Misericórdia, Amor e Graça

Efésios 2:4-9; Hebreus 4:16 Pense numa pessoa que por toda a vida tenha vivido só para si mesmo, sem se importar com Deus, tendo rejeitado a Jesus e seu sacrifício por ele. Essa pessoa se envergonharia de pedir que Deus o amasse e fosse gracioso para com ele na hora da sua morte. Mas mesmo assim, se essa pessoa se arrepender e crer em Jesus, poderá pedir ao Senhor para lhe conceder-lhe graça e com certeza, Deus seria gracioso com ele e manifestaria Seu amor. Já vi pessoas nesta hora não conseguir crer no perdão e amor de Deus, pois se sentiam sem merecimento, pois por toda vida rejeitaram a Deus e o seu messias, Jesus. Mas quando ouviram sobre a misericórdia tiveram condição de crer e pedir perdão a Deus, um deles conseguiu orar assim: Deus, estou sofrendo. Não tenho como prosseguir. Tem misericórdia de mim. Deus, agradeço-Te porque Tu és um Deus mise­ricordioso. Estou fraco e sofrendo. Tem misericórdia de mim. Aqui podemos ver uma pessoa sendo trazida à presença do Senhor, ela percebeu sua situação carente e pediu misericórdia. Ela não conseguia receber o amor e a graça, pois dizia, não mereço e ele não vai me aceitar, mas quando ouviu da misericórdia, conseguiu receber, pois misericórdia fala de algo que de fato não merecemos, revela reconhecimento do estado de perdição de alguém. Misericórdia fala de algo do passado. Veja bem, sem amor não haveria misericórdia e sem misericórdia não haveria graça. Como aprendemos na semana passada, graça é favor imerecido, é a salvação operando em alguém que não merece ser salvo, mas que se arrependeu e creu. Agora, misericórdia é quando alguém merece ser condenado, quando uma pessoa é culpada e não reconhece, não se arrepende e ainda dá aquele sorriso sarcástico e vira as costas, mas Deus, para não ver aquela pessoa sofrendo e perdida para sempre, age com misericórdia e envia o salvador.   Mesmo quando olhamos para o salvador e nos arrependemos, se não for a graça, não seríamos aceitos e nem perdoados, mas uma vez perdoados, vem a salvação, o resgate, a regeneração e a filiação. Em Efésios 2;8 diz: …, mas pela graça sois salvos. Na realidade, por mais que façamos, não seremos salvos, pois a salvação não é por obras, mas por graça! Em Efésios 2:4-5 diz: “Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, pela graça sois salvos.” Deus é rico em misericórdia por causa de algo. Esse algo é Seu grande amor com que nos amou. Sem amor não haveria misericórdia. Em que situação foi Ele misericordioso para conosco? Ele foi misericordioso para conosco quando estávamos mortos em nossos delitos e pecados. Aquilo teve a ver com nossa infeliz situação passada, para outros, situação presente. Por estarmos mortos em pecados, Ele teve misericórdia de nós. Ele teve misericórdia de nós baseado em Seu amor para conosco. Que acontece após a misericórdia? O versículo 8 prossegue dizendo-nos que Ele nos salvou pela graça. Portanto, a misericórdia foi-nos mostrada porque estáva­mos em uma situação de mortos em nossos delitos; então, a graça foi-nos dada para nossa salvação, indican­do que recebemos uma nova posição e entramos numa nova esfera. Em 1 Timóteo 1:13 o Apóstolo Paulo diz: “A mim, que, noutro tempo, era blasfemo, e perseguidor, e insolente. Mas obtive misericórdia, pois o fiz na ignorância, na incredu­lidade.” Ele explica aqui como obteve misericórdia. O fato de obter misericórdia tinha muito a ver com a história de sua vida. Tinha a ver com o fato dele ter sido um blasfemo, um perseguidor e uma pessoa insolente. Antes de ser salvo, ele estava na condição de blasfemo, perse­guidor, insolente, ignorante e incrédulo. Enquanto esta­va em tal condição, Deus teve misericórdia dele. Em Tito 3:5 diz: “Não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou”. Não há justiça em nós. Enquanto estávamos sem justiça e numa situação de sofrimento e sem esperança, Deus teve misericórdia de nós. Graças ao Senhor que existe a misericórdia! A misericórdia origina-se no amor e termina na graça. Quando a misericórdia se estende, somos salvos. Ele teve miseri­córdia de nós na condição em que estávamos, e como resultado fomos salvos. A Bíblia nos mostra claramente que nossa regeneração é proveniente da misericórdia, pois em I Pedro 1:3 diz: “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mor­tos.” Toda a obra de Deus na graça foi planejada de acordo com Sua misericórdia em amor. A graça de Deus é dirigida por Sua misericórdia, e Sua misericórdia é dirigida por Seu amor. É segundo a Sua grande miseri­córdia que Deus criou circunstâncias favoráveis para nos regenerar em uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mor­tos. Assim sendo, tanto a regeneração como a viva esperança estão relacionadas à misericórdia. Por existir a misericórdia, existe a graça. Judas 21 diz: “Guardai-vos no amor de Deus, espe­rando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, para a vida eterna.” Este versículo mostra-nos que hoje deve­mos manter-nos no amor de Deus, até que o Senhor venha novamente, isto é, até que Ele apareça a nós, devemos aguardar a Sua misericórdia para a vida eterna. Antes de sermos arrebatados, devemos aguardar a Sua misericórdia. Hoje, enquanto vivemos nesta terra, rece­bemos não apenas misericórdia, mas também graça e assim devemos permanecer. Agradecemos a Deus, pois fomos salvos e pertence­mos a Ele, contudo ainda há um problema. O nosso corpo ainda não está redimido. Embora não sejamos mais do mundo, ainda estamos no mundo. Virá o dia em que os cristãos terão de deixar o mundo, mas enquanto não chegar esse dia, precisamos perseverar na fé, sendo fiel a Deus servindo-o com alegria, trabalhando e frutificando no Seu reino. Hebreus 4:16 exorta-nos a irmos constantemente

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A festa que anuncia o Messias

“E falou o Senhor a Moisés, dizendo: Fala aos filhos de Israel, dizendo: Aos quinze dias deste mês sétimo será a Festa dos Tabernáculos ao Senhor por sete dias… E vos alegrareis perante o Senhor vosso Deus por sete dias. E celebrareis esta festa ao Senhor por sete dias cada ano; estatuto perpétuo é pelas vossas gerações; no mês sétimo a celebrareis. Sete dias habitareis em tendas; todos os naturais em Israel habitarão em tendas. Para que saibam as vossas gerações que eu fiz habitar os filhos de Israel em tendas, quando os tirei da terra do Egito. Eu sou o Senhor vosso Deus.” – Levítico 23:33-43 Para entendermos o que significa Tabernáculos, devemos antes entender o que significa princípios de restauração. Tabernáculos é uma linguagem de restauração, é uma chamada de mudança plena. Além de ser uma linguagem de nível profético, é uma linguagem de nível espiritual, partindo do coração de Deus. Tabernáculos é a festa dos segredos do coração de Deus. Nem todos têm Tabernáculos. Muitos acreditam que, para ser evangélico, para ser cristão, a Páscoa basta, porque Jesus é o Cordeiro Pascal. Porém, para andar à luz da revelação que Deus tem trazido à nossa geração, uma geração de conquista, precisamos de entendimento ampliado acerca das três festas fixas do Senhor: Páscoa, Pentecostes e Tabernáculos. A Páscoa ou Pessach é a festa que aponta para o Cordeiro, para Yeshua, para Jesus, o Redentor de todas as nações. A mensagem da Páscoa arranca o homem do lamaçal do pecado e o devolve para o Reino de Deus. Jesus morreu e ressuscitou. Essa é a tônica da Páscoa. Em Pentecostes ou Shavuot, celebramos as primícias. É uma festa de inauguração profética, é um ponto de partida. É entregar a Deus os primeiros frutos na certeza de que teremos provisão para todo o ano. No Novo Testamento, vemos que, em plena Festa de Pentecostes, houve a liberação do poder sobrenatural do Espírito Santo. Foi exatamente 50 dias após a celebração da Páscoa. Ali, a Terra entregava aos Céus os primeiros frutos da semeadura que Jesus fez na Terra quando entregou Sua própria vida como grão de trigo que precisa morrer para frutificar. Quem tem Páscoa não significa que tenha Pentecoste, mas quem tem Pentecostes, certamente, já tem Páscoa, porque ninguém pode ser batizado no Espírito Santo, receber poder, sem ter passado pela graça salvífica em Jesus. Quem passa pela obra da redenção, está no primeiro degrau da revelação, mas há outros degraus para serem galgados. O degrau seguinte é Pentecostes, poder do Espírito Santo. Mas há o terceiro degrau: a Festa dos Tabernáculos. A Festa dos Tabernáculos é a festa do Messias, a festa que trará de volta o Messias. A Festa dos Tabernáculos ou a Festa das Colheitas, como também é conhecida, foi instituída por Deus. É estatuto perpétuo por todas as gerações, como podemos comprovar através da Palavra (Deuteronômio 16; Levítico 23; Zacarias 14). Tabernáculos é uma festa de grande alegria. Um tempo para celebrar diante do Pai Celestial por todas as bênçãos recebidas, pelos frutos colhidos. Deus quer que aprendamos a entrar na Sua alegria, pois nós somos salvos e essa salvação é pela graça. Graça, no grego, karis, quer dizer alegria. No hebraico, roni, quer dizer, danças e celebração pela libertação. A Páscoa nos leva a um choro e um pranto: Jesus morreu. Mas, logo em seguida, vem a alegria: Jesus ressuscitou! Vem, também, a alegria de Pentecostes: o poder do Espírito Santo. Em Tabernáculos, celebramos a alegria do retorno do Messias, celebramos a parousia, a certeza de que o Verbo Vivo de Deus, que Se tabernaculou em nosso meio, cumprirá a promessa de que voltará para arrebatar Sua Noiva, a Igreja. Vamos celebrar a Festa dos Tabernáculos com a alegria do Reino e a certeza de que Jesus está voltando. Os sinais do tempo apontam para esta verdade e, por isso, nós, a Igreja, devemos andar de forma irrepreensível, prontos para o grande dia! Hag Sameach! Feliz Festa dos Tabernáculos!       Fonte: Apóstolo Renê Terra Nova  

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As sete espécies de tabern​áculos

Porque o Senhor teu Deus te está introduzindo numa boa terra, terra de ribeiros de águas, de fontes e de nascentes, que brotam nos vales e nos outeiros; terra de trigo e cevada; de vides, figueiras e romeiras; terra de oliveiras, de azeite e de mel, terra em que comerás o pão sem escassez e nada te faltará nela; – Deut. 8:7-9 Na repetição de instruções a Israel, Moisés faz menção da riqueza da terra que Deus lhes havia reservado por herança. Uma terra de montes e vales, fértil, frutífera, apta para receber e sustentar o Povo escolhido. Menciona sete dos principais frutos (dois de grão e cinco de frutos), encontrados na Terra: frutos nutritivos, agradáveis, espécies que também tinham grande importância na economia da região. Por quarto mil anos estes sete frutos tem ocupado lugar de destaque na mesa dos hebreus, assim como nas tradições religiosas e culturais de Israel. Veem igualmente mencionado em quase todos os livros que compõe a Bíblia, particularmente nos poéticos e proféticos. A expressão “sete espécies”, ficou como “rótulo” para descrever os produtos agrícolas de Israel, assim como ela é também conhecida pela expressão: “Terra que emana leite e mel”.  Pela tradição rabínica, eram também os frutos considerados aceites como ofertas no Templo, quando três vezes no ano os peregrinos subiam a Jerusalém para as santas convocações do Eterno. Os produtores que habitavam na região ou mais perto, traziam os produtos frescos, enquanto que os que vinham de longe, traziam os produtos secos e em conserva, que entravam como oferta ao Senhor, mas cujo fim era alimentar os sacerdotes e levitas empregados nos ofícios do Templo. No Israel contemporâneo, podemos ainda reconhecer a sua importância pelas enormes e ricas extensões agrícolas, vinícolas e hortícolas que oferece. Trigo e Cevada: com estes dois grãos se fabrica o pão e farinhas para alimentação base dos israelitas. São produtos cultivados no inverno: a cevada é colhida na Páscoa e o trigo em Shavuot. Figos: são apreciados muito frescos ou secos e fazem parte da doçaria regional. Uvas: de várias qualidades são apreciadas frescas, secas, mas principalmente na produção dos reconhecidos vinhos de Israel. Romãs: comidas frescas ou em suco, são também usadas na produção de vinho, licor ou como um vistoso elemento decorativo. Azeitonas: delas se extrai o azeite para alimentação, mas a sua utilidade tem sido também aplicada no fabrico de medicamentos, sabão, produtos de beleza e higiene, alumiar casas e locais públicos; nos períodos da existência do Tabernáculo e dos Templos, servia para as ofertas, os sacrifícios e para a unção de sacerdotes e reis. Tâmaras: são comidas frescas ou secas e também delas se faz um xarope muito nutritivo e duradouro utilizado na culinária regional, que é chamado de “mel de tâmara”; daí nasceu a referência a Israel ser uma “Terra que emana… mel”. Este fruto é ainda muito importante na alimentação dos dromedários e camelos da região, por constituir uma rica fonte de nutrientes e energia necessárias ao esforço de longas caminhadas. A Festa Bíblica dos Tabernáculos acontece na entrada do Outono, numa estação agrícola em que são colhidos os últimos frutos. É uma estação de muita alegria, gratidão ao Senhor pelas benesses extraídas da terra para alimento, pelo Seu fiel cuidado, mas onde também se fazem fervorosas preces em favor da chuva vindoura (a temporã e a serôdia) muito necessária ao plantio, crescimento e amadurecimento dos produtos da terra. Tradicionalmente, as sete espécies são comidas durante as celebrações Judaicas do “Ano Novo das Árvores”, em Pentecostes e na Festa dos Tabernáculos por serem considerados frutos destacados dos demais e depois de come-los recitam uma benção especial, reconhecendo com gratidão que todo o alimento vem de Deus, o Supremo Provedor. Estas sete espécies, não foram somente significativas e apreciadas no período do Israel bíblico na conquista e estabelecimento na Terra de Canaã, nos períodos dos juízes, dos reis e dos profetas, como no tempo de Jesus e dos Apóstolos. O fato de existirem hoje no Israel moderno, renascido, são um forte sinal profético em como a terra recebeu de volta os seus herdeiros, se renovou e abriu para brotar de novo os mesmos frutos, alimentar e saciar o Povo da Promessa. Em todo o Israel se vê o deserto árido dar lugar a verdes campos, Eretz Israel está sendo transformado num imenso e frutífero pomar, preparando-se para a vinda do Messias, para o estabelecimento do Seu Reino Milenar onde haverá fartura, pois todo esse restaurado pomar, será alimentado pelas águas que saem do Santuário do Templo do Messias, de Jerusalém. Amós :14 diz: “Também trarei do cativeiro o meu povo Israel; e eles reedificarão as cidades assoladas, e nelas habitarão; plantarão vinhas, e beberão o seu vinho; e farão pomares, e lhes comerão o fruto.” Ezequiel 47:12 diz: “E junto do rio, à sua margem, de uma e de outra banda, nascerá toda sorte de árvore que dá fruto para se comer. Não murchará a sua folha, nem faltará o seu fruto. Nos seus meses produzirá novos frutos, porque as suas águas saem do santuário. O seu fruto servirá de alimento e a sua folha de remédio.” Hoje, Israel poder comer destes frutos específicos e milenares é prova conclusiva de que Deus é fiel à Sua Palavra. O movimento profético das nações subindo a Jerusalém de ano em ano vindo celebrar a Festa dos Tabernáculos, confirma o que os profetas firmaram quanto à restauração de Israel e de Jerusalém para os últimos tempos. Nações, alegremo-nos no Senhor Deus de Israel e com gratidão saciemo-nos com os frutos da “Terra que emana leite e mel”, celebrando a nossa restauração a Sião! Joel 2:23-26 diz: "Alegrai-vos, pois, filhos de Sião, e regozijai-vos no Senhor vosso Deus; porque ele vos dá em justa medida a chuva temporã, e faz descer abundante chuva, a temporã e a serôdia, como dantes. E as eiras se encherão de trigo, e os lagares trasbordarão de mosto e de azeite. Assim vos restituirei os anos que foram consumidos pela locusta voadora, a

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A graça de Deus

Efésios 2:8,9; João 1:15-18 A Gloriosa Graça de Deus é maravilhosa, incomparável, concedida livremente as pessoas que creem em Jesus Cristo como Senhor e Salvador. Nós que a recebemos, constatamos quão maravilhosa e incomparável é essa graça. Entretanto, qual é o significado da expressão da  Graça de Deus? A Definição da Graça de Deus na Bíblia e no dicionário é, “favor imerecido” que Ele concede ao homem, é por causa da graça que somos aceitos, que somos salvos.  Graça é um atributo de Deus, um componente do caráter divino, demonstrada por Ele através da bondade para com o ser humano pecador que não merece o Seu favor e nem a sua atenção, mas Ele concede para que todos sejam salvos. Um Deus santo não tem nenhuma obrigação de conceder graça a pecadores, mas Ele assim o faz segundo o Seu amor, é o bem querer da Sua vontade. Ele demonstra graça ao estender Seu favor, Sua misericórdia movido pelo Seu amor para suprir a necessidade do ser humano. Visto que o caráter de Deus é composto de Amor, movido por bondade, Ele espontaneamente se dispõe a conceder Sua graça à humanidade pecadora que não teria nenhuma chance se Ele não os amasse primeiro. A graça de Deus pode ser definida como aquela qualidade intrínseca como essência do seu ser, pela qual Ele, espontaneamente disponibiliza este favor imerecido, amor e misericórdia àqueles que viraram as costas para Ele, mesmo sendo Ele a única esperança de salvação. Nascemos pecadores, separados de Deus, por nós mesmos não conseguiremos nos salvar, não é por boa obra, por sermos bons e fazermos o bem que seremos salvos, pois o pecado nos condenou e nos fez escravos, só podemos ter acesso a Deus por Sua graça revelada em Cristo. A Declaração da Graça de Deus ao longo de toda a Bíblia, se manifestou em dois estágios. No primeiro, Deus revelou Seu amor, Sua bondade e graça para com Israel em particular, embora quem buscasse, teria acesso. No segundo estágio, Deus expressou Sua graça, de forma mais clara, através de Jesus Cristo, o qual veio ao mundo para pagar o preço dos pecados da humanidade mediante Sua morte sacrificial na cruz, agora o Céu se abre para todos, todos tem o direito de se beneficiar desta graça. A graça de Deus proporciona salvação e santificação a todos os que, pela fé, confiam em Jesus Cristo como Salvador e Senhor de suas vidas, a graça é para todos, mas somente os que creem se beneficiam dela. Foi o próprio Deus que, em Sua bondade, tomou a iniciativa de providenciar a salvação para o homem após a queda de Adão no pecado. A graça de Deus se revela à humanidade, mas apenas conhecer a graça não salva, tem que experimentá-la e isso só é possível pela fé. A salvação é um dom gratuito de Deus, concedido a uma pessoa em virtude da graça, por meio da fé, independente de qualquer obra ou mérito da parte da pessoa que o recebe. No momento da salvação, a graça imerecida e a fé dos que creem são dons que procedem diretamente do Senhor àqueles que põem sua fé em Cristo. A graça da salvação, oferecida na atual dispensação, inclui cada aspecto da obra redentora de Deus em favor dos que creem e abrange a redenção, o perdão, a justificação, a regeneração, a santificação, a reconciliação, a vida eterna e a glorificação para aquele que, pela fé, recebeu a Cristo Jesus como único Senhor e Salvador. A palavra dom “dádiva ou dom da graça”, se refere a um favor que alguém recebe gratuitamente, sem merecê-lo. Deus, por intermédio do Espírito Santo, providenciou dons espirituais sobrenaturais com o objetivo de equipar e capacitar cada crente em Cristo para o seu ministério, para o serviço na igreja local e para vencer o mal. Uma vez que Deus é amor, a questão da graça surge. É verdade que o amor é precioso e Deus expressou seu amor por nós, quando enviou Seu Filho Jesus para morrer em nosso lugar, este ato de Deus na nossa direção se revelou como graça. Quando o amor é expresso, torna-se graça. Graça é amor expresso. Se Deus for somente amor, Ele é muito abstrato. Mas agradecemos ao Senhor porque embora o amor seja algo abstrato, com Deus ele é imediatamente transfor­mado em algo concreto. O amor interior é abstrato, mas a graça exterior deu-lhe substância. Por exemplo, você pode ter pena de um indigente, pode amá-lo e ter simpatia por ele. Mas se não lhe der comida e roupa, o máximo que você poderia dizer, é que o ama. Não poderia dizer que você exerceu graça para com ele. Quando lhe der alimento, roupas, orientação, oração, destino pela evangelização, revelando Cristo e também algum dinheiro e opções de mudança de vida, seu amor torna-se graça, este amor se manifestou. A diferença entre amor e graça reside no fato de que o amor é interior e graça é exterior. Amor é principalmente um sentimento interno, enquanto graça é um ato externo. Quando você decide ir além do sentimento e decide amar, este amor é transformado em ação, torna-se graça. Sem o amor, a graça não pode vir à existência. A graça existe porque o amor existe. É evidente que a definição de graça vai além de um ato de amor. A graça envolve perdas, investimento, sacrifício, foi isso que Deus fez ao dar Seu filho! Quando não existe maneira para resolvermos nossos problemas por nós mesmos, quando nossos atos não seriam suficientes para nos salvar e nos livrar do inimigo, é nesta hora que o amor se torna real como graça.   Visto que somos pecadores e não temos como solucioná-los, o amor de Deus é manifestado a nós como graça, como favor imerecido, Ele nos salva não porque merecemos, mas porque Ele nos amou. Somente os que creem e reconhece Jesus como Salvador, que se colocam abaixo dEle tendo-o como cobertura, podem ver e viver o dom da graça. O amor de

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Igreja, a família de Deus – parte 1

Texto: “… Para que saibas como convém andar na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, a coluna e firmeza da verdade.” (I Timóteo 3:15) Verdade Central: Somos uma família. Uma família é composta de pais e filhos. Uma família tem agregados familiares, parentes próximos e distantes. Quando falamos de família, falamos de um todo, tudo pode ser mexido, mas não aceitamos que ninguém mexa em nossa família. Introdução: A Igreja é a família de Deus. Existem dois tipos de família: a biológica e a espiritual. Família Biológica A família biológica possui um legado que é a herança física, a herança genética, que vem impregnada no DNA. Portanto, antes de partir deste Planeta, você precisa deixar uma herança física e material para os seus filhos. Todo homem honrado possui um testamento. Deus dará a você graça de construir um testamento de acordo com o seu julgamento, para cada filho. Todo homem honrado deixa um legado para os seus descendentes. Nossos filhos e netos não terão necessidade de coisa alguma. Não confunda a herança biológica para os seus filhos físicos com a herança dos filhos espirituais. A herança dos filhos físicos pertence a eles e não aos discípulos. Os filhos não podem ser desonrados. Podemos ser abençoadores como plantadores de sementes, mas não temos o direito de tirar a herança dos nossos filhos. Não tire dos filhos físicos para dar aos espirituais, isso é errado. Somos pais biológicos e pais espirituais. E assim como a família biológica é composta de pais, filhos, parentes agregados, de igual modo, na família espiritual, temos pais, filhos, parentes, que precisam de herança espiritual. Os filhos espirituais precisam de orientação espiritual. Não confunda discipulado com maternidade ou paternidade biológica, porque isso jamais acontecerá. Não queira ser pai e mãe daqueles que você não tem direito sobre. O legado primordial de um líder espiritual liberado sobre o filho é a unção. A unção é uma ferramenta quebradora de jugos. A unção prospera o discípulo. Não há um discípulo que tenha recebido a unção e que não tenha prosperado. Todos os que estão debaixo da unção prosperam. Quem se afasta do manto entra em queda livre. O manto é a proteção, a cobertura. Todos os que são pais espirituais e têm filhos espirituais prosperam absurdamente. Você ficará surpreso com o que Deus fará. É o manto da prosperidade. Os pais espirituais possuem obrigações espirituais. Há discípulos que buscam os líderes só para buscar ajuda física. Muitos se tornaram discipuladores de problemas. Cuidado, senão você pode se tornar um pai frustrado, porque os seus filhos não são o que você espera que sejam. Ninguém pode mudar a paternidade física, mas no discipulado é uma cumplicidade. No dia em que você quiser deixar de ser discípulo, você deixa, e, de igual modo, se o discipulador quiser abandonar o discípulo. Há pessoas que decidiram ser ruins. Não importa o que você faça por elas. Elas não querem ajuda. É uma questão de decisão. Há pessoas que, enquanto forem beneficiadas, estarão com você, mas no dia em que você não puder mais supri-las, saem, porque são doentes. Como líderes, aceitamos essa situação quando nossa postura deveria ser outra. São discípulos insaciáveis. O quanto puderem maltratá-lo, por debaixo dos panos, eles farão, porque são doentes. Mas também há discípulos amados como irmãos e amigos, que possuem a mesma linguagem e o mesmo propósito. Caminhe com seus discípulos orientando, dando conselhos, mas não queira ser Deus nem pai biológico. Há decisões que você pode tomar que ajudam, mas outras que atrapalham. A função do discipulador é a de orientar. Todas as pessoas que ministram sobre as suas experiências de fé, na vida de outros, alcançam êxito. Aprenda que para tratamento de caráter não há anestesia, Deus marca as pessoas dessa forma. Somos uma família e temos todos esses agregados diante de nós e precisamos saber como agir em cada situação. O legado espiritual exige mais que o biológico porque devemos viver a vida que Jesus viveu e essa vida deve ser vivida na fé, na essência do que Ele ensinou. Onde viver o legado que Jesus deixou: Em casa. O homem ungido precisa ter 100% a aprovação familiar. Se a sua família o reconhece como tal, então você está bem. Isso é muito importante. O legado espiritual deve ser usado como ferramenta na família. No trabalho. Precisamos levar esse legado para o nosso trabalho. Afinal, somos crentes em qualquer lugar. Na sociedade. Temos que ser educados. A sociedade espera de nós que sejamos educados. Por pior que você esteja, você tem a obrigação de ser educado com todas as pessoas. As pessoas nos medem em todos os lugares. Podemos atrapalhar ou abrir caminhos para os seguidores de Jesus. Você precisa dar bom testemunho. Há pessoas debaixo de sua cobertura. O seu legado com os seus discípulos é distribuir a graça sobre eles. Graça é alegria. Precisamos voltar a ter comunhão com os discípulos, gerarmos relacionamento com eles. Temos que nos fazer presentes. As pessoas querem nos ver. O discipulado que funciona é a resposta na família. Nas devidas proporções para os filhos biológicos e para os filhos espirituais. Não dê mais atenção aos discípulos do que aos filhos biológicos. Cuidado com os que os filhos físicos estão fazendo para chamar a atenção. Se isso ocorre, é porque os pais estão falhando. O teste da obediência prova quem é e quem não é filho. Os verdadeiros filhos têm a consciência da obediência. É uma delícia ter um filho obediente. O resultado do discipulado que funciona é na família. Pague um preço para ver seus discípulos bem, mas pague um preço ainda maior para ver seus filhos físicos bem. Reúna com os seus discípulos semanalmente. Você só conseguirá formar neles o caráter de homem de Deus se você estiver ministrando sobre eles, trazendo-os para perto. Não podemos nos desviar do propósito. Fonte: MIR, Ap. Renê

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Deus amou ao mundo de tal maneira

João 3:16; Romanos 5:8; I João 4:21 Vimos que o próprio Deus é amor e por isso Ele amou ao mundo de tal maneira que deu seu filho por nós. Quando falamos “Deus é amor”, falamos da Sua natureza, e quando falamos Deus amou ao mundo de tal maneira, “falamos da Sua ação”. O próprio Deus é amor; portanto, aquilo que provém dEle deve ser amor. Onde há amor, deve também haver o objeto daquele amor. Após Deus nos mostrar que Ele é amor, imediatamente nos mostra que Ele ama ao mundo. O maior problema que o mundo tem é pensar que Deus sempre nutre más intenções contra o homem. O homem acha que Deus faz exigências severas, e que é rigoroso e mesquinho. Uma vez que o homem tem dúvidas quanto ao amor de Deus, ele também duvida que Deus amou ao mundo. Contudo, uma vez que Deus é amor, Ele ama ao mundo. Se a Sua natureza é amor, Ele não pode portar-se em relação ao homem de nenhum outro modo a não ser em amor. Deus sentir-se-ia desconfortável se não amasse, pois estaria lutando contra sua própria natureza. Isso é um fato! Deus é amor. Ele não pode fazer nada a não ser amar. Deus é amor, e o que se segue espontaneamente é que Deus amou ao mundo, isto é, amou as pessoas de tal forma, que veio por meio de Jesus Cristo para resgatar e livrar o ser humano do pecado que o condena e o destrói. Podemos nos culpar por nossos pecados, por sermos suscetíveis à tentação de Satanás, por sermos enredados pelo pecado. Mas não podemos duvidar do próprio Deus. Você pode responsabilizar-se por cometer um pecado, por ter falhado, por sucumbir à tentação. Contudo, se duvida do coração de Deus para com você, não estará agindo como um cristão, pois duvidar do coração de Deus para conosco é contradizer a revelação do evangelho. Não posso afirmar que jamais fracassaremos nova­mente. Tampouco posso afirmar que não mais pecaremos. Agora não devemos duvidar do amor de Deus para conosco sim­plesmente porque falhamos ou pecamos. Embora possamos pe­car e falhar, Deus não muda Sua atitude para conosco, pois Deus é amor e Ele ama ao mundo. Isso é um fato imutável na Bíblia. Uma coisa é certa: Deus não pode negar a Si mesmo; Ele não pode contradizer-se. Uma vez que fomos afetados pelo pecado e o pecado trouxe ódio, frieza, egoísmo, violência, inveja, rebeldia, orgulho, soberba, rebelião, etc., é absolutamente natural que se não vigiarmos, praticaremos estas coisas naturalmente. Agora uma vez que Deus é amor, alegria, paz, santidade, bondade, perdão, perfeição, misericórdia, justiça, verdade, etc., é absolutamente natural que Deus também pratique estas coisas. Ele não pode mudar Sua própria natureza. E uma vez que a natureza de Deus não pode ser mudada, Sua atitude para conosco não pode ser mudada. Dessa forma vemos que Deus ama ao mundo e quer que todos sejam salvos. Nossa natureza é pecaminosa e naturalmente nos afastamos de Deus, naturalmente pecamos e sofremos muitas consequências disso, mas mesmo sabendo que estamos errando, naturalmente vamos para o lado errado, desde o pecado do Éden, as coisas acontecem assim. O pecado quando entrou no mundo deformou a nossa natureza, nascemos pecadores, o pecado legaliza uma dívida que nos condena e nos torna escravos do maligno, a única solução encontrada por Deus, foi pagar o preço do nosso pecado, Ele pagou a nossa dívida, uma vez que eu aceito o sacrifício de Cristo na Cruz e me entrego a Ele, fico livre. O diabo não poderá mais me cobrar. Para fazer as coisas certas, para buscar a Deus e praticar Sua Palavra é necessário uma tomada de decisão. A expressão do amor de Deus O amor de Deus para conosco tem uma expressão. Romanos 5:8 diz: “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.”   O amor de Deus tem uma expressão. Se amo uma pessoa e simplesmente lhe digo que a amo, esse amor ainda não está completo. A menos que o amor seja expresso, ele não é completo. Não existe amor no mundo que não tenha uma expressão. Se há amor, ele deve ser expresso. Se um amor não é expresso, não pode ser considerado como amor. O amor é muitís­simo prático. Ele não é vão e tampouco um simples assunto verbal. O amor é expresso por meio de ações. Se você põe uma bola sobre uma superfície desnivelada, pode estar certo que algo irá ocorrer; ela terminará por rolar abaixo. O mesmo ocorre com o amor. Você pode estar certo de que terá uma expressão. Já que Deus ama ao mundo, Ele tem de estar preocupado com a necessidade das pessoas. Portanto, Ele deve fazer algo por nós, pois pecamos. Não temos outra escolha senão ir para o inferno, não tem nenhum outro lugar para estarmos senão no lugar de perdição. Mas Deus nos amou, e Ele não estará satisfeito até que nos tenha salvado. Deus nos ama, Ele se aproximou de nós para carregar todos os nossos fardos e remover todos os nossos problemas. Já que Deus nos ama, Ele proveu uma solução ao problema do pecado; Ele proveu a salvação que nós pecado­res precisamos. Por essa razão, a Bíblia mostrou-nos este grandioso fato: O amor de Deus é manifestado na morte de Jesus Cristo na cruz do calvário. Uma vez que somos pecadores e incapazes de salvar a nós mesmos, Cristo veio morrer de modo a solucionar o problema do pecado por nós. Seu amor cumpriu algo substancial, e isso é posto diante de nós. Agora podemos ver Seu amor de uma forma substancial. Seu amor já não é meramente um sentimento. Ele tornou-se um ato totalmente manifestado. Nessa grande questão do amor de Deus, devemos atentar para três coisas: a natureza do Seu amor, a Sua ação e a Sua expressão. Uma vez que o homem tem pecado e uma vez

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Chaves para crescimento e prosperidade

Lucas 21:4; I Reis 17:14; Provérbios 3:8-10 Existem pontos ou lugares na nossa trajetória de vida, tanto na fé como na família, profissional e familiar que precisam ser superadas. Em Tudo tem seu ponto de decisão, de partida, de fidelidade e o ponto de sacrifício. O sucesso da nossa existência está em Deus e se quisermos viver de fato a vida cristã conforme Cristo Jesus nosso Senhor nos ensinou experimentando os seus benefícios, precisamos praticar de forma plena os seus princípios. Existem pessoas que nunca tomam a decisão de entregar suas vidas ao Senhor Jesus e perdem a oportunidade da salvação; Outros nunca saem do primeiro passos na vida cristã, outros vivem a vida cristã de forma superficial, outros sobem para lugares altos indo fundo, mas sempre voltam ao lugar de partida, outros servem a Deus, mas não conseguem fazer nem um sacrifício por Ele, não conseguem pagar nenhum preço pelo Senhor; Por outro lado sempre haverá àqueles  que tomam a decisão, saem do ponto de partida, avançam indo fundo em Deus  vivendo a fé de forma plena e profunda. Praticar os princípios bíblicos Isso envolve Fé,  Fidelidade, generosidade e perseverança. Fe, fidelidade e generosidade aponta principalmente para  Dízimos, ofertas e primícias, disso depende o êxito de uma igreja no seu papel. Existem quatro pontos fundamentais neste que precisam serem superados Decisão; Ponto de partida; Lugar de fidelidade; Lugar de sacrifício Existem pessoas que não sai do ponto da decisão, nunca de fato decidem praticar estes mandamentos mesmo sabendo dos benefícios e das consequências, mesmo sabendo do que isso significa pra Deus e pro Seu reino. Outros começam a praticar, mas não conseguem sair do ponto de partida. Nunca vão além do ponto de partida e de vez em quando falham e tem que recomeçar tudo de novo. Existe um lugar chamado lugar de fidelidade que traz largueza para aquele que descobre este lugar. Precisamos sair do lugar de partida para o lugar de fidelidade. O lugar de fidelidade é um lugar de fartura, de provisão e de conquista. Este lugar pertence a pessoas que decidiram ser fieis até o fim, aconteça o que acontecer, serão fieis, estas pessoas na hora da crise serão sempre supridas por Deus, pois o reino dEle está em primeiro lugar. Existe também o lugar de sacrifício. Temos a mulher viúva que deu tudo o que tinha, aquela mulher fez um sacrifício e Jesus viu, ele estava observando, ele focou aquela mulher, ela foi notada. Esta mulher entrou no mesmo lugar da mulher que quebrou o vaso de alabastro, fala de Abraão que entregou seu único filho, fala de Davi que entregou tudo pela construção do templo… Existem muitas pessoas que por falta de planejamento, voltam para o lugar de partida e acabam sendo roubados nas suas conquistas e ficam com sua fé e fidelidade manchadas diante de Deus. É importante semear para colher, evangelizar para ganhar vidas, consolidar para firmar a fé, discipular para treinar e enviar para multiplicar é assim contribuir com a expansão do reino de Deus na terra! Da mesma forma, se quisermos ter recursos para vivermos os projetos de Deus em abundância, será preciso entrar na arena da fidelidade e não sair de lá, e de tempo em tempo, entrar na arena do sacrifício, pois é lá que as respostas para o extraordinário estão disponíveis, mas só acessam estes recursos quem entram lá. É no lugar de sacrifício que nosso futuro será garantido. O medo nos paralisa e ficamos no lugar de partida, saia deste lugar e nunca mais volte. O lugar de partida não deve ser o lugar de pessoas que professam sua fé em Jesus Cristo, elas precisam ir além disso. Precisamos ser conhecido no céu com filhos fiéis, homens e mulheres de honra, precisamos, e de tempo em tempo, precisamos entrar no lugar de sacrifício, pois disto depende o reino de Deus e também o nosso futuro na questão financeira. Ageu1-2-9 Ap. Eliezer

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O Amor, a Graça e a Misericórdia de Deus

Apocalipse 7:9-12; Salmos 3:8; I João 4:21 Na Bíblia, por várias vezes encontramos a revelação de que a salvação pertence somente ao Deus criador. Isso indica que a salvação não tem origem em nós. Uma vez que o pecado é e foi cometido pelo homem, a lógica seria pensar que o homem por si só buscaria a salvação. Todavia nem sequer o pensamento da nossa salvação proveio de nós; pelo contrário, originou-se em Deus. O pecado nos afastou de Deus gerando em nós um vazio existencial. Por isso desde o início o homem e a mulher buscam respostas para preencher este vazio. Infelizmente a busca pela resposta em um mundo sustentado por um sistema maligno de engano e mentiras, tem levado muitas pessoas em lugares errados, em vez de buscarem no Deus vivo e Eterno, buscam baseados e influenciados nos anseios, necessidades e desejos espirituais, emocionais e carnais e estes, tem levado muitas pessoas para cadeias espirituais que os afastam cada vez mais da presença do Senhor nosso Deus. Embora o ser humano tenha pecado e esteja destinado à perdição, não é sua intenção buscar a salvação. Embora tenha pecado e deva perecer, foi Deus quem começou a pensar em salvá-lo. Portanto, no Velho e no novo Testamento se menciona repetidas vezes que a salvação pertence a Deus. O motivo disso moveu o coração de Deus o desejo de salvar-nos. O homem nunca quis salvar-se. Por que a salvação pertence ao Senhor Deus? Por que Ele está interessado no homem? De um modo genérico, po­demos dizer que é porque Deus é amor. Mas, mais espe­cificamente, é porque Deus nos ama. Se Deus não nos amasse, Ele não precisaria nos salvar. A salvação se cumpriu porque, por um lado, o homem pecou e, por outro, Deus amou e isso gerou um projeto de redenção na nossa direção. A salvação é cumprida e o evangelho é pregado porque, por um lado, Deus amou e, por outro, o homem pecou. O pecado do homem nos mostra a necessidade do homem. O amor de Deus nos mostra a provisão de Deus. Se houver somente a necessidade sem a provisão, nada pode ser feito. Mas se existe a provisão sem a necessida­de, aquela será desperdiçada. A salvação é cumprida e o evangelho é pregado devido aos dois maiores fatos do universo. O primeiro é que o homem pecou e o segundo é que Deus ama. Estes dois fatos são imutáveis. São dois fatos enfatizados na Bíblia. Se você derrubar qualquer uma das extremidades, a salvação se perderá. Não há necessidade de que ambas as extremidades sejam derrubadas. Uma vez que uma delas se vai, não haverá possibilidade de a salvação ser realizada. Deus tem o amor como provisão para sua criação que pecou e perdeu o direito da comunhão com Ele. Por haver estes dois fatos, existe o evangelho e existe a salvação. O amor de Deus A Bíblia nunca deixa de chamar a atenção ao amor de Deus. Devemos considerar três aspectos do amor de Deus. Primeiro, Deus é amor. Segundo, Deus nos ama e terceiro, a expressão do amor de Deus está na morte de Cristo na cruz do calvário. (Romanos 5:8 diz que Deus provou seu amor por nós). Deus é amor Isso está registrado em I João 4:16. Que significa dizer que Deus é amor? Significa que o próprio Deus, Sua natureza e Seu ser, é amor. Se pudéssemos dizer que Deus tem uma substân­cia, então a substância de Deus é amor. A maior revelação da Bíblia é que Deus é amor. Essa é a revelação de que mais necessitamos. Nós temos muitas suposições e teorias sobre Deus. Pondera­mos todo o tempo sobre que tipo de Deus nosso Deus é, que tipo de coração nosso Deus tem, quais as Suas intenções com relação a cada um de nós criados segundo a sua imagem e semelhança. Você pode perguntar a alguém sobre a ideia dele a respeito de Deus, e ele lhe dará o seu conceito e muitos se enganam a respeito de Deus. Todos os ídolos no mundo e todas as imagens feitas pelo homem são produtos da imaginação do homem, ele está sempre tentando analisar e investigar a que Deus se assemelha. A fim de corrigir as diferentes suposições que o homem tem sobre Deus, Ele se mani­festa na luz do evangelho e mostra ao homem que Ele não é um Deus inacessível ou inatingível. Afinal, Deus é o quê? Deus é amor. Ao dizer­mos que Deus é amor, queremos dizer que amor é a natureza de Deus; Ele é amor de dentro para fora. Portanto, não diríamos que Deus é amoroso, usando um adjetivo ou que Deus ama, usando um verbo. Pelo contrário, diríamos que Deus é amor, aplicando o subs­tantivo a Ele e é claro, se Ele é amor, naturalmente Ele vai amar e se apor a tudo que possa destruir àqueles ou àquilo que Ele ama. Exemplo: Ele ama a justiça, a retidão, a bondade, a pureza, a santidade, a humildade, a alegria, a paz, a unidade, o perdão, a fidelidade, a honra, etc. Deus como amor é a maior revelação na Bíblia. Para todo cristão, a maior coisa a saber na Bíblia é que Deus é amor. Para Deus é impossível odiar. Se Deus odiar, não apenas terá um conflito com quem quer que Ele odeie, mas também terá um conflito Consigo mesmo. Se Deus odiasse qualquer um de nós aqui hoje, Ele não teria problema só com essa pessoa; Ele teria problema Consigo mesmo. Como a Sua essência é o amor, tudo aquilo que é contrário àqueles que Ele ama, naturalmente vai odiar. Ele não odeia nenhum daqueles que ele criou, mas odeia o mal que se manifestou nestes que Ele ama. Quando estudamos a Bíblia chegamos à conclusão que Deus ama o pecador, mas odeia o pecado que o domina. Exemplo: Podemos amar uma pessoa, mas odiar àquilo que ela faz de errado e quando alguém ama, cuida, corrige, ensina, disciplina, mostra o

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Aprendendo lições para cumprir o propósito

Lucas 22:31-34,54-62 Precisamos necessário ampliar nosso entendimento e revelação a cerca das  coisas de Deus para errarmos menos e acertarmos mais. No Samos 1 diz que bem feliz é aquele que medita na Palavra de Deus, pois este prosperará. Este texto de Lucas que lemos fala da ultima ceia de Jesus com os discípulos e aqui Ele dava instruções e exortava cada um deles a permanecer firmes diante das circunstâncias. Veja a expressão de Jesus no versículo 31: Simão, Simão, eis que Satanas reclamou para peneirar você. (se reclamou é porque tinha direitos) Simão é aquela pessoa Vacilante e preciptada no agir e no falar. Veja, logo após a morte de Jesus Simão desistiu e voltou ao mar para pescar, e foi necessário o Senhor Jesus ir até lá para reintegra-lo na equipe, no ministério. Eu porem roguei por ti para que tua fé não desfaleça, Jesus intecedeu por ele, intercessão é uma das  característica do sacerdócio de Cristo, (Rm. 8:34; Hb 7:25). Esta intercessão estava relacionado ao futuro de Simão, isso fala dele permanecer firme e perseverante em servir.   Quando te converteres – isto é: Quanto te tornares Pedro, convicto da fé, andando firme no caminho, não sendo mais vacilante; fortalece os teus irmãos. Fortalecer os irmãos significa ser um agente influenciador para que vidas sejam salvas e discipuladas. Isso fala de ser um gerador de fé na vidas dos irmãos – ser um verdadeiro parteiro (a) para que a vida eterna se manifeste, para que haja cura e fortalecimento na vida do outro. O  Messias te chamou para ser um verdadeiro líder discípulo/discipulador, que anda na frente servindo e seguindo, visando a implantação e cescimento  do reino de Deus. Simão se tornou Pedro (pedra) um líder influenciador – Jesus estabeleceu uma palavra profética sobre Simão, veja: Mt. 16:16-18 –  veja o resultado: At 2:14,37,38; 3:6  Existem pessoas que vacilam em servir a Deus, a vida vai passando e elas nunca se firmam, qualquer problema ou circunstâncias, desistem e se afastam, não conseguem ficar firme na fidelidade. Pessoas assim agem e falam sem refletir e acabam dando base para o maligno agir e roubar as promessas de Deus e até reclamar o direito de penerar. Não podemos deixar o diabo roubar na nossa vida ou adquerir direitos de nos atacar. Erros que não podemos cometer: 1. Deixar nosso EU prevalecer – Quando o nosso Eu prevalece somos levados a murmurar, reclamar e pensar que a nossa luta é contra a carne e o sangue; 2. Acompanhar e seguir Jesus de longe. Quando Pedro estava seguindo Jesus de longe, ele o negou, Pedro era verdadeiro e queria mudar, mas não conseguia, sabia o que queria, mas tinhas dúvidas do seu chamado. Seguir Jesus de longe fala de pessoas que não se integram, servem de longe, teem dificuldade para contribuir, não se submetem ao discipulado e não querem compromisso. A salvação vai alem de ir para o céu, fala de uma vida plena aqui na terra que vai continuar na eternidade, fala também de reinar com Cristo, de se assentar-se  em Sua mesa, de estar e se manifestar com Ele em glória. Isso será  resultado de uma vida frutífera em resposta a Palavra de Deus. Isso demanda preço pago, tempo gasto e investido em Deus e Seu reino. 3. Assentar-se no meio dos escarnecedores é outro erro que não podemos cometer.  Cristianismo fala de um novo estilo de vida, fala de mudança de  mente e de atitude, de ser uma nova pessoa, fala de um compromisso com o Messias e Sua Palavra, é a vida de Deus dentro de nós, a vida eterna. Primeiro: Deixar o Eu prevalecer; Segundo: acompanhar Jesus de longe e terceiro: assentar-se com os escarnecedores trazem uma conseguencia terrível que é o ultimo erro dentro deste texto que não podemos cometer que é… 4. Negar a nossa fé. Não podemos negar a nossa fé em Jesus Cristo o nosso Messias. Poderemos não negar com a boca, mas poderemos faze-lo com nossas atitudes. Por isso precisamos levar uma vida que O glorifique, precisamos ser suas testemunhas fieis. Precisamos fazer o que Ele nos mandou fazer; pregar o evangelho, ser e fazer discípulos e, viver de forma digna dEle. Aleluias!   Precisamos ser humildes e dependentes de Deus e uns dos outros… precisamos permitir a ação do Espírito Santo e da Sua Palavra na nossa vida e famíla, precisamos ser discipulados para discipular, ensinados para ensinar, liderados para liderar, honrar para ser honrados, perdoar para ser perdoado… O Senhor Jesus te ama e espera sua resposta a cerca deste amor! Dessa forma satanás não terá argumentos para reclamar o direito de nos peneirar e se ele tentar, o próprio Senhor Jesus nos defenderá com sua intercessão e nos protegerá! Seremos como simão transformado em Pedro, agora em total dependência de Deus, frutífero, conquistador, multiplicador, líder prospero e feliz com toda a sua casa e, alem disso; herdeiro de Deus juntamente com Cristo. Esse é um novo tempo de Deus na sua vida por Cristo Jesus!!! Comente: O plano de Deus em Cristo Jesus vai alem de nos livrar do inferno e das garras do diabo, vai alem de nos levar para o céu. A salvação alcança todos os níveis e áreas da nossa vida. Deus nos chamou para continuar àquilo que Jesus  começou a fazer e nos capacitou com Seu Espírito e conta conosco para que seu reino cresça e domine sobre todo o mal.   Deus abençoe a todos   Pastores Eliezer e Zenita                                                            

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Vivendo uma vida plena, completa e protegida

Salmo 91:1-16 O Salmo 91 é fascinante e extraordinário! No primeiro versículo o salmista faz uma das afirmações mais fortes e confortadoras da Palavra de Deus, Ele diz: Podemos habitar no esconde­rijo do Altíssimo. Nos versos seguintes, ele chega mesmo a dizer que "necessitamos desesperadoramente habitar no esconderijo do Altíssimo". Há nesse salmo uma promessa maravilhosa para nós, é possível habitarmos no esconderijo do Altíssimo e descansarmos à sombra dAquele que tudo pode. Todo mundo sabe que Deus é onipotente, mas esse saber é mental, com o entendimento natural apenas. Na práti­ca, o que vemos é muito medo por parte das pessoas de depen­der de Deus e de crer no Seu poder. E limitamos Deus, impe­dindo-O de usar o Seu grande poder, visto que Ele só se manifesta à medida da nossa fé. Se alguem acha que pode viver plenamente sem Deus, estará muito equivocado! Todos pre­cisamos, desesperadamente da sombra do Onipotente, do es­conderijo do Altíssimo, porque o mundo em que vivemos é um lugar perigoso e no reino espiritual temos muitos inimigos. Toda vez que vou a um enter­ro, penso muito na vida e na morte. Salomão disse que é me­lhor ir a um enterro do que a uma festa. Por quê? Porque lá podemos meditar a respeito da brevidade da vida e da certeza inescapável de todo ser humano, um dia todos iremos morrer e prestaremos contas diante desse Deus Onipotente de tudo o que fizemos. Saiba que esse dia vai demorar muito e se voce crê em Jesus Cristo, quando chegar a hora, voce estará preparado, pois Deus hoje e sempre cuidará de você. Diz o salmista: "Pois ele te livrará do laço do passarinheiro e da peste perniciosa". Quem é o passarinheiro? É o diabo. É ele quem arma arapuca ao nosso redor e quem põe laço para tentar nos prender. Se não bastassem os riscos de doenças, de acidentes e de catástrofes, há o risco espiritual, invisível. Mas o Senhor nos faz uma promessa no verso 10: "Nenhum mal te sucede­rá, praga nenhuma chegará à tua tenda (casa)". Não há proteção a não ser no esconderijo do Altíssimo. Hoje, muitas pessoas vivem amedron­tadas, querendo se proteger dos perigos sociais; por isso não se relacionam, não têm amizades, e alguns quando as têm, olham antes a ficha de bons antecedentes e investigam se o candidato a amigo é de confiança. Outros se fecham com medo dos perigos do acaso. Como fazer para vivermos uma vida plena, completa e protegida? 1. Morando no esconderijo do Altíssimo.  A primeira evidência de que entramos no esconderijo do Altíssimo é o descanso. Na Bíblia há fatos que ilustram o escon­derijo do Altíssimo. O primeiro está em Êxodo 12, quando aconteceu a Páscoa do povo de Israel e a morte dos primogénitos egípcios. O povo de Deus deveria ficar dentro de casa e a maneira de transformar as casas em esconderijos do Altíssimo era apli­cando o sangue do cordeiro pascal nas portas. Hoje, qual é a maneira de habitarmos no esconderijo do Altíssimo? Colocando o sangue do Cordeiro sobre a nossa casa, sobre a nossa vida. É crer e andar debaixo desse descanso, dessa promessa, dessa aliança, que é o sangue de Jesus. Quando colocamos o sangue de Cristo sobre a nossa vida, estaremos no esconderijo do Altíssimo, a vida de Deus passa a nos fazer sombra, e descansamos nela. Você habita no esconderijo do Altíssimo quando é capaz de enxergar além do natural; quando não fica assustado e sai cor­rendo diante da primeira ameaça, pois você sabe que o Altíssimo, está ao seu lado. Muitos não experimentam a proteção de Deus porque não têm fé e, sem fé é impossivel de agradar a Deus, a incredulidade limitam a Deus de agir. Agora, se você crê, então descanse. 2. Confessando e falando a verdade. O segundo princípio para estarmos nesse esconderijo está nos versos 2 e 9 deste salmo 91: "Diz ao Senhor: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em quem confio. Pois disseste: O Senhor é o meu refúgio. Fizeste do Altíssimo a tua morada". Estes versos nos mandam falar, confessar, proclamar, de­clarar, abrir a boca, concordar, não apenas crer lá dentro, silenciosamente. É abrir a boca e falar. O verso 9 diz: "Pois disseste". É preciso falar. Deus não faz as coisas simplesmente porque cre­mos, mas porque cremos e falamos. Não é falar qualquer coisa. O poder está em se falar a Palavra de Deus, pois esta Palavra na nossa boca gera fé credibilizando a resposta. No verso 4 diz: "Co­brir-te-á com as Suas penas, e sob as Suas asas estarás seguro". O texto segue: "A verdade é pavês e escu­do". Pavês era um grande escudo que era levado nas guerras e protegia muitos homens de uma só vez até contra flechas incendiárias. O escudo protegia o peito; o pavês o corpo inteiro. A proteção no salmo em questão é a verdade. Quando você con­fessa a verdade, essa confissão tem poder na sua vida. A verdade tem pelo menos três dimensões. Em primeiro lu­gar, ela é a doutrina, aquilo que está escrito. O segundo aspecto fala de coerência entre o que eu falo e o que eu vivo. Muitos falam e até confessam, mas não vivem. Isso é incoerência e, onde há incoerência, não há verdade e, onde não há verdade, não há proteção. Em terceiro lugar, a verdade é transparência, honesti­dade; é falar de algo que, de fato, você crê. Não apenas ficar repetindo frases de efeito. No versículo 9, lemos: "Pois disseste: O Senhor é o meu refúgio. Fizeste do Altíssimo a tua morada". Não é automático. O Senhor não é morada automática para ninguém; você tem que fazer dEle a sua morada. É porque você declarou e creu na verdade e viveu em linha com ela, que as santas consequênci­as virão: nenhum mal lhe sucederá, as pragas jogadas contra você não chegarão à sua casa, porque os anjos do Senhor estarão ao seu lado e lhe sustentarão em suas mãos; se você tropeçar, não

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