Aprendendo e crescendo na adversidade

Marcos 4.35-41 Jesus Cristo foi enviado por Deus Pai para cumprir um propósito na terra que envolvia três coisas. Primeiro: Anunciar que era chegado o reino de Deus na terra. Este reino dissipa as trevas, subjuga o mal e liberta, cura e salva àqueles que creem no Senhor e Rei deste reino, a saber Jesus o Cristo.  Segundo: formar os seus discípulos para que estes continuassem àquilo que Ele começou a fazer. Jesus Cristo nos revelou o amor de Deus Pai, ensinou sobre perdão, oração, dízimos, ofertas, generosidade, bondade, retidão, fidelidade, esperança, fé, semeadura, sacrifício, empatia, etc. Ele pregou o evangelho do reino do Céu, ganhou pessoas para este reino e consolidou, discipulou, treinou e enviou para que através destes, muitos se tornassem filhos e herdeiros do céu. Terceiro: Pagar o preço do nosso pecado morrendo na cruz do calvário dando a cada um de nós a oportunidade de nos arrependermos, pois esta é a condição para vermos e entrarmos em Seu Reino. Sabemos que Jesus Cristo ressuscitou dentre os mortos segundo as escrituras sagradas, para nos justificar diante de Deus Pai como único intermediário, advogado, intercessor. Nesse processo, Ele fez questão de que seus discípulos passassem por experiências que os ajudassem a identificar as áreas problemáticas em suas vidas, para assim estarem prontos para vencerem todas as coisas. Quando admitimos os medos que precisam ser enfrentados e renunciados, a insegurança que precisa ser vencida, a falta de fé que precisa ser confessada e depois edificada pela oração e palavra, os traumas que precisam ser curados, as magoas que precisam ser perdoadas e lançadas fora definitivamente, pois quando nos posicionamos, com facilidade, nesta postura, somos alcançados pelos ensinos do Mestre e assim nos tornamos novas pessoas vivendo a vida em toda sua plenitude. Vejamos como Jesus os conduziu pelo caminho do aprendizado nas experiências difíceis. Primeiro: conforme o texto que lemos, Jesus os desafiou a passarem para o outro lado. Neste processo de formação e treinamento, todos foram desafiados a subir no barco e a passar para o outro lado, onde as multidões os aguardavam. Cremos que os discípulos estavam felizes pela expectativa dos outros sinais e curas que estavam por vir. Tudo parecia tranqüilo, até que uma grande tempestade se levantou em alto mar. Eles não contavam que o desafio de passar para o outro lado, pudesse reservar-lhes tal experiência. O Senhor Jesus, porém, estava no controle de todas as coisas. Ele sabia que não podia poupá-los de experiências que os levassem ao amadurecimento no exercício da fé em Deus. O Senhor quer nos ensinar que a possibilidade de enfrentarmos tempestades no caminho, vai nos levar a crescer, vai nos tornar mais fortes, e as tempestades conforme aprendemos com o Senhor, não pode nos desestimular de continuar aceitando novos desafios na vida. Jesus quer nos desafiar a cada dia a novos desafios, precisamos subir em nosso barco para que novas metas possam ser atingidas, e isso em qualquer área do nosso viver: seja espiritual, familiar, ministerial, profissional, etc. Precisamos fazer isso com ousadia e assim superarmos os obstáculos que surgem pelo caminho e conquistarmos nossos ideais em Deus (Hb. 12.1-2). Segundo: Aprendemos aqui com Jesus a visão do descanso e da palavra de autoridade. Em meio à crise em alto mar, quando o único quadro que os discípulos conseguiam ver era o da destruição e morte, Jesus conseguiu transmitir uma visão diferente. Em primeiro lugar, a visão do descanso que se opunha ao desespero geral apresentado naquele momento. Jesus descansava, enquanto os discípulos buscavam desesperadamente uma saída para a crise. A fé nos leva ao descanso, ela é a certeza das coisas que se esperam, é a convicção da verdade! Em segundo lugar foi o principio do poder que há na liberação da palavra de autoridade sobre a circunstância adversa. Jesus falou a solução enquanto alguns falavam o problema. Esse é o segredo! Certamente, o descanso de Cristo não se tratou de uma atitude irresponsável diante de uma real situação de perigo. Tampouco a manifestação de passividade perniciosa que leva muita gente a ficar estagnada, quando de fato teria de agir. O que vimos foi, tão somente, a manifestação externa de algo que lhe era tão próprio: a sua confiança em Deus para todas as horas. Firmado nesta convicção é que Ele pode também se levantar, e, com firmeza, repreender os ventos e o mar revolto. Veja o que aprendemos nesta hoje: Somente mantendo uma atitude de paz interior e de plena confiança em Deus, é que teremos condições de liberar palavras de autoridade sobre as circunstâncias adversas. Do contrário, falaremos baseados nos problemas que surgem, no desespero e angústia de não se ter o controle. Aprenda a falar a solução, evite de ficar falando o problema. Terceiro; Jesus ensinou que até o vento e o mar lhe obedecem – Quando os discípulos viram os resultados da Palavra de Jesus, acalmando e controlando toda a situação, alguns diziam: “quem, porventura, é este, que até o vento e o mar lhe obedecem?”. Eles já tinham visto a autoridade de Jesus sobre os demônios, sobre as doenças e sobre a morte, mas sobre os poderes da natureza, ainda não. E por isso se maravilharam. Veja. É nas adversidades e desafios que teremos a oportunidade de ver o senhorio de Cristo sobre nossas vidas, como eles, também nos regozijaremos. Saiba, não há limites para o poder e sabedoria de Deus operar na nossa vida, temos autoridade em Cristo e isso deve nos elevar a um nível de confiança cada vez maior. Conclusão: Devemos sempre aceitar novos desafios que o Senhor nos apresentar. Andar neles poderá nos levar a experiências que nos firmará no propósito da vida. Será importante o processo de amadurecimento na nossa vida, pois nos levará a uma reforma espiritual, emocional, familiar e financeira. Isso definirá nosso presente e futuro, nos moverá para o novo. Ao passarmos pelas tempestades, precisamos desenvolver a calma e a confiança n’Aquele que prometeu estar conosco todos os dias (Mt 28.20). Quando assumirmos nossa

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Mulher, arma secreta de Deus

Poderíamos falar hoje sobre várias mulheres que marcaram nossa história. Existem mulheres na Bíblia que são uma verdadeira inspiração, verdadeiras guerreiras de Deus, conquistadoras. A bíblia fala de muitas mulheres e quero destacar algumas: Rebeca – Uma mulher ajudadora e batalhadeira e corajosa; Raquel – Uma mulher atraente, por quem Jacó se dispôs a pagar 14 anos de serviço. Isso fala da mulher que se cuida e se valoriza, mulher você tem valor. Noemi – Calma, confiante, que perdeu o esposo, os filhos, lamentou, mas não murmurou! Tomou uma atitude e avançou. Rute – Brilhante, fiel, obediente e amiga. Foi até o fim. Marta – trabalhadora, serva. Maria – Sincera e ouvinte (Prostrava-se aos pés de Jesus e embebia seus ensinamentos). Dorcas – Doadora, ofertante, aliançada no ministério. Ana – Mulher de oração e ação. Honrou sua palavra, caráter. Ester – Formosa e fiel, sendo a mais bela de todas as mulheres, poderia ter usado apenas a ação para ir a presença do Rei; Sua beleza com certeza superaria qualquer situação. Mas, Ester, usou o poder da oração para alcançar Seu objetivo. Débora – Guerreira e valente. Assumiu a liderança quando os homens foram tímidos, mas ficou na depedencia. Sulamita – Bem amada, ao olhar para sua pele queimada pelo Sol, sentiu-se desmerecida, mas ao olhar para o poder de Deus, deixou que a auto-estima a fortalecesse, segurou firme nas mãos do Senhor e foi ao encontro do famoso Rei. A pequena escrava cristã, que foi trabalhar na casa de Naamã, evangelista, embora menina, levou aquela família a conhecer o Deus de Israel e trouxe cura física e espiritual. Cada exemplo, cada citação ou história, nos impulsiona a mudanças de vida muito significativas. Estas mulheres desde a meninice, todas de dispuseram a servir ao Senhor, e marcaram Sua vida, deixando exemplos de fidelidade e cristianismo. Podemos pensar, elas conseguiram confiar totalmente em Deus ao cumprir o propósito para Suas vidas, numa  época mais difícil. As dificuldades e o preconceito para com a mulher eram bem mais, mas elas tinham uma força interior e uma confiança e ousadia que vinha de Deus e que impulsionava as Suas vidas. Gostaria de citar duas mulheres guerreiras: Rebeca e Ester Ester – Verdadeiramente, Ester foi uma arma secreta de Deus. Os inimigos do povo de Deus estavam armando uma cilada e Deus colocou Ester como rainha, que no seu papel secreto frustrou o plano do diabo em destruir Israel. Ela não mediu esforços para cumprir seu papel; Arriscou sua vida para salvar o povo; Foi uma líder ao estabelecer passos e estratégias ao povo. Ela desenvolveu um plano de jejum e oração muito bem definido e específico; Elaborou um plano, fez os cálculos e colocou em prática. Ester mostrou ser uma líder, um instrumento de Deus para cumprir o propósito eterno. Até hoje na festa de Purim os Judeus citam Ester como instrumento do Todo Poderoso para livrar Israel da destruição. Mas, eu quero ainda neste momento, falar-lhes de uma mulher muito especial. De uma mulher que tem os predicados e virtudes das mulheres bíblicas. De uma mulher que venceu com dores especiais para ser uma vencedora nas batalhas da vida. De uma mulher muito talentosa, que tem oportunidades de a cada dia desenvolvê-las no lar e na sociedade. É uma mulher de fibra de garra, lutadora, que também sofre e muitas vezes chora, mas tem sentido no seu dia a dia o conforto de Deus. Uma mulher que na jornada até aqui, tem convicção de que Deus a carregou nos seus poderosos braços para poder superar os traumas de infância. Esta mulher é você! Assim também é você mulher, você é esta arma secreta de Deus para edificação do seu lar e para estabelecer o reino de Deus. Esta mulher de oração e ação que foi criada a imagem de Deus. Querida, olhe para você mesma, faça uma auto-análise de sua vida, veja que linda história, existe em você, o quanto poderá ainda fazer e o quanto Deus tem feito por você. Muitas coisas maravilhosas já fizeste, mas muito mais ainda poderá fazer. A família precisa de uma mãe e esposa dedicada e não apenas de arrumadeira de casa, mas sim, de uma mulher que os filhos possam se orgulhar com alegria. Prov. 31:28 – Seus filhos dizem aos colegas: – Minha mãe é formidável, é a melhor do mundo. Que o esposo possa dizer: Mulher virtuosa quem a achará? Eu achei esta mulher. Prov. 31:29 Seu marido dirá cheio de orgulho: Podem haver muitas boas esposas neste mundo, mas eu tenho certeza que nenhuma delas é melhor que você. A igreja precisa de uma mulher que dedica os seus talentos na sua causa. A sociedade precisa de uma mulher de Prov. 31:30-31. Os encantos de uma mulher podem ser apenas uma ilusão e a beleza não dura para sempre. A verdadeira honra de uma mulher está em amar e obedecer ao Senhor. Seja esta mulher feliz transmitindo a felicidade ao seu redor, você consegue, você pode, você decide!   Deus te abençoe            

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Os que andam em obediência e fé, prosperam até no meio das crises.

Gênesis 26:1 a 4 e 12 a 14 Há muitos relatos na Bíblia mostrando que as crises, são oportunidades para experimentarmos o sobrenatural do Senhor. É nestes momentos difíceis para a maioria, que os que vivem pela fé são distinguidos e o Senhor mostra a diferença entre o que serve e o que não serve à Deus O sacrifício da Cruz nos redimiu do poder do pecado, e de todos as consequências dele, como a morte espiritual, doenças emocionais e físicas, a esterilidade, e também a escassez financeira. Não há como, uma pessoa que teme à Deus e que vive a prática dos princípios da palavra, viver passando necessidades. Isto só acontecerá, se houver falta de santidade, infidelidade nos dízimos e nas ofertas ao Senhor. A prosperidade bíblica tem ainda outros inimigos, que são: A incredulidade: Lc. 8:13: A que caiu sobre a pedra, são os que ouvindo a palavra, a recebem com alegria, estes não têm raiz, creem apenas por algum tempo, mas na hora da provação, se desviam. A mágoa: Mt. 5: 23 e 24: Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, e ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão, e então, voltando, faze a tua oferta. Os pecados ocultos: Pv. 28: 13: O que encobre as suas transgressões, jamais prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia. A preguiça: Pv. 10: 4: O que trabalha com mão remissa empobrece, mas a mão dos diligentes vem a enriquecer-se. A prosperidade do Senhor, vai muito além de multiplicação de recursos materiais, quando nos tornamos fiéis e generosos, somos abençoados com avivamento e multiplicação ministerial. Biblicamente, Abraão é um exemplo de um homem, que por sua generosidade, que se tornou um líder próspero, ungido, e pai de uma multidão. Deus quer nos desatar em todas as áreas, nos fazendo, não só prósperos, mas também líderes ungidos e multiplicadores. Para isto, precisamos ainda crescer, no entendimento, na fé, e na generosidade acerca das ofertas à Deus. Vamos hoje receber do Senhor um ensino, sobre algumas leis da semeadura, que ao serem praticadas, mudarão radicalmente nossa vida e ministério. Estas leis são: 1 – Ofertar é um ato de obediência a Deus. Lc. 6:38: Dai e dar-se vos á, boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão… Quando na igreja somos incitados a fazer uma oferta, estamos recebendo uma ordem do Espírito Santo para dar, e diante disto, podemos não dar por não crer na palavra, dar um valor inferior ao que foi pedido por Deus, ou dar um valor maior do que foi pedido, por vaidade e não por amor. Nas três situações estamos desobedecendo ao Senhor, e assim Ele fica impedido de abençoar a semente com multiplicação, pois em sua palavra, Deus condiciona a Sua bênção, à nossa obediência. (Dt. 28) 2 – A oferta precisa ser feita em fé. Hb. 11: 1: A fé é a certeza das coisas que se esperam… ou seja ao ofertarmos, devemos fazê-lo com absoluta convicção de recebermos um milagre do Senhor, como o lavrador que sempre lança suas sementes ao solo, na certeza de que aquilo lhe trará uma multiplicada colheita. A verdadeira fé espera por um resultado. 3 – A sua semente precisa morrer: Jo. 12: 24: Se o grão de trigo, caindo na terra não morrer, ele fica só… Muitos pastores cometem o erro de direcionar seus dízimos e ofertas a necessidades pessoais, ao socorro de familiares ou ao gosofilácio do seu próprio ministério, mas isto jamais produzirá multiplicação, pois a semente só terá morrido, se ela parar de te beneficiar, para beneficiar a outros e o reino de Deus. Jesus renunciou à própria vida, para salvar as nossas. 4 – O tamanho da colheita é determinado na hora da semeadura: 2 Co. 9: 6: aquele que semeia pouco, pouco também ceifará, mas o que semeia com fartura, com abundância também ceifará. Todo aquele que quer prosperar segundo os moldes bíblicos, deve exercitar-se em aumentar o volume de sua semeadura, pois há no Reino de Deus um fator multiplicador, que jamais falha, por ser uma lei espiritual fixa a qual determina que, quanto mais você der, mais você terá, quanto maior for a sua semeadura, maior será a sua colheita. 5 – Depois de semear, descanse, pois, a colheita virá a seu tempo: Mc. 4: 26 a 29: O Reino de Deus é assim como se um homem lançasse a semente à terra, e depois dormisse e se levantasse, de noite e de dia, e a semente germinasse e crescesse, não sabendo ele como. A terra por si mesmo frutifica: primeiro a erva, depois a espiga, e por fim, o grão cheio na espiga. E, quando o fruto já está maduro, logo se lhe mete a foice, porque é chegada a colheita. Deus nos propicia oportunidades para semearmos, mas se nestes momentos ficarmos indiferentes, nada de novo ocorrerá. É tolice esperarmos pela prosperidade material ou pelo sucesso ministerial, sem santidade, sem fidelidade nos dízimos e ousadia nas ofertas. Há muitas pessoas na igreja, que vivem atribuladas financeiramente sem necessidade. O texto de Marcos, nos revela que cabe ao homem ter fé para semear, mas depois de já o ter feito, pode descansar (e depois dormisse) pois a partir daí, a semente já está sob a jurisdição divina, que certamente à multiplicará, e à trará de volta as mãos de quem a semeou. Porque Deus e a sua palavra não falham, a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória. Depois que você semear, pode ter certeza de uma coisa: Deus está trabalhando a seu favor, e uma benção está vindo de forma exata em sua direção. 6 – Você precisa semear sempre: Ec. 11: 6: Semeia pela manhã a tua semente, e a tarde não repouses a mão, porque não sabes qual prosperará, se esta se aquela, ou se ambas igualmente serão boas. Nenhum lavrador sensato, come ou

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O não de Deus que nos trouxe salvação

Mateus 26:36-46; Lucas 22:43 Jesus era um homem de oração e frequentemente orava ao Pai Celeste em favor de muitos, porém no jardim do Getsêmani, poucas horas antes de sua morte, Jesus orou por si mesmo, mostrando-nos que é certo descarregarmos nossas mais profundas inquietações e ansiedades sobre nosso amoroso Pai Celestial. Jesus Cristo estava na terra com um ser humano. Ele se esvaziou dos atributos de Deus, por amor a nós Ele abriu mão de Sua divindade se fazendo cem por cento homem. Pois só assim Ele teria legitimidade para nos representar na terra e no céu. Nascido de mulher, Jesus pode tomar o nosso lugar e pagar o preço do nosso resgate, pois Ele veio sem pecado, pois a semente que o gerou veio de Deus e não do homem.  Nossas mentes frágeis não podem compreender a existencia de tal natureza, e nem mensurar o inexplicável e imensurável amor de Deus por nós, porém pela fé recebemos e usufruímos dele. Uma das peças de evidência de que Jesus realmente tinha esta parcela de natureza humana, foi aquele choro angustiado na tranquila noite no Getsêmani: Ele orou, “Aba, Pai, se possível passa de mim este cálice”. Quando ele enfrentava a horrível perspectiva da crucificação, ele chorou profundamente e orou fervorosamente para que não precisasse beber o cálice amargo do sofrimento e da morte. Sua humanidade, naquela cena, deveria ficar impressa definitivamente em nossos corações. Quando ele continua a orar, Ele reconhece que todas as coisas são possíveis para o Pai, entretanto sua atitude é: “Contudo, não seja o que eu quero, e sim o que tu queres”. Ele reconhece que na boa providência de Deus não podia haver modo de escapar da crucificação, entretanto, em sua humanidade, ele anseia pela remota possibilidade. Ele repete a oração três vezes. Seu coração está profundamente perturbado, e seu pedido em lágrimas enche o silêncio da noite. Como Deus respondeu à oração? Embora a bíblia não relate esta resposta nós sabemos qual foi a resposta de Deus. Sua resposta foi: “Não, Filho, você não pode escapar desta experiência horrível. Tem que beber o cálice até o fim.” É evidente que a resposta tenha vindo quando “lhe apareceu um anjo do céu que o confortava, conforme revela o evangélho de Lucas 22:43.  Embora Deus amasse seu Filho unigênito, Ele não o pouparia deste grande trauma. O plano da eternidade para a redenção do homem estava em jogo e não poderia haver nenhum ponto de retorno agora. Pelo bem-estar do mundo e pela única possibilidade da nossa salvação, Deus disse “não” a Jesus naquela noite. Pelo fato de Deus dizer “não” e pela obediência de Jesus em aceitar esta resposta, temos o perdão de nossos pecados e a esperança de vida eterna no céu. Ao dizer “não” ao seu Filho, Deus estava dizendo “sim” a nós! Jesus experimentou o que nós precisamos entender verdadeiramente, que Deus, o Pai, sabe o que é melhor. Toda a nossa existência depende de Deus, Ele é nosso Criador e Amparo e temos que confiar que Ele agirá em nosso melhor interesse. “Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?” (Romanos 8:32).  Todas as coisas” a que a passagem se refere são bênçãos espirituais, emocionais, familiares, ministeriais, materiais e os privilégios que vêm pelo fato de sermos Seus filhos. Deus deixou seu Filho morrer, esperou e viu acontecer, para que nós tivéssemos vida! Isso nos faz entender que, algumas vezes, Deus pode ter que nos dizer “não”, pois este “não” vai ser o caminho para vitórias muito maiores! Há provações e aflições que preferiríamos não experimentar, pedindo ao Pai para afastá-las, mas algumas vezes ele diz “não”. Esta foi a resposta ao pedido do apóstolo Paulo para a remoção do espinho de sua carne em 2 Coríntios 12:9. O não de Deus sempre vem acompanhado de conforto. Um anjo veio para confortar Jesus, e o Apóstolo Paulo ouviu de certo modo estas palavras confortantes: “A minha graça te basta”. Como um anjo confortador, estas preciosas palavras nos ajudam a aceitar o “não” de Deus com dignidade e coragem. O que posso fazer senão dizer “sim” quando Deus, em sua infinita sabedoria, dá uma resposta negativa as minhas ardentes orações? Foi isto que Jesus fez. Ele se levantou de sua posição de oração, estendeu suas mãos para serem atadas e pregadas, e completou a tarefa que seu Pai lhe havia dado para fazer. Por isso hoje eu e você podemos receber vida, consolo, cura e experimentar além da salvação eterna, o infinito amor de Deus que nos preenche totalmente. Quando amamos a Deus e obedecemos a Sua Palavra, Ele sempre nos diz sim e amém, mas quando o sim de Deus vai nos levar ao erro e a perda, Ele diz não. A correção pode doer, mas logo nos pegamos sorrindo e cantando pelo resultado da disciplina e do confronto, que nos faz crescer e amadurecer para vencermos na vida e assim garantirmos a eternidade com Deus. Digam comigo: Obrigado, Jesus, por nos mostrar como aceitar o “não” de Deus,  sabendo que naquele momento é o melhor para nós, e como é bom saber que o sim sempre virá na hora certa. Sugestão de Louvor: Musica da Fernanda Brum: Tempo de Crescer. Compartilhar: Essa palavra falou ao seu coração? Compartilhe! Fale da sua experiencia quando você conheceu Jesus e experimentou o Seu infinito amor!    

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O toque que cura – Final

Marcos 5.21-43 Deus quer desenvolver nossa fé em Jesus Cristo através de Sua Palavra com a finalidade de trazer até nós salvação, libertação, cura física e espiritual. Aonde Jesus chegava sempre havia uma multidão esperando por Ele ou indo ao seu encontro. Aquilo que Jesus fazia e falava mostrava que havia esperança para o cansado e oprimido, para os doentes e para aqueles que estavam vazios por dentro, pois Ele mostrava o verdadeiro Deus e como chegar a Ele. Isso mostra que nós precisamos desesperadamente de Deus para preencher o vazio e nos trazer paz e esperança de uma nova vida. O texto bíblico de hoje nos mostra uma mulher e também uma mul­tidão ao redor de Jesus, em um momento em que a fama dEle corria por toda a Terra naqueles dias. Havia, com certeza, muita gente ao redor de Jesus para vê-lO, toca-lO e ouvi-lO. A maioria era de curiosos que queriam ver algum milagre, alguma coisa especial. Mas derrepente apareceu uma mu­lher em meio à multidão, ela tocou em Jesus de forma dife­rente dos demais. 1. Ela não encontrou obstáculos em sua busca. Esta mulher ouviu a fama de Jesus e decidiu encontra-lo, ela interrompeu a caminhada do Mestre movida por sua fé, Deus gosta disso. Quando nos esforçamos e fazemos sacrifícios por algo que buscamos, denunciamos nossa fé diante de Deus e dos homens. Isso credibiliza, legaliza o direito, consolida a conquista, por isso Jesus deixou ela se esforçar e manifestar sua fé. 2.Ela enfrentou a morte para ter vida. Aquela mulher perdia sangue diariamente. Ela tinha uma anemia profunda e uma fraqueza constante. O sangue é símbolo da vida. Seu diagnóstico era sombrio. Ela parecia morrer pouco a pouco; a vida parecia esvair-se aos poucos do seu corpo. Segundo a lei judaica naqueles dias, uma mu­lher com fluxo de sangue não podia se relacionar com ninguém. Se ela era solteira, não poderia se casar; se era casada, não poderia se relacionar com o marido. Uma mulher com hemorragia não podia se relacionar com as pessoas; antes, devia viver confinada, na caverna da solidão, no isolamento, sob a triste realidade do ostracismo social. Uma mulher com fluxo de sangue não podia entrar no templo nem na sina­goga para adorar. Ela estava proibida de participar do culto público, visto que estava em constante condição de impureza espiritual segundo Levítico 15.25-33). Ela era considerada impura, portanto im­pedida de participar das festas e dos cultos. Segundo a lei, qualquer mulher que padecesse de fluxo era considerada imunda. Uma pessoa nessas condições não poderia misturar-se na multidão sob pena de ser apedrejada se fosse des­coberta. Mas ela não fez caso da própria vida. É como se ela dissesse: "Eu prefiro morrer a continuar vivendo assim.". Ela pensou: “Não importa o que venha a acontecer, eu não vou viver assim. Eu vou enfrentar a multidão e vou receber do Senhor a minha cura. Eu vou correr o risco. Pode ser que, antes que eu toque nEle, eu seja apedrejada, mas prefiro morrer do que continuar nesse sofrimento”. 3. Ela não se conformou em ser infeliz. A atitude dela mostrou sua imensa indignação com aquela condição de vida. Muitos não recebem de Deus porque se acos­tumaram com a infelicidade, com o casamento ruim, o empre­go ruim, a saúde ruim. Ela tinha hemorragia e gastou tudo com os médicos. Ela não era conformada, ela tentou, bateu em todas as portas, forçou todas as entradas. Ela tentou tudo, foi ao médico durante doze anos e gastou tudo o que ela tinha. Ela não pou­pou dinheiro e nem esforços para se livrar daquele desconforto. Ela não se acostumou com sua condição miserável. Uma das mais impressionantes características do ser humano é a sua imensa capacidade de se adaptar. Nós nos acostumamos a tudo, com a enfermidade, com a dor, a violência e, até mesmo, com a morte. Depois de doze anos, a mulher hemorrágica bem que pode­ria já estar adaptada e conformada com a sua situação. Depois de gastar tudo com a medicina, seria de se supor que ela se confor­masse com a aquela condição imposta na sua direção. Na verdade, o fato de gastar tudo mostra a sua disposição de não se conformar com a enfermidade. Mui­tos cristãos têm se conformado com casamentos ruins por um, dois, três, dez, doze anos. Uma mulher com doze anos de hemorragia poderia se acostumar, arrumar um absorvente especial, se habituar, ir levando a vida. Mas aquela mulher não se acostu­mou. Quantos têm se acostumado com uma vida ruim, uma vida angustiada, uma vida triste e miserável? O tempo passa e as pessoas se adaptam, se acostumam com a infelicidade, se habi­tuam com a tristeza. Mas preciso alertá-los: recuse acostumar-se com o que não é a vontade de Deus, recuse conformar-se com o que não é o propósito de Deus para você, para o qual você não foi criado. Jesus veio para nos salvar nos dando vida, e vida em abundância. Não podemos aceitar menos que isso (Jo 10.10). Esse era o segredo daquela mulher, dia após dia ela dizia: "Eu não vou me conformar com isso. Não vou morrer assim. Não nasci com isso e não irei morrer com isso. Não vou aceitar". Esse foi o seu segredo. Esse também é o tempo de darmos um basta nas coisas ruins, de darmos um chega no inimigo e para as circunstancias contrárias, é hora de darmos um sim para Jesus e vivermos a Sua vontade. 4. Ela tocou na orla da veste de Jesus. O texto de Mateus 9.20-22 nos conta um detalhe a mais. Aquela mulher tocou na orla da roupa de Jesus. Ela não tocou em qualquer lugar, ela não tocou na manga, no peito ou na perna, mas sim tocou na barra, “na orla da veste”. Entendemos pela Bíblia que a orla naquela tempo tinha um significado. Em Números 15:39 diz: …e as orlas vos serão para que vendo-as vos lembreis (lembrar-se de quê?) de todos os mandamentos do Senhor e os cum­prais…; O

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Vencendo Crises através de Armas Espirituais

Efésios 6:10 a 18 Nos capítulos 5 e 6 de Efésios o Ap. Paulo conduz a igreja de Cristo, à posturas e passos que a levarão a glorificar a Deus, e consequentemente, a ser vitoriosa sobre todo o mal. O apóstolo Paulo inicia exortando-nos a nos santificarmos, pois, o pecado objetivamente falando, trará sempre consigo derrota e morte. Santificar-se é uma decisão, mas também um ato de dependência e busca pela intimidade do Senhor, como declara o profeta Jeremias dizendo: Senhor, sara-me e serei sarado, converte-me e serei convertido. Jr. 31: 18. O Apóstolo também deixa claro o valor do testemunho na família. Ninguém no Reino poderá considerar-se alguém de êxito, se sua família estiver destruída. Em Efésios 5 a partir do vs. 22, o Apóstolo Paulo dá diretrizes espirituais para o relacionamento entre maridos e esposas, e no Capítulo 6 também para pais e filhos, e ainda exorta sobre a obediência, temor, sinceridade, lealdade e boa vontade entre patrões e empregados. Note que um testemunho de irrepreensibilidade, que leva a invencibilidade, vem sendo construído num crescente, que passa por vida com Deus, vida em família e relações sociais, para então chegarmos à condição de guerreiros espirituais, que receberão de Deus, armas para vencer principados e potestades. Não há como um líder vencer poderes malignos que se opõem ao crescimento de sua célula, se sua vida ainda estiver envolvida com o pecado, se sua relação com seus pais for de mágoa ou rebeldia, ou se seu testemunho profissional é de preguiça, indolência ou insubmissão. Há um princípio do Reino que determina que, a quem apresenta virtude, mais virtude se lhe acrescentará. Se nos esforçarmos por santidade, receberemos poder e autoridade, se zelarmos para ser modelo, Deus nos revestirá de armas poderosas para vencer qualquer inimigo e qualquer crise. Ao lermos Efésios 6: 10, alguém pouco espiritual pode perguntar, onde eu posso comprar esta armadura? Poderei vesti-la através de uma oração? A armadura de Deus é na verdade, fruto de posicionamentos espirituais que vamos estudar agora: O vs.13 fala sobre um dia mau, um momento de luta, um tempo de crise, que poderá ser vencido se compreendermos o significado desta armadura. O Apóstolo Paulo diz no vs. 14: Estai, pois fumes, cingindo-vos com a verdade. Quantos na igreja hoje, não mentem em seus dízimos ao Senhor? Quantas crises conjugais têm como origem, mentiras entre os cônjuges? Quantas fraudes não tem arruinado a sorte da nossa nação? Satanás é o pai da mentira e só a verdade, falada e vivida por nós, poderá vencê-lo. Se você quer derrotar as trevas, seja sincero, faça uma aliança com a verdade, pois ela será sempre o melhor negócio. Assim como a mentira é a matéria-prima de satanás para gerar sua derrota, a verdade é a matéria-prima do Espírito Santo para gerar sua vitória. Certamente, é melhor uma horrível verdade, do que uma linda mentira, pois Apocalipse 22: 15 diz: fora ficam os cães, os feiticeiros, os impuros, os assassinos, os idólatras e todo aquele que ama e pratica a mentira. O Apóstolo Paulo diz ainda no vs. 14: e vestindo-vos com a couraça da justiça. Justo não é só aquele que foi justificado pelo sacrifício da Cruz, mas aquele que vive na prática da justiça. A justiça é a vontade de Deus expressa pela Bíblia. Enquanto estivermos cumprindo a vontade do Senhor, o inimigo não poderá nos tocar, pois estaremos protegidos pela couraça da sua justiça. No vs.15 diz: Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz… Pés, falam sobre nossa trajetória nesta vida, nossos passos dados em direção ao nosso destino. Sermos cristãos significa termos um propósito de vida pré-estabelecido por nosso Senhor: glorificar a Deus por nossa frutificação. Jo 15: 8 (ler. Se desejamos ser plenos e vitoriosos sobre o mal, não podemos perder o foco e nem a paixão por nossa chamado. Se fomos chamados para ganhar almas e fazermos discípulos, não seremos felizes ou completos fazendo outras coisas. Líderes vitoriosos não se distraem com coisas desta vida, mas prosseguem firmes para o alvo que é Cristo e para a missão de implantarmos seu Reino na Terra. No vs. 16 Paulo diz: embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno. Os dardos inflamados do maligno são: más notícias, palavras contrárias, visões das circunstâncias. Como podemos resistir a tudo isto? Embraçar o escudo da fé significa manter elevado o nosso nível de fé, mesmos em tempos difíceis. É não crer nas más notícias, mas crer que no que está escrito: o homem que confia no Senhor não se atemoriza de maus rumores, é não dar ouvidos a palavras contrárias, por crer que a maldição sem causa não encontra pouso, é não olharmos para as circunstâncias, por sabermos que não andamos por vista, mas por fé, e que aqueles que andam pela fé não serão jamais confundidos ou envergonhados. Tomai também o capacete da salvação vs.17: Este é outro ponto vital a ser guardado, a nossa mente, pois ela é o campo onde muitos perdem a batalha antes que ela comece. A crise da qual todos falam e muitos já estão vivendo, é apenas uma ideia negativa que não tem nenhuma base no mundo físico, (não há nenhum déficit na natureza). A crise é apenas uma crise de confiança que redunda em uma paralisação. A Bíblia diz: O que o homem pensar em seu coração, assim ele será. Muitos não conseguem viver uma vida vitoriosa, por não terem um conceito correto de si mesmos. Há pessoas que se acham feias, incapazes, sem valor, e derrotadas. Como pessoas assim poderão obter êxito ou atrair outras pessoas? Precisamos pensar de nós mesmos, o que Jesus pensa a nosso respeito: que somos seus filhos amados, que somos príncipes, herdeiros e co-herdeiros com Ele e mais do que vencedores em todas as coisas por meio do seu amor. Se as pessoas não estão confiando nos governantes, se os investidores estrangeiros não estão confiando no Brasil, nós

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Precisamos galgar níveis mais altos na liderança

Lembrem-se dos seus líderes, que transmitiram a palavra de Deus a vocês. Observem bem o resultado da vida que tiveram e imitem a sua fé. Hebreus 13:7 Procure apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem do que se envergonhar e que maneja corretamente a palavra da verdade. 2 Timóteo 2:15 Mas, sejam fortes e não desanimem, pois, o trabalho de vocês será recompensado". 2 Crônicas 15:7 Um diploma universitário lhe dá validação que aumentam suas chances de arrumar um emprego. Ele prova que você frequentou pelo menos 75% das aulas e foi capaz de ter 70% de aproveitamento nas provas. Porém a vida não é formada apenas de um bom emprego, de se ter um ótimo salário, boa casa e carro zero, a vida é muito mais que isso, afinal somos um ser completo, pois somos formados de três partes que precisam ser supridos, alimentados e preservados. Em primeiro lugar vem a vida espiritual que envolve nossa experiência e vivencia com Deus, depois a emocional que envolve a vida familiar, depois vem a física que envolve saúde, depois vem o ministério que envolve nossa integração e atuação no reino de Deus através da igreja. Somos uma igreja da visão celular no modelo dos doze, aqui desenvolvemos pessoas, fazemos discípulos, formamos líderes, projetamos sucessores e governamos territórios. Para termos êxito na vida espiritual, emocional, familiar, ministerial e profissional é necessário desenvolvermos algumas áreas que são fundamentais para termos sucesso nestas áreas, caso contrário, passaremos anos fazendo alvos e metas sem termos sucesso, passaremos nossa vida inteira ouvindo comandos sem surtir em nós nenhuma ação ou efeito. Vejamos: 1.Precisamos desenvolver e melhorar a nossa comunicação; 2.Precisamos nos atualizar sempre com aquilo que estamos lidando e trabalhando; 3.Precisamos aprender com quem chegou ao topo, com aqueles que obtiveram sucesso; 4.Precisamos aprender a falar inglês e espanhol, pois isso facilitará nosso alcance; 5.Precisamos aprender a administrar bem nosso dinheiro, caso contrário ficaremos limitados; 6.Precisamos desenvolver competências de liderança e sempre ajudar o próximo; 7.Precisamos aprender a lidar com o risco, libertar-se de padrões antigos que são tradições que não surtem mais efeito, precisamos trabalhar para realizar sonhos; 8.Precisamos trabalhar não apenas e não somente para pagar contas no final do mês; 9.Precisamos nos livrar da dependência do consumo para termos significado, gente, temos valor; 10.Precisamos desenvolver raciocínio esquemático livre, para improvisar e sem decorar; 11.Precisamos ter controle sobre nossas emoções e não se abater com as críticas; 12.Precisamos nos manter humildes para aprendermos mais e mais, crescer é nossa meta; 13.Precisamos assumir nosso protagonismo, 14.Precisamos nos livrar da síndrome do coitadinho e cultivarmos hábitos vitoriosos, decidirmos pela maturidade, não temos o direito de agirmos com imaturidade, não temos mais tempo; 15.Precisamos saber aprender com as frustrações, termos controle sobre a ansiedade e assumirmos nossa responsabilidade pelos erros cometidos sem culpar terceiros; 16.Precisamos ser confiáveis, pensarmos grande e sermos inconformados com a mediocridade; 17.Precisamos não depender de governos ou família, pois precisamos nos desenvolver para reproduzir sucesso na vida de outros; 18.Precisamos ter a capacidade de se renovar diante de um revés, de um 19.selecionar bem nossas companhias, posso conviver para ganhar, mas minhas companhias onde há intimidades, transparências, precisam ser gente de Deus, discípulos integrados, leais e fieis ou discipuladores maduros e focados no alvo maior; 20.Precisamos querer ser melhores no que propomos fazer ou naquilo que nos é comandado para realizar, precisamos aprender a ajudar o companheiro de equipe dando o nosso melhor; 21.Precisamos não se acovardar diante do medo do desconhecido, mas precisamos implementar, empreender, tanto no profissional, quanto no ministério e na liderança. 22.Precisamos investir com intensidade na formação dos nossos discípulos, se quisermos multiplicar com qualidade, precisamos dispor de tempo pra isso. 23.Precisamos aprender a escolher para treinar, tema este que falaremos na reunião estratégica; 24.Precisamos levar a sério a vida de oração, nossa liderança em uma equipe de doze, nosso papel na igreja, na rede e célula. Não temos o direito de dar mal testemunho, precisamos definitivamente sermos modelos de integridade, retidão, fidelidade, lealdade, santidade, maturidade, unidade, mansidão e inteligência emocional. De tudo isso, dentre MUITOS outros fatores que não se aprende apenas ouvindo, mas obedecendo e tomando a decisão de ser para ter, depende o nosso sucesso que será capaz de nos arrancar do lugar comum, é desta forma que não seremos apenas mais uma na multidão. Aquilo que você não pode conservar, não te pertence Para haver um crescimento saudável e próspero deve existir relacionamentos saudáveis entre os líderes. E não estou falando apenas dos líderes rede e de células, mas também dos discípulos que estão sendo alcançados. Assim também precisa acontecer com os colaboradores que vem como voluntários para ajudar nas redes, para isso acontecer, precisamos ser modelos, eles vão se espelhar em nós. Precisamos também conseguir identificar e satisfazer as legítimas necessidades dos novos e daqueles que estão em formação. E qual é a regra número um do ministério (igreja) neste tempo em que vivemos? Corresponder às necessidades das pessoas, caso contrário outros farão ou outras igrejas vão suprir, pois hoje tem de tudo, inclusive engano. Agitação, transferências, rebelião, falta de cumplicidade e confiança são simples sintomas de um problema de relacionamento. As necessidades legítimas dos discípulos e pessoas que estão perto de nós estão sendo satisfeitas? E podemos ir um pouco além: se não estamos satisfazendo as necessidades das pessoas que chegam até nós, Deus confiará em nossas mãos uma multidão? Se não estamos administrando as nossas finanças hoje, Deus confiará as riquezas nas nossas mãos? Se não estivermos sendo fieis no pouco, Deus confiará o muito nas nossas mãos? Temos aprendido pela Palavra e na experiência da visão, que se investirmos em um discipulado de qualidade, e vocês reproduzirem, todos serão acompanhados e alcançados pelos doze das gerações. Hoje é tempo de reforma, é tempo de posicionamento, é tempo de decisão. Deus nos ama e quer nos ver crescendo e conquistando, Ele quer nos ver governando territórios, então vamos pôr as mãos na massa e fazer este bolo crescer como

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O toque que cura – Parte I

Marcos 5:24-34 Cada vez que nos reunimos aqui na célula em nome do Senhor Jesus, Ele se  faz presente entre nós. Em Mateus 18.20 Jesus disse: "onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles". Em Mateus 28:20, fala do momento em que Jesus se preparava para subir ao céu, Ele disse:  "Eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos" A coisa mais preciosa na vida do cristão é a unção do Espírito Santo e a presen­ça viva do Senhor Jesus. Os cultos e todas as reuniões da igreja fazem uma grande diferança na nossa vida. É muito bom cantar louvores,  adorar, ter comunhão entre nós, é bom estar junto aos irmãos, mas sem Jesus, essas coisas que amamos tanto, não seriam possíveis de acontecer. Todos nós queremos estar perto de Jesus para ouvi-lo, para tocarmos nEle, pois nós o amamos e queremos mais dEle em nós. O texto bíblico de hoje nos mostra uma mulher e também uma mul­tidão ao redor de Jesus. Essa passagem aconteceu no auge de Seu ministério, no ápice de Sua fama que corria por toda a Terra naqueles dias. Havia, com certeza, muita gente ao redor de Jesus para vê-lO, toca-lO e ouvi-lO. A maioria era de curiosos que queriam ver algum milagre, alguma coisa especial. Mas derrepente apareceu uma mu­lher em meio à multidão. E, para ela, o toque de Jesus foi dife­rente dos demais. Também hoje muitos erguem as mãos nos cultos, cantam louvores, mas quantos tocam o Senhor? A finalidade de estarmos ao redor do Senhor, é para racebermos virtude do céu? Deus não faz acepção de pessoas, mas nem todos O tocam ao ponto de receberem po­der. Todavia, aquela mulher O tocou, diferente de todos os ou­tros que encostavam e pegavam no Senhor Jesus. Somente quan­do aquela mulher tocou em Jesus saiu virtude do Senhor. Hoje, milhões de pessoas cantam reunidas no nome de Jesus e o Senhor se faz presente no meio delas. É algo precioso, maravilhoso, mas quantos vão para casa tendo recebido do poder e da verdade de Deus? Quantos saem diferentes de como entraram? Quantos têm recebido algo da parte de Deus? Há um toque que faz a diferença. Se o fluir da bênção não depende apenas do Senhor, mas também de nós; o que houve de especial naquela mulher? Qual era o seu segredo? Vejamos agora uma descrição do que estava acontecendo no momento, essa descrição nos desvendará o segredo da bênção daquela mulher, que será para nós a chave para descobrirmos o toque que faz diferença. E, assim como a vida daquela mulher, a nossa vida pode ser completamente transformada. Basta que toquemos no Senhor. 1. Ela não encontrou obstáculos em sua busca. Esse é um dos segredos da bênção dela e pode ser o nosso também. Em Jeremias 29:13 diz: Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração. Muitos não recebem porque não procuram realmente, não aplicam o coração em uma decisão resoluta e irreversível, não empenham sua alma numa busca profunda. Aquela mulher tinha hemorragia há doze anos, era como uma menstruação que nunca passava. Você faz ideia do que seja para uma mulher esgotar sangue durante doze anos? Você consegue imaginar a sua aparência? Não é difícil imaginá-la como uma mulher franzina, anêmica, sofrida e, provavelmente, envelhecida pelo sofrimento que a doença produzia nela. A fra­queza e a debilidade física eram as suas marcas. Mas essa mulher fraca, frágil, enfrentou a multidão, prova­velmente grande, com gente de todo tipo, para tocar em Jesus. Ela encarou o obstáculo e disse: "Eu vou tocar nEle! Ninguém vai me impedir de tocar nEle!". A multidão estava cheia de pessoas agressivas e ásperas, empur­rando e acotovelando uns aos outros. Ela poderia retroceder dian­te dessa multidão. Ela tinha tudo contra si, mas não retrocedeu. Muitos não tocam em Deus por falta da atitude definida e resoluta de tocá-lO pela fé. Não importa onde estou, que músi­ca está tocando, que pregador está falando, não importa coisa alguma, eu simplesmente tocarei no Senhor. Não importa a mi­nha condição, se estou fraco, débil, com dificuldades. Nada dis­so importa. Eu tocarei no Senhor. Essa atitude foi o segredo dela. O que agradou o coração de Deus foi ver que ela não se intimidou diante da dificuldade que estava à sua frente. Ela se propôs a tocar no Senhor dizendo: “Se eu apenas tocar nas suas vestes eu serei curada”. O Senhor Jesus não parou para facilitar que ela O tocasse. Ele certamente sabia de todas as coisas e poderia ter ido ao encontro dela, vendo a sua condição de fraqueza. O Senhor Jesus deixou que ela se esforçasse. Todos sabemos como é difí­cil enfrentar uma multidão, mas aquela mulher desconsiderou sua fraqueza e embrenhou-se no meio do povo. Talvez tenha recebido cotoveladas, chutes e empurrões, mas nada a impediria de receber a cura do Senhor. Até onde vai a nossa disposição de receber de Deus, de tocar nEle? O Senhor Deus deseja ver até onde  estamos disposto a ir. Ao chegar no ponto certo, tocaremos o Senhor e receberemos as virtu­des dEle. Sempre que houver tempo de jejum na igreja e aqui na célula pela busca de Deus e pela Sua causa, participe, pois isso poderá mudar sua vida e sua história completamente. Não há nada que o poder de Deus não possa resolver e Ele está acessível para todo aquele que o buscar. Esta mulher ouviu a fama de Jesus e decidiu encontra-lo, Jesus estava indo com Jairo, o principal da sinagoga para orar por sua filha, pois esta filha estava gravemente doente. Esta mulher interrompeu a caminhada do Mestre, ela creu e isso a levou a agir, Deus gosta disso. Quando nos esforçamos e fazemos sacrifícios por algo que buscamos, denunciamos nossa fé diante de Deus e dos homens. Isso credibiliza, legaliza o direito, consolida a conquista, por isso Jesus deixou ela se esforçar e manifestar sua fé. É muito importante falarmos de Jesus

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Os sete frutos de Pentecostes – Shavuot

Atos 2:1-4,37-41 A igreja de jesus Cristo nasceu em Pentecostes, pois neste o Espírito Santo veio e  muitas vidas começaram a ser tocadas e convencidas pelo Espírito Santo. Na primeira pregação feita pelo apóstolo Pedro, três mil vidas se renderam aos pés do senhor Jesus. A festa de Pentecostes e chamada de festa as primícias, estas primícias eram entregue ao sacerdote que as movia e abençoava o restante da colheita, que duraria até a festa de Tabernáculos. Nesta festa temos sete frutos da terra que tem significados proféticos. Veremos: Trigo: Símbolo do justo. Essa simbologia é expressa nas explicações bíblicas sobre a personalidade de Yeshua. O grão do trigo (Jesus) foi semeado na terra, e morrendo e sendo sepultado ressuscitou ao terceiro dia gerando vários frutos (Jo.12:24). Ele foi entregue por nossos pecados, e ressurgiu para a nossa justificação.” Rm.4:25. Todo o processo desde a colheita do trigo até a produção do pão explica os detalhes da vida de Cristo e de seu ministério até tornar-se o Pão da Vida. Cevada: Este cereal era o alimento básico dos pobres na época do messias, tal como o arroz nos nossos dias, reflete o significado do Evangelho do reino de Deus (M.11:5-Lc.7:22) assim como a cevada, o evangelho foi dado em primeiro lugar aos menos favorecidos, depois deve ser comido pelos ricos. Trigo e cevada, Sabedoria e conhecimento, evitam a perca da fé, e o povo não corre o risco de perecer, por isso Shavuoth deve ser levada á sério e com temor deve ser celebrada para que os cereais sejam colhidos e produzam os frutos verdadeiros. Uvas – vinha: as uvas possuem dois significados bíblicos, representam pessoas (seres humanos) “A vinha (plantação de uvas) do Senhor dos Exércitos é a casa de Israel… Em Is. 5:7ª diz: “Achei á Israel como uvas no Deserto,…” em Os.9:10ª diz: “E o anjo meteu a tua foice e colheu as uvas (pessoas) da vinha da terra, e lançou-as no grande lagar da ira de Deus” (juízo final) Ap.14:1. Uvas também representam alegria, o fruto é usado para a produção do vinho, uma bebida típica das festividades judaicas, Yeshua ao transformar água em vinho e o “melhor vinho”. Em Pentecostes representa o Dom da Fé “…Os que ouvem a Palavra, a recebem com alegria…”Lc.8:13 – “A fé vem pelo ouvir a palavra de Deus” Rm.10:17. Figos: Assim como as uvas, os figos também representam pessoas, mas no caso, mais especificamente os judeus “Achei a Israel como uvas no deserto, vi a vossos pais como frutas temporãs da figueira.” Os.9:10 Em Pentecostes figos representam o Dom de Cura. O rei Ezequias estava acometido e um câncer mortal e Isaías foi enviado a pronunciar-lhe que ele haveria de morrer, o qual ouvindo a notícia prostrou-se rente á uma parede e orou ao Senhor (Is. 38:1-3), o profeta então preparou uma pasta de figos e aplicou sobre o câncer e Ezequias ficou curado (Is.38:21). Azeitona: Símbolo de unção. É da azeitona que se extrai o azeite, este por sua vez é uma figura do Espírito Santo, Ele é responsável por cuidar da igreja e de cada um de Nós… Ele é extremamente zeloso em relação a nossa vida. Em Shavuoth usamos as azeitonas e pomos na mesa para que o Ruach Kadosh (Espírito Santo) nunca deixe de ocupar o melhor espaço em nossa vida! Tâmara: Fruto que nasce nas alturas das palmeiras, símbolo de retidão e vitória, as palmeiras crescem para cima e para baixo, suas raízes descem as mais profundas camadas até encontrarem solo rochoso onde se abraçam nas rochas tendo força para suportar os fortes ventos e tempestades do deserto, por isso sempre permanecem de pé. A tâmara representa os crentes que ouvem a palavra de Yeshua e se firmam nele como a rocha fundamental, ninguém que está firmado na palavra viva do Eterno pode ser tombado por algum vento ou tempestade. A tâmara é um fruto de difícil acesso, para apanhá-la requer muito esforço devido á altura onde ela nasce, em Pentecostes representa o Dom da Profecia, esse é um dom que só é dado àqueles que estão dispostos á pagar um preço por ele, é um dos mais almejados dons, porém é um dos que mais exigem responsabilidade. Romã: Salomão plantou um pomar de romãs e com elas se faziam uma espécie de vinho, que produzia vigor, força. Dentro da romã existem 613 sementes, esse é número exato dos mandamentos deixados pelo Eterno nas mãos de Moisés, eles compreendem toda a Torah (Instrução), e para cada um deles positivo ou negativo existem bênçãos (Dt.28:1-2) Assim como no simbolismo da azeitona a romã condiciona nossos milagres e vitórias á nossa total dependência do Senhor. Ele é a nossa força, a sua palavra nos fortalece e nos dá vigor. Os atos proféticos O principal deles é a entrega aos participantes da Festa de frutas típicas de cada país onde a festa é realizada. Tal ato estará apontando para um período de grandes colheitas que se iniciam na vida de nosso povo desde aquele momento até culminar na Festa de Sucot.     Deus abençoe!     Ap. Eliezer      

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Cinco pedras para mudar a história

I Samuel 17:32-41 O tempo é uma sucessão de minutos, que por sua vez são sucessões de segundos que são formados por sucessões de décimos, e assim por diante em frações cada vez menores do que denominamos o espaço de tempo. Contudo, existem tempos que de tão marcantes e importantes deveriam durar mais do que de fato duraram. Quem nunca se lembrou dos poucos minutos daquele inesquecível momento da dança sobre o som da valsa na formatura? Ou daqueles minutos da entrada do noivo e noiva e a famosa frase, eu os declaro casados. A estes momento parecem eterno. Qual pai se esqueceria daqueles precio­sos segundos em que, pela primeira vez, ouviu o estridente choro do filho que chegara ao mundo? Realmente, há segundos importantes demais na vida. Não são necessários muitos deles para que a bola ultrapasse o gol e atinja a rede dando a vitória a um time que por um ano inteiro lutou pelo título. Há tempos que de tão marcantes deveriam durar uma vida inteira e há segundos que estabelecem o curso do resto de uma vida. Certamente os segundos registrados entre os versículos 32 e 41 do capítulo 17 do primeiro livro do profeta Samuel marcaram a vida do jovem Davi. Foram poucos segundos que mudaram a vida dele para sempre. Vamos ao contexto: em façoes de segundos, Davi, a pedido do pai Jessé, levava comida para seus irmãos que estavam acampados em prontidão para a guer­ra. Ao chegar ao vale de Elá (local do acampamento), Davi viu-se diante do avanço inimigo. Ele sabia que os próximos segundos seriam decisivos. E na verdade foram. Ninguém poderia duelar com o gigante inimigo Golias. O melhor ho­mem do exército filisteu. E Davi logo percebeu que estava no lugar certo e, principalmente, na hora certa. Muitas vezes também nos vemos em situação semelhante. Era a hora certa para agir. O lugar era certo; o tempo, conveniente. Bastava uma coisa para que ele agisse. As ferramentas. Deus vai utilizar o que você possui para escrever seu nome na história. Geralmente eu digo que jamais podemos cobrar de uma pessoa aquilo que ela não possua. Você só pode oferecer do que você já tem. E é sobre isso que e eu quero falar. Davi não possuía armas letais, ele não era soldado e sim um pastor de ovelhas. Ele não dominava as técni­cas de lutas corporais e, provavelmente, jamais havia se envolvido em brigas ou lutas pessoais, a não ser quando teve de defender suas ovelhas. Ele era pastor e, como tal, sua preocupação se resumia em cuidar e apascentar o seu rebanho. Até que tentaram lhe dar uma armadu­ra com espada, mas isso não era o que Deus lhe havia dado. Davi recebera de Deus uma estratégia de usar cinco pedras. As cinco pedras utilizadas por ele para derrubar o gigante Golias apontam para o resultado de uma atitude daquele jovem diante de uma necessidade. O momento exigia isso. Quantas vezes podemos estar diante de momentos que nos exijam certas posturas? As cinco pe­dras de Davi mudaram a história. Dian­te deste quadro, o jovem manifestou alguns sentimentos. A indignação com a situação foi um deles. Ele não suportou a afronta de Golias contra Deus. O inconformismo com o que acontecia fez Davi tomar a iniciativa para mudar a situação. A radicalidade e o espírito de sacrifício também se manifestaram, uma vez que ele correu risco de morte naquela situação. A determinação foi outro di­ferencial, porque ele não se deteve diante das inti­midações de seus irmãos, de Saul e de Golias. Por fim o jovem demonstrou um sólido comprometi­mento com o propósito de Deus. Os outros soldados estavam envolvidos numa guerra, mas Davi estava comprometido na sua fé ao ponto de se dispor, mesmo que tivesse que morrer na batalha. Na história de Davi e Golias podemos aprender muitas lições sobre lide­rança e sobre a vida. Gostaria de tomar especificamente as cinco pedras que Davi usou para vencer Golias, e usá-las como ilustração de nove princípios espirituais vitais para sermos bem sucedidos em nossos desa­fios. Vejamos: 1. Cinco pedras nos falam de propósito. Se alguém perguntasse a Davi por­que ele estava pegando aquelas pedras não ouviria de sua boca que ele iria perder tempo ou brincar de qualquer coisa. As pedras tinham um propósito específico. Pedras podem ser usadas para inúmeras finalidades, mas aquelas cinco tinham um propósito específico. Não podemos perder o foco no decorrer do projeto em que Deus nos deu para executar. Se perdermos o propósito não venceremos a batalha. Líderes foca­dos no propósito não perdem tempo e também não precisam de muito tempo para cumprir o propósito de Deus. Eles aproveitam cada segundo. 2. Cinco pedras nos falam de inova­ção e mudança de paradigma. Nos dias de Davi não se menciona que fosse costume ir à guerra com uma funda, mas depois ficamos sabendo que depois desta vitória,  um batalhão de fundistas no exército foi formado (I Cr. 12:2, II Cr. 26:14). Deus sempre faz coisas novas atra­vés de seus escolhidos. Antes de Noé ninguém tinha feito uma arca; antes de Moisés não havia o Tabernáculo, Davi inovou fazendo um tabernáculo em Jerusalém; antes de Maria nenhuma virgem havia concebido. Igrejas que crescem, mudam para­digmas. Elas crescem por­que fizeram ou ensinaram algo novo. A Igreja na Coreia foi a primeira a estabelecer células; A Igreja na Co­lômbia criou os encontros. No início do século passado, as igrejas pentecostais inovaram com os dons do Espírito e os metodistas usaram os grupos de santi­dade e a pregação pública. Outros usaram o rádio, outros a televisão. Há muitos outros exemplos. Davi não se importou em inovar usando as pedras para vencer o inimi­go. Isto não significou a extinção da armadura e da espada. Na verdade Davi matou Golias com uma espada, mas o derrubou com uma pedra. Líderes mar­cantes utilizam o novo sem desprezar o que já foi estabelecido. Precisamos ser cuidadosos com aquilo que é novo, mas não devemos de pronto desprezar. Tudo o que é novo

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