Estudo para os 12

Princípios para um Discipulado com Sucesso

Princípios para um Discipulado com SucessoLogo no início do ano queremos voltar as bases e revermos princípios básicos e fundamentais para recomeçar. Deus une pessoas para um propósito. Assim como alguém se empenha para construir uma casa, assim acontece na vida da igreja pautada na visão celular. Hoje precisamos avaliar como está indo a nossa construção. O discipulado é um relacionamento (base), onde há transmissão de vida para o cumprimento do propósito de Deus. (Mt 28:19). Recebemos a unção dos nossos líderes. Quem anda com os sábios será sábio, mas o companheiro dos insensatos se tornará mau (Pr 13:20). Em Nm 11:16-17 vemos um princípio muito claro. A composição do edifício de Deus. Ex 31:1-5 mostra Deus capacitando, lapidando pessoas, pois Ele usa pedra para edificar. Nós somos pedras que devem ser lapidadas para edificação do tabernáculo, para edificar a igreja do Senhor. A lapidação produz o quebrantamento que Deus espera para cada um de nós. É um processo. O 1º princípio para o discipulado é a confiança – I Co 3:10b,12-15. É melhor fogo aqui do que lá no inferno ou no juízo. Todas as nossas obras serão testadas. Discipulado é um tempo de aprovação. Somos aprovados na provação, através dos testes de Deus. O 2º princípio é a transparência. Somente com transparência é que podemos ajustar as contas. Muitas vezes, alguém entope o fluir dos rios de Deus e no discipulado isso precisa ser ajustado. Outro princípio é através do desejo, da sede – Lc 11:10. Um bom exemplo é o que aconteceu com Eliseu e Elias no relacionamento dos dois. O tamanho da fome é o tamanho do que você vai receber. Eliseu quis a unção dobrada de Elias. É importante querer, desejar, almejar. O outro princípio é a disposição. O discípulo que vai atrás. Disse Jesus, e qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim não pode ser meu discípulo. Discípulo é o que procura, é o que segue. Através do compromisso. O discipulado é prioritário. Muitos não priorizam e deixam como é que está para ver como é que fica. Não podemos reclamar daquilo que permitimos. Se não temos compromisso com o nosso discipulado a obra de Deus confiada a cada um de nós não vai se realizar. O discipulado tem um preço. Nós somos servos no aspecto da obra. Não temos direitos sobre nós. Através da fidelidade. Edificamos relacionamentos através da fidelidade. Jesus quer que todos sejam um (Jo 17:21). A fidelidade guarda, protege, cuida, se torna cúmplices. Quais são os três pilares de um discipulado: Cruz, conforme Lc 14:26-27. A cruz toca nos nossos relacionamentos, no nosso ego (negar a vida da alma, das opiniões, dos achismos, dos confortos pessoais, das vontades próprias). Disse Jesus, assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo – Lc 14:33. Discípulo verdadeiro é aquele que se precisar, nega tudo. Servir – ser servo. Deus somente vai receber o serviço que foi feito de coração. Não para reconhecimento, para aplausos, para o próprio ego. O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração – I Sm 16:7. A submissão atrai o coração de Deus. Quando servimos um homem ou uma mulher de Deus recebemos a unção deles. II Re 2:15. Há uma relação íntima entre servir e herdar um manto de unção. Ver Jo 12:24,26. A cruz, o servir e o seguir, são princípios para uma nova posição em Deus. I Cr 12 fala de homens que arriscaram a sua vida para servir e seguir Davi. O exemplo de Jesus em Filipenses 2 mostra o verdadeiro servo. O amor. O amor é a base. Deus nos amou, por isso deu o que tinha. Quando amamos fazemos com alegria, quando somos movidos por amor, o preço pago é feito com satisfação, quando amamos investimos tempo e dinheiro sempre visando algo maior na vida de outros. Não existe discipulado sem amor e o verdadeiro amor gera persistência, perdão, dedicação, confiança, transparência e lealdade. Não existe renúncia sem fé, não existe transparência sem confiança, não existe fidelidade sem um caráter honesto, não existe transformação crescente na direção da estatura de Cristo sem a renovação na forma de pensar pela Palavra de Deus, isso fala de uma construção de raciocínios segundo Cristo, assim como não existirá autoridade sem submissão, a submissão nos respalda para exercermos comando com legitimidade diante de Deus e dos homens. Sem estes princípios e pilares, o discipulado se torna em vão, perde o sentido e não frutifica! Mas uma vez praticados, gera uma liderança que prevalece em tudo! No amor de Cristo! Apóstolo Eliezer

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Monte Carmelo, lugar de decisão

I Reis 18:16-39,43-45 Em Romanos 4:17 Deus diz: Eu te chamei por pai de multidão. Vivemos ainda novos começos, isso não significa zerar o passado, mas resetar para vivermos novos começos. Deus quer nos dar começos sem trevas, sem morte, sem dores e sem maldição. Precisamos antes de encerrar este ano e entramos na preparação do caminho do Senhor, recomeçar ou iniciar novos começos, novas coisas, pois quem não recomeça, visita o seu passado, Deus não quer nos ver presos ao passado, Ele quer que acessemos o futuro. Vivemos na atmosfera que profetizamos. Até o tom de voz define atmosfera, por isso não devemos profetizar ou falar na ira, na raiva ou com sentimentos errados. Somos responsáveis pela atmosfera em que vivemos. Quatro atitudes fundamentais em novos começos, para prepararmos o caminho do Senhor com Êxito, para funcionarmos na visão! 1- Restaurar o altar de Deus – gerar ou resgatar um relacionamento de intimidade com Deus. Dentro da visão celular o altar só estará restaurado se houver unidade, se os doze forem iguais a um. 2- Tomar decisão – algumas coisas ainda não fluíram nas nossas vidas porque não decidimos por elas. 3- Montar a estratégia – ter uma visão clara do que queremos e buscar a forma de alcançar aquele objetivo. 4- Confiar em Deus – apesar da estratégia, o verdadeiro resultado vem de Deus na nossa vida! O povo não confiou, só celebrou depois que viu. A viúva de Sarepta só declarou a Elias como o homem de Deus, depois da ressurreição do filho. Só vamos ver se crermos, as águas só vão se abrir se pisarmos nelas! No amor de Cristo Pr. Carlos Henrique Parte da palavra ministrada pelo Pr Carlos Henrique no monte carmelo em Israel, final de 2019.

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Do conhecimento à ação, da ação à conquista

Tiago. 2: 14 a 26                   Vivemos em meio a uma geração que busca incessantemente o conhecimento e o aprimoramento, intelectual e profissional. Basta verificarmos a infinidade de cursos e técnicas de informação e formação disponíveis no mercado. Buscar conhecimento e capacitação, é algo realmente necessário em todas as áreas. Apesar disto ser louvável, esta busca não gera necessariamente os resultados esperados, e ou prometidos. Isto se dá porque, na trajetória entre a definição de objetivos, a capacitação, e a chegada aos resultados, existe algo que nem sempre é levado em conta, mas é imprescindível para que existam realizações. Este elemento fundamental da conquista é a Atitude! A presente geração está deprimida porque o conhecimento por si só, não traz satisfação. Hoje há pessoas altamente preparadas, com alto grau de conhecimento, mas também, com grande dificuldade de relacionarem-se consigo mesmas e com os outros. Muitos vivem hoje com a cabeça repleta de ideias, mas com o coração vazio de esperança e amor. A geração mais preparada, talvez seja a mais ansiosa e deprimida, haja visto o crescente número de neuroses, suicídios, divórcios etc. A Bíblia há muitos séculos, já previa e explicava o porque desta angústia social em Ec.1:18, que diz: Porque na muita sabedoria há muito enfado, e quem aumenta ciência, aumenta a tristeza.  Por incrível que pareça, este provérbio foi escrito por um sábio, o rei Salomão, e não significa incentivo a ignorância ou desprezo ao aprendizado, mas a percepção de que o conhecimento não aplicado, gera culpa e frustração. O Ap. Tiago traduz esta ideia para o campo espiritual através da frase: A fé sem obras é morta. Não adianta sabermos qual é a vontade de Deus, se não tomarmos a decisão de realizá-la, não adianta sermos conhecedores de mandamentos e promessas, se não tivermos atitudes de fé para cumpri-los e alcançá-las. Mesmo no meio cristão, encontramos pessoas que impressionam por suas palavras, mas decepcionam em sua eficácia, pois são líderes que muito falam, mas pouco fazem. Na vida de alguns cristãos há uma distância ainda muito grande entre seus sonhos e a realidade, porque eles sonham, sonham, projetam, falam, mas não realizam por falta de atitude. São sonhadores sem diligência, são homens e mulheres de fé, porém sem conquistas e frutos. Pv. 10:4 diz: O que trabalha com mão remissa empobrece, mas a mão dos diligentes virá a enriquecer-se. E também Ec.10:18 diz: pela muita preguiça desaba o teto, e pela frouxidão das mãos goteja a casa.  Graças a Deus é um quadro mutável, como todos os outros, para aqueles que conhecem a Jesus. Pela fé Nele, tudo pode ser mudado e melhorado. Podemos ser pessoas melhores, podemos obter a cada dia, maiores e melhores conquistas, desde que entendamos que esta é a vontade do Senhor para nós e estejamos dispostos a dar passos em direção a esta transformação. Toda mudança começa no plano do Espírito e tem início com arrependimento, o processo de transformação que se dá por: tomada de consciência, pedido de perdão e mudança de comportamento. Em relação a nossa vida espiritual, precisamos começar por nos examinar, refletindo sobre onde está o nosso coração, quais têm sido os nossos objetivos, e qual é a nossa postura na fé (se temos de fato crido, obedecido, e trabalhado pelo que Deus quer). Nesta e em todas as outras avaliações, precisamos ter sempre em conta os parâmetros da palavra de Deus, e não apenas nossos próprios ideais. Tg. 4:17 diz: Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz nisso está pecando. O primeiro passo do arrependimento é a tomada de consciência de que estou devedor, de que tenho falhado em algum dos meus deveres espirituais ou seculares, o segundo é quando diante das perdas e dores trazidas por este erro, eu peço perdão à Deus, e o terceiro é quando decido mudar o quadro e tomo atitudes nesta direção. Esta terceira etapa, talvez seja a dificuldade da maioria: fazer aquilo que já sabemos que temos que fazer, mas não temos feito. Alguns cristãos não tem conquistas e frutos porque sua vida está imersa em uma passividade que lhes rouba a eficácia da fé. Jesus nos ensina que o evangelho é tão simples quanto poderoso, mas não pode gerar nada, sem que haja foco e trabalho. Há pessoas que veem os objetivos da fé, como coisas inatingíveis, fazendo-se pequenas e incapazes, diante de alvos que o próprio Deus prometeu nos capacitar a alcançar. Quando queremos uma real mudança de sorte, tudo é uma questão de começar pelo começo, e agir. A chave de acesso aos depósitos celestiais é a oração, esta é a primeira atitude necessária a quem quiser receber qualquer coisa das mãos de Deus. As promessas bíblicas são o universo do que podemos pedir como nos ensina Lc. 1:37: Porque para Deus não haverá impossíveis em todas as suas promessas.  Há cristãos incapazes de beneficiarem-se desta verdade tão maravilhosa, tão somente, pela falta da atitude de ler a palavra e fortalecerem-se na fé. Se não nos alimentarmos da palavra, não teremos fé, e se não tivermos fé, também não teremos milagres. Outro desafio tão simples, mas que se torna um gigante para alguns, é o fazer discípulos. A Visão é simples e ao mesmo tempo tão eficaz, quando eu desejo agradar a Deus, e ponho foco e trabalho nisto. Se você quer romper na Visão, não basta sonhar, é preciso agir em oração, pedindo as vidas e a unção para cuidar delas. O Senhor fará cruzar o seu caminho pessoas que estarão necessitadas do perdão e do amor de Jesus, quando isto acontecer, a atitude de amar e testemunhar, produzirá fé pra que a salvação seja oferecida. O próximo passo não é convidar a pessoa a ir para a célula ou ao culto, mas convidá-la a receber Jesus em seu coração, como sua primeira atitude de fé. A consolidação será por demonstrações práticas de amor, atenção e serviço, o que certamente demandará

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Honrando ao Senhor por meio das primícias, dízimos e ofertas

Vimos em discipulados passados que os dízimos são propriedade do Senhor, Ele diz claramente em Lv. 27:30 que os dízimos são Dele (serão santas ao Senhor). Os dízimos são requeridos por Deus através de Ml. 3:10 trazei todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa. A não devolução dos dízimos atrai maldição, pois é considerado um roubo a Deus, como declara Ml. 3:8 roubará o homem à Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. Com Maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, vós a nação toda. Quando o Senhor requer de nossas mãos os dízimos, Ele está nos testando em três aspectos: na fé, na obediência, e na fidelidade. Sua devolução constante, zelosa e fiel constitui-se numa plataforma para que se construa uma vida segura e próspera. Uma vida próspera significa: crescente, de maiores e melhores conquistas espirituais e materiais a cada dia. Os dízimos nos protegem e geram estabilidade espiritual e material, as ofertas geram crescimento e multiplicação (Abraão demonstrou um coração generoso, o que possibilitou que ele fosse multiplicado e enriquecido conforme a promessa). Pv 11:25 diz: “A alma generosa prosperará“. Este é um dos problemas da igreja latina: passar a vida toda tentando ser fiel nos dízimos. Os dízimos só protegem, não prosperam… o que faz alguém prosperar é o binômio fidelidade nos dízimos e generosidade nas ofertas (é importante entender que realmente só dou algo ao Senhor, só oferto, após ter devolvido meus dízimos). Nosso Deus tem no Seu caráter a doação. Ele deu Seu filho unigênito para nos dar uma vida abundante (nos salvar e abençoar, e fazer de nós uma benção). Por esse motivo, o Senhor deseja desenvolver em nosso espírito este caráter doador. Deus quer que como seus filhos tenhamos os seus atributos. Deus quer que Seus filhos desenvolvam prazer em doar, tornando-se assim generosos e abençoadores. Mt 10:7 ”O que de graça recebestes de graça dai“. O ensino deste propósito veio pela inspiração do Espírito Santo nos homens no Antigo Testamento e também por intermédio da Lei que instituiu a entrega de ofertas. Ex 1: Hb 11:4 – Pela fé Abel ofertou a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, tendo a aprovação de Deus quanto a suas ofertas. Por meio dela também, mesmo depois de morto ainda fala (a oferta de Abel entrou em memória eterna). Com exceção de Abrão não há ninguém lembrado na bíblia, por ter sido fiel na devolução de dízimos, mas há vários que entraram para a história pela entrega de ofertas, como Abel, Ana, e a viúva pobre, etc… Ex 2: Nm 18:8 – Então o Senhor disse a Arão: “Eis que eu te dei o que foi separado das minhas ofertas, com todas as coisas consagradas dos filhos de Israel, dei-as por direito perpétuo como porção a ti e a teus filhos (ler vs.9). O Vs. 9 deixa bem claro o fato de haver várias ofertas estabelecidas por intermédio da Lei, para variados propósitos, inclusive para fins expiatórios, o que apontava profeticamente para aquela que viria ser a maior de todas as ofertas feitas na terra: a morte de Jesus na cruz, fruto do amor doador do Pai e também de Cristo. O princípio de dizimar e ofertas não foi revogado no Novo Testamento, ao contrário, foi ampliado na revelação de irmos muito além daquilo que estava determinado pela Lei, e quem revelou isto, foi o próprio Senhor Jesus. Mt 5:20 – Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus. Jesus está dizendo à seus discípulos, que eles deveriam ir além da justiça praticada pelos fariseus (que iam até o limite da Lei, sendo rigorosos na devolução dos dízimos até das hortaliças, a hortelã, o endro e o cominho). O desejo de Deus para nós é que experimentemos Sua graça abundante, através do exercício da espontaneidade e da generosidade nas ofertas, o que nos abençoará ricamente em todas as áreas (espiritual, emocional e material), pelo princípio divino da semeadura. A palavra do Senhor nos assegura que toda semente plantada em Seu reino com amor e fé, será abençoada, multiplicada e nos será devolvida a trinta, sessenta e cem por um. Ninguém, que decidiu caminhar com Jesus precisa viver em escassez. Pelo princípio da semeadura podemos alcançar uma vida suprida e próspera em todas as áreas. Se os dízimos nos provam na fé, obediência, e fidelidade, as ofertas voluntárias por sua vez, testam nossa generosidade e nossa fé de que o Senhor possa nos levar além (crescer). Vimos que os dízimos protegem, as ofertas multiplicam, mas agora vamos falar sobre uma oferta que santifica os dízimos e as outras ofertas, e nos leva a uma prosperidade que vai além de nossas necessidades (nos leva ao sobejo): Oferta de Primícias ao Senhor, também chamada de Oferta de Honra – Pv. 3:1 a 10 (ler). Veja que no vs. 9 a palavra distingue a honra ao Senhor (através dos dízimos e ofertas), da oferta de primícias dizendo: “…e com as primícias de toda a tua renda”. As primícias são uma oferta destinada ao sacerdote (Ez 44:30) referente a renda do primeiro dia de trabalho, corresponde à 3,33% do nosso ganho mensal. Ez. 44:28 a 30 (ler). Os sacerdotes não tinham herança de terras, pois deveriam dedicar-se exclusivamente ao serviço sagrado. Eles moravam no Templo e eram supridos pelas ofertas feitas pelo povo em obediência e honra ao Senhor, (vs. 29 e 30). O conceito desta oferta (as primícias) é, o Senhor ser honrado com o primeiro lugar, os primeiros e melhores frutos, bem como os primogênitos dos animais. Vejamos o que aconteceu no episódio das ofertas de Abel e Caim. (Gn. 4:2 a 7). Notem que no vs.3, a expressão: no fim de uns tempos trouxe Caim do fruto da terra uma oferta ao Senhor, indica que Caim não

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Compreendendo o valor de uma aliança

Gênesis 17 : 1 a 9     Nosso Deus é o Deus da aliança. O princípio da aliança nasceu no coração do Senhor, e foi Ele quem propôs a primeira aliança com o homem (Noé em Gn. 9 :12). A aliança é um pacto de unidade, direitos, e deveres, feito entre duas partes de comum acordo. As alianças são feitas de forma voluntária, mas depois de feitas são inquebráveis e nos submetem a deveres para a conservação da aliança como declara: Gl. 3:15: “Irmãos falo como homem, ainda que uma aliança seja meramente humana, uma vez ratificada, ninguém a revoga ou lhe acrescenta alguma coisa.” A Bíblia também diz que aquele que quebrar uma aliança sofrerá dores e isto é o que de fato vemos, quando pessoas pecam e saem da igreja, divórcios acontecem e sociedades de negócios são desfeitas. Vivemos numa sociedade onde muitos, com medo dos deveres que uma aliança impõe, não querem assumir o compromisso e por isso argumentam: “Não é necessário casar”, “não preciso ir a igreja congregar”, “não preciso de cobertura espiritual”. Estes na verdade, não querem pagar o preço da submissão ao Espírito da aliança, que é o próprio Espírito de Deus, e com isto sem perceber, perdem os direitos que uma aliança traz consigo.  Uma aliança nos impõe deveres, mas também nos concede muitos direitos. Exs.: Casamento, discipulado, etc. Desde a antiguidade, toda aliança feita tinha um preço a ser pago pelas partes. As vezes um animal era dividido ao meio, seu sangue era derramado em sacrifício, e os contraentes passavam caminhando entre as partes do animal partido, declarando que a parte que viesse a quebrar aquela aliança, teria o mesmo destino daquele animal. Foi exatamente este tipo de aliança, o que feito por Abrão em Gn.15:10 (ler).  Um outro tipo de aliança, era a aliança de sal, e o preço eram duas porções de sal trazidas pelos dois contraentes. O sal como um símbolo de fidelidade, era misturado e uma parte dizia a outra: “Separe agora o seu sal do meu”. Como isto não era possível, dizia-se: “Assim como este sal não pode mais ser separado, também esta aliança nunca poderá ser quebrada.” Depois as partes comiam uma pitada do sal para selar a aliança (Lv. 2:13). Daí vem o ditado: Só se conhece de fato alguém, depois de se comer sal com esta pessoa. Isto nos ensina que numa aliança nossa essência se mistura (o sal de um, no corpo de outro e vice-versa).  O mesmo acontece na Ceia do Senhor através do pão e do vinho que ingerimos, os quais simbolizam a vida de Cristo no meu corpo, e minha vida inserida no corpo de Cristo, que é a igreja. Nós através da Ceia somos reconhecidos espiritualmente como parte integrante do Corpo de Cristo, pois há duas ordenanças dadas por Jesus, para que estejamos agregados ao Corpo da Igreja: O Batismo pelo qual eu entro, e a Ceia pela qual eu permaneço a cada celebração. As alianças também sempre produzem crescimento e nivelamento, onde a parte menor é abençoada pela maior, onde o mais fraco é fortalecido pelo mais forte. Exs.: Eu e o Ap. Renê, nós e Jesus.  Numa aliança ambas as partes são enriquecidas, nunca uma só é abençoada. Ex.1:  O marido ama a esposa protegendo e suprindo-a, ela por sua vez, o ajuda em tudo que ele faz, e assim ambos conquistam mais.   Ex. 2: O líder alimenta, instrui, e protege seu discípulo, o discípulo por sua vez, abraça a missão do líder e o ajuda a cumpri-la, sendo ambos abençoados por isto.   Uma aliança requer perseverança das partes no cumprimento dos seus deveres, para que os direitos sejam continuamente alcançados. Se os deveres deixarem de ser cumpridos, a aliança é quebrada e cessam os benefícios.  Ex.: Trazei todos os dízimos x Janelas do Céu abertas e devorador repreendido.  O texto de Gn. 17 nos mostra que na aliança feita por Deus com Abrão, primeiro o Senhor colocou os seus requisitos: Vs. 1: Anda na minha presença – Significa a comunhão e a intimidade com Deus.  Sê perfeito – Significa o exercício da fé, do amor, e da obediência.  Se conhecendo a verdade, pecarmos deliberadamente, quebramos a aliança e perdemos nossa intimidade com o Senhor, mas se nos santificarmos, pelo constante exercício da fé em amor, nos mantemos em comunhão e somos automaticamente alcançados pelos benefícios da aliança como promete Dt. 28: Todas estas bênçãos virão e te alcançarão… Deus não determinou só deveres a Abraão, mas muitas bênçãos específicas, das quais somos herdeiros como declara Gl. 3:29: E, se sois de Cristo, também sois descendentes de Abraão e herdeiros segundo a promessa.  Tudo que Deus prometeu a Abraão, é seu por direito de herança através de Cristo. Com base nisto, entenda que não há como a sua vida não ser bem-sucedida, se você simplesmente cumprir a parte que te cabe na aliança.  Entre as bênçãos decorrentes da aliança do Senhor com Abraão estão:   1 – Te multiplicarei extraordinariamente: Você não irá apenas crescer, você irá se multiplicar de forma extraordinária. 2 – Serás pai de numerosas nações: Seu sucesso será notório a todos, e por isso muitos te pedirão cobertura e todos que fizerem aliança com você, também terão a benção de serem numerosos.  3 – Abrão já não será o teu nome, mas Abraão (mudança de identidade e sorte):    Frustrado já não será o teu nome, mas realizado e feliz.   Endividado já não será o teu nome, mas próspero e abundante.  Estéril já não será o teu nome, mas pai de multidões.   Derrotado já não será o teu nome, mas mais que vencedor em todas as coisas.  4 – Far-te-ei fecundo extraordinariamente: Seu ventre e seu ministério serão fontes abundantes de salvação. 5 – Reis procederão de ti: Deus suscitará do seu ventre, discípulos que serão ungidos para os lugares de governo. Ex. Vereadores, prefeitos, deputados etc.  6 – Estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e

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Vencendo a luta interior

Romanos 7:15 a 25 Através desta palavra podemos comprovar que existe uma grande luta travada entre a nossa carne e o nosso espírito. Mesmo o Apóstolo Paulo, sendo um grande homem de Deus, com profunda intimidade com Ele, chega a esta conclusão, pois devia experimentar pessoalmente esta luta. Da mesma forma eu e você que já entregamos nossas vidas nas mãos de Deus, podemos estar vivendo esta luta interior. A nossa carne é influenciada por heranças, temperamentos e modelos. Algumas vezes nos deparamos manifestando o comportamento e atitudes de nossos pais, as quais, muitas delas, nós sempre reprovamos. A vida toda fomos alimentados com conceitos, imagens e exemplos que diziam respeito a inclinações da carne e estavam muito distantes dos princípios de Deus. Todas estas informações que recebemos ao longo da nossa vida, combinadas com nosso temperamento geraram em nós maneiras de nos comportarmos, de reagirmos e agirmos que quando manifestas de forma automática, acabam por expressar exatamente as palavras do Apóstolo Paulo: “Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto”. Alguns exemplos: Diante de algo que desejamos muitas vezes apelamos para choro, gritarias, persuasão de palavras e não oramos ou submetemos a Deus, aguardando no Espírito. Quando discordamos de alguma atitude automaticamente temos o ímpeto de discutir, julgar, fazer “caras e bocas”, e não a atitude de intercedermos ou nos colocar na presença de Deus para sabermos se o que pensamos está realmente correto. Quando nos deparamos com as limitações do outro, muitas vezes usamos de acusação e não paramos para orar, nos compadecer e ajudar. Quando colocados à prova, muitas vezes optamos pela mentira por medo de reconhecermos nossas fraquezas ou erros. Muitas vezes decido me santificar, fugindo das tentações e quando percebo caí novamente. Decido ser manso com meu cônjuge, com meus pais, com meus filhos e de repente me vejo agredindo-os com palavras ou até fisicamente. Sei que devo ser honesto, não roubar, não sonegar, não mentir e quando menos espero estou sendo desonesto e mentindo.  O que fazer então?  1. Não sinta-se culpado. Em Romanos 8:1 diz: … “Pois já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus”. O propósito de Deus é SEMPRE NOS ABENÇOAR, NOS PERDOAR. Basta para isso que tenhamos uma atitude legítima de arrependimento. Tome posse do perdão que há em Cristo, porque Ele próprio diz que “Aquele que começou a boa obra em nós há de completá-la até a sua volta” (Fp 1:6).  O sentimento de culpa é um vilão silencioso. A culpa gera morte física e espiritual.  2. Seja transparente consigo mesmo. Não se apegue em desculpas e justificativas, mas antes reconheça as suas fraquezas, o seu temperamento e as atitudes carnais. Chegando a Deus confessando-as e clamando para que o Espírito Santo o liberte. É importante também procurar o líder ou pastor e expor a eles estas fraquezas. Conheça os princípios de Deus através de uma leitura diária da Bíblia e tenha uma vida de oração. A oração move a poderosa mão de Deus. Não podemos desperdiçar as armas que Deus tem nos dado para a conquista de uma nova natureza.  3. Tome a cruz. “E os que são de Cristo crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências”  (Gl 5:24). Siga a Cristo no seu exemplo da cruz, não fazendo aquilo que deseja, mas sim sujeitando a sua vontade a de Deus, obedecendo de forma irrestrita, vencendo a carne e seus desejos, hábitos e vícios e vivendo no Espírito. (Gálatas 5:16-18) À medida que vencemos a carne mortificando as suas paixões, ela vai perdendo a sua força e o fruto do Espírito começa a crescer em nós gerando novas atitudes. Santidade é um estilo de vida, é uma caminhada focada no propósito. Se você tem se sentido roubado com as suas atitudes erradas, se através desta palavra você entendeu que precisa da ajuda de Deus para conseguir mudar a sua maneira de agir, peça a Ele que te toque agora submetendo sua natureza humana à soberania do Seu Espírito, para que você consiga fazer o bem que você quer e não o mal que você não quer! Vou dar a você uns minutos para que você faça sua oração. Ore sinceramente a Deus, Ele vai te ouvir! Deus te abençoe com arrependimento e te livre da culpa, No amor de Deus! apóstolos  

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CONSELHOS PARA MUDAR SUA VIDA

I Samuel 26:23-35 Todo o meu sistema de crenças depende da integridade de Deus. Deus não mente. Tudo aquilo que sentimos falta na nossa vida, depende da integridade de Deus. O maior prazer na Terra é ser confiado, por isso os nossos filhos são uma fonte tremenda de alegria. Quando ainda crianças, correm para os nossos braços e dizem: “Papai, eu te amo”. Essa é uma atitude de que eles confiam em nós. Deus é o Criador! Apocalipse diz que Deus tem prazer em criar. Mas muitas vezes, no nosso cristianismo, somos ensinados que Deus é contrário ao nosso prazer. Mas não é verdade. Deus Se importa se vamos caminhar em prazer, porque na Sua presença há plenitude de alegria. Nós temos o mesmo DNA de Deus. Ele gosta de coisas diferentes e nós também gostamos de coisas diferentes. A natureza de Deus gera novidades. Até as suas misericórdias se renovam a cada manhã sobre as nossas vidas. E nesta semana, Deus vai revelar estratégias sobre a sua vida que afetará você positivamente. Confiança. Deus quer que confiemos nEle. E há alguns tipos de pessoas que você não pode ajudar. Elas são:  Uma pessoa que é o problema.  Uma pessoa que pensa que você é o problema. Uma pessoa que não confia que você é capaz de resolver o problema que ela tem. Falta de honra. Uma pessoa que não honra você, não é um recebedor. Eu sou uma pessoa que sempre entro em uma conversa como alguém que está aprendendo, como alguém que é um recebedor. Melhorar sempre. Se você não mudar a sua agenda diária, você não mudará a sua vida. A vida é um dia de 24 horas. E se você aperfeiçoar o dia, aperfeiçoará a sua vida. Se você não pode aperfeiçoar sua vida, não pode aperfeiçoar mais nada. Conselho para um futuro seguro. Tome a decisão de não ignorar os dons de Deus que estão em você. Só é pobre quem quer, assim como só é rico quem decide ser. Você pode ter um futuro diferente a partir de uma semente. A semente dá a você um futuro diferente. Se você não gosta do seu passado, você não precisa permanecer lá. Coloque no seu presente o que você espera para o futuro, como as universidades onde seus filhos estudarão, as empresas que você pretende abrir… Ser um eterno aprendiz. O que você deseja saber mais do que outra pessoa na face da Terra? O que você quer se tornar a pessoa mais habilidosa em saber? O que você quer ser lembrado por conhecer? E qual o preço que você está disposto a pagar por conhecimento? Eu já gastei muito dinheiro com livros e cursos de aperfeiçoamento. Onde você tem decidido ter sucesso e qual tem sido o seu investimento? Resolver problemas. Qual o problema que faz com que as pessoas pensem no seu nome? Aquilo que você é lembrado é o que você resolve, é uma das suas maiores habilidades. Viver a lei da Honra. Autoridade traz benefício para você? Você se submete à autoridade? Autoridade é sinônimo de promoção. Deus Se move na cadeia de autoridade. O povo ou as pessoas que Deus usa para promover você, são aquelas autorizadas para entregar a você promoções. José entendia isso. Rute entendia isso. Abigail entendia isso. Se você ensinar os seus filhos sobre honra, você os ensinou de forma suficiente para terem sucesso durante toda a sua vida. Todos nós conhecemos a história de Abigail. E como somos todos homens, sabemos que um homem coloca os seus olhos na beleza, mas o seu coração às suas palavras. A forma como uma mulher fala com o homem faz ele agir como um rei ou como um simples homem. Os homens de Davi pediram comida ao esposo de Abigail, mas ele os amaldiçoou. Davi enlouqueceu com o insulto, porque todo homem reage a um insulto. Davi intentou matar a todos. E quando Abigail soube, foi até o encontro dele e começou a falar com Davi como rei. Todo homem tem dentro de si um rei e um tolo. E a forma como a mulher fala com ele desperta o rei ou o tolo. Maridos, uma forma de você retaliar a sua esposa é ficando em silêncio. Abigail olhou para Davi e falou sobre o que ele amava. Ela olhou para Davi e disse que todos sabiam quão grandioso ele era, porque era maior que todos os seus inimigos. A forma de como um homem trata a sua esposa muda tudo, a forma de como ele a apoia, além de dar segurança, define e desperta nela o espirito aguerrido para guerra na direção dos sonhos deles e ainda fara de tudo para completa-lo tratando-o com honra e respeito. Deus matou Nabal, marido de Abigail. Quando Davi escutou sobre a morte dele, mandou chamar Abigail e a tomou como esposa. Isso tudo aconteceu porque ela sabia como conversar com um homem. Ter autoridade para a prosperidade. Autoridade é a escada para a prosperidade. Uma palavra pode mudar completamente a sua vida. A sua decisão para honrar a linha de autoridade pode mudar a sua vida completamente em relação à prosperidade. Quem você admira tem tudo a ver com a sua prosperidade. Você não pode aprender de alguém que você tem ressentimentos. Você só pode aprender de alguém que você admira. A sua decisão de perseguir a informação daqueles que prosperam levará você a mudar as suas conversas. Conversas de críticas vão destruir a lealdade de outros. Não espere lealdade de alguém que você humilhou publicamente. (por isso a sabedoria para lidar com pessoas em publico é chave de crescimento e conquista). Em público elogie, e só confronte ou chame atenção de alguém no particular. À medida que você vai humilhando as pessoas à sua volta, você mata a admiração delas. Conversas definem lealdade. Escutar sussurros de Deus. Deus não grita, Deus sussurra, e você precisa tomar a decisão de escutar a Sua voz. Tudo o que temos na nossa

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Nossa Responsabilidade como Líderes Espirituais 

Mateus 5 : 14 a 16 Graças as infinitas misericórdias de Deus, fomos tirados do meio de uma geração corrompida e perversa.   Geração da qual o Senhor se compadece, a ponto de nos ungir, para que sejamos luz no meio dela. Cada pessoa que é resgatada por Cristo através do novo nascimento, recebe de forma automática, a responsabilidade de iluminar este mundo com a luz do evangelho. Este é um chamado para todos e não apenas para alguns. O mundo, que jaz em desespero e sofrimento por conta do pecado, não tem como ser mudado, a não ser pela transformação espiritual de cada pessoa, ou seja, só conseguiremos mudar o mundo, se conseguirmos mudar pelo poder de Deus, cada pessoa sobre a face da Terra.  Esta responsabilidade não é dos intelectuais, nem dos jovens, nem tão pouco dos governantes, mas sim de cada um dos discípulos de Jesus na Terra. (Há algum discípulo de Jesus aqui? Então saiba que Deus te deu poder para mudar o mundo!). Cada pessoa chamada para ser discípulo(a), se abraçar este chamado, é revestido de autoridade para ganhar e discipular à outros. Discipular significa levar, de forma espiritual, cada pessoa a relacionar-se com Cristo, assimilar o Seu caráter, e a viver segundo os princípios da sua palavra, o que representa a mudança de mente e de atitude, de toda uma geração.  O Senhor nos adverte de que não podemos nos esconder, nem nos omitir desta responsabilidade, pois Ele a confiou especificamente a nós (a sua igreja). Mudar uma geração tão deformada (rebelde, alienada, violenta) pode parecer algo impossível, mas será feito, porque conosco está o poder de Deus. Todo êxito do nosso trabalho será estabelecido no sobrenatural. Não devemos olhar para o tamanho da dificuldade, mas sim para nós mesmos, vigiando e buscando ver, se brilha em nós a luz do Senhor. Não somos fontes geradoras de luz, mas refletoras da luz de Cristo. Como poderei iluminar à outros, se eu mesmo estiver apagado? Como transformarei à outros, se eu mesmo não me deixo transformar? Nosso êxito como líderes, está em sempre nos examinarmos a luz do Espírito Santo, pois esta é a condição colocada por Cristo para haja Aliança (que é sinônimo de vitória). 1 Co. 11:28 diz: Examine-se, pois o homem a si mesmo, e assim coma do pão e beba do cálice. Examine-se, porque isto te prepara para entrar em aliança, e se você entrar em aliança, sua vitória será certa.  Por outro lado, há também uma outra exortação em 1 Co. 10:12 dizendo: Aquele, pois, que pensa estar em pé, veja que não caia.  Você já viu lideranças que estagnam? Ou pior ainda, você já viu líderes que retrocederam? Com certeza. Sabe o que aconteceu com estes líderes? Deixaram de vigiar e de examinar-se, e sem que percebessem, entrou a incredulidade, a acomodação ou o desânimo. O pecado vem por sutilezas, e o maior prazer de satanás é derrubar um líder, ou anular sua conquista. Antes que alguém possa cair, uma sucessão de erros precisa acontecer, porém há pessoas que não caem, mas seu brilho desvanece, seus rostos param de resplandecer a Glória de Deus, como aconteceu com Moisés. São líderes que passam a viver sem paixão, sem sonhos e entusiasmo naquilo que estão fazendo. Como líderes assim poderão atrair pessoas, contagiá-las, e mostrar a elas quanta alegria existe em servir ao Senhor? Outro fato que como líderes, não podemos esquecer, é de que somos o padrão dos fiéis, a fôrma que dará forma espiritual às gerações depois de nós. Seremos mais atentos e zelosos com nosso testemunho pessoal, se nos conscientizarmos de que geraremos uma multidão igual a nós, afinal está escrito que cada semente produz segundo a sua própria espécie. Com base nisto reflita: Você gostaria de ter uma multidão de discípulos que:          – faltassem frequentemente a suas convocações?          – fossem indolentes quanto a oração?          – fossem desrespeitosos com horários?          – fossem auto suficientes e obstinados?          – fossem pouco comprometidos com o ministério?          – fossem críticos e murmuradores de plantão? Creio que você está dizendo: Deus me livre!!! Pois saiba que melhor que se benzer ou dizer tá amarrado, é você vigiar para como líder, não fazer nenhuma destas coisas.  Aquilo que eu for ou fizer, será a legalidade aberta no mundo espiritual, para a formação de discípulos que terão o meu caráter e o meu comportamento. Jesus disse: “Aquilo que quereis que os homens vos façam, fazei vós a eles”. Isto nos alerta para sermos mais flexíveis com os discípulos e mais exigentes com nosso próprio testemunho, pois nossa chamada é transformarmos uma geração e iluminarmos este mundo que está em trevas. Quando pregamos a palavra, atraímos os filhos de Deus, mas o que produz identificação e permanência, é o fato de as pessoas nos olharem e verem Jesus refletido em nós. (As pessoas estarão sempre procurando ver Jesus em você). Para que um espelho possa refletir com nitidez e fidelidade uma imagem, ele precisa ser plano, sem deformidades, manchas ou trincas. De igual maneira, se queremos refletir a luz de Cristo, precisamos nos avaliar sempre, tendo como parâmetro a Palavra de Deus e o permanente e doce balizamento do Espírito Santo. Se formos achados nesta busca verdadeira, seremos aperfeiçoados dia após dia e iluminaremos multidões conforme a promessa. Mt. 5:16: Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.  Ministração: Orar para que o Senhor nos revele nossas falhas e nos conceda arrependimento e santificação.  Que o Senhor os abençoe e multiplique extraordinariamente conforme a promessa ENDJ. Amamos vocês. Aps. Fábio e Claudia A. Abbud.

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Santificados e Blindados por Deus

I João 5:19,19  Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive em pecado, antes Aquele que nasceu de Deus o guarda, e o maligno não lhe toca. Sabemos que somos de Deus e que o mundo inteiro jaz no maligno. Este estudo visa nos conscientizar o quanto importa vivermos em santidade, para que estejamos a salvo das investidas do maligno, e em condições de cuidar adequadamente, das vidas confiadas a nós. Ocuparmos a posição de líderes espirituais, bem como, exercer a função pastoral, fala de estarmos fortalecidos para protegermos o rebanho, e resistirmos aos ataques de inimigos espirituais. Em 1 Samuel 17:33 quando o rei Saul desqualificava Davi como guerreiro, alegando não ter este, condições de enfrentar o gigante Golias, Davi disse: “Teu servo apascentava as ovelhas de seu pai, quando veio um leão ou um urso e tomou um cordeiro do rebanho, eu saí após ele, e o feri, e livrei o cordeiro da sua boca, levantando-se ele contra mim, agarrei-o pela barba, e o feri, e o matei. Este incircunciso filisteu será como um deles, porquanto afrontou os exércitos do Deus Vivo”. No ministério sempre haverá o perigo de ataques, de inimigos internos e externos, e contra tudo isto, nossa blindagem espiritual é nossa santidade. Como está escrito em 1 Jo. 5:18, aquele que vive em santidade, o maligno não lhe toca! Vejamos os exemplos de inimigos internos: Ex. 1: SI. 55:2 a 16 (ler) Ex. 2: Lc. 22:47 e 48 (ler) Agora alguns exemplos de inimigos externos: Ex. 1: Jz. 6:1 a 4 (ler) Ex. 2: 2 Cr. 32:1 e 2 (ler) Neste último texto, a expressão: “fizeram os filhos de Israel, o que era mau perante os olhos do Senhor, por isso o Senhor os entregou nas mãos dos midianitas por sete anos”, deixa claro que nossos pecados, dão legalidade para que os inimigos encontrem oportunidade para nos atacar. A Bíblia diz no Salmo 34:7: “O Anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem e os livra”, e também em 1 Pedro 5:8: “Sede sóbrios e vigiai, porque o diabo vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão e procurando a quem possa tragar”. Quando pecamos (conhecendo a verdade), anulamos a ação do Anjo que está ao nosso redor, e permitimos a invasão do inimigo que está ao derredor. No livro de Jó, satanás reclama com Deus, o fato do Senhor ter protegido a vida de Jó com uma sebe (cerca). Esta cerca espiritual, era sustentada pela santidade encontrada na vida de Jó. Veja o que o Senhor diz ao maligno a respeito de Jó (Jó 1:8): “Viste o meu servo Jó? Porque ninguém há na Terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desvia do mal”. Quando lutamos por viver em santidade, protegemos nossa alma, nossa saúde, nossa unção, nosso ministério, e nossa vida material. Se abaixarmos a guarda no aspecto espiritual, seremos atingidos na alma (Ex.: uma falha na cobertura de oração, que favorece um atrito entre o casal). Uma das coisas pelas quais satanás mais luta, é roubar o equilíbrio emocionai dos pastores e líderes. Nossa função exige que estejamos em paz, que tenhamos mansidão, domínio próprio, condições atualmente chamadas de inteligência emocional. Precisamos ter a alma curada e protegida, para apagarmos os dardos inflamados do maligno (flechas espirituais arremessadas a distância sobre os muros). Exs.: Uma fofoca do tipo: “sabe o que tal discípulo falou de você?” Uma crítica caluniosa contra o líder, a percepção de alguém murmurando contra você, alguém te provocando pra te ver irritado. Como resistir e vencer a estes ataques? Não é fácil, mas o segredo é estarmos blindados pela santidade do Senhor e sermos mortos, em relação ao nosso ego. Um dia um discípulo perguntou ao seu mestre que atributos ele precisaria ter na alma, para ser um pastor forte e bem-sucedido? A resposta do líder foi um tanto estranha, porém muito didática e marcante. Ele disse: “Imagine que você está no IML, de frente para as câmaras onde são guardados os corpos, agora abra alguma das gavetas, e faça ao primeiro defunto que encontrar, os maiores elogios que puder, e veja como ele reage. O que ele fez, perguntou o mestre? Não fez nada, respondeu o discípulo. Então agora mude a tática, comece a fazer duras críticas, faça os piores insultos possíveis, e veja como ele reage. O que ele fez? Não fez nada respondeu o discípulo, ao que concluiu o mestre: Se você quer ser um pastor forte e bem-sucedido, é assim que você terá que reagir: nunca se deixe abalar pelos elogios, e nem pelas críticas”. Precisamos aprender a não nos preocuparmos com nossa reputação, mas sim em termos dignidade, pois reputação é o que as pessoas pensam ou falam de nós, mas dignidade é aquilo que eu sei que Deus pensa a meu respeito. Isto é o que de fato importa. Em meio as crises, ou nos ataques dos inimigos internos e externos, se tivermos paz com Deus, e a consciência de que não fizemos mal a ninguém, podemos nos calar e deixar que o Senhor tome a nossa causa e nos defenda, como fez Davi em relação a seu filho Absalão. (Ex.: O perfil de três reis). Um líder, um pastor, precisa ser sempre um instrumento de conciliação, um pacificador, que tenha primeiro sua alma tranquila, para que possa depois tranquilizar e apascentar aqueles que estiverem ao seu redor. Isto, porém, só é possível para os que buscam continuamente a santificação, como está escrito em Hb. 12:14: “Buscai a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”.  Que Deus os abençoe e multiplique conforme a promessa ENDJ. Amamos vocês. Aps. Fábio e Claudia A. Abbud

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Entendendo a importância de estarmos na Presença de Deus

Gênesis 17:1 e 2 Nosso Deus é Deus presente, Ele habita entre os homens e tem prazer em nos ter em Sua Presença. Na verdade, Ele vindica nossa presença e nossa adoração, como tributo de honra à Sua Majestade. No Éden, após a queda do homem, Deus reclamou a presença de Adão e Eva, procurando-os no jardim. Gn.3:9: E chamou o Senhor Deus ao homem e lhe perguntou: “onde estás?” Também no encontro com o pai da fé, o requisito de Deus para Abrão foi: “Eu sou o Deus Todo Poderoso, anda na minha presença e sê perfeito.” Deus ama tanto ao homem, que esta convocação divina para entrar em Sua Presença, se estende até aos pecadores, como demonstra Tg.4:8: “Chegai-vos a Deus e Ele se chegará a vós outros. Purificai as mãos, pecadores, e vós que sois inconstantes, limpai o coração, humilhando-vos na Presença do Senhor”…. Que grande privilégio! Termos acesso à Presença de Deus, o lugar onde encontramos a paz, onde somos orientados, fortalecidos e capacitados para vencermos quaisquer desafios. A Presença de Deus é o único lugar possível, onde podemos encontrar a vida plena e eterna, que nos está prometida em Sua palavra. Desprezarmos o estar na Presença de Deus, é um pecado que cometemos constantemente, por não termos a dimensão exata da perda que isto representa para nós mesmos. Fazemos isto quando deixamos de orar, quando faltamos as células, aos discipulados, aos cultos e congressos. Quando agimos assim, estamos sem perceber, desprezando a Presença de Deus. Vivemos num século favorável a esta usurpação, pois este, é o tempo dos relacionamentos virtuais, onde os smartphones interpõem-se entre as pessoas, para criar uma comunicação rápida, cômoda, porém distante e muito impessoal. Aqui está o problema, nosso Deus é um Deus pessoal, que jamais se satisfará com um relacionamento virtual e distante com o homem, que o isente de 0 honrar com sua presença espiritual e física. Deus nos quer diante Dele, de corpo, alma e espírito. Isto se torna muito claro através das palavras do Ap. Paulo em Rm. 12:1: “Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional”. Paulo deixa claro que para cultuarmos a Deus, é preciso que haja um sacrifício, em que o nosso corpo se desloque, e esteja presente, onde Deus for ser cultuado. Alguns discípulos da igreja celular, não entenderam ainda o valor de estarem no culto aos domingos, mas pior do que isto, são pastores e apóstolos, que também não compreenderam a importância de serem presentes nas reuniões de discipulado e nos congressos. Quando assim nos fazemos ausentes, estamos desonrando a Deus e aos nossos líderes. A ausência é um subproduto do Éden. Quem ou o que pode suportar a ausência? A resposta é: Nada! Qual a esposa que suporta por muito tempo, um marido que não para em casa? Que marido se agradará de uma esposa que vive no trabalho, no shopping, ou na igreja? Quantos filhos não estão feridos e revoltados pela ausência de seus pais? Que patrão não demitirá um funcionário, que falta ao trabalho dia sim, dia não? Qual será o êxito de uma equipe de doze, que se reúne frequentemente com cinco ou com três? O que poderemos construir com pessoas ausentes? Imagine que você idealizou uma tremenda reforma na área externa de sua casa, desenhou seu projeto, contratou um profissional, comprou os materiais, e encheu seu quintal com eles, mas no dia ajustado para o serviço, o pedreiro contratado não foi. É seu aniversário, e você decide fazer um jantar para comemorar com seus dez melhores amigos, você limpa e organiza a casa, compra altas iguarias, contrata pessoas para preparar e servir, e quando chega a noite, vem apenas um casal. Você encontrou no Facebook um amigo de infância que você ama muito e não o vê há anos, aí você diz: “Cara que saudade, vamos nos encontrar hoje depois do trabalho?” Você vai ao lugar do encontro, espera horas, mas seu mui amigo não aparece. Quando nos ausentamos da Presença de Deus O aborrecemos, quando entramos em comunhão com Ele, O honramos. Com Deus, há dois níveis de comunhão, e uma não substitui a outra: A Comunhão do Espírito: que é a relação íntima, entre eu e Deus. Esta pode se dar quando de forma particular, eu oro, louvo, ou leio a palavra de Deus. Mt.6:6: “Tu porém, quando entrares no teu quarto, e fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto, e teu Pai que vê em secreto, te recompensará”. Quando nos ausentamos da Presença íntima do Senhor perdemos a melhor parte desta recompensa, que é estar com a pessoa do Espírito Santo. A Comunhão do Corpo de Cristo: este é o momento em que Deus requer receber o amor e a adoração de seus filhos como família, a família da fé, a igreja. Mt. 18:20: “Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles”. Alguns não entenderam ainda a importância desta convocação e do prejuízo espiritual que significa, não atendê-la. O Ap. Paulo já exortava alguns cristãos sobre sua tendência a fazer carreira solo, no livro escrito aos Hebreus. Hb. 10:25: “Não deixemos de congregar-nos, como é o costume de alguns, antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima”. Os líderes e discípulos que não vem aos cultos de domingo, estão abrindo precedente a enfraquecerem-se espiritualmente e serem assim, atacados por satanás. Também alguns líderes, não rompem no seu ministério, por não cumprirem os requisitos básicos, dos rituais de honra a Deus. O que será que nos rouba da preciosíssima Presença de Deus? Só há uma coisa: o pecado, também chamado de quebra de princípios. Já aprendemos que toda quebra de princípios (desonra) fecha portas, e que todo cumprimento aos princípios (honra) abre portas. Quando Adão e Eva pecaram, desonrando a Deus pela desobediência ao princípio estabelecido, eles perderam o direito

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