A importância da unidade no processo de conquista
Efésios 4: 1 a6 A nossa chamada em Cristo possa se cumprir. Como discípulos de Jesus, fomos chamados a transformar o mundo a nossa volta, conquistando vidas, famílias e territórios para o Reino de Deus. Esta é a nossa missão como Igreja, mas esta conquista só será possível se lutarmos primeiro pela unidade do Espírito. Esta foi a oração com a qual Jesus intercedeu por seus apóstolos, para que depois de enviados, "eles fossem um". Esta é a exortação de Paulo, para que a Igreja seja unida de Espírito, Alma e Corpo. Se formos unidos e aliançados, conquistaremos todos os territórios, se nos separarmos, até os que já conquistamos poderemos perder. Todos repetirem: A unidade preserva a conquista. Paulo também nos ensina que a unidade só se torna possível se alguns atributos divinos forem achados em nós: 1. Humildade. A humildade nos ajuda a nos avaliarmos corretamente, a chegarmos com facilidade ao arrependimento e a restituição da santidade. A humildade me guarda do pecado da soberba e da rebeldia, que depois levam a divisão. A humildade me permite reconhecer o quanto preciso de um líder, o quanto eu preciso dos meus irmãos de equipe, o quanto eu preciso de conselhos. Pessoas não humildes, bastam-se a si mesmas e tendem a isolar-se, desprezando e traumatizando relacionamentos. 2. Sinceridade. Davi um dia orou e disse: Eu bem sei meu Deus, que da sinceridade tu te agradas. Tudo fica tão mais fácil quando somos sinceros, verdadeiros, transparentes. Na unidade da família, no discipulado, a sinceridade é fundamental (fuja do oculto). Nunca tente esconder nada de Deus, seja sempre verdadeiro para com seu líder (fale o que realmente está em seu coração, seja bom ou ruim, testemunho ou pecado), lute por manter o diálogo em família. Muitos casais, pais e filhos, seriam mais felizes se dialogassem mais sobre seus problemas. Não deixe nenhum pecado em oculto, pois está escrito: Aquele que encobre as suas transgressões jamais prosperará, mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia. Todo pecado confessado, com arrependimento genuíno, é perdoado definitivamente por Deus. Se formos sempre sinceros uns com os outros, jamais o pecado poderá nos separar de Deus e de nossos irmãos. 3. Compaixão.EmHb. 5:2 o autor falando do sacerdote diz:Ele pode compadecer-se devidamente dos ignorantes e dos que pecam, pois ele mesmo está rodeado de fraquezas. Somos uma geração de sacerdotes, que deve ser cheia de compaixão e amor. Não seremos promotores da unidade do Corpo se não formos compassivos, flexíveis e perdoadores. Isto não significa transigir com o pecado no seio da igreja, mas compreender que não acharemos pessoas perfeitas, discípulos perfeitos e muito menos líderes perfeitos. A Bíblia diz que Deus encerrou a todos no pecado para usar de misericórdia com todos. Perdoe a todos e até a você mesmo sempre. 4. Gratidão. Se você for sempre grato pelo que alcançou, esta gratidão será uma plataforma para que dela o Senhor te leve ainda mais alto. A gratidão nos ajuda a valorizarmos as pessoas com quem convivemos, (esposa, filhos, discípulos, o líder e até a Deus). Uma pessoa não grata, corre o risco de esquecer-se facilmente de onde saiu, de quem a ajudou, de quem a enviou, e por isso tantas alianças são quebradas. Nunca podemos nos esquecer que não somos geradores da Unção, somos apenas transmissores da Unção que alguém derramou sobre nós. O Salmo 133 diz que a Unção é derramada sobre a cabeça, depois sobre a barba e depois sobre a gola das vestes. Se não entendermos o fluxo da autoridade divina que é liberada em cadeia, de cima para baixo, podemos por em risco a Unção e fragmentar ainda mais o Corpo de Cristo. Em Ap. 22 a figura da Igreja é uma árvore que dá doze frutos, um a cada mês do ano. Uma cena muito comum hoje em dia, é vermos ministérios que se desligaram de suas coberturas e estão como galhos secos e estéreis que foram cortados da árvore principal. Graças a Deus por estarmos vivendo a Revelação de Tabernáculos, onde até os galhos secos, estão sendo levados de volta para fazer parte de uma cobertura. 5 – Desprendimento Material. O amor do dinheiro é a raiz de todos os males. Este espírito dá lugar a cobiça, competição, crítica, julgamento, facções, litígios, traições, separações e até homicídios. Muitas das divisões na igreja estão ligadas a questões financeiras. O roubo dos dízimos atrai maldição, a falta de generosidade nas ofertas impede a prosperidade e consequentemente o avivamento. A ministração de honra através das primícias, para alguns não quer dizer nada, mas torna-se um medidor interessante: note que quem não te honra na questão financeira, dificilmente vai te honrar em outras áreas. Repitam comigo: A unidade é fruto de santidade. Santidade nada mais é do que a unidade do meu espírito ao Espírito de Deus. A Bíblia diz: Aquele que se une a prostituta, faz com ela uma só carne, mas o que se une ao Senhor é com Ele um só Espírito. Só a unidade nos faz fortes, não adianta sermos uma multidão dividida. A estratégia de Satanás é separar pais e filhos, maridos e esposas, líderes e discípulos e assim enfraquecer o Corpo de Cristo, pois nosso inimigo sabe que um reino dividido não subsiste. A busca pela unidade é um dever pessoal: Devemos lutar pela unidade com o Espírito através da busca por santificação jejum, oração leitura da Palavra, etc. Lutar pela unidade da família através da busca do equilíbrio e do diálogo. Buscar a unidade com nossos líderes através da oração por eles, mas também pela honra e submissão prestada aos mesmos. Lutar pela unidade com nossos colegas de equipe, pois são nossos companheiros em meio a batalha. Os doze precisam proteger e ajudar uns aos outros, trabalhar em equipe não visando interesses particulares mas os do Reino. Se assim perseveram, tornam-se invencíveis. A unidade atrai a benção da Unção e da Salvação. SI.
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