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Deus é Justo

Naum 1:1-7   "Ainda assim, agora mesmo diz o Senhor: Conver­tei-vos a mim de todo o vosso coração; e isso com jejuns, com choro e com pranto" (Jol 2:12).   Naum em hebraico quer dizer "consolação" O livro de Naum revela e indica que Deus consola o Seu povo e vinga-o dos seus inimigos, neste caso de Israel: Nínive. Sabemos que o nosso Deus é zeloso. Ele ama os Seus filhos, defendendo-os, amparando-os, suprindo todas as suas necessidades. No entanto Ele não admite que tenhamos outros deuses nem que O substituamos por nada, por ninguém. E foi justamente isso que o povo de Israel fez: Deus libertou-os do cativeiro do Egito, levou-os à boa terra de Canaã, cuidou deles como um pai amoroso cuida dos filhos, e quando eles se sentiram prósperos e abençoados, ficaram orgulhosos e rebelaram-se.   Eles Peca­ram contra o Senhor praticando iniquidades, cultuando ídolos e rejeitando as advertências dos profetas. Tantos profetas foram enviados para falar palavras de admoestação ao povo, todavia, eles endureceram o coração e persistiram na rebeldia. As advertências, as repreensões, as reprovações foram em vão, pois o povo não queria o caminho do arrependimento. O povo queria ser prósperos e abençoados, mas não queriam compromisso.   O Senhor, então, não teve outra alternativa a não ser permitir o deserto que veio ao seu povo por meio das nações gentias. Essas nações foram usadas para quebrar a dura cerviz do povo de Israel. Deus sabe que Satanás não perderá nenhuma oportunidade de destruir seu povo, Ele sabe que a conseqüência da desobediência e idolatria traz maldição. Aconteceu, porém, que essas nações ultrapassaram os limites do castigo, tirando o povo de Deus de seu lugar de habitação para exterminá-los. Nosso Deus que é justo veio em socorro de seu povo que estavam arrependidos e arremeteu-se contra os ninivitas, que eram os adversários de Israel e foram desbaratados.   Nosso Deus é justo. Quando erramos, desobedecendo-O, Ele, que é misericordioso e não quer nos ver em cadeias, nos concede a oportunidade do arrependimento. Se nos arrependemos genuinamente, Ele nos perdoa e nos consola. Mas se insistirmos na desobediência e na obstinação, ignorando o arrependimento, a justiça de Deus se manifesta para gerar em nós arrependimento. O Senhor nunca muda, contudo a história do povo de Israel, a história da igreja e a nossa própria experiência testificam que o nosso Deus não resiste ao arrependimento genuíno de um coração quebrantado. Ele então perdoa e consola revelando toda a doçura da Sua misericórdia divina. Como não amar ao Senhor? Porém, se acontecer de cairmos em pecado, em rebeldia, voltemos a Ele pelo único e res­taurador caminho do arrependimento.   Experimentar a graça de Deus, viver na plenitude da vida eterna e estar guardados pelo Senhor, depende unicamente de cada um de nós. Sabemos que Ele nos criou com livre arbítrio e Ele respeita nossa decisão.    Apóstolo Eliezer  

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Procurando e preservando as dracmas

Lucas 15: 8-10   Este foi o tema que o Espírito Santo revelou no último culto dos jovens e foi tão bom, que se tornou um projeto de resgate de vidas, onde muitos jovens aderiram fazendo uma aliança de orarem jejuando por 21 dias, colocando uma pulseira como sinal de compromisso e propósito. Esta parábola contada por Jesus Cristo nosso Senhor e salvador, revela em primeiro lugar, as Perdas que acontecem nesta vida e a atitude necessária para resgata-las. A atitude de Cristo em vir na terra foi para encontrar e resgatar algo precioso de Deus que se havia perdido, a coroa da Sua Criação, eu, você, nós.   A Bíblia diz em João 10:10 que o diabo vem para roubar, matar e destruir. Isso pode ser resumido numa palavra que se chama “perda”. Perda de pessoas queridas, perdas de coisas materiais, perda da essência da vida como a paz, a fé, a esperança e o amor.  A tônica de muitas parábolas que Jesus contou revela perdas e sua recuperação. Entre elas temos a parábola das 100 ovelhas onde uma se perdeu e depois foi encontrada, temos também a parábola do filho pródigo que se perdeu e foi resgatado, assim como esta da dracma que foi perdida e depois recuperada.   A Bíblia nos ensina que a consequência do pecado na vida do homem foi a perda da comunhão com Deus, Ele teve que se afastar de nós e isso foi uma perda para nós e para Deus. Deus nos ama com amor eterno, por outro lado nós precisamos de Deus na nossa vida, sem Ele não há salvação e estar afastado e distante dEle é perda para nós, e como Ele nos ama, é também perda para Ele. Tanto que Ele se dispôs a enviar Jesus para morrer numa cruz para nos salvar nos resgatando e trazendo de volta a Sua presença.   Jesus Cristo veio para reatar com aqueles que haviam se perdido. As parábolas que Jesus ministrou, na verdade estavam apontando para Deus que insistentemente procurava o homem perdido. Esse mesmo sentimento deve ser o nosso, uma vez que fomos encontrados e nos tornamos a igreja de Cristo na terra, como representantes de Cristo, devemos seguir o que Ele ensinou, começando por nós mesmos e na caminhada rumo ao crescimento, amadurecimento e aperfeiçoamento, como parceiros do Senhor, encontrarmos àquilo que se perdeu. Isso fala de nós, como também as vidas que foram resgatadas por Jesus através da sua morte na cruz e ressurreição dentre os mortos e estão perdidas.   Devemos buscar as coisas importantes que se perdeu. Esta mulher tinha dez dracmas. Ou seja, ela tinha dez coisas importantes em sua vida. E infelizmente ela perdeu uma. Talvez você perdeu mais que uma. Eu listei 10 coisas que eu acho importantes que devemos preservar e se perdermos alguma delas, devemos procurar insistentemente até achar de volta. Hoje falaremos apenas sobre cinco delas e continuaremos na ministração seguinte. Vejamos:   1-      A Fé em Deus e sua Palavra. Em Hebreus 11:6 diz que sem fé é impossível agradar a Deus, pois a fé nos aproxima dEle e nos projeta para o sobrenatural, para o extraordinário, para as coisas impossíveis, para a vitória. A fé é a chave que abre os céus com os seus tesouros escondidos, a fé move o braço de Deus em nosso favor, a fé traz a existência daquilo que não existe com se já existisse, a fé diz que você acredita que Deus é verdadeiro. Se você perder a fé você perdeu tudo, inclusive a sua salvação. Nunca perca a sua fé!   2-     A Esperança. É a fé que projeta a esperança de um amanhã seguro, de um futuro feliz, de um amanhecer iluminado, de um novo ciclo onde acontece um recomeço, de uma eternidade garantida, etc. A esperança fala do futuro, do amanhã, ela é irmã gêmea da fé. A Esperança nos faz imaginar o futuro, ela nos faz ver os nossos sonhos realizados.     3-     O amor. Sem o amor a vida fica sem sentido, sem cor, sem tempero, sem expectativa e sem emoção. Tudo seria pesado, não haveria prazer em servir, em fazer sacrifícios, em trabalhar para o Senhor, em estar em Sua casa para adorar, em discipular cuidando de vidas e muito menos renunciar, se aplicando para a vida a dois se concretizar, se completar, ou estar aqui na célula fazendo amigos mais chegados que irmãos, ou em abrir mão de algo para o bem de alguém. O ódio antecipa e encurta a vida, mas o amor elastece, alonga e dá prazer na vida. A fonte genuína do amor é Deus, Ele é o Autor da vida, Ele é amor. I João 4:8   4-     Fidelidade. Sem isso não teríamos segurança em servir a Deus, não teríamos como provar nossa fé e dedicação. Se eu perder a minha fidelidade, Deus não poderá contar comigo para participar da grande colheita e conquista que está por vir, sem ela Deus não poderá contar e confiar em mim. Se eu perder a fidelidade, o devorador terá acesso na minha vida e não haverá colheita e nem a abundância do eterno na minha vida, não conseguirei ter um futuro seguro.   5-     Lealdade. Sem lealdade não serei um filho, discípulo, servo ou profissional dedicado e eficaz. A lealdade nos faz ser um com o nosso Deus, com o nosso cônjuge, com o nosso líder, com os nossos discípulos, com os companheiros de luta, com os irmãos de equipe e com o reino de Deus. Sem a lealdade estarei expondo meu líder, suas costas estará desprotegida, meus companheiros de equipe estarão vulneráveis, o inimigo achará uma brecha por onde entrar e roubar paralisando a conquista. Fidelidade aponta para Deus e lealdade aponta para os nossos relacionamentos na terra e no reino de Deus. Seja leal com quem você anda!   A parábola da dracma perdida mostra a diligência de uma mulher que ao perder algo precioso foi à sua procura, sem

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Tema: A lealdade assegura nossa vitória

 Lucas 22: 39 a 42 Este texto nos mostra que a lealdade de Jesus ao Pai e a sua missão na terra, consolidaram sua tremenda vitória na Cruz. Deus tem também para cada um de nós uma missão e uma grande vitória preparada, mas para podermos alcançá-la, precisaremos à semelhança de Jesus, vencer algumas tentações. (vs. 40)   A principal delas é você não se afastar do propósito central de sua vida e do líder que Deus levantou para conduzi-lo neste propósito. Lúcifer enquanto esteve no céu, tinha um líder. Ele foi criado para relacionar-se com seu líder adorando-O e servindo-O, mas no dia em que Lúcifer tirou os olhos do Criador e voltou-os para si mesmo, ele caiu.   No momento em que parou de olhar para Deus e passou a olhar para seus próprios dons, Lúcifer desligou-se espiritualmente de Deus e ficou escravo de seu próprio ego. Abandonou o projeto do líder e mergulhou no seu próprio, mergulhando também na maldição. Ali foram concebidas a deslealdade, a rebeldia e a desonra e tudo isto, ele trouxe para a terra em sua queda. São todos estes espíritos e suas tentações que eu, você e a igreja teremos que vencer todos os dias, até que a vitória de Cristo seja completa em nossas vidas. Porém entenda que, ninguém vence sozinho (todos repetirem).                 Toda vitória descrita pela Bíblia é fruto de unidade e de alianças construídas entre um pastor e uma ovelha, entre um líder e um discípulo, entre um pai e um filho.   A vitória do indivíduo, da família e da igreja depende da unidade espiritual. Esta unidade só é possível através de vínculos de lealdade e amor, com quem na hierarquia espiritual, está acima de nós, (nossos líderes), ao nosso lado (nossos companheiros de equipe) e abaixo de nós (nossos discípulos).   O objetivo de Deus é que todos nós sejamos feitos leais e que isto leve a igreja a unidade e consequentemente a vitória. Um dia seremos um exército de leais! Satanás sabendo que a vitória dos santos vem pela unidade, tenta dividir o Reino, lançando esposas contra maridos, filhos contra pais, discípulos contra líderes através de suas tentações. Jesus, porém venceu tudo isto e porque ele venceu, você vai vencer também. (todos repetirem) Pergunte agora a quem está a seu lado: Como Jesus venceu? Resposta: Fazendo o caminho inverso ao de Lúcifer, que ensoberbeceu-se, cobiçou e rebelou-se. Jesus segundo Filipenses cap. 2, humilhou-se, esvaziou-se e obedeceu até o fim. Não venceremos se não imitarmos a Jesus, nos exercitando nestas coisas. (Quantos líderes e discípulos você tem visto cair, perdendo sua posição e suas conquistas)? Exercitar-nos nisto, representa o nosso morrer diário, é tomarmos a nossa Cruz a cada dia para sermos verdadeiros discípulos.   Vejamos como Jesus agiu para vencer as tentações:   1.      Jesus humilhou-se. A Bíblia diz que a revelação pertence aos humildes. Líderes que se ensoberbecem, rejeitam o ensino e param de crescer. A humildade é introdutora da lealdade, porque ela me permite reconhecer que eu preciso do meu cônjuge, que eu preciso de um líder, que eu preciso dos meus irmãos. Pessoas ensoberbecidas bastam-se a si mesmas e entram por rotas de isolamento e dissoluções.   A humildade também me permite ver, que eu não faço parte de um projeto meu, mas de um projeto maior e divino, no qual eu serei muito importante, se eu simplesmente fizer bem o meu papel. Somos pequenas partes de um grande projeto de Deus. Isto é nobre e honroso, mas só os humildes conseguem entender isto. Há pessoas que não conseguem ser atores coadjuvantes, precisam ser sempre a estrela principal, isto é fruto da soberba. A humildade precede a lealdade e a lealdade, a honra. Os humildes sempre serão exaltados. (todos repetirem )   2.      Jesus esvaziou-se. Isto representa, abriu mão de toda cobiça, toda vaidade, de seus direitos e da própria vida. Não podemos perder o foco de nossa chamada, pela cobiça das coisas materiais e trocar o altar por projetos pessoais. A Palavra declara que aquele que foi arregimentado para o exército de Deus, não deve envolver-se com os negócios desta vida. Prosperidade bíblica é uma promessa, mas deve ser sempre consequência e não motivação, pois se for motivação, torna-se pedra de tropeço. Não faça comércio dentro do seu chamado, não troque seu ministério por bens materiais, na fidelidade ao seu chamado, Deus lhe prosperará como resultado da sua fidelidade e lealdade.   Há discípulos que cobiçam a unção, a posição e a prosperidade do líder e isto é fruto de uma ingerência maligna em suas mentes. Veja o que a Bíblia nos mostra: Lúcifer cobiçou o Trono de Deus, Absalão cobiçou a posição de seu pai a ponto de possuir as concubinas de Davi, Adonias cobiçou o trono e a noiva de seu irmão Salomão e Judas cobiçava as ofertas que haviam na bolsa de Jesus.   Sabe o que há em comum entre todos estes, além da cobiça? Todos morreram precocemente! Há uma ideia equivocada de que é um demérito ser o segundo, o vice, ou simplesmente ser discípulo doze de alguém. Se formos discípulos leais, seremos bons segundos, servindo a alguém e isto nos dará direito a sermos e possuirmos tudo que o líder é e possui, sem sermos desleais. Vejamos os exemplos na história bíblica.   Josué foi o segundo após Moisés e por isso herdou a missão e a unção de seu líder, Josué entrou na terra prometida e Moisés não. José do Egito era o segundo depois de Faraó, mas Faraó confiava tanto em José, que este se tornou o verdadeiro governante de todo o Egito. Daniel foi o segundo de três reis da Babilônia, os reis passavam e Daniel continuava no poder. Ser um bom segundo representa uma oportunidade real de vir a ser o primeiro.   Reinhard Bonnke, um evangelista alemão, teve uma revelação interessante: se você se acha um zero a esquerda, é só você se colocar a direita de Jesus, deixando-O

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Geração Calebe

Números 13:1-3 17-30  Fazemos parte da Geração Calebe, geração que entra em Canaã. Mas, que é entrar em Canaã? Entrar em Canaã é ter a consciência de que, para alcançarmos tal conquista, devemos arrancar de nossas vidas todos os gigantes.   Todos nós, filhos de Deus, ansiamos o dia tão extraordinário em que tomaremos posse da terra prometida. Porém, faz-se necessário estarmos atentos para que o dia chegue e percebamos, pois, para muitos, ele pode passar despercebido, pela falta de atenção. E, mais, precisamos ter consciência do real significado de entrar na terra prometida!   Quem era Calebe? Calebe, cujo nome significa homem de faro, foi um homem de coração temente e voltado a Deus, é o que diz Números 13:30. Ele sentia de longe as artimanhas do inimigo, porque possuía um coração contrito ao Deus da promessa. Ele tinha a percepção aguçada, era um homem de espírito diferente.   Todas as pessoas que têm comunhão com Deus possuem um espírito diferente, são capazes de conquistar a Terra, de passar pelos problemas sem que os problemas as vençam, porque mais forte é o que está nelas do que o que está no mundo.   Calebe era filho de Jefoné e chefe de uma das famílias de Judá, de onde procedeu Jesus. Assim como ele, hoje somos uma família em Cristo Jesus. Não vivemos só, estamos juntos para conquistar a terra prometida. Calebe foi um dos 12 espias enviados por Moisés à terra de Canaã, para examiná-la (Números 13:5, 17-25). Era um homem de espírito esperançoso e vitorioso. Era um homem de espírito e alma livres, queria vencer todas as barreiras e batalhas a qualquer custo.   Ele e Josué foram os únicos a voltar com as boas notícias acerca da terra que iriam habitar. Moisés não entrou na terra, mas Calebe e Josué sim, porque deram um relatório fiel, encorajador diante dos homens. Eles disseram que bastava aos israelitas obedecerem às ordens de Deus para darem continuidade à conquista.   Em Números 14:24, Deus deu a Calebe uma promessa de que receberia todo pedaço de terra que conquistasse, só porque deu um relatório encorajador ao povo, em contraste aos relatórios negativos dos outros 10 espias. Em Gênesis 23:2, vemos que Hebrom era chamada de Quiriate-Arba. Arba foi o maior homem entre os anaquins, que eram os gigantes que estavam na terra de Canaã e, nessa terra, Sara foi sepultada.   Calebe e Josué perseveraram na fé, que era maior do que o temor, do que os gigantes que habitavam Canaã. Ele viu o quão difícil era entrar na terra, mas que iria conquistar através da perseverança e de um relatório fiel. Com a idade de 85 anos, reivindicou essa promessa. Apesar da idade, ele ainda tinha a força de um jovem (Números 14:6-15; 15:4). Um homem não deixa de ser guerreiro quando envelhece, mas quando perde seus sonhos, a sua visão. Não é por ser idoso que alguém não vai conquistar as batalhas, nem vencer a guerra.   Se você deixar seus sonhos morrerem, jamais será um vencedor. Seja como Calebe, ousado e determinado. Idade não é empecilho. O Salmo 22:12-14 diz que o justo florescerá como a palmeira, e ainda na velhice dará o seu fruto.   Por esse testemunho, ele e toda a sua descendência tiveram Hebrom por possessão. Por isso, na nossa palavra, tudo tem que ser bem ponderado. Por causa de relatórios desencorajadores, de palavras negativas, perdemos muitas bênçãos que estão nas regiões celestiais. Mas, vamos aprender com Calebe como entrar na terra de Canaã:  1. Possuía fé e visão: Em Números 14:7-9, vemos como ele era ousado. Ele proferiu para o povo que, se eles não fossem rebeldes contra o Senhor e não temessem, iriam destruir os gigantes como se come pão, iriam rasgar os inimigos nos dentes.    2. Andava em obediência: Calebe andava em obediência, por isso atraiu a glória de Deus para si. Se você quer atrair essa glória, ande também em obediência.    3. Não era só idealista: Ele era sonhador, mas realista. Quem é só idealista fica apenas pensando em conquistar, no que fará, fica colocando obstáculos, fica em dúvida, tem a mente passiva e nem sabe o que Deus quer para sua vida. Os realistas sonham e conquistam.    4. Perseverou até o fim: Quando temos obstinação por um sonho, não recuamos diante de nenhuma situação adversa. Pelo contrário, avançamos para vencer os desafios, ainda que sejam como gigantes encontrados na terra que Deus já nos deu. Não podemos ter relatórios incrédulos. Deus disse que daria a autoridade sobre as nações para quem perseverasse até o fim.    5. Ouvia a voz do líder: Calebe ouvia a voz do líder que tinha intimidade com Deus (Números 14:24). Quando obedecemos a voz do líder que caminha com Deus, conquistamos o fruto da terra. É o que tem acontecido conosco na Visão Celular do Modelo dos 12, em que resgatamos princípios de Deus que estavam esquecidos.    6. Josué e Calebe tinham unidade: Josué e Calebe eram UM. Os outros 10 espias, apesar de estarem com os dois, de terem saído no mesmo momento e investigado a mesma terra, eram incrédulos. Calebe os confrontou, dizendo que Deus iria lhes entregar Canaã, mas os 10 insistiram que era impossível.    O que é um gigante? Os gigantes são deformidades na nossa alma. Quantas deformidades temos dentro de nós que ainda não foram vencidas? Já conhecemos algumas e sabemos que estas foram vencidas, mas o inimigo quer roubar a bênção de sermos tratados e curados na alma de forma integral. Muitos, já adultos, ainda têm atitudes de adolescentes, de crianças, outros se sentem rejeitados. Mas, não há deformidade que Deus não possa consertar. Não fique preso ao passado, lembrando dos relatórios daquele tempo. Muitos não conseguem desfrutar da libertação no presente, ainda estão com a mente e emoções acostumadas às prisões do passado.   Hoje, estamos vivendo um momento em que a Visão Celular trouxe para nós a excelência de Deus. Por

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Um Encontro com Deus

Atos 9:1-9   O apóstolo Paulo é o herói de muitos cristãos. Tem muita gente que é capaz de atribuir a Paulo frases e comentários que o próprio Jesus falou. Seu ministério alcançou um êxito maravilhoso, sua dedicação ao evangelho é motivo de inspiração para muitos cristãos ao longo da história, seu amor pelas almas e pelo Senhor nos motiva a ir além de nossos limites. Todo esse sucesso teve um começo, esse começo pode servir de ilustração para nós, nos ensinando quais as etapas de um genuíno encontro com o Senhor.   1)    A caminho de Damasco: a)    “respirando ainda violência e morte” – esta é uma referência ao Sl 27:12. Paulo a personificação deste salmo. Ele causava na igreja um mal sem igual. Sua maldade e crueldade eram notáveis e conhecidas por muitos. A violência enchia seu coração. Mesmo sendo um religioso, ainda assim estava cheio de morte e violência.   b)    Paulo empreendeu viagem desde Jerusalém até Damasco, capital da Síria. Uma cidade grande e populosa, uma metrópole rica e cheia de possibilidades. Damasco significa “o silêncio do tecelão ao produzir pano de saco”. Pano de saco na Bíblia é sinônimo de humilhação e vergonha. Também é sinônimo de arrependimento.   Esta viagem tem, portanto dois significados: ·        A humilhação e vergonha silenciosas que o pecado traz; silenciosas porque não se percebe seu efeito senão quando já não há como escapar; ·        A humilhação que se sente alguém quando é confrontado com a Palavra de Deus.   c)     A visão de Paulo acerca de si mesmo (At 22:2; 26:8): ·        Orgulho por sua espiritualidade rigorosa; ·        Julgava-se merecedor das bênçãos de Deus; ·        Julgava-se superior aos demais; ·        Impiedoso, sem misericórdia, severo, rigoroso; ·        Cruel, sádico, vingativo;   Como um homem assim poderia ser transformado?   2)     Um encontro transformador – Atos 22:6; 26:13 Paulo teve um encontro maravilhoso com o Senhor. Causou um impacto tão profundo em sua vida que ele foi transformado imediatamente. Uma poderosa luz, mais forte que a luz do sol que brilha ao meio dia. Que tipo de experiência é essa?   a)    Quais os efeitos desse encontro? ·        Paulo cai por terra – renuncia ao seu orgulho, perde as forças, rende-se ao poder de Deus; ·        Fica cego – cego para este mundo e para a estrutura que o governa. ·        Consegue enxergar com clareza sua real condição diante de Deus; ·        É confrontado com seu estado espiritual.   Somente um encontro real e poderoso com o Senhor pode produzir esses efeitos na vida de um homem.   b)    Quais os efeitos positivos? ·        Paulo rende-se ao mover de Deus; ·        Paulo reconhece sua impossibilidade de agradar a Deus por sua própria vontade; ·        Paulo recebe direção do Senhor sobre os rumos a tomar em sua vida; ·        Paulo vê as disposições de seu coração transformadas – antes ele ia a Damasco para perseguir agora ele ia para ser ministrado; ·        As orações de Paulo começaram a ser ouvidas e respondidas por Deus; ·        As disciplinas espirituais na vida de Paulo foram ativadas (ele passou a jejuar e a orar com fervor a partir desse momento); ·        Paulo experimentou o poder de Jesus curando-o de sua enfermidade; ·        Paulo começou a pregar o evangelho – com poder e autoridade, com amor e dedicação.   3)    O fator Ananias Paulo teve um encontro com o Senhor, mas esse encontro não foi suficiente para terminar a obra em sua vida. O Senhor o enviou para que estivesse sob os cuidados de um irmão em Cristo mais velho, um homem que o ajudaria em sua caminhada inicial, um discipulador. Esse homem chamava-se Ananias – “Presente gracioso de Deus”.   Alguns fatores a observar na vida de Ananias: a)     Era homem com procedimento justo; b)     Era homem de oração; c)      Era homem que sabia ouvir a voz do Senhor; d)     Era homem que sabia obedecer ao Senhor; e)     Deus colocou em seu coração o encargo pela vida de Paulo; f)       Era cheio do poder de Deus; g)     Era homem de fé;   Ananias representa o crente mais velho que cresceu, que entrou na maturidade, que se tornou um discípulo que se coloca à disposição do Senhor para cuidar de um crente mais novo. Trata-se de uma pessoa fundamental no processo de amadurecimento espiritual.   Precisamos desse tipo de discípulos assim na igreja de nossos dias. Gente que não queira apenas aparecer com trabalhos de destaque, gente que não pense somente em si mesmas, gente disposta a correr perigos para não perder uma alma.   Conclusão: Esse encontro maravilhoso de Paulo com o Senhor ilustra muito bem como deve ser nossa vida cristã, marcada por uma experiência profunda com o Senhor Jesus Cristo. Também nos ensina sobre a importância de discípulos crentes, muitas vezes trabalhando nos bastidores, mas fundamentais no processo de consolidação da fé dos novos convertidos.   Apelo: –         Para aqueles que gostariam de se colocar à disposição para servirem ao Senhor cuidando de novos crentes com amor e carinho; –         Para aqueles que, como Paulo, precisam ter uma experiência marcante com Jesus.    

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Somos devedores e não credores

Romanos 13:8  Nosso tema no culto do Fruto Fiel foi a importância da unidade, mas a unidade tem um dilema. Embora o Senhor Jesus tenha nos ensinado em Mateus 18: 23 ao 35 que somos devedores, temos a tendência de sermos Credores, e esse é um  dilema da unidade, pois temos algo inerente em nós que nos leva sempre na rota da cobrança, somos bons em cobrar mudanças e santidade na vida de outros, mas temos dificuldades de mudar nossos hábitos errados, temos facilidade de acusar e dificuldade em perdoar.  A unidade tem preço e ela se chama renuncia. É tomar a cruz de Jesus, é um morrer diário para uma vida nova segundo Cristo.   Um importante princípio sobre o corpo de Cristo, no qual agora estamos, pode ser interpretado nesta pequena frase: Quem não se integra, não entende e nem aceita! Um dos mais fortes problemas dentro da igreja são as pessoas que não se integram e consequentemente ficam fora da unidade e da vida que flui no corpo. Tais pessoas normalmente são aquelas que estão frequentemente cobrando de outras: cobram amor, cobram ajuda, cobram assistência, cobram compreensão, cobram edificação, cobram mudanças…   Quem não se integra acumula motivos para críticas e murmurações. Toda cobrança descomprometida traz consigo o poder destruidor da acusação. Acusação é a essência da identidade de satanás. Quem se integra já está solucionando. Está batizado na verdadeira motivação de amar, desenvolvendo a atitude de devedor.   O coração de um devedor é comunicado através de alguém que se integra. O que é se integrar? É participar com identificação. Integrar-se é servir. É deixar de ser um expectador alheio e se converter e se unir à visão. Este, na verdade, é o grande problema dos que não se integram: não são servos. Precisamos chegar a essa consciência de que somos devedores. O Apóstolo Paulo compreendeu esta verdade e disse: sou devedor! (Romanos 1: 14)   O texto que lemos acima complementa esta revelação é "A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros: porque quem ama aos outros cumpriu a lei do amor – Rom 13:8 por mais que você amar, Deus te amou muito mais, por mais que você perdoar, Ele te perdoou muito mais, por mais que você seja fiel, Ele foi muito mais fiel a você, por mais que você renunciar, Ele foi além morrendo na Cruz, Ele serviu, foi servo como ninguém… O Senhor nos supera em tudo.   Sempre teremos uma dívida impagável: o amor, o perdão, o serviço, etc. Falando de amor, este é a essência de todos os mandamentos, jamais podemos deixar de pagar esta dívida, por mais que amarmos a Deus e as vidas, ainda ficaremos devendo. Esta revelação corrige as nossas motivações e aplaina os nossos caminhos. Somos devedores! Esta é a única dívida que uma vez reconhecida, irá gerar créditos neste mundo e no vindouro.  Aleluias!   Dessa forma, jamais devemos cobrar amor, mas sempre pagar amor! Cobrar amor nos leva a uma série de tormentos e cadeias. Cobrar amor é o contrário da lei do amor. Nossa vida espiritual, emocional e psicológica fica embotada e adoecida pela carência e autopiedade. Desenvolvemos um senso crítico destrutível e permitimos amargura no coração que nos impede de receber a graça de Deus. Por isso temos tão pouca unidade no corpo de Cristo: muita gente está cobrando sem dar amor. Pessoas que deveriam estar juntas cumprindo o propósito de Deus quebram relacionamentos, e ficam amarguradas. Tropeçaram na lei do amor, não assumiram a postura de serem devedores.   Casamentos são literalmente despedaçados por cobranças constantes. As grandes reclamações são: ele (a) não demonstra amor, então não me ama, não me considera, me sinto carente, não consigo esquecer o que ele (a) fez, não consigo confiar. Estão tropeçando na lei do amor. Não assumiram uma atitude de serem devedores. Quem cobra não perdoa e aos poucos se isola dentro de si mesmo e das pessoas que estão ao seu redor.   Cobranças constantes, exigências capciosas, críticas irresponsáveis, previsões doentias, caprichos egoístas, e outras atitudes desse gênero, para nada servem, senão para desgastar relacionamentos e sustentar insegurança e instabilidade. Pessoas com dificuldade em perdoar, esquecem que são devedoras e agem como credoras e a conseguência é a perda dos bons relacionamentos. Veja a história do credor sem compaixão: Mt 18:23-35. Os que se sentem vítimas e não conseguem receber cura de Deus para suas feridas, se vêem como credores. Por isso continuam mergulhados em justiça própria amargando na vida.   Sou devedor é a expressão maior para quem quer relacionar-se em unidade com todos os seguimentos da vida, principalmente com o corpo de Cristo, para quem quer viver na luz, para quem ama a comunhão e desfruta de saúde espiritual. Esta é a genuína postura moral que nos sintoniza com o coração de Deus. Esta é a posição de uma pessoa íntegra, que não está ferida, não está doente nem deformada espiritualmente e emocionadamente.   Esta é a expressão de quem desistiu do egoísmo, para de fato, cumprir a lei do amor e viver para a glória de Deus. É também a expressão de alguém que aceitou o desafio de negar a si mesmo, tomar diariamente a sua cruz e seguir a Jesus, tornando-se um discípulo genuíno. "Entender que Sou devedor do amor, do perdão, do serviço" traduz a essência de uma pessoa realmente integrada no corpo de Cristo prosperando e andando em unidade.   Este é o grande dilema da reconciliação e da unidade. A postura que tomarmos fará uma diferença fatal em nossas vidas. Quando não assumimos a posição de devedores acabamos inevitavelmente assumindo a posição de credores. Este é o princípio da desgraça. Se semearmos como credores vamos colher atormentadores.Muitos estão sofrendo enfermidades, males emocionais e perturbações. O pior de tudo isso, é saber que quem vive assim poderá passar a eternidade longe de Deus, pois não assumiu a nova vida segundo Cristo.   Precisamos nos arrepender desta

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Verdades fundamentais para a vida

Lucas 15:11-32 Temos aprendido que nossas decisões definem futuro.  Se você não aplicar o que tem aprendido, demonstrará que o terreno do seu coração não absolveu a semente por ser terra árida, sem tratamento, sem ter aceitado o processo. Aquele filho começou a olhar para fora, começou a olhar para fora da cerca. Lá não tem regras, aqui estou limitado ás leis deste lugar.  1.    As suas decisões determinam as suas circunstâncias. Sua vida não muda a menos que você entenda que você cria as suas circunstâncias. Você pode culpar as pessoas, pode culpar a Deus ou o inimigo, mas o fato é que as suas decisões criam as suas circunstâncias. Aquilo que você pensa refletirá em suas palavras e suas palavras darão combustível para as suas decisões, por isso é necessário renovar a nossa mente com a Palavra de Deus.   Veja o personagem deste texto de hoje, ele se tornou o filho pródigo. Depois de pedir à parte que lhe cabia na herança ele se sentiu independente, auto-suficiente e por isso saiu de casa e junto com os amigos caiu na farra e torrou todo o dinheiro que possuía. A situação foi ficando cada dia pior até que ele chegou ao fundo do poço. Ele passou a comer com os porcos. Comer com porcos era o fim a linha para um judeu, pois pela lei o porco é imundo. Será que a sua condição era culpa do governo? Será que aquela situação fora causada pela falta de educação apropriada ou pelo desemprego crescente? Será que a culpa é dos juros altos, da crise financeira que afetou quase todo mundo e das catástrofes que tem varrido a terra? Pois se não fosse isso, aquele jovem não teria perdido toda sua fortuna de forma tão rápida. Será que a culpa é do pai que o traumatizou? Será que o pai foi irresponsável ao dar ao filho a herança mesmo sabendo que o filho ainda não tinha condições de lidar com tanto dinheiro? Será que o diabo foi o culpado de tudo? Existem pessoas que teriam a ousadia de dizer que Deus é o culpado, pois se Ele é amor, como pode permitir alguém comer com porcos.  Eu ouso dizer que aquele jovem mesmo foi o responsável? As decisões dele determinaram as suas circunstâncias.   Você é responsável pelas consequências de suas ações. Você fez as escolhas, você tem poder de decisão, você tem livre arbítrio, você decide a sua vida, sendo assim, então deve arcar também com as consequências. Não adianta culpar a quem quer que seja, pois nossas palavras e ações são resultado de nossas escolhas e estas são sementes.   2.      Aquele que não está disposto a ajudar, inevitavelmente vai atrapalhar. Precisamos ter cuidado com pessoas que não nos acrescentam coisas boas, pois estas normalmente semeiam criticas, derrotas e enterram os nossos sonhos, pois são coveiros, estes acabam por nos levar a perder coisas. Sempre se pergunte: “em que esta pessoa está contribuindo para melhorar a minha vida em Deus?” Se elas não fazem o melhor, vão acabar fazendo o pior. Você precisa focar em seu líder, em seu discipulador que normalmente ora por você e tenta sempre te ajudar a crescer e frutificar.   Existem muitos tipos de relacionamentos perigosos. As pessoas mais perigosas são aquelas que nos levam a perder o temor a Deus. Perto delas o pecado parece perder a gravidade. A sua vida depende das pessoas que você permite ao seu redor. As pessoas ao seu redor vão determinar as experiências que você terá em Deus. As pessoas ao seu redor vão alimentar força ou fraqueza em você. O texto dá a entender que o jovem gastou o seu dinheiro com amigos. Os relacionamentos nunca são neutros em sua vida. Cuidado!   3.     A intolerância com o seu presente criam e definem o seu futuro.   O filho pródigo não teria voltado para casa se não tivesse ido comer com os porcos. Deus coordena a dor e a crise para mostrar o que somos, mas é necessário que não nos conformemos com a dor. Não podemos nos acostumar com o que é ruim. Quando dissermos basta à situação, ela começará a mudar. O jovem não se conformou em viver como porco. Mesmo sabendo que era responsável por aquela situação, ele preferiu confiar no amor do pai e voltar para casa.   Se ele tivesse se acomodado nunca teria voltado para casa. Porque você acha que tem pessoas que não mudam, não crescem e não saem do lugar? Estão conformadas, sentadas a beira do caminho esperando a vida passar e, enquanto esperam, põem a culpa nos outros, tem alguns que põem a culpa em Deus, outros culpam o diabo e ainda outros dizem que o culpado é o pastor, ou o líder que não discipulou direito, que fez acepção.   4.     Não existe mudança sem dor.   Temos falado no discipulado dos doze aqui na IACC, sobre maus hábitos que precisam ser mudados na nossa vida. Não podemos ter a ilusão de que cresceremos sem dor ou sem fazer sacrifícios e renuncias. Aqueles que estão buscando apenas o conforto e o prazer terão dificuldades em avançar.   A perda na vida daquele jovem o levou à mudança. Jó tinha este perfil, ele achava que era perfeito e por fazer o bem se auto justificava. É melhor buscar conhecimento em Deus, ser ensinável, obedecer buscando mudanças, novos hábitos e novas atitudes para que o deserto seja amenizado e o percurso do caminho na crise e na dor seja encurtado. Aprende isso: A perda é também a cura mais rápida para a ingratidão. Só depois de perder tudo foi que o nosso jovem percebeu o valor daquilo que havia perdido, como o valor da casa do pai que havia abandonado. Tem pessoas que não valoriza a família, a salvação, os pais, o cônjuge, a igreja, a célula, o discipulado, o ensino, a comunhão com Cristo…, e só depois que perde que a ficha cai, só aí

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Livre de verdade pela verdade

Êxodo 3:10 a 12 Acabamos de celebrar a Páscoa e aprendemos que seu significado é libertação. Assim como Moisés libertou Israel do jugo de faraó, Jesus veio para libertar o homem do jugo do maligno juntamente com o  pecado. Desde o momento em que uma pessoa recebe Jesus como seu Senhor, ela tem seu espírito liberto da condenação do pecado e da morte espiritual, pois ela recebe em si mesma a vida de Jesus (nasceu de novo e foi salva).   Ter a vida de Jesus é o primeiro estágio dentro de um processo gradativo de libertação. Quando entregamos a nossa vida ao Senhor Jesus recebemos imediatamente a salvação, porém o processo de libertação é gradativo. Por isso encontramos muitos cristãos que tem vida no espírito, mas ainda estão cativos em alguma área das suas vidas.   A liberdade plena depende de dois fatores fundamentais. Primeiro: Sermos de Cristo. Segundo: Vivermos pelos princípios de Deus descritos em Sua palavra. Um depende do outro, ter Cristo e guardar os princípios eternos nos garante uma vida e vida em abundância.   Para cada área onde há necessidade de libertação, há um princípio de Deus a ser aplicado. No evangelho de João 8:32 diz: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.” Conhecer aqui representa mais do que tomar conhecimento. Conhecer é ter a revelação desta verdade e “experimentá-la” através de praticar os princípios descritos na Palavra de Deus.   Aqui estão alguns exemplos de princípios que se vividos geram libertação! ·        Ex1: O princípio do arrependimento leva a libertação espiritual neutralizando a ação do maligno. ·        Ex2: O princípio do perdão leva a libertação da alma, gerando paz, cura emocional e física. ·        Ex3: O princípio da oração e jejum leva a libertação de opressões malignas e obras da carne. ·        Ex4: O princípio dos dízimos, ofertas e primícias leva a libertação financeira e prosperidade. ·        Ex5: O princípio da obediência leva ao fim a rebeldia e a conquista de novos territórios. ·        Ex6: O princípio da lealdade e da honra liberta da soberba e livra da queda levando para novos níveis, abrindo novas portas e ampliando àquelas já conquistadas.   Se os princípios não forem conhecidos, não poderão ser aplicados e se não forem aplicados não haverá libertação. Em Oséias 4:6 diz: “O meu povo sofre porque lhe falta o conhecimento”. (Deus repreende aos sacerdotes que não ensinam o povo). Daí o nosso dever de, como sacerdotes e líderes, ensinarmos sempre! Porém só haverá autoridade e unção para ensinar aquilo que praticamos.   Deus, porém hoje quer nos falar de um nível mais profundo de libertação do jugo de um deus oculto que está à frente da mais nociva “religião” deste tempo:   O deus ego, o deus do egoísmo.   Nosso maior desafio hoje na igreja de Cristo é levar o povo a deixar seu estilo de vida egocêntrico para servir a Cristo. A vida individualista é oposta a essência do evangelho que é o amor, a entrega e o serviço. Muitos cristãos já têm experimentado a libertação de Deus na área emocional, física (curas), material, mas ainda estão cativos de sua própria vontade.   Isto impede que Deus os use, pois sermos usados por Deus representa renunciar a própria vontade para dar lugar à vontade de Deus. Jesus tomou a decisão de renunciar a sua própria vontade para que a vontade de Deus Pai acontecesse (Cruz).   Esta é a essência do ser discípulo. Deixar seu próprio caminho para seguir o caminho de seu mestre. O vs. 12 nos dá uma poderosa revelação: o sinal de que o povo estaria de fato livre do Egito seria SERVIR a Deus em Horebe. Só os que decidem servir é que estão de fato livres, alguns estão na igreja, mas seu coração ainda está no Egito (mundo).   Há cinco chaves fundamentais para que as pessoas sejam libertas do ego e se dediquem a Servir:   1.      Conhecimento (ensino).  2.      Relacionamento. Estar em uma equipe, em uma célula.  3.      Direcionamento e orientação. Ter um líder, ser de uma equipe doze. Fazer parte de uma geração (ter liderança/influência).]]  4.      Oração e jejum (ex: propósito de oração contínuo que está tendo na igreja).  5.      Estar sob a direção de um líder livre. O líder livre não é o líder sem problemas, e sim que pratica os princípios da palavra, sem negociar com pecado, com mentira, com murmuração! (um escravo não liberta outro escravo, um cego não pode guiar outro cego).   Deus Nos chamou para andarmos na luz e assim guiarmos muitos aos pés de Cristo, ao único intermediário entre a terra e o Céu, ao único Salvador e Senhor.   Fonte: Aps Fábio e claudia Abbud. Obs. Foram feitos pequenos acrescimos e algumas mudanças de acordo com a nossa realidade – IACC.   Compartilhar: O que está Palavra Falou hoje ao seu coração e como está sendo para você ser desta célula? Dê um testemunho sobre a sua participação neste último Encontro, como foi pra você?   Para o Líder praticar após a Ministração: Orar renunciando ao falso deus ego que gera dificuldade de seguir um líder, de abrir mão da sua agenda, de renunciar ao individualismo para conviver e trabalhar em equipe. Obs.: levar os novos a Cristo!   Amamos vocês e o nosso alvo é o de Cristo! Ver você liberto e pleno em todas as áreas da sua Vida! Apóstolos Eliezer e Zenita

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A ceia do Senhor

Marcos 14.22-26 Introdução: Onde foi instituída? No cenáculo. Quando? Durante a Páscoa, na véspera da crucificação de Jesus. Desde aquele dia a ceia tem sido celebrada por àqueles que se tornaram filhos de Deus! Jesus e os discípulos perseguidos, escondidos com as portas fechadas celebraram a primeira ceia.   O cordeiro usado em toda pascoa não morreria mais, pois o verdadeiro cordeiro seria imolado de uma vez por todas. O cenáculo foi glorificado por sua presença naquela noite. Até hoje o mundo nunca se esqueceu da Ceia do Senhor! 1- O que é a Ceia? 1.1- Uma festa memorial (1Co 11.23-25). Cristo quer que nos lembremos dEle sempre, não como apenas: Um realizador de milagres; um grande Mestre, um grande reformador moral; um grande e fiel amigo. Ele quer que lembremos como aquele que morreu e ressuscitou para salvar a todos os que nele creem. 1.2- Um memorial da morte de Cristo. Lembrar-se do seu corpo ferido por nós e o seu sangue derramado na cruz do Calvário. 2- Até quando será celebrada? Até que Ele venha (1 Co 11.26). A Ceia é também um evento profético, uma proclamação da sua segunda vinda (1 Ts 4.16-17). A Igreja mantém viva esta esperança na celebração da Ceia. 3- Quem pode participar da mesa do Senhor? Todos os que creram e assim foram lavados no sangue de Jesus. Todos os que foram resgatados através do seu sacrifício na cruz, de todas as nações e raças, em todos os séculos, sem exceção (1 Pe 1.18-19). O mundo sem Deus não tem parte nessa mesa porque se esquecem de quem de fato é Jesus e o que sua morte e ressureição representam. Muitos crentes também se esquecem da importância e significado da Ceia do Senhor! 4- Como participar da Ceia? 4.1- Dignamente (1 Cor 11.27). Não de qualquer maneira, para não ser culpado do corpo e do sangue do Senhor. A Ceia é um banquete espiritual, não carnal, onde há glutonarias, mas um lugar de arrependimento, confissão, perdão e renovo em Deus. É lugar de cura e libertação, sim, lugar onde deixamos os argumentos e renovamos a aliança com Deus. Lugar onde renovamos e ampliamos a nossa comunhão, lugar onde somos perdoados e purificados de todo pecado. 4.2- Reverentemente (1 Cor 11.28-31). Examinando e julgando os nossos atos. Se temos algo que nos condene, devemos nos arrepender e concertar o que estiver errado, e então comer do pão e beber do cálice. 4.3- Com hinos de louvor. Jesus e os apóstolos cantaram um hino, mesmo sabendo o que iria acontecer em breve. Cantando, Jesus enfrentou a escuridão da noite e da morte para nos livrar desta morte e nos dar a vida eterna, Ele sabia que tudo estava nas mãos do Pai (Mt 14.26). Ele estava no rumo certo. Como Ele, devemos cantar (louvar) também com muita alegria, pois nEle temos uma nova vida (At 16.25). Conclusão: A Ceia é mais que uma reunião do povo de Deus; é um selo da aliança e da comunhão no sentido vertical, com Deus; e no sentido horizontal, com os irmãos. É a festa da família de Deus (Ef 2.19). Queres participar da Ceia do Senhor? Receba a Cristo como teu Senhor e salvador e terás legitimidade para ter lugar à mesa do amor, da cura e da aliança!   Ap. Eliezer  

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Páscoa, Linguagem De Amor Do Pai

Êxodo 12:1-14  A festa da Pascoa em Israel dura sete dias, então ainda estamos celebrando. A Páscoa Bíblica é o ato salvífico de Cristo morrendo na Cruz para nos resgatar, proclamar nossa vitória e profetizar nossa entrada no Céu. Ao celebrarmos a Páscoa, celebramos a alegria da certeza da vida eterna. Jesus morreu e ressuscitou! Por causa dessa verdade, somos milhares e milhares que trazem o aumento do Reino de Deus. Sua morte trouxe-nos vida, e nossas vidas são o resultado dessa profecia, dessa chamada que nos fez cidadãos do Céu. A Páscoa está centrada na pessoa de Jesus Cristo e representa mensagens exclusivas:   1. Livramento de morte. A Páscoa é a bênção de Deus para nos livrar da morte. Ainda que morramos fisicamente, quem nasceu de novo em Cristo tem a vida eterna, não morre mais. A Bíblia diz que Jesus morreu, ressuscitou e está vivo. NEle, nós também teremos a mesma vida quando partirmos deste mundo passageiro. Temos a vida eterna porque fomos libertos da morte, comprados pelo sangue do Cordeiro!   2. Libertação da escravidão. A Páscoa se manifestou para nos livrar da escravidão do pecado. Assim como os filhos de Israel estavam presos no Egito e o Senhor os livrou, assim Deus enviou Seu Cordeiro Pascal, Jesus, para nos livrar do pecado. A Bíblia diz, em João 1:29, que Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Também no livro de João 8:36, está escrito que quando somos libertos pelo Filho do Homem, então, verdadeiramente, somos livres. Nós somos livres em Cristo Jesus!   3. Arrancar as pragas da vida. No dia da Páscoa realizada no Egito, o povo hebreu testificou juntamente a todos os egípcios que o Deus de Israel é o Senhor Todo Poderoso. O povo do Egito foi ferido com pragas por causa da desobediência, mas o povo de Deus não foi atingido. A Páscoa é a chance de Deus para arrancar as pragas do povo, pois o Cordeiro Pascal encerra todas as maldições. Ele se tornou maldição em nosso lugar para que fôssemos libertos de todas as pragas.   4. Herdar a terra. Assim como o povo de Deus saiu do Egito, depois da Páscoa, para herdar a terra que o Senhor prometeu, nós temos em Cristo a nossa herança. Romanos 8:17 nos diz que somos herdeiros de Deus e co-herdeiros em Cristo Jesus. Essa é a herança da glória. Deus, por misericórdia e graça, dá-nos a chance de conquistarmos novos território a medida em que caminhamos, pois somos povo de Deus, geração eleita para vencer sempre. Você é mais que vencedor (a).   5. Rendição completa. Desde Gênesis, no capítulo 3, quando o homem foi coberto com pele de carneiro por causa do pecado, Deus já estava apontando para o Calvário. Ele fez a promessa de que um dia veríamos o Cordeiro manifestado como Gente, que morreria, ressurgiria, iria para a Glória, mas voltaria para buscar Sua Igreja.   Há uma mistura entre esse Deus que veio à Terra em forma de homem, e Seu Corpo na Terra, a Igreja. O Céu tem uma representação legal do homem: Jesus Cristo, o nosso Intercessor que está à direita de Deus (Hebreus 7:25), e a Terra também tem seu representante legal do Céu: a Igreja movida pelo Espírito Santo, os filhos de Deus lavados e redimidos pelo sangue do Cordeiro. Podemos observar, então, que quando Deus quer mudar o curso das coisas na Terra, Ele convoca a Sua representação legal, a Igreja, a geração eleita. Somos canais de Deus para que Ele possa nos usar como quer e trazer Sua glória sobre as nações, anunciando que o Cordeiro Pascal está vivo.   Quem compreende a visão do Cordeiro Pascal e se encontra com Ele não pode continuar o mesmo. Ele é a nossa Esperança e a nossa Vida. Deuteronômio 30 diz que devemos andar nos estatutos do Senhor, porque Ele é a nossa vida. João 1 diz que Ele é a Vida, e, quando ressuscita Lázaro, diz: “Eu sou a ressurreição e a vida, aquele que crê em mim ainda que esteja morto, viverá.”   6. Garantia de Pureza. No Egito, o povo hebreu marcou as portas das casas com sangue. Aqueles que estão ligados com o Cordeiro Pascal em casa têm a legalidade para fluir o Reino de Deus, para ver a glória de Deus na sua própria casa. O Senhor disse que, quando o anjo da morte passasse e visse a marca do sangue, passaria por cima e não mataria o primogênito. Hoje a sua casa, em Cristo, tem não apenas a porta ungida, mas toda ela recebe a cobertura do Cordeiro de Deus.   A Bíblia diz que nós fomos purificados pelo sangue. O sangue de Jesus não é brincadeira para nos lavar num dia e deixar-nos sujos no outro. “O sangue de Jesus nos purifica de todo o pecado.” (I João 1:7). O sangue é a garantia de pureza que temos. Há poder no sangue de Jesus! Quem tem Jesus como Rei em sua casa tem toda sua casa debaixo desta garantia.   7. Cumprimento Profético. Jesus morreu e ressuscitou, mas tudo já tinha sido anunciado por meio de profecias. Deus mesmo denunciou-Se, comprometeu-Se. Quando prometemos alguma coisa, devemos cumprir, porque selamos um compromisso. Quando não prometemos, não podemos ser cobrados, mas se prometemos, ficamos aliançados. Em Gênesis 3:15, Deus prometeu que nasceria Aquele que pisaria a cabeça da serpente e a esmagaria.   Os profetas diziam: Ele chegará! E hoje a Igreja se levanta para dizer: Ele voltará! A Páscoa aponta para Aquele que morreu, ressuscitou e voltará. O nosso Jesus não está mais morto, apesar de Roma ainda proclamar o Cristo pendurado no madeiro, um “Senhor” morto. A Páscoa que celebramos nos garante o cumprimento da volta do Senhor. (João 14:1-3)   8. Singularidade. As coisas do Reino de Deus são simples. Não precisamos inventar passos para sermos batizados no Espírito Santo ou para aceitar Jesus. A Bíblia diz que precisamos apenas confessar com

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