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Propósito do discipulado visa o crescimento saudável do cristão

Romanos 10:17; II Tm 2:1,2 Todo crente necessita de uma dieta espiritual equilibrada que envolve ouvir e falar. A Palavra de Deus declara no texto acima que a fé vem pelo ouvir a Palavra de Cristo quando pregada. Quando participamos da reunião de celebração o alvo é recebermos fé como combustível para vencermos o diabo, o pecado e o mundo. Deixar de ouvir a Palavra semanalmente é algo trágico para a nossa saúde espiritual.                 Por outro lado a Palavra de Deus também declara que nós precisamos falar para crescer. II Coríntios 4:13 diz: “Eu cri, por isto é que falei, também nós cremos por isto é que falamos”. É pelo falar que somos cheios do Espírito, é pelo falar que geramos, liberamos, ministramos e fazermos quase toda a obra de Deus.   Aprendi no curso de maturidade a comparar esses dois aspectos com a tinta na porcelana. Quando nos reunimos na reunião para ouvir recebemos a tinta em nós como porcelana. Essa tinta é boa, mas ainda pode ser removida. Mas quando a porcelana é levada ao forno a tinta é impregnada e passa a fazer parte da porcelana. Quando falamos estamos impregnando de forma definitiva em nós aquilo que ouvimos anteriormente, pois meditamos antes de falar e, agora desceu ao nosso coração.   Se apenas ouvimos ainda não podemos dizer que aquilo nos pertence, mas quando falamos é porque desceu ao coração e então liberamos aquilo que está dentro de nos e aquilo de fato se torna nosso. Ouvimos nas reuniões de celebração, na escola de líderes, etc., para recebermos fé e, falamos nas reuniões pequenas de discipulado e nas células para crescermos em fé.   Cremos que cada membro deve ser apascentado, pois Jesus mostrou isso na prática.                         Não podemos negar que a reunião geral da igreja é um poderoso instrumento de evangelização. São muitos os que se agregam a partir de reuniões de cura e libertação, de reuniões de evangelismo e dos cultos de celebração de domingo. As igrejas centradas em programas sem dúvida podem crescer, mas uma característica sempre estará presente: um grande rodízio de membros. As pessoas vêm e vão com extrema facilidade e as que permanecem não crescem e em alguns casos se tornem cristãos problemáticos.             Este problema acontece porque nas reuniões grandes os vínculos não podem ser firmados e conseqüentemente não haverá um apascentamento adequado dos membros.             Todo novo convertido é como uma criança e como tal necessita de alguns cuidados fundamentais. Toda criança necessita de cinco coisas: 1.      Alimento; 2.      Proteção; 3.      Ensino; 4.      Disciplina e; 5.      Amor. Estes cuidados não podem ser dados de maneira massificada e geral, mas individual.                 Todo novo convertido necessita de uma dieta balanceada. Se não for alimentado nesta fase da vida espiritual poderá se tornar um crente problemático; isto se não morrer de inanição.             É na consolidação da Palavra e na célula que os novos são alimentados com um nível de palavra que eles podem assimilar e compreender.             Além do alimento o recém-nascido precisa de proteção. O rodízio na igreja é fruto de falta de cuidado. O lobo entra e leva a ovelha, pois não há pastores guardando o rebanho. Ele precisa aprender crescer e desenvolver o habito de andar em comunhão, por isso é fundamental a proteção de um pai ou mãe espiritual.                 Há ainda um terceiro ingrediente básico, o ensino. Quando falamos de alimento, estamos nos referindo àquele aspecto da Palavra de Deus que gera vida, fé e mudança. O ensino aponta para a conduta e as atitudes que devem ser desenvolvidas no novo crente. Se, por exemplo, quando criança o crente não é ensinado a ser dizimista, é difícil ser mudado depois de velho na fé. É na célula, na Escola de líderes e no discipulado que a criança espiritual deve ser ensinada.   Um quarto elemento é a disciplina. O novo convertido deve ser alimentado, protegido, ensinado e também corrigido para não sair do padrão da Palavra. Estes elementos são básicos na vida de uma criança e também na vida de um novo crente.                 Por fim a criança na fé precisa ser amada. Muitos de nós vimos para a vida da Igreja com nossos emoções destruídas e é o amor paciente dos irmãos que restaura a nossa alma. Uma criança só recebe amor e suprimento adequado em um ambiente de família e é exatamente essa a proposta da célula. Precisamos ser família para podermos suprir nossos filhos de forma que não haja rodízio entre os membros, mas todos possam estar vinculados em amor.                 Esses elementos compõem o apascentamento dos novos convertidos que fazem parte da consolidação, mas todos nós precisamos continuar a ser apascentados. Todo discípulo precisa ser um discipulador, precisa continuar a crescer e isso leva a vida toda. Os pastores não podem suprir estas necessidades sozinhos, eles precisam fazer discípulos que se tornarão líderes discipuladores.   Precisamos que cada líder de célula seja um discípulo/discipulador fiel, um apascentador de ovelhas com o encargo de Deus no coração, andando focados na visão que Deus deu aos ungidos do Senhor em fidelidade e submissão. Precisamos que Deus desenvolva em cada um de nós o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus, precisamos ter um espírito de servo. Continua…   Deus te abençoe   Pastor Eliezer 

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Homossexualismo

Introdução  Desde os primórdios da humanidade, as sociedades convivem com os mais variados tipos de comportamentos sexuais. O relato bíblico da Criação, a Palavra de Deus em Gênesis capítulo 1 e 2 mostra que Deus formou o homem e a mulher para viverem em comunhão íntima, tornado-se “uma só carne”. Porém o pecado infiltrou-se nos relacionamentos sexuais entre os seres humanos de tal forma que hoje a sociedade convive com uma variação enorme de perversões sexuais e alguns estão se tornando normais, tais como: narcisismo, homossexualismo, masturbação, sexo anal, sadismo, masoquismo, exibicionismo, pedofilia, gerontofilia, fetichismo, travestismo, incesto, pluralismo, necrofilia, bestialidade, zoofilia, voyeurismo, sexopatia acústica, renifleurismo, coprofagia, frotterurismo, entre outros.  Este estudo não vai entrar nos detalhes das diversas anomalias sexuais, limitando-se apenas ao estudo do homossexualismo, pois este é o tema que trataremos hoje. Na Bíblia em Romanos 1:26 e 27 temos este assunto tratado de forma bem clara, e qual é uma das suas causa, veremos também outros textos pertinentes que serão bem esclarecedores. Em Romanos 1:26-27diz: "Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro." Romanos 1:26-27 A Bíblia refere aqui à prática do lesbianismo e do homossexualismo masculino. A palavra “natural” em oposição à “contrária à natureza” era usada naquele tempo com muita freqüência como uma maneira de estabelecer distinção entre comportamento heterossexual e homossexual. “A Bíblia usa linguagem direta para condenar a perversão do sexo. Quero lembrar que o sexo só será benção e aceito por Deus se for no seu justo lugar que é dentro do relacionamento conjugal”. A contaminação do espírito, da alma e do corpo humano é claramente manifestada nas perversões sexuais e o homossexualismo está entre os mais graves, pois ele é obviamente antinatural, contrário à natureza sexual.  No verso 27 de texto acima é empregado pela Bíblia como alguém que não herdará a salvação por estar sob a condenação de Deus, assim como também diz em (I Coríntios 6:9 e I Timóteo 1:10 e Levítico 18:22 e 20:13). Ainda em Romanos acrescenta que aqui a perversão sexual é vista como resultado de (e, até certo ponto, um julgamento sobre) o pecado do homem em adorar a criatura ao invés do criador. É por causa da idolatria que  veio a contaminação e conseqüentemente a perversão resultando no homossexualismo, isso é claro em Romanos 1:18 a 25. Conceito e Causas da Homossexualidade Uma vez comprovado que o tema que a Bíblia abordou em Rm 1:26-27 foi mesmo a homossexualidade, tanto masculina quanto feminina, faz-se necessário um maior aprofundamento sobre o estudo deste comportamento sexual. O homossexual é considerado uma pessoa com tendência a dirigir o desejo sexual para outra pessoa do mesmo sexo, ou seja, ele (ou ela) sente atração erótico-sexual por parceiro do mesmo sexo. 1. Esta questão da homossexualidade está ligada com cadeias espirituais e emocionais. Vemos também a homossexualidade como uma espécie de “síndrome neurótica”, caracterizada por alguns estigmas bem definidos, a saber: uma elevada dose de masoquismo psíquico, levando o homossexual a situações de desconfianças e humilhações; medo, ódio, fuga em relação ao sexo oposto; insatisfação constante e insaciabilidade sexual; megalomania; depressão; sentimento patológico de culpa; ciúme irracional; e inadmissibilidade psicopática.  2. Questões Familiares – Uma mãe dominante, juntamente com um pai ausente e apagado; uma supermãe, tão envolvente que para o filho só existe uma mulher, que é ela; a mãe frustrada no seu relacionamento com o marido, incutindo na cabeça das filhas que homem nenhum tem valor; um superpai que exige uma virilidade impossível de ser alcançada pelo filho; os pais desejam um menino, mas nasce uma menina; 3. Sociais – A influência, os conceitos deformados que a mídia impõem, uma sociedade contaminada que se reproduz e que ocorre na forma do segregacionismo ou do igualitarismo; o  anarquismo; vemos uma a sedução por adultos que uma vez que foram tocados na infância, tocam, e ao fazerem isto, contaminam e transferem demônios de perversão sexual com tendências para o homossexualismos quando estas outras crianças ou adolescentes são tocadas ou abusadas por alguém do mesmo sexo.  Por Que Deus Condena o Homossexualismo? Deus abençoou o homem e a mulher e lhes deu o mandamento de serem fecundos e multiplicarem-se (Gn 1:28). O casamento é a “união de duas pessoas que originalmente foram uma, depois foram separadas uma da outra, e agora no encontro sexual do casamento se uniram novamente”. Não é por acidente que toda forma de expressão sexual fora da aliança do casamento seja explícita ou implicitamente condenada em toda a Escritura sagrada. A Bíblia condena a prática do sexo fora do casamento, e condena muito mais quando se torna perversão, homem com homem e mulher com mulher. Isto atrai maldição e espíritos familiares que atuarão na família e descendentes e gerações futuras.  A sociedade atual está cada vez mais perdendo de vista o princípio que Deus definiu para a união sexual entre os seres humanos: um homem e uma mulher, unidos pelo compromisso eterno do matrimônio. Em virtude deste crescente desvio do padrão idealizado por Deus no princípio, é que têm surgido todas estas anomalias sexuais descritas até aqui. Hoje já se convive até mesmo com o “casamento” entre homossexuais e a adoção de filhos por estes “casais”. Absurdo e abominação perante Deus, pois esta criança não terá nenhum padrão para família e crescerá com o caráter deformado. O propósito de Deus é que o homem junte-se com a mulher e os dois formem “uma só carne” (Gn 2:24), constituindo-se numa família heterossexual, na qual os filhos poderão ser educados em meio a um ambiente sadio e livre de preconceitos. Quando os filhos são ensinados na Palavra de Deus, elas crescem e se tornam maduras com caráter sadio e comportamentos equilibrados. Salmos 128 Este ideal está totalmente corrompido na sociedade moderna,

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Cada membro do corpo de Cristo sendo um ministro

II Coríntios 3: 4-6; 5:18,19; João 15:16 O inimigo inseriu dentro da igreja o sistema de clérigos e leigos. Isto é muito facilmente observado na história da Igreja. Depois de procurar de todas as formas tirar a atenção do cabeça e se possível deixar o corpo sem cabeça, o ainda fez o inimigo? Inventou um sistema de clérigos e leigos. Qual foi a sua intenção ao fazer isso? Foi a de matar todas as funções dos membros do corpo. Originalmente todos os membros funcionavam adequadamente, mas gradualmente as funções foram sendo passadas para um pequeno número de cristãos. Desde que a maioria foi posta de lado o corpo ficou inutilizado, paralisado.                         Observe bem a maneira como o inimigo agiu: primeiro tirou a atenção da igreja do cabeça do corpo, agora tirou as funções dos membros do corpo. Devemos nos levantar contra essa estratégia maligna. Na Igreja do Senhor Jesus todos são sacerdotes, todos ministram diante do altar, nem todos ministram no altar, mas todos conhecem a Deus e todos tem acesso ao Santo dos Santos e portanto são ministros do Deus vivo.                         Hoje em dia com tantos reverendos e doutores em divindade o inimigo tem conseguido anestesiar os membros para que não funcionem. Há dois tipos diferentes de funcionamento desta estratégia. O primeiro tipo é quando os próprios clérigos se colocam acima dos leigos afirmando que são eles os que sabem, os que conhecem e, portanto são incontestáveis, chegam mesmo a proibir os membros de pregar, ensinar ou fazer qualquer outra coisa. Hoje a única função dos membros é ir à igreja e se assentar no banco olhando para frente a fim de ouvir o reverendo, ou pastor. Transformamos a vida da igreja em algo distante e cheio de regras que não leva ninguém a crescer espiritualmente, as pessoas continuam presas e doentes na alma, sem dar frutos e precisando ser libertas e curadas.   É evidente que cada membro precisa primeiro ser ministrado para que haja cura e libertação, passando por um treinamento, depois de preparado e acompanhado, aí sim ele poderá liderar a célula e ministrar a Palavra e fazer discípulos. A Regra básica é: Todo discípulo se torna discipulador e todo discipulador é discípulo e isto equivale a ser apascentado e apascentar.                    Porque é tão importante ser uma igreja em células?   Primeiro: A visão celular é totalmente Bíblica; Segundo: Jesus disse que todos os cristãos seriam transformados, libertos e curados e produziriam frutos e frutos que permanecem; Terceiro: Cremos que dentro das células as pessoas são pastoreadas, treinadas e cada uma têm as suas funções restauradas.   Vejamos o que acontece dentro de uma célula:  Em uma célula todos tem oportunidade de falar e não apenas uns poucos privilegiados;  Em uma célula todos evangelizam. Hoje em dia evangelizar se transformou em simplesmente convidar para ir ao culto. Na célula, não se faz apenas o convite para a reunião, mas se evangeliza lá fora, onde as pessoas estão;  Na Célula não precisa de um profissional em teologia à frente, (estudar teologia é muito importante e fundamental a todos que tem chamados pastoral), mas o líder de célula é formado pela Escola de líderes e pelo discipulado pessoal. Ainda que haja diferenças de autoridade e funções, não há clérigos e leigos, todos funcionam, todos trabalham, todos ministram, todos são discípulos.  Na visão Celular que é totalmente bíblica, cada membro se torna um ministro e cada casa uma igreja. Primeiro, a igreja começa em casa, segundo, a nossa família é a nossa célula principal e quem não cuidar da família e pior que um incrédulo.  Como diz os textos acima: Deus nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança no espírito, confiando a nós o ministério e a palavra da reconciliação. Jesus disse no Evangelho de João capítulo 7 versículo 38: Aquele que crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva.   Continua  

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Três grandes verdades para salvação

  Romanos 3.24; Romanos 10.9,10   Na Palavra ministrada no domingo passado falamos sobre o reino de Deus e aprendemos que a idéia de Deus, de acordo com a Sua Palavra, é povoar a Terra com a idéia do Céu. O plano de Deus é colonizar a Terra com o Reino dos Céus. O Reino dos Céus foi criado por Deus para ser invisível, sobrenatural, estar acima do mundo natural, o lugar onde Deus habita.   O plano de Deus, ao criar Adão, não foi para a Terra ir para o céu, mas para o céu vir a Terra. Mateus 6, diz que devemos orar para trazer o reino do céu na Terra. Deus quer que a Sua vontade seja feita na Terra assim como é nos céus.   Jesus disse no evangelho de João capítulo 3 e versículos 3 e 4 que para ver e entrar no reino de Deus é necessário nascer de novo.   O novo nascimento é regeneração do ser humano, é a entrada da vida de Deus dentro de você. Essa é a primeira experiência da vida cristã, o ponto de partida do seu crescimento em Deus. Quando isso acontece muitas coisas que antes lhe atraiam já não o fascinam mais. Seus valores são alterados, seus interesses são modificados, os amigos acham estranho o seu modo de agir. Se isto aconteceu ou está acontecendo com você, alegre-se. Esse é um bom sinal de que de fato você nasceu de novo e se tornou um (a) filho (a) de Deus.   Porque Precisamos Nascer de Novo? Para chegar a estas respostas é necessário entender algumas coisas, vejamos:   1.      Por causa do pecado, todos ficaram separados de Deus – Romanos 3: 23 –“Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus”.    2.      O pecado trouxe a morte, logo todos nós morremos – Romanos 5: 12 – “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo e pelo pecado , a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram”.  E emRomanos 6: 23 diz: “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor”.   3.      Jesus, o Filho de Deus, veio para morrer em nosso lugar, ou seja, nos livrar da morte, do pecado e do diabo – Em Efésios 2: 1, 2 diz: –“Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados. Nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência”.   4.      O Espírito Santo nos convence de nossa condição de pecadores – Em João 16: 8 – 11 diz: – “Quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo: do pecado, porque não crêem em mim; da justiça, porque eu vou para o Pai, e não me vereis mais; e do juízo, porque o príncipe deste mundo já está julgado”.    5.      O Espírito Santo nos mostra a necessidade de arrependimento e de receber Jesus como nosso Senhor e Salvador pessoal. Em João 3:16 diz que Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Deus tem um plano de salvação para a humanidade, e tudo começa na família.   Este é um assunto muito importante, por isso vamos refletir sobre este maravilhoso plano de salvação que Deus proveu para todos nós. Para entendermos este plano precisamos falar sobre três grandes verdades:   1ª) Verdade: Todos sem exceção pecaram – “Pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus” (Rom 3:23)   Aqui está o fundamento que nos revela a grande necessidade que temos da salvação. O fato importante para percebermos o imperativo da salvação é a consciência de que “todos pecaram”, ou seja,  eu e você estamos inclusos nessa condição (Romanos 3.10-18). Sabemos que o pecado nos separa de Deus e, portanto, nos impede de desfrutar Seu plano de salvação. Quando nascemos, não importando nossa raça, condição social, etc., já chegamos a esse mundo como pecadores, pois a semente do pecado já foi semeada na raça humana desde nossos primeiros pais, Adão e Eva  (Romanos 5.12).   2ª) Verdade: A provisão de Deus na pessoa de seu filho Jesus cristo   No verso 24 lemos que podemos ser declarados justos, não mediante a nossa própria justiça ou boas ações, mas por causa do que Jesus Cristo, o Filho de Deus, fez por nós na cruz, entregando Sua própria vida em lugar da nossa. Jesus morreu na cruz em nosso lugar, pagando o resgate com Seu próprio sangue. A esse ato de amor chamamos de “redenção”, em que Deus, por meio do pagamento de um preço, isto é, a morte de Cristo na cruz, compra para uma vida de liberdade a pessoa que era escrava do pecado.   A conseqüência ou resultado disso é que, mediante esse sacrifício, se assim crermos e o recebermos, somos reconciliados com o Pai e voltamos a desfrutar todos os benefícios como Seus filhos e passamos a ter o direito de ver e entrar no reino do céu.   3ª) Verdade: A salvação é desfrutada mediante uma decisão pessoal Por mais maravilhosas que sejam essas verdades, só poderemos desfrutá-las efetivamente se as reconhecermos como fatos para nossa própria vida. Não adianta apenas sabermos da existência de um bote salva-vidas, precisamos usá-lo caso contrário nos afogaremos! Jesus fez a parte dele em morrer por nós e hoje nos oferece “gratuitamente” Seu precioso tesouro, contudo devemos acolher em nossos corações essa verdade como uma verdade pessoal. Devemos entender que a salvação é oferecida a todos, mas só poderá ser experimentada por aquele quer crer e confessar sua fé em Cristo, como seu Senhor e Salvador (Romanos 10.9,10).   Conclusão   No Reino de Deus há abundância, lá não existe pobreza e nem falta de nada, pelo contrário, no reino

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A boca fala do que está cheio o coração

Lucas 6:45   Temos aprendido na Palavra de Deus a importância de guardarmos o nosso coração, porque dele procedem as fontes da vida. Sabemos que biblicamente falando, coração significa o nosso espírito, Deus usa a figura do coração porque este reage conforme nossas emoções, nossos sentimentos, etc. O coração bate mais forte quando estamos nervosos, ansiosos, alegres, felizes, etc. O coração alegre aformoseia o rosto, mas com a tristeza do coração o espírito se abate. Provérbios 15:13).   Você conhece alguém que só tem palavras ruim na boca? Nunca tem algo de bom para contar. Está sempre chateado, preocupado, aborrecido, de mau humor? Em compensação, certamente você conhece pessoas que têm sempre uma palavra boa, notícias boas, são otimistas, alegres, embora, muitas vezes, estejam enfrentando sérios problemas, não é mesmo?   Por que as pessoas são tão diferentes? Segundo a Palavra de Deus, a forma ou a maneira como alimentamos nosso coração refletira na nossa boca e nas nossas ações. Se houver amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, mansidão, domínio próprio, esperança, compreensão, perdão em meu coração, é exatamente isso o que vou falar e refletir em meu estilo de vida.    Jesus, um dia, falava a uma grande multidão sobre vários assuntos: Ele falava do amor ao próximo, do cego que guia outro cego, e falou também sobre a árvore e os seus frutos. Em Lucas 6:43-45 diz : Porque não há boa árvore que dê mau fruto, nem má árvore que dê bom fruto. Porquanto cada árvore se conhece pelo seu próprio fruto; pois não se colhem figos dos espinheiros, nem uvas de ervas daninhas.   O homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o bem, e o homem mau, do mau tesouro do seu coração tira o mal, “porque da abundância do seu coração fala a boca”. (Lembre-se sempre deste princípio; tu tens o que tu dizes, você é resultado das suas palavras).   Jesus diz que uma árvore boa não pode dar frutos ruins, assim como uma árvore ruim não pode dar frutos bons. Você concorda com isso? O fruto da mangueira é venenoso? Pode nascer espinho em um pé de jaca? Ou pode um pé de espinheiro dar laranjas, Não! Cada arvore dá o seu fruto conforme sua espécie. Conforme a árvore, assim será o seu fruto, certo?   Muito bem! E Jesus continua dizendo que: O homem bom, do seu bom tesouro tira o bem, e o homem mau, do seu mau tesouro, tira o mal. O que isso tem a ver com a árvore? Se abacate dá abacate, manga dá manga, o homem que tem coisas boas em seu coração vai produzir boas ações e o que tem coisas más em seu coração vai produzir más ações. É simples!   Ninguém pode dar amor, se não tiver amor; não pode dar respeito, se não tiver respeito; não pode dar fidelidade, se não for fiel. Não pode dar perdão se está com ódio ou se está amargurado, não pode dar paz se vive irado e revoltado, nem poderá falar de esperança se está sem direção e sem fé.   A boca fala daquilo que o coração está cheio. Precisamos ter cuidado com as coisas que enchem o nosso coração. Se alimentamos o nosso coração com fofocas, notícias ruins, imoralidades, mentiras, ira, ódio, violência, desconfiança, rebelião, orgulho, soberba…, estaremos guardando um mau tesouro nas nossas vidas e, certamente, a nossa boca e as nossas atitudes refletirão isso. A rebeldia, a grosseria, a maldade, etc., são frutos desse mau tesouro.   Mas se enchemos o nosso coração com a Palavra de Deus, com os ensinamentos de Jesus Cristo, estaremos guardando um bom tesouro que produzirá bons frutos: prosperidade, obediência, mansidão, amor, perdão, paz, alegria, esperança, perseverança, fé, e todos os outros frutos do Espírito.   “O texto de Provérbios 3:1-8 diz: ”FILHO meu, não te esqueças da minha lei, e o teu coração guarde os meus mandamentos. Porque eles aumentarão os teus dias e te acrescentarão anos de vida e paz. Não te desamparem a benignidade e a fidelidade; ata-as ao teu pescoço; escreve-as na tábua do teu coração. E acharás graça e bom entendimento aos olhos de Deus e do homem. Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas. Não sejas sábio a teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta te do mal. “Isto será saúde para o teu corpo e refrigério para os teus ossos”   Este texto fala dos benefícios que temos quando guardamos em nosso coração os mandamentos do Senhor: teremos os nossos dias aumentados na terra; a benignidade e a fidelidade do Senhor sempre estarão conosco; acharemos graça diante de Deus e dos homens; e Ele endireitará os nossos caminhos.   Alimente o seu coração com a melhor comida, que não falta nunca, que nos sustenta em todos os momentos e nos ajuda a dar os melhores frutos: a Palavra do Senhor! Quando ouvir a Palavra nos cultos, na célula, no Encontro, na Escola de líderes, no discipulado, no devocional, etc., preste atenção, medite profundamente, receba com alegria e pratique, pois desta forma sua vida será frutífera e feliz.   Aprendemos na palavra que mentira traz prisões, porque ainda alguns de nós mentimos? Ouvimos que precisamos perdoar e tirar todo magoa do nosso coração para ser livre, porque ainda alguns insistem em não perdoar e ficar magoado? Aprendemos que palavras são sementes e uma vez lançadas vão germinar e dar frutos, porque ainda muitos de nós falamos palavras de derrotas, incredulidade e morte? Praticar os ensinos de Cristo é o segredo da vitória.   Precisamos ter sede e fome de Deus, Ele é a resposta para nossa vida, Ele é o provedor de nossa alma, Ele é a essência do nosso ser! Existe muita gente vazia de Deus e para preencher este vazio, busca em lugares errados e acabam sofrendo opressões, depressões, cadeias espirituais, etc.   Nos Salmos 1:3

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Uma Vida de Princípios

                                                                                  Daniel 1:1-8 Um princípio é uma verdade fundamental sobre a qual se apóia o raciocínio. De forma simplificada podemos dizer que alguém devolveu o troco que recebeu a mais por causa de um princípio de honestidade no coração. Daniel era um jovem de princípios bem definidos, e suas ações demonstram que ele estavam relacionados ao seu conhecimento de Deus. Veremos os princípios de Daniel que nos servem de modelo. 1. Princípio de Integridade – “Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se…” (Daniel 1:8) Ser íntegro fala de inteireza moral. Daniel era um jovem que estava longe da sua terra, tendo sido levado cativo juntamente com outros judeus para a terra da Babilônia. Naquele lugar, o encarregado de cuidar daqueles jovens que serviam no palácio real deu outros nomes a Daniel e a seus amigos, além de ensinar-lhes a cultura e a língua da terra. O rei queria, na verdade, que eles esquecessem suas origens e que se moldassem àquela nova cultura, assimilando seus costumes e valores. No entanto, Daniel propôs firmemente “não se contaminar” com o tipo de alimentação ali estabelecido. Seu problema não era apenas a comida, mas algo muito mais profundo. Ele não queria que a assimilação dos costumes de uma terra pagã, pouco a pouco, comprometesse sua integridade física, moral e espiritual. O princípio de integridade o sustentou e o fortaleceu, capacitando-o a dizer “não” quando foi necessário. Quando temos princípios em nosso coração vamos sempre agir da mesma forma em todas as circunstâncias. Diante do patrão, na ausência dos pais, no namoro a sós, em meio aos amigos da escola, etc. Temos de aceitar o desafio da integridade para que não corramos o risco de nos desintegrarmos pelo caminho. Deixamos para trás uma parte de nós toda vez que agimos deslealmente, desonestamente e injustamente. 2. Princípio de Propósito –“Ora, a estes quatro jovensDeus deu o conhecimento e a inteligência em toda cultura e sabedoria; mas a Daniel deu inteligência de todas as visões e sonhos… Foi Daniel ter com o rei e lhe pediu designasse o tempo, e ele revelaria ao rei a interpretação.” (Daniel 1:17 e 2:16) Deus entregou a Daniel inteligência de todas as visões e sonhos. Quando o Senhor entrega algo a alguém, o faz por um propósito. Daniel sabia que a habilidade sobrenatural que fluía em sua vida, mais cedo ou mais tarde, serviria aos propósitos divinos. E quando surgiu a oportunidade ele não hesitou em lançar mão do que recebera para abençoar a muitos. Nessa ocasião o rei teve um sonho que muito o perturbou. Daniel se apresentou para aplacar a ira do rei e pedir-lhe um prazo. Deus honrou o senso de propósito daquele jovem e lhe trouxe toda a revelação necessária. Será que já descobrimos o propósito da nossa vida? Quais são os talentos ou dons espirituais que Deus nos deu para facilitar a execução do nosso ministério? Temos colocado em prática o que já sabemos que é vontade de Deus para nós? As respostas a essas perguntas nos ajudarão a tornar nossa vida mais objetiva. Não perderemos tempo fazendo coisas que não estejam em linha com o propósito divino. Nossas realizações terão sentido e trarão grande regozijo à alma, porque foram conquistadas através da ajuda e da bênção divina. Pense, porque você está nesta família, nesta igreja, nesta célula e nesta geração? 3. Princípio de Fidelidade –“Daniel, pois, quando soube que a escritura estava assinada, entrou em sua casa e, em cima, no seu quarto, onde havia janelas abertas do lado de Jerusalém, três vezes por dia, se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus, como costumava fazer.” (Daniel 6:10 ) Havia um decreto de morte para todos os que, por um prazo de trinta dias, fizessem petição a qualquer deus ou a qualquer homem, e não ao rei somente. Mesmo sabendo disso, Daniel continuou a praticar sua devoção diária como de costume, invocando ao Senhor e prestando-lhe culto três vezes ao dia. O risco de morte não foi suficiente para quebrar o forte princípio de fidelidade a Deus que Daniel tinha em seu coração. Precisamos tomar cuidado quando, por muito menos, cedemos às pressões deste mundo tenebroso, sufocando nosso princípio de fidelidade. Em Apocalipse 2:10b diz: “Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida.”   O mundo, a carne e o diabo, estarão sempre querendo comprometer nossa relação com Deus. Se o princípio de fidelidade não estiver bem firmado, estaremos sujeitos a nos inclinar para o mal e, por conseqüência, sofreremos o prejuízo. Jesus foi o exemplo, Ele é o modelo, Ele foi fiel até a morte e desta forma selou a sua vitória ao ressuscitar dentre os mortos e se assentar a destra do Deus Todo Poderoso. Existe muita luta a frente e devemos firmar bem as estacas da fidelidade para nos tornarmos semelhantes a Ele: “se somos infiéis, ele (Deus) permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-se a si mesmo.” (2 Tm 2:13) 4. Princípio de Fé – “O meu Deus enviou o seu anjo e fechou a boca aos leões, para que não me fizessem dano, porque foi achada em mim inocência diante dele; também contra ti, ó rei, não cometi delito algum. Então, o rei se alegrou sobremaneira e mandou tirar a Daniel da cova; assim, foi tirado Daniel da cova, e nenhum dano se achou nele, porque crera no seu Deus.” (Daniel 6:22-23) Por causa daquele decreto contra os que invocassem a qualquer deus, Daniel, que invocou ao Deus verdadeiro sem temer o risco de morte, foi lançado na cova dos leões. Ele passou uma noite inteira naquele lugar cercado por leões famintos e ferozes. Pela manhã, o rei, compadecido, correu ao lugar da cova e perguntou com voz triste se porventura Daniel estava bem. A resposta foi descrita acima, a qual enfatiza que a causa do livramento divino estava baseada em alguns elementos: inocência diante de Deus e do rei, e fé incondicional. A integridade de Daniel fortaleceu sua fé. A consciência

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Festa do Pentecostes

Pentecostes é a festa dos primeiros frutos, é tempo de colheita, é tempo de primícias. Jerusalém e Israel, nesta época de colheita, é muito alegre. A paisagem também é muito favorável juntamente com o clima para se visitar os lugares especiais da revelação bíblica, absorver toda a unção ministrada e também se conseguir ótimas fotos. Durante a Festa de Pentecostes (Shavuot), todo o povo é incentivado a ler o livro de Rute, que traz a consciência da colheita e provisão de Deus e nos alerta para a redenção. Este texto ministrado em Pentecoste traz o sobrenatural atingindo nossas vidas com um desafio de mudança e fé incondicional em Cristo Jesus que é a garantia viva de que Deus nunca negará colheita e provisão ao Seu povo.  

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Vivendo em Família e sendo forte

Salmos 127:3; 128:3b; I João 2:13,14b  Deus tem derramado muito de Sua graça, amor, unção sobre nossas vidas. Devemos aprender a digerir tudo o que Ele tem-nos dado. Há uma unção na Palavra pela qual todos os que caminham por ela prosperam. Quem caminha em família, quem vive em família cumpre os princípios da Palavra. Família é um bem muito precioso. Não deve ser trocada por nada neste mundo, muito menos negociada. Não confunda sua família com nada, porque na hora em que as coisas ficam difíceis é a família que agüenta e suporta. O pecado corrompeu a função da família, por isso a família precisa ser salva e restaurada.   Se você quer ver a sua família debaixo de um teto ungido, seja você o primeiro a viver essa realidade. Não desperdice a bênção de andar em família, pois esse é um presente do Pai celestial para os seus filhos. A Bíblia diz, no Salmos 68:6, que o Senhor faz com que os que O buscam habitem em família. Apenas os rebeldes habitam em terra seca. Respaldados nessa palavra, temos declarado que este ano é o ano da salvação da família, ano da aliança, ano da oração. Você crê?   Neste ano de 2008, as famílias conhecerão a intimidade do Senhor e caminharão em um nível maior de responsabilidade espiritual. Todos os que buscarem a face de Deus O encontrarão. “O segredo do Senhor é com aqueles que o temem; e ele lhes mostrará a sua aliança.” (Salmos 25:14). O nosso objetivo é viver em família, andar em família, mas para tanto precisamos desenvolver algumas ações no nosso cotidiano. Consolidar a Família A família precisa ser consolidada para multiplicar amor, carinho, companheirismo e caminhar de acordo com a vontade de Deus. Talvez você nem creia mais que isso é possível por causa de tantas angústias que causaram traumas familiares. Mas este é o tempo do seu milagre e será através de você que crê em Jesus. Você jovem é um Arauto na sua casa e para isso você precisa estar atento. Portanto, vigie! Não murmure. A murmuração ofende a santidade do Pai e impede a ação do Espírito Santo sobre a sua vida (Arauto: Representante de um rei, aquele que está atento a tudo, etc.)   1.    Fazer e servir na Família – Deus quer-nos ensinar a diferença entre o fazer e o servir na família. Muitos servem e fazem tudo para os outros, mas não têm esse mesmo prazer quando estão em casa. E Deus não quer que seja assim. A família é a célula principal, merece principal atenção. Jovem, seus pais são as autoridades em sua casa, seja sábio, através de você eles serão bons pais e sacerdotes convertidos.   Jovem, não espere ser reconhecido para servir. O servir não exige reconhecimento, o fazer, sim. Há filhos que até têm feito isso aos pais dentro de casa, na família, mas muito mais no automático, por obrigação, do que pelo entendimento de que viver em família é um privilégio dado por Deus.   A Bíblia diz que quem não cuida dos seus familiares é pior do que o incrédulo e tem negado a fé (I Tm 5:8).Não dá para servir a Deus sem servir a família. Não espere que a sua família o sirva primeiro para então você retribuir. Sirva você primeiro. Seja você o exemplo sem esperar nada em troca e, então, você verá os milagres sendo estabelecidos sobre a sua vida e a sua casa.    Ser um servo Estamos em aliança para ver nosso Brasil restaurado, uma Nação que serve 100% ao Senhor dos senhores e ao Rei dos reis. Mas, antes, a sua casa precisa ser restaurada. Deus usará a sua família neste processo de transformação da Nação. Precisamos caminhar em família com o entendimento, com a consciência de que somos servos. Seja servo como Jesus.   Jesus servia enquanto realizava Seu ministério. Ele nos ensina que tudo o que precisamos fazer é servir em obediência. Quando caminhamos em obediência, as portas se abrem em nosso favor. Porém, na desobediência, todas as portas se fecham. Lc. 2:50-52 – A mãe de Jesus e José não compreendiam a atitude de Jesus e, Ele estava certo, mas mesmo assim foi submisso a eles sem perder o propósito da sua vida. Ele serviu seus pais terrestres servindo também a Deus Seu Pai Celestial.   Servir é um grande treino na família e no discipulado. Se não cumprimos a lei do servir, demonstramos que não temos o caráter do Messias. É muito fácil voltar ao passado. O difícil é permanecer em uma chamada indesistível. Suas motivações serão reveladas pelas rotas em que você anda. Você será, exatamente, quem Ele quer que você seja. Não desista por causa das situações criadas por você mesmo e que trouxeram prejuízo familiar. Não desista pelas setas inflamadas que são lançadas pelo inimigo. O Mestre está ao seu lado para ajudá-lo e para entregar-lhe a vitória. A palavra diz que você é forte, você vai conseguir!   2.     Amar a Família O amor é a única ferramenta para nos manter firmes no Reino. O amor é o sentimento que fortalece como família. Não pense que o amor acabou, pois em I Coríntios 13:8, está escrito que o amor jamais acaba, pelo contrário, tudo sofre, tudo suporta, tudo espera.   Ame a sua família. Ame os seus pais e seus irmãos independentes das falhas que eles apresentam. Creia que Deus pode transformar todas as situações. Se valorize como filho (a), foi Deus que lhe deu a esta casa, você é a herança do Senhor na sua casa, você está aí para alegrar sua família. Eles estão tentando cuidar de você, faça a sua parte: Consolidar a sua Família, Fazendo e servindo valorizando-os, pois serás feliz!   O relacionamento, a comunhão, o sacerdócio e o discipulado começam na família. É na família que recebemos a base para a vida toda, por isso é muito importante observar os princípios da Palavra de Deus para a família, e

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Filhos, pais e jovens dos tempos finais

I João 2.12-18; At.20.9; Is. 40.30; 2 Tm. 3.1-4  Nos últimos esboços e ministrações temos falado que o reino dos céus é vindo, hoje mais do que nunca precisamos estar atentos para os acontecimentos. Somos uma igreja em Células no modelo dos doze e a nossa missão é fazer discípulos, desenvolvendo em todos o potencial, a liderança, principalmente na vida daqueles que estão integrados e interessados em corresponder praticando as verdades e princípios ensinados.   Viver princípios bíblicos garante um futuro seguro, prospero e frutífero, pois este tempo que se chama hoje tem o poder de criar e garantir um futuro seguro e prospero. Vivemos dias de grande competição em todos os segmentos, por isso é de extrema urgência corresponder ao propósito de Deus, pois estamos próximos do tempo que Jesus chamou de começo das dores. Segundo Cristo o mundo estará em crise, mas o justo, os cristãos verdadeiros viverão pela fé e fé traz a existência do impossível.   Os filhos, os pais e jovens da última hora, dos tempos modernos precisam estar vigilantes e bem atentos para a volta do Senhor Jesus. É interessante observar que a mensagem da última hora enviada pelo apóstolo João foi especialmente endereçada aos filhinhos, jeito carinhoso de um pai espiritual chamar seus filhos, filhos estes que representam os pais, os filhos destes que entre eles estão incluídos os jovens.   O Apóstolo João diz aos Pais que eles conhecem a Deus o Eterno, e na seqüência ele afirma que os jovens tem vencido o maligno, ele exaltou a força que eles tinham e falou da vitória da juventude sobre o Maligno por meio da Palavra de Deus; exortou a todos, pais e jovens, que são os seus filhinhos espirituais a não amarem o mundo e nem as coisas que no mundo há; ensinou-os a rejeitarem a concupiscência (desejo exagerado) da carne, dos olhos e a soberba da vida; falou da transitoriedade do mundo e da permanência dos que fazem a vontade de Deus; e, em seguida, o apóstolo do amor continuou e desta vez advertindo a todos dizendo: “Filhinhos, já é a última hora…”   I.   Vejamos quais são as características segundo Deus dos cristãos modernos, pais, filhos e jovens   1-     São fortes – 1 Jo. 2.14; 2-     São amantes da Palavra de Deus – 1 Jo. 2.14; 3-     São vencedores do Maligno – 1 Jo. 2.14; 4-     São vencedores do mundo – 1 Jo. 2.15; 5-     São vencedores da carne – 1 Jo. 2.16; 6-     Fazem a vontade de Deus – 1 Jo. 2.17; 7-     São conscientes que estão na Última Hora – 1 Jo. 2.18; 8-     São moderados – Tt. 2.6; 9-     São submissos e revestidos de humildade – 1 Pd. 5.5; 10-    São cheios de conhecimento e inteligência – Dn. 1.17; 11-    São prudentes – Pv. 1.4; 12-    São cheios do Espírito Santo e tem visão de Deus – At. 2.17.   II- Vejamos as características dos pais, filhos e jovens da ultima hora que não conhecem ou não querem conhecer a Deus e vivem por si mesmos.  (conhecer não no intelecto, mas no coração)   1-     São fracos e caem exaustos – Is. 40.30; 2-     São blasfemadores e desobedientes aos pais – 2 Tm. 3.1-4; 3-     São cativos e presos pelos laços do diabo – 2 Tm. 2.26; 4-     São amigos do mundo e inimigos de Deus – Tg. 4.4; 5-     São mais amigos dos prazeres do que amigos de Deus – 2 Tm. 3.4; 6-     São inimigos do bem – 2 Tm. 3.3; 7-     São inconscientes da Palavra e jamais chegam ao conhecimento da verdade – 2 Tm. 3.7; 8-     São egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, ingratos e irreverentes – 2 Tm. 3.2; 9-     São desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si e cruéis – 2 Tm. 3.3; 10-     São traidores, atrevidos e enfatuados – 2 Tm. 3.4.   III- Cuidados que o discípulo e futuro líder cristão da última hora precisa ter   1-     Precisa ter o cuidado de não dormir como o jovem Êutico (At.20.9). Pois, “já é hora de despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos. Vai alta a noite, e vem chegando o dia. Deixemos, pois, as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz” (Rm.13.11-12).   2-     Precisa se lembrar do seu Criador enquanto tem força (Ec.12.1). Pois, o jovem rico que se encontrou com Jesus, se esqueceu do seu Criador, e por isso, perdeu a vida eterna (Mt.19.22).   3-     Precisa ter o cuidado para não perder o seu primeiro amor (Mt.24.12 e Ap.2.4). O Senhor cobrou de seu povo o primeiro amor e em Jeremias 2.2, Ele falou; “Assim diz o Senhor: Lembro-me de ti, da tua afeição quando eras jovem, e do teu amor quando eras noiva, e de como me seguias no deserto, numa terra em que não se semeia”. (afeição, fervor, motivação, busca)   4-     Precisa ter o cuidado de manter as lâmpadas acesas, além de azeite nas vasilhas, para não perder a Hora da Vinda do Noivo (Mt.25.1-13). (É preciso Buscar e manter a unção recebida)   5-     Precisa ter o cuidado de manter as vestes sempre limpas, e jamais faltar o óleo sobre a cabeça (Ec.9.8). Pois, só irá participar das Bodas do Cordeiro, quem estiver vestido com a veste nupcial (Mt.22.11-12), e com as vestes lavadas pelo sangue do Cordeiro (Ap.22.14). (santidade e unção)   6-     Precisa tomar cuidado para não perder a sua coroa (Ap.3.11). Pois, “o fim de todas as coisas está próximo” – 1 Pedro.4.7. (Exercer liderança, governo no reino dos céus).   7-     Precisa estar empenhando para dar frutos, ganhando vidas, consolidando, discipulando e enviando, pois Jesus nos designou para que avancemos no propósito de dar frutos, e estes frutos, (vidas, com o caráter transformado) permaneçam através do discipulado, na consolidação da equipe de doze. João 15;16.   O que você pai, filho e jovem pensam, realizam e falam de Cristo hoje, determina o seu futuro e também

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