A conquista vem pela unidade

  João 17:11   Jesus neste texto sabia que estava para voltar para o Pai e que sua equipe agora enfrentaria um desafio: caminhar e conquistar sem a presença do líder. Imagine se por algum motivo de força maior, você soubesse que seus doze ficariam sem você, qual seria a sua preocupação e a sua oração?   A de Jesus foi pela unidade. Ele poderia orar para que se mantivessem santos, ou motivados a trabalhar pelo evangelho, mas sua oração foi para que eles permanecessem unidos (fossem um). Jesus sabia que a verdadeira conquista vem pela unidade: de cada parte da equipe com o líder e de cada um dos 12 com seu companheiro de equipe.   A unidade com o líder já havia sido consolidada, os 12 estavam cônscios de sua missão e já amavam a Jesus o suficiente para continuarem fiéis a Ele mesmo na sua ausência.   A necessidade agora era que o Pai protegesse a unidade dos 12 para que nenhum espírito de contenda e desunião os separasse, pois Jesus também já havia ensinado que um reino dividido não subsiste. Em contrapartida disto, o Salmo 133:1 a 3 diz que Deus ordena sua benção, sua unção e salvação onde há unidade.   Quando os 12 estão unidos e eles oram, um poder é liberado, dai a importância de termos uma equipe de 12, porém mais importante que termos uma equipe de 12, é “sermos” uma equipe de 12. Podemos ter 12, mas não ser equipe. O espírito de equipe é o espírito de unidade que se desenvolve em três aspectos:   UNIDADE DE PENSAMENTO, LINGUAGEM E ATITUDE.   Isto fará com que a equipe seja invencível como declara Genesis11:6: e o Senhor disse “Eis que o povo é um, e todos tem a mesma linguagem. Isto é apenas o começo, agora não haverá restrição para tudo que intentarem fazer”.   E também em Atos 4:32 a Bíblia diz: “ Da multidão dos que creram era um o coração e alma. Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía, tudo porém, lhes era comum. Com grande poder, os Apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus e em todos eles havia abundante graça”.   Este último texto revela a importância da unidade dos 12 no propósito da missão e entre si, pois eles são matrizes de reprodução (são formas que formam) se forem “homens e mulheres de unidade” formarão uma multidão de um só coração e uma só alma, como aconteceu na Igreja de Atos.( Um exercito que terá um só objetivo:implantar o Reino de Deus na Terra).   Isto fala da unidade gerando conquista, segurança e prosperidade na vida da 1ª, 2ª, 3ª e 4ª gerações (o texto segue dizendo que não havia entre eles nenhum necessitado, pois todos distribuíam entre si o que possuíam).   Talvez o maior desafio do líder seja este, gerar a unidade de sua equipe consigo mesmo e dos 12 entre si.             Embora esta tarefa seja do líder, só quem pode realizar esta obra é o Espírito Santo, por isso a Bíblia diz: a unidade do Espírito Santo. Precisamos ter a unidade como meta e trabalhar por ela, dependendo do Espírito Santo totalmente.                 A unidade vem primeiramente pela oração do líder, Jesus estava orando pela unidade dos 12.               Vem também pela cura da alma tanto do líder, quanto dos discípulos. Não há cura de alma sem o derramar contínuo de amor.               Jesus amou seus 12 o tempo todo até o fim (cruz), mas Ele não parou de nos amar até agora, por isso também Ele nos confronta.               Sem confronto não há cura, não havendo cura na alma e no caráter, haverá brechas para que satanás trabalhe trazendo intrigas, facções e divisões.               Devemos combater a soberba e a avareza. De que forma? Não sendo soberbos e avarentos, ensinando nossos 12 a dar, compartilhar e socorrer os que precisam.               Sermos um não é uma opção, é um comando de Jesus se quisermos obter vitórias.             Uma estratégia do diabo é manter pastores e líderes, focados em seus próprios objetivos (vou cuidar só da minha igreja).               Há aqueles que pensam que obterão melhores resultados fazendo “carreira solo”, mas isto é ingerência demoníaca, pois só a unidade clamada por Jesus e decretada pelo pai, nos levará à vitória.               Precisamos plantar no coração de todos, o que o Pai deseja para todos, de forma coletiva e individual, para que todos sonhem com as promessas de Deus. Devemos padronizar a linguagem, levando a equipe a falar a linguagem positiva do reino, pois o que pensamos e falamos determina o nosso futuro.               A Bíblia diz: o que um homem pensar em seu coração, isto ele será e também diz: que na boca está o poder de vida e de morte, de construir e de destruir.               Ainda há pastores muito pessimistas, derrotistas e de linguagem mundana, como Isaias, antes de ser purificado em seus lábios (Is.6:6 e 7)               Jesus advertiu: “O que contamina o homem não é o que entra pela boca, mas o que sai” (que palavras você tem dito?).               Precisamos padronizar comportamentos, sermos atentos, organizados, pontuais e presentes (ex: um vem o outro não; vem no café e depois falta em dois; faz uma reunião com Pastores, depois fica seis meses sem fazer; consagra o dízimo em um mês depois falha em 3três). O que aconteceria se o corpo de uma igreja ficasse 3 meses sem entregar os dízimos? Ou se a Equipe de 12 viesse num discipulado e faltasse nos 2 próximos?               Só teremos unidade de pensamento, linguagem e atitude, quando pedirmos a Deus a sensibilidade e o quebrantamento necessários para estarmos no lugar, na hora e na posição em que Deus nos quer.               Se atendermos a isto, vamos ser promotores da unidade e a nossa conquista será sobrenatural e completa nas nossas igrejas

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Exalando o perfume de Amor

  Lucas 7: 36-47   Nas ultimas três semanas falamos sobre paixão, sobre a expressão ardente do primeiro amor. Vimos que a paixão espiritual genuína é aquela que é mais que emoção, pois a paixão baseada na emoção humana é passageira e frágil, mas a genuína é sedimentada em Cristo e têm suas raízes no amor incondicional que foi demonstrada por Ele na cruz do calvário, amor este que através da Palavra e comunhão com o Senhor, se torna um encargo do nosso coração.   Aprendemos que Deus quer que sejamos ardentes na nossa missão de portadores de boas novas de salvação, Ele quer que sejamos fervorosos na demonstração do amor que Foi revelado na cruz do calvário. Nosso amor pelo Senhor, pelo próximo, pela célula deve ser quente, deve estar fervendo! Nossa participação nos cultos, célula, discipulado e nas orações deve ser fervorosa.   No texto base de hoje Jesus foi convidado por um fariseu chamado Simão para ir à sua casa. Ao ouvir que o Messias estava na casa do fariseu, aquela mulher que era considerada pecadora, provavelmente uma prostituta que tinha sido tocada pelo amor de Cristo e agora estava agradecida e desejosa de mudança. Ela foi apressadamente ao seu encontro em resposta a este amor. Este fato acabou resultando numa bela passagem bíblica.   Ela chega a Jesus com um vaso de alabastro com um precioso perfume. A Bíblia diz que ela passou a lavar os pés do Filho de Deus com suas próprias lágrimas, ao mesmo tempo ela beijava os seus pés e os ungia com o ungüento (perfume) que carregava.   Observe que uma das características que mais marcavam aquela mulher era o da coragem. Ela entrou na casa de um fariseu que nunca a convidaria, ela era considerada uma pecadora e os fariseus (cujo nome significa separados) não admitiam conviver com pessoas consideradas por ele como menores por não obedecerem aos padrões da sua religião.   Mas o verdadeiro amor lança fora todo o medo e dá ousadia e coragem, pois o amor daquela mulher se revela tremendamente verdadeiro. Esse amor se revela sem palavras, se revela com lágrimas, não é o amor de palavras vazias, não é o amor fingido, Não! É o amor que brota de um coração arrependido, contrito, cheio de fé e humildade e que vê em Jesus o Cristo o único que pode perdoar suas falhas que por muito tempo a mantiveram afastada de Deus, o Pai celeste.   Jesus disse que pelos frutos se conhece a árvore, a atitude daquela mulher demonstra o seu arrependimento e gratidão! Ela entrega a Jesus uma oferta preciosa, um vaso de alabastro contendo algo precioso, mais que isso, ela dá a sua própria vida sem medo da reação e rejeição dos religiosos, dos homens apegados a tradição. Ela derrama lágrimas que brotam de um sentimento verdadeiro, de uma emoção genuína, não manipulada, e se entrega àquele que não a condenou, mas que a amou com um amor puro, santo e incondicional. Ele não se importou pelo fato dela ser uma prostituta e nem impôs condições, só a amou e ofereceu perdão e uma nova chance para viver uma nova vida.   Mas o religioso coloca os seus dogmas e suas tradições acima de tudo isso: Simão o fariseu fica indignado com aquela cena e passa a duvidar de Jesus (Verso 39). Ele não reconhecia, ele estava cego pela venda da falsa religiosidade, pois Aquele que estava em sua casa era o Deus encarnado, que desceu do Céu para salvar não os que professam apenas uma religião, mas os que com coração contrito, se arrependem dos seus pecados e se entregam sem restrições a Ele para servi-lo – (Lucas 19:10).   Jesus passa então a contar uma parábola ao fariseu que também é amado por Ele e que também precisava de salvação, mas não reconhecia – (Lucas 7: 41-43).   Se agirmos como Aquele fariseu e nos acharmos como menos pecadores, como mais inocentes e santos, seremos muito menos gratos ao Senhor por tudo que Ele fez e faz por nós. Receber perdão, ter uma nova chance, experimentar a salvação e a oportunidade de viver uma nova vida aqui na terra e no céu, significava muito para aquela mulher que naquela época e cultura, estava condenada e sem novas oportunidades, mas sim, desprezada e rejeitada por todos por ser uma prostituta.     Aquele que realmente se olha como não merecedor e reconhece a necessidade do perdão de Deus se torna uma pessoa muito grata e fervorosa na fé, encontrando desta forma a graça aos olhos do Senhor.   Muitas vezes o nosso orgulho, o nosso medo, as nossas preocupações, as ambições, o receio de perder os amigos e de que a família se revolte contra nós nos impedem de se entregar verdadeiramente a Cristo. No verso 48 e 49 deste mesmo capítulo Jesus a perdoa e estabelece sobre ela a Sua paz e salvação, pois Ele veio para perdoar e salvar, não importa se você acha que os seus pecados são muito grandes e até imperdoáveis, Ele através do nosso arrependimento nos perdoa dando-nos a salvação, a vida eterna.   Se você reconhece que é pecador por ter feito muitas coisas erradas, ou se você se acha bom e justo, não importa o que você acha, todos nascemos pecadores, todos cometemos pecados e precisamos nos arrepender. Ainda que os nossos atos pareçam bons, mesmo que sejamos honestos e caridosos, a Bíblia diz que nascemos em pecado e devemos nos apresentar diante de Deus com fé e arrependimento, para encontrarmos a graça do perdão e do amor de Cristo na nossa vida, afinal Ele pagou o preço do nosso pecado na cruz do calvário   O exemplo daquela mulher ainda exala hoje o perfume do amor, da entrega e da graça. Vamos exalar deste amor pelo Senhor e pelo próximo, vamos ampliar o primeiro amor lançando o combustível da palavra, da oração, da comunhão, do relacionamento, do discipulado, da busca e da

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A visão Celular no modelo dos doze

   “Então o Senhor me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna-a bem legível sobre tábuas, para que a possa ler quem passa correndo.” (Hc 2:2)   Restaurando os princípios da Visão   A Visão Celular precisa voltar a ser prioridade em nossos corações no que diz respeito ao trabalho que desenvolvemos com as células. Isso fala de retornarmos a primar pela qualidade de ensino nos Pré-Encontros, Encontros, Pós-Encontros, Escola de Líderes, Reencontros e os demais processos que os discípulos são submetidos.   Estudaremos um pouco sobre as tônicas dos Encontros e a importância de desenvolvermos um trabalho sério desde as células para atendermos as necessidades dos novos convertidos.    1. Encontro com Deus Todo líder da Visão Celular é conhecedor de que para o Encontro com Deus ser realizado é necessário que antes o novo convertido receba as ministrações do Pré-Encontro.   1.1 Pré-Encontro O Pré-Encontro é um tempo de ministração específica e direcionada para que o novo convertido entenda os processos espirituais nos quais está envolvido agora que aceitou Jesus. É um tempo de aprender a ouvir a voz de Deus através da Palavra ensinada, promovendo crescimento espiritual (Fp 2:12-16). Em cada ministração, o novo convertido terá oportunidade de se auto-avaliar, de pensar sobre sua conversão e seu interesse em prosseguir nos caminhos de Jesus (Os 6:3). É um tempo de sondagem; o discipulador poderá avaliar se o novo convertido está realmente respondendo aos processos e se está apto a ir ao Encontro.   O Pré-Encontro é composto de 4 reuniões que devem ser realizadas uma vez por semana, em uma hora cada. Os horários estabelecidos, tanto o do início como o do término de cada reunião, deverão ser respeitados. Os discípulos só poderão ir ao Encontro se tiverem participado de, no mínimo, 3 reuniões do Pré-Encontro. Os discípulos deverão copiar o máximo de informações recebidas nas ministrações para que haja melhor fixação do ensino. Os questionários das respectivas lições do Pré-Encontro deverão ser fotocopiados e entregues aos encontristas pelo líder.   Após a última lição do Pré-Encontro, o ministrador deverá confirmar o dia, local e horário de saída para o Encontro, informar o que deve ser levado e todas as demais instruções que estão contidas no Guia Oficial do Encontro com Deus. Certamente, você que é um líder de êxito, possui o seu livro.   1.2 Encontro O Encontro com Deus é diferente dos demais Encontros da Visão porque ele é, basicamente, para novos convertidos. Talvez você possa pensar: “Eu não era novo convertido e, mesmo assim, tive que passar pelo Encontro.” Você passou pelo Encontro porque você era novo na Visão Celular.   Impreterivelmente, o Encontro é realizado em um período de três dias, nunca nem mais nem menos que isso. Todas as ministrações estão organizadas de forma que o novo discípulo receba um desatar em sua vida. Para isso, é necessário tomar cuidado com a escolha dos ministradores. Eles precisam estar preparados para ensinar, conhecendo bem cada ponto das palestras e, acima de tudo, tendo experiências sobre o que estão ensinando.   O líder não deve pensar que porque já ministrou aquele tema várias vezes não precisa estudar novamente. Os ministradores devem orar, jejuar e estudar a ministração sempre que forem convocados para os Encontros. Rejeite a comodidade de andar pela força do seu braço, baseado em seu próprio conhecimento. Dependa de Deus e lembre-se de que é Ele quem realiza todas as coisas. Você é apenas o instrumento nas mãos do Pai. O Encontro com Deus tem hoje 8 ministrações: Peniel, A importância do Encontro com Deus, Libertação, No Encontro ampliamos nossa visão espiritual, Cura Interior através da Cruz, Oração como estilo de vida, Visão Celular, Batismo no Espírito Santo. Essas ministrações, em três dias, trazem um nível de conhecimento, revelação e unção para o discípulo que ele demoraria, em média, cinco anos para aprender.   Outro ponto que precisamos chamar a atenção na realização dos Encontros é o momento do Correio. Os discipuladores precisam se envolver e realizar um Correio que realmente cause impacto no discípulo.   1.3 Pós-Encontro O Pós-Encontro é um tempo de solidificar os ensinos que foram ministrados durante o Encontro, fortalecendo o discípulo, ensinando-o a cobrir o coração com unção, graça, e força, levando-o a compreender que o Senhor é bom e galardoador dos que O buscam (Hb 11:6).   É também um tempo para consolidar mais intensamente o novo convertido, estimulando-o a crescer na fé, a permanecer firme frente ao contra-ataque do inimigo (Ef 6:11-18), ensinando-o a proibir e inoperar as retaliações do diabo, para que ele não seja pego de surpresa (Mc 3:27).   Assim como no Pré-encontro, o Pós-encontro deve ser realizado em 4 reuniões, cada uma com a duração de uma hora. Os horários estabelecidos, tanto o do início como o do término de cada reunião, deverão ser respeitados.   No Pós-encontro, os discípulos devem ser incentivados e encaminhados a fazer a Escola de Líderes. Leve os livros da Escola de Líderes, apresente-os aos discípulos e explique a importância deles continuarem crescendo no conhecimento do Reino de Deus e da Visão Celular.   Se você, líder de êxito, proceder assim, seguindo os princípios básicos da Visão e realizando todas as coisas com amor, zelo e dedicação, fazendo tudo para o Senhor, com certeza, crescerá sem limites.   2. Escola de Líderes   A Escola de Líderes faz parte da Visão Celular no Modelo dos 12. Ela não é uma opção para o discípulo que está na Visão, pelo contrário, é obrigatória para o seu crescimento, pois objetiva treiná-lo, fornecendo conhecimento para o acompanhamento de suas futuras células.   O discípulo, quando ingressa na Escola de Líderes, está avançando no processo de crescimento em Deus e na Visão Celular. Nela os resultados do Encontro serão mantidos e os líderes serão formados. Ao término da Escola, podemos crer que os novos discipuladores estão habilitados dentro da Visão Celular sendo capacitados para capacitar outros e, ao mesmo tempo, gerar segurança na igreja de que possuem qualificação

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Paixão e desejo pela Colheita – Final

  Em 1 João 5:11-13 diz: "E este é o testemunho: Deus nos deu a vida eterna, e essa vida está no seu Filho. Quem tem o filho, tem a vida; quem não tem o filho de Deus, não tem a vida. Escreve-lhes estas coisas, a vocês que crêem no nome do Filho de Deus, para que vocês saibam que têm a vida eterna.   Vimos na semana passada que nunca devemos depender das emoções para crer nas promessas de Deus, pois a nossa esperança e certeza da salvação estão nas promessas de Deus. Os nossos corações precisam arder com uma chama apaixonada e permanente pela salvação de vidas, com um amor que arde no coração pelo próximo, para que haja uma colheita sobrenatural e extravagante, pois quando nosso tempo acabar, Cristo nos levará para casa para nos dar a vida eterna e nos entregar o nosso galardão.   Deus espera que correspondamos com aquilo que fomos chamados a ser; Filhos e servos adoradores do Deus vivo, apaixonados Por Ele, verdadeiros ganhadores de almas, fazedores de discípulos com o mesmo coração, homens e mulheres curados que vivem por uma missão.   Como saberemos se temos essa Paixão por Deus e pelas vidas?   Você só saberá quando ver as pessoas como Jesus viu. Jesus se compadecia das multidões, pois ardia em seu coração o desejo de velas salvas e cuidadas. Ele se esforçava ensinando e orientando a todos sobre o reino de Deus, demonstrando interesse por cada uma delas. Então veja as pessoas como Jesus viu. (Marcos 6:34).   Quando você se importar e sentir como Jesus sentiu ao ver as pessoas de Jerusalém virando as costas à mensagem de Deus sem perceberam que Ele estava ali, aí você estará vivendo essa paixão. Jesus tentou cuidar deles como a galinha cuida de seus pintinhos colocando-os debaixo das suas asas, mas eles não quiseram e o Senhor lamentou com lágrimas nos olhos. Ele ansiava velos experimentando do projeto de salvação estabelecido a toda humanidade, mas nem todos deram crédito. Hoje acontece a mesma coisa, mas os apaixonados se importarão e farão de tudo para que todos conheçam a verdade e sejam libertos – (Mt 23:37)   Para isso Jesus trabalhou na vida de doze homens para que estes após a sua morte e ressurreição, transmitissem a mensagem de salvação que foi legalizada na cruz do calvário. Ele disse em Marcos 16:15,16: Ide por todo o mundo e pregai este evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; quem porem não crer será condenado. Em Mateus 28:19 Ele ordenou aos seus discípulos: Ide e fazei discípulos de todas as nações… Essa é também a missão de todos os que creram, você creu na mensagem de Cristo? Você o aceitou como o teu Senhor e salvador? Então essa missão também pertence a você.   Se você conseguir ouvir o que Jesus ouviu na sua caminhada nesta terra, você se disporá a esperar e ouvir as pessoas que te chamarem clamando por ajuda. Jesus ao ouvir os gritos do cego Bartimeu, ouviu também o seu coração e naquele dia aquele homem voltou a ver e foi salvo – (Lucas 18:39-43). Se esta paixão por vidas estiver queimando no seu coração você irá aonde Jesus foi. Em Lucas 19:10 diz que o Senhor Jesus veio buscar e salvar o perdido. Ele foi onde estavam os perdidos, Ele veio até nós e aqui Ele procurava os doentes, os cansados e os pecadores. Neste caso Ele veio pra todos nós, pois todos somos pecadores e precisamos de salvação.   Se esta paixão estiver em seu coração você irá orar o que Jesus orou. Ele se preocupou com a seara, com o campo, com a geografia, com a igreja que tem uma grande missão e tão poucos comprometidos. Ele sabia do desafio de ter pessoas preparadas e com o coração de servos, de verdadeiros trabalhadores do reino, pois tem muita coisa para fazer e são tão poucos aqueles que se dispõem para trabalhar. É preciso ter paixão, ter fervor, ser ardente – (Mt 9:37-39).   Por que ter paixão é importante? Porque Paixão fala de fervor, de algo queimando aqui dentro, por uma causa, por uma missão, por um sonho, etc. Quem ama tem paixão, quem não ama tem ilusão, tem algo passageiro. O discipulado desenvolve paixão no coração.   A paixão faz toda a diferença em tudo o que você faz, paixão é o último estágio do primeiro amor, Nada pode substituir a paixão na vida de um líder. A paixão pelo Senhor nos leva a sermos capazes de morrer por ele. Nenhum preço é alto demais para quem está apaixonado pelo Senhor e, estar apaixonado por Ele nos leva a viver como Ele viveu e querer e amar o que Ele ama. Maria derramou Balsamo de nardo puro nos pés de Jesus, era algo precioso e caro, havia paixão, não importava o valor, importava expressar seu amor ao mestre lhe dando o melhor. Quer ter o melhor de Deus na sua vida? Lhe dê o melhor!   Qualquer preço é alto demais para quem não está apaixonado pelo Senhor, tudo é motivo para reclamar. O apaixonado por Jesus transforma a dor, a perda e o sofrimento em desafio, em trampolim, em experiência para crescer. A paixão é o primeiro passo para a realização.   Sua paixão determina seu destino, paixão intensa gera resultados intensos. A paixão aumenta a sua força de vontade. Não existe substituto para a paixão. A paixão transforma você. A paixão torna o impossível, possível. Um líder com grande paixão e poucas habilidades supera outro com grandes habilidades e apático naquilo que faz.   Você não pode liderar algo pelo qual não está apaixonado. Associe-se a outros apaixonados a fim de manter o primeiro amor, de manter a brasa acesa soltando faíscas pra todo lado. A paixão é contagiosa, A Paixão é uma escolha que deve ser alimentada. A sua paixão determinará suas ações, Apaixonados atraem apaixonados. Manter a paixão é mais

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A visão M 12

 “Então o Senhor me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna-a bem legível sobre tábuas, para que a possa ler quem passa correndo.” (Hc 2:2)  Restaurando os princípios da Visão  A Visão Celular precisa voltar a ser prioridade em nossos corações no que diz respeito ao trabalho que desenvolvemos com as células. Isso fala de retornarmos a primar pela qualidade de ensino nos Pré-Encontros, Encontros, Pós-Encontros, Escola de Líderes, Reencontros e os demais processos que os discípulos são submetidos.   Estudaremos um pouco sobre as tônicas dos Encontros e a importância de desenvolvermos um trabalho sério desde as células para atendermos as necessidades dos novos convertidos.    1. Encontro com Deus Todo líder da Visão Celular é conhecedor de que para o Encontro com Deus ser realizado é necessário que antes o novo convertido receba as ministrações do Pré-Encontro.   1.1 Pré-Encontro O Pré-Encontro é um tempo de ministração específica e direcionada para que o novo convertido entenda os processos espirituais nos quais está envolvido agora que aceitou Jesus. É um tempo de aprender a ouvir a voz de Deus através da Palavra ensinada, promovendo crescimento espiritual (Fp 2:12-16). Em cada ministração, o novo convertido terá oportunidade de se auto-avaliar, de pensar sobre sua conversão e seu interesse em prosseguir nos caminhos de Jesus (Os 6:3). É um tempo de sondagem; o discipulador poderá avaliar se o novo convertido está realmente respondendo aos processos e se está apto a ir ao Encontro.   O Pré-Encontro é composto de 4 reuniões que devem ser realizadas uma vez por semana, em uma hora cada. Os horários estabelecidos, tanto o do início como o do término de cada reunião, deverão ser respeitados. Os discípulos só poderão ir ao Encontro se tiverem participado de, no mínimo, 3 reuniões do Pré-Encontro. Os discípulos deverão copiar o máximo de informações recebidas nas ministrações para que haja melhor fixação do ensino. Os questionários das respectivas lições do Pré-Encontro deverão ser fotocopiados e entregues aos encontristas pelo líder.   Após a última lição do Pré-Encontro, o ministrador deverá confirmar o dia, local e horário de saída para o Encontro, informar o que deve ser levado e todas as demais instruções que estão contidas no Guia Oficial do Encontro com Deus. Certamente, você que é um líder de êxito, possui o seu livro.   1.2 Encontro O Encontro com Deus é diferente dos demais Encontros da Visão porque ele é, basicamente, para novos convertidos. Talvez você possa pensar: “Eu não era novo convertido e, mesmo assim, tive que passar pelo Encontro.” Você passou pelo Encontro porque você era novo na Visão Celular.   Impreterivelmente, o Encontro é realizado em um período de três dias, nunca nem mais nem menos que isso. Todas as ministrações estão organizadas de forma que o novo discípulo receba um desatar em sua vida. Para isso, é necessário tomar cuidado com a escolha dos ministradores. Eles precisam estar preparados para ensinar, conhecendo bem cada ponto das palestras e, acima de tudo, tendo experiências sobre o que estão ensinando.   O líder não deve pensar que porque já ministrou aquele tema várias vezes não precisa estudar novamente. Os ministradores devem orar, jejuar e estudar a ministração sempre que forem convocados para os Encontros. Rejeite a comodidade de andar pela força do seu braço, baseado em seu próprio conhecimento. Dependa de Deus e lembre-se de que é Ele quem realiza todas as coisas. Você é apenas o instrumento nas mãos do Pai. O Encontro com Deus tem hoje 8 ministrações: Peniel, A importância do Encontro com Deus, Libertação, No Encontro ampliamos nossa visão espiritual, Cura Interior através da Cruz, Oração como estilo de vida, Visão Celular, Batismo no Espírito Santo. Essas ministrações, em três dias, trazem um nível de conhecimento, revelação e unção para o discípulo que ele demoraria, em média, cinco anos para aprender.   Outro ponto que precisamos chamar a atenção na realização dos Encontros é o momento do Correio. Os discipuladores precisam se envolver e realizar um Correio que realmente cause impacto no discípulo.   1.3 Pós-Encontro   O Pós-Encontro é um tempo de solidificar os ensinos que foram ministrados durante o Encontro, fortalecendo o discípulo, ensinando-o a cobrir o coração com unção, graça, e força, levando-o a compreender que o Senhor é bom e galardoador dos que O buscam (Hb 11:6).   É também um tempo para consolidar mais intensamente o novo convertido, estimulando-o a crescer na fé, a permanecer firme frente ao contra-ataque do inimigo (Ef 6:11-18), ensinando-o a proibir e inoperar as retaliações do diabo, para que ele não seja pego de surpresa (Mc 3:27).   Assim como no Pré-encontro, o Pós-encontro deve ser realizado em 4 reuniões, cada uma com a duração de uma hora. Os horários estabelecidos, tanto o do início como o do término de cada reunião, deverão ser respeitados.   No Pós-encontro, os discípulos devem ser incentivados e encaminhados a fazer a Escola de Líderes. Leve os livros da Escola de Líderes, apresente-os aos discípulos e explique a importância deles continuarem crescendo no conhecimento do Reino de Deus e da Visão Celular.   Se você, líder de êxito, proceder assim, seguindo os princípios básicos da Visão e realizando todas as coisas com amor, zelo e dedicação, fazendo tudo para o Senhor, com certeza, crescerá sem limites.   2. Escola de Líderes A Escola de Líderes faz parte da Visão Celular no Modelo dos 12. Ela não é uma opção para o discípulo que está na Visão, pelo contrário, é obrigatória para o seu crescimento, pois objetiva treiná-lo, fornecendo conhecimento para o acompanhamento de suas futuras células.   O discípulo, quando ingressa na Escola de Líderes, está avançando no processo de crescimento em Deus e na Visão Celular. Nela os resultados do Encontro serão mantidos e os líderes serão formados.   Ao término da Escola, podemos crer que os novos discipuladores estão habilitados dentro da Visão Celular sendo capacitados para capacitar outros e, ao mesmo tempo, gerar segurança na igreja de que possuem qualificação necessária para

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Paixão e desejo pela Colheita – Parte 2

João 4:34-36; 14:6; Rom 1:13-17   Terminamos na semana passada dizendo que Homens e mulheres comprometidos e quebrantados, que vivem diariamente buscando a Deus com uma paixão ardendo no coração, mudarão o quadro da igreja e de um mundo que vive sem amor e carente de salvação, um mundo que ainda vive em trevas. Vimos que os grandes no Reino do céu são aqueles que amaram a Deus mais do que todos os outros. A nossa Paixão vem de Deus.   Infelizmente ainda existem pessoas que não estão dispostas a investirem nada, nem do seu tempo, energia, ou dinheiro em prol do reino de Deus. São pessoas frias no reino, sem paixão, não buscam de fato a Deus, não tem o coração ardendo pelas coisas do Senhor e vivem para si mesmas. Quem vive para si mesmo perde a verdadeira vida, quem vive pelo Senhor gastando-se em prol do Seu reino, ganha a vida eterna que está em Cristo Jesus – (Marcos 8:35-37 ou Mateus 16:34-26).   Por outro lado graças a Deus, existem muitas pessoas que tem seus corações ardendo pelo Senhor e pelas vidas, suas agendas estão focadas em servir a Deus, suas prioridades são as vidas é o reino de Deus, elas arrumam tempo para buscarem o primeiro amor, nunca desistem, tiram força da fraqueza e avançam, estes são os vencedores que a bíblia fala e, eu creio que você é uma delas!!!   “A paixão do Cristianismo se origina do ato de deliberadamente abrirmos mão de nossos direitos e nos tornarmos servos de Jesus Cristo”. Tudo por Ele e para Ele São todas as coisas. Exemplos Históricos de Paixão  “Que todos tenhamos apenas um propósito. Vivamos para isto, de salvar nossas próprias almas e as daqueles que nos ouvem.” (John Wesley) Deus ouviu suas orações e a igreja de Wesley foi estabelecida e transformou a Inglaterra e tocou muitos lugares no mundo. Quando a mulher de John Knox lhe implorou que ele deveria tentar dormir um pouco, ele respondeu: “Como poderei dormir se o meu País ainda não é salvo?” Freqüentemente ele orava a noite toda em tons agonizantes. “Senhor, dá-me a Escócia, ou eu morrerei!” Deus sacudiu a Escócia com um avivamento. Deus deu a Knox, na sua época, a Escócia. David Brainard, missionário entre os índios americanos escreveu, “Eu não me importava em como ou onde vivia, ou qual dificuldade atravessaria, contanto que eu pudesse ganhar almas para Cristo” George Whitefield, grande evangelista e amigo de John Wesley orou, “Senhor, dá-me almas ou tome a minha alma”. Diz na historia da igreja que o rosto dele ficou como o de Moisés quando ele fez esta oração em prantos. William Booth, fundador do Exército da Salvação, quando perguntado pelo rei da Inglaterra qual era sua força motriz, ele respondeu, “Senhor, a paixão de alguns homens é pelo dinheiro, outros por fama, mas a minha é por almas”.     Como alcançamos de Deus esta Paixão?  Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo coração – Jer. 29:13. “Pedi , e dar-se-vos-á; buscai  e encontrareis; batei e abrir-se-vos-á. Pois aquele que pede, recebe; o que busca, encontra; e ao que bate, se abre.” (Mt 7:7-8)   1.     O propósito de Deus para a nossa vida é a salvação, a vida eterna   O homem (ser humano) foi criado para ter um relacionamento perfeito com Deus, mas por causa de sua desobediência e rebeldia, escolheu seguir o seu próprio caminho e seu relacionamento com Deus se desfez. Este estado de independência de Deus, caracterizado por uma atitude de rebelião ou indiferença, é evidência do que a Bíblia chama de pecado. "porque o salário do pecado é a morte… (separação espiritual de Deus – Rm. 3:23 e 6:23). "Receber a Cristo implica arrependimento, isto é, reconhecer que pecamos e precisamos de perdão. Isto significa deixar de confiar em nossa capacidade para nos salvar, crendo que através de Cristo recebemos perdão dos nossos pecados. Não é suficiente crer intelectualmente que Jesus Cristo é o filho de Deus e que morreu na cruz pelos nossos pecados ou ter uma experiência emocional. Recebemos a Cristo pela fé, através de uma decisão pessoal. Precisamos aceitar o sacrifício dele por nós, e o fazemos através da fé, a fé nos leva a uma atitude.   Quando cremos no evangelho de Cristo e entregamos nossa vida a Ele, nos arrependendo dos nossos pecados e selando a nossa fé nEle com a nossa confissão, de que realmente Jesus Cristo é o nosso Senhor e Salvador, somos salvos. A oração de entrega expressa a nossa fé e o desejo do nosso coração. Quando cremos e confessamos, Jesus Cristo entra na nossa vida como Ele prometeu e Satanás perde o direito sobre nós e, nos tornamos filhos e herdeiros de Deus Pai, recebendo assim a vida eterna que está no Filho de Deus, Jesus Cristo.   2.     Como saber que Cristo está em sua vida Quando você recebeu a Cristo confessando-o com teu Senhor e Salvador aqui na célula e confirmando lá na igreja, algo tremendo aconteceu na sua vida. Fisicamente e aparentemente tudo parece igual, mas dentro de você e no mundo espiritual algo tremendo e maravilhoso aconteceu – (João 1:12).   Agradeça sempre a Deus porque Cristo habita em sua vida e porque Ele nunca deixará você (Hebreus 13:5). Você pode saber que o Cristo vivo habita em você, e que você tem a vida eterna, desde o momento em que O convidou para entrar em sua vida, baseado em Sua promessa. Ele não decepciona.   "E este é o testemunho: Deus nos deu a vida eterna, e essa vida está no seu Filho. Quem tem o filho, tem a vida; quem não tem o filho de Deus, não tem a vida. Escreve-lhes estas coisas, a vocês que crêem no nome do Filho de Deus, para que vocês saibam que têm a vida eterna – (1 João 5:11-13).   Nunca dependa das emoções, a nossa esperança e certeza da salvação e de uma vida em abundancia

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Fruto Fiel no Ibirapuera 2011

Fruto Fiel Este evento desata o líder na conquista, desenvolve a imaginação. O fruto fiel da nossa regional abriu a nossa visão, alargou as nossa fronteiras, foi um sinal que o nosso futuro será de êxito. Nós fomos chamados de discípulos santos que tocará a nossa geração com o poder de Deus, que será numeroso com as estrelas do céu e imensuráveis como a areia do mar. Profetizamos em nome do Senhor Jesus que a multidão que estava neste fruto fiel é o nosso presente dizendo que assim será o futuro de cada rede dos discípulos da IACC Pastor Eliezer

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As conseguências do pecado e o propósito de Deus – Parte 2

  Gênesis 3:8-24 – Ap. 12:7-12   Na palavra anterior vimos que Deus nos criou de forma bem diferente de todas as demais criaturas, não somos uma máquina, pelo contrário, possuímos perfeita liberdade de escolha. Se decidirmos obedecer a Deus, essa decisão será respeitada; se preferirmos rebelar-se, essa decisão também será respeitada. É importante salientar que colheremos bênçãos ou maldição como resultado das nossas decisões, tudo depende das escolhas que fazemos. Somos responsáveis pelas nossas decisões diante de Deus.   Deus deseja nos ver tomando decisões acertadas, pois assim cumpriremos o propósito da nossa vida. Deus tem um plano de redenção em relação as pessoas que estão no mundo, para isso Ele deseja nos usar, Ele quer que as pessoas ao nos conhecerem encontrem a Cristo e sejam salvas, consolidadas, discipuladas e enviadas. Esse é o propósito de Deus na nossa vida! Deus te chamou para crescer, frutificar, multiplicar e governar. Amem!   1.    Adão se escondeu de Deus. Temos a tendência de nos esconder de Deus quando pecamos, sabemos que isso é impossível, Ele é onipresente e sabe aonde estamos e qual é a nossa condição. Tem pessoas que estão na igreja, mas vivem se escondendo de Deus, suas vidas e sua praticas são escondidas, não se envolvem com nada e fogem de serem discípulos, pois como tais teriam de serem acompanhados de perto, na intimidade e com transparência.   2.    Deus gritou chamando por Adão. Ele queria despertar em Adão a sua consciência, a sua condição e situação em que ele estava. Este é o momento de refletirmos e descobrirmos como estamos, e qual é a nossa condição e assim não nos enganarmos a nós mesmos.   Deus estava procurando o Adão santo, fiel e verdadeiro. Esse Adão que tinha comunhão com Deus, que foi colocado para liderar e exercer autoridade para guardar a esposa, família e o jardim (o seu lar), tinha morrido, agora tinha um Adão pecador escondido e com medo de Deus.   Se o seu discipulador precisa ficar te avisando toda semana que tem célula e discipulado, é por que ainda não entendeu o que Deus quer de você. Se os discipuladores e lideres da célula precisam ficar te buscando, ligando, insistindo com você para vir ao culto, para fazer a escola de líderes, para se tornar discípulo, é por que você está tentando se esconder vivendo na vida antiga, fugindo da nova vida em Cristo.   Precisamos ter sede de Deus, pois as pessoas lá fora precisam perceber que somos cristãos. O meu testemunho precisa denunciar santidade, fidelidade, amor por vidas, unção, poder, alegria, bondade, benignidade e domínio próprio. As pessoas precisam ver Cristo em mim, as nossas atitudes precisam refletir o caráter de Jesus, precisamos denunciar as marcas de Cristo em nós.   3.    No versículo 10 Adão percebe a sua nudez, fica com medo e se esconde de Deus. A primeira conseguência do pecado é o medo de ser exposto, a tendência é se esconder e não mostrar o que realmente somos. Temos a tendência esconder nossa face, sempre colocamos mascaras e disfarçamos. A tendência é se esconder e camuflar. Tem muita gente vivendo uma vida falsa, sem se mostrar.   A importância de sermos discípulos é que nossa vida se torna transparente, nosso discipulador nos acompanha de perto, não escondemos nada. Se tivermos algo a esconder, se não desnudarmos a nossa alma, teremos argumentos na nossa vida e o diabo nos prende, nos trava e não conseguimos romper. É importante termos alguém de confiança para confessarmos nossos pecados, para abrirmos nosso coração e assim ficarmos livres, leves curados e libertos. Tg 5:16   4.   Transferências e justificativas – O que encobre as suas transgressões jamais prosperará, mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia. (Prov. 28:13)   No versículo 12 e 13 Adão e sua mulher não assumiram seus pecados, transferiram a culpa para o outro dando justificativas. Adão disse: A mulher que me deste me deu o fruto e eu comi. Respondeu a mulher: A serpente me enganou, e eu comi. Na realidade o homem não cumpriu seu papel de cuidar e proteger o jardim, ele deixou a sua mulher conversando com a serpente. A mulher lhe trouxe o fruto, e ele não questionou e nem a lembrou da ordem dada por Deus, simplesmente comeu.   Por outro lado, a mulher conversou a vontade com a serpente que colocava a Palavra de Deus em dúvida, ela acreditou nas mentiras da serpente e duvidou do caráter de Deus. O diabo só entra na nossa vida se dermos lugar a ele. Ele estará sempre tentando, criando ambientes e condições para cairmos ou darmos brecha para ele entrar.   É evidente que a mulher estava olhando e admirando a árvore proibida, o diálogo se iniciou em frente à árvore. O fato de a mulher ficar visitando e olhando para o fruto gerou possibilidades, a tentação ficou mais fácil. A mulher disse que Deus falou que não deveriam nem tocar no fruto, se Deus falou, então por que ela estava olhando para o fruto de tão perto, sentindo seu cheiro? O diabo não perdeu a oportunidade de despertar nela um desejo maior para comê-lo. O mais grave foi ela ter acreditado na serpente e duvidado de Deus.     Devemos montar guarda nas áreas de fraquezas, devemos evitar ambientes ou situações que podem nos levar a quedas. Se uma pessoa não pode comer doces, não deve visitar uma doceria, se não pode comer carne vermelha, não deve ir numa churrascaria. A bíblia diz que devemos fugir das paixões da mocidade. Se um casal de namorados cristãos quer manter a santidade neste compromisso, não devem ficar sozinhos e em lugares escuro, pois abriria oportunidades para o inimigo agir despertando e instigando a carne para o pecado. Creio que neste caso o diabo não precisa fazer nada, pois a carne despertada fica difícil segurar, mais cedo ou mais tarde vem a queda e junto com ela as conseguências.   Na visão celular no modelo dos doze os discipulado é homogêneo.

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Paixão e desejo pela Colheita – Parte 1

João 3:16; Marcos 16:16,16; Romanos 10:13-15   Nas ultimas cinco semanas ministramos sobre a importância de lavar os pés uns dos outros, de amar uns aos outros, de perdoar uns aos outros, de exortar mutuamente uns aos outros no Senhor e Admoestar para preservação da fé genuína no Senhor. Todos estes são mandamentos recíprocos que nos darão bases para crescermos e convivermos com saúde para um propósito muito maior no reino e aqui na IACC. Isso é de valor fundamental, Deus procura homens e mulheres curados e maduros que compartilhem de uma paixão pelos que estão sem Cristo. Jesus veio para “buscar e salvar o que se havia perdido.” Deus deseja que todos sejam alcançados com o poder transformador do Evangelho.   O propósito de Deus é que tenhamos compreensão sobre a paixão de Deus pelos perdidos deste mundo. Devemos examinar a conexão bíblica entre a paixão bíblica e a importância da paixão nas nossas vidas e igreja. Devemos descobrir como aumentar nossa paixão pela Colheita de vidas para o Senhor Jesus.   Os fundamentos Bíblicos estão relacionados ao Amor e bondade de Deus pelo Mundo. O mundo rejeitou o amor de Deus e foi separado Dele. Mas as vossas iniqüidades fazem divisão entre vós e o vosso Deus. Is 59:2   No entanto Deus amou tanto o mundo que enviou Seu Filho ao mundo para redimi-lo. O Filho de Deus, Jesus Cristo, veio ao mundo com um único propósito. “Pois o filho do homem veio para buscar e salvar o que se havia perdido.” Lucas 19:10   Agora cada crente deverá continuar o ministério de Cristo. “Ide por todo mundo e pregai o evangelho a toda a criatura, quem crer e for batizado será salvo…” Mc. 16:15,16 “E Deus nos deu o ministério da reconciliação… como embaixadores de Cristo.” 2 Coríntios 5:18, 20   O mundo que Deus ama, pelo qual Cristo morreu, embora não saiba e ainda não percebeu, está ansioso para experimentar o amor de Deus. Jesus disse: Não dizeis, ”Quatro meses falta até a ceifa? Eu vos digo: Erguei os vossos olhos, e vede os campos! Já estão brancos para ceifa. (colheita)” João 4:35   O que é Paixão? 1.      É o fogo que mantém sua visão viva e dinâmica. 2.      A Paixão é tudo aquilo pelo qual uma pessoa está disposta a sofrer. A raiz da palavra paixão é a palavra paserre, que significa sofrer. É algo que você deseja tanto que é capaz de qualquer sacrifício para conseguir. Paixão é a força que arde interiormente, que o toma por inteiro…. uma força além da atividade humana comum; ela não o deixa até que os propósitos de Deus tenham sido alcançados.         Textos bíblicos que mostram paixão   Jeremias 20:9 – Mas se eu disser, “Não me lembrarei dele, e não falarei mais no seu nome, sua palavra me é no coração como fogo ardente, encerrado nos meus ossos. Estou fatigado de contê-lo e não posso mais.” Ele, o profeta Jeremias não conseguia segurar, precisava falar e pregar a Palavra. Veja a declaração do Apóstolo Paulo em I Coríntios 9:16 – “…pois me é imposta essa obrigação. Ai de mim, se não anunciar o evangelho!” Veja o estilo de vida do Apóstolo Paulo em Gálatas 2:20 – “Estou crucificado com Cristo, e já não vivo, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim.” (Paixão, coração ardendo, fervor).  Resultados pela paixão na Colheita de vidas Na igreja primitiva, a Igreja do Novo Testamento, Pessoas estavam sendo salvas e acrescentadas diariamente à igreja (Atos 2:47). Era como se a igreja tivesse virado o mundo de cabeça para baixo (Atos 17:16,17). O povo de Deus precisa mais uma vez ter uma paixão que vem de Deus, pelos bilhões que estão esperando ouvir que são amadas por Deus. Reconhecemos que ganhar almas é parte de nossa responsabilidade. No entanto, esta tarefa na realidade é apenas ocasional em nossos planos de trabalho e calendário. Teoricamente, continua sendo nosso alvo, mas na prática, tanto no ministério público quanto no particular, freqüentemente não tem sido essa nossa prioridade.”   Resultados – Após 2000 anos e 59 gerações, um terço do mundo ainda não ouviu a verdade a respeito do Cristo salvador, do verdadeiro redentor e intermediário entre Deus e os homens.  Dois bilhões de pessoas vivem sem saberem que Deus as ama com amor eterno e incondicional. Mais de mil grupos étnicos (culturas) nunca foram alcançados com o Evangelho de Cristo. Em mais de 1700 idiomas não tem a bíblia traduzida. João 3:16 ainda não pode ser lido e compreendido.   O que pode mudar este quadro da igreja e do mundo, a partir de hoje?   Homens e mulheres comprometidos e quebrantados, que vivem diariamente com uma paixão, “salvar vidas.” Homens e mulheres que se envolvem, se integram para serem usadas por Deus no ministério da Palavra e apascentamento. Pessoas que não se contentam em apenas sentarem nos bancos da igreja só para receberem, mas que alem de estarem integradas para receberam, são portadoras da Palavra, líderes no reino de Deus. No nosso caso como igreja celular, são aqueles que se posicionam para serem líderes discípulos nas células e redes, aqueles que debaixo de uma cobertura, espalham o evangelho e cuidam de vidas. São os vencedores que em todos os lugares da terra, nas suas regiões, ganharão esta geração para o Senhor Jesus. Você é essa pessoa que tem paixão pelo Senhor e pelas vidas?   Os grandes no Reino do céu são aqueles que amaram a Deus mais do que todos os outros. A nossa Paixão vem de Deus. “Como toda boa dádiva e todo dom perfeito, a paixão vem de Deus. (Tiago 1:17) “Nós não acendemos este fogo sozinhos. Não produzimos este fogo de nós mesmos. “Nenhuma pessoa pode iniciar em si mesmo este fogo celestial; este só pode vir da brasa do altar do alto, por isso buscar

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Admoestai-vos uns aos outros

  Texto Bíblico – Atos 20:28-32   Admoestar significa advertir. “Admoestar ou Advertir implica num sentido de maior urgência do que exortação. Não concentramos mais no encorajamento e consolação, mas no anúncio dum perigo que deve ser evitado. Este é um dos ministérios mais importantes na igreja, por se tratar daquele que promove livramento das ovelhas diante de situações ameaçadoras. Essa é a função de um verdadeiro líder discipulador. É muito bom ser discípulo de alguém que exerce este ministério da admoestação.   1.    A Admoestação e o Perigo de Lobos Devoradores – (Atos 20:29) diz: “Eu sei que, depois da minha partida, entre vós penetrarão lobos vorazes, que não pouparão o rebanho.”   Paulo havia recebido da parte de Deus a responsabilidade de advertir aos líderes da igreja quanto à possibilidade de perigo no meio do rebanho. Falsos mestres, falsos pastores, falsos líderes, falsas ovelhas que estão no mundo e até dentro da igreja, em breve estariam agindo no meio do povo, aproveitando-se da ausência do líder mais experiente ou daquele presente fisicamente, mas ausente na sua função de cuidar. A finalidade do inimigo e promover divisão, confusão, dispersão e enfraquecimento dos irmãos.   O apóstolo Paulo teve de se utilizar do ministério da admoestação para advertir com seriedade acerca desse tema: (Atos 20:31) diz: “Portanto, vigiai, lembrando-vos de que, por três anos, noite e dia, não cessei de admoestar, com lágrimas, a cada um.”   Os “lobos devoradores” podem ser pessoas com más intenções que se infiltram para prejudicar as pessoas. Algumas vezes inconsciente, mas com veneno da serpente trabalham para dividir a igreja com fofocas, maledicências, promovendo intrigas e suspeitas entre os irmãos. Outros procuram introduzir sorrateiramente falsas doutrinas. A admoestação nesses casos serve para proteger as pessoas que estão se deixando influenciar pelo mal ou que podem vir a ser. Deus ama você e Ele quer te livrar do mal.   Também serve para advertir as próprias pessoas que estão promovendo o mal. Muitos o fazem porque foram influenciados e envenenados por outros, Deus tem um propósito de alcançá-los, eles podem se arrepender pela admoestação e assim serem abençoados e os discípulos ficam protegidos.   Identifique situações que não promovem edificação, como por exemplo, críticas, fofoca, maledicência, rebeldia, murmurações e outros. Lute para conservar sempre pura a sua fé, observando a admoestação (advertência) do Senhor através do seu líder, que você conhece e pode confiar. (Deus quer proteger você!).   2.    O Propósito da Admoestação – (1 Coríntios 4:14) diz: “Não vos escrevo estas coisas para vos envergonhar; pelo contrário, para vos admoestar como a filhos meus amados.” A admoestação não tem por objetivo envergonhar o discípulo, o filho espiritual ou o irmão na fé que está contaminando ou sendo contaminado; pelo contrário, o propósito é edificar trazendo mudança pelo confronto ou exortação. Como um pai ansiosamente deseja promover segurança ao filho amado, assim devemos encarar o ministério da admoestação. Para que seja assim é necessário que o coração de quem admoesta seja maduro e verdadeiramente cristão.     Romanos 15:14 diz: “E certo estou, meus irmãos, sim, eu mesmo, a vosso respeito, de que estais possuídos de bondade, cheios de todo o conhecimento, aptos para vos admoestardes uns aos outros.” A palavra de Deus destaca a bondade e o conhecimento como requisitos indispensáveis para se exercer tal ministério. Bondade para não julgar nem humilhar o advertido, e conhecimento para entender bem as Escrituras e discernir o que não é o verdadeiro evangelho de Cristo. Evangelho: boas novas de salvação!   Alguém que não tenha a bondade de Cristo em seu coração e não tenha passado pelo processo na visão sendo discípulo/líder/discipulador fiel e comprometido, não deve admoestar. Vejamos os motivos: Primeiro: Ele não o fará numa atitude de amor e respeito, visando à edificação, pois ainda não está vivendo aquilo que tenta exercer e não está preparado e nem maduro o suficiente para admoestar.    Segundo: não aceitará de forma madura uma possível recusa da parte de quem está sendo admoestado, pois se ele não é discípulo, não aceitou também ser admoestado, portanto é imaturo. Devemos lembrar que nem todas as pessoas aceitarão nossa admoestação, mesmo sendo exercida em amor, estes tem a tendência de andarem sozinhos ou dando trabalho ao líder e comprometendo a conquista da equipe. Busque crescer na virtude da bondade e do conhecimento para que o propósito da admoestação possa sempre ser atingido em seu ministério, pois se vierem estranhos na sua célula com doutrinas erradas ou estranhas, seus discípulos estarão protegidos pela sua admoestação e os estranhos confrontados.   3.    A Admoestação e a Longanimidade – (1 Ts 5:14) diz: “Exortamo-vos, também, irmãos, a que admoesteis os insubmissos, consoleis os desanimados, ampareis os fracos e sejais longânimos para com todos. Jesus Cristo morreu por todos, todos são preciosos para Ele, Seu desejo é ver todos salvos. Longanimidade significa ter longo ânimo e disposição para manifestar paciência, tolerância, constância, firmeza, perseverança, clemência e lentidão em punir pecados. Como a admoestação visa edificar e não destruir? Muitas vezes se requererá paciência para ver os frutos. Os insubmissos devem ser admoestados, conforme o texto acima, mas nem sempre os resultados da admoestação serão observados imediatamente. Precisamos da longanimidade para que deixemos Deus agir de forma progressiva nos corações advertidos e estes se rendam. É importante que as pessoas tenham tempo suficiente para assimilar o aprendizado para depois dar frutos de arrependimento e transformação. Seja paciente! A palavra de Deus em Mateus 18:15-17 nos ensina: Se teu irmão (sendo discípulo ou não), pecar contra você ou estiver levando uma vida de pecado, vá e, a sós com ele, mostre lhe o erro (já liberando perdão e abençoando). Se ele te ouvir, ganhaste a teu irmão e os dois serão abençoados. Se, porém, não te ouvir, e continuar pecando, toma ainda contigo uma ou duas pessoas maduras da igreja, para que, pelo depoimento de duas ou três testemunhas, toda palavra se estabeleça. E, se ele não os atender, dize-o à igreja, para que outros e se possível, líderes

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