Estudo

Os dons do Espírito Santo – Parte I

Introdução   O Senhor Jesus, antes de subir ao Céu, confiou aos seus servos o cuidado e administração dos seus bens, a continuação da obra que Ele começou a fazer: Ensinar, pregar a Palavra, libertar o cativo, curar os enfermos, expulsar os demônios para que as vidas que Deus ama sejam salvas e cuidadas pela Igreja.   É isto um grande privilégio, uma grande honra, e aos seus servos, cumpre numca esquecer que, para tanto, homem nenhum será capaz, se por Deus não for chamado e habilitado.   De certo modo, todos os crentes têm responsabilidade de testemunhar de Jesus, e para isto todos os salvos são chamados (At. 1:8; I Pe2:9 ).   A Igreja é o corpo de Cristo, composto de muitos membros, e todos devem estar aptos a contribuir para o seu desenvolvimento e edificação, testificando, exortando, aconselhando e orando, todos com fervor e perseverança. Entretanto, alem destes trabalhos importantes e necessários para o crescimento e unidade do corpo, há ministérios distintos, para os quais há homens (genérico) chamados por Deus, de modo também distinto.   A chamada divina, para um trabalho divino, este assunto é muito importante e é fundamental o seu conhecimento. A Igreja precisa usufruir daquilo que Deus colocou a sua disposição, sem estas ferramentas não será possível a Igreja cumprir com o seu papel.   Os dons do Espírito Santo são armas poderosas que Deus nos deu, para que pudéssemos vencer a batalha que está diante de nós, pois a nossa luta não é contra carne ou sangue, mas contra os principados e potestades, é contra os exércitos organizados da maldade nas regiões celestiais. ( Ef. 6:12 )             Em 2 Cor. 3:4-6 Diz que Ele nos habilitou (isto está no passado), Somos ministros da nova aliança do Espírito, por que a letra mata mas o Espírito vivifica. O Espírito é o canal da demonstração do poder de Deus. (O Espírito Santo é como a dinamite. Isto é, na sua manifestação há uma explosão de poder ).             Temos uma obra a realizar aqui na terra que nos foi confiada pelo Senhor Jesus, Ele declarou no evangelho de João 14:12. “Aquele que crer em mim fará obras maiores do que estas”, mas os homens transformaram o cristianismo durante muito tempo em uma mera religião de letras e de formas, de cerimônias vazias, mas o cristianismo é a vida de Deus dentro de nós, é a presença do Espírito de Deus que enche e muda o coração, que transforma a natureza e nos faz canais da demonstração do poder de Deus.             Jesus estava aqui na terra como homem, Ele não desenvolveu o seu ministério como Deus, foi como homem, viveu como servo, foi batizado com o Espírito Santo, foi ungido por Deus com Espírito Santo e Poder. (At. 10:38; Lc.4:18 )   Tudo quanto Jesus Cristo fez na terra, está dentro dos parâmetros dos dons do Espírito Santo, e Ele mesmo colocou-os a disposição da igreja.             Quando uma vez disseram: “Ele expulsa por belzebu, Ele disse: “Eu faço pelo Espírito Santo de Deus.” Ele disse:  “nada posso fazer de mim mesmo, na realidade nada faço de mim mesmo, Eu faço o que ouvi do meu Pai.” ( Jo. 12:49-50; 13:10; 16:13-14 ). Jesus em nenhum momento usou os atributos de Deus, Ele estava na terra como homem, Ele precisava vencer o pecado, o diabo e as circunstancias e cumprir a lei. Para que tivesse validade e legalidade no reino do espírito, diante de Deus e diante dos homens, Ele teria que fazei-lo como homem, uma vez que o pecado veio por meio do homem, dando assim legalidade a Satanás. A única forma de vencer Satanás quebrando esta legalidade exercer autoridade sobre ele era vencendo-o não como Deus, mas como homem. Deus não quebra princípios e só trabalha na legalidade.          Caso contrário eu não poderia vencer como Jesus venceu e assentar-me junto a Ele no trono milenar para reinar, Ele venceu como homem cheio do Espírito Santo, capacitado por Deus através dos dons espirituais. Fica evidente que o Senhor Jesus era perfeito em seu caráter e nele não havia pecado ou imperfeição, por isso Ele tinha o Espírito sem medida, e os dons operava com uma grande evidência de poder e a unção era extraordinária.   Uma das funções do Espírito Santo e da Palavra de Deus é nos aperfeiçoar e assim Ele poderá usar a nossa vida através das manifestações do seu poder. Quando a unção esta operando os dons estarão em evidência. Aleluia!              Os dons são capacitações para a Igreja, Jesus gerou a igreja em seu corpo, e colocou a sua disposição tudo aquilo de que Ele dispunha.             Deus ungiu a Jesus com Espírito Santo e poder, o qual andou por todo lado fazendo o bem, curando os enfermos e oprimidos do diabo, por que Deus era com Ele (At. 10:38 ). Esse é o papel da Igreja.             O novo nascimento nos coloca na posição de filhos, e como tais precisamos dos dons do Espírito para exercer o ministério e vencer o diabo. O batismo no Espírito Santo, um dos assuntos tratados nesta apostila, é uma porta, uma ferramenta que nos leva a receber estes dons e nos coloca na posição de soldados, mas um soldado precisa ser treinado, precisa conhecer as armas, e precisa saber como manejá-las…   “Assim como os apóstolos, e a igreja primitiva e muitos outros precisaram deste poder para implantarem o reino de Deus na terra, muito mais nós hoje, onde há tanto engano, tantas seitas, etc. “O próprio Jesus usou este poder e Ele disse que nós o receberíamos ao descer sobre nós o Espírito Santo. É por isso que Deus nos deixou estes recursos!”   A igreja de Cristo tem toda a inteligência e revelação de que precisa:             1.      Através da palavra de conhecimento. 2.      Através da palavra de sabedoria. 3.      Através do discernimento de espíritos.           Como corpo de Cristo, temos todo poder e unção de que precisamos através do:  

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Aconselhamento – Parte VIII

…Continuação X – Traumas Emocionais:               1) Definição: O trauma é causado por uma agressão física ou psicológica, trazendo conseqüências sobre as pessoas.               2) Tipos de traumas: De mulheres que não são férteis, não geram filhos:             Ao descobrir suas infertilidades, se sentem culpadas e inadequadas. Devido às pressões familiares e sociais, sentem-se fracassadas e incompetentes sexualmente.               b) O Estupro:             Ocorre a "síndrome traumática do estupro". Há uma tensão aguda após o estupro. Pode haver ira, medo, ansiedade, choque, auto condenação, preocupação com a segurança, culpa por não ter lutado mais, no geral expressam choro, soluços, tensão e náusea. Algumas mulheres acham que foram contaminadas e tornadas impuras.             A partir disso sentem: ·         Medo de ficar só; ·         Medo de sexo; ·         Sempre achando que tem pessoas atrás dela, ·         Mudando no seu comportamento sexual.               c) Deficientes:             Defeito ou prejuízo mental, físico ou emocional que prejudica a capacidade da pessoa funcionar normalmente. ·         Pais – É traumático descobrir que seu filho é deficiente. Há sentimentos de: ·         Culpa; ·         Rejeição, ·         Superproteção.               Deficientes – aconselhá-los a encarar realisticamente seus problemas para vencer: ·         Rejeição social; ·         Culpa; ·         Frustração; ·         Ira; ·         Insegurança; ·         Ansiedade, ·         Complexo de inferioridade; ·         Ansiedade; ·         Complexo de inferioridade.               3) Outros tipos de traumas:             Roubo, decepção no trabalho, droga, álcool, acidente.               4) Como aconselhar:             O Espírito Santo é nosso companheiro, que nos assiste em tudo! Rm. 8:26. Encarar os traumas de frente: Tg. 5:16             Obs.: Alguns cristãos tentam reprimir seus sentimentos, negando suas dificuldades (pensando que uma pessoa convertida não pode ter esse tipo de problema). ·         b) Perdoar os que estão envolvidos no problema: ·         O importante não é o que aconteceu, mas como o aconselhado reage à estas experiências traumáticas. ® Mt. 5:43, 44, 46, 48. ·         Não haverá cura dos traumas enquanto não houver perdão. A mágoa e o ódio são brechas para demônios.               c) Orar para que o Espírito Santo mostre a causa do problema: ·         Trazer luz sobre os traumas, para orar em cima das causas e renunciá-las.               5) Fundamento Bíblico: ·         II Co. 12:7-10            ;                                  ·         Hb. 12:11 ·         II Co. 1:3-7                                        ·         Sl. 119:71 ·         I Pe. 1:5-7                                         ·         Rm. 5:3-5 ·         Rm. 8:28   VERSÍCULOS PARA ACONSELHAMENTO    Abatimento Sl. 42:5; Pv. 15:13; 17:22; 18:14; Is. 57:15; 66:2; II Co. 4:8-9; II Co. 4:16-18; Hb. 12:3. Aborto Sl. 139:13-16; Is. 43:1; 44:2, 24; 49:1, 5; 64:8; Jr. 1:5. Acusação Jo. 3:17; Rm. 8:1; 8:31-34; I Jo. 3:20-21; Ap. 12:10-11. Adivinhação Lv. 19:26; Nm. 23:23; II Rs. 21:6; Is. 19:3; At. 16:16-18. Aflição Ne. 9:27; Sl. 34:17-22; Sl. 50:15; 59:15; 59:16; 119:67, 71,75; Sl. 145:14; Is. 43:2; Rm. 8:28; II Co. 4:17-18; Hb. 4:15-16; I Pe. 5:6-9 Alcoolismo Pv. 20:1; 23:20-21; 23:29-32; 31:4-6; Is. 5:11; Lc. 21:34; Rm. 13:13 Gl. 5:19-21. Amizade Pv. 17:17; 18:24; 27:9,17; Jo. 15:13-14; Tg. 2:23. Amor I Co. 13. Amor a Deus Dt. 10:12; Pv. 8:17; Mt. 10:37; 22:36-40. Amor de Deus Jo. 3:16; Jo. 16:27; Rm. 5:8; I Jo. 4:8-10, 18-19. Amor ao próximo Lc. 6:31-33; Jo. 13:34-35; Rm. 13:8-10; II Tm. 2:24-25; Gl. 5:14; I Pe. 3:8; 4:8; I Jo. 3:11, 14-18; 4:20-21. Angústia Gn. 35:3; Dt. 4:29-31; II Sm. 22:7; II Cr. 15:4; Jó 7:11; Sl. 60:11; Sl. 86:7-8; 91:15; 119:50; Pv. 11:8; 24:10; Is. 25:4; Jr. 16:19; Na. 1:7-8; II Co. 1:4. Ansiedade Ex. 6:9; Sl. 34:17; 55:22; Pv. 16:3; Is. 26:3; 43:2; Mt. 6:25-34; Lc. 21:34; Fl. 4:6-7; I Pe. 5:6-7. Batismo Mt. 3:13-16; 28:19; Mc. 16:16; Jo. 3:5; At. 2:38-41; Rm. 6:4; Cl. 2:12. Bíblia Palavra de Deus Gl. 1:11-12; II Tm. 3:16; II Pe. 1:21. Bíblia – dever de Ler e obedecer Dt. 12:28; Js. 1:7-9; Sl. 119:11-18, 105; Pv. 4:20-22; Mt. 4:4; Jo. 5:39; Rm. 15:4; II Tm. 2:5; Ap. 1:3. Bíblia irrevogável Mt. 5:18; Mc. 13:31; Ap. 22:18-19. Blasfêmia Sl. 74:10; Dn. 3:29; Mc. 3:28-29. Bloqueio de raciocínio Ec. 2:14; Is. 44:18; Mt. 13:19; At. 28:27; Rm. 1:21-22; II Co. 3:14-16; II Co. 4:4; Ef. 4:18; Cl. 2:2-4. Contenda Pv. 6:16-19; 22:10-12; 26:20-21; 28:25; II Co. 12:20. Conversação suja Pv. 21:23-24; I Co. 15:33; Ef. 4:29-31; Cl. 3:8; 4:6; I Pe. 3:10 Correção Jó 5:17; Sl. 94:12-13; Sl. 119:67,71; Pv. 3:11-12; I Co. 11:32; Hb. 12:5, 11; Ap. 3:19. Culpa Sl. 31:22; 32:3; 51:3; 138:8; Is. 44:22; 53:5. Cura como ordem de Cristo Mt. 10:1, 7-8; Mc. 16:14-20; Lc. 9:1-2, 6. Cura como nossa herança Sl. 103:3; Is. 53:5; Mt. 8:16-17; I Pe. 2:24. Cura impedida Pela incredulidade Mt. 13:54-58; Mt. 17:14-20 Dar Dt. 15:11; Pv. 3:9-10; 11:24-25; 19:17; 21:13; 28:27; Ml. 3:10; Mt. 6:1-4; Lc. 6:38; Rm. 12:8; I Co. 6:1-2; II Co. 9:6-12 Depressão Sl. 9:9-10; 31:22, 24; 42:5; 146:8; Is. 35:3-4; 50:10; Jr. 29:11-13; Hb. 12:12-13. Desânimo II Cr. 15:7; Sl. 27:14; 37:23-24; 42:5; 138:8; 142:3, 6; Pv. 24:16; Is. 7:4; 40:31; 50:7; Mt. 11:28-30; I Co. 15:58; II Co. 4:7-8; 4:16-18; Gl. 6:9-10; II Ts. 3:13; Hb. 4:15-16; 12:3; Tg. 4:8. Desobediência I Sm. 15:22-23; Rm. 2:7-8; 5:19; II Co. 10:4-6; Ef. 2:2; Hb. 2:2-3. Divórcio Mt. 5:32; 19:3-9; I Co. 7:10-17, 20, 24. Doença Ex. 15:26; 23:25; Pv. 18:14; Is. 38:1-5; 53:4-5; Mt. 10:1; Mc. 6:12-13; Gl. 3:13; Tg. 5:14-16. Doutrinas falsas Pv. 16:25; Mc. 13:21-23; I Co. 11:19; Gl. 1:8; Cl. 2:8; I Tm. 4:1-3; II Pe. 2:1-2; I Jo. 4:1-3. Dúvida Mt. 21:21-22; 28:17-18; Rm. 4:18-21; Tg. 1:6-8. Engano Ex. 34:12; I Rs. 22:21-23; Jr. 37:9; Ez. 13:3, 6, 10; Am. 2:4; Zc. 8:16; Mt. 22:29; 24:11; 24:24; I Co. 3:18-19; Gl. 6:3; II Ts. 2:9-11; 3:13; Hb. 3:13; Tg. 1:22; I Jo. 4:6. Escravidão Ex. 6:5-9; I Cr. 5:26; II Cr. 12:8; At. 7:6-7; Rm. 6:6, 16-19; Rm. 8:15. Espiritismo Ex. 7:11-12; 22:18; Lv. 7:17; 19:26, 31; 20:6, 27; Dt. 18:9-14; I Sm. 28:5-7; II Rs. 21:5-6; I Cr. 10:13-14; II Cr. 33:5-7; Jó 7:9; Ec. 9:5-6; Is. 2:6; 8:19-20; 26:14;

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Aconselhamento – Parte VII

…Continuação VIII – LUTO  A morte e o luto são questões difíceis de enfrentar. O luto é uma experiência universal, sentida por todos no decorrer da vida.   O sofrimento é uma resposta normal pela perda de um ente significativo. Como cristãos nos consolamos com a certeza da ressurreição,mas isso não abranda o vazio e a dor. É um desafio ajudar as pessoas a tratarem com a morte.   1.      O significado do Luto: Para os incrédulos: A morte é o final de uma relação, sem qualquer esperança para o futuro.   Para o cristão: A morte não é o fim da existência, mas a entrada na vida eterna, onde estaremos para sempre com o Senhor.   2.      Dois tipos de Tristeza: Tristeza normal: É chamada de "não complicada". Trata-se de um processo que segue um curso esperado de mais ou menos 3 anos para a restauração do bem-estar mental e físico. Envolve sentimento intenso de: dor, solidão, ira, depressão, sintomas físicos, irritabilidade, desejo de falar consideravelmente sobre o morto e sentimento de que a vida não tem mais significado.   3.      Tristeza Patológica: O sofrimento é intenso, demorado, resultando em escravidão à pessoa morta, o que impede o indivíduo de enfrentar adequadamente a vida. Apresenta a atitude de desânimo, desesperança, culpa intensa, retraimento, melancolia, excesso de bebidas e ameaças de autodestruição.   A reação das pessoas depende de suas diferenças individuais de: personalidade, ambiente, ciência religiosa, relacionamento com o morto e ambiente cultural.   4.      Fundamento Bíblico: Is. 61:1-3 (para os conselheiros); Ec. 7:2; Fl. 1:21,23.   O céu: uma vida de: ·         Comunhão: I Jo. 3:2; Jo. 14:3; Ap. 22:4; ·         Descanso: Ap. 14:13. ·         Pleno conhecimento: I Jo. 13:12. ·         Santidade: Ap. 21:27 ·         Gozo: Ap. 21:4 ·         Serviço: Ap. 22:3 ·         Abundância:Ap. 21:6 ·         Glória: Cl. 3:4 ·         Adoração: Ap. 19:1; 7:9-12   Como aconselhar:   Luto normal: É um processo de cura, a longo prazo, não precisa de ajuda especial, ele cuida de si mesmo e com o tempo se recupera.   Medidas práticas: ·         Estar presente, disponível para oferecer ajuda prática como: preparo de refeições, cuidar de crianças, isso libera a pessoa para entristecer-se; ·         Espere expressões de choro, ira ou retraimento; ·         Seja um ouvinte receptivo, atencioso; ·         Ajude o enlutado a tomar decisões; ·         Orar e consolá-lo com a Palavra; mas não sufocar    suas expressões de sofrimento. Deixar ele colocar fora; ·         O nosso apoio é no sentido de levá-lo a não evitar a realidade, ajudá-lo a atravessar o processo do luto e retornar suas atividades normais.   5.      Luto Patológico: Devemos transformar a reação anormal (Patológica) em Normal. Iremos ajuda-lo a evitar a negação da perda e tratar com a realidade da mesma. Estimular a leitura de livros, encorajar questões práticas de: educação de filhos, necessidades financeiras…       Somente o Espírito Santo pode remover as cicatrizes, mediante oração. No geral os enlutados não estão buscando muitas palavras…, mas sim compreensão, conforto e contato… (Rm. 12:15).   IX: A Doença E O Paciente Terminal            A morte obedece a uma cronologia. A pessoa caminha da saúde até a doença e da doença até a morte. O paciente terminal pode ficar neste estado durante minutos ou meses.            Questionamentos do doente quanto às causas da doença: ·       Castigo de Deus por pecados passados? ·       Por que justamente comigo foi acontecer isso?     1.    Mensagem à transmitir ao P.T. (paciente terminal): ·       Diante da morte perdemos a fala, ficamos mudos. Só com a sabedoria de Deus para dar o conforto e paz ao P.T. ·       A sensibilidade espiritual nos dará tato, direção sobre o que deve ser falado. Não devemos tirar sua esperança, por pior que esteja o avanço da sua doença.   2.    Ouvindo o P.T.: ·       O P.T. sente-se necessitado por desabafar seus sentimentos. Existe um terremoto em seu interior. Isto produz tensões, muita dor, desejo de gritar, chorar, etc. ·       O P.T. quer achar alguém que o escute, que o compreenda, que seja disponível (para estar integralmente com ele). ·       Escutar é demonstrar atenção, usando declarações como: "entendo o que você quer dizer"; "continue…" Devemos demonstrar que queremos levar as cargas junto à ele.   3.    Levando o P.T. à Cristo: ·       Apresentar o plano de salvação; ·       Aqueles que recebem o Senhor enfrentam com maior paciência o sofrimento, gozam da sua paz bem todos os momentos. ·       Após a decisão por Cristo, mostrar os versículos bíblicos que falem sobre a certeza da salvação, do seu lugar no céu…   4.    Sobre as aflições e provações: Jo. 16:33 ·       Ex. de Jó ® Um homem bom e temente a Deus também é provado (consolo para os que sofrem). ·       A Palavra de Deus é quem vai nos confortar e animar no meio das crises. Pelo contrário teremos uma atitude de rebeldia ® contra Deus. ·       Atitude em meio à crise: correr para Deus e não correr de Deus; no deserto o sol é intenso ® há revelação, luz do que somos..,, reconhecer que não somos nada, ver a mão de Deus nas circunstâncias.   5.    Fundamento Bíblico: ·       Vers. De cura de Jesus; ·       Temos autoridade: Mc. 6,7,13; Mt 10:8; Lc. 9:1; Mc. 16:18b. ·       Is. 53:4,5 ·       Rm. 8:18,28 ·       I Co. 15:55,57 (P.T.).      Continua…

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Aconselhamento – Parte VI

VII – CASADOS; CASAMENTO:  É bíblico: Gn. 2:18.   1.      O relacionamento do casal cristão:   a)      O papel da mulher: Diante de Deus como esposa: Auxiliadora, companheira, estar lado a lado, servir de suporte, tomar o seu devido lugar (Gn. 2:18).             Submissão – Ef. 5:22. ·         Definição hebraica: "Colocar-se debaixo da proteção de Deus". ·         É uma atitude por obediência, resultando de amor ao Senhor e ao marido. ·         Não é inferioridade, mas o entendimento de que uma das partes é designada para liderar (Homem).   b)     O papel do homem: Autoridade ® I Co. 11:3; Ef. 5:25 (amar…)   ·      A autoridade que o homem tem que ter, tem como modelo Cristo, que amou, se dispôs à sacrifícios. ·      A autoridade de Cristo está fundamentada no seu sacrifício (é o fruto do sacrifício). ·      Quando necessário, a autoridade deve ser exercida rigorosamente, mas em geral não é uma exigência. Firmeza não significa imposição, dar ordens, é necessário agir com firmeza, gentileza e ternura, tratando a esposa corretamente, como a parte mais frágil: I Pe. 3:7.   O marido como chefe espiritual da família, deve ser o 1º a se arrepender, a se humilhar, a pedir perdão. A autoridade de Cristo está fundamentada no seu sacrifício (é o fruto do sacrifício).             O sustento ·         Financeiro ·         Espiritual (orar pela família, cobri-la).   c)      Aspectos fundamentais: Vida com Deus:   Quando estamos mal com Deus, nosso casamento vai mal, a raiz de todos os problemas está na desarmonia espiritual do casal: falta de cruz, de oração, papéis espirituais invertidos, mulheres não submissas e maridos complacentes com erros das esposas. Deve-se desenvolver o crescimento espiritual individual e em conjunto.             Diálogo, Comunicação: Comunicar é transmitir uma mensagem de forma clara e simples. O diálogo entre o casal é importante para tampar brechas, para impedir que o maligno lance setas de desconfiança, raiva, ciúmes, crítica.             Caso haja problema na comunicação deve-se: ·         Ouvir até que a outra parte tenha acabado de falar; ·         Falar de forma a ser compreendido pelo outro; ·         Testar o entendimento; ·         Haver perdão.   2.      Criação de filhos: A auto-imagem da criança é formada nos seus primeiros anos. A sua personalidade, por volta das 4 ou 5 anos. Os pais tem a responsabilidade de amar, dar exemplo, cuidar, ensinar e disciplina-los na admoestação do Senhor – Ef. 6:4.   Como ensinar: Fazendo! Sendo!   Causas dos problemas na educação dos filhos: Instabilidade no lar: Quando pais não estão se dando bem, os filhos sentem-se ansiosos, por sentirem a sua segurança ameaçada e com medo de serem abandonados.           A criança é o produto da atmosfera familiar.             Falhas dos pais: ·         Abuso físico; ·         Falta de castigo (superproteção).             Necessidades não satisfeitas: ·         Significado (sentir que é importante); ·         Segurança; ·         Aceitação; ·         Amor; ·         Disciplina; ·         Necessidade de Deus.   Quando as mesmas não são satisfeitas, o amadurecimento é prejudicado e freqüentemente surgem problemas.   Negligências espirituais: Sl. 78:1-8 ·         Ensinar às crianças a respeito de Deus para desenvolver nelas: a fé, a submissão a Ele, para demonstrar Sua fidelidade, bondade, misericórdia. Isso fará com que as crianças tenham um referencial ® Pv. 22:6.   Disciplina: É bíblica: Pv. 22:15 ® e vista como correção e não como castigo; A criança é o resultado da disciplina!!!   Ef. 6:4 ® A disciplina de um pai não pode ser baseada na opinião pessoal, mas sim a Palavra de  Deus. (Pv. 13:24 ® A disciplina não pode ser dada por boca somente).             d)     Três elementos essenciais na relação pai-filho e mãe-filho: ·         Instrução (o que você diz); ·         Influência (o que você faz); ·         Imagem (o que você é).   3.      O sexo no casamento: O sexo: – É bíblico, não é proibido: Ct. 4 e 7; II Co. 7:1-5. ·           É um ato espiritual (união): I Co. 6:16. ·           Foi criado por Deus para o prazer: Pv. 5:18, 19. ·           Foi feito para o casamento: I Co. 7:4-5.   Causas dos problemas sexuais no casamento: Má informação: ·         Algo proibido ·         Sem conhecimento sexual e casa-se ·         Sem noção.   Pressa: Para o ato sexual, requer-se uma atitude relaxada, sem pressa;   Tédio: ·         Não desenvolve-se idéias novas para fazer amor; ·         Pouco tempo gasto na estimulação que precede; ·         Descuida-se da aparência. ·         Com isto, surgem os casos extraconjugais, na busca de alguém mais excitante e diferente…   Causas físicas: distúrbios endócrinos (glândula de secreção interna cujo produto é lançado diretamente no sangue), obesidade, diabetes, enfraquecimento dos músculos vaginais em mulheres que tiveram filhos.   Bloqueios psicológicos: ·         Dúvidas quanto a sexualidade. ·         Medo: de ser interrompido em meio ao intercurso; de gravidez; de dor. ·         Conflitos conjugais: brigas, ressentimentos…               c)      Efeitos dos problemas sexuais no casamento: Incapacidade de realização: Devido à: ·         Frigidez (incapacidade da mulher em experimentar o prazer sexual na sua plenitude ® orgasmo). ·         Impotência (incapacidade do homem de chegar ou manter ereção). ·         Ejaculação prematura (ejaculação do sêmem antes do ato sexual). ·         Dispareunia: intercurso dolorido.   Diminuição da auto-estima: Especialmente nos homens. Quando o ato sexual não é satisfatório, geram dúvidas à competência sexual.   Escolha de substitutos: ·         Masturbação; ·         Sexo extraconjugal e infidelidade.   d)     Prevenção: Aconselhamento pré-nupcial: Informações corretas sobre fisiologia (ciência que trata das funções orgânicas pelas quais a vida se manifesta) e anatomia (analisar, dissecar, forma e disposição dos corpos).   Educação sexual: ·         O quando a Bíblia ensina sobre o sexo; ·         Ler livros: O Ato Conjugal… ·         Curso de noivos.             Orientações sobre higiene pessoal, aparência física (uso de roupas íntimas, babydois) etc… é importante usar perfume…   e)      Aconselhamento de problemas sexuais no casamento ·         Compreensão e aceitação: do problema existente, sem vergonha, culpa ou ansiedade; ·         Coletar informações sobre o problema: Ex: Qual a causa, etc… ·         Oferecer informações sobre a solução do problema:             Ex: Fornecer informações sobre ensino bíblico quanto ao sexo.   Técnicas de relação sexual: ·         É um processo de aprendizado,

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Aconselhamento – Parte V

V – DEPRESSÃO               1) Definição: É um estado emocional encontrado tanto em caráter temporário na pessoa normal que passou por uma grande "decepção" como na "profunda depressão suicida do psicótico".             Exemplos de depressão na Bíblia: Sl. 88:3-5; 102:3-7.   Causas:               2.1) Físico-genéticos: Origem física: Falta de sono, alimentação imprópria, efeitos de entorpecentes, tumores cerebrais, desordens glandulares, hipotálamo – centro sistema nervoso.               2.2) Ambientais: Rejeição dos pais, padrões elevados que os pais impõem sobre os filhos, levando ao fracasso futuramente.               2.3) Incapacidade aprendida: Incapacidade em situações onde não se tem o controle, onde não se pode fazer nada.             Ex.: Perda de um ente querido, câncer na família.               2.4) Pensamento negativo: Pensamento negativo ® desânimo ® prostração ® depressão ® pensamento negativo.               2.5) Tensão: Perda de: emprego, posição, saúde, pessoas, devido à separações.             2.6) Ira:  Mágoa è Ira è Vingança è Ação destrutiva è Depressão             Obs.: Tentativas de suicídio podem ser devido à chantagem psicológica.   3) Identificações:               3.1) Sentimentos: Insuficiência, inutilidade, tristeza, pessimismo, desesperança, medo, insegurança, culpa, vergonha, desamparo, apatia, inferioridade, ineficiência, desânimo, desencorajamento, desmotivação, aborrecida com a vida, irrealização.               3.2) Comportamentos: Inércia (sem motivos para viver e agir), dificuldade de tomar decisões, perda de energia, fadiga, insônia, perda de apetite, perda do interesse do trabalho e das atividades usuais, suicídio, incapacidade de apreciar acontecimentos ou atividades agradáveis, agressividade, comportamento impulsivo, passividade, pouco motivadas.    3.3) Pensamentos: ·        "Tudo vai dar errado" ·        "Está tudo ruim ·        "Não sou capaz" ·        "Não dou conta"   Fundamento Bíblico: Vai depender do motivo de depressão. Ex: mágoa, baixa auto-imagem, ansiedade, etc…   Como aconselhar: Vai depender da causa. Deve-se tratar de cada caso especificamente. No geral, a direção será tomada pela Bíblia, de acordo com o caso em questão. Mudando a forma de pensar (Bíblia), conseqüentemente haverá mudança de sentimento e comportamento.               Atitudes práticas: ·        Depressão sem causa específica: encaminhar para o médico; ·        Confronto e exigências devem ser evitados no início, pois quase sempre aumentam a ansiedade produzindo desânimo e pessimismo; ·        Abordagem médica: se necessário: antidepressivos; ·        Levá-los à agir: envolvê-los na rotina diária, reuniões familiares, encorajá-lo em atividades que tenha probabilidade de ser bem sucedido, com isso aumentará o otimismo e interrompe pensamentos negativos; ·        Modificar sua rotina: Reduzir jornada de trabalho ou tirar férias; ·        Encorajar a aptidão física: um corpo sadio é menos suscetível às doenças mentais e físicas; ·        Separar versículos e livros sobre o assunto para ler; ·        Fornecer apoio: estar juntos para orar, passear, distrair,… ·        Levá-lo à reconhecer, desenvolvendo a fé e a confiança no Senhor, (Ele está sempre no controle), (Fl. 4:11-14; II Co. 6:4-10). ·        Quando não consegue receber perdão de Deus, culpa excessiva, etc.   VI – SOLTEIROS: NAMORO:               1) Definição: A Bíblia não trata a respeito de namoro. O propósito de Deus é o casamento, mas para se obter um casamento com sucesso é preciso passar por um processo (namoro). E um tempo de crescerem juntos, formar um alicerce firme para um casamento estruturado, correto.               2) Princípios de Deus para o namoro: a)      Por que não aconselhar o namoro de um novo convertido? (estrutura/maturidade);   b)      Deve-se edificar o espiritual (crescer ® períodos de oração juntos, alvos no Senhor, chamado espiritual, caminhar numa unidade espiritual);   c)      Planejar atividades que envolva participação em grupo (evitar longos períodos a sós);   d)      Procurar ter uma comunicação aberta (ser amigos, transparente…);   e)      Buscar a edificação (ler livros, estudos sobre namoro, ver palavras de casamento). O que se planta no namoro, colhe-se no casamento!!!   Quando o namoro é prejudicial? a)      Quando não há idade suficiente (fase da puberdade, descobrimento e despertamento sexual). O namoro do adolescente é um estímulo para o ato sexual.   b)      A não concordância dos pais (Ef. 6:1; Col. 3:20).   c)      A não concordância da liderança (cobertura espiritual).   d)      Quando há jugo desigual (II Co. 6:14-17).               Algumas justificativas: ·        "Estamos simplesmente namorando…" ·        "Não é crente, mas é muito legal e cavalheiro…" ·        "Temos tanta coisa em comum…" ·        "Ele quer que os nossos futuros filhos freqüentem a igreja…" ·        "Eu falei que tinha que ser crente, então ele aceitou a Cristo…"             E na hora da crise? Conseqüência do crente que permitiu o namoro: coração se toma frio, indiferente, insensível à Deus.   e)      Quando não tem um ideal (sem compromisso).   f)        Quando o namoro é possessivo: isso gera desequilíbrio.   g)      Quando entra impureza.   A impureza no namoro: a)      O aconchego excessivo:   ·        O tempo de namoro (com o passar do tempo torna-se mais íntimo);   ·        Ficar sozinho (gera uma situação permissiva);   ·        Namoro com ou sem beijo, abraço? (Geralmente demarcam-se áreas proibidas, no mais vale tudo). Obs.: O homem é excitado pelo que vê, A mulher pelo o que ouve!   ·        Namoro no escuro (fugir da aparência do mal).  Obs.: Se somos seres espirituais, temos comunhão íntima com Deus, saberemos colocar limites!!!   b)      Com as carícias vem o abrasamento. c)      O abrasamento sexual leva à masturbação. d)      Com a masturbação: inicia-se a entrega dos seios: Ez. 23:3 e)      Próximo passo: ato sexual completo.   Conflitos resultantes da relação sexual pré conjugal: Moças: marcas profundas, sofrimento, sentimento de abandono, de humilhação, frustração, desconfiança, de culpa.   Vimos que uma atitude leva à outra. Devemos ser firmes com a carne e com o pecado, pois o que plantamos, iremos colher!!!   Continua…   Pastor Eliezer

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Aconselhamento – Parte IV

  IV – ANSIEDADE:  Definição: É um sentimento íntimo de apreensão, mal estar, preocupação, angústia e/ou medo, produzindo uma reação física e psicológica.   Pode ser doentia: Aguda: Repentina, de intensidade grande e de pequena duração. Crônica: Persistente, de menor intensidade e duradoura. Normal: quando a ansiedade é proporcional ao perigo – Ex: noiva com os preparativos para o casamento.   Causas: 2.1) Ameaça: Perigo: Assalto, crime, doenças inexplicáveis. Auto-estima: Qualquer coisa que ameace a nossa imagem. Separação: Pela morte, divórcio, mudanças.             2.2) Conflito: Escolha: 2 coisas boas (dois empregos bons); Opção por 1 coisa boa e 1 coisa ruim: emprego bom, mas tem que fazer treinamento fora. Opção por 2 coisas ruins: ou sente muita dor ou opera. Obs.: A ansiedade persiste até que a escolha seja feita.             2.3) Necessidades insatisfeitas: Não supridas.   Sobrevivência (comer, morar, vestir); Segurança (econômico e emocional); Sexo (como um ser sexual); Significado (ser algo, ter valor); Auto-realização (alcançar alvos satisfatórios).   2.4) Diferenças individuais:   Claustrofobia, hidrofobia (fobias). Aprendida: pais nervosos, mãe tensa diante de um temporal; Doenças: úlcera, cólica. Conceitos Teológicos: perca da salvação, fica tensa.   Identificações: Sentimentos: Temor, tensão, preocupação, apreensão, angústia, medo. Pensamentos: Depende da área (relacionar com sentimentos). "Não haverá suprimento"; "Deus se esqueceu de mim".   Comportamentos: Impaciente, não consegue esperar Deus agir; Diante de um exame (reduz o nível de produtividade, habilidade de pensar ou lembrar); Fuga através do álcool, droga; Reação espiritual: Busca a Deus (ajuda); afasta de Deus (falta de tempo, para orar, ler a Bíblia).   Fundamento Bíblico: Mt. 6:27-34; Fl. 4:4-9; I Pe. 5:7; Sl. 55:22.   Como aconselhar: Demonstrar amor ao aconselhado. Identificar as causas (para depositá-las no altar do Senhor). Encorajar e agir: depois de lançar fora a preocupação, deve-se entrar no descanso (pela fé). Hb. 4:11, 12, 16. Dar apoio: marcar para estarem juntos para orar e conversar.   Filipenses 4:4-9: Alegrar: é uma ordem Bíblica, sempre (em qualquer circunstância). Moderação: No grego Tolerância (equilibrado, temperado). Oração: Retirar o peso, o problema do coração e levá-lo ao Senhor. Conseqüência da oração: Paz, refrigério, que excede o entendimento.   Em quê pensar? Só o que é do Senhor, a Sua Palavra preenchem estes requisitos. "Vir em mim" ser exemplo como Paulo foi. Ter a revelação imprimida em nós conselheiros e acompanhar o aconselhado…   Continua…   Pastor Eliezer

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Aconselhamento – Parte III

III – INFERIODADE E AUTO-ESTIMA PROBLEMÁTICA:   1)   Definição: ·         Auto-imagem: Auto-descrição; ·         Auto-estima: Auto-avaliação.   É o que pensamos a nosso próprio respeito. O nosso auto-retrato exerce a grande influência no nosso modo de pensar, agir e sentir; na nossa vida espiritual e emocional.     No aconselhamento bíblico devemos compreender e aceitar o ensino bíblico sobre o valor humano, para vencermos a inferioridade e construirmos a nossa real auto-estima. Afinal possuímos grande valor, significado e mérito por termos sido criados à imagem e semelhança de Deus. (Gn. 1:26).   1.1)      Orgulho: É um desejo exagerado de obter atenção e louvor de outros, de tomar uma posição superior à outras pessoas.   1.2) Humildade: É uma auto-avaliação correta. A pessoa humilde aceita suas imperfeições, pecados, falhas, mas também reconhece os dons e habilidades concedidos por Deus. Não representa autonegação ou rejeição dos pontos positivos que nos foram dados por Deus, mas sim uma dependência agradecida ao Senhor.   Ex: Paulo que tinha consciência de seu passado pecador e das suas imperfeições que ainda possuía, mas sua auto-imagem era realista, não caracterizada por orgulho, mas por uma humilde avaliação do que Deus estava fazendo por seu intermédio ( I Co. 14:18).   Auto-estima realista e humildade andam juntas.   1.3) Amor Próprio: A Bíblia nos dá a base para amarmos a nós mesmos. Esta não é uma atitude de superioridade, orgulho egoísta ou auto-adoração, mas significa vermos como criaturas dignas, valorizadas e amadas por Deus. Amar o próximo como a nós mesmos.   2)   Causas:          2.1) Teologia Falha: As pessoas sentem-se inclinadas à inferioridade, onde a humildade é o mesmo que auto-condenação ou que o amor próprio é pecaminoso. Se supõe que a auto-estima é errada e que nossos desejos e pensamentos devem ser crucificados. Tal ponto de vista parece espiritual, mas na verdade sufoca os dons, habilidades, personalidades e criatividades que foram dadas por Deus. Ex.: 31:2-4,6. (são ensinamentos dados à cristãos dedicados e sinceros).   2.2) Pecado: Quando pecamos nos tornamos culpados, conseqüentemente sentimos remorso, culpa e decepção. Isto contribui para nossa inferioridade e destrói a nossa alto-estima.   2.3) Experiências Passadas: Fracasso, rejeição e críticas.        Não valho nada!; Olha o que as pessoas pensam de mim!; Estou sempre fazendo tudo errado! è Há um pensamento errado de que ninguém espera dele êxito. Por que tentar? è Quando não tentamos, o fracasso é certo e auto-estima é prejudicada.   2.4) Ação dos pais para com os filhos: A auto-estima da criança é formada geralmente nos primeiros anos de vida. Ela não tem uma imagem clara de si mesma e se enxerga através do espelho da avaliação de seus pais. Sentimentos de inferioridade surgem quando os pais:    ·         Criticam, rejeitam, xingam, repetem expressões que dizem que elas são: preguiçosas, incapazes, estúpidas. ·         Estabelecem normas e alvos fora da realidade. ·         Raramente elogiam, encorajam e dão apoio emocional. ·         Evitam acariciar, abraçar ou qualquer contato afetuoso. ·         Super protegem os filhos, fazendo-os fracassarem mais tarde.   2.5) Expectativas pouco Realistas:        Quando expectativas, ideais e padrões pessoais e/ou de outras pessoas são elevados demais, caminhamos para o fracasso e sentimento de inferioridade diante do fato de não conseguir corresponde-las.   2.6) Carência: Falta de amor, necessidades não supridas. Homem: (valor, de ser aprovado, respeitado). Mulher: (aceitação, carinho, ser amada, protegida).   2.7) Falta de conhecimento (ímpio) e de revelação (crente) sobre o que somos em Cristo.   3)   Indentificações: a) Sentimento: ·         Inferioridade; ·         Incapacidade de superar suas deficiências; de defender-se; ·         Rejeição; ·         Ciúmes (medo de ser traído); ·         Impotência; ·         Mal amada por Deus e pelos outros; ·         Insegurança; ·         Desânimo; ·         Medo; ·         Incredulidade; ·         Não gostamos do tipo de pessoa que somos; achamos que mais ninguém gosta de nós, isso influencia no relacionamento com as outras pessoas.   b) Comportamentos: ·         Se fecha, fuga (dificuldade de convivência); ·         Melindre (tende a sensibilizar-se facilmente); ·         Autocrítica (não se aceita); ·         Incapacidade de aceitar elogios; ·         Baixa autoconfiança; ·         Inclinação para ser mal perdedor; ·         Ser escravo da opinião dos outros; ·         Atitude pessimista diante de si mesmo e diante da vida ·         Esforço para se tornar alguém. Alguma coisa; ·         Dificuldade de amar e aceitar os outros.   c) Pensamentos: ·   Pensar em ser diferente do que é; ·   Que não vai dar nada na vida… ·   pior do que todos… ·   Ninguém gosta dele… ·   Só faz coisa errada… ·   Se alguém se importa com ele, se alguém pode interessar nele…; e o que faz pode interessar à alguém… ·   Relacionar com sentimentos.   4)   Fundamento Bíblico: ·   Não devemos nos ver como o diabo nos vê, nem como as pessoas nos vêem, nem como nos vemos naturalmente, mas devemos nos ver como Deus nos vê (Sl. 8:4,5; Jz. 6:12-16; Ef. 2:10); ·   Nós somos aquilo que pensamos, que imaginamos, por isso, devemos encher a nossa mente da palavra, ela é o campo de batalha (Pr. 23:7); ·   Exortação ao orgulho (Rm. 12:3) ·   Não é no natural que vamos elevar a nossa auto-estima, não é pela justiça própria, mas pela justiça de Deus (Fl. 3: 4-14) ·   Exercer a Palavra (Nm. 13) ·   Auto-estima baixa por causa do físico (Sl. 139:13-14).   5)   Como ajudar: a)    Estimular a se encher da Palavra para ser transformado por ela: § II Co. 3:18 (para ter revelação da nossa própria imagem); § Rm. 12:2 (ser transformado pela renovação da mente);   b)   Ler, confessar a Palavra nos trechos que dizem que Deus nos ama. c)    Dizer que nós não somos como uma foto que não pode ser mudada, mas temos acesso ao nosso retrato para muda-lo desenvolvendo a nossa real imagem; d)   Assim como uma sombra escura distorce a real visão de uma fotografia, uma boa iluminação produz uma boa fotografia. A luz de Deus traz a tona a nossa real imagem. e)    Experiências passadas: Mostrar que não somos prisioneiros do passado, o senhor nos faz novos em cada situação;   f)     Teologia Falha: Mostrar

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Aconselhamento – Parte II

 PROCESSOS NO ACONSELHAMENTO:  1)     Atenção e Ouvir: Para tentar entender o que está dizendo. (A pessoa chega falando dos sentimentos errados) sintoma – comportamento. 2)     Perguntar e Interpretar: É fundamental para identificar o comportamento e o pensamento errado. 3)     Ensinar e Informar: Para mostrar o padrão Bíblico de comportamento e pensamento. 4)     Exortar e Confrontar: Para mudança de comportamento e pensamento. Confrontar o que a Bíblia diz com o que a pessoa pensa e faz. Confrontar é o coração de tudo! 5)      Apoio e Acompanhamento: Com encontros "semanais" para acompanhar o processo.., e as tarefas de casa.   Obs.: Princípio da Responsabilidade: Cada um deve se preocupar com o seu próprio erro. Não deve lançar a culpa sobre os outros. Devemos tratar sempre com a pessoa que nos procura! ·   A importância do conselheiro conhecer a palavra para aconselhar: II Tm. 2:15; Cl. 3:16. ·   A Palavra é suficiente para mudar cada situação. Aquilo que sai da boca de Deus não volta para ele vazia. Is. 55:10, 11.   COMO ACONSELHAR:   I – PECADOS HABITUAIS: PROSTITUIÇÃO, ADULTÉRIO, VÍCIOS, MASTURBAÇÃO.   MCausas: ·     Falta de revelação da libertação do poder do pecado. (da cruz). ·     Ignorância da palavra.   Identificações: A – Sentimentos: culpa, solidão, distanciamento de Deus, condenação, acusação. B – Comportamentos: foge das pessoas, de Deus, não ora. C –  Pensamentos: Deus está zangado, Deus não perdoa.   3) Fundamento Bíblico: Para mudança de pensamento: ·         Rm. 6 (principalmente verso 6). ·         I Jo. 1:9 (perdão de Deus). Obs.: Confrontar a pessoa e orar com ela, para que haja arrependimento, mudança de vida e liberando o perdão de Deus.   4) Como ajudar: passar tarefas como: ·    Confessar a Palavra; Rm 6. ·    Vida de oração e leitura da Palavra. ·    Levar a pessoa a conhecer e desfrutar da Graça do Senhor, sabendo que já foi livre do poder do pecado, sem depender do esforço humano. ·    Orar para que haja Revelação da Palavra, para que haja Luz! Sl. 119:18, 34, 47. ·    Trate o pecado como pecado e não como doença. ·    Ler livros sobre cruz. ·    Tomar medidas práticas para afastar do pecado. Ex: José e a mulher de Potifar:   ·     Fugir do pecado. ·     Tomar banho rápido. ·     Não ver filmes com relações sexuais ® masturbação. ·     Não ver revistas pornográficas.   II – MÁGOA, RESSENTIMENTOS, AMARGURA:   1)   Causa: Falta de perdão. Definição: Amargura é um sentimento produzido pela ferida de ressentimento, mágoa.   A) O Processo: Ferida não perdoada gera Mágoa e ressentimentos que por sua vez vira Amargura; que traz Acusação que se transforma em Ódio; que por sua vez gera Quebra de comunhão e relacionamentos; conseqüência: Possessão maligna.   A.1) Dois Procedimentos: Ex: maçã cai e é ferida; mancha escura (estrago); apodrecimento: Tratar: – perdão, reconstituição (cortar o mal pela raiz); Ferida – Alimentar: acalentar em banho-maria com lembranças desagradáveis do passado; palavra dura, ato de ingratidão, de esquecimento, etc. Isto se degenerará em amargura.   A.2) Porta para o diabo: ·   Acesso pela alma e não pelo espírito do crente; ·   Permitir o domínio da amargura e do ódio é desobedecer a palavra (Hb. 12:15-A), é sair da proteção divina. É permitir que o diabo entre pela brecha; ·   O alvo do diabo depois de entrar, é possuir, dominar, aprisionar o amargurado, que necessitará de libertação!   B) Aspectos da Amargura: B.1) Entre relacionamentos mais próximos: Esta é a estratégia do diabo, pois quanto mais próximos, mais profundas são as feridas (mais queridos, amados, de quem se espera amor, aconchego, compreensão e carinho). Se os estranhos nos machucam, é mais fácil lidar com a situação. ·   Pais e filhos ·   Marido e mulher ·   Entre irmãos.   B.2) Contamina os outros: A boca fala o que vai ao coração". A pessoa amargurada manifesta-se no que fala. Ela contagia, contamina o ambiente que lhe cerca, tornando-se desagradável e provocando mal-estar. Nada está bem, reclama de tudo e principalmente das suas próprias feridas (Hb. 12:15b).     B.3) Manifesta-se através de enfermidades físicas: Problemas nervosos, insônia, dor de cabeça, esgotamento, artrite, pressão alta, taquicardia, úlceras, doenças de pele, etc. São problemas emocionais, de ordem espiritual, que afetam a alma e o corpo.   2)   Identificações: a)   Sentimentos: Desgosto, tristeza, amargura; ·     Mágoa de si mesmo: Sentimento de culpa, de inferioridade, de complexo, indignidade, vergonha, ódio, podendo levar até ao suicídio; ·   Mágoa de outros: Ressentimento, traição, rejeição, mágoa, raiva, ódio, podendo levar até ao assassinato; ·   Mágoa de Deus: Dúvida, incredulidade, questionamento por alguma catástrofe (morte, acidente), podendo levar até à uma Rebelião aberta contra Deus.   b) Comportamentos: ·   Respostas ríspidas; ·   Críticas; ·   Privar o outro do seu afeto (indiferença); ·   Retribuição; ·   Vingança, ® humilhar o outro; ·   Frieza; ·   Agressividade; ·   Fuga (isolar-se); ·   Desconfiança (traição); ·   Contamina os outros.   c) Pensamentos: A mente é o campo de batalha. Sempre que ela se detém em lembranças desagradáveis, abre-se caminho para que a ferida se degenere em amargura.   3)   Fundamento Bíblico:          Perdão: Orar e pedir ajuda de Deus = espírito de arrependimento é um ato de vontade. ·   É soltar, despedir, mandar embora aquele que nos feriu. ·   É não levar em conta o mal causado; é a restauração total da posição anterior; ·   É a chave para libertação da amargura; ·   É um ato da vontade. Quando se decide perdoar, o poder de Deus vem e cura toda ferida.   Hb. 12:15; Ef. 6:12; I Jo. 2:9-11; Lc. 6:37,38; Mt. 18:21,22; 6:12-15; Mc. 11:25, 26; Ef.     4:32; Cl. 3:13; II Co. 5:17; Lc. 7:47.   4) Como Ajudar: a) Faça uma lista dos relacionamentos que foram ou são maus. Deixe que o Espírito Santo o dirija, trazendo à lembrança o que deve ser lembrado; b) Analise e anote um dos relacionamentos e descubra as razões porque eram maus; c) Lide com cada relacionamento e libere a pessoa perdão diante de Deus. d) Peça perdão à pessoa pela sua atitude não perdoadora, caso ela tenha conhecimento disso.   Se sua atitude é desconhecida, não é preciso, basta confessar a falta diante de Deus e mudar de atitude;   e) Se as pessoas a quem você precisa perdoar ou pedir perdão não estão ao alcance de sua voz, pessoalmente ou pelo telefone, escreva.  

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Aconselhamento – Parte I

  A ajuda às pessoas não é apresentada na Bíblia como uma opção, mas como dever de todo crente, inclusive para os líderes de igreja. Romanos 15:1-2.   I)   Definição: Aconselhar é usar a Palavra para mudar a forma de pensar, para renovar a mente.   II) Esquema de Identificações: Devemos identificar: ·         Sentimentos errados ·         Comportamentos errados ·         Pensamentos errados ·         Mudança de pensamentos ·         Mudança de comportamentos   Obs: 1 – A pessoa chega sentindo: ·         Culpa ; ·         Ressentimento; ·         Ansiedade; ·         Angústia.   Obs: 2 – O aconselhamento visa a mudança de pensamentos com a Palavra para confrontar a pessoa. A conseqüência disso é a mudança de comportamento.   III) Qualificações do conselheiro:   O conselheiro deve ser aquele que se entrega ao Senhor para ser seu instrumento, para tocar vidas, para modifica-las, para leva-las em direção à maturidade, a serem capazes de suportar as dificuldades. 1 – Cordialidade: Do coração, cuidado, respeito pelo aconselhado, sem levar em conta seus atos, suas atitudes. Ex: Jesus com a mulher samaritana (Ele não aprovava seu comportamento, mas a respeitou e a tratou como quem tinha valor). 2 – Sinceridade: Aberta, franca, não é do tipo que pensa uma coisa e diz outra. (Deve falar exatamente aquilo que o aconselhado precisa ouvir. Ex: pessoa arrogante, orgulhosa); não sai falando o que o aconselhado disse para terceiros. 3 – Empatia: Mostrar-se sensível a como o aconselhado está por dentro. É o "sentir com", mostrando-se interessado pelo seu caso, e empenhado em ajuda-lo. O aconselhado deve experimentar o alívio com o "desabafo".   IV) Técnicas do Aconselhamento: A – Atenção: Conceder atenção integral ao aconselhado: ·         Contato nos olhos (sem desviar a atenção), olhar sem arregalar os olhos. ·         Postura (relaxado e não tenso. Crer que o Senhor vai fazer) ·         Gestos naturais (não exagerar nos gestos: fadiga Ah! E aí?, Impaciência; suspiro…) não provocar distração.          B – Ouvir: É um modo de dizer: eu me interesso. 1)   É evitar expressões verbais( começar a falar antes da hora) ou não verbais (com a cara, com barulhos) de desprezo, juízo ou condenação. Obs.: Nunca devemos falar antes de ouvir   2)   Aguardar pacientemente períodos de lágrimas e de silêncio (deixar que a pessoa se expresse).   3)   Ouvir não apenas o que ele diz, mas o que está tentando dizer ou deixar de dizer (podemos tentar ajuda-lo a dizer).   4)   Usar os olhos e ouvidos para captar mensagens não verbais nos tons de voz e gestos.   5)   Devemos evitar desviar os olhos enquanto ouvimos.   6)   Sentar-se imóvel. Não devemos aconselhar andando;   7)   Controle sentimentos contrários de antipatia e rejeição (contra a pessoa que está se abrindo) ® não podemos escolher quem vamos aconselhar.   8)   Compreender que é possível aceitar a pessoa sem concordar com os erros dela.   C – Responder: Significa: Jesus a caminho de ? – ouvir e responder, importante responder.   1) Orientar: Ajudar a pessoa a se expressar melhor, perguntando o que realmente ela quer dizer. Ex: o que é isso para você?   Você pode dar mais detalhes? O que aconteceu então? O que você está querendo dizer com …?   2) Refletir: Refletir o sofrimento da pessoa (o que ela sente nós também podemos sentir "Eu sei o que você está passando, é realmente difícil").   3) Perguntar e interpretar: Não perguntar quando a resposta é sim ou não. Com a pergunta iremos atrás da necessidade da pessoa. Ao invés de perguntar por que?, devemos perguntar o que?             Ex: porque você fez isso?/o que fez você levar a fazer isso?   4) Confrontar: Pensamentos e comportamentos errados;  Falta de consistência entre o fazer e o falar. (nunca devemos ser ásperos com alguém que se humilha. Com os que são duros, perversos, devemos ser firmes e mostrar o erro na palavra. Sl. 18:25,26.   5) Informar: ser diretivo (segundo a palavra). Só não devemos ser quando a Bíblia não for. Ex: com quem se casar.   Obs.: No mundo não existe padrão, é a pessoa que resolve segundo o que ela acha.   6) Apoio: Apoiar não é concordar com o outro. É servir de suporte, dar encorajamento, amá-lo no momento difícil. É dividir o fardo. (Rm. 12:15); é orar pelo aconselhado.                       6.1: Tarefas para casa: Serve para praticar o que aprendeu e desaprender os hábitos e vícios errados. (Jr. 13:23). Ex: ·         Orar (1/2 hora…) ·         Ler a Bíblia (início: 3 cap…) ·         Declarar a Palavra, no assunto em questão: (Pecado: Rm 6; Ansiedade: Sl. 91) ·         Aconselhar sobre sexo (maneiras práticas) ·         Ler livros ·         Problema conjugal: Marido orar com a esposa. Continua…   Pastor Eliezer  

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Confesse a Palavra de Deus

Hb. 10:23; Js. 1:8; Ef. 6:17   Confesse a Palavra sobre sua vida. Para isso estamos sugerindo a você que faça as confissões que transcrevemos a seguir. Faça isso diariamente e medite nelas, até que se tornem vivas em seu espírito. Elas representam o que é legalmente seu em Cristo Jesus. Pela confissão repetida dessas verdades você começará a tomar posse delas.( antes de confessá-las ore a Deus para que Ele as revele em seu coração, Se já é batizado no Espírito Santo ore um tempo em línguas antes de confessá-las, se você não é batizado comece a buscar todos os dias até receber, neste caso faça um tempo de adoração antes de confessar). Há um princípio espiritual nisso: “com a sua boca se confessa o que o coração crê”. Você libera fé na Palavra, pela confissão de seus lábios.   Cite sempre a referência Bíblica   Declare: De acordo com Filemon 1:6, “Que a comunhão de minha fé se torne eficiente, no pleno conhecimento de todo o bem que há em mim, para com Cristo.” Eu agora libero a minha fé pela confissão de que este é mais um dia de vitória na minha vida, onde Deus estará edificando a minha fé, me revelando as verdades da sua Palavra. “Este é o dia que o Senhor fez: Eu me regozijarei e me alegrarei nele.” Sl.118:24 Eu sou um ser recriado, “As coisas velhas são passadas e tudo se fez novo.” ( II Co.5:17 ) Fui criado conforme Sua gloriosa imagem e semelhança. Sou obra de suas mãos e sou completo em Cristo Jesus. Estou cheio do seu Espírito e do poder divino. Eu tenho o fruto do Espírito: Amor, Alegria, Paz, Paciência, Bondade, Benignidade, Mansidão, Domínio próprio. ( Gl. 5:22 ) Estou humildemente me submetendo à autoridade da sua santa Palavra, pois Ele e Sua Palavra são Um. Eu obedeço os seus mandamentos e Ele aumenta minha capacidade de receber conhecimento ”revelado”, sabedoria, entendimento e habilidade em tudo quanto pertence à vida de piedade. ( I Tm.2:2; 3:16; 4:7,8; 6:6; Tt.1:1; Hb. 5:7; I Pe. 1:3,6,7).   Sou propriedade de Deus .“Fui comprado com o sangue do Senhor Jesus Cristo.” Portanto estou livre da maldição da lei: pecado, doença, pobreza, medo, dúvida, preocupação, confusão e tudo quanto Satanás representa não terá domínio sobre mim. ( I Pe. 2:9 )    Eu sou prospero em meu espírito, alma, corpo e finanças, pois sou liberto. Jesus disse: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. Estou permanecendo na liberdade com que Cristo me libertou. ( III Jo. Vers.2; João 8:32 )   Sou uma pessoa disciplinada. Me esforçarei para estudar a Palavra de Deus diariamente. Meditar em seus preceitos. Confesso quem Cristo é, ( Ele é Senhor na minha vida) o que Ele fez ( Ele me salvou, restaurou, curou e me deu nova vida ) e está fazendo em mim ( uma obra de   transformação) e está fazendo através de mim ( abençoando outras pessoas para glória de Seu Nome). Estou agindo firmado em verdades e creio que Deus suprirá todas as minhas necessidades e “fará infinitamente mais do que ouso pedir, esperar, sonhar ou desejar em todas as áreas da minha vida..”  ( Pois sou fiel nos dízimos e ofertas, e tenho um coração doador, por isso estou debaixo das bênçãos de Deus e assim prosperei em todas as áreas da minha vida!( ALELUIA. ( Js.1:8; Sl.1:3; Fl. 4:19; Ef.3:20 )   Glória a Deus! Eu sou tudo quanto a Bíblia diz que eu sou. ( Filho de Deus, herdeiro de Deus e co-herdeiro com Cristo. Rm.8:17) Comuniquei minha fé pelo reconhecimento de toda benção que é minha em Cristo Jesus. Eu creio que minha fé está agora operando efetivamente e que todas as minhas necessidades já foram supridas de acordo com Suas riquezas em glória, através de Cristo Jesus. Eu adoro o Deus todo Poderoso com todo o meu coração, alma e forças. Levanto minha voz e mãos em louvor e adoração ao Seu glorioso Nome, pois Ele é digno de louvor e me tornou digno de louvar Seu Nome. Em Nome de Jesus Cristo. Amém! Aleluia.    Faça esta oração: Senhor Jesus, eu peço perdão por não ter dado o devido valor àquilo que o Senhor fez por mim ao morrer naquela horrível cruz. Hoje eu entendo, que o mesmo poder que o ressuscitou da morte, deu-me vida e colocou-me numa posição de vitória sobre todo o poder do diabo. Eu reafirmo que Jesus de Nazaré, o filho do Deus altíssimo, que veio a este mundo em carne, morreu na cruz do calvário, e ressuscitou dos mortos é o meu Senhor absoluto. Eu declaro que não tenho outros senhores e não sirvo a outros deuses. Hoje eu tomo posse da minha condição de vitória em Cristo Jesus, como herdeiro da promessa de Deus, e peço a cobertura do sangue de Jesus sobre a minha vida e coloco o diabo e todo o seu exército debaixo dos meus pés, declarando que maior é o que está em mim do que aquele que está no mundo. Em nome de Jesus Cristo. Amem!   Com minha boca confesso que Jesus Cristo é Senhor e em meu coração creio que Deus O ressuscitou dentre os mortos, pelo que sou salvo. Por isso sou filho de Deus, guiado pelo o Espírito Santo de Deus. O próprio Espírito testifica em meu espírito que sou filho de Deus, herdeiro Seu e co-herdeiro com Cristo ( Rm.10:9 ; 8:14,16,17 ).    Sou nascido de Deus e venço o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo, a minha fé. Quem é que vence o mundo senão aquele que crê ser Jesus o Filho de Deus? (I Jo.5:4 ) EU CREIO.  Eu venço o diabo pelo sangue do Cordeiro e a palavra do meu testemunho ( Ap.12:11 ). O amor de Deus está derramado em meu coração, pelo Espírito Santo, que me foi dado ( Rm.5:5 ). Jesus Cristo me justificou, Ele tornou-se minha justiça, levou o meu pecado e me tornou justo. Aleluia O justo é ousado como um leão ( Pv.28:1 ).   A unção do Santo a saber Jesus,

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