Estudo para os 12

Focando na Formação dos 12 – Parte 8

Exercitando o Evangelismo Pessoal Romanos 13 : 11 a 14  O Ap. Paulo nesta carta à igreja de Roma, lembra aos discípulos o fato de estarmos numa contagem regressiva quanto ao nosso tempo de permanência na Terra. Se para alguns isto representa a ideia de aproximação com a morte, para nós cristãos verdadeiros, isto deve ser visto como o tempo de nos prepararmos para a vida eterna, quando não só a nossa própria salvação deve ser guardada, mas também o tempo em que devemos evangelizar nossa família, nossos amigos e vizinhos. Já nos dias de Paulo havia um problema revelado por ele neste texto, o sono espiritual, a letargia trazida por satanás, para que a igreja não entenda e não cumpra a sua missão que é: pregar o evangelho e fazer discípulos de todas as nações. Paulo escreve no vs. 11: já é hora de vos despertardes do sono, ou seja a igreja precisa acordar para cumprir o seu chamado e assim alcançar a graça do Eterno. Todos os dias milhares de pessoas ao redor da Terra, adentram a eternidade em direção ao juízo e a morte eterna, tão somente pelo fato da igreja estar ainda adormecida e negligenciando seu chamado à pregar e salvar os perdidos. Ainda que muitos cristãos estejam liderando e ganhando almas, estes são uma minoria, a maioria ainda está desatenta e descomprometida com o trabalho de evangelizar (pense em quantos na igreja trabalham e em quantos assistem). Nosso desafio como líderes nestes dias de avivamento, é acendermos a chama da paixão pelos perdidos no coração de toda a igreja, preparando a cada pessoa, para o exercício do evangelismo pessoal, pois todos sem exceção, foram chamados para ganhar almas. Se num ministério os pastores sonharem em ganhar almas, muitas vidas serão salvas, mas se a igreja como um todo sonhar em ganhar almas, o bairro e a cidade serão transformados. Lembro-me que em 1999 quando a Visão chegou até nós, havia um decreto que dizia: Cada casa uma célula, cada discípulo um líder! Não creio que Deus tenha mudado de ideia, e nem que isto fosse um objetivo humano, entendo sim que de lá para cá a igreja está num processo de ser despertada e preparada pelo Espírito para um grande derramar de avivamento e salvação. Em Lc. 12 : 49 Jesus faz menção do seu anseio por incendiar o coração da sua igreja: Eu vim para lançar fogo sobre a Terra e bem quisera que já estivesse a arder. Acredito que ainda que no mundo o amor esteja esfriando, conforme a profecia de Mt. 24, a igreja terá seu Espírito desperto e seu coração tomado pela chama da paixão pelo Senhor e por sua obra na Terra. Dentro deste contexto profético, hoje o Espírito Santo está nos dizendo que precisamos orar por este derramar sobre nós e trabalhar treinando a igreja como um todo no evangelismo pessoal. Quanto mais gente engajada na missão, mais vidas serão salvas e transformadas. Deus levantará um exército de ceifeiros e fará uma enorme colheita. Hoje veremos 7 aspectos necessários para que um discípulo possa dar fruto: 1 – Saber o motivo pelo qual eu devo ganhar almas: Devo me empenhar em ganhar vidas para Cristo por amor e obediência a Jesus. Diante de tudo que Jesus fez por nós, ganharmos vidas é uma forma ainda pequena de retribuirmos por nossa salvação e uma expressão de verdadeiro amor a Ele. Em Lc. 21 : 17: Jesus por três vezes pergunta se Pedro o amava (note que Jesus não pergunta se Pedro amava os perdidos e sim se Pedro o amava) e quando Pedro responde: Senhor tu sabes que eu te amo, Jesus responde: Apascenta as minhas ovelhas, ou seja, Pedro se você me ama, cuide das vidas pelas quais eu morri. Jesus deixa claro que amar e cuidar de vidas é uma prova prática de amor a Ele. 2 – Cuidar da nossa própria vida espiritual para depois ganhar outros: No Sl. 105 : 4 o Senhor nos revela as condições fundamentais para que estejamos aptos a ganhar e cuidar de almas: Buscai o Senhor e o seu poder, buscai perpetuamente a sua presença. O Senhor deixa claro aqui, que a única maneira de realizarmos a sua obra, é buscando o seu poder (sua unção) e estando em sua presença. Só poderemos derramar a vida de Deus sobre outros, se primeiro nos enchermos do Espírito Santo e de sua unção. Precisamos pedir o poder de Deus para ganhar almas. 3 – Manter o foco no nosso chamado: Que grau de importância e prioridade tem o ganhar vidas, no elenco dos seus objetivos pessoais? Muitos cristãos oram e se esforçam para sustentar a família, alcançar status profissional, e para prosperar ganhando mais dinheiro, mas não há em suas prioridades com Deus, a oração pelo ganhar vidas e por isto, não ganham. No campo da fé eu só conquistarei aquilo que eu desejar, pedir e buscar. 4 – Orar intercedendo pela salvação de vidas: Ganhar vidas é algo que começa com oração diante de Deus. Devemos orar todos os dias, não só para que Deus nos capacite com seu poder, mas para que Ele nos conceda oportunidade de testemunharmos e pregarmos aos escolhidos do Senhor. O próprio Ap. Paulo nos ensina isto em Cl. 4 : 2 e 3 : Perseverai na oração, vigiando com ações de graças. Suplicai ao mesmo tempo, também por nós, para que Deus nos abra porta à pregação, a fim de falarmos do mistério de Cristo, pelo qual também estou algemado. (Paulo estava preso e ainda pedindo oportunidade a Deus para evangelizar pessoas). 5 – Fazer batalha espiritual: No texto base o Ap. Paulo diz: Deixemos as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz. As vidas perdidas estão sempre sob influências demoníacas por causa de seus pecados. Para que possamos libertá-las pelo poder da palavra, muitas vezes é necessário antes quebrar estes poderes. Isto é exatamente o que vemos em At. 13 : 10

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Tema da Série : Focando na Formação dos 12 – Parte 7

Os 12 são Pedras Vivas na Edificação da Igreja. 1 Pedro 2 : 4 e 5 1 / 12 / 2022 Chegando-vos para Ele, a pedra que vive, rejeitada sim, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa, também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus, por intermédio de Jesus Cristo. Jesus em seus ensinamentos, sempre usou elementos da natureza como meio de facilitar a compreensão de suas mensagens para aqueles que o ouviam. Diante de Pedro, Jesus se auto-denominou (a rocha,                                                                                                                              o fundamento) sobre a qual a igreja seria edificada. Isto fala também de sua natureza imutável e eterna, que seria reproduzida em todos aqueles que viessem a receber o seu Espírito e que se tornariam seus seguidores. O desejo de Deus é que o caráter de seu filho Jesus, cheio de amor, retidão, fidelidade e indulgência, seja formado em nós, seus discípulos. O Ap. Pedro que de forma pessoal viveu esta transformação, escreveu em sua primeira epístola, que nós somos estas pedras vivas, com as quais o Senhor edifica uma casa espiritual, a igreja. Esta mesma visão é revelada também por Ef. 2 : 19 a 21 : Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus, edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo Ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular, na qual todo edifício, bem ajustado, cresce para santuário dedicado ao Senhor. Se refletirmos mais profundamente sobre isto, veremos aqui revelada, a igreja formada por discípulos, o modelo dos 12, onde as pessoas não ficam soltas, mas são trabalhadas e colocadas em posições especificamente determinadas. Imagine uma pilha de tijolos numa calçada, aguardando para serem usados numa construção. Estão soltos, sem uma ordem definida, e passíveis até de serem roubados ou quebrados, mas esta realidade muda radicalmente, a partir do momento em que o construtor passa a assentá-los sobre as linhas traçadas no projeto da edificação. Na Visão Celular M12 cada pessoa deve ser cuidada e preparada para ocupar uma posição definida na igreja, com vistas ao seu desenvolvimento pessoal e a promover a edificação do corpo, como descreve Ef. 4 : 15 e 16 : Mas seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo, de quem todo o corpo, bem ajustado e consolidado pelo auxilio de toda junta, segundo a justa cooperação de cada parte, efetua o seu próprio aumento para a edificação de si mesmo em amor. Na Visão o líder deve trabalhar pelo crescimento espiritual e pessoal de cada discípulo, porque esta é a garantia de que outros líderes serão formados, o que consequentemente, produzirá também o crescimento numérico da igreja. Vimos nos discipulados anteriores que os discípulos que alcançam a posição de líderes de célula, devem ser trazidos para integrar uma equipe de 12. Muitos líderes, porém, se perguntam: quais os critérios eu devo usar para escolher as pessoas que farão parte da minha equipe? É certo que o primeiro e mais importante recurso, é a oração pedindo ao Senhor que nos ajude a escolher aqueles que estão no propósito de Deus, para a nossa equipe e para o ministério. O Senhor já sabe quem são os Pedros e quem são os Judas. Se fizermos um caminho espiritual para estabelecer esta escolha, o Senhor nos ajudará a discernir as pessoas aprovadas por Deus, embora seja inevitável que alguns tropecem e se desviem. O próprio Senhor Jesus disse: É inevitável que venham escândalos, mas ai do homem pelo qual eles vem! Lc. 17 : 1. Além da oração, poderemos também observar alguns traços espirituais nos discípulos, que nos ajudarão a escolher pessoas que nos trarão alegrias, ao invés de dissabores. Antes de confirmar alguém como parte da equipe de 12, procure neste discípulo, estas características: 1 – Humildade: Fp. 2 : 3 : Nada façais por partidarismo ou vangloria, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo. Uma pessoa humilde, busca aprender, se deixa tratar, valoriza o líder e a equipe. A humildade é uma premissa da submissão a liderança de alguém. Pessoas soberbas tem dificuldade de reconhecer e submeter-se a autoridade de um líder. 2 – Despojamento: Ex. 18 : 21 : Procura dentre o povo homens capazes, tementes a Deus, homens de verdade, que aborreçam a avareza. A avareza é um tipo de idolatria. O despojamento significa, um coração desprovido de vaidade e ganância. O amor ao dinheiro, a busca por status, tem posto a perder lideranças que começaram muito bem, mas que infelizmente, terminaram muito mal. Quantas pessoas não trocam a comunhão com Deus pelo trabalho e o ministério por uma proposta financeira sedutora? Deus não se importa em que alguém se enriqueça, desde que seu coração permaneça Nele e não no dinheiro. 3 – Gratidão: 1 Ts. 5 : 18 : Agradeçam em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco. Invista onde você achar gratidão. Pessoas com corações agradecidos tendem a ser fiéis, e buscam sempre retribuir o que receberam, sendo esta, uma grande virtude favorável à manutenção das alianças. Corações agradecidos não esquecem o bem que receberam, e se sentem devedores aos que lhe abençoaram, sentimento este, que dá origem a palavra obrigado. 4 – Disposição: 1 Rs. 17 : 9 : Dispõe-te e vai a Sarepta, que pertence a Sidom, onde ordenei a uma mulher viúva que te dê comida… A obra de Deus é feita de pessoas de boa vontade, pessoas que estão sempre prontas a atender um chamado,

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Focando na Formação do 12 – Parte 6

Estudo 6: Faça de sua Célula uma Equipe Mt. 13 : 47 a 50 27 / 10 / 2022 Vimos no estudo anterior que o crescimento vem pelas células e que a multiplicação celular vem pelos doze. A Visão é primeiro celular, para depois ser modelo dos doze. Hoje vamos estudar a importância das células na formação dos doze. Alguém se consolida legitimamente como doze, quando obtém o êxito de ter uma célula saudável. Assim que um discípulo é enviado para ter sua própria célula, este deve ser inserido numa equipe de doze para ser discipulado. Se nosso objetivo é formar uma equipe de doze, precisamos entender que, é a multiplicação celular que definirá quem serão os líderes que ocuparão lugar nesta equipe. É bom sempre relembrar: Quem estará apto a fazer parte dos seus doze? Resposta: Quem obtiver êxito em liderar sua própria célula. Os doze não devem ser escolhidos por tempo de ministério, simpatia, amizade ou mordomia. Os doze devem ser escolhidos por seu caráter e por sua frutificação. Para que se formem os doze, as células precisam se multiplicar, para que estas se multipliquem, precisam primeiro crescer numericamente, e para que cresçam, seus líderes precisam ser fecundos espiritualmente, isto é, capazes de ganharem almas. Aqui está o núcleo de uma célula saudável: um líder frutífero! Certa vez conversando com um especialista em medicina biomolecular, ouvi que a saúde de um corpo humano, será definida pela vida e pela saúde, encontradas em nossas células sanguíneas. Células saudáveis geram vida e se multiplicam, efetuando assim a manutenção e o crescimento do corpo. O mesmo se dá nas células da igreja, sua saúde depende prioritariamente da capacidade que seu líder tenha de gerar vida. Pv. 11 : 30 diz: O fruto do justo é árvore de vida e o que ganha almas é sábio. Esta é uma unção dada pelo Espírito Santo aos que buscam o Senhor e sua vontade, que é: que estejamos dando fruto. Nisto é glorificado o meu Pai, em que deis muito fruto, e assim vos tornareis meus discípulos. Jo. 15 : 8. Alcançar a frutificação ganhando vidas e gerando um fruto que permaneça, representa um excelente nível de aperfeiçoamento espiritual, pois atesta santificação, compaixão, maturidade, e a aprovação de Deus como um verdadeiro discípulo. Este deve ser, portanto, o foco principal no trabalho de um líder de célula: ganhar vidas, para que através de um princípio de legalidade espiritual, sua célula também seja frutífera. Rm. 11 : 16 diz: E se forem santas as primícias da massa, igualmente o será a sua totalidade, se for santa a raiz, também os ramos o serão. Se o líder da célula for frutífero, os membros da célula também o serão, pois este será exemplo, e terá unção para estimular os outros a ganharem vidas. Algumas células, porém, entram num processo de estagnação espiritual, pela falta de busca a Deus e de foco no que consiste a missão da célula: ganhar almas e formar discípulos. Sim, formar discípulos, que aprenderão de forma prática o Ide do Senhor Jesus. Além do treinamento do Timóteo (co-líder), transmitir o propósito central da célula ao coração de todos os discípulos, é o segredo de uma célula saudável e fecunda. Um líder ungido por Deus, terá capacidade para fazer de sua célula uma equipe coesa, cheia de compaixão, e motivada em salvar os perdidos. É isto que por revelação, nos sugere o texto base, que compara o Reino dos Céus, a uma rede que é lançada para pescar. Uma célula é uma rede de pesca, onde o líder orienta e comanda a pescaria, mas ele não pesca sozinho, seus colegas de trabalho movimentam a rede e trabalham para conservar os bons peixes (no caso aqui, os bons peixes representam aqueles que se tornarão verdadeiros discípulos e futuros líderes). Compete ao líder da célula manter o foco em salvar vidas e edificar a vida dos membros da célula, ensinando-os pela palavra, e envolvendo-os na missão de todo cristão: anunciar a salvação a outros. Quando a célula se torna religiosa, e suas reuniões se tornam sociais, é porque o líder perdeu o foco no evangelismo ou porque as estratégias e armas espirituais não estão sendo usadas. São várias as estratégias conhecidas e recomendadas ao evangelismo: 1 – Jejuar uma vez por semana pela conquista de novas vidas. 2 – Oração de trinta dias por três pessoas, cada um trás o nome de três. 3 – Oração por pessoas conhecidas do prédio, do condomínio ou do bairro. 4 – Oração da cadeira vazia ao fim das reuniões. 5 – Compartilhar os objetivos de crescimento da célula com todos: uma vida nova por semana, para que a célula possa se multiplicar em um ano. 6 – Buscar conhecer as necessidades dos vizinhos e oferecer-lhes experiências com o poder de Deus, orando por eles e convidando-os para a célula. Qual destas estratégias você tem usado? Uma, duas, ou estão esquecidas? Devemos ter o entendimento de que o Senhor nos dará o poder de evangelizar, a partir do lugar onde Ele nos plantou, mas como líderes, precisamos ser o epicentro do avivamento espiritual neste lugar, agitando-o, por meio de orar e de testemunhar. Alguns campos da nossa atuação: Ex. 1: Nosso ambiente de trabalho (não no horário de expediente, mas nos intervalos de almoço ou após o trabalho). Ex. 2: No condomínio ou bairro onde está a nossa célula. Ex. 3: Entre os colegas de escola e faculdade (ex. Pockets). Onde estivermos será a nossa Jerusalém a ser conquistada primeiro, como nos ordena Jesus em At. 1 : 8 : e sereis minhas testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da Terra. Esta estratégia de conquista territorial em torno das células, faz muito sentido se pensarmos nos desafios a serem vencidos nas grandes cidades, onde algumas distâncias são tão grandes, que dificultam a comunhão do corpo e os processos do discipulado. Suplantando esta realidade, as células são um modelo perfeito, criado

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Focando na Formação dos 12 – Parte 5

Onde não há Sucessor, não há Sucesso  Lucas 10 : 1 a 5  Vimos nos discipulados anteriores que investir na formação de líderes, é fundamental ao crescimento e à multiplicação da igreja, pois sabemos que na Visão, o crescimento vem pelas células, e a multiplicação vem pelos doze, e que estas duas estruturas só se ampliam e se mantém, se novos líderes estiverem sendo formados e enviados. O ambiente onde este processo de formação começa é a célula. As células não só geram vidas novas por meio de seu potencial evangelístico, como também têm um alto poder consolidador, por darem aos novos na fé, a possibilidade de se relacionarem de perto com um líder, e também de receber o amor e a atenção do pequeno grupo. Nas células tem início o processo de discipulado na vida dos novos na fé, por causa da proximidade e da identificação com um líder, o que é diferente do ambiente do templo, onde o líder só é visto de longe. Numa igreja em células as pessoas interagem, são amigas, e este relacionamento interpessoal fortalece muito a igreja, o que não acontece nos ministérios que só se reúnem aos domingos. A igreja primitiva, deixada por Jesus na Terra, era uma igreja em células, que segundo o livro de Atos dos Apóstolos, reunia-se no templo e nas casas. At. 5 : 42 : E todos os dias, no templo e de casa em casa, não cessavam de ensinar e de pregar Jesus, o Cristo. O crescimento e a multiplicação veloz da igreja de Atos, além de sua santidade e da unção, tinham como motivo, um outro segredo estratégico revelado no texto base de hoje : Os discípulos eram enviados de dois em dois. Este era um dos segredos no processo de formação, o relacionamento entre o líder e um co-líder escolhido por ele, que propiciavam o treinamento e o cumprimento prático da missão. Lc. 10 : 1 diz : Depois disto, o Senhor designou outros setenta, e os enviou de dois em dois, para que o precedessem em cada cidade e lugar aonde ele estava para ir. Além do estabelecimento da autoridade como igreja, estas duplas representavam um processo de transmissão de conhecimento, unção, e ordenamento prático do trabalho ministerial. Esta relação líder e co-discípulo, antecede os dias de Jesus na Terra, sendo vista também no velho testamento, através de Moisés e Josué, Débora e Baraque, Elias e Eliseu, Noemi e Rute. Este mesmo princípio se repete no novo testamento entre Barnabé e Saulo, ( onde aqui, Saulo ainda era o aprendiz ) Priscila e Áquila, Paulo e Timóteo. Paulo e Lucas, Paulo e João Marcos. Na linguagem da Visão, também já conhecemos esta figura do auxiliar do líder de célula, ao qual, chamamos carinhosamente de Timóteo. Esta é uma posição que não pode ser negligenciada ou esquecida, pois viabiliza a formação eficaz de um novo líder e a consequente multiplicação da célula, pelo envio deste. Novas células só se formam se houver a formação de novos líderes, santos, maduros e dispostos a ganharem e consolidarem seus próprios discípulos, mantendo-os na célula da qual participam. Esta formação vem parcialmente pelos processos vividos pelos novos, nos passos da Visão, como o Encontro com Deus, a Escola de líderes, o Reencontro, mas é preciso que haja também um processo de treinamento prático no dia a dia da célula. A maior parte dos discípulos celularizados, mesmo aqueles que ganham e consolidam pessoas novas, pela falta de prática e experiência nas posições de liderança, não se sentem preparados para o desafio de serem enviados para liderar sua própria célula. Este é um problema que tem refreado a multiplicação das nossas células. Para corrigirmos esta deficiência, precisamos estabelecer um processo de treinamento prático nas células, para que os discípulos mais maduros ( os que já passaram pelo Encontro e estão cursando a Escola de líderes ) possam começar a se ver dentro da célula, como futuros líderes, e possam se exercitar nas funções de liderança durante as reuniões semanais. Nesta perspectiva, o líder da célula deve identificar quem é o seu discípulo mais maduro                                                                                                                                                                                        (não só por ter passado pelos passos da Visão, mas por já ter um ou mais discípulos, sendo consolidados por ele). Assim que o líder da célula identificar seu ajudador, ele deve plantar este sonho de liderança no coração deste discípulo, e nomeá-lo o Timóteo da sua célula, incumbindo-o das responsabilidades de um co-líder. O líder da célula deve sempre investir na consolidação de todos os discípulos da célula, mas a partir de então, seu co-líder deverá ser sua prioridade no relacionamento pessoal, na intercessão e transferência de tarefas. Outro aspecto que produzirá engajamento e treinamento dos participantes da célula, é o líder elencar as principais tarefas do dia a dia da célula, fazendo com que, principalmente o co-líder, se exercite em cada uma delas a cada semana. Vamos ver algumas destas funções dentro da célula: 1 – A intercessão 30 minutos antes do início da reunião, feita por no mínimo três discípulos da célula ( ex. o líder, o Timóteo, e mais um ) 2 – A oração de abertura consagrando a Deus todos os detalhes da reunião. 3 – A recepção das pessoas à porta, com simpatia e carinho. 4 – A ministração da palavra de ofertas e oração pelas mesmas. 5 – A ministração da palavra principal e a oração do apelo. 6 – A orientação sobre os pedidos de oração e

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Focando na formação dos 12 – Parte 4

Mateus 9 :35 a 38 e 10 : 1 Transformando a Multidão em Geração. Embora Jesus estivesse sempre assediado pelas multidões, Ele não se deixava seduzir pelo calor destes encontros. Numa visão muito mais ampla, e de futuro, Jesus pensava nas necessidades que estas pessoas continuariam tendo, mesmo depois de terem um encontro com Ele. Elas precisariam ser ouvidas, libertas, curadas e acompanhadas até a maturidade na fé. Esta percepção, fez com que o mestre orientasse seus discípulos a clamarem especificamente, por pessoas dispostas a servirem e a liderarem no ministério. E, então, se dirigiu a seus discípulos: A seara, na verdade é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara. Jesus também sabia da volatilidade das multidões, que em um momento vem, e noutro já se foram. As mesmas multidões que um dia foram curadas por Jesus, estiveram posteriormente diante de Pilatos, gritando: Crucifica-o, crucifica-o. Pense em quantas pessoas já passaram por sua vida e por seu ministério, mas não permaneceram? Determinado a formar uma liderança que permanecesse e levasse o propósito à frente, Jesus chama para perto de si uma equipe para ser treinada. Mt. 10 : 1: Tendo chamado os seus doze discípulos, deu-lhes Jesus, autoridade sobre espíritos imundos para os expelir e para curar toda sorte de doenças e enfermidades. Os doze foram chamados para servir e para liderar a multidão, mantendo-a suprida e coesa. Aqui nascia o Modelo dos doze. Baseados no exemplo de Jesus, por mais que a multidão nos traga prazer ou solicitações, não podemos em momento algum, tirar o foco da formação espiritual e numérica da equipe de doze. Haja o que houver, nosso alvo deve ser sempre termos nossa equipe de doze completa, unida, e servindo a multidão. Esta formação é um processo de anos de trabalho, que ao contrário das voláteis multidões atraídas por shows, gera algo sólido, como uma casa construída sobre a rocha. Um dos testes para qualquer líder na Visão, é a perseverança ao longo do tempo necessário à formação de suas gerações de líderes. Nosso objetivo é sim alcançarmos uma multidão, mas esta deverá ser uma multidão de líderes, que permanecerão e frutificarão, na fé e no propósito. Como formar a equipe de doze? Os doze de Jesus foram trazidos a Ele, pelo poder da oração. Os doze são vidas buscadas no coração de Deus, em jejum e oração. Naqueles dias, retirou-se para o monte, a fim de orar, e passou a noite orando a Deus. E quando amanheceu, chamou a si os seus discípulos e escolheu doze dentre eles, aos quais deu também o nome de apóstolos. Lc. 6 : 12 e 13. O tempo de oração dedicado por Jesus, teve por objetivo escolher um grupo de líderes dentre os que já haviam crido Nele e estavam em meio à multidão. No nosso caso a busca em jejum e oração, geralmente é para ganhar pessoas, que depois de consolidadas na fé, seguirão os passos da Visão em direção à liderança. O ambiente mais adequado a este ganhar e consolidar é numa célula. Jesus iniciou seu ministério em casa, liderando sua própria célula. Dias depois, entrou Jesus em Cafarnaum, e logo correu que ele estava em casa. Muitos afluíram para ali, tantos que nem mesmo junto à porta eles achavam lugar, e anunciava-lhes a palavra. Mc. 2 : 1 e 2. Certamente, fora este o palco da consolidação dos doze, até serem enviados. Todo líder que ainda não tem sua equipe de doze completa, com seus doze liderando cada um, uma célula, deve fazer uma célula em sua casa, para ganhar e consolidar os que completarão futuramente a sua equipe. É do seio de uma célula frutífera como a de Jesus, descrita em Mc. 2 que se inicia um processo de multiplicação de células e consequentemente, de líderes para compor a equipe de doze. Cada líder enviado a partir da célula mãe, é potencialmente um doze do líder que o enviou. À medida em que um líder vai multiplicando a sua célula, cada líder enviado com sua nova célula, deve ser inserido na equipe de doze do líder que o enviou, para ser discipulado. Dificilmente o líder da célula mãe (a primeira célula), completará sua equipe de doze só com líderes enviados por ele. Alguns de seus discípulos, também multiplicarão suas células e semearão os discípulos líderes destas células, para compor a equipe de doze do líder principal. Neste aspecto não deve haver nenhum sentimento de posse em relação aos discípulos, e sim o espírito de desprendimento e generosidade, focado em auxiliar o líder principal a ter sua equipe de doze completa. Depois que o líder principal tiver completado sua equipe de doze, este deverá ajudar seus discípulos a completarem também as suas, para que se forme a segunda geração os 144. Esta geração estará completa quando cada um dos doze da primeira geração, estiverem com seus doze completos e liderando uma célula. Esta formação não é uniforme (alguns líderes desistem do seu chamado, outros se desviam ou mudam de cidade), alguns líderes são mais rápidos nesta conquista, e outros mais lentos. Independente disto, todos os doze devem ter continuamente diante de si, o objetivo de completar sua equipe de doze. A equipe de doze começa a se formar a partir do discipulado individual, no relacionamento entre o líder principal e cada um dos discípulos que ele está treinando para a liderança. Este relacionamento envolve atenção e ajuda, em relação às necessidades do discípulo, mas também momentos de comunhão que gerem amizade. Também o discipulado em equipe, deve ter constância (semanal ou quinzenal) e deve começar a ser ministrado, ainda que o líder principal tenha apenas um ou dois discípulos. Jesus começou sua equipe de doze com apenas dois discípulos, Pedro e André, a medida em que estes caminharam com Jesus, apresentaram a Ele outros dois discípulos, que eram seus colegas de trabalho, Tiago e João. O investimento de amor, oração, ensino e relacionamento,

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Focando na formação dos 12 – Parte 3

Jesus quer fazer de nós pescadores de homens. Mateus 4:18-22 Um pescador de homens é uma pessoa capacitada por Deus a atrair e influenciar muitas pessoas. É como alguém que atrai muitos seguidores nas redes sociais, mas com um poder muito maior, para não só, influenciá-los, mas para transformar a vida destes seguidores. Jesus, quer ampliar sua influência para além dos limites de sua própria vida e família. Ele quer te fazer um líder de multidão. Você crê? Por mais difícil ou distante que isto possa parecer, Jesus pode fazer isto com você se você simplesmente crer e decidir imitá-lo. Jesus é o maior e o melhor exemplo de alguém que atraiu e vinculou pessoas a si mesmo. Jesus foi e é, o maior líder que a Terra já viu! Vamos ver alguns traços de sua liderança terrena, tão poderosa, que dividiu a história em duas eras, AC/DC: 1. Jesus era apaixonado por gente. O ministério de Jesus sempre foi motivado pelo amor às vidas. Ele amava cada pessoa, compadecendo-se delas, sendo pacientes com todos, tendo prazer em dar atenção às pessoas. Jo. 4:32: Uma comida tenho para comer, que vós não conheceis. O que satisfazia Jesus era amar as pessoas cuidando delas. Jesus atraia as multidões porque elas se sentiam amadas por Ele. Se você quer influenciar pessoas, precisa primeiro se apaixonar por elas. Para cuidar de gente é preciso amar gente, e isto é um Dom Divino que precisamos pedir a Deus em oração. Ore a Deus e peça ao Espírito Santo, que encha seu coração de amor pelas multidões, começando pelas pessoas da sua família, mas também por todos os que estão perdidos. 2. Jesus era um homem de oração. O Pai ungiu Jesus no seu batismo, e a partir de então, o sobrenatural de Deus fluía de Jesus, em direção aos que criam Nele. Apesar deste poder estar com Ele, Jesus conservava esta unção, orando, jejuando, e santificando-se pela leitura da palavra. Jo. 17:19: E a favor deles eu me santifico a mim mesmo, para que também eles sejam santificados na verdade (a verdade é a palavra de Deus). Todo líder que quer alcançar as multidões, começando por seus doze, precisa edificar sua vida espiritual por meio da oração, do jejum, da leitura, e da prática da palavra. Sem esta busca, o ministério fica sem poder e sem frutos. 3. Jesus era um líder carismático. As pessoas gostavam de estar perto de Jesus. Ele tinha carisma, que é a qualidade de ser agradável, desejável, e assim atrair pessoas para si. Jo 1:35 a 39: nos mostra que dois discípulos de João Batista, desejaram deixá-lo, para estar no discipulado com Jesus. Por que isto aconteceu? É fácil entender: João Batista chamava as pessoas de raça de víboras, as levava para o deserto, e lhes dava gafanhotos para comer, Jesus chamava os discípulos de filhos, os levava para sua casa, e fazia churrasco para eles. Com quem você acha que as pessoas tinham mais prazer de estar? (Ap. Renê Terra Nova), Precisamos pedir a Deus esta unção de alegria, simpatia, e amabilidade, porque às vezes, no seio da família biológica ou da família da fé, somos depressivos, fechados demais, mesquinhos, e até rabugentos.  Apesar disto eu profetizo: a unção e o carisma de Jesus estão sobre a sua vida, para que você seja como ímã espiritual, e que estará sempre cercado de gente, ENDJ. 4. Jesus recebia as pessoas como elas estavam e não desistia delas. Ele deixava claro que havia vindo chamar os pecadores (ao arrependimento). Mt. 9:12: Os sãos não precisam de médico e sim os doentes. Jesus sabia que ricos ou pobres, cultos ou ignorantes, adultos ou crianças, todos tinham alguma dor, que necessitasse do seu bálsamo, algum vazio, em que coubesse o seu amor. Ele cria que as pessoas mais difíceis, poderiam ser transformadas por Deus, nos discípulos mais fiéis e por isso não desistia delas (Ex.: Simão Pedro). Não desista dos seus discípulos, por mais complicados que sejam, se você perseverar em amá-los e tratá-los, no tempo do Senhor eles serão grandes líderes e te darão muitas alegrias. 5. Jesus os conduzia pelo caminho da verdade e do propósito. Sem qualquer medo, Jesus confrontava em amor e com a palavra, a vida dos discípulos, para tirar deles os argumentos mundanos, e formar neles os princípios do seu Reino. Sem confronto não há libertação e nem cura! A palavra de Deus é a nossa baliza e nós precisamos investir tempo em ensinar estes conceitos bíblicos, para que os discípulos experimentem o poder transformador da fé neles (em seu interior) e no entorno de suas vidas (por meio das bênçãos).  Entre estes ensinos, não pode faltar o que os levará ao propósito de Deus para eles, que é: servirem a Deus, levando a salvação a outros. Um exemplo de desvio neste objetivo do discipulado, são os líderes que formam, ou consentem em ter discípulos que são bons amiguinhos, ou mordomos eficientes, mas que não tem compromisso com a missão de fazer discípulos. 6. Jesus estava sempre atento às necessidades das pessoas. Jesus vivia e ensinava um amor prático e não apenas teórico. O amor de Jesus não é blá blá blá na internet, não é um sentimento afetivo que vincula pela carência, o discípulo só a você e não a Deus, o amor verdadeiro (o de Jesus) é uma atitude, de se comprometer com o Ide, e socorrer o próximo em suas necessidades. Em Jesus havia poder para salvar, libertar, curar e transformar as pessoas, este mesmo poder está em nós pela Presença do Espírito Santo, mas esta unção de nada valerá, se não estivermos dispostos a usá-la em favor das pessoas, pela prática do verdadeiro amor, o qual serve, se doa, e se sacrifica, como fez Jesus indo à cruz. 7. Jesus plantava sonhos nos corações. As pessoas chegam a Cristo decepcionadas, frustradas pelas perdas e roubadas dos seus sonhos. Jesus sabia que se os discípulos, fossem restituídos de seus sonhos, eles também

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Focando na formação dos 12 – Parte 2

A equipe é a porta mas o líder é a chave Êxodo 3:6  A Visão dos 12 é fruto do agir do Espírito restituindo a igreja de sua dracma perdida o discipulado. O discipulado foi a estratégia usada por Jesus para estruturar e multiplicar a Sua igreja e direcioná-la ao seu propósito final; trazer o governo de Deus sobre as nações. As nações hoje estão sob o governo de Deus? (Rússia. China, França???). R. Ainda não, mas um dia vão estar! A medida em que a igreja, pela ação do evangelho, levar os homens a submeterem-se novamente à Deus. Jesus antes de voltar para o Pai, deu uma missão à igreja: Mt.28:19 “Ide e fazei discípulos de todas as nações.” De onde seriam estes discípulos? (pessoas que se submeteriam a disciplina de Deus?). R. de todas as nações: A Visão do discipulado foi dada como a ferramenta, que resgataria as nações para a obediência ao Governo de Cristo. Sem a revelação e a prática do discipulado, a igreja não poderá cumprir seu objetivo de trazer o Reino de Deus sobre as nações. Outra particularidade do discipulado aplicado por Jesus, é que o Senhor não treinou a um vice que o sucedesse, nem se lançou a discipular uma multidão, Ele imprimiu Seu caráter e transferiu Sua unção para 12 pessoas comuns como eu e você. Por que 12? Por que não 7 ou 77? Qual o segredo dos 12? O número 12 na Bíblia significa governo. 12 meses do ano, 12 horas para governar o dia, 12 horas para governar a noite. 12 tribos de Israel, 12 Apóstolos do Cordeiro. Os doze frutos da Árvore da Vida (Ap. 22). Sobre a revelação dos 12 repousa a unção de Conquista : Multiplicação (Egito). Conquista (Canaã). Governo (Israel).  O propósito de Deus é que a igreja se multiplique, conquiste nações e as governe (ex.: Brasil). Este estabelecimento do Reino, se dá por um processo de formação de liderança (a Visão dos 12 forma líderes e não membros de igreja). Um líder é alguém com a capacidade de formar outros semelhantes a si e de trabalhar em equipe. Ao olharmos para a palavra, vemos Jesus as vezes com algum indivíduo, outras vezes com as multidões, mas com um relacionamento permanente com os 12 (sempre junto desta equipe). A equipe é muito importante, mas na Visão o líder é a chave. A vida de Deus precisa estar nele para que este possa derramá-la sobre sua equipe. O crescimento do ministério está ligado ao crescimento espiritual do líder. O versículo que lemos no início (Ex.3:6), revela-nos que o nosso Deus é o Deus das gerações Abraão (12), Isaac (144) e Jacó (1728).  Mas por trás destas três gerações (Abraão, Isaac e Jacó), está a revelação de atributos que Deus precisa gerar no líder para que a Visão se estabeleça com êxito: 1- Abraão significa o homem da fé – Pela fé nos sentimos chamados por Deus. – Pela fé entendemos a Visão como uma promessa que não falhará (Hc.2:3 – ler). – Pela fé sonhamos com vidas, com as células, com os 12, com as multidões e trazemos tudo isto a existência, se perseverarmos em crer (não desfalecermos). 2- Isaac representa o homem do sacrifício disposição a sacrificar-se O sacrifício significa renuncia a um estilo de vida comum, humano e carnal. O evangelho de Jesus nos convida a morrermos para o mundo, renunciarmos a carne, por amor a Deus e as vidas. Então, eu entendo que eu preciso doar meu tempo, mortificar minha carne pelo jejum e pela oração, e eu preciso por minhas mãos no arado sem olhar para trás disposição de trabalhar. A Visão é trabalho não é poesia, mas Jesus que é bom e justo, diz que o trabalhador é digno do seu salário (recompensa). Tudo que é sacrificado por amor a Deus, volta para nós multiplicado (Ex.: Isaac). O maior desafio de um Apóstolo ou Pastor da Visão, é ser um homem mais espiritual a cada dia, e isto custa! Custa o que Apóstolo? R.: busca, não pare de buscar a Deus. 3- Jacó representa o homem do governo Em Jacó (neto de Abraão) se cumpriu a promessa feita por Deus a Abraão. Mas enquanto Jacó foi Jacó, ele foi escravo (do pecado, do passado e de Labão). Mas quando se transformou em Israel, veio a multiplicação (12 e o governo de Canaã). Em Jacó se quebrou a maldição da mentira e do caráter deformado na vida dos patriarcas: Abraão mentiu Isaac mentiu Jacó mentia até passar por Peniel (há gente que passou, mas o caráter não mudou). Só depois da transformação do caráter, é que veio a multiplicação, a conquista e o governo sobre a Terra. Entenda uma coisa: a unção viabiliza a conquista, mas só o caráter pode mantê-la. Deus através do discipulado, quer tratar nosso caráter (o caráter da igreja para que ela faça uma conquista e não a perca). Exs.: A igreja da Argentina perdeu. A igreja da Venezuela perdeu. A igreja da Europa perdeu. A igreja do Brasil se vacilar… Um líder para ter êxito, precisa de fé, disposição e caráter tratado. Orar Orar para que estas virtudes se formem nos 12. Que o Grande El Shaddai os abençoe e multiplique conforme a promessa ENDJ. Amamos vocês, Aps. Fábio e Cláudia A. Abbud.

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Focando na formação dos 12 – Parte 1

Os doze devem ser uma busca permanente Atos 2 : 42 a 47 Temos um chamado específico: a Visão Celular do Modelo dos 12. Não cumpriremos o propósito, sendo apenas uma igreja em células. Precisamos viver o Modelo dos 12 (polêmico né?). Você pode dizer o que quiser sobre este modelo, mas só não pode dizer 3 coisas: – Que o M12 não é bíblico (Gn. a Ap.). – Que o M12 não funciona (em 22 anos alcançou os 27 estados e mudou a igreja brasileira). – Que o M12 não é o modelo de Jesus. Jesus deu o Modelo dos 12 (o discipulado), como a revelação e a unção pelas quais a sua igreja redimirá as nações da Terra para Cristo (Ide e fazei discípulos de todas as Nações – Mt.28:19). O Modelo dos 12 tem no seu DNA espiritual o poder da: Multiplicação: as 12 tribos se multiplicaram (Gn.12). Conquista: Conquistaram Canaã. Governo: que governam Israel até hoje (o Kneset, o parlamento de Israel tem 120 cadeiras). O mesmo está acontecendo no âmbito espiritual por meio da igreja: Multiplicação: os 12 ativaram no poder do Espírito a multiplicação da igreja 3mil/5mil… Conquista: foram enviados por Jesus às Nações. Governo: o resgate do discipulado fortalecerá a igreja e assegurará que ela estabeleça o Governo do Messias sobre a Terra. As igrejas que não resgatarem o discipulado, não suportarão as pressões externas que virão sobre a igreja (Mt. 24:12: o amor se esfriará de muitos). O princípio do discipulado se perdeu pela romanização da igreja, mas Jesus está nos devolvendo a Visão de Atos dos Apóstolos (células + 12). Se nossos resultados não são melhores, é por nos desviarmos do objetivo principal: a formação dos 12. Quanto mais nós focarmos e perseverarmos nisto, tanto melhores serão nossos resultados. Como formar uma boa equipe de 12: 1- Tudo começa com um líder chamado por Deus para esta Visão (você não está aqui por acaso). 2- A Visão dos 12, é uma revelação Divina e precisa ser recebida no espírito (Ex: Pastores que saem, foram tocados só na alma). 3- O líder que tem a convicção de que foi chamado por Deus para implantar este modelo, precisa estar decidido a enfrentar resistências (o diabo fica endemoninhado). 4- Este líder precisa de uma cobertura, que o acompanhará em todo o processo (o exercício de tornar-se discípulo para gerar segundo a espécie). 5- Quem são os futuros 12? R.: discípulos do seu ministério que receberão a revelação da Visão, ou vidas novas que serão atraídas por meio da oração (rogai ao Senhor da seara que envie ceifeiros = líderes). 6- De onde eles vêm? R.: do coração do Pai (Ex.: Jesus numa noite de oração). 7- Onde buscar os 12? R.: no lugar secreto, com jejum e oração. 8- Como firmar estes 12? R.: consolidando-os pelos passos da Visão: célula, cultos, Encontro, Escola de Líderes, Reencontro, célula (dele) e discipulado. 9- O que os 12 farão? R.: inicialmente liderarão cada um, uma célula. 10- Como os 12 serão treinados? R.: por um discipulado sistemático, periódico, semanal ou quinzenal baseado em amor, oração, ensino da palavra, relacionamento e oportunidades. 11- Como os 12 se multiplicarão? R.: treinando sempre um co-líder que ao frutificar, será enviado com seus discípulos para formar uma nova célula (cada líder que o 12 inicial enviar, é um potencial 12 deste 12). 12- Quando o pastor do ministério tiver sua equipe de 12 (cada um com sua célula), este deverá estimular e ajudar seus 12 a formar os seus 12, que são chamados de os 12 da segunda geração. Esta é uma busca permanente, em direção as gerações de líderes, que se multiplicarão em 12, 144, 1728, 20.736, 248.832. Devemos nos ater permanentemente em consolidar o coração da multiplicação, que é a unidade entre a 1ª e a 2ª geração (12+144). Apocalipse 7:9 diz que: depois de selados os 144 mil, viu-se uma grande multidão que ninguém podia contar. Este versículo, nos mostra que o lastro espiritual da Visão M12 está no Céu (na Glória). Que o Grande El Shaddai os abençoe e multiplique conforme a promessa ENDJ. Amamos vocês, Aps. Fábio e Cláudia A. Abbud

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Tema: A quem você pertence?

Efésios 4:11-16 Hoje vamos falar sobre algo de total importância para a nossa realização como pessoas e como igreja: o sentimento de pertencimento. Este sentimento é algo que não nasce na alma, mas sim no espírito, porque está relacionado ao propósito da criação. Ler Sl. 24:1 – ao Senhor pertence a terra e tudo que nela se contém, o mundo e os que nele habitam. Ler Sl. 50:11 – conheço todas as aves dos montes e são meus todos os animais que pululam no campo. Ler Jo. 6:39 – e a vontade de quem me enviou é esta: que nenhum eu perca de todos que o Pai me deu, pelo contrário, eu o ressuscitarei no último dia. O sentimento de pertencimento está na relação, desejada e criada, entre Deus e os homens. Cântico 6:3 diz; Eu sou do meu amado, e ele é meu. A ideia original do Criador é que pertençamos a Ele e que Ele pertença a nós, não numa relação de mera posse, mas de uma entrega mútua em amor e fidelidade. Esta relação entre Deus e o homem existia no Éden, até que veio o pecado e desordenou os pensamentos e sentimentos do homem, rompendo os vínculos de confiança e pertencimento, e levando o homem a uma busca autossuficiente da própria sorte. Vejamos alguns efeitos desta perda sobre áreas da vida:  Uma marca característica deste trauma se verifica no comportamento da sociedade atual. Muitos acusados pela culpa trazida pelo pecado, não conseguem confiar em Deus, no seu amor e perdão e em sua capacidade de nos guiar e governar. Um exemplo claro disto, é a dificuldade que muitos tem de se deixarem conduzir e cuidar (discipulado x autossuficiência humana). Muitos não conseguem amar e confiar em Deus o suficiente, para se entregarem ao amor e ao cuidado dEle. Até hoje o homem continua fugindo de Deus, como fez Adão.  Este trauma espiritual e psicológico alcança também a família. Se não houver uma entrega mútua em amor e fidelidade, entra a divisão, o conflito e o divórcio. Nossa mentalidade no casamento é de que pertencemos um ao outro, pela decisão de vivermos em aliança. Isto envolve espírito, alma e corpo. Ler I Co. 7:4 – a mulher não pode dispor de seu próprio corpo, ele pertence ao seu marido, e da mesma forma o corpo do marido pertence a sua esposa (pertencimento mútuo). A esquizofrenia espiritual trazida pelo pecado, faz com que os jovens de hoje neguem sua origem, sua família (uma boa parte dos adolescentes e jovens de hoje, tem como meta deixarem seus pais para morarem sozinhos, antes mesmo de se casarem invertendo a ordem estabelecida por Deus (por isso deixará o homem o seu pai e sua mãe e se unirá a sua mulher…). Este fenômeno se repete na igreja, quando alguns prejudicados em sua saúde espiritual, deixam na igreja, seus pais biológicos e espirituais, para irem em busca do desconhecido. Não será o propósito de Deus que as famílias estejam unidas na igreja, adorando e servindo a Deus? Ou será que o desejo de Deus é que cada um da família esteja num ministério?? Apelo para o seu discernimento! O sentimento de pertencimento é um estado de paz, onde eu me sinto amado, suprido, protegido e útil onde eu estou (na família, na igreja ou numa empresa). A auto suficiência é destrutiva, mas a unidade produzida pelo pertencimento, edifica a família, a igreja e a sociedade. Ler o vs. 16 de Ef. 4 – O aumento e a edificação do corpo, depende da cooperação de cada pessoa que se sente parte dele. Ex 1: A consolidação dos novos, feita por cada um, mas também pelo todo. Ex 2: Quando é necessário o levantar de uma oferta para a reforma, ou compra do Templo. O pertencimento a alguns parece prender e limitar, mas o pertencimento me protege, desenvolve e faz crescer. Precisamos desenvolver vínculos de amor e de pertencimento, para que possamos dar fruto como nos revela o Salmos 1, onde as folhas permanecem verdes e o fruto vem na estação própria, porque a raiz está bem firmada na terra. Todos repetirem em voz alta, num ato profético que nos trará cura e edificação. Eu pertenço a Deus (sou do meu Amado Jesus) Eu pertenço a uma família.                                                                                      Eu pertenço a igreja.                                                                                                Eu pertenço a uma visão. Orar pelo sentimento de pertencimento na vida de todos os discípulos.  No amor de Cristo! Aps. Fabio e Claudia Abbud

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Tema: Porque Jesus removeu nossos estigmas podemos conquistar

Mateus 1:1-17 Vocês devem estar se perguntando: O que nosso líder vai nos ensinar por meio deste texto, que aparentemente, é só um registro histórico? Através deste texto, Deus vai nos ministrar sobre estigmas! O que são estigmas? Segundo o dicionário, um estigma é uma marca ou uma cicatriz deixada por um ferimento. Estes são os estigmas físicos, mas há também os estigmas sociais. A definição de estigma social é: indivíduos marcados, rotulados, por condição social, cor da pele, idade, lugar de origem etc. Jesus por exemplo foi estigmatizado: De Nazaré pode sair alguma coisa boa? (Jo. 1:46). Pessoas podem ser estigmatizadas e também podem se auto estigmatizar, por meio de crenças e de comportamentos limitantes. Vejamos alguns exemplos: Nasci numa favela, nunca vou prosperar (João consultor, palestrante motivacional negro). Sou negro, por isso todos me rejeitam (Rei Pelé). Tenho uma deficiência física, nunca conseguirei me casar (Nick Vujicic – nasceu sem braços e sem pernas e hoje é um palestrante motivacional de sucesso). Apesar de validarmos a dor expressa em cada exemplo, sabemos que nem sempre esta forma de pensar, está ancorada à realidade dos fatos. Estigmas além de marcas na pele, são também marcas na alma (frutos de traumas gerados pelo pecado). O pecado sempre produzirá danos na alma humana, por isso precisamos vencê-lo. Nossa única chance de vencermos o pecado, está na graça que alcançamos, ao depositar nossa fé em Jesus. Na cruz, Jesus venceu o pecado, curou todas as feridas, removeu todos os estigmas humanos, igualando perante Deus a todos os homens, negros e brancos, ricos e pobres, cultos e indoutos. Todos sem exceção, são iguais perante Deus! Pela fé e obediência a Jesus, podemos vencer nossos próprios limites, pois o passado e o pecado, já não tem mais poder sobre nós, como declara: Romanos 8:1 e 2: Agora pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte. Precisamos compreender, que apesar de sermos homens imperfeitos, adoramos a um Deus perfeito, cujo amor, é maior que nossos pecados, e poderoso para nos libertar de qualquer estigma oriundo de nosso passado. Mateus 1 nos mostra que na própria genealogia de Jesus, está revelada sua vitória sobre o pecado e o passado. Toda linhagem que antecedeu a Cristo, era formada de homens e mulheres pecadores, cheios de estigmas. Vamos analisar o comportamento destes heróis da fé listados por Mateus. Abrão: mentia todas as vezes que se encontrava sob pressão. Isaac: por herança de seu pai, também mentia quando sentia medo. Jacó: era usurpador e mau caráter, apesar de amar a Deus. Judá: pensando estar com uma prostituta, engravidou sua nora. Raabe: era uma prostituta que vivia em Jericó. Rei Davi: adulterou e ordenou a morte de Urias, o marido, a quem traiu. Rei Salomão: ordenou a morte de seu próprio irmão Adonias por ciúme. Rei Manassés: idolatrava a Baal, queimou seus filhos a Moloque e mandou que serrassem ao meio o profeta Isaías. Ainda que seja difícil acreditar, todos estes personagens vieram a se arrepender e foram perdoados. Romanos 11:32 diz que Deus encerrou a todos no pecado, para usar de misericórdia com todos. O que você acha que eu estou te estimulando a fazer? Sair pecando por aí? Resposta: Não, claro que não, mas te levar ao entendimento, de que precisamos tomar posse do perdão de Deus, e pedir em oração a Ele, que remova completamente as marcas do pecado (os estigmas) em nossa alma. Devemos lançar fora os estigmas, que as vezes nós mesmos trazemos do passado e ficamos alimentando no presente. Pessoas estigmatizadas, ou que se auto estigmatizam, não geram frutos, não conquistam territórios. Este é um ano em que o Senhor nos entregará territórios novos ENDJ. Portanto, não se deprecie, nem aceite pensamentos de incapacidade ou derrota. Na verdade, tudo é possível ao que crê. Apague do seu vocabulário a expressão “não posso” (repetirem). A Bíblia diz que: Você tudo pode Naquele que te fortalece! Na cruz, as maldições foram quebradas, Jesus levou sobre si os seus estigmas e agora não há limites para a sua conquista. Creia no que diz Isaías 53:3 a 5 diz: Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores e que sabe o que é sofrer, e como um, de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso. Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si, e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi traspassado e moído pelas nossas iniquidades, o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras (pelas marcas feitas em seu corpo) fomos sarados. Ministração: orar para que através deste discipulado, haja cura de alma e os estigmas sejam removidos, da alma dos que necessitam. Que haja fortalecimento no homem interior e assim os que estavam estéreis, passem a dar fruto e os que estavam sem conquistas, passem a conquistar de forma sobrenatural ENDJ. Que o Deus Todo Poderoso, os abençoe e multiplique, de forma extraordinária conforme a promessa ENDJ. Amamos vocês. Aps. Fábio e Claudia A. Abbud.

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