém confiava nele, pois tinham medo que ele fosse um traidor no meio dos cristãos. No entanto, Barnabé teve o discernimento de que aquele homem era sincero em sua confissão de fé, e então, confiou nele e se dispôs a interceder em seu favor junto aos apóstolos da igreja.   Chama-nos a atenção a frase: “Mas Barnabé, tomando-o consigo…”; enquanto todos o repeliam, Barnabé o tomou consigo. Paulo precisava de alguém que lhe consolidasse e lhe desse um voto de confiança e uma palavra de estímulo em meio ao descrédito sofrido. Foi aí que o ministério de exortação mais uma vez se demonstrou eficaz. Paulo foi encorajado a permanecer firme no caminho e se tornou o maior de todos os apóstolos, alcançando todo o mundo de sua época com a mensagem do evangelho.   Todos nós tivemos um passado sem Cristo. Precisamos de pessoas que nos vejam como novas criaturas e que nos ajudem a vencer as fraquezas e confessar e renunciar as transgressões do passado. Importa que sejamos assim também para com os que se aproximam de Deus, sempre acreditando e sabendo que elas são pessoas maravilhosas e que Deus as ama e que eles podem mudar e amadurecer em Cristo. Você que já foi ao Encontro e iniciou a Escola de líderes e hoje está integrado na equipe de doze, sendo um líder em formação neste processo de treinamento para ser um líder de célula, bem que poderia citar o nome de pelo menos três pessoas a quem tem “tomado consigo” para consolidar, cuidar, acompanhar e estimular na carreira cristã, fazendo desta pessoa seu discípulo ou discípula. Estes poderia ser a sua célula em formação para uma futura multiplicação, ou tomar a decisão de se colocar a disposição para consolidar uma pessoa ajudando seus discipuladores a apascentar os novos da sua célula. (Decisões mudam destinos e históricos). .   3.    A Exortação e a Restauração – “Houve entre eles tal desavença, que vieram a separar-se. Então, Barnabé, levando consigo a Marcos, navegou para Chipre.” (Atos 15:39). Barnabé e Paulo estavam juntos servindo ao Senhor pregando o evangelho pelo mundo. Nessa ocasião, chegaram a discutir sobre quem levariam com eles na nova jornada missionária. Barnabé queria levar Marcos, um jovem que havia desistido da obra no passado; Paulo não concordava com a idéia e por isso se separaram. Entre acompanhar alguém que já era líder que estava pronto e maduro e voltar para buscar quem precisava de restauração, Barnabé não teve dúvidas, escolheu a última opção.   Ele e Marcos seguiram para Chipre. O resultado desse investimento vemos descrito no testemunho de alguns homens de Deus: Aquela que se encontra em Babilônia, também eleita, vos saúda, como igualmente meu filho Marcos. (1 Pe 5:13);  Somente Lucas está comigo.

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O princípio para prosperidade verdadeira

  Texto bíblico: III João 2; Genesis 26:12-14   Ao terminar de ler esta palavra você vai entender o porquê que muitas pessoas, mesmos aquelas que entregam seus dízimos e ofertas, têm suas bênçãos e provisão retida ou insuficiente.  Temos ensinado muitos princípios aqui na IACC, mas estes detalhes que falaremos aqui acaba sendo esquecidos e não praticados.   Vivemos momentos em que o sentimento de frustração tem sido forte na vida de muitas pessoas que acabam dizendo: Não entendo mais nada, tenho confessado a Palavra e tenho orado muito, mas as coisas não melhoram para mim, além de eu não estar prosperando em nada, minhas dívidas aumentam cada vez mais.   Se isso já aconteceu com você, se esse pode ser considerado um retrato seu, então tenho uma boa nova para você! Deus muito deseja que você possa conhecer mais de perto o que quer dizer “prosperidade”. Quero que você entenda que a certos princípios que governam a operação do Espírito Santo com relação à prosperidade e, aquele que entende esses princípios e os põe em prática tem condições de experimentar o suprimento de Deus e como resultado ter uma grande fé.   O conceito que muitas pessoas têm sobre a prosperidade é uma espécie de sonho no qual imagina a intervenção espetacular do Senhor Jesus em nossas finanças fracassadas, realizando coisas fenomenais, e de tal modo que seria até difícil acreditarmos que Deus fizesse algo assim na vida de alguém. As bênçãos de Deus são condicionais.   Deus não paga dívida de ninguém, Ele abençoa, trata e orienta a cada um cumprir com os seus compromissos, pois se pagasse as nossas dívidas, no outro mês estaremos novamente endividados, pois não aprendemos nenhuma lição e nem fomos tratados na nossa fraqueza e irresponsabilidade.   Antes, eu não sabia, não entendia que aquilo que eu considerava como sendo uma grande fé, era na realidade uma fé pequeníssima, uma fé banal e não entendia simplesmente porque eu imaginava que eu deveria receber ou sentir no meu íntimo alguma prova de que Deus realmente agia em meu favor.   Vivemos uma época em que a economia mundial tem estado em péssima situação, principalmente na Europa e em alguns países do primeiro mundo, com muito desemprego e os empresários passa por sérios problemas por causa da crescente inflação e da diminuição de suas rendas. Há uma grande insegurança mundial. Hoje por exemplo vemos os Estados unidos da América que em menos de um ano passou por três crise econômica.   Pude constatar enquanto orava e estudava a Palavra de Deus que acontecia sempre o mesmo, embora muitas pessoas entregassem seu dízimo e ofertas confessando a Palavra e falando ao “monte” com relação às suas dívidas, a maioria delas não conseguia pagar as suas dívidas. Quando somos fieis a Deus, Ele repreende o devorador e abre as janelas do Céu com bênçãos sem medida sobre nós.   A primeira questão é que por atitudes erradas, As bênçãos, a provisão fica retido nas regiões celestiais. A segunda coisa é que precisamos aprender é administrar o nosso dinheiro e a prosperidade que cada vez será maior por causa da Benção do Senhor na nossa vida. Ao terminar de ler esta palavra você vai entender o porquê que muitas pessoas têm suas bênçãos e provisão retida.   Deus nos mostra em sua Palavra, que Jesus levou a pobreza do homem na cruz e que já fez tudo que era necessário para que estivéssemos em posição de vitória em todas as áreas da nossa vida”! (ll Cor.8:9).   Veja do mesmo modo que Deus não está no seu trono no céu decidindo quem será salvo e quem não será, exatamente assim Deus não está procurando decidir quem é que Ele pode fazer prosperar e a quem Ele vai deixar na miséria. Em termos da salvação (e isso é válido em relação a todas as benção de Deus), a Palavra em João 3:18 diz: Todo aquele que… O próximo passo é nosso.   Nós precisamos desenvolver uma ação correspondente (relativa aos nossos problemas), o que eu quero dizer e que suas ações precisam estar de acordo com a sua confissão, e esta confissão precisa ser contínua ou constante. Muitos cristãos não confessam diariamente versículos específicos da Palavra de Deus sobre os seus problemas. Na maioria dos casos, eles se achavam tão esmagados pelo vulto de suas dívidas que simplesmente “aguardam” que Deus lhes faça algo, enquanto Deus Aguarda alguma ação da parte deles. Se as suas ações não corresponder com a sua confissão, automaticamente você estará cancelando a resposta de Deus referente à sua confissão.    O problema é o seguinte: suponhamos que eu deva a alguém cinco mil reais, mas mesmo assim, sem ter dinheiro algum, eu faça umas compras (roupas, sapatos etc), tudo fiado usando cartão de crédito, cheque pre-datado, etc., e fique com mais uma conta de quatrocentos reais. Assim de um lado, tenho uma conta a pagar de quatrocentos reais e, de outro lado, tenho uma conta vencida de cinco mil reais. Bem, mesmo que eu esteja confessando a Palavra de Deus em torno “suprimento divino” e da prosperidade em Deus, é fácil eu pensar: “que diferença faz mais uma conta de quatrocentos reais, uma vez que já estou devendo cinco mil reais? Então, em total frustração, esmagado pelo tamanho da minha dívida, tomo emprestado mais mil reais para fazer um passeio…   Aí está a violação da fé.   Se você já deu a sua palavra de honra, então, aqueles quatrocentos reais não são seus para gastar como bem quiser, pois eles pertencem, de fato, ao seu credor. Se eu gastar o que eu não tenho, isso aos olhos de Deus é desonestidade, ou seja, é o mesmo que roubar de outro e Deus não pode abençoar o roubo. Se você deseja que a fé opere em sua situação financeira, então, é imprescindível que você tenha uma ação correspondente. Como? É fácil. Se você pode pagar apenas cem reais por mês ao seu credor,

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Plenitude de Deus na nossa vida

  Esse é o ano de possuir as portas dos nossos inimigos   Textos Gn. 22:17 e 24:60; Gal. 3.29   Começamos este ano cumprindo nossa agenda proposta, doze dias orando por doze colunas e pelos doze meses do ano, foi tremendo. É tempo de avançarmos na conquista sem abaixarmos a guarda. Este é o ano aceitável do Senhor, o ano da salvação do nosso Deus. Neste texto que lemos hoje, vemos Deus, depois de ter provado Abraão, fazer esta declaração: “A tua descendência possuirá a porta dos teus inimigos”.   Naquela época já havia esta revelação e um entendimento claro sobre esse assunto. Se alguém conseguisse ter autoridade sobre as portas, então dominaria sobre a cidade ou sobre o adversário. Por isso quando as pessoas declaravam uma bênção, costumavam dizer: que a sua descendência possua a porta dos inimigos (Gn. 24:60).   Possuir a porta ou cidade dos inimigos foi uma promessa feita a Abraão que se estende a todos os que estão em Cristo, pois, pela fé somos descendentes de Abraão (Gal. 3.29).   Duas coisas devemos extrair deste princípio: 1) Existem portas naturais e espirituais que o inimigo quer abrir ou fechar sobre nós; 2) Quem possui a porta tem autoridade. (Quem possuir a cidade significa que já possui as portas)   Veja, a vontade de Deus é que conheçamos esta verdade sobre as portas, mas além disso, que tomemos autoridade sobre elas.   No passado, a proteção de uma cidade era estabelecida pelos muros ao seu redor e no muro havia portas. A cidade de Jerusalém tinha doze portas e cada uma delas com significado diferente. Isso apontava para verdades espirituais.   Quando um inimigo queria invadir uma cidade, logicamente procurava possuir as portas porque dominando as portas dominaria uma cidade, se tivesse acesso as portas, teria acesso a cidade. Deus deu a nós, através da promessa feita a Abraão, o domínio das portas dos nossos inimigos. Aleluias!   Quando Jesus falou com os seus discípulos sobre a igreja que Ele edificaria, declarou “edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” Mt. 16.18. Somos a igreja e temos domínio sobre as portas do inferno!   O inimigo por muito tempo controlou portas abrindo e liberando coisas sobre nós ou fechando e impedindo nosso acesso. No entanto, quando Jesus morreu e ressuscitou vencendo a morte e o inimigo, Ele foi ao inferno e tomou as chaves do diabo. Hoje o poder de controlar as portas está com o nosso Senhor e Ele nos deu esse poder! Apocalipse 1.18.   Este poder de abrir e fechar portas foi dado a igreja e a igreja somos nós “Em verdade vos digo: tudo quanto ligardes na terra, será ligado no céu, e tudo quanto desligardes na terra será desligado no céu” Mt. 18.18.   Neste ano de plenitude e restituição, o Espírito Santo nos mostrará de forma clara, quais portas devemos abrir e quais devemos fechar. Busque este discernimento e tome autoridade pela fé das portas de sua vida; Portas na vida espiritual, familiar, ministério, profissional, financeiro… São doze, lembra?   Veja o que Jesus disse: “ E desde os dias de João, o Batista, até agora, o reino dos céus é tomado por esforço, e os que se esforçam se apoderam dele”. Mt. 11.12.   Temos autoridade em Cristo Jesus para possuir as portas dos inimigos, Alem de satanás e seus demônios, inimigos são tudo aquilo que esteja contrário ao propósito de Deus na nossa vida. Qual é a vontade de Deus para sua vida? Já pensou sobre isso? Se não tivermos cuidado e não vigiarmos, os inimigos poderão tomar domínio sobre portas na nossa vida, não vamos deixar, não é mesmo? O Senhor nos salvou e nos tornou livres, dando-nos autoridade contra estes inimigos!   Fazemos parte dos heróis da fé que conquistaram no meio da crise, que cresceram em terra estranha, que venceram gigantes, que tiraram força da fraqueza e fizeram exércitos fugirem, através da fé subjugaram reinos, obtiveram promessas e possuíram a terra. Heb11:29-39 Estar na igreja e na célula significa estar protegido e revestido de autoridade do Senhor!   Compartilhar: você já parou pra pensar quais as portas do inimigo você possui e tem domínio? Quais são as portas na sua vida que o inimigo ainda possui? Está na hora de tomada de decisão e agir em linha com a Palavra de Deus e assim ser livre definitivamente para viver para o Senhor, para a família e para os discípulos!   Este é o ano da plenitude!!! Este é um novo tempo de Deus na nossa vida!   Deus te abençoe poderosamente!   Um beijo no coração   Pastores Eliezer e Zenita C. Moreira    

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Grande Multiplicação

   Textos: "Que o Deus Todo-Poderoso te abençoe, te faça frutificar e te multiplique, para que venhas a ser uma multidão de povos". (Gn 28:3). "O Senhor Deus de vossos pais vos faça mil vezes mais numerosos do que sois; e vos abençoe, como vos prometeu." (Dt 1:11)   Verdade Central: É hora de fazermos guerra espiritual a fim de obter êxito na grande multiplicação para dobrar e triplicar o número de células. Muitas causas estão presas nas mãos do adversário e por isso precisamos neutralizar as forças do falso valente para tomar-lhe os bens. A Bíblia nos ensina que devemos gerar as vidas no reino do espírito, ou seja, orar por nossos discípulos até que Cristo seja formado em suas vidas.   Introdução: Os líderes de célula precisam estar sempre atentos quanto à presença das pessoas nas células. Dessa forma, a multiplicação alcançará um profundo êxito e atingiremos a nossa meta. Porém, sem esquecer que para multiplicarmos é necessário desenvolvermos um melhor acompanhamento com os discípulos.   Princípios espirituais para uma multiplicação de êxito   1. Dar bom testemunho "Sê um exemplo para os fiéis: na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza." (I Tm 4: 12)   Cada líder deverá se fazer presente nas Células a fim de que seja modelo para seus discípulos, na freqüência, e também para instalar, pela legalidade, o êxito da grande multiplicação. Até mesmo o pastores principais deverão compor (estar, participar) nas células, pois serão os mais observados. Muitas situações na igreja não funcionam por causa do líder. Então, seja você um líder de bom testemunho.   2. Fazer guerra espiritual "…e tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho." (Jo 14:13)   Quando oramos e fazemos guerra espiritual, alcançamos muitas conquistas, vencemos reinos e falsos profetas, geramos uma profunda intimidade com Deus, logramos êxito mediante a palavra, tudo por meio da intercessão. Para conquistar em meio às guerras, é fundamental manter a intimidade com Deus por meio da intercessão. Se quisermos conquistar, no mundo espiritual, todos os nossos projetos, se quisermos ver os nossos discípulos, células, redes e os 12, temos de fazer guerra espiritual!   Através da oração, precisamos tirar nossos discípulos das dificuldades, quer sejam de ordem familiar, financeira, psicológica, emocional ou espiritual. Somos responsáveis pelo padrão espiritual do nosso povo. As conquistas só virão se tivermos um alto padrão de intercessão. Leia sobre o assunto, estude e esteja preparado. Depois que começamos a fazer guerra espiritual, limpamos os céus da cidade e alcançamos muitas conquistas. Vejamos como fazê-la:   2.1 Orando no entendimento e em línguas "Segui o amor; e procurai com zelo os dons espirituais, mas principalmente o de profetizar. Porque o que fala em língua não fala aos homens, mas a Deus; pois ninguém o entende; porque em espírito fala mistérios." (I Co 14:1-2)   Muitas referências na Palavra reforçam a necessidade de, na guerra espiritual, conhecermos as armas de que dispomos (Mt 6: 9 -13; Mc 16: 17; Jo 17:17-21; At 2:6, 38,39; At 19:6; Ef 6:18; Jd 20.) Dificilmente, ganharemos uma batalha se não estivermos equipados. Se seu discípulo não tem ainda o dom de falar em línguas, ministre o batismo no Espírito Santo, pois a fé vem pelo ouvir e ouvir a Palavra de Cristo.   2.2 Buscar o êxito pela oração "Eu amo aos que me amam, e os que de madrugada me buscam me acharão." (Pv 8:17)   Todos que oram conhecem o caminho do Trono, pois a oração abre o contato direto com os céus. Nosso êxito depende da oração, pois não existe conquista sem batalha. A oração é a maior arma que um servo de Deus tem para que o êxito se manifeste. Jesus ressuscitou mortos, fez milagres, prodígios e maravilhas depois de regar tudo em oração.   Uma nuvem de glória se estende na vida do homem ou da mulher que investe tempo com Deus. Os homens de Deus, que tiveram êxito nos seus ministérios, tanto os profetas quanto os reis e sacerdotes, gestaram o êxito numa comunhão profunda com o Pai.   2.3 Trazer à existência o que não é para que seja "… Deus, que vivifica os mortos, e chama as coisas que não são, como se já fossem." (Rm 4:17; Hb 11:3)   Devemos proclamar no reino do espírito as nossa causas, e Deus mesmo manifestará a resposta. Deus é o Deus do impossível e, pela oração, tudo é possível ao que crê (Mt 19:26; Mc 9:23). Vamos buscar esse nível de fé e relacionamento, para que a nossa vida ganhe direção sábia e não falte o óleo novo sobre a nossa cabeça. Quando guerreamos, sentimos uma liberação automática no mundo espiritual. Devemos confessar a Palavra em todo o tempo, pela oração, pois fiel é Deus que fez a promessa (Hb 10:23).   Queridos, a oração é a chave do avivamento; a oração é uma arma que derruba principados e potestades. Se a nossa vida estiver alinhada com a Palavra de Deus, o nosso decreto será uma ordem, e não encontraremos nenhum obstáculo que não seja vencido. Jesus, os discípulos, os profetas, os reis são o nosso referencial de oração.   A nossa Grande Multiplicação será um êxito se quebrarmos todas as fortalezas. Vamos nos unir em fé, crendo que Deus fará o sobrenatural e que, nestes dias, a nuvem do avivamento estará derramando sobre nós chuvas torrenciais. Que cada líder na visão, discípulo de uma célula, envolva-se nessa jornada, pois conquistaremos o nosso território para o Senhor Jesus.    

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Perdoai-vos Uns aos Outros no Senhor

  Texto – Mateus 18:23-35  Nesta parábola Jesus nos ensina lições importantíssimas sobre o perdão. Muitas pessoas vivem debaixo de um jugo pesado na alma, nos seus relacionamentos e na vida espiritual, pelo simples fato de reterem o perdão, guardando assim magoas e amarguras no coração.   Por que devemos e precisamos perdoar?   Primeiro: Porque a nossa dívida para com Deus era infinitamente maior do que a dívida de alguém para conosco – “E, passando a fazê-lo, trouxeram-lhe um que lhe devia dez mil talentos… Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos que lhe devia cem denários; e, agarrando-o, o sufocava, dizendo: Paga-me o que me deves” (Mat 18:24 e 28) O homem que devia ao rei representa cada um de nós. A dívida dele era altíssima, totalmente impagável. Um talento valia seis mil denários, sendo um denário referente a um dia de trabalho. Baseado no salário mínimo da época, aquele homem levaria em torno de 164 anos para pagar toda a sua dívida, isso se ele usasse todo o seu salário só para pagar. Essa era, figuradamente, a nossa dívida para com Deus. Mas Ele nos perdoou por causa do Seu grande amor para conosco.  A única coisa, porém, que Deus requer de nós é que tenhamos para com os outros o mesmo espírito perdoador que Ele teve para conosco. Aquele homem da parábola, infelizmente, não fez assim. Saindo do lugar onde havia sido perdoado encontrou alguém que lhe devia uma soma irrisória comparada ao montante da sua dívida para com o rei. Cem denários era o valor, referente a cem dias de trabalho (três meses e dez dias). Apesar de tão pequeno o valor, ele exigiu que fosse paga toda a dívida não demonstrando compaixão. Isso representa a dívida de alguém para conosco, que sempre será, aos olhos de Deus, infinitamente menor do que a nossa própria diante dEle. Não importa o que tenham feito contra nós, sempre será menor e sempre estaremos devendo perdão e amor às pessoas, pois é impossível pagar aquilo que Deus fez e faz por nós.   Segundo: Porque o perdão é fruto da compaixão divina; e a não liberação dele, é fruto de um coração endurecido –  “E o senhor daquele servo, compadecendo-se, mandou-o embora e perdoou-lhe a dívida… Ele, entretanto, não quis; antes, indo-se, o lançou na prisão, até que saldasse a dívida.” (Mateus 18:27 e 30). O rei foi movido por íntima compaixão e por isso perdoou a dívida. O perdoado, porém, simplesmente não quis perdoar igualmente a seu próximo. Um teve compaixão, o outro endureceu seu coração e não quis fazer o mesmo. A compaixão é um dos sentimentos mais fortes descritos na Bíblia. Todas as vezes em que Jesus se moveu de íntima compaixão, algum milagre aconteceram. Exemplos: Mateus 9:36; Mateus 14:14; Marcos 5:19; Marcos 6:34; Marcos 8:2; Lucas 10:33; João 11:33.   Em contrapartida, “não querer” fazer algo de bom em favor de outra pessoa revela um coração que ainda não conheceu a “compaixão” de Deus. Quando somos perdoados por Deus, mas não queremos perdoar aos outros, estamos demonstrando a mesma ausência de compaixão divina em nossos relacionamentos. As conseqüências disso veremos logo a seguir. Terceiro: Porque não podemos fazer do nosso coração uma prisão – “E o senhor daquele servo, compadecendo-se, mandou-o embora e perdoou-lhe a dívida… Ele, entretanto, não quis; antes, indo-se, o lançou na prisão, até que saldasse a dívida.” (Mt 18:27, 30). O rei soltou e mandou embora seu devedor, perdoando-lhe a dívida. Este saiu e mandou prender a quem lhe devia. Um solta e o outro prende.   Quando perdoamos liberamos as pessoas que estavam aprisionadas em nossos sentimentos; quando não perdoamos, continuamos sofrendo a cada dia as lembranças amargas da ferida sofrida. A ausência do perdão transforma o nosso coração num verdadeiro cárcere, acumulando pessoas, fatos e sentimentos amargos.   Continuamos levando os nossos ofensores no coração cada vez que acordamos pela manhã, durante o dia e ao nos deitarmos. Eles estão presos em nossas lembranças, atormentando-nos e tornando a nossa vida infeliz. Mas quando perdoamos, abrimos a cela do nosso interior e os deixamos ir. Enquanto os libertamos, promovemos a nossa própria libertação.   Quarto: Porque o perdão só depende de nós e é incondicional – “E o senhor daquele servo, compadecendo-se, mandou-o embora e perdoou-lhe a dívida… Ele, entretanto, não quis; antes, indo-se, o lançou na prisão, até que saldasse a dívida.” (Mateus 18:27, 30 O rei que perdoou a dívida era livre para não depender da atitude do outro. Ele perdoou porque quis perdoar e não porque o outro tivesse feito algo por merecer. Seu perdão foi incondicional e só dependia dele mesmo. No outro caso, o segundo devedor foi lançado na prisão “até que saldasse a dívida”. Nesse caso, a liberação dessa vida dependia de seus feitos: o pagamento da dívida. Sua liberação não era incondicional, mas tinha de sujeitar-se à condição de quitar sua pendência.   Vemos então que no primeiro caso tudo dependia do credor, no segundo, dependia do devedor. Isso nos ensina que não precisamos depender do arrependimento do outro ou do seu pedido de perdão, para liberarmos perdão. Podemos fazer isso a qualquer tempo e para qualquer um. Só depende de nós. O contrário disso, torna-nos eternos reféns de outra pessoa. Se perdoarmos, ficarmos livres e liberamos a outra pessoa de uma prisão espiritual. Quinto: Porque o perdão nos livra dos atormentadores – “E, indignando-se, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que lhe pagasse toda a dívida.” (Mateus 18:34).   Quando os servos do rei contaram-lhe da atitude não perdoadora daquele a quem o rei havia liberado, todos entristeceram-se muito, e logo foi ordenado que aquele homem fosse entregue aos verdugos (atormentadores) até que pagasse toda a dívida. Vemos então, que a entrega aos verdugos não se deu pela dívida em si, porque esta já estava perdoada, mas pela atitude não perdoadora que teve. Aquele que não perdoa vive em grandes conflitos internos. Os atormentadores da alma se

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Caminho de poder

  Texto: Filipenses 3:9-11, II Cor. 1: 8 ao 10 Todos nós desejamos poder em nossa vida e ministério. Na verdade o único poder que precisamos é o poder do Espírito Santo, mas existem fontes que potencializam esse poder, que nos prepara para manifestar esse poder e fazem a diferença entre vitória e fracasso, conquista e derrota.   1. Pressão – II Cor. 12:9 fala dos dons espirituais operando na vida do cristão. Muitos pedem poder, mas Deus responde enviando pressão, pois a pressão nos dá maturidade, nos faz flexíveis, dóceis, tratáveis e ensináveis. Precisamos estar preparados para vencer as tentações e exercer esse poder para salvação de vidas.  Existe uma íntima relação entre pressão e poder. O poder é resultado de pressão. Como a panela, ela pode cozinhar de duas maneiras, com a tampa aberta ou com a tampa fechada. Quando aberta ela permite que o vapor produzido pelo fogo escape. Quando fechada ela retém o vapor gerando cada vez uma pressão maior, assim cozinha mais rápido. Há crentes de panela aberta e de panela fechada.  Toda pressão é explosiva. Quase tudo o que se move usa o poder da pressão. O combustível explodindo dentro do motor é que faz com que o carro ande. A pressão canalizada, direcionada é extremamente poderosa. Precisamos experimentar isso em nossa vida espiritual.   Existem várias fontes de pressão que geram poder:   a)      Pressão da necessidade, seja do dinheiro, saúde…Algumas orações ficam sem respostas porque não são acompanhadas de poder. A rainha Mary da Inglaterra disse certa vez: não tenho medo do exercito da escócia, eu tenho medo das orações de John Knox. Ele orava assim: “Deus, dá-me a Escócia senão morro!”.   A melhor oração vem de uma poderosa necessidade interior. Todos temos experimentado que isto é verdade. Quando as nossas vidas são serenas e plácidas, as nossas orações tendem a ser insípidas e indiferentes. Quando topamos uma crise, um momento de perigo, uma enfermidade grave, uma dura privação, as nossas orações são fervorosas e vitais. Alguém disse que "a flecha que há de entrar no céu tem de ser lançada de um arco bem curvo". Um senso de urgência, de debilidade, de necessidade consciente constitui a semente da qual nascem as melhores orações.   b)      Pressão do sonho: Ana tinha o sonho de gerar filhos… Ana debaixo de uma pressão tremenda, estava aflita e amarga orando ao Senhor, a intensidade era tão grande que Ana fez votos e a sua demora na oração chamou a atenção do sacerdote Eli. Sabemos que Ana teve respostas de Deus e sua vida mudou.   c)      Pressão do pecado: Essa pressãoacontece só quando se decide não pecar… A pressão do pecado leva ao poder do livramento. Quando você decida levar uma vida de santidade o teste começa imediatamente, a pressão é forte para nos levar ao pecado, mas aquele que vence e revestido de autoridade.   d)      Pressão da indignação, Atos 17:16, mostra a indignação do Apostolo Paulo diante do que via na cidade de Atenas. Ali havia muita idolatria e isso revolveu o íntimo do Apóstolo e ele ficou revoltado. Isso o  moveu a pregar com mais intensidade dissuadindo com as pessoas do lugar.    Há uma relação proporcional entre o poder e a pressão. Se desejamos o poder precisamos saber lidar com a pressão. Não há poder sem uma pressão equivalente. Toda conquista nos leva há uma pressão mais intensa. Quando nosso nível cresce a guerra se torna mais aguerrida.·          Impulso – Neemias 4:6 Este texto mostra a importância da motivação na obra de Deus. Nós produzimos muito mais quando somos movidos por um propósito, somos impulsionados a realizar algo quando estamos motivados.  a)      Qualquer objeto com a devida velocidade e impulso pode produzir um grande impacto.   b)      Na vida espiritual o poder do impulso aponta para a motivação. Nada pode segurar um crente ou uma igreja motivada. Motivação é poder.  Concentração – Hb. 12:2, Fil. 3: 13. Quando focamos alguma coisa, ficamos cegos para as outras. Não adianta querer tudo ao mesmo tempo, isso pode nos paralisar, é preciso ter foco e rota definida, devemos focar o que Deus nos chamou para fazer. Isso traz rapidez, não só no reino de Deus, mas em todas as áreas da nossa vida. O domador paralisa o leão usando o banquinho, o leão olha e vê quatro pontas, são as pernas do banquinho, ele tenta olhar as quatro pontas ao mesmo tempo e fica paralisado, se tivesse só uma, ele estaria focado e atacaria o domador.   A água concentrada no ponto é poderosa para cortar granito e mármore.  A luz quando concentrada se transforma em laser.  A luz solar concentrada por uma lente aumenta em muito a sua temperatura e queima o que estiver na frente.  Na vida espiritual a concentração é o foco. Quando focalizamos nossa atenção e direcionamos nossa fé num ponto então vemos poder se manifestando. Há pessoas que querem tudo e acabam não conseguindo nada…  Para onde for a sua atenção, para ali o poder fluirá. Não alcançamos muito se olhamos para muitos pontos ao mesmo tempo.   4.     Constância – At. 2:46, Jo. 15:4-5 Uma gota d’água pingando constantemente sobre uma viga de ferro a destruirá depois de algum tempo. Não há nada que não seja destruído pela constância. Água mole em pedra dura tanto bate até que fura. Esse ditado tem procedência, é uma verdade, assim é conosco, é preciso perseverança, persistência, continuidade…  Não basta focalizar é preciso haver constância numa mesma direção. Há pastores e líderes que mudam a direção da igreja a cada novidade que aparece não colhendo assim os frutos da perseverança…  5.     Associação – Lv. 26:8 ·        Polias são pequenas roldanas usadas para direcionar cordas ou correntes que conseguem levantar grandes pesos. Uma polia tem o poder de diminuir a resistência e o peso de sua carga. Um conjunto de polias pode erguer toneladas facilmente.   Na vida espiritual cada um de nós é uma polia. Se estivermos apropriadamente conectados e puxando o

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Amai-Vos Uns Aos Outros Com Eu Vos Amei

  Texto bíblico: João 15: 9-17   Hoje continuando falando estes mandamentos estabelecidos pelo Senhor Jesus onde se destaca a mutualidade, a reciprocidade.  Hoje falaremos sobre o amor. Veremos a fonte do amor, sua forma de expressão e seus frutos. Estas características revelam o caráter e atitude de um verdadeiro cristão. Temos em Atos dos Apóstolos um personagem que reflete este amor em suas atitudes, Barnabé, homem de fé, bondoso e generoso, este buscou Paulo quando todos por medo o rejeitava e o introduziu no meio dos Apóstolos e dele cuidou – (Atos 9:26,27).  Vamos destacar alguns pontos importantes deste texto base do Evangelho de João que lemos:  1. Deus o nosso Pai é Fonte de Amor – “Como o Pai me amou, também eu vos amei; permanecei no meu amor.” (João 15:9. Tudo começa em Deus. Não conseguiremos entender o por que precisamos amar ao próximo se não tivermos uma visão clara de que Deus é amor e Fonte de todo o amor. Tudo começa nEle. O Pai amou a Cristo, que por sua vez, nos amou da mesma forma, por isso Ele veio para nos salvar e nos incumbiu de fazer o mesmo em relação às outras pessoas. A única forma de estarmos ligados à Fonte divina é expressando o mesmo amor que dEle recebemos primeiro.  2. Cristo Permaneceu no Amor do Pai- “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço.” (João 15:10)… Cristo recebeu o amor do Pai Celeste e decidiu permanecer nele guardando Seus mandamentos. É como se dá numa casa onde há regras e disciplina. Um filho, para continuar desfrutando dos benefícios de viver em família, onde há amor, cuidado e proteção, precisa se ajustar às regras estabelecidas pelos pais, ou guardar os mandamentos da casa. Cristo guardou os mandamentos do Pai e, por isso, teve o privilégio de permanecer no Seu amor. 3. Nós Devemos Permanecer no Amor de Cristo– “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço.” (João.15:10).  Cristo permaneceu no amor do Pai, assim nós permaneceremos no amor de Cristo guardando seus mandamentos. Lembrando-nos do exemplo do filho e dos mandamentos da casa, desfrutaremos dos benefícios do Reino de Deus se andarmos em linha com a constituição desse Reino. Cristo será o nosso Salvador, Senhor, Pastor, Provedor, Mestre, a nossa Paz, e muito mais, além do que podemos imaginar, se O respeitarmos e honrarmos, guardando os Seus mandamentos. 4. O Mandamento: Amar-nos Uns aos Outros – “O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.” (João 15:12)   Quando falamos sobre mandamentos logo pensamos em não matar, não adulterar, não roubar, não mentir, etc. No entanto, Jesus está falando de algo muito mais profundo do que simplesmente não fazer isso ou aquilo. Ele fala do que está na base do coração do ser humano: o ódio ou o amor, a paz ou a guerra.   Por que as pessoas matam, roubam, adulteram, desonram seus pais, buscam outros deuses para adorar, ou cobiçam o que é dos outros? Porque existe um vazio interior, uma busca por algo que os preencha. Porque o pecado que gera a semente do ódio ainda está em seus corações.   Mas, quando uma nova semente é plantada no interior, a semente do Amor de Deus, então, a pessoa se converte e seus atos serão diferentes porque o coração será diferente. O mandamento requerido, portanto, é “amai-vos uns aos outros”, porque quem ama não rouba, nem adultera, nem fala mal do próximo, se a pessoa for tentada, ela lutará para não cair e se cair, por causa deste amor ela se arrependerá e abandonará o pecado; é assim que cumpriremos a lei de Deus.  5. As Conseqüências ou resultados de viver e praticar o amor de Cristo:  1)  Alegria Completa – “ Tenho-vos dito estas coisas para que a minha alegria esteja em vós, e a vossa alegria seja completa.” (João 15:11) É impossível alguém desfrutar a verdadeira alegria tendo o coração endurecido em relação a alguém. A verdadeira alegria é fruto de um coração perdoador e amável… 2) De Servo a Amigo – “ Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer.” (João 15:15)..   Quem ama ao próximo permanece no amor de Cristo e torna-se íntimo dEle. A relação será de amigo para amigo e não mais de senhor para servo, onde não há confidências. Quem permanece na amargura de alma não conhecerá nem desfrutará das riquezas do coração do Pai. 3)Frutificação – “Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça… (Jo 15:16a). Se Deus é amor e Sua semente está em nós, qual o fruto que Ele espera colher de nós? Certamente uma vida em amor. As vidas, as famílias, os casamentos, a igreja, a célula serão transformados por esse amor; As empresas, o governo, as cidades, a sociedade, serão impactados por esse amor.   Vamos pregar e viver o evangelho de Cristo e trabalhar para Deus motivados por esse amor. Todos os nossos empreendimentos devem ser feitos em amor porque esse é o maior fruto que Deus espera colher. As vidas serão apascentadas, cuidadas, consolidadas, discipuladas como resultado deste amor. Esse é e será o fruto fiel, o fruto que permanece! 4) Vitória na Oração –  “…a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda.” (João 15:16b)..Quando frutificamos sinalizamos no reino espiritual e físico que estamos exercendo amor, e o resultado da frutificação é termos nossas orações respondidas.   Se os nossos atos e motivos são fundamentados no amor, nossas petições, intercessões

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