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O verdadeiro natal – Final

Isaías 9:6; Miquéias 5:2 Na época do nascimento de Jesus, José e Maria estavam ascendendo a Jerusalém. Qual é o judeu que ascende a Jerusalém em Dezembro? Em Dezembro só existe uma festa que é a festa da Dedicação, conhecida como Festa das Luzes, Hanuká. Eles subiam, porque Maria era da descendência de Davi e era decreto que os descendentes de Davi todos os anos subissem a Tabernáculos para celebrar. No caminho, antes de chegarem a Jerusalém, Jesus nasceu em Belém, porque isto era profético (Miquéias 5:2). Jesus é e sempre será o motivo principal das nossas celebrações. Ele não é simplesmente mais um motivo. Tudo o que realizamos e celebramos é para a glória de Deus, pois o Senhor não aceita glória dividida. “Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não a darei, nem o meu louvor às imagens esculpidas.” (Isaías 42:8) Quero fazer-lhe uma pergunta: Jesus é o centro do seu propósito? Então, vamos caminhar na luz que temos recebido do Senhor Jesus, o Cristo, crendo que “aquele que começou a boa obra em nós, há de aperfeiçoá-la até o dia de Cristo Jesus.” (Filipenses 1:6) Meditemos um pouco sobre Jesus, com base em Isaías 9.6, que o identifica pelo seu Nome, que é "Maravilhoso, Deus forte, Pai da Eternidade e Príncipe da Paz". 1. Maravilhoso: Quando Jesus nasceu, muitos filhos de reis e monarcas já haviam vindo ao mundo. Entretanto, nenhum deles teve o berço cercado de tanto resplendor e glória. Enquanto sua mãe o embalava ao peito, nas cercanias da pequena cidade, um mensageiro divino anunciava o nascimento do Salvador a um pequeno e desconhecido grupo de pastores, seguido de um coral de anjos que entoava hinos celestiais, dos quais apenas um coro ficou registrado nas páginas da Bíblia: "Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens" (Lc 2.10-14). Os evangelhos revelam as grandes maravilhas operadas por Jesus, desde a cura de cegos, aleijados, leprosos, mancos, surdos, mudos, até à expulsão de demônios e ressuscitação de mortos, como no caso do filho da viúva de Naim, da filha de Jairo e de Lázaro, irmão de Marta e Maria. Ele operou maravilhas sobre as forças espirituais, sobre as enfermidades físicas e emocionais, bem como sobre as forças da natureza, quando acalmou tempestades, para espanto dos discípulos, que exclamaram: "Que homem é este…?" (Mt 8.27). Graças a Deus, Ele está vivo, hoje podemos anunciar que Jesus Cristo salva, liberta, cura e batiza com o Espírito Santo. Ele é maravilhoso! 2. Conselheiro: Jesus deixou ensinos sábios para todos, envolvendo conselhos e orientações sobre os mais diversos temas e problemas da vida. Jesus Cristo revolucionou todo o pensamento religioso e moral de seu tempo e nos dias de hoje, seus ensinos causam mudanças radicais na vida das pessoas e salvam milhares a cada dia. Ele ensinou a humildade, a paz, a harmonia, o temor de Deus, a justiça reta, que excede à dos fariseus, o relacionamento entre pais e filhos, entre marido e mulher, tudo isso e muito mais. 3. Deus forte. Deus, o Criador, é onipotente, onisciente e onipresente, entre outros atributos que lhe são inerentes. Jesus, o Emanuel (Deus conosco), fez-se homem, despojando-se de seus principais atributos, para poder inserir-se entre os homens, encarnando o Verbo Divino. Em sua condição de Filho do Homem, sofreu as tentações e fraquezas, mas venceu e ao ressuscitar dentre os mortos, proclamou, dizendo: " É-me dado todo o poder no céu e na terra" (Mt 28:18). Precisamos mostrar aos governantes e ao mundo que o "poder pertence a Deus" (Sl 62.11). 4. Pai da eternidade. Todos os grandes homens, e os pequenos, também, passaram, e continuam a passar. Quem já foi não o é mais. Quem o é, um dia não o será. É a natureza efêmera da realidade do homem, que está destinado a nascer, viver e morrer. Entretanto, Jesus Cristo, como Deus que se fez homem, é eterno na sua essência e totalidade. Ele é auto suficiente e como o Pai está nEle e Ele no Pai, podemos chama-lo de Pai da Eternidade. Porque?  "Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez, ninguém vem ao Pai senão por Ele" (Jo 1.2,3). Só ele pode dar a vida eterna aos homens que nEle creem (Jo 5.24). 5. Príncipe da Paz. Os homens buscam incessantemente a paz. Os governos e as organizações internacionais se reúnem em congressos e convenções, procurando a paz, através da assinatura de tratados e convênios. No entanto, as guerras continuam, com massacres e tragédias. Tudo isso porque o dono da Paz, o "Príncipe da Paz", que é Jesus, é esquecido no coração dos homens. No Natal de Jesus, a paz só pode vir, para o indivíduo, para as famílias e para as nações, se as pessoas derem o valor devido a Ele. Só haverá verdadeira paz para aqueles que nEle crer. Ele nasceu, morreu por todos, ressuscitou e vivo está. Oramos para que nas igrejas, o Natal, mesmo na data errada, seja um período de festa espiritual em que se aproveite para exaltar o nome de Jesus, convidando os pecadores para recebe-lo como Senhor e Salvador. Quanto a nós IACC, que observamos os princípios Bíblicos, celebramos o nascimento e volta do Senhor Jesus em Tabernáculos, e, nesta semana celebramos Hanuká, festa das luzes. Sabemos que Antíoco Epifanes IV, rei da Síria dominava em 164 a.C., ele queria que o povo de Israel mudasse sua fé e não mais servissem ao verdadeiro Deus, Ele forçou a mistura da prática da cultura grega pagã na vida do povo através da proibição da circuncisão, dos cultos a Deus, da observância do dia do Senhor, das festas fixas e outras práticas judaicas, até mesmo sob a pena de morte. Esta situação gerou descontentamento entre os Judeus que eram contra a mistura, eles provocaram uma revolta, na qual foram liderados por cohen Matatias e seus filhos, os Macabeus, os quais

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Por que não celebramos o natal – Parte 1

Durante as próximas semanas, estudaremos sobre a origem do Natal e o significado dos seus símbolos. Nosso objetivo é divulgar o esclarecimento, a luz que recebemos acerca de algumas práticas do meio cristão que estão ainda presas ao paganismo, atitudes que estão inseridas em nossa cultura de tal forma que não questionamos sua origem ou razão de existir, praticando-as sem reflexão alguma. Estes estudos causarão dois níveis de reação: resistência ou quebrantamento. Os dois comportamentos são normais. Quero, no entanto, deixar claro que não intencionamos causar celeuma na sua vida, mas ajudá-lo a entender melhor essa visão que abraçamos e que tem fundamento bíblico e histórico. Não queremos negar que Jesus nasceu. É óbvio que Ele nasceu! Como estaríamos na redenção se Ele não tivesse vindo? Queremos, sim, voltar para a base da genuína fé cristã, da Palavra depurada, retirando tudo que foi inserido por Roma, enquanto instituição religiosa, vivendo como cristão-cristão e não como cristão-pagão. A nossa oração é a mesma que a do Apóstolo Paulo para com os Efésios; que Deus“ilumine os olhos do vosso coração, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação.” (Efésios 1:18). Isto porque, às vezes, vivemos numa prática irreflexiva, precisando enxergar além da realidade palpável. Jesus deu este conselho para a Igreja em Laodiceia. “Aconselho-te que de mim compres outro refinado no fogo, para que te enriqueças; e vestes brancas, para que te vistas, e não seja manifesta a vergonha da tua nudez; e colírio, a fim de ungires os teus olhos, para que vejas.” (Apocalipse 3:18) Jesus é e sempre será o motivo principal e único das nossas celebrações. Ele não é simplesmente mais um motivo. Tudo o que realizamos e celebramos é para a glória de Deus, pois o Senhor não aceita glória dividida. “Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não a darei, nem o meu louvor às imagens esculpidas.” (Isaías 42:8) Quero fazer-lhe uma pergunta: Jesus é o centro do seu propósito? Então, vamos caminhar na luz que temos recebido do Senhor Jesus, o Cristo, crendo que“aquele que começou a boa obra em nós, há de aperfeiçoá-la até o dia de Cristo Jesus.” (Filipenses 1:6) 25 de Dezembro: data oficializada por Roma O Natal, atualmente comemorado em 25 de Dezembro, é uma festa pagã e não tem a aprovação de Deus; Jesus não está nesse negócio. Uma festa que nada tem a ver com Jesus, é pagã. Não é agradável ouvir essas coisas, mas precisamos arrancar toda mentira na qual estávamos vivendo. A música diz: “Anoiteceu, o sino gemeu, e a gente ficou feliz a cantar. Papai Noel chegou…”, “Eu pensei que todo mundo fosse filho de Papai Noel…” Mas, nós não somos. Jesus não está aí, tal adoração é para um santo católico chamado Nicolau, que é Papai Noel. A aceitação é quase cem por cento, porque incutiram isso na nossa mente quando éramos crianças. Mas, Deus levantou um povo para desmascarar o inimigo. Deus quer nos ver esclarecidos e em equilíbrio espiritual. Todo esse paganismo não é um equívoco, é uma mentira. Equivocar-se com algo é uma coisa, mas conscientemente fazer uma aliança com o inimigo, com a idolatria e com os deuses pagãos, não é um equívoco; ensinar tudo isso para as nações da terra é querer enganá-las e prendê-las debaixo de um jugo. Roma fez isto. Iludiu as nações da terra pelo mesmo principado que agia desde a Babilônia. Observando a questão da data, vemos o seguinte quadro: o Natal é celebrado em 25 de Dezembro. 25 de Dezembro é a data mais comemorada nas nações pagãs. Até o século III, o Egito e a Palestina tinham como datas festivas de 25 a 28 de Março. A Síria comemora Natal dia 6 de Janeiro e alguns países do Oriente Médio comemoram o Natal no dia 25 de Março. Sabe por que Roma celebra no dia 25 de Dezembro? Para que fosse oficializado o Natal cristão. Isso não partiu de um genuíno cristão, mas de Roma. A celebração desse Natal não vem por um decreto bíblico, nem de Jesus, nem de seus discípulos. A história indica, desde a época do ano 6 d.C., que Jesus nasceu em Setembro ou começo de Outubro. Jesus nasceu em Setembro/Outubro e Roma transferiu para Dezembro. Por quê? Porque Constantino, aproximadamente em 336, celebrou o primeiro natal pagão casado com os cristãos e isto debaixo de imposição, de opressão. Muitos resistiram e morreram durante esse contexto histórico, porque não se submeteram a tamanha aberração, dizendo que não aceitavam o paganismo. Cristãos europeus também resistiram e muitos, ao longo da história, morreram ao fio da espada ou enforcados, e o argumento de Roma era que eles não eram cristãos. A Igreja de Jesus protesta o Jesus-menino, porque a Igreja que vive no Natal está presa numa celebração de nascimento, e não vai poder participar do momento glorioso de preparar o caminho para que Ele venha buscar Sua Igreja. Deus deu o grito aos remanescentes dizendo: ‘preparem o caminho do Senhor!’ Deus levantou a você e a mim para que juntos pudéssemos permitir a abertura desse caminho. Somos a sua Igreja viva e comprometida. O Natal é uma data depressiva para alguns. Muitos ficam tristes nas celebrações de Natal. Não é com saudade de Jesus, é a opressão de uma mentira sobre o povo de Deus. Mas, se Deus fez uma obra linda de esclarecer o Seu povo, como podemos continuar no paganismo? Sentimo-nos enganados e traídos. Nós fomos designados para viver uma vida de liberdade e Roma trabalhou para nos manter presos a uma tradição. O dia 25 de Dezembro foi designado por Roma numa aliança pagã no século IV. A primeira intenção era cristianizar o paganismo e paganizar o cristianismo, ou seja, fazer uma aliança. O cristão recebe um pouco do pagão e o pagão recebe um pouco do cristão. Mas, não há comunhão entre trevas e luz. E o que Deus disse, ninguém muda. Reflita nisso durante esta semana e, na próxima,

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O verdadeiro natal – Parte I

I Timóteo 1:15; Lucas 2:8-12 Qual o significado do natal? Todos sabem que no dia 25 de dezembro comemora-se o nascimento de Jesus Cristo. Mas, quem é Jesus e para quê Ele nasceu?  Que Jesus veio ao mundo, ninguém duvida. A própria história geral cita esse fato. Aliás, todos os outros fatos históricos ficaram divididos entre antes e depois de Cristo. Ele se tornou um ponto de referência universal. Quanto à veracidade de sua existência, existe comum acordo, tanto bíblico como histórico. Mas, quanto ao propósito da Sua vinda, começam as polêmicas, que se originam de meras opiniões humanas. O que o texto bíblico diz é que Jesus veio para salvar os pecadores. Ele não veio fundar uma nova religião, nem criar uma nova linha de pensamento filosófico. Ele veio  salvar os pecadores, veio revelar o reino do céu e implantar a sua igreja. Mas, o que é salvação? Salvação e libertação e livramento. Libertação no sentido presente: quando alguém se entrega a Cristo, Ele o liberta dos vícios, das angústias existenciais, da infelicidade e das opressões espirituais. A salvação é também livramento no sentido futuro. Os que aceitam a Cristo ficam livres da condenação eterna que sobre eles recairia no juízo final e assim terão direito de entrar no céu eternamente. O apóstolo Paulo termina a frase do texto que lemos hoje com as palavras: "Dos quais eu sou o principal". Ele disse que a salvação era para os pecadores e que ele se considerava o principal deles. Isto é reconhecimento do estado pecaminoso. A parte de Deus na obra da salvação foi enviar Jesus para morrer em nosso lugar, recebendo sobre si o castigo que seria nosso. A nossa parte é reconhecer que somos pecadores e que precisamos do perdão que Cristo oferece. Jesus é o médico espiritual que atende com amor a todos os que reconhecem a doença do pecado. Ele ama a todos e diz: "Vinde a mim todos vós que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei." (Mateus 11:28.) Reconheçamos, pois, nossa situação e oremos: "Senhor Jesus, sou pecador e preciso de salvação. O natal só terá sentido se houver salvação. É óbvio que Jesus nasceu, cresceu, gerou Sua igreja, formou discípulos, morreu na cruz em nosso lugar, ressuscitou e voltou para o Céu e se assentou a direita de Deus Pai, no lugar de maior autoridade do universo, fez tudo isso para nos dar a redenção. O natal existe porque Jesus nasceu, mas sabemos que não foi dia 25 de dezembro e sim em Tabernáculos, na primeira semana de outubro. Por que a bíblia não dá muita importância em seu nascimento? Porque o ato mais importante não foi nascer, e sim morrer pelos pecadores, tanto que ele manda celebrar a ceia relembrando sua morte e ressurreição. As antigas civilizações influenciavam todas as outras nações com a ideologia do deus sol. Eles ficavam esperando a chegada do sol e, pelo ritual, no dia 24, no Oriente, o sol se abriria, e, então, poderia haver a celebração porque o deus sol havia se manifestado. Este ritual solstício, festa ao deus sol, tem início em 25 de Março e encerra em 25 de Dezembro embaixo de uma arvore com oferendas. Roma adotou essa data esperada pelos pagãos, para o nascimento de Jesus, e declarou que o Natal seria na viração do dia 24 para 25. Quem conhece Israel sabe que 25 de Dezembro é inverno naquela região, nesta época cai neve e ninguém fica exposto ao tempo. Lucas 2:8 diz que quando Jesus nasceu os pastores estavam no campo na vigília da noite. Os pastores não ficariam no campo numa noite de inverno. No final de Outubro e início de Novembro, os pastores já não vão mais ao campo, porque já é declarado inverno. Não há pastagem, é inseguro e desconfortante para o rebanho. Roma achou por bem colocar a data de 25 de Dezembro e dizer que Jesus nasceu num frio daquele. Não foi assim. A sabedoria de Deus está sobre nós para discernir o que é sagrado e o que é profano. Precisamos voltar para a base da genuína fé cristã, da Palavra depurada, retirando tudo que foi inserido por Roma, enquanto instituição religiosa, vivendo como cristão-cristão e não como cristão-pagão. A nossa oração é a mesma que a do Apóstolo Paulo para com os Efésios; que Deus ilumine os olhos do vosso coração, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação. (Efésios 1:18). Isto porque, às vezes, vivemos numa prática irreflexiva, precisando enxergar além da realidade palpável. Jesus deu este conselho em Apocalipse 3:18. “Aconselho-te que de mim compres outro refinado no fogo, para que te enriqueças; e vestes brancas, para que te vistas, e não seja manifesta a vergonha da tua nudez; e colírio, a fim de ungires os teus olhos, para que vejas.” Jesus é e sempre será o motivo principal e único das nossas celebrações. Ele não é simplesmente mais um motivo. Tudo o que realizamos e celebramos é para a glória de Deus, pois o Senhor não aceita glória dividida. Em Isaías 42:8 diz: “Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não a darei, nem o meu louvor às imagens esculpidas.” Quero fazer-lhe uma pergunta: Jesus é o centro do seu propósito? Então, vamos caminhar na luz que temos recebido do Senhor Jesus, o Cristo, crendo que “aquele que começou a boa obra em nós, há de aperfeiçoá-la até o dia de Cristo Jesus.” (Filipenses 1:6) Só assim você poderá perceber o verdadeiro sentido do Natal, pois, dessa forma, o nascimento de Jesus fará diferença para a sua vida, como fez para mim e para milhares de pessoas em todo o mundo. Existem muitas pessoas que mesmo conhecendo a Palavra de Deus comemoram o natal com papai Noel, arvores e guirlandas, (coroa de espinho) sem contar os duendes e oferendas que em alguns países fazem embaixo das arvores. (Jeremias 2:20; 10:1-4; Ezequiel 20:28; Deuteronômio 12:2). Espera-se que, nas comemorações do nascimento

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Verdades fundamentais para a vida

Lucas 15:11-32 Temos aprendido que nossas decisões definem futuro. Se você não aplicar o que tem aprendido, demonstrará que o terreno do seu coração não absolveu a semente por ser terra árida, sem tratamento, sem ter aceitado o processo. Aquele filho começou a olhar para fora, começou a olhar para fora da cerca. Lá não tem regras, aqui estou limitado ás leis deste lugar. 1. As suas decisões determinam as suas circunstâncias. Sua vida não muda a menos que você entenda que você cria as suas circunstâncias. Você pode culpar as pessoas, pode culpar a Deus ou o inimigo, mas o fato é que as suas decisões criam as suas circunstâncias. Aquilo que você pensa refletirá em suas palavras e suas palavras darão combustível para as suas decisões, por isso é necessário renovar a nossa mente com a Palavra de Deus. Veja o personagem deste texto de hoje, ele se tornou o filho pródigo. Depois de pedir à parte que lhe cabia na herança ele se sentiu independente, auto-suficiente e por isso saiu de casa e junto com os amigos caiu na farra e torrou todo o dinheiro que possuía. A situação foi ficando cada dia pior até que ele chegou ao fundo do poço. Ele passou a comer com os porcos. Comer com porcos era o fim a linha para um judeu, pois pela lei o porco é imundo. Será que a sua condição era culpa do governo? Será que aquela situação fora causada pela falta de educação apropriada ou pelo desemprego crescente? Será que a culpa é dos juros altos, da crise financeira que afetou quase todo mundo e das catástrofes que tem varrido a terra? Pois se não fosse isso, aquele jovem não teria perdido toda sua fortuna de forma tão rápida. Será que a culpa é do pai que o traumatizou? Será que o pai foi irresponsável ao dar ao filho a herança mesmo sabendo que o filho ainda não tinha condições de lidar com tanto dinheiro? Será que o diabo foi o culpado de tudo? Existem pessoas que teriam a ousadia de dizer que Deus é o culpado, pois se Ele é amor, como pode permitir alguém comer com porcos.  Eu ouso dizer que aquele jovem mesmo foi o responsável? As decisões dele determinaram as suas circunstâncias.  Você é responsável pelas consequências de suas ações. Você fez as escolhas, você tem poder de decisão, você tem livre arbítrio, você decide a sua vida, sendo assim, então deve arcar também com as consequências. Não adianta culpar a quem quer que seja, pois nossas palavras e ações são resultado de nossas escolhas e estas são sementes. 2.  Aquele que não está disposto a ajudar, inevitavelmente vai atrapalhar. Precisamos ter cuidado com pessoas que não nos acrescentam coisas boas, pois estas normalmente semeiam criticas, derrotas e enterram os nossos sonhos, pois são coveiros, estes acabam por nos levar a perder coisas. Sempre se pergunte: “em que esta pessoa está contribuindo para melhorar a minha vida em Deus?” Se elas não fazem o melhor, vão acabar fazendo o pior. Você precisa focar em seu líder, em seu discipulador que normalmente ora por você e tenta sempre te ajudar a crescer e frutificar. Existem muitos tipos de relacionamentos perigosos. As pessoas mais perigosas são aquelas que nos levam a perder o temor a Deus. Perto delas o pecado parece perder a gravidade. A sua vida depende das pessoas que você permite ao seu redor. As pessoas ao seu redor vão determinar as experiências que você terá em Deus. As pessoas ao seu redor vão alimentar força ou fraqueza em você. O texto dá a entender que o jovem gastou o seu dinheiro com amigos. Os relacionamentos nunca são neutros em sua vida. Cuidado! 3. A intolerância com o seu presente criam e definem o seu futuro. O filho pródigo não teria voltado para casa se não tivesse ido comer com os porcos. Deus coordena a dor e a crise para mostrar o que somos, mas é necessário que não nos conformemos com a dor. Não podemos nos acostumar com o que é ruim. Quando dissermos basta à situação, ela começará a mudar. O jovem não se conformou em viver como porco. Mesmo sabendo que era responsável por aquela situação, ele preferiu confiar no amor do pai e voltar para casa. Se ele tivesse se acomodado nunca teria voltado para casa. Porque você acha que tem pessoas que não mudam, não crescem e não saem do lugar? Estão conformadas, sentadas a beira do caminho esperando a vida passar e, enquanto esperam, põem a culpa nos outros, tem alguns que põem a culpa em Deus, outros culpam o diabo e ainda outros dizem que o culpado é o pastor, ou o líder que não discipulou direito, que fez acepção. 4. Não existe mudança sem dor. Temos falado no discipulado dos doze aqui na IACC, sobre maus hábitos que precisam ser mudados na nossa vida. Não podemos ter a ilusão de que cresceremos sem dor ou sem fazer sacrifícios e renuncias. Aqueles que estão buscando apenas o conforto e o prazer terão dificuldades em avançar. A perda na vida daquele jovem o levou à mudança. Jó tinha este perfil, ele achava que era perfeito e por fazer o bem se auto justificava. É melhor buscar conhecimento em Deus, ser ensinável, obedecer buscando mudanças, novos hábitos e novas atitudes para que o deserto seja amenizado e o percurso do caminho na crise e na dor seja encurtado. Aprende isso: A perda é também a cura mais rápida para a ingratidão. Só depois de perder tudo foi que o nosso jovem percebeu o valor daquilo que havia perdido, como o valor da casa do pai que havia abandonado. Tem pessoas que não valoriza a família, a salvação, os pais, o cônjuge, a igreja, a célula, o discipulado, o ensino, a comunhão com Cristo…, e só depois que perde que a ficha cai, só aí a pessoa percebe que era feliz e não sabia. Olhe

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Valorizando a dracma perdida

ELucas 15:8-10 (Dracma Era uma grossa moeda persa de ouro que pesava 130 gramas, era algo valioso)   A história da dracma perdida representa o resgate da nossa identidade e de coisas importantes que tenhamos perdido. A mulher é a figura da Igreja, da família, da célula ou de alguém que com diligência  procura o que foi perdido na história da sua vida. Os valores espirituais, morais e familiares assim como Conceitos de fé,  fidelidade, amor, lealdade, honra e aliança, devem ser valorizados e preservados, uma vez perdidos, devem ser procurados com toda força e perseverança.    A parábola da dracma perdida mostra a diligência de uma mulher que ao perder algo precioso, foi à sua procura sem hesitar. Vemos neste relato de Jesus que o requisito básico para que a dracma fosse encontrada foi o de acender a luz. Para  encontrarmos o que perdemos é necessário  acendermos a luz. O escuro dificulta o reconhecimento e a procura. O ato de varrer significa tirar a sujeira para encontrarmos aquilo que perdemos de precioso.    Através da palavra e do conhecimento da verdade todas as trevas são removidas, pois a verdade do evangelho de Cristo é luz na nossa vida. Quando a luz é acesa, tudo àquilo que está errado, tudo aquilo que nos prende aparece, uma vez que os nossos olhos são abertos, cabe a cada um de nós tomarmos a decisão de Varrer  e tirar toda sujeira com diligência, cautela e muita observância. À medida em que crescemos em Deus,  devemos continuamente buscar e encontrar tudo aquilo que Deus tem de melhor para nós.    Alguns passos importantes que precisamos aplicar:   1. Acender o candelabro. A primeira atitude de alguém que procura algo é iluminar ao máximo o ambiente para enxergar da melhor forma possível. O candelabro é um sinal no mundo espiritual. Jesus disse que Ele é o candeeiro ou candelabro de ouro que anda no meio da Igreja, na nossa casa e  dentro de nós (Ap 1:12-15). O candelabro aceso com suas sete lâmpadas  significa que por sete dias na semana não faltará a luz de Deus na nossa casa. Onde existe a luz de Deus, as trevas não podem entrar e nem fazer visitação. E o quê a luz faz? Revela a sujeira, mostra o caminho e nos indica àquilo que foi pedido que precisa ser recuperado.    Quando a luz é acesa e uma busca diligente se inicia, muitas sujeiras que estavam escondidas atrapalhando nossa vida e impedindo Deus de agir, começam a aparecer. O desejo de Deus é que tiremos da nossa vida tudo que não O agrada e isso só é possível se nos voltarmos aos princípios da Palavra. A luz da Palavra de Deus arrancará da nossa vida todas as trevas e nos conduzirá por um lugar seguro.    Vejamos o que Jesus disse em João capítulos 15:3, 17:17 e  8:32 – Vós já estais limpos, pela Palavra que vos tenho falado… Santifica-os na verdade; a tua Palavra é a verdade… e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.    2. O valor da dracma. No conceito bíblico a dracma perdida possui um valor espiritual a qual chamamos de fidelidade,  ela representa  uma aliança ratificada e consolidada em Deus. Toda mulher casada naquela cultura e época usava um enfeite na testa, tipo um colar, formado por dez moedas de prata e uma moeda de ouro maior no centro.    Perder a dracma significava colocar em risco a sua descendência, pois a dracma era um sinal profético, era um sinal de perpetuação da geração. Muitos de nós perdemos muitas coisas valorosas na vida, mas hoje é o nosso dia de acharmos a nossa dracma, porque a nossa vida e a nossa casa receberão hoje a limpeza, restauração e cura de Deus.   3. Uma mulher estrategista. É interessante a postura da mulher ao encontrar a dracma, pois normalmente quando perdemos algo de valor e encontramos, guardamos em um lugar seguro por medida de segurança. Mas a atitude da mulher não foi a de guardá-la, mas de chamar todos os seus vizinhos mais próximos, aqueles que se alegrariam com ela, que não tirariam por menos tal acontecimento por possuírem visão. Que mulher estrategista! Compartilhou a bênção com aqueles que compreendiam o verdadeiro significado de encontrar algo precioso que estava perdido.   Somos convocados a retornar diligentemente aos princípios da Palavra. O Senhor quer que vejamos a Sua Palavra a ponto de que seja revelada ao nosso entendimento, para que os olhos do nosso coração sejam iluminados. Precisamos dar valor ao que realmente é valorizado por Deus, jogarmos fora todo lixo que estava em nosso coração, pois isso entulha nossa vida e impede o fluir do Espírito Santo de Deus em nós.    Jesus Cristo é o nosso maior tesouro, pois dEle depende todas as outras coisas. Ter Jesus significa ter salvação, paz interior, alegria, esperança e vida eterna. A Salvação alcança em primeiro lugar a nossa vida  espiritual, isso fala de um novo nascimento, fala de termos verdadeira comunhão com Deus. Em  segundo lugar alcança a nossa alma, isto representa emoções curadas, sentimentos e relacionamentos sendo restaurados, e em terceiro lugar alcança nossos relacionamentos e isso começa na família.   Quando entregamos a nossa vida ao Senhor Jesus, desenvolve-se em nós a  valorização familiar,  isso inclui aproximação entre os cônjuges, entre pais e filhos e entre os irmãos. O resultado é a harmonia familiar que se estabelece naquela casa. Também desenvolve-se em nós a valorização da igreja, da célula e do ministério, pois começamos a valorizar as vidas que Jesus comprou com Seu sangue. A vida que Deus nos deu precisa se valorizada e as pessoas pelas quais Jesus morreu  precisam ser resgatadas.    No verso 10 do texto que lemos hoje fala que há jubilo (festa) diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende, isto é, por uma pessoa que foi salva! Deus nos encontrou e segundo esta palavra, somos preciosos para Ele, tanto é que Ele

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Horizonte de Deus na nossa vida – Final

Texto Bíblico – 2 Pedro 1:3-8 O alvo de Deus para a nossa vida é o crescimento espiritual. A fé, a virtude e o conhecimento são vitaminas importantíssimas para a nossa vida cristã, precisamos priorizá-las no nosso dia a dia. Vimos que para firmar nosso caminhar em Cristo precisamos exercitar o domínio próprio, a perseverança e a piedade. Deus quer que cresçamos no conhecimento dEle e sejamos maduros para uma vida sem crises, mas com equilíbrio e solidez. Precisamos estar consolidados na Palavra de Deus para uma plena maturidade no espírito, na alma, no corpo e na família. Fraternidade e amor são elementos fundamentais para uma consolidação eficaz para maturidade. Vejamos: 1.  Acrescentar associando com a Piedade a Fraternidade – “com a piedade, a fraternidade; com a fraternidade, o amor.” (2 Pedro 1:7) Fraternidade significa “convivência e união como de irmãos, isto é, amizade cristã ou amor cristão”. Depois que a nossa fé amadureceu através da Palavra e dos estágios anteriores, agora podemos voltar para os outros de forma mais segura e consciente. Se não crescemos em maturidade por meio dos elementos falados anteriormente, estamos sujeitos a promover o bem das pessoas ou a nos aproximarmos delas, com outros interesses ou motivações erradas. Por exemplo, precisamos da piedade para sermos fraternos. O temor a Deus e a consciência de que tudo o que fazemos para os outros, primeiro o fazemos para Ele, nos garantirá uma correta motivação para abençoar o próximo, ou para estarmos com ele. Devemos procurar o bem de todas as pessoas, sempre promovendo a paz nos relacionamentos. Devemos nos esforçar para suprir suas necessidades dentro das nossas possibilidades, sempre conscientes de que nossas obras são primeiro para Deus e que nosso trabalho não é vão no Senhor. 2. Acrescentar associando com a Fraternidade o Amor – “com a piedade, a fraternidade; com a fraternidade, o amor.” (2 Pedro 1:7) É possível sermos fraternos e ainda não conhecermos o nível superior chamado Amor. Em 1 Coríntios 13:3 diz: “E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado (por alguém), se não tiver amor, nada disso me aproveitará.”. A fraternidade motivada apenas pela piedade pode nos levar a abençoar os outros simplesmente por temor a Deus e, isso qualquer pessoa, mesmo que não conheça ao Senhor, pode fazer. Mas a fraternidade (convivência, Relacionamentos com os irmãos) bem como todas as demais coisas, motivadas pelo verdadeiro amor, nos levam a viver de acordo com a mente e o coração de Deus. Passamos a ver as pessoas como Deus as vê, e agimos em seu favor como o Senhor mesmo agiria se estivesse em nosso lugar. Não faremos apenas por temor, mas também movidos por amor. Na verdade, Como diz as Escrituras, Deus mesmo está em nosso lugar, agindo, falando e tocando as pessoas por meio de nós. É por isso mesmo que Ele plantou Sua natureza divina em nosso coração para que fôssemos seus representantes e instrumentos para tocar essa geração. Lembre-se, você é um agente influenciador e, se estamos no centro da vontade de Deus, somos parte do mover dEle para este tempo. Se Deus é amor e Sua natureza foi plantada em nós, então devemos viver em amor. Ame a Deus sobre todas as coisas e às pessoas como a você mesmo, e isso deve começar com os nossos em casa para refletir por onde quer que andemos. 3. Os Frutos (resultados) do Crescimento Espiritual – “Porque estas coisas, existindo em vós e em vós aumentando, fazem com que não sejais nem inativos, nem infrutuosos no pleno conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo.” (2 Pedro 1:8) Deus nos chamou para sermos consolidados em pleno crescimento, com a finalidade de sermos frutíferos, fecundos e multiplicadores.  Estes oitos elementos ou bases citadas nestas lições anteriores, além de promoverem nosso crescimento espiritual, livram-nos da inatividade e da falta de frutificação. Um ser inativo é aquele que não possui poder de ação. Ele não conseguirá agir quando sua ação for necessária, pois sempre pensa e fala negativo, um verdadeiro incrédulo. Será sempre um refém das circunstâncias negativas, sua vida sempre será determinada pelas situações contrárias, sem poder de mudá-las. Pessoas assim sempre andarão como prisioneiros dos pensamentos negativos sem forças para  confrontá-los. Um ser infrutuoso é alguém que não pode manifestar os frutos do caráter de Deus em sua vida. O fruto do Espírito Santo é amor, alegria, paz, bondade, benignidade, longanimidade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Todas essas bênçãos deixarão de se desenvolver em alguém infrutífero. Estes oitos elementos devem existir e aumentar em nós. Eles nos livrarão da inatividade, ociosidade e de toda falta de frutificação. Assim glorificaremos a Deus através dos nossos feitos. Conforme a palavra que Deus nos deu no domingo passado, não ficaremos no porão da vida fugindo do chamado de Deus para nossa vida, pelo contrário, avançaremos para o horizonte que Deus tem para cada um de nós! Somos a geração que fará a diferença e precisamos compreender esta verdade. Devemos continuar crendo e retendo firme a promessa da confissão da nossa fé. Somos entusiasmados e contagiados por um ânimo sobrenatural que nos é dado pelo próprio Espírito Santo. É hora de despertar a cada dia. Não podemos ficar dormindo o sono do descaso. Deus está nos movendo em outra direção, na direção para um novo tempo de maturidade e crescimento espiritual. Não podemos perder nada do que se tem dito nos Encontros e reencontros, células, discipulado e cultos.  Homens e mulheres de Deus têm se levantado para falar e ser instrumentos de Deus e, você faz parte deste ministério e Deus usará você!   Não podemos nos esquecer de que somos a geração que mudará esta Nação e isso começará pela nossa vida, depois pela nossa casa e na sequência, pela igreja. Somos como as ovelhas de Jerusalém, estamos subindo ao Altar e sendo consagrados a Deus como sacrifício vivo, para glória do nome dEle e para nossa prosperidade. A

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A Sua Restauração Plena é uma Promessa de Deus

Zacarias 10:1 a 12 Este texto de Zacarias nos ensina através de sua revelação, muitas chaves para uma restauração plena de todas as áreas de nossas vidas. O primeiro passo é sabermos que nossa restauração, é um desejo e uma promessa de Deus. Nos dias de Zacarias, Israel necessitava desta restauração divina no campo espiritual e também físico, pois encontrava-se confundido em seu entendimento e desviado do Senhor e de seus caminhos. Os Profetas sempre são enviados com o propósito, de através da exortação, trazerem o povo ao arrependimento e ao retorno a sensatez. Zacarias diz então: Pedi ao Senhor chuva no tempo das chuvas serôdias, ao Senhor que faz as nuvens de chuva. Israel estava desviado do Criador e Senhor de todas as coisas, por buscar a benção da chuva e da fecundidade das lavouras num falso deus chamado Baal. A primeira chave de restauração revelada por Deus neste texto, é que Ele quer ser único e soberano em nossas vidas. Deus não abre mão de ser reconhecido por nós, como a Fonte provedora de todas as coisas e de ser colocado no lugar de maior valor e destaque em nossas vidas. Isto equivale a: Amar a Deus acima de todas as coisas. Se analisarmos detalhadamente nossa vida encontraremos pequenos falsos deuses roubando o lugar de honra do Senhor e também suas bênçãos para nós. Quando trabalhamos demais estamos servindo ao deus do trabalho, o que redunda em escravidão, quando sonegamos dízimos e ofertas estamos adorando a mamom, o deus dinheiro, quando não nos comprometemos com a obra de Deus estamos adorando aos deuses do ego humano, quando deixamos de dar culto a Deus por uma partida de futebol, estamos adorando também a falsos deuses. O vs. 2 diz: Os ídolos do lar falam coisas vãs e os adivinhos vêem mentiras, isto representa uma consequência geral da idolatria que é engano. Há pessoas que vivem assombradas por maus rumores e por falsas profecias como, o Islã tomará conta do mundo, virá o aquecimento global, a água do planeta vai acabar, se a Dilma ganhar o Brasil vai afundar. Aqui está a segunda chave: o que define nossa sorte e o nosso futuro não são as expectativas humanas, não são as falsas profecias, ou quem está ou deixa de estar no poder e sim o que Deus prometeu acerca de nós em sua palavra. Um cristão verdadeiro precisa aprender a não crer em profetadas, a não temer maus rumores, a não dar valor a nenhum decreto que difira daquilo que Deus determinou na Bíblia a nosso respeito. Um exemplo: como poderá acabar a água do planeta se o Senhor fez uma aliança com Noé em Gn. 8: 22 prometendo: Enquanto durar a Terra não deixará de haver semeadura e colheita, frio e calor, verão e inverno, dia e noite. Lembre-se sempre! Fé é acreditar que o que Deus disse, é a Verdade. O vs. 3 fala da indignação do Senhor contra os líderes espirituais e seculares que nos dias de Zacarias estavam desviando o povo de Deus, como nos dias de Jesus e como nos dias de hoje através de tanto mau exemplo e injustiças. Mas o Senhor faz uma promessa linda, que nos revela uma terceira chave de sucesso e segurança para nossa vida, família e ministério. Sabermos que Ele cuida e cuidará sempre de nós, nos aperfeiçoamento e abençoando com amor eterno. A promessa do Senhor no vs. 3 é: o Senhor tomará a seu cuidado o rebanho. Que alegria sabermos que Jesus é o nosso Pastor e que nada nos faltará. Devemos amar, honrar e obedecer sempre nossos líderes espirituais terrenos, mas nunca perdermos de vista nosso modelo maior que é o Cristo descrito por sua palavra. Se os homens nos ferirem, decepcionarem e abandonarem, o Senhor jamais produzirá qualquer dano a nossa alma, antes a restaurará e edificará conforme a fidelidade da sua promessa: Eu jamais te deixarei e jamais te desampararei. Zacarias muitos séculos antes de Cristo, está profetizando a vinda do Reino Messiânico, através de Jesus, o descendente, o Leão da tribo de Judá. O vs. 4 diz: De Judá sairá a pedra angular. Aqui está a quarta chave: Jesus estar no centro de nossa existência. A pedra angular era uma pedra de formato trapezoidal, colocada como cunha no topo de um arco de pedras. Para se construir um arco antigamente se fazia uma estrutura de suporte em madeira e depois as pedras iam sendo colocadas de um lado e também do outro, até chegarem ao topo do arco. No topo, porém, era colocada a pedra angular, a qual completava o arco e dava equilíbrio e sustentação permanentes a todas as outras pedras, a ponto de a madeira não ser mais necessária. Jesus é como diz o Ap. Pedro, a pedra que vive, rejeitada pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa. A quarta chave de sucesso e restauração, consiste em colocarmos Jesus no centro da nossa família, de nosso trabalho, de nosso ministério, nos colocando como servos e deixando que Ele seja Senhor. Significa renunciarmos a vontades e projetos humanos, para darmos lugar aos propósitos divinos para o nosso presente e futuro. Significa aprendermos que, para cada detalhe de nossas vidas, existe uma vontade específica de Deus que devemos conhecer e adotar, por crermos que a vontade de Deus é melhor do que a nossa. A vontade de Deus é boa, perfeita e agradável e para que a experimentemos, só é necessário sermos sensíveis ao Espírito Santo e obedientes aos seus comandos. O vs. 4 ainda diz que do Messias sairiam todos os chefes juntos. Do que Zacarias estaria falando? R. Por incrível que pareça do Modelo dos 12, o Modelo Apostólico. A restauração espiritual dos povos e nações começou através dos 12 apóstolos do Cordeiro e no vs. 5 se revela como missão e como uma unção de conquista. E serão como valentes na batalha que pisam aos pés os seus inimigos e pelejarão porque o Senhor está com eles.

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Buscando o horizonte de Deus para nossa vida

Jonas: 1:1-17;  2:1,2;  3:1-3 Deus tinha um horizonte, um propósito para vida de Jonas, mas ele levantou-se para fugir da presença do Senhor, como se isso fosse possível. Em Salmos 139: 7 diz: “para onde me ausentarei do teu Espírito? para onde fugirei da tua presença? “ Jonas queria seguir o seu próprio caminho e andar por sua própria conta. Deus tem um horizonte chave para a nossa vida, assim como Abraão tinha o monte Moriá como seu horizonte, Moises tinha Canaã, Davi o reino, os profetas falar no lugar de Deus, reis trazer a justiça, os discípulos se multiplicarem, etc. Assim também é com cada um de nós. Deus tem um alvo para nossa vida, um horizonte onde devemos chegar e, lá é o lugar da resposta em todas as áreas da nossa vida. Um dos horizontes do Apóstolo Paulo e também nosso, é ser aperfeiçoado pela Palavra. Se você quiser andar nos teus próprios planos, Deus permitira, porém, as conseqüências você sofrerá. Deus tem uma Nínive para você, este é o propósito de sua vida. Correr do propósito é igual a correr de Deus e, quando saímos deste propósito, sofreremos as conseqüências, pois estaremos desprotegidos e vulneráveis aos propósitos maléficos do inimigo. Vejamos as conseqüências de andar fora da vontade do Todo Poderoso: Tempestade Estar fora do propósito do Senhor é estar sem autoridade para repreender a tempestade. (Jesus repreendeu a tempestade e houve bonança), assim será com você, basta responder e andar em direção ao alvo de Deus na sua vida. Se a tempestade vier, é só repreender e ordenar para que venha bonança, e assim será Insegurança Estar fora do propósito traz uma insegurança enorme, pois quando vêm às lutas, logo o medo, a ansiedade e a incredulidade se estabelecem e ficamos paralisadas sem conseguir andar. Andar sem Deus ou fora do propósito é andar inseguro quanto à vida e quanto à eternidade. Perda Alguém aqui gosta de perder? Claro que não, todos querem ganhar, vencer, crescer e prosperar, não é mesmo? Pois quando estamos fora do propósito de Deus à vida regride, algumas conquistas são perdidas, as coisas escapam pelos vãos dos dedos e o pior é que sabemos que fora dEle, as soluções não são definitivas, mas apenas paliativos. A resposta certa sempre vem do Senhor e Ele tem a solução para  a nossa vida. Sono profundo Outra característica de andar fora do propósito de Deus é que a pessoa fica em estado de sono profundo, letargia, apatia. Enquanto todos a sua volta percebem, quem na verdade  deveria perceber e reagir, não reage. Tem gente que está dormindo e não percebe, a vida está passando e o melhor está se perdendo, alguns só percebem na hora da morte, mais aí, já é tarde, pois o tempo de investir na vida espiritual, no casamento, na família, no ministério, na vida profissional, na fidelidade para com Deus, etc., já se foi. Ela tinha tudo para ser feliz, mas se prendeu em pequenas coisas. 5. Auto rejeição Ao invés de clamar a Deus e lutar pelo melhor como os homens do navio o aconselharam, Jonas passou a ter uma atitude destrutiva do tipo: eu mereço morrer, sou o culpado de tudo, sou um problema para vocês, etc. Sabemos que esses são mecanismos da alma carente, do sentimento de culpa e auto-rejeição, de tentar fazer e não conseguir. Esses sintomas são sem valor e não soluciona o problema. Esses sintomas paralisam a pessoa e ela tenta andar por ela mesma e não consegue, e aí vem o sentimento do tipo: sou fraco, coitado de mim, eu não consigo, ninguém gosta de mim, Deus me abandonou, etc. Isso é auto-rejeição,  pois Deus prometeu que nunca nos abandonaria e sempre estaria conosco. É preciso se render a Deus e tomar a atitude de crer e saber que Ele tem o melhor para cada um de nós e, avançar em direção ao horizonte estabelecido pelo Senhor em sua Palavra.   A bíblia diz que as misericórdias de Deus se renovam a cada manhã. O Deus de misericórdia é o Deus da segunda chance e sempre estará pronto para agir em nosso favor. Jonas é jogado no mar revolto e Deus prepara um peixe para engoli-lo a fim de tratá-lo e de livrá-lo da morte. Só dependia da resposta de Jonas em entrar no propósito e assim alcançar o horizonte traçado por Deus para sua vida. Neste caso era pregar arrependimento na cidade de Nínive e andar no dom que Deus tinha lhe dado, era cumprir o ministério profético em sua vida. No capítulo 2:1,2 vemos Jonas orando ao Senhor dentro da barriga do peixe, veja, não há situação tão difícil que Deus não possa te livrar, Ele está sempre pronto para nos salvar e renovar suas misericórdias sobre nós. Não existem situações impossíveis para Deus. Jonas havia tentado fugir da presença de Deus, ele estava tentando andar pelo seu próprio entendimento, mas ele se arrependeu se rendendo ao tratamento de Deus, e por isso o propósito não foi revogado. No capítulo 3:1 e 2 começa dizendo que Deus falou pela segunda vez, houve a segunda chance, bastou ele se posicionar. Sempre haverá uma segunda chance, sempre haverá novas oportunidades para aqueles que saíram do propósito, mas é importante saber que apesar da segunda chance, as consequências virão sobre nós como por causa das brechas que foram abertas. É melhor andar e responder com alegria ao Senhor orando para nunca cair ou sair do propósito, é melhor viver em um manancial de vida do que viver num deserto dominado pelo inimigo e difícil de sair. Os planos do Senhor continuam esperando por você, há um horizonte de salvação, vida, poder e vitória a sua disposição. Para chegar a este horizonte é preciso andar pelo caminho do Senhor, observar seus princípios e responder ao seu propósito. Deus não rejeitou a Jonas, não te rejeitará também. Num momento Ele pode te colocar na praia e mudar totalmente a sua história e descendência. Só

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O horizonte de Deus para a nossa vida – Parte II

Texto Bíblico – 2 Pedro 1:1-9 Este texto começa dizendo que em Cristo Jesus segundo seu divino poder, nos foi doadas todas as coisas que conduzem a vida e a piedade, pelo conhecimento completo de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus. Precisamos saber para onde estamos indo, qual é o horizonte que devemos buscar. Começamos na semana passada falando do horizonte espiritual que Deus traçou para nossa vida e hoje vamos continuar. Horizonte fala da nossa meta, dos sonhos de Deus para cada um de nós. O plano de Deus para todo cristão é que haja em primeiro lugar, crescimento espiritual. O alvo estabelecido pelo Pai é a nossa maturidade até que cheguemos à estatura de Cristo. Já vimos na ministração anterior três bases ou elementos que devem existir nesse processo: a fé, a virtude e o conhecimento. Hoje veremos mais três. 1. Acrescentar com o Conhecimento o Domínio Próprio – “com o conhecimento, o domínio próprio; com o domínio próprio, a perseverança; com a perseverança, a piedade;” (2 Pedro 1:6). Domínio próprio é algo fundamental para a nossa vida, pois fala de auto liderança. Toda criança que ainda não consegue se dominar sozinha necessita usar fraldas, precisam ser conduzidas em tudo, com o tempo, porém, ela já consegue exercer um certo domínio sobre suas necessidades podendo ficar sem fraldas, andando sozinhas, etc.  Da mesma forma acontece na vida espiritual. O crescimento na fé, na virtude e no conhecimento de Cristo nos dão uma base suficiente para que possamos começar a exercer domínio próprio. Por algum tempo somos dependentes quase que totalmente de outras pessoas no início da jornada cristã. Mas, quando amadurecemos um pouco mais, já podemos caminhar com nossas próprias pernas, confiando não em nós mesmos, mas no poder de Deus depositado em nós. Através dos nossos discipuladores, Deus nos prepara para crescermos com qualidade. Podemos então exercer domínio próprio para vencer as tentações, para dizer não ao pecado e para fazer as escolhas certas. Exerça o domínio próprio diante das tentações e das inclinações para o mal. Resista firmemente aos desejos da carne que militam contra sua vida espiritual e experimente o triunfo de um vencedor em Cristo. Ter um pai ou uma mãe espiritual é fundamental nesse processo, foi Deus quem estabeleceu e foi o Senhor Jesus quem nos ensinou na prática. 2. Acrescentar com o Domínio Próprio a Perseverança – “com o conhecimento, o domínio próprio; com o domínio próprio, a perseverança; com a perseverança, a piedade;” (2 Pedro 1:6). Depois que você desfrutar da capacidade de se auto dominar, através do poder de Deus em sua vida, há necessidade de se dar continuidade a essa obra por meio da perseverança. A ilustração que temos é a de uma criança que aprendeu a andar de bicicleta. Assim que ela aprendeu a se equilibrar em cima de duas rodas (domínio próprio), para se manter em movimento ela precisa continuar pedalando (perseverança). Se parar de pedalar, cai. A perseverança nos mantém de pé em meio às lutas deste mundo e com os desafios da vida cristã. Devemos perceber que “domínio próprio” e “perseverança” só existem por causa da realidade das forças contrárias operantes neste mundo, contra as quais temos de lutar para prevalecer.  O nosso desafio é de perseverar no caminho de Cristo e de Sua Palavra, mesmo vindo as tentações, provações, perseguições, ou qualquer outra coisa que queira nos afastar do ideal de Deus para nós. Persevere sempre na oração, na leitura da Palavra de Deus, na comunhão com os irmãos a partir da célula e no discipulado, no exercício da fé cristã, e no serviço em favor do Reino de Deus. Os que perseveram alcançam o triunfo desejado. 3. Acrescentar com a Perseverança a Piedade – “com o conhecimento, o domínio próprio; com o domínio próprio, a perseverança; com a perseverança, a piedade;” (2 Pedro 1:6). Piedade é a reverência para com Deus que leva a pessoa a viver em obediência. Ela deve ser a motivação para o domínio próprio e a perseverança. Por que luto contra o pecado e persevero no caminho cristão? Porque temo a Deus! Por que não revido o mal que me fizeram nem desisto da Palavra, mesmo quando perseguido? Por causa da consciência de que tudo faço para, acima de tudo, agradar a Deus! Isso é viver em piedade. A piedade é comparada ao troféu conquistado pelo atleta. Através do domínio próprio ele se prepara para a corrida. Com a perseverança ele enfrenta os obstáculos da corrida. Mas, ele sabe que tudo faz e tudo suporta com vistas a conquistar o glorioso troféu. Em Gênesis 39:12 vemos um exemplo claro de domínio próprio, perseverança e piedade, estamos falando de José no Egito. Um dia ele foi tentado a deitar-se com a esposa de Potifar. Mas com o domínio próprio ele se posicionou dizendo “não”. Com a perseverança ele fugiu dela diante de uma armadilha, reafirmando sua posição contrária àquela investida. Mas todas as suas ações revelaram a piedade, na sua expressão mais completa. Foi a sua reverência para com Deus que o levava a viver em obediência, isso não lhe permitiu pecar contra o Senhor. Seja piedoso em seu caminhar. Seja reverente diante de Deus sabendo que Ele tudo vê e está em todos os lugares. Deus sonda os nossos corações e espera pacientemente o nosso crescimento rumo à maturidade. Ele quer nos ver dando frutos, vivendo de modo digno ao nosso chamado, Ele espera que saibamos quem realmente somos em Cristo Jesus e, que valorizemos nossa posição de filhos legítimos. Eu sou fruto fiel, pois fui consolidado na Palavra e no amor e, em todos esses anos não desisti da minha fé em Cristo Jesus, mas sempre perseverei em dar frutos dignos de filho de Deus. Também me tornei filho legítimo, pois nunca desisti do meu discipulador, mesmo ele sendo falho, eu fui à busca e perseverei em ser fiel, leal e unido ao propósito de Deus em minha vida. Ainda não cheguei lá, mas estou prosseguindo

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A importância da fé e da esperança

O Apóstolo Paulo, escrevendo aos Coríntios 13:13, disse: agora pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três: porém o maior destes é o amor,  Veja embora o amor seja maior e fundamental, a fé e a esperança  são também muito importantes. Aqui está a fé viva, a esperança viva e o amor vivo, pois são alimentados pela Palavra e procede de Deus. Cada um deles tem seu devido lugar, e nenhum deles pode ser substituído por outro. Não podemos substituir o amor pela esperança e nem podemos substituir a esperança pela fé e os três fazem parte um do outro. Apesar disso, tantas pessoas procuram obter coisas da parte de Deus na base apenas da esperança sem praticar a fé. A fé precisa ser desenvolvida, ativada e alimentada, para que a esperança seja viva dentro de nós. A fé é agora, pois a fé é viva A esperança olha para o futuro. Sempre está no tempo futuro. A FÉ É AGORA. A fé diz: "Receberei a resposta agora mesmo. Já a possuo.”. Não é o esperar que realiza a tarefa ; é o crer. Alguém disse: "pois bem, creio que receberei a minha cura algum dia. Isso não a fé viva, é esperança, porque aguarda algum tempo indefinido e futuro. A fé viva diz: recebo a minha cura agora!" Hebreus11:1 diz: "A fé é dar substâncias… as coisas esperadas.''  Se você precisa de cura, seja espiritual, cura da alma ou cura física, você não a quer para o futuro; você a quer agora mesmo, não é mesmo? Se você está procurando o batismo no Espírito Santo, se você precisa da salvação, você não poderá adiá-la para o futuro, pois então poderá ser tarde demais. Existem pessoas que esperavam serem salvas e deixaram para o futuro a decisão. Algumas delas agora estão mortas. Partiram deste mundo sem a salvação, porque a salvação não se baseia apenas na esperança, é fé, e neste caso, é agora! A cura física pode ser imediata ou não, a cura da alma e a santificação (cura espiritual ou libertação) são processuais, mas se a fé está ativa, é questão de tempo para tudo se completar. Veja o que diz Efésios 2:8,9 –  Porque pela graça sois salvos, mediante à fé; e isto não vem de vós,  é Dom de Deus; Não de obras, para que ninguém se glorie. Veja Romanos. 10:9,10,13 – – Se com a tua boca confessar a  Jesus como senhor, e em teu coração credes que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. – porque com o coração se crê para justiça, e com a boca se confessa a respeito da salvação. – porque: todo aquele que invocar o nome do senhor será salvo. Os versículos acima indicam ao homem o plano de salvação. Vemos que é pela fé e não pela esperança que somos salvos. Jesus prometeu que não lançará fora ninguém que vem a Ele, mas que salvará todo aquele que invocar o nome do Senhor. Não precisamos, portanto, esperar que Ele nos salve. Ele nos prometeu e assim fará, só depende de nós. Quando depende só de mim, e eu tenho esta fé viva, recebo agora, talvez a resposta vá demorar algum tempo, mas já recebi no meu coração. Assim é para recebermos uma promessa, se você exercer a fé, tudo se fará realidade na sua vida, mesmo que demore um pouco, neste caso a esperança tem o seu lugar. Existem situações que a fé e a esperança andam de mãos dadas, isto é, andam juntas. Por exemplo: creio que Jesus voltará, tenho fé nesta verdade, mas não é imediato, pois está reservado para o futuro, é aí que entra a esperança. Mantenho minha esperança viva de que subirei com o Senhor na sua vinda, tenho uma esperança de um futuro melhor, tenho esperança na salvação da minha família, etc. Tudo isso está relacionado com o futuro, pois não depende só de mim, embora tenha fé de que isso vá acontecer, mas não é imediato.  Aqui entra a esperança, é ela que me mantém firme na fé. Existem coisas que não precisa de fé para acontecer, já está determinado por Deus. Por exemplo, não preciso exercer fé para o sol nascer amanhã de manhã, ele virá, mas preciso exercer fé para estar firme nas promessas de Deus, para me manter fiel em todas as coisas. Deus já começou uma boa obra na sua vida, é só você andar com Ele, estar integrado no corpo de Cristo, que isto vai acontecer. Se você espera algo de Deus, ative sua fé, creia que Ele fará, fale isso, proclame com fervor e assim será. Abraão creu, não duvidou, sua fé estava firme, sua esperança estava viva, mas quando ele começou a falar – sou pai de multidões, a fé foi ativada, ele começou a ver nas estrelas e na areia sua descendência e logo seu filho Isaque nasceu.       Deus te abençoe!   Apostolo Eliezer 

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