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Focando na Formação dos 12 – Parte 8

Exercitando o Evangelismo Pessoal Romanos 13 : 11 a 14  O Ap. Paulo nesta carta à igreja de Roma, lembra aos discípulos o fato de estarmos numa contagem regressiva quanto ao nosso tempo de permanência na Terra. Se para alguns isto representa a ideia de aproximação com a morte, para nós cristãos verdadeiros, isto deve ser visto como o tempo de nos prepararmos para a vida eterna, quando não só a nossa própria salvação deve ser guardada, mas também o tempo em que devemos evangelizar nossa família, nossos amigos e vizinhos. Já nos dias de Paulo havia um problema revelado por ele neste texto, o sono espiritual, a letargia trazida por satanás, para que a igreja não entenda e não cumpra a sua missão que é: pregar o evangelho e fazer discípulos de todas as nações. Paulo escreve no vs. 11: já é hora de vos despertardes do sono, ou seja a igreja precisa acordar para cumprir o seu chamado e assim alcançar a graça do Eterno. Todos os dias milhares de pessoas ao redor da Terra, adentram a eternidade em direção ao juízo e a morte eterna, tão somente pelo fato da igreja estar ainda adormecida e negligenciando seu chamado à pregar e salvar os perdidos. Ainda que muitos cristãos estejam liderando e ganhando almas, estes são uma minoria, a maioria ainda está desatenta e descomprometida com o trabalho de evangelizar (pense em quantos na igreja trabalham e em quantos assistem). Nosso desafio como líderes nestes dias de avivamento, é acendermos a chama da paixão pelos perdidos no coração de toda a igreja, preparando a cada pessoa, para o exercício do evangelismo pessoal, pois todos sem exceção, foram chamados para ganhar almas. Se num ministério os pastores sonharem em ganhar almas, muitas vidas serão salvas, mas se a igreja como um todo sonhar em ganhar almas, o bairro e a cidade serão transformados. Lembro-me que em 1999 quando a Visão chegou até nós, havia um decreto que dizia: Cada casa uma célula, cada discípulo um líder! Não creio que Deus tenha mudado de ideia, e nem que isto fosse um objetivo humano, entendo sim que de lá para cá a igreja está num processo de ser despertada e preparada pelo Espírito para um grande derramar de avivamento e salvação. Em Lc. 12 : 49 Jesus faz menção do seu anseio por incendiar o coração da sua igreja: Eu vim para lançar fogo sobre a Terra e bem quisera que já estivesse a arder. Acredito que ainda que no mundo o amor esteja esfriando, conforme a profecia de Mt. 24, a igreja terá seu Espírito desperto e seu coração tomado pela chama da paixão pelo Senhor e por sua obra na Terra. Dentro deste contexto profético, hoje o Espírito Santo está nos dizendo que precisamos orar por este derramar sobre nós e trabalhar treinando a igreja como um todo no evangelismo pessoal. Quanto mais gente engajada na missão, mais vidas serão salvas e transformadas. Deus levantará um exército de ceifeiros e fará uma enorme colheita. Hoje veremos 7 aspectos necessários para que um discípulo possa dar fruto: 1 – Saber o motivo pelo qual eu devo ganhar almas: Devo me empenhar em ganhar vidas para Cristo por amor e obediência a Jesus. Diante de tudo que Jesus fez por nós, ganharmos vidas é uma forma ainda pequena de retribuirmos por nossa salvação e uma expressão de verdadeiro amor a Ele. Em Lc. 21 : 17: Jesus por três vezes pergunta se Pedro o amava (note que Jesus não pergunta se Pedro amava os perdidos e sim se Pedro o amava) e quando Pedro responde: Senhor tu sabes que eu te amo, Jesus responde: Apascenta as minhas ovelhas, ou seja, Pedro se você me ama, cuide das vidas pelas quais eu morri. Jesus deixa claro que amar e cuidar de vidas é uma prova prática de amor a Ele. 2 – Cuidar da nossa própria vida espiritual para depois ganhar outros: No Sl. 105 : 4 o Senhor nos revela as condições fundamentais para que estejamos aptos a ganhar e cuidar de almas: Buscai o Senhor e o seu poder, buscai perpetuamente a sua presença. O Senhor deixa claro aqui, que a única maneira de realizarmos a sua obra, é buscando o seu poder (sua unção) e estando em sua presença. Só poderemos derramar a vida de Deus sobre outros, se primeiro nos enchermos do Espírito Santo e de sua unção. Precisamos pedir o poder de Deus para ganhar almas. 3 – Manter o foco no nosso chamado: Que grau de importância e prioridade tem o ganhar vidas, no elenco dos seus objetivos pessoais? Muitos cristãos oram e se esforçam para sustentar a família, alcançar status profissional, e para prosperar ganhando mais dinheiro, mas não há em suas prioridades com Deus, a oração pelo ganhar vidas e por isto, não ganham. No campo da fé eu só conquistarei aquilo que eu desejar, pedir e buscar. 4 – Orar intercedendo pela salvação de vidas: Ganhar vidas é algo que começa com oração diante de Deus. Devemos orar todos os dias, não só para que Deus nos capacite com seu poder, mas para que Ele nos conceda oportunidade de testemunharmos e pregarmos aos escolhidos do Senhor. O próprio Ap. Paulo nos ensina isto em Cl. 4 : 2 e 3 : Perseverai na oração, vigiando com ações de graças. Suplicai ao mesmo tempo, também por nós, para que Deus nos abra porta à pregação, a fim de falarmos do mistério de Cristo, pelo qual também estou algemado. (Paulo estava preso e ainda pedindo oportunidade a Deus para evangelizar pessoas). 5 – Fazer batalha espiritual: No texto base o Ap. Paulo diz: Deixemos as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz. As vidas perdidas estão sempre sob influências demoníacas por causa de seus pecados. Para que possamos libertá-las pelo poder da palavra, muitas vezes é necessário antes quebrar estes poderes. Isto é exatamente o que vemos em At. 13 : 10

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Tema da Série : Focando na Formação dos 12 – Parte 7

Os 12 são Pedras Vivas na Edificação da Igreja. 1 Pedro 2 : 4 e 5 1 / 12 / 2022 Chegando-vos para Ele, a pedra que vive, rejeitada sim, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa, também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus, por intermédio de Jesus Cristo. Jesus em seus ensinamentos, sempre usou elementos da natureza como meio de facilitar a compreensão de suas mensagens para aqueles que o ouviam. Diante de Pedro, Jesus se auto-denominou (a rocha,                                                                                                                              o fundamento) sobre a qual a igreja seria edificada. Isto fala também de sua natureza imutável e eterna, que seria reproduzida em todos aqueles que viessem a receber o seu Espírito e que se tornariam seus seguidores. O desejo de Deus é que o caráter de seu filho Jesus, cheio de amor, retidão, fidelidade e indulgência, seja formado em nós, seus discípulos. O Ap. Pedro que de forma pessoal viveu esta transformação, escreveu em sua primeira epístola, que nós somos estas pedras vivas, com as quais o Senhor edifica uma casa espiritual, a igreja. Esta mesma visão é revelada também por Ef. 2 : 19 a 21 : Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus, edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo Ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular, na qual todo edifício, bem ajustado, cresce para santuário dedicado ao Senhor. Se refletirmos mais profundamente sobre isto, veremos aqui revelada, a igreja formada por discípulos, o modelo dos 12, onde as pessoas não ficam soltas, mas são trabalhadas e colocadas em posições especificamente determinadas. Imagine uma pilha de tijolos numa calçada, aguardando para serem usados numa construção. Estão soltos, sem uma ordem definida, e passíveis até de serem roubados ou quebrados, mas esta realidade muda radicalmente, a partir do momento em que o construtor passa a assentá-los sobre as linhas traçadas no projeto da edificação. Na Visão Celular M12 cada pessoa deve ser cuidada e preparada para ocupar uma posição definida na igreja, com vistas ao seu desenvolvimento pessoal e a promover a edificação do corpo, como descreve Ef. 4 : 15 e 16 : Mas seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo, de quem todo o corpo, bem ajustado e consolidado pelo auxilio de toda junta, segundo a justa cooperação de cada parte, efetua o seu próprio aumento para a edificação de si mesmo em amor. Na Visão o líder deve trabalhar pelo crescimento espiritual e pessoal de cada discípulo, porque esta é a garantia de que outros líderes serão formados, o que consequentemente, produzirá também o crescimento numérico da igreja. Vimos nos discipulados anteriores que os discípulos que alcançam a posição de líderes de célula, devem ser trazidos para integrar uma equipe de 12. Muitos líderes, porém, se perguntam: quais os critérios eu devo usar para escolher as pessoas que farão parte da minha equipe? É certo que o primeiro e mais importante recurso, é a oração pedindo ao Senhor que nos ajude a escolher aqueles que estão no propósito de Deus, para a nossa equipe e para o ministério. O Senhor já sabe quem são os Pedros e quem são os Judas. Se fizermos um caminho espiritual para estabelecer esta escolha, o Senhor nos ajudará a discernir as pessoas aprovadas por Deus, embora seja inevitável que alguns tropecem e se desviem. O próprio Senhor Jesus disse: É inevitável que venham escândalos, mas ai do homem pelo qual eles vem! Lc. 17 : 1. Além da oração, poderemos também observar alguns traços espirituais nos discípulos, que nos ajudarão a escolher pessoas que nos trarão alegrias, ao invés de dissabores. Antes de confirmar alguém como parte da equipe de 12, procure neste discípulo, estas características: 1 – Humildade: Fp. 2 : 3 : Nada façais por partidarismo ou vangloria, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo. Uma pessoa humilde, busca aprender, se deixa tratar, valoriza o líder e a equipe. A humildade é uma premissa da submissão a liderança de alguém. Pessoas soberbas tem dificuldade de reconhecer e submeter-se a autoridade de um líder. 2 – Despojamento: Ex. 18 : 21 : Procura dentre o povo homens capazes, tementes a Deus, homens de verdade, que aborreçam a avareza. A avareza é um tipo de idolatria. O despojamento significa, um coração desprovido de vaidade e ganância. O amor ao dinheiro, a busca por status, tem posto a perder lideranças que começaram muito bem, mas que infelizmente, terminaram muito mal. Quantas pessoas não trocam a comunhão com Deus pelo trabalho e o ministério por uma proposta financeira sedutora? Deus não se importa em que alguém se enriqueça, desde que seu coração permaneça Nele e não no dinheiro. 3 – Gratidão: 1 Ts. 5 : 18 : Agradeçam em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco. Invista onde você achar gratidão. Pessoas com corações agradecidos tendem a ser fiéis, e buscam sempre retribuir o que receberam, sendo esta, uma grande virtude favorável à manutenção das alianças. Corações agradecidos não esquecem o bem que receberam, e se sentem devedores aos que lhe abençoaram, sentimento este, que dá origem a palavra obrigado. 4 – Disposição: 1 Rs. 17 : 9 : Dispõe-te e vai a Sarepta, que pertence a Sidom, onde ordenei a uma mulher viúva que te dê comida… A obra de Deus é feita de pessoas de boa vontade, pessoas que estão sempre prontas a atender um chamado,

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Focando na Formação do 12 – Parte 6

Estudo 6: Faça de sua Célula uma Equipe Mt. 13 : 47 a 50 27 / 10 / 2022 Vimos no estudo anterior que o crescimento vem pelas células e que a multiplicação celular vem pelos doze. A Visão é primeiro celular, para depois ser modelo dos doze. Hoje vamos estudar a importância das células na formação dos doze. Alguém se consolida legitimamente como doze, quando obtém o êxito de ter uma célula saudável. Assim que um discípulo é enviado para ter sua própria célula, este deve ser inserido numa equipe de doze para ser discipulado. Se nosso objetivo é formar uma equipe de doze, precisamos entender que, é a multiplicação celular que definirá quem serão os líderes que ocuparão lugar nesta equipe. É bom sempre relembrar: Quem estará apto a fazer parte dos seus doze? Resposta: Quem obtiver êxito em liderar sua própria célula. Os doze não devem ser escolhidos por tempo de ministério, simpatia, amizade ou mordomia. Os doze devem ser escolhidos por seu caráter e por sua frutificação. Para que se formem os doze, as células precisam se multiplicar, para que estas se multipliquem, precisam primeiro crescer numericamente, e para que cresçam, seus líderes precisam ser fecundos espiritualmente, isto é, capazes de ganharem almas. Aqui está o núcleo de uma célula saudável: um líder frutífero! Certa vez conversando com um especialista em medicina biomolecular, ouvi que a saúde de um corpo humano, será definida pela vida e pela saúde, encontradas em nossas células sanguíneas. Células saudáveis geram vida e se multiplicam, efetuando assim a manutenção e o crescimento do corpo. O mesmo se dá nas células da igreja, sua saúde depende prioritariamente da capacidade que seu líder tenha de gerar vida. Pv. 11 : 30 diz: O fruto do justo é árvore de vida e o que ganha almas é sábio. Esta é uma unção dada pelo Espírito Santo aos que buscam o Senhor e sua vontade, que é: que estejamos dando fruto. Nisto é glorificado o meu Pai, em que deis muito fruto, e assim vos tornareis meus discípulos. Jo. 15 : 8. Alcançar a frutificação ganhando vidas e gerando um fruto que permaneça, representa um excelente nível de aperfeiçoamento espiritual, pois atesta santificação, compaixão, maturidade, e a aprovação de Deus como um verdadeiro discípulo. Este deve ser, portanto, o foco principal no trabalho de um líder de célula: ganhar vidas, para que através de um princípio de legalidade espiritual, sua célula também seja frutífera. Rm. 11 : 16 diz: E se forem santas as primícias da massa, igualmente o será a sua totalidade, se for santa a raiz, também os ramos o serão. Se o líder da célula for frutífero, os membros da célula também o serão, pois este será exemplo, e terá unção para estimular os outros a ganharem vidas. Algumas células, porém, entram num processo de estagnação espiritual, pela falta de busca a Deus e de foco no que consiste a missão da célula: ganhar almas e formar discípulos. Sim, formar discípulos, que aprenderão de forma prática o Ide do Senhor Jesus. Além do treinamento do Timóteo (co-líder), transmitir o propósito central da célula ao coração de todos os discípulos, é o segredo de uma célula saudável e fecunda. Um líder ungido por Deus, terá capacidade para fazer de sua célula uma equipe coesa, cheia de compaixão, e motivada em salvar os perdidos. É isto que por revelação, nos sugere o texto base, que compara o Reino dos Céus, a uma rede que é lançada para pescar. Uma célula é uma rede de pesca, onde o líder orienta e comanda a pescaria, mas ele não pesca sozinho, seus colegas de trabalho movimentam a rede e trabalham para conservar os bons peixes (no caso aqui, os bons peixes representam aqueles que se tornarão verdadeiros discípulos e futuros líderes). Compete ao líder da célula manter o foco em salvar vidas e edificar a vida dos membros da célula, ensinando-os pela palavra, e envolvendo-os na missão de todo cristão: anunciar a salvação a outros. Quando a célula se torna religiosa, e suas reuniões se tornam sociais, é porque o líder perdeu o foco no evangelismo ou porque as estratégias e armas espirituais não estão sendo usadas. São várias as estratégias conhecidas e recomendadas ao evangelismo: 1 – Jejuar uma vez por semana pela conquista de novas vidas. 2 – Oração de trinta dias por três pessoas, cada um trás o nome de três. 3 – Oração por pessoas conhecidas do prédio, do condomínio ou do bairro. 4 – Oração da cadeira vazia ao fim das reuniões. 5 – Compartilhar os objetivos de crescimento da célula com todos: uma vida nova por semana, para que a célula possa se multiplicar em um ano. 6 – Buscar conhecer as necessidades dos vizinhos e oferecer-lhes experiências com o poder de Deus, orando por eles e convidando-os para a célula. Qual destas estratégias você tem usado? Uma, duas, ou estão esquecidas? Devemos ter o entendimento de que o Senhor nos dará o poder de evangelizar, a partir do lugar onde Ele nos plantou, mas como líderes, precisamos ser o epicentro do avivamento espiritual neste lugar, agitando-o, por meio de orar e de testemunhar. Alguns campos da nossa atuação: Ex. 1: Nosso ambiente de trabalho (não no horário de expediente, mas nos intervalos de almoço ou após o trabalho). Ex. 2: No condomínio ou bairro onde está a nossa célula. Ex. 3: Entre os colegas de escola e faculdade (ex. Pockets). Onde estivermos será a nossa Jerusalém a ser conquistada primeiro, como nos ordena Jesus em At. 1 : 8 : e sereis minhas testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da Terra. Esta estratégia de conquista territorial em torno das células, faz muito sentido se pensarmos nos desafios a serem vencidos nas grandes cidades, onde algumas distâncias são tão grandes, que dificultam a comunhão do corpo e os processos do discipulado. Suplantando esta realidade, as células são um modelo perfeito, criado

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Focando na Formação dos 12 – Parte 5

Onde não há Sucessor, não há Sucesso  Lucas 10 : 1 a 5  Vimos nos discipulados anteriores que investir na formação de líderes, é fundamental ao crescimento e à multiplicação da igreja, pois sabemos que na Visão, o crescimento vem pelas células, e a multiplicação vem pelos doze, e que estas duas estruturas só se ampliam e se mantém, se novos líderes estiverem sendo formados e enviados. O ambiente onde este processo de formação começa é a célula. As células não só geram vidas novas por meio de seu potencial evangelístico, como também têm um alto poder consolidador, por darem aos novos na fé, a possibilidade de se relacionarem de perto com um líder, e também de receber o amor e a atenção do pequeno grupo. Nas células tem início o processo de discipulado na vida dos novos na fé, por causa da proximidade e da identificação com um líder, o que é diferente do ambiente do templo, onde o líder só é visto de longe. Numa igreja em células as pessoas interagem, são amigas, e este relacionamento interpessoal fortalece muito a igreja, o que não acontece nos ministérios que só se reúnem aos domingos. A igreja primitiva, deixada por Jesus na Terra, era uma igreja em células, que segundo o livro de Atos dos Apóstolos, reunia-se no templo e nas casas. At. 5 : 42 : E todos os dias, no templo e de casa em casa, não cessavam de ensinar e de pregar Jesus, o Cristo. O crescimento e a multiplicação veloz da igreja de Atos, além de sua santidade e da unção, tinham como motivo, um outro segredo estratégico revelado no texto base de hoje : Os discípulos eram enviados de dois em dois. Este era um dos segredos no processo de formação, o relacionamento entre o líder e um co-líder escolhido por ele, que propiciavam o treinamento e o cumprimento prático da missão. Lc. 10 : 1 diz : Depois disto, o Senhor designou outros setenta, e os enviou de dois em dois, para que o precedessem em cada cidade e lugar aonde ele estava para ir. Além do estabelecimento da autoridade como igreja, estas duplas representavam um processo de transmissão de conhecimento, unção, e ordenamento prático do trabalho ministerial. Esta relação líder e co-discípulo, antecede os dias de Jesus na Terra, sendo vista também no velho testamento, através de Moisés e Josué, Débora e Baraque, Elias e Eliseu, Noemi e Rute. Este mesmo princípio se repete no novo testamento entre Barnabé e Saulo, ( onde aqui, Saulo ainda era o aprendiz ) Priscila e Áquila, Paulo e Timóteo. Paulo e Lucas, Paulo e João Marcos. Na linguagem da Visão, também já conhecemos esta figura do auxiliar do líder de célula, ao qual, chamamos carinhosamente de Timóteo. Esta é uma posição que não pode ser negligenciada ou esquecida, pois viabiliza a formação eficaz de um novo líder e a consequente multiplicação da célula, pelo envio deste. Novas células só se formam se houver a formação de novos líderes, santos, maduros e dispostos a ganharem e consolidarem seus próprios discípulos, mantendo-os na célula da qual participam. Esta formação vem parcialmente pelos processos vividos pelos novos, nos passos da Visão, como o Encontro com Deus, a Escola de líderes, o Reencontro, mas é preciso que haja também um processo de treinamento prático no dia a dia da célula. A maior parte dos discípulos celularizados, mesmo aqueles que ganham e consolidam pessoas novas, pela falta de prática e experiência nas posições de liderança, não se sentem preparados para o desafio de serem enviados para liderar sua própria célula. Este é um problema que tem refreado a multiplicação das nossas células. Para corrigirmos esta deficiência, precisamos estabelecer um processo de treinamento prático nas células, para que os discípulos mais maduros ( os que já passaram pelo Encontro e estão cursando a Escola de líderes ) possam começar a se ver dentro da célula, como futuros líderes, e possam se exercitar nas funções de liderança durante as reuniões semanais. Nesta perspectiva, o líder da célula deve identificar quem é o seu discípulo mais maduro                                                                                                                                                                                        (não só por ter passado pelos passos da Visão, mas por já ter um ou mais discípulos, sendo consolidados por ele). Assim que o líder da célula identificar seu ajudador, ele deve plantar este sonho de liderança no coração deste discípulo, e nomeá-lo o Timóteo da sua célula, incumbindo-o das responsabilidades de um co-líder. O líder da célula deve sempre investir na consolidação de todos os discípulos da célula, mas a partir de então, seu co-líder deverá ser sua prioridade no relacionamento pessoal, na intercessão e transferência de tarefas. Outro aspecto que produzirá engajamento e treinamento dos participantes da célula, é o líder elencar as principais tarefas do dia a dia da célula, fazendo com que, principalmente o co-líder, se exercite em cada uma delas a cada semana. Vamos ver algumas destas funções dentro da célula: 1 – A intercessão 30 minutos antes do início da reunião, feita por no mínimo três discípulos da célula ( ex. o líder, o Timóteo, e mais um ) 2 – A oração de abertura consagrando a Deus todos os detalhes da reunião. 3 – A recepção das pessoas à porta, com simpatia e carinho. 4 – A ministração da palavra de ofertas e oração pelas mesmas. 5 – A ministração da palavra principal e a oração do apelo. 6 – A orientação sobre os pedidos de oração e

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Focando na formação dos 12 – Parte 4

Mateus 9 :35 a 38 e 10 : 1 Transformando a Multidão em Geração. Embora Jesus estivesse sempre assediado pelas multidões, Ele não se deixava seduzir pelo calor destes encontros. Numa visão muito mais ampla, e de futuro, Jesus pensava nas necessidades que estas pessoas continuariam tendo, mesmo depois de terem um encontro com Ele. Elas precisariam ser ouvidas, libertas, curadas e acompanhadas até a maturidade na fé. Esta percepção, fez com que o mestre orientasse seus discípulos a clamarem especificamente, por pessoas dispostas a servirem e a liderarem no ministério. E, então, se dirigiu a seus discípulos: A seara, na verdade é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara. Jesus também sabia da volatilidade das multidões, que em um momento vem, e noutro já se foram. As mesmas multidões que um dia foram curadas por Jesus, estiveram posteriormente diante de Pilatos, gritando: Crucifica-o, crucifica-o. Pense em quantas pessoas já passaram por sua vida e por seu ministério, mas não permaneceram? Determinado a formar uma liderança que permanecesse e levasse o propósito à frente, Jesus chama para perto de si uma equipe para ser treinada. Mt. 10 : 1: Tendo chamado os seus doze discípulos, deu-lhes Jesus, autoridade sobre espíritos imundos para os expelir e para curar toda sorte de doenças e enfermidades. Os doze foram chamados para servir e para liderar a multidão, mantendo-a suprida e coesa. Aqui nascia o Modelo dos doze. Baseados no exemplo de Jesus, por mais que a multidão nos traga prazer ou solicitações, não podemos em momento algum, tirar o foco da formação espiritual e numérica da equipe de doze. Haja o que houver, nosso alvo deve ser sempre termos nossa equipe de doze completa, unida, e servindo a multidão. Esta formação é um processo de anos de trabalho, que ao contrário das voláteis multidões atraídas por shows, gera algo sólido, como uma casa construída sobre a rocha. Um dos testes para qualquer líder na Visão, é a perseverança ao longo do tempo necessário à formação de suas gerações de líderes. Nosso objetivo é sim alcançarmos uma multidão, mas esta deverá ser uma multidão de líderes, que permanecerão e frutificarão, na fé e no propósito. Como formar a equipe de doze? Os doze de Jesus foram trazidos a Ele, pelo poder da oração. Os doze são vidas buscadas no coração de Deus, em jejum e oração. Naqueles dias, retirou-se para o monte, a fim de orar, e passou a noite orando a Deus. E quando amanheceu, chamou a si os seus discípulos e escolheu doze dentre eles, aos quais deu também o nome de apóstolos. Lc. 6 : 12 e 13. O tempo de oração dedicado por Jesus, teve por objetivo escolher um grupo de líderes dentre os que já haviam crido Nele e estavam em meio à multidão. No nosso caso a busca em jejum e oração, geralmente é para ganhar pessoas, que depois de consolidadas na fé, seguirão os passos da Visão em direção à liderança. O ambiente mais adequado a este ganhar e consolidar é numa célula. Jesus iniciou seu ministério em casa, liderando sua própria célula. Dias depois, entrou Jesus em Cafarnaum, e logo correu que ele estava em casa. Muitos afluíram para ali, tantos que nem mesmo junto à porta eles achavam lugar, e anunciava-lhes a palavra. Mc. 2 : 1 e 2. Certamente, fora este o palco da consolidação dos doze, até serem enviados. Todo líder que ainda não tem sua equipe de doze completa, com seus doze liderando cada um, uma célula, deve fazer uma célula em sua casa, para ganhar e consolidar os que completarão futuramente a sua equipe. É do seio de uma célula frutífera como a de Jesus, descrita em Mc. 2 que se inicia um processo de multiplicação de células e consequentemente, de líderes para compor a equipe de doze. Cada líder enviado a partir da célula mãe, é potencialmente um doze do líder que o enviou. À medida em que um líder vai multiplicando a sua célula, cada líder enviado com sua nova célula, deve ser inserido na equipe de doze do líder que o enviou, para ser discipulado. Dificilmente o líder da célula mãe (a primeira célula), completará sua equipe de doze só com líderes enviados por ele. Alguns de seus discípulos, também multiplicarão suas células e semearão os discípulos líderes destas células, para compor a equipe de doze do líder principal. Neste aspecto não deve haver nenhum sentimento de posse em relação aos discípulos, e sim o espírito de desprendimento e generosidade, focado em auxiliar o líder principal a ter sua equipe de doze completa. Depois que o líder principal tiver completado sua equipe de doze, este deverá ajudar seus discípulos a completarem também as suas, para que se forme a segunda geração os 144. Esta geração estará completa quando cada um dos doze da primeira geração, estiverem com seus doze completos e liderando uma célula. Esta formação não é uniforme (alguns líderes desistem do seu chamado, outros se desviam ou mudam de cidade), alguns líderes são mais rápidos nesta conquista, e outros mais lentos. Independente disto, todos os doze devem ter continuamente diante de si, o objetivo de completar sua equipe de doze. A equipe de doze começa a se formar a partir do discipulado individual, no relacionamento entre o líder principal e cada um dos discípulos que ele está treinando para a liderança. Este relacionamento envolve atenção e ajuda, em relação às necessidades do discípulo, mas também momentos de comunhão que gerem amizade. Também o discipulado em equipe, deve ter constância (semanal ou quinzenal) e deve começar a ser ministrado, ainda que o líder principal tenha apenas um ou dois discípulos. Jesus começou sua equipe de doze com apenas dois discípulos, Pedro e André, a medida em que estes caminharam com Jesus, apresentaram a Ele outros dois discípulos, que eram seus colegas de trabalho, Tiago e João. O investimento de amor, oração, ensino e relacionamento,

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Princípios Eternos de Deus – Final

Lucas 15:20-32 Nesta Parábola podemos ver um paralelo entre um Pai, tipificando Deus e dois tipos de filhos que estão em Sua casa a igreja, existe muitos outros tipos de filhos, mas aqui fala de apenas dois e vamos focar nestes. Assim como aqueles filhos, nós também temos acesso a presença de nosso Deus e Pai. Precisamos usufruir deste grande benefício, desta grande oportunidade e não ficarmos omissos e indiferentes ao que nos está acessível. Temos acesso ao Trono do grande Rei, podemos busca-lo e Encontrá-lo, o céu está esperando a nossa atitude para se mover em nosso favor. Só teremos alcance de algo extraordinário se o buscarmos, ninguém terá direito ao que não busca, ninguém subirá de nível sem antes estar preparado para estar nele. 1. O filho mais novo estava errado. O filho mais novo teve acesso as bênçãos, a herança sem estar maduro e pronto para administrar, ele se sentiu autossuficiente ao ponto de sair da presença do seu Pai indo viver para si mesmo. Lá ele tinha de tudo o que ele precisava, mas ele queria conhecer lá fora, seus olhos estavam no mundo e em tudo o que é oferecido. Ali na casa do Pai ele se sentia preso, injustiçado, pois ali tinha regras, limites, princípios e disciplina e ele queria viver a sua própria vida. Este filho estava enganado, pois lá fora ele estava desprotegido, vulnerável e descoberto. Lá fora ele experimentou a pobreza física e espiritual. De alguém livre, se tornou escravo. Lá fora ele se alegrou com os amigos e logo se viu cativo, pois a bebida, as drogas e a prostituição, sem que ele percebesse, estava matando a sua identidade roubando-lhe os seus sonhos e juventude. 2. Quem o filho mais novo representa? Ele representa aquelas pessoas que estão na casa do Pai celeste olhando para fora, desejando ir do outro lado do muro, achando que lá é melhor. Muitas vezes não valorizamos àquilo que somos e temos em Cristo Jesus, e mesmo vendo tantas pessoas sofrendo pelas legalidades malignas que o pecado gera, somos tentados a ir para lá e infelizmente, alguns vão e se perdem, apenas alguns conseguem voltar. Aquele jovem se tornou pródigo porque se arrependeu a tempo reconhecendo o seu erro. Ele tomou uma decisão radical. Para aqueles que saíram precisam se arrepender enquanto é tempo, e, para aqueles que estão integrados na casa do Pai, é preciso vigiar, pois o maligno está à espreita para roubar a nossa identidade. Lembre-se, somos filhos e herdeiros de Deus, temos a autoridade de Jesus para vencer, crescer e prosperar. 3. Quem o filho mais velho representa? O filho mais velho representa aquele que já está a bastante tempo na presença do Pai, ele já se acostumou com a unção, com as pregações e já não presta mais tanta atenção, as suas orações estão plácidas, sem emoção e tudo parece cansativo. Ele já não busca ao Senhor como antes, não se emociona na adoração e na palavra fica desatento e já não recebe como antes, ele apenas trabalha para seu Pai, mas sem prazer e sem alegria em fazer. Este filho permanece porque sabe que não há salvação fora de Jesus, mas Deus não quer isso, Ele quer nos ver fervendo de amor por Ele sempre. 4. Experiência do Apóstolo. Eu o apóstolo Eliezer estou no ministério há 30 anos, nasci na igreja e vivi os dois tipos de personagens. Aos 17 anos comecei a olhar para fora do muro, cheguei colocar o pé do lado de fora, mas quando vi as consequências ruins na vida das pessoas e me vi já fumando e caindo embriagado nas festinhas, me arrependi e voltei correndo, pois olhei para o futuro que eu estava construindo e não gostei do que vi. Depois, quando já estava casado, fui o irmão mais velho, vinha por obrigação, reclamava de tudo, dizia que Deus não se lembrava de mim e meu coração já estava amargo, o culto era demorado, não tinha paciência, era religioso e por isso criticava todo mundo. Um dia em um seminário, resolvi buscar a Deus de todo o meu coração, tive uma renovação e decidi levar a sério o chamado, Deus me mostrou que se eu me deixasse ser moldado por Ele, Ele tocaria a minha geração e eu faria parte do projeto eterno que está no coração dEle desde a fundação do mundo. O projeto de Deus é para todos os filhos, Ele quer que os mais novos cresçam no conhecimento dEle, no seu amor, na santidade, na comunhão, na fé e no caráter rumo a estatura de Jesus, frutificando como discípulo no Seu Reino. Para o filho mais velho Ele deseja que o primeiro amor permaneça aceso, queimando por Ele e pelo Seu Reino, Sua Palavra, Sua Igreja, reproduzindo tudo o que aprendeu, sendo instrumento de amor, comunhão e paz, levando a luz da Salvação em Cristo aonde chegar. Sempre usufruindo das bênçãos de estar na casa do Pai, compartilhando com os irmãos e amigos do alimento espiritual, emocional e físico. Deus me falou em 1989, num retiro espiritual de três dias, que o Seu coração dói muito quando uma vida se perde, mas que se alegra e festeja quando uma vida é alcançada pelo Seu amor. Ele me perguntou num momento de oração em grupo, se eu não me importava com as vidas pelo qual Jesus morreu e ressuscitou, isso foi muito forte para mim e naquele momento decidi mudar milha postura de filho mais velho, me tornei intercessor, fui para o seminário teológico e em 1994 fui ungido pastor. Hoje Deus diz a Jesus que está assentado a Sua direita: Filho, sei que foi difícil o sacrifício da cruz, mas valeu a pena, pois hoje tenho muitos filhos em nossa casa e muitos outros ainda serão alcançados por estes meus filhos que estão integrados e incendiados pelo nosso amor. Queridos, precisamos mais do que nunca ter cuidado para não sairmos da presença do Senhor, e nem ficarmos envelhecidos

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Princípios eternos de Deus – Parte 4

Lucas 15:20-32 Nos Salmos 51:10 diz: Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável. Em Provérbios 4:23 diz: Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida. E em provérbios 23:26 Deus diz: Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos meus caminhos (ensinos, princípios, mandamentos). Nestas últimas quatro semanas temos falado destes princípios bíblicos que aprendemos com a parábola do filho pródigo. Falamos sobre o filho mais novo que foi ingrato, infiel e rebelde e que se tornou o filho pródigo, pois este voltou arrependido e foi honrado. Falamos também do filho mais velho que tinha uma relação superficial e mecânica com o seu pai e não valorizava o que tinha e nem usufruía da sua condição de filho e herdeiro, e falamos também do pai e de seu amor incondicional. Nos textos que lemos hoje podemos ver que o segredo para uma vida plena e sadia está no coração, Deus insistentemente pede o nosso coração, pois nele está a fonte da vida e esta fonte não poder ser contaminada. 1. Deus requer de nós uma mudança de coração. Deus é o nosso Pai, Ele nos ama incondicionalmente e tem colocado em nós coração de pais e filhos espirituais, nos dando revelação de família e de servos no Seu Reino, pois Ele nos tem chamado para compartilhar com este mundo da benção da salvação, começando com a nossa casa. 2. Tudo o que semeamos colhemos. Se investirmos em boa semente teremos uma boa colheita, mas se semearmos sementes ruins as colheitas serão ruins. Muitos dos problemas que temos em nossas vidas são resultado de más sementes plantadas; para mudar isso precisamos começar a plantar boas sementes para no futuro termos boas colheitas. 3. Aprenda e decida plantar boas sementes! O Pai do filho prodigo deixou que seu filho passasse por experiências ruins para depois falar ao seu coração, pois naquele momento de rebeldia, ingratidão e desonra, aquele filho não ouviria seu pai. Nos tempos bíblicos as pessoas não corriam devido à vestimenta comum que usavam, pois naquela época não usavam roupas debaixo, Deus até orientou aos sacerdotes a usarem roupas debaixo na hora de subir no altar para não expor a nudez. Eles usavam aqueles vestidos longos e para correr teriam que levantar e se o fizesse, exporiam a nudez, mas o pai daquele jovem correu em direção ao filho levantando a vestimenta, chamando a atenção para si e desta forma encobriu a vergonha de seu filho que estava com as roupas rasgadas. Então pediu para vestirem o filho cobrindo assim a sua vergonha. Veja o paralelo: A roupa de Jesus foi tirada e Ele foi exposto à vergonha lá na cruz, para que a nossa vergonha fosse coberta. Hoje temos cobertura de filhos, o sangue de Cristo nos cobre pelo perdão, estamos protegidos. O Pai Celeste nos ama, Ele pagou um alto preço ao enviar Jesus, Deus nos quer juntos com Ele para sempre em Sua casa. 4. Projete e sonhe. Uma vez que somos filhos de Deus e temos acesso a Sua presença, precisamos sonhar e trabalhar para vê-los realizados. Se você tem sonhos e quer vê-los realizados, precisa ser facilitador. Para isso é necessário observar os princípios bíblicos do amor, do arrependimento, confissão, perdão, retidão, fé, fidelidade, honra, lealdade, semeadura, santidade, honestidade, justiça, mordomia do tempo e das finanças e praticá-los. Não permita que o tempo tire seu foco em Deus, de sua Palavra e de sua chamado, voltando ao passado, ressuscitando assim a velha natureza, o velho homem. Precisamos através da confissão e atitudes de fé construirmos bases para a realização dos sonhos de Deus na nossa vida. Descobri que muitas vezes somos, literalmente, a barreira que dificulta e impede as promessas e milagres de Deus acontecerem na nossa história de vida. 5. Nesta vida construímos paredes ou pontes. O irmão do filho pródigo tinha a mente de escravo, mesmo sabendo que tudo que era do pai era também dele, não usufruía e murmurava.  O filho pródigo só voltou porque reconheceu que tinha cometido um erro, houve mudança de mente, sua mente foi renovada e aconteceu a transformação, mas o filho mais velho colocava barreira para benção fluir. Com hábitos velhos, não se constrói coisas novas. Cuidado para não voltar a ser como antes de conhecer ao Senhor Jesus, ou como antes de aprender sobre princípios e estar tratado no seu caráter. Toda mudança e conquista tem preço e precisamos preservar, permanecer e continuar. 6. O que você quer e busca é de fato o que você precisa. Ninguém terá o que não busca e nem pagará preço pelo que não precisa; Jesus disse, pedi e recebereis, buscai e achareis, batei e abrir-se vos á. O que semeia pouco colhe pouco. Nada se move sem haver uma semente plantada na terra e no reino espiritual. (Eu preciso de salvação, eu preciso de Jesus, eu preciso crescer e frutificar…). Jesus como filho foi plantado como Semente para que nos tornássemos filhos de Deus e cidadãos do Seu Reino. Nossas atitudes em aplicar os princípios de Deus na nossa vida, família, célula, igreja e finanças precisam ser radicais, pois o inimigo das nossas vidas não brinca e ele fará de tudo para roubar as nossas bênçãos e nos impedir de vivermos do melhor que Deus tem em Cristo para nós. Deus se importa com você, ele quer ver você salvo, frutificando e prosperando nesta terra e na eternidade. Amém!!! Compartilhar: O que Deus ampliou para você nesta ministração? Você já confessou a Jesus como teu Senhor e salvador? Agora é a hora. No amor de Cristo Apóstolos Eliezer e Zenita C. Moreira  

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Princípios eternos de Deus – Parte III

Lucas 15:21-32; Oséias 6:3 Em muitas situações, quando Jesus queria ensinar alguma verdade preciosa, Ele proferia uma parábola. Todas as parábolas de Jesus contêm riquezas espirituais inestimáveis. A parábola do filho pródigo, por sua vez, além das lições de vida, nos revela a importância do nosso relacionamento com Deus, o nosso Pai e com cada um de nós, Seus filhos. Como vimos anteriormente, o filho mais moço saiu de casa e gastou a sua parte da herança com uma vida errada, e depois de um certo tempo, voltou arrependido. O pai com um coração de amor e de perdão, o recebeu com um abraço, dádivas honrosas e uma festa. O pai lhe restituiu o que tinha se perdido colocando vestes novas que significa cobertura, em seguida colocou as sandálias novas nos pés, restituindo o ministério e na sequência, lhe colocou um anel no dedo que significa autoridade e compromisso, agora a aliança estava sendo renovada entre eles, pai e filho. Esta parábola é muito rica, ela não pretende ensinar apenas sobre o pai e o filho mais moço, ela enfatiza também as atitudes do irmão mais velho daquela família. Se podemos dizer que há muitas pessoas que se identificam com a figura do filho pródigo, também é certo que há outras que se identificam com o filho não pródigo, o que ficou em casa. Vejamos quais eram os conceitos distorcidos que o irmão mais velho tinha do seu pai e irmão 1. Ele pensava que trabalhar bastante era o suficiente para gradar ao seu pai. “…há tantos anos te sirvo…” O irmão do filho pródigo perdeu a oportunidade de relacionar-se intimamente com o seu pai por causa de uma concepção errada sobre o relacionamento entre pai e filho. Ele acreditava que iria agradar o seu pai apenas através do seu trabalho. Na cabeça dele, o trabalho era o mais importante, era aquilo que o pai esperava dele, mas primeiro vem o relacionamento, intimidade, transparência e confiança. O nosso trabalho no reino de Deus é muito importante, mas deve ser resultado de uma vida de busca e intimidade com Ele, desta forma iremos fazer a Sua obra movidos por amor e não por obrigação. Existem alguns filhos de Deus que esquecem que é a comunhão íntima com o Pai que fará a diferença, servir é resultado. Veja, ele não conhecia o seu pai ao ponto de não usufruir do direito de filho, ele não precisava esperar o pai lhe dar um cabritinho para fazer um churrasco com os amigos, tudo era dele, era só usufruir, ele tinha direito, mas havia uma distância entre ele e seu pai e por isso ele não conhecia os pensamentos do seu pai, com Deus acontece a mesma coisa, muitos estão na sua casa, mas não O conhece. 2. Ele pensava que um filho só agrada ao pai quando cumpri regras e leis. “…nunca transgredi um mandamento teu…” O irmão do filho pródigo esforçava-se para agradar o pai com o seu trabalho e com o cumprimento de regras e leis. Quando o seu pai abençoou o seu irmão que foi rebelde, ele fez questão de ressaltar as suas próprias boas obras e assim disse: “há tantos anos te sirvo e nunca transgredi um mandamento teu”. Ele não compreendia como o seu pai poderia abençoar aquele que saiu de casa e gastou mal todo o dinheiro da sua herança, simplesmente porque voltou arrependido. Na mente dele, o pai não estava sendo justo. Ele acreditava que o amor do pai só poderia ser dado àqueles que não falhavam. Se fosse assim estaríamos perdidos, pois falhamos, mas Deus sempre nos perdoa quando nos arrependemos e sempre nos aceita investindo em nossa mudança e crescimento. Deus quer nos ver servindo, trabalhando, frutificando, nos esforçando, sendo fiel, prosperando etc., mas tudo isso deve ser resultado de uma vida de comunhão e amor. Fazer apenas por obrigação nos leva a reclamar e cobrar, precisamos ser movidos por amor. 3. Ele disse, eu mereço um prêmio e uma festa, mas não recebi. …contudo nunca me deste um cabrito… Este era o problema do irmão mais velho, ele não tinha revelação do amor do Pai, ele desenvolvia um relacionamento “mecânico” com o seu pai e seu irmão. Existe muita gente servindo a Deus sem conhecê-lo verdadeiramente, sem ter verdadeira comunhão e intimidade com Ele. Aprendemos aqui que o nosso amor por Deus não deve ser como a neblina da manhã que logo passa, pelo contrário, precisa crescer a cada dia em uma intimidade contínua e permanente.  A resposta do pai: “Filho, tu sempre estás comigo, e tudo o que é meu é teu. Era justo, porém, regozijarmo-nos e alegramo-nos, porque este teu irmão estava morto, e reviveu; tinha-se perdido, e foi achado.” Esta resposta revela o coração de um pai que ama o filho simplesmente porque é filho. O trabalho e as leis, (embora sejam importantes), não estavam em primeiro lugar aqui, esta não era questão principal, mas o principal era o relacionamento Pai e Filho. É muito importante nesta altura ressaltar que o fato do Senhor Deus nos amar com um amor incondicional, não anula os princípios de semeadura, fidelidade, honra, obediência, perdão, arrependimento, submissão etc. Eles são fundamentais para a vida! Aquele filho mais novo tinha passado por um deserto, por crises profundas, por um tratamento em seu caráter.  Ele foi humilhado, abandonado pelos seus amigos, passou fome, vergonha e voltou maltrapilho. A sua atitude de reconhecer que tinha errado e voltar arrependido lhe abriu novas oportunidades e lhe trouxe restituição. Em João 1:12 diz que quem receber a Jesus como Senhor e salvador, recebe poder de ser feito filho de Deus. Aquele filho queria apenas trabalhar e se divertir com os amigos, mas o pai o convidou para uma festa de comunhão em família com muita cura, paz e alegria, e é exatamente o que Deus tem pra você, Ele te ama e te convida para uma grande festa com Ele e sua família espiritual. Você aceita? Compartilhar: Você já

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Princípios eternos de Deus – Parte II

Lucas 15:11-32 Aprendemos na semana passada que as nossas decisões definem nosso futuro.  Quem aplica o que aprendeu demonstra que o terreno do coração é fértil, que a semente foi aceita e germinou. Esta pessoa demonstrou que o tratamento de Deus teve sucesso, por isso o deserto foi encurtado, a dor acrescentou valor e que a herança está garantida. Por isso é fundamental ouvirmos e praticarmos a Palavra de Deus. Vimos que as nossas decisões determinam as nossas circunstâncias. Nossa vida não muda a menos que entendamos que criamos as nossas circunstâncias. Somos responsáveis pelas consequências de nossas ações. Essas verdades são princípios Bíblicos que uma vez entendidos e aplicados, trazem salvação em todas as áreas da vida. Vimos também que Existem muitos tipos de relacionamentos perigosos e as pessoas mais perigosas são aquelas que nos levam a perder o temor e amor a Deus. Precisamos valorizar a nossa salvação, o amor de Deus na nossa vida, a nossa família, os nossos pais e filhos, a nossa vida espiritual, a nossa igreja e célula onde estamos integrados e também os nossos líderes e nossos discípulos. O ensino traz o conhecimento e isso não tem preço, pois o conhecimento e aplicação dos princípios de Deus nos leva a viver uma vida equilibrada e saudável em todos os aspectos. Você nunca mudará o que você é até perceber quem poderia ser. O conhecimento em Deus e Sua palavra vai te levar para níveis mais altos de revelação, e, sua verdadeira identidade será fixada em teu coração. Veja sobre o princípio da Identidade que nos foi restituído por Deus, pois em Cristo somos filhos, herdeiros e mais que vencedores, por outro lado, se não temos este conhecimento, poderemos ser enganados por aquilo que o diabo está falando através da mídia, escola, pessoas, crises etc. Relembrando sobre o filho pródigo, ali estava ele sentado junto aos porcos pensando que ele poderia estar numa posição melhor, se ele pelo menos pudesse ser um empregado de seu pai. Ali ele começou a ver o que ele poderia ser. Aquela pequena luz foi suficiente para levá-lo a sair da sua posição de miséria e avançar para o seu verdadeiro destino. Pense sobre estas coisas a seguir: 1. Você será lembrado pelos problemas que você resolveu ou pelos problemas que você criou. Nós decidimos como queremos ser lembrados no futuro. Aqueles que resolvem problemas deixarão saudade, mas aqueles que são problema, não farão falta alguma. O jovem tornou-se célebre pelos problemas que ele causou ao seu pai. Além do prejuízo financeiro e das noites em claro, podemos imaginar a angústia e a saudade daquele homem preocupado com o filho. Deus nunca vai consultar o seu passado se você se arrepender e mudar de postura. O pai não determinou o futuro daquele jovem com base nas suas decisões passadas, pois ele já estava vivendo as consequências dos seus erros, mas o novo futuro daquele filho foi determinado com base em sua nova postura de arrependimento e decisão de mudança no presente, agora o seu futuro estava mudando para melhor. O amor do pai é absolutamente constrangedor. Alguns certamente se sentiriam mais confortáveis em casa se o pai lhe desse uma tremenda surra no regresso, mas não, quando nos arrependemos e recebemos a Jesus como nosso redentor, Deus nos recebe e revela o seu amor. As conseguências vão sendo amenizadas e um novo destino é estabelecido e o futuro de êxito é garantido, tanto aqui na terra como na eternidade no céu. Deus é bom demais! 2. O ponto de entrada de Satanás em nossa vida pode ser através de alguém próximo. É interessante que o ponto de ataque de Satanás foi justamente o irmão do filho pródigo. O inimigo sempre vai tentar nos atingir a partir de alguém próximo a nós, pois com estranhos não seremos profundamente afetados, a rejeição que nos atinge sempre virá de alguém que amamos, dependemos e confiamos. 4. A bênção de Deus são para quem confia na sua graça infinita. Quando este jovem chegou em casa, o pai lhe deu uma grande demonstração de amor e aceitação. Quando o pai o avistou vindo ao longe, diz a Palavra de Deus que ele saiu correndo para encontrar o filho mostrando o seu amor gracioso. Para muitos de nós é difícil imaginar que Deus possa estar alegre conosco e celebrar esta comunhão. Mas é exatamente isso que a Palavra de Deus afirma em Sofonias 3:17: “O Senhor, teu Deus, está no meio de ti, poderoso para salvar-te; ele se deleitará em ti com alegria; renovar-te -á no seu amor, regozijar-se -á em ti com júbilo. Aquele filho estava satisfeito em apenas ser um empregado, mas o pai o convidou para sentar-se na mesa da comunhão familiar, celebrando uma grande festa de recepção, e, é exatamente o que Deus tem para você, Ele te ama com amor eterno e incondicional e através do Senhor Jesus, pelo qual temos a remissão dos nossos pecados, Ele te convida para sentar-se à mesa e juntos celebrarmos a benção da salvação. Você crê no Deus criador dos céus e da terra? Você crê que Jesus Cristo é o Filho de Deus que se entregou por nós para remissão dos nossos pecados e assim recebermos a vida eterna? A bíblia diz que todo aquele que crê deve confessar a sua fé nEle e assim receber a salvação. Você já entregou a sua vida ao Senhor Jesus? Essa é a hora! Vamos orar? No amor de Cristo Apóstolos Eliezer e Zenita C. Moreira

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Princípios eternos de Deus – Parte I

Lucas 15:11-32 Todos nós, a semelhança deste jovem, somos ou já fomos filhos pródigos, assim as lições através da vida dele se aplicam às nossas vidas também. Princípios para uma vida pródiga estão relacionados com a graça de Deus, com a nova oportunidade, com a restituição e dependência de Deus. Temos aprendido que nossas decisões definem o nosso futuro.  Se não aplicarmos o que temos aprendido na Bíblia, demonstraremos que o terreno do nosso coração não absolveu a semente, isso significa terra árida, sem tratamento, fechado ao processo para uma vida melhor. Vejamos estes princípios que mudarão a nossa vida 1. As nossas decisões determinam as circunstâncias que vivemos. Nossa vida não mudará a menos que entendamos que somos nós que criamos as nossas circunstâncias. Podemos culpar as pessoas, alguns culpam a Deus e outros ao inimigo, mas o fato é que as nossas decisões criam as condições em que vivemos a cada dia. Aquilo que pensamos reflete na nossa fala dando combustível para as nossas decisões, por isso é necessário renovar a nossa mente com a Palavra de Deus. Veja o personagem deste texto de hoje, ele se tornou o filho pródigo. Depois de pedir à parte que lhe cabia na herança ele se sentiu independente, autossuficiente, por isso saiu de casa e junto com os amigos caiu na farra e torrou toda a sua herança. A situação foi ficando cada dia pior até que ele chegou ao fundo do poço. Ele passou a comer com os porcos. Cabe aqui uma pergunta. Quem era o responsável pelo fracasso e sofrimento deste rapaz? O seus pais? Talvez tenha sido rejeitado e desprezado pela sua família, talvez o culpado seja o governo que lhe negou uma estrutura de educação, saúde e segurança sólida. É evidente que estas situações e experiencias da vida em família, sociedade e governo influenciam nossas decisões e estilo de vida, mas ouso dizer que este rapaz foi o responsável pela situação difícil em que passava. As decisões dele determinaram as suas circunstâncias. É evidente que o diabo sempre tentará destruir o ser humano, mas ele não o fará se as brechas estiverem fechadas e se as nossas decisões estiverem alinhadas com Deus. Somos nós os responsáveis pelas consequências boas ou ruins de nossas ações. Não adianta culpar a quem quer que seja, pois nossas palavras e ações são resultado de nossas escolhas e estas são sementes. 2. Aquele que não está disposto a ajudar, inevitavelmente vai atrapalhar. Precisamos ter cuidado com pessoas que não nos acrescentam coisas boas, pois estas normalmente semeiam críticas, derrotas e enterram os nossos sonhos, pois são coveiros da esperança, estes acabam por nos levar a perder coisas. Sempre se pergunte: “Em que esta pessoa está contribuindo para melhorar a minha vida em Deus?” Você precisa focar em seus Apóstolos, pastores, líderes e em seus discipuladores que normalmente oram por você e tentam sempre te ajudar a crescer e frutificar. Existem muitos tipos de relacionamentos perigosos. As pessoas mais perigosas são aquelas que nos levam a perder o temor a Deus. Perto delas o pecado parece perder a gravidade. A sua vida depende das pessoas que você permite ao seu redor. As pessoas ao seu redor vão alimentar força ou fraqueza em você. O texto que lemos dá a entender que o jovem gastou o seu dinheiro com “amigos”. Os relacionamentos nunca são neutros em nossa vida. Cuidado! 3. A cura para a ingratidão é a perda e isso define o futuro. O filho pródigo não teria se arrependido e voltado para casa se não tivesse ido comer com os porcos. A perda o libertou da ingratidão e agora ele reconhecia que era bom viver na casa do seu pai. Ele sabia que era o responsável por aquela situação, mas preferiu confiar no amor do seu pai e voltar para casa. Se ele tivesse transferido a culpa para outra pessoa nunca teria voltado para casa. Uns põe a culpa em Deus, outros no diabo e ainda outros dizem que o culpado é o pastor, ou o líder que não discipulou ou não cuidou direito, que fez acepção, que não visitou etc. As pessoas ao meu redor podem me influenciar para o bem ou para o mal e sou eu que decido a quem darei ouvidos, pois Deus me deu poder de decisão (Livre arbítrio), cada um colherá o que plantou ainda nesta terra e depois, um dia, estaremos diante e Deus e Ele vai pedir contas das nossas decisões. 4. Não existe mudança sem dor. Toda mudança e conquistas vem acompanhada por crises, lutas, decisões, perdas, aprendizados e pressões. Não podemos ter a ilusão de que cresceremos sem dor ou sem fazer sacrifícios e renúncias. Aqueles que estão buscando apenas o conforto e o prazer terão dificuldades em avançar e o futuro estará comprometido. Ninguém precisa passar em desertos intermináveis, é melhor buscar conhecimento em Deus, ser ensinável, obedecer buscando mudanças, novos hábitos e novas atitudes para que o deserto seja amenizado e o percurso na crise seja encurtado. Deus disse em Isaias 1:19; Se quiserdes e me ouvires, comereis o melhor desta terra. Valorize a sua salvação, valorize o amor de Deus por você, valorize o seu casamento, os seus pais, os seus filhos, a sua casa, a sua vida espiritual, seu ministério, seus talentos, sua chamada, as vidas que Deus te confiou, sua rede, a sua igreja, a sua célula e os seus líderes. O ensino e o aprendizado não têm preço, pois traz conhecimento e este te leva a viver uma vida que valha a pena viver! Você tem Deus, tem líder cuidando de você, tem promessas do Senhor vindo na sua direção! Celebre, seja grato, se expresse na medida em que você reconhece a benção de Deus na sua vida! Somos doze, somos um, somos irmãos, somos discípulos, somos discipuladores, somos filhos, somos todos IACC! Estamos crescendo e prosperando na terra!  Compartilhar: O que estes princípios te mostraram, o que esta palavra falou fundo em você? No amor

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