Tema: A lealdade assegura nossa vitória -Lucas 22: 39 a 42
Este texto nos mostra que a lealdade de Jesus ao Pai e a sua missão na terra, consolidaram sua tremenda vitória na Cruz. Deus tem também para cada um de nós uma missão e uma grande vitória preparada, mas para podermos alcançá-la, precisaremos à semelhança de Jesus, vencer algumas tentações. (vs. 40) A principal delas é você não se afastar do propósito central de sua vida e do líder que Deus levantou para conduzi-lo neste propósito. Lúcifer enquanto esteve no céu, tinha um líder. Ele foi criado para relacionar-se com seu líder adorando-O e servindo-O, mas no dia em que Lúcifer tirou os olhos do Criador e voltou-os para si mesmo, ele caiu. No momento em que parou de olhar para Deus e passou a olhar para seus próprios dons, Lúcifer desligou-se espiritualmente de Deus e ficou escravo de seu próprio ego. Abandonou o projeto do líder e mergulhou no seu próprio, mergulhando também na maldição. Ali foram concebidas a deslealdade, a rebeldia e a desonra e tudo isto, ele trouxe para a terra em sua queda. São todos estes espíritos e suas tentações que eu, você e a igreja teremos que vencer todos os dias, até que a vitória de Cristo seja completa em nossas vidas. Porém entenda que, ninguém vence sozinho (todos repetirem). Toda vitória descrita pela Bíblia é fruto de unidade e de alianças construídas entre um pastor e uma ovelha, entre um líder e um discípulo, entre um pai e um filho. A vitória do indivíduo, da família e da igreja depende da unidade espiritual. Esta unidade só é possível através de vínculos de lealdade e amor, com quem na hierarquia espiritual, está acima de nós, (nossos líderes), ao nosso lado (nossos companheiros de equipe) e abaixo de nós (nossos discípulos). O objetivo de Deus é que todos nós sejamos feitos leais e que isto leve a igreja a unidade e consequentemente a vitória. Um dia seremos um exército de leais! Satanás sabendo que a vitória dos santos vem pela unidade, tenta dividir o Reino, lançando esposas contra maridos, filhos contra pais, discípulos contra líderes através de suas tentações. Jesus, porém venceu tudo isto e porque ele venceu, você vai vencer também. (todos repetirem) Pergunte agora a quem está a seu lado: Como Jesus venceu? Resposta: Fazendo o caminho inverso ao de Lúcifer, que ensoberbeceu-se, cobiçou e rebelou-se. Jesus segundo Filipenses cap. 2, humilhou-se, esvaziou-se e obedeceu até o fim. Não venceremos se não imitarmos a Jesus, nos exercitando nestas coisas. (Quantos líderes e discípulos você tem visto cair, perdendo sua posição e suas conquistas)? Exercitar-nos nisto, representa o nosso morrer diário, é tomarmos a nossa Cruz a cada dia para sermos verdadeiros discípulos. Vejamos como Jesus agiu para vencer as tentações: 1. Jesus humilhou-se. A Bíblia diz que a revelação pertence aos humildes. Líderes que se ensoberbecem, rejeitam o ensino e param de crescer. A humildade é introdutora da lealdade, porque ela me permite reconhecer que eu preciso do meu cônjuge, que eu preciso de um líder, que eu preciso dos meus irmãos. Pessoas ensoberbecidas bastam-se a si mesmas e entram por rotas de isolamento e dissoluções. A humildade também me permite ver, que eu não faço parte de um projeto meu, mas de um projeto maior e divino, no qual eu serei muito importante, se eu simplesmente fizer bem o meu papel. Somos pequenas partes de um grande projeto de Deus. Isto é nobre e honroso, mas só os humildes conseguem entender isto. Há pessoas que não conseguem ser atores coadjuvantes, precisam ser sempre a estrela principal, isto é fruto da soberba. A humildade precede a lealdade e a lealdade, a honra. Os humildes sempre serão exaltados. (todos repetirem ) 2. Jesus esvaziou-se. Isto representa, abriu mão de toda cobiça, toda vaidade, de seus direitos e da própria vida. Não podemos perder o foco de nossa chamada, pela cobiça das coisas materiais e trocar o altar por projetos pessoais. A Palavra declara que aquele que foi arregimentado para o exército de Deus, não deve envolver-se com os negócios desta vida. Prosperidade bíblica é uma promessa, mas deve ser sempre consequência e não motivação, pois se for motivação, torna-se pedra de tropeço. Não faça comércio dentro do seu chamado, não troque seu ministério por bens materiais, na fidelidade ao seu chamado, Deus lhe prosperará como resultado da sua fidelidade e lealdade. Há discípulos que cobiçam a unção, a posição e a prosperidade do líder e isto é fruto de uma ingerência maligna em suas mentes. Veja o que a Bíblia nos mostra: Lúcifer cobiçou o Trono de Deus, Absalão cobiçou a posição de seu pai a ponto de possuir as concubinas de Davi, Adonias cobiçou o trono e a noiva de seu irmão Salomão e Judas cobiçava as ofertas que haviam na bolsa de Jesus. Sabe o que há em comum entre todos estes, além da cobiça? Todos morreram precocemente! Há uma ideia equivocada de que é um demérito ser o segundo, o vice, ou simplesmente ser discípulo doze de alguém. Se formos discípulos leais, seremos bons segundos, servindo a alguém e isto nos dará direito a sermos e possuirmos tudo que o líder é e possui, sem sermos desleais. Vejamos os exemplos na história bíblica. Josué foi o segundo após Moisés e por isso herdou a missão e a unção de seu líder, Josué entrou na terra prometida e Moisés não. José do Egito era o segundo depois de Faraó, mas Faraó confiava tanto em José, que este se tornou o verdadeiro governante de todo o Egito. Daniel foi o segundo de três reis da Babilônia, os reis passavam e Daniel continuava no poder. Ser um bom segundo representa uma oportunidade real de vir a ser o primeiro. Reinhard Bonnke, um evangelista alemão, teve uma revelação interessante: se você se acha um zero a esquerda, é só você se colocar a direita de Jesus, deixando-O ser o primeiro em
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