O poder do perdão

Mateus 18:23-35 Esta parábola sobre o homem que havendo sido perdoado de tão grande dívida e não teve a mesma compaixão para com quem lhe devia, nos ensina de uma forma muito clara sobre o poder do perdão. O Rei representa Deus e o servo devedor é cada um de nós e o conservo, são aqueles que nos deve. A nossa dívida para com Deus é infinitamente maior do que a dívida de alguém para conosco. A dívida daquele homem era altíssima, totalmente impagável. Um talento valia seis mil denários, sendo que um denário valia o pagamento de um dia de trabalho. Baseado no salário mínimo da época, aquele homem levaria em torno de 164.000 mil dias para pagar toda a sua dívida. Essa era uma dívida impagável! Essa era, figuradamente, a nossa dívida para com Deu, mas Ele nos perdoou por causa do Seu grande amor para conosco. A única coisa, porém, que Ele requer de nós é que tenhamos para com os outros o mesmo espírito de compaixão que Ele teve para conosco. Aquele homem da parábola, infelizmente, não fez assim. Saindo do lugar onde havia sido perdoado, encontrou alguém que lhe devia uma soma irrisória comparada ao montante da sua dívida para com o rei. Aquele conservo devia a ele cem denários que equivalia a cem dias de trabalho (três meses e dez dias). Apesar de tão pequeno o valor, ele exigiu que fosse paga toda a dívida, não demonstrando amor e nem compaixão. Isso representa a dívida de alguém para conosco, que sempre será, aos olhos de Deus, infinitamente menor do que a nossa própria diante dEle. Como a nossa dívida de pecado era impagável, Jesus veio e pagou a nossa dívida na cruz e quando cremos nEle, somos perdoados, foi um preço alto, preço de sangue, de maldição que caiu sobre Ele, agora pense, Deus em Cristo nos perdoou e nos perdoa a cada dia. Não importa o que tenham feito contra nós, sempre será menor, o que Deus fez é e sempre será infinitamente maior. O perdão é fruto da compaixão divina, e a não liberação dele, é fruto de um coração endurecido. O rei foi movido por íntima compaixão e por isso perdoou a dívida. O perdoado, porém, simplesmente não quis perdoar igualmente a seu próximo. Um teve compaixão, o outro endureceu seu coração e não quis fazer o mesmo. A compaixão é um dos sentimentos mais fortes descritos na Bíblia. Todas as vezes em que Jesus se moveu de íntima compaixão, alguns milagres aconteciam.   Em contrapartida, “não querer” fazer algo de bom em favor de outra pessoa revela um coração que ainda não conheceu a “compaixão” de Deus. Quando somos perdoados por Deus, mas não queremos perdoar aos outros, estamos demonstrando a mesma ausência de compaixão divina em nossos relacionamentos. O perdão além de liberar o devedor, também nos liberta e traz paz interior, não podemos fazer do nosso coração uma prisão, precisamos usufruir da liberdade que alcançamos no perdão. O rei soltou e mandou embora seu devedor, perdoando-lhe a dívida. Este saiu e mandou prender a quem lhe devia. Um solta e o outro prende. Quando perdoamos liberamos as pessoas que estavam aprisionadas em nossos sentimentos; quando não, continuamos sofrendo a cada dia as lembranças amargas da ferida sofrida. A ausência do perdão transforma o nosso coração num verdadeiro cárcere, acumulando pessoas, fatos e sentimentos amargos. Quando negamos o perdão, simplesmente carregamos os nossos ofensores no coração cada vez que acordamos pela manhã, durante o dia e ao nos deitarmos. Eles estão presos em nossas lembranças, atormentando-nos e tornando a nossa vida infeliz. Mas quando perdoamos, abrimos a cela do nosso interior e os deixamos ir. Enquanto os libertamos, promovemos a nossa própria libertação. Para perdoar, amar e servir só depende de nós, é incondicional, não podemos impor condições, devemos faze-lo liberalmente. O rei que perdoou a dívida era livre para não depender da atitude do outro. Ele perdoou porque quis perdoar e não porque o outro tivesse feito algo por merecer. Seu perdão foi incondicional e só dependia dele mesmo. No outro caso, o segundo devedor foi lançado na prisão “até que saldasse a dívida”. Nesse caso, a liberação dessa vida dependia de seus feitos, ele teria que pagar aquela dívida. Sua liberação não era incondicional, mas tinha de sujeitar-se à condição de quitar sua pendência. Vemos então que no primeiro caso tudo dependia do credor, no segundo, dependia do devedor. Isso nos ensina que não precisamos depender do arrependimento do outro ou do seu pedido de perdão, para liberarmos o nosso perdão. Podemos fazer isso a qualquer tempo e para qualquer um. Só depende de nós. O contrário disso, torna-nos eternos reféns de satanás e da outra pessoa. Vemos neste texto que lemos que o perdão nos livra dos atormentadores. Em Mateus 18:34 diz: “E, indignando-se, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que lhe pagasse toda a dívida.” Quando os servos do rei lhe contaram da atitude não perdoadora daquele a quem o rei havia liberado, todos entristeceram-se muito, e logo foi ordenado que aquele homem fosse entregue aos verdugos até que pagasse toda a dívida. (Verdugos em questão são espíritos atormentadores. Naquela época as pessoas que torturavam com chicote os escravos e presos eram chamados de Verdugos). Vemos então, que a entrega aos verdugos não se deu pela dívida em si, porque esta já estava perdoada, mas pela atitude não perdoadora que teve. Aquele que não perdoa vive em grandes conflitos internos. Os atormentadores da alma se posicionam para agravar o sentimento de culpa, a mágoa, a revolta, a indignação, a vergonha, etc. Mas os que perdoam, experimentam o gozo da liberdade. Os atormentadores não têm acesso aos corações compassivos e perdoadores, haverá cura interior, libertação e serão conservados em perfeita paz em todo tempo. Em Efésios 4:32 diz: “Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou.” O perdão é a porta

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Alegrai-vos sempre no Senhor

Filipenses 4:4-13 Uma das coisas que muito alegra o coração de Deus nosso Pai, é um coração grato a Ele. Precisamos amá-lo, exaltá-lo, adorá-lo, pois fomos criados para isso, “Para louvor da sua glória!” Se de fato vivermos para Ele, toda nossa vida será de excelência! A salvação eterna que Jesus Cristo nos proporcionou é a maior conquista que alguém nesta terra pode alcançar, porém, na maioria das vezes muitos buscam a Deus somente para receber o aqui e agora. Muitos chegam diante de Deus Pai só para pedir alguma coisa, e Ele diz: "Filho (a), antes de olhar o presente que está em minhas mãos no qual terei alegria em lhe entregar, olhe primeiro para mim e veja que, a principal benção que Eu tenho é lhe dar o céu como herança!". Por isso devemos estar alegres e convicto da nossa missão na terra, precisamos estrar preparados e prontos para superar obstáculos, uma das chaves para o sucesso é estarmos contentes e maduros para vivermos estáveis em qualquer situação. Quando acontecer uma mudança de cenário o qual não estamos esperando o que devemos fazer? ”. Durante muito tempo passei estudando comportamentos e técnicas de líderes que alcançaram o sucesso em seus empreendimentos e também de líderes que conseguiram realizar os seus sonhos. Aprendi que o sucesso não vem através da sorte ou qualquer outra coisa do gênero, ao contrário, todos os cristão que conseguiram alcançar seus objetivos de vida tinham uma vida de oração, prática da Palavra de Deus, Temor de Deus, Velocidade nas realizações e decisões, conhecimento do seu ramo de atividade, muita competência para ser excelentes no que fazem, visão aguçada, facilidade de convivência, comprometimento, disciplina, pro atividade, e sabiam o que significava a palavra “planejamento”. Já estudei centenas de livros e alguns deles sobre negócios. Tudo isso foi muito importante para minha vida, entretanto, existe algo que precisamos conhecer profundamente, o qual somente a vida poderá nos ensinar, é a “capacidade da adaptação”. Podemos ter participado de grandes congressos, ter contato direto com os maiores ícones de sucesso ministerial atualmente, implantar um grande sistema de trabalho em nossa igreja, entre outras coisas… Mais a vida com Deus e Sua Palavra continua sendo o nosso maior aprendizado, pois nele aprendemos a ler e aprender nas perdas… O Apostolo Paulo disse em Filipenses 4.11 disse: “Não estou dizendo isso porque estou necessitado, pois aprendi a adaptar-me a toda e qualquer circunstância”. Todo o aprendizado adquirido só terá sido válido se conseguirmos praticá-los em nosso dia a dia. Se você está vivendo hoje algo que você não imaginava que viveria, ou não estava esperando que fosse acontecer algo inesperado em sua vida, seja no âmbito pessoal, familiar, financeiro ou ministério, pare por um momento e diga para você mesmo: “Como eu posso usar o que aprendi  com Deus, no convívio com pessoas, com meu líder para tomar a decisão certa neste momento de minha vida?” Como posso me adaptar com esta situação o qual eu não estava esperando? Aprender a viver os mais diversos cenários da vida irá fazer como que o seu ministério cresça cada vez mais. Com toda a certeza, você se tornará um uma pessoa muito mais forte e capacitado. Uma coisa é certa: “Não existe nenhum cenário que possa impedi-lo de servir ao seu Deus”. Apesar de todas as habilidades que o Apostolo Paulo tinha, seu maior aprendizado foi o dia a dia. Como ele mesmo escreveu a respeito de sua vida: “Sei o que é passar necessidade e sei o que é ter fartura. Aprendi o segredo de viver contente em toda e qualquer situação…” (Filipenses 4.12). O texto é muito bem claro “ele aprendeu a viver contente”. Não que ele estava contente com a vida que ele estava vivendo, porém ele precisou aprender a ser feliz… O que eu acho mais importante quando passamos por momentos o qual não estávamos esperando e que nos leva a se adaptar e superar obstáculos, é que nestes momentos passamos a depender mais de Deus.  O Apóstolo Paulo sabia que em todas estas coisas ele era mais do que vencedor, pois ele mesmo disse: “Tudo posso naquele que me fortalece”. (Filipenses 4.13). Lembre-se: “Os diferentes cenários da vida irá fazer de você um líder, uma pessoa muito mais forte e eficaz, aprenda a adaptar-se a ela”. Aprenda a ser feliz… aprenda ser agradecido. Vemos na Bíblia o desejo do Senhor Deus em ter comunhão conosco e de ser nosso Pai. Vemos também que o resultado desta comunhão é a mudança que Ele opera nas nossas vidas, nos levando ao crescimento e a maturidade com a finalidade de anunciarmos o seu reino com poder, unção, estabilidade e autoridade. Devemos anunciar o reino dos Céus com alegria, com fervor e perseverança. Vemos também a importância da nossa dependência e fidelidade a Deus, pois Ele usará nossa vida nos fazendo crescer e prosperar, para assim podermos frutificar nos multiplicando como seus filhos na terra, por isso precisamos ter cuidado para não perdermos a simplicidade de Cristo em nós, pois é exatamente isso que nos fará fortes ativos, que nos dará habilidades para fazermos proezas. Frutificar é reproduzir a semente que em nós foi semeada através do Seu amor. Amém!      

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Amai-vos uns aos outros

João 15: 9-17; Atos 9:26,27 Tudo que Deus criou foi fundamentado no amor, mesmo depois da nossa queda como ser humano, Deus criou leis e princípios para se aproximar e estar em nosso meio, Ele levantou patriarcas, sacerdotes e  profetas para restaurar aqueles que Ele ama. Por fim Ele provou o seu amor ao enviar Seu filho Jesus Cristo para nos resgatar nos redimindo de todo pecado. Temos em Atos dos Apóstolos um personagem que reflete este amor em suas atitudes, ele se chamava Barnabé, homem de fé, bondoso e generoso, este buscou Paulo quando todos por medo o rejeitava e o introduziu no meio dos Apóstolos, e dele cuidou até que estivesse pronto para ser enviado. Vamos destacar alguns pontos importantes deste texto base do Evangelho de João que lemos: 1. Deus é Fonte de Amor. Não conseguiremos entender o porquê precisamos amar ao próximo se não tivermos uma visão clara de que Deus é amor. Tudo começa nEle. O Pai amou a Cristo, que por sua vez nos amou da mesma forma, por isso Ele veio para nos salvar e nos incumbiu de fazer o mesmo em relação às outras pessoas. A única forma de estarmos ligados à Fonte divina é expressando o mesmo amor que dEle recebemos. 2. Cristo Permaneceu no Amor do Pai. Cristo recebeu o amor do Pai Celeste e decidiu permanecer nele guardando Seus mandamentos. É como se dá numa casa onde há regras e disciplina. Um filho, para continuar desfrutando dos benefícios de viver em família, onde há amor, cuidado e proteção, precisa se ajustar às regras estabelecidas pelos pais, ou guardar os mandamentos da casa. Cristo guardou os mandamentos do Pai e, por isso, teve o privilégio de permanecer no Seu amor. 3. Nós devemos permanecer no amor de Cristo. Cristo Jesus permaneceu no amor do Pai, assim nós permaneceremos no amor de Cristo guardando seus mandamentos. Lembrando-nos do exemplo do filho e dos mandamentos da casa, desfrutaremos dos benefícios do Reino de Deus se andarmos em linha com a constituição desse Reino. Jesus Cristo será sempre o nosso Salvador, Senhor, Pastor, Provedor, Mestre, a nossa Paz, e muito mais, muito além do que podemos imaginar. 4. O Mandamento dado por Jesus: Amar-vos Uns aos Outros. Quando falamos sobre mandamentos logo pensamos em não matar, não adulterar, não roubar, não mentir, etc. No entanto, Jesus Cristo está falando de algo muito mais profundo do que simplesmente não fazer isso ou aquilo. Ele fala do que está na base do coração do ser humano: o ódio ou o amor, a paz ou a guerra. Nós decidimos! Por que existem pessoas que matam, roubam, adulteram, desonram seus pais, buscam outros deuses para adorar ou cobiçam o que é dos outros? Porque existe um vazio interior, uma busca por algo que os preencha, existe algo faltando, uma necessidade de afirmação, de objetivo, de propósito para viver. Mas, quando essa semente do Amor de Deus é plantada em nosso interior, então, nos convertemos e os nossos atos serão diferentes porque o coração será diferente. O mandamento requerido, portanto, é, “amai-vos uns aos outros”, porque quem ama luta para reproduzir deste amor, luta para levantar aquela pessoa que caiu, luta para ver o reino de Deus crescer na terra… É assim que cumpriremos a lei de Deus. 5. Ter uma alegria completa é o resultado de vivemos o amor de Cristo. Jesus disse: “Tenho-vos dito estas coisas para que a minha alegria esteja em vós, e a vossa alegria seja completa”. (João 15:11). É impossível alguém desfrutar a verdadeira alegria tendo o coração endurecido em relação a alguém. A verdadeira alegria é fruto de um coração perdoador e amável… Jesus disse que de Servos seremos Amigos – “ Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer.” (João 15:15).. Quem ama ao próximo permanece no amor de Cristo e torna-se íntimo dEle. A relação será de amigo para amigo e não mais de senhor para servo, onde não há confidências. Quem permanece na amargura de alma não conhecerá nem desfrutará das riquezas do coração do Pai Celestial. Jesus disse que Frutificaremos. “Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça… (Jo 15:16a). Se Deus é amor e Sua semente está em nós, qual o fruto que Ele espera colher de nós? Certamente uma vida em amor. As vidas, as famílias, os casamentos, a igreja, as células serão transformados por esse amor; As empresas, o governo, as cidades e a sociedade serão impactados por esse amor. Vamos viver o evangelho de Cristo trabalhando motivados por esse amor. Todos os nossos empreendimentos devem ser feitos em amor, porque esse é o maior fruto que Deus espera colher de cada um e nós. As vidas, isto é, nós seremos apascentados, cuidados, consolidados, discipulados como resultado deste amor. Esse é e sempre será o fruto fiel, o fruto que permanece. Deus espera que este amor que recebemos a cada dia, seja reproduzido na vida daqueles que chegarem até nós! Jesus disse que teríamos vitória na oração. “…a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda. ” (João 15:16).. Quando frutificamos sinalizamos no reino espiritual e físico que estamos exercendo amor, e o resultado da frutificação é termos nossas orações respondidas. Se os nossos atos e motivos são fundamentados no amor, nossas petições, intercessões não serão egoístas, interesseiras, vingativas ou coisas parecidas. Deus ouvirá e atenderá as orações que estiverem em linha com Sua Palavra, as quais foram feitas em amor. Esta palavra nos faz lembrar que recebemos amor e devemos amor. Faz-nos lembrar que somos devedores do amor do Pai. Assim como eu preciso deste amor, da mesma forma preciso me tornar canal para que este amor flua através da minha vida! Deus revela

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Resultados Na Vida Cristã

Todo vale será aterrado, e nivelados todos os montes e outeiros; os caminhos tortuosos serão retificados, e os escabrosos, aplanados; e toda carne verá a salvação de Deus. Dizia ele, pois, às multidões que saíam para serem batizadas: Raça de víboras, quem vos induziu a fugir da ira vindoura? Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento e não comeceis a dizer entre vós mesmos: Temos por pai a Abraão; porque eu vos afirmo que destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abraão. E também já está posto o machado à raiz das árvores; toda árvore, pois, que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo. Então, as multidões o interrogavam, dizendo: Que havemos, pois, de fazer? Respondeu-lhes: Quem tiver duas túnicas, reparta com quem não tem; e quem tiver comida, faça o mesmo. Foram também publicanos para serem batizados e perguntaram-lhe: Mestre, que havemos de fazer? Respondeu-lhes: Não cobreis mais do que o estipulado. Também soldados lhe perguntaram: E nós, que faremos? E ele lhes disse: A ninguém maltrateis, não deis denúncia falsa e contentai-vos com o vosso soldo. (Lucas 3:5-14). A vida cristã aponta para Deus, é a vida dEle pulsando dentro de nós, é um mover interior nos levando para o novo, nos conectando com o trono, nos movendo para uma nova vida, para uma vida diferente, para um mover de mudança.  Neste texto que lemos o Espírito Santo estava falando através do profeta João batista, ele estava  preparando o caminho para a vinda do Messias, ele estava anunciando que Jesus o Cristo estava chegando. O discurso dele era: quando Yeshua chegar tudo mudaria, pois aqueles que nele crer terão suas vidas transformadas. 1. Todo vale será aterrado e nivelados todos os montes e outeiros; VALE ATERRADO: Isto é, todo autoestima baixa, todo espírito de inferioridade, todo buraco na alma, todo trauma, todo medo, tristeza…, serão aterrados, será preenchido.  MONTES E OUTEIROS NIVELADOS: Isto é, toda soberba, orgulho, sentimento de altivez…, serão nivelados, aplainados. Tudo  se torna plano, equilibrado, tudo entra em harmonia.      2. Os caminhos tortuosos serão retificados, e os escabrosos, aplanados;  OS CAMINHOS TORTUOSOS SERÃO RETIFICADOS: Isto é, todo desvio de caráter, toda caminho errado serão endireitado. Toda tendência para o mal serão vencidos, toda vida falsa, toda máscara será retirada, de desonesto e mal caráter se torna Íntegro e reto, se torna uma pessoa honesta, fiel e leal. OS CAMINHOS ESCABROSOS APLAINADOS: Isto é, caminhada esburacada, altos e baixos, debilidades da alma, dúvidas, hoje quer, mas amanhã desiste, começa algo, mas não termina, hoje é crente, amanhã, tem dúvida, hoje é santo, amanhã profano, hoje luta contra o diabo, amanhã negocia a fé, está indefinição acabará, pois o Senhor aplainará  e sua. Ida vai mudar…    3. …e toda carne verá a salvação de Deus.  Isto é, através da sua mudança de vida, do seu testemunho, da sua transformação, da sua alegria, do seu discurso, da unção do Espírito Santo na sua vida, através da luz de Cristo brilhando em você, toda carne verá  a salvação, pois Jesus  e o Seu o caráter será visível em você pelo sua conduta. 4. Raça de víboras, quem vos induziu a fugir da ira vindoura? Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento e não comeceis a dizer entre vós mesmos: Temos por pai a Abraão; porque eu vos afirmo que destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abraão.  QUEM OS INDUZIU A FUGIR IRÁ VINDOURA? Isto é, quem levou vocês a perderem o temor de Deus, a viverem como se não existisse consequência dos vossos atos, como se não existisse Deus…? Um dia a Irá de Deus se manifestará contra aqueles que não creram e não viveram os mandamentos. PRODUZI, POIS, FRUTOS DIGNOS DE ARREPENDIMENTO. Isto é, demonstrai através dos frutos que vocês se arrependeram, pois arrependimento é expresso através da mudança de vida…, o discurso atrai muitas pessoas, mas o exemplo de vida arrasta multidões, minha identidade de filho de Deus é revelado pelo meu estilo de vida! …NÃO COMECEIS A DIZER ENTRE VÓS MESMOS: TEMOS POR PAI ABRAÃO; PORQUE EU VOS AFIRMO QUE DESTAS PEDRAS DEUS PODE SUSCITAR FILHOS A ABRAÃO. isto é, não pense que pelo fato de serem descendência de Abraão, que naturalmente vocês estão salvos, ninguém é salvo pela tradição, se o pai foi salvo, não significa que o filho se salvará, cada um dará conta de si mesmo, é necessário arrependimento e conversão… 6. E também já está posto o machado à raiz das árvores; toda árvore, pois, que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo.  Então, as multidões o interrogavam, dizendo: Que havemos, pois, de fazer? Respondeu-lhes: Quem tiver duas túnicas, reparta com quem não tem; e quem tiver comida, faça o mesmo. Foram também publicanos para serem batizados e perguntaram-lhe: Mestre, que havemos de fazer? Respondeu-lhes: Não cobreis mais do que o estipulado. Também soldados lhe perguntaram: E nós, que faremos? E ele lhes disse: A ninguém maltrateis, não deis denúncia falsa e contentai-vos com o vosso soldo. JÁ ESTÁ POSTO O MACHADO NA RAÍZ DAS ÁRVORES: MACHADO: Palavra, ensino, verdade, caminho a seguir, correção, tratamento. RAIZ: fonte, essência, DNA que produz o fruto. A arvore é resultado da raiz, se a raiz for boa, toda a árvore será boa… ÁRVORE: cada um de nós, somos árvores na plantação de Deus. TODA ÁRVORE, POIS, QUE NÃO PRODUZ BOM FRUTO É CORTADA E LANÇADA NO FOGO. Todo aquele que produz mau fruto… Será cortado…, e depois lançado no fogo, condenação eterna. 7. Que havemos de fazer? Se esforcem para dar bons frutos, façam o bem, anunciem o reino, reparta daquilo que você tem com quem não tem!   Isto se refere tanto com as coisa físicas, tanto com as espirituais… João Batista veio para preparar o caminho do Senhor, em sua pregação ele dizia, Eu não sou o messias, mas quando Ele chegar, sua vida vai mudar, Se você deixar Tudo que estiver errado na sua vida será concertado e o seu testemunho anunciará que há salvação para todo aquele que crer. Deus vai te curar, não haverá falta na sua vida, você está sendo liberto e um novo tempo

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Devemos lavar os pés uns dos outros

João 13:1-17; Tiago 5:16 Quando examinamos o nosso passado descobrimos que os momentos realmente vividos que nos fez tão bem, foram aqueles em que fizemos coisas com um espírito de amor. O amor a Deus e ao nosso próximo é a única porta que permite saímos do calabouço do interesse próprio! Isso nos libera para prosperarmos e servirmos a Deus com alegria Estes mandamentos citados por Jesus devem ser praticados em relação ao próximo. Eles devem ser experimentados “de uns para com os outros”. São mandamentos que falam dos deveres mútuos que viabilizam o agir de Deus no meio de Sua igreja. Os resultados na vida daqueles que praticam, serão: famílias curadas, vidas transformadas, ministérios frutíferos e prosperidade financeira. A nossa meta é crescer, frutificar, multiplicar e governar. Deus quer desenvolver em nós como discípulos, líderes e  igreja, bases para sustentação e crescimento. Estes princípios são fundamentais para criar estrutura no relacionamento e maturidade. Por isso é importante que estes sejam praticados e vividos no dia a dia, pois Deus quer fazer de nós, padrão e modelo de homens e mulheres curados e resolvidos no espírito, alma, corpo, família e finanças. Como lemos no texto de hoje, durante a celebração da Ceia, Jesus, reunido com seus discípulos, começou a lavar-lhes os pés. Com esse ato o Senhor Jesus nos ensinou a: 1. Assumir Voluntariamente a Posição de Servo – Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. (Jo. 13:14). A responsabilidade de lavar os pés de um convidado naquela época era delegada ao servo da casa. Jesus, porém, sendo Senhor sobre todos, assumiu a condição de servo, considerando o próximo, o convidado especial do grande Anfitrião, o Pai celestial. Fazendo assim, Ele tornou-se servo de Deus e dos homens. “ Em Filipenses 2:7-8 diz: “…antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz.” A simples consciência de que somos servos já nos ajudaria a resolver muitos conflitos de relacionamentos. Em muitos momentos quando as pessoas não nos agradam ou não nos dão a atenção que achamos que merecemos, nos sentimos feridos e magoados. Estamos aqui, no entanto, para servirmos aos outros com amor e alegria. Para termos êxito neste propósito, precisamos ser discípulos comprometidos com o Senhor, submissos e prontos para servir. Pratique esta arte de servir aos outros de acordo com os talentos e recursos que você possui. Tenha a alegria de sentir-se útil no Reino de Deus servindo ao próximo como Cristo serviu… (isso fala de semeadura que fará que seu futuro seja próspero e seguro em Deus) 2. Ajudar o próximo a remover a sujeira do caminho – “ Disse-lhe Pedro: Nunca me lavarás os pés. Respondeu-lhe Jesus: Se eu não te lavar, não tens parte comigo.” (Jo 13:8). Jesus disse que os discípulos não necessitavam banhar-se novamente porque já estavam limpos pela Palavra recebida. Mas os pés precisavam ser lavados constantemente. Quando recebemos a Palavra de Deus em nosso coração e nascemos de novo, somos lavados e purificados pelo Senhor, mas, quando caminhamos a cada dia neste mundo, a poeira do caminho vai impregnando em nós. O pecado ao redor, a mágoa gerada nos relacionamentos, a ira nas injustiças, as atitudes imaturas e impensadas que praticamos e as quedas nas áreas fracas, etc., são como poeiras em nossos pés. Precisamos nos dispor a lavar os pés daqueles que estão engatinhando na vida cristã e dos discípulos que andam conosco, bem como dos que, por algum motivo, caíram na fé. Devemos ajuda-los, pacientemente em amor e ao mesmo tempo, deixar que nossos líderes nos lavem os nossos pés.  Isso fala de arrependimento, de reconhecimento, de confissão e de perdão, fala de pedirmos perdão a Deus diariamente pelos pecados e também às pessoas que magoamos. Para isso precisamos de alguém para nos ouvir e assim colocarmos para fora, tudo àquilo que nos faz sofrer ou que nos prende nos impedindo de crescer, quando liberamos perdão, o sangue de Cristo nos lava e nos purifica. Isso significa que eu preciso ter alguém que me ouça e ore por mim, mas também, a medida em que Deus trabalha na minha vida, levando-me a maturidade, preciso me dispor a reproduzir na vida de outros, aquilo que estou recebendo da pessoa que cuida de mim. É bom ter alguém com quem desabafar e confessar pecados e receber oração, mas é também muito bom se tornar um ouvinte de confiança para lavar os pés daqueles que Deus ama, daqueles que Ele confiou para a gente cuidar. Desta forma haverá restauração na nossa vida e na dos nossos discípulos, irmãos e amigos. O Senhor disse que se Pedro não aceitasse ter seus pés lavados, este não poderia ter parte com Ele. Os que acumulam a sujeira do pecado em suas vidas vão, gradativamente, perdendo a comunhão com Deus. Quando, porém, intervimos com amor, mostrando a cada um o caminho do arrependimento e da restauração, então, estamos cumprindo o mandamento recíproco do lavar os pés ao próximo. Esteja à disposição dos que buscarem sua ajuda nessa área. Seja bondoso e cheio de compaixão, para que o tratamento seja na vida dos discípulos e de alguém que esteja precisando de ajuda, um ato de graça para restaurar trazendo verdadeira cura que resultará em frutos na vida pessoal e ministerial. 3. Promover Refrigério ao Cansado – “Declarou-lhe Jesus: Quem já se banhou não necessita de lavar senão os pés; quanto ao mais, está todo limpo. Ora, vós estais limpos, mas não todos.” (João 13:10). A sujeira do caminho pode não se limitar somente ao pecado, mas ao desânimo e sentimentos de tristeza ou fracasso a que alguns são submetidos. Não há nada mais confortador do que a água fresca sobre os pés de quem muito caminhou; assim são as palavras de ânimo e de encorajamento ao

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Cristo nosso modelo

Marcos 8:34-38 Há omentos em que as melhores motivações como delicadeza, boas maneiras no convívio com os outros são deficientes, precisamos desenvolver hábitos que facilitem o convívio, o relacionamento com pessoas, isso deve começar em casa. Se olharmos com a ótica humanista, seremos convencidos que não devemos perdoar, mas quando olhamos com a ótica de Deus, perdoamos e recomeçamos tudo de novo. Através do nosso amor por Jesus começamos a ter vontade de: imitá-Lo, servi-Lo e sermos em “Tudo” semelhante a Ele, de Cristificar sempre mais a nossa vida, para que possamos em níveis altos perdoar de todo coração, todos que nos ofendem, pois só assim o Pai do céu nos perdoará. Isto indica nossa vida focada nele em primeiro lugar, uma vida sem nenhum resquício de magoas ou ressentimentos. Isso nos faz voar, nos sentimos leves! Não estamos seguindo Jesus, quando queremos seguir nossas próprias ideias, nossa opinião de que as coisas devem ser assim e não de outra forma. Nós devemos fazer a vontade de Deus, é para isto que nascemos de novo. Jesus disse: “Mas que não se faça o que eu quero, mas o que tu queres" (Mc 14,36). Nossa vida Cristã deve ser uma vida de docilidade no Espírito Santo, na qual as nossas durezas devem amolecer-se, para tornarmos semelhante a Ele. Jesus disse: “Eu sou manso e humilde de coração" (Mt 11:28). Quando dizemos que somos de Jesus, todos esperam que sejamos modelo. Da forma como vive e age um filho de Deus. "Se dissemos que temos o Espírito Santo, e agimos como qualquer pessoa que não crer"! Que modelo somos? Nosso templo e morada do Espírito Santo precisa estar em conformidade com a palavra. Como estou passando Cristo para os outros? Estou sendo luz, através do meu testemunho de vida?  Que tipo de cristianismo estamos vivendo? Para Refletir. Eu me importo com a vontade de Deus para mim?… Eu me importo com o reino de Deus, com sua ampliação e princípios de Deus?… Eu me importo com as vidas que estão perdidas?… Eu me importo com a igreja de Cristo?… Espero que esta simples reflexão, venha ser benção em suas vidas, para que assim o nosso Jesus seja glorificado, por meio do testemunho de nossas vidas.                                                             

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O valor do trabalho em equipe

Gênesis 11: 5, 6; João 17:21-26 A proximidade e a comunhão têm um preço. As pequenas feridas sempre surgem quando nos aproximamos e nos relacionamos. Precisamos desenvolver a nossa capacidade de perdoar, valorizar e apreciar aquilo que cada pessoa tem de bom. Por outro lado, precisamos crescer e sermos aperfeiçoados para oferecermos cada vez mais nossa amizade e amor, aprendendo a ter comunhão e a se relacionar com todo tipo de pessoas sem medo de ser feliz, pois assim seremos benção, principalmente na vida daqueles a quem amamos e daqueles que Deus colocar no nosso caminho. Precisamos de Deus na nossa vida, pois Sua presença aquece nosso coração, poderemos vencer o frio deste mundo e também alcançar outras pessoas!  A Palavra de Deus diz que o Seu desejo é que todos conheçam a verdade e sejam salvos. Sabemos que a verdade está no único salvador e intermediário entre nós e Deus, Jesus o Cristo. O Senhor quer nos visitar e fazer parte da nossa vida! 1. Todos nós devemos ter a mesma linguagem Como vimos no texto de hoje, o povo era um e tinham o mesmo falar, por isso não haveria restrição para tudo o que intentassem fazer. A Palavra de Deus nos orienta dentro do mesmo princípio, que devemos aprender a ser discípulos, tendo uma pessoa de Deus que nos indique o caminho, confiarmos nele e nos unirmos por amor do reino e por amor a nós mesmos, pois este é o caminho indicado por Deus para uma vida de vitória no espírito, na alma, no corpo e na família. Aprendemos que tudo começa em casa, tudo começa na família, é lá que aprendemos o caminho da obediência, do respeito, da honra, da integridade, do amor e da unidade, aquilo que recebemos em casa reflete na nossa história de vida, por isso Deus ensina que os pais devem ensinar e praticar os Seus princípios na vida dos filhos e no relacionamento familiar. Em 2 Coríntios 8.7 diz: Portanto, assim como em tudo tendes abundância: em fé, em palavra, como no saber, em todo o zelo e no vosso amor para conosco, assim também sobressaí nesta graça. Isto é, precisamos viver na prática aquilo que recebemos e temos em Cristo Jesus. Segundo este texto é necessário que todos falem a mesma coisa, que todos através da renovação da mente pela Palavra tenham uma mesma disposição mental e um mesmo parecer, tudo isso segundo Deus. O resultado disso na nossa vida é que seremos uma unidade e não uma mera união de pessoas. Há uma diferença entre união e unidade. União é ter muitas batatas no mesmo saco, enquanto unidade é quando as batatas são cozidas e amassadas tornando-se um purê dentro do prato. A unidade tem um preço de fogo e quebrantamento, ou seja, não há unidade sem o fogo do Espírito Santo e a renúncia do Ego. Só assim poderemos falar a mesma coisa e termos a mesma disposição mental, pois divisão ou discordância destrói e paralisa a realização do projeto de ser família, igreja e reino de Deus na terra. 2. Uma parábola para ilustração Conta-se que numa marcenaria houve uma estranha assembléia. Foi uma reunião de ferramentas para acertarem as suas diferenças. Um martelo exerceu a presidência, mas os participantes o notificaram que teria de renunciar. A causa? Fazia demasiado barulho, além do mais, passava o tempo todo golpeando. O martelo reconheceu sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que este dava muitas voltas para conseguir algo. Diante do ataque, o parafuso concordou, mas por sua vez, pediu a expulsão da lixa. Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atrito. A lixa acatou, com a condição de que expulsassem o metro, que sempre media os outros segundo a sua medida, como se fora o único perfeito. Nesse momento entrou o marceneiro, juntou o material e iniciou o seu trabalho. Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso. Finalmente a rústica madeira se converteu num fino móvel. Quando a marcenaria ficou só a assembléia reativou a discussão. Foi então que o serrote tomou a palavra e disse: "senhores, ficou demonstrado que todos temos defeitos, mas o marceneiro trabalha com nossas dificuldades e com os nossos pontos valiosos. Amados aprendemos nesta parábola que não devemos focar nos nossos pontos fracos, mas sim em nossos pontos fortes e assim trabalharmos nas áreas fracas. Aprendi nesta ilustração que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limar e afinar as asperezas e o metro era preciso e exato. Depois da atuação do Marceneiro eles sentiram-­se então como uma equipe capaz de produzir móveis de qualidade. Sentiram alegria pela oportunidade de trabalharem juntos. 3. O desejo do Senhor Jesus No Evangelho de João 17:21-26 registra uma parte da oração de Jesus por nós, Ele diz que um dos motivos da sua vinda era para que a sua glória (poder, presença, unção, vida…) nos fosse transmitida a fim se sermos um, com Ele é com Deus Pai.  Porque? Para que o mundo soubesse que Deus Pai o havia enviado como único salvador e Senhor; Para que fossemos aperfeiçoados nesta unidade e assim sermos curados e fortalecidos; Para que o mundo além de crer, conheça Jesus como único intermediário entre Deus Pai e as pessoas; Para que o mundo saiba que Deus nos ama com a mesma medida que Ele ama a seu filho Jesus, e sua prova de amor foi tê-lo enviado para morrer em nosso lugar; Para vermos a glória que foi conferida a Jesus Cristo e assim estarmos com Ele para sempre; Para que assim como Jesus o filho conhece o Pai, desta mesma forma o conheçamos também; A fim de que o amor do Pai permaneça em nós e desta forma possamos transmitir este amor a todas as pessoas que passarem pelo nosso caminho, para que estas sejam salvas, restauradas e prósperas. 4. Razão de sermos uma igreja

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A figueira

Marcos 11:12-14 A figueira é mencionada acerca de um evento, e por três vezes foi mencionada nos Evangelhos. Um dia Jesus estava em Betânia, no lugar oeste do Monte das Oliveiras, com Maria, Marta e Lázaro. Naquela manhã em que saia para descer ao Templo, Ele levantou-se, e por alguma razão não tomou café. A Bíblia fala que a medida que foi subindo até uma aldeia chamada Casa da Figueira, olhou e viu uma figueira. Isso era em meados de Abril ou Maio, na Primavera, na Festa da Páscoa. Jesus foi até a figueira em busca de figos, mas não os encontrou. E a Bíblia diz que aquele não era tempo de figos. A colheita de figos se dá em Setembro ou Outubro, em Tabernáculos. Quando lemos a passagem e não conhecemos o contexto, não entendemos. Se não era tempo de figos em Abril e Maio, porque Jesus amaldiçoou a figueira. Qual é a verdade? Aquela era uma figueira especial, não era uma figueira qualquer. No início da Primavera, quando as folhas estão nas figueiras, cada pequena árvore, produz 8 frutos como primícias. É preciso olhar entre as folhas para encontrá-los, pois são os mais deliciosos. No final do ano, em Outubro, quando a árvore está cheia de figos, eles não são tão bons, porque todos os nutrientes da árvore foram para os 8 figos produzidos como primícias. Jesus procurou os figos que representavam as primícias e não os encontrou. Ele a amaldiçoou a figueira que já estava morta. A Bíblia nos diz que somos um tipo de primícias. O livro de Tiago diz que somos uma figueira. Jesus está vindo nesta manhã para se alimentar através de nossas vidas, procurar as primícias, ver o que Ele mesmo tem produzido em nós. Se em nossas vidas não houver primícias, não alimentamos o Mestre como deveríamos. À medida em que nos reunimos, Jesus vai a cada lugar, em pessoa e pessoa, através das folhas da nossa vida, a procura de primícias, que possam satisfazê-lo. Hoje Ele olha para mim e você e em cada lugar procura, através da árvore da nossa vida, para ver se estamos vivos. Será que você está vivo? A Bíblia diz em João 15;16 que Ele nos escolheu para darmos frutos. No outro dia os discípulos estavam caminhando e passaram pela figueira, ao vê-la que estava morta, admiraram-se (Lucas 11:20-24). Jesus lhes dá então outra lição. Era a mesma figueira, mas a lição era outra. Jesus disse que não deveriam se surpreender, mas ter fé em Deus. Uma montanha é um grande obstáculo. Jesus escolheu algo muito grande como exemplo. Algo grande, enorme que está em teu caminho, se você tiver fé em Deus, será lançada fora, porque Deus sempre será maior que a montanha. O que você está olhando? Problemas, dificuldades? O seu Deus sempre será maior! O problema não é a montanha, mas o quanto conhecemos a Deus. Pois quanto maior a situação na Bíblia é aprender a conhecer quem é Deus. Só podemos cumprir as promessas de Deus quando entendemos que Ele é maior que qualquer montanha. Devemos conhecê-lO! Quando O conhecemos a coragem está em nós e não importa quão grande sejam os obstáculos, a nossa fé nEle transporta as montanhas para longe de nós. Mateus 24:32-35, o mesmo evento e a mensagem diferente. Jesus disse que virá um tempo sobre a face da Terra no qual todas as árvores do mundo e das nações se levantarão como plataforma da história da humanidade. Todos querem independência. O tempo de reinos e impérios se passará. As nações se levantarão em diferentes estágios, como recentemente a República do Sul do Sudão se levantou. Jesus disse que quando víssemos a figueira se levantando, saberíamos que era chegado o fim, o verão era chegado. E disse que a geração, a figueira não passaria até que todas as coisas se cumprissem. A maior nação da Terra é Israel ainda que amemos o nosso país. Israel é a nação do Leão da Tribo da Judá. Jesus disse que nada destruiria a nação de Israel. E a prova disso é que você está aqui. Jesus disse que a geração de pessoas não passaria. Ele é o Rei! É por isso que Deus vos trouxe aqui nesta manhã, para abençoar a figueira. Independente da nação, cada um de vocês foi chamado por Deus e trazido a Sião para ser uma bênção para este povo. Bendito seja o Nome do Senhor pelos dias que estamos vivendo. Eu agradeço a Deus pela vida de todos aqueles que ouviram e obedeceram a voz do Espírito Santo. Nós somos o povo da bênção de Deus.

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O valor da unidade

Genesis 11: 5, 6 Assim como Jesus fazia, queremos lançar mão de algumas parábolas para mostrar a necessidade de aprendermos a trabalhar na Célula e nas redes. A palavra de Deus diz que não há limites para uma unidade consagrada e um propósito apaixonado. Genesis 11: 6 – E o SENHOR disse: Eis que o povo é um, e todos têm a mesma linguagem. Isto é apenas o começo; agora não haverá restrição para tudo que intentam fazer). Quando temos a mesma linguagem e somos um em um propósito, Deus mesmo diz que não haverá restrição para tudo que intentarmos fazer. Queremos ressaltar que esta unidade de propósito que reflete na linguagem deve começar em casa, na família. 1. Segundo a Palavra de Deus: O povo é um. Ser um povo unido num só propósito não é algo simples de ser alcançado. Paulo mostra aos Filipenses que tal unidade é fruto de um processo. Em Filipenses 2:1-2 diz: Se há, pois, alguma exortação em Cristo, alguma consolação de amor, alguma comunhão do Espírito, se há entranhados afetos e misericórdias, completai a minha alegria, de modo que penseis a mesma coisa, tenhais o mesmo amor, sejais unidos de alma, tendo o mesmo sentimento.  Aqui fala de Exortação em Cristo, de Consolação de amor, de Comunhão do Espírito Santo e Entranhados afetos e misericórdias. Exortação aqui fala de motivar outros a permanecer firmes na fé, consolação fala cobrirmos uns aos outros no amor de Cristo, comunhão do Espírito nos leva a sermos mais sensíveis as necessidades dos outros e entranhados afetos e misericórdias fala de estarmos misturados como um purê de batatas, assim nos conheceremos melhor. Se tivermos estas características acima, mesmo com as nossas diferenças, pensaremos a mesma coisa em relação as coisas de Deus, teremos o mesmo amor, seremos unidos de Alma no propósito e teremos o mesmo sentimento. Parábola do porco-espinho. Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos perceberam a situação e resolveram se juntar em grupos. Assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente. Mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que forneciam mais calor. Por isso tornaram a se afastar um dos outros. Todavia, voltaram a morrer congelados. Precisaram então fazer uma escolha, ou desapareciam da terra, ou aceitavam os espinhos dos semelhantes. Sabiamente, decidiram voltar a ficar juntos. Aprenderam a conviver com as pequenas feridas que uma relação muito próxima podia causar, já que o importante era o calor do outro. E terminaram sobrevivendo. 2. Se estamos sozinhos esfriamos. A frieza e a friagem nos assolam, precisamos nos manter aquecidos e até incendiados, mas isso só será possível se nos mantivermos juntos. É como uma brasa, se fica sozinha apaga. Temos falado nos últimos dias sobre o primeiro amor, sobre o tempo do fim, da última igreja, da mistura e conceitos contrários, sabemos que conseguiremos vencer todos estes obstáculos se nos mantermos aquecidos em Deus, na Sua palavra, na unidade e no amor. Jesus Cristo disse que por causa da multiplicação da iniqüidade, o amor de quase todos esfriarão, não podemos deixar o nosso amor enfraquecer e morrer, pelo contrário, vamos incendiá-lo através da nossa unidade e comunhão em Cristo. Amém? 3. A proximidade e a comunhão têm um preço. Pequenas feridas sempre surgem quando nos aproximamos e nos relacionamos. Precisamos desenvolver a nossa capacidade de perdoar, valorizar e apreciar aquilo que cada pessoa tem de bom. Por outro lado precisamos crescer e sermos aperfeiçoados, para oferecermos cada vez mais nossa amizade e amor, aprendendo a ter comunhão e a se relacionar sem medo de ser feliz e de ser benção na vida daqueles a quem amamos e daqueles que se aproxima de nós. Temos Deus na nossa vida, a presença e o amor do Senhor aquece nosso coração, podemos compartilhar deste amor entre nós e com aqueles que o Senhor ama também, juntos seremos mais fortes e poderemos vencer o frio deste mundo e também alcançar outras pessoas!  A Palavra de Deus diz em I Timóteo 2: 3-5 que o Seu desejo é que todos conheçam a verdade e sejam salvos. O coração de Deus pulsa por almas, por vidas salvas, libertas e curadas!!! Você já recebeu a Jesus Cristo com teu Senhor e Salvador? É hoje o teu dia, tudo vai mudar Compartilhar: Esta palavra falou ao seu coração? Então comente e fale sobre o que você compreendeu sobre a importância da unidade, comunhão e relacionamento. No amor de Cristo   Apóstolos Eliezer e Zenita C Moreira

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