Estudo para os 12

Gerando caráter com qualidade

Atos 12.1-3,19-23 Vamos hoje avaliar o caráter de dois líderes da bíblia e aprender com eles: O rei Herodes e Daniel. Herodes teve falta de um caráter reto e, por isso, perdeu tudo. O ego dirigia a vida do rei Herodes dos dias da igreja primitiva, do mesmo jeito que havia guiado seu pai e seu avô. Todos eles tinham uma irremediável falta de caráter. Herodes era o sobrenome da família de reis que sustentava o poder com a permissão do Império Romano. Herodes, o Grande, governou nos dias do nascimento de Jesus. Foi ele que mandou matar todos os meninos de até dois anos em Belém. Herodes Antipas foi quem ordenou a decapitação de João Batista. O Herodes de Atos 12 é Herodes Agripa I, o neto de Herodes, o Grande. A falta de caráter reto e de humildade de Herodes nos dá muitos exemplos a respeito do que não se deve fazer como líder. Vejamos: Ele maltratava seus próprios cidadãos (v. 1) Ele ordenou injustamente a prisão de cristãos judeus, a fim de castigá-los. Ele executou pessoas inocentes (v. 2). Ele mandou matar Tiago à espada, embora Tiago não tivesse cometido crime algum. Ele tomou decisões, preocupado com sua popularidade (v. 3). Quando ele percebeu que os judeus ficaram satisfeitos com a morte de Tiago, mandou colocar Pedro na prisão também. Ele agia de modo irracional em tempos de dificuldade (v. 19). Ele mandou matar todos os 16 guardas que cuidavam da prisão no dia em que Pedro fugiu de lá. Ele alimentou ódio por outros (v. 20). Ele permaneceu irado contra grupos étnicos de fora e procurou meios de subjugá-los. 6. Ele procurou poder para compensar sua insegurança (v. 20). Ele gostava de controlar os outros e, especialmente, apreciava bastante poder ter pessoas dependendo de sua misericórdia. 7. Ele projetava a imagem de ser infalível (vs. 21-22). Ele amava vestir sua roupa real e ser reverenciado. Ele se deixava cegar pelo seu ego (v. 23). Ele vivia em um mundo irreal e não conseguia ver que seu ego estava sabotando sua liderança. Como poderemos evitar as armadilhas de uma liderança como a de Herodes? A fim de aperfeiçoarmos nosso caráter e construirmos uma base sólida para a nossa liderança, devemos: 1. Procurar nossas falhas. Precisamos prestar atenção às principais áreas de nossa vida (Exemplo). Identifique quais são os pontos fracos ou em quais delas você costuma tomar atalhos. 2 Buscar Mentoria. Os planos fracassam por falta de conselhos – (Pv 15:22). O mundo mudou. Não basta bonificar. Agora, o sonho do funcionário deve estar atrelado ao propósito da empresa. Assim ambos estarão realizados. Isso não será possível sem mentoria, sem discipulado, sem conselhos, direção, sem mostrar caminhos, corrigir rotas ou admoestar alguém. É assim na igreja. O mentor pode nos ajudar a diagnosticar falhas de caráter. 3. Procurar parceiros. Parceiros e companheiros mais experientes ou que estão tendo êxito, podem nos ajudar a diagnosticar as falhas na prática da nossa liderança ou no lidar com pessoas, podem no dar ideias e de como conseguiu venceu um obstáculo. 4. Encarar a realidade. O reparo das falhas de caráter inicia quando encaramos nossas fraquezas e reconhecemos as áreas em que nos enganamos ou erramos. 5. Permanecer pronto para aprender e rever as coisas. Enfrente o passado e crie um plano para se fortalecer internamente. Vejamos um exemplo positivo de caráter. (Daniel 1:8; 2.48, 5:12; 6:3). Daniel teve o necessário: A vida particular de um líder traz impactos à sua vida pública? Não há dúvidas sobre isso. Daniel ilustra por que caráter desempenha um papel tão vital. Daniel poderia simplesmente ter abandonado sua identidade e tentado sobreviver à experiência de ser um cativo numa terra estranha. Em vez disso, ele jamais abriu mão de uma vida disciplinada e idônea e de seu com­promisso pessoal. Reflita sobre o caráter que ele demonstrou nos momentos em que foi testado sob o governo dos reis da Babilônia: Sua dieta: Daniel não comeu alimentos ritualmente impuros, mas alimentou-se apenas de vegetais. Sua motivação: Ele não tomou para si os créditos por interpretar sonhos; em vez disso, glorificou a Deus. Sua honestidade: Daniel falou a verdade às autoridades, apesar do risco de ganhar desafetos e adquirir im­popularidade. Sua disciplina: Ele continuou orando diariamente, ainda que isso pudesse lhe custar a vida. Sua integridade: Não teve nenhum interesse em subornos ou compensações. Suas convicções: Permaneceu comprometido com seus amigos e suas crenças, mesmo tendo alcançado al­tos postos. A maneira como um líder administra as circunstâncias da vida fala muito sobre o seu caráter. A crise não de­termina, necessariamente, o caráter do líder, mas, certamente, ela o revela. A adversidade faz a pessoa escolher entre dois caminhos: o caráter ou a concessão. Cada vez que um líder escolhe o caminho do caráter, ele fica mais forte. O caráter é o fundamento no qual o líder constrói sua vida. Tudo começa com o caráter, porque a liderança opera na base da verdade. As pessoas só seguirão um líder quando confiarem nele. O caráter transmite credibili­dade, faz ganhar o respeito, cria a persistência e conquista a confiança. O que todo líder precisa saber sobre o caráter: Ter caráter é mais do que falar. Qualquer pessoa pode dizer que tem caráter, mas a ação é o verdadeiro indicador do caráter. Seu caráter determina quem você é e o que você faz. É por isso que você não pode se­parar o caráter de um líder de suas ações. Se as ações e intenções de um líder continuamente lutam entre si, olhe para seu caráter para descobrir o porquê. O talento é um dom natural, mas o caráter é uma escolha. Não temos controle nenhum sobre várias coisas da vida. Não escolhemos nossos pais, as circunstâncias de nosso nascimento ou como será a nossa formação. Mas podemos escolher nosso caráter. E nós o desenvolvemos a cada escolha que fazemos. O caráter produz sucesso permanente junto às pessoas. A verdadeira liderança sempre envolve outras pessoas. Os liderados não confiam em líderes de

Gerando caráter com qualidade Read More »

Nos momentos difíceis, precisamos ser fortes e corajosos

2 Coríntios 4:5-18 Jesus nunca disse a seus discípulos que a vida neste mundo seria fácil, ao contrário, os advertiu que, enquanto estivessem no mundo teriam aflições. Conforme a palavra do Senhor, estamos vivendo dias angustiosos, marcados por medo, incertezas, injustiças, mortes de pessoas queridas, e por uma ação velada das trevas, que tenta calar e paralisar a igreja de Cristo. Não há, porém, como isto acontecer, principalmente se nós cristãos entendermos o que diz o Ap. Paulo no vs. 5: Porque não pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor. Não vivemos ou pregamos por nossa própria vontade ou força, mas sim pela vontade e pela força dAquele que é o Senhor absoluto do Céu e da Terra. Somos homens e mulheres espirituais, mas por termos uma alma, quando vem as guerras, podemos nos enfraquecer, deprimir e até pensar em desistir. O texto acima, no vs. 7, diz: que a luz e a glória de Deus, foram colocadas em vasos de barro, para que a excelência do poder, seja de Deus, e não de nós. Nossas falhas e fraquezas humanas, servem para que não nos ensoberbeçamos, e a glória de tudo o que de bom ocorrer conosco, ou por meio de nós, continue glorificando exclusivamente a Deus. O que devemos lembrar nos momentos difíceis, é que apesar de sermos vasos de barro, enquanto crermos em Cristo, a glória dEle sempre estará em nós, ela não nos pertence, mas está em nós e é poderosa para nos fazer ressurgir, resistir, lutar e vencer todas as crises. Precisamos manter bem firme a convicção de que, não somos pessoas comuns, temos em todas e quaisquer circunstâncias, a vida e o poder de Deus operando em nós, e isto é o que nos permitirá vencermos o dia mau. Em Josué capítulo 1 e versículos 5 e 6, o Senhor fala a Josué, quando este achava-se diante de um grande desafio. Deus disse: Ninguém te poderá resistir todos os dias da tua vida, como fui com Moisés, assim serei contigo, não te deixarei, nem te desampararei. Sê forte e corajoso, porque tu farás este povo herdar a terra que, sob juramento, prometi dar a seus pais. Por estar agora sem seu líder (Moisés acabara de morrer) e diante dos grandes desafios da Terra Prometida, Josué sentiu-se inseguro, e então o Senhor se apresenta para fortalecê-lo na fé. Para que tenhamos êxito frente aos desafios que nos são proporcionados pela vida, tudo é uma questão de como nos posicionamos na fé. Nos momentos de crise, alguns cristãos se esquecem das promessas, abandonam suas posições e retrocedem na prática da fé, (estes são derrotados), mas há também aqueles, que nestes momentos se sentem desafiados, e fazem da sua fé um poderoso escudo contra todas as adversidades (estes são os que darão o testemunho de vitória). A Bíblia deixa bem claro, que a nossa fé em Cristo tem o poder de nos fazer invencíveis, nos momentos de tributações. Veja o que diz o Ap. Paulo nos versículos 8 e 9: Em tudo somos atribulados, porém não angustiados, (paz) perplexos, porém não desanimados, (fé) perseguidos, porém não desamparados, (proteção) abatidos, porém não destruídos, (livramento). Isto também quer dizer que, nada, nem ninguém, pode parar o mover do Espírito de Deus através da sua igreja. Os versículos 10 e 11 nos falam sobre levarmos o morrer de Jesus em nosso corpo, como um elemento precursor da manifestação da vida de Deus em nós. Este milagre ocorre, quando tomamos a sábia decisão, de renunciar a nossa vontade humana, para que a boa, perfeita e agradável vontade de Deus se cumpra em nós, e também naqueles que estão ao nosso redor. Outro fator que nos traz invencibilidade, é estarmos vinculados ao propósito de Deus para nós, como nos revela o versículo 12: De modo que, em nós, opera a morte, mas em vós, a vida. É o sacrifício do nosso projeto humano, que quando feito por amor, dá lugar ao propósito divino, através do qual muitas vidas são salvas. Alguém imergido no propósito de salvar vidas, está também plenamente guardado e respaldado por Deus, até que o propósito se cumpra. Desde o início da Visão, fomos marcados por uma frase: Um homem é imortal, enquanto Deus tiver propósito para ele na Terra No versículo 13 o Apóstolo Paulo diz: Tendo, porém, o mesmo espírito da fé, como está escrito: Eu cri, por isso, é que falei. Também nós cremos, por isso, também falamos. Justamente porque os dias são difíceis e apocalípticos, fortaleçamos nEle a nossa fé, e oremos para que o Senhor nos dê oportunidades e unção para falarmos do Amor de Cristo, o único protocolo eficaz contra todas as dores que o mundo está sofrendo. Que nestes tempos adversos, o Poder do Altíssimo se multiplique em vocês, lhes sujeitando assim, todos os poderes e circunstâncias ENDJ. Amamos vocês. Aps. Fábio e Claudia A. Abbud; Aps Eliezer e Zenita Moreira

Nos momentos difíceis, precisamos ser fortes e corajosos Read More »

A Promessa e o Propósito das Gerações

Êxodo 3:6 Disse mais: Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó. Moisés escondeu o rosto, porque temeu olhar para Deus (Ex. 3:6). Nosso Deus é o Deus de três gerações. Abraão representa a Ia geração, os 12, Isaac a 2a geração, os 144, e Jacó a 3a geração, os 1728. Deus tem uma aliança com as gerações, e a benção do Senhor repousa sobre os que pela fé, mantém este vínculo de amor, como filhos e discípulos. Em Gn. 17:7 Deus disse; Estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência no decurso das suas gerações, aliança perpétua, para ser o teu Deus e da tua descendência. Deus nos deu uma unção para levantarmos as gerações. Em Isaías 58:12 diz: Os teus filhos edificarão as antigas ruínas, levantarás os fundamentos de muitas gerações e serás chamado reparador de brechas e restaurador de veredas para que o país se torne habitável. As gerações representam uma multidão de pessoas salvas, de famílias restauradas, de discípulos chamados por Jesus, e de líderes apostólicos, que têm sobre si esta unção para restaurar as nações da Terra. As gerações deixam de ser uma promessa e se tornam uma realidade, quando abraçamos o propósito da sua formação, e trabalhamos por ele. As gerações transmitem de pais para filhos, de líderes para discípulos, três valores: 1- O propósito: de sermos filhos, servos, discípulos e líderes de avivamento. 2- A unção: como de Moisés para Josué, de Elias para Eliseu, de Jesus para os 12. 3- A herança: o homem de bem deixa herança aos filhos de seus filhos. – Pv. 8:22 No contexto da Visão M12, para que as gerações sejam consolidadas no propósito, capacitadas pela unção e abençoadas com a herança, precisamos trilhar os passos da Visão, começando pelo primeiro, que é o ganhar. Para que as gerações sejam levantadas, precisamos ganhar pessoas para Cristo. Nos dias atuais isto pode parecer difícil, mas ainda que o mundo esteja bem fechado em si mesmo e indiferente, no meio deste mundo incrédulo, Deus tem seus escolhidos. Outro aspecto é que quanto mais o homem distancia-se de Deus, mais vazio e necessitado ele fica, da paz que só Deus pode dar. Assim como Deus não muda, a essência do homem também não, este sempre necessitará de amor, paz, equilíbrio e esperança, atributos que o ser humano só obtém, quando se encontra com seu Criador. Hoje vamos tratar do ganhar de forma pessoal, ou seja, vamos falar da prática do evangelismo pessoal, onde cada discípulo, no seio da igreja, deve exercitar-se em ser frutífero, para gerar um fruto que permaneça. Jesus diz em João 15:8: Nisto é glorificado meu Pai, em que deis muito fruto, e assim vos tornareis meus discípulos. Jesus aqui deixa claro, que serão considerados discípulos, aqueles que vierem a dar fruto. Este é o poder de amarmos, e o privilégio de sermos amados. Em Gn. 1:12, há uma revelação que nos ajudará, a vivermos o milagre da frutificação e da multiplicação, para que as gerações sejam uma realidade. A terra, pois, produziu árvores que davam fruto, cuja semente estava nele, conforme a sua espécie (Gn. 1:12). O poder da frutificação está na semente, que há dentro de cada fruto. De uma única semente se pode gerar uma floresta, mas para que a semente se multiplique, ela precisa ser lançada. Somos frutos espirituais, gerados a imagem e semelhança de Jesus, e dentro de nós estão as sementes da vida, sementes que se forem lançadas, produzirão salvação. Vamos ver quais são estas sementes: 1- A Semente da Oração: Jesus atraiu a si os seus doze numa noite de oração. Todos os que quiserem ter êxito no ganhar, precisam orar todos os dias, pela salvação das vidas e famílias da sua cidade, da sua nação e das nações da Terra. Orar para que o Senhor nos conceda oportunidades para testemunharmos e pregarmos a palavra de Deus. O Ap. Paulo diz em Cl. 4:3: Orai ao mesmo tempo também por nós, para que Deus nos abra porta à palavra, a fim de pregarmos o mistério de Cristo, pelo qual também estou algemado, para que eu o manifeste, como devo fazer. Orar para que o Pai envie para as nossas células e nosso ministério, ceifeiros que venham nos ajudar na grande seara do Senhor, conforme nos orienta Mt. 9:38: Rogai, pois, ao Senhor da seara, que mande trabalhadores para a sua seara. Orar para que o diabo solte as vidas e estas sejam livres para ouvirem e receberem a palavra pregada. Mt. 12:29: Ou como pode alguém entrar na casa do valente e roubar-lhe os bens sem primeiro amarrá-lo?  2- A Semente do Jejum: O jejum é uma poderosíssima arma de conquista. Não há como alguém não prevalecer contra o mal, por meio do jejum e da oração. O jejum quebra os grilhões do pecado, anula os poderes malignos e põe em liberdade os que estão sob o jugo de satanás. Em Mt. 17:21 Jesus disse: Mas há certas castas que não se expelem senão por meio de oração e jejum. 3- A Semente do Amor: O amor demonstrado por Jesus, fazia com que os corações se abrissem à Sua Palavra. Em João 13:1 diz: Tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim. Podemos por pequenos gestos de amor com familiares, amigos e vizinhos, facilitar sua aproximação com o Reino. Nem mesmo uma pandemia, pode anular o poder que há em uma mensagem de carinho, em um singelo vaso de flores, ou em uma torta de chocolate, enviados à alguém que se ama. Gn. 32:20: Direis assim: Eis que o teu servo Jacó vem vindo atrás de nós. Porque dizia consigo mesmo: Eu o aplacarei com o presente que me antecede, depois o verei, por certo me aceitará a presença. 4 – A Semente da palavra: A palavra de Deus é a semente que produz vida ao alcançar coração dos

A Promessa e o Propósito das Gerações Read More »

Cavando o Reobote da motivação.

Gn. 26 : 22                     Um dos maiores desafios dos líderes cristãos é manter ao longo do tempo, um bom nível de motivação em suas equipes. Existe uma tendência natural ao desânimo e a acomodação no desempenho das funções ministeriais, por isso em Ap. 2: 5 Jesus exorta a igreja de Éfeso a voltar ao primeiro amor e as primeiras obras, pois os Efésios haviam perdido sua paixão. Muitos inimigos podem roubar a motivação, como o pecado, a rotina, ou as mudanças de foco nos interesses. Quando a motivação desaparece, também a satisfação e os resultados de uma pessoa ou equipe ficam ameaçados. A motivação não vem de fora para dentro, ao contrário nasce de dentro para fora, ou seja, é o próprio líder quem floresce neste potencial que está dentro dele. Embora a motivação cristã proceda unicamente de nossa relação interior com o Espírito Santo, nós líderes, como instrumentos usados por Deus, podemos estimular a eclosão desta fonte de fé e paixão de dentro dos nossos discípulos, através de alguns cuidados em sua formação:  1 – Ore pela motivação de seus discípulos.  Tudo no mundo espiritual tem início na oração. Jesus não apenas conquistou seus doze pela oração, como os mantinha santificados, protegidos e motivados intercedendo constantemente por eles junto ao Pai. Em Lc. 22: 31 e 32 há um exemplo claro desta cobertura de oração dada por Jesus à seus discípulos: Simão, Simão, eis que Satanás vos requereu para vos peneirar como trigo! Eu, porém, roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça, tu, pois, quando te converteres fortalece os teus irmãos. É impressionante o poder que a oração tem de mudar a disposição espiritual e emocional das pessoas. Esta é uma ferramenta, que se for mais utilizada por nós, tornará muito mais fácil nosso trabalho como discipuladores. Ore mais por seus pares e tudo será diferente e melhor.  2 – Motive-os fazendo tudo com muita motivação. O líder é a referência, a legalidade aberta no mundo espiritual para que outros sejam gerados segundo o nosso testemunho. Como um líder desanimado poderá transmitir motivação a sua equipe? Quando as coisas não vão bem, a tendência de todo líder é transferir a responsabilidade para os seus liderados, mas no campo espiritual o líder é a ignição do avivamento, por isso antes de cobrarmos qualquer entusiasmo da equipe, devemos nos auto examinar e avaliar como está a nosso estado de espírito. Não transforme o ministério num fardo pesado e sofrido, mas sim numa fonte de alegria e satisfação. Faça tudo com amor e prazer, divirta-se trabalhando, testemunhe sobre o quanto você é feliz com seu chamado, logo muitos estarão fazendo o mesmo. 3 – Dê demonstrações de amor e valor.  Jo. 13: 1 diz: tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim. Isto significa, Jesus os amou a ponto de morrer por seus discípulos, mas este alto nível de investimento não foi em vão. Também estes discípulos por terem recebido tanto de Jesus, o amaram posteriormente a ponto de todos darem também suas vidas por Ele. As pessoas têm grande necessidade de reforço de amor e de valor, são carentes afetivamente e precisam ouvir sobre o quanto são importantes para nós. Se lhes dermos isto de forma verdadeira, se determinarão a retribuir, nos seguindo e servindo. O amor é demonstrado quando perdoamos falhas, dizemos que precisamos delas, damos um presente ou fazemos um elogio merecido. 4 – Creia mais neles do que eles mesmos. Este é nosso papel como líderes, fazer as pessoas crerem que elas podem, mesmo que pensem ao contrário disto, afinal nós tudo podemos naquele que nos fortalece. ( Fp. 4 : 13 ). O bom líder é habilitado por Deus a ajudar os discípulos a descobrirem seu potencial, a experimentar o poder da fé. Ele o faz ensinando, o que conseguir, e como conseguir. Quando o discípulo vai e vivencia à experiência, sua fé é consolidada. Imagine o que passou na cabeça de Pedro, depois de ouvir Jesus dizendo, Pedro, vá até o mar, pesque um peixe e depois retire da boca dele o dinheiro que precisamos para pagar o nosso imposto! Agora imagine como Pedro ficou impactado depois de experimentar aquele inacreditável caixa eletrônico! Jesus pouco a pouco foi mostrando à Pedro, que nele havia uma fé suficiente para levá-lo a viver o sobrenatural. Algum tempo depois, esta fé estava consolidada a ponto de partir de Pedro e não de Jesus, a idéia de Pedro andar sobre as águas.          Nosso papel é ensinarmos cada pessoa a crer em Deus, mas também em si mesma, pois liderar não é um dom como muitos pensam, e sim um aprendizado diário.  5 – Compreenda suas necessidades e ajude-os. Todo discípulo que não gera resultados, está vivendo uma crise e não sabe, ou não consegue assumir que está. É preciso então, aproximar-se, amar, ouvir, perguntar em que eu posso te ajudar? Você tem tantas qualidades que meu desejo é te ver frutificando pra que eu tenha outros como você. O que está havendo? O discipulado dos doze não pode ser distante ou superficial, precisamos nos aprofundar na vida dos doze ajudando-os a vencer suas crises, para que alcancem o sucesso pessoal em todas as áreas, incluindo o ministério. Quando participamos dos momentos difíceis da vida de nossos discípulos, tendo um papel paternal, consolidam-se vínculos de amor e gratidão que se tornarão eternos.  6 – Faça uso da lei da recompensa. Jesus nos incita a amarmos quem não nos ama e a doarmos sem esperar nada em troca, mas há, porém, no ser humano uma expectativa por recompensa, o mesmo ocorre com os animais domesticados. Também a Bíblia diz em 1 Co. 9: 10: Ou é, seguramente, por nós que ele o diz? Certo que é por nós que está escrito, pois o que lavra cumpre fazê-lo com esperança, o que pisa o trigo faça-o na esperança de receber a parte que lhe é devida.

Cavando o Reobote da motivação. Read More »

A Aliança que temos com Jesus

“Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor… Vós sois os filhos dos profetas e da aliança que Deus fez com nossos pais, dizendo a Abraão: Na tua descendência serão benditas todas as famílias da terra.” (Atos 3:19,25) Fomos chamados a viver em aliança. Sempre estudamos sobre princípios bíblicos e aliança e sempre estudaremos sobre este assunto, pois é impossível caminhar com Jesus sem o entendimento de aliança. Sabemos que algumas das nossas atitudes podem ferir o caráter do Noivo e, como igreja no papel de Noiva, não devemos macular nossa aliança com Jesus. Quando isso acontece, significa infidelidade, agir em desacordo com a Palavra. Aliança com Deus exige fidelidade. Todo infiel vive em um nível de esterilidade, tem a sua descendência encerrada quando não retorna para os princípios e para o cumprimento da aliança. A Igreja, quando vira as costas para o Noivo, atrai maldição. Em toda a Bíblia, somos instruídos a viver em fidelidade, a proceder corretamente em toda a nossa forma de viver para agradar o coração de Deus. Ele quer que entendamos que nossas atitudes podem nos levar a ficar estéreis. Quando não mudamos diante de um ensino ou confronto, denunciamos que não fomos alcançados e que não haverá avanço na nossa caminhada cristã e ministerial. Não importa a hierarquia que possuímos ou qual o nível da liderança que exercemos. A Palavra de Deus é válida para todos, é imutável. Se os princípios forem alterados, se a compaixão, a justiça, a retidão, o amor, a fidelidade não forem vividos, vêm a esterilidade e a maldição. Deus quer restituir Sua Igreja e remover todo nível de maldição e esterilidade. Precisamos, então, descobrir o que fazer para sermos restituídos. O que fazer para agradarmos o Noivo? A misericórdia do Noivo apagará as rugas da Noiva e devolverá as vestes reais. Quem precisa de uma resposta de Deus? Deus quer colocar em nós os Seus sonhos. Ele busca filhos dispostos a não apenas recebê-los, mas realizá-los, vivendo de forma a ser referência de fidelidade para todos. Os filhos fiéis alegram o coração do Pai. Isso não representa deixar de passar por testes, mas demonstrar o nível da fidelidade em cada situação. Quando você estiver em meio ao teste, lembre-se: Não existe experiência sem propósito. Deus não é um Deus de coincidência, mas de providência. Nada ficará obscuro, porque aquele que anda em Seus caminhos não fica desamparado jamais. Não haverá pergunta sem resposta para o Todo-Poderoso. Hoje Deus quer nos ensinar que não precisamos se valer do problema do outro para tentar amenizar a nossa dor. A desgraça, a ruína, as maldições que estão sobre os ímpios não servem de referência para aliviar a dor ou a dificuldade que estamos enfrentando, e que o crescimento do outro que faz e anda errado não serve para dizermos que andar certo não significa resultado positivo, pois cada um dará conta de si mesmo e será no final que veremos a diferença entre as boas e más sementes plantadas. Cada realidade que enfrentamos, se tentarmos justificar no erro ou debilidade do outro, isso irá revelar que estamos nos enganando e nos afastando do propósito da fé em Cristo Jesus. Deus quer nos tratar de acordo com o nível de cada um, Ele quer trazer cura no mais profundo da nossa alma, por isso não nos enganemos. Não podemos fugir do confronto. A glória de Deus virá sobre você, removerá tudo que é contrário aos princípios divinos e lhe dará a vitória, porque não deve haver segredo entre a Noiva e o Noivo. Deus trará à luz todas as coisas e até o que está encoberto será revelado. Qual mulher é feliz ao perceber que seu marido mudou o horário de chegar em casa dizendo estar no trabalho quando ela sabe que não está? Ou quando é que ela será feliz se o homem não cumpre o seu papel de marido demonstrando também imaturidade e fragilidade espiritual, emocional e física. Qual marido é feliz com a mulher que usa as células ou outras situações para não cumprir suas obrigações de mãe deixando os filhos sem cuidado, a casa abandonada e também para se negar como esposa? Qual discípulo é feliz com o líder inoperante, que não age, não reage, não faz nada funcionar? Com o passar do tempo, a tendência deste discípulo é a de buscar outro discipulador que funcione. Logo viveremos o pós pandemia, muitos estarão desanimados, doentes espiritualmente, emocionalmente e fisicamente, outros estarão abalados e fragilizados e outros estarão tão fracos e frios que não conseguirão voltar; nesta hora haverá a necessidade de líderes fortes para apascentar cuidando destes com amor e dedicação, sabendo trabalhar com sua equipe na demanda de resgatar os que se perderam, sem perder o propósito de continuar ganhando, consolidando, discipulando e enviando!  Qual líder discipulador é feliz com o discípulo que não consegue responder à expectativa do seu coração, que não busca atingir as metas, que não vive pelos princípios bíblicos, que não há doutrina, nem palavra, nem ensino que o anime, por que é um poço de enfermidade? Nunca melhora totalmente, nunca se posiciona! A tendência deste líder com o tempo é a substituição deste discípulo por outro na sua equipe. Nós precisamos viver a aliança que temos com Jesus, baseada em compromisso, assim estaremos honrando o Nome do nosso Deus e cumprindo os princípios estabelecidos em Sua Palavra. Deus os abençoe, que Ele os faça fecundos e frutíferos, levando-os a conquistas inimagináveis! Apóstolos Fabio e Claudia Abbud Aps Eliezer e Zenita Moreira Repassem aos doze das gerações, todos precisam receber, estejam em dia com as ministrações.

A Aliança que temos com Jesus Read More »

Da soberba só resulta a contenda, mas com os que se aconselham, se acha a sabedoria

– Provérbios. 13:10 Hoje vamos falar sobre a importância de nutrirmos humildade e sabedoria, para que não nos tornemos auto suficientes e venhamos a perder o grande privilégio de sermos discípulos. Discípulos de verdade, são aqueles que estão sempre dispostos a aprender e crescer, ouvindo a Deus, a seus líderes, e a seus irmãos de equipe. Quando Deus criou o ser humano, não o fez para viver só, ou para que bastasse a si mesmo, pelo contrário, distribuiu dons distintos a cada um, estabelecendo assim uma relação de interdependência e coletividade, onde uns completam aos outros. Assim é na família, na igreja, na sociedade. Quanta riqueza existe em nos relacionarmos, aprendermos uns com os outros, crescermos e construirmos juntos? Muitos, porém, não discernem este bem tão precioso, e desprezam a sabedoria com a qual Deus estabeleceu a vida, como está escrito em Pv. 18:1: O solitário busca o seu próprio interesse, e insurge-se contra a verdadeira sabedoria. O solitário descrito aqui por Salomão, não é aquele que ficou só por algum motivo, mas aquele que escolhe andar sozinho, por crer que é suficiente em si mesmo. O versículo diz ainda que os que assim pensam, estão rebelados contra a sabedoria do Criador. O que faz alguém, isolar-se assim em um projeto egocêntrico de vida? R.: O espírito da soberba. A soberba leva uma pessoa a ter um conceito exacerbado acerca de si mesmo, fazendo com que sua vítima, acredite não precisar de conselhos, nem da ajuda, e da companhia de ninguém. A soberba é um espírito infiltrado e perigoso, já foi dito que é como o mal hálito, quem tem, não percebe que tem. É um espírito sorrateiro que trabalha para isolar até mesmo alguém que está engajado em algum ambiente de relacionamento, como uma família, ou uma equipe de trabalho. Há pessoas que convivem em família, mas vivem fechadas em seu próprio mundo. Podemos ser parte de uma equipe, mas não estarmos abertos a compartilhar nossa vida com nossos pares. Independente da patente espiritual, discípulos, líderes, pastores, ou apóstolos podem iniciar um processo de distanciamento espiritual de Jesus, do líder, do propósito e da equipe. A soberba pode trazer como um de seus sintomas o desinteresse pelo coletivo, pois alguém soberbo, sempre se avaliará como melhor que os outros, o que para estes, torna a convivência em equipe bastante enfadonha. (Ex.: já ouvi de um Ap.: eu não sei o que eu estou fazendo nesta equipe!). Como discipulador, no gabinete pastoral, você já percebeu como as avaliações e correções são mal recebidas por pessoas altivas? Elas se fecham, colocam-se na defensiva negando a realidade, e se insistirmos no confronto, partem para a ofensiva gerando contendas como diz Pv. 13:10: Da soberba só resulta contenda… Graças a Deus, há também aqueles que são humildes e se abrem a conselhos, se arrependem quando corrigidos, e ao invés de negar seus erros, encontram na fala do líder, as respostas para solucioná-los. Enquanto o soberbo segue em sua trilha de empobrecimento (porque a soberba precede a queda), o humilde e sábio se aprimora para maiores e melhores conquistas (o humilde será exaltado). Precisamos vigiar e orar para que a autossuficiência nunca se aproprie de nós e deixemos de ouvir a voz dos que nos ensinam. Pv. 19:20 diz: Ouve o conselho e recebe a instrução, para que sejas sábio nos teus dias por vir. Que grande benção, termos líderes que nos amam, e que inspirados por Deus, possam nos instruir. Que grande privilégio é estarmos sendo preparados por eles, para o futuro de glória que Deus tem para nós. A rainha de Sabá maravilhada com a sabedoria de Salomão, disse: Felizes os teus homens, felizes estes teus servos, que estão diante de ti e que ouvem a tua sabedoria (1 Rs. 10:8). Quão mais ampliada não estaria a igreja de Cristo hoje, se este entendimento a fizesse abraçar o discipulado de forma mais convicta e apaixonada? É tão triste ver tantos pastores e líderes, por estultícia e soberba, desprezando a oportunidade que Deus lhes tem dado neste tempo. Pense em quantos já conheceram e deixaram a Visão! Pense em quantos por suas falhas de caráter, não se acertaram com discipulado! Pense em quantos estavam escalados para o êxito, e agora estão sentados no banco mediocridade! (Pense se isto pode acontecer com você?). Apesar desta triste realidade, sabemos que o Senhor jamais deixa de cumprir os seus propósitos. Jó 42:2 diz: Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado. Deus está levantando uma nova geração, que será condutora do avivamento. A revelação e a unção da visão se apoderarão dela, e ela será o cumprimento profético de uma promessa: Sl. 3:12: Mas deixarei no meio de ti, um povo modesto e humilde, que confia em o nome do Senhor. E Sl. 3:17: O Senhor teu Deus, está no meio de ti, poderoso para salvar-te, ele se deleitará em ti com alegria, renovar-te-á no seu amor, regozijar-se-á em ti com júbilo. Quantos se sentem parte desta promessa? Seja humilde e sábio, seja discípulo de verdade! Que Deus os abençoe e multiplique extraordinariamente, conforme a promessa ENDJ. Amamos vocês. Aps. Fábio e Claudia A. Abbud e Aps Eliezer e Zenita

Da soberba só resulta a contenda, mas com os que se aconselham, se acha a sabedoria Read More »

Não retroceda na sua fé

Hebreus 10:35-39 A fé em Jesus, é muito bem definida em Hb. 11:6: De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus, creia que ele existe e que se torna recompensador daqueles que o buscam. A fé é o poder espiritual que não só nos permite crer na existência de Deus, como também desfrutarmos da recompensa contida em todas as suas promessas, para aqueles que decidem relacionar-se com Ele. Este versículo vai além de estabelecer a fé como o único vínculo sustentável entre Deus e o homem, mas evidencia também, que a fé é o elemento de conquista de todas as bênçãos de Deus, verdade ratificada por Lc. 1:37 porque para Deus não haverá impossíveis em todas as suas promessas, e também por Mc. 9:23: Tudo é possível ao que crê. Apesar de invisível e etérea, a fé em Jesus nos leva a resultados concretos, a conquistas poderosas na Terra, além de ser o caminho que nos leva até o Céu. A fé é o como um cordão umbilical espiritual, pelo qual estamos ligados a Deus e por este, recebemos a vida, e todas as demais virtudes e bênçãos divinas. Se este vínculo vier a se perder, perdemos também nossa vida espiritual e os atributos e benefícios que fluem do Espírito de Deus. Assim como a Vida Eterna, a fé é também um dom gratuito de Deus, que uma vez recebido, nos torna responsáveis por sua manutenção. Em 2 Tm. 4:7 o Ap. Paulo diz: Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé. O testemunho de Paulo, deixa claro que precisamos cuidar de nossa fé como um bem precioso, e guardá-la a cada dia, com todas as nossas forças até a vinda de Cristo. No livro de Mateus vemos uma exortação do próprio Senhor Jesus nos alertando sobre o fato de que a fé pode esfriar e quanto ao dever que temos, de preservá-la para salvação. E por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos. Aquele, porém, que perseverar até o fim, será salvo. Mt. 24:12 e 13. Todo cristão que quiser ser salvo e bem sucedido, terá que fazer duas coisas em relação a fé que recebeu: 1. Manter-se em fé, sob quaisquer circunstâncias (guardando-a tanto nos ventos a favor, quanto nos ventos contrários). 2. Fazer uso de sua fé, não só para manter posições espirituais, como aperfeiçoá-la para maiores conquistas (há pessoas que estacionam na fé e também aquelas que retrocedem). Perguntar se os 12 se lembram de alguém que retrocedeu na fé, e como está a vida destas pessoas hoje? Como cristãos, precisamos nos submeter a um decreto divino: o meu justo viverá pela fé! (Hb. 10:38). Assim como é imperativo que os trens se mantenham em seus trilhos e os aviões em suas rotas aéreas definidas para que não ocorram acidentes, também é imprescindível que vivamos por fé, porque qualquer desvio, ou retrocesso, resultará em frustração e perdição. Se conscientemente permitirmos qualquer retrocesso, Hb. 10:38 nos diz: Se retroceder, nele não tem prazer a minha alma. O maior perigo que pode existir, é um cristão, por mais elevada que seja sua patente espiritual, dizer eu jamais retrocederei, jamais me afastarei do Senhor, como fez Pedro antes da crucificação. Só Deus pode nos guardar deste mal, e ainda se formos humildes, tementes e perseverantes. O esfriamento espiritual vem como as gripes, de forma invisível e sorrateira, quando a pessoa percebe, já está vitimada pelos sintomas. Só há uma maneira para tentarmos prevenir uma gripe, é mantermos uma boa alimentação, sono e vacinas em dia para que nosso imunológico resista a qualquer ataque externo. De igual maneira só nos manteremos saudáveis espiritualmente, se fortalecermos nossa fé por meio de vigilância e oração constantes, como nos prescreve o Dr. Jesus em Mt. 26:41. Até mesmo os heróis da fé viveram baixas de fé, e assim cometeram pecados, desviaram-se do propósito, e até mesmo negaram a Deus. O estudo de alguns destes episódios, nos ajudará a reconhecermos os inimigos da fé. Vamos começar por Elias que após ter derrotado e matado os profetas de baal, teve uma baixa em sua fé, e foi esconder-se numa caverna, desistido do ministério e pedindo para si a morte. Elias enfrentava o stress espiritual e físico de um confronto com o espírito de baal, que agia por meio de Jezabel. Vivemos em variadas batalhas contra o império das trevas, mas não podemos empreendê-las, tomando sobre nós o peso que estas trazem consigo. Não podemos nunca nos esquecer, que somos apenas instrumentos nas mãos de Deus, mas que é Deus quem governa sobre tudo e sobre todos como declara 1 Sm. 17:47: porque do Senhor é a guerra e Ele vos entregará na nossa mão. O segundo exemplo é o que aconteceu com o profeta Jonas, quando enviado por Deus à Nínive. Jonas sabia ser o povo de Nínive um povo violento, e por isto teve medo de ir até eles confrontá-los em seus pecados. Jonas também sabia que se ele não fosse, eles seriam destruídos pelo acúmulo de seus pecados diante de Deus, mas seu egoísmo o fez pensar só em si mesmo e fugir para Társis, acreditando assim estar seguro. Ninguém fica seguro quando decide ausentar-se da Presença de Deus e de seus deveres espirituais. O caminho que aos olhos de Jonas parecia seguro, se tornou em tribulações, porque o egoísmo e a desobediência de Jonas, foram maiores que sua confiança em Deus. Assim acontece com muitos cristãos, que por uma postura individualista, fragilizam sua fé, negando-se a servirem a Deus. Outro inimigo da fé é a frustração de expectativas. Ocorre bastante quando recebemos algum Não de Deus. (ex.: a morte de alguém amado, por quem oramos muito). Os próprios doze de Jesus quase desfaleceram na fé, diante da aparente derrota sofrida por Jesus na cruz. Alguns se incredulizaram a tal ponto, que nem vendo Jesus ressurreto, podiam reconhecê-lo e crer que era Ele. Para que

Não retroceda na sua fé Read More »

Batalha Espiritual

­Efésios 4.17-23 Não permita que a sua mente seja bloqueada. Deus nos transmitiu as ordens de marcha. Devemos seguir para o campo de batalha de nossa mente e recuperar todo o “poder mental” que Satanás roubou de nós. Temos de apropriar-nos de toda a vida que Cristo derramou aberta­mente em nosso coração e vencer os poderes das trevas em nossos pensamentos, alcançan­do a mente restaurada de Cristo, pelo poder do sangue de Jesus em nós. Quando nascemos de novo, Jesus “se entre­gou por nós a fim de nos remir de toda a maldade e purificar para si mesmo um povo particularmen­te seu, dedicado à prática de boas obras” (Tt 2.14). Jesus pagou um grande resgate para que seja­mos totalmente livres, totalmente restaurados, totalmente redimidos. Como filhos de Deus nascidos de novo, temos a capacidade de receber ou rejeitar os pensamen­tos que chegam à nossa mente. Isso significa que estamos em vantagem sobre os pensamentos que tentam invadir a nossa mente e escravizar-nos. A vitória já foi conquistada por Jesus Cristo. Agora tudo que precisamos fazer é avançar em nome dEle e apossar-nos da vitória. Lembre-se dos israelitas. Embora Deus já ti­vesse reservado a Terra Prometida para o seu povo, eles não podiam simplesmente entrar, des­cansar e regozijar-se. Deus por causa da dureza do coração deles os manteve durante quarenta anos no deserto e ali os treinou para a guerra e capaci­tou-os para as batalhas que teriam de enfrentar. Entretanto os israelitas ainda tinham de apren­der por experiência própria que existe uma gran­de diferença entre ter a posse legal da terra e possuí-la. Depois que eles finalmente cruzaram o Jordão para entrar em Canaã, tiveram ainda muito trabalho, porque encontraram a terra infestada de inimigos. O mesmo acontece com a nossa mente. Je­sus cristo já pagou o preço para redimi-la, mas quando nascemos de novo, ela já estava infesta­da com certos padrões de pensamentos, hábitos, certas atitudes e ideais mundanos, implantados anos antes pelo Inimigo. Agora Deus quer que lim­pemos e ocupemos cada centímetro dessa Terra” com o seu Espírito. É isso que chamamos “mente renovada” (v. 23). Em nossa caminhada com o Senhor, cada for­taleza em nossa mente representa uma parte de nossa vida com Ele que ainda não adentramos (ou da qual ainda não tomamos posse). Os ini­migos instalados nessas fortalezas precisam ser destruídos. Não seremos consagrados a Deus o suficiente para realizar a sua obra enquanto não eliminarmos todos os vestígios do Inimigo. Enquan­to houver fortalezas de medo, atitudes negativas, preocupação, ansiedade ou confusão na “terra” de nossa mente, estaremos a serviço delas. Somos escravos daqueles a quem servimos (Rm 6.16). Enquanto as fortalezas de nossa natureza antiga (que são hostis a Deus) não forem des­truídas, o Espírito Santo sofrerá restrições no tra­balho de restaurar a nossa mente e devolvê-la ao controle de Cristo. O Senhor jamais irá forçá-lo a abrir mão de uma área de sua mente que você não esteja disposto a entregar. Ele nunca irá vio­lar o seu livre-arbítrio. Isso significa que você terá de tomar muitas decisões em sua caminhada para a restauração total de sua mente. (Ma­teus 6.25-34). Há muitos anos, o nível espiritual da Igreja tem se mostrado aquém do desejado por Deus, porque pensamos que ser vitorioso significa sim­plesmente que, após uma batalha, podemos ir para casa adorar ao Senhor. Entretanto, não é em vencer batalha isoladas que consiste a ver­dadeira vitória, e sim em vencer a guerra toda. Assim como Josué e o rei Davi tiveram de vencer muitas ba­talhas para conquistar toda a região de Canaã, precisamos obter muitas vitórias antes de to­mar o controle total de nossa mente e retirá-la do poder do Inimigo. Vencendo uma batalha aqui e outra acolá, jamais alcançamos a vitória total sobre a nossa mente, porque esses combates isolados não visam alcançar o objetivo máximo de submeter a nossa mente por inteiro ao go­verno de Jesus Cristo. Sem esse objetivo claro e intenso, a vida cris­tã se torna meramente um conflito interminável sem vitórias concretas e progresso. (Efésios 4.22-24). Portanto, para planejar e realizar uma campa­nha bem-sucedida em qualquer área de nossa mente, precisamos de uma revelação direta de nosso Senhor, que preencha aquela região de nossa mente depois que os antigos residentes tiverem saído. Precisamos de uma revelação cla­ra de seu relacionamento conosco. Como filhos de Deus nascidos de novo, temos a capacidade de receber ou rejeitar os pensamen­tos que chegam à nossa mente. E estamos em vantagem, porque Jesus Cristo já conquistou a vi­tória por nós. Ele seguiu adiante de nós para ven­cer a batalha. Agora, tudo que precisamos fazer é avançar em seu nome e tomar posse da vitória. Ro­manos 13.14. Localize a raiz do problema. Quanto mais cedo a Igreja perceber que quan­do se engaja na batalha não está lidando com seres humanos nem com ideologias, mais cedo obterá vitória, a maior que este mundo já viu. Não estamos em um conflito natural, e sim em uma guerra espiritual, que não pode ser ven­cida com artimanhas religiosas, políticas ou por meios naturais. Só os que possuem o poder de Deus podem prevalecer. Em 1Pe 5.8 vemos que Satanás se manifesta no mundo ao nosso re­dor enquanto os espíritos malig­nos agem sobre as pessoas, levando-as a come­terem todo tipo de pecado. O Diabo estabeleceu autoridades espirituais sobre esta terra, usando indivíduos que colocam a vida sob o controle dEle. O Diabo age por meio de instrumentos humanos, da mesma maneira em que o Espírito Santo se manifesta em nós, servos de Deus. Precisamos aprender a discernir quem é usado pelo Inimigo, “a fim de que Satanás não tenha vantagem so­bre nós; pois não ignoramos as suas intenções” (2Co 2.11). No livro de Neemias, Deus nos revela oito maneiras pelas quais Satanás tenta destruir as nossas obras a favor do Reino (Ne 4—6). Talvez você as reconheça nas circunstâncias da vida. São elas: ridicularização e intimidação; ameaças de ataque físico e confusão; desânimo e espírito ne­gativo; divisão entre os equipe, irmãos, igreja; tentação para fa­zer concessões ou para racionalizar de

Batalha Espiritual Read More »

Aprendendo a sonhar acordados

Gênesis. 37 : 5 a 11 Neste discipulado o Senhor quer nos lembrar o quanto é importante sonharmos, mesmo quando estamos acordados, e nunca desistirmos de nossos sonhos por mais dificuldades e limitações que possamos enfrentar. Mesmo no seio da igreja, onde em todo tempo a fé é estimulada, vemos pessoas sem sonhos, vivendo uma vida acomodada e sem realizações. Algumas ainda não aprenderam a sonhar, outras desistiram ou foram roubadas de seus sonhos. Deus tem sonhos grandiosos para cada um de nós. Ele quer que sejamos saudáveis, realizados, prósperos, além de sermos uma benção na vida de todos ao nosso redor. Porém não viveremos estas promessas, se não aprendermos a sonhar e lutar por elas. Se desistirmos dos sonhos de Deus pra nós, renunciaremos à alegria do futuro, e não poderemos culpá-lO, de uma vida frustrada e incompleta. Hoje eu profetizo, que este é um tempo, em que Deus está restituindo sonhos e levantando sonhadores em Nome de Jesus! Isto faz parte do mover de Deus para a sua igreja nestes últimos dias, onde a promessa é que até os velhos sonharão (Jl. 2:28). José recebeu de Deus um sonho e enfrentou a oposição espiritual à este, desde o seio de sua própria família, outros obstáculos apareceram também por meio de pessoas e situações externas, nada porém demoveu José, de nutrir, e perseguir o sonho de Deus para a sua vida. A Visão M12 é um sonho de Deus para nós, que começa por nossa restauração pessoal, passa pela restauração de nossa família e almeja nos estabelecer como instrumentos para a salvação e transformação de outras vidas e famílias. Não há como vivermos os resultados que a Visão pode trazer, se estes não forem um sonho vivo e nítido, dentro de nós. Por meio de muitas situações, satanás tentou roubar e matar o sonho de José, mas o amor e a santidade de José ao Senhor, blindaram a ele, e a seu sonho. O sonho de Deus para José objetivava mais do que abençoá-lo de forma pessoal, fazendo dele um governante. Deus que vê o futuro, projetava pelo sonho, exaltar a José, poupar sua família da fome, e sua descendência (Israel) da extinção. Os sonhos de Deus para nós, nunca se limitam a trazer a existência só o que queremos, mas apontam para nos fazer viver a vontade de Deus, através de uma vida que abençoe a tudo e a todos ao nosso redor. A realização do sonho de Deus na vida de José, abençoou não só a vida dele e de sua família, mas de toda a nação do Egito e do mundo conhecido daquela época.Do mesmo modo, Deus sonha em nos usar, para que o mundo seja transformado, pela pregação do evangelho e por nossa missão de fazer discípulos. Satanás odeia esta ideia, e luta com todas as suas forças para roubar este sonho dos nossos corações. Deus, porém, que é o fiel e zeloso guardador do que somos, e do que temos, vai nos ensinar a zelar pelo sonho e a buscá-lo até que seja alcançado. Para isto alguns cuidados serão necessários:  1 – Guardar o coração do pecado: A santidade é a blindagem, que começa em nosso coração e termina em nossas atitudes. Devemos constantemente pedir a Deus, que nos revele o que possa nos estar contaminando, e nos roubando a unção. O arrependimento contínuo é a maneira de resgatarmos sempre a santidade, e protegermos os sonhos. José em todo tempo guardou o coração e fugiu do pecado. Com isto, o maligno não teve como pará-lo na busca por seu sonho.  2 – Buscar o crescimento espiritual: Não podemos nos acomodar e retroceder na fé. No Reino de Deus quem não avança, retrocede, quem não cresce, diminui. O ministério de um líder só cresce, quando este líder cresce.  3 – Orar, orar e orar: Todas as conquistas cristãs, demandam uma vida de oração, que é o caminho para a intimidade com o Espírito Santo e para o nosso avivamento interior. Quando oramos somos fortalecidos para lutar pelo sonho.  4 – Dispor-se a servir à Deus e às pessoas: Alguns discípulos começam a ser visitados pelo pecado e esfriar espiritualmente, por estarem ociosos. Não há como termos sucesso na Visão, sem envolvimento e investimento de tempo em pessoas. 5 – Manter o foco em ganhar os perdidos: A oração e o exercício do evangelismo pessoal, devem ser uma chama acesa constantemente dentro de nós. Não podemos dizer que amamos a Deus, se não tivermos olhos e coração para os que estão perecendo (indo para a morte eterna).  6 – Manter-se em obediência a palavra: Alguns olham para as circunstâncias e deixam de crer nas promessas, e de cumprir princípios. Não há nenhuma verdade mais sólida que a palavra de Deus, haja o que houver, ela é o caminho a seguir.  7 – Viver em unidade: Com Deus, com a família, com a equipe de 12, e com a igreja. Sem unidade os sonhos se tornam difíceis e as conquistas incompletas.  8 – Manter nosso sonho jovem, ainda que estejamos envelhecendo: Nosso sonho jamais morrerá se o compartilharmos com outros. Jl. 2:28 diz: Vossos velhos sonharão e vossos jovens terão visões. Isto significa que nós os mais velhos na fé e na Visão, não podemos parar de sonhar, e nem de direcionar nossos filhos e discípulos para a visão que Deus nos deu de forma tão específica. Que o Deus de José, guarde as nossas vidas e os nossos sonhos, para que o Seu Nome seja exaltado, e a nossa alegria seja completa ENDJ. Ministração: Orar para que os sonhos mortos sejam ressuscitados no coração de cada líder e de cada discípulo, e para que o Senhor nos ajude a vivermos os seus sonhos de forma integral ENDJ. Que Deus os abençoe e multiplique conforme a promessa ENDJ. Amamos vocês. Aps. Fábio e Claudia Abbud e Eliezer e Zenita.

Aprendendo a sonhar acordados Read More »

Ter uma mente renovada

Mateus 9:16,17 A chamada de Deus para nós seus filhos, é para termos uma mente saudável decidindo descomplicar a vida. É possível tomar a decisão de fazer do difícil, fácil, embora a maioria dos seres humanos faça do fácil, o difícil. Para isso, tudo que precisamos fazer é decidir pelo correto, como disse Jesus em Mateus 9. Nossa decisão sinaliza um novo tempo e nos leva a redescobrir a nossa essência em Deus. Não podemos viver ignorando a Palavra de Deus, que está à nossa disposição. A Bíblia diz que não se coloca vinho novo em odres velhos, nem tão pouco se admite remendo novo em roupa velha. O que se pode entender é que a vida obedece a um ciclo e precisamos aprender a fazer as leituras e interpretações corretas. Prosseguir, conquistar e fazer a diferença é para todos e não privilégio de alguns. Contudo, muitos preferem se sentir injustiçados e não se movem no cenário da vida, muitos estão deixando a vida passar, não reconhecem que, na verdade, estão se punindo desnecessariamente, tornando-se assim homicidas das oportunidades que lhes são oferecidas. Pano novo em roupa velha Um pano novo significa que nunca foi usado. Se nunca foi usado, nunca foi lavado. O conselho de Jesus era para que não se remendasse roupa velha com pano novo, com um pano que poderia encolher, por exemplo, após as lavagens ou pelo fato de ser novo, é mais forte e no uso romperia o pano que está mais fraco.  Ora, só se remenda uma roupa porque está rasgada. Se o remendo não for apropriado, o dano será ainda maior. Na nossa caminhada pela vida, vamos deixando lacunas, situações e pendências que vamos passando por cima, magoas que encobrimos ou dívidas que esquecemos ou novas magoas que deixamos entrar em nossos relacionamentos, estas lacunas precisam ser preenchidas de forma correta, muitas vezes é necessário voltar no tempo e fechar aquela brecha, pois começar coisas novas sem resolver pendencias passadas abrirá lacunas maiores. Não podemos ter uma mente saudável com remendos desconhecidos, com estruturas novas misturadas às velhas. Precisamos de um renovo correto e não de um remendo. A decisão está em nossas mãos. Vinho novo em odres velhos Um odre velho é aquele que foi gasto e endurecido pelo tempo, que esticou até o limite, que aguentou suportar a pressão do vinho novo na sua fermentação e com o tempo estagnou-se; logo, tornou-se inflexível, pois o vinho lá dentro deixou de se mover. O que isso significa para nós? Que não há como colocar vinho novo, coisas novas numa mente ultrapassada, coisas novas em um odre velho, que está endurecido, rompe, coisas novas numa mente envelhecida trava e desperdiça o propósito. O Espírito Santo se renova e precisamos ser odres flexíveis para nos amoldar ao mover de Deus e aos novos desafios da vida! Também não é possível querermos alcançar uma mente saudável nesta geração com culturas e tradições erradas, com conceitos deturpados e contraditórios, sem antes filtrar e contextualizar segundo a cultura do Reino do Céu. Precisamos ser pessoas que respondem com muita velocidade a tudo o que foi colocado à nossa disposição, mas sem esquecer os preceitos da Palavra de Deus, sem negociar princípios eternos. Nossa mente precisa estar aberta para receber o novo de Deus sem se deixar contaminar. As sementes do Reino em nós devem ser plantadas e arraigadas de tal forma que, uma vez na mente, ninguém conseguirá removê-las, antes devem ser eternizadas como conceitos de padrões bíblicos. Vivemos em meio a uma geração empobrecida, que não ousa viver as novidades do Céu. Nós, como filhos de Deus, temos as soluções diante das dificuldades que assolam a nossa sociedade. Permita-se ter uma mente trabalhada por Deus. Deixe que Ele, como Bom Agricultor, cultive as sementes do Reino na sua mente. O desejo de Jesus não mudou. Ele é o mesmo. Ele quer construir um cenário favorável para vivermos com uma mente saudável. O nosso Deus estará proporcionando a você essa experiência para que você entre em níveis maiores ainda e realize coisas que homens comuns não realizam, pois, nossa geração precisa ser a consolidadora das coisas relevantes que o Eterno tem para nós conseguindo comunicar a próxima geração. Ap. Eliezer

Ter uma mente renovada Read More »