Esboço da Célula

12/06/2018 – Família, instituição divina

2 Reis 4.26 A família é a instituição divina que sofreu e sofre ameaça de extermínio desde a sua formação no Éden. O pecado dos nossos primeiros pais, por pouco não exterminou a família. Isso só não aconteceu porque os propósitos de Deus são imutáveis; porém, as consequências da desobediência foram inevitáveis. Geraram um filho homicida (Caim), e daí em diante vemos a sequela deixada pelo ato impensado de Adão e Eva. Deus planejou a redenção da família com o envio de Jesus e o anunciou a Adão em Gênesis 3:15, aqui Deus se posicionou na sua imutabilidade e manteve de pé o seu plano. A família sobreviveu e em Cristo Jesus ela foi exposta sob um manto de cura e restauração, nEle a família é mais que vencedora, pois ela é muito importante para Deus. Conceitos de família. 1. Conceito Bíblico – A família é uma instituição divina constituída de marido, mulher e filhos, o restante são parentes ou familiares)  2. Conceitos na nossa sociedade atual – Conjunto de pessoas que vivem na mesma casa. Hoje, essa mentira é ensinado em colégios, para eles não importa se são duas mães ou dois pais, etc. (Misericórdia, que tipo de individuo em uma “família” assim, será formado e enviado para se reproduzir?) Como restaurar sua família no projeto de Deus 1. Tendo Jesus Cristo como alicerce do lar. Isso vai propiciar condições que permitam cumprir essa função, Jesus alicerça a família pela eficácia da Sua presença (Ele é a Rocha). Jesus torna possível o cumprimento dos mandamentos bíblicos sendo colocados em cima do principal fundamento: Ele Próprio. Isso significa que uma família que crê em Jesus e o tem como base, pratica os princípios bíblicos ensinados por Ele. 2. Mantendo-a no lugar que o SENHOR a colocou no paraíso da comunhão mutua, a começar com Ele, entre os cônjuges e Ele e entre os cônjuges. Sem a comunhão com o Senhor e Sua Palavra, não há esperança de uma família curada, liberta, madura e funcional para se ter uma geração e descendência estável e próspera. Detectando os males que podem leva-la a destruição. 1. Na esfera humana: Os maus tratos, infidelidade, desamor, indiferença, frieza, falta de diálogo, falta de respeito, vícios, drogas, rebelião e a ingratidão são alguns dos males que destrói a família hoje. 2. Na esfera espiritual: A inobservância aos mandamentos dados por Deus a cada membro da família. É preciso haver uma conversão dos cônjuges e dos filhos na direção uns dos outros, Jesus é o centro desta conversão onde todos devem olhar, nEle há condições de cura, restauração e salvação. Principais mandamentos de Deus à família: Ef 5.25 1. Aos maridos: Os homens têm a missão de cuidar da esposa com liderança centralizada em Cristo. Deus estabeleceu a família com a unidade básica para a sociedade. Toda família precisa de um líder. Deus atribuiu ao marido essa missão. Sua liderança deve ter como padrão a liderança de Cristo sobre a Igreja. Deve ser exercida como uma forma de ministério ao invés de uma tirania. O papel de liderança do lar deve ser exercido em amor. A essência da liderança é levar a família a servir ao Senhor. Josué disse no capítulo 24:15b: Eu e minha casa serviremos ao Senhor. (foco) É responsabilidade do homem amar a esposa como Cristo Amou a Igreja, e como aos seu próprio corpo, isso expressa um amor sacrificial. Jesus se entregou pela igreja, pagou um alto preço por ela. O Homem deve tratar a sua esposa com dignidade como diz em 1 Pedro 3.7. Deve ser fiel até a morte, é isso que se espera de um líder a semelhança de Cristo. Ele é modelo de respeito, valorização, gratidão, amor, alegria, fidelidade e honra para os filhos na direção da esposa. Os filhos vão imitar o pai, afinal ele é o sacerdote do lar! 2. Às esposas tem o papel de equilibrar o lar ensinando os filhos a submissão a esta grande missão dada ao marido e pai na formação e cuidado da família, sendo ela o modelo em honrar e valorizar, pois isso vai refletir nos filhos. A reverência, a honra, o reconhecimento e o respeito dos filhos ao pai será verdadeira e prazerosa quando eles virem a mãe vivendo isso na práticae vice-versa. Os pais são a forma que fôrma na vida dos filhos, tudo começa em casa. 3. Aos pais – Ef 6.4. Os pais não devem provocar a ira nos filhos, eles precisam exercerem a autoridade dentro de um contexto que não deixe ressentimentos. É Papel dos pais em concordância e apoio um ao outro na disciplina e admoestação, controla-los e conduzi-los no caminho do Senhor; Ensinando-os a distinguir o certo e o errado à luz da Palavra de Deus. É papel dos pais educarem os seus filhos, tanto para convivência na sociedade, quanto aos princípios de convivência na família, escola, trabalho e igreja.(Deuteronômio 6:6-9) 4. Aos filhos: Estes devem obedecer aos pais e assim honra-los. O padrão é a obediência ao Senhor; o mandamento traz uma promessa de vida longa e prosperidade em tudo o que fizer, a nossa tarefa é trabalhar para que haja a demonstração de amor, respeito e honra entre pais e filhos. (Ef 6.1-3). Bênçãos destinadas à família segundo o Salmos128. Prosperidade no trabalho (“trabalho das tuas mãos”); Felicidade (“feliz serás”); Frutificará como a vedeira, isso é igual ao óleo divino. Videira fala da alegria do Senhor; A bênção decretada pelo Senhor jamais será tirada (“eis que assim será abençoado”); A bênção vem desde Sião, isso fala do Templo até a Jerusalém (celestial); Até a descendência, isso fala da luz da aliança com Abraão (Gn 12.1-3). Significa que nunca acabará. Somos iacc, somos discípulos, somos multiplicadores, somos prósperos, somos doze! Prática: o que esta palavra te ensinou ou reforçou hoje?  Líder: orar pela família, pela célula e igreja. Fazer o apelo aos visitantes! Atenção: A inscrição para o Encontro do Mover I já está aberta, faça a inscrição dos discípulos desta célula   No amor de Cristo!   Apóstolos Eliezer e Zenita    

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07/06/2018 – Festa de Pentecostes

Deuteronômio 16:9 a 12 Estamos nos preparando para celebrar Pentecostes. A palavra Pentecostes é de origem grega, significa “quinquagésimo”. A Festa de Pentecostes é denominada em hebraico no velho testamento de Shavuot, que é o plural de semana. Por isso, é também conhecida como Festa das Semanas, por ser celebrada sete semanas após a Páscoa e estar relacionada com as primícias da colheita de grãos, especialmente a do trigo e cevada (Êxodo 23:16; 34:22). A Festa era comemorada no verão, no princípio da colheita do trigo. Era também o tempo do amadurecimento dos figos, tâmaras, cerejas e ameixas. Segundo a Lei, todo o povo de Israel deveria trazer um molho das primícias de sua colheita ao sacerdote, o qual era oferecido como oferta de movimento ao Senhor, a fim de serem aceitos diante de Deus. Por esta razão, este dia é também denominado de Festa das Primícias (Lv. 23:9) Pentecostes era uma festa de agradecimento pelos primeiros frutos da terra, e ao mesmo tempo, uma súplica para que a bênção de Deus repousasse sobre o restante dos meses de colheita que viriam. E para ela havia uma santa convocação (Levítico 23:15-21), isto é, todos eram convocados a celebrar. Era uma festa campestre, e um momento de muita importância na vida do povo hebreu, que era dedicado ao cultivo da terra. Era uma festa de gratidão a Deus, pois eles sabiam que, graças à proteção divina, os frutos puderam ser colhidos. Antes de o Templo ser destruído, em Pentecostes, assim como na Páscoa e em Tabernáculos (as três festas fixas estabelecidas por Deus) aconteciam grandes peregrinações para Jerusalém. Em Pentecostes, grupos de agricultores vinham de todas as províncias e o país adquiria um aspecto animado, divertido e colorido. Os peregrinos se organizavam em longas caminhadas, e dirigiam-se para Jerusalém, acompanhados durante o trajeto pelos alegres sons de flauta. Em cestos decorados com fitas e flores, cada um conduzia a sua oferta; primícias de trigo, cevada, uvas, figos, romãs, azeitonas, tâmaras. E, ao chegarem à Cidade Santa, eram recebidos com músicas de boas vindas e penetravam no Templo, onde faziam a entrega dos seus cestos ao sacerdote. A cerimônia se completava com hinos e toques de harpas e outros instrumentos musicais. Pentecostes também representa para os judeus a entrega da Tora (Palavra de Deus), por Deus a Moises para o povo que havia saído do Egito na páscoa. Por isso, nos dias de hoje os judeus costumam dedicar-se ao estudo da Palavra de Deus nos três dias que precedem a festa. Nos lares, são preparadas comidas especiais, preferencialmente lácteas e pratos adoçados com mel. Este costume tem uma origem muito interessante, pois deriva de uma passagem de Cântico dos Cânticos, que diz: “mel e leite há sob sua língua”, o que significa que a Tora (Palavra de Deus) é tão doce como mel e tão nutritiva como o leite. Nessa festa, há algumas coisas importantes para nós aprendermos como, por exemplo, ter compromisso com Deus e a Sua vontade, pois Ele é o Criador e Sustentador das leis que regem o universo, e nele está a terra. Ele faz a distribuição da terra e manda a chuva para todos, bons e maus, homens e mulheres, jovens e crianças. E aprender a agradecer. Agradecer a Deus pelo dom da terra para morar, plantar e se alimentar dos frutos produzidos nela. Agora que conhecemos a parte histórica da Festa no Antigo Testamento, vamos falar sobre o que ela representa para nós no Novo Testamento, até os dias de hoje. No capítulo 2 do livro de Atos, a Bíblia diz que 50 dias após a morte e ressurreição de Jesus, os 12 discípulos estavam reunidos com a segunda geração de discípulos. A Bíblia diz que junto com eles já caminhava uma “multidão de quase cento e vinte pessoas”. Fazia poucos dias que o Mestre Jesus havia morrido e ressuscitado. Ele não estava mais presente fisicamente entre eles. Aqueles homens podiam ter se dispersado, poderiam estar em qualquer outro lugar, mas decidiram estar juntos e buscar a presença do Senhor, quando “de repente veio do céu um som como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados. E foram vistas por eles línguas repartidas como que de fogo, as quais posaram sobre cada um deles. E todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia que falassem” (Atos 2, 1 a 4). A Bíblia diz que muitos ficaram maravilhados e muitos ficaram confusos, pois haviam pessoas de vários povos e várias línguas, mas todos podiam ouvir uns aos outros em sua língua natal. Alguns achavam até que estavam embriagados. Neste momento Pedro, discípulo de Jesus, põe-se em pé e começa a pregar a todos os curiosos que ali começavam a se ajuntar, dizendo: “Estes homens não estão embriagados, como vós pensais, sendo esta a terceira hora do dia. Mas isto é o que foi dito pelo profeta Joel, que nos últimos derramaria do Seu Espírito sobre toda a carne: e os vossos filhos e as vossas filhas profetizariam, os vossos jovens teriam visões, e os vossos velhos sonhariam sonhos”. (Atos 2, 14 a 17). Pedro continua pregando sobre Jesus, sobre Sua morte e ressurreição, sobre salvação e coisas do Reino de Deus, e através de sua pregação três mil almas agregam-se aos 12. Estas vidas eram as primícias da grande colheita que a Igreja de Jesus viria a fazer sobre a Terra. Será apenas uma coincidência de datas. A primícia de vidas acontecer exatamente na época que o povo judeu comemorava Pentecostes, a festa das primícias, das ofertas voluntárias a Deus? Claro que não! Deus não faz nada por acaso, ou sem preparação. Tudo o que Ele fez e faz tem uma origem, uma estratégia definida e um propósito a se alcançar. Assim como a Páscoa do velho testamento cumpre-se no novo testamento através da morte e ressurreição de Jesus, Pentecostes do Velho testamento cumpre-se com a primeira grande colheita de vidas, as primícias para A Igreja de Jesus. Até hoje esta colheita

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29/05/2018 – Relacionamento familiar curado

Salmos 128 A convivência familiar nos coloca nas circunstâncias ideais para nosso aperfeiçoamento. É na família que se forma o nosso caráter. Nela aprendemos a praticar o amor, a humildade, a paciência, a bondade e a mansidão. Também aprendemos responsabilidade, disciplina, sujeição, serviço, respeito e tolerância. É na família que aprendemos a perdoar, confessar, suportar, negar a nós mesmos, exercer autoridade com amor, corrigir com graça, sofrer sem desistir e sem rebelar, orar e confiar em Deus. O lar cumprirá este propósito quando é baseado na Bíblia, a família em Deus se torna a escola de formação tanto para os pais quanto para os filhos. Deus vai utilizar a convivência familiar, mais do que qualquer outra coisa, para transformar o nosso caráter à semelhança de Jesus Cristo. Deus é o criador da família. Ele é o dono da família. A família existe para Ele. Ele tem um propósito para a família. Por que Deus instituiu o casamento?  Porque Ele tem um propósito eterno. A família existe para cooperar com o propósito de Deus. Além do propósito de ser uma família de muitos filhos semelhantes a Jesus, a família tem o papel de eternizar os princípios de Deus nas gerações futuras, protegendo a descendência e a sociedade em todas as épocas. Deus quer transmitir o Seu conselho para que se possa vivê-lo e ensiná-lo a outros e tudo começa na família. Ensinar e proteger uns aos outros dos ataques de satanás e da corrente mundana que destrói as famílias começa no convívio do lar, na intimidade. A base de uma família sólida está na Palavra de Deus, nos seus princípios, se a família for forte, firme, sólida, toda a sociedade o será. (Mt 5:,14-16) Recursos que temos para a reconstrução da família. Em Salmos 127:1 diz: “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam”. Temos instruções claras e completas na Palavra de Deus para todas as áreas da nossa vida, mas todas elas começam na família, pois tudo na nossa vida começa na intimidade do lar. Os primeiros passos, as primeiras palavras, as primeiras expressões de amor, de disciplina, etc. Somos seres criados para se relacionar e crescer, mas só teremos êxito e estaremos preparados para ir e conviver com o mundo sem perder a identidade, sem ser influenciado para o mal, se a família cumprir com o seu papel na nossa vida. A nossa oração desperta em nós a esperança e a fé para ver as famílias da igreja vivendo a realidade do reino de Deus. Lares que O agradem. Cremos que Deus nos aperfeiçoará até sermos um povo formado por famílias sólidas e estáveis. Oramos, ensinamos e profetizamos até vermos os solteiros mantendo sua santidade. Casais que convivam em harmonia, respeito, honra e fidelidade. Filhos obedientes e que respeitem seus pais. Pais com um grande encargo pela educação cristã, social e pedagógica de seus filhos. Trabalhamos cavando nos princípios de Deus contidos em Sua Palavra, a Bíblia, para ser e gerar discípulos diligentes, responsáveis, generosos e que saibam servir. Um povo formado por famílias sadias e felizes, onde haja amor, equilíbrio, direção, relacionamentos curados, companheirismo, fé, verdade, fidelidade, honra, respeito, paz e alegria. Desafios da Comunicação Homem e mulher são diferentes em muitas coisas e por isso se completam. Não devemos ignorar as diferenças, nem competir, mais admirar a graça, o encanto e a capacidade que Deus deu à mulher para completar o homem equilibrando a família, e a visão, fortaleza e atitude que deu ao homem para suprir, direcionar e cuidar da sua família. Mas vemos que por causa das diferenças, a comunicação se torna um desafio, principalmente por causa do pecado que confundiu a função de cada dentro do lar. Uma comunicação para ser boa tem de ser cultivada. 1. Aceitar o cônjuge, seus pais, seus filhos e irmãos como cada um é, com alegria, quanto mais amarmos uma pessoa, maior é o nosso desejo de sermos aceitos por ela. Não forçar a mudança, não pressionar, mas orar sendo modelo, pois a Palavra na vida da pessoa cumprirá os eu proposito na medida em que investimos nisto. 2. Dialogar, se houver conflito escolher ou esperar o momento certo. No caso de envolver várias pessoas, esperar o momento em que todos realmente possam participar e conversar. 3. Sabedoria. Evitar situações de conflito, mesmo quando são detectados pontos fracos no outro, pois o maior interesse é manter bons relacionamentos, já que defeitos todos têm e ninguém pode julgar-se mestre, isento de culpas. 4. Falar a verdade em amor. Expor a opinião com carinho, falando de maneira simples e sincera, pois de outra forma pode ferir e gerar mágoas e ressentimentos, o que nunca ajuda. 5. Não discutir e não se defender. Precisamos aprender a reprimir o impulso de continuamente nos defender, justificar ou impor a nossa decisão ou ponto de vista. A palavra de Deus deve ser o parâmetro. Somos nós que nos ajustamos a Palavra de Deus e não ela a nós. 6. Permitir a reação do outro. É preciso deixar que o outro exponha o seu ponto de vista perante um ponto de discórdia, mesmo que seja errado ou diferente, é preciso tempo para convencer, deixar a semente que lançou com amor germinar. 7. Orar pelo problema. A oração é o grande recurso que nós servos do Deus vivo temos para exercer; uma família que ora pelos seus problemas e divergências consegue debatê-los com mais calma e numa atitude de humildade, porque dobram os joelhos diante de Deus, essa postura quebra barreiras. 8. Entregar a questão a Deus e deixar Deus operar. Depois de se expor a opinião em relação a um determinado problema, deve-se entregá-lo a Deus numa postura de fé, submissão e por tal, evitar sempre qualquer discussão. Deus alcança aqueles que lhe entregam sua vida e seus problemas. Quem em Cristo Jesus ama verdadeiramente não deseja ofender ou magoar, mas se o fizer, logo se humilha pedindo perdão a Deus e a pessoa, seja do seu convívio familiar ou não. O grau de entendimento entre cônjuges, pais, filhos e irmãos, depende da medida do amor

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23/05/2018 – Família, Criação de Deus

Deuteronômio 6:4 -12 Pouco antes do povo de Israel entrar na terra prometida, Moisés recorda os mandamentos dados por Deus no monte Sinai, que deveriam ser seguidos, pois as bênçãos eram inerentes ao cumprimento dos mesmos. Estas palavras que hoje te ordeno, estarão no teu coração. Que palavras eram essas, que deveriam estar em um lugar tão especial como o coração? Os versículos 4 e 5 de Deuteronômio 6 identificam: Ouve, ó Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, o Senhor Teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todas as tuas forças. Jesus Cristo declarou ser este o primeiro e grande mandamento, e acrescentou-lhe a frase: de todo o teu entendimento. Marcos 12:30. Deus estabeleceu que o lugar ideal para ensinar aos filhos e netos sobre o Seu nome, os Seus feitos e o temor a Ele, seria a casa, o lar, a família. A família foi estabelecida pelo próprio Deus nos primórdios da criação, pois ao criar a mulher a partir do homem, e, que ao coabitarem seriam uma só carne, estabeleceu uma unidade geradora de seres, que são os filhos, que compõem uma família. A família é a célula mater da sociedade, a família são os pilares de uma nação. Mas o pecado da desobediência atingiu em cheio a família; manchou e marcou definitivamente a vida familiar, trazendo a intriga, o ódio e a violência. Em Gênesis 4:8 fala que Caim impiedosamente matou seu irmão Abel por inveja, porque Deus aceitou a oferta de Abel e rejeitou a de Caim. Desde então a família tem sido açoitada por ataques, inclusive no campo religioso. Em Miquéias 7:6 diz: Porque o filho despreza o pai, a filha se levanta contra a mãe, a nora, contra a sogra; os inimigos do homem são os da sua própria casa. A família hoje não somente é atacada pela violência física, como também pela licenciosidade. Nossos lares são invadidos pelos meios de comunicação, despejando verdadeiro lixo em forma de noticiário e arte, fazendo com que comportamentos condenados e abomináveis a Deus sejam considerados normais. O Apóstolo Paulo em sua carta aos Romanos, capítulo 1, versículos 18 a 32, mostra a degradação acontecendo no seio da família. Nos dias atuais vemos tantos movimentos para salvar coisas, tais como a Mata Atlântica, o peixe-boi, a floresta amazônica, as baleias e tantos outros. E a família? Quem a salvará? A resposta é: o mesmo Deus que salvou a família de Noé, continua salvando por meio daqueles que creem nEle e praticam a Sua Palavra. Mesmo vivendo em um mundo que jaz no maligno, 1 João 5:19, é possível aos pais Cristãos crentes em Jesus Cristo liderarem suas famílias, mostrando-lhes o caminho da salvação. Em Josué 6:25 fala de Raabe, uma prostituta que teve sua família salva, porque creu em Deus e intercedeu por sua casa quando ajudou os espias de Israel na chegada a Jericó. Os pais e as mães têm a responsabilidade de amar seus filhos, dar exemplo de comportamento cristão amadurecido, cuidar das necessidades deles, discipliná-los com justiça. Em Provérbios 22:6, lemos: Eduque a criança no caminho em que deve andar, e até o fim da vida não se desviará dele, e, em Efésios 6:4b, diz: Criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor. Os filhos são herança da parte do Senhor. Salmo 127:3. Os homens brigam pelas heranças, vão aos tribunais por elas, mas muitas vezes se esquecem dos filhos; não dão a eles o devido valor como pessoas. Uma senhora disse ao marido, ao sair para uma festa: “Vou esconder minhas joias porque não sei se a moça que veio para ficar com nosso filho é de confiança”. O marido respondeu: “Engraçado, nosso filho, que é mais precioso que qualquer joia, você deixa tranquilamente em suas mãos”. Engraçado, muitas vezes confiamos nossos filhos as pessoas que nem conhecemos, quando deixamos eles assentirem programas, filmes, desenhos e internet, sem antes fazermos uma verificação e controle. Em nossa sociedade espera-se que as pessoas tenham dezessete anos de educação antes de poderem ensinar nas escolas públicas. Os médicos estudam cinco anos na faculdade e depois mais alguns anos em treinamento. Encanadores e carpinteiros, etc., trabalham anos como aprendizes; mas, para o trabalho de educar um filho não damos, nem exigimos, qualquer treinamento formal. Moisés recordava ao povo os feitos de Deus para libertá-lo da escravidão do Egito, e isso precisava ser contado aos filhos. Hoje, como pais, precisamos contar aos nossos filhos que por amor Deus enviou seu único Filho Jesus para nos libertar do pecado e nos tornar livres para salvação eterna. Moisés disse: Ouve ó Israel! Em Lucas 6:47-49 Jesus nos inclui ao dizer: Todo aquele que ouve estas minhas palavras e as põe em prática, será comparado a um homem que cavou fundo e abriu uma vala e lançou o alicerce na Rocha, ali edificou sua casa (lar, família) sobre a rocha. E desceu a chuva, correram as torrentes, sopraram os ventos, e bateram com ímpeto contra aquela casa; contudo não caiu, porque estava fundada sobre a rocha.  Jesus Cristo é o fundamento, a Rocha, o alicerce do lar. Em 1 Coríntios 3:11 lemos: Ninguém pode lançar outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo. Qual é então o alicerce da minha vida espiritual, da minha família, e da igreja? A resposta é simples: é Jesus o Cristo. Mesmo havendo tempestades, estaremos seguros e podemos falar como o apóstolo Paulo: Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?  Romanos 8:35. Jesus Cristo é a fonte da vida, da alegria, da salvação. Ao entrar na casa de Zaqueu, o publicano, Ele mesmo disse: Hoje veio salvação a esta casa. Lucas 19:9. Jesus disse em Apocalipse 3:20: Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele, comigo. É a graça de Deus na vida da família pela verdade da Palavra, esta graça ainda está disponível a todo aquele que crê e desejar. Esse é o único caminho

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15/05/2018 – A Família no plano de Deus

A palavra casa, neste verso não tem um significado físico, mas sim uma casa- família”, isto é, um lugar de comunhão, composto de vários membros, ligados por um relacionamento entre pais e filhos, marido e esposa. A presença de Deus, como construtor, no seio da família, é de real importância, porque não se pode haver uma felicidade duradoura sem uma ajuda constante de Deus. A prioridade absoluta afim que a “casa-família” possa no tempo, manter o amor, a unidade e a prosperidade, não depende só das condições econômicas ou da capacidade humana em administra-la, mas sim do ensinamento dos princípios fundamentais bíblicos e da presença de Deus. Pode parecer impossível, porém esta é uma realidade: as vezes alguém quer que Deus opere em sua vida, sem que esta mesma operação seja extensiva à sua casa, Deus quer abençoar-nos individualmente, mas quando se fala em família, Ele quer ver a unidade, o respeito, o ensino dos seus princípios e a honra para abençoar tanto no individual, como no coletivo. Vivemos em um mundo, onde o matrimonio não é mais considerado como instituição divina, e as pessoas veem a família apenas como instituição social, com propósitos e finalidades egoístas e sem sérios compromissos, podendo iniciar e findar em qualquer tempo, esquecendo-se das profundas feridas que permanecerão abertas nas vidas envolvidas, somente Jesus Cristo poderão cura-las. A família faz parte do plano de Deus para o a humanidade. Deus formou a família no jardim do Éden e fez com que o primeiro casal tivesse alegria, e mais, o privilégio de gerar e criar filhos. O profeta Malaquias 2:15 reafirma um dos propósitos de Deus na família: a criação de filhos honrados que temem e obedecem ao Senhor a fim de reproduzirem do Seu caráter refletido nos pais, desta forma eles comerão e beberão do melhor desta terra. (Isaias 1:19) Através do Antigo Testamento, e de modo especial em Deuteronômio, Deus orienta seu povo a respeito de como os pais devem educar, instruir e guiar os seus filhos. A família é uma das boas dádivas de Deus. A vida familiar pode e deve ser como um paraíso na terra, como um pedacinho do céu. Deus projetou assim. É possível! O segredo do sucesso é simples: obedecer a Deus e seguir as suas instruções. No Salmos 119.105 diz que “Lâmpada para os nossos pés é a Palavra de Deus, e luz para o nosso caminho”. A família deve viver diariamente momentos de comunhão, proporcionando aos seus membros: 1°) Formação espiritual: A vida cristã fundamentada na Bíblia e praticada no dia a dia, a comunhão com a igreja e célula de forma contínua, enraíza os membros da família no reino de Deus consolidando a salvação de todos. Em Atos 16:31 diz: crê no Senhor Jesus e será salvo tu e tua casa. A vida espiritual ativa, fala do novo nascimento, fala em vivermos em novidade de vida. A formação espiritual equilibra todas as outras áreas da vida, é uma vida em abundância, onde os obstáculos são vencidos! 2º) Formação emocional e física: Através da convivência, dos bons exemplos, é que se desenvolve a personalidade e o caráter, harmoniosamente. A família além de alimentar o corpo, deve alimentar também a alma. 3° Informação: Os valores morais e espirituais são passados aos filhos e estes lhes servem para o desenvolvimento da vida, refletindo na formação da descendência, pois estes valores são eternos. 4° Dialogo: É essencial conversar sobre os ideais, sobre os anseios e tristezas, vitórias e alegrias, as experiências do dia a dia, vida espiritual, ministerial, escolar, profissional, o que se vê e o que se ouve, tem no lar o melhor ambiente para serem analisados, sempre com muito temor a Deus. 5° Troca de experiências: Não só os filhos devem aprenderem com os pais, mas também os pais com os filhos as experiências vividas no dia a dia, selecionando-as, e aplicando-as para o bem-estar de todos. 6° Momentos de lazer e recordações: A família precisa ter momentos de lazer juntos, dos momentos de passeios e recordações, de passagens familiares que não podem ser esquecidos, conservando assim a sua própria história. 7° Ensino sobre a fé: São momentos de comunhão com Deus, onde Ele é exaltado e o nome de Jesus é proclamado como Senhor, Rei e Salvador. Cânticos, orações e estudos bíblicos em família, enriquece e leva a todos a um nível elevado de fé. É a fé em Jesus e Sua Palavra que trazemos a existência daquilo que não é, como se já fosse. A fé não é estática, nem passiva, ela é ativada pela Palavra de Deus e deve ser praticada na família através de atos diários e por palavras de vida em todo tempo. Sabemos que muitas são as barreiras encontradas na vida familiar, exemplos: O corre-corre do dia a dia, filhos abandonados ao seu próprio destino, desvalorização da convivência familiar, o egoísmo, a interferência da televisão, internet e outros meios de comunicação como influência de escolas e faculdades contaminadas por ideais partidários malignos, geram a perda dos conceitos divinos e eternos estabelecidos por Deus para a proteção e prosperidade da família. Mas, com tudo isto, nós, cristãos somos chamados para fazer do nosso lar, um lugar estável, onde o Espírito Santo tenha a primazia, onde todos os membros da família trabalhem pela felicidade um do outro, harmoniosamente, agradando a Deus e vivendo melhor. Tudo isso é possível se Deus for colocado em primeiro lugar, se Seus princípios forem observados no dia a dia, se Sua Palavra for o fundamento de tudo. É Deus quem edifica, foi Ele quem criou e definiu a família, portanto Ele tem a resposta! Declaro que nossas famílias comerão e beberão do melhor desta terra, nossas famílias estão debaixo do poder redentivo de Jesus o Cristo, com Ele e em nome dEle estamos crescendo e prosperando na terra! Prática: O compartilhar é opcional, se o ambiente estiver propício faça-o, mas a oração é necessária e fundamental, ore por todos e faça apelo aos visitantes no final, convida-os para o culto.   Amamos vocês!   Apóstolos Eliezer e

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08/05/2018 – A Paz de Cristo em nós

João 14. 27 e 15.7 Todos nós buscamos paz interior, mas somente Jesus Cristo pode nos dar esta paz que tanto almejamos. O resultado final da obra do Espírito Santo em nossa vida é a profunda e duradoura paz. Diferente da paz mundana, normalmente definida como a ausência de conflitos, a paz de Cristo é uma certeza de segurança em qualquer circunstância; tendo-a, não precisamos temer o presente ou o futuro. Se a sua vida é cheia de preocup08ações, permita que o Espírito Santo te encha com a paz de Cristo! (João 14. 27). 1 Esteja em Jesus e viva em paz Em João 16. 33 Jesus disse: Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo. Jesus resumiu tudo o que lhes havia dito naquela noite, reafirmou as recomendações e promessas descritas em outros momentos em que ele ministrou o povo. Ele disse aos seus discípulos para terem coragem. Apesar dos conflitos inevitáveis que enfrentariam, não estariam sozinhos. Jesus também não nos abandona em nossos conflitos. Se nos lembrarmos que a vitória final já foi ganha, poderemos declarar a paz de Cristo nos tempos mais desagradáveis! 2. Em Jesus, você anda pelo caminho da paz Em Lucas 1:78,79 diz: Graças à entranhável misericórdia de nosso Deus, pela qual nos visitará o sol nascente das alturas, para alumiar os que jazem nas trevas e na sombra da morte, e dirigir os nossos pés pelo caminho da paz. O cristianismo se distingue de todas as demais religiões, não somente por conferir aos homens aquilo que os corações humanos mais necessitam, a saber “a Paz de Deus”, que ultrapassa todo entendimento; mas também abre para nós o único ‘caminho para a Paz’. Através de Jesus, você tem paz com Deus. Em Romanos 5. 1 diz: Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo. Após recebermos a Jesus como nosso Senhor e Salvador, temos paz com Deus, o que é muito diferente de termos sentimentos pacíficos, como a calma e a tranquilidade. Ter paz com Deus significa estar reconciliado com Ele. Isto significa não existir mais hostilidade entre nós e o Pai celestial, nenhum pecado bloqueando nosso relacionamento com Ele. Só é possível ter paz com Deus, porque Jesus pagou o preço por nossos pecados ao morrer na cruz e ao ressuscitar dentre os mortos, Ele nos justificou, a cada dia podemos nos arrepender, confessar e ser perdoados e aceitos no céu. 3. Viva no Espírito e tenha paz Quem vive segundo a carne tem a mente voltada para o que a carne deseja; mas quem vive de acordo com o Espírito, tem a mente renovada pela Palavra de Deus, por isso sua mente e coração estarão voltados para o que o Espírito deseja. É desta forma que experimentamos a boa, perfeita e agradável vontade de Deus. Em Romanos 8. 5, 6 diz: A mentalidade da carne é morte, mas a mentalidade do Espírito é vida e paz. O Apóstolo Paulo dividiu as pessoas em duas categorias: aqueles que se deixam controlar por sua natureza pecaminosa e aqueles que seguem o Espírito Santo. Todos nós estaríamos na primeira categoria se Jesus não tivesse nos oferecido um escape. Uma vez que tenhamos respondido sim a Ele, continuaremos a segui-lo porque seu caminho nos traz a vida e a paz, Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida  eterna. Devemos diariamente preferir conscientemente centralizar nossa vida em Deus. Leia a Bíblia para descobrir as diretrizes divinas, e passe a segui-las. Em cada situação de perplexidade, pergunte a si mesmo: o que Jesus gostaria que eu fizesse? Quando o Espírito Santo indicar o que é certo, faça-o imediatamente. (Comece a ler a Bíblia no novo testamento, depois o velho). 4. A paz de Deus, guarda o nosso coração e mente em Jesus Em Filipenses 4. 6, 7 diz: Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus. Quando invocamos a Deus, com um coração posto em Cristo e na Sua Palavra, a paz de Deus transbordará em nossa alma, se ela estiver aflita, a paz removera a aflição e preenchera de plena alegria. Essa paz consiste em uma tranquilidade interior, que o Espírito Santo nos transmite.  Envolve uma firme convicção de que Jesus Cristo está perto, e que o amor de Deus estará ativo em nossa vida continuamente. Quando colocamos diante de Deus, em oração, as nossas inquietações, essa paz ficará como guarda à porta de nosso coração e de nossa mente, para impedir que os cuidados e angústias perturbem-nos a vida e a esperança em Cristo (1 Pedro 5.7). Se permanecermos em Jesus e Suas Palavras em nosso coração, o medo e a ansiedade não retornarão, haverá em nossos corações ações de graças e isso nos trarão a paz de Deus que guardará os nossos corações. Se a paz de Cristo estiver em nós, seremos pacificadores! Em 1 Pedro 3. 11 diz: Aparte-se do mal e faça o bem; busque a paz e siga-a.Frequentemente vemos a paz somente como a ausência de conflitos, e pensamos na pacificação como um papel passivo. Mas um pacificador efetivo procura ativamente a paz, construindo boas relações. O pacificador antecipa os problemas e lida com eles antes de acontecerem. À medida que os conflitos surgem, devem ser discutidos abertamente e resolvidos antes que se tornem incontroláveis. Apaziguar pode ser um trabalho mais difícil do que travar uma guerra, pois envolve vigilância, antecipação, prudência, busca e dedicação, é um encargo, mas uma vez aplicada resultará em vida plena e felicidade sólida. (obs. Felicidade não é ausência de problemas, mas fala em termos qualidade interior, certeza de quem somos, objetivo para viver, certeza da vitória e salvação em Cristo). Pratica: você está preocupado com alguma coisa, esta palavra te deu direção? Líder, ore por todos, no

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02/05/2018 – Propósito de Deus

Gênesis 3:8-24 – Apocalipse. 12:7-12 Queremos te parabenizar por estar participando desta célula, aqui é a extensão da Igreja Apostólica Corpo de Cristo, fazermos parte do corpo de Cristo na terra, somos uma Igreja em Células, estamos integrados em equipes de doze para formação de discípulos. É evidente que quem está em uma Igreja na visão celular, decidiu obedecer à ordem de Cristo para ser e fazer discípulos. Cinco verdades para vencer e prosperar na conquista de territórios Primeira: É preciso “Ser”. O mais importante não é ter, mas sim Ser. Eu sou doze para poder ter doze, pois assim estarei respaldado tanto para saber como fazer, como também para ser modelo, padrão e referencial de quem vive na prática. Eu me reporto a alguém para que outros se reportem a mim. Tremendo! Faço parte de uma equipe de vencedores, de conquistadores, de multiplicadores. Se estou em uma equipe de líderes mentoriados por Apóstolos e pastores colocados e ungidos por Deus, estarei protegido, respaldado e desatado para uma conquista sem igual. Segunda: Ter metas.  Uma pessoa ou um líder sem metas é um líder sem destino definido, ele não sabe aonde vai chegar, ele vive e anda conforme as circunstâncias. Não podemos permitir que as circunstâncias contrarias determinem as nossas vidas, pois temos uma base sólida que diz que em Cristo somos mais que vencedores, pois nEle somos conduzidos em triunfo. Terceira: Ter Conhecimento. Fazemos com a massa o que queremos, mas não se faz o que quer com quem tem o conhecimento, com quem pensa, com quem está direcionado. A bíblia que é a Palavra de Deus nos dá os parâmetros corretos de como devemos viver como filhos legítimos de Deus. Quarta: Ter Linguagem alinhada com a Palavra de Deus. Não podemos confiar em pessoas ou em líderes que não sabem o que falam, pois, uma palavra pode desatar ou prender uma vida ou uma geração. Uma pessoa curada, liberta e madura não fala tolices e nem age precipitadamente. Quinta: Encargo pelo discipulado. Não devemos apenas trabalhar para deixarmos um planeta melhor para os nossos filhos e nossos discípulos, mas principalmente trabalharmos para deixarmos filhos e discípulos melhores para o nosso planeta, caso contrário, todo o nosso trabalho será em vão. Conforme os textos que lemos, o homem que Deus formou é bem diferente de todas as demais criaturas, ele não é uma máquina, pelo contrário, esse ser possuí perfeita liberdade de escolha. Se decidir obedecer a Deus, essa decisão será respeitada; se preferir rebelar-se, essa decisão também será respeitada. O Senhor não realizará nada por nós, a não ser que cooperemos ativamente com Ele. Deus estabeleceu leis espirituais, estas leis são princípios que regem o universo espiritual e físico, nem Deus nem o diabo farão nada sem o nosso prévio consentimento, pois Deus deu ao homem livre arbítrio, este tem poder de decisão e é exatamente por isso que cada pessoa um dia dará conta das suas decisões ou estilo de vida que leva diante de Deus. São leis espirituais que também nos protege do diabo. Quando oramos pedindo algo a Deus revelando a nossa vontade, desejo e sonhos, ou quando intercedemos por alguém, ou profetizamos a Palavra de Deus exercendo autoridade dada por Jesus para repreender o inimigo, ou reivindicar algo que Ele na sua morte na cruz e na sua ressurreição conquistou para nós, concordamos com aquilo que Deus já quer fazer. A nossa oração, ou determinação em uma busca, ou aquilo que falamos define o que queremos e isso legaliza, é uma autorização. Quando oramos alinhados com a Palavra de Deus, estamos pedindo e autorizando àquilo que Deus já quer fazer, mas não o fez ainda pela falta de legalidade, a mesma coisa acontece com o diabo, ele precisa da nossa autorização para agir e como já aprendemos, o que falamos e os pecados que cometemos é uma autorização dada a ele para agir contra nós, é uma luta diária contra o pecado, mas quando pecamos podemos em Cristo nos arrepender, confessar e ser perdoados e assim reintegrados na presença de Deus todos os dias! Somos santos lutando contra o pecado, pois ele nos separa de Deus. Minha conclusão é que precisamos ter sede de Deus, pois as pessoas lá fora, longe da igreja precisam perceber que somos cristãos, que somos honestos e íntegros, que não negociamos a nossa fé em Jesus. As pessoas precisam ver Cristo em nós, o caráter dEle precisa refletir através das nossas atitudes.  Não podemos ter palavras torpes, palavras antagónicas a Deus, atitudes contrarias a nossa fé e fidelidade, mas sim palavras e atitudes de vida , palavras e ações em linha com Ele. Lembre-se, somos ministros de Cristo, falamos palavras vivas e ungidas (I Coríntios 4:1). Deus não quer ficar nos chamando ou nos procurando, pois isso revelaria uma vida alheia, longe, à distância, sem compromisso. Nós é que precisamos buscá-lo de todo o coração e assim estarmos em todo tempo acessíveis a Ele. Precisamos ter um lugar secreto nosso para nos encontrarmos com Deus todos os dias, pois Ele é a resposta para os nossos anseios, para as nossas necessidades, nEle encontramos a salvação, nEle temos a vida eterna que todos almejam. Se Jesus Cristo estiver presente em nossa vida, Deus Pai e o Espírito Santo também estarão, e, nossas atitudes vão denunciar que somos cristãos verdadeiros, que somos felizes e prósperos e que amamos a Deus. Amém! Compartilhar (opcional): Fale de uma decisão que você precisa tomar para mudar sua trajetória de vida na área espiritual, familiar, ministerial e profissional. Ore por todos no final e em seguida faça o apelo aos visitantes No amor de Cristo! Apóstolos Eliezer e Zenita C. Moreira  

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24/04/2018 – Mergulhando no relacionamento com Deus

Ezequiel 47: 1- 5; João 7:37, 38 No domingo passado Deus falou conosco através da Sua Palavra sobre unidade, nos revelando que esta é uma chave para vencermos os obstáculos e crescermos e prosperarmos em todas as áreas da nossa vida, pois esta unidade começa entre nós e Ele e depois entre nós no casamento e família, depois na equipe de doze, células e igreja. Para que tenhamos sucesso na unidade, precisaremos mergulhar nas águas mais profundas do Espírito Santo, fomos chamados por Deus para ser Um com Ele e entre nós. Para que isso flua de forma natural precisamos ser cheios do Espírito Santo. No texto de João 7:38 Jesus disse: Quem crer em mim como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva. Nota-se que são rios, mas a água é uma só, e ela representa o ESPIRITO SANTO. No texto de Ezequiel 47, mostra que Deus quer que aprofundamos nessa água do Espirito. Existem quatro profundidades, quatro níveis que representa onde estamos: 1º Nível – Água no Tornozelo (artelho). Ezequiel 47:3. O primeiro Nível é no tornozelo, a agua ainda está rasa, é para aquelas pessoas que estão chegando agora em Jesus e tendo as suas primeiras experiências, Jesus já limpou seus pecados, elas já estão salvas, já começaram as primeiras mudanças, mas isso é só o primeiro passo nesse rio. O problema é que muitos ficam estacionados e a carne começa a manifestar-se desejando em fazer as mesmas obras antigas. É necessário prosseguir no processo e continuar crescendo em Deus! A prática de uma religião é esperar para que os outros façam para nós, mas nós cristãos de uma igreja em Células e discipulado não seguimos uma religião, seguimos a Jesus O Cristo, nosso messias salvador. 2º Nível – Água no Joelho. Ezequiel 47:4a. Nesse segundo nível já começamos a ler a bíblia, orar, jejuar, já houve uma mudança na vida Espiritual, emocional, física e familiar, já começamos a ser discipulados, mas para muitos, esse nível de profundidade é a zona de conforto, pois existem pessoas que só querem receber e não estão dispostas a reproduzir na vida de outras pessoas o que estão recebendo, não estão dispostas a fazer a obra de Deus e não deixam Deus usar suas vidas no que diz respeito a cuidar de outras pessoas, ou funcionarem dentro da igreja naquilo que é necessário. 3º Nível – Agua no Lombo ou Cintura. Ezequiel 47:4b. Nesse terceiro nível já estamos fazendo a obra de Deus como Jesus nos ordenou como seus discípulos, ganhando almas e cuidando delas, usando os dons espirituais e talentos naturais para o crescimento do reino de Deus na terra, mas a cabeça (mente) ainda está fora da água e as coisas nos prende e muitos ficam divididos entre o reino de Deus e as obras da terra. Muitos cometem erros nesta profundidade porque pensam que é pelos seus próprios esforços, a mente ainda não está totalmente mergulhada no rio de Deus, ela ainda não está totalmente renovada pela Palavra e a transformação na maturidade e estatura de Cristo ainda não se completou. 4º Nível – Aguas Profundas. Ezequiel 47:5. Nesse quarto nível já estamos totalmente mergulhados na água do Espirito de Deus, e neste nível temos o Fruto do Espírito fluindo, neste patamar temos facilidade de nos render totalmente ao propósito de Deus, as nossas ações estão entregues, agora estamos emergidos no Espirito Santo e Ele está conduzindo nossas vidas, como disse o Apostolo Paulo, meu viver está entregue a Cristo, Ele agora vive e se move na minha vida, eu permito Deus fazer em mim tudo o que Ele quer. É nesta fase que de fato estaremos mergulhados no Espírito Santo. É neste nível que somos facilmente conduzidos por Ele, é aqui que nosso legado pelo investimento que fizemos em oração, meditação da Sua Palavra, integração na célula, na equipe de doze, redes e igreja se manifestam, é aqui que a vida cristã de fato se torna real e maravilhosa. Nesta fase já teremos passado pelo Encontro, Escola de Líderes, Reencontro, Encontros do mover I, II e III e estaremos integrados em uma equipe de doze funcionando como discípulo enviado ou integrado nos projetos do reino de Deus estabelecidos na igreja. Fomos ganhos por Jesus através da igreja, subimos o nível e fomos consolidados na Palavra da verdade, não paramos e subimos mais um degrau nos tornando discípulos, avançamos e subimos mais um nível e estamos enviados para cumprirmos uma chamada do Céu, uma missão dada pelo Senhor Jesus, nos tornamos testemunhas vivas e velozes do seu amor e salvação, recebemos poder pelo Espírito Santo para testemunharmos que Jesus morreu pelos nossos pecados, mas ressuscitou, Ele está vivo e vive em nós! Conclusão: As duas referências apontam para o Espirito Santo, tanto o mergulhar, como o beber da água viva, os dois sentidos levam uma pessoa a ter experiência com o Espirito Santo, nós não conseguiremos fazer nada sozinhos, o Senhor Jesus quer mais de nós, por isso Ele está procurando pessoas que estão disponíveis. Para estas Deus capacita e supre com o melhor do Céu e da terra! Você pode dizer, eis-me aqui estou à disposição, quero crescer no Espírito Santo, quero mergulhar nEle? Deus te ama e em Cristo Jesus a porta de acesso à Sua presença foi aberta pra você! A presença de Deus na nossa vida faz toda a diferença! Compartilhar. Responda pelo menos uma: 1). Na sua opinião em qual nível de relacionamento com Deus você está? Ezequiel 47:1-5 2). Com suas palavras o que é crer em Jesus como diz as escrituras? João 7:38 3). Com suas palavras qual seria os benefícios na vida de uma pessoa que decidiu mergulhar nas águas mais profundas? Ezequiel 47:5 Avise na célula Atenção: Próximo culto será do amigo, quantos amigos esta célula vai levar domingo? Definir agora com cada um e orar por eles e na sequência, convidá-los!   Amamos vocês!   Apóstolos Eliezer e Zenita

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17/04/2018 – O toque movido pela fé

Marcos 5:25-34 Esta mulher enfrentou a morte para ter vida. Ela perdia sangue diariamente. Ela tinha uma ane­mia profunda e uma fraqueza constante. O sangue é símbolo da vida. Seu diagnóstico era sombrio. Ela parecia morrer pouco a pouco; a vida parecia esvair-se aos poucos do seu corpo. Esta mulher hemorrágica enfrentou a segregação conjugal por causa de sua enfermidade, segundo a lei judaica, uma mu­lher com fluxo de sangue não podia se relacionar com ninguém. Se ela era solteira, não poderia se casar; se era casada, não poderia se relacionar com o marido. (Obs.: Segregação é o processo de dissociação, é o ato de pôr de lado, de separar, isolar ou apartar). Em segundo lugar, ela enfrentou a segregação social. Uma mulher com he­morragia não podia se relacionar com as pessoas; antes, devia viver confinada na caverna da solidão, no isolamento, sob a triste realidade do ostracismo social. Essa mulher era tratada quase como se estivesse com lepra. Por doze anos ela não pudera abra­çar nenhum familiar sem causar-lhe dano. Doze anos sem ir ao culto. Ela vivia na agonia da vergonha com a auto-estima destruída. Por isso, chegou anonimamente para tocar em Jesus, com medo de ser rejeitada, pois quem a tocasse segundo a lei judaica, ficaria impuro. Em terceiro lugar, ela enfrentou a segregação religiosa. Uma mulher com fluxo de sangue não podia entrar no templo nem na sina­goga para adorar. Ela estava proibida de participar do culto público, segundo Lv 15.25-28, naquele período ela era considerada impura, portanto im­pedida de participar das festas e dos cultos. Com a vinda de Jesus a lei do antigo testamento se encerrou e nEle começou uma nova aliança, um resgate, uma redenção,  tudo mudou depois de Jesus. (Rom. 10:4) Uma pessoa nessas condições não poderia misturar-se na multidão sob pena de ser apedrejada se fosse des­coberta. Mas ela não fez caso da própria vida. É como se ela dissesse: “Eu prefiro morrer a continuar vivendo assim.”. Alguém poderia ponderar: é melhor suportar uma hemorra­gia, mas continuar viva. Mas, na concepção dela, era preferível morrer a continuar vivendo aquela vida. 1. Ela não se conformou em ser infeliz A atitude dela mostrou sua imensa indignação com aquela condição de vida. Muitos não recebem de Deus porque se acos­tumaram com a infelicidade, com o casamento ruim, o empre­go ruim e a saúde ruim. Ela tinha hemorragia e gastou tudo com os médicos. Ela não era conformada, ela tentou, bateu em todas as portas, forçou todas as entradas. Ela tentou tudo, foi ao médico durante doze anos e os médicos tomaram tudo o que ela tinha. Ela não pou­pou dinheiro e nem esforços para se livrar daquele desconforto. Ela não se acostumou com sua condição miserável. Depois de doze anos, a mulher hemorrágica bem que pode­ria já estar adaptada e conformada com a sua situação. Depois de gastar tudo com a medicina, seria de se supor que ela se confor­masse com a situação. Na verdade, o fato de gastar tudo mostra a sua disposição de não se conformar com a enfermidade. Mui­tos pessoas têm se conformado com casamentos ruins por um, dois, três, dez, doze anos. Uma mulher com doze anos de hemorragia poderia se acostumar, arrumar um absorvente especial, se habituar, ir levando a vida. Mas aquela mulher não se acostu­mou, não aceitou, Não se acomodou. Quantos têm se acostumado com uma vida ruim, uma vida angustiada, uma vida triste e sem espectativas? O tempo passa e as pessoas se adaptam, se acostumam com a infelicidade, se habi­tuam com a tristeza e o vazio interior. Mas Jesus Cristo veio para nos lbertar, Ele disse: Conhecereis a vierdade e ela te libertará, recuse acostumar-se com o que não é a vontade de Deus, recuse conformar-se com o que não é o propósito de Deus para você, para o qual você não foi criado. Jesus veio para nos dar vida, e vida em abundância. Não aceite menos que isso (João 10.10). Esse era o seu segredo, dia após dia ela dizia: “Eu não vou me conformar com isso. Não vou morrer assim. Não nasci com isso e não irei morrer com isso. Não vou aceitar”. Aprenda isso hoje: Tocamos nas vestes de Jesus quando Cremos nEle, quando praticamos os Seus princípios, quando falamos alinhados com a Palaavra de Deus, quando obecedemos os seus mandamentos, quando somos fieis em tudo para com o nosso Deus e Pai! 2. Ela tocou pela fé Há o toque da emoção, o toque da curiosidade e o toque do conhecimento intelectual. Mas somente o toque da fé libera a virtude e o poder de Deus sobre nós. Jesus disse que a fé daquela mulher foi a chave de sua bênção. A fé genuína possui cinco elementos praticados por esta mulher; A fé genuína desconsidera os obstáculos e as dificuldades, se dis­põe a pagar até o preço da própria vida, não se conforma e se dispõe ao arrependimento e à obediência. Há um poder disponível para mudar a sua vida. Basta um sim­ples toque. Um toque de fé. A sua história pode ser completamente mudada por causa de um único toque. Outros estarão apenas er­guendo as mãos, mas pela fé você pode tocar nas vestes do Senhor. É hora de meditar: Será que há alguma “hemorragia” em nossa vida? Será que em algum momento nos sentimos como esta mulher hemorrágica? Que obstáculos têm nos impedido de tocar no Senhor Jesus para serví-lo de coração? Decida-se a tocar no Senhor Jesus. A Bíblia diz que pelo Sangue nós temos acesso ao Trono da Graça de Deus. Creia que hoje o poder e a virtude de Jesus Cristo transformarão a sua vida. Prática: Toque um louvor de adoração e rendição ao Senhor, louvor do Encontro que ajude no quabrentamento e peça para todos orarem e receberem um renovo de Deus, no final ore por todos! Antes de encerrar, faça o apelo aos visitantes e leve-os a confessar a Jesus como Senhor e Salvador e convide-os para o culto! Amamos vocês! Apóstolos Eliezer e Zenita

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12/04/2018 – Somos a igreja de Jesus na terra

Hebreus 10:19-25 Esta Célula pertence a Igreja Apostólica Corpo de Cristo, nossos pastores responsáveis por ela são os Apóstolos Eliezer e Zenita. Hoje estamos aqui na Célula reunidos como Igreja, porque um dia em Cristo Jesus, fomos Resgatados, Reconciliados, Justificados e Santificados. Fomos comissionados e capacitados por Deus para nos mover na terra como Corpo de Cristo, com a finalidade de refletir do Seu amor e da Sua graça salvadora. Esta reunião não é apenas de amigos que toda a semana sentem saudade um do outro e então querem se rever (Obs. líder, descontraia dizendo que embora não seja para isso que se reúnem, você sentiu saudades deles). Essa reunião não é um encontro inventado pela igreja para entreter seus discípulos. Essa reunião não é uma reunião apenas de oração para que Deus atenda nossos anseios (embora aqui oramos e Deus atende). Esta reunião representa o cumprir do comissionamento de Jesus para aqueles que entenderam que a igreja dEle seria manifesta aqui na Terra por meio de nós, ou melhor ainda, que entenderam que nós somos a Sua Igreja. Eu não apenas vou a igreja de Cristo. Eu sou a Igreja de Cristo que vai ao templo se unir ao Seu corpo para receber mais de Deus e assim crescer e reproduzir na vida de outros. Hoje aqui somos a Igreja reunida em uma casa porque pertencemos ao Corpo de Cristo que se reúne para congregar e adorar o rei dos reis no templo. Ali tem o manto apostólico, profético, pastoral, evangelístico e de mestre. Hoje muitos cristãos negligenciam a doutrina da igreja, por erroneamente achar que a Igreja de Cristo é o resultado de dois ou mais estarem reunidos em uma casa, ou em um carro em nome de Jesus. Existem hoje até alguns pregadores que conduzem seus rebanhos” online”. Desde a igreja primitiva de Atos e depois na reforma, os cristãos protestantes das mais diversas denominações têm concordado unanimemente que a Igreja exige alguns elementos essenciais: a pregação correta da Palavra de Deus, o batismo e a ceia do Senhor. Estes três elementos revelam que primeiramente devemos como Igreja viver sujeitos à verdade e autoridade da Bíblia, com o objetivo de sermos ensinados, treinados, repreendidos e corrigidos. Em 2 Timóteo 3:16-17 diz: “Toda escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para correção, para a educação, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e habilitado para toda a boa obra.” A mensagem da Igreja de Cristo deve ser a palavra de Deus e não filosofias e ideias humanas. O batismo nas Águas e a Ceia do Senhor enfatizam a necessidade de a igreja estar firmada sobre o Evangelho de Jesus Cristo. Ambas as ordenanças são meios do cristão vivenciar e lembrar QUEM SOMOS por meio morte e ressurreição de Jesus por nós. A ceia e o batismo distinguem quem é e quem não é parte do povo de Deus. Quem é e quem não é igreja. O batismo é o ponto de entrada para a Igreja. Simboliza a morte do cristão para o pecado, a ressurreição com Jesus para uma nova vida e a entrada na família de Deus como discípulo, e não apenas um seguidor. Em Mateus 28,19) diz: “Ide e fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do filho e do Espírito Santo…” A ceia do Senhor, como instrui a bíblia, deve ser repetida muitas vezes durante toda nossa vida cristã, até que Jesus volte. Jesus ensina seus discípulos que ao partirem o pão e beberem o cálice em lembrança de seu corpo partido e seu sangue derramado na sua morte na cruz, proclamam juntos que esta morte e ressurreição é a nossa fonte de Salvação. Na ceia dizemos silenciosamente ao mundo físico e espiritual:  “Ainda estamos aqui, prosseguindo em fé, conectados uns aos outros e a Jesus, porque Ele morreu e ressuscitou por nós e nos tornou filhos de Deus! ” O novo testamento está cheio de instruções práticas sobre a organização da igreja. Como por exemplo que as lideranças eclesiásticas devem governar bem sua própria casa, praticar e ensinar a sã doutrina (I Timóteo 3), que os cristãos devem amar, servir, honrar uns aos outros e orar uns pelos outros (Jo 13,14; Gl 5,13; Rom 12,10; Tg 5,16), honrar e obedecer seus líderes na igreja local (Hb13,17), e aceitarem a correção e a orientação daquela comunidade Cristã a que pertence  (Gl 6,1; Mt 18 15 a 19). Sabemos que estar em uma célula como esta, além de edificante é delicioso, mas precisamos, como Igreja de Cristo entender que todo o poder, toda a autoridade, todas as promessas e o prevalecer contra as portas do inferno são para a Sua Igreja como corpo unido, que Ele chama de noiva, de sua família. A célula aqui é parte deste corpo de Cristo na terra, mas quando estamos integrados congregando na igreja, estaremos completos e protegidos para cumprirmos o nosso papel nesta geração. Precisamos estar integrados na igreja instituída para experimentarmos da plenitude de Deus. O líder e esta célula estão protegidos, respaldados e abençoados, porque pertence a uma igreja, aqui os líderes foram enviados e este envio os respalda no território, o reino espiritual reconhecesse isso. Precisamos ir além desta reunião e nos integrarmos no corpo de Cristo congregando na igreja, participando dos cultos para adorar e receber mais de Deus. Como posso afirmar que conheço e amo a Jesus, se apesar disso sou indiferente para com Sua noiva, Sua família ou Seu próprio corpo? Como posso dizer que amo a Jesus, mas odeio sua a igreja Sua noiva, a quem Ele ama e cuida? Como posso dizer que amo Jesus se não faço questão de estar com Sua família? Ficam aqui estas perguntas para nos examinarmos e refletirmos. Amamos cada um de vocês! Prática: (Líder dê alguns minutinhos de silêncio para que todos reflitam e logo em seguida faça o apelo e ore por todos. O compartilhar é livre e se

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