O Evangelho que alimenta – Parte 1
II Timóteo 3:1-8; I Pedro 1:16 Deus quer ministrar à Sua Igreja o Evangelho puro, sem fermento. O Evangelho puro e sem fermento é o que alimenta a nossa vida, família, casa. O Evangelho puro nos leva a entender que precisamos viver uma vida de santidade, como descrito em I Pedro 1:16. Precisamos construir nossa vida família, ministério e finanças sobre uma base forte, por isso estaremos ministrando esta palavra que está dividida em três partes e visa ajustar o nosso foco em relação à igreja, família, ministério e ao evangelho de Cristo que cremos e pregamos. Não podemos viver no evangelho das fábulas. Nossa família não pode viver um evangelho diferente ao que a Palavra ensina. Não podemos caminhar sob mentiras. Porém, somos alertados que, nos últimos dias, os homens viveriam de fábulas, foi o que disse o Apóstolo Paulo, fábulas de velhas loucas, fábulas inventadas. 1. Um outro evangelho A Bíblia diz que nos últimos dias os homens viverão o que lhes apraz, serão avarentos, orgulhosos e ambiciosos, amantes do seu próprio ventre. O Cristo que Paulo apresenta e que nós precisamos receber é de um Evangelho puro, não é de um evangelho de fábulas. É muito fácil criar um evangelho; é fácil ter um evangelho correlato na vida, na casa, na sociedade, nos contextos; um evangelho de facilidades. Hoje, a Igreja está andando na rota inversa do Apóstolo Paulo. O Apóstolo Paulo confrontava as Igrejas e as exortava a viver o Evangelho verdadeiro. Ele entrava de casa em casa e arrancava das casas todos os livros de bruxaria, nova era, encantamentos, mentiras, levava-os para a praça pública e os queimava em atos proféticos, em uma grande fogueira – Atos 19:18-20. O Apóstolo Paulo era contra tudo que se referia a encantamento e feitiçaria. Se não tivermos cuidado, aos poucos e de forma sutil, estas coisas estarão entrando em nosso arraial contaminando e construindo fortalezas na nossa mente que farão com que tenhamos uma vida contraditória e cheia de argumentos para o inimigo agir. Uma diferença do nosso século para o século no qual Paulo viveu é que não podemos mais ter as mesmas atitudes daquela época. Paulo entrava nas casas e tirava os livros de feitiçaria e bruxaria, de nova era. Hoje, para vergonha nossa, encontramos nas livrarias esses livros e não apenas isso, são livros de maior vendagem, comprados, muitas vezes, pelos que se dizem cristãos e que afirmam não haver nenhum problema adquirir certas literaturas. 2. A Palavra de Deus Até parece que alguns, dentro da Igreja, já não gostam mais de ouvir a Palavra… Sabe por quê? Porque criaram outros hábitos, hábitos nocivos que causam desprazer, antipatia pela Bíblia que é o alimento espiritual que nos cura, liberta e salva. Percebemos esse descaso pela Palavra, notamos no rosto de alguns o cansaço e não é apenas cansaço por motivo de trabalho, muitas vezes é o peso do pecado que entrou por causa das modernidades. Há discípulos que trocam ministrações sérias, com a vida de Deus, que produzem mudança, pelo discurso novo, humanista, que preenche o próprio ego, a própria vontade. Estes se rebelam. Mas, glória a Deus que, Ele, sendo riquíssimo em misericórdia nos ama e nos permite mudar e viver uma vida genuína e feliz. A finalidade do evangelho de Cristo é salvar e libertar o máximo de pessoas no mundo, levando-as a viver uma vida plena em Deus. Não há outra forma do homem ser completo e feliz. Jesus Cristo é a resposta para um mundo perdido e sem rumo, Ele é a chave de acesso para a vida eterna. Temos visto que há uma mistura, uma mesclagem, um comércio em torno da vida fácil e que chamam de evangelho, mas não é o Evangelho correto ensinado por Jesus. Homens pregam a automotivação sem essência nenhuma da vida de Deus, contam histórias e fábulas. Nossos jovens e adolescentes estão engalfinhados e está difícil arrancar as feitiçarias do meio das casas e do meio do povo de Deus, por isso há tanta gente ainda sofrendo e presas por cadeias que há muito, deveriam ter sido quebradas e renunciadas. 3. Vencendo o humanismo O humanismo entrou e o alvo central é o enfraquecimento de dois sacerdócios. E o primeiro sacerdócio que o humanismo quer enfraquecer e tem enfraquecido é a Família; o outro é a Igreja. Agora eu pergunto, vamos deixar? 4. Sacerdócio familiar No livro de Malaquias 4:5,6, a promessa é de que o coração dos pais seriam convertidos ao coração dos filhos, e o coração dos filhos seria convertido ao coração dos pais. Deus disse que nos últimos dias derramaria este manto sobre a Terra. E o propósito é para arrancar a maldição de dentro das casas, do meio da terra. Porque o que vemos hoje é o total desrespeito entre pais e filhos. Por causa da promessa, há uma guerra instalada. E o mercado da feitiçaria, da nova era, por intermédio da mídia digital, entrou nas casas, no seio da família. Está comum, dentro dos lares, encontrar todo tipo de imoralidade sexual, como se não houvesse mais nenhum tipo de temor à Palavra nem ao Senhor da Palavra, muitos esquecem que a maldição se estala quando há legalidade. Isso é produção do pensamento humanista que permite tudo sem pudor algum. Vivemos um verdadeiro abuso. As leis querem nos oprimir com o pode e o não pode. Mas, verdade é que hoje se pode cometer muito mais erros e atrocidades do que antes. A ‘liberação’ do que não devia ser liberado nos assusta. E tudo diante dos nossos olhos. Está sendo estabelecida na nova geração uma nova mentalidade que dará argumentos nas mãos do inimigo e em muitos casos, se tornará irreversível pelo nível de cadeias e pela forma errada de pensar. 5. O fortalecimento para o anticristo reinar Tudo que está se desenhando vai fortalecendo uma geração para receber o anticristo. Mas o problema não é essa geração receber o anticristo, são os nossos
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