Esboço da Célula

As Bênçãos Da Páscoa – Parte 1

  (Êxodo 12:1-14) A Páscoa é o ato salvífico de Cristo morrendo na Cruz para nos resgatar, proclamar nossa vitória e profetizar nossa entrada no céu. Ao celebrarmos a Páscoa, celebramos a garantia da vida eterna. Jesus morreu e ressuscitou! Por causa dessa verdade somos milhares e milhares que trazem o aumento do Reino. Sua morte trouxe-nos vida e nossas vidas são o resultado dessa profecia, dessa chamada que nos fez cidadãos do céu. Uma vida que salvou e resgatou muitas vidas. A Páscoa está centrada na pessoa de Jesus Cristo e representa mensagens exclusivas. Vejamos:   1.      Livramento de morte A Páscoa é a bênção de Deus para nos livrar da morte. Ainda que morramos fisicamente, quem nasceu de novo em Cristo tem a vida eterna. Temos a vida eterna porque fomos libertos da morte, comprados pelo sangue do Cordeiro!   2.      Libertação da escravidão Na Páscoa foi revelado o sacrifício do cordeiro (Jesus) para nos livrar da escravidão do pecado. A Bíblia diz, em João 1:29, que Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Nós somos livres em Cristo Jesus!   3.      Arrancar as pragas da vida No dia da Páscoa realizada no Egito, o povo hebreu testificou juntamente a todos os egípcios que o Deus de Israel é o Senhor Todo Poderoso. O povo do Egito foi ferido com pragas por causa da desobediência, mas o povo de Deus não foi atingido. O Cordeiro Pascal encerra todas as maldições. Ele se tornou maldição em nosso lugar para que fôssemos libertos e abençoados nEle.   4.      Herdar a terra Assim como o povo de Deus saiu do Egito, depois da Páscoa, para herdar a terra que o Senhor prometeu, nós temos também em Cristo a nossa herança.   5.      Rendição completa Os profetas apontaram para o Calvário, lugar em que o Cordeiro seria imolado à tardinha, mas também no terceiro dia ressuscitaria com poder e grande glória. É um cenário que se forma, no qual homem com homem se confrontam de forma horizontal, redimidos, lavados e remidos pelo sangue do Cordeiro, então começam a olhar de forma vertical para seu Criador.   Já mencionamos aqui aquilo que todos já sabem sobre o marco e resultado da Páscoa. São fatos importantíssimos e não menos relevantes. Todavia, queremos mergulhar nos curiosos fatos que estão por trás da Páscoa que são desconhecidos pela maioria do povo de Deus, e, portanto, ficam desprovidos de receberem as bênçãos divinas plenas por desconhecer a verdade completa relevantes por trás de cada fato bíblico. Os ciclos de Deus e o Seu mover sobre a Terra nunca foram obra do acaso. Mas, em cada época e estação, Deus fez e faz coisas tremendas que trazem grandes impactos, mudanças e libertação sobre a vida do Seu povo. Veja o ciclo da Páscoa ao longo da historia bíblica (mesmas datas e épocas do ano) e como Deus Se moveu de forma extraordinária nesta mesma estação e tempo divino. Alguns fatos ocorreram antes mesmo do Êxodo, todavia, no calendário de Deus, esta estação é carta marcada sempre para abençoar todos aqueles que crêem, pois é tido por Deus como algo determinado nos anais celestiais.   Enquanto nós cristãos no mundo inteiro celebramos a Páscoa como um único sinal de libertação do povo de Deus do Egito (mundo dominado pelo maligno) e também da morte e a ressurreição de Cristo, há outras grandiosas bênçãos e razões para o povo de Deus celebrar esta estação por conta dos grandes livramentos e novos começos que Deus sempre trouxe e vai continuar trazendo ao Seu povo por ocasião desta estação pascoal milagrosa. Na páscoa é tempo de novos começos, por isso é importante celebrar. Ela é a primeira das três festas fixadas por Deus para alegria do Seu povo. Em Deuteronômio 16:16,17 diz:  “Três vezes no ano, todo varão entre ti aparecerá perante o Senhor teu Deus, no lugar que escolher na Festa dos Pães Asmos (Páscoa) na Festa das Semanas (Pentecostes) e na Festa dos Tabernáculos, porém, não aparecerá de mãos vazias perante o Senhor. Cada um oferecerá na proporção em que possa dar, segundo a benção que o Senhor, seu Deus lhe houver concedido”. Temos que nos posicionar em obediência e em honra às solicitações e princípios de Deus para que possamos receber a bênção. Todavia, há especificações a serem seguidas em tais celebrações e uma é bastante clara: Não se deve vir diante do Senhor de mãos vazias. Coloque o seu coração nas mãos do Senhor e venha para a páscoa no culto de domingo preparado para dar ao Senhor o seu melhor no louvor e na adoração e, se prepare para receber do melhor de Deus. Faça também a sua oferta junto com a sua família, pois o seu território e geografia serão limpas de toda opressão e você viverá um novo tempo de libertação, cura e prosperidade. O fato de estar celebrando, é um sinal de que o sangue de Cristo estará sobre a sua casa. Entendendo a Páscoa A aliança de sangue que Deus fez com o homem começa na Páscoa. É uma das estações e épocas mais santas, de grandes milagres e livramentos, como mostra a história, que nós como crentes celebramos o poder de Deus e Sua libertação sobre o seu povo e em nossas vidas. Tudo tem a ver com o sangue de Cristo. Talvez você diga: O que a Páscoa tem a ver comigo se eu sou um cristão e isto começou com os judeus? Vamos colocar um fundamento aqui: Dos judeus, recebemos a Bíblia; Foi lá que Jesus nasceu, cresceu, morreu e ressuscitou. É lá que Cristo vai voltar e reinar o reino milenar. Recebemos e cremos junto com os profetas, rei Davi, Isaías, Daniel, Maria Mãe de Jesus, os doze apóstolos, e o maior escritor que inspirado pelo Espírito Santo, escreveu grande parte do Novo Testamento, Apóstolo Paulo (judeu por excelência); tudo o que cremos na Bíblia se deu na vida comum de judeus que criam

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Exalando o perfume de Amor

  Lucas 7: 36-47   Nas ultimas três semanas falamos sobre paixão, sobre a expressão ardente do primeiro amor. Vimos que a paixão espiritual genuína é aquela que é mais que emoção, pois a paixão baseada na emoção humana é passageira e frágil, mas a genuína é sedimentada em Cristo e têm suas raízes no amor incondicional que foi demonstrada por Ele na cruz do calvário, amor este que através da Palavra e comunhão com o Senhor, se torna um encargo do nosso coração.   Aprendemos que Deus quer que sejamos ardentes na nossa missão de portadores de boas novas de salvação, Ele quer que sejamos fervorosos na demonstração do amor que Foi revelado na cruz do calvário. Nosso amor pelo Senhor, pelo próximo, pela célula deve ser quente, deve estar fervendo! Nossa participação nos cultos, célula, discipulado e nas orações deve ser fervorosa.   No texto base de hoje Jesus foi convidado por um fariseu chamado Simão para ir à sua casa. Ao ouvir que o Messias estava na casa do fariseu, aquela mulher que era considerada pecadora, provavelmente uma prostituta que tinha sido tocada pelo amor de Cristo e agora estava agradecida e desejosa de mudança. Ela foi apressadamente ao seu encontro em resposta a este amor. Este fato acabou resultando numa bela passagem bíblica.   Ela chega a Jesus com um vaso de alabastro com um precioso perfume. A Bíblia diz que ela passou a lavar os pés do Filho de Deus com suas próprias lágrimas, ao mesmo tempo ela beijava os seus pés e os ungia com o ungüento (perfume) que carregava.   Observe que uma das características que mais marcavam aquela mulher era o da coragem. Ela entrou na casa de um fariseu que nunca a convidaria, ela era considerada uma pecadora e os fariseus (cujo nome significa separados) não admitiam conviver com pessoas consideradas por ele como menores por não obedecerem aos padrões da sua religião.   Mas o verdadeiro amor lança fora todo o medo e dá ousadia e coragem, pois o amor daquela mulher se revela tremendamente verdadeiro. Esse amor se revela sem palavras, se revela com lágrimas, não é o amor de palavras vazias, não é o amor fingido, Não! É o amor que brota de um coração arrependido, contrito, cheio de fé e humildade e que vê em Jesus o Cristo o único que pode perdoar suas falhas que por muito tempo a mantiveram afastada de Deus, o Pai celeste.   Jesus disse que pelos frutos se conhece a árvore, a atitude daquela mulher demonstra o seu arrependimento e gratidão! Ela entrega a Jesus uma oferta preciosa, um vaso de alabastro contendo algo precioso, mais que isso, ela dá a sua própria vida sem medo da reação e rejeição dos religiosos, dos homens apegados a tradição. Ela derrama lágrimas que brotam de um sentimento verdadeiro, de uma emoção genuína, não manipulada, e se entrega àquele que não a condenou, mas que a amou com um amor puro, santo e incondicional. Ele não se importou pelo fato dela ser uma prostituta e nem impôs condições, só a amou e ofereceu perdão e uma nova chance para viver uma nova vida.   Mas o religioso coloca os seus dogmas e suas tradições acima de tudo isso: Simão o fariseu fica indignado com aquela cena e passa a duvidar de Jesus (Verso 39). Ele não reconhecia, ele estava cego pela venda da falsa religiosidade, pois Aquele que estava em sua casa era o Deus encarnado, que desceu do Céu para salvar não os que professam apenas uma religião, mas os que com coração contrito, se arrependem dos seus pecados e se entregam sem restrições a Ele para servi-lo – (Lucas 19:10).   Jesus passa então a contar uma parábola ao fariseu que também é amado por Ele e que também precisava de salvação, mas não reconhecia – (Lucas 7: 41-43).   Se agirmos como Aquele fariseu e nos acharmos como menos pecadores, como mais inocentes e santos, seremos muito menos gratos ao Senhor por tudo que Ele fez e faz por nós. Receber perdão, ter uma nova chance, experimentar a salvação e a oportunidade de viver uma nova vida aqui na terra e no céu, significava muito para aquela mulher que naquela época e cultura, estava condenada e sem novas oportunidades, mas sim, desprezada e rejeitada por todos por ser uma prostituta.     Aquele que realmente se olha como não merecedor e reconhece a necessidade do perdão de Deus se torna uma pessoa muito grata e fervorosa na fé, encontrando desta forma a graça aos olhos do Senhor.   Muitas vezes o nosso orgulho, o nosso medo, as nossas preocupações, as ambições, o receio de perder os amigos e de que a família se revolte contra nós nos impedem de se entregar verdadeiramente a Cristo. No verso 48 e 49 deste mesmo capítulo Jesus a perdoa e estabelece sobre ela a Sua paz e salvação, pois Ele veio para perdoar e salvar, não importa se você acha que os seus pecados são muito grandes e até imperdoáveis, Ele através do nosso arrependimento nos perdoa dando-nos a salvação, a vida eterna.   Se você reconhece que é pecador por ter feito muitas coisas erradas, ou se você se acha bom e justo, não importa o que você acha, todos nascemos pecadores, todos cometemos pecados e precisamos nos arrepender. Ainda que os nossos atos pareçam bons, mesmo que sejamos honestos e caridosos, a Bíblia diz que nascemos em pecado e devemos nos apresentar diante de Deus com fé e arrependimento, para encontrarmos a graça do perdão e do amor de Cristo na nossa vida, afinal Ele pagou o preço do nosso pecado na cruz do calvário   O exemplo daquela mulher ainda exala hoje o perfume do amor, da entrega e da graça. Vamos exalar deste amor pelo Senhor e pelo próximo, vamos ampliar o primeiro amor lançando o combustível da palavra, da oração, da comunhão, do relacionamento, do discipulado, da busca e da

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Paixão e desejo pela Colheita – Final

  Em 1 João 5:11-13 diz: "E este é o testemunho: Deus nos deu a vida eterna, e essa vida está no seu Filho. Quem tem o filho, tem a vida; quem não tem o filho de Deus, não tem a vida. Escreve-lhes estas coisas, a vocês que crêem no nome do Filho de Deus, para que vocês saibam que têm a vida eterna.   Vimos na semana passada que nunca devemos depender das emoções para crer nas promessas de Deus, pois a nossa esperança e certeza da salvação estão nas promessas de Deus. Os nossos corações precisam arder com uma chama apaixonada e permanente pela salvação de vidas, com um amor que arde no coração pelo próximo, para que haja uma colheita sobrenatural e extravagante, pois quando nosso tempo acabar, Cristo nos levará para casa para nos dar a vida eterna e nos entregar o nosso galardão.   Deus espera que correspondamos com aquilo que fomos chamados a ser; Filhos e servos adoradores do Deus vivo, apaixonados Por Ele, verdadeiros ganhadores de almas, fazedores de discípulos com o mesmo coração, homens e mulheres curados que vivem por uma missão.   Como saberemos se temos essa Paixão por Deus e pelas vidas?   Você só saberá quando ver as pessoas como Jesus viu. Jesus se compadecia das multidões, pois ardia em seu coração o desejo de velas salvas e cuidadas. Ele se esforçava ensinando e orientando a todos sobre o reino de Deus, demonstrando interesse por cada uma delas. Então veja as pessoas como Jesus viu. (Marcos 6:34).   Quando você se importar e sentir como Jesus sentiu ao ver as pessoas de Jerusalém virando as costas à mensagem de Deus sem perceberam que Ele estava ali, aí você estará vivendo essa paixão. Jesus tentou cuidar deles como a galinha cuida de seus pintinhos colocando-os debaixo das suas asas, mas eles não quiseram e o Senhor lamentou com lágrimas nos olhos. Ele ansiava velos experimentando do projeto de salvação estabelecido a toda humanidade, mas nem todos deram crédito. Hoje acontece a mesma coisa, mas os apaixonados se importarão e farão de tudo para que todos conheçam a verdade e sejam libertos – (Mt 23:37)   Para isso Jesus trabalhou na vida de doze homens para que estes após a sua morte e ressurreição, transmitissem a mensagem de salvação que foi legalizada na cruz do calvário. Ele disse em Marcos 16:15,16: Ide por todo o mundo e pregai este evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; quem porem não crer será condenado. Em Mateus 28:19 Ele ordenou aos seus discípulos: Ide e fazei discípulos de todas as nações… Essa é também a missão de todos os que creram, você creu na mensagem de Cristo? Você o aceitou como o teu Senhor e salvador? Então essa missão também pertence a você.   Se você conseguir ouvir o que Jesus ouviu na sua caminhada nesta terra, você se disporá a esperar e ouvir as pessoas que te chamarem clamando por ajuda. Jesus ao ouvir os gritos do cego Bartimeu, ouviu também o seu coração e naquele dia aquele homem voltou a ver e foi salvo – (Lucas 18:39-43). Se esta paixão por vidas estiver queimando no seu coração você irá aonde Jesus foi. Em Lucas 19:10 diz que o Senhor Jesus veio buscar e salvar o perdido. Ele foi onde estavam os perdidos, Ele veio até nós e aqui Ele procurava os doentes, os cansados e os pecadores. Neste caso Ele veio pra todos nós, pois todos somos pecadores e precisamos de salvação.   Se esta paixão estiver em seu coração você irá orar o que Jesus orou. Ele se preocupou com a seara, com o campo, com a geografia, com a igreja que tem uma grande missão e tão poucos comprometidos. Ele sabia do desafio de ter pessoas preparadas e com o coração de servos, de verdadeiros trabalhadores do reino, pois tem muita coisa para fazer e são tão poucos aqueles que se dispõem para trabalhar. É preciso ter paixão, ter fervor, ser ardente – (Mt 9:37-39).   Por que ter paixão é importante? Porque Paixão fala de fervor, de algo queimando aqui dentro, por uma causa, por uma missão, por um sonho, etc. Quem ama tem paixão, quem não ama tem ilusão, tem algo passageiro. O discipulado desenvolve paixão no coração.   A paixão faz toda a diferença em tudo o que você faz, paixão é o último estágio do primeiro amor, Nada pode substituir a paixão na vida de um líder. A paixão pelo Senhor nos leva a sermos capazes de morrer por ele. Nenhum preço é alto demais para quem está apaixonado pelo Senhor e, estar apaixonado por Ele nos leva a viver como Ele viveu e querer e amar o que Ele ama. Maria derramou Balsamo de nardo puro nos pés de Jesus, era algo precioso e caro, havia paixão, não importava o valor, importava expressar seu amor ao mestre lhe dando o melhor. Quer ter o melhor de Deus na sua vida? Lhe dê o melhor!   Qualquer preço é alto demais para quem não está apaixonado pelo Senhor, tudo é motivo para reclamar. O apaixonado por Jesus transforma a dor, a perda e o sofrimento em desafio, em trampolim, em experiência para crescer. A paixão é o primeiro passo para a realização.   Sua paixão determina seu destino, paixão intensa gera resultados intensos. A paixão aumenta a sua força de vontade. Não existe substituto para a paixão. A paixão transforma você. A paixão torna o impossível, possível. Um líder com grande paixão e poucas habilidades supera outro com grandes habilidades e apático naquilo que faz.   Você não pode liderar algo pelo qual não está apaixonado. Associe-se a outros apaixonados a fim de manter o primeiro amor, de manter a brasa acesa soltando faíscas pra todo lado. A paixão é contagiosa, A Paixão é uma escolha que deve ser alimentada. A sua paixão determinará suas ações, Apaixonados atraem apaixonados. Manter a paixão é mais

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Paixão e desejo pela Colheita – Parte 2

João 4:34-36; 14:6; Rom 1:13-17   Terminamos na semana passada dizendo que Homens e mulheres comprometidos e quebrantados, que vivem diariamente buscando a Deus com uma paixão ardendo no coração, mudarão o quadro da igreja e de um mundo que vive sem amor e carente de salvação, um mundo que ainda vive em trevas. Vimos que os grandes no Reino do céu são aqueles que amaram a Deus mais do que todos os outros. A nossa Paixão vem de Deus.   Infelizmente ainda existem pessoas que não estão dispostas a investirem nada, nem do seu tempo, energia, ou dinheiro em prol do reino de Deus. São pessoas frias no reino, sem paixão, não buscam de fato a Deus, não tem o coração ardendo pelas coisas do Senhor e vivem para si mesmas. Quem vive para si mesmo perde a verdadeira vida, quem vive pelo Senhor gastando-se em prol do Seu reino, ganha a vida eterna que está em Cristo Jesus – (Marcos 8:35-37 ou Mateus 16:34-26).   Por outro lado graças a Deus, existem muitas pessoas que tem seus corações ardendo pelo Senhor e pelas vidas, suas agendas estão focadas em servir a Deus, suas prioridades são as vidas é o reino de Deus, elas arrumam tempo para buscarem o primeiro amor, nunca desistem, tiram força da fraqueza e avançam, estes são os vencedores que a bíblia fala e, eu creio que você é uma delas!!!   “A paixão do Cristianismo se origina do ato de deliberadamente abrirmos mão de nossos direitos e nos tornarmos servos de Jesus Cristo”. Tudo por Ele e para Ele São todas as coisas. Exemplos Históricos de Paixão  “Que todos tenhamos apenas um propósito. Vivamos para isto, de salvar nossas próprias almas e as daqueles que nos ouvem.” (John Wesley) Deus ouviu suas orações e a igreja de Wesley foi estabelecida e transformou a Inglaterra e tocou muitos lugares no mundo. Quando a mulher de John Knox lhe implorou que ele deveria tentar dormir um pouco, ele respondeu: “Como poderei dormir se o meu País ainda não é salvo?” Freqüentemente ele orava a noite toda em tons agonizantes. “Senhor, dá-me a Escócia, ou eu morrerei!” Deus sacudiu a Escócia com um avivamento. Deus deu a Knox, na sua época, a Escócia. David Brainard, missionário entre os índios americanos escreveu, “Eu não me importava em como ou onde vivia, ou qual dificuldade atravessaria, contanto que eu pudesse ganhar almas para Cristo” George Whitefield, grande evangelista e amigo de John Wesley orou, “Senhor, dá-me almas ou tome a minha alma”. Diz na historia da igreja que o rosto dele ficou como o de Moisés quando ele fez esta oração em prantos. William Booth, fundador do Exército da Salvação, quando perguntado pelo rei da Inglaterra qual era sua força motriz, ele respondeu, “Senhor, a paixão de alguns homens é pelo dinheiro, outros por fama, mas a minha é por almas”.     Como alcançamos de Deus esta Paixão?  Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo coração – Jer. 29:13. “Pedi , e dar-se-vos-á; buscai  e encontrareis; batei e abrir-se-vos-á. Pois aquele que pede, recebe; o que busca, encontra; e ao que bate, se abre.” (Mt 7:7-8)   1.     O propósito de Deus para a nossa vida é a salvação, a vida eterna   O homem (ser humano) foi criado para ter um relacionamento perfeito com Deus, mas por causa de sua desobediência e rebeldia, escolheu seguir o seu próprio caminho e seu relacionamento com Deus se desfez. Este estado de independência de Deus, caracterizado por uma atitude de rebelião ou indiferença, é evidência do que a Bíblia chama de pecado. "porque o salário do pecado é a morte… (separação espiritual de Deus – Rm. 3:23 e 6:23). "Receber a Cristo implica arrependimento, isto é, reconhecer que pecamos e precisamos de perdão. Isto significa deixar de confiar em nossa capacidade para nos salvar, crendo que através de Cristo recebemos perdão dos nossos pecados. Não é suficiente crer intelectualmente que Jesus Cristo é o filho de Deus e que morreu na cruz pelos nossos pecados ou ter uma experiência emocional. Recebemos a Cristo pela fé, através de uma decisão pessoal. Precisamos aceitar o sacrifício dele por nós, e o fazemos através da fé, a fé nos leva a uma atitude.   Quando cremos no evangelho de Cristo e entregamos nossa vida a Ele, nos arrependendo dos nossos pecados e selando a nossa fé nEle com a nossa confissão, de que realmente Jesus Cristo é o nosso Senhor e Salvador, somos salvos. A oração de entrega expressa a nossa fé e o desejo do nosso coração. Quando cremos e confessamos, Jesus Cristo entra na nossa vida como Ele prometeu e Satanás perde o direito sobre nós e, nos tornamos filhos e herdeiros de Deus Pai, recebendo assim a vida eterna que está no Filho de Deus, Jesus Cristo.   2.     Como saber que Cristo está em sua vida Quando você recebeu a Cristo confessando-o com teu Senhor e Salvador aqui na célula e confirmando lá na igreja, algo tremendo aconteceu na sua vida. Fisicamente e aparentemente tudo parece igual, mas dentro de você e no mundo espiritual algo tremendo e maravilhoso aconteceu – (João 1:12).   Agradeça sempre a Deus porque Cristo habita em sua vida e porque Ele nunca deixará você (Hebreus 13:5). Você pode saber que o Cristo vivo habita em você, e que você tem a vida eterna, desde o momento em que O convidou para entrar em sua vida, baseado em Sua promessa. Ele não decepciona.   "E este é o testemunho: Deus nos deu a vida eterna, e essa vida está no seu Filho. Quem tem o filho, tem a vida; quem não tem o filho de Deus, não tem a vida. Escreve-lhes estas coisas, a vocês que crêem no nome do Filho de Deus, para que vocês saibam que têm a vida eterna – (1 João 5:11-13).   Nunca dependa das emoções, a nossa esperança e certeza da salvação e de uma vida em abundancia

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Paixão e desejo pela Colheita – Parte 1

João 3:16; Marcos 16:16,16; Romanos 10:13-15   Nas ultimas cinco semanas ministramos sobre a importância de lavar os pés uns dos outros, de amar uns aos outros, de perdoar uns aos outros, de exortar mutuamente uns aos outros no Senhor e Admoestar para preservação da fé genuína no Senhor. Todos estes são mandamentos recíprocos que nos darão bases para crescermos e convivermos com saúde para um propósito muito maior no reino e aqui na IACC. Isso é de valor fundamental, Deus procura homens e mulheres curados e maduros que compartilhem de uma paixão pelos que estão sem Cristo. Jesus veio para “buscar e salvar o que se havia perdido.” Deus deseja que todos sejam alcançados com o poder transformador do Evangelho.   O propósito de Deus é que tenhamos compreensão sobre a paixão de Deus pelos perdidos deste mundo. Devemos examinar a conexão bíblica entre a paixão bíblica e a importância da paixão nas nossas vidas e igreja. Devemos descobrir como aumentar nossa paixão pela Colheita de vidas para o Senhor Jesus.   Os fundamentos Bíblicos estão relacionados ao Amor e bondade de Deus pelo Mundo. O mundo rejeitou o amor de Deus e foi separado Dele. Mas as vossas iniqüidades fazem divisão entre vós e o vosso Deus. Is 59:2   No entanto Deus amou tanto o mundo que enviou Seu Filho ao mundo para redimi-lo. O Filho de Deus, Jesus Cristo, veio ao mundo com um único propósito. “Pois o filho do homem veio para buscar e salvar o que se havia perdido.” Lucas 19:10   Agora cada crente deverá continuar o ministério de Cristo. “Ide por todo mundo e pregai o evangelho a toda a criatura, quem crer e for batizado será salvo…” Mc. 16:15,16 “E Deus nos deu o ministério da reconciliação… como embaixadores de Cristo.” 2 Coríntios 5:18, 20   O mundo que Deus ama, pelo qual Cristo morreu, embora não saiba e ainda não percebeu, está ansioso para experimentar o amor de Deus. Jesus disse: Não dizeis, ”Quatro meses falta até a ceifa? Eu vos digo: Erguei os vossos olhos, e vede os campos! Já estão brancos para ceifa. (colheita)” João 4:35   O que é Paixão? 1.      É o fogo que mantém sua visão viva e dinâmica. 2.      A Paixão é tudo aquilo pelo qual uma pessoa está disposta a sofrer. A raiz da palavra paixão é a palavra paserre, que significa sofrer. É algo que você deseja tanto que é capaz de qualquer sacrifício para conseguir. Paixão é a força que arde interiormente, que o toma por inteiro…. uma força além da atividade humana comum; ela não o deixa até que os propósitos de Deus tenham sido alcançados.         Textos bíblicos que mostram paixão   Jeremias 20:9 – Mas se eu disser, “Não me lembrarei dele, e não falarei mais no seu nome, sua palavra me é no coração como fogo ardente, encerrado nos meus ossos. Estou fatigado de contê-lo e não posso mais.” Ele, o profeta Jeremias não conseguia segurar, precisava falar e pregar a Palavra. Veja a declaração do Apóstolo Paulo em I Coríntios 9:16 – “…pois me é imposta essa obrigação. Ai de mim, se não anunciar o evangelho!” Veja o estilo de vida do Apóstolo Paulo em Gálatas 2:20 – “Estou crucificado com Cristo, e já não vivo, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim.” (Paixão, coração ardendo, fervor).  Resultados pela paixão na Colheita de vidas Na igreja primitiva, a Igreja do Novo Testamento, Pessoas estavam sendo salvas e acrescentadas diariamente à igreja (Atos 2:47). Era como se a igreja tivesse virado o mundo de cabeça para baixo (Atos 17:16,17). O povo de Deus precisa mais uma vez ter uma paixão que vem de Deus, pelos bilhões que estão esperando ouvir que são amadas por Deus. Reconhecemos que ganhar almas é parte de nossa responsabilidade. No entanto, esta tarefa na realidade é apenas ocasional em nossos planos de trabalho e calendário. Teoricamente, continua sendo nosso alvo, mas na prática, tanto no ministério público quanto no particular, freqüentemente não tem sido essa nossa prioridade.”   Resultados – Após 2000 anos e 59 gerações, um terço do mundo ainda não ouviu a verdade a respeito do Cristo salvador, do verdadeiro redentor e intermediário entre Deus e os homens.  Dois bilhões de pessoas vivem sem saberem que Deus as ama com amor eterno e incondicional. Mais de mil grupos étnicos (culturas) nunca foram alcançados com o Evangelho de Cristo. Em mais de 1700 idiomas não tem a bíblia traduzida. João 3:16 ainda não pode ser lido e compreendido.   O que pode mudar este quadro da igreja e do mundo, a partir de hoje?   Homens e mulheres comprometidos e quebrantados, que vivem diariamente com uma paixão, “salvar vidas.” Homens e mulheres que se envolvem, se integram para serem usadas por Deus no ministério da Palavra e apascentamento. Pessoas que não se contentam em apenas sentarem nos bancos da igreja só para receberem, mas que alem de estarem integradas para receberam, são portadoras da Palavra, líderes no reino de Deus. No nosso caso como igreja celular, são aqueles que se posicionam para serem líderes discípulos nas células e redes, aqueles que debaixo de uma cobertura, espalham o evangelho e cuidam de vidas. São os vencedores que em todos os lugares da terra, nas suas regiões, ganharão esta geração para o Senhor Jesus. Você é essa pessoa que tem paixão pelo Senhor e pelas vidas?   Os grandes no Reino do céu são aqueles que amaram a Deus mais do que todos os outros. A nossa Paixão vem de Deus. “Como toda boa dádiva e todo dom perfeito, a paixão vem de Deus. (Tiago 1:17) “Nós não acendemos este fogo sozinhos. Não produzimos este fogo de nós mesmos. “Nenhuma pessoa pode iniciar em si mesmo este fogo celestial; este só pode vir da brasa do altar do alto, por isso buscar

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Admoestai-vos uns aos outros

  Texto Bíblico – Atos 20:28-32   Admoestar significa advertir. “Admoestar ou Advertir implica num sentido de maior urgência do que exortação. Não concentramos mais no encorajamento e consolação, mas no anúncio dum perigo que deve ser evitado. Este é um dos ministérios mais importantes na igreja, por se tratar daquele que promove livramento das ovelhas diante de situações ameaçadoras. Essa é a função de um verdadeiro líder discipulador. É muito bom ser discípulo de alguém que exerce este ministério da admoestação.   1.    A Admoestação e o Perigo de Lobos Devoradores – (Atos 20:29) diz: “Eu sei que, depois da minha partida, entre vós penetrarão lobos vorazes, que não pouparão o rebanho.”   Paulo havia recebido da parte de Deus a responsabilidade de advertir aos líderes da igreja quanto à possibilidade de perigo no meio do rebanho. Falsos mestres, falsos pastores, falsos líderes, falsas ovelhas que estão no mundo e até dentro da igreja, em breve estariam agindo no meio do povo, aproveitando-se da ausência do líder mais experiente ou daquele presente fisicamente, mas ausente na sua função de cuidar. A finalidade do inimigo e promover divisão, confusão, dispersão e enfraquecimento dos irmãos.   O apóstolo Paulo teve de se utilizar do ministério da admoestação para advertir com seriedade acerca desse tema: (Atos 20:31) diz: “Portanto, vigiai, lembrando-vos de que, por três anos, noite e dia, não cessei de admoestar, com lágrimas, a cada um.”   Os “lobos devoradores” podem ser pessoas com más intenções que se infiltram para prejudicar as pessoas. Algumas vezes inconsciente, mas com veneno da serpente trabalham para dividir a igreja com fofocas, maledicências, promovendo intrigas e suspeitas entre os irmãos. Outros procuram introduzir sorrateiramente falsas doutrinas. A admoestação nesses casos serve para proteger as pessoas que estão se deixando influenciar pelo mal ou que podem vir a ser. Deus ama você e Ele quer te livrar do mal.   Também serve para advertir as próprias pessoas que estão promovendo o mal. Muitos o fazem porque foram influenciados e envenenados por outros, Deus tem um propósito de alcançá-los, eles podem se arrepender pela admoestação e assim serem abençoados e os discípulos ficam protegidos.   Identifique situações que não promovem edificação, como por exemplo, críticas, fofoca, maledicência, rebeldia, murmurações e outros. Lute para conservar sempre pura a sua fé, observando a admoestação (advertência) do Senhor através do seu líder, que você conhece e pode confiar. (Deus quer proteger você!).   2.    O Propósito da Admoestação – (1 Coríntios 4:14) diz: “Não vos escrevo estas coisas para vos envergonhar; pelo contrário, para vos admoestar como a filhos meus amados.” A admoestação não tem por objetivo envergonhar o discípulo, o filho espiritual ou o irmão na fé que está contaminando ou sendo contaminado; pelo contrário, o propósito é edificar trazendo mudança pelo confronto ou exortação. Como um pai ansiosamente deseja promover segurança ao filho amado, assim devemos encarar o ministério da admoestação. Para que seja assim é necessário que o coração de quem admoesta seja maduro e verdadeiramente cristão.     Romanos 15:14 diz: “E certo estou, meus irmãos, sim, eu mesmo, a vosso respeito, de que estais possuídos de bondade, cheios de todo o conhecimento, aptos para vos admoestardes uns aos outros.” A palavra de Deus destaca a bondade e o conhecimento como requisitos indispensáveis para se exercer tal ministério. Bondade para não julgar nem humilhar o advertido, e conhecimento para entender bem as Escrituras e discernir o que não é o verdadeiro evangelho de Cristo. Evangelho: boas novas de salvação!   Alguém que não tenha a bondade de Cristo em seu coração e não tenha passado pelo processo na visão sendo discípulo/líder/discipulador fiel e comprometido, não deve admoestar. Vejamos os motivos: Primeiro: Ele não o fará numa atitude de amor e respeito, visando à edificação, pois ainda não está vivendo aquilo que tenta exercer e não está preparado e nem maduro o suficiente para admoestar.    Segundo: não aceitará de forma madura uma possível recusa da parte de quem está sendo admoestado, pois se ele não é discípulo, não aceitou também ser admoestado, portanto é imaturo. Devemos lembrar que nem todas as pessoas aceitarão nossa admoestação, mesmo sendo exercida em amor, estes tem a tendência de andarem sozinhos ou dando trabalho ao líder e comprometendo a conquista da equipe. Busque crescer na virtude da bondade e do conhecimento para que o propósito da admoestação possa sempre ser atingido em seu ministério, pois se vierem estranhos na sua célula com doutrinas erradas ou estranhas, seus discípulos estarão protegidos pela sua admoestação e os estranhos confrontados.   3.    A Admoestação e a Longanimidade – (1 Ts 5:14) diz: “Exortamo-vos, também, irmãos, a que admoesteis os insubmissos, consoleis os desanimados, ampareis os fracos e sejais longânimos para com todos. Jesus Cristo morreu por todos, todos são preciosos para Ele, Seu desejo é ver todos salvos. Longanimidade significa ter longo ânimo e disposição para manifestar paciência, tolerância, constância, firmeza, perseverança, clemência e lentidão em punir pecados. Como a admoestação visa edificar e não destruir? Muitas vezes se requererá paciência para ver os frutos. Os insubmissos devem ser admoestados, conforme o texto acima, mas nem sempre os resultados da admoestação serão observados imediatamente. Precisamos da longanimidade para que deixemos Deus agir de forma progressiva nos corações advertidos e estes se rendam. É importante que as pessoas tenham tempo suficiente para assimilar o aprendizado para depois dar frutos de arrependimento e transformação. Seja paciente! A palavra de Deus em Mateus 18:15-17 nos ensina: Se teu irmão (sendo discípulo ou não), pecar contra você ou estiver levando uma vida de pecado, vá e, a sós com ele, mostre lhe o erro (já liberando perdão e abençoando). Se ele te ouvir, ganhaste a teu irmão e os dois serão abençoados. Se, porém, não te ouvir, e continuar pecando, toma ainda contigo uma ou duas pessoas maduras da igreja, para que, pelo depoimento de duas ou três testemunhas, toda palavra se estabeleça. E, se ele não os atender, dize-o à igreja, para que outros e se possível, líderes

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Exortai-vos uns aos outros no Senhor

  Texto Bíblico – Hebreus 3:12,15; I Tess. 4:18; Atos 11:19-26; Na semana passada estudamos sobre a importância do perdão e este sendo praticado de forma recíproca. Hoje continuaremos estudando estes mandamentos sobre o dever de nos amar, perdoar e servirmos uns aos outros, Jesus ensinou a reciprocidade. Isso só é possível quando estamos integrados em uma equipe de discipulado. Se eu sou exortado pelo meu líder, posso exortar meu discípulo, um cuidando do outro. Se eu sou amado, devo amar, se fui perdoado, devo perdoar e assim por diante.   Exortar significa: “influenciar sobre a vida de outrem com o intuito de conduzi-lo a um padrão de vida melhor, há um comportamento equilibrado e aceito; encorajá-lo a observar certas instruções que o levará ao êxito. “Simplificando, exortar é encorajar, estimular, aconselhar, etc. Houve um homem na Bíblia chamado José a quem os apóstolos deram o nome de Barnabé, que significa “encorajador” ou “filho da consolação”, sobre quem gostaríamos de falar nesta ministração…   1.    A Exortação e o Caráter Cristão – “Tendo ele chegado e, vendo a graça de Deus, alegrou-se e exortava a todos a que, com firmeza de coração, permanecessem no Senhor. Porque era homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé. E muita gente se uniu ao Senhor.” (Atos 11:23-24).       A arte de encorajar ou de consolar as pessoas em meio às lutas está intimamente associada ao caráter cristão e o discipulado facilita essa prática. Barnabé era um estimulador de vidas porque era um homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé. Deus, que ama perfeitamente as pessoas e deseja o sucesso delas, agia livremente através desse homem para estimular o crescimento dos novos crentes.        A passagem acima mostra a ação de Barnabé para com os de Antioquia que haviam acabado de receber a Palavra de Deus. O texto revela que ele exortava a todos a que, com firmeza de coração, permanecessem no Senhor. O novo cristão precisa ser consolidado para tirar as dúvidas, crises, desânimo e insegurança. Barnabé, certamente, agia de forma eficaz nessas e noutras áreas trazendo sempre palavras de encorajamento que edificavam. O resultado desse trabalho foi que muita gente se uniu ao Senhor.       Quando buscamos o crescimento e amadurecimento cristão através do discipulado, o resultado é o   enchimento do Espírito Santo e da Palavra de Deus. É desta forma que teremos melhores condições de exercer o ministério da exortação. A bondade divina fluirá através de nós para fortalecer os que necessitam de ânimo, acompanhamento e de encorajamento. Você tem identificado as marcas da bondade do Espírito Santo e da fé em sua vida, que o habilite a ser um exortador eficaz? Lembra de Calebe? Ele exortou a todos a crer no Senhor e defendeu Moises, seu líder. (Números 13:30)   2.    A Exortação e o Pastoreamento – “Mas Barnabé, tomando-o consigo, levou-o aos apóstolos; e contou-lhes como ele vira o Senhor no caminho, e que este lhe falara, e…” (Atos 9:27).   O ministério de exortação que era tão rico na vida de Barnabé permitiu-lhe ajudar um jovem pregador da Palavra de Deus. Paulo havia se convertido há pouco tempo, porém ele tinha contra ele um péssimo histórico de perseguição à igreja de Deus. Agora ninguém confiava nele, pois tinham medo que ele fosse um traidor no meio dos cristãos. No entanto, Barnabé teve o discernimento de que aquele homem era sincero em sua confissão de fé, e então, confiou nele e se dispôs a interceder em seu favor junto aos apóstolos da igreja.   Chama-nos a atenção a frase: “Mas Barnabé, tomando-o consigo…”; enquanto todos o repeliam, Barnabé o tomou consigo. Paulo precisava de alguém que lhe consolidasse e lhe desse um voto de confiança e uma palavra de estímulo em meio ao descrédito sofrido. Foi aí que o ministério de exortação mais uma vez se demonstrou eficaz. Paulo foi encorajado a permanecer firme no caminho e se tornou o maior de todos os apóstolos, alcançando todo o mundo de sua época com a mensagem do evangelho.   Todos nós tivemos um passado sem Cristo. Precisamos de pessoas que nos vejam como novas criaturas e que nos ajudem a vencer as fraquezas e confessar e renunciar as transgressões do passado. Importa que sejamos assim também para com os que se aproximam de Deus, sempre acreditando e sabendo que elas são pessoas maravilhosas e que Deus as ama e que eles podem mudar e amadurecer em Cristo. Você que já foi ao Encontro e iniciou a Escola de líderes e hoje está integrado na equipe de doze, sendo um líder em formação neste processo de treinamento para ser um líder de célula, bem que poderia citar o nome de pelo menos três pessoas a quem tem “tomado consigo” para consolidar, cuidar, acompanhar e estimular na carreira cristã, fazendo desta pessoa seu discípulo ou discípula. Estes poderia ser a sua célula em formação para uma futura multiplicação, ou tomar a decisão de se colocar a disposição para consolidar uma pessoa ajudando seus discipuladores a apascentar os novos da sua célula. (Decisões mudam destinos e históricos). .   3.    A Exortação e a Restauração – “Houve entre eles tal desavença, que vieram a separar-se. Então, Barnabé, levando consigo a Marcos, navegou para Chipre.” (Atos 15:39). Barnabé e Paulo estavam juntos servindo ao Senhor pregando o evangelho pelo mundo. Nessa ocasião, chegaram a discutir sobre quem levariam com eles na nova jornada missionária. Barnabé queria levar Marcos, um jovem que havia desistido da obra no passado; Paulo não concordava com a idéia e por isso se separaram. Entre acompanhar alguém que já era líder que estava pronto e maduro e voltar para buscar quem precisava de restauração, Barnabé não teve dúvidas, escolheu a última opção.   Ele e Marcos seguiram para Chipre. O resultado desse investimento vemos descrito no testemunho de alguns homens de Deus: Aquela que se encontra em Babilônia, também eleita, vos saúda, como igualmente meu filho Marcos. (1 Pe 5:13);  Somente Lucas está comigo.

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Perdoai-vos Uns aos Outros no Senhor

  Texto – Mateus 18:23-35  Nesta parábola Jesus nos ensina lições importantíssimas sobre o perdão. Muitas pessoas vivem debaixo de um jugo pesado na alma, nos seus relacionamentos e na vida espiritual, pelo simples fato de reterem o perdão, guardando assim magoas e amarguras no coração.   Por que devemos e precisamos perdoar?   Primeiro: Porque a nossa dívida para com Deus era infinitamente maior do que a dívida de alguém para conosco – “E, passando a fazê-lo, trouxeram-lhe um que lhe devia dez mil talentos… Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos que lhe devia cem denários; e, agarrando-o, o sufocava, dizendo: Paga-me o que me deves” (Mat 18:24 e 28) O homem que devia ao rei representa cada um de nós. A dívida dele era altíssima, totalmente impagável. Um talento valia seis mil denários, sendo um denário referente a um dia de trabalho. Baseado no salário mínimo da época, aquele homem levaria em torno de 164 anos para pagar toda a sua dívida, isso se ele usasse todo o seu salário só para pagar. Essa era, figuradamente, a nossa dívida para com Deus. Mas Ele nos perdoou por causa do Seu grande amor para conosco.  A única coisa, porém, que Deus requer de nós é que tenhamos para com os outros o mesmo espírito perdoador que Ele teve para conosco. Aquele homem da parábola, infelizmente, não fez assim. Saindo do lugar onde havia sido perdoado encontrou alguém que lhe devia uma soma irrisória comparada ao montante da sua dívida para com o rei. Cem denários era o valor, referente a cem dias de trabalho (três meses e dez dias). Apesar de tão pequeno o valor, ele exigiu que fosse paga toda a dívida não demonstrando compaixão. Isso representa a dívida de alguém para conosco, que sempre será, aos olhos de Deus, infinitamente menor do que a nossa própria diante dEle. Não importa o que tenham feito contra nós, sempre será menor e sempre estaremos devendo perdão e amor às pessoas, pois é impossível pagar aquilo que Deus fez e faz por nós.   Segundo: Porque o perdão é fruto da compaixão divina; e a não liberação dele, é fruto de um coração endurecido –  “E o senhor daquele servo, compadecendo-se, mandou-o embora e perdoou-lhe a dívida… Ele, entretanto, não quis; antes, indo-se, o lançou na prisão, até que saldasse a dívida.” (Mateus 18:27 e 30). O rei foi movido por íntima compaixão e por isso perdoou a dívida. O perdoado, porém, simplesmente não quis perdoar igualmente a seu próximo. Um teve compaixão, o outro endureceu seu coração e não quis fazer o mesmo. A compaixão é um dos sentimentos mais fortes descritos na Bíblia. Todas as vezes em que Jesus se moveu de íntima compaixão, algum milagre aconteceram. Exemplos: Mateus 9:36; Mateus 14:14; Marcos 5:19; Marcos 6:34; Marcos 8:2; Lucas 10:33; João 11:33.   Em contrapartida, “não querer” fazer algo de bom em favor de outra pessoa revela um coração que ainda não conheceu a “compaixão” de Deus. Quando somos perdoados por Deus, mas não queremos perdoar aos outros, estamos demonstrando a mesma ausência de compaixão divina em nossos relacionamentos. As conseqüências disso veremos logo a seguir. Terceiro: Porque não podemos fazer do nosso coração uma prisão – “E o senhor daquele servo, compadecendo-se, mandou-o embora e perdoou-lhe a dívida… Ele, entretanto, não quis; antes, indo-se, o lançou na prisão, até que saldasse a dívida.” (Mt 18:27, 30). O rei soltou e mandou embora seu devedor, perdoando-lhe a dívida. Este saiu e mandou prender a quem lhe devia. Um solta e o outro prende.   Quando perdoamos liberamos as pessoas que estavam aprisionadas em nossos sentimentos; quando não perdoamos, continuamos sofrendo a cada dia as lembranças amargas da ferida sofrida. A ausência do perdão transforma o nosso coração num verdadeiro cárcere, acumulando pessoas, fatos e sentimentos amargos.   Continuamos levando os nossos ofensores no coração cada vez que acordamos pela manhã, durante o dia e ao nos deitarmos. Eles estão presos em nossas lembranças, atormentando-nos e tornando a nossa vida infeliz. Mas quando perdoamos, abrimos a cela do nosso interior e os deixamos ir. Enquanto os libertamos, promovemos a nossa própria libertação.   Quarto: Porque o perdão só depende de nós e é incondicional – “E o senhor daquele servo, compadecendo-se, mandou-o embora e perdoou-lhe a dívida… Ele, entretanto, não quis; antes, indo-se, o lançou na prisão, até que saldasse a dívida.” (Mateus 18:27, 30 O rei que perdoou a dívida era livre para não depender da atitude do outro. Ele perdoou porque quis perdoar e não porque o outro tivesse feito algo por merecer. Seu perdão foi incondicional e só dependia dele mesmo. No outro caso, o segundo devedor foi lançado na prisão “até que saldasse a dívida”. Nesse caso, a liberação dessa vida dependia de seus feitos: o pagamento da dívida. Sua liberação não era incondicional, mas tinha de sujeitar-se à condição de quitar sua pendência.   Vemos então que no primeiro caso tudo dependia do credor, no segundo, dependia do devedor. Isso nos ensina que não precisamos depender do arrependimento do outro ou do seu pedido de perdão, para liberarmos perdão. Podemos fazer isso a qualquer tempo e para qualquer um. Só depende de nós. O contrário disso, torna-nos eternos reféns de outra pessoa. Se perdoarmos, ficarmos livres e liberamos a outra pessoa de uma prisão espiritual. Quinto: Porque o perdão nos livra dos atormentadores – “E, indignando-se, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que lhe pagasse toda a dívida.” (Mateus 18:34).   Quando os servos do rei contaram-lhe da atitude não perdoadora daquele a quem o rei havia liberado, todos entristeceram-se muito, e logo foi ordenado que aquele homem fosse entregue aos verdugos (atormentadores) até que pagasse toda a dívida. Vemos então, que a entrega aos verdugos não se deu pela dívida em si, porque esta já estava perdoada, mas pela atitude não perdoadora que teve. Aquele que não perdoa vive em grandes conflitos internos. Os atormentadores da alma se

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Amai-Vos Uns Aos Outros Com Eu Vos Amei

  Texto bíblico: João 15: 9-17   Hoje continuando falando estes mandamentos estabelecidos pelo Senhor Jesus onde se destaca a mutualidade, a reciprocidade.  Hoje falaremos sobre o amor. Veremos a fonte do amor, sua forma de expressão e seus frutos. Estas características revelam o caráter e atitude de um verdadeiro cristão. Temos em Atos dos Apóstolos um personagem que reflete este amor em suas atitudes, Barnabé, homem de fé, bondoso e generoso, este buscou Paulo quando todos por medo o rejeitava e o introduziu no meio dos Apóstolos e dele cuidou – (Atos 9:26,27).  Vamos destacar alguns pontos importantes deste texto base do Evangelho de João que lemos:  1. Deus o nosso Pai é Fonte de Amor – “Como o Pai me amou, também eu vos amei; permanecei no meu amor.” (João 15:9. Tudo começa em Deus. Não conseguiremos entender o por que precisamos amar ao próximo se não tivermos uma visão clara de que Deus é amor e Fonte de todo o amor. Tudo começa nEle. O Pai amou a Cristo, que por sua vez, nos amou da mesma forma, por isso Ele veio para nos salvar e nos incumbiu de fazer o mesmo em relação às outras pessoas. A única forma de estarmos ligados à Fonte divina é expressando o mesmo amor que dEle recebemos primeiro.  2. Cristo Permaneceu no Amor do Pai- “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço.” (João 15:10)… Cristo recebeu o amor do Pai Celeste e decidiu permanecer nele guardando Seus mandamentos. É como se dá numa casa onde há regras e disciplina. Um filho, para continuar desfrutando dos benefícios de viver em família, onde há amor, cuidado e proteção, precisa se ajustar às regras estabelecidas pelos pais, ou guardar os mandamentos da casa. Cristo guardou os mandamentos do Pai e, por isso, teve o privilégio de permanecer no Seu amor. 3. Nós Devemos Permanecer no Amor de Cristo– “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço.” (João.15:10).  Cristo permaneceu no amor do Pai, assim nós permaneceremos no amor de Cristo guardando seus mandamentos. Lembrando-nos do exemplo do filho e dos mandamentos da casa, desfrutaremos dos benefícios do Reino de Deus se andarmos em linha com a constituição desse Reino. Cristo será o nosso Salvador, Senhor, Pastor, Provedor, Mestre, a nossa Paz, e muito mais, além do que podemos imaginar, se O respeitarmos e honrarmos, guardando os Seus mandamentos. 4. O Mandamento: Amar-nos Uns aos Outros – “O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.” (João 15:12)   Quando falamos sobre mandamentos logo pensamos em não matar, não adulterar, não roubar, não mentir, etc. No entanto, Jesus está falando de algo muito mais profundo do que simplesmente não fazer isso ou aquilo. Ele fala do que está na base do coração do ser humano: o ódio ou o amor, a paz ou a guerra.   Por que as pessoas matam, roubam, adulteram, desonram seus pais, buscam outros deuses para adorar, ou cobiçam o que é dos outros? Porque existe um vazio interior, uma busca por algo que os preencha. Porque o pecado que gera a semente do ódio ainda está em seus corações.   Mas, quando uma nova semente é plantada no interior, a semente do Amor de Deus, então, a pessoa se converte e seus atos serão diferentes porque o coração será diferente. O mandamento requerido, portanto, é “amai-vos uns aos outros”, porque quem ama não rouba, nem adultera, nem fala mal do próximo, se a pessoa for tentada, ela lutará para não cair e se cair, por causa deste amor ela se arrependerá e abandonará o pecado; é assim que cumpriremos a lei de Deus.  5. As Conseqüências ou resultados de viver e praticar o amor de Cristo:  1)  Alegria Completa – “ Tenho-vos dito estas coisas para que a minha alegria esteja em vós, e a vossa alegria seja completa.” (João 15:11) É impossível alguém desfrutar a verdadeira alegria tendo o coração endurecido em relação a alguém. A verdadeira alegria é fruto de um coração perdoador e amável… 2) De Servo a Amigo – “ Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer.” (João 15:15)..   Quem ama ao próximo permanece no amor de Cristo e torna-se íntimo dEle. A relação será de amigo para amigo e não mais de senhor para servo, onde não há confidências. Quem permanece na amargura de alma não conhecerá nem desfrutará das riquezas do coração do Pai. 3)Frutificação – “Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça… (Jo 15:16a). Se Deus é amor e Sua semente está em nós, qual o fruto que Ele espera colher de nós? Certamente uma vida em amor. As vidas, as famílias, os casamentos, a igreja, a célula serão transformados por esse amor; As empresas, o governo, as cidades, a sociedade, serão impactados por esse amor.   Vamos pregar e viver o evangelho de Cristo e trabalhar para Deus motivados por esse amor. Todos os nossos empreendimentos devem ser feitos em amor porque esse é o maior fruto que Deus espera colher. As vidas serão apascentadas, cuidadas, consolidadas, discipuladas como resultado deste amor. Esse é e será o fruto fiel, o fruto que permanece! 4) Vitória na Oração –  “…a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda.” (João 15:16b)..Quando frutificamos sinalizamos no reino espiritual e físico que estamos exercendo amor, e o resultado da frutificação é termos nossas orações respondidas.   Se os nossos atos e motivos são fundamentados no amor, nossas petições, intercessões

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Lavar os Pés Uns dos Outros

   Texto – João 13:1-17  Este é um mandamento recíproco é deve ser praticado em relação ao próximo. Estes mandamentos devem ser experimentados “de uns para com os outros”. São os que falam dos deveres mútuos que viabilizam o agir de Deus no meio de Sua igreja. Sabemos que os resultados na vida daqueles que praticam, serão: famílias inteiras curadas, vidas transformadas, ministérios frutíferos, prosperidade financeira, etc. A nossa meta é crescer, frutificar, multiplicar e governar.  Estaremos falando nas próximas semanas sobre estes mandamentos que destacam a mutualidade, o serviço, o compromisso em crescer e amadurecer. Recebi do Senhor esta direção, desenvolver nos discípulos e igreja bases para sustentação e crescimento. Estes princípios são fundamentais para criar estrutura no relacionamento e maturidade. Por isso é importante que estes sejam praticados, vividos, pois Deus quer fazer de você padrão e modelo para seus discípulos.   O primeiro que gostaríamos de destacar nesta série de ministrações, refere-se ao lavar os pés uns dos outros. Como lemos no texto desta noite, durante a celebração da última Páscoa, Jesus, reunido com seus discípulos, começou a lavar-lhes os pés.   Com esse ato o Senhor Jesus nos ensinou a:   1.      Assumir Voluntariamente a Posição de Servo – Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. (Jo 13:14).   A responsabilidade de lavar os pés de um convidado naquela época era delegada ao servo da casa. Jesus, porém, sendo Senhor sobre todos, assumiu a condição de servo, considerando o próximo, o convidado especial do grande Anfitrião, o Pai celestial. Fazendo assim, Ele tornou-se servo de Deus e dos homens. “   Em Filipenses 2:7-8 diz: “…antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz.” A simples consciência de que somos servos e não senhores já nos ajudaria a resolver muitos conflitos de relacionamentos. Nos sentimos feridos ou magoados quando as pessoas não nos agradam ou não nos dão a atenção que achamos que merecemos. Estamos aqui, no entanto, para servir aos outros e antes de tudo, precisamos ser discípulos comprometidos com o Senhor, submissos e prontos para servir. Pratique esta arte de servir aos outros de acordo com os talentos e recursos que você possui. Tenha a alegria de sentir-se útil no Reino de Deus servindo ao próximo como Cristo serviu… (isso fala de semeadura)   2.      Ajudar o Próximo a Remover a Sujeira do Caminho – “ Disse-lhe Pedro: Nunca me lavarás os pés. Respondeu-lhe Jesus: Se eu não te lavar, não tens parte comigo.” (Jo 13:8). Jesus disse que os discípulos não necessitavam banhar-se novamente porque já estavam limpos pela Palavra recebida. Mas os pés precisavam ser lavados constantemente. Quando recebemos a Palavra de Deus em nosso coração e nascemos de novo, somos lavados e purificados pelo Senhor.   Mas, quando caminhamos a cada dia nos sujeitamos à poeira do caminho: o pecado, a mágoa, a ira, as atitudes imaturas, a queda, etc. Precisamos nos dispor a lavar os pés daqueles que estão engatinhando na vida cristã e dos mais maduros também; bem como dos que, por algum motivo, caíram na fé. Devemos servi-los, pacientemente em amor. Desta forma haverá restauração na nossa vida, na dos nossos companheiros(as) discípulos, irmãos e amigos, temos uma caminhada rumo a vitória, rumo ao êxito.….. O Senhor disse que se Pedro se negasse a ter seus pés lavados, este não poderia ter parte com Ele. Os que acumulam a sujeira do pecado em suas vidas vão, gradativamente, perdendo a comunhão com Deus. Quando, porém, intervimos com amor, mostrando ao irmão e discípulo o caminho do arrependimento e da restauração, então, estamos cumprindo o mandamento recíproco do lavar os pés ao próximo. Esteja à disposição dos que buscarem sua ajuda nessa área. Seja bondoso e cheio de compaixão, para que o tratamento seja na vida dos discípulos e de alguém que esteja precisando de ajuda, um ato de graça para restaurar trazendo verdadeira cura que resultará em frutos na vida pessoal e ministerial.   3.      Promover Refrigério ao Cansado – “Declarou-lhe Jesus: Quem já se banhou não necessita de lavar senão os pés; quanto ao mais, está todo limpo. Ora, vós estais limpos, mas não todos.” (João 13:10). A sujeira do caminho pode não se limitar somente ao pecado, mas ao desânimo e sentimentos de tristeza ou fracasso a que alguns são submetidos. Não há nada mais confortador do que a água fresca sobre os pés de quem muito caminhou; assim são as palavras de ânimo e de encorajamento ao que já não tem mais nenhum vigor.   Os que sofrem de inquietações, tentações constantes, dúvida e sentimentos negativos, precisam de verdadeiros amigos cristãos que os ajudem em seus desafios. Palavras agradáveis são como favo de mel: doces para a alma e medicina para o corpo. (Pv 16:24). O contrário do que falamos acima são as palavras destituídas de graça, ou seja, aquelas que trazem pesar ao coração do próximo e não edificam. A crítica, o julgamento, a condenação e tantas outras atitudes negativas em relação ao outro, não edificam nem servem aos propósitos divinos.   Esta palavra nos mostra a importância e o propósito do servir, nos mostra também que devemos estar prontos para abrir nosso coração para ser cuidado, discipulado, perdoados, ministrados e curados. Esse é o propósito de Deus na sua vida, como seus filhos, como igreja, como discípulos e discipuladores, como Célula e como família.     Você descobrirá quando examinar o seu passado que momentos realmente vividos foram aqueles em que fez coisas com um espírito de amor. O amor ao nosso próximo é a única porta que permite sair do calabouço do interesse próprio! Isso nos libera para prosperar e servir com alegria.  Vamos compartilhar com alegria e fervor, sua participação é muito importante!   Você tem experimentado isso na sua vida

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