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Plenitude de Deus na nossa vida

  Esse é o ano de possuir as portas dos nossos inimigos   Textos Gn. 22:17 e 24:60; Gal. 3.29   Começamos este ano cumprindo nossa agenda proposta, doze dias orando por doze colunas e pelos doze meses do ano, foi tremendo. É tempo de avançarmos na conquista sem abaixarmos a guarda. Este é o ano aceitável do Senhor, o ano da salvação do nosso Deus. Neste texto que lemos hoje, vemos Deus, depois de ter provado Abraão, fazer esta declaração: “A tua descendência possuirá a porta dos teus inimigos”.   Naquela época já havia esta revelação e um entendimento claro sobre esse assunto. Se alguém conseguisse ter autoridade sobre as portas, então dominaria sobre a cidade ou sobre o adversário. Por isso quando as pessoas declaravam uma bênção, costumavam dizer: que a sua descendência possua a porta dos inimigos (Gn. 24:60).   Possuir a porta ou cidade dos inimigos foi uma promessa feita a Abraão que se estende a todos os que estão em Cristo, pois, pela fé somos descendentes de Abraão (Gal. 3.29).   Duas coisas devemos extrair deste princípio: 1) Existem portas naturais e espirituais que o inimigo quer abrir ou fechar sobre nós; 2) Quem possui a porta tem autoridade. (Quem possuir a cidade significa que já possui as portas)   Veja, a vontade de Deus é que conheçamos esta verdade sobre as portas, mas além disso, que tomemos autoridade sobre elas.   No passado, a proteção de uma cidade era estabelecida pelos muros ao seu redor e no muro havia portas. A cidade de Jerusalém tinha doze portas e cada uma delas com significado diferente. Isso apontava para verdades espirituais.   Quando um inimigo queria invadir uma cidade, logicamente procurava possuir as portas porque dominando as portas dominaria uma cidade, se tivesse acesso as portas, teria acesso a cidade. Deus deu a nós, através da promessa feita a Abraão, o domínio das portas dos nossos inimigos. Aleluias!   Quando Jesus falou com os seus discípulos sobre a igreja que Ele edificaria, declarou “edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” Mt. 16.18. Somos a igreja e temos domínio sobre as portas do inferno!   O inimigo por muito tempo controlou portas abrindo e liberando coisas sobre nós ou fechando e impedindo nosso acesso. No entanto, quando Jesus morreu e ressuscitou vencendo a morte e o inimigo, Ele foi ao inferno e tomou as chaves do diabo. Hoje o poder de controlar as portas está com o nosso Senhor e Ele nos deu esse poder! Apocalipse 1.18.   Este poder de abrir e fechar portas foi dado a igreja e a igreja somos nós “Em verdade vos digo: tudo quanto ligardes na terra, será ligado no céu, e tudo quanto desligardes na terra será desligado no céu” Mt. 18.18.   Neste ano de plenitude e restituição, o Espírito Santo nos mostrará de forma clara, quais portas devemos abrir e quais devemos fechar. Busque este discernimento e tome autoridade pela fé das portas de sua vida; Portas na vida espiritual, familiar, ministério, profissional, financeiro… São doze, lembra?   Veja o que Jesus disse: “ E desde os dias de João, o Batista, até agora, o reino dos céus é tomado por esforço, e os que se esforçam se apoderam dele”. Mt. 11.12.   Temos autoridade em Cristo Jesus para possuir as portas dos inimigos, Alem de satanás e seus demônios, inimigos são tudo aquilo que esteja contrário ao propósito de Deus na nossa vida. Qual é a vontade de Deus para sua vida? Já pensou sobre isso? Se não tivermos cuidado e não vigiarmos, os inimigos poderão tomar domínio sobre portas na nossa vida, não vamos deixar, não é mesmo? O Senhor nos salvou e nos tornou livres, dando-nos autoridade contra estes inimigos!   Fazemos parte dos heróis da fé que conquistaram no meio da crise, que cresceram em terra estranha, que venceram gigantes, que tiraram força da fraqueza e fizeram exércitos fugirem, através da fé subjugaram reinos, obtiveram promessas e possuíram a terra. Heb11:29-39 Estar na igreja e na célula significa estar protegido e revestido de autoridade do Senhor!   Compartilhar: você já parou pra pensar quais as portas do inimigo você possui e tem domínio? Quais são as portas na sua vida que o inimigo ainda possui? Está na hora de tomada de decisão e agir em linha com a Palavra de Deus e assim ser livre definitivamente para viver para o Senhor, para a família e para os discípulos!   Este é o ano da plenitude!!! Este é um novo tempo de Deus na nossa vida!   Deus te abençoe poderosamente!   Um beijo no coração   Pastores Eliezer e Zenita C. Moreira    

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Grande Multiplicação

   Textos: "Que o Deus Todo-Poderoso te abençoe, te faça frutificar e te multiplique, para que venhas a ser uma multidão de povos". (Gn 28:3). "O Senhor Deus de vossos pais vos faça mil vezes mais numerosos do que sois; e vos abençoe, como vos prometeu." (Dt 1:11)   Verdade Central: É hora de fazermos guerra espiritual a fim de obter êxito na grande multiplicação para dobrar e triplicar o número de células. Muitas causas estão presas nas mãos do adversário e por isso precisamos neutralizar as forças do falso valente para tomar-lhe os bens. A Bíblia nos ensina que devemos gerar as vidas no reino do espírito, ou seja, orar por nossos discípulos até que Cristo seja formado em suas vidas.   Introdução: Os líderes de célula precisam estar sempre atentos quanto à presença das pessoas nas células. Dessa forma, a multiplicação alcançará um profundo êxito e atingiremos a nossa meta. Porém, sem esquecer que para multiplicarmos é necessário desenvolvermos um melhor acompanhamento com os discípulos.   Princípios espirituais para uma multiplicação de êxito   1. Dar bom testemunho "Sê um exemplo para os fiéis: na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza." (I Tm 4: 12)   Cada líder deverá se fazer presente nas Células a fim de que seja modelo para seus discípulos, na freqüência, e também para instalar, pela legalidade, o êxito da grande multiplicação. Até mesmo o pastores principais deverão compor (estar, participar) nas células, pois serão os mais observados. Muitas situações na igreja não funcionam por causa do líder. Então, seja você um líder de bom testemunho.   2. Fazer guerra espiritual "…e tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho." (Jo 14:13)   Quando oramos e fazemos guerra espiritual, alcançamos muitas conquistas, vencemos reinos e falsos profetas, geramos uma profunda intimidade com Deus, logramos êxito mediante a palavra, tudo por meio da intercessão. Para conquistar em meio às guerras, é fundamental manter a intimidade com Deus por meio da intercessão. Se quisermos conquistar, no mundo espiritual, todos os nossos projetos, se quisermos ver os nossos discípulos, células, redes e os 12, temos de fazer guerra espiritual!   Através da oração, precisamos tirar nossos discípulos das dificuldades, quer sejam de ordem familiar, financeira, psicológica, emocional ou espiritual. Somos responsáveis pelo padrão espiritual do nosso povo. As conquistas só virão se tivermos um alto padrão de intercessão. Leia sobre o assunto, estude e esteja preparado. Depois que começamos a fazer guerra espiritual, limpamos os céus da cidade e alcançamos muitas conquistas. Vejamos como fazê-la:   2.1 Orando no entendimento e em línguas "Segui o amor; e procurai com zelo os dons espirituais, mas principalmente o de profetizar. Porque o que fala em língua não fala aos homens, mas a Deus; pois ninguém o entende; porque em espírito fala mistérios." (I Co 14:1-2)   Muitas referências na Palavra reforçam a necessidade de, na guerra espiritual, conhecermos as armas de que dispomos (Mt 6: 9 -13; Mc 16: 17; Jo 17:17-21; At 2:6, 38,39; At 19:6; Ef 6:18; Jd 20.) Dificilmente, ganharemos uma batalha se não estivermos equipados. Se seu discípulo não tem ainda o dom de falar em línguas, ministre o batismo no Espírito Santo, pois a fé vem pelo ouvir e ouvir a Palavra de Cristo.   2.2 Buscar o êxito pela oração "Eu amo aos que me amam, e os que de madrugada me buscam me acharão." (Pv 8:17)   Todos que oram conhecem o caminho do Trono, pois a oração abre o contato direto com os céus. Nosso êxito depende da oração, pois não existe conquista sem batalha. A oração é a maior arma que um servo de Deus tem para que o êxito se manifeste. Jesus ressuscitou mortos, fez milagres, prodígios e maravilhas depois de regar tudo em oração.   Uma nuvem de glória se estende na vida do homem ou da mulher que investe tempo com Deus. Os homens de Deus, que tiveram êxito nos seus ministérios, tanto os profetas quanto os reis e sacerdotes, gestaram o êxito numa comunhão profunda com o Pai.   2.3 Trazer à existência o que não é para que seja "… Deus, que vivifica os mortos, e chama as coisas que não são, como se já fossem." (Rm 4:17; Hb 11:3)   Devemos proclamar no reino do espírito as nossa causas, e Deus mesmo manifestará a resposta. Deus é o Deus do impossível e, pela oração, tudo é possível ao que crê (Mt 19:26; Mc 9:23). Vamos buscar esse nível de fé e relacionamento, para que a nossa vida ganhe direção sábia e não falte o óleo novo sobre a nossa cabeça. Quando guerreamos, sentimos uma liberação automática no mundo espiritual. Devemos confessar a Palavra em todo o tempo, pela oração, pois fiel é Deus que fez a promessa (Hb 10:23).   Queridos, a oração é a chave do avivamento; a oração é uma arma que derruba principados e potestades. Se a nossa vida estiver alinhada com a Palavra de Deus, o nosso decreto será uma ordem, e não encontraremos nenhum obstáculo que não seja vencido. Jesus, os discípulos, os profetas, os reis são o nosso referencial de oração.   A nossa Grande Multiplicação será um êxito se quebrarmos todas as fortalezas. Vamos nos unir em fé, crendo que Deus fará o sobrenatural e que, nestes dias, a nuvem do avivamento estará derramando sobre nós chuvas torrenciais. Que cada líder na visão, discípulo de uma célula, envolva-se nessa jornada, pois conquistaremos o nosso território para o Senhor Jesus.    

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Perdoai-vos Uns aos Outros no Senhor

  Texto – Mateus 18:23-35  Nesta parábola Jesus nos ensina lições importantíssimas sobre o perdão. Muitas pessoas vivem debaixo de um jugo pesado na alma, nos seus relacionamentos e na vida espiritual, pelo simples fato de reterem o perdão, guardando assim magoas e amarguras no coração.   Por que devemos e precisamos perdoar?   Primeiro: Porque a nossa dívida para com Deus era infinitamente maior do que a dívida de alguém para conosco – “E, passando a fazê-lo, trouxeram-lhe um que lhe devia dez mil talentos… Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos que lhe devia cem denários; e, agarrando-o, o sufocava, dizendo: Paga-me o que me deves” (Mat 18:24 e 28) O homem que devia ao rei representa cada um de nós. A dívida dele era altíssima, totalmente impagável. Um talento valia seis mil denários, sendo um denário referente a um dia de trabalho. Baseado no salário mínimo da época, aquele homem levaria em torno de 164 anos para pagar toda a sua dívida, isso se ele usasse todo o seu salário só para pagar. Essa era, figuradamente, a nossa dívida para com Deus. Mas Ele nos perdoou por causa do Seu grande amor para conosco.  A única coisa, porém, que Deus requer de nós é que tenhamos para com os outros o mesmo espírito perdoador que Ele teve para conosco. Aquele homem da parábola, infelizmente, não fez assim. Saindo do lugar onde havia sido perdoado encontrou alguém que lhe devia uma soma irrisória comparada ao montante da sua dívida para com o rei. Cem denários era o valor, referente a cem dias de trabalho (três meses e dez dias). Apesar de tão pequeno o valor, ele exigiu que fosse paga toda a dívida não demonstrando compaixão. Isso representa a dívida de alguém para conosco, que sempre será, aos olhos de Deus, infinitamente menor do que a nossa própria diante dEle. Não importa o que tenham feito contra nós, sempre será menor e sempre estaremos devendo perdão e amor às pessoas, pois é impossível pagar aquilo que Deus fez e faz por nós.   Segundo: Porque o perdão é fruto da compaixão divina; e a não liberação dele, é fruto de um coração endurecido –  “E o senhor daquele servo, compadecendo-se, mandou-o embora e perdoou-lhe a dívida… Ele, entretanto, não quis; antes, indo-se, o lançou na prisão, até que saldasse a dívida.” (Mateus 18:27 e 30). O rei foi movido por íntima compaixão e por isso perdoou a dívida. O perdoado, porém, simplesmente não quis perdoar igualmente a seu próximo. Um teve compaixão, o outro endureceu seu coração e não quis fazer o mesmo. A compaixão é um dos sentimentos mais fortes descritos na Bíblia. Todas as vezes em que Jesus se moveu de íntima compaixão, algum milagre aconteceram. Exemplos: Mateus 9:36; Mateus 14:14; Marcos 5:19; Marcos 6:34; Marcos 8:2; Lucas 10:33; João 11:33.   Em contrapartida, “não querer” fazer algo de bom em favor de outra pessoa revela um coração que ainda não conheceu a “compaixão” de Deus. Quando somos perdoados por Deus, mas não queremos perdoar aos outros, estamos demonstrando a mesma ausência de compaixão divina em nossos relacionamentos. As conseqüências disso veremos logo a seguir. Terceiro: Porque não podemos fazer do nosso coração uma prisão – “E o senhor daquele servo, compadecendo-se, mandou-o embora e perdoou-lhe a dívida… Ele, entretanto, não quis; antes, indo-se, o lançou na prisão, até que saldasse a dívida.” (Mt 18:27, 30). O rei soltou e mandou embora seu devedor, perdoando-lhe a dívida. Este saiu e mandou prender a quem lhe devia. Um solta e o outro prende.   Quando perdoamos liberamos as pessoas que estavam aprisionadas em nossos sentimentos; quando não perdoamos, continuamos sofrendo a cada dia as lembranças amargas da ferida sofrida. A ausência do perdão transforma o nosso coração num verdadeiro cárcere, acumulando pessoas, fatos e sentimentos amargos.   Continuamos levando os nossos ofensores no coração cada vez que acordamos pela manhã, durante o dia e ao nos deitarmos. Eles estão presos em nossas lembranças, atormentando-nos e tornando a nossa vida infeliz. Mas quando perdoamos, abrimos a cela do nosso interior e os deixamos ir. Enquanto os libertamos, promovemos a nossa própria libertação.   Quarto: Porque o perdão só depende de nós e é incondicional – “E o senhor daquele servo, compadecendo-se, mandou-o embora e perdoou-lhe a dívida… Ele, entretanto, não quis; antes, indo-se, o lançou na prisão, até que saldasse a dívida.” (Mateus 18:27, 30 O rei que perdoou a dívida era livre para não depender da atitude do outro. Ele perdoou porque quis perdoar e não porque o outro tivesse feito algo por merecer. Seu perdão foi incondicional e só dependia dele mesmo. No outro caso, o segundo devedor foi lançado na prisão “até que saldasse a dívida”. Nesse caso, a liberação dessa vida dependia de seus feitos: o pagamento da dívida. Sua liberação não era incondicional, mas tinha de sujeitar-se à condição de quitar sua pendência.   Vemos então que no primeiro caso tudo dependia do credor, no segundo, dependia do devedor. Isso nos ensina que não precisamos depender do arrependimento do outro ou do seu pedido de perdão, para liberarmos perdão. Podemos fazer isso a qualquer tempo e para qualquer um. Só depende de nós. O contrário disso, torna-nos eternos reféns de outra pessoa. Se perdoarmos, ficarmos livres e liberamos a outra pessoa de uma prisão espiritual. Quinto: Porque o perdão nos livra dos atormentadores – “E, indignando-se, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que lhe pagasse toda a dívida.” (Mateus 18:34).   Quando os servos do rei contaram-lhe da atitude não perdoadora daquele a quem o rei havia liberado, todos entristeceram-se muito, e logo foi ordenado que aquele homem fosse entregue aos verdugos (atormentadores) até que pagasse toda a dívida. Vemos então, que a entrega aos verdugos não se deu pela dívida em si, porque esta já estava perdoada, mas pela atitude não perdoadora que teve. Aquele que não perdoa vive em grandes conflitos internos. Os atormentadores da alma se

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Caminho de poder

  Texto: Filipenses 3:9-11, II Cor. 1: 8 ao 10 Todos nós desejamos poder em nossa vida e ministério. Na verdade o único poder que precisamos é o poder do Espírito Santo, mas existem fontes que potencializam esse poder, que nos prepara para manifestar esse poder e fazem a diferença entre vitória e fracasso, conquista e derrota.   1. Pressão – II Cor. 12:9 fala dos dons espirituais operando na vida do cristão. Muitos pedem poder, mas Deus responde enviando pressão, pois a pressão nos dá maturidade, nos faz flexíveis, dóceis, tratáveis e ensináveis. Precisamos estar preparados para vencer as tentações e exercer esse poder para salvação de vidas.  Existe uma íntima relação entre pressão e poder. O poder é resultado de pressão. Como a panela, ela pode cozinhar de duas maneiras, com a tampa aberta ou com a tampa fechada. Quando aberta ela permite que o vapor produzido pelo fogo escape. Quando fechada ela retém o vapor gerando cada vez uma pressão maior, assim cozinha mais rápido. Há crentes de panela aberta e de panela fechada.  Toda pressão é explosiva. Quase tudo o que se move usa o poder da pressão. O combustível explodindo dentro do motor é que faz com que o carro ande. A pressão canalizada, direcionada é extremamente poderosa. Precisamos experimentar isso em nossa vida espiritual.   Existem várias fontes de pressão que geram poder:   a)      Pressão da necessidade, seja do dinheiro, saúde…Algumas orações ficam sem respostas porque não são acompanhadas de poder. A rainha Mary da Inglaterra disse certa vez: não tenho medo do exercito da escócia, eu tenho medo das orações de John Knox. Ele orava assim: “Deus, dá-me a Escócia senão morro!”.   A melhor oração vem de uma poderosa necessidade interior. Todos temos experimentado que isto é verdade. Quando as nossas vidas são serenas e plácidas, as nossas orações tendem a ser insípidas e indiferentes. Quando topamos uma crise, um momento de perigo, uma enfermidade grave, uma dura privação, as nossas orações são fervorosas e vitais. Alguém disse que "a flecha que há de entrar no céu tem de ser lançada de um arco bem curvo". Um senso de urgência, de debilidade, de necessidade consciente constitui a semente da qual nascem as melhores orações.   b)      Pressão do sonho: Ana tinha o sonho de gerar filhos… Ana debaixo de uma pressão tremenda, estava aflita e amarga orando ao Senhor, a intensidade era tão grande que Ana fez votos e a sua demora na oração chamou a atenção do sacerdote Eli. Sabemos que Ana teve respostas de Deus e sua vida mudou.   c)      Pressão do pecado: Essa pressãoacontece só quando se decide não pecar… A pressão do pecado leva ao poder do livramento. Quando você decida levar uma vida de santidade o teste começa imediatamente, a pressão é forte para nos levar ao pecado, mas aquele que vence e revestido de autoridade.   d)      Pressão da indignação, Atos 17:16, mostra a indignação do Apostolo Paulo diante do que via na cidade de Atenas. Ali havia muita idolatria e isso revolveu o íntimo do Apóstolo e ele ficou revoltado. Isso o  moveu a pregar com mais intensidade dissuadindo com as pessoas do lugar.    Há uma relação proporcional entre o poder e a pressão. Se desejamos o poder precisamos saber lidar com a pressão. Não há poder sem uma pressão equivalente. Toda conquista nos leva há uma pressão mais intensa. Quando nosso nível cresce a guerra se torna mais aguerrida.·          Impulso – Neemias 4:6 Este texto mostra a importância da motivação na obra de Deus. Nós produzimos muito mais quando somos movidos por um propósito, somos impulsionados a realizar algo quando estamos motivados.  a)      Qualquer objeto com a devida velocidade e impulso pode produzir um grande impacto.   b)      Na vida espiritual o poder do impulso aponta para a motivação. Nada pode segurar um crente ou uma igreja motivada. Motivação é poder.  Concentração – Hb. 12:2, Fil. 3: 13. Quando focamos alguma coisa, ficamos cegos para as outras. Não adianta querer tudo ao mesmo tempo, isso pode nos paralisar, é preciso ter foco e rota definida, devemos focar o que Deus nos chamou para fazer. Isso traz rapidez, não só no reino de Deus, mas em todas as áreas da nossa vida. O domador paralisa o leão usando o banquinho, o leão olha e vê quatro pontas, são as pernas do banquinho, ele tenta olhar as quatro pontas ao mesmo tempo e fica paralisado, se tivesse só uma, ele estaria focado e atacaria o domador.   A água concentrada no ponto é poderosa para cortar granito e mármore.  A luz quando concentrada se transforma em laser.  A luz solar concentrada por uma lente aumenta em muito a sua temperatura e queima o que estiver na frente.  Na vida espiritual a concentração é o foco. Quando focalizamos nossa atenção e direcionamos nossa fé num ponto então vemos poder se manifestando. Há pessoas que querem tudo e acabam não conseguindo nada…  Para onde for a sua atenção, para ali o poder fluirá. Não alcançamos muito se olhamos para muitos pontos ao mesmo tempo.   4.     Constância – At. 2:46, Jo. 15:4-5 Uma gota d’água pingando constantemente sobre uma viga de ferro a destruirá depois de algum tempo. Não há nada que não seja destruído pela constância. Água mole em pedra dura tanto bate até que fura. Esse ditado tem procedência, é uma verdade, assim é conosco, é preciso perseverança, persistência, continuidade…  Não basta focalizar é preciso haver constância numa mesma direção. Há pastores e líderes que mudam a direção da igreja a cada novidade que aparece não colhendo assim os frutos da perseverança…  5.     Associação – Lv. 26:8 ·        Polias são pequenas roldanas usadas para direcionar cordas ou correntes que conseguem levantar grandes pesos. Uma polia tem o poder de diminuir a resistência e o peso de sua carga. Um conjunto de polias pode erguer toneladas facilmente.   Na vida espiritual cada um de nós é uma polia. Se estivermos apropriadamente conectados e puxando o

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Amai-Vos Uns Aos Outros Com Eu Vos Amei

  Texto bíblico: João 15: 9-17   Hoje continuando falando estes mandamentos estabelecidos pelo Senhor Jesus onde se destaca a mutualidade, a reciprocidade.  Hoje falaremos sobre o amor. Veremos a fonte do amor, sua forma de expressão e seus frutos. Estas características revelam o caráter e atitude de um verdadeiro cristão. Temos em Atos dos Apóstolos um personagem que reflete este amor em suas atitudes, Barnabé, homem de fé, bondoso e generoso, este buscou Paulo quando todos por medo o rejeitava e o introduziu no meio dos Apóstolos e dele cuidou – (Atos 9:26,27).  Vamos destacar alguns pontos importantes deste texto base do Evangelho de João que lemos:  1. Deus o nosso Pai é Fonte de Amor – “Como o Pai me amou, também eu vos amei; permanecei no meu amor.” (João 15:9. Tudo começa em Deus. Não conseguiremos entender o por que precisamos amar ao próximo se não tivermos uma visão clara de que Deus é amor e Fonte de todo o amor. Tudo começa nEle. O Pai amou a Cristo, que por sua vez, nos amou da mesma forma, por isso Ele veio para nos salvar e nos incumbiu de fazer o mesmo em relação às outras pessoas. A única forma de estarmos ligados à Fonte divina é expressando o mesmo amor que dEle recebemos primeiro.  2. Cristo Permaneceu no Amor do Pai- “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço.” (João 15:10)… Cristo recebeu o amor do Pai Celeste e decidiu permanecer nele guardando Seus mandamentos. É como se dá numa casa onde há regras e disciplina. Um filho, para continuar desfrutando dos benefícios de viver em família, onde há amor, cuidado e proteção, precisa se ajustar às regras estabelecidas pelos pais, ou guardar os mandamentos da casa. Cristo guardou os mandamentos do Pai e, por isso, teve o privilégio de permanecer no Seu amor. 3. Nós Devemos Permanecer no Amor de Cristo– “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço.” (João.15:10).  Cristo permaneceu no amor do Pai, assim nós permaneceremos no amor de Cristo guardando seus mandamentos. Lembrando-nos do exemplo do filho e dos mandamentos da casa, desfrutaremos dos benefícios do Reino de Deus se andarmos em linha com a constituição desse Reino. Cristo será o nosso Salvador, Senhor, Pastor, Provedor, Mestre, a nossa Paz, e muito mais, além do que podemos imaginar, se O respeitarmos e honrarmos, guardando os Seus mandamentos. 4. O Mandamento: Amar-nos Uns aos Outros – “O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.” (João 15:12)   Quando falamos sobre mandamentos logo pensamos em não matar, não adulterar, não roubar, não mentir, etc. No entanto, Jesus está falando de algo muito mais profundo do que simplesmente não fazer isso ou aquilo. Ele fala do que está na base do coração do ser humano: o ódio ou o amor, a paz ou a guerra.   Por que as pessoas matam, roubam, adulteram, desonram seus pais, buscam outros deuses para adorar, ou cobiçam o que é dos outros? Porque existe um vazio interior, uma busca por algo que os preencha. Porque o pecado que gera a semente do ódio ainda está em seus corações.   Mas, quando uma nova semente é plantada no interior, a semente do Amor de Deus, então, a pessoa se converte e seus atos serão diferentes porque o coração será diferente. O mandamento requerido, portanto, é “amai-vos uns aos outros”, porque quem ama não rouba, nem adultera, nem fala mal do próximo, se a pessoa for tentada, ela lutará para não cair e se cair, por causa deste amor ela se arrependerá e abandonará o pecado; é assim que cumpriremos a lei de Deus.  5. As Conseqüências ou resultados de viver e praticar o amor de Cristo:  1)  Alegria Completa – “ Tenho-vos dito estas coisas para que a minha alegria esteja em vós, e a vossa alegria seja completa.” (João 15:11) É impossível alguém desfrutar a verdadeira alegria tendo o coração endurecido em relação a alguém. A verdadeira alegria é fruto de um coração perdoador e amável… 2) De Servo a Amigo – “ Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer.” (João 15:15)..   Quem ama ao próximo permanece no amor de Cristo e torna-se íntimo dEle. A relação será de amigo para amigo e não mais de senhor para servo, onde não há confidências. Quem permanece na amargura de alma não conhecerá nem desfrutará das riquezas do coração do Pai. 3)Frutificação – “Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça… (Jo 15:16a). Se Deus é amor e Sua semente está em nós, qual o fruto que Ele espera colher de nós? Certamente uma vida em amor. As vidas, as famílias, os casamentos, a igreja, a célula serão transformados por esse amor; As empresas, o governo, as cidades, a sociedade, serão impactados por esse amor.   Vamos pregar e viver o evangelho de Cristo e trabalhar para Deus motivados por esse amor. Todos os nossos empreendimentos devem ser feitos em amor porque esse é o maior fruto que Deus espera colher. As vidas serão apascentadas, cuidadas, consolidadas, discipuladas como resultado deste amor. Esse é e será o fruto fiel, o fruto que permanece! 4) Vitória na Oração –  “…a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda.” (João 15:16b)..Quando frutificamos sinalizamos no reino espiritual e físico que estamos exercendo amor, e o resultado da frutificação é termos nossas orações respondidas.   Se os nossos atos e motivos são fundamentados no amor, nossas petições, intercessões

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Governo através dos doze

   Apocalipse 21:17   Estamos vivendo na IACC um momento muito importante, de decisões difíceis, mas muito saboroso. Partimos para um outro tempo de conquista. Enquanto alguns estão pensando em o que fazer com os seus 12, nosso encargo vai além dos doze, nosso discurso é como trazer a multidão pelos nossos 144. Sabemos que ainda precisamos consolidar nossos doze, mas enquanto fazemos isso, nos preparamos para gerar nossos 144. Em Bogotá e Manaus, desde o inicio enfatizou-se muito os 144 e muito mais agora, porque são a chave para a multiplicação. Os doze precisam ser consolidados com excelência.   Os 12 hoje são uma base, a estrutura da Visão. Apocalipse 21 fala sobre 12 portas, cada uma feita de uma só pérola, ao todo 12 pérolas; à frente das portas havia 12 anjos; acima de cada porta, o nome de uma das 12 tribos de Israel. Temos aí um quádruplo de 12: a porta, a pérola, anjos e nomes, quatro coisas que nos mostram a importância da Visão. Ela tem porta, é uma pérola, tem guarda, que são os anjos, e tem nome (identidade). A noiva do Cordeiro tem um nome: Nova Jerusalém.   Algo curioso nesse capítulo é que o muro da cidade tinha 12 fundamentos, que levavam os nomes dos 12 Apóstolos. Toda essa estrutura está fundamentada nos 12, mas há um versículo que fala da vara de medir. Como poderemos interpretar "vara de medir"? É o conceito que se tem do que está sendo levantado e elaborado, ou seja, é o conceito da Visão. É fácil medir a Visão pelos 12, mas é pelos 144 que conhecemos a sua profundidade, pois estes são o seu segredo.   Então, a Visão tem um fundamento, e a sua estrutura mostra um lado de organização que a mantém. Quem a sustenta, quem dá base a ela, são os 12. Porém, existe algo acima dessa construção, um muro, que o anjo mediu com uma vara em 144 côvados. Isso quer dizer que os 144 são medidos, são avaliados à "medida de homens, isto é, de anjo" (Ap 21:17). A medida de homem está falando da nossa realidade de gente, de pessoa, de indivíduo, que tem os seus afazeres, seu trabalho, tem a sua vida secular, tem a sua guerra interior, etc. Mas a medida de anjo aparece no contexto como a figura de Yeshua (Jesus). Então, quem vai estar medindo a Visão, quem vai estar dando o sustento em todos os ângulos à Visão é Jesus, pois Ele sempre será o centro do propósito.   Consolidar os 12 é uma guerra, principalmente na INSJC, mas vamos conseguir e o faremos com excelência, os 144, um mistério. Assim como os 12, eles não dependem da habilidade de um líder, e, sim, dependem 100% da obra do Espírito. Deus tem um plano e um projeto maiores do que os nossos, e Ele quer que a terra seja evangelizada! Essa estratégia nos dá as ferramentas adequadas para evangelizarmos com qualidade de acompanhamento todo o planeta, então, não podemos julgar, nem avaliar esta obra como humana, porque é divina e é o sopro do Espírito para que possamos estrategicamente alcançar os nossos alvos e objetivos.   Duas perguntas são fundamentais para o líder que quer conquistar: 1. O que você quer? 2. Em quanto tempo você quer?   Tudo é trabalhado debaixo de um tempo – Deus nunca está atrasado, nem adiantado. Ele é o dono do tempo e, por isso, tudo há Seu tempo é formoso e perfeito. Eclesiastes 3 diz que há um tempo determinado por Ele para que cada propósito na terra seja cumprido, ainda que demore um pouco, ou seja, mais ágil do que você pensa. As coisas só terão formosura e perfeição se acontecerem no tempo de Deus, fora disso, há deformidades. Temos que observar o que diz Tiago 4:14: "No entanto, não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois um vapor que aparece por um pouco, e logo se desvanece". O tempo está passando, não deixe a vida passar sem cumprir com o propósito da sua vida.   Precisamos selar os 144 para cumprir metas Apocalipse 7 diz que há um selo a ser cumprido. Nesse capítulo aparecem as 12 tribos, cada uma cumprindo a sua meta. Então, não há desculpa para que alguma meta fique sem ser cumprida. Quando o selo vem, o propósito se estabelece. Os 144 são um selo para a Visão e o ato de selar significa uma conquista. Esses 144 serão medidos, para vermos se eles são tão adestrados como os 12. E aí, veremos a revelação sobre cada tribo de Israel, que tinha que se multiplicar para chegar aos 144 mil, que representavam uma conquista para cada tribo. Somos uma fonte de Deus que se tornará um grande rio.   Então, selar os 144 é uma conquista para vir à multidão, e é necessário, é fundamental selar a primeira conquista para que venham as seguintes. Precisamos agora concentrar forças na primeira e segunda geração, para que todos selem, fechem e atinjam este alvo: "os meus 12 e 144 foram selados".   Completando-se seus 144, e estes levantando seus próprios 12, seremos uma multidão incontável, por causa das células. Quando trabalhamos com células, trabalhamos por um crescimento; quando trabalhamos com as gerações, trabalhamos por multiplicação. As células administram crescimento, os 12 administram a multiplicação. Começamos a nos multiplicar, por isso precisamos fazer um selo. Onde está o selo? Apocalipse 7 diz que está nos 144. Então, vamos cumprir a meta em nome de Jesus Cristo.   A vida humana é belíssima, mas brevíssima. Tão breve como as gotas de orvalho que aparecem na calada da noite, cintilam ao amanhecer e se dissipam ao calor do sol. Cada um de nós vive num pequeno parêntese do tempo. Envolvemo-nos em tantas atividades sociais e perdemos tanto tempo com coisas de pouco valor que não percebemos o mistério e o propósito que cerca a existência.     A infância e a

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Lavar os Pés Uns dos Outros

   Texto – João 13:1-17  Este é um mandamento recíproco é deve ser praticado em relação ao próximo. Estes mandamentos devem ser experimentados “de uns para com os outros”. São os que falam dos deveres mútuos que viabilizam o agir de Deus no meio de Sua igreja. Sabemos que os resultados na vida daqueles que praticam, serão: famílias inteiras curadas, vidas transformadas, ministérios frutíferos, prosperidade financeira, etc. A nossa meta é crescer, frutificar, multiplicar e governar.  Estaremos falando nas próximas semanas sobre estes mandamentos que destacam a mutualidade, o serviço, o compromisso em crescer e amadurecer. Recebi do Senhor esta direção, desenvolver nos discípulos e igreja bases para sustentação e crescimento. Estes princípios são fundamentais para criar estrutura no relacionamento e maturidade. Por isso é importante que estes sejam praticados, vividos, pois Deus quer fazer de você padrão e modelo para seus discípulos.   O primeiro que gostaríamos de destacar nesta série de ministrações, refere-se ao lavar os pés uns dos outros. Como lemos no texto desta noite, durante a celebração da última Páscoa, Jesus, reunido com seus discípulos, começou a lavar-lhes os pés.   Com esse ato o Senhor Jesus nos ensinou a:   1.      Assumir Voluntariamente a Posição de Servo – Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. (Jo 13:14).   A responsabilidade de lavar os pés de um convidado naquela época era delegada ao servo da casa. Jesus, porém, sendo Senhor sobre todos, assumiu a condição de servo, considerando o próximo, o convidado especial do grande Anfitrião, o Pai celestial. Fazendo assim, Ele tornou-se servo de Deus e dos homens. “   Em Filipenses 2:7-8 diz: “…antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz.” A simples consciência de que somos servos e não senhores já nos ajudaria a resolver muitos conflitos de relacionamentos. Nos sentimos feridos ou magoados quando as pessoas não nos agradam ou não nos dão a atenção que achamos que merecemos. Estamos aqui, no entanto, para servir aos outros e antes de tudo, precisamos ser discípulos comprometidos com o Senhor, submissos e prontos para servir. Pratique esta arte de servir aos outros de acordo com os talentos e recursos que você possui. Tenha a alegria de sentir-se útil no Reino de Deus servindo ao próximo como Cristo serviu… (isso fala de semeadura)   2.      Ajudar o Próximo a Remover a Sujeira do Caminho – “ Disse-lhe Pedro: Nunca me lavarás os pés. Respondeu-lhe Jesus: Se eu não te lavar, não tens parte comigo.” (Jo 13:8). Jesus disse que os discípulos não necessitavam banhar-se novamente porque já estavam limpos pela Palavra recebida. Mas os pés precisavam ser lavados constantemente. Quando recebemos a Palavra de Deus em nosso coração e nascemos de novo, somos lavados e purificados pelo Senhor.   Mas, quando caminhamos a cada dia nos sujeitamos à poeira do caminho: o pecado, a mágoa, a ira, as atitudes imaturas, a queda, etc. Precisamos nos dispor a lavar os pés daqueles que estão engatinhando na vida cristã e dos mais maduros também; bem como dos que, por algum motivo, caíram na fé. Devemos servi-los, pacientemente em amor. Desta forma haverá restauração na nossa vida, na dos nossos companheiros(as) discípulos, irmãos e amigos, temos uma caminhada rumo a vitória, rumo ao êxito.….. O Senhor disse que se Pedro se negasse a ter seus pés lavados, este não poderia ter parte com Ele. Os que acumulam a sujeira do pecado em suas vidas vão, gradativamente, perdendo a comunhão com Deus. Quando, porém, intervimos com amor, mostrando ao irmão e discípulo o caminho do arrependimento e da restauração, então, estamos cumprindo o mandamento recíproco do lavar os pés ao próximo. Esteja à disposição dos que buscarem sua ajuda nessa área. Seja bondoso e cheio de compaixão, para que o tratamento seja na vida dos discípulos e de alguém que esteja precisando de ajuda, um ato de graça para restaurar trazendo verdadeira cura que resultará em frutos na vida pessoal e ministerial.   3.      Promover Refrigério ao Cansado – “Declarou-lhe Jesus: Quem já se banhou não necessita de lavar senão os pés; quanto ao mais, está todo limpo. Ora, vós estais limpos, mas não todos.” (João 13:10). A sujeira do caminho pode não se limitar somente ao pecado, mas ao desânimo e sentimentos de tristeza ou fracasso a que alguns são submetidos. Não há nada mais confortador do que a água fresca sobre os pés de quem muito caminhou; assim são as palavras de ânimo e de encorajamento ao que já não tem mais nenhum vigor.   Os que sofrem de inquietações, tentações constantes, dúvida e sentimentos negativos, precisam de verdadeiros amigos cristãos que os ajudem em seus desafios. Palavras agradáveis são como favo de mel: doces para a alma e medicina para o corpo. (Pv 16:24). O contrário do que falamos acima são as palavras destituídas de graça, ou seja, aquelas que trazem pesar ao coração do próximo e não edificam. A crítica, o julgamento, a condenação e tantas outras atitudes negativas em relação ao outro, não edificam nem servem aos propósitos divinos.   Esta palavra nos mostra a importância e o propósito do servir, nos mostra também que devemos estar prontos para abrir nosso coração para ser cuidado, discipulado, perdoados, ministrados e curados. Esse é o propósito de Deus na sua vida, como seus filhos, como igreja, como discípulos e discipuladores, como Célula e como família.     Você descobrirá quando examinar o seu passado que momentos realmente vividos foram aqueles em que fez coisas com um espírito de amor. O amor ao nosso próximo é a única porta que permite sair do calabouço do interesse próprio! Isso nos libera para prosperar e servir com alegria.  Vamos compartilhar com alegria e fervor, sua participação é muito importante!   Você tem experimentado isso na sua vida

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Doze principais motivos que tem levado casamentos ao fracasso

 Texto chave: Salmos: 127:1 Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que edificam; se o Senhor não guardar a cidade em vão vigia a sentinela.   Esses motivos foram levantados a partir de: Aconselhamento pastoral, aconselhamento terapêuticos e psicólogos que trabalham na terapia da família, que trabalham com casais, tudo respaldado dentro da palavra de DEUS.   Vamos citar 12 motivos, sendo que os três últimos são os principais de todos que levam o casamento ao fracasso. Para que nós não caiamos em um desses motivos ou fracassos.   1º COMUNICAÇÃO   A falta de comunicação tem levado muitos casamentos ao fracasso, o marido sai para o trabalho mudo e volta calado, a esposa a mesma coisa se trabalha ou fica em casa fica muda e continua calada. Quando ele chega não tem dialogo, ou então a comunicação é falha, onde os participantes daquele matrimonio os cônjuges não tem a sinceridade de falar aquilo que sente ou pensa.   Quando não se tem a liberdade de dizer o que sente em relação à outra pessoa, a família, a casa, as coisas intimas. Você pode imaginar quão frustrante é para alguém casar e ter a seu lado uma pessoa o tempo todo de cara fechado, infeliz, mal-humorado, etc…   Também pode haver uma comunicação falsa, onde se esconde coisas no casamento, onde se constrói relacionamentos em cima de comunicação mentirosa, onde o marido mente para a esposa e vice versa.   Exemplos: marido compra alguma coisa, a esposa nem fica sabendo ou vice versa, toma se decisões e não consulta um ao outro, etc….   Gente a fala é uma aptidão do ser humano, Deus criou todas as coisas através da palavra, ou seja, da fala, quando você fala, você cria, você da forma.     A comunicação é fundamental para o desenvolvimento social, que dirá no casamento.   2º FINANÇAS   A falta de finanças vai tirar o conforto, pode ser por questões de desemprego ou gastar além do que deveria.   A esposa não pode mais comprar, roupas, passear no shopping e outras coisas ou vice versa.   Ai começa as acusações, a situação esta assim por causa de você, e ninguém assume nada e o pau quebra dentro de casa.   Tinha um patamar de vida alto e agora tem que descer, antes andava no carro com dois confortáveis agora tem que andar no carro com 80(ônibus ou metrô).   3º INCOMPATIBILIDADE DE GÊNIOS A um demônio chamado incompatibilidade de gênio, ele é um demônio que entrou no casamento. Um quer ser mais que o outro, um quer competir com o outro para mostrar que é melhor, e assim por diante   Sabe qual é a palavra chave disso egoísmo, ninguém quer ceder.   A mulher ou homem: Eu nasci assim, fui criado assim, meus pais me toleram assim e você tem que me aceitar assim, eu não cedo, não abro mão é meu jeito de ser, quando você se casou comigo você sabia que eu era assim. Principalmente quando a mulher trabalha fora e tem um cargo acima do cargo do marido.   Muitos casais entram em um desnível de cultura no casamento e começam os problemas.   4º FILHOS   Preferência: Esse é o queridinho da mamãe ou do papai, não toca nela e vice versa, isto é muito perigoso. Mais injusto que um casal pode fazer é tratar filhos diferenciados, você não sabe o mal que esta causando nesta criança, na sua formação, na sua estrutura emocional e psicológica.   Mãe joga filho contra pai e vice versa, o pai pede para não fazer tal coisa, a mãe fala não pode fazer, quando o filho quê um negocio a mãe fala não vai fazer ai o pai diz não pode fazer que eu garanto.   Outra coisa sobre filhos é a educação, um cria solto demais outro prende ao extremo, não tem limites, fazem o que querem, não tem respeito, os pais estão conversando a criança se intromete no meio.   Não se da educação dentro de casa, ai querem transferir para os professores na escola, para igreja, e assim por diante, pais totalmente alheios.   Efésios 6:1 (Filhos obedecei a vossos pais no Senhor, pois isso é justo. Honra teu pai e tua mãe…..), Filhos em casa é para obedecer e honrar pai e mãe, aqui diz o principio de autoridade que uma família tem que ter.   Não deixe seus filhos fazerem joguinho para derrubar a autoridade do pai ou da mãe.   5º OS PAPEIS SOCIAIS NA FAMILIA   A maior queixa das mulheres é a omissão do homem em todos os campos. O homem tem se omitido do seu papel, como marido, pai, protetor.   O homem esta deixando a esposa ser cabeça de tudo em casa, além da esposa trabalhar fora, ainda tem que decidir tudo quando chega em casa, o homem esta se omitindo de suas responsabilidades, a mulher não foi feita para carregar toda essa carga.   A mulher esta deixando de cuidar de seu lar. O marido chega em casa, não encontra alimentação pronta, casa toda bagunçada, roupa sem lavar e sem passar.   Não se preocupa com os filhos, criam filhos de qualquer jeito.   Sabe por que acontece isso? Porque não há uma clareza, uma definição de papeis sociais. A voz da aliança não pode ser comprometida e para isso e preciso que haja sacerdotes e sacerdotisas comprometidos em cuidar um do outro.   6º INTERFERENCIAS   Externas: Pai e mãe que interferem no casamento dos filhos. Essas mães possuidoras dominadoras, pais que querem mandar em tudo. Interferência de pai, mãe, tios, irmão, colegas, seja quem for.   Você tem que aprender, quando se casa, você esta estruturando uma nova família, um novo lar. Você não casou com a sua mãe, pai, tio, colega, amigo, amiga, irmão, etc…   Internas: Aquele marido que abafa a mulher em tudo, a mulher não tem direito a nada, ele escolhe tudo, manda em tudo, ele determina

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A Diferença Entre Uma Igreja Em Células E Uma Igreja Com Células

               Em nossa igreja as Células familiares não são apenas uma estratégia que escolhemos dentre as muitas disponíveis. Eles são parte de uma visão, uma ideologia a respeito da igreja, ou de como a igreja deveria ser. O nosso objetivo não é simplesmente levar a igreja a crescer numericamente, nós desejamos ser trabalhadores que estão de fato edificando uma igreja de discípulos comprometidos com o Messias.               Se o nosso objetivo é simplesmente crescimento creio que existem outros métodos e estratégias menos trabalhosos, embora sem qualidade. Naturalmente desejamos crescer numericamente também, mas queremos muito mais. Queremos ser uma comunidade de vencedores. Um povo que subjuga o pecado, o diabo e o mundo. Um povo que rege a história através da oração, discipulado e liderança. Um corpo que é a expressão de Cristo em amor, santidade e poder no lugar onde está inserido.   Em poucas palavras queremos ser dignos de sermos chamados verdadeiros cristãos. Queremos ser uma comunidade terapêutica e transformadora. Um lugar de vida e de aconchego. Queremos ser um povo que chegue ao pleno conhecimento da verdade e que vive esta verdade. Queremos ser uma comunidade carismática e apostólica que cresce na vida interior, refletindo para fora, para ganhar a nossa cidade, o nosso País e a nossa geração.               Cremos que para alcançar todos esses objetivos nós precisamos das células. Não consideramos as células algo doutrinário, mas cremos que estas definem uma visão e moldam o nosso modelo de igreja, podemos dizer que somos radicais na visão celular. As células não são um dos muitos departamentos funcionando em nossa igreja. Eles são a própria vida da igreja.               Um discípulo que se recusa a participar de uma célula está se excluindo da vida do corpo em nossa igreja. Tal pessoa não poderá exercer nenhum tipo de autoridade nem liderar ou participar de qualquer tipo de ministério, ele é apenas membro de uma igreja.               Nós desejamos ver as células em pleno funcionamento, por isso damos toda ênfase ao sistema de Células, e de forma clara demonstramos aos membros que as mesmas são a prioridade. Em nosso meio os líderes de células são honrados, publicamente e damos um tratamento especial a eles. A preparação para o batismo, o discipulado de solteiros e casados, etc. Estas coisas trazem seriedade e estimulam a participação da igreja. Na prática toda a estrutura de funcionamento da igreja tem como base a célula.               Nunca permitimos que as programações especiais na igreja atrapalhem as reuniões das células de modo que estas sejam canceladas. Agindo assim todos percebem qual é a prioridade da nossa igreja. Ninguém tem dúvidas de que, para se crescer em vida, em fé e em profundidade, precisará participar ativamente de uma célula, pois esta viabilizam relacionamentos curados.   EQUILÍBRIO ENTRE A REUNIÃO DE CELEBRAÇÃO E AS CÉLULAS   Em nossa igreja devemos ter uma sintonia fina entre a reunião das células e a reunião geral da igreja. Como já mencionamos anteriormente elas têm objetivos diferentes e se completam mutuamente. Enquanto a reunião geral é para o crente adorar mas também para ouvir; a reunião da célula é basicamente para ele receber, ouvir, interagir e falar. Na célula todos podem e devem compartilhar.   Falar é muito bom, mas deve ser uma seqüência do ouvir. Quem não ouve vai ter pouco o que compartilhar. Nesse momento não desejo dar uma visão da reunião de célula; antes quero mostrar a importância e a necessidade de termos as reuniões de celebração de todos os grupos de células reunidos.   Em um culto de celebração:   Podemos fazer um tipo de oração de concordância vital para conquista do bairro, da cidade e a guerra espiritual. Podemos dar um testemunho público muito mais forte e impactante. Podemos ter uma ceia de todas as células testemunhando ao mundo natural e espiritual a nossa unidade em Cristo. É um tempo apropriado para o evangelismo de pessoas que não iriam a uma célula. É o lugar de recebermos uma só visão. É o lugar de ensino doutrinário e diretivo ministrado pelos pastores  Nós desejamos crescer numa estrutura saudável e flexível. Entendemos que tanto a reunião das células durante a semana quanto as reuniões gerais de domingo são vitais para a saúde espiritual da igreja.  Lembrando que quando alguém se converte, este passa pelo processo de crescimento e amadurecimento espiritual. O novo sendo cuidado pelo líder, passa pela consolidação de oito semanas e acompanhamento pessoa; Encontro com Deus, Escola de líderes, treinamento na célula e integração nas equipes de doze onde será acompanhado de perto.   Na visão celular todos são discípulos e discipuladores, todos são apascentados e apascentadores. Desta forma todos se tornam líderes discipuladores na rota de crescimento, frutificação, multiplicação e governo. Todos devem liderar a sua própria célula e formar a sua própria rede desenvolvendo as equipes de doze discípulos.     Nosso encargo é gerar uma igreja de vencedores, onde cada membro se torna um discípulo, um ministro, um líder liberto e curado e, cada casa uma extensão da igreja.   Pastor Eliezer    

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Os Dons Ministeriais Conforme A Palavra De Deus

  ( Ef. 4:11-18)              O Senhor Jesus, antes de subir ao Céu, confiou aos seus servos o cuidado e administração dos seus bens, a continuação da obra que Ele começou a fazer: Ensinar, pregar a Palavra, libertar os cativos, curar os enfermos, expulsar os demônios para que as vidas que Deus ama sejam salvas e cuidadas pela Igreja.                  É isto um grande privilégio, uma grande honra, e aos seus servos, cumpre numca esquecer que, para tanto, homem nenhum será capaz, se por Deus não for chamado e habilitado.                Em I Co. 12:4 -11; Ef. 4:11 diz a respeito dos dons espirituais e dons ministeriais, sendo que Jesus Cristo concede os ministérios e o Espírito Santo distribui os dons, que tem a finalidade de capacitar estes ministérios.               Efésios 4:7-14Diz que Jesus deu dons a igreja." Mas a cada um de nós foi dada a medida conforme o dom de Cristo."             Por isso foi dito: Subindo ao alto levou cativo ao cativeiro, e deu dons aos homens.              Esta palavra aqui não é carisma, é uma palavra que se refere mais ao caráter do dom, do que o dom em si, Jesus deu dons a igreja, aqui a palavra dons, não é a mesma de 1 Coríntios 12, que fala dos dons do Espírito Santo   ( carisma ). Aqui fala do dom que é dado em forma de ministérios aos homens, mulheres, pessoas. Os ofícios fala de pessoas, Ele deu pessoas a igreja, esses dons aqui são em forma de pessoas com ofícios/ministérios.    ( A palavra carisma se refere aos dons espirituais, que são uma capacitação sobrenatural dada pelo Espírito Santo para exercer o ministério ).               Estes ministérios ou ofícios são: Apóstolos, Profetas, Evangelistas, Pastores e Mestres. Segundo este texto o Senhor Jesus deu estes ministérios com a finalidade de aperfeiçoar e edificar os santos, para que o serviço no reino do Senhor fosse desempenhado por pessoas chamadas e capacitadas, todos exercendo o seu ministério de acordo com que recebeu do Senhor.   Vejamos cada um deles:   1º ) Apóstolo: Este vocábulo pode ser encontrado 79 vezes no novo testamento, literalmente, significa enviado. ( do grego, enviado, mensageiro, embaixador ),               A princípio era considerado apóstolo somente aquele que pertencia ao grupo dos doze, mais tarde, com o desenvolvimento da igreja vemos Paulo defender, diante dos gálatas, sua autoridade apostólica. Em suas cartas, ele se identifica como: “Paulo, apóstolo de nosso Senhor Jesus Cristo.”               Sendo um dom Ministerial, segundo lemos em Efésios 4:8. Sabemos com segurança que os apóstolos jamais estiveram ausentes da igreja, embora não mais receberam o mesmo título, continuam a realizar o mesmo trabalho daqueles que espalharam, de Jerusalém, a mensagem de Cristo. Missionários, ou apóstolos, enviados por Jesus continuam ativos na expansão do reino de Deus.       O título é usado para Cristo ( Hebreus 3:1 ).     Os doze discípulos escolhidos por Jesus ( Mateus 10:2 ).     O apóstolo Paulo (Romanos 1:1; 2 Coríntios 1:1; Gálatas 1:1) e outros (Atos 14:4,14; Romanos 16:7;       Gálatas 1:19; 1 Tessalonicenses 2:6,7).  Há uma característica no termo “Apóstolo” que é dada somente aqueles que estabeleceram a igreja, tinham autoridade total na igreja, no tocante à revelação divina da mensagem original do evangelho, como ninguém mais até hoje, isto é eles foram instrumentos do Espírito Santo, para revelação da palavra escrita. Ef.2:20; 3:5; Ap. 2:2…               No dicionário Larousse Cultural da língua portuguesa diz que Apóstolo são: 1. …os doze discípulos como os primeiros mensageiros do evangelho chamados por uma vocação… 2. nome daqueles que pela primeira vez pregaram o evangelho em uma cidade ou país. 3. aquele que se dedica à propagação e defesa de uma doutrina. 4. Pregador, missionário.   Apostolado: 1. Missão de um Apóstolo ou dos apóstolos 2. Atividade visando a difusão da fé cristã   Apostolar: adj. Edificante próprio de um apóstolo Apostolar: Vt.( Verbo transitivo) pregar como apóstolo; ensinar publicamente.   Pequena Enciclopédia Bíblica. Por Orlando Boyer. Apóstolo: embaixador, mensageiro, enviado extraordinariamente, pessoa que representa a pessoa que manda.   Está relacionado a administração, implantação, fundação de igrejas e que tem autoridade para dar cobertura. A Igreja dos nossos dias não pode deixar de lado o ministério do apóstolo, pois isto trará uma grande influência para o crescimento do reino de Deus, implantação de Igrejas, e divulgação do evangelho.   2º Profeta: "Proclamador de verdades inspiradas", Significa também "aquele que fala a outrem da parte de alguém" A finalidade do profeta na Igreja não é para acrescentar.   Do dicionário teológico. Profeta: ( Do Hebraico nabi, do Grego prophetes ) O que fala por Deus ou em lugar de Deus. É o porta-voz da divindade, cuja missão é preservar o conhecimento e a vontade do Único e verdadeiro Deus.             Você pode profetizar, mas isso não o torna um profeta. Todo profeta profetiza, mas nem todo que profetiza é profeta. Profeta é um ofício, Cristo deu dons aos homens. Profeta é uma pessoa, que tem um dom ministerial.               Profeta é um ofício estabelecido na igreja, ele é um oficial na mesma, ele tem um ministério.       No profeta operam: A palavra de Sabedoria, a palavra de Conhecimento ou Discernimento de espíritos. ( Esses são dons de revelação ) Em 1Corintios 14:29 – 30, Paulo está falando a respeito da revelação.             Não devemos portanto confundir o cargo de profeta, com a simples manifestação da profecia.               O verdadeiro profeta não é aquele que prega, embora quando pregamos estamos profetizando, profeta é um vidente e as marcas são sobrenaturais. Ele precisa operar pelo menos em dois dons do Espírito, ( dons de revelação )               Muitos trechos bíblicos revelam, acima de qualquer dúvida, ser um profeta do novo testamento um Dom ministerial, distinto, portanto, do que pretendem alguns ser o Dom de profecia, atualmente. Os dons ministeriais foram dado à Igreja depois que Cristo subiu às alturas, que, certamente, assim como os dons espirituais, se manifestou depois da descida do

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