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OVELHAS DO APRISCO DO SENHOR

João 10:1-18 Somos ovelhas do aprisco do Senhor. Essa é a segurança que temos, que nenhum mal nos sucederá. E, como ovelhas, necessitamos caminhar com o Pastor Maior, Jesus, e, aqui na Terra, com um Pastor que nos acompanhe, e nos conduza aonde devemos chegar. Nenhuma ovelha sobrevive sem Pastor. A ovelha é o único animal adestrável que precisa do Pastor em todo o tempo. O boi não precisa, nem o cavalo, muito menos os bodes; mas as ovelhas precisam. Em tudo, a ovelha precisa do Pastor. Feliz a ovelha que tem um Pastor. Líder ou Pastor, essa é a questão; pois qualquer um pode ser líder. Não é difícil se tornar líder hoje com todas as facilidades da comunicação. Cursos de oratória e liderança estão sendo oferecidos no mercado em cada esquina. Ser Pastor é uma função sacerdotal, é uma excelente obra. “Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja.” (I Timóteo 3:1). Se você é um líder no Reino de Deus, precisa ter coração de Pastor, mente de Pastor e caráter de Pastor. Você sabe se está debaixo da cobertura de um líder ou de um Pastor pela forma como você é tratado. O líder manda, o Pastor confronta e apascenta com amor, cuida mostrando o caminho. Todos nós  precisamos de um Pastor para mostrar os nossos erros e nos apascentar de forma a gerar correção na nossa vida. A ovelha, quando apascentada, dá resultado, ou seja, produz, frutifica e multiplica o rebanho. Deus é o Dono, o Senhor de um grande rebanho e Ele está levantando grandes Pastores com vara e cajado na mão para conduzir o Seu povo. Por ser uma função sacerdotal, ser chamado de Pastor tem que ir muito além de um título. Na verdade, só deve ter direito ao título quem funciona como Pastor. E, para funcionar como Pastor, tem que visitar, untar as feridas e acompanhar a ovelha. Em João 10, Jesus disse que Ele é o Bom Pastor, o Bom Pastor que dá a vida pelas ovelhas. Ora, se Ele é Bom, existe pastor que não é bom. E no verso 3, Ele mostra um pastor que não é bom, apesar de se passar por pastor. O que percebemos é que todas as ovelhas têm a mesma natureza, mas não se dá o mesmo com todos os Pastores. O Pastor dá segurança O Pastor é o responsável em gerar segurança na ovelha. Quando temos um Pastor, sentimo-nos seguros, mas nem sempre ter um líder nos transmite segurança. Porque o líder, quando não tem o DNA de pastor, quando faz uma visita, por exemplo, vai à casa para dar uma instrução, uma meta. O líder que tem o DNA de Pastor vai para apascentar as dificuldades que a ovelha está passando. Não há como um Pastor de um grande rebanho se aproximar, de verdade, de todas as ovelhas, mas Deus, o Senhor do rebanho, providencia as estratégias para que todas as Suas ovelhas sejam cuidadas. Hoje multiplicamos o trabalho com outros Pastores (Líderes nas gerações e líderes de células), a quem confiamos o rebanho, aqueles que são como Nahal, a Ovelha Guia, que conduz o rebanho sob a voz do Pastor. Jamais podemos nos esquecer de que apesar da Igreja de Cristo dispor de muitas ferramentas, inclusive da liderança de muitos que nos ajudam, apascentamento quem faz é Pastor. As ferramentas e os instrumentos de um Pastor. Um Pastor tem três ferramentas: Bíblia Oração Jejum Que Pastor poderá sobreviver sem a Bíblia, a Palavra de Deus que dá instrução? Sem a oração, a forma que temos de estar com o nosso Pai Celestial e apresentar tudo a Ele? Sem o jejum, que mata a carne, fortalece o espírito e nos conduz no caminho do êxito? Bíblia, oração e jejum são as ferramentas que trazem sobrevivência para o Pastor. E são as mesmas ferramentas dadas para Apóstolos (Atos 6). Um Pastor tem dois instrumentos de trabalho: Vara Cajado A Bíblia diz no Salmo 23:4: “… a tua vara e o teu cajado me consolam”. O Pastor nunca deve usar esses instrumentos de forma separada, pois as ovelhas só serão consoladas pela vara e pelo cajado, pela unidade do confronto e do apascentamento juntos. Utilizando apenas a vara, a ovelha se torna rebelde, porque ovelha não aguenta apanhar desnecessariamente. Se o Pastor for apenas com o cajado, a ovelha fica manhosa. A ovelha tem que ser apascentada no equilíbrio. A palavra consolo é a mesma encontrada para consolidar. A ovelha só é consolada e consolidada quando há o bom uso da vara e o bom uso do cajado, assim a ovelha se sente importante e amada. A natureza da ovelha A ovelha tem uma natureza única. Ela não tem duas naturezas. Ovelhas não enfrentam o Pastor. Não é da natureza da ovelha enfrentar Pastor, morder Pastor, fugir do rebanho. Quando uma ovelha foge do rebanho é por uma questão de visão. Pelo fato de a ovelha enxergar apenas três metros à frente, sendo que enxerga, nitidamente, apenas um metro e meio à sua frente, quando se afasta do Pastor, perde-se facilmente. Toda ovelha é míope, por isso segue o Pastor pelo faro e pela audição. A única coisa que a ovelha tem muito afinada é a audição e o berro, características fortes. Porém, em tudo, a ovelha é frágil. A ovelha é um animal que requer muitos cuidados, precisa ser olhada e observada 24 horas por dia. O único animal que precisa de cuidado em tempo integral é a ovelha, por isso Deus escolheu a ovelha para ser um sinal do Reino e, por isso, Ele escolheu ser Cordeiro para potencializar este sinal do Seu Reino. Continua… Líder, ore por todos “Lembre-se líder, você foi escolhido para estar Pastoreando e cuidando desse Rebanho que está nesta célula, nos ajudando a pastorear a multidão, então você está Pastor ou uma pastora ou pastores, a unção vem depois quando já vivemos o chamado na prática!” Não é a unção que nos

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A esperança para o Brasil está em Deus

Miqueias 3:5 O nome Miquéias significa: “Quem é como o Senhor?” Ele viveu aproximadamente 735 anos antes de Cristo, trazia uma mensagem a partir de visões que Deus lhe concedeu, que pareciam controversas. É uma mensagem complexa, pois mistura julgamento e esperança. A mensagem carregada de juízo era para a consequência dos males sociais das lideranças corruptas e da idolatria. Por outro lado, o Profeta proclamava não apenas a restauração da nação, mas a exaltação de Israel e de Jerusalém. O profeta Miquéias discerniu a ganância e corrupção dos líderes dizendo a eles; “vocês prometem paz ao que eles dão comida e ameaçam os que não lhes dão dinheiro”. Miquéias confronta líderes religiosos e políticos que lideravam e julgavam para benefício próprio não pensando no povo: no capítulo 3:11 ele disse: “Os seus chefes dão as sentenças por suborno, seus sacerdotes ensinam por interesse e os seus profetas adivinham por dinheiro; e ainda se encostam ao Senhor dizendo: Não está o Senhor no meio de nós? Nenhum mal nos sobrevirá.” Resumidamente, o profeta alerta a todos para que não precisassem sofrer o juízo e a ira de Deus. Miquéias diz que o juízo e a ira viriam se as advertências dele não fossem ouvidas e se a misericórdia e provisão de Deus ao pecado, através da vinda do Messias, fosse rejeitada. Todo povo sofreria! Ele disse aos que conscientemente maquinavam o mal. Miqueias 2,1: “Ai daqueles que ainda no seu leito imaginam a iniquidade e planejam o mal. Ao amanhecer eles o praticam, porque tem poder para isso.” Estes sofreriam a ira do Senhor e os que não se posicionavam corretamente ou eram omissos a tudo isso, sofreriam a disciplina do Senhor, porque Deus corrige a quem ama. Hoje tem muitos cristão omissos e outros que se posicionaram contra princípios e votaram e apoiaram corruptos etc. Estamos vivendo ainda os reflexos assustadores de uma eleição em que percebemos dois pesos e duas medidas, uma eleição injusta onde blindaram uma pessoa com um passado sujo e com princípios comunistas e atacaram o outro que mesmo depois de uma pandemia, colocou o brasil nos trilhos da honra, da justiça e do crescimento, tendo como base: Deus, pátria, família e liberdade, foi uma eleição importantíssima para a nação brasileira e também para todo o mundo! O cenário aqui é bem parecido com o que o profeta Miqueis denuncia e da mesma forma existe uma perspectiva de juízo e também de esperança para a nossa nação. Juízo, porque a injustiça será julgada e de esperança, porque a nossa confiança não está em homens, mas em Deus. No livro de Miquéias Deus deixa bem claro o que Ele realmente espera do povo: Primeiro: honestidade e justiça. Segundo: Amor e perdão. Terceiro: Humildade diante dEle. Nossa missão nestes dias após as eleições e também diariamente em nossas vidas, é nos examinarmos para saber se temos andado segundo o que Deus realmente espera de nós como igreja e como Seus filhos gerados pelo poder do Espírito Santo, como resultado da nossa fé em Jesus. Depois de examinarmos o nosso coração devemos nos colocar em oração para que Deus nos purifique, nos perdoe e, também, tenha misericórdia de todos, para que ninguém coloque Homens ou políticos como respostas às suas necessidades, embora quando estes deixam, Deus os usa para isso! Vamos fortalecer no nosso coração estes versículos em que o profeta relembra que nosso Deus é compassivo, perdoa nossas iniquidades, esquece nossas transgressões e tem prazer na misericórdia; portanto, há esperança para o Brasil! Em Miqueias 7:18 e 19 o profeta orou dizendo: “Quem é semelhante a ti, ó Deus, que perdoas a iniquidade e te esqueces da transgressão do remanescente da tua herança? O Senhor não retém a sua ira para sempre, porque tem prazer na misericórdia. Tornará a ter compaixão de nós; pisará as nossas iniquidades e lançará todos os nossos pecados nas profundezas do mar.” Graças a Deus não dependemos deste presidente eleito ou de qualquer outro para desfrutar desta promessa de restauração, crescimento, prosperidade e da salvação da nossa amada nação brasileira, pois como igreja continuaremos na nossa missão de pregar o evangelho de Cristo, pois este é o poder de Deus para salvação de todos os que crerem, fazendo discípulos enviando-os para a mesma missão! Por isso não deixe de orar, profetizar, trabalhar e de acreditar nas promessas de Deus! Temos o nosso governador Tarcísio que foi eleito, ele é um cristão convicto, ele será poderosamente usado por Deus, precisamos também orar por ele todos os dias, pois terá muitos desafios pela frente. Para encerrar quero falar da palavra pregada domingo passado no culto de manhã, antes do resultado das eleições, não tenho dúvidas de que veio do céu para nos instruir. Vejamos: Erros que não podemos cometer: 1. Deixar o nosso EU prevalecer. Quando o nosso eu prevalece, somos levados a murmurar, reclamar e pensar que a nossa luta é contra a carne e o sangue. Deus e a expansão do Seu Reino precisam estar em primeiro lugar na nossa vida. 2. Acompanhar e seguir Jesus de longe. Quando Pedro estava seguindo Jesus de longe, ele o negou. Seguir Jesus de longe fala de pessoas que não se integram, servem de longe, tem dificuldade para contribuir, não se submetem ao discipulado e não querem compromisso e acabam se esfriando na fé. 3. Assentar-se no meio dos escarnecedores é outro erro que não podemos cometer. Cristianismo fala de um novo estilo de vida, fala de mudança de  mente e de atitude, de ser uma nova pessoa, fala de um compromisso com o Messias e Sua Palavra, é a vida de Deus dentro de nós, a vida eterna. Agora depois das eleições, cuidado para não se juntar com pessoas erradas. 4. Negar a nossa fé. Não podemos negar a nossa fé em Jesus Cristo o nosso Messias. Poderemos não negar com a boca, mas poderemos faze-lo com nossas atitudes. Por isso precisamos levar uma vida que O glorifique, precisamos ser suas testemunhas fieis.

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A verdadeira paz

João 14: 27 Segundo este texto que lemos hoje, Jesus nos dá a verdadeira paz, quando Ele envia o Espírito Santo, o resultado final da sua presença em nossa vida é a profunda e duradoura paz. Diferente da paz mundana, normalmente definida como a ausência de conflitos, a paz de Cristo é uma certeza de segurança em qualquer circunstância; tendo-a, não precisamos temer o presente ou o futuro. Se a sua vida é cheia de preocupações, permita que o Espírito Santo transborde sua vida com a paz de Cristo! Esteja em Jesus e viva em paz, Ele falou em João 16:33: Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo. Jesus aqui resumiu aos seus discípulos tudo o que lhes havia dito naquela noite, Ele reafirmou as recomendações e promessas descritas em João do capítulo 14 ao 16, orientando seus discípulos para terem coragem. Apesar dos conflitos inevitáveis que enfrentariam, não estariam sozinhos. Jesus nunca nos abandona em nossos conflitos. Se nos lembrarmos que a vitória final através da Sua morte e ressurreição já foi ganha, poderemos declarar a paz de Cristo nos tempos mais desagradáveis! Em Jesus andaremos pelo caminho da paz. Em Lucas 1:78,79 lemos: Graças à entranhável misericórdia de nosso Deus, pela qual nos visitará o sol nascente das alturas (Jesus), para alumiar os que jazem nas trevas e na sombra da morte, e dirigir os nossos pés pelo caminho da paz. O cristianismo se distingue de todas as demais religiões, não somente por conferir aos homens aquilo que os corações humanos mais necessitam, a saber ‘a Paz de Deus’, que ultrapassa todo entendimento; mas também abre para nós o único ‘caminho para a Paz que permanecerá para sempre’. Através de Jesus, você tem paz com Deus. Romanos 5:1 nos diz: Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo. Após recebermos a Jesus como nosso Senhor e Salvador, temos paz com Deus, o que é muito diferente de termos sentimentos pacíficos, como a calma e a tranquilidade. Ter paz com Deus significa estar reconciliado com Ele e não existir mais hostilidade entre nós, pois já não há mais nenhum pecado bloqueando nosso relacionamento com Ele. Só é possível ter paz com Deus, porque Jesus pagou o preço por nossos pecados ao morrer na cruz, assumindo a nossa culpa. Viva no Espírito e tenha paz: Em Romanos 8:5,6 nos diz: Quem vive segundo a carne tem a mente voltada para o que a carne deseja; mas quem vive de acordo com o Espírito Santo, tem a mente voltada para o que o Ele deseja. A mentalidade da carne é morte, mas a mentalidade do Espírito é vida e paz. A Bíblia divide as pessoas em duas categorias: aqueles que se deixam controlar por sua natureza pecaminosa e aqueles que seguem o Espírito Santo. Todos nós estaríamos na primeira categoria se Jesus não tivesse nos oferecido um escape. Uma vez que tenhamos respondido sim a Ele, continuaremos a segui-lo porque seu caminho nos traz a vida e a paz. Devemos diariamente preferir conscientemente centralizar nossa vida em Deus, pois nEle está a resposta para as nossas necessidades espirituais, emocionais, físicas, familiares, ministeriais e até financeiras. Quando lemos a Bíblia, descobrimos diretrizes divinas para todas as áreas da vida e para termos sucesso, só precisaremos segui-las. Preste atenção neste conselho: Em cada situação de dúvida perplexidade, pergunte a si mesmo: o que Jesus gostaria que eu fizesse ou o que faria Jesus em meu lugar? Quando o Espírito Santo indicar o que é certo (muitas vezes Ele usa a Palavra), faça-o imediatamente. A paz de Deus, guardará o nosso coração e a nossa mente em Jesus. Em Filipenses 4:6 diz: Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ações de graça, apresentem seus pedidos a Deus. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus. Quando invocamos a Deus, com um coração posto em Cristo e na Sua Palavra, a paz de Deus transborda em nossa alma aflita. Essa paz consiste em uma tranquilidade interior, que o Espírito Santo nos transmite. Envolve uma firme convicção de que Jesus está perto, e que o amor e presença de Deus está ativo em nossa vida continuamente. Quando colocamos diante de Deus, em oração, as nossas inquietações, essa paz ficará como guarda à porta de nosso coração e de nossa mente, para impedir que os cuidados e angústias perturbem-nos a vida e a esperança que temos em Cristo. Se o medo e a ansiedade tentarem retornar, usaremos a oração, a súplica, a confissão da fé e a gratidão, pois isso manifestará a paz de Deus que guardará os nossos corações. Esta comunhão nos levará a sentir segurança e paz, que está em Cristo nosso Senhor. Segundo a Bíblia em 1 Pedro 3:11, devemos ser pacificadores, portadores da Paz, nos apartando sempre do mal, fazendo o bem, buscando, seguindo e refletindo a Paz de Cristo. Frequentemente vemos a paz somente como a ausência de conflitos, pensamos na pacificação como um papel passivo. Mas um pacificador efetivo procura ativamente a paz, construindo boas relações com Deus e com o próximo. O pacificador antecipa os problemas e lida com eles antes de acontecerem. À medida que os conflitos surgem, devem ser discutidos abertamente com Deus e com nossos líderes e assim resolvidos antes que se tornem incontroláveis, não podemos permitir que a ansiedade e o medo nos atrapalhe no cumprimento do propósito da nossa existência nesta terra. Compartilhar: Esta palavra falou com você? Compartilhe Líder ore por todos, ore também pelo propósito da existência da célula nesta casa e na vida dos discípulos, ore também pela casa de paz e pelas duplas desta célula que serão enviadas. Amamos todos vocês! Apóstolos Eliezer

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Confiar e esperar no Senhor

Atenção discípulos IACC: Ministrar nos dias 19,20 e 22/10 Tiago 5:7 a 11 Este texto vem para nos livrar da ansiedade, nos estimulando à paciência. A paciência é um dom divino, que nos auxilia na conquista de todas as promessas de Deus pela fé. A Bíblia diz que a fé é a certeza das coisas que se esperam e esta palavra vem para nos exortar a esperarmos com paciência, porque tudo tem seu tempo determinado debaixo do céu (Ec 3:1). Quando olhamos ao redor vemos muitas pessoas ansiosas, angustiadas por coisas que desejam, oprimidas por uma correria que não as levará a lugar algum.  A Bíblia neste texto de Tiago nos leva a meditar num exemplo tão claro apresentado pela natureza (vs7). Depois que o lavrador lança suas sementes ao solo, já não resta mais nada a fazer, a não ser esperar com paciência, que o Senhor envie chuvas para que a terra produza.  Fica claro que não é a ansiedade ou a necessidade do lavrador, ou qualquer coisa que possa fazer, que trará frutificação a semente, mas sim a providência divina que no “tempo determinado” trará a chuva. Tudo tem um tempo determinado para acontecer. O que você está esperando, desejando e precisando, já está com dia e hora marcada no mundo espiritual para acontecer. Com base neste pensamento, podemos decidir se vamos aguardar com ansiedade e preocupação, ou vamos descansar em Deus deixando que Ele trabalhe por nós. Muitas pessoas tomadas pela ansiedade vivem em constante stress, ficam enfermas, perdem qualidade de vida, pois, se esquecem que há no céu um Pai Amoroso, que nos provê de tudo que precisamos, principalmente quando cremos no Seu amor e poder. Sermos pacientes é uma demonstração de confiança em Deus, de saúde espiritual decorrente de sabermos quem é Deus. O Pai Celeste é alguém bom e generoso, que não tem prazer em que nós como filhos espirituais tenhamos necessidade de coisa alguma, como está escrito em MT 7:11 “Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhe pedirem?” Por isso Tiago diz no versículo 8, “Fortalecei os vossos corações”, pois aqueles que conhecem à Deus, sabem que Ele nunca nos desampara ou nega o que precisamos. Quando nos fortalecemos em sua Palavra, conhecemos mais a Deus e depositamos toda nossa expectativa Nele, sendo assim livres das preocupações e da ansiedade. Este texto da Palavra de Deus que lemos hoje diz para não nos queixarmos uns dos outros. Por vezes isto acontece quando tiramos nossa esperança do Senhor e a projetamos em pessoas e coisas que não podem nos suprir. O rei Davi diz no Salmo 121:1 e 2 “Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor que fez o céu e a Terra.” Outra exortação é de que olhemos para a vida dos profetas que pregando a Palavra de Deus foram feridos e injustiçados, mas não perderam sua fé, ao contrário venceram pela perseverança. Jó depois de sofrer bastante perdendo quase tudo que possuía, não perdeu a sua fé e amor a Deus e esperando com paciência que sua prova terminasse, foi restaurado completamente sendo mais feliz e próspero do que antes. Hoje Deus quer falar ao coração dos que estão abatidos, angustiados e sofrendo, que Ele, o nosso Deus é cheio de compaixão e misericórdia e não está alheio aos seus problemas ou as suas dores, mas na aparente demora para tirá-lo da angústia, Ele quer ensiná-lo a crer, agradecer e louvar mesmo em meio a dificuldade e quer levá-lo a viver a vontade perfeita, boa e agradável Dele para você. Este foi o exemplo de Jesus na trajetória para a cruz, não desistiu, não murmurou antes se apegou a Deus com amor para nos salvar. Compartilhar: O que esta palavra falou ao seu coração…? Amamos vocês, Aps. Eliezer e Zenita

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Elementos essenciais para ser igreja

Atenção discípulos IACC: Ministrar nos dias 13,14 e 16/10 Atos 2: 46 e 47 Hoje estamos aqui reunidos nesta célula como Igreja de Cristo, porque um dia fomos comissionados e capacitados por Ele mesmo para isso. Esta reunião não é de amigos que toda a semana sentem saudade um do outro e então querem se rever (líder, descontraia dizendo que embora não seja para isso que se reúnem, você sentiu saudades deles). Essa reunião não é um encontro inventado pela igreja para entreter seus discípulos. Essa reunião não é uma reunião apenas de oração para que Deus atenda nossos anseios (embora aqui oramos e Deus atenda). Esta reunião representa o cumprir o comissionamento de Jesus para aqueles que entenderam que a igreja dEle seria manifesta aqui na Terra por meio de nós, ou melhor ainda, que entenderam que nós somos a Sua Igreja. Eu não apenas vou a igreja de Cristo. Eu sou a Igreja de Cristo que se reúne fisicamente para dar culto a Deus em um templo físico que também chamamos de igreja. Hoje aqui somos a Igreja reunida em uma casa. Muitos cristãos negligenciam a doutrina da igreja, por erroneamente achar que a Igreja de Cristo é o resultado de dois ou mais estarem reunidos em uma sala, ou quarto, ou em um carro em seu nome. Existem hoje até alguns pregadores que conduzem seus rebanhos “online”. Desde a reforma, os cristãos protestantes das mais diversas denominações têm concordado unanimemente que a Igreja exige alguns elementos essenciais: a pregação correta da Palavra de Deus, o batismo e a ceia do Senhor. Para pregar o evangelho da salvação e Fazer discípulos com êxito e permanecer firmes e inabaláveis, precisamos viver estes três elementos. Estes 3 elementos revelam que primeiramente devemos como Igreja viver sujeitos à verdade e autoridade da palavra de Deus que é a bíblia sagrada, com o objetivo de sermos ensinados, treinados, repreendidos e corrigidos. Em II Timóteo 3:16-17 diz: “Toda escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para correção, para a educação, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e habilitado para toda a boa obra.” . A mensagem da Igreja de Cristo deve ser a palavra de Deus e não filosofias e ideias humanas. O batismo e a ceia enfatizam a necessidade de a igreja estar firmada sobre o Evangelho de Jesus Cristo. Ambas as ordenanças são meios do cristão vivenciar e lembrar quem somos por meio da fé na morte e ressurreição de Jesus por nós. A ceia e o batismo distinguem quem é e quem não é parte do povo de Deus. Quem é e quem não é igreja. O batismo é o ponto de entrada para a Igreja. Simboliza a morte do cristão para o pecado, a ressurreição com Jesus para uma nova vida e a entrada na família de Deus, como discípulo e não apenas um seguidor. Em Mateus 28:19 Jesus ordenou: “Ide e fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do filho e do Espírito Santo…”. A ceia do Senhor, como ensina a bíblia, deve ser repetida muitas vezes durante toda nossa vida cristã, até que Jesus volte. Jesus ensina seus discípulos que ao partirem o pão e beberem o cálice em lembrança de seu corpo partido e seu sangue derramado na sua morte na cruz, proclamam juntos que esta morte é a nossa fonte de Salvação. Na ceia dizemos ao mundo físico e espiritual: “Ainda estamos aqui, prosseguindo em fé, conectados, amando e servindo uns aos outros e a Jesus, porque Ele morreu e ressuscitou por nós e nos tornou filhos de Deus!” O novo testamento está cheio de instruções práticas sobre a organização da igreja. Como por exemplo que as lideranças eclesiásticas devem governar bem sua própria casa, praticar e ensinar a sã doutrina, que os cristãos devem amar, servir, honrar uns aos outros e orar uns pelos outros, honrar e obedecer a seus líderes na igreja local, e aceitarem a disciplina e instrução da comunidade segundo os princípios pautados na Bíblia. Sabemos que estar em uma célula como esta, além de edificante é delicioso, mas precisamos, como Igreja de Cristo entender que todo o poder, toda a autoridade, todas as promessas, e o prevalecer contra as portas do inferno são para a Sua Igreja como corpo, que Ele chama de noiva, de família e de Seu próprio corpo. Como posso afirmar que conheço e amo a Jesus, se apesar disso sou indiferente para com Sua noiva, Sua família ou Seu próprio corpo? Como posso dizer que amo a Jesus, mas odeio sua noiva (igreja), a quem Ele ama e cuida? Como posso dizer que amo Jesus se não faço questão de estar com Sua família? Como posso dizer que amo a Jesus, se acho Seu corpo desprezível? Ficam aqui estas perguntas para nos examinarmos, refletirmos e passarmos a viver com Jesus da forma como Ele mesmo nos orientou, para que também possamos desfrutar de todas as bênçãos exclusivas preparadas para quem assim vive! No próximo dia 04 de junho realizaremos um batismo na nossa amada igreja El Shaddai. Se você ainda não desceu as águas, não perca essa oportunidade maravilhosa. Pratica: compartilhe sobre o que esta palavra acrescentou ou renovou na sua vida. Atenção: Próximo domingo será a Santa Ceia do Senhor. Obs. Quais são os discípulos aqui que ainda não se batizaram e quais ainda não foram no Encontro com Deus? Líder pegue o nome e repasse para a secretaria da igreja na pessoa da pastora Vanessa. Quem aqui ainda não está integrado numa equipe de doze para ser um Timóteo e futuro líder de célula? Chegou a hora de se integrar! Amamos vocês, Aps. Eliezer e Zenita

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Não tire os olhos do propósito

Lucas 24:13 e 35 A história dos dois discípulos a caminho de Emaús é uma das últimas narrativas do evangelho de Lucas. O contexto da história todos nós sabemos, Jesus havia sido crucificado na sexta-feira e já havia se passado 3 dias desde sua morte. Ele então ressuscita e antes de falar com seus doze, vai ao encontro daqueles dois homens, discípulos da segunda geração que estavam desistidos voltando para a velha vida. Jesus enquanto caminhavam, os questiona sobre o que estavam discutindo e percebe que eles estavam tristes e decepcionados. Ao olhar esses dois homens podemos ver em cada um de nós, momentos em que também eventualmente desanimamos, entristecemos e até pensamos em desistir, seja pela perda de uma pessoa querida, uma situação de luta que persiste mais do que gostaríamos ou uma necessidade de cura que insiste em não ir embora desafiando a nossa fé, fidelidade e perseverança. Aqueles dois homens depositaram suas esperanças em algo que Jesus não veio fazer. Em algo que Jesus não tinha prometido. Achavam que Ele iria libertar a nação judaica da sujeição de Roma e quando Jesus morreu, a esperança deles foi abalada, mas quando Jesus ressuscitou, tudo mudou. Jesus tinha algo profundamente maior e melhor para eles, o perdão dos pecados e a vida eterna, mas eles estavam com seus olhos voltados para algo passageiro e efêmero, baseando a fé deles apenas no visível. Na maioria das vezes nossa decepção vem porque os nossos olhos estão postos no lugar errado. Estamos olhando para dentro, para nossa dor, para nossa falta, para as nossas limitações, para aquilo que não conquistamos, para o nosso “eu”. Outras vezes nossos olhos estão no pastor, no líder, no pai, no amigo, no cônjuge, no outro que não nos socorreu, não nos atendeu, não nos supriu ou valorizou, ou seja, nas expectativas em relação ao outro que não foram atendidas. Em ambos os casos, nosso olhar está no lugar errado. Percebam esses dois discípulos no caminho de Emaús, Jesus estava com Eles. O problema ali não era o local, ou o pregador (o próprio Jesus), mas a incredulidade, a dor e a decepção distorceram a visão a ponto de cegá-los. Essa passagem é um alerta para nós. Quando a dor se transforma em ressentimento e amargura ela se torna um pecado. Sendo um pecado podemos fazer uma analogia:  a dor pode funcionar como um fermento, não importa a quantidade, pois uma pequena porção pode ser suficiente para comprometer nossa comunhão com Deus e com as pessoas. O fermento não precisa ser muito, só precisa de tempo para fazer efeito. Só quando Jesus partiu o pão é que os olhos deles foram abertos. Eles lembraram dos momentos que presenciaram onde Jesus ceava e partia o pão com eles. Qual a revelação contida nesse trecho? Primeiro: Jesus é verdadeiro e sempre cumpre o que promete, Ele ressuscitou e voltou. Segundo: a comunhão com Jesus no partir do pão trouxe cura e ativou a esperança! Salmo 32: 3 a 5 mostra a libertação do rei Davi: “Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia. Porque a tua mão pesava dia e noite sobre mim, e o meu vigor se tornou em sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado e a minha iniquidade não mais ocultei. Disse: confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a iniquidade do meu pecado.” Não devemos ocultar nossas dores, pois se contaminam nosso coração, podem também nos cegar e então nos fazer tropeçar e desviar do propósito.  Esses dois homens só tiveram a oportunidade de mudar de rota e de reconhecer a Jesus porque tiveram 3 atitudes: 1ª – Convidaram Jesus para entrar na casa deles; 2ª – Deixaram Ele assumir a posição de anfitrião e celebrar a ceia; 3ª – Voltaram para Jerusalém correndo, ou seja, voltaram para a comunhão e o propósito.  Precisamos convidar Jesus para entrar, precisamos entregar o comando para Ele.  Precisamos uns dos outros e da diversidade que existe na comunidade (nossa Igreja) para ajudar-nos mutuamente a permanecer no caminho e aprendermos o que significa ser como Jesus.  Nessa noite lance sobre Jesus toda dor, decepção ou ressentimento em Cristo, abra seu coração, libere e receba o perdão que está disponível para cada um de nós na Cruz do Calvário e seja livre para manter a paz com todos, pois só assim teremos comunhão com nosso Deus (Hb 12:14). Para aqueles que estão enviados para a missão CASA DE PAZ, vocês estão levando Jesus para a casa deles, vocês representa a atmosfera do Céu entrando na casa destas pessoas que em breve serão nossos discípulos, ali na casa deles haverá comunhão, cura, salvação e esperança. Pratica: Faça o apelo e na sequencia coloque um louvor de cura, adoração e faça uns minutos e oração para que todos tenham um momento de comunhão com Deus, confessando pecados, pedindo perdão e perdoando e também repensando sua vida com deus e chamado. No final ore por todos, pelas casas de paz, por visitantes na próxima semana, pela cadeira vazia, pelo culto do amigo no primeiro domingo de novembro. Deus os abençoe! Aps. Eliezer e Zenita

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O Evangelho da Salvação

Efésios 1:13,14 Domingo passado a Palavra ministrada no culto falou que todos os salvos em Cristo devem buscar crescer na salvação, pois se um cristão não se emociona diante de Deus para crescer na sua jornada da fé e não é tocado pela PALAVRA, não é desafiado a crescer e frutificar, é porque parou de crescer ou não nasceu de novo, deve ter algum problema na sua vida espiritual, pois por maior que seja a batalha, uma pessoa salva com uma experiência de novo nascimento, não recua no propósito. Agora, se você nasceu de novo, a evidência é que começa a usar a linguagem do Reino e ter sede da Palavra; é inadmissível alguém que experimentou dessa salvação ignorar o alimento que molda caráter e transforma o comportamento.  Nós somos de Deus e o inimigo não pode nos tocar. Em 1 João 4:4-6 diz: “Filhinhos, vós sois de Deus e tendes vencido os falsos profetas, porque maior é Aquele que está em vós do que aquele que está no mundo. Eles são mundanos; por isso falam como quem pertence ao mundo, e o mundo os compreende. Nós somos de Deus; quem conhece a Deus nos ouve; quem não é de Deus não nos entende. É assim que reconhecemos o Espírito da Verdade e o espírito do erro.” Somos nascidos de Deus! O inimigo não nos toca! A promessa é que o inimigo não nos toca, quando não deixamos brechas abertas. Em 1 Tessalonicenses 5:22 diz: “Abstende-vos de toda a aparência do mal.” Às vezes, nos associamos a pessoas e coisas que catalisam maldições para as nossas geografias e ficamos com o testemunho comprometido. Há um adágio popular de sabedoria dos homens que diz: “Me diga com quem você anda que eu direi quem você é! Ou seja, as más companhias e conversas tolas corrompem o bom costume. Em 1 Coríntios 15:33,34 nos diz: “Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes. Vigiai justamente e não pequeis; porque alguns ainda (na igreja) não têm o conhecimento de Deus; digo-o para isso para nossa vergonha.”   Quando somos salvos temos prazer em tramitar em ambientes de salvos. Aqueles que creem estão juntos e têm tudo em comum. Precisamos nos ambientar, nos sentir e nos deixar ser pertencentes para que a vida de Cristo Jesus orne nosso caráter. Por isso é fundamental estar integrado na igreja atuando em alguma rede de apoio, presentes nos cultos, nas células, discipulado, Encontros e congressos, não importa a rede, se é de louvor, obreiros, crianças, dança etc., quando não estiver atuando, deve estar cultuando para que cada um seja alimentado, edificado e fortalecido. Se não é minha escala, então é dia para cultuar ao Senhor com todas as minhas forças, pois preciso crescer na minha salvação para quando reproduzir, ser legítimo. Um homem e uma mulher transformados pelo Espírito Santo, não são pessoas comuns que trafegam no natural, mas pessoas de Deus que tramitam no sobrenatural. Homens e mulheres com o caráter dos filhos dos homens não têm prazer na lei do Senhor, mas uma pessoa nascida de novo, o seu prazer está nas coisas de Deus e nos ambientes onde Deus opera. Assim como a velha natureza nos atrai para o pecado, a nova natureza nos encaminha para Deus, para uma vida plena nEle, sendo portadores de uma vida em abundância que começa dentro e reflete fora. Uma pessoa salva em Cristo Jesus não tem prazer em geografias onde a presença do Senhor não governa o ambiente. Eu tenho prazer de estar nos cultos e nas reuniões da minha célula, pois nasci de novo e preciso crescer na minha salvação, pois se vacilar, aos poucos vou me afastando e perdendo o prazer em Deus, seu eu me alimentar de ambientes contrários a Deus, posso me esfriar na fé e morrer espiritualmente, perdendo assim a minha salvação. Em Salmos 1:1,2 diz: “Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite.” Se a nossa inclinação na direção de Deus não é essa do Salmos 1, então estamos vivendo uma vida natural, sem crescimento no conhecimento do Senhor e neste caso, não teremos prazer em reproduzir Seu amor e não nos importaremos com as vidas que estão se perdendo, e muito menos, com o Reino de Deus representado pela igreja. Aqueles que nasceram de novo pelo poder do Espírito de Santo, tem sede e fome de Deus e uma vez alimentados procuram alimentar outros com o mesmo amor e dedicação. Sei que estou diante de discípulos com este caráter, que se esforçam para corresponder ao chamado de Jesus para ganhar, consolidar, discipular e enviar, estou diante de discípulos que estão crescendo e prosperando na terra! Próximo sábado as 19:30 teremos o culto de líderes e discípulos comprometidos com a causa do Messias Jesus, que estão respondendo ao envio do Mestre para encontrar os filhos da paz! Neste daremos orientações, tiraremos dúvidas e treinamentos para os casais e duplas que serão enviados para as casas da paz, um projeto lindo de resgate de famílias inteiras, de pessoas abertas para o Evangelho de Cristo, o evangelho da salvação. Te vejo lá! Apóstolos Eliezer e Zenita. Compartilhar: Quais foram seus ganhos na Palavra de domingo aliada a essa ministração? Líder, ore por todos! Amamos a usa vida Apóstolos Eliezer e Zenita

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O Caminho do amor

João 15: 9 a 14 Através destes versículos Jesus nos ensina um caminho, ou melhor, o caminho para que possamos viver uma vida com alegria completa: O caminho do AMOR. Existem muitas pessoas no mundo vivendo uma vida triste, sem paz, “sem colorido”, angustiadas, desanimadas, exatamente ao contrário do projeto de vida que Deus tem no Seu coração para todas as pessoas da terra. Jesus fala nestes versículos sobre alegria completa. No dicionário a definição de alegria é satisfação, portanto, Deus quer nos ensinar o caminho para termos uma vida que nos satisfaça em todas as áreas. Algumas pessoas são felizes no casamento, mas tem sérios problemas financeiros que acabam até por abalar esta relação. Outros têm muito dinheiro, mas um casamento infeliz e acabam fazendo uso do dinheiro para “comprar” a felicidade, tentando através do dinheiro suprir esta insatisfação. Mesmo aqueles que são cristãos, se quebrarem os princípios de Deus para o casamento, finanças etc., passaram também por dificuldades nas áreas em questão, mas uma vez praticando estes princípios, a benção de Deus se manifestará. Hoje é o dia de Deus mudar a sua vida para melhor em nome do Senhor Jesus! Outros têm dinheiro, uma boa família, mas não têm saúde para usufruir delas. Portanto, Deus quer hoje nos ensinar a receita para a conquista desta satisfação, capaz de permear todas as áreas da vida do ser humano; a conquista da alegria completa. Resumidamente, Jesus ensina que como o Pai o amou, Ele nos ama e da mesma forma nós precisamos amar aos nossos semelhantes. Tudo isto parece muito simples, porém esta capacidade que Deus tem de amar Jesus e que Jesus tem de nos amar neste amor pautado no Pai, não existe no homem natural (que não teve uma experiência com Jesus), para amar o seu próximo. Esta incapacidade do homem de amar leva-o a julgar, a murmurar, a trair, a roubar, a mentir, a invejar, a cobiçar e até a matar um ao outro. Só conseguiremos amar o próximo verdadeiramente, se estivermos pautados no amor de Jesus em nós e por nós. Essas consequências do desamor geram: 1. Enfermidades (as mágoas, rancores e iras causam doenças.) A própria medicina e ciência têm constatado isso.  2. Pobreza, ruína financeira (Em Provérbios 5, Deus mostra que o adultério gera ruína financeira, cada pecado não arrependido e renunciado trará consequências de acordo com a brecha e área atingida). 3. Quebra de alianças (casamentos, pais e filhos). Quem disser que é capaz de amar sem a essência do amor, que é Jesus, em seu coração, é mentiroso. Você pode então dizer: “Não é verdade, eu amo meu marido, eu amo meu pai, minha mãe, eu amo meu filho!” Porém, Deus está falando de um amor abrangente, acima dos laços familiares e de um amor incondicional, que é capaz de amar o que nos feriu, o que nos traiu ou roubou (leia I Coríntios 13: 1 a 8). Podemos ouvir no mundo e até no reino de Deus declarações como estas: – “Eu amava minha esposa, mas não dava mais pra viver com ela. Incompatibilidade de gênios”. – “Eu amo meu marido, mas tenho um amante, porque meu marido não é carinhoso”. – “Eu amava minha família, mas os matei em uma discussão, fiquei muito nervoso, perdi o controle”. – “Eu te amo, mas se você não mudar ou se não fizer o que eu quero, vou embora”. – “Meus Apóstolos, meus pastores, meus líderes, eu amo vocês, mas estou indo embora. Todos nós sabemos que isto não é o verdadeiro amor, pois este impõem condições para amar e ser fiel! O homem natural, sem Deus, não sabe o que é amor. O ser humano só poderá conhecer o verdadeiro amor, o atributo do Espírito Santo de Deus, se receber o próprio Espírito Santo em seu coração. como está em Romanos 5:5. A bíblia nos ensina que para recebermos o Espírito Santo devemos receber o Filho de Deus, Jesus), em nosso coração. Quando recebemos Jesus (Apocalipse 3:20) em nosso coração, recebemos uma nova natureza. A natureza espiritual, pelo Espírito Santo que nos ensinará todas as coisas e nos fará lembrar tudo o que Jesus nos ensinou (João 14:26). Ele nos ensinará inclusive a como amar a Deus. Em João 14:21 a 23 Jesus disse: “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama e se alguém me ama guardará minha palavra”… Muitos declaram que amam a Deus, mas não conhecem a palavra de Deus e não tem nenhum relacionamento com Ele. Outros declaram que amam a Deus, conhecem Sua Palavra, mas não a praticam nem tão pouco a obedecem. Preferem viver segundo seus próprios conceitos e valores. Hoje em nossa igreja IACC, entendemos que amar a Deus é muito mais que uma declaração emocionada, é um modo de viver. Amá-lo é viver para Ele, colocando-O em primeiro lugar, acima do trabalho, da família, de nossos conceitos e valores. Amá-Lo é amar ao próximo, é cuidar de alguém, dedicar o tempo de nossas vidas para cumprir a grande comissão de fazer discípulos de todas as nações, é renunciar a nossa vontade para fazer a dEle; é suportar provas e dificuldades, é imitar o amor de Jesus. Há uma grande alegria de sermos usados por Deus. Em Lucas 10:17 diz: “Então, regressaram os setenta (discípulos), possuídos de alegria, dizendo: Senhor, os próprios demônios se nos submetem pelo teu nome!” Temos muitos motivos para dizer “sim” ao chamado de Deus. O primeiro deles é honrarmos ao Senhor, obedecendo-o movidos por amor, gratidão, honra, fidelidade e fé.  A alegria da conquista vale o preço do desafio. Quando você serve pelo prazer de servir, sua vida tem um poder sobrenatural. A alegria do Senhor é a nossa força. Quando anunciamos o evangelho, infligimos uma derrota ao império das trevas. Estamos no projeto de enviarmos 35 duplas no mínimo, para encontrarem as casas de paz ou irem àquelas que já se abriram para recebe-los! O privilégio desta hora é tremendo!

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O Evangelho da Salvação é para todos

Atos 13:2 e 3 Hoje vamos falar de um dos homens mais importantes na história do Cristianismo, o apóstolo Paulo. A bíblia mostra que Paulo, era anteriormente chamado de Saulo, ou seja, nas primeiras passagens bíblicas a seu respeito, ele aparece com o nome de Saulo e alguns capítulos depois, sem nenhuma explicação ou detalhamento passa a ser chamado de Paulo. A maioria de nós conhece a história de Saulo, um judeu que era perseguidor de cristãos imbuído da missão de matá-los com autorização em mãos dos religiosos da época, e que um dia, quando teve tem um encontro com Jesus, fica cego por 3 dias e depois disso é curado, se converte, muda de nome e passa a ser o maior pregador do Evangelho de Jesus Cristo. Muitos de nós certamente associamos o nome Saulo ao tempo de maldade e pecado de Paulo, antes de sua conversão. Na verdade, isso não é o que aconteceu. Mesmo depois de ter tido seu encontro com Jesus e sua vida transformada a ponto de passar de perseguidor de cristãos ao mais apaixonado pregador e defensor das verdades cristãs, ele ainda é chamado de Saulo na palavra de Deus. No texto que lemos de  Atos, o Apóstolo Paulo estava sendo enviado pelo Espírito Santo para a sua primeira viagem missionária como pregador e propagador das boas novas da salvação, ele ainda era chamado de Saulo: “E servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: Separai-me agora Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado. Então, jejuando e orando e impondo as mãos sobre eles os enviaram.” Apenas alguns versículos adiante, em Atos 13:9, aonde Saulo e Barnabé já haviam desembarcado em seu destino missionário é que em um único versículo, sem grandes explicações, a bíblia diz o seguinte: “Todavia Saulo, também chamado PAULO, cheio do Espírito Santo, fixando os olhos nele, disse…”. Na verdade Saulo não recebeu um novo nome. A bíblia mostra que ele tinha dois nomes diferentes, fato muito comum naquela época para um judeu que tinha cidadania romana, como era o caso de Paulo. Saulo era um nome hebraico e apenas quando começa sua viagem missionária para evangelizar os gentios ele adota o nome romano de Paulo. A mudança de nome, ou passar a adotar o nome Paulo então era uma medida estratégica, cheia de sabedoria para alcançar os gentios, para poder circular no meio deles, tocá-los com a mensagem do Evangelho mais facilmente e naturalmente. Refletindo sobre tudo isso, podemos entender que o fato de Saulo ter seu nome mudado para Paulo, revela que devemos fazer de tudo o que for possível, desde que seja legal, para pregar o evangelho, existe um enorme poder numa estratégia para alcançar a todos. Ele se fazia de fraco para ganhar os fracos, se fazia de sábio para os sábios, de forte para os fortes e até se fazia de tolo para ganha-los para Jesus. Ele era judeu e tinha cidadania romana, então ele utilizava de tudo o que dispunha, ele se apresentava como Romano para os romanos e de Judeus para ganhar os judeus. Ele tinha formação judaica, formado na escola rabínica com o Fariseu Gamaliel (faculdade religiosa da época). Ele usava esta formação para evangelizar os reis, os governadores e nobres de sua época, e quando estava com pessoas simples, ele se apresentava como tal, falando na linguagem simples daquelas pessoas. Muitos cristãos hoje pelo mundo afora, querem pregar o evangelho de Jesus com arrogância, violência, “invadindo” territórios, zombando das crenças e tradições de alguns, ao invés de aproximarem-se discretamente, com sabedoria e estratégias espirituais. O Apóstolo Paulo teve muito êxito na edificação da Igreja de Cristo, evangelizando os gentios e os judeus, ganhando e formando discípulos. Embora ele tivesse a verdade absoluta acerca da salvação e libertação, não se portava como tal, como muitos cristãos se portam hoje, e sim como o mensageiro da Verdade que salva e liberta!  “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (João 8:32). O mundo que já está em trevas não precisa de pregadores que lançam mais culpa e condenação sobre ele. O mundo precisa de pregadores das boas novas da salvação e libertação.  A igreja no engano se isola do mundo, se fecha nela, não transita no meio dos “pecadores”, sem entender que estar no meio deles NÃO significa viver igual, aprovar as coisas erradas, não, mas transitar como luz que não julga e nem condena, mas revela o amor de Cristo por um estilo de vida diferente, com uma linguem que edifica e constrói esperança nos corações. A igreja de Cristo que somos nós, precisa aprender a pregar não por persuasão de palavras e discussões intermináveis, e sim por demonstração de poder do Espírito, como disse o apóstolo Paulo em 1 Coríntios 2:4 “Minha mensagem e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria (comum), mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana, e sim no poder de Deus.” Jesus, O Cabeça da Igreja se humilhou, andou com os pecadores, pregou o amor e o perdão incondicional. Hoje nós só estamos aqui porque alguém com habilidade e sabedoria, conduzido pelo Espírito Santo de Deus, falou para nós deste amor, veio até nós, não com pedras nas mãos para nos condenar e sim para anunciar que há um Caminho, uma Verdade e uma Vida, JESUS, que nos levaria onde todo homem e mulher quer chegar, aos braços do PAI Celestial! Hoje a igreja precisa voltar ao princípio de tudo, parando de proclamar uma religião e fazer o que foi comissionada a fazer, discípulos de Jesus! Nossa pregação tem que ser Jesus, sua vida e modelo. Temos que fazer como o apóstolo Paulo, sermos imitadores de Cristo. O projeto casa de paz que estamos implementando na igreja, nos leva onde as pessoas estão, nos leva nas casas, nas famílias e aquelas pessoas que estivem abertas ao evangelho, serão alcançadas por nós, e aquelas que

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Boas Novas de salvação

Lucas 2:10-11 Provavelmente a maioria das pessoas que está aqui nesta célula hoje sabe que Evangelho significa: “Boas-novas” ou “Boa-notícia”. No nascimento de Jesus, o anjo anunciou boas novas de grande alegria aos pastores que estavam cuidando das ovelhas durante a noite. O anjo estava ali perante os pastores trazendo uma boa notícia de grande alegria para todo o povo. Tinha acabado de nascer na cidade de Davi, o Salvador, o Messias, o Senhor”. As mídias atuais, como jornais e redes sociais transmitem notícias do mundo todo em tempo real. Tivemos recentemente as notícias sobre a pandemia, a questão da vacina, política, esportes, etc. Nos dias atuais, temos acesso rápido a todo tipo de conteúdo com uma velocidade assustadora. Todos os dias surge uma notícia que tenta ser maior que a outra, uma nova notícia nos faz esquecer a que já passou, com o tempo as notícias se tornam velhas dando lugar às novidades. Mas o evangelho continua sendo “A GRANDE NOTÍCIA” e você já se perguntou por que o evangelho é considerado a maior e melhor de todas as notícias de todos os tempos? As boas novas de Jesus Cristo querem dizer que Deus está no meio de nós, decidiu habitar em um corpo humano, decidiu caminhar na terra como um homem comum para cumprir um propósito perfeito. O propósito da vinda de Jesus à terra era que Ele vivesse, caminhasse de forma santa, sem pecados, e fosse condenado a cruz para remissão dos nossos pecados. A revelação contida na cruz é maravilhosa. Por um amor imensurável Deus se fez homem: Jesus. Ele habitou em nosso meio e entregou-se a si mesmo. Carregou nossos pecados e morreu no madeiro, nos reconciliando com o Pai. Por meio desse sacrifício somos feitos nova criatura, temos acesso a vida eterna.  Jesus é salvação, pois, nos possibilita viver uma vida livre do pecado e suas consequências. Jesus é esperança, pois, venceu a morte e pode vencer os desafios mais instransponíveis. Jesus é comunhão, pois, por meio do seu sacrifício nos abriu o caminho de volta para Deus. Jesus é paz e alegria além das circunstâncias, é cura para nossas emoções, é o vencedor invicto! Talvez nessa noite você esteja ouvindo essa palavra e pensando: Se Jesus é tudo isso, porque eu me sinto triste, ou estou atolado em problemas?  Porque ainda vivo cheio de desafios ou não sei administrar as consequências dos pecados que cometi no passado? Nossa caminhada com Jesus é uma trajetória de confiança, entrega e perseverança. Deus poderia operar nas nossas vidas de forma instantânea, mas muitas vezes não é assim que Ele faz. Podemos chorar diante de tempos difíceis, mas isso não altera o que somos e principalmente não muda quem Deus é. Somos filhos amados e preciosos aos olhos do Senhor e Ele está trabalhando para que sejamos mais parecidos com Jesus. Para isso Ele usa dias ensolarados e períodos de inverno na jornada. O cansaço e o desanimo podem distorcer nossa visão e até nos impedir de pensar direito. Quando estamos sem forças, o esgotamento nos cega e nos atrapalha de ver o que somos e o que temos. Não podemos seguir caminhando com o tanque vazio! Deus sabe os nossos limites, conhece nossos corações, sabe quando a vida está difícil e quando estamos desanimados. Por isso Ele trouxe cada um para esta célula hoje. Jesus disse que neste mundo teríamos aflições, mas agora não estamos mais sozinhos, Ele Jesus que venceu por nós prometeu estar conosco até o fim. Por Ele e por aquilo que Ele fez por nós, estaremos salvos aqui e na eternidade. Hoje já somos mais do que vencedores.  Deus não está distante, Ele não está longe, Ele não te entregou ao caos. Ele está ao seu lado trabalhando na sua história, confrontando e transformando seu coração e fortalecendo sua alma. Ele é fonte de águas limpas em que nossa alma pode encontrar alívio e refrigério neste exato momento. A fé vem pelo ouvir da Palavra de Deus e Ele quer nos lembrar da boa notícia de que Jesus é paz, é reconciliação, é alegria, é Aquele que venceu a morte e está conosco por meio do Espírito Santo. Não estamos sozinhos, nunca! Receba no seu espírito e acolha no seu coração: Jesus te ama! Foi à cruz por você para te dar uma nova chance, uma nova VIDA! Você pode achar que perdeu o controle, mas Jesus nunca perde o controle. Receba agora, alívio, consolo, vida e a esperança que há na melhor notícia de todos os tempos: Cristo vive e um dia voltará! Somos portadores destas boas notícias, não podemos guardar, pois fomos incumbidos por Jesus de compartilha-las, somos semeadores da paz. Jesus no evangelho segundo Marcos 16:15 nos incumbiu de levar estas boas novas de salvação a todos, Ele no evangelho de Lucas 10:1 enviou setenta discípulos em duplas para localizarem os filhos da paz. Quem eram esses filhos da paz? Pessoas não convertidas, mas que tivessem o coração aberto para Deus e aceitassem abrir a porta de seus lares para o evangelho, são pessoas que estão abertas ao evangelho que precisam legitimar a fé em Cristo para salvação. Hoje estamos sendo preparados para a mesma missão. Vamos nos organizar em duplas de semeadores a fim de fazermos uma grande colheita para o Senhor. A grande questão é: como encontraremos os “filhos da paz”?  Primeiro: Precisamos ver quantos nomes nossa célula levou para receber oração que estão naquela lista no púlpito da igreja? Vamos oferecer a eles este projeto e fazer da casa deles um lar feliz; Segundo: Quantas famílias cada um de nós aqui conhecemos que estão precisando? Vizinhos, familiares, amigos etc.; Vamos oferecer a eles e nos aplicarmos em fazer acontecer Terceiro: se não houver, vamos definir um dia e sairmos nas ruas daqui batendo de porta em porta para oferecer este projeto de ir durante sete semanas orar por eles compartilhando estas boas notícias de salvação. A casa que receber será poderosamente abençoada. Quarto: quantos casais e duplas temos aqui que

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