Esboço da Célula

A verdadeira Páscoa

(Êxodo 12:1-14) Hoje daremos uma pausa no tema que vínhamos ministrando e falaremos hoje da Páscoa, semana que vem continuaremos o tema anterior. A Páscoa é o ato salvífico de Cristo morrendo na Cruz para nos resgatar, proclamar nossa vitória e profetizar nossa entrada no céu. Ao celebrarmos a Páscoa, celebramos a garantia da vida eterna. Jesus morreu e ressuscitou! Sua morte e ressurreição trouxe-nos vida e nossas vidas são o resultado dessa profecia, dessa chamada que nos fez cidadãos do céu. A Páscoa está centrada na pessoa de Jesus Cristo e representa mensagens exclusivas. Vejamos: 1.Livramento da morte. A Páscoa é a bênção de Deus para nos livrar da morte. Ainda que morramos fisicamente, quem nasceu de novo em Cristo tem a vida eterna. A Bíblia diz que Jesus morreu, ressuscitou e está vivo. NEle, nós também temos a mesma vida, quando partimos deste mundo, estaremos com Ele para sempre . Nós cremos no céu como uma realidade e cremos que Jesus voltará para levar Sua Igreja. Temos a vida eterna porque fomos libertos da morte, comprados pelo sangue do Cordeiro, nEle temos a salvação!   2. Libertação da escravidão. A Páscoa se manifestou para nos livrar da escravidão do pecado. Assim como os filhos de Israel estavam presos no Egito e o Senhor os livrou, assim Deus enviou Seu Cordeiro Pascal, Jesus, para nos livrar do pecado. A Bíblia diz em João 1:29, que Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Também no livro de João, capítulo 8, versículo 36, está escrito que quando somos libertos pelo Filho do Homem, então, verdadeiramente somos livres. Nós somos livres em Cristo Jesus! 3. Arrancar as pragas da vida. No dia da Páscoa realizada no Egito, o povo hebreu testificou juntamente a todos os egípcios que o Deus de Israel é o Senhor Todo Poderoso. O povo do Egito foi ferido com pragas por causa da desobediência, mas o povo de Deus não foi atingido. A Páscoa é a chance de Deus para arrancar as pragas do povo. O que é praga? É maldição. Muitas vezes essas maldições acompanham nossa família. O Senhor diz em Deuteronômio que essas maldições seriam visitadas até a terceira e quarta geração. Mas, o Cordeiro Pascal encerra todas as maldições. Ele se tornou maldição em nosso lugar para que fôssemos libertos, fomos abençoados com longevidade, esperança, prosperidade, salvação eterna. 4. Herdar a terra. Assim como o povo de Deus saiu do Egito, depois da Páscoa, para herdar a terra que o Senhor prometeu, nós temos em Cristo a nossa herança. Romanos 8 nos diz que somos herdeiros de Deus e co-herdeiros em Cristo Jesus. Essa é a herança da glória.   5. Rendição completa. Desde Gênesis, no capítulo 3, quando o homem foi coberto com pele de carneiro por causa do pecado, Deus já estava apontando para o Calvário. Ele fez a promessa de que um dia veríamos esse Cordeiro manifestado como Gente, que morreria, ressurgiria, iria para glória, mas voltaria para buscar a Sua Igreja. Há uma mistura entre esse Deus que veio a Terra em forma de homem e Seu Corpo na Terra, a Igreja. O céu tem uma representação legal do homem: Jesus Cristo, o nosso Intercessor que está à direita de Deus e na Terra também tem seu representante legal do céu: a Igreja, os filhos de Deus lavados e redimidos pelo sangue do Cordeiro. Podemos observar, então, que quando Deus quer mudar o curso das coisas na Terra, Ele convoca a Sua representação legal, a Igreja, a geração eleita. Somos canais de Deus para que Ele possa nos usar como quer e trazer Sua glória sobre as nações, anunciando que o Cordeiro Pascal está vivo. Essa visão de mistura entre o divino e o humano é a vida plena de Jesus trabalhando em sinais na vida dos homens. Cada um sinalizando a vida de Deus na Terra. Você é o ponto de contato de Deus na Terra. Isso só é possível, porque existe a Páscoa, porque o Cordeiro Pascal veio à Terra, entregou-Se no Calvário, assumiu o nosso lugar de pecado, morreu, ressuscitou e nos deu sua própria vida. Quem compreende a visão do Cordeiro Pascal e se confronta com Ele não pode continuar o mesmo. Ele é o nosso modelo e Se entregou totalmente. Quando olhamos para Ele, rendemo-nos de igual modo. Ele é a nossa esperança e a nossa vida. Deuteronômio 30 diz que devemos andar nos estatutos do Senhor, porque Ele é a nossa vida. João 1 diz que Ele é a vida, e, quando ressuscita Lázaro, diz: “Eu sou a ressurreição e a vida, aquele que crê em mim ainda que esteja morto, viverá.” O nosso Jesus é Vivo e garante vida para Seus filhos. Por tudo isso, nós nos rendemos com alegria. Não é uma rendição com saudosismo, é uma rendição com boa expectativa. “Eu sei em quem tenho crido e estou certo que é poderoso para guardar o meu tesouro até o dia final.” (II Timóteo 1:12) Compartilhar: o que você aprendeu a cerca da páscoa que ainda não sabia? O que você pretende fazer nesta terra como igreja e corpo de Cristo? Você já entregou a sua vida ao Senhor Jesus? Amamos você! Apóstolos Eliezer e Zenita Atenção: Domingo as 18:00 horas será a nossa celebração da Páscoa onde teremos a Ceia do Senhor. Te espero, até lá.

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O poder e a importância do perdão

Mateus 5:23,24; 6:14,15; João 3:16 Se compreendermos o perdão entenderemos a maravilhosa bênção da reconciliação entre nós e Deus, isso nos facilitará a pratica no dia a dia para com nossos irmãos e nos manterá firmes em toda nossa trajetória na terra com Deus. O mesmo perdão que recebemos de Deus deve ser praticado para com nossos semelhantes. O perdão (ou a falta dele) faz muita diferença na vida de alguém. A reconciliação horizontal determina se a vertical que recebemos de Deus vai permanecer em nossa vida ou não. A palavra de Deus é clara quanto ao fato de que se não perdoarmos a quem nos ofende, então Deus também não nos perdoará. Foi Jesus Cristo quem afirmou isto no ensino da oração do Pai Nosso. Em Efésios 2:4,5 diz que fomos salvos pela graça de Deus em Cristo Jesus nosso Senhor. Graça significa que não há nada que possamos fazer para Deus nos amar mais e que não há nada que possamos fazer, para Deus nos amar menos, Ele simplesmente nos ama incondicionalmente. A graça significa que Deus já nos ama tanto quanto é possível, sem merecermos. Ele estabeleceu através desta graça que não há limites para o Seu perdão como prova do Seu amor por nós. Aprendi algo muito importante logo que tive um encontro verdadeiro com o Senhor Jesus. Aprendi que perdão não é um sentimento! Perdão é uma decisão seguida de uma declaração! Isto revolucionou todos os meus conceitos e valores com relação a este substantivo abstrato de seis letrinhas e assim como foi comigo, sei que Deus irá fazer isso hoje com você também! Descobri que por não ser um sentimento, ninguém pode “sentir perdão” por alguém. O homem pode sentir por seu semelhante amor, compaixão, raiva, ódio, paixão, ciúme, inveja, saudade, pena, gratidão e outros sentimentos diversos, porém perdão não se sente, perdão se pratica! Qualquer prática na vida para ser bem executada, como cozinhar, dançar ou falar, requer aprendizado e determinação, o mesmo acontece com o perdão. Precisamos aprender a perdoar para conseguir perdoar. Muitas coisas que aprendemos na vida antes de praticarmos é através de ver outras pessoas fazendo estas coisas. O exemplo muitas vezes é a maior escola. O que é mais eficaz? Aprender a fazer um bolo apenas com uma receita ou vendo diariamente alguém fazer? Nosso maior exemplo de perdoador, é também Aquele que nos capacitará a perdoar. JESUS! Jesus nos momentos mais terríveis de sua vida, Ele pediu ao Pai que perdoasse seus perseguidores e inimigos. Em Lucas 23:34 diz que quando Jesus sofria terrivelmente naquela cruz, nos seus últimos momentos de vida como homem, ele não disse: “Pai, faça vingança por mim!” Ele disse: “Pai, perdoa-os, porque não sabem o que fazem”. Um ano depois desta declaração de Jesus na cruz, o primeiro mártir cristão citado na bíblia é Estevão, que fez a mesma coisa. Enquanto estava sendo atingido por grandes pedras, que lhe tiraram a vida, orava a Deus dizendo: “Pai não lhes impute este pecado”, isto é, perdoa-lhes este pecado. (Atos 7:60). Além de descobrir que perdão não era sentimento e sim uma declaração, descobri também que perdoar ia além de declarar: “eu te perdoo e não tenho nada contra você”. Descobri que o perdão verdadeiro era também desejar que o culpado fosse perdoado por Deus. Que desafio! Perdoar e ainda deixar morrer o desejo de vingança! Parece impossível, mas como JESUS e Estevão nos mostraram, não é impossível. Isso é Revolução total, é estar na estatura de Cristo, é ser filho de Deus. Jesus também ensinou a perdoar quando mostrou a seus discípulos como orar (Mateus 6,12). Quando nós cristãos oramos o Pai Nosso, podemos não estar dando conta do que dizemos a respeito de perdoar. Você se lembra o que diz a oração do Pai Nosso a respeito de perdão? La diz: “Perdoa as nossas dívidas assim como perdoamos aos nossos devedores”. As nossas orações não são vãs repetições, então estamos pedindo que Deus nos perdoe na medida que perdoamos. É isso mesmo que desejamos que aconteça? Talvez aqui alguns já tenham alcançado a condição de perdoar numa medida que seja a que desejasse que os outros o perdoassem, mas a grande maioria responderia: Não! Portanto não devemos nos condenar por isso, e sim decidir mudar. Para entender como perdoar, precisamos analisar o plano de Deus para o homem através de enviar Jesus como nosso Senhor e Salvador e como aquele que perdoaria TODOS os nossos pecados. Deus sabia quão destruidor seria para o homem, tanto o sentimento de culpa quanto a falta de perdão. Deus sabia que para perdoar, o homem precisaria sentir-se perdoado! Então Deus cria um plano para que o homem experimentasse deste perdão. Quem aqui já experimentou o perdão de Deus? Em João 3,16 e 17 encontramos o “porquê” e o “como” do perdão de Deus: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu Seu Filho unigênito, para que todo aquele que Nele crê não pereça mas tenha vida eterna, porquanto Deus enviou Seu filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele”. O amor de Deus é o porquê do Seu perdão e JESUS é o como! Nesta noite Deus quer te trazer alívio, te livrar da falta de paz, te livrar de enfermidades. A falta de perdão geram mágoas que causam enfermidades físicas. Deus quer nos livrar de angústias e aflições, nos perdoando e nos ensinando a perdoar como Jesus perdoou! Creia em Jesus dando os primeiros passos: perdoe-se e decida perdoar!!!! Como disse no início descobri com Jesus que perdão não era sentimento, mas descobri também que se praticado, faz brotar com forte intensidade sentimentos como AMOR e compaixão. Quando não perdoamos alguém, colocamos essa pessoa na prisão e lá ficamos com ela. Quem não perdoa atrai consequências de maldição para si e para os outros. O rei Saul não perdoou a Davi, por isso morreu antes da hora. Absalão tam­bém não perdoou seu

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A importancia da fé em Deus

Gálatas 2.20; Hebreus 11:6 Em tempos de oração e jejum precisamos aprender a exercitar a nossa fé. Estamos orando e jejuando nestes 90 dias por refoma em todas as áres da nossa vida, Famíla, igreja e também por cura de nossas geografias. Fé neste momento é algo extremamente importante. A batalha para a qual nós somos chamados é a batalha da fé. O bom combate é o bom combate da fé. Toda a estratégia do diabo contra a nossa vida consiste em minar a nossa fé, a estratégia dele é lançar dúvidas na nossa mente. Esse nosso inimigo espiritual quando nos lança dúvidas na mente, ele usa de uma astúcia terrível, ele fala em nosso ouvi­do como se fosse nós mesmos falando conosco. Ele faz isso para que pensemos que aquele pensamento que ele está soprando, procede de nós mesmos, dessa forma acabamos aceitando aquele pensamento como algo normal e quando aceitamos, desce ao coração. A fé é chave pra vencê-lo. Se não tivermos fé, como poderemos avançar? Quando o diabo consegue lançar dúvidas em nosso coração, por exemplo, a respeito do amor de Deus, o resultado é que ficaremos paralisados. Já não conseguiremos orar mais como antes, não conseguiremos crer por milagres porque agora há dúvida do amor e da fidelidade de Deus. Quem tem dúvidas em relação a Deus não conseguirá ter fé para receber, realizar algo ou para pedir coisa alguma. Outras vezes a voz maligna atacando nossa mente tenta nos levar a olhar para nós mesmos e a esquecermos da nossa justifi­cação em Cristo. Nesse momento, podemos concluir falsamente que precisamos ser perfeitos para recebermos algo de Deus e, naturalmente, nos sentiremos desqualificados e o resultado será a falta de fé para estarmos diante dEle para recebermos ou realizarmos algo. Tudo porque acabamos aceitando as mentiras do diabo que diz ser necessário merecer para receber algo do céu. Em Gálatas 2:20 e em Hebreus11:6 diz: O viver que agora temos no corpo, devemos vivê-lo pela fé no filho de Deus. O justo vive pela fé, porque sem fé é impossível agradar a Deus. A fé é a chave para avançar. Não estamos autorizados a julgar ninguém, nem presumir quem tem fé ou não. Julguemo-nos a nós mes­mos. Uma coisa, porém, é fato, é a incredulidade que nos impede de recebermos mais de Deus. Há um oceano de provisões celestiais à nossa disposição, mas não desfrutamos delas porque cedemos à incredulidade em nossa mente e coração. Aprender a exercitar fé é, portan­to, vital para o nosso crescimento espiritual e para entrarmos na posse de todas as bênçãos que já nos foram dadas por Deus em Cristo Jesus. 1. O que é fé? A verdadeira fé procede do coração e não da mente. Não basta um mero sentimento mental, é preciso aplicar o coração para crer na Palavra de Deus. A Carta aos Hebreus, 11.1, diz que "fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem". Portanto quem crê, não tem que forcar para crer. A fé é simplesmente uma convicção, uma certeza. É como um pai que, estando embaixo, diz ao filho, que está sobre o muro: "Pule, filho! Pule!". O filho precisa crer que o pai vai segurá-lo. Se seu pai for digno de confiança, então ele pulará. Esse é um bom teste para você fazer com o seu filho. Se o garoto pular, será um bom sinal, significa que ele confia em você o bastante para também aceitar suas instruções. Aquele que não confia, também não aceita instrução. Você também terá que pular nos braços de Deus. Enquanto você não pular nos braços dEle, você não conseguirá seguir Suas instruções. O Se­nhor jamais decepcionou aqueles que esperam nEle. Em Hebreus 11:2,3 diz: Pela fé, os antigos obtiveram bom testemunho. Pela fé, enten­demos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem. É pela fé que você entende que o Universo foi formado pela Palavra de Deus. Para o homem sem Deus que não conhece a Sua Palavra, a vida foi simples­mente um acidente cósmico e o Universo surgiu de uma explo­são cósmica. Essa teoria é conhecida como teoria do Big Bang. Na Bíblia a verdade é essa: Deus disse “Big, então, Bang”. Esse é o poder da Palavra de Deus, essa é a verdade eterna, o resto é tolice do ser humano que tira Deus do centro e tenta se colocar no Seu lugar, estes são princípios  humanistas, totamente malignos, pois coloca o homem no centro. Em Hebreus 11: 4,5 diz: Pela fé, Abel ofereceu a Deus mais excelente sacrifício do que Caim; pelo qual obteve testemunho de ser justo, tendo a apro­vação de Deus quanto às suas ofertas. Por meio dela, também mesmo depois de morto, ainda fala. Pela fé, Enoque foi trasla­dado para não ver a morte; não foi achado, porque Deus o trasladara. Pois, antes da sua trasladação, obteve testemunho de haver agradado a Deus. Enoque foi trasladado, não por ser melhor do que os outros, mas porque, antes da sua trasladação, obteve testemunho de haver agradado a Deus. E como ele agradou a Deus? Crendo. Agrada­mos muito a Deus quando cremos em Sua Palavra, quando colocamos a nossa confiança nEle. Deus certamente se envergonha de algumas pessoas. Jesus disse que "todo aquele que o confessar diante dos homens também Ele o confessará diante do Pai" (Mt 10.32), mas aquele que se enver­gonhar dEle, o Senhor também se envergonhará dele naquele dia. Todavia, a Palavra de Deus diz que o Senhor não se envergonha de alguns. E quem são estes? São aqueles que crêem. 2. A vida cristã só pode ser praticada por fé  Incrédulos vivem na carne, estão sempre afirmando que ninguém consegue praticar a justiça, vivem reclamando que a mensagem da Igreja é difícil demais. Essas atitudes são um sinal de incredulidade, pois é pela fé que praticamos a justiça. Como posso ter uma atitude perdoadora? Pela fé.

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Restaurando a nossa fé

Mateus 12:9-14 Vemos aqui Jesus Cristo curando um homem que tinha a mão ressequida. Creio que nessa passagem Deus tem muito a nos falar a respeito de nossas mãos espirituais. As mãos são os nossos instrumentos para criarmos, para fazermos, pegarmos, nos apropriarmos de algo, lutarmos e nos defendermos. Sem as mãos nos sentimos impotentes. Com as mãos amarradas para trás nos sentimos dominados e subjugados. Não por acaso a polícia subjuga um criminoso amarrando-lhe as mãos. A expressão "ressequida", é diferente de "ressecada", é mais grave. Quando a pele seca pelo tempo ou pelo sol está ressecada, mas a mão que está ressequida perdeu os movimentos. Assim podemos dizer que a mão é um símbolo de algo mui­to sério no mundo espiritual. Assim como no mundo natural, tudo é conquistado com as mãos. Aprendemos no domingo passado que as mãos tem cinco dedos por que significa responsabilidade diante do Senhor. Podemos fazer tudo com as nossas mãos, isso indica que temos compromisso com os nossos atos. Nossas mãos simbolizam nossas obras e no mundo espiritual, a nossa fé exerce o papel de mão, ou seja, é por meio da fé que conquis­tamos as bênçãos de Deus e O agradamos. O problema é que a nossa mão espiritual pode também se tornar ressequida, ou seja, a nossa fé pode estar enferma. Com a fé ressequida não conseguiremos produzir muita coisa, nos senti­remos incapazes e impotentes diante das circunstâncias. 1. A mão ressequida simboliza uma fé ressequida Ter uma mão espiritual ressequida é ter uma fé que não se abre para receber as bênçãos e as provisões de Deus, que estão ao nosso dispor. Precisamos ter mãos espirituais curadas para nos apropriarmos das bênçãos, para pegarmos e dizermos: "E meu, eu tomo posse, isso me pertence". A parte de Deus é dar, mas a nossa parte é apropriar. Uma mão espiritual ressequida, porém, já não pode se apropriar das promessas corretamente. Além de não poder se apropriar das promessas, a mão ressequida também já não pode lutar no meio da batalha, pois é incapaz de empunhar a espada. No meio da luta, a fé ressequida é completamente indefesa. Em terceiro lugar a mão ressequida não tem forças para reter as promessas de vitória. Deus é tão gracioso que pelo fato de ouvirmos e obedecermos sua Palavra, Ele vem e põe nas nossas mãos benção de provisão em tudo, com Deus tudo transborda. Já viu bênçãos assim? Você nem foi atrás, a bênção correu atrás de você. Mas quem tem fé ressequida não consegue reter essas bênçãos. Deus nos dá as bênçãos nas nossas mãos, precisamos retê-las pela fé, precisamos segurá-las. Creio que nestes dias a nossa fé será restaurada para retermos e segurarmos as bênçãos do céu. 2. Por que Jesus quer curar a fé ressequida? Hoje é dia de um milagre do Senhor em sua vida, é dia da sua fé ser curada. Se você está desiludido, sua fé era forte e, por alguma razão, ela não opera mais como antes, hoje é dia da sua fé ser curada. Por que Jesus quer curar a fé ressequida? Como ele fará isso? No texto que nós lemos há três razões: a) Porque pertencemos a Jesus Ao que lhes respondeu: Qual dentre vós será o homem que, tendo uma ovelha, e, num sábado, esta cair numa cova, não fará todo o esforço, tirando-a dali? Ora, quanto mais vale um homem que uma ovelha? Naquele instante Jesus olhava nos olhos daquele homem que tinha a mão ressequida e dizia: "essa ovelha é minha, ela me pertence". Saiba de uma coisa: você não é seu, você não pertence a si mesmo, você pertence a Deus. Ele criou você, Ele tem o direito de criação, de fabricação e de patente. Ele fez você. Você pertence a Ele. Mas, se não bastasse o direito de criação, que já era dEle, Jesus comprou você de novo, lhe resgatou e pagou o preço. Você pertence a Ele. Você é dEle. E o Senhor diz: "Quan­to mais vale o homem!". Você pertence ao Senhor por isso você tem valor. Joga fora essa atitude de menos valia, de se achar incapaz e pensar que não é merecedor do amor de Deus. b) Porque a fé mirrada coloca nos em uma cova Jesus disse que a ovelha, representado pelo homem da mão ressequida, estava caída numa cova. Em seguida, Ele afirmou: "ainda que seja num sábado, seja que dia for, eu farei todo o esforço para tirá-la do buraco". Todas as vezes que a nossa fé fica ressequida, caimos em uma cova, em um buraco. Precisamos receber cura na nossa fé diariamente através da Palavra de Deus, através da oração, confissão, relacionamento com a igreja e célula, e também no discipulado. O crente com a fé ressequida fica cansado, sua alma fica can­sada, seu semblante fica cansado, suas palavras se tornam cansa­das e cansativas porque está faltando descanso de Deus. Quando nossa fé é curada, ela estará edificada, então o descanso entrará em nossa vida, pois todo descanso vem pela fé. c) Porque temos um grande valor Jesus disse no versículo 12: Quanto mais vale um homem do que uma ovelha. Jesus quer curar nossa fé porque somos muito preciósos para Ele. Deus enxerga além do que qualquer um pode enxergar em nós. Quando Deus nos olha, Ele tem olhos de lapidador, que não vêem apenas a pedra bruta, mas vêem o diamante lapi­dado, a jóia perfeita, com um valor tremendo. Quando Deus nos vê, Ele não vê apenas o que somos agora, mas o que poderemos ser. Ele também nos enxerga na glória reinando com Cristo. Uma das coisas que tornam uma peça preciosa é o fato de ela ser única. Não há outro igual a você, você é único. Deus sabe disso, Ele te criou e não quer perder você. Ele quer completar a boa obra que iniciou, renovar a sua fé para crer por coisas tremendas nEle. Deus têm pensamentos bons ao seu respeito. O olhar de

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Saindo definitivamente da passividade

Marcos 8:22-26; Lucas 18:35-43 Nos textos que lemos hoje vemos o Senhor Jesus orando e tocando em dois homens cegos, um homem era de Betsaida e outro estava sentado a beira do caminho perto de Jericó. Jesus agiu de forma diferente com os dois, para Bartimeu Jesus disse, veja e ele viu, para o outro Jesus teve que colocar saliva nos olhos e ainda impor as mãos por duas vezes. Buscaremos ver através destes dois cegos se existe em nós passividade ou não, se houver, precisaremos romper e viver a liberdade que Cristo nos proporcionou. Este  ho­mem de Betsaida fora levado por outras pessoas até Jesus e é  impressionante a passividade desse homem. Ele era cego e se não fossem seus amigos suplicarem por ele, ele continuaria paralisado nessa mesma condição. Tão diferente de Bartimeu, também cego, que quando fica sabendo que o Senhor Jesus passava por ali grita bem alto apesar da repreen­são e rejeição de alguns. Pela insistência de Bartimeu que não parava de gritar, Jesus para e o chama, ele dá um salto e vai correndo até o Senhor. Jesus nem precisa perguntar se ele está vendo, pois o mesmo começa a glorificar a Deus e todo o povo louva a Deus pelo milagre. Vejamos a diferênça entre os dois cegos Bartimeu não ficou esperando por ninguem, não ficou parado acomodado com a sua situação e quando as pessoas se levantaram para impedí-lo, ele gritou mais alto ainda e não se intimidou, buscou a sua cura e recebeu. Quando Bartimeu chegou diante do Senhor Jesus ele sabia exatamente o que queria e quando recebeu, se expressou. Fico imaginando ele pulando e gritando glorias a Deus pela cura que recebera, tanto que mesmo seguindo a Jesus pelo caminho a fora, não parava de glorificar. Em contra partida, o cego de Betsaida ficou esperando ser levado por outras pessoas quando soube que o Senhor chegou naquele lugar, e quando estava diante dEle quem rogou e clamou por ele foi estas pessoas que o levaram. Jesus agiu diferente com ele, pois o pegou pela mão e o levou para fora da aldeia, pois este precisava de algo mais, uma oração apenas não seria suficiente. Este era mais mudo que cego. Jesus para curar este homem aplica-lhe saliva em seus olhos, isso nos parece estranho, não foi algo comum, mas foi exatamente isso que o Senhor fez, e depois o toca imponde-lhe as mãos. Agora aquele homem enxerga, mas não se expressa e foi necessário o Senhor Jesus lhe perguntar se ele via alguma coisa, é só aí que ele afirma ver pessoas que se parecem com árvores. Em vez de dizer a Jesus que não está enxergando direito, diz o que vê como quem se contenta com uma "meia-cura". Acima de tudo, aquele homem não enxergava sua própria dignidade. Jesus, porém, não se contenta com a visão turva dele e por isso executa sua cura completa. Veja que foi Jesus que toma a iniciativa de perguntar e de orar novamente, pois se não o fizesse, aquele homem continuaria da mesma forma. A única razão para o fracasso das pessoas está na perda ou na falta de foco. É preciso saber o que queremos e aonde sonhamos chegar. Quantas pessoas vivem como aquele cego, contidos em sua própria escuridão existencial, alheios às possibilidades que os cercam, alheios ao poder de Deus e sem interesse quando têm diante de si a abundância de vida. Quantos vivem em absoluta cegueira quanto ao que Deus deseja realizar em suas vidas e ao próprio valor pesso­al. Quantos vivem sem enxergar a sua verdadeira identidade em Cristo, a sua oportunidade de servir ao Senhor usando seus talentos, seus bens e seu tempo. Muitos não enxergam a benção de estar casados, de ser pais e de ser filhos. Muitos vivem passivos quanto a fé, quanto a família, quanto ao ministério e a salvação. Quantos vivem e não expressam sua fé e não conseguem ver direito o quanto o Senhor já fez e não valorizam aquilo que já receberam. Muitos desistem por causa das falhas que cometem ou pelas falhas do conjugê, dos filhos, dos pais, dos líderes etc., mas Deus me mostrou que a grandeza não é a ausencia de falhas, mas a vontade de superá-las. É preciso sair da acomodação e buscar mudanças. Nossa visão é de companheirismo e discipulado. Aquilo que aquelas pessoas fizeram foi certo, pois eles levaram aquele homem até a presença do Senhor Jesus, eles agiram como uma célula deveria agir. Precisamos fazer o mesmo, pois a resposta certa para cada vida vem de Deus. Não podemos ser passivos, não podemos ser pessoas frias, não podemos ficar parados e satisfeitos com aquilo que já conquistamos, Deus tem mais para nos dar e é preciso buscar, receber e se expressar. O Salmos 100 diz que devemos servir ao Senhor com alegria. Deus falou ao meu coração que a nossa reação a Sua Palavra é um retrato de nosso respeito para com Ele. O preço que estivermos dispóstos a pagar por Deus, determina o quanto Ele vale pra nós! Para alcançar o sucesso é preciso sair da acomodação. O que está faltando em nossa vida é o que certamente não valorizamos no passado, e em muitos casos, foi porque ficamos passivos e não agimos. O cristão fiel e verdadeiro não se intimida com as ameaças do inimigo ou com as circunstâncias contrárias, pois está alimentado, fortalecido, firmado na fé e guardado em Cristo. Conclusão: Aprendemos também neste acontecimento que é preciso crer e receber com facilidade. Imaginem, foi necessário Jesus passar saliva nos olhos daquele homem para desenvolver a sua fé, mesmo sendo o Senhor orando e declarando a cura com imposição de mãos, ainda não era suficiente.   Aquele cego não sabia que era saliva, deve ter pensado; deve ser algum remêdio, Jesus deve estar ungindo os meus olhos. Mesmo pensando assim, foi necessário Jesus fazer duas orações e mesmo assim, precisou da insistência do Senhor Jesus para ele testemunhar e se

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Receba a Arca de Deus em sua casa

2 Samuel 6:1-3,9-12; Mateus 18:20 A Arca da aliança no antigo testamento simbolizava a presença de Deus, ela apontava para Jesus Cristo, pois tanto na sua estrutura, como nos objetos colocados dentro dela, apontava para Ele, inclusive no eu propósito. Ela era feita de madeira de acácia, uma madeira encontrada no deserto. Por ser do deserto, esta madeira é formada em um clima de muito calor ao dia e geada a noite, além disso, no deserto os ventos são fortes e constantes, a madeira de Acácia fica flexível, forte e resistente, ela não quebra e os cupins não conseguem perfura-la, é também uma arvore feia e sem aparência agradável. Na conotação espiritual seria uma madeira incorruptível. A arca é construída desta madeira e revestida de ouro por dentro e por fora, ouro fala daquilo que é divino e a madeira fala daquilo que é terreno. Jesus se fez homem, se tornou humano, se tornou terreno, mas perfeito, santo incorruptível, embora ele fosse homem, tinha a essência do céu, era divino. Aqui o humano foi revestido do céu, daquilo que é divino. Jesus na terra estava como homem, viveu como tal, não usou nenhuma vez os atributos de Deus, na realidade, Ele despojou-se destes atributos, embora a sua essência divina sempre permaneceu sobre Ele. Dentro da arca foi colocado o cajado do sumo Sacerdote Arão, as tábuas da Lei e o Maná que caia todos os dias de manhã como pão para o povo se alimentar, pois estavam no deserto. Jesus Cristo é o verbo vivo representado na Lei de Deus, a Sua Palavra. Ele é também o pastor supremo, o sumo sacerdote representado pelo cajado de Arão, Ele é também o pão vivo que desceu do Céu para alimentar os que creem representado pelo Maná. A presença da arca da aliança trazia a manifestação da presença de Deus no meio do povo, uma vez por ano o sumo sacerdote entrava no Santo dos Santos, diante da Arca, para fazer propiciação pelo pecado do povo, ali era apresentado o sangue do sacrifício da ovelha inocente pela culpa e o perdão era liberado. Jesus apresentou seu próprio sangue como Cordeiro inocente imolado diante de Deus pelo nosso pecado. Agora Ele traz a presença de Deus no nosso meio, Ele se tornou a porta de acesso, Ele agora é mais do que Deus conosco, Ele se tornou Deus em nós. A arca era levada junto as tropas na época da guerra, e o povo de Deus vencia as batalhas. Onde a Arca estivesse, a bênção de Deus se estabelecia. Saul foi um rei que desprezou a arca de Deus, e o seu reino não foi abençoado. Quando Davi assumiu o reino, ele mandou buscar a Arca e trazer para Jerusalém. Ele mandou que trouxessem a arca de uma maneira errada, pois a arca não poderia ser transportada de outra forma que não fos­se nos ombros dos sacerdotes. Como trazia a arca de forma errada, houve um problema no transporte, então deixou a arca na casa de Obede Edom."E ficou a arca do Senhor em casa de Obede-Edom, o giteu, três meses; e abençoou o Senhor a Obede-Edom, e a toda a sua casa." (2 Samuel 6:11) A arca foi enviada para a casa de Obede Edom, um homem que não era da tribo de Israel, mas quando a arca pousou na casa dele, ele prosperou em tudo. A arca ficou na casa de Obede Edom durante 12 semanas, e durante estas doze semanas tudo mudou na casa dele. A bênçãos chegaram e ele foi muito próspero. A Arca hoje é o lugar onde dois ou três se reúnem em nome do Senhor Jesus, pois foi o próprio Jesus quem disse que Ele estaria em nosso meio quando nos reuníssemos em nome dele. É como as células, onde nos reunimos em nome do Senhor Jesus. (Mateus 18:20) A presença de Deus muda tudo na vida de uma família. Onde a arca chega, a geografia é mudada. O mal não pode resistir. Deus vai derramar de Suas bênçãos sobre os lares que são portas abertas para que a palavra dEle seja propagada. Obede Edom experimentou o melhor tempo de sua vida quando a arca estava em sua propriedade. Os milagres aconteciam quando eles invocavam a Deus e a arca estava com eles. É tempo de sermos abençoados pela presença de Deus na nos­sa casa, a Arca deve ser trazida para dentro de nossa casa para que toda a nossa família experimente as bênçãos de Deus. Quando a igreja foi estabelecida na terra, os apóstolos faziam reuniões nas casas, eles faziam células e a presença de Deus era cons­tante em cada lar. Receber a Célula significa receber a Arca de Deus! Ser anfitrião é um ministério. Somente aqueles que compreendem o seu papel no reino de Deus podem receber a arca. Cada anfitrião deve entender que está desempenhando um ministério diante de Deus, e não meramente cedendo a sua casa para uma reunião. Quando uma pessoa traz a Célula para a sua casa, além de estar abrindo os céus para que sua família, amigos e vizinhos sejam salvos, está também recebendo sobre a sua vida, a unção de multiplicação, a unção para governar e prosperar. A Bênção de Obede-Edom é a bênção do anfitrião. Se os anfitriões acolherem a arca com o coração alegre receberão a bênção de Obede-Edom. Jesus disse que aquele que recebe o profeta na condição de profeta receberá o galardão (prêmio) de profeta. Mas aquele que recebe o corpo de Cristo como se fosse o próprio Cristo? Qual será o seu galardão? O verdadeiro anfitrião recebe a igreja como se fosse o próprio Cristo, afinal a Arca representa Cristo, mas também representa a igreja. A célula em sua casa é uma extensão da igreja, então a Arca de Deus está nesta casa e todos neste lugar serão abençoados! A célula é lugar de cura, alegria, comunhão e amizade, aqui é meu lugar! Mesmo que você não seja um líder de célula,

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Novo nascimento – Final

João 3:1-16; II Cor 5:17 O novo nascimento, ou regeneração, é a entrada da vida de Deus dentro de nós. Essa é a primeira experiência da vida cristã, o ponto de partida do nosso crescimento em Deus. Quando isso acontece muitas coisas que antes nos atraiam já não nos fascinam mais. Nossos valores são alterados, nossos interesses são modificados, as coisas velhas ficam e tudo se torna novo na nossa vida. 1. Como ocorre o novo nascimento? Em primeiro lugar, o nosso coração foi quebrantado diante de Deus. Quando nascemos de novo o Espírito Santo nos ilumina e enxergamos o reino de Deus, a partir deste momento percebemos o nosso pecado contra Deus e os homens. Por causa desta luz, o nosso coração fica quebrantado diante de Deus. Em segundo lugar, o nosso espírito fica compungido e contrito. Por causa do arrependimento do coração o espírito recebe uma tristeza santa por causa do pecado e nasce em nós um desejo de mudança. Em terceiro lugar a vida de Deus dentro de nós, no nosso espírito, faz com que as trevas que haviam em nós e ao nosso redor, sejam dissipadas. 2. Como nos tornamos depois de nascermos de novo. Esses três pontos citados e os quatro pontos a seguir são também sinais inequívocos de que uma pessoa nasceu de novo e foi regenerada. Como somos hoje? Em primeiro lugar, sentimos que a nossa natureza terrena continua com tendência para o mal, descobrimos que não podemos confiar nela nem deixar que ela domine nossa vida. Em segundo lugar, recebemos um novo coração. Esse novo coração foi amolecido por Deus. Aquele antigo coração de pedra foi removido e agora possuímos um coração sensível, um coração de carne. (Ezequiel 36:26). Esse novo coração que recebemos deseja amar a Deus e ter comunhão com Ele; anseia as coisas espirituais e é disposto a obedecer a voz de Deus.  Em terceiro lugar, o nosso espírito está vivo para Deus. O espírito que antes estava morto foi vivificado pelo Espírito Santo. Ele agora é capaz de ter comunhão com Deus, de ouvir a sua voz e perceber as coisas espirituais. Em quarto lugar, recebemos a vida de Deus. Esta vida agora precisa crescer em nós até saturar todo o nosso ser. É esta vida o centro de tudo em nós. Ser cristão é possuir esta vida. Na medida em que crescemos em Deus, seremos mais e mais sensível a sua voz e desejaremos obedecê-la cada vez mais. 3. Sinais da nova vida. Na Palavra de Deus podemos ver que a vida que Ele planejou para nós é cheia de alegria e descanso, com comunhão plena e constante com Ele e em perfeita harmonia com Sua vontade. É uma vida vitoriosa que não se abala facilmente. Salmo 125:1 diz: "Os que confiam no Senhor são como o monte de Sião que não se abala, mas permanece para sempre”. Vamos ver as características práticas que recebemos em nosso espírito: 1. A vida cristã é uma vida que é livre do pecado, pois podemos fazer a escolha de viver nele ou não. Jesus Cristo nos libertou do pecado, agora somos livres. Em Mateus 1:21 diz: "Ela dará à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles". Ser livre do pecado não significa que não venhamos eventualmente a tropeçar, nem significa que não seremos mais tentados, mas significa que somos livres para dizer não ao pecado, cada vez que o diabo ou situações neste mundo nos tentar, somos livres e com autoridade para dizer não. 2. E uma vida de íntima comunhão com Deus. Uma vez que recebemos a ressurreição espiritual, nascemos de novo, o nosso espírito recriado sente fome pelo Senhor. Assim haverá em nós um anseio intenso por uma intimidade mais profunda com Deus. Em Lucas 1:7,75 diz: Uma vez livres das mãos do inimigo, adoramos (a Deus) sem temor, em santidade e justiça perante ele, todos os nossos dias. 3. É uma vida satisfeita com o Senhor. A vontade de Deus é que tenhamos satisfação e contentamento. Se ainda sentimos insatisfação interior, precisamos avaliar se realmente bebemos da verdadeira água viva, ou se temos voltado a beber a água do mundo. Quem bebe da água viva não tem mais sede, mais quem bebe da água do mundo tem mais insatisfação ainda. Jesus Cristo disse em João 4:14: "se você beber da água que Eu lhe der, você nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que Eu lhe der, será em você uma fonte a jorrar para a vida eterna”. 4. É uma vida cheia de influência. Existe um rio fluindo do nosso interior que toca todas as áreas de nossa vida. Esse rio, além de nos suprir, tem o poder de influenciar e tocar outras vidas. Precisamos agora deixar esse rio fluir do nosso interior para suprir aos outros. Certa vez Jesus em João 7:37-38 se levantou e exclamou: "Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em mim, como diz escritura, do seu interior fluirão rios de água viva. 5. É uma vida que vence as circunstancias e o diabo. Aquele que nasceu de novo é capaz de vencer as circunstâncias e o diabo, porque o que nele habita agora é a vida do próprio Deus e esta vida prevalece sobre todas as coisas.  Romanos 8:37 diz: Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou". 6. É uma vida que pratica o bem. Aquele que nasceu de novo possui agora um anseio interior de fazer a vontade de Deus cumprindo a sua Palavra. Ele pode às vezes não conseguir, mas o anseio permanece e por fim ele acaba praticando o bem. Em Efésios 2:10 diz: "Pois somos leitura dEle, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas". Agora que você nasceu de novo foi batizado, você precisa tomar algumas atitudes práticas: Conte para seus amigos e parentes que você agora é um filho

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Vendo a vida pela ótica de Deus – Final

Salmos 39.4; 119.19 Estamos aqui na terra só por um tempo, não durará para sempre. A vida na terra é uma atribuição temporária. A Bíblia é cheia de metáforas que ensinam a respeito da natureza breve e transitória da vida na terra. A vida é descrita como uma neblina, um corredor rápido, um sopro e um fio de fumaça. A Bíblia diz:… nossos dias sobre a terra são tão transitórios como uma sombra. (Jó 8:9) Para usar sua vida da melhor forma possível, você não deve nun­ca esquecer duas verdades   Primeira: Em comparação com a eterni­dade, a vida é extremamente breve. Segunda: A terra é apenas uma residência temporária. Não ficaremos aqui além do tempo estabelecido por Deus, então não devemos ficar muito apegados. Precisamos que Deus nos ajude a ver a vida na terra como Ele a vê. O Rei Davi orou: Então finalmente pedi a Deus: Senhor, mostra-me o pouco tempo que me resta aqui na terra. Mostra-me como a vida é curta e eu sou frágil. (Salmos 39.4) A Bíblia compara por várias vezes a vida na terra a uma habita­ção temporária em um país estrangeiro. Aqui não é nosso lar perma­nente nem nosso destino final. Estamos apenas de passagem, apenas visitando. A Bíblia usa termos como forasteiro, peregrino, estrangei­ro, estranho, visitante e viajante para descrever nossa breve estadia na terra. O Apóstolo Pedro ex­plicou: Se vocês chamam a Deus de Pai, levem a vida como residen­tes temporários na terra. (1Pedro 1.17) Deus diz que seus filhos devem pensar a respeito da vida de modo diferente dos que não são cren­tes. Tudo o que eles pensam é sobre esta vida aqui na terra. Os verda­deiros crentes compreendem que há muito mais para viver do que os poucos ou muitos anos que passamos neste planeta. A nossa identidade está na eternidade, a nossa pátria é o céu, afinal a nossa essência é de Deus. (Fil 3.19,20) Quando captarmos essa verda­de, pararemos de nos preocupar tanto em apenas “ter de tudo” sobre a terra. Deus é bastante categórico sobre o perigo de viver pelo aqui-e-agora, adotan­do apenas valores, prioridades e estilos de vida do mundo ao redor. Quando flertamos com as tentações deste mundo, Deus chama isso de adulté­rio espiritual. A Bíblia diz: Vocês estão traindo a Deus. Se tudo o que vocês que­rem é viver do seu próprio jeito, fler­tando com o mundo sempre que possível, vocês vão acabar tornando-se inimigos de Deus e do jeito dele. (Tiago 4.4) A Bíblia diz: Somos embaixadores de Cristo. Lamentavelmente, muitas pessoas pensam de que, por viverem na terra, aqui é o seu lar. Aqui não é o nosso lar permanente, é provisório. A Bíblia é clara: Amigos, este mundo não é o seu lar, então não fiquem à vontade. Não satisfaçam o ego em prejuízo da alma. (2Coríntios 5.20; 1Pedro 2.11 Deus não quer que fiquemos apegados ao que está a nossa volta, porque é uma situação temporária. Já fomos avi­sados de que os que têm um contato frequente com as coisas deste mundo devem usá-las corretamente sem criar muito apego; pois este mun­do e tudo o que está nele passarão. (1Cor. 7.31) Em comparação com outros séculos, a vida nunca foi tão fácil para grande parte do mundo ocidental. Somos frequentemente entretidos, divertidos e servidos. Com todas as fascinantes atrações, mídia cativante e agradáveis experiências disponíveis hoje em dia, é fácil esquecer que a vida não consiste em apenas perseguir a felicidade, a vida é muito mais que isso. É somente ao lembrarmos que a vida é um teste, uma incumbência de confiança e uma atribuição temporária que o encanto dessas coisas perderão o domínio sobre nossa vida. Estamos nos preparando para algo ainda melhor. As coisas que vemos agora estão aqui hoje e amanhã se foram. Mas as coisas que não podemos ver agora vão durar para sempre. (2Coríntios 4.18b) O fato de a terra não ser nosso lar definitivo explica por que, como seguidores de Jesus, experimentamos dificuldades, aflições e rejei­ções neste mundo. Isso também explica por que algumas promes­sas de Deus parecem não ter sido cumpridas, algumas orações parecem não respondidas e algumas situações parecem injustas. Lembre-se, Esse não é o final da história. (João 16.33; 16.20; 15.18,19) Para impedir que fiquemos muito apegados à terra, Deus nos permite sentir uma substancial quantidade de descontentamentos e desgostos na vida, anseios reais nesta terra jamais serão satisfeitos. Não somos completamente felizes, pois o munda está fora da sintonia daquele que nos criou, existimos para coisas muito maiores! A terra não é nosso lar definitivo; fomos criados para algo muito melhor. Um peixe nunca seria feliz vivendo em terra, porque foi feito para viver na água. Uma águia jamais poderia ficar contente se não lhe fosse permitido voar. Você nunca se sentirá plenamente sa­tisfeito na terra, porque foi feito para algo mais. Você terá momen­tos felizes por aqui, você crescerá, prosperará, etc., mas nada comparado ao que Deus tem pla­nejado para você. Perceber que a vida na terra é apenas uma atribuição temporária altera completamente os nossos valores. Valores eternos, e não tem­porários, se tornam fatores determinantes em nossas decisões. Tudo o que não é eterno é eternamente inú­til. A Bíblia diz: Assim, fixamos os olhos, não naquilo que se vê, mas no que não se vê, pois o que se vê é transitório, mas o que não se vê é eterno. (2 Cor 4.18) É um erro fatal presumir que a meta de Deus para nossa vida é apenas a prosperidade material ou o sucesso popular, como determina o mun­do. A vida em abundância não é apenas materi­al ou emocional. Jamais devemos concentrar nossos esfor­ços em apenas coroas temporárias, elas são secundárias, devemos colocar em primeiro lugar na nossa vida o reino de Deus e a Sua justiça, as demais coisas nos serão acrescentadas por Deus. (Mateus 6:33; 1Pedro 2.11) Não terão passado dois segundos de sua entrada no céu sem que você clame: “Por que eu fui dar tanta importância a coisas tão tem­porárias?

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Vendo a vida p ótica de Deus – Parte II

Salmos 24:1; Tiago 4.14 Que é a nossa vida? Nós não vemos as coisas como de fato são, na realidade vemos a vida como nós somos. O modo de enxergarmos nossa vida molda nossa forma de viver. O modo de definirmos a vida determina o nosso destino. Nossa pers­pectiva acerca da vida irá influenciar o modo de como investimos nosso tempo, gastamos nosso dinheiro, usamos nossos talentos e de como valorizamos nossos relacionamentos. A Bíblia oferece três metáforas que nos ensinam a visão que Deus tem da vida: A vida é um teste, a vida é uma incumbência de confi­ança e a vida é uma atribuição temporária. Essas ideias são os fundamentos bíblicos da vida que é dirigida por propósitos. 1.A vida na terra é um teste. Essa verdade acerca da vida é vista em histó­rias ao longo de toda a Palavra de Deus. Ele continuamente testa as pessoas quanto ao caráter, fé, obediência, amor, honestidade e lealdade. Palavras como “provações”, “tentações”, “refinar” e “testar” ocorrem mais de duzentas vezes na Bíblia. 2.A vida na terra é uma incumbência de confiança. Essa é a segunda revelação bíblica da vida. Nosso tempo sobre a terra, nossa energia, inteligência, oportunidades, relacionamentos e recursos são dádivas que Deus nos confiou para cuidarmos e administramos. Somos mordomos de tudo quanto Deus nos dá. Esse conceito de mordo­mia começa com o reconhecimento de que Deus é o dono de tudo e de todos na terra. A Bíblia diz: Ao Senhor Deus pertencem o mundo e tudo o que nele existe; a terra e todos os seres vivos que nela vivem são dele. (Sl. 24:1) Na realidade tudo que conquistamos e possuímos é nos dado durante nosso breve período na terra. Por mais que vivamos, mesmo que cheguemos aos 120 anos com saúde e energia, seria muito pouco diante da eternidade no céu com Deus e pouco tempo pra desfrutarmos de tudo que Ele tem para nós nesta terra, porém, tudo que conquistamos aqui, será nosso por um tempo. As coisas que vão permanecer após esta vida serão nossas obras mediante a fé em Jesus Cristo nosso Senhor. Deus apenas nos empresta a terra enquanto estamos aqui. Ela já era propriedade de Deus antes que chegássemos, e Deus irá emprestá-la a outra pessoa depois que morrermos. Tudo que podemos fazer é desfrutá-la com sabedoria e por algum tempo, pois nossa vida aqui definirá nossa eternidade. Quando Deus criou Adão e Eva, confiou a eles os cuidados de sua criação e os nomeou administradores de sua propriedade. A Bíblia diz: …e os abençoou, dizendo: Tenham muitos e muitos filhos; espalhem-se por toda a terra e a dominem. E tenham poder sobre os peixes do mar, sobre as aves que voam no ar e sobre os animais que se arrastam pelo chão. (Gênesis 1:28). O primeiro serviço que Deus deu aos humanos foi administrar e cuidar das “coisas” dele sobre a terra. Dessa função o homem jamais foi exonerado. E é parte de nosso propósito atualmente. Tudo de que nós desfrutamos deve ser tratado como uma incumbência de confiança que Deus nos pôs nas mãos. A Bíblia diz: Vocês têm algu­ma coisa que não tenha sido dada por Deus? E se tudo o que vocês têm vem de Deus, por que vocês se vangloriam como se tivessem realizado alguma coisa por si próprios? (I Cor. 4:7). Nossa tendência humana e cultural dizem: “Se você não é o dono, não terá cuidado”. Mas nós cristãos vivemos por um padrão mais elevado: “Visto que Deus é o dono, devemos cuidar da melhor forma possível”. A Bíblia diz: Os que recebem em confiança algo de valor devem demonstrar que são dignos de tal confiança. (1Coríntios 4.2) Jesus frequentemente se referia à vida como uma incumbência de confiança, e contou muitas históri­as para ilustrar essa responsabilidade perante Deus. Na parábola dos talentos, um homem de negócios confiou sua riqueza ao cuida­do dos servos enquanto estava fora. Quando retornou, avaliou a responsabilidade de cada servo e recompensou a cada um conforme a resposta pela confiança depositada. O dono diz: Muito bem, servo bom e fiel! Você foi fiel no pouco, eu o porei sobre o muito. Venha e participe da alegria do seu Senhor! (Mateus 25.14-19,21). Vemos neste texto de Mateus 25, que ao fim de nossa vida sobre a terra, seremos avaliados e recompen­sados conforme nosso desempenho ao lidar com o que Deus nos con­fiou. Isso significa que tudo que fazemos, mesmo uma simples tarefa diária, tem implicações eternas. Se você trata tudo como incumbência de confiança, Deus promete três recom­pensas na eternidade. Primeiro: você receberá o reconhecimento de Deus. Ele dirá: “Muito bem! Você será recompensado pelo bom trabalho!”. Segundo: Receberemos uma promoção e uma responsabilidade maior na eternidade: “Eu o porei a cargo de muitas coisas”. Terceiro: Então seremos honrados em uma comemoração: “Ve­nha e participe da alegria de seu Senhor”. A maioria das pessoas não consegue perceber que o dinheiro é tanto um teste quanto uma incumbência de confiança dada por Deus. Deus usa a área financeira para nos ensinar a confiar nele. E, para muitas pessoas, o dinheiro é o maior de todos os testes. Deus observa a forma em que usamos o dinheiro para testar quão confiáveis e fieis somos. A Bíblia diz: Se vocês forem indignos de confiança em relação às riquezas deste mundo, quem lhes confiará as verda­deiras riquezas celestiais? (Lc.16.11) Essa é uma verdade muito importante. Deus diz que há um rela­cionamento direto entre a forma de eu utilizar meu dinheiro e a qualidade de minha vida espiritual. O modo de eu administrar meu dinheiro (riquezas deste mundo) determina quanto Deus pode con­fiar em mim com as bênçãos espirituais (verdadeiras riquezas). Deixe-me perguntar: “A forma de você administrar o seu dinheiro está impedindo Deus de fazer mais em sua vida? Deus poderá confiar riquezas nas suas mãos sem que você se desvie? Você pode ser incumbido de riquezas espirituais?”.   Se não conseguimos ser fiéis no pouco, será que o seremos no muito?

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Vendo a vida pela ótica de Deus

Tiago 4.14 Que é a nossa vida? Nós não vemos as coisas como são, na realidade vemos a vida como nós somos. O modo de você enxergar sua vida molda sua forma de viver. O modo de você definir a vida determina o seu destino. Sua pers­pectiva irá influenciar o modo de você investir seu tempo, gastar seu dinheiro, usar seus talentos e valorizar seus relacionamentos. Uma das melhores formas de compreender os outros é perguntar-lhes: “Como você enxerga a sua vida?”. Você descobrirá que existem tantas respostas diferentes quanto existem pessoas. Já me disseram que a vida é um circo, um campo minado, uma montanha russa, um quebra-cabeça, uma sinfonia, uma jornada e uma dança. As pessoas fre­quentemente expressam suas ideias acerca da vida através de roupas, joias, carros, penteados, adesivos e até mesmo tatuagens. A Forma de como você vê a vida determina suas esperanças, valores, relacionamen­tos, metas e prioridades. Por exemplo: se você pensa que a vida é uma festa, seu principal valor é divertir-se. Se você vê a vida como uma corrida, certamente valorizará a velocidade e provavelmente estará apressado a maior parte do tempo. Se você vê a vida como uma maratona, valorizará a resistência. Se você vê a vida como uma batalha, uma conquista ou um jogo, vencer será muito importante para você. Qual a sua visão da vida? Você pode estar baseando sua vida em uma metáfora (ideia, noção ou comparação) falha. Para cumprir os propósitos que Deus lhe deu, você terá de contestar o pensamento convencional e substituí-lo pelas metáforas bíblicas da vida. A Bíblia diz: Não vivam como vivem as pessoas deste mundo, mas deixem que Deus os transforme por meio de uma completa mudança da mente de vocês. Assim vocês experimentarão a vontade de Deus… (Romanos 12:2) A Bíblia oferece três metáforas que nos ensinam a visão que Deus tem da vida: A vida é um teste, a vida é uma incumbência de confi­ança e a vida é uma atribuição temporária. Essas ideias são os fundamentos da vida dirigida por propósitos. 1. A vida na terra é um teste. Essa metáfora de vida é vista em histó­rias ao longo de toda a Bíblia. Deus continuamente testa as pessoas quanto ao caráter, fé, obediência, amor, honestidade e lealdade. Palavras como “provações”, “tentações”, “refinar” e “testar” ocorrem mais de duzentas vezes na Bíblia. Deus provou Abraão ao pedir-lhe que oferecesse seu filho Isaque. Deus provou Jacó, quando ele teve de trabalhar outros sete anos para casar-se com Raquel e em Peniel, quando ele precisava tomar uma decisão. Adão e Eva foram reprovados no teste do jardim do Éden, e Davi foi aprovado e reprovado em testes dados por Deus em diversas ocasiões. Mas a Bíblia também nos dá muitos exemplos de pessoas que passaram com êxito em gran­des testes, tais como José, Rute, Ester e Daniel. Os testes tanto desenvolvem quanto manifestam o caráter de alguém, e toda a vida é um tes­te. Você está sempre sendo tes­tado. Deus constantemente observa sua reação às pessoas, problemas, sucesso, conflitos, enfermidades, decepções e até mesmo em relação ao clima! Ele até observa a mais simples ação, como quando você abre uma porta para alguém, pega o lixo que foi largado no chão ou quando é educado com um balconista ou uma garçonete. Não conhecemos todos os testes que Deus vai aplicar, mas pode­mos prever alguns deles baseados na Bíblia. Você será testado por grandes mudanças, promessas retardadas, problemas impossíveis, orações não respondidas, críticas imerecidas e até mesmo tragédias sem sentido. Em minha vida, percebo que Deus testa minha paciência, mansidão, perdão e benignidade por meio de pessoas que falham na minha direção, também minha esperança, pelo modo como lido com mi­nhas posses e meu amor, por meio das pessoas. Se eu não vigiar, me pego reclamando ou exigindo meus direitos ou justificando-me. Um teste muito importante é verificar qual a sua atitude quando você não consegue sentir a presença de Deus em sua vida. Às vezes Deus se retira intencionalmente, e não sentimos mais sua proximi­dade. Um rei chamado Ezequias experimentou esse tes­te. A Bíblia diz: Deus o deixou, para prová-lo e para saber tudo o que havia em seu coração. Ezequias des­frutava da companhia íntima de Deus, mas em um mo­mento crucial de sua vida Deus deixou-o só para testar o seu caráter, revelar uma fraqueza e prepará-lo para uma responsabilidade maior. (II Crônicas 32:31) Uma vez que tenha compreendido que a vida é um teste, você percebe que nada é insignificante na vida. Mesmo o menor incidente é relevante para o desenvolvimento de seu caráter. Cada dia é importante, e cada segundo é uma oportunidade de crescimento para aprofundar o caráter e demonstrar amor ou dependência de Deus. Alguns testes parecem esmagadores, enquanto outros você nem per­cebe. Mas todos têm implicações na nossa vida aqui e principalmente na eternidade. A boa notícia é que Deus quer que você passe nos testes da vida, então ele jamais permitirá que você enfrente testes maiores que a graça que ele lhe concede para lidar com eles. A Bíblia diz: mas Deus cumpre a sua promessa e não deixará que vocês sofram tenta­ções que vocês não têm forças para suportar? (I Coríntios 10:13). Toda vez que você passa em um teste, Deus toma conhecimento e faz planos para recompensá-lo, como já disse, a recompensa começa aqui e continuará na eternidade. A Bíblia diz: Felizes são aqueles que perseveram quando são testados. Depois de serem aprova­dos, eles receberão a coroa da vida que Deus prometeu aos que o amam. (Tiago 1:12. Reflita: A vida é um teste e uma incum­bência de confiança. Em Lucas 16:10 diz: Quem é fiel nas coisas pequenas também será nas grandes. Continua… Compartilhar: O que me aconteceu recen­temente que agora percebo ter sido um teste de Deus? Quais as questões mais importantes que Deus me confiou? Ou, o que esta palavra acrescentou para você? Atenção: Jovens, neste sábado iremos participar na Igreja batista do partor Marcos, lá terá um teatro especial e

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