Aprendendo lições com o filho pródigo
Lucas 15:11-32 Na semana passada falamos da boa semente e hoje não é diferente, pois ações, atitudes e estilo de vida também é também uma semeadura. Hoje vamos analisar a vida deste personagem bíblico muito conhecido: o filho pródigo. Aqui vamos aprender a nunca sair da presença de Deus, mas a permanecer sempre em Sua casa e a observar os seus princípios. Todos nós, a semelhança daquele jovem, somos ou já fomos filhos pródigos, assim as lições da vida dele se aplicam às nossas vidas também. Vejamos as lições que aprendemos neste texto: 1. As nossas decisões determinam as nossas circunstâncias. Sua vida não muda a menos que você entenda que é você quem cria as suas circunstâncias, favoráveis ou não. Você pode culpar as pessoas, pode culpar a Deus ou ao inimigo, mas o fato é que as suas decisões e ações criam as suas circunstâncias abrindo brechas para Deus ou para o inimigo agir. Veja o filho pródigo. Depois de pedir a parte que lhe cabia na herança ele saiu de casa e junto com os amigos caiu na farra e torrou todo o dinheiro que possuía. A situação foi ficando cada dia pior até que ele chegou ao fundo do poço. Ele passou a comer com os porcos. Comer com porcos era o fim a linha para um judeu. Pense comigo: A condição daquele moço não era culpa do governo, nem da falta de educação apropriada e muito menos pelo desemprego crescente que poderia existir naquela época. Alguém poderia dizer que a culpa poderia ser do pai que o traumatizou ou porque ele foi irresponsável ao dar ao filho a herança mesmo sabendo que o filho era imaturo e ainda não tinha condições de lidar com tanto dinheiro. Se fosse em nossos dias alguém poderia dizer que a culpa é da globalização e da crise financeira mundial, por isso aquele jovem perdeu toda sua fortuna de forma tão rápida. Preste atenção, na realidade aquele jovem mesmo foi o responsável. Esta é a verdade. As decisões dele determinaram as suas circunstâncias. Este princípio vale para todos nós, pois somos responsáveis pelas consequências de nossas ações. Se fizemos as escolhas, então devemos arcar com as consequências. Não adianta culpar a quem quer que seja. 2. Aquele que não ajuda, inevitavelmente vai atrapalhar. Precisamos ter cuidado com pessoas que não nos acrescentam coisa alguma, mas que acabam por nos levar a perder coisas. Sempre se pergunte: “em que esta pessoa está contribuindo para melhorar a minha vida em Deus?” Existem muitos tipos de relacionamentos perigosos. As pessoas mais perigosas são aquelas que nos levam a perder o temor a Deus. Perto delas o pecado parece perder a gravidade. A sua vida depende das pessoas que você permite ao seu redor. As pessoas ao seu redor vão determinar as experiências que você terá em Deus. As pessoas ao seu redor vão alimentar força ou fraqueza em você. O texto diz que aquele jovem gastou o seu dinheiro vivendo irresponsavelmente e ouça-me, não foi junto com bons amigos que ele gastou, mas com más companhias. Os relacionamentos nunca são neutros em sua vida. 3. A intolerância com o seu presente criam ou definem o seu futuro. O filho pródigo não teria voltado para casa se não tivesse ido comer com os porcos. Deus permite a dor e a crise para mostrar o que somos, mas é necessário que não nos conformemos com a dor. Não podemos nos acostumar com o que é ruim. Quando dissermos basta à situação, ela começará a mudar. O jovem não se conformou em viver na miséria. Mesmo sabendo que era responsável por aquela situação, ele preferiu confiar no amor do pai e voltar para casa. Se ele tivesse se acomodado nunca teria voltado e conseqüentemente teria uma vida miserável. 4. Não existe mudança sem dor. Toda mudança vem acompanhada por crises, perdas e pressões, pois mudança exige renuncia. Não podemos ter a ilusão de que cresceremos sem dor. Aqueles que estão buscando apenas o conforto e o prazer terão dificuldades em avançar. Naturalmente não buscamos e nem queremos a dor, mas não temos a ilusão de que poderemos mudar sem provar dela. Se o filho pródigo tivesse prosperado em um estilo de vida errado, ele nunca teria voltado e teria se perdido. A perda o levou à mudança e foi isso que mudou o seu destino para melhor. A perda é também a cura mais rápida para a ingratidão. Só depois de perder tudo foi que o nosso jovem percebeu o valor daquilo que havia perdido, como o valor da casa do pai que havia abandonado. 5. Você nunca mudará o que você é até perceber quem poderia ser. O que você vê determina o que você sente. O que você sente determina o que você faz e, o que você faz determina o que você é. Comece a ver o que Deus planejou que você fosse, e você terá fé para entrar na realidade. O jovem pródigo estava ali sentado junto aos porcos pensando que ele poderia estar numa posição melhor se ele pelo menos pudesse ser um empregado de seu pai. Ali ele começou a ver o que ele poderia ser. Ele não viu tudo claramente porque a sua mente comercial lhe permitia ver apenas uma parte do que ele poderia ser. Mas aquela pequena luz foi suficiente para levá-lo a sair da sua posição de miséria e avançar para o seu verdadeiro destino. Você ficará dando voltas intermináveis na sua vida a não ser que você perceba aquilo que pode vir a ser em Deus. Mude o seu foco. O que você crê e diz no Senhor Deus determina o que Ele está disposto a fazer por você! 6. Serás lembrado pelos problemas que você resolveu ou por aqueles que você criou. Nós decidimos como queremos ser conhecidos hoje e como queremos ser lembrados no futuro. Aqueles que resolvem problemas deixarão saudade, mas aqueles que são problema vão sem fazer
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