Palavras

Precisamos renovar a mente com a Palavra de Deus

Colossenses 3:2-4; Você já se perguntou por que pensamentos negativos às vezes enchem sua mente? Já indagou como transformar esses pen­samentos negativos em outros positivos? Já notou o impacto daquilo que você pensa sobre aquilo que faz quando se depara com uma escolha moral importante ou um dilema ético? 1. Tenha a Mente Positiva; 2. Mude a maneira de pensar; 3. Você é aquilo que pensa.Se os pensamentos são equivocados, os sentimentos serão er­rados, e a combinação entre pensamentos e sentimentos forma o caráter pessoal. A boa notícia é que a reconstrução do pensamento nos transforma. A Bíblia diz: "Transformem-se pela renovação da sua mente" (Romanos 12:2). Além de reconhecer os pensamentos distorcidos, devemos corrigi-los e substituí-los por pensamentos corretos e verdadeiros que encontram sua fonte em Deus. Como, então, podemos proteger e aumentar nossa inteligência emocional? Ingerindo alimentos saudáveis, descansando o suficien­te, evitando entretenimento negativo na internet, na televisão e nos filmes, e rejeitando distorções cognitivas: magnificação, raciocínio com base em emoções, generalização exagerada, e assim por dian­te.10 Devemos encher a mente com pensamentos corretos e verda­deiros, provenientes da compreensão do plano de Deus para nossa vida. Assim, conforme disse Cristo, conheceremos a verdade, e a verdade nos libertará (João 8:32). A maneira de se libertar dos pensamentos negativos é substituí-los por positivos. Pensamentos deprimentes e derrotistas passam por nossa mente. Nessas ocasiões, o conselho do apóstolo Paulo é extremamente útil: "Mantenham o pensamento nas coisas do alto, e não nas coisas terrenas. Pois vocês morreram, e agora a sua vida está escondida com Cristo em Deus. Em Colossenses 3:2-4 lemos que quando Cristo, que é a sua vida, for manifestado, então vocês também serão manifestados com Ele em glória". Analise essa instrução divina com cuidado. Primei­ro, ela nos aconselha a manter "o pensamento nas coisas do alto". Podemos parafrasear a ordem desta maneira: "Escolha preencher a mente com a realidade da verdade divina. Não permita que as dis­torções do inimigo moldem seu pensamento." Manter "o pensamento nas coisas do alto" faz toda a diferença no processo de pensamento por dois motivos significativos. Primeiro, sentimos mais uma vez que nossa "vida está escondida com Cristo em Deus". Em Jesus, somos afirmados e aceitos, estamos salvos e seguros. Ele é nosso refúgio e nossa força. Na cruz, Jesus triunfou so­bre todas as forças do mal. A vitória dEle é nossa (Colossenses 2:15). Nada pode nos tirar de Suas mãos (João 10:27, 28). Nada pode nos separar de Seu amor (Romanos 8:35-39). E nada pode tirar nossa paz e alegria interior profunda se, pela fé, nos apegarmos à realidade de que nossa vida real está protegida por Jesus e por Deus. Segundo, manter "o pensamento nas coisas do alto" provoca uma transformação literal e poderosa na vida, porque, quando Cristo, que é a nossa vida, "for manifestado" na segunda vinda, nós nos uniremos a Ele em glória. Esta é uma esperança e um encorajamento muito superiores a qualquer coisa que possa nos afligir e perturbar. Jesus voltará e nos le­vará para o Céu. Um dia, a tristeza, o sofrimento, a doença e a depressão terão fim. A opressão e a injustiça desaparecerão na névoa do passado. Em Cristo, por meio de Cristo e por causa de Cristo, podemos ter pen­samentos positivos, esperançosos e alegres hoje e por toda a eternidade.  

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Reforma, a visão de Deus para curar geografias

“E levantou-se Eliasibe, o sumo sacerdote, com os seus irmãos, os sacerdotes, e reedificaram a porta do gado, a qual consagraram; e levantaram as suas portas, e até à torre de Meá consagraram, e até à torre de Hananel.” (Neemias 3:1) E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. (Rm. 12.2) O tema para 2016, vindo de Jerusalém, é REFORMA. Temos muitas áreas em nossas vidas que precisam de REFORMA: Família, Células, Redes, Ministérios, Profissão, Relações interpessoais… Reforma incomoda, mexe, atormenta, amontoa muitos entulhos no processo de limpeza, causa inquietude, atrapalha rotas, mas depois da obra pronta, fica admirável. Deus quer mexer nas geografias da tua vida para trazer cura e consolidar a conquista. Um novo ciclo está para iniciar. Níveis de restauração, níveis de cura, níveis de libertação jamais vista em nossas vidas. O ANO DA REFORMA é o ano dos desafios. A quem iremos modelar… O que de fato será reformado… Diferente de Restauração, que significa voltar ao mesmo estado, REFORA é fazer diferente. O que nos trás à mente o que os Reformadores Martinho Lutero, Joao Calvino… contribuíram para dar inicio a uma nova história que foi continuada através de outros reformadores. Uma história de coragem, pois covardes não reformam, covardes negociam. Mas, o maior REFORMADOR da História, JESUS, a Esse, nenhum reformador se compara. O QUE É REFORMA Reforma é uma construção para além do nosso conhecimento. É fazer história no território da nossa confiança. Deus nos entregará um território para implantar reformas. Seremos chamados Reformadores do Eterno! Um reformador é aquele que traz o novo de Deus, as novidades de Deus, e muda o território em que vive. A geografia em que você está será mudada por causa da unção de Deus que está em sua vida. E uma nova unção virá sobre você. É o tempo do novo de Deus. Quando você crê nessa Palavra, você a coloca no coração e a revelação salta no espírito. Quando entendemos o espírito da Reforma, três bênçãos vêm à nossa vida: 1. LIBERTAÇÃO. Todo reformador é um líder libertador, uma espécie de Moisés. Arranca as pessoas do território de opressão e as planta no território da promessa. 2. CURA. Todo reformador é um líder curado. E, por ser curado, quando ele libera a palavra, as pessoas também são curadas. 3. RESTAURAÇÃO. Todo reformador é um líder restaurado. Quem não é restaurado não pode reformar, porque irá destruir a confiança de Deus. REFORAMA, RECONSTRUÇAO DE CARÁTER Estruturas Reformadas (curadas) Governos Justos; Casamentos Honrados; Igrejas Comprometidas Com o Messias; Em Neemias 3, vemos a história de Eliasibe, o Sumo Sacerdote, que foi um reformador. Eliasibe era um homem que tinha visão de Sacerdote. Ele levantou equipes e cada uma delas restaurou uma porta. Porém, primeiro, ele restaurou os Sacerdotes, pois os Sacerdotes restauram o povo e a cidade. O nome Eliasibe significa: Deus reforma por ele; o homem a quem Deus usa para restaurar; aquele a quem Deus usa para trazer renovo. Você está sendo levantado como reformador desta geração. Características de Um Reformador: 1. Tem Uma Visão Correta Se você não sabe para onde vai, as pessoas que estão com você não poderão segui-lo. Para sair de onde está, é preciso saber para onde vai. Precisamos de uma visão correta. O reformador é um líder de uma visão firme, estratégica, que não vê impossibilidades. 2. Tem Uma Chamada Focada no Propósito O reformador não se distrai no propósito, não faz o que quer, mas o que o propósito exige. 3. Possui Espírito de Coragem A coragem é o presente de Deus, porque ela é o próprio Espírito de Deus em nós. Assim como o medo é um espírito, o Eterno diz que ele não nos deus espírito de medo, mas Espírito de coragem, de poder. Você possui o Espírito Santo. 4. É Liberto Das Tradições O reformador vence as suas tradições. Você será liberto de toda tradição que ainda prende a sua alma, que não permite você avançar e voar para o propósito. Deus entrará com o renovo para mudar seus pensamentos e atitudes. Conclusão: Uma nova equipe de Reformistas nasceu! Neste ano de 2016, conquistaremos em qualidade mais que os anos anteriores. O Eterno está requerendo uma postura firme e corajosa dos seus Reformadores, para termos direito a uma colheita diferente de todas as outras já vistas até o momento. Não será fácil reformar, pois incomoda, porem, depois da casa ajustada haverá aplauso do Céu e respeito nos ambientes em que vivemos. FELIZ 2016. Fonte: Mir

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Tempo de milagres

João 10:22-23 Hanuká é uma festa de celebração de oito dias, em lembrança da revolta judaica conduzida por Judah Macabeu da família Hasmonean contra Antioquo IV Epifanes em 160 a.C. Antioquo queria que os habitantes de Judá mudassem sua fé, colocando-a não mais em Deus, mas nos deuses da cultura pagã grega. Ele forçou a helenização através da proibição da circuncisão e observância dos sábados, das festas e outras práticas judaicas, até mesmo sob a pena de morte.  No altar, no segundo templo, ele proibiu os sacrifícios diários e colocou uma imagem do deus do Olimpo – Zeus – e também sacrificou porco (animal imundo) no altar do holocausto. Como a revolta dos macabeus libertou o povo de Judá, Jerusalém foi retomada e o templo limpo e rededicado. É por isso que Hanuká também fala dos milagres da independência, libertação e coragem. 1.Inaugurar um novo tempo (I Coríntios 6:12-20); 2.Limpar o templo para Deus agir (I Coríntios 3:16-17); 3.Preparar a Menorá (vida) para receber a luz completa (Mateus 5:12-16); 4.Restaurar o Templo para colocar a oferta do Messias (II Coríntios 6:16-18); 5.Acender a Luz para que fique exposta (Trazer para fora) (João 8:12); 6.Convocar pessoas para participarem dos milagres (Isaías 60:1); 7.Ter a luz para cada um, e proclamar os milagres (Lucas 8:16 e 11:33); 8.Manter comunhão para que o milagre perdure: Testemunho (Lucas 8:34:36). Porque haviam sido impedidos de celebrar as festas judaicas, os macabeus realizaram uma festa de oito dias de celebração e alegria com aparente similaridade à Festa de Sukot (Festa dos Tabernáculos), a qual eles haviam perdido de celebrar poucas semanas antes. A rededicação do templo foi estabelecida no dia 25 de Chisleu, três anos depois que Antioquo tinha estabelecido seus decretos de profanar o altar do templo. O milagre celebrado em Hanuká é que apenas uma pequena quantidade de óleo puro de oliva estava confinada no templo e era suficiente apenas para o uso de um dia, mas ele queimou na Menorah (candelabro) do Templo por oito dias completos necessários para a purificação do santuário, de acordo com as leis judaicas. Para comemorar este milagre ou presente das "Luzes do Alto" uma Menorah de Hanuká foi criada com oito lâmpadas (uma para cada dia) mais uma "lâmpada adicional". Esta nona lâmpada adicional é necessária porque as oito primeiras devem ser "santificadas" ou separadas à parte unicamente para o propósito de mostrar aos outros que você está comemorando o milagre dos oito dias de luzes providos por Deus para rededicação do seu santuário. Uma Festa que Jesus esteve presente No Evangelho de João, nós lemos: "Celebrava-se então em Jerusalém a festa da dedicação. E era inverno. Andava Jesus passeando no templo, no pórtico de Salomão." (João 10:22-23). Uma coisa certamente surpreenderia a muitos cristãos: saber que Jesus observava (cumpriu/guardou) a festa judaica da dedicação ou Hanuká (também conhecida como Festa das Luzes). Hanuká não é uma das festas instituídas pela lei de Moisés, tais como Páscoa, Festa de Pentecostes ou Tabernáculos, as quais também foram celebradas por Jesus e pelos cristãos primitivos. Mas, é baseada em eventos importantes da história judaica previstas no livro de Daniel, e Jesus provavelmente observou a Festa das Luzes (Hanuká), porque ela lembra a preservação da fé judaica e a santidade do templo em Jerusalém. Com base nesse texto do Evangelho de João, veremos oito Milagres de Deus em nossas vidas. 1.Revelar caráter de Filho (versos 24b e 25); 2.Denunciar quem é do Seu aprisco (versos 26 e 27); 3.Liberar vida eterna, Salvação para os que Lhe seguem (versos 28 e 29); 4.Declarar a unidade do Pai e do Filho (versos 29, 30 e 38); 5.Mostrar os Milagres do Pai (verso 32); 6.Apresentar o caráter de Filho (versos 33 a 36); 7.Receber livramento de morte, escapar das pedradas de morte, sem argumento (versos 31 e 39); 8.Voltar para o centro do propósito para levantar a multidão (versos 40 a 42). Nestes dias, devemos parar para dizer a Deus: “Muito obrigado pelos milagres da Salvação, por Yeshua ser nossa Menorá dos sete dias e ter a luz completa para todas as adversidades, por sermos independentes das garras do inimigo, e termos do Senhor o óleo sacerdotal para mantermos nossa Menorá acesa e ninguém apagar a luz que alumia a todos”. Dezembro é o mês de gerar milagres e de vermos as bênçãos de Deus reveladas na nossa vida. Chegou a hora de vermos Deus fazendo o maior milagre da história: salvando vidas através de nós. Nos próximos nove meses, muitos estarão contemplando o que Deus fez e o que Deus fará! Você crê nesses milagres? Então, Feliz Festa! Hag Sameah! Feliz Hanuká!   Fonte Mir    

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POR QUE NÃO CELEBRAMOS O NATAL – PARTE FINAL

Fonte Mir Durante essas semanas, você estudou sobre a origem do Natal, sua base pagã, e viu, à luz da Bíblia, que os símbolos utilizados para comemorar o Natal são também de origem pagã. Nossa oração tem sido a mesma que o Apóstolo Paulo fez para os Efésios: que Deus “ilumine os olhos do vosso coração, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação.” (Efésios 1:18) Neste estudo final, você conhecerá as características da festa do solstício e sua semelhança com a atual celebração do Natal.   – Troca de presentes O ritual nórdico exigia que eles fossem para as montanhas de madrugada e lá chorassem em sacrifícios. Esperavam os primeiros raios de sol da manhã e entregavam presentes uns aos outros, em adoração, dizendo: “Que você jamais esqueça dos deuses sobre nós”. O presente significa eternizar o pacto, trazer a ‘bênção’ dos deuses. Tertuliano, teólogo católico, disse que não podia compactuar com essa mentira, o sol nunca pode ser deus, porque o Deus dos cristãos foi aquele que criou o sol. – Características da festa do solstício Preste atenção nas características da festa do solstício e veja que não há igualdade alguma com as Festas do Senhor. – Glutonaria Um grande banquete deveria ser feito. A glutonaria era tão estimulada nessas festas que já existia um lugar reservado para vomitar. As pessoas comiam, comiam, vomitavam e voltavam a comer. O que acontece hoje? Todas as famílias têm que fazer uma ceia. E por que comer e beber? Porque é sinal de aliança. O banquete do solstício tinha início à meia-noite. A que horas começa a ceia do Natal? Meia-noite também. – Exaltação a deuses Tudo tem um propósito, e as festas pagãs têm o objetivo de adorar deuses falsos. Hoje, no Natal, qual é o deus que aparece? Um deus impotente, um deus menino. Só que Jesus cresceu, morreu, ressuscitou e voltará para buscar Sua noiva.   Quem está olhando para baixo, contemplando um menino, estará distraído e não perceberá a volta do Senhor Jesus. É claro que estamos falando de um retrato espiritual. – Culto à sensualidade A festa dos solstícios tinha a intenção de mostrar a sensualidade dos seus participantes, chamar a atenção pela beleza exposta. As vitrines da cidade hoje não oferecem uma roupa digna de uma festa “cristã”. Por quê? Porque o ritual da festa exige sensualidade. Infelizmente, esse contexto se faz presente entre nós. – Consagração da orgia liberada dentro do templo O lema era: carne liberada – sarkós – a sensualidade já tinha sido efetivada e, no altar consagrado aos deuses, eram realizadas orgias sexuais. Eles diziam que era um nível de consagração à fertilidade. A deusa da fertilidade era a deusa casada com o sol, um casamento entre Íris e Osíris. Era a liberação da carne em cem por cento. O princípio era agir pelo curso do desejo, fazer o que quiser. Sabendo que a humanidade iria absorver isso, o paganismo romano casou Jesus com uma imoralidade dessas. A ideia central do paganismo era incutir na cabeça dos fiéis que Jesus era esse sol que tinha chegado. Tertuliano,  levantou-se no segundo século e disse: Jesus não é deus sol, e o sol não é o deus dos cristãos. O Deus dos cristãos foi aquele que criou o sol; a criatura e a criação não têm poder sobre o Criador. Por isso, protestamos: o Natal está casado com o paganismo. Você também pode protestar contra isso. Augustinho disse: “Claramente afirmo que esse comportamento é herético. Os cristãos não têm a ver com o deus sol e a festa dos solstícios.” Orígenes disse que “Jesus não é Faraó para receber honra natalícia.” Cristo como deus sol é um absurdo. Ele é Criador! “Ele (Jesus) é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda criação; pois nele foram criadas todas as coisas, nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele. Ele é antes de todas as coisas; nele tudo subsiste. Ele é a cabeça do corpo, a Igreja. Ele é o princípio, o primogênito dentre os mortos, para em todas as coisas ter a primazia, porque aprouve a Deus que nele residisse toda plenitude.” (Colossenses 1:15-19) Jesus criou todas as coisas, inclusive o sol. Ele é o Sol da Justiça, não o deus sol.   Vamos continuar bradando que a Igreja de Cristo precisa voltar para Jerusalém, a verdadeira origem do Cristianismo e da nossa fé. É preciso romper com o paganismo, mas muitos ainda têm resistência, porque preferem ficar com as tradições humanas, esquecendo que Jesus disse que pela nossa tradição invalidamos os mandamentos de Deus (Mateus 15:6). Que o Senhor nos dê sabedoria, força e fé para continuarmos caminhando na luz que temos recebido, trilhando o caminho dos Princípios Bíblicos e celebrando somente as Festas Bíblicas do Senhor! Fonte Mir www.mir12.com.br

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POR QUE NÃO CELEBRAMOS O NATAL – PARTE 2

Na semana passada, mostramos as bases históricas e teológicas que mostram a origem do Natal como uma festa pagã. Vimos, também, que Jesus não nasceu em Dezembro. Nosso objetivo não é causar celeuma na sua vida, mas divulgar o esclarecimento, a luz que recebemos acerca de algumas práticas do meio cristão que estão ainda presas ao paganismo. Nesta semana, você descobrirá a origem e o significado dos símbolos do Natal. – Árvores como altares pagãos A árvore de Natal ressuscita um deus pagão chamado Ninrode e faz reviver Talmuz. No ocultismo ou nas religiões orientais, os espíritos dos antepassados são invocados por meio de uma árvore. A árvore de Natal é um ponto de contato que os deuses gostam. Os ocultistas creem que as pessoas são energizadas através das árvores. Nenhum crente coloca conscientemente em sua casa um trono a Baal. O diabo trabalha com ocultismo, por isso muitas de suas insinuações são encobertas, ocultas. A Enciclopédia Barsa, vol.11, pg. 274, diz: "A árvore de Natal é de origem germânica, datando do tempo de São Bonifácio. Foi adotada para substituir os sacrifícios ao carvalho sagrado de Odin, adorando-se uma árvore, em homenagem ao Deus-menino." A árvore de Natal é um símbolo de consagração, é uma fábula de chamamento de adoração a deuses babilônicos. Leia com muita atenção o texto de Jeremias 10:3-4: "Porque os costumes dos povos são vaidade; pois cortam do bosque um madeiro, obra das mãos de um artífice, com machado; com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e martelo o fixam para que não oscile."  O restante do capítulo mostra a dura exortação que Deus dá ao Seu povo, porque trouxe para dentro de casa um costume de povo pagão. As seguintes referências trazem mais luz sobre este assunto. Leia com atenção: Deuteronômio 12:2-3 / I Reis 14:22-23 / II Reis 17:9-10 / Isaías 57:4-5 / Deuteronômio 16:21 / Oséias 4:13. – Velas A vela é um ritual pagão dedicado aos deuses ancestrais; a vela acendida está fazendo renascer o ritual dos solstícios, mantendo vivo o deus sol. Dentro das escolas que estudam o paganismo, as velas são chamadas de demônios; é a simbologia de manter os demônios vivos. As velas não têm relação alguma com as luzes do candelabro judaico – Menorah. As velas consagradas a demônios são de base perigosa. Estamos nos referindo às velas dos rituais profanos. Não devemos generalizar ou cair no fanatismo. Você não precisa deixar de usar velas, quando necessário, para alumiar ambientes ou como decoração. – Guirlandas São memoriais de consagração. Podem ser entendidas como enfeites, oferendas, ofertas para funerais, celebração memorial aos deuses, à vitalidade do mundo vegetal, celebração nos esportes, celebração das vítimas que eram sacrificadas aos deuses pagãos. Para tudo isso, serviam as guirlandas. Essas coroas verdes que colocávamos nas portas da nossa casa significam um adorno de chamamento e legalidade de entrada de deuses. Elas ficam nas portas porque são as boas-vindas, lugar de entrada. São um símbolo relacionado ao deus Apolo, trazem honra a Zeus, homenageiam a Demeter que em latim é Ceres, ou seja, Semírames, a mãe de Tamuz, mãe e esposa de Ninrode. Era um cerimonial oferecido a Ninrode, Semírames e Tamuz. E onde elas estão? Na porta das casas, das lojas, dos consultórios… Também reproduz a ideia da virgem que dará à luz um filho e essa virgem se apresenta com a guirlanda na sua cabeça e a espiga de milho na sua mão, dando sinal de fertilidade. No Egito, aparece como Ísis e Osíris; na Índia, como Isva e Isvra; na Ásia, como Cibele e Dionísio; em Roma, como Fortuna e Júpiter; na Grécia, como Irene e Plutos; na Babilônia, como Semírames e Ninrode. Todos eles exigiam as guirlandas. Não há uma só conotação em relação ao nascimento de Jesus. A Bíblia nunca anunciou que Jesus pede guirlandas, ou que tenha recebido guirlandas no seu nascimento, porque em Israel já era sabido que fazia parte de um ritual pagão. Só existe uma guirlanda na Bíblia e esta foi feita por Roma, para colocar na cabeça de Jesus no dia da Sua morte. Não há outra guirlanda, a não ser esta de espinhos, feita como símbolo de escárnio. – Presépio O presépio é um altar a Baal, consagrado desde a Antiguidade babilônica. É um estímulo à idolatria. São Francisco, no séc. XVIII, enquanto um dos líderes da Igreja Católica, instituiu o presépio para lembrar as festividades natalinas, na verdade uma convocação que leva o povo a ficar com a fé limitada ao material, ao que é palpável. As figuras utilizadas são intencionais. Por esses e outros motivos, temos que tomar posições. O presépio é um altar consagrado, é um incentivo à idolatria, é uma visão pagã. Seja livre!! Fuja, fuja da idolatria; assim diz a Palavra (I Coríntios 10:14-15 / Gálatas 5:19-21). Vamos resgatar as nossas origens cristãs! – Papai Noel Papai Noel não é um santo, é um ídolo. Você só tem um papai, que é Deus. Não podemos receber Noel no lugar de Deus! Nós só temos um Pai espiritual. A Enciclopédia Britânica, 11ª edição, vol. 19, pg. 648-649 diz: "São Nicolau, bispo católico do séc. V; Bispo de Mira, santo venerado pelos gregos e latinos em dezembro… conta-se a lenda segundo a qual presenteava ocultamente três filhas de um homem muito pobre… deu origem ao costume de dar presentes em secreto na véspera do dia de São Nicolau (6 de dezembro), data que depois foi transferida para o Natal". Daí a associação do Natal a São Nicolau. Esta figura foi canonizada para roubar a adoração. Qualquer ídolo está relacionado à vaidade. O objetivo principal das trevas é arrancar a nossa visão de Cristo e trazer figuras de substituição, fazer crescer no coração do povo uma visão errada do que é o Reino de Deus. Há uma mistura do hedonismo com idolatria. O hedonismo é aquilo que está ligado ao glutônico, à sedução ambiental, àquilo que traz prazer pela indumentária. Como alguém pode aceitar uma história que fala sobre um

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POR QUE NÃO CELEBRAMOS O NATAL- PARTE 1

Durante as próximas semanas, estudaremos sobre a origem do Natal e o significado dos seus símbolos. Nosso objetivo é divulgar o esclarecimento, a luz que recebemos acerca de algumas práticas do meio cristão que estão ainda presas ao paganismo, atitudes que estão inseridas em nossa cultura de tal forma que não questionamos sua origem ou razão de existir, praticando-as sem reflexão alguma. Estes estudos causarão dois níveis de reação: resistência ou quebrantamento. Os dois comportamentos são normais. Quero, no entanto, deixar claro que não intencionamos causar celeuma na sua vida, mas ajudá-lo a entender melhor essa visão que abraçamos e que tem fundamento bíblico e histórico. Não queremos negar que Jesus nasceu. É óbvio que Ele nasceu! Como estaríamos na redenção se Ele não tivesse vindo? Queremos, sim, voltar para a base da genuína fé cristã, da Palavra depurada, retirando tudo que foi inserido por Roma, enquanto instituição religiosa, vivendo como cristão-cristão e não como cristão-pagão. A nossa oração é a mesma que a do Apóstolo Paulo para com os Efésios; que Deus "ilumine os olhos do vosso coração, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação." (Efésios 1:18). Isto porque, às vezes, vivemos numa prática irreflexiva, precisando enxergar além da realidade palpável(Apocalipse 3:18). Jesus é e sempre será o motivo principal e único das nossas celebrações. Ele não é simplesmente mais um motivo. Tudo o que realizamos e celebramos é para a glória de Deus, pois o Senhor não aceita glória dividida(Isaías 42:8). Quero fazer-lhe uma pergunta: Jesus é o centro do seu propósito? Então, vamos caminhar na luz que temos recebido, crendo que "aquele que começou a boa obra em nós, há de aperfeiçoá-la até o dia de Cristo Jesus." (Filipenses 1:6) 25 de Dezembro: data oficializada por Roma O Natal, atualmente comemorado em 25 de Dezembro, é uma festa pagã que nada tem a ver com Jesus. Não é agradável ouvir essas coisas, mas precisamos arrancar toda mentira na qual estávamos vivendo. Observando a questão da data, vemos o seguinte quadro: o Natal é celebrado em 25 de Dezembro. 25 de Dezembro é a data mais comemorada nas nações pagãs. Até o século III, o Egito e a Palestina tinham como datas festivas de 25 a 28 de Março. A Síria comemora Natal dia 6 de Janeiro e alguns países do Oriente Médio comemoram o Natal no dia 25 de Março. Sabe por que Roma celebra no dia 25 de Dezembro? Para que fosse oficializado o Natal cristão. Isso não partiu de um genuíno cristão, mas de Roma. A celebração desse Natal não vem por um decreto bíblico, nem de Jesus, nem de seus discípulos. A história indica, desde a época do ano 6 d.C., que Jesus nasceu em Setembro ou começo de Outubro. Jesus nasceu em Setembro/Outubro e Roma transferiu para Dezembro. Por quê? Porque Constantino, aproximadamente em 336, celebrou o primeiro natal pagão casado com os cristãos e isto debaixo de imposição, de opressão. Muitos resistiram e morreram durante esse contexto histórico, porque não se submeteram a tamanha aberração, dizendo que não aceitavam o paganismo. Cristãos europeus também resistiram e muitos, ao longo da história, morreram ao fio da espada ou enforcados, e o argumento de Roma era que eles não eram cristãos. A Igreja de Jesus protesta o Jesus-menino, porque a Igreja que vive no Natal está presa numa celebração de nascimento, e não vai poder participar do momento glorioso de preparar o caminho para que Ele venha buscar Sua Igreja. Deus deu o grito aos remanescentes dizendo: 'preparem o caminho do Senhor!' Deus levantou a você e a mim para que juntos pudéssemos permitir a abertura desse caminho. Somos a sua Igreja viva e comprometida. O Natal é uma data depressiva para alguns. Muitos ficam tristes nas celebrações de Natal. Não é com saudade de Jesus, é a opressão de uma mentira sobre o povo de Deus. Mas, se Deus fez uma obra linda de esclarecer o Seu povo, como podemos continuar no paganismo? Sentimo-nos enganados e traídos. Nós fomos designados para viver uma vida de liberdade e Roma trabalhou para nos manter presos a uma tradição. O dia 25 de Dezembro foi designado por Roma numa aliança pagã no século IV. A primeira intenção era cristianizar o paganismo e paganizar o cristianismo, ou seja, fazer uma aliança. O cristão recebe um pouco do pagão e o pagão recebe um pouco do cristão. Mas, não há comunhão entre trevas e luz. E o que Deus disse, ninguém muda. Contexto histórico e teológico Agora você aprenderá, através de citações de grandes enciclopédias, de referências bíblicas e comentários de grandes teólogos, que Jesus não nasceu em Dezembro, mas em Outubro, em plena Festa dos Tabernáculos. Por isso, em vez de ficarmos presos a uma comemoração de origem pagã, vamos aceitar o convite do Senhor e celebrar as Festas Bíblicas. As Festas Bíblicas não existem para ser guardadas como lei, pois Jesus já as cumpriu no seu ato redentivo, embora a Igreja Cristã creia em Páscoa, Pentecoste e Tabernáculos. Natal, segundo a visão de Roma, é prender Jesus na celebração do nascimento e esquecer de Jesus na celebração da volta. É apagar a luz da revelação e do entendimento, e não vislumbrar que Ele está às portas. Roma disseminou em todas as nações da Terra as mentiras do paganismo. De onde nasceu essa fonte inspirativa? Do Novo Testamento? Do Antigo Testamento? De Jesus? Dos discípulos ou Apóstolos? Não! A Enciclopédia Barsa, vol. 11, pg. 274, fala o seguinte sobre o Natal: "A data atual foi fixada ao ano 440, a fim de cristianizar grandes festas pagãs realizadas neste dia: a festa mitraica (religião persa que rivalizava com o cristianismo nos primeiros séculos), que celebrava o Natalis Invicti Solis (Nascimento do Vitorioso Sol) e várias outras festividades decorrentes do solstício do inverno, como os saturnalia em Roma e os cultos solares entre os celtas e os germânicos. A ideia central das missas de Natal revela claramente essa origem: as noites eram mais longas e frias, pelo que

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A Grande Tribulação

Mateus 24:1-22 Porque naqueles dias haverá uma aflição tal, qual nunca houve desde o princípio da criação de Deus, até agora, nem jamais haverá.  Após o arrebatamento da igreja se desencadeará um período sombrio e medonho de sofrimentos sobre a humanidade, que os escritores tanto do Antigo Testamento como do Novo Testamento, denominam de: A Grande Tribulação. A grande tribulação envolverá a terra toda. Este evento está dividido em duas grandes secções que se subdividem em fatos distintos e abrange um período de sete anos, tempo este equivalente à última semana da profecia de Daniel (Dn 9:27). A Tríade infernal. Assim como nesta dispensação o Pai, o Filho e o Espírito Santo coordenam os destinos do mundo, na época da grande tribulação o mundo todo estará no controle do inferno. Disse Lutero que o diabo é o melhor imitador de Deus. Esta é uma verdade incontestável que se tem provado pela história. Na grande tribulação esta verdade se repete na figura de tríade diabólica, como se segue. A tríade diabólica é composta pelo dragão, o anticristo e o falso profeta. O dragão é uma espécie de imitador e opositor de Deus Pai. A besta que sai do mar é uma espécie de imitador e opositor de Deus Filho (Cristo). A besta que sobe da terra é uma espécie de imitador e opositor de Deus Espírito Santo (Ap 13:1-18). O dragão é o diabo, também chamado de a antiga serpente (Ap 12:9). Ele dominará o mundo através de seus assessores, as bestas, a quem dotará de poder e majestade para realizarem grandes sinais (Ap 13:4, 12,13). A primeira besta que sobe do mar é o anticristo, um ditador mundial, chamado também, na Bíblia, de o homem do pecado, o filho da perdição o iníquo (2ª Ts 2:3-9). A segunda besta que sobe da terra é o falso profeta, um líder religioso que promoverá e autenticará o reinado do anticristo, assim o anticristo exerce um domínio religioso (Ap 13:12-14). A junção destes dois líderes é com o propósito de fazer do carisma religioso um trampolim para galgarem o carisma político. O falso profeta vive em função da glória e exaltação do anticristo (Ap 13:12-17). Portanto, assim compõe-se a tríade-infernal: o dragão, um tipo de plagiador do Pai, se tornará um auto deus pai, a primeira besta, um tipo de plagiador do Filho, se tornará um anticristo e a segunda besta, um tipo de plagiador do Espírito Santo, se tornará um ante Espirito Santo. O Governo Mundial. O governo do anticristo será o último governo humano da terra que terá propaganda universal. Ele dominará o mundo politicamente, no livro de Apocalipse 13:7, está escrito de seu domínio sobre toda tribo, nação e língua. Ele terá uma alta e extraordinária liderança, o diabo lhe adornará de uma oratória persuasiva e revolucionaria (Ap 13:5). Ele dominará o mundo religiosamente. Ap 13:8, 12 fala que os habitantes da terra o adorarão. Hoje com a porta da graça escancarada o homem prefere viver no pecado e não quer saber de fazer a vontade de Deus. Imagine na grande tribulação… Adorarão o filho da perdição, embora a dispensação da graça tenha fechado, mais a graça de Deus é eterna. Ainda haverá um grupo de redimidos (Ap 7:9-17) diz: Depois destas cousas vim e eis uma grande multidão que ninguém podia enumerar de todas as nações, tribos, povos e línguas em pé diante do trono e diante do Cordeiro vestidos de vestiduras brancas, com palmas nas mãos? (v.9). Esse grupo é o de gentios salvos durante a grande tribulação. Uma vez martirizados, como vemos no cap 6. 9 -11, aparecem agora perante o trono de Deus. Ressurgirão (isto é, seus corpos) antes do Milênio, com um dos grupos de ressuscitados da primeira ressurreição. Ler Ap 20.4. Estarão com palmas nas mãos? (v.9). Palmas são símbolo de vitória. Venceram. João os viu no céu (vv. 5,9). Não tinham coroas; somente palmas. Coroas são galardões por algo feito por Deus, e estes não tiveram oportunidade para isso, porque uma vez agora, professando sua fé em Cristo foram mortos. Vamos falar do anticristo. Ele promoverá o culto a sua própria pessoa e ao seu governo, se colocará contra tudo que se chama Deus ou o adora (2ª Ts 2:4). Ele dominará o mundo religiosamente. Ap 13:8, 12 fala que todos os habitantes da terra, sem exceção de tamanho físico, de situação financeira e posição social, receberão na direita ou na testa um sinal que será o nome ou número da besta. Será uma espécie de controle comercial que regerá a vida socioeconômica de todos os habitantes da terra (Ap 13:16, 17; 14:11, 15:2). No versículo 2 do capitulo 13, encontramos uma descrição da besta identificando-a como 3 feras selvagens que aparecem também no capítulo 7 do profeta Daniel. Acredito que aqui neste texto bíblico temos uma demonstração do caráter do governo do anticristo, como uma espécie de confederação de normas e critérios adotados pelos impérios representados na Bíblia nesta visão. Sua natureza se descreve na conjuntura das três feras de Daniel cap. 7: Leopardo, perigosamente malévolo; pés de urso, grande força; boca de leão, devora tudo, mostra a maneira satânica de dominar. Esta descrição é tipificada no rei Ântico Epifânio, cuja a perseguição aos fiéis judeus foi profetizada por Daniel 6: 9-14, e prefigurava os imperadores romanos que deliberadamente desafiaram a Deus, quebrando suas leis e martirizando os santos. Finalmente, prenuncia o anticristo na época da grande tribulação que precede a segunda vinda de Cristo na segunda fase. Já dissemos que na segunda vinda de Jesus haverá duas fases: A primeira fase só os salvos verão. A segunda fase todo o olho verá. É desta que estamos falando. Esta segunda fase é que fala o profeta Zacarias cap 14:4 que diz: E naquele dia estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente; e o monte das Oliveiras será fendido pelo meio, para o oriente e para o ocidente, e haverá um vale

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O Arrebatamento da Igreja – Final

A Recepção nas Bodas do Cordeiro A seguir, a igreja será conduzida á casa do Pai (Jo 14: 1,2) com semelhança do fato de Isaque ter levado Rebeca á casa da Abraão para o casamento, após ter recebido-a no campo da mão de Eliezer. Agora será realizada a grande festa das bodas do Cordeiro, que contará com a presença da igreja do Velho Testamento e todos os seres celestiais. A igreja, como a noiva, será retumbantemente em memória do triunfo eterno do Cordeiro (Ap 19: 17; Ap 5). Será uma festa sem igual. O vocabulário humano torna-se subjetivo para descrevê-lo. As bodas do Cordeiro é cumprimento das palavras de Jesus na última ceia celebrada com os discípulos (Mt 26:29), quando prometeu ceiar com eles na casa do Pai. Na ceia com os discípulos, Jesus serviu para dar exemplo nas bodas do Cordeiro. Ele servirá para demonstrar sua alegria em ter na casa do Pai aquela que constitui o alto valor de sua morte na cruz: a igreja (Lc 22:26, 27, Is 53:11). As bodas do Cordeiro constitue a união total e absoluta de Cristo e sua igreja (Lc 22:20-23). O casamento é uma instituição divina, e deveria existir somente duas coisas que poderiam rompê-lo dentro do padrão bíblico: a morte e infidelidade conjugal, pois bem dentro deste princípio bíblico, torna-se claro que as bodas do Cordeiro será a união eterna da igreja com Cristo, visto ser impossível sua violação, isto porque a igreja estará num corpo glorificado que nunca vai morrer e também jamais se corromperá (1ª Cor 15:52-54). Portanto que, como igreja-noiva, possamos manter nossas vestes limpas e branqueadas, pois Cristo, o noivo espera contar com a nossa fidelidade restrita (Ap 19:7, 8; Ap 2:10). Com as bodas do Cordeiro, encerra-se a cadeia de acontecimentos que envolve a igreja arrebatada no primeiro aspecto da volta de Cristo. No entanto, queremos expor que tais acontecimentos serão desenrolados na eternidade, do outro lado da vida entre Cristo e sua igreja. Porém aqui na terra, desencadear-se-á umas outras séries de acontecimentos que estarão a desenrolar-se envolvendo a humanidade e os crentes que ficaram do arrebatamento. A esta série de fatos, a Bíblia chama de: A grande Tribulação, sobre que trataremos a seguir. A Grande Tribulação A Bíblia diz no evangelho de Marcos, capitulo 13 e versículo 19: Porque naqueles dias haverá uma aflição tal, qual nunca houve desde o princípio da criação, que Deus criou, até agora nem jamais haverá. Após o arrebatamento da igreja se desencadeará um período sombrio e medonho de sofrimentos sobre a humanidade, que os escritores tanto do Antigo Testamento como do Novo Testamento, denominam de: A Grande Tribulação. A grande tribulação envolverá a terra toda. Este evento está dividido em duas grandes secções que se subdividem em fatos distintos e abrange um período de sete anos, tempo este equivalente à última semana da profecia de Daniel (Dn 9:27). Consideramos a grande tribulação em alguns de seus respectivos aspectos: 1. Definição Grande tribulação é o termo da escatologia bíblica para descrever a época mais agonizante da terra, quando o caos social, político, econômico e espiritual apavorarão os habitantes da terra. Este período, que culminará com o auge pleno dos juízos apocalípticos, a Bíblia chama de: Hora de tribulação (Ap 3:10) Tempo de angustia (Dn 12:1) Dia do Senhor (Obadias ver. 15; Ez 30:3). Nesta época há de cumprir-se os ais dos selos, das trombetas e das taças do livro de Apocalipse. Este tempo começara sobre a terra com o rompimento dos selos, eles serão a introdução dos grandes acontecimentos que terão lugar durante os sete anos de tribulação. Porém a Noiva do Cordeiro não passará por tais acontecimentos (Ap 3:10) ela subirá ao Céu, antes que as sombras caiam. 2. Dois aspectos da Grande Tribulação A septuagésima semana da profecia de Daniel possuirá dois períodos iguais há três anos e meio, que são também mostrados na Bíblia, equivalente a quarenta e dois meses, ainda com mil duzentos e sessenta dias e, ainda por um tempo, tempos e metade de um tempo (Ap 11:2, 3 ; Ap 12:2,3,6-14; Ap 13:5 ; Dn 12:6). Estes dois aspectos não terão simplesmente caráter cronológico, mas de fatos e propósitos, isto é, na primeira metade da grande tribulação haverá um período de paz e segurança, mas será uma paz falsa, ela está simbolizada pelo primeiro cavaleiro do Apocalipse, o cavalo branco, que significa uma falsa paz. Será um período introdutório para o anticristo adquirir a confiança, o respeito e a amizade de muitos. Segundo o profeta Daniel ele fará neste período uma aliança com muitos. Creio ser uma espécie de acordo ou tratado diplomático-político com muitas nações da terra. Inclusive com Israel. Falando desta época disse o apostolo Paulo que quando disserem há paz e segurança sobrevirá repentina destruição (1ª Ts 5:3; Dn 9:27). Já na outra metade teremos, propriamente dito, a grande tribulação com todas as suas agruras, quando este ditador mundial governar o mundo da eficácia e poder de satanás (2ª Ts 2). A primeira metade desta semana revolucionará o mundo. O diabo plagiará o bem e ganhará os aplausos do mundo. O próprio Israel se iludirá fazendo uma aliança com o anticristo, talvez quem sabe até pensando ser ele o verdadeiro Cristo que ainda esperam. Este será um triste passo de Israel, pois logo ele quebrará esta aliança que redundará em guerra, mas antes que ela comece, Jesus virá e salvará Israel e todos o receberão como o messias e descobrirão que este é jesus a quem os antepassados rejeitaram. 3. A Tríade infernal A tríade diabólica é composta pelo dragão, o anticristo e o falso profeta.   Continua  

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O Arrebatamento da Igreja e a Cronologia do fim – Parte II

O arrebatamento da igreja é um mistério só plenamente compreendido quando realmente ocorrer. Quando ocorrer este evento iniciará uma série de acontecimentos, abrangendo a igreja, Israel e as nações em geral. No céu ouvir-se-á o brado de Jesus, a voz do arcanjo e a trombeta de Deus. E os mortos em Cristo ressuscitarão. No arrebatamento será a primeira ressurreição. Apóstolo Paulo é claro quando diz que irão ressuscitar os mortos em Cristo (1 Ts 4:16). Esta será a ressurreição para a vida eterna. Diante de tudo concluímos que aquele que há de vir virá e não tardará? (Hb 10.37). A primeira carta aos Coríntios 15.52-54 descreve os corpos que virão dos mortos em Cristo que ressuscitaram: corpos incorruptíveis e imortais, ou seja, um corpo que não será sujeito à corrupção nem a morte. Transformação dos fiéis vivos Em seguida ao tal acontecimento, segue a transformação dos fiéis vivos que juntamente como os ressurretos serão levados ao encontro do Senhor nos ares (1 Ts 4.17). A recepção no Tribunal de Cristo A igreja arrebatada terá destino em primeiro lugar ao Tribunal de Cristo, nome dado na Bíblia ao lugar onde Cristo recepcionará os fiéis com seus galardões e lauréis, isto é, premio, coroa. Note-se que este julgamento é para julgar as obras e não os obreiros. A. O tempo A época bíblica para este tribunal, situa-se da sequência do arrebatamento, na época também da primeira ressurreição, quando Cristo voltar para levar sua igreja. (1 Cor 4.5 Lc 14. 14; Ap 3.10). B. O lugar O lugar deste tribunal será nos ares, onde a igreja arrebatada encontrar-se-á com Cristo (1 Ts 4.17; Dn 7.13,22). Existem muitas divergências entres os comentaristas quanto ao local exato do Tribunal de Cristo. Tenho que para mim será na porta e nos ares. Onde me baseio na Bíblia? Na antiguidade os juízes e anciãos de uma nação costumavam julgar seus súditos e suas causas na porta da cidade. (Gn 19.1,9; 1 Sm 4. 13, 18; 2Sm 15.2). Boaz, chamado o remidor, e mais dez testemunhas da cidade de Belém, julgaram a causa de Rute, a Moabita, na porta da cidade de Belém (Rt 4.1,2) E ali, diante desse tribunal, ela recebeu… o galardão do Senhor Deus de Israel (Rt 2.12). Muitas coisas nas Escrituras foram escritas para nosso ensino. (Rt 15.4), pois algumas delas são sombras das coisas celestiais. (Hb 8.5), e outras são figuras das coisas do céu. (Hb 9.23). Se o nosso pensamento é acertado nesta interpretação, é evidente, embora pouco provável que o Tribunal de Cristo terá lugar ainda nos ares, especialmente na porta formosa do Céu. Neste tribunal a base do julgamento será o serviço do crente. Será galardoado mediante a sua diligência em administrar os dons, os bens, os talentos, etc., que o Senhor lhe confia aqui na terra. (Rm 3: 23,24). O amado irmão e Apóstolo Paulo escrevendo aos crentes de Corinto na primeira carta capitulo três, e nos versículos dez a quinze, neste texto, duas coisas estão ditas de suma importância acerca de nossas obras. (1 Cor. 3:10-15) 1. O texto apresenta dois tipos de obras que podemos estar realizando (v 12) A – Ouro, prata e pedra preciosa, símbolo de obras eficientes, firmes e permanentes. Fala do testemunho sólido, da firmeza espiritual, do trabalho realizado, da frutificação e da fé inabalável. B – Madeira, feno e palha, símbolo de obras relaxadas, inseguras e passageiras. Fala do testemunho negligente, infértil e escandaloso, da vida espiritual sem vigor e da fé mista. Meu amado(a) que tipos de obras eu e você estamos fazendo para o Senhor? Estamos firmes, inabalável, comprometidos, integrados…? 2. O texto declara que o fogo provará nossas obras (v13). Assim como o ourives prova ouro, serão também provadas as obras de cada um de nós. Outrossim declaramos: desde que este é um estudo de tipologia dado pelo Apóstolo Paulo dentro da escatologia, ressaltamos que o fogo neste texto é uma referência do Espírito Santo de Deus que por sua vez acompanha e incentiva cada um de nós capacitando-nos para fazermos melhor a obra de Deus. Portanto após o fogo passar nas obras de cada crente, representado pelas matérias relacionado acima, haverá um resultado preciso, as boas permanecerão e serão recompensadas, porém as inúteis se desfarão. Isto é (sem galardão). Um dos maiores galardões que receberemos será reinar com Cristo no Milênio, perder este galardão significa não entrar no reino, entrou no céu, mas não reinou com Cristo. Jesus disse: Assim como Eu venci e me assentei no trono de meu Pai, aquele que vencer com eu venci, sentará comigo no trono. Sentar no trono de Cristo significa reinar no Milênio e depois na eternidade. Reinar significa governar, trabalhar, produzir, frutificar. Pense, se não estamos fazendo isso agora, não o faremos depois, no Céu sempre haverá movimento. Esse é um poderoso galardão que eu não quero perder! Ap. 3:21 3. O Caráter. Finalizando, consideremos o caráter deste tribunal. Em primeiro lugar não esquecemos que no tribunal de Cristo só irá participar os crentes que foram arrebatados, portanto não tem finalidade de condenar ou punir, pois todos quanto estiverem ali são salvos e irão morar na glória, uns receberão sua recompensa no sentido de presentes, pagamentos, premio, outros não. Tudo que fazemos aqui refletirá na eternidade! Aquele cristão que foi salvo por ter aceitado a Cristo e permanecido na fé, mas não trabalhou, não se se esforçou, nada fez para o empreendimento da obra do Senhor, não terá recompensa, ou galardão. O caráter deste tribunal é galardoador, porém sua base é nossas obras ou serviços prestados para Deus aqui na terra, um deles é ganhar vidas e fazer delas discípulos para o senhor Jesus, outro é contribuir para o reino crescer. Quero relacionar as coroas que a Bíblia identifica a serem recebidas pelos fiéis que terão suas obras aprovadas no tribunal de Cristo. A coroa da vida (Ap 2:10; Tg 1: 12). A coroa da justiça (2ª Tm 4: A coroa de glória (1ª Pe 5: 4). A coroa

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O Arrebatamento da Igreja e a Cronologia do fim – Parte I

O arrebatamento da igreja é um mistério só plenamente compreendido quando realmente ocorrer. Quando ocorrer este evento iniciará uma série de acontecimentos, abrangendo a igreja, Israel e as nações em geral. No céu ouvir-se-á o brado de Jesus, a voz do arcanjo e a trombeta de Deus. E os mortos em Cristo ressuscitarão. O Senhor Jesus trará consigo os fiéis que estavam com Ele, os quais unir-se-ão a seus corpos, já ressuscitados e glorificados. A seguir, os fiéis que estiverem vivos na ocasião serão transformados e glorificados num corpo semelhante ao do Senhor Jesus e subiremos com o Senhor ao céu. Arrebatamento é uma palavra de origem grega para descrever o rapto dos fiéis ao céu ou a transladação da igreja. Será invisível e repentina. É comparado na Bíblia com um abrir e fechar de olhos. No original grego diz: como um piscar de olhos, é um milésimo de segundo. Será exclusividade da igreja santa lavada, purificada e remida no sangue do Cordeiro. Com o arrebatamento haverá um período desenvolvido com quatro importantíssimos acontecimentos que envolverão diretamente a igreja arrebatada: 1. Ressurreição dos fiéis que morreram 2. Transformação dos fieis vivos 3. A recepção no Tribunal de Cristo 4. A recepção das Bodas do Cordeiro Ressurreição dos fiéis vivos Com o toque da trombeta, os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro (1 Ts. 4. 13 ,18). A Bíblia diz que haverá duas ressurreições, uma para a vida eterna e a outra para o desprezo e vergonha eterna (João 5: 28, 29, Ap.20:6). No arrebatamento será a primeira ressurreição. Apóstolo Paulo é claro quando diz que irão ressuscitar os mortos em Cristo (1 Ts 4:16). Esta será a ressurreição para a vida eterna (Dn. 12.12). A ressurreição será uma evidência dos atributos ativos de Deus, isto é, da junção da sua onisciência e onipotência que de modo sobrenatural levantarão dos sepulcros os mortos em Cristo. Não pode ser dogmático no que diz respeito à hora, dia, mês ou ano em que Cristo voltará. A Bíblia é enfática em dizer que não nos compete avaliar os tempos em que o Pai reservou a sua exclusiva autoridade (At: 1.7, Mt: 24,26). E a mesma Bíblia que cita uma serie de razões pelas quais à volta de Cristo é uma verdade imprescindível. 1. Ele voltará porque prometeu (João: 14.1,3) 2. Ele voltará porque o Pai determinou (Mt: 24,36) 3. Ele voltará porque os anjos declararam (At: 1.11,12) 4. Ele voltará porque a criação o aguarda (Rm: 8.19,32) 5. Ele voltará porque a igreja e o Espírito aguardam na expectativa de um gemer profundo (Rm: 8.23,26). E finalmente voltará sim, por causa dos vários sinais precedentes deste dia que estão escritos na Bíblia, preferidos pelos apóstolos e pelo Senhor Jesus Cristo. Guerras: Mt. 24.6,7 Fomes: Mt. 24.7 ; Am: 8.11 Terremotos: Mt. 24.7 Distúrbios familiares: Lc. 21.16 Falsos ensinadores: Mt. 24.11 Sinais no céu: Lc: 21.11 Ódio e ausência do amor: Mt. 24.9-12 Apostasia: 1Tm. 4.1-3 Declínio moral dos homens: 2º Tm. 3.1-9 Israel , o brotar da figueira: Mt 24.31, Lc 21,29 Diante de tudo concluímos que aquele que há de vir virá e não tardará? (Hb 10.37). A primeira carta aos Coríntios 15.52-54 descreve os corpos que virão dos mortos em Cristo que ressuscitaram: corpos incorruptíveis e imortais, ou seja, um corpo que não será sujeito à corrupção nem a morte. Transformação dos fiéis vivos Em seguida ao tal acontecimento, segue a transformação dos fiéis vivos que juntamente como os ressurretos serão levados ao encontro do Senhor nos ares ( 1 Ts 4.17). A igreja receberá um corpo glorificado a semelhança do corpo de Cristo ressurreto. Um corpo que não estará sujeito às coisas materiais. É obvio notar que na transformação dos vivos a Bíblia diz que Deus transformará. Isto significa que os corpos dos fiéis não ficarão no chão de onde foram arrebatados, mas sim que Deus transformará este corpo natural e carnal em corpo espiritual e glorificado e tomará para Si. Continua…  

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