Pedi, buscai e Bate

Lucas 11 – 9 a 13 Deus é a resposta para a nossa vida e hoje quero que você saiba, que Ele é um Deus de bondade, que é Nosso Pai e que tem prazer em nos abençoar. Nesta passagem que lemos hoje Jesus nos ensina uma chave para que alcancemos as suas promessas: A oração. Aprendi que antes de pedirmos alguma coisa, precisamos expressar a nossa gratidão, louvor e adoração ao nosso Deus e Pai. A gratidão embeleza o nosso caráter e amplia nossa conquista, o louvor expressa nossa alegria e edifica a nossa fé para vencer e a adoração revela nosso amor na direção de Deus e isso move o coração de Deus na nossa direção. A oração é a chave que move os céus em nosso favor e estabelece o reino de Deus na terra. É através da oração que vencemos e conquistamos nossos sonhos movendo a mão de Deus, Ele quer cumprir em nós os seus propósitos Eternos. Quando imaginamos, sonhamos recebemos poder para executar e receber, a oração transforma a nossa imaginação em palavras e expressões que uma vez selada no nome de Jesus traz a manifestação. Quando Jesus fala: pedi…, buscai…, batei…, estes verbos indicam continuidade, ou seja, em primeiro lugar devemos ser específicos, objetivos e perseverantes em nossas orações. Estes três verbos usados nesta passagem mostram-nos níveis de oração, ou melhor, formas de oração. 1. "Pedi…" – significa colocar diante do Senhor nossa necessidade, expressar a Ele os desejos do nosso coração, como uma criança pequena que pede ao pai um brinquedo, um doce, confiando que ele dará. 2. "Buscai…" – já é uma petição mais intensa, mais madura, aonde já não pedimos só a nossa necessidade, a nossa vontade, e sim passamos a buscar a vontade de Deus e nos submetermos a Ele, e passamos a orar por outros. 3. "Batei…" – Fala da perseverança na busca, quando Ele não responde imediatamente, do clamar, da reivindicação, como quem diz: "SENHOR TENHO TE BUSCADO, TENHO BUSCADO TUA VONTADE, TENHO BUSCADO AGRADAR-TE, ESCUTA-ME SENHOR, ATENDE-ME SENHOR!". Aqui estou buscando para mim e não desisto, por isso estou batendo até receber. Vemos que a oração precisa ir alem de nós, precisa ir alem da petição pessoal, pois orar envolve clamor que transborda do coração, envolve sofrimento pelo próximo, intercessão por alguém. Pedi, busquei e agora estou batendo na porta, não desisti de orar por mim, pela minha família, pelos meus discípulos e discipuladores, pelos meus amigos, pelo meu próximo, etc. Quando vamos além de nós, vamos alem da nossa vontade, pois buscamos a vontade de Deus, tanto para nós, como para a pessoa por quem oramos e, neste caso, pode demorar um pouco mais, pois envolve a vontade de outros. Muitos não seguem esta trajetória. Pedem, e se Deus imediatamente não atende, desistem. Outros tentam buscar a vontade de Deus e acham muito difícil, sentem-se presos e preferem a "liberdade" para seus próprios projetos e desejos em troca de encontrar o maior tesouro que pode haver na vida de um homem: VIVER NO CENTRO DA VONTADE DE DEUS. O centro da vontade de Deus representa a vontade genuína do Deus Todo Poderoso, o Pai Celeste. Deus Pai é a resposta para cada um de nós, é um lugar de provisão, paz, amor em abundância. Outros pedem, buscam, mas quando vão bater, clamar, reivindicar, estão cheios de indignação contra Deus, dizendo: "PORQUE O SENHOR DEMORA TANTO?  É MUITO DIFÍCIL TE AGRADAR, ESTOU CANSADO”; Às vezes tocamos a campainha de Deus e não temos paciência para esperar e vamos embora, enquanto isso Deus o dono da casa, demorava-se, porque além de preparar para nós o melhor, estava esperando a melhor hora para nos entregar, mas já não estamos mais na porta.   Alguns então se perguntam: "Por que Deus não atende logo no primeiro pedido? Ele não tem poder para isto, então por que não faz?" Resposta: Porque Deus é um Pai. Precisa nos ensinar a ser filhos. Precisa nos ensinar o que é certo e o que não é. Precisa tirar de nós o que trazemos do mundo, como maus hábitos, falhas de caráter, precisa nos libertar, nos curar de nossas feridas de alma, para que possamos desfrutar das bênçãos que Ele nos dará e não as percamos depois de recebê-las por não estarmos preparados e maduros para elas.           Por exemplo: uma criança de cinco anos quer ter um celular igual ao de seu irmão mais velho de 18 anos com internet, vídeos, etc. Será que como prova de amor e para mostrarem que não há diferença entre o amor que sentem por elas os pais deveriam dar a uma criança de sete anos um celular acima da idade e maturidade daquela criança? Vi uma reportagem de uma mãe que deu uma moto para o filho menor e infelizmente o pior aconteceu, ele atropelou uma criança em cima da calçada em alta velocidade, ele não tinha maturidade para algo tão sério, não era tempo ainda para tão grande responsabilidade. Pois assim Deus nos ensina, "há um tempo perfeito para tudo debaixo do céu" (Eclesiastes 3). Deus, neste processo, quer imprimir em nós "caráter espiritual" de filhos, as Suas virtudes como Nosso Pai Celeste, como a fidelidade, mansidão, domínio próprio, longanimidade e todo o fruto do Espírito Santo que Ele promete que nos dará no versículo 13 que lemos hoje. A Palavra de Deus nos encoraja a orar, sentar para planejar e fazer projetos. Dia 25 de Dezembro é um bom dia para estarmos com a família e falarmos da importância do nascimento de Jesus Cristo em nosso coração, mas no dia 31 de dezembro é uma grande oportunidade de convidarmos a nossa família para passarmos a virada do ano juntos na presença de Deus e ali, neste culto que encerra e inicia o novo ano, apresentarmos nosso sonhos e projetos para 2016. Imagine, projete, sonhe e coloque no papel, prepare uma oferta de primícias e nos primeiros minutos do ano, entregue estas primícias ao

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POR QUE NÃO CELEBRAMOS O NATAL – PARTE 2

Na semana passada, mostramos as bases históricas e teológicas que mostram a origem do Natal como uma festa pagã. Vimos, também, que Jesus não nasceu em Dezembro. Nosso objetivo não é causar celeuma na sua vida, mas divulgar o esclarecimento, a luz que recebemos acerca de algumas práticas do meio cristão que estão ainda presas ao paganismo. Nesta semana, você descobrirá a origem e o significado dos símbolos do Natal. – Árvores como altares pagãos A árvore de Natal ressuscita um deus pagão chamado Ninrode e faz reviver Talmuz. No ocultismo ou nas religiões orientais, os espíritos dos antepassados são invocados por meio de uma árvore. A árvore de Natal é um ponto de contato que os deuses gostam. Os ocultistas creem que as pessoas são energizadas através das árvores. Nenhum crente coloca conscientemente em sua casa um trono a Baal. O diabo trabalha com ocultismo, por isso muitas de suas insinuações são encobertas, ocultas. A Enciclopédia Barsa, vol.11, pg. 274, diz: "A árvore de Natal é de origem germânica, datando do tempo de São Bonifácio. Foi adotada para substituir os sacrifícios ao carvalho sagrado de Odin, adorando-se uma árvore, em homenagem ao Deus-menino." A árvore de Natal é um símbolo de consagração, é uma fábula de chamamento de adoração a deuses babilônicos. Leia com muita atenção o texto de Jeremias 10:3-4: "Porque os costumes dos povos são vaidade; pois cortam do bosque um madeiro, obra das mãos de um artífice, com machado; com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e martelo o fixam para que não oscile."  O restante do capítulo mostra a dura exortação que Deus dá ao Seu povo, porque trouxe para dentro de casa um costume de povo pagão. As seguintes referências trazem mais luz sobre este assunto. Leia com atenção: Deuteronômio 12:2-3 / I Reis 14:22-23 / II Reis 17:9-10 / Isaías 57:4-5 / Deuteronômio 16:21 / Oséias 4:13. – Velas A vela é um ritual pagão dedicado aos deuses ancestrais; a vela acendida está fazendo renascer o ritual dos solstícios, mantendo vivo o deus sol. Dentro das escolas que estudam o paganismo, as velas são chamadas de demônios; é a simbologia de manter os demônios vivos. As velas não têm relação alguma com as luzes do candelabro judaico – Menorah. As velas consagradas a demônios são de base perigosa. Estamos nos referindo às velas dos rituais profanos. Não devemos generalizar ou cair no fanatismo. Você não precisa deixar de usar velas, quando necessário, para alumiar ambientes ou como decoração. – Guirlandas São memoriais de consagração. Podem ser entendidas como enfeites, oferendas, ofertas para funerais, celebração memorial aos deuses, à vitalidade do mundo vegetal, celebração nos esportes, celebração das vítimas que eram sacrificadas aos deuses pagãos. Para tudo isso, serviam as guirlandas. Essas coroas verdes que colocávamos nas portas da nossa casa significam um adorno de chamamento e legalidade de entrada de deuses. Elas ficam nas portas porque são as boas-vindas, lugar de entrada. São um símbolo relacionado ao deus Apolo, trazem honra a Zeus, homenageiam a Demeter que em latim é Ceres, ou seja, Semírames, a mãe de Tamuz, mãe e esposa de Ninrode. Era um cerimonial oferecido a Ninrode, Semírames e Tamuz. E onde elas estão? Na porta das casas, das lojas, dos consultórios… Também reproduz a ideia da virgem que dará à luz um filho e essa virgem se apresenta com a guirlanda na sua cabeça e a espiga de milho na sua mão, dando sinal de fertilidade. No Egito, aparece como Ísis e Osíris; na Índia, como Isva e Isvra; na Ásia, como Cibele e Dionísio; em Roma, como Fortuna e Júpiter; na Grécia, como Irene e Plutos; na Babilônia, como Semírames e Ninrode. Todos eles exigiam as guirlandas. Não há uma só conotação em relação ao nascimento de Jesus. A Bíblia nunca anunciou que Jesus pede guirlandas, ou que tenha recebido guirlandas no seu nascimento, porque em Israel já era sabido que fazia parte de um ritual pagão. Só existe uma guirlanda na Bíblia e esta foi feita por Roma, para colocar na cabeça de Jesus no dia da Sua morte. Não há outra guirlanda, a não ser esta de espinhos, feita como símbolo de escárnio. – Presépio O presépio é um altar a Baal, consagrado desde a Antiguidade babilônica. É um estímulo à idolatria. São Francisco, no séc. XVIII, enquanto um dos líderes da Igreja Católica, instituiu o presépio para lembrar as festividades natalinas, na verdade uma convocação que leva o povo a ficar com a fé limitada ao material, ao que é palpável. As figuras utilizadas são intencionais. Por esses e outros motivos, temos que tomar posições. O presépio é um altar consagrado, é um incentivo à idolatria, é uma visão pagã. Seja livre!! Fuja, fuja da idolatria; assim diz a Palavra (I Coríntios 10:14-15 / Gálatas 5:19-21). Vamos resgatar as nossas origens cristãs! – Papai Noel Papai Noel não é um santo, é um ídolo. Você só tem um papai, que é Deus. Não podemos receber Noel no lugar de Deus! Nós só temos um Pai espiritual. A Enciclopédia Britânica, 11ª edição, vol. 19, pg. 648-649 diz: "São Nicolau, bispo católico do séc. V; Bispo de Mira, santo venerado pelos gregos e latinos em dezembro… conta-se a lenda segundo a qual presenteava ocultamente três filhas de um homem muito pobre… deu origem ao costume de dar presentes em secreto na véspera do dia de São Nicolau (6 de dezembro), data que depois foi transferida para o Natal". Daí a associação do Natal a São Nicolau. Esta figura foi canonizada para roubar a adoração. Qualquer ídolo está relacionado à vaidade. O objetivo principal das trevas é arrancar a nossa visão de Cristo e trazer figuras de substituição, fazer crescer no coração do povo uma visão errada do que é o Reino de Deus. Há uma mistura do hedonismo com idolatria. O hedonismo é aquilo que está ligado ao glutônico, à sedução ambiental, àquilo que traz prazer pela indumentária. Como alguém pode aceitar uma história que fala sobre um

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POR QUE NÃO CELEBRAMOS O NATAL- PARTE 1

Durante as próximas semanas, estudaremos sobre a origem do Natal e o significado dos seus símbolos. Nosso objetivo é divulgar o esclarecimento, a luz que recebemos acerca de algumas práticas do meio cristão que estão ainda presas ao paganismo, atitudes que estão inseridas em nossa cultura de tal forma que não questionamos sua origem ou razão de existir, praticando-as sem reflexão alguma. Estes estudos causarão dois níveis de reação: resistência ou quebrantamento. Os dois comportamentos são normais. Quero, no entanto, deixar claro que não intencionamos causar celeuma na sua vida, mas ajudá-lo a entender melhor essa visão que abraçamos e que tem fundamento bíblico e histórico. Não queremos negar que Jesus nasceu. É óbvio que Ele nasceu! Como estaríamos na redenção se Ele não tivesse vindo? Queremos, sim, voltar para a base da genuína fé cristã, da Palavra depurada, retirando tudo que foi inserido por Roma, enquanto instituição religiosa, vivendo como cristão-cristão e não como cristão-pagão. A nossa oração é a mesma que a do Apóstolo Paulo para com os Efésios; que Deus "ilumine os olhos do vosso coração, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação." (Efésios 1:18). Isto porque, às vezes, vivemos numa prática irreflexiva, precisando enxergar além da realidade palpável(Apocalipse 3:18). Jesus é e sempre será o motivo principal e único das nossas celebrações. Ele não é simplesmente mais um motivo. Tudo o que realizamos e celebramos é para a glória de Deus, pois o Senhor não aceita glória dividida(Isaías 42:8). Quero fazer-lhe uma pergunta: Jesus é o centro do seu propósito? Então, vamos caminhar na luz que temos recebido, crendo que "aquele que começou a boa obra em nós, há de aperfeiçoá-la até o dia de Cristo Jesus." (Filipenses 1:6) 25 de Dezembro: data oficializada por Roma O Natal, atualmente comemorado em 25 de Dezembro, é uma festa pagã que nada tem a ver com Jesus. Não é agradável ouvir essas coisas, mas precisamos arrancar toda mentira na qual estávamos vivendo. Observando a questão da data, vemos o seguinte quadro: o Natal é celebrado em 25 de Dezembro. 25 de Dezembro é a data mais comemorada nas nações pagãs. Até o século III, o Egito e a Palestina tinham como datas festivas de 25 a 28 de Março. A Síria comemora Natal dia 6 de Janeiro e alguns países do Oriente Médio comemoram o Natal no dia 25 de Março. Sabe por que Roma celebra no dia 25 de Dezembro? Para que fosse oficializado o Natal cristão. Isso não partiu de um genuíno cristão, mas de Roma. A celebração desse Natal não vem por um decreto bíblico, nem de Jesus, nem de seus discípulos. A história indica, desde a época do ano 6 d.C., que Jesus nasceu em Setembro ou começo de Outubro. Jesus nasceu em Setembro/Outubro e Roma transferiu para Dezembro. Por quê? Porque Constantino, aproximadamente em 336, celebrou o primeiro natal pagão casado com os cristãos e isto debaixo de imposição, de opressão. Muitos resistiram e morreram durante esse contexto histórico, porque não se submeteram a tamanha aberração, dizendo que não aceitavam o paganismo. Cristãos europeus também resistiram e muitos, ao longo da história, morreram ao fio da espada ou enforcados, e o argumento de Roma era que eles não eram cristãos. A Igreja de Jesus protesta o Jesus-menino, porque a Igreja que vive no Natal está presa numa celebração de nascimento, e não vai poder participar do momento glorioso de preparar o caminho para que Ele venha buscar Sua Igreja. Deus deu o grito aos remanescentes dizendo: 'preparem o caminho do Senhor!' Deus levantou a você e a mim para que juntos pudéssemos permitir a abertura desse caminho. Somos a sua Igreja viva e comprometida. O Natal é uma data depressiva para alguns. Muitos ficam tristes nas celebrações de Natal. Não é com saudade de Jesus, é a opressão de uma mentira sobre o povo de Deus. Mas, se Deus fez uma obra linda de esclarecer o Seu povo, como podemos continuar no paganismo? Sentimo-nos enganados e traídos. Nós fomos designados para viver uma vida de liberdade e Roma trabalhou para nos manter presos a uma tradição. O dia 25 de Dezembro foi designado por Roma numa aliança pagã no século IV. A primeira intenção era cristianizar o paganismo e paganizar o cristianismo, ou seja, fazer uma aliança. O cristão recebe um pouco do pagão e o pagão recebe um pouco do cristão. Mas, não há comunhão entre trevas e luz. E o que Deus disse, ninguém muda. Contexto histórico e teológico Agora você aprenderá, através de citações de grandes enciclopédias, de referências bíblicas e comentários de grandes teólogos, que Jesus não nasceu em Dezembro, mas em Outubro, em plena Festa dos Tabernáculos. Por isso, em vez de ficarmos presos a uma comemoração de origem pagã, vamos aceitar o convite do Senhor e celebrar as Festas Bíblicas. As Festas Bíblicas não existem para ser guardadas como lei, pois Jesus já as cumpriu no seu ato redentivo, embora a Igreja Cristã creia em Páscoa, Pentecoste e Tabernáculos. Natal, segundo a visão de Roma, é prender Jesus na celebração do nascimento e esquecer de Jesus na celebração da volta. É apagar a luz da revelação e do entendimento, e não vislumbrar que Ele está às portas. Roma disseminou em todas as nações da Terra as mentiras do paganismo. De onde nasceu essa fonte inspirativa? Do Novo Testamento? Do Antigo Testamento? De Jesus? Dos discípulos ou Apóstolos? Não! A Enciclopédia Barsa, vol. 11, pg. 274, fala o seguinte sobre o Natal: "A data atual foi fixada ao ano 440, a fim de cristianizar grandes festas pagãs realizadas neste dia: a festa mitraica (religião persa que rivalizava com o cristianismo nos primeiros séculos), que celebrava o Natalis Invicti Solis (Nascimento do Vitorioso Sol) e várias outras festividades decorrentes do solstício do inverno, como os saturnalia em Roma e os cultos solares entre os celtas e os germânicos. A ideia central das missas de Natal revela claramente essa origem: as noites eram mais longas e frias, pelo que

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A Grande Tribulação

Mateus 24:1-22 Porque naqueles dias haverá uma aflição tal, qual nunca houve desde o princípio da criação de Deus, até agora, nem jamais haverá.  Após o arrebatamento da igreja se desencadeará um período sombrio e medonho de sofrimentos sobre a humanidade, que os escritores tanto do Antigo Testamento como do Novo Testamento, denominam de: A Grande Tribulação. A grande tribulação envolverá a terra toda. Este evento está dividido em duas grandes secções que se subdividem em fatos distintos e abrange um período de sete anos, tempo este equivalente à última semana da profecia de Daniel (Dn 9:27). A Tríade infernal. Assim como nesta dispensação o Pai, o Filho e o Espírito Santo coordenam os destinos do mundo, na época da grande tribulação o mundo todo estará no controle do inferno. Disse Lutero que o diabo é o melhor imitador de Deus. Esta é uma verdade incontestável que se tem provado pela história. Na grande tribulação esta verdade se repete na figura de tríade diabólica, como se segue. A tríade diabólica é composta pelo dragão, o anticristo e o falso profeta. O dragão é uma espécie de imitador e opositor de Deus Pai. A besta que sai do mar é uma espécie de imitador e opositor de Deus Filho (Cristo). A besta que sobe da terra é uma espécie de imitador e opositor de Deus Espírito Santo (Ap 13:1-18). O dragão é o diabo, também chamado de a antiga serpente (Ap 12:9). Ele dominará o mundo através de seus assessores, as bestas, a quem dotará de poder e majestade para realizarem grandes sinais (Ap 13:4, 12,13). A primeira besta que sobe do mar é o anticristo, um ditador mundial, chamado também, na Bíblia, de o homem do pecado, o filho da perdição o iníquo (2ª Ts 2:3-9). A segunda besta que sobe da terra é o falso profeta, um líder religioso que promoverá e autenticará o reinado do anticristo, assim o anticristo exerce um domínio religioso (Ap 13:12-14). A junção destes dois líderes é com o propósito de fazer do carisma religioso um trampolim para galgarem o carisma político. O falso profeta vive em função da glória e exaltação do anticristo (Ap 13:12-17). Portanto, assim compõe-se a tríade-infernal: o dragão, um tipo de plagiador do Pai, se tornará um auto deus pai, a primeira besta, um tipo de plagiador do Filho, se tornará um anticristo e a segunda besta, um tipo de plagiador do Espírito Santo, se tornará um ante Espirito Santo. O Governo Mundial. O governo do anticristo será o último governo humano da terra que terá propaganda universal. Ele dominará o mundo politicamente, no livro de Apocalipse 13:7, está escrito de seu domínio sobre toda tribo, nação e língua. Ele terá uma alta e extraordinária liderança, o diabo lhe adornará de uma oratória persuasiva e revolucionaria (Ap 13:5). Ele dominará o mundo religiosamente. Ap 13:8, 12 fala que os habitantes da terra o adorarão. Hoje com a porta da graça escancarada o homem prefere viver no pecado e não quer saber de fazer a vontade de Deus. Imagine na grande tribulação… Adorarão o filho da perdição, embora a dispensação da graça tenha fechado, mais a graça de Deus é eterna. Ainda haverá um grupo de redimidos (Ap 7:9-17) diz: Depois destas cousas vim e eis uma grande multidão que ninguém podia enumerar de todas as nações, tribos, povos e línguas em pé diante do trono e diante do Cordeiro vestidos de vestiduras brancas, com palmas nas mãos? (v.9). Esse grupo é o de gentios salvos durante a grande tribulação. Uma vez martirizados, como vemos no cap 6. 9 -11, aparecem agora perante o trono de Deus. Ressurgirão (isto é, seus corpos) antes do Milênio, com um dos grupos de ressuscitados da primeira ressurreição. Ler Ap 20.4. Estarão com palmas nas mãos? (v.9). Palmas são símbolo de vitória. Venceram. João os viu no céu (vv. 5,9). Não tinham coroas; somente palmas. Coroas são galardões por algo feito por Deus, e estes não tiveram oportunidade para isso, porque uma vez agora, professando sua fé em Cristo foram mortos. Vamos falar do anticristo. Ele promoverá o culto a sua própria pessoa e ao seu governo, se colocará contra tudo que se chama Deus ou o adora (2ª Ts 2:4). Ele dominará o mundo religiosamente. Ap 13:8, 12 fala que todos os habitantes da terra, sem exceção de tamanho físico, de situação financeira e posição social, receberão na direita ou na testa um sinal que será o nome ou número da besta. Será uma espécie de controle comercial que regerá a vida socioeconômica de todos os habitantes da terra (Ap 13:16, 17; 14:11, 15:2). No versículo 2 do capitulo 13, encontramos uma descrição da besta identificando-a como 3 feras selvagens que aparecem também no capítulo 7 do profeta Daniel. Acredito que aqui neste texto bíblico temos uma demonstração do caráter do governo do anticristo, como uma espécie de confederação de normas e critérios adotados pelos impérios representados na Bíblia nesta visão. Sua natureza se descreve na conjuntura das três feras de Daniel cap. 7: Leopardo, perigosamente malévolo; pés de urso, grande força; boca de leão, devora tudo, mostra a maneira satânica de dominar. Esta descrição é tipificada no rei Ântico Epifânio, cuja a perseguição aos fiéis judeus foi profetizada por Daniel 6: 9-14, e prefigurava os imperadores romanos que deliberadamente desafiaram a Deus, quebrando suas leis e martirizando os santos. Finalmente, prenuncia o anticristo na época da grande tribulação que precede a segunda vinda de Cristo na segunda fase. Já dissemos que na segunda vinda de Jesus haverá duas fases: A primeira fase só os salvos verão. A segunda fase todo o olho verá. É desta que estamos falando. Esta segunda fase é que fala o profeta Zacarias cap 14:4 que diz: E naquele dia estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente; e o monte das Oliveiras será fendido pelo meio, para o oriente e para o ocidente, e haverá um vale

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Os Quatro Pilares da Liderança

Êxodo 3 (todo) e 4:1 a 17 Todo projeto de Deus para a humanidade, se desenvolve através de lideranças espirituais levantadas e estabelecidas pelo Senhor. A liderança, além de ser uma força inerente à criação, é uma necessidade própria da vivência humana. Todos necessitam de líderes, até mesmo os que na sua inconsciência, não reconhecem isto. Nosso corpo é liderado por um cérebro, os animais se submetem a outros animais líderes e até os demónios se organizam e se submetem hierarquicamente. É impossível imaginarmos uma sociedade sem o princípio da liderança, pois este é um princípio intrínseco à ordem de tudo que foi criado. Uma sociedade sem liderança, não seria uma sociedade e sim um caos. A Bíblia também nos revela como Deus levantou e usou líderes para escrever cada momento de nossa história até aqui. Adão e Eva para gerar a humanidade, Noé e sua família para depurá-la, Abraão para gerar uma nação segundo a fé, Moisés para libertar este povo, Josué para introduzi-lo na terra da sua promessa, Saul para governá-lo politicamente e Davi espiritualmente, Jesus para nos salvar da condenação do pecado e os Apóstolos para multiplicar a fé entre as nações. Toda liderança na Terra é constituída por Deus, tanto a secular, quanto a espiritual, e esta apoia-se basicamente em quatro pilares : 1. O Chamado Todo membro do Corpo de Cristo, tem um chamado à exercer liderança espiritual sobre este mundo. Não somos nós que escolhemos, ser ou não líderes espirituais, esta é uma escolha de Deus para cada um de nós. Abrão não conhecia o Senhor, mas o Senhor o chamou para andar em sua presença e cumprir seu propósito. Isaías 51: 2 Olhai para vosso pai Abraão e para Sara, que vos deu à luz, porque ele era único, quando eu o chamei, o abençoei e o multipliquei. Moisés não conhecia o Senhor, mas o Senhor o conhecia e o chamou para uma missão específica: Ex. 3: 10 diz: Vem, agora, e eu te enviarei a Faraó, para que tires o meu povo, os filhos de Israel do Egito. Assim como Abrão, Moisés e tantos outros homens e mulheres de Deus, não fomos chamados somente para sermos salvos, mas para levarmos a salvação a outros, este é um chamado, sem excessão, para todos os que estão em Cristo. Talvez você não tenha escolhido isto pra si, mas pode ter certeza de que Deus te escolheu para isto, ser um líder espiritual nesta geração. Os que têm seu entendimento aberto, compreendem que ser chamado a liderança, é uma honra concedida por Deus, como declara Hb. 5: 4, Ninguém, pois toma esta honra para si mesmo, senão quando chamado por Deus, como aconteceu com Arão. Ninguém pode se projetar para a liderança sem ter sido escolhido por Deus, mas também não devemos nos omitir do nosso chamado, para não aborrecermos ao Senhor. Quem rejeita seu chamado à liderança, está deixando de fazer o bem a si mesmo, e a muitos de seus semelhantes. Enquanto alguns dizem: não quero ser líder, pois quero curtir a vida, muitos outros estão morrendo, por falta de quem lhes anuncie a Vida Eterna. 2. A Saúde da Alma A saúde da alma deriva da saúde espiritual, ou seja, a santidade. Quando Moisés aproximou-se de Deus, foi advertido: Tira as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás, é terra santa. Assumirmos nossa nova identidade espiritual e nosso chamado à autoridade, requer santificação. Provavelmente as sandálias de Moisés ainda carregavam o sangue do homem egípcio que ele havia matado. Muitos dos que hoje tem um chamado em Cristo, não conseguem assumi-lo ou desenvolvê-lo, porque ainda carregam consigo marcas trazidas do mundo. Assim como o Egito precisava ser tirado de dentro de Moisés, para que ele se tornasse um príncipe nas mãos do Senhor, o mundo precisa ser radicalmente tirado de dentro de nós, para que nos tornemos líderes, segundo o projeto de Deus. Moisés precisou de cura de alma, pois sofria de baixa-autoestima, medo, e complexo por deficiência física. Quando o Senhor disse: te enviarei a Faraó, Moisés respondeu : quem sou eu para ir a Faraó ? (vs. 11). Quando o Senhor transformou seu bordão em uma cobra, Moisés, com medo, fugia dela. (vs. 3). Serpentes e escorpiões para pessoas que vivem em desertos, são brinquedos para as crianças. Quando o Senhor disse que Moisés seria seu porta-voz a Faraó, Moisés começou a referir-se a seu defeito na fala, pois se sentia incapaz por conta deste. A todos quantos Deus chama, ele também cura e capacita. Quando Moisés questionou sobre quem era ele para ir a Faraó, o Senhor respondeu: Você não irá para falar sobre quem você é, e sim sobre quem EU SOU. Em nossa missão espiritual não importa quem somos, mas sim quem é Aquele que nos enviou. O Senhor fez Moisés vencer o medo, levando-o a pegar a serpente pela cauda. Só venceremos nossos medos, se decidirmos enfrentá-los. O Senhor de forma sobrenatural curou a Moisés, mostrando-lhe que sua alma estava doente (vs. 6). Mete agora, a mão no peito. Ele o fez, e, tirando-a, eis que a mão estava leprosa, branca como a neve. Disse ainda o Senhor: Torna a meter a mão no peito. Ele a meteu novamente, e quando a tirou, eis que se havia tornado como o restante de sua carne. Muitas das escusas, fobias e fugas de muitos, diante do chamado a liderança, estão ligadas as enfermidades (lepras) que ainda não foram curadas em suas almas. Somos, no entanto, uma geração chamada a esta cura emocional, porque fomos também chamados, para ser grandes líderes neste tempo. Ninguém será um grande líder, com uma alma insegura e ferida. A Visão em células no M12 é uma visão de batalha espiritual, onde satanás levantará contra nós, inimigos externos e internos (através de pessoas de fora e também de dentro ). Se nossa alma não for curada e não soubermos agir com mansidão e sabedoria, diante de situações com pessoas, podemos perder

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Uma Verdadeira Conversão

Lucas 19:1-10 Queremos acompanhar a trajetória de uma pessoa que se deixou transformar por Deus. Seu desejo de ver quem era Jesus acabou levando-o a uma experiência muito maior do que a que esperava. Zaqueu não sabia que enquanto buscava ver quem era o Senhor, este também mantinha expectativas acerca de quem era Zaqueu. Esta história pode falar ao seu coração. 1. Uma Vida de Aparências – “Então, correndo adiante, subiu a um sicômoro a fim de vê-lo, porque por ali havia de passar. ” (Versículo 4) Por ser de pequena estatura, Zaqueu encontrava dificuldades para ver o Senhor Jesus, enquanto este passava com a multidão. Inconformado, decidiu subir numa arvore na tentativa de matar sua curiosidade. O interessante da história é que a árvore na qual ele subiu, de alguma forma, estava relacionada ao tipo de vida que ele vivia. Aquele arvore era um sicômoro, conhecida como figueira brava, ela dá frutos, mas estes são inferiores, os frutos são ruins, conhecidos na região como figos inferior, pois é conhecida naquele lugar de figueira doida. Sua aparência é bonita, porém, frutos amargos ou sem sabor. Assim era a vida de Zaqueu. Aquele homem rico, cobrador de impostos, que havia se enriquecido de forma ilícita cobrando mais do que devia, demonstrava ter uma vida tranquila e resolvida. Ninguém conhecia de verdade, o seu real estado interior. Alguém pode viver uma vida de aparências e se contentar com isso. Talvez porque considere mais importante o que os outros vão achar dele, do que ele acha de si próprio. Mas uma vida de aparências não consegue preencher o vazio no coração de uma pessoa. Precisamos procurar identificar em nossa vida o que é apenas aparente, mas não condizente com o nosso verdadeiro estado interior… 2. Um Lugar de Transparência – “Quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, pois me convém ficar hoje em tua casa. ”  (versículo 5) Quando Jesus o viu em cima da árvore, pediu-lhe que descesse depressa porque convinha pousar na casa dele. Na verdade, o Senhor estava querendo que Zaqueu descesse do lugar de “aparências” para revelar quem ele era realmente. Não existe um lugar onde sejamos mais transparentes do que a nossa própria casa. Jesus não o levou para um templo, sinagoga, ou outro lugar qualquer, Ele o levou para onde Zaqueu morava. Ali, no lugar de transparência, onde Zaqueu não podia esconder seu verdadeiro “eu”, Jesus operaria uma grande transformação. Em casa somos o que somos, sem máscaras. É lá que facilmente revelamos nossas irritações e inquietações. Em casa, falamos o que está no coração e demonstramos as impressões que realmente temos das pessoas. Nosso cônjuge, filhos ou pais, sabem quem nós somos; não podemos nos esconder deles. Eles conhecem as virtudes e todos os defeitos. Deixemos que o Senhor nos leve para nossa casa, vamos deixá-lo entrar em nossa vida. Por um momento lembremo-nos do nosso relacionamento com nosso cônjuge; como o temos tratado ou falado com ele. Pensemos um pouco no relacionamento com os nossos filhos ou com os nossos pais. Reflita comigo sobre os momentos de descontração quando ninguém nos vê. Como tem sido nossas ações? 3. Uma Genuína Conversão –  “Entrementes, Zaqueu se levantou e disse ao Senhor: Senhor, resolvo dar aos pobres a metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, restituo quatro vezes mais. ”  (Versículo 8) Não sabemos o que Jesus conversou com Zaqueu naquela casa, mas conhecemos os resultados dessa conversa. Aquele homem rico depois de um tempo de comunhão com o Senhor Jesus resolveu dar aos pobres a metade dos seus bens; e, havendo defraudado (lesado, roubado) alguém, decidiu restituir quatro vezes mais. Zaqueu descobriu que havia feito do amor ao dinheiro seu verdadeiro deus. Conhecendo Jesus, percebeu que passou sua vida inteira adorando a pessoa errada. Foi então que decidiu adorar somente ao Deus vivo. Além disso, discerniu que o verdadeiro arrependimento não se limita apenas a um sentimento de tristeza pelo pecado cometido. É, acima de tudo, uma oportunidade para restituir o que se tomou de alguém. Há muitas pessoas que ainda necessitam descobrir a quem estão adorando. Muitos tem feito de seus empregos, de suas empresas, de seu comércio, de sua família, de seu conforto e de seus ideais, um deus. É justamente daí que começam seus reais problemas. Quando descobrirem isso, precisam dar um passo além: restituir o que roubaram de outra pessoa. Alguns terão de restituir o tempo que deixaram de viver para Deus, outros terão de restituir o tempo que deixaram de viver com seus filhos ou com os cônjuges, por motivos egoístas. Outros terão de devolver seus talentos a Deus outrora usados não para a glória dEle. Devolver os talentos a Deus é deixar de usa-los para si mesmo e usá-los para Seu louvor e expansão do Seu reino. Procure identificar quem tem sido o seu deus. É provável que você já esteja adorando ao Deus verdadeiro; mesmo assim, sonde seu coração para ver se não há alguma inclinação na direção errada. Decida restituir o que porventura você tenha tomado de alguém: Amor, Perdão, dinheiro, tempo, honra, sustento, etc. Deixe o Espírito Santo promover uma genuína conversão em sua vida para que o Senhor Jesus também possa dizer a seu respeito “Hoje, houve salvação nesta casa, hoje houve salvação nesta vida…! ” você crê? Então diga amém e receba agora da vida e salvação do Senhor Jesus! – Lucas 19:9a Compartilhar: líder, fale você primeiro o que Deus ministrou em seu coração através desta Palavra e passe para frente que o compartilhar fluirá naturalmente. Atenção: Não esqueça de orar pelas pessoas da sua Célula e das outras que passaram pela célula, mas não ficaram. Ore por novas pessoas e acompanhe aquelas que estão no processo de consolidação, escola de líderes…   Amamos você!   Apóstolos Eliezer e Zenita

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O Arrebatamento da Igreja – Final

A Recepção nas Bodas do Cordeiro A seguir, a igreja será conduzida á casa do Pai (Jo 14: 1,2) com semelhança do fato de Isaque ter levado Rebeca á casa da Abraão para o casamento, após ter recebido-a no campo da mão de Eliezer. Agora será realizada a grande festa das bodas do Cordeiro, que contará com a presença da igreja do Velho Testamento e todos os seres celestiais. A igreja, como a noiva, será retumbantemente em memória do triunfo eterno do Cordeiro (Ap 19: 17; Ap 5). Será uma festa sem igual. O vocabulário humano torna-se subjetivo para descrevê-lo. As bodas do Cordeiro é cumprimento das palavras de Jesus na última ceia celebrada com os discípulos (Mt 26:29), quando prometeu ceiar com eles na casa do Pai. Na ceia com os discípulos, Jesus serviu para dar exemplo nas bodas do Cordeiro. Ele servirá para demonstrar sua alegria em ter na casa do Pai aquela que constitui o alto valor de sua morte na cruz: a igreja (Lc 22:26, 27, Is 53:11). As bodas do Cordeiro constitue a união total e absoluta de Cristo e sua igreja (Lc 22:20-23). O casamento é uma instituição divina, e deveria existir somente duas coisas que poderiam rompê-lo dentro do padrão bíblico: a morte e infidelidade conjugal, pois bem dentro deste princípio bíblico, torna-se claro que as bodas do Cordeiro será a união eterna da igreja com Cristo, visto ser impossível sua violação, isto porque a igreja estará num corpo glorificado que nunca vai morrer e também jamais se corromperá (1ª Cor 15:52-54). Portanto que, como igreja-noiva, possamos manter nossas vestes limpas e branqueadas, pois Cristo, o noivo espera contar com a nossa fidelidade restrita (Ap 19:7, 8; Ap 2:10). Com as bodas do Cordeiro, encerra-se a cadeia de acontecimentos que envolve a igreja arrebatada no primeiro aspecto da volta de Cristo. No entanto, queremos expor que tais acontecimentos serão desenrolados na eternidade, do outro lado da vida entre Cristo e sua igreja. Porém aqui na terra, desencadear-se-á umas outras séries de acontecimentos que estarão a desenrolar-se envolvendo a humanidade e os crentes que ficaram do arrebatamento. A esta série de fatos, a Bíblia chama de: A grande Tribulação, sobre que trataremos a seguir. A Grande Tribulação A Bíblia diz no evangelho de Marcos, capitulo 13 e versículo 19: Porque naqueles dias haverá uma aflição tal, qual nunca houve desde o princípio da criação, que Deus criou, até agora nem jamais haverá. Após o arrebatamento da igreja se desencadeará um período sombrio e medonho de sofrimentos sobre a humanidade, que os escritores tanto do Antigo Testamento como do Novo Testamento, denominam de: A Grande Tribulação. A grande tribulação envolverá a terra toda. Este evento está dividido em duas grandes secções que se subdividem em fatos distintos e abrange um período de sete anos, tempo este equivalente à última semana da profecia de Daniel (Dn 9:27). Consideramos a grande tribulação em alguns de seus respectivos aspectos: 1. Definição Grande tribulação é o termo da escatologia bíblica para descrever a época mais agonizante da terra, quando o caos social, político, econômico e espiritual apavorarão os habitantes da terra. Este período, que culminará com o auge pleno dos juízos apocalípticos, a Bíblia chama de: Hora de tribulação (Ap 3:10) Tempo de angustia (Dn 12:1) Dia do Senhor (Obadias ver. 15; Ez 30:3). Nesta época há de cumprir-se os ais dos selos, das trombetas e das taças do livro de Apocalipse. Este tempo começara sobre a terra com o rompimento dos selos, eles serão a introdução dos grandes acontecimentos que terão lugar durante os sete anos de tribulação. Porém a Noiva do Cordeiro não passará por tais acontecimentos (Ap 3:10) ela subirá ao Céu, antes que as sombras caiam. 2. Dois aspectos da Grande Tribulação A septuagésima semana da profecia de Daniel possuirá dois períodos iguais há três anos e meio, que são também mostrados na Bíblia, equivalente a quarenta e dois meses, ainda com mil duzentos e sessenta dias e, ainda por um tempo, tempos e metade de um tempo (Ap 11:2, 3 ; Ap 12:2,3,6-14; Ap 13:5 ; Dn 12:6). Estes dois aspectos não terão simplesmente caráter cronológico, mas de fatos e propósitos, isto é, na primeira metade da grande tribulação haverá um período de paz e segurança, mas será uma paz falsa, ela está simbolizada pelo primeiro cavaleiro do Apocalipse, o cavalo branco, que significa uma falsa paz. Será um período introdutório para o anticristo adquirir a confiança, o respeito e a amizade de muitos. Segundo o profeta Daniel ele fará neste período uma aliança com muitos. Creio ser uma espécie de acordo ou tratado diplomático-político com muitas nações da terra. Inclusive com Israel. Falando desta época disse o apostolo Paulo que quando disserem há paz e segurança sobrevirá repentina destruição (1ª Ts 5:3; Dn 9:27). Já na outra metade teremos, propriamente dito, a grande tribulação com todas as suas agruras, quando este ditador mundial governar o mundo da eficácia e poder de satanás (2ª Ts 2). A primeira metade desta semana revolucionará o mundo. O diabo plagiará o bem e ganhará os aplausos do mundo. O próprio Israel se iludirá fazendo uma aliança com o anticristo, talvez quem sabe até pensando ser ele o verdadeiro Cristo que ainda esperam. Este será um triste passo de Israel, pois logo ele quebrará esta aliança que redundará em guerra, mas antes que ela comece, Jesus virá e salvará Israel e todos o receberão como o messias e descobrirão que este é jesus a quem os antepassados rejeitaram. 3. A Tríade infernal A tríade diabólica é composta pelo dragão, o anticristo e o falso profeta.   Continua  

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O Arrebatamento da Igreja e a Cronologia do fim – Parte II

O arrebatamento da igreja é um mistério só plenamente compreendido quando realmente ocorrer. Quando ocorrer este evento iniciará uma série de acontecimentos, abrangendo a igreja, Israel e as nações em geral. No céu ouvir-se-á o brado de Jesus, a voz do arcanjo e a trombeta de Deus. E os mortos em Cristo ressuscitarão. No arrebatamento será a primeira ressurreição. Apóstolo Paulo é claro quando diz que irão ressuscitar os mortos em Cristo (1 Ts 4:16). Esta será a ressurreição para a vida eterna. Diante de tudo concluímos que aquele que há de vir virá e não tardará? (Hb 10.37). A primeira carta aos Coríntios 15.52-54 descreve os corpos que virão dos mortos em Cristo que ressuscitaram: corpos incorruptíveis e imortais, ou seja, um corpo que não será sujeito à corrupção nem a morte. Transformação dos fiéis vivos Em seguida ao tal acontecimento, segue a transformação dos fiéis vivos que juntamente como os ressurretos serão levados ao encontro do Senhor nos ares (1 Ts 4.17). A recepção no Tribunal de Cristo A igreja arrebatada terá destino em primeiro lugar ao Tribunal de Cristo, nome dado na Bíblia ao lugar onde Cristo recepcionará os fiéis com seus galardões e lauréis, isto é, premio, coroa. Note-se que este julgamento é para julgar as obras e não os obreiros. A. O tempo A época bíblica para este tribunal, situa-se da sequência do arrebatamento, na época também da primeira ressurreição, quando Cristo voltar para levar sua igreja. (1 Cor 4.5 Lc 14. 14; Ap 3.10). B. O lugar O lugar deste tribunal será nos ares, onde a igreja arrebatada encontrar-se-á com Cristo (1 Ts 4.17; Dn 7.13,22). Existem muitas divergências entres os comentaristas quanto ao local exato do Tribunal de Cristo. Tenho que para mim será na porta e nos ares. Onde me baseio na Bíblia? Na antiguidade os juízes e anciãos de uma nação costumavam julgar seus súditos e suas causas na porta da cidade. (Gn 19.1,9; 1 Sm 4. 13, 18; 2Sm 15.2). Boaz, chamado o remidor, e mais dez testemunhas da cidade de Belém, julgaram a causa de Rute, a Moabita, na porta da cidade de Belém (Rt 4.1,2) E ali, diante desse tribunal, ela recebeu… o galardão do Senhor Deus de Israel (Rt 2.12). Muitas coisas nas Escrituras foram escritas para nosso ensino. (Rt 15.4), pois algumas delas são sombras das coisas celestiais. (Hb 8.5), e outras são figuras das coisas do céu. (Hb 9.23). Se o nosso pensamento é acertado nesta interpretação, é evidente, embora pouco provável que o Tribunal de Cristo terá lugar ainda nos ares, especialmente na porta formosa do Céu. Neste tribunal a base do julgamento será o serviço do crente. Será galardoado mediante a sua diligência em administrar os dons, os bens, os talentos, etc., que o Senhor lhe confia aqui na terra. (Rm 3: 23,24). O amado irmão e Apóstolo Paulo escrevendo aos crentes de Corinto na primeira carta capitulo três, e nos versículos dez a quinze, neste texto, duas coisas estão ditas de suma importância acerca de nossas obras. (1 Cor. 3:10-15) 1. O texto apresenta dois tipos de obras que podemos estar realizando (v 12) A – Ouro, prata e pedra preciosa, símbolo de obras eficientes, firmes e permanentes. Fala do testemunho sólido, da firmeza espiritual, do trabalho realizado, da frutificação e da fé inabalável. B – Madeira, feno e palha, símbolo de obras relaxadas, inseguras e passageiras. Fala do testemunho negligente, infértil e escandaloso, da vida espiritual sem vigor e da fé mista. Meu amado(a) que tipos de obras eu e você estamos fazendo para o Senhor? Estamos firmes, inabalável, comprometidos, integrados…? 2. O texto declara que o fogo provará nossas obras (v13). Assim como o ourives prova ouro, serão também provadas as obras de cada um de nós. Outrossim declaramos: desde que este é um estudo de tipologia dado pelo Apóstolo Paulo dentro da escatologia, ressaltamos que o fogo neste texto é uma referência do Espírito Santo de Deus que por sua vez acompanha e incentiva cada um de nós capacitando-nos para fazermos melhor a obra de Deus. Portanto após o fogo passar nas obras de cada crente, representado pelas matérias relacionado acima, haverá um resultado preciso, as boas permanecerão e serão recompensadas, porém as inúteis se desfarão. Isto é (sem galardão). Um dos maiores galardões que receberemos será reinar com Cristo no Milênio, perder este galardão significa não entrar no reino, entrou no céu, mas não reinou com Cristo. Jesus disse: Assim como Eu venci e me assentei no trono de meu Pai, aquele que vencer com eu venci, sentará comigo no trono. Sentar no trono de Cristo significa reinar no Milênio e depois na eternidade. Reinar significa governar, trabalhar, produzir, frutificar. Pense, se não estamos fazendo isso agora, não o faremos depois, no Céu sempre haverá movimento. Esse é um poderoso galardão que eu não quero perder! Ap. 3:21 3. O Caráter. Finalizando, consideremos o caráter deste tribunal. Em primeiro lugar não esquecemos que no tribunal de Cristo só irá participar os crentes que foram arrebatados, portanto não tem finalidade de condenar ou punir, pois todos quanto estiverem ali são salvos e irão morar na glória, uns receberão sua recompensa no sentido de presentes, pagamentos, premio, outros não. Tudo que fazemos aqui refletirá na eternidade! Aquele cristão que foi salvo por ter aceitado a Cristo e permanecido na fé, mas não trabalhou, não se se esforçou, nada fez para o empreendimento da obra do Senhor, não terá recompensa, ou galardão. O caráter deste tribunal é galardoador, porém sua base é nossas obras ou serviços prestados para Deus aqui na terra, um deles é ganhar vidas e fazer delas discípulos para o senhor Jesus, outro é contribuir para o reino crescer. Quero relacionar as coroas que a Bíblia identifica a serem recebidas pelos fiéis que terão suas obras aprovadas no tribunal de Cristo. A coroa da vida (Ap 2:10; Tg 1: 12). A coroa da justiça (2ª Tm 4: A coroa de glória (1ª Pe 5: 4). A coroa

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