Estudo para os 12

Ganhar e cuidar de vidas é mandamento de Cristo para todos os discípulos

Marcos 16: 14 a 16 e Mateus 28 : 18 a 20 Hoje a palavra é simples e rápida, pois queremos ter um tempo maior de oração que será baseada nestes tópicos. Jesus ordenou que cada um de nós pregue a Palavra a toda criatura e faça discípulos para Ele gerando pessoas que passem a seguir Jesus e a serví-lo). Este é um chamado para todos e não para alguns, como muitos pensam. Peça a Deus a capacidade de amar. Dar fruto ocorre em duas etapas: A primeira diz respeito a nascer em mim o Fruto do Espírito Santo. É a transformação da nossa velha natureza na essência de Cristo. Gálatas 5: 22 . Devemos pedir que Deus faça brotar abundantemente do Fruto de Seu Espírito em nós, isto fará com que as pessoas vejam Cristo em nós e dará inicio a segunda etapa do dar fruto, que é eu gerar discípulos pelo testemunho e pela pregação. Tenha uma vida de santidade A santidade é o que me concede a Unção do Espírito Santo. As pessoas a serem ganhas têm seus olhos, ouvidos e a mente fechados pela influência do maligno e a Unção que está sobre mim é o que quebra o jugo do mal. Se eu peco, isto rouba a Unção e eu fico sem a ação do Espírito Santo naquilo que eu falo ou faço, por isso a busca permanente por santificação é fundamental para ganhar e consolidar discípulos. Lute pela salvação de vidas e gere discípulos Se Deus quer que eu dê muitos frutos, eu preciso começar ganhando o primeiro. Quando alguém gera seu primeiro fruto, este é um sinal da aprovação de Deus na vida e no ministério daquela pessoa e depois que ela ganha o primeiro, não vai parar mais de ganhar. Há muita coisa boa em você, por isso Deus quer te multiplicar. Fixe a meta de ganhar uma vida por mês, comece a orar pela salvação de familiares, amigos e até estranhos, e Deus trará pessoas diante de você. Ore pela oportunidade de falar de Jesus O Apóstolo Paulo pedia aos seus companheiros de ministério: Orai para que se me abram as portas a pregação do evangelho. Quando oramos porisso, não precisamos fazer força, nem ficar escolhendo a quem pregar, o Senhor traz diante de nós aqueles a quem ele quer que falemos e estes virão quebrantados, abertos a ouvir. Dê seu testemunho Em João 4 vemos a história da mulher Samaritana, que teve apenas uma experiência com Jesus e depois de tão impactada, saiu dando testemunho do que Jesus lhe havia feito, trazendo assim a cidade aos pés Dele. Você tem uma experiência com Jesus? Então por mais simples que seja, conte-a a aqueles que Deus colocar diante de você e eles crerão. Convide-os à estarem com você em sua célula. Cuide do filho que você gerou Ganhar uma vida para Jesus é gerar um filho espiritual e um bebezinho não se locomove sozinho, nem se alimenta sozinho. Ele precisa ser amado, protegido e acompanhado até a fase adulta. Assim é com os novos na fé, eles precisam de nossas orações diárias, nossa atenção, orientação e amizade permanentes. Isso significa ganhar, consolidar, discipular (treinar) e enviar. Quando amadurecerem, jamais nos deixarão por amor e gratidão e também nos ajudarão a ganhar outros, pois o que fizemos com eles, eles farão com outros que virão. Prática: pedir que cada discípulo ore por vidas e pela formação dos seus 12 , se já os tem, orar por eles para que sejam enviados e ore também pela formação da terceira geração. Orar para que cada um viva o que foi ensinado em cada tópico. Orar por todos, para receber esta unção de ganhar, consolidar, discipular e enviar. Deus os abençoe e os multiplique extraordinariamente em Nome de Jesus. Amamos vocês.    

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Sua vitória está em seus lábios

Tiago 3 :1 a 12 “Por isso não me calo; na aflição do meu espírito desabafarei, na amargura da minha alma farei as minhas queixas”. Jó 7:11 “Cuidem que ninguém se exclua da graça de Deus; que nenhuma raiz de amargura brote e cause perturbação, contaminando muitos”. Hebreus 12:15. “Amado, acima de tudo faço votos por tua prosperidade e saúde, assim como é prospera a tua alma.” 3 João 1:2. Hoje o Senhor quer nos falar sobre o poder que há nas palavras. Minha oração é para que da mesma forma como esta rhema entrou em meu espírito e mudou minha vida, ela possa também alcançar o seu entendimento espiritual e mudar sua mente, sua linguagem, sua atitude, e também mudar todos os seus resultados para melhor. O texto escrito pelo Ap. Tiago nos fala de quanto poder está carregada nossa língua, e como há uma tendência natural para que a usemos para o mal. Isto vem lá do passado no mundo e no pecado. Antes de conhecermos à Jesus, nossa linguagem era pecaminosa, obscena, pessimista e destrutiva. Neste texto que lemos diz que a língua não pode ser dominada por nenhum humano. (Esta é uma verdade absoluta só para os que ainda vivem na carne) Nós, porém temos a mente de Cristo e estamos sujeitos a natureza divina do Espírito Santo que nos governa. Nossos pensamentos, sentimentos, palavras e atitudes estão sujeitos à Deus, por isso, depois de sermos alcançados por este entendimento, podemos conscientemente dominar nossas palavras e nos beneficiarmos delas como nos revela Pv. 18: 21: A morte e a vida estão no poder da língua, o que bem a utiliza come do seu fruto. Aqui algo poderoso acontece! Somos levados a entender que se nutrirmos a linguagem pura e profética do reino do Céu, reproduziremos o poder criativo do Senhor usado em Gn. 1: 3: Disse Deus: Haja luz e houve luz. Este é o poder dado a cada um de nós em Jesus, orar e profetizar segundo a mente de Cristo e trazer a existência na Terra, aquilo que já existe no Céu. Nosso maior problema são os vícios de linguagem, fruto de uma mente ainda não totalmente renovada pela palavra. Se vigiarmos com a ajuda do Espírito Santo, nos lembraremos de quantas vezes falamos baseados nas circunstâncias visíveis, ou caímos em tentação dizendo palavras negativas que prejudicam à nós mesmos e a nossos irmãos. Ex. Este meu discípulo não quer nada com Jesus! Minha igreja é pobre! Jesus disse: Pois a boca fala do que está cheio o coração. (MT. 12: 34). Só poderemos profetizar palavras de vida, se nossa mente e coração estiverem cheios da vida de Deus. O que renova nossa mente é o contato com a palavra de Deus, daí a importância de nos enchermos constantemente dela. Se os pensamentos do mundo são impuros e derrotistas, os pensamentos de Deus revelados por sua palavra são santos e edificantes. Não há promessas de derrota na palavra de Deus, a não ser quando aparece como fruto do pecado. O salário do pecado é a morte. A palavra de Deus promete vida, crescimento, aperfeiçoamento e vitória. Se eu me encher da palavra, ela me fará pensar como Deus pensa. Se eu pensar como Deus pensa, eu vou falar como Deus fala e estas palavras liberarão o poder construtivo de Deus a meu favor. Estas palavras alinhadas com a vontade de Deus, vão construir uma nova vida e uma nova história para mim. Isto representa receber uma chave de vitória para a nossa vida espiritual, para a nossa família e para o nosso ministério. Em Joel 3: 10 está escrito: Diga o fraco: eu sou forte, e também no Salmos 42: 5 o salmista disse: Por que estás abatida ò minha alma e te perturbas dentro de mim. Espera em Deus pois ainda o louvarei. Este é o primeiro exercício de fé, falar corretamente a cerca de si mesmo. Ex. Eu sou sábio, eu sou capaz, eu sou fecundo… Devemos vigiar e não permitir que palavras negativas saiam da nossa boca, ao contrário façamos como Deus fez com Abrão chamando-o de Abraão (pai de nações) quando ele ainda estava estéril. Daqui em diante contrarie todo mal através de palavras abençoadoras. O Apóstolo Paulo em 1 Coríntios 14: 1 diz: Segui o amor e procurai, com zelo, os dons espirituais, mas principalmente que profetizeis. Depois do dom do amor, profetizar é o dom mais importante e edificante para a igreja de Jesus. , Hoje o Senhor está inaugurando uma nova fase em sua vida e em seu ministério. Não fique mais preocupado ou abatido, há poder em suas palavras e agora elas não estarão mais mescladas com palavras humanas limitadas ao natural. Na sua vida e ministério haverá amor, temor, santidade, obediência, unção, abundância de salvação, multiplicação, prosperidade e riqueza em nome de Jesus. Levante sua voz e profetize tudo isto em nome de Jesus, pois você é um escolhido e desde o princípio Deus já colocou a vitória em seus lábios! Amamos você! Apóstolos Fabio e Claudia Abbud Apóstolos Eliezer e Zenita. obs. Neste tem alguns acréscimos nosso. Ministrar nas gerações ou no culto de domingo para todos.  

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Doze: Um Modelo Nascido em Compaixão

Marcos 3:13 a 15 Este estudo vai hoje nos aprofundar no entendimento espiritual sobre o Modelo dos Doze, também chamado, o Modelo de Jesus. Tão amado por muitos e tão criticado por tantos outros, este mover apostólico tem demonstrado sua eficácia, salvando muitas vidas, restaurando Lideranças, multiplicando igrejas, e transformando nações. O Modelo dos Doze só poderá ser vivido em plenitude por aqueles que entendem o que é compaixão, pois esta é a essência a partir da quaI a Visão foi gerada. Mateus. 9: 36 nos revela que Jesus, vendo as multidões que o seguiam, teve compaixão delas, por perceber que em meio aos milhares, cada pessoa carecia de atenção e cuidado particulares. Movido por esta percepção, Jesus chamou a si doze homens que seriam a partir daquele momento, um Modelo de multiplicação, e apascentamento. O raciocínio é simples, se cada um cuidar de doze, todos ficarão bem cuidados, crescerão e se multiplicarão com qualidade. Este foi o Modelo estruturado e deixado como " A Igreja " pelo Senhor em Jerusalém, e posteriormente, enviado a conquistar as nações. O Modelo é perfeito por ser divino, mas nossa falibilidade humana pode interferir no processo de conquista de seus resultados, senão fluirmos sob a sua essência, que é o amor. O dia a dia da Visão se tornará enfadonho e frustrante, se este for empreendido de forma humana e não espiritual, de forma técnica e não com amor. Não há’ como fazer discípulos, se não amarmos a Jesus e as vidas, os doze só' podem ser gerados por alguém que os deseje, mesmo antes de tê-los perto de si. Jesus amava seus doze mesmo antes de tê-los consigo e por desejar assim esta equipe, foi buscá-la no mundo espiritual, numa noite de oração. Mc. 3: 13 diz: Depois, subiu ao monte e chamou os que ele mesmo quis, e vieram para junto dele. Este versículo nos faz entender que um líder só terá os seus doze, se primeiro desejá-los como um objetivo espiritual e depois trilhar o caminho da oração para tirá-los do coração do Pai. (Pergunte aos discípulos: Vocês acham que Deus já sabe quem são os seus doze? Então peçam em oração que o Senhor os traga até vocês). Outro aspecto que tem atrasado a conquista, é não atentarmos para o que está revelado no vs. 14: Então, designou doze para estarem com ele… Muitos líderes têm falhado no entendimento de o quanto importa estarem perto dos doze. Por vezes nós deixamos de cuidar dos doze e nos envolvemos com as multidões, mas elas são voláteis. As mesmas multidões que vinham a Jesus para serem curadas por Ele, estavam pouco tempo depois gritando diante de Pilatos: Crucifica-o, crucifica-o! Assim como Jesus fez, devemos também priorizar a comunhão e a formação dos doze, pois eles permanecerão conosco, se forem sempre amados e consolidados. Precisamos concentrar nossas orações nos doze, estar perto deles não só nos momentos de trabalho ministerial, mas tendo relacionamento como amigos. Moldar o seu caráter pelo ensino e confronto de suas falhas em amor. Alguns Líderes propiciam o agravamento de enfermidades espirituais nos doze, por medo de confrontá-los quando isto se faz necessário. Se não tivermos dívidas de amor com eles, teremos liberdade para confrontá-los, por isso é muito importante estar sempre atentos e comprometidos com as necessidades deles. Desde que são ganhos passam obrigatoriamente por três estágios: Cuidado: nos focamos em Libertá-los, curá-los, consolá-los. Envolvimento: os envolvemos na missão através de tarefas espirituais praticas. Desenvolvimento: nos focamos em fazê-los crescer e aperfeiçoarem-se em seu potencial, pois só assim sua multiplicação será constante e permanente. Outra chave de sucesso na formação de uma equipe de doze é ajudá-los a entenderem corretamente o que e ser um doze. Alguns confundem esta função com uma posição, este serviço com uma patente. Há pessoas que se acomodaram com a posição de doze, esquecendo-se que ser doze representa a missão de gerar frutos para Deus, de ir e fazer discípulos. Veja o que diz  vs. 14: Então, designou doze para estarem com ele e para os enviar a pregar. Os doze devem entender que fazer parte de uma equipe, representa o compromisso de pregar a palavra, ganhar vidas, liderar uma célula sem sofrimento, mas com genuíno amor, e por compaixão dos que estão perdidos. Um líder que afirma não querer liderar uma célula, não pode estar na equipe de doze, pois esta equipe é uma linha de frente para aqueles que desejam realizar o trabalho celular. O líder que não se sente pronto ou disposto para esta liderança celular, deve ceder seu lugar na equipe de doze, deixar as reuniões de discipulado, mas não precisa deixar a igreja por este motivo, pode sem qualquer constrangimento continuar sendo amado e assistido no corpo de uma célula. O vrs. 15 leva a função dos doze a um nível de maior profundidade: …e a exercer a autoridade de expelir demônios. Além de ganhar vidas, um doze tem em si mesmo a autoridade para consolidar estas vidas através da libertação e cura. Os doze exercem a autoridade delegada pelo Manto Apostólico que os cobre. Cada líder no seio igreja deve trabalhar pelo alvo de completar sua equipe de doze e ao formá-la, deve ajudar seus doze a terem cada um uma célula e posterior seus doze também, para que se repita o processo e se levantem as gerações. A compaixão como um elemento indispensável ao sucesso da Visão, é fruto de intimidade com o Espírito Santo. Nós, líderes doze, devemos buscar constantemente a Presença de Deus, a oração, a leitura da Palavra, pois só esta busca permanente, nos manterá com o nível de motivação e unção necessários para manter forte e unida a nossa equipe de doze, para alcançarmos através dela, as gerações prometidas pela palavra em Is. 58: 12: Os teus filhos edificarão as antigas ruínas, levantarás os fundamentos de muitas gerações e serás chamado reparador de brechas e restaurador de veredas para que o país se torne habitável. Amamos vocês. Aps. Fábio e

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12 hábitos para uma vida nota 12

Daniel 6: 10             Todo líder bem sucedido tem como segredo de seu sucesso, uma vida disciplinada e de bons hábitos. Daniel além de ter sido um excelente servo de Deus, foi um chefe de estado em três reinados diferentes. Um homem estimado por Deus e honrado pelos homens.             Um dos segredos de vitória na vida de Daniel era o hábito de orar e dar graças a Deus três vezes por dia, como nos mostra o versículo acima.             Outros heróis da fé também são mencionados por posturas espirituais e hábitos que lhes conferiam recompensas, como Josué, que servia cotidianamente a seu líder Moisés, o Apóstolo João, que buscava sempre intimidade com Jesus e os Apóstolos de Atos, que perseveravam todos os dias em oração no templo.             Bons hábitos podem parecer atitudes feitas no automático, mas na verdade, dependem de uma essência de santidade e acabam definindo um bom caráter.             Neste estudo veremos 12 bons hábitos para uma vida espiritual e pessoal de êxito:             1 – Leia a Bíblia todos os dias, ela alimentará sua fé, lhe trará a direção de Deus para cada área de sua vida e lhe permitirá orientar a outros. Sl. 119: 105: A tua Palavra é lâmpada para os meus pés, luz para os meus caminhos.             2 – Tenha um tempo de oração e comunhão com Deus todos os dias. A oração nos traz proteção e força espiritual. Se o fizermos pela manhã, poderemos construir um dia melhor para todos por quem orarmos (ex. Por si mesmo, por sua família, por seus discípulos, por pessoas a serem salvas).  Cl. 4: 2: Perseverai na oração, vigiando com ações de graças.             3 – Jejue pelo menos uma vez por semana. O Jejum promove santificação e conquistas no mundo espiritual. Envolva-se nas campanhas de jejum convocadas pela liderança da igreja, este é um sinal de fidelidade e submissão. Mc. 9: 29 Há certas castas que só saem por meio de jejum e oração.             4 – Seja fiel na devolução dos dízimos, ousado e generoso nas ofertas e primícias. Esta postura adotada de forma zelosa e permanente lhe garantirá tranquilidade e prosperidade em todos os aspectos.  2 Co. 9: 6, E isto afirmo: aquele que semeia pouco, pouco também colherá, e o que semeia com fartura com abundância também colherá.             5 – Dê atenção a sua família, dialogue com seu cônjuge, brinque com seus filhos, visites seus parentes. A unidade e o bem-estar de nossa família faz parte de nosso testemunho cristão e é o que nos autoriza como líderes espirituais. 1 Tm. 5: 8: Ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior do que o ímpio.             6 – Mantenha a chama romântica de seu casamento. Demonstre o amor todos os dias através de palavras e atitudes de carinho. Esteja atento aos anseios de seu cônjuge.     Mantenha sua vida sexual pura e saudável. Seja fiel e não negue afeto e intimidade a seu cônjuge. Casais saudáveis na vida sexual, tem relações no mínimo duas vezes por semana. Muitos casamentos começam a perder sua saúde, quando a vida íntima fica sem a devida atenção.              1 Co. 7: 5 Não vos priveis um ao outro, salvo por mútuo consentimento, por algum tempo, para vos dedicardes à oração e, novamente, vos ajuntardes, para que Satanás não vos tente por causa da incontinência.             7 – Cuide de sua saúde, fazendo exercícios físicos, alimentando-se corretamente, dormindo oito horas por dia e fazendo algo que lhe traga refrigério e prazer. Algumas pessoas por exemplo, gostam de cuidar de plantas, outras de arrumar a casa, outras de passear com os filhos. É importante fazermos algo que nos descanse a mente e quebre a rotina.             1 Co 6: 19 Acaso não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós…. agora glorificai a Deus no vosso corpo.             8 – Desenvolva um senso de organização. Organize sua agenda, seus documentos, sua vida financeira, os ambientes de sua casa. A desordem nos traz prejuízo de tempo, saúde e dinheiro, ao passo que a organização atrai a benção de Deus.             1 Timóteo 3:5 Aquele que não governa bem a sua própria casa, não pode governar a Casa de Deus.              9 – Seja uma pessoa diligente, não perca tempo, não procrastine (o mau hábito de deixar tudo para depois, para amanhã, para o mês que vem…). Peça a Deus que lhe ajude a reconhecer e atender as prioridades. Tenha metas bem definidas, não desista de seus sonhos.             Proverbio 10:4 A mão dos diligentes virá a enriquecer-se, mas o que trabalha com mão remissa empobrecerá.              10 – Cultive bons relacionamentos, cerque-se de pessoas leais, sempre que puder, transmita a outros, o que você tem de bom, principalmente o conhecimento de Deus. Esteja pronto para ensinar, mas também para aprender. Disponha-se a servir e solucionar os problemas dos outros, pois isto aperfeiçoará e multiplicará suas habilidades. Proverbio 18: 24 Há amigos mais chegados que um irmão.             11 – Ore para que Deus lhe dê oportunidades de ganhar vidas para Cristo. Testemunhe a todos que você encontrar, ensine sempre os princípios da Palavra de Deus, enfatizando seus benefícios. Acompanhe continuamente, o crescimento espiritual daqueles que você gerar. Gerar um discípulo é gerar um filho. Mt. 28:19 Ide, portanto e fazei discípulos de todas

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Quem de fato deseja as multidões?

Mateus. 4: 18 a 25 Jesus veio ao mundo com o propósito de salvar multidões, seu coração ardia por isto e seus primeiros passos logo após o seu batismo, foram nesta direção. O Senhor vislumbrando as multidões, caminhou em direção a seus primeiros discípulos. É isto que nos mostra o texto de Mt. 4: 18 a 25, Jesus indo em busca dos seus doze. Note que os quatro primeiros chamados eram dois pares de irmãos, de duas famílias diferentes, dois eram pescadores, André e Pedro, e dois sócios de seu pai numa empresa de pesca, Tiago e João. O texto enfatiza que todos ao serem chamados, deixaram imediatamente a família e o trabalho para seguirem a Jesus. A vida de Jesus era envolvida por uma atmosfera de amor e poder sobrenatural, que gerou neles esta atitude de renúncia imediata ao convívio da família e ao trabalho, mas também imagino o quanto Jesus orou por isto antes, pra que este milagre acontecesse. O mais incrível é que Jesus não lhes prometeu sucesso, fama ou fortuna, Ele prometeu algo espiritual: Vinde após mim e eu vos farei pescadores de homens, e eles renunciaram a tudo que lhes era precioso, por Jesus e por esta missão. Creio que o amor contagiante do Senhor, associado ao anseio espiritual oculto no coração dos que são escolhidos, impeliu aqueles homens a iniciarem sua caminhada em direção a seu destino eterno: serem filhos, discípulos, apóstolos e juízes assentados em doze tronos perante a face do Cordeiro. Jesus continua andando em busca de seus doze, agora não mais no Mar da Galileia, mas nos lares, escolas, empresas, e até nas igrejas, onde estão pessoas comuns como eu e você, mas quem está realmente disposto a deixar tudo para seguir Jesus? Quem de fato quer trocar uma vida comum, pelo chamado incomum de ser doze, de ter doze, e de gerar uma multidão para Cristo??? Talvez diante desta pergunta todos possam responder, eu! Eis me aqui! Tô dentro Senhor! Uhuhu! A maioria porém, sem saber o preço que isto custará, para que realmente aconteça. No ambiente da Visão muitos passam a amar o título de líderes de multidão, mas título é um elemento exterior, quando seguir a Cristo e gerar multidões, depende de uma essência que é interior. Esta essência é a paixão que Deus tem por vidas ardendo dentro de nós, a qual torna-se maior que os valores terrenos, aos quais precisamos renunciar para que nosso chamado se cumpra com largueza, conforme Deus deseja. Deus não ama alguns, Ele ama a todos, Ele não quer salvar uns poucos, quer salvar o maior número possível, e quanto mais este sentimento existir em nós, tanto mais cheios de Deus nós estaremos. O vs. 21 diz que os irmãos Tiago e João ao serem chamados, deixaram o barco e a seu pai para seguirem a Jesus. O que de mais precioso este texto nos ensina? Que sem renúncia não há crescimento do Reino, sem renúncia não há como gerar ou liderar uma multidão. A maior dificuldade da igreja hoje é encontrar em seu seio, pessoas dispostas a renunciar à seus hábitos e direitos comuns, para que outros possam ser salvos e cuidados até serem transformados. O egoísmo ainda sobrepuja a doação. Renunciar não quer dizer abandonar ou perder, mas sim deixar em segundo plano em relação a Deus. Jesus mesmo disse em Lc. 14: 26: Se alguém vier a mim e não aborrecer a pai e mãe, a mulher e filhos, a irmãos e irmãs, e ainda também à própria vida, não pode ser meu discípulo. Aborrecer não quer dizer maltratar, mas sim amar menos que a Jesus. Há pessoas que não se dedicam ao serviço de Cristo por medo de desampararem a família, não entendendo, no entanto, que Jesus quer toda nossa família servindo a Ele. Os quatro primeiros discípulos de Cristo eram parte de duas famílias. Deus ama famílias e trabalha com famílias. Assim é com você, Jesus te chamou dentre a sua família para servi-lo e se você se dedicar a isto, logo toda sua família estará na Presença do Senhor. Nossa família é um alvo da salvação e da graça do Senhor, mas também é vista como uma família sacerdotal, por isso não podemos torná-la um entrave ao nosso ministério. Outra grande dificuldade na liderança, é o equilíbrio entre trabalho secular e ministério. Muitos vivem frustrações e fracassos ministeriais porque suas mentes são tão absorvidas por preocupações com trabalho e dinheiro, que não sobra tempo para Deus. Isto esfria os líderes, lhes rouba a unção e os frutos. Como um líder que vive assim poderá ter êxito ministerial, se seu coração anela somente coisas terrenas? A Bíblia diz: onde está o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração. No que seu coração tem depositado mais valor hoje? No que ficará na Terra ou no que poderá ir para o Céu? Nas coisas ou nas vidas? Há neste aspecto um argumento aparentemente tão forte, que chega a ser um sofisma na mente e nos lábios de muitos: Se eu não trabalhar quem vai sustentar minha família? Tudo depende de quanta sanidade e coerência atribuímos a Deus. Vamos refletir: Será que Jesus chamou aqueles doze para passarem fome? Será que Jesus deixou as famílias de seus doze desamparadas? Será que Deus não é capaz de suprir aqueles que trocam a vida secular pelo ministério? Deus sustenta os templos, mas não tem capacidade para sustentar os sacerdotes? A verdade é que muitos ainda só confiam em Deus até certo ponto, e por isso crêem que precisam correr pra lá e pra cá em busca de recursos. Sem o exercício da fé e da renúncia ao que é natural, não há como um ministério crescer. A renúncia daqueles homens a sua vida comum, fez deles líderes incomuns, que passaram a viver no sobrenatural, presenciando e realizando milagres de forma cotidiana. O amor que provaram através de sua entrega, fez deles poderosos instrumentos de cura e verdadeiros ímãs às numerosas

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Regras fundamentais no Discipulado

Mateus 28.18-20 “Ide e fazei discípulos de todas as nações” O maior mandamento ministerial do Senhor para nós é fazer discípulos. Todos são chamados a participar dessa tarefa, que não é um dom especial, e sim um mandamento. Diante desse mandamento, todos os que creem em Cristo não tem outra opção senão obedecer. O caráter do seguidor de Jesus é testado pela obediência aos Seus mandamentos, e o fazer discípulos é, sem dúvida, a maior implicação da obra de pós-Calvário de Cristo. O que é o discipulado? É o relacionamento entre um mestre e um aprendiz baseado no modelo, que é Cristo. Por ele o mestre reproduz no aprendiz a plenitude da vida que há em Cristo, capacitando o aluno a treinar outros para que também ensinem novos discípulos. Esse relacionamento liga a pessoa à cadeia de autoridade existente na Igreja. Assim, o discípulo é acompanhado em seu processo de crescimento e ajudado a conformar sua vida com o propósito de Deus, como também a se encaixar na vida da Igreja. Discipular é transmitir a vida de Jesus. É reproduzir essa vida em outras pessoas, ensinando-as a guardar tudo que Ele ordenou e essa incumbência deve se reproduzir na vida do discipulo. Supervisão e discipulado Vivemos em um tempo pós-explosão celular e por conta de já estarem calmos os corações no ato de anunciar a palavra através das células, então se faz necessário acompanhamento de perto, uma supervisão acompanhada de ajustes e encorajamento. 1. Supervisão e acompanhamento* Cuidado! Para que uma supervisão e apascentamento seja feito com eficiência precisamos nos posicionar e delimitar: Supervisor x supervisionado; Discipulador x discipulado; Líder x liderado. A grande arma contra o crescimento e êxito é: Muita amizade gera conformidade, muita festa gera libertinagem; Muita intimidade num futuro gera argumentos infundados contra o líder, preserve-se sem perder o amor por vidas. Para obtermos saúde no processo de apascentamento e supervisão, o líder e o discípulo tem que assumir e reconhecer os papéis a serem assumidos por ambos. Obs. Quando Jesus chamou os discípulos de amigos, ele o fez na perspectiva de transparência em sua relação com Deus (então seu líder na missão) e tb na partilha em relação ao seu ministério na terra. "Tudo que eu faço vcs conhecem." Pergunta: Nossa vida é de transparência? Ou o que vc faz seus discípulos nem podem sonhar que vc faz? Reflita e caso a resposta seja negativa, então vc é fanfarrão, prega uma amizade falsa, é amigo de copo, de farra, de brincadeira, e qdo alguém lhe questionar sobre a visão e missão, dificilmente vai ter ousadia de dizer a frase: pra trás de mim satanás, ou quem sabe de forma mais ética um simples, vc está equivocado e precisa mudar seu pensamento. 2. Discipulado e desenvolvimento Discipulado é o processo de forjar liderança, não reunião de comadres e compadres. Tem que haver desenvolvimento, confronto sadio para forjar caráter. Analise: Se em seu processo de discipulado tem mais cajado do que vara, ou mais beijo do que olhar fixo nos olhos, então está na hora de mudar. Igreja celular não é clube de amigos, mas casa de profetas! Conclusão: Fortalecendo os 12 É preciso um fortalecimento espiritual, intelectual para gerar futuras células sadias e com poder de conquista. Vamos cumprir estes princípios e entrar em concordância e unidade. A linguagem e a visão têm que ser a mesma: Não criemos uma nova visão ou linguagem pra nós mesmos, é hora de alinhamento e submissão á chamada de 12 fiel, á visão m12.   Shallom  

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Crescimento através das células

Atos 5: 42 e 6:1 a 4 Texto acima nos revela evidências muito claras de que a igreja deixada por Jesus na Terra, era uma igreja em células e governada por uma liderança de 12 apóstolos. (O modelo Apostólico). A Visão que hoje vivemos (a Visão Celular no Modelo dos 12) é uma revelação, acompanhada de uma unção derramada por Deus sobre a igreja, para que ela conquiste os territórios, fazendo discípulos de todas as nações. Outra evidência contida no texto é que desde o princípio o modelo das células e dos 12, é um modelo de crescimento e multiplicação de discípulos. At. 6: 1 diz: Ora, naqueles dias, multiplicando-se o número de discípulos… Crescimento no sentido espiritual, pessoal, ministerial e numérico, pois a Visão trabalha para formar pessoas bem-sucedidas, que aprendem a liderar na vida secular e na igreja. Através dos processos da Visão, as pessoas se fortalecem espiritualmente através do amor e da fé, aprendem códigos de honra e submissão para relacionar-se com autoridades, desenvolvem inteligência emocional, ganham desenvoltura para falar, e habilidade para gerenciar pessoas, todo este tratamento gera líderes que crescerão a cada dia, na vida secular e ministerial. Além do crescimento, a Visão traz consigo um DNA que produz multiplicação, e este fator multiplicador está no modelo dos 12. Há na Visão uma unção que multiplica vidas salvas, famílias restauradas, novos líderes levantados por Deus, igrejas de denominações diferentes, que passam a viver a unidade do Corpo de Cristo através da linguagem comum, do ganhar, consolidar, discipular e enviar. Este crescimento e multiplicação que vem através das células, não depende apenas de termos a estratégia, ou os títulos da Visão, mas sim, de como a realizamos. Partindo deste princípio, há vários requisitos práticos para que as células sejam saudáveis e possam se multiplicar, através deste estudo veremos alguns deles: 1. As células precisam ter a vida de Deus. Para que a vida de Deus esteja na célula, ela precisa estar primeiro na vida do líder, ele é o condutor do avivamento para toda a célula. O líder bem-sucedido (que tem unção e frutos) é aquele que sempre se relaciona pessoalmente com o Espírito Santo. Três características definem o perfil deste líder: Vive em santidade, não tem pecados ocultos, mágoas, desafetos com pessoas, infidelidade nos dízimos e ofertas, ou quaisquer pecados que lhe roubem a unção. Ama a Jesus, a seu líder e aos perdidos. O amor é a essência de Deus e da Visão. Nosso amor a Deus e a nossos líderes, nos capacitará a amarmos nossos discípulos. Em Jo. 21:15 Jesus pergunta a Pedro por três vezes se ele o amava, (Jesus era Deus, mas também o líder de Pedro) e quando Pedro por três vezes responde que sim, Jesus lhe diz por três vezes, que este amor deveria ser demonstrado de forma prática a Deus, ao líder (Jesus) e as vidas, através do apascentamento dos discípulos que Jesus lhe havia confiado. Nossa aliança de amor com Deus, com nossos líderes e nossos discípulos, é uma chave para multiplicar líderes que vão permanecer e reproduzir a Visão. Entende a necessidade de orar e conhecer a palavra de Deus. Orar e alimentar-se da palavra, são requisitos para a saúde do espírito, como comer e beber, são para a saúde do corpo. Alguns discípulos se enfraquecem na fé e se tornam vulneráveis ao pecado, pela falta de oração e comunhão com a palavra. Orar é encontrar-se com Deus. Quando alguém entende isto, orar e buscar, deixa de ser um peso ou uma obrigação, e se transforma no prazer de estar com o Espírito Santo, que nos blinda e nos unge. As células precisam ter foco. O objetivo das células é edificar espiritualmente os que fazem parte dela, mas também ganhar novas vidas para Cristo, pois é pelas células que vem o crescimento. Uma célula sem foco e atitude no evangelismo, tende a estagnar e desaparecer. O líder deve orar, agir, e envolver os membros da célula, para seja ganha pelo menos uma vida por semana. (Ex. Se o líder desafiar cada um dos participantes da célula a trazer um convidado na próxima reunião, e se todos orarem e trabalharem por este alvo, certamente novas vidas serão salvas e a meta será alcançada). Cabe ao líder orar, motivar e dar o exemplo no evangelismo, ou seja, se ele trouxer vidas para a célula, a legalidade espiritual estará aberta para que os outros também tragam. Em toda a Visão o líder é o modelo. 2. As células precisam trabalhar com metas. Metas são balizas que nos levam até o alvo. Devemos ter metas claras que nos desafiem, mas que também sejam possíveis. No caso das nossas células podemos fixar as seguintes metas para cada célula: Uma vida salva por semana (lembre-se que 4 ou mais pessoas estão trabalhando por isto então se torna mais fácil). Uma vida consolidada por mês (se esta meta for alcançada durante todo o ano, a célula terá contingente para a multiplicação). Duas vidas enviadas ao próximo encontro (dependendo do número de células que houver na igreja, isto possibilitará um encontro a cada três meses). Estas metas devem ser escritas e colocadas de forma visível na célula e colocadas em oração em todas as reuniões. Também os líderes de células e os 12 devem acompanhar e supervisionar as metas e trabalho das células. Os líderes que cumprirem ou superarem as metas podem ser honrados e presenteados (com um CD ou um livro por exemplo). Os que não alcançarem devem ser assistidos mais de perto por seu líder de geração e motivados a perseverar. Trabalhar com metas pode parecer frio e complicado, mas é o que tornará o trabalho mais fácil e a célula mais frutífera e alegre. Onde há novos convertidos há alegria. 3. As células precisam consolidar os novos. A consolidação é o coração da multiplicação (leve todos a repetirem isto 2x). Este deve ser um exercício comum e cotidiano de amor, oração e acompanhamento direcionado aos novos. No processo de consolidação

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Regras fundamentais no Discipulado

Mateus 28.18-20 “Ide e fazei discípulos de todas as nações” O maior mandamento ministerial do Senhor para nós é fazer discípulos. Todos são chamados a participar dessa tarefa, que não é um dom especial, e sim um mandamento. Diante desse mandamento, todos os que creem em Cristo não tem outra opção senão obedecer. O caráter do seguidor de Jesus é testado pela obediência aos Seus mandamentos, e o fazer discípulos é, sem dúvida, a maior implicação da obra de pós-Calvário de Cristo. O que é o discipulado? É o relacionamento entre um mestre e um aprendiz baseado no modelo, que é Cristo. Por ele o mestre reproduz no aprendiz a plenitude da vida que há em Cristo, capacitando o aluno a treinar outros para que também ensinem novos discípulos. Esse relacionamento liga a pessoa à cadeia de autoridade existente na Igreja. Assim, o discípulo é acompanhado em seu processo de crescimento e ajudado a conformar sua vida com o propósito de Deus, como também a se encaixar na vida da Igreja. Discipular é transmitir a vida de Jesus. É reproduzir essa vida em outras pessoas, ensinando-as a guardar tudo que Ele ordenou e essa incumbência deve se reproduzir na vida do discipulo. Supervisão e discipulado Vivemos em um tempo pós-explosão celular e por conta de já estarem calmos os corações no ato de anunciar a palavra através das células, então se faz necessário acompanhamento de perto, uma supervisão acompanhada de ajustes e encorajamento. 1. Supervisão e acompanhamento* Cuidado! Para que uma supervisão e apascentamento seja feito com eficiência precisamos nos posicionar e delimitar: Supervisor x supervisionado; Discipulador x discipulado; Líder x liderado. A grande arma contra o crescimento e êxito é: Muita amizade gera conformidade, muita festa gera libertinagem; Muita intimidade num futuro gera argumentos infundados contra o líder, preserve-se sem perder o amor por vidas. Para obtermos saúde no processo de apascentamento e supervisão, o líder e o discípulo tem que assumir e reconhecer os papéis a serem assumidos por ambos. Obs. Quando Jesus chamou os discípulos de amigos, ele o fez na perspectiva de transparência em sua relação com Deus (então seu líder na missão) e tb na partilha em relação ao seu ministério na terra. "Tudo que eu faço vcs conhecem." Pergunta: Nossa vida é de transparência? Ou o que vc faz seus discípulos nem podem sonhar que vc faz? Reflita e caso a resposta seja negativa, então vc é fanfarrão, prega uma amizade falsa, é amigo de copo, de farra, de brincadeira, e qdo alguém lhe questionar sobre a visão e missão, dificilmente vai ter ousadia de dizer a frase: pra trás de mim satanás, ou quem sabe de forma mais ética um simples, vc está equivocado e precisa mudar seu pensamento. 2. Discipulado e desenvolvimento Discipulado é o processo de forjar liderança, não reunião de comadres e compadres. Tem que haver desenvolvimento, confronto sadio para forjar caráter. Analise: Se em seu processo de discipulado tem mais cajado do que vara, ou mais beijo do que olhar fixo nos olhos, então está na hora de mudar. Igreja celular não é clube de amigos, mas casa de profetas! Conclusão: Fortalecendo os 12 É preciso um fortalecimento espiritual, intelectual para gerar futuras células sadias e com poder de conquista. Vamos cumprir estes princípios e entrar em concordância e unidade. A linguagem e a visão têm que ser a mesma: Não criemos uma nova visão ou linguagem pra nós mesmos, é hora de alinhamento e submissão á chamada de 12 fiel, á visão m12. Fonte: Ap. Tiago da Igreja Deus Trino. Obs. foi acrescentada a primeira por nós, mas a parte fundamental foi feita pelo Ap. Tiago.

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Tema: Uma Vida Comprometida com Deus

Mateus 25:14 a 46 A parábola dos talentos, de forma revelada, fala essencialmente sobre compromisso. Não há como construirmos nada na vida, sem que haja compromisso. Sem compromisso não se constrói uma família, nem uma carreira profissional de êxito, nem tampouco um bom testemunho cristão. Há pessoas no seio da igreja vivendo um evangelho equivocado e vazio, pois estas pessoas conhecem de fato à Cristo, mas seu compromisso é só com elas mesmas. Vivem um evangelho egocêntrico, que nada tem a ver com Cristo. O verdadeiro evangelho de Cristo é Cristocêntrico, ou seja, é um evangelho de comprometimento com a vontade de Cristo e não só a do próprio homem. Compromisso significa: envolvimento com a vontade, ou a necessidade de outrem. (Ex.: fazer a vontade de Deus, do seu cônjuge, do seu patrão etc). É o contrário de vivermos fazendo só a nossa própria vontade, para uma entrega total à Deus. Como o maior exemplo disto, temos Jesus no Getsêmani dizendo ao Pai: Se possível passa de mim este cálice, contudo não seja como eu quero, mas sim como tu queres. Mateus 26:42. A parábola dos talentos é um alerta sobre o perigo de conhecermos à Deus e não nos entregarmos a sua vontade que é, (1) que vivamos o evangelho, e (2) que o preguemos a toda criatura. Mateus 25, conta que um homem rico, entregou seus bens a três de seus servos e ausentou-se do país. Ao retornar, o senhor resolveu pedir contas do que cada um havia feito com os bens que ele lhes havia confiado. Três revelações são extraídas deste texto: 1. Todos receberam talentos e também a missão de multiplicá-los. Apesar das quantias serem diferentes, todos receberam talentos. Mesmo o que recebeu apenas um talento, recebeu algo valioso que podia ser multiplicado. Semelhantemente, todos nós recebemos de Cristo a missão de ganhar vidas e dons do seu Espírito para que o façamos. Na igreja alguns recebem uma medida de fé maior, outros uma menor, mas todos igualmente têm a mesma missão e alguma capacitação para ganhar novas vidas para Jesus. (Todos os que creem tem uma unção, um testemunho pessoal, e o conhecimento da palavra, da qual o mundo tanto precisa). 2. Deus deseja que os talentos sejam multiplicados. Ao voltar, o homem rico honrou igualmente os servos que multiplicaram os talentos, tanto o que recebeu 5, como o que recebeu 2, foram recompensados por seu senhor. Independente de quantidade, ganhar almas é algo extremamente precioso aos olhos de Deus, e digno de recompensa como nos promete a palavra. Indiretamente a Bíblia diz que uma alma vale mais que o mundo todo, por isso não devemos ser alheios ou negligentes na missão de anunciar a Cristo. Temos da parte de Deus o mandamento de levar a palavra do Senhor aos perdidos, como está escrito: Ide e pregai o evangelho à toda criatura. Mc. 16:16. 3. Deus nos cobrará quanto ao que fizemos com os talentos. Todos os servos que receberam talentos, foram cobrados pelo que fizeram com eles. Receber talentos espirituais é receber uma responsabilidade em relação ao mundo. O maior talento que Jesus nos entregou é o conhecimento da verdade. Não podemos ficar com esta verdade salvadora, guardada só para nós mesmos. Precisamos levá-la a outros, caso contrário seremos chamados por Jesus na sua vinda, de servos maus e negligentes, como ocorre no vs. 26. Também 2 Coríntios 5: 10 diz: Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo. (O corpo é a igreja, onde temos um chamado ao ministério). Por que não podemos brincar de ser cristãos e ficar enterrando os talentos? 1. Somos tratados por Deus com muito amor e generosidade. O Senhor nos dá paz, saúde, proteção, uma família, prosperidade, além do maior de todos os bens que é a Vida Eterna. (Ele nos ama e confia em nós). Por isso é justo nos esforçarmos por agradá-lo, fazendo o que Ele nos manda: Dar de graça o que de graça recebemos. (Mateus 10:8). 2. Não sabemos quando o Senhor voltará. Quando Ele vier, nos pedirá contas do que fizemos com a unção. Reflita por um momento: Se Jesus voltasse hoje, precisamente agora, o que você teria para apresentar a Ele? Um carro, um emprego, uma empresa ou vidas salvas através de sua fé? 3. Devemos temer, porque a falta de fruto na Bíblia é cumulada de juízo. A figueira descrita em Marcos 11 que não tinha frutos, foi amaldiçoada por Jesus e secou, também o servo, que negligentemente enterrou o talento, ouviu o seguinte: E o servo inútil, lançai-o para fora nas trevas. Ali haverá choro e ranger de dentes. (Mateus 25:30). Há muitos talentos de Deus em sua vida, como a fé, a unção e o amor, decida usar diligentemente cada um deles para que muitas vidas alcancem o Céu, e para que no dia do aceito de contas, você não fique envergonhado (a) mas ouça: Vinde benditos de meu Pai e entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. (Mt.25:34) Ministração: proponha uma reflexão sobre a possibilidade de haver talentos enterrados na vida de cada pessoa que está hoje no discipulado. Diga que este é um momento oportuno para arrependimento e para um pedido de perdão, para que estes talentos possam ser desenterrados e usados novamente. Determine que todos orem dizendo: Senhor Jesus Cristo, me ensine e me capacite a usar bem todos os talentos que há em minha vida, para que muitas vidas entrem no teu reino ENDJ, amém. Deus os abençoe e multiplique extraordinariamente conforme a promessa ENDJ. Amamos vocês. Aps. Fábio e Claudia A. Abbud.       Por favor transmitam esta ministração aos Pastores de aliança e aos discípulos de 1ª, 2ª, 3ª e 4ª gerações.

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Nossas atitudes podem atrair bênçãos ou maldições

Genesis 9: 20 a 29               Gênesis 9: 20 a 29 nos revela que de uma única família (a de Noé) na era pós-dilúvio, foram geradas todas as nações da Terra. De cada um dos filhos de Noé, descenderam diferentes povos que ocuparam diferentes lugares do planeta, segundo o plano divino. Outro ensino é que de todos os líderes e heróis da fé, nenhum deles se achou totalmente imune ao pecado, todos falharam, sofreram consequências de seus erros e foram também alvos das entranháveis misericórdias de Deus. Dentre estes casos, encontramos no texto acima o tropeço de Noé. O homem tido por Deus como justo e íntegro, através do qual Deus salva da extinção a humanidade, agora vive a sua vergonha embebedando-se até cair, e perdendo a consciência até a nudez. Este deslize do sacerdote da família, expõe seus filhos também ao pecado e sua descendência à visitação da maldição. Este texto nos ensina sobre o temor e a responsabilidade, que temos que ter como pais e como líderes, no guardar a santidade, mas também é um forte alerta para filhos e discípulos, o quanto importa para o nosso próprio bem, respeitarmos a autoridade dada por Deus à nossos pais e à nossos líderes. Algo muito grave aconteceu enquanto Noé jazia embriagado e nu no interior de sua tenda, algo que vai além de ter sido vista a sua nudez por seu filho. Talvez o neto Canaã, manifestando uma natureza libidinosa, tenha tentado ou consumado alguma imoralidade que tenha desonrado seu avô, enquanto inconsciente. Embora exista uma falta de clareza e de detalhes no resumido texto, é evidente o envolvimento do neto Canaã no escândalo familiar, em virtude de no texto haver uma menção específica de seu nome, uma vez que Cam tinha quatro filhos, a saber, Cuxe, Mizraim, Pute e Canaã. Quando Noé acorda e toma conhecimento do que havia ocorrido, este amaldiçoa só a Canaã, o filho mais novo dentre os quatro filhos de Cam. Muitos entendem equivocadamente, que Cam foi amaldiçoado, quando o texto diz: Despertando Noé do seu vinho, soube o que lhe fizera o filho mais moço. Cam não era o filho mais moço e sim o segundo de Noé, entre três, conforme Gn. 9:18. A expressão o filho mais moço, refere-se a seu último neto. Na linguagem bíblica os descendentes de um patriarca, não são chamados de netos ou de bisnetos, mas todos de filhos. Como exemplo, até hoje as gerações de Abraão o chamam de pai e são também chamados de filhos de Abraão. Não sabemos exatamente que mal fez Canaã, mas sentindo-se ultrajado, Noé o sentenciou: Maldito seja Canaã, seja servo dos servos a seus irmãos, e isto atingiu todos os povos descendentes de Canaã até os dias de hoje. Para entendermos melhor o contexto geral, vamos ver a genealogia da família: De Sem foram gerados os Hebreus (filhos de Héber) ou o povo semita. Hoje os filhos de Israel, descendentes de Abraão De Cam, pai de Canaã, foram gerados os povos do oriente médio como a Babilônia, Irã, Iraque, Egito, Líbia, Síria, Etiópia, África, Índia e China.  De Jafé foram gerados os povos da Inglaterra, Rússia e os Europeus, que alcançaram posteriormente as Américas. Na América do Sul há uma mistura predominante de descendentes de Jafé e de Cam. Todo este enredo, nos ensina como nossa obediência ou desobediência aos princípios de Deus podem gerar para nós e nossa descendência, benção ou maldição. Sem e Jafé tiveram uma postura de proteção e honra em relação ao pai, oposta a desonra de Cam e de seu filho Canaã. O histórico de vida das três descendências  também são bem diferentes até hoje. Sem e Jafé andando de costas, cobriram a nudez de seu pai. Por conta disto foram abençoados. De Sem Noé disse: Bendito seja o Senhor, Deus de Sem e Canaã lhe seja servo. Isto equivale a: Seja conhecido e adorado o Deus de Sem (Israel) e o Senhor seja a sua benção e sua autoridade e graça sobre seus irmãos. De Sem vieram à fé e a salvação por meio de Abraão e Jesus. De Jafé o Senhor disse por intermédio de Noé: Engrandeça Deus a Jafé, e habite ele nas tendas de Sem, e Canaã lhe seja servo. Isto representa: De Jafé saiam nações poderosas que tenham sucesso enquanto estiverem aliançadas com Sem (Israel).    Habitar nas tendas, pode também ser entendido como estar sob a cobertura espiritual de Sem. O fato de Cam ter sido talvez passivo em relação a atitude vil de seu filho, não corrigindo-o, e de o ter exposto e rido da fraqueza do pai perante seus irmãos, furtou-lhe a benção. Cam não foi sequer citado pelo pai, ao passo que Canaã, por três vezes foi declarado como aquele que seria subjugado por todos. Ao longo dos séculos as profecias de Noé tem se cumprido nitidamente para aqueles que têm olhos espirituais. Sem (Israel) foi levantado por Deus como uma nação sacerdotal que é amada, abençoada e protegida por Yaweh e feita por Ele, uma referência de fé e salvação para todos os povos através de Yeshua.  O decreto sobre Jafé, cujo nome quer dizer engrandecido, gerou de fato, nações poderosas como União Soviética, Estados Unidos e os países Europeus que são fortalecidos pela aliança que tem com Israel, cumprindo-se a promessa de Gn. 12:3: Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem. Os descendentes de Cam já citados acima, habitam em territórios marcados pelo sofrimento da fome, das enfermidades, das guerras e das falsas religiões que escravizam a alma e subjugam os povos por meio de opressão. No sentido geopolítico os descendentes de Sem e de Jafé sempre exerceram domínio sobre os descendentes de Cam. Como exemplo disto, podemos citar o domínio de Roma sobre muitos povos, a escravidão e o extermínio imposto pelos Europeus aos índios e negros das três Américas, e a supremacia econômica dos Estados Unidos e Israel que ditam as regras de

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