Estudo para os 12

Tema: Não deixe que lhe roubem o sonho

Fonte: Ap. Fábio Abbud Gênesis 15:1 a 11 Este texto de Gênesis 15, nos mostra que a Visão é uma promessa divina e não humana, um sonho nascido no coração de Deus para abençoar os homens. O Senhor é que buscou a Abrão e não o contrário. Abrão só desejava um filho, Deus desejava gerar através dele uma grande nação, e dar a Abrão uma grande recompensa (vs.1).  A Visão traz consigo muitas bênçãos. Quem aqui pode dizer, que depois de se converter e entrar na Visão, não teve sua vida melhorada? Quem não reconhece como recompensa, o amor verdadeiro de seus líderes, a amizade de seus discípulos, a honra de ser chamado de líder de multidões pelo Espírito de Deus? Ao nos revelar esta Visão, Deus projetou a realização de nossos sonhos, projetou nos abençoar e a toda nossa descendência, seu sonho porém, é muito mais amplo do que isto, pois o Senhor nunca pensa em abençoar alguns, seu desejo é sempre abençoar a todos. Este capítulo é o momento em que Deus tira Abrão do contexto de suas limitações naturais, da pequenez de seus projetos pessoais, para o fazer sonhar com a grandeza dos propósitos divinos. Apesar de já andar com o Senhor a algum tempo, Abrão em Gênesis15, ainda estava focado apenas em seu sonho pessoal: Ter um filho. Além disto, estava lamentando-se e olhando para seus limites humanos, mas o Senhor dá a ele uma chave para a entrada no sobrenatural: olhar para a imensidão do universo, para a infinidade de estrelas criadas pelo Altíssimo e ouvir a promessa, de que assim seria a sua descendência. Deus estava desta forma, gerando no espírito de Abrão o sonho das multidões, pois só através desta capacidade, Abrão poderia cumprir o plano de Deus de maneira completa. Do mesmo modo, nós só viveremos a plenitude do propósito divino, se aprendermos a sonhar com multidões. Também as multidões só virão se houver quem sonhe com elas, porque no quesito fé, o mover de Deus depende do querer do homem. Jesus antes de realizar milagres, fazia sempre a clássica pergunta: Que queres que eu te faça? Sonharmos com o que sonha o Senhor é o que nos dará direção e forças, para realizarmos uma conquista completa. Depois que Abrão engravidou-se do sonho de Deus (e não só do seu próprio), é que suas fraquezas foram removidas e seus limites rompidos no sobrenatural. Deus está nestes dias, em busca de pessoas dispostas a sonhar com aquilo que vá além do pessoal, para que a grande necessidade coletiva seja atendida. Para sermos de fato pais e mães de multidão, precisamos sonhar com mais do que nossa satisfação pessoal, precisamos sonhar com a satisfação do coração de Deus. Você pode estar se perguntando, com que se satisfará o coração de Deus? O anelo do coração do Pai são multidões transformadas pelo poder do evangelho e sua benção derramada sobre todas as famílias da Terra.  A pergunta que o Senhor te faz hoje é:Você tem de fato o sonho de ganhar multidões? Está realmente disposto a ir além, pela salvação de milhares? (Dê 30 segundos para que ouçam o que há em seus corações e depois todos devem responder esta pergunta). Deus quer ver a humanidade redimida, porisso Ele nos chamou, nos deu uma missão e unção suficiente, para nos levar além de todas as conquistas pessoais. Pode ter certeza de algo, a bondade de Deus é tão grande, que Ele não te negará nenhuma de suas bênçãos, e seguirá te abençoando enquanto você estiver em Sua Presença. Com certeza já te deu saúde, um bom trabalho, prosperidade material, um lar, provavelmente uma família, filhos, amigos, liberdade e conforto, sem falarmos no maior dos presentes divinos, que é a Vida Eterna. Certamente chegará um momento, ou talvez já tenha chegado, em que seu coração estará plenamente satisfeito e agora? Qual será o próximo passo? Se nossos sonhos já foram realizados, chegou a hora de sonharmos os sonhos de Deus, caso contrário, entraremos em declínio espiritual e perda de alegria.  Se sendo chamados, não atendermos ao anseio do coração do Pai, seremos pessoas supridas, mas não realizadas, bem sucedidas, mas sem alegria interior. Jo. 15: 10 diz: Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço. Tenho vos dito estas coisas, para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja completa. Quem quiser viver em completa alegria, precisará aprender amar e sonhar os sonhos de Deus, pois quando o coração do Pai se enche de alegria, esta alegria vem encher também o nosso coração. Este sonho é tão tremendo, que o Inimigo quer roubá-lo de dentro de nós. Quando Abrão entendeu pela fé, a amplitude da Visão e de sua recompensa, perguntou ao Senhor: Como saberei que ei de possuí-la? E o Senhor lhe ordenou que fizesse um sacrifício, o texto diz que aves de rapina tentavam roubar o sacrifício, mas que Abrão as enxotava. O sonho de Deus é a sua plenitude, é a sua vitória como filho e como servo de Deus, é a sua oportunidade de fazer algo incomum, por isso o Diabo quer roubá-lo. As aves de rapina simbolizam os espíritos e sentimentos que tentam roubar o sonho e remover a Aliança, mas nenhum Pai ou Mãe de multidões de verdade, permitirá que isto aconteça. Reflita: O que tem te roubado de sonhar com multidões? 1.      A rapina do egoísmo? 2.      A rapina da satisfação com o que Deus já te deu? 3.      A rapina da ambição pelas coisas materiais? 4.      A rapina do medo de não ser capaz? 5.      A rapina do não acreditar que Deus te chamou? Independente de como esteja o seu coração, o de Deus, continua a procura daqueles que queiram realizar sua vontade para que a Terra seja salva. Assim como Deus capacitou Abrão a sonhar os seus sonhos, hoje também ele o fará com aqueles

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Tema: Fazendo a Colheita com Alegria.

Fonte: Apóstolo Fábio Abbud João 4: 31 a 42 Quantos querem fazer uma grande colheita de vidas e de bênçãos? Com certeza todos, mas só de fato colherão a milhares, aqueles que tiverem a mesma postura de Jesus demonstrada neste texto. Este é o momento, em que depois de ser transformada num encontro com Jesus, a mulher Samaritana (João 4 ), traz a Ele uma multidão de Samaria. Jesus estava então, dando atenção às estas pessoas, mas os discípulos instavam com ele que viesse comer. Jesus, porém lhes dá a seguinte resposta: A minha comida consiste em fazer a vontade daquele que me enviou. Para aqueles que querem de fato fazer uma grande colheita, este texto é um grande ensino. Jesus estava fluindo numa conexão vertical, focado na expectativa celestial, ao passo que os discípulos estavam envolvidos com coisas terrenas ligadas a necessidades e vontades humanas como comer e beber. Ninguém que só se preocupa com coisas terrenas, como família, trabalho ou dinheiro, fará a vontade de Deus (uma grande colheita). Outro aspecto, é que Jesus não estava fazendo um sacrifício, ele estava com amor e prazer, cuidando das vidas que haviam crido nele. No serviço a Deus, não podem faltar ingredientes como prazer, entusiasmo, alegria no que estamos fazendo. Se perdemos a alegria, perdemos a essência, pois a alegria está ligada a salvação. A Bíblia diz que quando um pecador se arrepende há festa no céu. Se perdemos a emoção e o prazer em ganhar vidas, entramos no automático e os resultados não serão satisfatórios, nem à Deus e nem à nós. Para tudo que fazemos no Reino, há uma motivação correta e divina, mas podemos nos desviar disto, fazendo as coisas de forma mecânica e por motivações equivocadas como: ﹣Vir orar por obrigação; ﹣Fazer uma ação evangelística porque o líder mandou; ﹣Devolver dízimos só para receber outro tanto e não por amor; ﹣Nos tornarmos administradores da Visão, sem buscar o novo de Deus. Atitudes assim revelam que estamos nos relacionando mais com os interesses terrenos do que com os celestiais. Precisamos pedir a Deus que Ele gere em nós continuamente o prazer nas coisas espirituais. Avivamento é a motivação de servirmos ao Senhor com todo o nosso coração. Quando Jesus diz que sua comida era fazer a vontade do Pai, estava declarando que ganhar vidas e fazer discípulos, alimentava o seu espírito, fortalecia sua alma, lhe trazia alegria de viver. Muitas pessoas na igreja vivem enfermas de alma, enlaçadas pelas dores desta vida, porque ainda não decidiram entregar-se a alegria de servir a Deus. Vivem preocupadas só com necessidades terrenas, quando na verdade, toda sua provisão vem do Céu. O salmo 121 diz: Olho para os montes, de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez o Céu e a Terra. Ele não permitirá que os teus pés vacilem, não dormitará aquele que te guarda. É certo que não dormita, nem dorme o Guarda de Israel. Outro aspecto revelado por este texto, é também a diferença entre Jesus e os discípulos na questão do tempo. No vs. 35 Jesus diz: Não dizeis vós que ainda há quatro meses para a ceifa? Eu, porém vos digo: erguei os olhos e vede os campos, pois já branquejam para a ceifa. Trazemos do mundo um hábito ruim: o de postergarmos tudo o que nos custará algum esforço. Exs. Segunda feira eu começo meu regime, semana que vem eu vou para academia, no mês que vem eu abro minha célula. A Bíblia diz que o Reino de Deus é tomado por esforço e os que se esforçam, apoderam-se dele. Deus não está falando de esforço físico, mas do exercício da verdadeira fé, que é uma fé com atitude. Jesus está dizendo, vocês estão olhando para a Terra, eu vos digo olhai para o Céu. Vocês estão cogitando o tempo dos homens, eu vos digo cogitai do tempo de Deus que é "agora". Arregacem as mangas, e mãos a obra, porque este é o tempo da Grande Colheita de vidas e de bênçãos. Porque Eu, Jesus, vim, estão abertas as portas da Graça, porque Eu morri e ressuscitei, toda sorte de bênçãos já foi liberada. Os céus estão abertos sobre nós, as vidas sedentas por Jesus. (Veja que o testemunho de uma ex-prostituta (teve 6 amantes ), trouxe uma cidade inteira aos pés de Jesus). Este é o tempo de você conquistar, este é o tempo de você prosperar, este é o tempo, de você emprestar seu coração à Deus para que ele ame este mundo que está perdido. Jesus não estava falando de trigo, estava falando de vidas, porisso, chegou o tempo de rompermos com as desculpas da nossa alma e abraçarmos o nosso chamado como ceifeiros na grande seara do Senhor. Família, trabalho e dinheiro são muito bons e fazem parte das muitas bênçãos que o Senhor quer nos dar, mas estas coisas só, não tem o poder de nos fazer felizes e agradáveis à Deus. Há pessoas plenas no sentido material, que o Senhor chama de miseráveis no aspecto espiritual, pois elas não terão fruto para apresentar a Ele, no Dia da sua vinda. Deus não quer nos abençoar pela metade, o vs 36 nos revela que aqueles que, com alegria se envolvem no propósito de ganhar vidas e fazer discípulos ( os Ceifeiros ) receberão a recompensa divina na Terra e também no Céu. O ceifeiro recebe desde já (aqui na Terra) a recompensa e entesoura o seu fruto para a vida eterna (no Céu) e dessarte, se alegram tanto o semeador como o ceifeiro. Note que o semeador simplesmente lança a semente, já o ceifeiro, colhe o fruto, o valoriza, o conduz e o protege no celeiro. A primeira recompensa terrena para os ceifeiros é a alegria (e dessarte "se alegram" tanto o ceifeiro como o semeador), mas Deus dará amor, realização de sonhos pessoais, prosperidade, honra e plenitude para a vida dos que se envolverem por amor, nesta última e tão

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Possuindo as portas dos nossos inimigos

Textos Gn. 22:17 e 24:60; Gal. 3.29 É tempo de avançarmos na conquista sem abaixarmos a guarda. Neste texto que lemos hoje, vemos Deus, depois de ter provado Abraão, fazer esta declaração: “A tua descendência possuirá a porta dos teus inimigos”. Naquela época já havia esta revelação e um entendimento claro sobre esse assunto. Se alguém conseguisse ter autoridade sobre as portas, então dominaria sobre a cidade ou sobre o adversário. Por isso quando as pessoas declaravam uma bênção, costumavam dizer: que a sua descendência possua a porta dos inimigos (Gn. 24:60). Possuir a porta ou cidade dos inimigos foi uma promessa feita a Abraão que se estende a todos os que estão em Cristo, pois, pela fé somos descendentes de Abraão (Gal. 3.29). Duas coisas devemos extrair deste princípio: 1) Existem portas naturais e espirituais que o inimigo quer abrir ou fechar sobre nós; 2) Quem possui a porta tem autoridade. (Quem possuir a cidade significa que já possui as portas) Veja, a vontade de Deus é que conheçamos esta verdade sobre as portas, mas além disso, que tomemos autoridade sobre elas. No passado, a proteção de uma cidade era estabelecida pelos muros ao seu redor e no muro havia portas. A cidade de Jerusalém tinha doze portas e cada uma delas com significado diferente. Isso apontava para verdades espirituais. Quando um inimigo queria invadir uma cidade, logicamente procurava possuir as portas porque dominando as portas dominaria uma cidade, se tivesse acesso as portas, teria acesso a cidade. Deus deu a nós, através da promessa feita a Abraão, o domínio das portas dos nossos inimigos. Aleluias! Quando Jesus falou com os seus discípulos sobre a igreja que Ele edificaria, declarou “edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” Mt. 16.18. Somos a igreja e temos domínio sobre as portas do inferno! O inimigo por muito tempo controlou portas abrindo e liberando coisas sobre nós ou fechando e impedindo nosso acesso. No entanto, quando Jesus morreu e ressuscitou vencendo a morte e o inimigo, Ele foi ao inferno e tomou as chaves do diabo. Hoje o poder de controlar as portas está com o nosso Senhor e Ele nos deu esse poder! Apocalipse 1.18. Este poder de abrir e fechar portas foi dado a igreja e a igreja somos nós “Em verdade vos digo: tudo quanto ligardes na terra, será ligado no céu, e tudo quanto desligardes na terra será desligado no céu” Mt. 18.18. Neste ano de maturidade, o Espírito Santo nos mostrará de forma clara, quais portas devemos abrir e quais devemos fechar. Busque este discernimento e tome autoridade pela fé das portas de sua vida; Portas na vida espiritual, familiar, ministério, profissional, financeiro… Veja o que Jesus disse: “ E desde os dias de João, o Batista, até agora, o reino dos céus é tomado por esforço, e os que se esforçam se apoderam dele”. Mt. 11.12. Temos autoridade em Cristo Jesus para possuir as portas dos inimigos, Alem de satanás e seus demônios, inimigos são tudo aquilo que esteja contrário ao propósito de Deus na nossa vida. Qual é a vontade de Deus para sua vida? Já pensou sobre isso? Se não tivermos cuidado e não vigiarmos, os inimigos poderão tomar domínio sobre portas na nossa vida, não vamos deixar, não é mesmo? O Senhor nos salvou e nos tornou livres, dando-nos autoridade contra estes inimigos! Fazemos parte dos heróis da fé que conquistaram no meio da crise, que cresceram em terra estranha, que venceram gigantes, que tiraram força da fraqueza e fizeram exércitos fugirem, através da fé subjugaram reinos, obtiveram promessas e possuíram a terra. Heb11:29-39 Estar na igreja, no discipulado e na célula significa estar protegido e revestido de autoridade do Senhor! Compartilhar: você já parou pra pensar quais as portas do inimigo você possui e tem domínio? Quais são as portas na sua vida que o inimigo ainda possui? Está na hora de tomada de decisão e agir em linha com a Palavra de Deus e assim ser livre definitivamente para viver para o Senhor, para a família e para os discípulos! Este é o ano da maturidade, Este está sendo um novo tempo de Deus na nossa vida! Deus te abençoe poderosamente! Um beijo no coração   Apóstolos Eliezer e Zenita C. Moreira      

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O companheirismo no discipulado – parte 2

Fonte: Mir I Coríntios 4:17 Verdade Central: O discipulado, como o nome mesmo diz, é ter discípulo ao lado, ou seja, caminhar em companheirismo. O discipulado é companheirismo, é compartilhar, pois não retém a sua formação para si só. O discipulador não é ermitão, solitário; não procura seus próprios interesses; não vive em soberba. É um ensinador, um incansável guia; é fôrma pronta para formar. Introdução: O companheirismo é a ação de estar com o companheiro. Não é estar com alguém apenas, como dizem os dicionários, de uma forma superficial. Muitos podem estar com alguém apenas por estar, mas não haver entre ambos companheirismo. Na semana retrasada, aqui no discipulado IACC, analisamos algumas relações de companheirismo na vida do patriarca Abraão, e daremos continuidade neste estudo.  1.2 Abraão X Ismael – o fruto da própria vontade Depois que Deus tira Ló da vida de Abrão, ele cai novamente no erro. Dessa vez, a adversidade que ele enfrenta não é mais de fora para dentro, mas de dentro do próprio corpo, seu filho Ismael. Ismael é o filho da desconfiança. Abraão não perseverou em fé para gerar aquilo que era legal. Como para Abraão, o filho da nossa desconfiança pode ser aquele discípulo que trazemos para a equipe de outra Igreja ou de outra equipe. É interessante observar que Ismael não caminha com o discipulador. O destino de Ismael é morrer e ser redimido no deserto. Deus nunca desprezará um discípulo porque o discipulador está na rota errada, mas Deus permitirá que ele vá para o deserto. Deus mandou Abraão despedir Agar e Ismael. Ele, com o coração ainda apegado, despediu a mãe e o filho. O Senhor os enviou para o deserto e quando o alimento cessou e a água acabou, Agar deixou seu filho debaixo de um arbusto. Neste momento, tudo estava do jeito que Deus queria: Abraão renunciou, Sara renunciou e Agar renunciou. No momento em que parecia que Ismael estava morrendo, Deus providenciou o livramento. Quando você tem em sua companhia alguém que não é da vontade de Deus, esse discípulo será como Ismael. Saiba que o Senhor mandará que você o envie para passar todo o processo do deserto. Devemos tomar cuidado, pois teremos Ismael em nosso meio se quisermos ‘pescar’ na célula do irmão ou na equipe do outro. Quando um líder gera um discípulo, ele tem a certeza de que ganhou aquela vida, consolidou-a, portanto é filho, é o discípulo que o Pai trouxe para ser bênção e para que, de maneira nenhuma, haja perda. Ismael era alguém que Abraão desejou, mas Deus queria que Abraão tivesse Isaque. É muito fácil conseguir Ismael, ele vem rapidamente, Isaque não. Isaque pode até demorar, mas vale a pena pagar o preço da espera, pois ele é o filho que gerará uma multidão como as estrelas do céu. Deus tem uma semente correta dentro de cada discipulador. Os filhos que você terá serão aqueles que legitimamente o Senhor lhe dará, e os seus companheiros de discipulado serão aqueles que Deus estabeleceu para sua liderança. Se eles são seus filhos, se foi Deus quem os enviou para você, eles gerarão outros filhos na velocidade do coração de Deus. Quero desafiar você a observar o seu arraial e ver se não existe ali um Ló, um Ismael que ancorou na sua tribo. Todos nós queremos discípulos e filhos segundo o coração de Deus, então receba com mansidão esta palavra, pois o Senhor quer nos trazer ajuste e maturidade. 1.3 Abraão X Isaque – a concretização do sonho Quando olhamos para Isaque, vemos que ele é o filho da alegria. Isaque foi a concretização do sonho de Abraão. E, em tendo Isaque, ou seja, os companheiros ideais para nossa vida, o Senhor não quer que os tratemos como prisioneiros, como se fôssemos donos deles. Isaque não pode ser colocado em uma gaiola. Quando Abraão estava muito cheio de alegria, Deus veio e pediu Isaque em sacrifício. Ainda que tenhamos os nossos filhos legítimos, eles não são nossos, são de Deus e precisam estar no Altar do sacrifício do Senhor. Para entrarmos na Visão Celular, precisamos ter a consciência de que tudo é de Deus, os filhos são dEle, pertencem a Ele e, para isso, devemos ter humildade. Deus está-nos dando ingredientes e nos alertando que só teremos êxito se tivermos essas qualidades do Reino. Todos queremos ser discipuladores de êxito e só alcançaremos isso caminhando pelas pisadas do Mestre. Não andemos em busca de Ló nem de Ismael em nosso arraial. Que o nosso desejo seja o de gerar Isaque, mas não para tê-lo como posse, como propriedade exclusiva. Veremos Isaque como cumprimento da promessa, tendo a honra de cuidar dele para Deus. Quantas vezes encontramos líderes que enchem a boca para falar sobre a quantidade de discípulos que têm, e o fazem com soberba. Estes ainda não aprenderam que precisam se tornar, para os discípulos, uma espécie de Abraão, pai da fé. Estão mais para Faraó, querendo construir pirâmides para o próprio nome, para se tornarem ilustres na Terra. É preciso tomar muito cuidado, arrancar essa tirania do coração e entender que os filhos espirituais são filhos de Deus. Deve-se expulsar os filhos de Ramsés e deixar que o modelo seja implantado no meio da liderança. Quando temos a companhia inadequada, os resultados são sempre de confusão, deserto. É só analisarmos como os pastores de Ló faziam contendas com os pastores de Abraão. Quando falamos que existem discípulos Lós, não estamos falando em fatalismos, ou seja, aquele que tem certa característica não muito boa, não é isso. Estamos falando das más formações que podem e devem ser tratadas. Continua…   Fonte Mir        

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O companheirismo no discipulado

I Coríntios 4:17 Verdade Central: O discipulado, como o nome mesmo diz, é ter discípulo ao lado, ou seja, caminhar em companheirismo. O discipulado é companheirismo, é compartilhar, pois não retém a sua formação para si só. O discipulador não é ermitão, solitário; não procura seus próprios interesses; não vive em soberba. É um ensinador, um incansável guia; é fôrma pronta para formar. Introdução: O companheirismo é a ação de estar com o companheiro. Não é estar com alguém apenas, como dizem os dicionários, de uma forma superficial. Muitos podem estar com alguém apenas por estar, mas não haver entre ambos companheirismo. O discipulado é afirmado e firmado quando existe companheirismo e isso é feito ao passar informação, através de conversas, de tempo investido e muitas outras formas de estar e acompanhar o discípulo. É através do companheirismo, da convivência, que há formação no discipulado. Por isso, podemos definir companheirismo como convivência. É muito importante a convivência com o discípulo. Jesus, enquanto Discipulador, convivia com todos, mas Pedro, Tiago e João eram os mais chegados a Ele. A Palavra nos mostra os resultados de uma boa convivência. Para Paulo ter uma excelente qualidade de vida, precisou se isolar para buscar uma convivência espiritual com o Senhor Jesus e um companheirismo com Ele. Paulo afirmou que o Evangelho que aprendeu não havia aprendido com homem algum, mas com o Senhor. Mas só pôde fazer tal afirmação, porque separou um tempo para aprender. A convivência com os discípulos requer muito tempo. E, para isso, o fator humildade é muito importante. Você precisa ser humilde para abrir mão do seu tempo e investir no seu discípulo. Afinal, seu discipulado não pode ter uma participação apenas informativa. Ande com o discípulo, chame-o para estar com você, para conhecer a sua casa, disponha-se a cumprir a função para a qual prioritariamente você foi chamado: fazer discípulos de todas as nações. Analisemos algumas relações de companheirismo na vida dos patriarcas e Profetas. 1. Abraão 1.1 Abraão X Ló – a frustração de uma má escolha Ló era escolha 100% do coração de Abraão. Deus mandou Abraão sair da sua terra e do meio de sua parentela e ir para a terra que o Senhor estava mostrando-lhe. A promessa era a de que ele seria uma grande Nação. Com certeza, Abraão ficou preocupado diante de tão grande responsabilidade. Deve ter pensado como isso aconteceria se ele e sua esposa já não tinham mais capacidade humana de gerar filhos. Abrão tomou seu sobrinho Ló, que fazia parte do seu sangue, a fim de perpetuar a sua descendência, ainda que a lei da época não permitisse que um sobrinho perpetuasse a descendência. A preferência do coração de Abrão era Ló. Ele ainda não havia compreendido que para ser bem-sucedido na vida precisava estar 100% de acordo com a vontade do coração de Deus. Abrão, já escolhido como líder, como discipulador no Antigo Testamento, falhou por causa da sua escolha. É por isso que, na relação de companheirismo, deve-se tomar cuidado com a preferência e com os motivos que estão guiando o líder a levantar uma determinada pessoa na equipe e na liderança. A motivação no discipulado deve ser correta, jamais movida por interesse pessoal. E, para isso, é preciso tomar cuidado, vigiar. Podemos olhar para a vida de Abrão e perceber que havia uma motivação errada em seu coração. Ele queria, por seus próprios planos, garantir sua descendência. Na relação discipulador – discípulo, o companheirismo não pode ser inadequado. É Deus quem dá os discípulos para o líder. Portanto, o líder deve confiar no que Jesus disse em João 6:37 e João 17. No discipulado, não deve haver porfia entre líderes por causa de célula ou de discípulos. O líder tem a vocação de ser discipulador, logo a consequência natural em sua liderança será a de ter discípulos. É importante caminhar pela vocação que gerará frutos: os discípulos. No discipulado, não é interessante andar atrás de vidas simplesmente para dizer que tem números; essa é a motivação errada. Quando isso ocorre, é como se o líder estivesse caminhando com Ló, recebendo discípulos por transferência. Estamos em uma época que se faz necessário ensinar aos discípulos sobre companheirismo e fidelidade. Se for discípulo, deve ser discípulo mesmo. Quando Jesus estava passando por um momento difícil, todos os Seus discípulos O abandonaram, negaram companheirismo. Eles desconheciam o propósito central da vocação para a qual haviam sido chamados. Nós, como discípulos de Jesus, precisamos descobrir o propósito central da nossa vocação para depois ensinarmos aos nossos discípulos. Essa é a forma segura de não andarmos em atropelos. Os atropelos chamam Ló para nossa vida. E o pior é que nós não podemos caminhar para sempre com Ló. Chegará um dia em que teremos que nos separar dele, deixá-lo no meio da estrada… E todo o seu trabalho terá sido em vão. Jesus, orando, disse que nenhum dos discípulos que o Pai havia-Lhe dado se perdera, a não ser o filho da perdição. Esta unção precisa estar sobre nós: formar, como discipulador, discípulos que não se perderão, mas que serão apresentados a Deus. O companheirismo entre os líderes ajuda os liderados a não caírem na fraqueza, a não se tornarem uma espécie de Ló na vida do outro. Se o inimigo não encontrar uma brecha na relação discipulador – discípulo, com certeza, irá procurar na relação entre os condiscípulos. Fonte Mir        

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Levantando gerações de líderes

Isaías 58: 11 e 12 Ao longo da caminhada na Visão M12, surgem momentos em que nos perguntamos: Será que estou na direção certa? Será que estou trabalhando de forma correta? Qual será o próximo passo? O versículo 11 de Isaías cap. 58nos transmite segurança e conforto, quando nos revela que se estivermos empenhados em cuidar de vidas, seremos guiados continuamente peto Espírito de Deus. O texto assegura que o Senhor nos guiará, nos fartará a alma e fará de nós um manancial inesgotável. A Visão é um mover divino que promove o fortalecimento do espírito, a cura da alma, a prosperidade material, gerando a satisfação e a restauração do indivíduo, da família, da igreja e consequentemente do mundo, que será transformado pela ação da igreja. Neste sentido, cada pessoa que galga os passos da Visão, é um alvo permanente da ação transformadora do Espírito Santo, que não apenas nos restaura plenamente, mas também transforma cada pessoa em um restaurador do mundo ao seu redor. O versículo 12 diz que seremos chamados de "Restaurador de Veredas"para que o país se torne habitável. Note que estes dois versículos revelam a amplitude do propósito da Visão, que vai desde a edificação de cada pessoa, até a restauração da nação como um todo. Estamos engajados num projeto que é muito maior que nosso ministério e que vai muito além dos limites da igreja tocai. A Visão veio como uma última reforma na igreja, para que as famílias, os bairros, as cidades e as nações da Terra sejam tomadas para Cristo. Este é um sonho tão distante para muitos, mas muito claro para nós, que podemos perceber por revelação, que a Visão vem cumprir a profecia de Isaias 11:9 que diz: Assim como as águas cobrem o mar, a terra se encherá do conhecimento do Senhor.  Num futuro mais próximo do que imaginamos, todas as nações terão o conhecimento e o temor do Senhor, pois o poder sobrenatural de Deus está promovendo isto. Vivemos dias proféticos de avivamento, onde o Espírito do Senhor está se derramando sobre toda a carne. Joel. 2: 28. O avivamento será mais fácil, mais rápido e mais perfeito, principalmente se não esquecermos que a Visão é de Deus e não humana. (Não somos nós que fazemos a Visão acontecer, mas o Senhor que a realiza através de nós). Nosso papel neste processo é: 1.    Nos mantermos dependentes e íntimos de Deus.Precisamos manter a dependência do Espírito Santo, para que Ele nos dirija e capacite. Nossa permanente busca por santidade e intimidade, conservará nosso discernimento e nos manterá firmes no propósito central, que é fazer discípulos. Muitos líderes receberam a chamada, mas perderam o foco e consequentemente, a unção e o resultado. Se estivermos no centro da vontade de Deus, seremos uma fonte inesgotável para dessedentar nações. 2.    Nos mantermos sob uma cobertura.Quando Deus determina em sua palavra que nos submetamos as autoridades por Ele constituídas na Terra, o Senhor está deixando claro que todos nós precisamos ter um líder. Em todo o trato bíblico, a visão de liderança é estabelecida na vida dos homens de Deus, exemplificada na autoridade familiar, na autoridade dos patriarcas, dos juízes, dos reis, dos sacerdotes (pessoas escolhiam e assalariavam sacerdotes para si) e por fim dos apóstolos, que se tornaram o governo da Igreja de Cristo. Quando de fato estamos sob uma cobertura, recebemos da autoridade delegada por esta cobertura, para o cumprimento da missão proposta pela mesma (Ex.: Mt. 28 Toda autoridade dada a Jesus foi delegada para um propósito, fazer discípulos de todas as nações). Se queremos fazer discípulos, precisamos primeiro ser discípulos, pois esta é uma questão de legitimidade e de autoridade. 3.    Investirmos no discipulado.O grande diferencial do modelo deixado por Jesus é o discipulado de 12. Jesus mesmo sendo o próprio Deus na terra não investiu nas multidões. Ele concentrou-se em formar 12 líderes, transmitindo a eles uma Visão e uma Unção. No princípio eram só discípulos, mas com o trabalhar de Deus em seu caráter e sua estrutura espiritual, tornaram-se líderes de nações. A Visão tem dois momentos: o primeiro em que trabalhamos para que se forme nas pessoas o caráter de discípulos, e o segundo, quando nosso desafio é despertar o líder que há dentro de cada uma delas. A primeira fase se desenvolve pela consolidação e pela convivência numa célula, porém a segunda só se torna viável se houver uma relação de discipulado. Depois que um novo convertido está frequentando regularmente uma célula e as aulas da escola de líderes, ele precisa ser convidado para uma equipe de 12 para ser discipulado. Ninguém será forjado um líder sem saber quem é seu líder, por uma questão de referência. Além do objetivo de formarmos líderes, devemos formar as equipes de 12 do ministério. Todo discípulo deve ser cuidado e estimulado, para ganhar vidas e consolidá-las pessoalmente. À medida que alguém começa a ter êxito neste quesito, deve ser estimulado a liderar sua própria célula. De sua célula sairão seus 12, que entrarão um a um, no processo de discipulado. Ninguém deve estar solto no corpo da igreja, nem estacionado em algum passo da Visão, cada pessoa a medida em que esteja cursando a escola de líderes e deseje participar do discipulado, deve sernomeado 12 de quem o ganhou ou consolidou. As células produzem o "crescimento",pois agregam vidas novas, mas as equipes de 12 promovem a "multiplicação"porque formam líderes que formarão outros líderes sucessivamente. Cuide da saúde evangelística das células, mas invista em formar sua equipe de 12, ainda que você comece com dois discípulos como fez Jesus (chamou Pedro e André que o levaram a Tiago e João). Mesmo que você tenha apenas dois ou quatro discípulos na escola de líderes, nomeie estes quatro como seus 12 e reúna-se com eles pelo menos uma vez por semana para discipulá-los. Ore por eles, compartilhe testemunhos, ministre princípios bíblicos e caráter cristão, e promova momentos de comunhão e descontração. Nunca deixe de ensiná-los sobre a Visão e também

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O discipulado de Abraão

Genesis 17: 1 a 9   Abraão foi um dos primeiros homens a ser chamado por Deus para ser discipulado. Deus o convidou a andar com Ele e terminou chamando-o de Seu amigo. Assim como Abraão foi chamado, também cada um que está aqui, foi chamado a ser discipulado, abençoado e multiplicado por Deus, como aconteceu com o Pai da fé. Is. 51: 2 diz: Olhai para Abraão, vosso pai, e para Sara, que vos deu à luz, porque ele era único, quando eu o chamei, o abençoei e o multipliquei.   Algumas pessoas não entendem ainda os benefícios contidos no discipulado, mas quando Deus nos chama para este propósito, seu alvo é nos abençoar e nos multiplicar. Hoje vamos estudar quatro aspectos do discipulado na vida de Abraão:   1.      O discipulado visa nos abençoar   Em Gn.12 Deus chama Abraão e lhe faz promessas específicas, que vão de encontro a seus sonhos pessoais. Deus lhe diz: Vou te mostrar uma nova terra para você habitar, de ti farei uma grande nação (a realização do sonho de ser pai), e te abençoarei (a promessa tripla de saúde, longevidade e prosperidade), e te engrandecerei o nome (Abraão se tornaria conhecido como o pai da fé e de nações poderosas), Sê tu uma benção (a unção para abençoar as famílias da terra ).   Todas estas bênçãos e também a unção de multiplicação, são nossos direitos e nossa herança, como nos revela Gl. 3:29: E se sois de Cristo, também sois descendentes de Abraão e herdeiros segundo a promessa. Se crermos na promessa e nos submetermos ao discipulado, o Senhor nos abençoará e nos multiplicará extraordinariamente.   2.O discipulado visa tratar nosso caráter   O primeiro comando recebido por Abraão, depois de seu chamado foi: Anda na minha presença e sê perfeito. Isto representa um chamado para relacionamento e interatividade. Através de um relacionamento espiritual e de amor, podemos tratar o caráter das pessoas, para que elas assimilem o caráter de Cristo.   A base do discipulado é relacionamento e nossos discípulos devem ser nossos amigos, deve haver intimidade, liberdade, mas devem também, submeter-se ao tratamento que Deus quer ministrar a eles, através de nós, discipuladores.   O discipulado vai além de uma cura espiritual e emocional na vida de alguém, o caráter deve ser forjado, para que possa suportar toda pressão espiritual que a liderança trará consigo. (Não se esqueça que todo discípulo está sendo treinado, para amanhã ser um grande líder). Alguns ao serem confrontados nos aspectos do caráter, fogem do discipulado, querem trocar de discipulador, saem até da Visão, por perceberem que serão desnudos na alma e mexidos por alguém que procura santidade. Não adianta! Enquanto o caráter não for tratado, a benção não vem, foi assim com Abraão.   A submissão é dolorosa, mas os sábios a procuram (ex.: aquele discípulo que chega e pergunta, meu líder, em que eu preciso ser mudado? Por favor me corrija ). Deus se tornou o discipulador de Abraão e Abraão aceitando o tratamento e o treinamento, teve não só seu caráter mudado, mas todo seu histórico de vida. Quando permitimos que Deus nos ajuste o caráter, O liberamos também para nos abençoar.   Aquele homem idoso, frustrado (sem filhos), solitário (seu pai havia morrido), pobre e sem perspectiva de futuro, ao se deixar discipular pelo El Shaddai, vive uma transformação sobrenatural e agora vence guerras, enriquece, gera vários filhos, conquista novos territórios e se torna o pai de uma multidão.   Abraão se deixou santificar e tratar em seu caráter, e através disto superou todos os seus limites. O discipulado remove nossos medos e fraquezas. Entregue-se sem reservas ao discipulado do Senhor e Ele renovará sua vida e sua história.   3. O discipulado é paternidade   Logo após a morte do pai de Abraão, o Senhor aparece a ele e assume uma postura paternal e maternal ao mesmo tempo. El Shaddai significa o Deus Todo Poderoso, mas também o Deus que é uma mãe com seios fartos, para suprir a Abraão em todas as suas necessidades espirituais, emocionais e materiais.   Assim Deus passa a relacionar-se com Abraão revelando um discipulado de poder, amor e orientação. Nossos discípulos precisam ver em nossas vidas o poder de Deus (o sobrenatural), sentir também o Seu amor paternal, a ponto de aprenderem a confiar e buscar em nós direção. O discipulado é essencialmente uma relação de amor (a Deus e as vidas) a igreja é uma família (a família de Jesus), os discípulos são os filhos, e os pastores, um pai e uma mãe. O discipulado resgata a identidade familiar. Também Deus chamou Abraão por ver nele um coração de pai (seu maior desejo era ter um filho).   Deus está hoje com seus olhos sobre a terra, em busca de pessoas dispostas a emprestarem a Ele seu coração, pra que através destes, o Senhor possa derramar do Seu amor, gerar vidas e cuidar delas, tornando-as seus filhos e discípulos. Para que tenhamos êxito no discipulado, precisamos desenvolver um coração de pai e de mãe, mas ninguém pode ser bom pai ou boa mãe, se primeiro não for bom filho ou boa filha.   Precisamos converter nosso coração ao Senhor e aos nossos líderes espirituais (nossos pais no ministério) pra que isto nos traga saúde espiritual e maturidade, a ponto de podermos cuidar de multidões de filhos espirituais. Deus está representado na terra, por um líder a quem ele delega Sua autoridade, e nossa relação com este líder, não só reflete a nossa relação com Deus, mas também é a chave do nosso êxito e multiplicação.   Ame, ouça, obedeça seu líder, honre-o e seja leal a ele de coração, e Deus te dará uma descendência incontável como as estrelas do céu e a areia do mar. Seu chamado é ser um(a) pai(mãe) de multidões.   4.O discipulado é uma aliança. No vs. 2 o Senhor disse a Abraão: Farei uma aliança entre mim e ti. O discipulado é primeiramente uma

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Lideres curados na maturidade

Levítico. 21:18 ao 20  Este texto refere-se às características estabelecidas por Deus para aqueles que iriam servir no altar. Naquela época Arão e seus filhos eram os sacerdotes e assim sua descendência continuaria este trabalho sacerdotal. Segundo a lei somente da tribo de Levi saíam os levitas que eram os sacerdotes, e se houvesse alguém dentre eles que tivesse qualquer um destes defeitos descritos neste texto acima, não deveria entrar na presença de Deus para ministrar a Ele e nem ao povo.   A oferta e o sacrifício tinham que ser perfeitos assim como aqueles que ministravam no altar. A lei dizia que a ovelha também tinha que ser a melhor e sem defeito, isso aponta para a oferta de Deus à humanidade, Jesus Cristo, a oferta perfeita.   Deus usou algo físico falando de defeitos para indicar algo espiritual, princípios espirituais. Muitas vezes esses problemas estão dentro de nós e aparecem através das nossas atitudes. Precisamos fazer uma leitura interior para detectarmos áreas de mudanças, para assim sermos diferentes e melhores por fora. Deus sempre vem nos visitar para ver os frutos e segundo Jesus, ele faz uma limpeza na nossa vida para que possamos dar mais frutos ainda, e essa limpeza é através da Palavra (Jo 15). Precisamos ler as circunstâncias e aceitar as confrontações de Deus para uma mudança radical na nossa vida, lembre-se! Esse é o ano da maturidade!   A bíblia diz que o fim da lei é Cristo, nEle começou um novo tempo, o tempo da graça, onde todos aqueles que crêem se tornam sacerdotes do Altíssimo. Este sacerdócio começa em casa. Em I Pedro 2:9 diz que em Cristo Jesus somos raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus com a finalidade de anunciar/proclamar as grandezas daquele que nos chamou das trevas para sua maravilhosa luz. E em I Cor 3:6 e 4:1 diz que o que importa é que as pessoas nos considerem como ministros de Cristo, e despenseiros dos mistérios de Deus e  Ele nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança…   Existem níveis de sacerdócio, este começa em casa e vai subindo até chegar nos pastores e apóstolos. Todos os que exercem ministério, seja na família, no altar como levita, na célula como líder, no discipulado, no culto ou na igreja, todos estão incluídos como àqueles que ministram diante do Senhor.   Vejamos o que Deus quis nos mostrar: Vers 18-20 – Pois nenhum homem em quem houver defeito se chegará: como pessoa/homem cego, ou coxo, de rosto mutilado, ou homem que tiver o pé quebrado ou mão quebrada, ou corcovado, ou anão, ou que tiver belida no olho, ou sarna, ou impigens, ou que tiver testículo quebrado.   1º Pessoa cega:Jesus disse que tem pessoas que tem olhos, mas não vê, tem ouvidos, mas não ouve. Aqui Ele estava se referindo a cegueira e surdez espiritual. Eu aprendo aqui que preciso ter iniciativas que corresponda com aquilo que eu vejo, preciso prestar atenção naquilo que a Palavra diz ou na circunstância ao meu redor. Às vezes tem coisas que é pecado na nossa vida e está dando brechas pro maligno e não percebemos. Existem áreas de mudança, todo mundo está vendo, menos nós. Está na hora de examinarmos a nós mesmos com mais honestidade. (Resquícios de religiosidade, maus hábitos e vícios…).   2º – Coxo: Aqui fala de pessoas com dificuldade de andar, são paradas, acomodadas, sem iniciativa. Existem mudanças a serem aplicadas nos doze, nas redes, etc., mas sempre fica pra depois. Situações a serem resolvidas na igreja…, mas nada acontece. Ou em casa aquele chuveiro frio ou quente demais e nunca é arrumado… A pessoa assim não anda, não se esforça, desiste e reclama com muita facilidade, etc.   3º – Rosto mutilado: Já viu aquela pessoa que está sempre de cara feia, fechada, tudo que pede pra ela fazer, demonstra má vontade e faz cara feia, não demonstra prazer em servir, sempre faz com má vontade. Temos aprendido a importância da inteligência emocional, sem isso a conquista será limitada e sem nenhuma expressão. Em I Samuel 16:18 diz que Davi era de gentil presença, para conquistarmos e atrairmos pessoas, devemos ser de presença agradável. A bíblia diz alegrai-vos sempre no Senhor, a alegria do Senhor é a nossa força, devemos fazer tudo com alegria, e, o coração alegre formoseia o rosto. (Fil 4:4; Nee 8:10;Prov 15;13).   4º – Pé quebrado: É aquele que não anda direito. O coxo é parado e este anda muito devagar, não desenvolve, tem o pé quebrado. Pé quebrado é aquele que manca e anda devagar, temos sempre que ficar esperando por ele. Todo mundo já terminou a escola de líderes e ele ainda não, todos que começaram junto com ele já estão liderando uma célula, ele ainda não, quando o pessoal está voltando ele ainda está indo, não evangeliza e qualquer problema o paralisa. Tem pastores também assim, pelo tempo passado, a igreja já devia estar transacionada para a visão, mas ele ainda está usando métodos antigos de herança religiosa, a linguagem é ainda a mesma, nunca começa de fato a aplicar os princípios da visão.   5º – Mão quebrada: Não é dizimista, não dá oferta e quando dá, é com dó, não é servo e nem estende a mão pra ninguém. Tem dificuldade de pagar e cumprir seus compromissos. Numa equipe ele é o que menos faz…   6º – Corcovado: Tudo é pesado pra ele, reclama de tudo, tudo é dificultoso, vive dando desculpas. (Sempre tem argumentos: Háaa, a visão é muito trabalhosa…, ou, a escola de líderes termina tarde, é longe, etc.). A bíblia diz em Isaías 60:1: Levanta-te, resplandece, porque é chegada a tua luz, e é nascida sobre ti a glória do Senhor. Fazer e estar na obra do Senhor é prazeroso.   7º – Anão: Tudo é grande demais pra ele, acha que é menor que todo mundo e diz, é grande demais para mim, não

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Caminhando em vitória

I Coríntios 15: 57,58   “Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo. Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor.”   A chamada de Deus para os Seus filhos é para caminhar em vitória. Isso não significa caminhar sem lutas. Mas, significa que, diante das adversidades, o Senhor irá à nossa frente e nos concederá a vitória contra o inimigo das nossas almas.   É impressionante como, em determinadas situações em que o líder deve seguir os comandos de Deus para obter a vitória, no momento em que se faz mais necessário vigiar, o diabo vem e flecha a alma de alguns com sentimentos contrários aos ensinamentos do Messias. Os que trilham por eles caem em derrota.   1.      Desânimo: A falta de ânimo, o desânimo diante das dificuldades, tem freado muitos líderes e feito com que pensem que não conseguirão ir até o fim. Mas, isso não é verdade. O ânimo do filho de Deus vem do Senhor. É Ele quem dá o escape para todas as situações.   2.      Incredulidade: Incredulidade é falta de fé, é desconfiar do poder de Deus, pensar que Ele não está à frente da batalha. A incredulidade é uma rota muito perigosa na vida do líder, pois sem fé é impossível agradar a Deus.   3.      Presunção: A pessoa presunçosa é orgulhosa, pensa que sabe tudo, por isso nunca se abre para aprender. Essa é uma característica que o líder não deve ter jamais. A Bíblia diz que o orgulho foi um sentimento que permeou o coração de Lúcifer e o fez ser expulso do céu.   4.      Empáfia: A empáfia é um sentimento de altivez, é não conseguir se humilhar na hora em que deve, por se sentir superior.   5.      Indiferença: O líder indiferente é desinteressado pelos problemas, dificuldades que os outros enfrentam. É agir com desdém, desprezo e insensibilidade. É olhar para as pessoas como se fossem menores quando, na verdade, não são.   Muito cuidado. Enquanto líder, você precisa vigiar. A Bíblia diz que, quando se está em pé, é necessário vigiar para não cair (I Coríntios 10:12). O alvo mais visado pelo diabo é o líder. Por isso, vigiar e orar são imprescindíveis para sua liderança.   É, também, de suma importância que o líder zele pela comunicação entre discipulador e discípulo, pois Satanás sabe a importância da comunicação e cuida para que ela chegue ao receptor de maneira errada.   A comunicação com palavra ungida, palavra de vida é necessária para a conquista de todas as áreas, inclusive a celular. Cuidado com o que você fala, esteja atento ao que fala e ao que ouve. Deus nos chamou para flechar o diabo e não para sermos flechados ou flechar outros. Portanto, mantenha-se atento às armas que lhe darão a vitória.   6.      Ser vigilante: Jesus foi muito claro em relação à vigilância. Ele disse: “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação.” (Mt 26:41). Devemos estar atentos, vigilantes dia e noite, para não cairmos nas ciladas do inimigo.   A palavra cilada significa escândalo que, no original grego, quer dizer buraco com flechas pontiagudas, onde a pessoa desatenta cai e, se não morre, fica ferida. É como se fossem as minas de guerra, onde a vítima pisa e tem que ficar parada porque, se tirar o pé, a mina explode e a pessoa morre, caso não haja quem a socorra.   7.      Estar sob cobertura; Precisamos de um escudo e de um Escudeiro, Jesus, para tomar nossa causa. Devemos trazer no nosso espírito a consciência profunda de que somos líderes e estamos debaixo de liderança. E, se não queremos ser flechados, precisamos estar protegidos, debaixo de segurança através de uma cobertura.   Para ser um grande líder, é preciso estar debaixo de cobertura. Seja um líder obediente e submisso e, assim, você terá discípulos também obedientes e submissos.   8.      Ter fé: O Senhor disse: “Sobre tudo tome o escudo da fé, com o qual você poderá apagar os dardos (as flechadas) do inimigo.” (Ef 6:16). É pela fé que o líder vence o inimigo e obtém a vitória.   O líder precisa ter um coração cheio de fé para ensinar seus discípulos a caminharem pela fé, pois eles precisam saber que sem fé é impossível agradar a Deus, e o estilo de vida deles deve estar respaldado nessa verdade.   9.      Ser santo: Deus quer que cada um de Seus filhos seja um exemplo de santidade. Dessa forma, todos conhecerão o nome do Senhor Deus, o Todo Poderoso. Seja exatamente o que o Pai quer que você seja: SANTO. Seja um exemplo para os fiéis e para aqueles que precisam ter um encontro genuíno com Jesus. Esteja vigilante em relação à sua vida e em relação ao inimigo. Lembre-se de que a melhor arma contra os dardos de Satanás é viver em santidade.   Deus o levanta como Josias para restaurar a Sua Casa. Quando Ele quer entregar algo na mão de alguém, só procura um coração disposto, sem interessar a idade, raça, sexo… Da criança ao mais idoso, homem ou mulher, se houver um coração aberto, Ele cumpre o propósito.   Palavra retirada do site do MIR   Deus abençoe e multiplique a todos   Assim como Josué com os sacerdotes e levitas pisaram nas águas e permaneceram no leito seco do rio Jordão até que todos passassem, assim deve ser conosco. Tem pessoas que são facilitadoras de caminhos, são canais para que outros tenham acesso na terra da promessa, na conquista prometida. Seja uma delas, promova o crescimento de outros, pois isto denuncia que você está crescendo, que você ultrapassou os primeiros níveis de imaturidade entrando para novos ciclos de crescimento, sedimentando assim bases novas, patamares altos e firmes que não vacilarão.   Amamos vocês   Aps Eliezer e Zenita  

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Tema: A lealdade assegura nossa vitória -Lucas 22: 39 a 42

  Este texto nos mostra que a lealdade de Jesus ao Pai e a sua missão na terra, consolidaram sua tremenda vitória na Cruz. Deus tem também para cada um de nós uma missão e uma grande vitória preparada, mas para podermos alcançá-la, precisaremos à semelhança de Jesus, vencer algumas tentações. (vs. 40)   A principal delas é você não se afastar do propósito central de sua vida e do líder que Deus levantou para conduzi-lo neste propósito. Lúcifer enquanto esteve no céu, tinha um líder. Ele foi criado para relacionar-se com seu líder adorando-O e servindo-O, mas no dia em que Lúcifer tirou os olhos do Criador e voltou-os para si mesmo, ele caiu.   No momento em que parou de olhar para Deus e passou a olhar para seus próprios dons, Lúcifer desligou-se espiritualmente de Deus e ficou escravo de seu próprio ego. Abandonou o projeto do líder e mergulhou no seu próprio, mergulhando também na maldição. Ali foram concebidas a deslealdade, a rebeldia e a desonra e tudo isto, ele trouxe para a terra em sua queda. São todos estes espíritos e suas tentações que eu, você e a igreja teremos que vencer todos os dias, até que a vitória de Cristo seja completa em nossas vidas. Porém entenda que, ninguém vence sozinho (todos repetirem).                 Toda vitória descrita pela Bíblia é fruto de unidade e de alianças construídas entre um pastor e uma ovelha, entre um líder e um discípulo, entre um pai e um filho.   A vitória do indivíduo, da família e da igreja depende da unidade espiritual. Esta unidade só é possível através de vínculos de lealdade e amor, com quem na hierarquia espiritual, está acima de nós, (nossos líderes), ao nosso lado (nossos companheiros de equipe) e abaixo de nós (nossos discípulos).   O objetivo de Deus é que todos nós sejamos feitos leais e que isto leve a igreja a unidade e consequentemente a vitória. Um dia seremos um exército de leais! Satanás sabendo que a vitória dos santos vem pela unidade, tenta dividir o Reino, lançando esposas contra maridos, filhos contra pais, discípulos contra líderes através de suas tentações. Jesus, porém venceu tudo isto e porque ele venceu, você vai vencer também. (todos repetirem) Pergunte agora a quem está a seu lado: Como Jesus venceu? Resposta: Fazendo o caminho inverso ao de Lúcifer, que ensoberbeceu-se, cobiçou e rebelou-se. Jesus segundo Filipenses cap. 2, humilhou-se, esvaziou-se e obedeceu até o fim. Não venceremos se não imitarmos a Jesus, nos exercitando nestas coisas. (Quantos líderes e discípulos você tem visto cair, perdendo sua posição e suas conquistas)? Exercitar-nos nisto, representa o nosso morrer diário, é tomarmos a nossa Cruz a cada dia para sermos verdadeiros discípulos.   Vejamos como Jesus agiu para vencer as tentações:   1.      Jesus humilhou-se. A Bíblia diz que a revelação pertence aos humildes. Líderes que se ensoberbecem, rejeitam o ensino e param de crescer. A humildade é introdutora da lealdade, porque ela me permite reconhecer que eu preciso do meu cônjuge, que eu preciso de um líder, que eu preciso dos meus irmãos. Pessoas ensoberbecidas bastam-se a si mesmas e entram por rotas de isolamento e dissoluções.   A humildade também me permite ver, que eu não faço parte de um projeto meu, mas de um projeto maior e divino, no qual eu serei muito importante, se eu simplesmente fizer bem o meu papel. Somos pequenas partes de um grande projeto de Deus. Isto é nobre e honroso, mas só os humildes conseguem entender isto. Há pessoas que não conseguem ser atores coadjuvantes, precisam ser sempre a estrela principal, isto é fruto da soberba. A humildade precede a lealdade e a lealdade, a honra. Os humildes sempre serão exaltados. (todos repetirem )   2.      Jesus esvaziou-se. Isto representa, abriu mão de toda cobiça, toda vaidade, de seus direitos e da própria vida. Não podemos perder o foco de nossa chamada, pela cobiça das coisas materiais e trocar o altar por projetos pessoais. A Palavra declara que aquele que foi arregimentado para o exército de Deus, não deve envolver-se com os negócios desta vida. Prosperidade bíblica é uma promessa, mas deve ser sempre consequência e não motivação, pois se for motivação, torna-se pedra de tropeço. Não faça comércio dentro do seu chamado, não troque seu ministério por bens materiais, na fidelidade ao seu chamado, Deus lhe prosperará como resultado da sua fidelidade e lealdade.   Há discípulos que cobiçam a unção, a posição e a prosperidade do líder e isto é fruto de uma ingerência maligna em suas mentes. Veja o que a Bíblia nos mostra: Lúcifer cobiçou o Trono de Deus, Absalão cobiçou a posição de seu pai a ponto de possuir as concubinas de Davi, Adonias cobiçou o trono e a noiva de seu irmão Salomão e Judas cobiçava as ofertas que haviam na bolsa de Jesus.   Sabe o que há em comum entre todos estes, além da cobiça? Todos morreram precocemente! Há uma ideia equivocada de que é um demérito ser o segundo, o vice, ou simplesmente ser discípulo doze de alguém. Se formos discípulos leais, seremos bons segundos, servindo a alguém e isto nos dará direito a sermos e possuirmos tudo que o líder é e possui, sem sermos desleais. Vejamos os exemplos na história bíblica.   Josué foi o segundo após Moisés e por isso herdou a missão e a unção de seu líder, Josué entrou na terra prometida e Moisés não. José do Egito era o segundo depois de Faraó, mas Faraó confiava tanto em José, que este se tornou o verdadeiro governante de todo o Egito. Daniel foi o segundo de três reis da Babilônia, os reis passavam e Daniel continuava no poder. Ser um bom segundo representa uma oportunidade real de vir a ser o primeiro.   Reinhard Bonnke, um evangelista alemão, teve uma revelação interessante: se você se acha um zero a esquerda, é só você se colocar a direita de Jesus, deixando-O ser o primeiro em

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