Mantendo-se na Rota da Conquista.
Deut. 8: 6 a 20 Guardarmos os mandamentos, para vivermos a plenitude das promessas, depende de um exercício permanente de atenção e busca de discernimento espiritual, pois temos um inimigo hábil na arte do engano e um coração que também é enganoso e corrupto. Manter-nos na rota do êxito é fruto de santidade, que gera sensibilidade espiritual. Se não formos extremamente atentos e cuidadosos, podemos começar a andar por desvios sem perceber. As grandes quedas que temos visto de alguns líderes e ministérios, começaram através de pequenos desvios. A descrição do texto em analise é uma promessa, mas também uma linha reta apontando em direção ao futuro que Deus preparou para Israel: Um futuro glorioso na Terra Prometida. Esta é a nossa chamada, alcançarmos pela fé e obediência uma vida abundante em Cristo Jesus (Jo. 10:10 ). Uma vida de escassez, enfermidade e derrota, não combina nem com o exemplo de Cristo, nem com suas promessas para aqueles que O amam e O obedecem. Há cristãos que vivem no infortúnio, outros em opróbrio (vergonha) e outros, em um verdadeiro karma (jugo). Infelizmente é assim que eles crêem e a Bíblia diz que: o que o homem pensar em seu coração, assim ele será. A vida cristã não nos isenta de problemas, mas nos estimula a crermos em suas promessas, que dão solução a todos eles. Até a morte, aparentemente o pior problema da existência humana, tem solução no contexto espiritual. A proposta da Visão é um chamado à plenitude, um convite a Terra Prometida, que assemelha-se a todo conteúdo profético de Deut. 8. O Senhor promete a Israel a posse da terra de Canaã, a Visão nos propõe a conquista de territórios, bairros, cidades e nações. Deus descreve a terra de Israel como uma terra de fartura, de regalias e de prazer. Pelo resgate de princípios revelados a nós nestes dias, a Igreja tem atraído um Manto de prosperidade sobre si e sobre a nação que nunca havíamos vivido. A promessa de Deuteronômio, garante a Israel a multiplicação abundante do povo (7:13 ) e de seus rebanhos ( 8:13 ). O maior diferencial do Modelo dos 12 é seu caráter multiplicador através das gerações. É uma Unção de Multiplicação. O Deus de Abraão também lhes promete uma unção para adquirir riquezas, a ponto de se multiplicar também a sua prata e seu ouro. A Igreja ainda não alcançou este estágio, porque muitos ainda são tímidos e infiéis quanto aos mandamentos relativos a finanças, mas isto também Deus mudará, pois a Noiva do Cordeiro terá o caráter irrepreensível. Ela é Santa e sem mácula. Analisando todo este contexto, percebemos que as promessas e a Unção derramada por Deus sobre seu povo o faz poderoso. A Visão nos levará a termos em mãos muito poder, isto já vem sendo sinalizado em nosso meio e é aí que começam a aparecer os perigos do caminho. O Senhor os denuncia, exortando ao povo quanto a três perigos: 1- Vs. 11 a 14 (ler): A satisfação que leva a desobediência. As conquistas podem produzir uma falsa satisfação, que leva muitos líderes a estacionarem e a não entenderem e nem atenderem mais a estímulos e as convocações. Ex. Pra que vou ofertar mais, se eu já estou pagando minhas continhas? Ex. Pra que euvou ao culto, se eu já vou à célula? Pra que eu ir à reunião de Gerações, se eu já vou ao discipulado? Ex. Pra que ir ao congresso estadual? Nosso Fruto Fiel aqui já foi tão legal ou logo logo teremos o nosso local. Esta falta de aspiração pelo crescimento que Deus quer pra nós, começa a nos levar a um princípio de usurpação, que nos impede de discernirmos a diferença entre um convite e uma convocação Divina. Imagine um exército em que cada soldado começasse a escolher o que iria ou não iria fazer. A falsa satisfação também traz como fruto o comodismo. Ex. É caro, é longe, esta visão é muito trabalhosa! Vs. 14 (ler). A soberba que leva a ingratidão. Muitos chegam feridos e humilhados, são amados e tratados e quando se fortalecem, são acometidos de soberba e não reconhecem mais aqueles que Deus usou para restaurá-los. Ex. Há líderes de células que ao serem enviados perdem o respeito pelo líder que o formou e enviou. Ex. Há líderes 12 que ao serem trazidos para a equipe de 12 principal, não cumprimentam mais seu antigo líder. Infelizmente isto acontece até entre Apóstolos. Misericórdia! Deus não se agrada da soberba e jamais abençoará a ingratidão, por isso, não podemos permitir que as conquistas permitidas por Deus, nos enganem e nos façam esquecer quem éramos e de onde saímos. Se nos esquecermos de onde Deus nos tirou, certamente não chegaremos ao lugar que Ele nos quer fazer chegar. Vs. 17 e 18 ( ler ) O equívoco de usurpar a unção. Não geramos unção, somente a recebemos e a transmitimos. Não somos fontes, somos vasos. Quando Deus nos dá poder (unção) não podemos usurpar a Glória de Deus achando que este poder emana de nós. Tanto o poder, quanto a Glória do que o poder gerar, vem de Deus e devem voltar para Ele. O administrador de todo poder de Deus na terra é o Espírito Santo. Toda unção que Dele procede, antes de chegar a nós passa pela vida daqueles que foram constituídos por Deus como cobertura espiritual sobre nós. Este terceiro perigo consiste em nos esquecermos que o Senhor é que nos deu força ( unção ) para frutificarmos, prosperarmos e consolidarmos aqueles resultados debaixo de uma cobertura. O sintoma mais característico deste engano, é quanto colocamos os olhos em nossa conquista e os tiramos do nosso líder, nos esquecendo de onde veio àquela unção. A Visão possui uma unção poderosa que nos faz sermos influentes e administradores de muito poder, mas o segredo pra que ela flua de forma abundante
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