Esboço da Célula

Verdades eternas que mudam as nossas vidas – Parte IV

  Ezequiel 36:26-28; Sal. 51:10; Pv. 4:23; Lucas 15:25-32   Nestas últimas quatro semanas temos falado destes princípios bíblicos que aprendemos com a parábola do filho pródigo. Falamos sobre o filho mais novo que foi ingrato, infiel e rebelde e que se tornou o filho pródigo, pois este voltou arrependido e foi honrado. Falamos do filho mais velho que tinha uma relação superficial e mecânica com o seu pai e não valorizava o que tinha e nem usufruía da sua condição de filho e herdeiro, e, falamos também do pai e de seu amor incondicional.   Precisamos acordar e valorizar a nossa salvação, o amor de Deus na nossa vida, o nosso casamento, os nossos pais, os nossos filhos, a nossa casa, a nossa vida espiritual, a nossa igreja, esta célula e o nosso (a) líder. Terminamos falando que o filho mais velho queria apenas trabalhar, mas o pai o convidou para uma festa de comunhão. Deus te ama e te convida para esta grande festa com Ele. Você aceita?… Então vamos continuar e fazer uma revisão para nos fortalecermos com as proteínas deste grande banquete que o Senhor nos proporciona através da Sua Palavra.   1.     Deus requer de nós uma mudança de coração   Ele é Pai e nos ama incondicionalmente e tem colocado em nós coração de pais e mães espirituais nos dando revelação de família e também de soldado, pois Ele nos tem chamado para ganhar o Brasil começando com a nossa casa, célula e igreja. Este texto de Lucas 15:11 a 32 na verdade é uma parábola de relacionamentos: de pai para filho mais novo, de pai para filho mais velho e entre irmãos. O filho mais novo pediu sua herança porque era rebelde e se achava independente, auto-suficiente, por isso partiu da casa do Pai para um país distante e por falta de maturidade, desperdiçou todo o dinheiro. Vimos que quando gastou tudo ele procurou emprego e trabalhava alimentando porcos, chegou a querer comer aquela comida, mas ninguém lhe dava nada.   2.     Tudo o que semeamos colhemos   Se investirmos em boa semente temos uma boa colheita, mas, más sementes dão más colheitas. Todos os problemas que temos em nossas vidas são resultados de más sementes plantadas. Má colheita significa: relacionamentos quebrados, solidão, depressão, angústia, falta de paz, pobreza, etc. Mesmo que tenhamos más sementes plantadas hoje em nossas vidas, podemos começar a plantar boas sementes para no futuro termos boas colheitas. É hora de lançarmos fora toda semente ruim, é hora de mudança de coração, de mudança de mente e tomada de atitude definitiva na troca dos maus hábitos.   3.     Aprenda e decida plantar boas sementes!   Comece hoje, ou melhor, agora! O jovem filho decidiu e começou a plantar boas sementes, ele se arrependeu e decidiu voltar para seu Pai. Aquele pai conhecia o que estava acontecendo no coração de seu filho e deixou que ele chegasse ao ponto certo e ao tempo certo de Deus para falar com ele. Deus tem o tempo certo, aquele jovem era independente e rebelde e plantou sementes mortas, mas seu pai o amava assim mesmo, ele era filho! Às vezes temos espírito rebelde como no filho mais novo e Deus nos ama assim mesmo e espera que aprendamos lições com os nossos erros e assim mudemos para melhor!   Nos tempos bíblicos os pais não corriam devido à vestimenta que usavam, para correr teriam que levantar a roupa e se o fizesse exporiam a nudez, mas o pai daquele jovem sabia que havia vergonha na vida de seu filho por causa do pecado, suas roupas estavam rasgadas. A única forma que tinha para correr em direção ao filho era levantando a vestimenta e desta forma a vergonha estaria sendo voltada para si mesmo como sinal de que encobriria a vergonha de seu filho. Então o pai pediu para vesti-lo e para fazer uma celebração pela sua volta.   Veja o paralelo: Jesus foi exposto à vergonha La na cruz para que a nossa vergonha fosse coberta, hoje temos cobertura de filhos, o sangue de Cristo nos cobre, estamos protegidos. O pai nos ama e nos quer junto com Ele na Sua casa.   Como vimos na semana passada, o filho mais velho estava no campo quando soube que seu irmão tinha voltado, ele ficou irado e se recusou de entrar na festa que seu pai tinha feito para seu irmão mais novo. Às vezes agimos como este filho mais velho que tinha um coração orgulhoso e legalista, e o pai, da mesma forma demonstrou a este filho seu amor inigualável, paciente, doador que não impõem condições para amar.   Deus é o pai que nos ama inteiramente, se tenho atitudes como o filho mais novo, Ele espera pacientemente pela minha resposta ao tratamento, se somos como o filho mais velho, orgulhosos e legalistas, Ele nos conforta e ensina a perdoar e valorizar aquilo que temos. Na verdade o desejo do coração de Deus é que tenhamos um coração de pai. Que sejamos verdadeiros pais e mães físicos e espirituais com o coração quebrantados para perdoar, ensinar e esperar pala resposta, pois ninguém vem pronto. Deus quer mudar o seu coração para um coração segundo o Seu coração, coração de Pai!   4.     Projete e sonhe   Uma vez que somos filhos de Deus e temos acesso a Sua presença, precisamos sonhar e trabalhar para velos realizados. Se você tem sonhos e quer vê-los realizados, precisa ser facilitador. Para isso é necessário observar os princípios bíblicos e praticá-los. Com o tempo temos a tendência de perder o foco e voltarmos ao passado ressuscitando a velha natureza, o velho homem. Precisamos através da confissão e atitudes de fé construirmos bases para a realização dos nossos sonhos. Descobri que muitas vezes somos, literalmente, a barreira que dificulta e impede as promessas e milagres de Deus na nossa vida.   5.     Nesta vida construímos paredes ou pontes.   Um rei só domina território quando conquista primeiro o que Deus já

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Verdades eternas que mudam as nossas vidas – PARTE III

  Oséias 6:3; Lucas 15:21-32; Sofonias 3:17   Estivemos nestas ultimas semanas falando sobre o filho pródigo e hoje continuaremos de onde paramos, vamos avançar aprendendo verdades que mudarão a nossa história de vida. Este texto do filho pródigo nos ensina a nos relacionar como pais, filhos e irmãos, enfim, de como sermos uma família equilibrada.   Em muitas situações, quando Jesus queria ensinar alguma verdade preciosa, Ele proferia uma parábola. Todas as parábolas de Jesus contêm riquezas espirituais inestimáveis. A parábola do filho pródigo, por sua vez, dá-nos tremendas lições também sobre o relacionamento de Deus, o nosso Pai, com cada um de nós, Seus filhos.   Como vimos anteriormente, o filho mais moço saiu de casa e gastou a sua parte da herança com uma vida errada e, depois de um certo tempo, voltou arrependido. O pai, com um coração de amor e de perdão, o recebeu com um abraço, dádivas honrosas e uma festa. O pai lhe restituiu o que tinha se perdido colocando vestes novas que significa cobertura, pois agora o filho aceitou se submeter, pois havia aprendido grandes lições. Em seguida colocou as sandálias novas nos pés, restituindo o ministério, agora era um novo caminhar, com mais dedicação, e, na sequência lhe colocou um anel no dedo que significa autoridade e compromisso, agora a aliança estava sendo renovada entre eles, pai e filho.   Hoje queremos avançar e citar também sobre o irmão mais velho do filho pródigo. Esta parábola é muito rica, ela não pretende ensinar apenas sobre o pai e o filho mais moço, ela enfatiza também as atitudes do irmão mais velho daquela família. Se podemos dizer que há muitas pessoas que se identificam com a figura do filho pródigo, também é certo que há outras que se identificam com o filho não pródigo, o que ficou em casa.   Vejamos quais eram os conceitos distorcidos que o irmão mais velho tinha acerca do seu pai e irmão   1.      Ele pensava que um filho agrada o pai quando mostra trabalho. “…há tantos anos te sirvo…”   Muitos filhos de Deus estão a servir nas igrejas e alguns já estão a servir a muito tempo. Isso é muito bom se estiver na motivação certa! É importante saber com quais corações estão a servir? O irmão do filho pródigo perdeu a oportunidade de relacionar-se intimamente com o seu pai por causa de uma concepção errada sobre o relacionamento entre pai e filho. Ele acreditava que iria agradar o seu pai através do seu trabalho. Na cabeça dele, o trabalho era o mais importante, era aquilo que o pai esperava dele.  O nosso trabalho no reino de Deus deve ser resultado de uma vida de busca e intimidade com Ele, desta forma iremos fazer a Sua obra movidos por amor e não por obrigação.   Como foi ministrado na palavra de domingo, conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor, como a alva, pois ele virá como a chuva…. Existem alguns filhos de Deus que esquecem de que o mais importante é a comunhão íntima com o Pai. Estes filhos de Deus normalmente ficam muito chateados quando vêem o Pai abençoar pessoas que aparentemente não mereciam, mas que foram tocadas por Deus. Quando o Pai celeste abençoa os novos convertidos ou quando os pastores e líderes lhes dão um pouco mais de atenção, alguns ficam com ciúmes e outros mais maduros ficam alegres e felizes. Qual o motivo? Temos novos filhos e novos discípulos que um dia também crescerão e frutificarão, agora eles fazem parte da família cristã.   2.      Ele pensava que um filho só agrada o pai quando cumpri regras e leis. “…nunca transgredi um mandamento teu…”   O irmão do filho pródigo esforçava-se para agradar o pai com o seu trabalho e também com o cumprimento de regras e leis. Quando o seu pai abençoou o seu irmão que foi rebelde, ele fez questão de ressaltar as suas próprias boas obras: “há tantos anos te sirvo e nunca transgredi um mandamento teu”. Ele não compreendia como o seu pai poderia abençoar aquele que saiu de casa e gastou mal todo o dinheiro da sua herança simplesmente por que voltou arrependido. Na mente dele, o pai não estava sendo justo. Ele acreditava que o amor do pai só poderia ser dado àqueles que não falhavam. Se fosse assim estaríamos perdidos, pois falhamos e Deus sempre nos perdoa e nos aceita investindo sempre em nossa mudança e crescimento.   Na verdade, ele não compreendia o que é ser pai. Estava acima de sua compreensão que o amor de um pai ou de uma mãe pelo filho ultrapassa questões de erros, falhas trabalhos e leis. Deus quer nos ver servindo, trabalhando, frutificando, nos esforçando, sendo fiel, renunciando, etc., mas tudo isso deve ser resultado de uma vida de comunhão e amor. Fazer apenas por obrigação nos leva a reclamar e cobrar, precisamos ser movidos por amor.   Embora o filho mais moço tivesse colhido as conseguências dos seus atos, embora ele só tenha aprendido com o sofrimento, agora depois de mostrar arrependimento e humildade, ele experimentava literalmente do amor incondicional do Pai.   3.      Ele disse, eu mereço um prêmio, uma festa e não recebi.  …contudo nunca me deste um cabrito…   Depois de ressaltar as suas próprias boas obras, o irmão do filho pródigo tocou no ponto que o incomodava: “nunca me deste um cabrito”. Ele baseou o relacionamento com o seu pai numa concepção errada: Ele apenas trabalhava para o pai, mas não sabia quem ele era, ele não tinha entendido que tudo já era dele e ele só precisava usufruir, pois ele andava com o Pai, lhe servia com esforço, mas não o conhecia, não tinha uma visão correta do seu pai. Este era o problema do irmão do filho pródigo: ele não tinha revelação do amor do Pai, ele desenvolvia um relacionamento “mecânico” com o seu pai e seu irmão.   Existe muita gente servindo a Deus sem conhecê-lo verdadeiramente,

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Verdades eternas que mudam as nossas vidas – Parte II

  Lucas 15:11-32; Jeremias 6:16,17   Estamos continuando de onde paramos na semana passada e vamos rever alguns pontos antes de continuarmos. Aprendemos que nossas decisões definem futuro. Quem aplica o que aprendeu demonstra que o terreno do coração é fértil, que a semente foi aceita e germinou. Esta pessoa demonstrou que o tratamento de Deus teve sucesso, por isso o deserto foi encurtado, a dor  acrescentou valor e que a herança está garantida. Por isso é fundamental ouvirmos e praticarmos a Palavra de Deus.   Vimos que as nossas decisões determinam as nossas circunstâncias. Nossa vida não muda a menos que entendamos que criamos as nossas circunstâncias. Somos responsáveis pelas consequências de nossas ações. Essas verdades são princípios Bíblicos que uma vez vividas trazem sucesso.   Vimos que Existem muitos tipos de relacionamentos perigosos e as pessoas mais perigosas são aquelas que nos levam a perder o temor e amor a Deus. Precisamos valorizar a nossa salvação, o amor de Deus na nossa vida, a nossa família, os nossos pais e filhos, a nossa vida espiritual, a nossa igreja e célula onde estamos integrados e também o nosso discípulo e líder.   O ensino traz o conhecimento e isso não tem preço, pois o conhecimento nos leva a viver uma vida equilibrada e saudável em todos os aspectos. Você nunca mudará o que você é até perceber quem poderia ser. O conhecimento em Deus e Sua palavra vai te levar para níveis mais altos de revelação, e, sua verdadeira identidade será fixada em teu coração.   Veja sobre o princípio da Identidade, ou você tem segundo o que Deus estabeleceu e é mais que vencedor, ou você é aquilo que o diabo falou e você acreditou. Não tem escolha, todos temos identidade, aquele que não tem, não existe. Neste caso são pessoas que não mudam geografias ou que não fazem diferença na terra, não são conhecidas no reino espiritual. Preste atenção nisto! O que você vê determina o que você sente. O que você sente determina o que você faz, e, o que você faz determina o que você é. Comece a ver o que Deus planejou que você fosse, e você terá fé para entrar na realidade de Deus pra você. Neste texto que lemos acima, o jovem pródigo estava ali sentado junto aos porcos pensando que ele poderia estar numa posição melhor se ele pelo menos pudesse ser um empregado de seu pai. Ali ele começou a ver o que ele poderia ser. Ele não viu tudo claramente porque a sua mente comercial lhe permitia ver apenas uma parte do que ele poderia ser. Mas aquela pequena luz foi suficiente para levá-lo a sair da sua posição de miséria e avançar para o seu verdadeiro destino. Você ficará dando voltas intermináveis na sua vida a não ser que você perceba aquilo que pode vir a ser em Deus. Mude o seu foco e cresça, progrida, frutifique, multiplique e governe.   Veja estes princípios:   1.     Você será lembrado pelos problemas que você resolveu ou pelos problemas que você criou. Nós decidimos como queremos ser lembrados no futuro. Aqueles que resolvem problemas deixarão saudade, mas aqueles que são problema vão sem fazer falta alguma. Misericórdia! O jovem tornou-se célebre pelos problemas que ele causou ao seu pai. Além do prejuízo financeiro e das noites em claro, podemos imaginar a angústia e a saudade daquele homem preocupado com o filho. Você decide como quer ser lembrado ou mesmo se quer ser lembrado. Se desejar ser lembrado mude a sua postura. Em vez de ser um problema, torne-se um resolvedor de problemas, torne um apascentador. Faça parte da solução e não do problema.   2.      Deus nunca vai consultar o seu passado se você se arrepender e mudar de postura, é na suas decisões que Deus vai determinar o seu futuro.  O pai não determinou o futuro do jovem com base nas suas decisões passadas, nem com base nos seus erros e orgias com os amigos, nem por ter perdido o dinheiro da família, pois aquele jovem já estava vivendo as conseguências e aquele presente era futuro do passado, mas o pai agora determinou com base em sua nova postura e decisão e o futuro daquele jovem estava mudando. Não fique preso ao seu passado como se o projeto de Deus para a sua vida estivesse condicionado a ele. Se arrependa e jogue fora a culpa e creia no completo perdão do Pai. Imagine se o filho pródigo rejeitasse a festa dizendo-se imerecedor. Aquilo feriria o coração do pai muito mais. Muitos pródigos têm rejeitado a festa do pai porque não conseguem esquecer o passado, não mudam para estabelecer um novo futuro.   O amor do pai é absolutamente constrangedor. Alguns certamente se sentiriam mais confortáveis em casa se o pai lhe desse uma tremenda surra no regresso, mas não, quando nos arrependemos Deus nos recebe e revela o seu amor. As conseguências vão sendo amenizadas e um novo destino é estabelecido e o futuro de êxito é garantido. Deus é bom demais!   3.   O principal ponto de entrada de Satanás em sua vida é sempre através de alguém próximo à você. É interessante que o ponto de ataque de Satanás foi justamente o irmão do filho pródigo. O inimigo sempre vai tentar nos atingir a partir de alguém próximo a nós. Esteja atento aos seus pais e irmãos naturais, amigos e colegas, pois o diabo tentará atingi-lo principalmente através deles. Não é isso que aprendemos no pós Encontro? Não fique decepcionado se eles não entenderem sua experiência com Deus e até passarem a persegui-lo ou a rejeitá-lo por causa disso.   4.     Vá aonde você é celebrado em vez de ir onde é tolerado. O jovem fez a escolha certa: ele foi para a casa do pai onde sua presença foi celebrada e não em outro lugar onde sua presença seria apenas tolerada. O nosso lugar é onde somos celebrados. Vá para a igreja onde você é aceito

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Verdades eternas que mudam as nossas vidas – Parte I

  Lucas 15:11-32 Todos nós, a semelhança deste jovem, somos ou já fomos filhos pródigos, assim as lições da vida dele se aplicam às nossas vidas também. Princípios para uma vida pródiga estão relacionados com a graça de Deus, com a nova oportunidade, com a restituição e dependência de Deus. Temos aprendido que nossas decisões definem futuro. Se você não aplicar o que tem aprendido, demonstrará que o terreno do seu coração não absolveu a semente por ser terra árida, sem tratamento, sem ter aceitado o processo. Vejamos alguns princípios que definem uma vida restituída no êxito, estes ensinamentos aprendi há muitos anos e mudou a minha vida!   1.    As suas decisões determinam as suas circunstâncias. Sua vida não muda a menos que você entenda que você cria as suas circunstâncias. Você pode culpar as pessoas, pode culpar a Deus ou o inimigo, mas o fato é que as suas decisões criam as suas circunstâncias. Aquilo que você pensa refletirá em suas palavras  e suas palavras darão combustível para as suas decisões, por isso é necessário renovar a nossa mente com a Palavra de Deus.   Veja o personagem deste texto de hoje, ele se tornou o filho pródigo. Depois de pedir à parte que lhe cabia na herança ele se sentiu independente, auto-suficiente e por isso saiu de casa e junto com os amigos caiu na farra e torrou todo o dinheiro que possuía. A situação foi ficando cada dia pior até que ele chegou ao fundo do poço. Ele passou a comer com os porcos. Comer com porcos era o fim a linha para um judeu, pois pela lei o porco é imundo. Vamos agora imaginar aquele jovem ali imundo comendo a lavagem dos porcos. Um político passando por ali diria que a sua condição era culpa do governo. A situação fora causada pela falta de educação apropriada e pelo desemprego crescente. Um jornalista diria que a culpa é dos juros altos, da crise financeira que afetou quase todo mundo e das catástrofes que tem varrido a terra, pois Aquele jovem não teria perdido toda sua fortuna de forma tão rápida. Um psicólogo diria que a culpa certamente é do pai que o traumatizou. O pai foi irresponsável ao dar ao filho a herança mesmo sabendo que o filho ainda não tinha condições de lidar com tanto dinheiro. O fatalista diria que a culpa é da sorte e do destino. Uns nasceram para ser pobres e nada pode ser feito a respeito disso.   Mas no final alguém dirá que foi o diabo o culpado, outros teriam a ousadia de dizer que Deus é o culpado, pois se Ele é amor, como pode ele permitir alguém comer com porcos? Diriam eles.  Mas quantos ousariam dizer que o jovem mesmo foi o responsável? No entanto esta é a verdade. As decisões dele determinaram as suas circunstâncias.   Você é responsável pelas consequências de suas ações. Você fez as escolhas, você tem poder de decisão, você tem livre arbítrio, você decide a sua vida, sendo assim, então deve arcar também com as consequências. Não adianta culpar a quem quer que seja, pois nossas palavras e ações são resultado de nossas escolhas e estas são sementes.   2.      Aquele que não está disposto a ajudar, inevitavelmente vai atrapalhar. Precisamos ter cuidado com pessoas que não nos acrescentam coisas boas, pois estas normalmente semeiam criticas, derrotas e enterram os nossos sonhos, pois são coveiros, estes acabam por nos levar a perder coisas. Sempre se pergunte: “em que esta pessoa está contribuindo para melhorar a minha vida em Deus?” Se elas não fazem o melhor, vão acabar fazendo o pior. Você precisa focar em seu líder, em seu discipulador que normalmente ora por você e tenta sempre te ajudar a crescer e frutificar.   Existem muitos tipos de relacionamentos perigosos. As pessoas mais perigosas são aquelas que nos levam a perder o temor a Deus. Perto delas o pecado parece perder a gravidade. A sua vida depende das pessoas que você permite ao seu redor. As pessoas ao seu redor vão determinar as experiências que você terá em Deus. As pessoas ao seu redor vão alimentar força ou fraqueza em você. O texto dá a entender que o jovem gastou o seu dinheiro com amigos. Os relacionamentos nunca são neutros em sua vida. Cuidado!   3.     A intolerância com o seu presente criam e definem o seu futuro.   O filho pródigo não teria voltado para casa se não tivesse ido comer com os porcos. Deus coordena a dor e a crise para mostrar o que somos, mas é necessário que não nos conformemos com a dor. Não podemos nos acostumar com o que é ruim. Quando dissermos basta à situação, ela começará a mudar. O jovem não se conformou em viver como porco. Mesmo sabendo que era responsável por aquela situação, ele preferiu confiar no amor do pai e voltar para casa.   Se ele tivesse se acomodado nunca teria voltado para casa. Porque você acha que tem pessoas que não mudam, não crescem e não saem do lugar? Estão conformadas, sentadas a beira do caminho esperando a vida passar e, enquanto esperam, põem a culpa nos outros, tem alguns que põem a culpa em Deus, outros culpam o diabo e ainda outros dizem que o culpado é o pastor, ou o líder que não discipulou direito, que fez acepção.   4.     Não existe mudança sem dor.   Toda mudança vem acompanhada por crises, perdas e pressões. No discipulado dos doze aqui na IACC, falamos sobre maus hábitos que precisam ser mudados na nossa vida. Não podemos ter a ilusão de que cresceremos sem dor ou sem fazer sacrifícios e renuncias. Aqueles que estão buscando apenas o conforto e o prazer terão dificuldades em avançar.   Naturalmente não buscamos a dor, não, nós a repreendemos, mas não temos a ilusão, pois sabemos que alguns só mudarão se provar dela. Se o filho pródigo tivesse investido o seu dinheiro e prosperado, ele

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Deus nunca nos abandonou

  Êxodo 13: 17 a 22   Aprendemos que a libertação do povo de Deus que aconteceu na Páscoa lá no Egito é uma figura da nossa libertação que experimentamos hoje.  Deus com mão forte tirou o Seu povo do Egito, da opressão, do cativeiro imposto por Faraó (figura de satanás), Assim fez conosco que cremos no Messias Jesus Cristo, é por isso que celebramos as festas fixas. São três festas no ano: Páscoa, libertação e cura, Pentecoste, colheita e Tabernáculos, provisão, cobertura, proteção.   As festas bíblicas são atos proféticos que chamam a existência àquilo que simbolizam. Se Páscoa significa libertação então estamos debaixo de um mover de libertação, pois Jesus é o nosso Cordeiro Pascal, o nosso libertador. Todos devem estar atentos aos fatos que estão acontecendo ao nosso redor. Existem muitos testemunhos sobre mudanças em todas as áreas na vida dos discípulos, por isso como estudamos na semana passada, precisamos intensificar as orações em busca de um povo que se tornarão discípulos curados, fieis, prosperos e firme no Senhor.   Porém, passada a nossa libertação do Egito (mundo, sistema maligno), agora que conhecemos ao Senhor Jesus como nosso Senhor e Salvador, agora que temos uma nova vida, o que temos adiante de nós? Temos a caminhada para a terra prometida, a visão de conquista e posse da liberdade e prosperidade definitiva, não estamos mais cativos, fomos libertos.   Uma caminhada ou a conquista de algo representa um desafio, que por sua vez pode significar incerteza e receio, mas o que Deus quer nos dizer hoje é: que ele irá conosco para nos guiar, proteger e assegurar nosso sucesso. (líder: declarar isso de forma enfática e tomar posse).   O que vemos neste texto é que Deus se apresenta ao povo para guiá-lo pelo deserto, tentando livrá-los de tudo o que pudesse atrapalhar sua jornada até Canaã, Terra Prometida. No vers. 17 vemos o Senhor desviando a rota do povo de Israel da terra dos Filisteus (povo inimigo que hoje são os Palestinos) FILISTEUS = FILISTINA = PALESTINA.   Em todos os nossos desafios Deus nos livra das ciladas dos nossos inimigos espirituais. Aqueles que andam com o Senhor, estão sempre protegidos, pois Ele é o sol e escudo (salmo 84:11), Ele é a nossa defesa e socorro presente no meio da tribulação. No vers. 18 temos por revelação outra estratégia adequada a qualquer jornada de conquista: andar em unidade e sobre liderança e sabemos que isso deve começar em casa, na família.   O vs. 18 diz que arregimentados subiram os filhos de Israel. Arregimentados significa avançar unidos, segundo princípios e normas bem estabelecidos (como um exército) e debaixo da direção de um general (no caso Moisés que por sua vez se submetia inteiramente a Deus).   Andar sozinho nesta jornada, nesta vida e no deserto leva a morte, é por isso que o nosso inimigo espiritual sempre tentará nos isolar, pois ele sabe que isolados somos mais fracos e vulneráveis. Satanás sempre tenta colocar desunião na família, separando pais e filhos, irmãos e irmãs, truncando a comunicação, ferindo relacionamentos, pois ele sabe que há um princípio espiritual que diz: uma casa dividida ou um reino dividido não pode subsistir.   Nosso inimigo sabe que unidos somos fortes e invencíveis, porém nós também sabemos disso e por isso, vamos caminhar arregimentados e unidos na família, nas células, na igreja, sob a liderança das autoridades espirituais que Deus nos concedeu para nos orientar e sob a direção soberana do Espírito Santo, que é o nosso guia na terra. Obs. (líder: falar rapidamente sobre o Espírito Santo como aquele que nos ensina, guia e fortalece nas batalhas).   Também outro cuidado que inspira a Moisés no vers. 19: Eles tiraram do Egito os ossos do patriarca José, pai daquele povo. O Egito representa trevas, o tempo em que vivíamos no pecado e o que Deus quer de nós é que as coisas que nos são preciosas sejam tiradas do Egito. (isto representa santificação e uma libertação integral).   Nada que nos seja precioso deve ficar no mundo (Egito); nem nossa família, nem nossos amigos, nem nossa memória (não devemos ter saudades do Egito, pois este representa maldição e nós fomos salvos por Jesus para vivermos sob a benção).   Não basta sairmos do Egito, o Egito tem que sair de dentro de nós. A vida sem Deus e o pecado só nos trouxe decepções e ruína, se rompemos com o Egito, vencemos o deserto e entramos na terra prometida (nosso sonho e direitos em Cristo Jesus). O povo de Israel partiu de um lugar chamado Sucote (que significa cobertura) vers. 20, isto mostra que Deus deu àquele povo em cada etapa da jornada, sua cobertura e provisão.   Assim é o nosso Deus, Ele nos assiste mesmo quando estamos no deserto. Se você está vivendo momentos difíceis, saiba que Deus não se afastou de você, mas em cada dificuldade Ele lhe mostrará seu socorro, provisão e refrigério. (Sucote vem de Sucat que é uma cabana para se esconder do sol escaldante do deserto). Essa é a terceira festa, Sucote: Tabernáculos, será em setembro, onde ungiremos alguns discípulos com chamado pastoral.   Outra lembrança importante no vers. 21, o Senhor no curso desta vida, nos guia de dia e de noite para que não andemos sem direção ou em círculos. Se formos sensíveis à presença e à voz de Deus não seremos confundidos, nem teremos tantas perdas, pois Deus através de Sua palavra (a Bíblia) e do Espírito Santo, nos dará a direção correta acerca das atitudes a tomar e do caminho a seguir.   Note que Deus os guiava em todo o tempo, pois eles deviam caminhar de dia e de noite (vers. 21), isto prova que Deus tinha pressa em tirá-los do deserto. O mesmo, Deus quer fazer conosco hoje, por isso devemos nos apressar em fazer o que Deus nos manda, sermos diligentes em fazermos Sua vontade, pois Ele tem pressa de nos abençoar.   O caminho para a benção é a obediência, quando

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O Poder da Perseverança na Oração

Textos Bíblicos: Daniel 10:12-13; Lucas 18:1-8; João 16:33   Nas ultimas três semanas estivemos estudando sobre a Páscoa, foi um tempo de cura, libertação e salvação. Quem veio no culto e festa da Páscoa e semeou suas sementes, entrou na cura e libertação financeira. Quem participou e recebeu os decretos e palavras proféticas, entrou neste novo tempo de libertação e salvação espiritual, familiar e física. Aleluias!   Neste ultimo fim de semana tivemos na igreja a cruzada de milagres, muitas vidas se converteram a Cristo, muitas pessoas e entre elas muitas foram curadas e muitos outros entraram em um novo tempo de prosperidade, pois semearam no altar para que o reino de Deus cresça, para que vidas sejam abençoadas, para que o evangelho de Cristo fosse divulgado. Se você participou e semeou dando nome a sua semente e o fez com alegria e fé, prepare-se para viver um novo tempo especial de prosperidade extravagante e, para ver também sua família salva, filhos legítimos sendo gerados e para ter muitos discípulos fieis, leais e frutíferos. É um novo tempo especial de Deus na sua vida e família! Amem!!!   O Assunto hoje é oração, pois saímos da cruzada e entramos desde o dia primeiro de maio no relógio que cada líder/discípulo ficou responsável por um dia. Falando nisso, qual é o seu dia? Aprendemos que a melhor oração vem de uma poderosa necessidade interior ou busca por algo da parte de Deus. Os passivos, acomodados e conformados não pagam o preço da oração. Precisamos orar a Deus e para isto devemos fazê-lo com um propósito, termos metas claras e devemos fazê-lo em nome do Senhor Jesus. A oração efetiva é a chave para o sucesso em cada área da vida; é o segredo da vitória no trabalho de Deus e na vida pessoal. A oração verdadeira é a mais poderosa arma contra os poderes das trevas; é também a chave que abre os tesouros do céu para aqueles que crêem e buscam e também prende o inimigo para que não nos subjugue em nada.   Precisamos nos lançar nos braços de Deus com confiança e de forma perseverante. A persistência diante de Deus não deve ser motivada pela tentativa de convencê-lo a nos atender, como se tivéssemos recorrendo ao juiz iníquo da parábola da viúva. Devemos ter a motivação de manter acesa a chama da fé que nos leva a clamar, bater e insistir até que tudo se consuma. Veja que Jesus termina a parábola dizendo assim: “…Digo-vos que depressa lhes fará justiça. Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra?” (Lucas 18:8). Portanto, a perseverança está relacionada à atitude de não desistir dos propósitos por incredulidade, desânimo ou dúvida. A isso a Bíblia chama de fé e veja, na nossa cruzada a chave para os milagres estava na fé que através da Palavra em alguns foi ativada e desenvolvida.   O Senhor está ouvindo nossa oração Em Apocalipse 5:8 mostra o Apóstolo João quando foi arrebatado até ao céu e recebeu a revelação do fim, ele viu que nossas orações são levadas pelos anjos até Deus e isto nos motiva a orar com mais intensidade. Amados, ninguém ora para o vento, nenhuma oração feita em fé, em concordância, específica e na motivação certa fica sem resposta. Todas as orações feitas assim passam pelo trono de Deus e Ele as responde.   Será que Deus perdeu o seu poder? Deus não responde mais as orações? Deus mudou sua forma de agir? É evidente que NÃO! Fomos nós que mudamos. Não oramos tanto, não clamamos mais com perseverança todos os dias sistematicamente. A oração para alguns se tornou algo fora da moda espiritual, outras coisa tem tomado este precioso tempo de oração. Não haverá o fogo do avivamento que alcança multidões para Cristo e não haverá visões celestiais com revelações, livramentos, etc., sem a oração ardente e perseverante.    Só estamos aqui hoje salvos e ouvindo a Palavra porque alguém orou a Deus para que isso acontecesse. Muitas pessoas e entre elas os Apóstolos e também os pastores oraram para que o Senhor levantasse igrejas em células, para tocar de uma forma mais profunda na vida das pessoas fazendo delas discípulos curados e libertos. Portanto eis nos aqui, esta célula é resultado de oração, você é resposta de oração e esta oração começou lá no calvário.   Se quisermos que Deus faça algo maior do que temos visto temos que continuar orando sem cessar, precisamos manter as chamas acesas diante de Deus, não podemos deixar o relógio de oração parar e não podemos deixar que a fé diminua dentro de nós. Vamos desenvolver um estilo de vida onde a oração seja prioridade. O relógio não pode ser interrompido, honre o seu horário e dia, vamos fazer o fogo de Deus cair e fazer da oração um estilo de vida, pois devemos começar na vida pessoal, familiar e ministerial.   Quando estamos orando os anjos de Deus estão guerreando ao nosso favor, foi assim com Daniel que orava e jejuava por três semanas inteiras, foi no vigésimo primeiro dia que o anjo veio até ele com a resposta e revelações. Durante os 21 dias que Daniel orava houve batalha espiritual ao seu favor, mas os anjos venceram porque Daniel não parou de orar. “Mas o príncipe (demônio) do reino da Pérsia me fez parar 21 dias, e eis que Miguel (um dos primeiros príncipes e anjo de Deus, veio me ajudar.” (Dn. 10:12,13). Isso é poderoso! Há uma batalha acontecendo no reino espiritual exatamente agora por nossa causa, quando oramos na igreja ou aqui na célula, nas reuniões, nas nossas casas e eventos invocando o nome de Jesus Cristo, estes seres celestiais criados por Deus dotados de força, vem em nossa defesa por que essa é uma de suas missões aqui na terra, guerrear e trabalhar a favor de todos os filhos Deus. Veja o que diz Hebreus 1:14. “não são todos os anjos espíritos ministradores enviados para servir

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As Bênçãos da Páscoa – Final

  Lucas 22:14-20; Isaías 42:22; Miquéias 7:7   Na Páscoa celebramos em fé nossa conquista sobre os inimigos de nossa vida espiritual, de nossa alma, do nosso físico, da nossa família, ministério e finanças. Creia nisto, em nome do Senhor Jesus. Neste texto de Lucas Jesus institui na Páscoa a Ceia do Senhor, mostrando que Ele é o Cordeiro que seria imolado e todos deveriam alimentar-se dEle e anunciar a Sua morte e ressurreição até a o dia da Sua volta.   Em I Coríntios 5:7 ao 11 o Apóstolo Paulo nos adverte a jogar fora tudo que é contaminado, embora estejamos neste mundo, não podemos permitir que as contaminações façam parte da nossa vida, muito menos termos comunhão com pessoas que se dizem cristãs, mas vivem como se não fossem. Ele mandou tirar o velho fermento para que a nossa massa seja nova, limpa, pois Jesus é o nosso Cordeiro Pascal. Porque Deus nos orienta a um estilo de vida sem fermento, sem contaminação? Para que as bênçãos do calvário nos alcancem. Para que desfrutemos das bênçãos da Páscoa, pois esta está relacionada com o sacrifício vicário de Cristo Jesus nosso Senhor e Salvador.   Ø Vejamos as bênçãos relacionadas com a Páscoa que você como Cristão tem direito:   1.     Destruição do espírito de ruína e pobreza – Êxodo 12:31-36   Naquela noite, o povo de Deus saiu com muitas riquezas nas mãos. Os egípcios entregaram a eles seus bens. O Senhor Deus moveu o coração dos Egípcios e o Seu povo saiu enriquecido, restituídos pela escravidão. A pobreza é um espírito e ele vai ter que sair da sua vida e a prosperidade se estabelecerá, pois hoje Deus te restitui em o nome do Senhor Jesus!   2.     Aumento da sua herança   Deus preservou os filhos, os primogênitos dos hebreus, até os animais foram protegidos. Por causa da bênção dEle sobre o Seu povo, houve proteção.  Hoje, por que cremos no Cordeiro de Deus, Jesus; Ele, O Todo Poderoso preservará nossos filhos e tudo o que nos pertence. Por causa da nossa fé nEle, o Sangue de Cristo nos cobre e os Seus anjos trabalham em favor dos nossos lares. Este secularismo maligno não contaminará a nossa herança filial dada por Deus. Devemos crer nesta promessa e saber que na Páscoa temos a promessa de que nossos filhos e descendentes serão preservados do anjo da morte por causa do sangue de Cristo sobre nossos lares. Aleluia!   3.     Cura Divina – Obs. Amanhã, dia 29 às 20:00 hs começa a cruzada de milagres. Participe!   Há uma determinação de Deus para a cura, não somente na festa, mas em todo tempo na vida daqueles que tem a Jesus Cristo com o Cordeiro Pascal. Naquela noite no Egito, nenhuma pessoa saiu doente, todos foram curados e libertos. Hoje na Páscoa é estabelecido de forma permanente a cura divina, pois agora não é mais um cordeiro que a cada ano era imolado, mas o próprio Cristo se tornou este cordeiro que de uma vez por todas morreu e ressuscitou não havendo mais necessidade de na páscoa repetir o sacrifício. Os benefícios da morte de Jesus têm validade em todo tempo. A promessa é de cura, libertação e vida longa – (Isaías 53:4; I Pedro 2:24).   O rei Ezequias (II Reis 20:1-6) por ter se lembrado do memorial da Páscoa, teve sua vida poupada em 15 anos, porque lembrou a Deus que o havia honrado restabelecendo a Páscoa no meio do povo. Por conta de seu ato de honra, temor e obediência a Deus, o Senhor o honrou prolongando sua vida. Há na Palavra de Deus promessa de cura, libertação e grandes bênçãos a serem derramada sobre todos nós. Não podemos ficar de fora de todas as bênçãos que Deus projetou para nós, o Seu povo. Vamos a cada ano celebrar as festas fixas estabelecidas por Deus, sabendo que elas apontam para o Cristo morto e ressurreto que voltará para buscar o seu povo e que o significado e bênçãos estabelecidas nestas festas já estão derramadas sobre nós. A instrução dada por Deus é que três vezes no ano venhamos diante do Senhor para celebrar as festas (Deut 16:16). Todavia, não de mãos vazias. Nosso comparecimento às Festas Bíblicas sempre apontará para a necessidade de trazermos uma oferta que seja apresentada a Deus. Ao apresentarmos nossas ofertas, estamos plantando uma semente em nosso futuro e permitindo que Deus redima nossa vida financeira. “Onde está o teu tesouro, aí também está o teu coração”. (Mateus 6:21) Temos que observar e comparecer nos cultos de celebração e, também nestas datas especiais marcadas por Ele mesmo e assim como nos cultos, trazermos ofertas de gratidão para que assim Ele abençoe as obras das nossas mãos e nos faça prósperos na terra que Ele nos tem dado por herança e, a Páscoa é a primeira e mais interessante delas. Há um lugar em que guardamos nossos tesouros. Jesus disse que o nosso coração esconde os nossos tesouros. Quando você vem na presença de Deus e diz: ‘Senhor, aqui está minha oferta, em minhas mãos’, na realidade você está também entregando o seu coração a Deus que tudo vê e o recompensa. Desta forma, Deus delibera dos recursos divinos toda sorte de recursos para que você seja suprido, abastecido e abençoado por Ele. Quando você está integrado na igreja frutificando e a cada ano comparece às Festas Bíblicas, além de honrar a Deus, você também traz seu coração diante do seu altar, seus recursos serão acrescentados, pois um, dentre os vários e grandes segredos por trás de cada festa, é que esta aponta para redenção, tanto espiritual, quanto financeira, para que vivamos na terra que mana leite e mel, cheia das mais ricas provisões divinas.   Foi o Senhor mesmo Quem estabeleceu tais estatutos e jamais serão mudados. Nosso papel é seguir as instruções e recebermos toda sorte de bênçãos que já estão designadas para nós. Jesus morreu e ressuscitou! Por causa dessa verdade

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As Bençãos da Páscoa – Parte 2

  Mateus 26:17-20; I Coríntios 5:7, 8   Como vimos na ministração passada, a Páscoa é o ato salvífico de Cristo morrendo na Cruz para nos resgatar, proclamar nossa vitória e profetizar nossa entrada no céu. Ao celebrarmos a Páscoa, celebramos a garantia da vida eterna. Deus ordenou aos Israelitas dizendo que a Páscoa era uma ordenança para ser cumprida para sempre. ‘Para sempre’ quer dizer ‘Para sempre’.   Vejamos a Mudança histórica que introduziu festas pagas na igreja   O Imperador romano Constantino, em 325 (d.C), era um antijudeu e anticristão, Ele entrou no meio cristão e usando a sua autoridade intitulou-se como líder da igreja cristã e usado pelo maligno introduziu preceitos de Roma dentro da igreja trocando as verdades de Deus estabelecidas, mexendo nas estações, épocas, datas e celebrações que foram determinadas como estatutos pelo Eterno.   Ele proibiu os Mestres, Pastores e Líderes que ensinassem os reais preceitos bíblicos e profundas verdades contidas nas raízes do povo de Deus formado a partir de Abraão. Constantino mascarou mentiras com cara de verdade e forçou os cristãos e judeus a seguirem seu modelo. Muitos judeus e cristãos foram perseguidos e mortos por não acatarem as leis imperiais que iam de encontro às verdades divinas.   Constantino queria ser o “deus do mundo”, e ensinou o povo a tomar votos de pobreza, porque somente dele deveriam depender para seus sustentos e manutenção. Proibiu o assunto de prosperidade na Igreja para que as pessoas não entrassem nas benesses de Deus e perecessem pela falta de conhecimento bíblico sobre finanças sob a perspectiva de Deus. Ele destruiu muito do ensino bíblico de fundamentação judaica e seus seguidores. Além disso, odiava as festas bíblicas e as eliminou sutilmente do calendário, substituindo por outras observando apenas aquilo que lhe interessava.   Visando eliminar as festas bíblicas, ele mesmo institui novas festas no calendário cristão cristianizando várias celebrações pagãs com o intuito de desviar a atenção do povo de Deus e humanidade para o que era puro e sagrado, livre de contaminações. Ele tentou tirar Jesus Cristo do centro, mas não vai conseguir na sua vida, pois você hoje é cristão e ainda celebrou a Páscoa no domingo lembrando-se de Cristo, e celebrará as outras durante o ano, se não celebrou, vai celebrar, pois Deus tem promessas de crescimento e prosperidade pra você. Amem?   As Bênçãos específicas referentes à Páscoa: Observe os detalhes abençoadores que esta época singular significa e de que forma estabelece a bênção sobre nós. Um anjo de Deus é enviado a favor do seu povo. Você faz parte do povo de Deus? Então tem anjos do Deus eterno cuidando de você! Nesta estação, há sempre guerra no mundo espiritual para desistirmos, perdermos as conquistas e não termos êxito e nem libertações de prisões em nossa alma, emoções ou vida financeira. Todavia, Deus disponibiliza anjos à nossa disposição para trabalhar em nosso favor para que seja garantida os livramentos bem como a entrega das bênçãos. Como vimos em Êxodo 12, lá no Egito o anjo da morte não tocou no povo de Deus. Havia proteção do Senhor Deus para eles, por causa do sangue. Esta época traz sempre consigo sinais de livramento através de anjos que operam a favor daqueles que são de Deus para abençoá-los.   1.     Na Páscoa, Jesus foi visitado e consolado por um anjo no momento de aflição.  Jesus disse em sua oração: “… Pai se queres , aparte de mim este cálice, contudo não se faca a minha vontade, e sim a tua. Então lhe apareceu um anjo do céu que o confortava. E estando em agonia, orava mais intensamente.” (Lucas 22:44 / Mateus 26: 30)   2.     A soltura de Pedro da prisão – Durante a primeira perseguição da Igreja, Pedro foi preso durante a Páscoa e Deus enviou a ele o Seu anjo. Pedro havia instruído a Igreja o que fazer, ele ia morrer, mas Deus lhe deu o livramento adequado.    Em Atos 12:2-11 diz: “Vendo ser isto agradável aos judeus prosseguiu prendendo também a Pedro. E eram os dias dos Paes asmos (Páscoa). Naquela mesma noite, Pedro dormia entre dois soldados, acorrentado com duas cadeias… Eis que porem sobreveio um anjo do Senhor, e uma luz iluminou a prisão… Então saindo o seguia e não sabia que era real o que fazia por meio do anjo… E logo adiante o anjo se apartou dele…”   3.     O Apóstolo Paulo indo para Roma – Durante uma tempestade em alto mar com risco de morte, Paulo declara em Atos 27:22-24que um anjo o visitou naquela noite, ele disse: “…nesta noite um anjo de Deus a quem eu sirvo esteve comigo dizendo: Paulo, não temas, nenhum mal vai acontecer”. Pra você que está aqui hoje na célula eu te pergunto;que livramento você está precisando para hoje? Há um anjo de Deus que se moverá a seu favor por estes dias. Os anjos de Deus trabalham em favor daqueles que vão herdar a glória! (Hb 1:13,14).   4.     Deus faz os seus inimigos serem inimigos dEle. Os egípcios eram inimigos de Deus e sofreram grande punição da parte de Deus nas 10 pragas, lá os deuses que eram demônios disfarçados receberam o juízo de Deus. (Sabemos que as pessoas não são nossos inimigos, e sim os demônios e os problemas, etc., mas hoje Deus vai intervir nos seus inimigos que são os conflitos familiares, as drogas, divórcios, crises financeiras, doenças…). Os nossos inimigos se tornam inimigos de Deus e quem poderá resistir à mão dEle? Ele nos trará livramentos! Nesta Páscoa e sempre, celebremos em fé nossa conquista sobre os inimigos de nossa vida espiritual, de nossa alma, do nosso físico, da nossa família, ministério e finanças. Há uma bênção de Deus para isto e ela nos pertence para esta estação. Creia nisto, em nome do Senhor Jesus. Na semana que vem veremos mais sobre as bênçãos da Páscoa, pois estas são muitas e alcança todas as áreas da nossa vida. A páscoa aponta

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As Bênçãos Da Páscoa – Parte 1

  (Êxodo 12:1-14) A Páscoa é o ato salvífico de Cristo morrendo na Cruz para nos resgatar, proclamar nossa vitória e profetizar nossa entrada no céu. Ao celebrarmos a Páscoa, celebramos a garantia da vida eterna. Jesus morreu e ressuscitou! Por causa dessa verdade somos milhares e milhares que trazem o aumento do Reino. Sua morte trouxe-nos vida e nossas vidas são o resultado dessa profecia, dessa chamada que nos fez cidadãos do céu. Uma vida que salvou e resgatou muitas vidas. A Páscoa está centrada na pessoa de Jesus Cristo e representa mensagens exclusivas. Vejamos:   1.      Livramento de morte A Páscoa é a bênção de Deus para nos livrar da morte. Ainda que morramos fisicamente, quem nasceu de novo em Cristo tem a vida eterna. Temos a vida eterna porque fomos libertos da morte, comprados pelo sangue do Cordeiro!   2.      Libertação da escravidão Na Páscoa foi revelado o sacrifício do cordeiro (Jesus) para nos livrar da escravidão do pecado. A Bíblia diz, em João 1:29, que Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Nós somos livres em Cristo Jesus!   3.      Arrancar as pragas da vida No dia da Páscoa realizada no Egito, o povo hebreu testificou juntamente a todos os egípcios que o Deus de Israel é o Senhor Todo Poderoso. O povo do Egito foi ferido com pragas por causa da desobediência, mas o povo de Deus não foi atingido. O Cordeiro Pascal encerra todas as maldições. Ele se tornou maldição em nosso lugar para que fôssemos libertos e abençoados nEle.   4.      Herdar a terra Assim como o povo de Deus saiu do Egito, depois da Páscoa, para herdar a terra que o Senhor prometeu, nós temos também em Cristo a nossa herança.   5.      Rendição completa Os profetas apontaram para o Calvário, lugar em que o Cordeiro seria imolado à tardinha, mas também no terceiro dia ressuscitaria com poder e grande glória. É um cenário que se forma, no qual homem com homem se confrontam de forma horizontal, redimidos, lavados e remidos pelo sangue do Cordeiro, então começam a olhar de forma vertical para seu Criador.   Já mencionamos aqui aquilo que todos já sabem sobre o marco e resultado da Páscoa. São fatos importantíssimos e não menos relevantes. Todavia, queremos mergulhar nos curiosos fatos que estão por trás da Páscoa que são desconhecidos pela maioria do povo de Deus, e, portanto, ficam desprovidos de receberem as bênçãos divinas plenas por desconhecer a verdade completa relevantes por trás de cada fato bíblico. Os ciclos de Deus e o Seu mover sobre a Terra nunca foram obra do acaso. Mas, em cada época e estação, Deus fez e faz coisas tremendas que trazem grandes impactos, mudanças e libertação sobre a vida do Seu povo. Veja o ciclo da Páscoa ao longo da historia bíblica (mesmas datas e épocas do ano) e como Deus Se moveu de forma extraordinária nesta mesma estação e tempo divino. Alguns fatos ocorreram antes mesmo do Êxodo, todavia, no calendário de Deus, esta estação é carta marcada sempre para abençoar todos aqueles que crêem, pois é tido por Deus como algo determinado nos anais celestiais.   Enquanto nós cristãos no mundo inteiro celebramos a Páscoa como um único sinal de libertação do povo de Deus do Egito (mundo dominado pelo maligno) e também da morte e a ressurreição de Cristo, há outras grandiosas bênçãos e razões para o povo de Deus celebrar esta estação por conta dos grandes livramentos e novos começos que Deus sempre trouxe e vai continuar trazendo ao Seu povo por ocasião desta estação pascoal milagrosa. Na páscoa é tempo de novos começos, por isso é importante celebrar. Ela é a primeira das três festas fixadas por Deus para alegria do Seu povo. Em Deuteronômio 16:16,17 diz:  “Três vezes no ano, todo varão entre ti aparecerá perante o Senhor teu Deus, no lugar que escolher na Festa dos Pães Asmos (Páscoa) na Festa das Semanas (Pentecostes) e na Festa dos Tabernáculos, porém, não aparecerá de mãos vazias perante o Senhor. Cada um oferecerá na proporção em que possa dar, segundo a benção que o Senhor, seu Deus lhe houver concedido”. Temos que nos posicionar em obediência e em honra às solicitações e princípios de Deus para que possamos receber a bênção. Todavia, há especificações a serem seguidas em tais celebrações e uma é bastante clara: Não se deve vir diante do Senhor de mãos vazias. Coloque o seu coração nas mãos do Senhor e venha para a páscoa no culto de domingo preparado para dar ao Senhor o seu melhor no louvor e na adoração e, se prepare para receber do melhor de Deus. Faça também a sua oferta junto com a sua família, pois o seu território e geografia serão limpas de toda opressão e você viverá um novo tempo de libertação, cura e prosperidade. O fato de estar celebrando, é um sinal de que o sangue de Cristo estará sobre a sua casa. Entendendo a Páscoa A aliança de sangue que Deus fez com o homem começa na Páscoa. É uma das estações e épocas mais santas, de grandes milagres e livramentos, como mostra a história, que nós como crentes celebramos o poder de Deus e Sua libertação sobre o seu povo e em nossas vidas. Tudo tem a ver com o sangue de Cristo. Talvez você diga: O que a Páscoa tem a ver comigo se eu sou um cristão e isto começou com os judeus? Vamos colocar um fundamento aqui: Dos judeus, recebemos a Bíblia; Foi lá que Jesus nasceu, cresceu, morreu e ressuscitou. É lá que Cristo vai voltar e reinar o reino milenar. Recebemos e cremos junto com os profetas, rei Davi, Isaías, Daniel, Maria Mãe de Jesus, os doze apóstolos, e o maior escritor que inspirado pelo Espírito Santo, escreveu grande parte do Novo Testamento, Apóstolo Paulo (judeu por excelência); tudo o que cremos na Bíblia se deu na vida comum de judeus que criam

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Exalando o perfume de Amor

  Lucas 7: 36-47   Nas ultimas três semanas falamos sobre paixão, sobre a expressão ardente do primeiro amor. Vimos que a paixão espiritual genuína é aquela que é mais que emoção, pois a paixão baseada na emoção humana é passageira e frágil, mas a genuína é sedimentada em Cristo e têm suas raízes no amor incondicional que foi demonstrada por Ele na cruz do calvário, amor este que através da Palavra e comunhão com o Senhor, se torna um encargo do nosso coração.   Aprendemos que Deus quer que sejamos ardentes na nossa missão de portadores de boas novas de salvação, Ele quer que sejamos fervorosos na demonstração do amor que Foi revelado na cruz do calvário. Nosso amor pelo Senhor, pelo próximo, pela célula deve ser quente, deve estar fervendo! Nossa participação nos cultos, célula, discipulado e nas orações deve ser fervorosa.   No texto base de hoje Jesus foi convidado por um fariseu chamado Simão para ir à sua casa. Ao ouvir que o Messias estava na casa do fariseu, aquela mulher que era considerada pecadora, provavelmente uma prostituta que tinha sido tocada pelo amor de Cristo e agora estava agradecida e desejosa de mudança. Ela foi apressadamente ao seu encontro em resposta a este amor. Este fato acabou resultando numa bela passagem bíblica.   Ela chega a Jesus com um vaso de alabastro com um precioso perfume. A Bíblia diz que ela passou a lavar os pés do Filho de Deus com suas próprias lágrimas, ao mesmo tempo ela beijava os seus pés e os ungia com o ungüento (perfume) que carregava.   Observe que uma das características que mais marcavam aquela mulher era o da coragem. Ela entrou na casa de um fariseu que nunca a convidaria, ela era considerada uma pecadora e os fariseus (cujo nome significa separados) não admitiam conviver com pessoas consideradas por ele como menores por não obedecerem aos padrões da sua religião.   Mas o verdadeiro amor lança fora todo o medo e dá ousadia e coragem, pois o amor daquela mulher se revela tremendamente verdadeiro. Esse amor se revela sem palavras, se revela com lágrimas, não é o amor de palavras vazias, não é o amor fingido, Não! É o amor que brota de um coração arrependido, contrito, cheio de fé e humildade e que vê em Jesus o Cristo o único que pode perdoar suas falhas que por muito tempo a mantiveram afastada de Deus, o Pai celeste.   Jesus disse que pelos frutos se conhece a árvore, a atitude daquela mulher demonstra o seu arrependimento e gratidão! Ela entrega a Jesus uma oferta preciosa, um vaso de alabastro contendo algo precioso, mais que isso, ela dá a sua própria vida sem medo da reação e rejeição dos religiosos, dos homens apegados a tradição. Ela derrama lágrimas que brotam de um sentimento verdadeiro, de uma emoção genuína, não manipulada, e se entrega àquele que não a condenou, mas que a amou com um amor puro, santo e incondicional. Ele não se importou pelo fato dela ser uma prostituta e nem impôs condições, só a amou e ofereceu perdão e uma nova chance para viver uma nova vida.   Mas o religioso coloca os seus dogmas e suas tradições acima de tudo isso: Simão o fariseu fica indignado com aquela cena e passa a duvidar de Jesus (Verso 39). Ele não reconhecia, ele estava cego pela venda da falsa religiosidade, pois Aquele que estava em sua casa era o Deus encarnado, que desceu do Céu para salvar não os que professam apenas uma religião, mas os que com coração contrito, se arrependem dos seus pecados e se entregam sem restrições a Ele para servi-lo – (Lucas 19:10).   Jesus passa então a contar uma parábola ao fariseu que também é amado por Ele e que também precisava de salvação, mas não reconhecia – (Lucas 7: 41-43).   Se agirmos como Aquele fariseu e nos acharmos como menos pecadores, como mais inocentes e santos, seremos muito menos gratos ao Senhor por tudo que Ele fez e faz por nós. Receber perdão, ter uma nova chance, experimentar a salvação e a oportunidade de viver uma nova vida aqui na terra e no céu, significava muito para aquela mulher que naquela época e cultura, estava condenada e sem novas oportunidades, mas sim, desprezada e rejeitada por todos por ser uma prostituta.     Aquele que realmente se olha como não merecedor e reconhece a necessidade do perdão de Deus se torna uma pessoa muito grata e fervorosa na fé, encontrando desta forma a graça aos olhos do Senhor.   Muitas vezes o nosso orgulho, o nosso medo, as nossas preocupações, as ambições, o receio de perder os amigos e de que a família se revolte contra nós nos impedem de se entregar verdadeiramente a Cristo. No verso 48 e 49 deste mesmo capítulo Jesus a perdoa e estabelece sobre ela a Sua paz e salvação, pois Ele veio para perdoar e salvar, não importa se você acha que os seus pecados são muito grandes e até imperdoáveis, Ele através do nosso arrependimento nos perdoa dando-nos a salvação, a vida eterna.   Se você reconhece que é pecador por ter feito muitas coisas erradas, ou se você se acha bom e justo, não importa o que você acha, todos nascemos pecadores, todos cometemos pecados e precisamos nos arrepender. Ainda que os nossos atos pareçam bons, mesmo que sejamos honestos e caridosos, a Bíblia diz que nascemos em pecado e devemos nos apresentar diante de Deus com fé e arrependimento, para encontrarmos a graça do perdão e do amor de Cristo na nossa vida, afinal Ele pagou o preço do nosso pecado na cruz do calvário   O exemplo daquela mulher ainda exala hoje o perfume do amor, da entrega e da graça. Vamos exalar deste amor pelo Senhor e pelo próximo, vamos ampliar o primeiro amor lançando o combustível da palavra, da oração, da comunhão, do relacionamento, do discipulado, da busca e da

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