Esboço da Célula

Procurando e preservando as dracmas

Lucas 15: 8-10   Este foi o tema que o Espírito Santo revelou no último culto dos jovens e foi tão bom, que se tornou um projeto de resgate de vidas, onde muitos jovens aderiram fazendo uma aliança de orarem jejuando por 21 dias, colocando uma pulseira como sinal de compromisso e propósito. Esta parábola contada por Jesus Cristo nosso Senhor e salvador, revela em primeiro lugar, as Perdas que acontecem nesta vida e a atitude necessária para resgata-las. A atitude de Cristo em vir na terra foi para encontrar e resgatar algo precioso de Deus que se havia perdido, a coroa da Sua Criação, eu, você, nós.   A Bíblia diz em João 10:10 que o diabo vem para roubar, matar e destruir. Isso pode ser resumido numa palavra que se chama “perda”. Perda de pessoas queridas, perdas de coisas materiais, perda da essência da vida como a paz, a fé, a esperança e o amor.  A tônica de muitas parábolas que Jesus contou revela perdas e sua recuperação. Entre elas temos a parábola das 100 ovelhas onde uma se perdeu e depois foi encontrada, temos também a parábola do filho pródigo que se perdeu e foi resgatado, assim como esta da dracma que foi perdida e depois recuperada.   A Bíblia nos ensina que a consequência do pecado na vida do homem foi a perda da comunhão com Deus, Ele teve que se afastar de nós e isso foi uma perda para nós e para Deus. Deus nos ama com amor eterno, por outro lado nós precisamos de Deus na nossa vida, sem Ele não há salvação e estar afastado e distante dEle é perda para nós, e como Ele nos ama, é também perda para Ele. Tanto que Ele se dispôs a enviar Jesus para morrer numa cruz para nos salvar nos resgatando e trazendo de volta a Sua presença.   Jesus Cristo veio para reatar com aqueles que haviam se perdido. As parábolas que Jesus ministrou, na verdade estavam apontando para Deus que insistentemente procurava o homem perdido. Esse mesmo sentimento deve ser o nosso, uma vez que fomos encontrados e nos tornamos a igreja de Cristo na terra, como representantes de Cristo, devemos seguir o que Ele ensinou, começando por nós mesmos e na caminhada rumo ao crescimento, amadurecimento e aperfeiçoamento, como parceiros do Senhor, encontrarmos àquilo que se perdeu. Isso fala de nós, como também as vidas que foram resgatadas por Jesus através da sua morte na cruz e ressurreição dentre os mortos e estão perdidas.   Devemos buscar as coisas importantes que se perdeu. Esta mulher tinha dez dracmas. Ou seja, ela tinha dez coisas importantes em sua vida. E infelizmente ela perdeu uma. Talvez você perdeu mais que uma. Eu listei 10 coisas que eu acho importantes que devemos preservar e se perdermos alguma delas, devemos procurar insistentemente até achar de volta. Hoje falaremos apenas sobre cinco delas e continuaremos na ministração seguinte. Vejamos:   1-      A Fé em Deus e sua Palavra. Em Hebreus 11:6 diz que sem fé é impossível agradar a Deus, pois a fé nos aproxima dEle e nos projeta para o sobrenatural, para o extraordinário, para as coisas impossíveis, para a vitória. A fé é a chave que abre os céus com os seus tesouros escondidos, a fé move o braço de Deus em nosso favor, a fé traz a existência daquilo que não existe com se já existisse, a fé diz que você acredita que Deus é verdadeiro. Se você perder a fé você perdeu tudo, inclusive a sua salvação. Nunca perca a sua fé!   2-     A Esperança. É a fé que projeta a esperança de um amanhã seguro, de um futuro feliz, de um amanhecer iluminado, de um novo ciclo onde acontece um recomeço, de uma eternidade garantida, etc. A esperança fala do futuro, do amanhã, ela é irmã gêmea da fé. A Esperança nos faz imaginar o futuro, ela nos faz ver os nossos sonhos realizados.     3-     O amor. Sem o amor a vida fica sem sentido, sem cor, sem tempero, sem expectativa e sem emoção. Tudo seria pesado, não haveria prazer em servir, em fazer sacrifícios, em trabalhar para o Senhor, em estar em Sua casa para adorar, em discipular cuidando de vidas e muito menos renunciar, se aplicando para a vida a dois se concretizar, se completar, ou estar aqui na célula fazendo amigos mais chegados que irmãos, ou em abrir mão de algo para o bem de alguém. O ódio antecipa e encurta a vida, mas o amor elastece, alonga e dá prazer na vida. A fonte genuína do amor é Deus, Ele é o Autor da vida, Ele é amor. I João 4:8   4-     Fidelidade. Sem isso não teríamos segurança em servir a Deus, não teríamos como provar nossa fé e dedicação. Se eu perder a minha fidelidade, Deus não poderá contar comigo para participar da grande colheita e conquista que está por vir, sem ela Deus não poderá contar e confiar em mim. Se eu perder a fidelidade, o devorador terá acesso na minha vida e não haverá colheita e nem a abundância do eterno na minha vida, não conseguirei ter um futuro seguro.   5-     Lealdade. Sem lealdade não serei um filho, discípulo, servo ou profissional dedicado e eficaz. A lealdade nos faz ser um com o nosso Deus, com o nosso cônjuge, com o nosso líder, com os nossos discípulos, com os companheiros de luta, com os irmãos de equipe e com o reino de Deus. Sem a lealdade estarei expondo meu líder, suas costas estará desprotegida, meus companheiros de equipe estarão vulneráveis, o inimigo achará uma brecha por onde entrar e roubar paralisando a conquista. Fidelidade aponta para Deus e lealdade aponta para os nossos relacionamentos na terra e no reino de Deus. Seja leal com quem você anda!   A parábola da dracma perdida mostra a diligência de uma mulher que ao perder algo precioso foi à sua procura, sem

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Geração Calebe

Números 13:1-3 17-30  Fazemos parte da Geração Calebe, geração que entra em Canaã. Mas, que é entrar em Canaã? Entrar em Canaã é ter a consciência de que, para alcançarmos tal conquista, devemos arrancar de nossas vidas todos os gigantes.   Todos nós, filhos de Deus, ansiamos o dia tão extraordinário em que tomaremos posse da terra prometida. Porém, faz-se necessário estarmos atentos para que o dia chegue e percebamos, pois, para muitos, ele pode passar despercebido, pela falta de atenção. E, mais, precisamos ter consciência do real significado de entrar na terra prometida!   Quem era Calebe? Calebe, cujo nome significa homem de faro, foi um homem de coração temente e voltado a Deus, é o que diz Números 13:30. Ele sentia de longe as artimanhas do inimigo, porque possuía um coração contrito ao Deus da promessa. Ele tinha a percepção aguçada, era um homem de espírito diferente.   Todas as pessoas que têm comunhão com Deus possuem um espírito diferente, são capazes de conquistar a Terra, de passar pelos problemas sem que os problemas as vençam, porque mais forte é o que está nelas do que o que está no mundo.   Calebe era filho de Jefoné e chefe de uma das famílias de Judá, de onde procedeu Jesus. Assim como ele, hoje somos uma família em Cristo Jesus. Não vivemos só, estamos juntos para conquistar a terra prometida. Calebe foi um dos 12 espias enviados por Moisés à terra de Canaã, para examiná-la (Números 13:5, 17-25). Era um homem de espírito esperançoso e vitorioso. Era um homem de espírito e alma livres, queria vencer todas as barreiras e batalhas a qualquer custo.   Ele e Josué foram os únicos a voltar com as boas notícias acerca da terra que iriam habitar. Moisés não entrou na terra, mas Calebe e Josué sim, porque deram um relatório fiel, encorajador diante dos homens. Eles disseram que bastava aos israelitas obedecerem às ordens de Deus para darem continuidade à conquista.   Em Números 14:24, Deus deu a Calebe uma promessa de que receberia todo pedaço de terra que conquistasse, só porque deu um relatório encorajador ao povo, em contraste aos relatórios negativos dos outros 10 espias. Em Gênesis 23:2, vemos que Hebrom era chamada de Quiriate-Arba. Arba foi o maior homem entre os anaquins, que eram os gigantes que estavam na terra de Canaã e, nessa terra, Sara foi sepultada.   Calebe e Josué perseveraram na fé, que era maior do que o temor, do que os gigantes que habitavam Canaã. Ele viu o quão difícil era entrar na terra, mas que iria conquistar através da perseverança e de um relatório fiel. Com a idade de 85 anos, reivindicou essa promessa. Apesar da idade, ele ainda tinha a força de um jovem (Números 14:6-15; 15:4). Um homem não deixa de ser guerreiro quando envelhece, mas quando perde seus sonhos, a sua visão. Não é por ser idoso que alguém não vai conquistar as batalhas, nem vencer a guerra.   Se você deixar seus sonhos morrerem, jamais será um vencedor. Seja como Calebe, ousado e determinado. Idade não é empecilho. O Salmo 22:12-14 diz que o justo florescerá como a palmeira, e ainda na velhice dará o seu fruto.   Por esse testemunho, ele e toda a sua descendência tiveram Hebrom por possessão. Por isso, na nossa palavra, tudo tem que ser bem ponderado. Por causa de relatórios desencorajadores, de palavras negativas, perdemos muitas bênçãos que estão nas regiões celestiais. Mas, vamos aprender com Calebe como entrar na terra de Canaã:  1. Possuía fé e visão: Em Números 14:7-9, vemos como ele era ousado. Ele proferiu para o povo que, se eles não fossem rebeldes contra o Senhor e não temessem, iriam destruir os gigantes como se come pão, iriam rasgar os inimigos nos dentes.    2. Andava em obediência: Calebe andava em obediência, por isso atraiu a glória de Deus para si. Se você quer atrair essa glória, ande também em obediência.    3. Não era só idealista: Ele era sonhador, mas realista. Quem é só idealista fica apenas pensando em conquistar, no que fará, fica colocando obstáculos, fica em dúvida, tem a mente passiva e nem sabe o que Deus quer para sua vida. Os realistas sonham e conquistam.    4. Perseverou até o fim: Quando temos obstinação por um sonho, não recuamos diante de nenhuma situação adversa. Pelo contrário, avançamos para vencer os desafios, ainda que sejam como gigantes encontrados na terra que Deus já nos deu. Não podemos ter relatórios incrédulos. Deus disse que daria a autoridade sobre as nações para quem perseverasse até o fim.    5. Ouvia a voz do líder: Calebe ouvia a voz do líder que tinha intimidade com Deus (Números 14:24). Quando obedecemos a voz do líder que caminha com Deus, conquistamos o fruto da terra. É o que tem acontecido conosco na Visão Celular do Modelo dos 12, em que resgatamos princípios de Deus que estavam esquecidos.    6. Josué e Calebe tinham unidade: Josué e Calebe eram UM. Os outros 10 espias, apesar de estarem com os dois, de terem saído no mesmo momento e investigado a mesma terra, eram incrédulos. Calebe os confrontou, dizendo que Deus iria lhes entregar Canaã, mas os 10 insistiram que era impossível.    O que é um gigante? Os gigantes são deformidades na nossa alma. Quantas deformidades temos dentro de nós que ainda não foram vencidas? Já conhecemos algumas e sabemos que estas foram vencidas, mas o inimigo quer roubar a bênção de sermos tratados e curados na alma de forma integral. Muitos, já adultos, ainda têm atitudes de adolescentes, de crianças, outros se sentem rejeitados. Mas, não há deformidade que Deus não possa consertar. Não fique preso ao passado, lembrando dos relatórios daquele tempo. Muitos não conseguem desfrutar da libertação no presente, ainda estão com a mente e emoções acostumadas às prisões do passado.   Hoje, estamos vivendo um momento em que a Visão Celular trouxe para nós a excelência de Deus. Por

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Somos devedores e não credores

Romanos 13:8  Nosso tema no culto do Fruto Fiel foi a importância da unidade, mas a unidade tem um dilema. Embora o Senhor Jesus tenha nos ensinado em Mateus 18: 23 ao 35 que somos devedores, temos a tendência de sermos Credores, e esse é um  dilema da unidade, pois temos algo inerente em nós que nos leva sempre na rota da cobrança, somos bons em cobrar mudanças e santidade na vida de outros, mas temos dificuldades de mudar nossos hábitos errados, temos facilidade de acusar e dificuldade em perdoar.  A unidade tem preço e ela se chama renuncia. É tomar a cruz de Jesus, é um morrer diário para uma vida nova segundo Cristo.   Um importante princípio sobre o corpo de Cristo, no qual agora estamos, pode ser interpretado nesta pequena frase: Quem não se integra, não entende e nem aceita! Um dos mais fortes problemas dentro da igreja são as pessoas que não se integram e consequentemente ficam fora da unidade e da vida que flui no corpo. Tais pessoas normalmente são aquelas que estão frequentemente cobrando de outras: cobram amor, cobram ajuda, cobram assistência, cobram compreensão, cobram edificação, cobram mudanças…   Quem não se integra acumula motivos para críticas e murmurações. Toda cobrança descomprometida traz consigo o poder destruidor da acusação. Acusação é a essência da identidade de satanás. Quem se integra já está solucionando. Está batizado na verdadeira motivação de amar, desenvolvendo a atitude de devedor.   O coração de um devedor é comunicado através de alguém que se integra. O que é se integrar? É participar com identificação. Integrar-se é servir. É deixar de ser um expectador alheio e se converter e se unir à visão. Este, na verdade, é o grande problema dos que não se integram: não são servos. Precisamos chegar a essa consciência de que somos devedores. O Apóstolo Paulo compreendeu esta verdade e disse: sou devedor! (Romanos 1: 14)   O texto que lemos acima complementa esta revelação é "A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros: porque quem ama aos outros cumpriu a lei do amor – Rom 13:8 por mais que você amar, Deus te amou muito mais, por mais que você perdoar, Ele te perdoou muito mais, por mais que você seja fiel, Ele foi muito mais fiel a você, por mais que você renunciar, Ele foi além morrendo na Cruz, Ele serviu, foi servo como ninguém… O Senhor nos supera em tudo.   Sempre teremos uma dívida impagável: o amor, o perdão, o serviço, etc. Falando de amor, este é a essência de todos os mandamentos, jamais podemos deixar de pagar esta dívida, por mais que amarmos a Deus e as vidas, ainda ficaremos devendo. Esta revelação corrige as nossas motivações e aplaina os nossos caminhos. Somos devedores! Esta é a única dívida que uma vez reconhecida, irá gerar créditos neste mundo e no vindouro.  Aleluias!   Dessa forma, jamais devemos cobrar amor, mas sempre pagar amor! Cobrar amor nos leva a uma série de tormentos e cadeias. Cobrar amor é o contrário da lei do amor. Nossa vida espiritual, emocional e psicológica fica embotada e adoecida pela carência e autopiedade. Desenvolvemos um senso crítico destrutível e permitimos amargura no coração que nos impede de receber a graça de Deus. Por isso temos tão pouca unidade no corpo de Cristo: muita gente está cobrando sem dar amor. Pessoas que deveriam estar juntas cumprindo o propósito de Deus quebram relacionamentos, e ficam amarguradas. Tropeçaram na lei do amor, não assumiram a postura de serem devedores.   Casamentos são literalmente despedaçados por cobranças constantes. As grandes reclamações são: ele (a) não demonstra amor, então não me ama, não me considera, me sinto carente, não consigo esquecer o que ele (a) fez, não consigo confiar. Estão tropeçando na lei do amor. Não assumiram uma atitude de serem devedores. Quem cobra não perdoa e aos poucos se isola dentro de si mesmo e das pessoas que estão ao seu redor.   Cobranças constantes, exigências capciosas, críticas irresponsáveis, previsões doentias, caprichos egoístas, e outras atitudes desse gênero, para nada servem, senão para desgastar relacionamentos e sustentar insegurança e instabilidade. Pessoas com dificuldade em perdoar, esquecem que são devedoras e agem como credoras e a conseguência é a perda dos bons relacionamentos. Veja a história do credor sem compaixão: Mt 18:23-35. Os que se sentem vítimas e não conseguem receber cura de Deus para suas feridas, se vêem como credores. Por isso continuam mergulhados em justiça própria amargando na vida.   Sou devedor é a expressão maior para quem quer relacionar-se em unidade com todos os seguimentos da vida, principalmente com o corpo de Cristo, para quem quer viver na luz, para quem ama a comunhão e desfruta de saúde espiritual. Esta é a genuína postura moral que nos sintoniza com o coração de Deus. Esta é a posição de uma pessoa íntegra, que não está ferida, não está doente nem deformada espiritualmente e emocionadamente.   Esta é a expressão de quem desistiu do egoísmo, para de fato, cumprir a lei do amor e viver para a glória de Deus. É também a expressão de alguém que aceitou o desafio de negar a si mesmo, tomar diariamente a sua cruz e seguir a Jesus, tornando-se um discípulo genuíno. "Entender que Sou devedor do amor, do perdão, do serviço" traduz a essência de uma pessoa realmente integrada no corpo de Cristo prosperando e andando em unidade.   Este é o grande dilema da reconciliação e da unidade. A postura que tomarmos fará uma diferença fatal em nossas vidas. Quando não assumimos a posição de devedores acabamos inevitavelmente assumindo a posição de credores. Este é o princípio da desgraça. Se semearmos como credores vamos colher atormentadores.Muitos estão sofrendo enfermidades, males emocionais e perturbações. O pior de tudo isso, é saber que quem vive assim poderá passar a eternidade longe de Deus, pois não assumiu a nova vida segundo Cristo.   Precisamos nos arrepender desta

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Livre de verdade pela verdade

Êxodo 3:10 a 12 Acabamos de celebrar a Páscoa e aprendemos que seu significado é libertação. Assim como Moisés libertou Israel do jugo de faraó, Jesus veio para libertar o homem do jugo do maligno juntamente com o  pecado. Desde o momento em que uma pessoa recebe Jesus como seu Senhor, ela tem seu espírito liberto da condenação do pecado e da morte espiritual, pois ela recebe em si mesma a vida de Jesus (nasceu de novo e foi salva).   Ter a vida de Jesus é o primeiro estágio dentro de um processo gradativo de libertação. Quando entregamos a nossa vida ao Senhor Jesus recebemos imediatamente a salvação, porém o processo de libertação é gradativo. Por isso encontramos muitos cristãos que tem vida no espírito, mas ainda estão cativos em alguma área das suas vidas.   A liberdade plena depende de dois fatores fundamentais. Primeiro: Sermos de Cristo. Segundo: Vivermos pelos princípios de Deus descritos em Sua palavra. Um depende do outro, ter Cristo e guardar os princípios eternos nos garante uma vida e vida em abundância.   Para cada área onde há necessidade de libertação, há um princípio de Deus a ser aplicado. No evangelho de João 8:32 diz: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.” Conhecer aqui representa mais do que tomar conhecimento. Conhecer é ter a revelação desta verdade e “experimentá-la” através de praticar os princípios descritos na Palavra de Deus.   Aqui estão alguns exemplos de princípios que se vividos geram libertação! ·        Ex1: O princípio do arrependimento leva a libertação espiritual neutralizando a ação do maligno. ·        Ex2: O princípio do perdão leva a libertação da alma, gerando paz, cura emocional e física. ·        Ex3: O princípio da oração e jejum leva a libertação de opressões malignas e obras da carne. ·        Ex4: O princípio dos dízimos, ofertas e primícias leva a libertação financeira e prosperidade. ·        Ex5: O princípio da obediência leva ao fim a rebeldia e a conquista de novos territórios. ·        Ex6: O princípio da lealdade e da honra liberta da soberba e livra da queda levando para novos níveis, abrindo novas portas e ampliando àquelas já conquistadas.   Se os princípios não forem conhecidos, não poderão ser aplicados e se não forem aplicados não haverá libertação. Em Oséias 4:6 diz: “O meu povo sofre porque lhe falta o conhecimento”. (Deus repreende aos sacerdotes que não ensinam o povo). Daí o nosso dever de, como sacerdotes e líderes, ensinarmos sempre! Porém só haverá autoridade e unção para ensinar aquilo que praticamos.   Deus, porém hoje quer nos falar de um nível mais profundo de libertação do jugo de um deus oculto que está à frente da mais nociva “religião” deste tempo:   O deus ego, o deus do egoísmo.   Nosso maior desafio hoje na igreja de Cristo é levar o povo a deixar seu estilo de vida egocêntrico para servir a Cristo. A vida individualista é oposta a essência do evangelho que é o amor, a entrega e o serviço. Muitos cristãos já têm experimentado a libertação de Deus na área emocional, física (curas), material, mas ainda estão cativos de sua própria vontade.   Isto impede que Deus os use, pois sermos usados por Deus representa renunciar a própria vontade para dar lugar à vontade de Deus. Jesus tomou a decisão de renunciar a sua própria vontade para que a vontade de Deus Pai acontecesse (Cruz).   Esta é a essência do ser discípulo. Deixar seu próprio caminho para seguir o caminho de seu mestre. O vs. 12 nos dá uma poderosa revelação: o sinal de que o povo estaria de fato livre do Egito seria SERVIR a Deus em Horebe. Só os que decidem servir é que estão de fato livres, alguns estão na igreja, mas seu coração ainda está no Egito (mundo).   Há cinco chaves fundamentais para que as pessoas sejam libertas do ego e se dediquem a Servir:   1.      Conhecimento (ensino).  2.      Relacionamento. Estar em uma equipe, em uma célula.  3.      Direcionamento e orientação. Ter um líder, ser de uma equipe doze. Fazer parte de uma geração (ter liderança/influência).]]  4.      Oração e jejum (ex: propósito de oração contínuo que está tendo na igreja).  5.      Estar sob a direção de um líder livre. O líder livre não é o líder sem problemas, e sim que pratica os princípios da palavra, sem negociar com pecado, com mentira, com murmuração! (um escravo não liberta outro escravo, um cego não pode guiar outro cego).   Deus Nos chamou para andarmos na luz e assim guiarmos muitos aos pés de Cristo, ao único intermediário entre a terra e o Céu, ao único Salvador e Senhor.   Fonte: Aps Fábio e claudia Abbud. Obs. Foram feitos pequenos acrescimos e algumas mudanças de acordo com a nossa realidade – IACC.   Compartilhar: O que está Palavra Falou hoje ao seu coração e como está sendo para você ser desta célula? Dê um testemunho sobre a sua participação neste último Encontro, como foi pra você?   Para o Líder praticar após a Ministração: Orar renunciando ao falso deus ego que gera dificuldade de seguir um líder, de abrir mão da sua agenda, de renunciar ao individualismo para conviver e trabalhar em equipe. Obs.: levar os novos a Cristo!   Amamos vocês e o nosso alvo é o de Cristo! Ver você liberto e pleno em todas as áreas da sua Vida! Apóstolos Eliezer e Zenita

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Páscoa, Linguagem De Amor Do Pai

Êxodo 12:1-14  A festa da Pascoa em Israel dura sete dias, então ainda estamos celebrando. A Páscoa Bíblica é o ato salvífico de Cristo morrendo na Cruz para nos resgatar, proclamar nossa vitória e profetizar nossa entrada no Céu. Ao celebrarmos a Páscoa, celebramos a alegria da certeza da vida eterna. Jesus morreu e ressuscitou! Por causa dessa verdade, somos milhares e milhares que trazem o aumento do Reino de Deus. Sua morte trouxe-nos vida, e nossas vidas são o resultado dessa profecia, dessa chamada que nos fez cidadãos do Céu. A Páscoa está centrada na pessoa de Jesus Cristo e representa mensagens exclusivas:   1. Livramento de morte. A Páscoa é a bênção de Deus para nos livrar da morte. Ainda que morramos fisicamente, quem nasceu de novo em Cristo tem a vida eterna, não morre mais. A Bíblia diz que Jesus morreu, ressuscitou e está vivo. NEle, nós também teremos a mesma vida quando partirmos deste mundo passageiro. Temos a vida eterna porque fomos libertos da morte, comprados pelo sangue do Cordeiro!   2. Libertação da escravidão. A Páscoa se manifestou para nos livrar da escravidão do pecado. Assim como os filhos de Israel estavam presos no Egito e o Senhor os livrou, assim Deus enviou Seu Cordeiro Pascal, Jesus, para nos livrar do pecado. A Bíblia diz, em João 1:29, que Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Também no livro de João 8:36, está escrito que quando somos libertos pelo Filho do Homem, então, verdadeiramente, somos livres. Nós somos livres em Cristo Jesus!   3. Arrancar as pragas da vida. No dia da Páscoa realizada no Egito, o povo hebreu testificou juntamente a todos os egípcios que o Deus de Israel é o Senhor Todo Poderoso. O povo do Egito foi ferido com pragas por causa da desobediência, mas o povo de Deus não foi atingido. A Páscoa é a chance de Deus para arrancar as pragas do povo, pois o Cordeiro Pascal encerra todas as maldições. Ele se tornou maldição em nosso lugar para que fôssemos libertos de todas as pragas.   4. Herdar a terra. Assim como o povo de Deus saiu do Egito, depois da Páscoa, para herdar a terra que o Senhor prometeu, nós temos em Cristo a nossa herança. Romanos 8:17 nos diz que somos herdeiros de Deus e co-herdeiros em Cristo Jesus. Essa é a herança da glória. Deus, por misericórdia e graça, dá-nos a chance de conquistarmos novos território a medida em que caminhamos, pois somos povo de Deus, geração eleita para vencer sempre. Você é mais que vencedor (a).   5. Rendição completa. Desde Gênesis, no capítulo 3, quando o homem foi coberto com pele de carneiro por causa do pecado, Deus já estava apontando para o Calvário. Ele fez a promessa de que um dia veríamos o Cordeiro manifestado como Gente, que morreria, ressurgiria, iria para a Glória, mas voltaria para buscar Sua Igreja.   Há uma mistura entre esse Deus que veio à Terra em forma de homem, e Seu Corpo na Terra, a Igreja. O Céu tem uma representação legal do homem: Jesus Cristo, o nosso Intercessor que está à direita de Deus (Hebreus 7:25), e a Terra também tem seu representante legal do Céu: a Igreja movida pelo Espírito Santo, os filhos de Deus lavados e redimidos pelo sangue do Cordeiro. Podemos observar, então, que quando Deus quer mudar o curso das coisas na Terra, Ele convoca a Sua representação legal, a Igreja, a geração eleita. Somos canais de Deus para que Ele possa nos usar como quer e trazer Sua glória sobre as nações, anunciando que o Cordeiro Pascal está vivo.   Quem compreende a visão do Cordeiro Pascal e se encontra com Ele não pode continuar o mesmo. Ele é a nossa Esperança e a nossa Vida. Deuteronômio 30 diz que devemos andar nos estatutos do Senhor, porque Ele é a nossa vida. João 1 diz que Ele é a Vida, e, quando ressuscita Lázaro, diz: “Eu sou a ressurreição e a vida, aquele que crê em mim ainda que esteja morto, viverá.”   6. Garantia de Pureza. No Egito, o povo hebreu marcou as portas das casas com sangue. Aqueles que estão ligados com o Cordeiro Pascal em casa têm a legalidade para fluir o Reino de Deus, para ver a glória de Deus na sua própria casa. O Senhor disse que, quando o anjo da morte passasse e visse a marca do sangue, passaria por cima e não mataria o primogênito. Hoje a sua casa, em Cristo, tem não apenas a porta ungida, mas toda ela recebe a cobertura do Cordeiro de Deus.   A Bíblia diz que nós fomos purificados pelo sangue. O sangue de Jesus não é brincadeira para nos lavar num dia e deixar-nos sujos no outro. “O sangue de Jesus nos purifica de todo o pecado.” (I João 1:7). O sangue é a garantia de pureza que temos. Há poder no sangue de Jesus! Quem tem Jesus como Rei em sua casa tem toda sua casa debaixo desta garantia.   7. Cumprimento Profético. Jesus morreu e ressuscitou, mas tudo já tinha sido anunciado por meio de profecias. Deus mesmo denunciou-Se, comprometeu-Se. Quando prometemos alguma coisa, devemos cumprir, porque selamos um compromisso. Quando não prometemos, não podemos ser cobrados, mas se prometemos, ficamos aliançados. Em Gênesis 3:15, Deus prometeu que nasceria Aquele que pisaria a cabeça da serpente e a esmagaria.   Os profetas diziam: Ele chegará! E hoje a Igreja se levanta para dizer: Ele voltará! A Páscoa aponta para Aquele que morreu, ressuscitou e voltará. O nosso Jesus não está mais morto, apesar de Roma ainda proclamar o Cristo pendurado no madeiro, um “Senhor” morto. A Páscoa que celebramos nos garante o cumprimento da volta do Senhor. (João 14:1-3)   8. Singularidade. As coisas do Reino de Deus são simples. Não precisamos inventar passos para sermos batizados no Espírito Santo ou para aceitar Jesus. A Bíblia diz que precisamos apenas confessar com

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A verdadeira Pascoa

Êxodo 12:1 a 14  Nesta semana muitos cristãos de todo o mundo estão se preparando para celebrar mais uma festa da Páscoa. Em Levítico, capítulo 23, o Senhor fala a Moisés sobre as festas solenes, as santas convocações, e no versículo 5 Ele fala da Festa da Páscoa.   A Páscoa sobre a qual vamos aprender hoje não é aquela que os supermercados, as lojas e a televisão estão anunciando. Não é uma Páscoa de coelho, nem de ovo de chocolate. Essa é a Páscoa que o mundo inventou que não tem relação nenhuma com a Páscoa revelada na Bíblia. Vamos conhecer a verdadeira Páscoa, aquela que nos foi dada pelo Senhor. Você verá que ela é muito mais emocionante e maravilhosa e que não custa dinheiro, mas, tem poder para mudar a nossa vida de maneira radical.   Vamos então mergulhar no que a Bíblia diz?   A celebração da Páscoa tem como significado lembrar e transmitir ao mundo e geração presente os feitos e o caráter libertador do nosso Deus.   Assim como no velho testamento a Páscoa representa o momento que Deus levanta Moisés para libertar Israel do jugo do Egito, aspergindo o sangue do sacrifício de cordeiros sem mácula e sem rugas sobre os umbrais das portas das famílias de Seu povo, protegendo-as e livrando-as da morte, no novo testamento o mesmo Deus de misericórdia, na Páscoa, entrega seu filho Jesus Cristo como O Cordeiro Santo sem pecados, sem máculas, para morrer na cruz do calvário e derramar pelo Seu povo e gerações futuras, o sangue que da mesma forma protege e livra da morte.   A Bíblia nos mostra no livro de Êxodo que o povo de Israel estava já há centenas de anos sob a escravidão de faraó no Egito. Os escravos hebreus padeciam debaixo de um jugo de trabalhos forçados, construindo ídolos egípcios (esfinges) e pirâmides (túmulos aos faraós).   Enquanto sofriam, clamavam ao seu Deus, e Ele compadecendo-se da aflição do Seu povo, enviou um libertador: Moisés. Moisés não poderia libertar mais de um milhão de pessoas com sua própria força, mas o poder de Deus estava com ele.   Por resistir Faraó a todas as petições de Moisés para que o povo fosse livre, Deus enviou nove pragas que afligiram duramente o povo do Egito, porém ainda assim Faraó resistia a Moisés e ao Deus de Israel. Veio então a décima praga, que seria a morte de todo o primogênito na terra do Egito. Nesta última praga Deus daria o que seria o sinal da libertação definitiva dos israelitas.   Deus deu então estratégias a Moisés e a Arão (líder do povo) para que celebrassem a Páscoa (a preparação para a libertação definitiva). A Páscoa representa libertação espiritual (o povo seria livre dos falsos deuses do Egito), emocional (o povo seria tratado dignamente e livre dos flagelos da escravidão) e física (o povo seria livre para possuir a sua própria terra).   O sentido prático disto é que o mesmo Deus que acompanhava Moisés está aqui hoje para fazer o mesmo com cada um de nós (nos libertar de enganos espirituais, curar-nos emocionalmente, e nos fazer prósperos e possuidores de nossa própria terra) nos livrar das dívidas, do aluguel, etc…   A celebração da Páscoa consistia em tomar um cordeiro sem defeito para cada família do povo, imolá-lo, assá-lo, deixando seu sangue á parte para aspergi-lo sobre as ombreiras e sobre as vergas da porta de cada casa dos hebreus, para que o anjo da morte não tocasse nos primogênitos do povo de Israel que estavam na terra do Egito.   Também o cordeiro deveria ser compartilhado com os vizinhos e servido com pães asmos (sem fermento) e ervas amargas. Todos deveriam celebrar a Páscoa à noite e estar vestidos (vs. 11), calçados e com cajado na mão, pois pela manhã estariam livres para partir. (Quando chega o dia da nossa libertação, nenhum minuto a mais Deus nos deixa preso, Ele tem na verdade, pressa de nos libertar e nós precisamos saber disso e crer).   Quantos ali no meio daquela multidão já pensavam que morreriam no cativeiro? Quantos hoje aqui acham que seu problema não tem solução, que não há uma saída? Pois saiba que o Libertador de Israel está vivo, Ele está aqui, e vai libertá-lo de tudo o que o oprime. (Seu nome é Jesus Cristo, o Filho do Deus Vivo).   Esta passagem em Êxodo aconteceu com Moisés e com o povo naquele tempo, e continua a acontecer até hoje, pois estes fatos históricos falavam profeticamente (previamente) das coisas que aconteceriam em nossos dias. Nesta história cada elemento possui o seu significado espiritual e nós veremos agora um a um:   1.        O Egito: Corresponde hoje ao nosso passado de pecado e sofrimento longe de Deus 2.        Faraó: Corresponde hoje ao maligno, nosso inimigo espiritual que tenta aprisionar os filhos de Deus no pecado. 3.        Israel: O povo santo que ama e obedece a Deus hoje. 4.        Moisés, o libertador de Israel: corresponde a Jesus, o libertador do povo de Deus, hoje. 5.        O cordeiro compartilhado nas casas: A Palavra (O verbo, Jesus) que estamos compartilhando hoje nas células. 6.        As famílias: As células que se reúnem para se alimentar da Palavra. 7.        O sangue do cordeiro sobre a porta: Representa o poder do sangue derramado por Jesus na cruz para a remissão de nossos pecados e para nossa libertação e proteção contra o destruidor (satanás que hoje mata, rouba e destrói) levando para longe de Deus. 8.        Os pães asmos (sem fermento): representa a remoção do pecado de nossas vidas, de nossas casas, para que não sejamos mais escravizados por ele. (O fermento na Bíblia representa o pecado). 9.        Ervas amargas: representam a lembrança do sofrimento do qual Deus libertou Seu povo, das amarguras sofridas no tempo da escravidão. É lembrar que devemos nutrir a gratidão e a santidade. 10.    Lombos cingidos: o revestimento que obtemos pela prática da justiça. (Efésios 6 fala da couraça da justiça). A vida protegida pela prática da Palavra de

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Um homem que decidiu mudar

Lucas 19:1-10   O texto de hoje começa falando sobre um homem chamado Zaqueu, rico e maioral dos publicanos. Publicano era cobrador de rendimentos públicos entre os antigos romanos. Os judeus consideravam os publicanos traidores e desviados da fé, porque cobravam os impostos para Roma, pois Roma os oprimia e eram inimigos. Zaqueu era o maioral, o líder responsável pela cobrança de impostos na cidade de Jericó. O sistema da época facilitava a extorsão, facilitava o roubo e Zaqueu tinha se tornado um homem desonesto, um ladrão. Ele era odiado não só por ser Publicano, mas por oprimir seus irmãos Judeus ajudando Roma.   1.     Zaqueu procurava ver quem era Jesus   Embora ele fosse rico, a riqueza não preenchia o vazio do seu coração. Zaqueu não queria apenas ver Jesus de longe, ele queria ver quem era Jesus. Ouvir acerca de Jesus Cristo não é suficiente, vê-lo de longe não traz intimidade, mas conhecer quem é Jesus faz toda a diferença. Era exatamente isso que Zaqueu procurava, ele queria ver quem era Jesus, ele queria conhecê-lo de perto, saber sobre Ele.   Aqui neste texto da Palavra de Deus temos um relato que aponta para um homem de visão. Este homem podia ser pequeno na estatura, mas era alguém de visão alargada. Podemos afirmar que no mundo existem duas classes de pessoas: aquelas que vivem em função de uma visão, e aquelas que não têm visão nenhuma.   Zaqueu tinha uma visão, um sonho: ver Jesus. Ele foi em busca do objetivo que havia firmado em seu coração e logrou êxito. Ele mostrou, através de sua experiência, que não é a grande estatura que leva alguém a ter uma grande visão e, sim, ter o coração inclinado para a direção correta.   A visão é a força motriz das realizações. Alguém que almeja construir, conquistar, desenvolver algo, precisa ter uma imagem muito clara em sua mente de onde e de como deseja chegar. Sem visão é muito mais difícil viver. A falta de visão faz acumular frustrações. Assim, viver com objetivos e metas bem definidas é algo imprescindível para o bem estar do homem, de uma forma geral. Deus se utiliza das visões como um meio de se comunicar com o homem. Ele transfere a visão de Seu coração para o coração de Seus filhos a fim de que estes sejam grandes realizadores nesta terra.   2.     Uma pessoa de visão não desiste diante das limitações pessoais   Grandes multidões seguiam a Jesus. Eram centenas de pessoas que apertavam o Mestre enquanto o mesmo caminhava pelos vários lugares da Judéia. Para alguém de baixa estatura, contemplar o Messias era algo praticamente impossível. Sendo assim, Zaqueu poderia ter desistido da ideia de conhecer Jesus, diante das suas limitações pessoais.   Ele poderia dizer, eu tentei, é impossível para mim, a multidão se tornou um obstá-lo, eu sou baixinho e ainda estas pessoas me odeiam, elas não vão facilitar para mim, Deus sabe que eu tentei. Porém, ele não desistiu de seu objetivo. Antes, venceu suas limitações buscando a melhor solução para aquela ocasião. Foi um verdadeiro estrategista. Ele correu na frente e procurou naquele caminho a melhor árvore e, sem pensar duas vezes, subiu na mesma, ficando a espera da passagem do Mestre. Existem muitas pessoas que desistiram de sonhar por observar limitações pessoais como gigantes intransponíveis. Alguns dizem: não vou conseguir por que sou tímido. Outros afirmam: não tenho um grau de instrução elevado. E, ainda, existem os que vão ao extremo, afirmando categoricamente: não tenho capacidade para isso. Sejam quais forem as nossas limitações pessoais, estas podem ser vencidas e superadas em Deus, por isso, não pare jamais de sonhar. Permita-se ser tratado pelo Todo-Poderoso e siga firme, rumo aos sonhos de Deus para a sua vida.   3.     O Senhor conhece o nosso coração Quando Jesus chegou àquele lugar parou e olhou para cima e disse: Zaqueu desce depressa, pois me convém ficar hoje em sua casa. Jesus sabia que aquele homem queria conhecê-lo, primeiro porque o Senhor sondou o seu coração, Ele nos conhece por dentro. Segundo, o fato de ele ter subido àquela arvore demonstrava sua intenção, pois aquela era atitude de um sonhador, de alguém que estava insatisfeito e vazio por dentro, ele buscava algo a mais na sua vida, ali estava uma pessoa de coragem e de atitude.   Jesus disse: hoje vou ficar em tua casa. Primeiro: Jesus sabia que na rua, no trabalho, na escola e ate na igreja, podemos fingir e disfarçar quem na realidade somos, mas em casa as mascaras caem, pois as pessoas que moram conosco nos conhecem e é lá que Deus nos trata para nos tornarmos referenciais, pessoas melhores, pois se as pessoas que convivem conosco na nossa casa, acreditarem na nossa fé, é porque temos um bom testemunho de mudança de vida. Segundo: Jesus não queria alcançar e salvar apenas Zaqueu, mas Ele queria também ganhar e salvar toda a família. Este é o propósito do Senhor Jesus para a sua vida, Ele quer salvar você e toda a sua família. Se você se alegra com isso se expresse!   No versículo 7 diz que todos os que viram o acontecido murmuravam. Eles diziam: Jesus se hospedou na casa de um pecador e isto era inadmissível para eles. Mas sabemos que é exatamente para isso que o Senhor Jesus veio. Aquelas pessoas se julgavam perfeitas, sem pecados, mas segundo a bíblia, todos pecaram e foram destituídos da presença de Deus. Jesus Cristo veio exatamente para restituir a comunhão perdida. Deus é vida e quem conhece ao Senhor Jesus, recebe da Sua vida, a vida eterna.   Se ficarmos olhando para os defeitos dos outros, não veremos os nossos e consequentemente não conseguiremos conhecer ao Senhor e a nossa vida continuará na mesma. Veja, o Senhor Jesus não foi na casa dos acusadores, mas foi na casa de Zaqueu que para todos, não merecia tamanho privilégio. Quando queremos mudança na nossa vida, no nosso casamento, quando temos sonhos

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Nascemos para agradar a Deus

Apocalipse 4:11; Salmos 149:1-9  Fomos planejados para agradar a Deus, fomos criados para louvor da Sua glória. No instante em que você nasceu neste mundo, Deus estava lá como testemunha invisível, sorrindo ao assistir seu nascimento. Ele quis que você vivesse, e sua chegada lhe deu enorme prazer. Deus é auto suficiente e não precisava nos criar, mas escolheu fazê-lo para a satisfação dEle e para que tenhamos a oportunidade da vida, da existência. Existimos para glória, propósito e prazer de Deus e para nosso benefício.   Dar satisfação a Deus, vivendo para seu prazer, é o primeiro pro­pósito de sua vida. Quando você tiver compreendido plenamente essa verdade, jamais voltará a se sentir insignificante, pois isso pro­va o valor que você tem. Se você é tão importante para Deus, e Ele o considera valioso o suficiente para mantê-lo consigo por toda a eter­nidade, que maior relevância você poderia alcançar? Você é um filho (a) de Deus e proporciona prazer ao coração dEle como nada mais que Ele já tenha criado. A Bíblia diz em Efésios 1:5: Deus já havia resolvido que nos tornaria seus filhos, por meio de Jesus Cristo, pois este era o seu prazer e a sua vontade.   Um dos maiores dons que Deus lhe deu foi a capacidade de apre­ciar o prazer da vida. Ele o dotou com cinco sentidos e emoções, para que você pudesse experimentá-lo. Ele deseja que você aprecie a vida, não se limitando a apenas suportá-la. O motivo pelo qual você pode sentir prazer é que Deus o fez à sua imagem e semelhança.   Nós nos esquecemos com frequência de que Deus também tem emoções. Ele possui sentimentos intensos. A Bíblia diz em Salmos 2:4 e 35:27, etc., que Deus sofre, fica irado contra o mal, sente compaixão, piedade, tristeza, bem como alegria, regozijo e satisfação. Deus ama, se deleita, sente prazer em ver seus filhos crescerem, exulta, desfruta e até mesmo ri!   Adorar desenvolve prazer no coração de Deus. A Bíblia diz em Salmos 147:11 que o Senhor se agrada muito daqueles que o adoram e confiam em seu amor. Qualquer atitude sua que venha agradar a Deus é um ato de adoração e isso move o céu na sua direção.   Os antropólogos que estuda a ciência que tem como objeto o estudo sobre o homem e a humanidade de maneira totalizante, ou seja, abrangendo todas as suas dimensões, perceberam que a adoração, que é a busca por Deus, é um impulso univer­sal, isto é, uma necessidade de todo ser humano não importando sua cultura, raça ou conhecimento. Este impulso foi posto por Deus na estrutura de nosso ser, uma necessidade in­trínseca de nos ligarmos a Ele. Por isso ado­rar deve ser tão natural quanto comer e respi­rar.   Quando não conseguimos adorar a Deus, sempre achamos um substitu­to, temos esta facilidade de buscarmos algo que no preencha, quando as pessoas não encontram a Deus, se voltam para si mesmas, fazendo de “tudo” para se sentir bem, para ser feliz e para ter paz, mas quero dizer que não existe vida plena, paz verdadeira e felicidade fora do Deus vivo, criador dos ceus e da terra.   A bíblia diz em I Timóteo 2:5 que há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, que se fez homem. Jesus nos falou no Evangelho de João 14:6: Eu Sou O Caminho, a Verdade e a Vida, ninguém vem ao Pai senão por mim. Jesus Cristo é a única porta de acesso a Deus Pai, pois Cristo é o nosso redentor.   A razão pela qual temos esse desejo de busca por algo que nos preencha, é por que sem Deus estamos vazios, só Ele pode nos preencher, só a Sua presença nos faz plenos para a vida. Pelo fato de nos amar Ele procura por adoradores, pois o Seu prazer é nos ver adorando-o! Jesus disse em João 4.23: São estes os adoradores que o Pai procura, aqueles que o adorem em espírito e em verdade, isto é, aqueles que o fazem movidos pelo Espírito Santo, e não pela carne ou tradição. Por outro lado, quando adoramos a Deus na terra, no reino físico, Ele legalmente se manifesta mudando aquela geografia onde seu nome é exaltado através de louvores, declarações de fé e estilo de vida.    A adoração inclui elementos como louvores, cânticos e orações, os louvores são canais que nos ajudam a adorar, mas adoração vai muito além, é um estilo de vida. A adoração não é para você, é para Deus. Logicamente na adoração somos abençoados, ministrados, pois ministramos nosso amor ao coração de Deus e Ele nos toca, mas nossa motivação principal  deve ser glorificar e agradar ao nosso Criador.   O coração de Deus não é tocado pela tradição na adoração, mas pela paixão e pelo empenho. O Senhor diz em Isaías 29.13: “Esse povo se aproxima de mim com a boca e me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim…A adoração precisa ser movida pelo Espírito Santo, não é regra de homens que definem adoração, mas o nosso amor e desejo pela presença  dEle em nós.   A adoração não é parte de sua vida; ela é a sua vida. Não adore a Deus somente nos cultos na igreja, aqui na célula, pois nos foi dito: Procurem a ajuda do Senhor; estejam sempre na sua presença e Cantem glórias e louvem ao Senhor desde o nascer até o pôr-do-sol. Na Bíblia, as pessoas louvavam a Deus no trabalho, em casa, na batalha, na prisão e até mesmo na cama! Louvar deveria ser sua primeira atividade, assim que abrisse os olhos pela manhã, e sua última atividade, ao fechá-los à noite. O rei Davi disse nos Salmos 34.1: Eu agradecerei ao Senhor o tempo todo. Minha boca sempre o louvará.   Cada atividade pode ser transformada em ato de adoração, quando você a faz para louvar, glorificar e agradar a Deus. A Bíblia diz em 1

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Enxergando a vida do ponto de vista de Deus – Parte final

A vida é uma atribuição temporária Salmos 39.4-6; 119:19 e 139:16   Nestes textos que lemos hoje o Senhor nos lembra de quão breve é o meu tempo na terra. Lembra-me que os meus dias estão numerados e que a  minha vida está indo embora. Estamos aqui na terra só por um tempo e por mais que vivamos, mesmo que cheguemos aos 120 anos, será pouco diante da eternidade. Embora seja pouco, o tempo em que vivemos na terra e suficiente para definirmos nossa historia de vida com Êxito tanto aqui como na eternidade com Deus no céu.   Como vimos anteriormente, a Bíblia oferece três metáforas que nos ensinam a visão que Deus tem da vida: 1ª) a vida é um teste, 2ª) a vida é uma incumbência de confi­ança e a 3ª) vida é uma atribuição temporária. Essas idéias são os fun­damentos da vida dirigida por propósitos e hoje relembraremos a primeira e a segundo, mas focaremos a terceira e ultima dentro deste tema.   1.     A vida na terra é um teste. Os testes tanto desenvolvem quanto manifestam o caráter de alguém, e todaa vida é um tes­te. Você está sempresendo tes­tado. Deus constantemente observa sua reação às pessoas, problemas, sucesso, conflitos, enfermidades, decepções e até mesmo em relação ao clima! Ele observa tudo e de acordo com nossa reação, Ele trabalha em nós, tanto para nos ampliar, como para nos tratar para maturidade.   2.     A vida na terra é uma incumbência de confiança. Essa é a segunda metáfora (comparação) bíblica da vida. Nosso tempo sobre a terra, nossa energia, inteligência, oportunidades, relacionamentos e recursos são dádivas que Deus nos confiou para cuidarmos e administrarmos. Somos mordomos de tudo quanto Deus nos dá, inclusive do nosso tempo. Esse conceito de mordo­mia começa com o reconhecimento de que Deus é o dono de tudo e de todos na terra. O Salmos 24:1 diz: Ao Senhor Deus pertencem o mundo e tudo o que nele existe; a terra e todos os seres vivos que nela vivem são dele.   3.     A vida na terra é uma atribuição temporária. A Bíblia é cheia de metáforas que ensinam a respeito da natureza breve e transitória da vida na terra. A vida é descrita como uma neblina, um corredor rápido, um sopro e um fio de fumaça. A Bíblia diz em Jó 8:9: …nossos dias sobre a terra são tão transitórios como uma sombra.   Para usar sua vida da melhor forma possível, você não deve nun­ca esquecer duas verdades. Primeira: em comparação com a eterni­dade, a vida é extremamente breve. Segunda: a terra é apenas uma residência temporária. Você não ficará aqui para sempre, por isso não fique muito apegado. Peça a Deus que o ajude a ver a vida na terra como Ele a vê. Davi orou em salmos 39:4 dizendo: Então finalmente pedi a Deus: Senhor, mostra-me o tempo que me resta aqui na terra. Mostra-me como a vida é curta e como eu sou frágil.   Olhando a vida por esta ótica, permaneceremos na depedencia de Deus valorizando as coisas importantes como; a vida espiritual, a presença de Deus em nós, a nossa salvação em Cristo Jesus, a família, o ministério, a saúde emocional e física, os bens que já conquistamos, a igreja, nossos líderes espirituais e também o reino de Deus. Nesta ótica lutaremos para crescer, para vencer e para frutificar para Deus, e, se estiver faltando algumas destas coisas citadas acima, estaremos batalhando para conquistar, pois a vida se torna algo excitante, pois passa a ter um grande objetivo.   A Bíblia compara por várias vezes a vida na terra a uma habita­ção temporária em um país estrangeiro. Aqui não é seu lar perma­nente nem seu destino final. Você só está de passagem, apenas visitando. A Bíblia usa termos como forasteiro, peregrino, estrangei­ro, estranho, visitante e viajante para descrever que a nossa estadia na terra não será eterna. O Apóstolo Pedro ex­plicou em I Pedro 1:17 dizendo: Se vocês chamam a Deus de Pai, levem a vida como residen­tes temporários na terra. Isto é, se Deus é nosso Pai, nossa casa é a casa dEle e um dia Ele virá nos buscar para morar com Ele eternamente!   A nossa identidade está na eternidade, e a nossa pátria é o céu. Quando você captar essa verda­de, deixará de se preocupar em ter de tudo sobre a terra “como algo principal”, pois ter de tudo será apenas resultado da benção de Deus na sua vida pelo fato da sua fidelidade e propósito de contribuir com a expansão do reino. Deus é bastante categórico sobre o perigo de viver pelo aqui-e-agora, adotan­do valores, prioridades e estilos de vida do mundo ao redor. Aqui não é o seu lar definitivo, então invista em primeiro lugar no seu lar definitivo, a eternidade com Deus.   Em comparação com outros séculos, a vida nunca foi tão fácil para grande parte do mundo ocidental. Somos frequentemente entretidos, divertidos e servidos com todas as fascinantes atrações, mídia cativante e agradáveis experiências disponíveis hoje em dia, é fácil esquecer que a vida não consiste em perseguir a felicidade. É somente ao lembrarmos que a vida é um teste, uma incumbência de confiança e uma atribuição temporária que o encanto dessas coisas perderão o domínio sobre nossa vida. Estamos nos preparando para algo ainda melhor. Em 2Coríntios 4.18 diz: Não atentando nós nas coisas que se pode ver, mas nas que não se veem, porque as que se veem são temporais (passageiras), e as que se não veem são eternas.   Isto é, foquem nas coisas invisíveis e eternas, tenha o reino de Deus e a sua justiça em primeiro lugar na sua vida, pois as coisas visiveis em que muitos se apegam com todas as forças, são passageiras. Embora Deus quer que as tenhamos, mas que seja com sabedoria, maturidade e equilíbrio, pois estas coisas que buscamos ter, são resultado da nossa fé em ação, da nossa pratica em obedecer os princípios

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Enxergando a vida do ponto de vista de Deus – Parte II

Tiago 1:12-16; I Coríntios 10:13  Estes textos que lemos hoje nos revela que toda vez que passamos em um teste e somos aprovados, Deus toma conhecimento e faz planos para nos recompensar tanto aqui na terra quanto na eternidade. Deus quer que passemos nos testes da vida, por isso Ele jamais permitirá que enfrentemos testes ou tentações acima da nossa capacidade de resisitência ou de realização, por isso quando tomamos a decisão de resisitir e perseverar, vencemos.   Aprendemos na semana passada que a vida é um teste, que enquanto vivemos, nada é insignificante, mesmo o menor incidente é relevante para o desenvolvimento de nosso caráter. Cadadia é importante, e cada segundo é uma oportunidade de crescimento para aprofundarmos o nosso caráter e demonstrarmos  amor e dependência de Deus e também resistência ao inimigo das nossas vidas que tentará sempre nos destruir nos induzindo ao pecado.   Alguns testes parecem esmagadores, enquanto outros você nem per­cebe. Segundo o nosso estilo de vida ou conforme os hábitos diários que desenvolvemos, os testes ou os desertos vem na medida certa para ajustar àquilo que estiver errado e assim nos aperfeiçoar para vivermos uma vida melhor, e também para correspodermos com mais eficiência ao nosso chamado, por isso todos os testes, provações e tentações por mais simples que seja, têm implicações importantes e eternas.   Quando Deus diz quenão nos sobrevirá nenhuma tentação senão humana, e que somos tentados por causa da nossa própria cobiça; Ele quer dizer que muita coisa que sofremos é consequência de pecados, ou de um estilo de vida errado, ou de sementes ruins lançadas no passado que germinou. O diabo para vencer uma tentação ele precisa encontrar em nós as áreas de fraquezas. Por isso chegar na maturidade é fundamental, pois significa que crescemos, que alcançamos maior habilidade para vigiar, resistir e tomar decisões relevantes para a vitória.    A Bíblia oferece três metáforas que nos ensinam a visão que Deus tem da vida: 1ª) a vida é um teste, 2ª) a vida é uma incumbência de confi­ança e a 3ª) vida é uma atribuição temporária. Essas idéias são os fun­damentos da vida dirigida por propósitos.   Hoje relembraremos a primeira e  enfocaremos a segunda:   1.     A vida na terra é um teste. Os testes tanto desenvolvem quanto manifestam o caráter de alguém, e todaa vida é um tes­te. Você está sempresendo tes­tado. Deus constantemente observa sua reação às pessoas, problemas, sucesso, conflitos, enfermidades, decepções e até mesmo em relação ao clima! Ele até observa a mais simples ação, como quando abrimos uma porta para alguém, pegamos o lixo que foi largado no chão ou quando somos educado com um balconista ou uma garçonete ou como nos comportamos no transito.   2. A vida na terra é uma incumbência de confiança. Essa é a segunda metáfora (comparação) bíblica da vida. Nosso tempo sobre a terra, nossa energia, inteligência, oportunidades, relacionamentos e recursos são dádivas que Deus nos confiou para cuidarmos e administrarmos. Somos mordomos de tudo quanto Deus nos dá. Esse conceito de mordo­mia começa com o reconhecimento de que Deus é o dono de tudo e de todos na terra. O Salmos 24:1 diz: Ao Senhor Deus pertencem o mundo e tudo o que nele existe; a terra e todos os seres vivos que nela vivem são dele.   Aquilo que possuímos como conquista durante nosso período na terra é apenas emprestado, só iremos usar enquanto estamos aqui. A terra já era propriedade de Deus antes que você chegasse, e Deus irá emprestá-la a outra pessoa depois que você morrer. Tudo que você pode fazer é desfrutá-la por algum tempo e se você viver pelos princípios que Ele estabeleceu, viverá do melhor em tudo.   Quando Deus criou Adão e Eva, confiou a eles os cuidados de sua criação e os nomeou administradores de sua propriedade. A Bíblia diz em Gênesis 1.28: … e os abençoou, dizendo: Tenham muitos e muitos filhos; espalhem-se por toda a terra e a dominem. E tenham poder sobre os peixes do mar, sobre as aves que voam no ar e sobre os animais que se arrastam pelo chão.   O primeiro serviço que Deus deu aos humanos foi administrar e cuidar das “coisas” dEle sobre a terra. Dessa função o homem jamais foi exonerado. E é parte de nosso propósito atualmente. Tudo de que nós desfrutamos deve ser tratado como uma incumbência de confiançaque Deus nos pôs nas mãos. Em 1Coríntios 4.7b diz: Vocês têm algu­ma coisa que não tenha sido dada por Deus? E se tudo o que vocês têm vem de Deus, por que vocês se vangloriam como se tivessem realizado alguma coisa por si próprios?   Nossos valores culturais dizem: “Se você não é o dono, não terá cuidado”. Mas os cristãos vivem por um padrão mais elevado: “Visto que Deus é o dono, devo cuidar da melhor forma possível, pois também sou herdeiro de Deus e Ele me confiou algo em minhas mãos”. Em 1Coríntios 4.2 a Bíblia diz: Os que recebem em confiança algo de valor devem demonstrar que são dignos de tal confiança.   Jesus frequentemente se referia à vida como uma incumbência de confiança, e contou muitas históri­as para ilustrar essa responsabilidade perante Deus. Na parábola dos talentos, um homem de negócios confiou sua riqueza ao cuida­do dos servos enquanto estava fora. Quando retornou, avaliou a responsabilidade de cada servo e recompensou a cada um conforme a sua resposta na confiança investida. Jesus disse em Mateus 25.21: Muito bem, servo bom e fiel! Você foi fiel no pouco, eu o porei sobre o muito. Venha e participe da alegria do seu senhor!   Ao fim de sua vida sobre a terra, você será avaliado e recompen­sado conforme seu desempenho ao lidar com o que Deus lhe con­fiou. Isso significa que tudo que você faz, seja liderar uma célula, cuidar de uma vida, etc., mesmo uma simples tarefa no reino, tem implicações eterna. Se você trata tudo como incumbência de confiança, Deus promete

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