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A importância da unidade no processo de conquista

  Efésios 4: 1 a6    A nossa chamada em Cristo possa se cumprir. Como discípulos de Jesus, fomos chamados a transformar o mundo a nossa volta, conquistando vidas, famílias e territórios para o Reino de Deus. Esta é a nossa missão como Igreja, mas esta conquista só será possível se lutarmos primeiro pela unidade do Espírito.                         Esta foi a oração com a qual Jesus intercedeu por seus apóstolos, para que depois de enviados, "eles fossem um". Esta é a exortação de Paulo, para que a Igreja seja unida de Espírito, Alma e Corpo. Se formos unidos e aliançados, conquistaremos todos os territórios, se nos separarmos, até os que já conquistamos poderemos perder. Todos repetirem: A unidade preserva a conquista.   Paulo também nos ensina que a unidade só se torna possível se alguns atributos divinos forem achados em nós:   1.      Humildade. A humildade nos ajuda a nos avaliarmos corretamente, a chegarmos com facilidade ao arrependimento e a restituição da santidade. A humildade me guarda do pecado da soberba e da rebeldia, que depois levam a divisão. A humildade me permite reconhecer o quanto preciso de um líder, o quanto eu preciso dos meus irmãos de equipe, o quanto eu preciso de conselhos. Pessoas não humildes, bastam-se a si mesmas e tendem a isolar-se, desprezando e traumatizando relacionamentos.   2.      Sinceridade. Davi um dia orou e disse: Eu bem sei meu Deus, que da sinceridade tu te agradas. Tudo fica tão mais fácil quando somos sinceros, verdadeiros, transparentes. Na unidade da família, no discipulado, a sinceridade é fundamental (fuja do oculto). Nunca tente esconder nada de Deus, seja sempre verdadeiro para com seu líder (fale o que realmente está em seu coração, seja bom ou ruim, testemunho ou pecado), lute por manter o diálogo em família.   Muitos casais, pais e filhos, seriam mais felizes se dialogassem mais sobre seus problemas. Não deixe nenhum pecado em oculto, pois está escrito: Aquele que encobre as suas transgressões jamais prosperará, mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia. Todo pecado confessado, com arrependimento genuíno, é perdoado definitivamente por Deus. Se formos sempre sinceros uns com os outros, jamais o pecado poderá nos separar de Deus e de nossos irmãos.   3.      Compaixão.EmHb. 5:2 o autor falando do sacerdote diz:Ele pode compadecer-se devidamente dos ignorantes e dos que pecam, pois ele mesmo está rodeado de fraquezas. Somos uma geração de sacerdotes, que deve ser cheia de compaixão e amor. Não seremos promotores da unidade do Corpo se não formos compassivos, flexíveis e perdoadores.   Isto não significa transigir com o pecado no seio da igreja, mas compreender que não acharemos pessoas perfeitas, discípulos perfeitos e muito menos líderes perfeitos. A Bíblia diz que Deus encerrou a todos no pecado para usar de misericórdia com todos. Perdoe a todos e até a você mesmo sempre.   4.      Gratidão. Se você for sempre grato pelo que alcançou, esta gratidão será uma plataforma para que dela o Senhor te leve ainda mais alto. A gratidão nos ajuda a valorizarmos as pessoas com quem convivemos, (esposa, filhos, discípulos, o líder e até a Deus). Uma pessoa não grata, corre o risco de esquecer-se facilmente de onde saiu, de quem a ajudou, de quem a enviou, e por isso tantas alianças são quebradas.   Nunca podemos nos esquecer que não somos geradores da Unção, somos apenas transmissores da Unção que alguém derramou sobre nós.   O Salmo 133 diz que a Unção é derramada sobre a cabeça, depois sobre a barba e depois sobre a gola das vestes. Se não entendermos o fluxo da autoridade divina que é liberada em cadeia, de cima para baixo, podemos por em risco a Unção e fragmentar ainda mais o Corpo de Cristo.   Em Ap. 22 a figura da Igreja é uma árvore que dá doze frutos, um a cada mês do ano. Uma cena muito comum hoje em dia, é vermos ministérios que se desligaram de suas coberturas e estão como galhos secos e estéreis que foram cortados da árvore principal. Graças a Deus por estarmos vivendo a Revelação de Tabernáculos, onde até os galhos secos, estão sendo levados de volta para fazer parte de uma cobertura.   5    – Desprendimento Material. O amor do dinheiro é a raiz de todos os males. Este espírito dá lugar a cobiça, competição, crítica, julgamento, facções, litígios, traições, separações e até homicídios. Muitas das divisões na igreja estão ligadas a questões financeiras.   O roubo dos dízimos atrai maldição, a falta de generosidade nas ofertas impede a prosperidade e consequentemente o avivamento. A ministração de honra através das primícias, para alguns não quer dizer nada, mas torna-se um medidor interessante: note que quem não te honra na questão financeira, dificilmente vai te honrar em outras áreas. Repitam comigo: A unidade é fruto de santidade.   Santidade nada mais é do que a unidade do meu espírito ao Espírito de Deus. A Bíblia diz: Aquele que se une a prostituta, faz com ela uma só carne, mas o que se une ao Senhor é com Ele um só Espírito. Só a unidade nos faz fortes, não adianta sermos uma multidão dividida. A estratégia de Satanás é separar pais e filhos, maridos e esposas, líderes e discípulos e assim enfraquecer o Corpo de Cristo, pois nosso inimigo sabe que um reino dividido não subsiste. A busca pela unidade é um dever pessoal: Devemos lutar pela unidade com o Espírito através da busca por santificação jejum, oração leitura da Palavra, etc.   Lutar pela unidade da família através da busca do equilíbrio e do diálogo. Buscar a unidade com nossos líderes através da oração por eles, mas também pela honra e submissão prestada aos mesmos. Lutar pela unidade com nossos colegas de equipe, pois são nossos companheiros em meio a batalha. Os doze  precisam proteger e ajudar uns aos outros, trabalhar em equipe não visando interesses particulares mas os do Reino. Se assim perseveram, tornam-se invencíveis.  A unidade atrai a benção da Unção e da Salvação. SI.

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Tema : A importância da unidade no processo de conquista

Efésios 4: 1 a6 O Ap. Paulo nos fala neste texto sobre andarmos de modo digno para que nossa chamada em Cristo possa se cumprir. Como discípulos de Jesus, fomos chamados a transformar o mundo a nossa volta, conquistando vidas, famílias e territórios para o Reino de Deus. Esta é a nossa missão como Igreja, mas esta conquista só será possível se lutarmos primeiro pela unidade do Espírito.                         Esta foi a oração com a qual Jesus intercedeu por seus apóstolos, para que depois de enviados, "eles fossem um". Esta é a exortação de Paulo, para que a Igreja seja unida de Espírito, Alma e Corpo. Se formos unidos e aliançados, conquistaremos todos os territórios, se nos separarmos, até os que já conquistamos poderemos perder. Todos repetirem: A unidade preserva a conquista.   Paulo também nos ensina que a unidade só se torna possível se alguns atributos divinos forem achados em nós:   1.      Humildade. A humildade nos ajuda a nos avaliarmos corretamente, a chegarmos com facilidade ao arrependimento e a restituição da santidade. A humildade me guarda do pecado da soberba e da rebeldia, que depois levam a divisão. A humildade me permite reconhecer o quanto preciso de um líder, o quanto eu preciso dos meus irmãos de equipe, o quanto eu preciso de conselhos. Pessoas não humildes, bastam-se a si mesmas e tendem a isolar-se, desprezando e traumatizando relacionamentos.   2.      Sinceridade. Davi um dia orou e disse: Eu bem sei meu Deus, que da sinceridade tu te agradas. Tudo fica tão mais fácil quando somos sinceros, verdadeiros, transparentes. Na unidade da família, no discipulado, a sinceridade é fundamental (fuja do oculto). Nunca tente esconder nada de Deus, seja sempre verdadeiro para com seu líder (fale o que realmente está em seu coração, seja bom ou ruim, testemunho ou pecado), lute por manter o diálogo em família.   Muitos casais, pais e filhos, seriam mais felizes se dialogassem mais sobre seus problemas. Não deixe nenhum pecado em oculto, pois está escrito: Aquele que encobre as suas transgressões jamais prosperará, mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia. Todo pecado confessado, com arrependimento genuíno, é perdoado definitivamente por Deus. Se formos sempre sinceros uns com os outros, jamais o pecado poderá nos separar de Deus e de nossos irmãos.   3.      Compaixão.EmHb. 5:2 o autor falando do sacerdote diz:Ele pode compadecer-se devidamente dos ignorantes e dos que pecam, pois ele mesmo está rodeado de fraquezas. Somos uma geração de sacerdotes, que deve ser cheia de compaixão e amor. Não seremos promotores da unidade do Corpo se não formos compassivos, flexíveis e perdoadores.   Isto não significa transigir com o pecado no seio da igreja, mas compreender que não acharemos pessoas perfeitas, discípulos perfeitos e muito menos líderes perfeitos. A Bíblia diz que Deus encerrou a todos no pecado para usar de misericórdia com todos. Perdoe a todos e até a você mesmo sempre.   4.      Gratidão. Se você for sempre grato pelo que alcançou, esta gratidão será uma plataforma para que dela o Senhor te leve ainda mais alto. A gratidão nos ajuda a valorizarmos as pessoas com quem convivemos, (esposa, filhos, discípulos, o líder e até a Deus). Uma pessoa não grata, corre o risco de esquecer-se facilmente de onde saiu, de quem a ajudou, de quem a enviou, e por isso tantas alianças são quebradas.   Nunca podemos nos esquecer que não somos geradores da Unção, somos apenas transmissores da Unção que alguém derramou sobre nós.   O Salmo 133 diz que a Unção é derramada sobre a cabeça, depois sobre a barba e depois sobre a gola das vestes. Se não entendermos o fluxo da autoridade divina que é liberada em cadeia, de cima para baixo, podemos por em risco a Unção e fragmentar ainda mais o Corpo de Cristo.   Em Ap. 22 a figura da Igreja é uma árvore que dá doze frutos, um a cada mês do ano. Uma cena muito comum hoje em dia, é vermos ministérios que se desligaram de suas coberturas e estão como galhos secos e estéreis que foram cortados da árvore principal. Graças a Deus por estarmos vivendo a Revelação de Tabernáculos, onde até os galhos secos, estão sendo levados de volta para fazer parte de uma cobertura.   5    – Desprendimento Material. O amor do dinheiro é a raiz de todos os males. Este espírito dá lugar a cobiça, competição, crítica, julgamento, facções, litígios, traições, separações e até homicídios. Muitas das divisões na igreja estão ligadas a questões financeiras.   O roubo dos dízimos atrai maldição, a falta de generosidade nas ofertas impede a prosperidade e consequentemente o avivamento. A ministração de honra através das primícias, para alguns não quer dizer nada, mas torna-se um medidor interessante: note que quem não te honra na questão financeira, dificilmente vai te honrar em outras áreas. Repitam comigo: A unidade é fruto de santidade.   Santidade nada mais é do que a unidade do meu espírito ao Espírito de Deus. A Bíblia diz: Aquele que se une a prostituta, faz com ela uma só carne, mas o que se une ao Senhor é com Ele um só Espírito. Só a unidade nos faz fortes, não adianta sermos uma multidão dividida. A estratégia de Satanás é separar pais e filhos, maridos e esposas, líderes e discípulos e assim enfraquecer o Corpo de Cristo, pois nosso inimigo sabe que um reino dividido não subsiste. A busca pela unidade é um dever pessoal: Devemos lutar pela unidade com o Espírito através da busca por santificação jejum, oração leitura da Palavra, etc.   Lutar pela unidade da família através da busca do equilíbrio e do diálogo. Buscar a unidade com nossos líderes através da oração por eles, mas também pela honra e submissão prestada aos mesmos. Lutar pela unidade com nossos colegas de equipe, pois são nossos companheiros em meio a batalha. Os doze  precisam proteger e ajudar uns aos outros, trabalhar em equipe não visando interesses particulares mas os do Reino.

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Uma igreja família que vive o amor de Deus – Parte final

Textos: Atos 2:42 – 47; Salmo 133  Terminamos na ministração anterior dizendo que as palavras convencem, mas os exemplos arrastam. Se quisermos ver a nossa igreja e as nossas células crescendo e prosperando, ver nossos discípulos conquistando e correspondendo, precisamos seguir exemplos como o da igreja primitiva que é objeto deste texto que lemos hoje. A igreja primitiva estava vivendo na pratica o amor a Deus e ao próximo. Lá havia alegria, comunhão, cumplicidade, unidade, fidelidade, etc. O resultado foi a simpatia do povo em relação a igreja, foi muitas vidas sendo por Deus acrescentadas no reino, na casa do Senhor.   Vimos na semana passada que o Nosso encargo deve ser em gerar uma Igreja família que vive o amor de Deus. Os olhos de Deus estão voltados para as famílias que Ele criou, porque é no meio da família que Ele derrama Seu amor de Pai e através do fluir da benção em cada casa, que Seu reino está sendo implantado aqui na terra. Temos a incumbência de Edificar uma Igreja de vencedores, onde cada membro se torna um discípulo que se dispõe a ser enviado para liderar uma célula gerando seus próprios discípulos, e, cada casa abrindo as portas para que a igreja saia das paredes e seja expandida por toda a cidade.   Vejamos alguns princípios na vida desta igreja que fazia diferença trazendo crescimento   Os discípulos perseveravam na doutrina dos apóstolos; tinham cuidado com a Palavra e de contínuo meditavam nos princípios de Deus e por causa disso não eram levados ou enganados por qualquer vento de doutrina, pois conheciam e perseveravam em obedecer os princípios eternos de Deus, pois são estes que nos garante uma vida  e vida em abundancia.   Eles perseveravam na comunhão e no partir do pão; era uma igreja que não fazia acepção de pessoas, todos eram importantes, ricos e pobres, cultos e incultos, todos tinham o mesmo valor, os necessitados eram supridos em todas as áreas, os pobres cresciam e prosperavam, pois estavam integrados e empenhados pelo crescimento de todos e os ricos multiplicavam suas riquezas ao repartirem com aqueles que eram alcançados. Este era um estilo de vida que chamava atenção das pessoas, pois ali havia muita alegria.   Perseveraram nas orações; era uma igreja, um povo que oravam juntos, por isso o temor de Deus estava nos corações dos irmãos e o resultado era que muitos sinais e prodígios eram feitos pelas mãos dos apóstolos.   Queridos, podemos ver através deste povo que quando a igreja está unida e perseveram em comunhão, nas orações e no partir do pão, Deus começa a operar sinais e maravilhas, pois as pessoas são amadas, alimentadas, supridas e impactadas. É neste contexto que somos abençoados na área espiritual, emocional, física, familiar, ministerial e financeira. Creio que é isso que nós buscamos para as nossas vidas, famílias, ministério e igreja. Amem?   Todos tinham prazer em estar juntos; pois tudo lhes eram comum, ou seja, era bom se reunir. Amados, hoje, nós temos visto que nos grupos pequenos (células) e nas grandes celebrações (cultos, congressos…) existe prazer nos irmãos em estarem juntos, orando juntos, comendo juntos, brincando juntos, tudo isso sem hipocrisia, sem partidarismo, sem acepção de pessoas. Estamos trabalhando para que quando um fizer um evento com sua rede, as outras redes estejam ajudando e participando. Isso só é possível porque Jesus Cristo nos une e Ele é o Senhor de todos nós, nEle somos tratados para a maturidade espiritual e emocional.   No Salmo 133 (ler o texto) A Palavra diz que como é bom e agradável que a igreja viva em união, e o texto mostra que há resultados maravilhosos por causa da unidade, isso é tremendo. Eu profetizo que é aqui, na vida dos nossos discípulos, que o Senhor ordena a sua benção e a vida para sempre. Amém?   Ninguém passava necessidade entre eles; porque todos eram constrangidos pelo Espírito Santo em suprir as necessidades uns dos outros e faziam com alegria, tinham prazer nisto e o principio bíblico é, dai e ser-vos-á dado, esta alegria e prazer com que os irmãos faziam isto chamou a atenção das pessoas, era algo anormal para eles, em um mundo em que ninguém se preocupa com ninguém, o resultado é que no versículo 47 diz que Deus acrescentava-lhes dia-a-dia, ou seja, todos os dias novas pessoas eram alcançadas com o amor de Cristo, muitos estavam sendo salvos.   Vejo hoje o Espírito Santo trazendo este mover em nosso meio, temos presenciado em todas as reuniões, vidas sendo edificadas e salvas, hoje como igreja começamos a viver destas verdades de Deus em nosso meio, pois estamos crescendo e prosperando em todas as áreas das nossas vidas.   Eles estavam diariamente com perseverança e unanimidade na grande celebração no templo e também partiam o pão nas células; isso significa que era prazeroso para eles fazerem isso e ainda no versículo 47 diz que era com muito louvor a Deus. Foi desta forma que a igreja e células começaram conquistar a simpatia de todo o povo.   A igreja e a célula precisam ser um lugar que atrai as pessoas, simplesmente por ser um lugar onde o amor de Cristo é manifesto, onde a alegria é contagiante. Sabemos que quem vai fazer isso é Deus e Ele o fará através das nossas vidas, só depende de abrirmos nossos corações para o novo que Ele tem para nós, como disse a Apóstola Zenita, para que o novo venha, o velho precisa ser tirado.    Jesus Cristo é a fonte da água viva, dEle flui a verdadeira  alegria e vitória, dEle emana a vida e vida em abundancia! Se permanecermos em Cristo, se estivermos arraigados nEle  usufruiremos de tudo que vimos nesta palavra, viveremos do melhor que Deus tem para nós.   Duas perguntas. Responda pra você mesmo: As pessoas tem tido prazer em estar perto de nós? Como célula neste lugar, temos despertado a simpatia das pessoas que nos conhece e que

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Uma igreja família que vive o amor de Deus – Parte I

Textos: Atos 2:42 – 47; Salmo 133  O Nosso encargo é ser uma Igreja família que vive o amor de Deus. Os olhos de Deus estão voltados para as famílias que Ele criou, porque é no meio da família que Ele derrama Seu amor de Pai e através do fluir da benção em cada casa, o Seu reino está sendo implantado aqui na terra. Temos a incumbência de Edificar uma Igreja de vencedores, onde cada membro é um ministro e cada casa uma Igreja. Para que isso aconteça precisamos Fazer discípulos com o coração adorador, pois desta forma estaremos Conquistando a nossa geração, pois discípulos se reproduzem e se tornam líderes de células e esta é uma ferramenta para cumprirmos este propósito.   Somos gratos a Deus que nos trouxe esta visão celular no modelo dos doze, onde temos a oportunidade de ganharmos vidas conduzindo-as na caminhada proposta por Cristo, o discipulado. Nesta missão dada por Cristo podemos cuidar de você com respaldo de que somos também cuidados, somos supridos em nossas necessidades para também suprirmos as suas necessidades. Aqui podemos conhecer melhor de você, tendo um relacionamento maduro e saudável. Glórias á Deus.   A igreja é a família de Deus na terra e ser esta família cristã que vive o amor de Deus no nosso contexto da sociedade hoje, parece algo distante da realidade, mas eu digo que isto é possível através da igreja em células.  Hoje neste mundo mais do nunca as nossas crianças estão sendo corrompidas, os jovens estão sendo contaminados e as famílias estão sendo destruídas! Precisamos reverter este quadro na nossa vida, família e igreja e assim ajudar outros também a viver o melhor de Deus na sua vida e famíla!   No versículo 43 do texto que lemos diz que em cada alma havia temor, eram pessoas quebrantadas que já tinham tido uma experiência pessoal com o Senhor Jesus, elas estavam cheias do Espírito Santo, elas estavam vivendo um momento especial como família de Deus na terra.   O contexto social em que a igreja primitiva foi levantada não foi muito diferente do nosso, haviam pessoas necessitadas, desempregadas, doentes, assim como haviam pessoas ricas, prosperas, porem todas estavam em busca da verdadeira alegria, da verdadeira paz!. Também havia injustiça social, as pessoas independente da sua posição social, eram oprimidas, eram desprezadas, as autoridades só pensavam em si mesmo, eram voltadas para extorsão, para cobrar impostos absurdos e o dinheiro falava mais alto.    Foi neste meio caótico que a igreja nasceu, foi neste contexto que um povo é levantado por Deus, e estas pessoas começaram a fazer a diferença. Era a igreja do Senhor Jesus se movendo no poder do Espírito Santo! Aquele povo chegou para fazer conhecido o amor de Cristo, fazer conhecida a expressão verdadeira da vida em abundância. É em um ambiente como esse do reino de Deus que as pessoas são valorizadas e respeitadas. Ali as pessoas são tratadas e restauradas para a glória de Deus.   O propósito de Deus nesta caminhada cristã, é que cresçamos rumo à maturidade, pois esta define equilíbrio para crescer e frutificar, foi para isso que nascemos. Muitas vezes na falta de maturidade dizemos coisas sem pensar, julgamos as pessoas e as criticamos, isso é semelhante a um atalho que pegamos para encurtar um caminho, pois na realidade somos nós que ao julgarmos as pessoas, refletimos a nós mesmos. A ideia maligna para resovermos este conflito, é diminuindo a trajetória julgando e criticando, porém este desvio pode se transformar no mais longo e penoso caminho, é a rota do tratamento que as vezes nos leva ao deserto.   Mas a Bíblia diz que a alegria do Senhor é a nossa força, isto é, a alegria de Deus em nós produz energia, para cada pensamento que produzimos, geramos em nosso corpo uma molécula correspondente ao que pensamos. É por isso que quando estamos alegres, todo o nosso corpo está alegre, pois este reflete o nosso estado interior, agora não esqueça que o inverso também é verdade.   Quando vibramos em uma alegria, isso gera energia, poder, força e ousadia, tudo ao nosso redor é atraido, veja, aprenda isso, as pessoas gostam de ficar perto de pessoas alegres. Quando estamos felizes, tudo que vemos é belo, é bom, etc.  Quando você sai de casa após uma briga com alguém com quem você convive, no trajeto entre sua casa e o trabalho, você não vê nada que seja alegre, bonito, feliz, pelo contrario, naquele dia tropeçamos na rua, levamos uma fechada no transito, vemos algo que não gostariámos de ver, etc.    Mas se você sair de casa feliz, verá o amigo que te cumprimentou, verá uma criança que te sorriu, verá o canteiro de flores da praça, etc. Você está aberto para contenplar às coisas boas e bonitas.   Assim é com o amor, a falta da decisão de amar tem contribuído para a dissolução familiar e para o estancamento do crescimento da igreja. A igreja é como na família, não nasce pronta; constrói-se aos poucos, e é o melhor laboratório do amor. Em casa, entre pais e filhos, pode-se aprender a amar, pode-se experimentar com profundidade a grande aventura de amar sem medo. A família pode ser o ambiente mais apropriado para uma maravilhosa experiência de amor, assim é no relacionamento e convívio no discipulado e na equipe dos doze.   Não podemos esquecer que a educação dada pela família, através dos padrões bíblicos que revelam ética, moral e fé, é fundamental para sua formação espiritual, moral e emocional, pois uma criança que cresce num ambiente familiar onde se respira fé em Deus, amor e respeito, esta aprende a amar com toda a naturalidade do mundo. Um jovem, que vê nos pais um exemplo a ser seguido, encontra outras pessoas e, naturalmente, dá um bonito testemunho de fé e amor. Assim também é na igreja com os novos, pois estes quando são amados e valorizados, quando veem um bom exemplo a seguir, não

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É tempo de maturidade

  II Coríntios 3:17 e 18   Desde a queda do homem Deus procura trazê-lo para perto de Si, pois o homem é a sua criação mais perfeita, e quando este se aproxima de Deus confessando que Ele é o Senhor de sua vida Deus começa um processo de cura em toda a sua vida e alma, muitos acham que por terem aceitado a Jesus, terem parado de fazer o que faziam, estão livres e sarados de seus maus. Hoje quero falar de algumas coisas que precisam ser mudadas em sua vida. Crendo que o processo para resistirmos ao diabo passa por alguns passos   1.       Aceitar ser tratado (confrontados com o nosso modo de vida do passado) (Efésios 4:22) Quando aceitamos Jesus achamos que apenas mudar hábitos é o bastante para sermos salvos. Mas há necessidade de tratamento em nosso interior e isto dói, pois somos confrontados com nosso eu (vontade).  Achamos que as coisas devem ser do nosso jeito, por isso muitos resistem em obedecer.   2.       Aceitar a Jesus implica em não fazer mais o que eu quero. (Gálatas 2:20) Tornamos-nos bebês espirituais, e como bebês é natural que queiramos fazer aquilo que desejamos. Isso acontece por que alguns insistem em não crescer. E foi para isto que Deus instituiu líderes para que possam ensinar e resistir-lhe quando quiseres fazer algo que não é certo. (Romanos 13:1 ao 5)   Quando não obedecemos nossos líderes, nós tanto os entristecemos,  como nos levantamos contra Deus .Veja estas duas passagens: (I Samuel 15:22)(Hebreus 13:17)   3.       O povo também não pode seguir um líder fraco. Um líder que deixa suas convicções de lado quando pressionado, não consegue exercer uma boa liderança. Se você deseja ser um servo de Deus e alcançar todas as bênçãos de Deus, entenda que para isto você precisa estar disposto (a), a ouvir (Obedecer) o que muitas vezes não te agrada.   O discípulo e futuro Apóstolo Pedro ouviu uma palavra de Jesus que provavelmente se fosse com você, você teria ido embora e deixado de seguir a Jesus. (Marcos 8:31 a 33) Por acharmos que aceitamos a Jesus pensamos que não vamos ouvir palavras duras, meu irmão Jesus não virar buscar um povo doente ou cheio de não me toques, Ele virar buscar uma igreja forte de líderes fortes e de discípulos que crescem em conhecimento graça e obediência. (MT 28:19)   Temos que estar sempre dispostos a sermos tratados, e isto requer que deixemos Deus tocar nas feridas, mais profundas para que Ele realize em nós a Sua boa vontade, para isso precisamos estar dispostos a mudanças segundo a Palavra de Deus na nossa forma de pensar, falar e agir.   Precisamos administrar mudanças. Estamos vivendo um momento de incertezas na economia mundial e religioso. Erros e acertos são o que mais têm acontecido e continuarão acontecendo  no mundo das empresas e nas igrejas ou religiões que passaram e passam por mudanças, para poder crescer. Nesta hora é bom lembrar  que as mudanças organizacionais, no âmbito espiritual e familiar só ocorrem se as pessoas que estão envolvidas mudarem a maneira de encarar as situações. Isso requer dizer que elas necessitam mudar suas atitudes. As pessoas que fazem  as mesmas coisas sempre, obterá sempre os mesmos resultados. As primeiras mudanças, e as únicas que são capazes de gerar resultados diferentes, vêm de dentro das pessoas. E outra oportunidade falaremos de  alguns erros  comuns que podem ser observados… A questão aqui é que você está aqui para receber e crescer em Deus e assim ser um líder de Êxito.   Continua  

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A oração de Jabez

(I Crônicas: 4: 9,10)  Neste texto Deus indica que Jabez foi “o mais ilustre”. Isto deve servir de encorajamento, pois honra e integridade são qualidades que qualquer um de nós pode lutar para conseguir.   Jabez tinha muitos motivos pra ficar reclamando e se lamentando, pois sua mãe o tinha amaldiçoado dizendo, seu nome é sofrimento, dor. Ele foi mais ilustre que os seus irmãos, pois buscou ao Senhor Deus e em vez de ficar murmurando e dizendo não tem jeito pra mim, ele orou pedindo a benção de Deus e o fez de forma bem específica. Primeiro: se Deus o ouviu é porque Jabez já tinha perdoado sua mãe. Segundo: Ele não ficou preso no passado, ele liberou. Terceiro: Ele creu que uma vez que ele era servo do Deus vivo, não deveria ficar lamentando, e sim buscar a benção d’Ele para seu crescimento e prosperidade.   Quando conseguimos andar por fé, andar com integridade, ser uma pessoa honrada e fiel, Deus fica muito feliz e pronto para ouvir nossas orações como fez com Jabez.   Vejamos quatro partes-chave da oração de Jabez:   Oh! Que me abençoes. Deus quer adentrar sua vida, como fez com a de Jabez, e reescrever sua história de modo a incluir algumas coisas importantes.   Vejamos os pontos importantes desta oração:   1.    Oh! Que me alargues as fronteiras: Sua fronteira começa no lugar que você vive e trabalha. Sua fronteira inclui sua vida espiritual, familiar, ministerial, seus bens, dons e talentos. Fronteiras também significa “margem, limite”. É pedir que Ele remova limites, e abra as portas da oportunidade. 2.    Oh! Que seja comigo a tua mão! No antigo testamento a “Mão de Deus” representava seu poder, sua presença e sua provisão ao seu povo. 3.    Oh! Que me preserve do mal!  Em I Pe. 5:8 a Bíblia diz que o diabo nosso adversário anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar. Em Lucas 6: 43 diz que Jesus deu-lhes a oração do Pai-Nosso como modelo que contém o pedido: “e não nos deixes cair em tentação.”   Somos tentados a: ·      Reclamar quando as coisas não acontecem do modo que eu espero; ·      Não dizer a verdade; ·      Guardar ressentimento e recusar-me a perdoar; ·      Ser crítico com os outros; ·      Ter inveja dos outros; ·      Fazer fofoca; ·      Estar insatisfeito com o que tenho, etc…   Conclusão: Se você ainda se sente preso ou quase chegando, eis alguns pontos importantes que você deve saber e compreender: As formas de Deus responder as nossas orações jamais será igual para mim e para você! A resposta na vida de uma pessoa não pode ser igual a outra. Cada um de nós terá respostas diferentes. Se você não entender esse principio pode achar que está sendo mais abençoada ou não. Cada resposta de Deus está transformando e abençoando cada um de nós individualmente.   Posso encorajá-lo a de começar a adotar um novo estilo de vida, a de buscar as bênçãos de Deus como nunca, a ver as pessoas com possibilidades de ministérios. Todos têm condições de crescer e frutificar, de andar no propósito de Deus. Todos podem ser discipuladores e discípulos, todos podem ser ministros e líderes. Você deve buscar o poder de Deus com intensidade, com fervor. Você foi feito para ir além do que viu e experimentou, Deus é infinito, continue integrado e buscando até que Ele lhe dê mais das bênçãos divinas e uma visão mais ampla de tudo o que é possível na sua vida.   Que a paz de Jesus Cristo encha teu coração.     Pastor Eliezer

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Vencendo a crise da fé – Final

Numeros 13:30-33; e 14:1,2,6-11   Temos aprendido na Palavra de Deus que aconteça o que acontecer, precisamos sempre olhar para Cristo Jesus nosso Senhor e salvador, pois é através dEle que tomamos posse da vida cristã abundante aqui na terra, como também da herança eterna nos céus. Devemos sempre exercitar a nossa fé, sair da crise resolvido e tratado na maturidade e assim olharmos com convicçao para as promessas de Deus em Cristo, para aquilo que está determinado por Ele para nós, tanto hoje como no futuro. Precisamos entrar na linha acima do natural e vermos o nosso futuro de acordo com que cremos, semeamos e confessamos.   No texto que lemos vemos os espias confirmarem que a terra era realmente boa e muito rica. Havia, porém para dez deles, alguns problemas: O povo que tinha invadido a terra que Deus deu a Abraão era poderoso e as cidades eram fortificadas. Os dez espias, em vez de olharem para a herança que Deus estava lhes concedendo, olharam para o inimigo e para si próprios. Eles viram a si mes­mos como desprezíveis diante dos gigantes. O texto diz: "Vi­mos gigantes ali e éramos aos nossos próprios olhos como gafa­nhotos, e assim também o éramos aos seus olhos".   Quem disse que os inimigos os viam como gafanhotos? Em sua incredulida­de, deram lugar às mentiras do diabo. O grande problema do povo de Deus é não saber quem é. Se eu não sei quem sou, facilmente cederei às ameaças do inimigo; mas, se eu conheço a minha força em Deus, as minhas armas espirituais, o poder do Espírito Santo que está em mim, e o poder da minha fé, eu me encho de coragem e destruo meus inimigos.   Nós somos o que falamos e como nos vemos; se nos vemos fracos, somos fracos; se nos vemos imaturos ou se nos vemos como gafanhotos, eis no que nos tornamos. Os espias olharam para si mesmos, não para o que Deus é e para o que eram em Deus. O seu relatório desonrou ao Senhor, demonstrou incredulidade.   O pecado deles em murmurar e duvidar da promessa foi muito grave, afetando não ape­nas a eles, mas a toda a congregação. Nós devemos ter muito cuidado para não levarmos o povo e as pessoas que convivem conosco ao desânimo por meio de nossas palavras, principalmente se formos líderes. Devemos ser como Josué e Calebe, que tiveram a palavra da Fé, conclamando o povo para que subisse e conquistasse a terra.   Se lermos toda a história, veremos que Calebe entrou em Canaã, derrotou os Enaquins e tomou posse da terra. Em Josué, 14: 10-12 e capítulo 15:13,14, nos conta que Calebe viu os gigantes, mas não os temeu, pelo contrário, os venceu. Ele e Josué eram verdadeiros doze que estavam casados com o líder Moisés, mas infelizmente, aquela equipe de doze estavam com dez desleais.   Também nós, quando nos depara­mos com as dificuldades, não devemos temer, mas fixar os olhos nas promessas de Deus e no Seu poder sobre nós. O povo influenciado pelos dez espias, murmuraram, Eles não deram ouvidos ao líder e nem aos seus companheiros, Josué e calabe, pelo contrário, todo o povo influenciados pelos dez, falharam no teste da fé, por isso tiveram que voltar e permanecer no de­serto por mais 38 anos.   A condição de Deus para a posse de Canaã é tão somente fé e dependência. Muitos vivem na sequidão do deserto por não crerem em Deus para entrar na posse da herança. Vejamos algu­mas atitudes que trouxeram derrota ao povo no deserto.   1.      Foram incrédulos. Em Numeros 13:32 diz:  E, diante dos filhos de Israel, infamaram a terra que haviam espiado, dizendo: A terra pelo meio da qual passamos a espiar é terra que devora os seus moradores; e todo o povo que vimos nela são homens de grande estatura.    Por essa passagem podemos ver que o grande problema da­queles que permanecem no deserto é que eles duvidam da Palavra de Deus. Deus diz que eles são fortes, mas eles insistem em olhar para suas fraquezas. Deus diz que em Cristo fomos libertos e que nEle somos mais que vencedores, mas alguns insistem em olhar apenas para as circunstâncias contrárias, para os traumas do passado. Deus havia dito que daria a eles a terra que mana leite e mel, mas os espias duvidaram da fidelidade de Deus. O incrédulo olha para o problema e não para Deus. Todo aquele que anda na carne é introspectivo, olha demais para si mesmo. Fixar os olhos em si mesmo, gerará uma de duas atitu­des: auto-piedade ou auto-condenação. Ambas são expressões da incredulidade e procedem do diabo.   Diante dos problemas, não olhe para si mesmo e nem para os problemas, olhe para Deus. Devemos olhar para o que Deus é, o que Deus tem, o que Ele faz e o que temos e Somos nEle. Com este entendimento, devemos ir ao encontro do problema, ao encontro do inimigo, devemos agir de acordo com os princípios eternos, pois quando agimos firmados na fé, Deus vem ao nosso encontro e somos beneficiados por Ele.   2.Confessaram a derrota. Um grande problema na vida das pessoas é a confissão errada. Em Proverbios 18.21diz que na nossa lín­gua está o poder da vida e o poder da morte. O que falamos é o que possuímos. Se con­fessamos derrota, colhemos derrota, pois palavras são sementes. Palavras faladas são semente plantadas e palavras repetidas são sementes regadas. Os espias confessaram que o povo da terra era mais forte que eles, disseram que era impossível conquistar a terra e isso os paralisou. Disseram também que eram como gafanhotos, isso os fez recuar diante da conquista da promessa.   Devemos aprender a confessar somente o que Deus diz que somos. Deus diz que em Cristo, somos Filhos e herdeiros, que podemos todas as coisas nEle, pois é Ele que nos fortalece. Ele diz que somos mais que vencedores, Ele diz que somos soldados

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Rumo a maturidade

Salmos 42; Gálatas 3:12-14; Romanos 12:1,2 Finalizamos na ultima reunião de gerações dizendo que a tristeza, a melancolia e a depressão não terão espaço para existir na nossa vida, pois agora sei quem sou, e para onde vou. A salvação, a vida eterna, a presença de Deus em nós muda tudo e nós  nos tornamos a resposta para esta geração da qual somos responsáveis de levar o evangelho da salvação.   A sabedoria é a capacidade de saber o que se deve fazer; a virtude é a coragem de fazer o que tem que ser feito. Os Mandamentos de Deus nos aponta uma vida de Qualidade, e onde existir imaturidade, egoísmo, egocentrismo, individualidade e mentiras, a qualidade e a conquista é roubada, é abortada.   Se entre os integrantes de uma família, de uma célula e de uma equipe, não houver confiança mútua e transparência, não haverá sucesso nos desafios. Se entre o marido e esposa, entre o discipulador e discípulo não houver esta mesma realidade, o relacionamento de compromisso para uma conquista será um fracasso. Falando emcasamento. Porque a metade fracassa?  Bem,  se você for pesquisar muitas pessoas alegam que a falta de dinheiro e os problemas financeiros acabaram gerando conflitos que terminou em separação.Você acredita nisso?  É como dizer que as pessoas com poucos recursos não podem ser felizes no casamento! Na verdade a raiz das separaçõesestá em problemas no relacionamento. Então cabe uma pergunta: Qual é o ingrediente mais importante num relacionamento bem sucedido? E a resposta é simples: confiança! Sem confiança é difícil, para não dizer impossível, conservar um bom relacionamento. A confiança é a cola, o  Super Bond que gruda os relacionamentos.   Vamos a um exercício. Responda: quantos relacionamentos bons você tem com pessoas em quem não confia?  Sem o mínimo de confiança, os casamentos se desfazem, as famílias se dissolvem, as organizações desmoronam. E de onde vem a confiança? Vem do fato de uma pessoa ser confiável, ter um caráter ajustado, uma alma resolvida, ter maturidade no espírito, na alma, nas emoções, etc.   Nestes 22 anos pastoreando pessoas,  fazendo aconselhamento matrimonial, sempre ouvi que a maior mágoa que gera o rompimento da relação é a mentira do outro. E a mentira é um dos vícios mais difíceis de serem arrancados da alma, as vezes é necessário crises para que haja resposta no tratamento, no discipulado. Construir um relacionamento, uma equipe ou uma parceria sem os princípios eternos, é fazê-lo sobre a mentira e isso é como construir uma casa sobre a areia. Reconquistar a confiança é tarefa muito mais difícil do que foi a conquista.   Eu vi em um programa de entrevista e também li em um texto que durante uma entrevista de emprego é muito comum o candidato para ser aceito exagerar nas suas qualidades e ao longo da entrevista desmentir tudo que afirmou antecipadamente. A mentira, mesmo insignificante, é um vício que compromete as demais qualidades da alma. Pois descredibiliza e isso fragiliza a confiança que se tem em alguém. Um entrevistador qualificado, mesmo sem saber, leva sempre em conta uma frase de Jesus: "A boca fala do que está cheio o coração”. A base do ser humano é o autoconhecimento. Dentro do autoconhecimento está a paciência e a persistência, duas virtudes que nos facilitam conseguir a realização de tudo que sonhamos. Podemos comparar a nossa atitude em sedimentar na verdade, na maturidade dando passos firmes sem deixar lacunas e sem pressa, usando os desafios como o bambu chinês. O bambu leva cinco anos só trabalhando suas raízes, e na superfície apenas um pequeno broto.   Após este tempo ele cresce vinte e cinco metros de altura. Ganha tamanha resistência que pode se curvar até o chão diante dos grandes vendavais, passado a pressão dos ventos, volta ao normal.  Ele nos ensina a importância do tempo para construirmos uma boa base antes de iniciarmos a realização de algo. Sem um alicerce forte, cairemos diante dos primeiros ventos que as tempestades da vida nos impõe em nossa caminhada. A finalidade dos ventos é criar em nós, flexibilidade, sem isso, nada feito.   Precisamos ter a flexibilidade suficiente para ceder quando o vento for muito forte, tendo em nossas raízes a sustentação, para que tão logo cesse o vendaval, voltarmos mais fortes que antes.  Já ouvi esta declaração, não sei de quem, mas ouvi que para se manter a conquista em um crescimento constante e permanente,  é preciso muita fibra, perseverança, fé, confiança para chegar às alturas e, ao mesmo tempo, muita flexibilidade para se curvar ao chão. Por mais que crescer, é preciso manter a essência, a humildade, pois sem isso, a queda das alturas será inevitável.             O Apóstolo Paulo diz que esquecia as coisas que para traz ficavam e avançava rumo ao alvo que era perfeição.  Devo dizer que perfeição plena ninguém nesta vida irá alcançar, mas existem fases de maturidade que define níveis de perfeição. Qual o propósito de Deus na nossa vida? Perfeição, que será por níveis, por etapas, mas que precisa ser buscado.   A nossa vida precisa ser crescente, os desafios precisam existir, pois isso se torna a vida mais excitante. Todos chegaremos lá? Quanto tempo levará?  Depende de cada um. Não seria mais fácil Deus nos criar perfeitos? Deus criou o homem perfeito, mas com livre arbítrio, com poder de sentir, pensar e decidir. Onde houver livre arbítrio, existirá risco de erros e onde houver erros, existe a oportunidade de aperfeiçoamento.   O pecado quando entrou na vida do homem, ativou o amor e a misericórdia de Deus, e onde abundou o pecado, superabundou a graça de Deus.   Deus ama você e está trabalhando em sua vida!   No amor de Cristo!   Apóstolo Eliezer              

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Melancolia, o mal do atual século

Salmos 42; Romanos 12:1,2 Dizem que Nostalgia é saudade do que vivi relacionado ao passado que foi bom. Agora a melancolia é saudade do que não vivi, este sentimento muitas vezes leva a depressão. É umEstado de humor caracterizado por uma tristeza vaga e persistente, muitas vezes sem explicação.   A maioria esmagadora dos casos de melancolia tem sua origem em uma programação espiritual  ou mental que não se realizou. Isso porque todos temos uma missão dada por Deus aqui nesse planeta.  Quando não realizamos ou não cumprimos esta missão,  nossa alma entra numa rotina, ela passa a resiste qualquer mudança, e, sabemos que a mesmice aponta para uma vida vazia e sem Deus.  Esta rotina sem novidades torna a vida sem graça e isto gera a angústia, a angústia produz a solidão, e a solidão tem sua descarga no medo. Principalmente medo do futuro, daquilo que é novo e desconhecido.É preciso compreender que somos formados de espírito, alma e corpo, nestes se manifestam a consciência, conhecimento, personalidade e identidade.   Quando desperto a consciência da minha existência e do meu papel neste mundo, busco o conhecimento, quando tenho o conhecimento mudo o comportamento, quando mudo o comportamento, estabeleço meu estilo de vida, meus hábitos, minha forma de ser e de pensar…, posso dizer neste caso que possuo ou que tenho definido a minha identidade .    A falta desse autoconhecimento ou pela falta de definição de quem realmente sou eu, leva, na maioria das vezes, a pessoa a buscar suas necessidades satisfeitas através dos extremos, principalmente  a busca desenfreada dos prazeres externos. Isso é pura ilusão, é correr atrás de vento, pura vaidade! Querer se preencher com excessos é como beber água do mar, quanto mais se bebe, mais sede se tem, porque água salgada não mata a sede, pelo contrário, desencadeia uma sede ainda maior.    A viagem para fora em busca de se preencher acaba produzindo um vazio maior ainda. Na verdade a melancolia é um convite para a reflexão, a introspecção, ao estudo e a meditação. Ninguém conhecerá a si mesmo fora de Deus, nEle está a resposta para os conflitos internos. É preciso renovar a nossa mente para nos alinharmos a Deus, todo início na área da reflexão a cerca de Deus e de nós mesmos é  tímido, mas quando começamos e perseveramos em renovar nossa forma de pensar através da Palavra, entramos na rota do aperfeiçoamento do nosso eu interior, pois é nesta hora que o Espírito Santo entra em ação usando os princípios Eternos para nos transformar por dentro, é nesta hora que refletiremos no exterior a nossa verdadeira identidade e isso nos leva a experimentar a boa, perfeita e agradável vontade de Deus.    Então  percebemos que começamos a resolver pequenos problemas sob inspiração do Espírito Santo, começamos a desenvolver e a perceber a atuação da nossa intuição dirigida pelo Senhor, nosso Deus. Nesta etapa descobrimos  um ideal. O espírito, alma (mente) e físico (corpo) se disciplinam alinhando-se para um propósito maior, ser aquilo pelo qual Deus nos projetou!  Surge então saúde em todos os níveis, é daí que vem a energia (força, renovo, alegria, motivação viva), a facilidade em amar, e perdoar.   Derrepente percebemos a  paz inundando o nosso ser! O nosso espírito e a nossa mente sintonizada com o Criador se alinham para o trabalho focado no amor ao próximo, ao evangelho, das boas novas de salvação. O mundo das ilusões e das aparências já não existem para nós, isto é, não exercem mais influencias, não nos manipulam mais. A intimidade que tanto buscamos com o Todo Poderoso se tornou possível, agora a minha mente se alinhou e passei a pensar da mesma forma, tudo ficou mais fácil, meu foco mudou, minhas metas se definiram, tenho um novo e verdadeiro motivo para viver.    A tristeza, a melancolia, a depressão ficam sem espaço para existir, agora sei quem sou, vale a pena viver. A salvação, a vida eterna, a presença de Deus em nós muda tudo, esta é a resposta para esta geração da qual somos responsáveis de levar o evangelho da salvação.     No amor de Cristo!   Apóstolo Eliezer                                                                                                                                  

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Vencendo a crise da fé – Parte I

Números 13:23-33 Terminamos a Palavra da semana passada dizendo que Jesus venceu, por isso nEle venceremos também, pois por meio dele somos mais do que vencedores. Não se preocupe, se você passar por crises, lembre-se, com Deus elas são passageiras e se tornam aprendizado para uma vida melhor. Fazer parte da igreja e desta célula te garante que se existir alguma crise na sua vida, você não estará sozinho. Estamos orando para que antes que as crises venham, você já as vençam pela maturidade e crescimento em Cristo Jesus.  Temos aprendido que no caminho do amadurecimento espiritual, cada tentação, cada crise ou deserto se tor­na um degrau, em vez de uma pedra de tropeço, isso se você perceber que é uma oportunidade tanto para fazer a coisa certa quanto a errada.  Estas situações contrárias  apenas apresentam uma escolha. Embora as tentações e as crises sejam armas que Satanás utiliza para tentar nos destruir, Deus quer utilizá-las para nos fortalecer e nos fazer mais que vencedores. Toda vez que você escolher fazer o bem no meio da crise, estará demonstrando confiança e fé em Deus, isso demonstra  obediência e neste caso você estará desenvolvendo o caráter de Cristo na sua vida.  Deus desenvolve o fruto do Espírito em sua vida, permitindo que você passe por processos, testes, situações nas quais é tentado a exteriorizar uma característica exatamente oposta! A tentação de ceder ao pecado e a crise sempre envolve uma escolha. A escolha certa diz: Tive a oportunidade, mas tomei a decisão de vencer dizendo não.  Isso ajudará a desenvolver o seu caráter segundo Cristo Jesus.  O texto que lemos hoje fala de um momento de decisão onde a fé de todos foram testadas, ali houve uma crise na fé, pois eles precisavam tomar a decisão de olhar para Deus e não para as circunstâncias contrárias, mas eles olharam para o natural, para os argumentos da alma, para os sentidos naturais.    Chegar até Canaã, à terra que Deus prometeu a Abraão (Israel), significa nossa vida nesta terra caminhando rumo a Canaã celestial, o céu. O Egito tipifica o mundo com a sua escravidão, Canaã tipifica a vida cristã abundante que começa aqui na terra e continuará em toda a sua plenitude com o Senhor na eternidade. Todavia, entre o Egito e Canaã, há o deserto.    O deserto é inevitável, todos nós passamos por ele, mas não podemos pensar que a vida cristã seja vivida no deserto, não, momentos de deserto é necessário para a nossa maturidade. Todo aquele que começa a vida cristã e disiste, é porque não alcançou a maturidade, pois só os maduros espirituais permanecem até o fim. A diferença para nós que cremos em Deus, é que temos Conhecimento pela Palavra para tomarmos as decisões certas, recebemos unção, poder, autoridade e cobertura. Tudo isso sem contar a presença do Espírito Santo em nós, a cobertura do sangue de Jesus sobre nós, e a fé e a comunhão com os irmãos. Todas as pessoas nesta terra passam por desertos e crises, mas você tem aprendido a fazer boas semeaduras e a administrar as crises para que se torne crescimento e prosperidade na sua vida.   O deserto é filtro de caráter, é tratamento da nossa alma, é no deserto que somos quebrantados para ouvir o Senhor, é no deserto que nos alinhamos com os princípios eternos, que somos transformados pela Palavra de Deus, pois a nossa tendencia é não ouvir a Deus, mas com muita facilidade, ouvimos os desejos da nossa carne. Todos nós passamos pelo deserto, mas devemos corresponder para que este seja rápido. Todo cristão passa pelo dia no qual se depara com uma crise de mudança de vida, com a crise de confiar contra os sentimentos e circusntâncias, neste caso é a crise da fé e dependência total de Deus.   Todos nós estivemos no Egito debaixo da escravidão de Faraó, o diabo. Todavia, o Senhor nos libertou pelo sangue do Cordei­ro e pela passagem pelo Mar Vermelho (batismo, decisão). Agora, o inimigo não tem mais autoridade sobre as nossas vidas. Depois de sairmos do Egito, que simboliza o mundo, entramos em uma nova caminhada onde será necessário tomarmos decisões de mudança para entrarmos na nova vida em Cristo, vida é em abundância.    Todos queremos ir direto para Canaã sem processo, sem tratamento, sem renuncias. É como casamento, é necessário amor, dedicação, fidelidade, lealdade, renuncias, arrependimento, perdão, paciência, bondade, cumplicidade, etc.  Caso contrário nunca chegará na maturidade, e neste caso, não haverá felicidade real.   Como falamos anteriormente, o deserto aponta para os tratamentos de Deus sobre a nossa carne. É inevitável passarmos pelo deserto, mas não preci­samos viver a vida toda nele, não, ele deve ser passageiro, as crises devem apenas apontar áreas de mudança e tratamento de caráter em nossa caminhada nesta terra.    Há uma relação íntima entre a carne e o deserto. Por isso o deserto simboliza a vida da alma, da carne e da incredulidade. Somente quando aprendermos a crer e a depender de Deus entraremos em Canaã, nesta vida cristã abundante que começou no dia da sua conversão e nunca mais vai acabar, pelo contrário, cada dia será melhor até ser perfeito la no céu. Por isso é necessário de passarmos pelo teste da fé como foi em Cades-Barnéia, lugar onde aconteceu este teste que lemos hoje.   Em Cades-Barnéia, Moisés enviou doze espias para observa­rem a terra e trazerem o seu relatório. Todos eles testificaram que a terra era boa, que nela manava leite e mel. Uma terra tão rica que produzia cachos de uva que tinham que ser carregados por dois homens. Em Deuteronômio 8:7-12 diz: A terra era de ribeiros de águas, de fontes, de mananciais pro­fundos, que saem dos vales e das montanhas, terra de trigo e cevada, de vides, figueiras e romeiras, terra em que se come o pão sem escassez, e nada falta nela, terra cujas pedras são ferro e de cujos montes cava-se cobre. Comemos e nos fartemos na terra boa que o

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