12 hábitos para uma vida nota 12

Daniel 6: 10             Todo líder bem sucedido tem como segredo de seu sucesso, uma vida disciplinada e de bons hábitos. Daniel além de ter sido um excelente servo de Deus, foi um chefe de estado em três reinados diferentes. Um homem estimado por Deus e honrado pelos homens.             Um dos segredos de vitória na vida de Daniel era o hábito de orar e dar graças a Deus três vezes por dia, como nos mostra o versículo acima.             Outros heróis da fé também são mencionados por posturas espirituais e hábitos que lhes conferiam recompensas, como Josué, que servia cotidianamente a seu líder Moisés, o Apóstolo João, que buscava sempre intimidade com Jesus e os Apóstolos de Atos, que perseveravam todos os dias em oração no templo.             Bons hábitos podem parecer atitudes feitas no automático, mas na verdade, dependem de uma essência de santidade e acabam definindo um bom caráter.             Neste estudo veremos 12 bons hábitos para uma vida espiritual e pessoal de êxito:             1 – Leia a Bíblia todos os dias, ela alimentará sua fé, lhe trará a direção de Deus para cada área de sua vida e lhe permitirá orientar a outros. Sl. 119: 105: A tua Palavra é lâmpada para os meus pés, luz para os meus caminhos.             2 – Tenha um tempo de oração e comunhão com Deus todos os dias. A oração nos traz proteção e força espiritual. Se o fizermos pela manhã, poderemos construir um dia melhor para todos por quem orarmos (ex. Por si mesmo, por sua família, por seus discípulos, por pessoas a serem salvas).  Cl. 4: 2: Perseverai na oração, vigiando com ações de graças.             3 – Jejue pelo menos uma vez por semana. O Jejum promove santificação e conquistas no mundo espiritual. Envolva-se nas campanhas de jejum convocadas pela liderança da igreja, este é um sinal de fidelidade e submissão. Mc. 9: 29 Há certas castas que só saem por meio de jejum e oração.             4 – Seja fiel na devolução dos dízimos, ousado e generoso nas ofertas e primícias. Esta postura adotada de forma zelosa e permanente lhe garantirá tranquilidade e prosperidade em todos os aspectos.  2 Co. 9: 6, E isto afirmo: aquele que semeia pouco, pouco também colherá, e o que semeia com fartura com abundância também colherá.             5 – Dê atenção a sua família, dialogue com seu cônjuge, brinque com seus filhos, visites seus parentes. A unidade e o bem-estar de nossa família faz parte de nosso testemunho cristão e é o que nos autoriza como líderes espirituais. 1 Tm. 5: 8: Ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior do que o ímpio.             6 – Mantenha a chama romântica de seu casamento. Demonstre o amor todos os dias através de palavras e atitudes de carinho. Esteja atento aos anseios de seu cônjuge.     Mantenha sua vida sexual pura e saudável. Seja fiel e não negue afeto e intimidade a seu cônjuge. Casais saudáveis na vida sexual, tem relações no mínimo duas vezes por semana. Muitos casamentos começam a perder sua saúde, quando a vida íntima fica sem a devida atenção.              1 Co. 7: 5 Não vos priveis um ao outro, salvo por mútuo consentimento, por algum tempo, para vos dedicardes à oração e, novamente, vos ajuntardes, para que Satanás não vos tente por causa da incontinência.             7 – Cuide de sua saúde, fazendo exercícios físicos, alimentando-se corretamente, dormindo oito horas por dia e fazendo algo que lhe traga refrigério e prazer. Algumas pessoas por exemplo, gostam de cuidar de plantas, outras de arrumar a casa, outras de passear com os filhos. É importante fazermos algo que nos descanse a mente e quebre a rotina.             1 Co 6: 19 Acaso não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós…. agora glorificai a Deus no vosso corpo.             8 – Desenvolva um senso de organização. Organize sua agenda, seus documentos, sua vida financeira, os ambientes de sua casa. A desordem nos traz prejuízo de tempo, saúde e dinheiro, ao passo que a organização atrai a benção de Deus.             1 Timóteo 3:5 Aquele que não governa bem a sua própria casa, não pode governar a Casa de Deus.              9 – Seja uma pessoa diligente, não perca tempo, não procrastine (o mau hábito de deixar tudo para depois, para amanhã, para o mês que vem…). Peça a Deus que lhe ajude a reconhecer e atender as prioridades. Tenha metas bem definidas, não desista de seus sonhos.             Proverbio 10:4 A mão dos diligentes virá a enriquecer-se, mas o que trabalha com mão remissa empobrecerá.              10 – Cultive bons relacionamentos, cerque-se de pessoas leais, sempre que puder, transmita a outros, o que você tem de bom, principalmente o conhecimento de Deus. Esteja pronto para ensinar, mas também para aprender. Disponha-se a servir e solucionar os problemas dos outros, pois isto aperfeiçoará e multiplicará suas habilidades. Proverbio 18: 24 Há amigos mais chegados que um irmão.             11 – Ore para que Deus lhe dê oportunidades de ganhar vidas para Cristo. Testemunhe a todos que você encontrar, ensine sempre os princípios da Palavra de Deus, enfatizando seus benefícios. Acompanhe continuamente, o crescimento espiritual daqueles que você gerar. Gerar um discípulo é gerar um filho. Mt. 28:19 Ide, portanto e fazei discípulos de todas

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Caráter de discípulo

Mateus 28: 18 a 20 Os doze discípulos de Jesus receberam dele uma missão: a de evangelizar e salvar a humanidade, fazendo de cada pessoa comum um discípulo do Senhor Jesus. Jesus havia dado a eles o caráter de discípulos e também os capacitou com autoridade espiritual (o poder do Espírito Santo que operava no ministério de Jesus – curas, milagres e prodígios) Porém, nem este caráter, nem esta autoridade teriam surtido efeito se eles (os discípulos) não tivessem decidido comprometer-se com aquela missão. Porque eles decidiram comprometer-se com Jesus e com o seu sonho, eles obtiveram pleno êxito (100% de sucesso) A prova disto é que hoje estamos aqui nesta célula, falando deles e compartilhando o evangelho que eles transmitiram às nações da terra (2000 anos depois). Eles mudaram a sorte destas nações, não só através do seu próprio ensino, mas dos discípulos que formaram e enviaram às nações. Seus nomes entraram para a história, estão registrados em memória eterna e ainda sob a promessa de estarem assentados com Cristo, em 12 tronos para julgar as 12 tribos de Israel (posição de honra e autoridade na vida eterna). Eles tiveram absoluto êxito na terra e ainda conquistaram a Glória eterna que é ver a Deus e estar com Ele para sempre. Pergunte: quantos gostariam de ter este mesmo êxito alcançado pelo 12 de Jesus? Isto é possível a todos que estão aqui hoje. Depende apenas de duas coisas: Entendermos o que é ser um discípulo Decidirmos ser discípulos de Jesus. Há quatro pontos que nos esclarecerão sobre o que é ser um discípulo: 1- Discípulo é aquele que decide caminhar junto ao mestre. Jesus chamou os 12 e eles atraídos por seu amor e por sua divindade, deixaram família e trabalho para estar com ele como mostra Marcos 1:20 “e logo os chamou: deixando eles no barco a seu pai Zebedeu com os empregados, seguiram após Jesus”. Se decidimos caminhar com Jesus, nossa vida é restaurada e abençoada por Ele, mas o que seria caminhar com Jesus hoje? É buscar sua presença através da comunhão com sua palavra (ler a Bíblia), através da oração (falar com Deus), estar com a Igreja (participar das células e dos cultos). Jesus disse: onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome eu estarei no meio deles. Caminhar com Jesus é acharmos tempo para ele em nossa agenda, priorizando isto acima da família, trabalho, diversão, e etc. Caminhar com Jesus não é um fardo, mas uma necessidade e também um prazer. 2- Discípulo é aquele que aceita o ensino e o aplica à sua vida. Um dos significados de discípulo no dicionário é aprendiz. É impossível alguém ser um discípulo (a) sem ter um coração ensinável. Jesus ensinou aos 12, os princípios espirituais para o seu próprio bem-estar. Quando nos dedicamos a entender a palavra de Deus, entendemos os princípios de funcionamento de todas as coisas na terra, o que nos possibilita viver por estes princípios (mandamentos) e ter como resultado uma vida de êxito e realização pessoal. 3 – Discípulo é aquele que decide amar o mestre. O amor é a essência de Deus, pois Deus é amor. O ministério de Jesus foi fundamentado em amor.  Ele viveu, ensinou e morreu por amor (foi por amor a nós que ele se entregou a morte na cruz) e a Bíblia diz que Jesus amou os seus 12 e os amou até o fim. Foi amando-os que Ele os ensinou a amá-lo também, e eles o amaram tanto que mesmo depois de sua volta para o Pai (na sua ausência) eles não o negaram, antes deram sua própria vida por Ele. Tanto o amor de Jesus como o dos discípulos não foi teórico, mas foi expresso por obras que comprovaram que este amor era verdadeiro. Jesus foi para Cruz e os 12 foram fazer o que Ele havia mandado: discípulos de todas as nações. O Espírito Santo hoje te faz algumas perguntas para que você se avalie. Pensem: – Você ama a Jesus? – Você se ama? – Você ama ao seu Pastor? – Você ama o seu líder, o seu discipulador? – Você ama as vidas? – O que você tem feito de prático para que este amor possa ser verdadeiro? Independente de quais suas respostas para estas perguntas, Jesus te ama e vai te revelar este amor, abençoando sua vida a partir de hoje com paz, amor, saúde, longevidade, prosperidade e alegria! (Sabemos que tudo isto é resultado da nossa fé e fidelidade) 4 – Discípulo é aquele que decide obedecer e ir. O pecado alcançou a vida do homem desde Adão, roubando-lhe a comunhão com Deus e as bênçãos decorrentes desta comunhão. Jesus veio exatamente para, através do seu sacrifício na cruz, perdoar nossos pecados, restituir-nos à presença de Deus e restituir-nos as bênçãos roubadas pela rebelião semeada na alma do homem. Pela rebeldia fomos separados de Deus e de suas bênçãos, agora pela obediência reconquistaremos tudo de volta. Quando decidimos obedecer, estamos na verdade decidindo viver e vencer. Os doze venceram porque foram obedientes como discípulos e obedeceram a ordem de fazer discípulos. Hoje Jesus te diz: também te chamei para ser meu discípulo: – Caminhe comigo – Aprenda de mim – Me ame porque eu te amei desde o princípio – Vá e faça discípulos porque eu te capacito a salvar sua família, seus amigos e até os estranhos e fazer de cada um deles meus discípulos para a Glória do Deus Pai. Amém! Prática: Coloque um louvor de adoração e peça que todos orem pela unção para ser e fazer discípulos. Que Deus os transforme em discípulos e assim Ele lhes dê o poder de ser e fazer discípulos para Jesus ganhado, consolidando, discipulando e enviando. Atenção: Próximo domingo é o culto do amigo, cada um deve convidar um amigo. As 16:00 horas Prê-Encontro, venha e traga os discípulos que passaram no Encontro e participe juntos. Amanhã as 20 horas, Conferencia profética clamor pelas nações na El

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Quem de fato deseja as multidões?

Mateus. 4: 18 a 25 Jesus veio ao mundo com o propósito de salvar multidões, seu coração ardia por isto e seus primeiros passos logo após o seu batismo, foram nesta direção. O Senhor vislumbrando as multidões, caminhou em direção a seus primeiros discípulos. É isto que nos mostra o texto de Mt. 4: 18 a 25, Jesus indo em busca dos seus doze. Note que os quatro primeiros chamados eram dois pares de irmãos, de duas famílias diferentes, dois eram pescadores, André e Pedro, e dois sócios de seu pai numa empresa de pesca, Tiago e João. O texto enfatiza que todos ao serem chamados, deixaram imediatamente a família e o trabalho para seguirem a Jesus. A vida de Jesus era envolvida por uma atmosfera de amor e poder sobrenatural, que gerou neles esta atitude de renúncia imediata ao convívio da família e ao trabalho, mas também imagino o quanto Jesus orou por isto antes, pra que este milagre acontecesse. O mais incrível é que Jesus não lhes prometeu sucesso, fama ou fortuna, Ele prometeu algo espiritual: Vinde após mim e eu vos farei pescadores de homens, e eles renunciaram a tudo que lhes era precioso, por Jesus e por esta missão. Creio que o amor contagiante do Senhor, associado ao anseio espiritual oculto no coração dos que são escolhidos, impeliu aqueles homens a iniciarem sua caminhada em direção a seu destino eterno: serem filhos, discípulos, apóstolos e juízes assentados em doze tronos perante a face do Cordeiro. Jesus continua andando em busca de seus doze, agora não mais no Mar da Galileia, mas nos lares, escolas, empresas, e até nas igrejas, onde estão pessoas comuns como eu e você, mas quem está realmente disposto a deixar tudo para seguir Jesus? Quem de fato quer trocar uma vida comum, pelo chamado incomum de ser doze, de ter doze, e de gerar uma multidão para Cristo??? Talvez diante desta pergunta todos possam responder, eu! Eis me aqui! Tô dentro Senhor! Uhuhu! A maioria porém, sem saber o preço que isto custará, para que realmente aconteça. No ambiente da Visão muitos passam a amar o título de líderes de multidão, mas título é um elemento exterior, quando seguir a Cristo e gerar multidões, depende de uma essência que é interior. Esta essência é a paixão que Deus tem por vidas ardendo dentro de nós, a qual torna-se maior que os valores terrenos, aos quais precisamos renunciar para que nosso chamado se cumpra com largueza, conforme Deus deseja. Deus não ama alguns, Ele ama a todos, Ele não quer salvar uns poucos, quer salvar o maior número possível, e quanto mais este sentimento existir em nós, tanto mais cheios de Deus nós estaremos. O vs. 21 diz que os irmãos Tiago e João ao serem chamados, deixaram o barco e a seu pai para seguirem a Jesus. O que de mais precioso este texto nos ensina? Que sem renúncia não há crescimento do Reino, sem renúncia não há como gerar ou liderar uma multidão. A maior dificuldade da igreja hoje é encontrar em seu seio, pessoas dispostas a renunciar à seus hábitos e direitos comuns, para que outros possam ser salvos e cuidados até serem transformados. O egoísmo ainda sobrepuja a doação. Renunciar não quer dizer abandonar ou perder, mas sim deixar em segundo plano em relação a Deus. Jesus mesmo disse em Lc. 14: 26: Se alguém vier a mim e não aborrecer a pai e mãe, a mulher e filhos, a irmãos e irmãs, e ainda também à própria vida, não pode ser meu discípulo. Aborrecer não quer dizer maltratar, mas sim amar menos que a Jesus. Há pessoas que não se dedicam ao serviço de Cristo por medo de desampararem a família, não entendendo, no entanto, que Jesus quer toda nossa família servindo a Ele. Os quatro primeiros discípulos de Cristo eram parte de duas famílias. Deus ama famílias e trabalha com famílias. Assim é com você, Jesus te chamou dentre a sua família para servi-lo e se você se dedicar a isto, logo toda sua família estará na Presença do Senhor. Nossa família é um alvo da salvação e da graça do Senhor, mas também é vista como uma família sacerdotal, por isso não podemos torná-la um entrave ao nosso ministério. Outra grande dificuldade na liderança, é o equilíbrio entre trabalho secular e ministério. Muitos vivem frustrações e fracassos ministeriais porque suas mentes são tão absorvidas por preocupações com trabalho e dinheiro, que não sobra tempo para Deus. Isto esfria os líderes, lhes rouba a unção e os frutos. Como um líder que vive assim poderá ter êxito ministerial, se seu coração anela somente coisas terrenas? A Bíblia diz: onde está o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração. No que seu coração tem depositado mais valor hoje? No que ficará na Terra ou no que poderá ir para o Céu? Nas coisas ou nas vidas? Há neste aspecto um argumento aparentemente tão forte, que chega a ser um sofisma na mente e nos lábios de muitos: Se eu não trabalhar quem vai sustentar minha família? Tudo depende de quanta sanidade e coerência atribuímos a Deus. Vamos refletir: Será que Jesus chamou aqueles doze para passarem fome? Será que Jesus deixou as famílias de seus doze desamparadas? Será que Deus não é capaz de suprir aqueles que trocam a vida secular pelo ministério? Deus sustenta os templos, mas não tem capacidade para sustentar os sacerdotes? A verdade é que muitos ainda só confiam em Deus até certo ponto, e por isso crêem que precisam correr pra lá e pra cá em busca de recursos. Sem o exercício da fé e da renúncia ao que é natural, não há como um ministério crescer. A renúncia daqueles homens a sua vida comum, fez deles líderes incomuns, que passaram a viver no sobrenatural, presenciando e realizando milagres de forma cotidiana. O amor que provaram através de sua entrega, fez deles poderosos instrumentos de cura e verdadeiros ímãs às numerosas

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Somos chamados para ser da família de Deus

Efésios 1.3-14; Hebreus 2.10,11 Fomos formados para ser parte da família de Deus. Deus quer uma família, e nos criou para ser parte dela. Esse é o propósito maior de Deus para sua vida, o qual planejou antes que você nascesse. Toda a Bíblia é a história de Deus formando uma família que irá amá-lo, honrá-lo e reinar com Ele para sempre. Em Efésios 1.5 fala do plano imutável de Deus em nos adotar para a sua própria família, trazendo-nos a si mesmo por meio de Jesus Cristo. Isso nos trouxe salvação, libertação e cura, nEle recebemos vida! Deus é amor, por isso dá um imenso valor aos relacionamentos. Sua própria natureza é definida em relação aos relacionamentos; ele se identifica em termos familiares: Pai, Filho, Espírito San­to. A Trindade é um relacionamento de três pessoas unidas por um propósito eterno. É o padrão perfeito para uma relação harmoniosa. Deus desejou uma família grande que tivesse o Seu DNA, sua essência, sua imagem e semelhança; então arquitetou um plano para nos cri­ar, trazer-nos para sua família e dividir conosco tudo o que possui. Isso dá a Deus um grande prazer. Em Tiago 1.18 diz: Por sua decisão ele nos gerou pela palavra da verdade, a fim de sermos como os primeiros frutos de tudo o que ele criou. Quando colocamos nossa fé em Cristo, Deus se torna nosso Pai, nós nos tornamos seus filhos e os outros discípulos cristãos se tornam nossos irmãos e irmãs; e a igreja se torna nossa família espiritual. A família de Deus inclui todos os discípulos que creram em Jesus Cristo do passado, do presente e do futuro. Cada ser humano foi criado por Deus, mas nem todos são filhos de Deus. A única forma de entrar na família de Deus é nascendo dentro dela. Você se torna parte da família humana no seu primeiro nascimento, mas se torna membro da família de Deus pelo segundo nascimento. Deus nos deu o privilégio de nascermos de novo, de modo que agora somos membros da família do próprio Deus. Em  Romanos 8:15,16 diz: Pois vocês não receberam um espírito que os escravize para novamente viverdes atemorizados, mas receberam o Espírito que os adota como filhos, por meio do qual clamamos: "Aba, Pai". O próprio Espírito Santo testemunha ao nosso espírito que somos filhos de Deus. Se somos filhos, então somos herdeiros; herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo, se de fato participamos dos seus sofrimentos, para que também participemos da sua glória. O convite para sermos parte da família de Deus é universal, mas há uma condição: A fé em Jesus Cristo. Em Gálatas 3.26 a Bíblia diz: Todos vocês são filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus. Temos muitos benefícios ao fazermos parte da família de Deus. O Novo Testamento dá grande ênfase à nossa valiosa “herança”. A Bíblia nos diz em Filipenses 4:19: O meu Deus suprirá todas as necessidades de vocês, de acordo com as suas gloriosas riquezas em Cristo Jesus. A Bíblia em I Pedro 1:3 ao 5 nos revela que Deus reservou uma herança inestimável para seus filhos. Ela está guardada no céu para cada um de nós, pura e incorruptível, longe do alcance de mudanças ou da decadên­cia. Isso significa que a nossa herança eterna é inestimável, pura, perpétua e protegida. Ninguém pode tirá-la de nós; ela não pode ser destruída pela guerra, por uma economia deficiente ou por um desastre natural. É por esta herança eterna que deveríamos estar motivados e se esforçando para não perde-la. O Apóstolo Paulo diz em Colossenses 3.23: Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens, sabendo que receberão do Senhor a recompensa da herança. Precisamos nos Identificar com a família de Deus. O batismo é um ato profético que fala poderosamente no reino espiritual e físico, ele não é opcional, a ser atrasado ou posterga­do. Ele significa nossa inclusão na família de Deus e anuncia publica­mente que nascemos de novo, que ressuscitamos para uma nova vida, que temos uma aliança de salvação com o Deus Todo Poderoso. O batismo é carregado de significado. Ele declara nossa fé, comuni­ca a morte e ressurreição de Cristo, simboliza a morte para a antiga vida e anuncia nossa nova vida em Cristo; além de também ser uma comemoração de nossa inclusão na família de Deus. O Batismo é o primeiro ato após a conversão que nos identifica que somos da família do céu na terra, e que pertencemos a Deus. O batismo é a representação física de uma verdade espiritual. Ele representa o que aconteceu no instante em que Deus nos trouxe para sua família: Alguns são judeus, outros são gentios, mas todos pelo Espírito Santo, fomos batizados no cor­po de Cristo. (1Coríntios 12.13). Apenas o batismo não nos torna um membro da família de Deus; somente a fé em Cristo faz isso. O batismo demonstra e consolida que já fomos inclusos na família de Deus. Tal qual uma aliança de casamento, é um lembrete visível de um compromisso íntimo feito no coração. É um ato de iniciação, e não algo que uma pessoa deva protelar até estar espiritualmen­te maduro. A única condição bíblica é crer. (Marcos 16:15; Atos 2.41) No Novo Testamento, as pessoas eram batizadas assim que cri­am. No Pentecoste, 3 mil pessoas foram batizadas no mesmo dia em que aceitaram a Cristo. Em outro lugar, um líder etíope foi batizado no mesmo instante em que se converteu, e Paulo e Silas em atos 16:33 batizaram um carcereiro filipense e sua família à meia-noite. Não há nenhum batismo atrasado no Novo Testamento. Se você ainda não foi batiza­do como expressão de sua fé em Cristo, seja na próxima oportunidade, como Jesus ordenou. O maior privilégio da vida. A Bíblia em Hebreus 2.11 diz que Jesus e as pessoas que ele santificou pertencem todos à mesma família. Por isso ele não se envergo­nha de chamá-los irmãos e irmãs. Dei­xe essa verdade maravilhosa penetrar em

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Deus a razão de todas as coisas

Romanos 11:36 Todas as coisas vêm única e exclusivamente de Deus. Tudo vive por seu poder, e tudo é para sua glória. O Senhor criou todas as coisas e cada uma delas cumprem os seus próprios propósitos. O objetivo fundamental do universo é demonstrar a glória de Deus e também o Seu amor por nós. Essa é a razão de tudo que existe, incluindo eu e você. Deus pensou em nós e criou todas as coisas e tudo isso aponta para a glória dEle. Não fosse a glória de Deus, não haveria nada. O que é a glória de Deus? A glória de Deus é o que Ele é. É a essência de sua natureza, o peso de sua importância, o brilho de seu esplendor, a demonstração de seu poder e o ambiente de sua presen­ça. A glória de Deus é a expressão de seu amor e de sua bondade e de todas as Suas outras qualidades. Onde está a glória de Deus? Basta olhar em volta. Tudo que foi criado por Deus reflete sua glória de alguma forma. Vemos isso em toda parte: da menor forma de vida microscópica até a Via Láctea; do pôr-do-sol e das estrelas às tempestades e estações do ano. A criação dá a conhecer a glória de nosso Criador. Na natureza, apren­demos que Deus é poderoso, aprecia a variedade, ama a beleza e é organizado, sábio e criativo. A Bíblia diz em Salmos 19.1 que os céus declaram a glória de Deus. A glória de Deus é mais bem observada em Jesus Cristo. Ele, a Luz do mundo, esclarece a natureza de Deus. Graças a Jesus, já não somos ignorantes a respeito de quem Deus realmente é. A Bíblia diz em Hebreus 1:3 que Jesus é o resplendor da glória de Deus. Jesus veio à terra de modo que pudéssemos entender completamente a glória de Deus. Aquele que é a Palavra tornou-se carne e viveu entre nós. Vimos a sua glória, cheio de graça e de verdade. Não há nada que possamos agregar à glória de Deus, assim como seria impossível aumentar o brilho do sol; mas somos instruídos a reconhecer sua glória, devemos honrar, declarar, louvar, refletir e viver por sua glória. Por quê? Por dois motivos. Primeiro: Porque Deus merece! Nós lhe devemos toda a honra que pudermos dar. Uma vez que Deus fez todas as coisas, Ele merece toda a glória. A Bíblia diz em Apocalipse 4.11: Tu, Senhor e Deus nosso, és digno de receber a glória, a honra e o poder, porque criaste todas as coisas. Segundo: Porque precisamos. Quando Adoramos através dos nossos atos e palavras, atraímos a presença de Deus em nós e em nossa geografia, tudo muda, a vida se manifesta e somos poderosamente abençoados. Em todo o universo, somente duas das criações de Deus falham em glorificá-lo: anjos caídos (demônios) e pessoas. Todo peca­do, basicamente, consiste na incapacidade de dar glória a Deus, ou seja, amando qualquer outra coisa mais do que a Deus. Recusar-se a dar glória a Deus é rebelião e arrogância, e foi este pecado que cau­sou a queda de Satanás, bem como a do ser humano. De formas diferentes, todos já vivemos para nossa própria glória, e não a de Deus. Todos nós, em algum momento da nossa vida, falhamos em dar a Deus toda a glória devida que Ele merece. Esse é o pior pecado, e o maior engano que podemos cometer. Entretanto, viver para a glória dEle é a maior realização que podemos alcançar em nossa vida. Deus diz em Isaías 43.7: Todos eles são o meu próprio povo; eu os criei e lhes dei vida a fim de que mostrem a minha grandeza, a minha glória. Pense sobre isso: Esse deve ser o objetivo supremo de nossa vida. Como posso dar glória a Deus? Em João 17.4 Jesus disse ao Pai: Eu te glorifiquei na terra fazendo e completando a obra que me confiaste para fazer. Jesus glorificou a Deus cumprindo seu propósito na terra. Nós honramos a Deus da mesma forma. A glória de Deus é um ser humano vivendo em plenitude de vida nesta terra conforme Ele planejou! Existem muitas formas de darmos glória a Deus, mas vamos falar apenas cinco. Vejamos: 1.Damos glória a Deus ao adorá-lo. Adorar é o nosso primeiro dever para com Deus. Deus deseja que nossa adoração seja motivada por amor, ação de graças e alegria, não imposta. A Bíblia diz em romanos 6:13: Usem o seu corpo inteiro como instrumento para fazer o que é justo, para a glória de Deus. Quando adoramos atraímos a presença de Deus em nós e em nossa geografia! 2.Damos glória a Deus ao amarmos uns aos outros em Cristo. Quando nascemos de novo, nos tornamos parte da família de Deus. Seguir a Cristo não é apenas uma questão de acreditar, mas também inclui pertencer e aprender a amar a família de Deus. Em I João 3:14 diz: Sabemos que já passamos da morte para a vida porque amamos nossos irmãos. Em Romanos 6:13 diz: Aceitem-se uns aos outros, da mesma forma que Cristo os aceitou, a fim de que vocês glorifiquem a Deus. 3.Damos glória a Deus ao nos tor­nar como Cristo. Uma vez que tenhamos nascido na família de Deus, Ele quer que prossigamos crescendo até a maturidade espiritu­al. E o que seria isso? Maturidade espiritual é nos tornar como Jesus na forma de pensar, de sentir e de agir. (2 Coríntios 3.18) 4.Damos glória a Deus servindo a outras pessoas com nossos dons. Cada um de nós foi exclusivamente planejado por Deus com talentos, dons, capacidades e habilidades. O modo de você estar relacionado aos outros não é um acidente; Deus não lhe deu suas habilidades para propósitos egoístas. Elas lhe foram concedidas para beneficiar outras pessoas, assim como outros receberam habilidades para o seu benefício. (1 Pedro 4.10,11) 5.Damos glória a Deus falando dele às outras pessoas. Deus não quer que seu amor e propósitos sejam mantidos em segredo. Uma

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Fazemos parte do projeto original de Deus

Isaías 49:1-4; Atos 17:24-26 A chamada do profeta Isaías, assim como aos demais homens e mulheres que Deus chamou desde o ventre materno, já tendo designado todas as coisas, deixa muito claro que Ele está no controle e que todos aqueles que o conhece e crê nEle, é introduzido em um plano divino definido desde a eternidade passada, onde nada do que vemos hoje tinha ainda sido criado.  Deus disse ao profeta Isaías no capítulo 44 e versículo 2: Eu sou seu criador. Você estava sob meus cuidados mesmo antes de nascer, Eu te escolhi. Ao profeta Jeremias no capítulo 1:5 e 12 disse: “Antes mesmo de te formar no ventre materno, Eu te escolhi; antes que viesses ao mundo, Eu te separei e te designei para a missão de profeta para as nações!” Disse-me o Senhor: Viste bem, porque eu velo sobre a minha Palavra para fazê-la cumprir! O Apóstolo Paulo disse em Gálatas 1:15: Todavia, Deus me separou desde o ventre de minha mãe e me chamou por sua graça. Quando, então, foi do seu agrado revelar seu filho em mim, para que eu pregasse entre os gentios, sem demora…  Isaías 49:1 foi o texto base que lemos hoje e ele diz:   Se ficarmos procurando na bíblia, ficaremos muitas horas lendo textos que comprovam que nascemos dentro de um plano eterno, para cumprirmos um propósito de um Deus Santo, Poderoso, onipresente e onisciente. Deus não joga dados, ele não faz pra ver se vai dar certo, Ele já tem as repostas e tem o controle de tudo. Concluimos que não  somos um acidente, que não somos obras do acaso, tem um arquiteto, um criador que é o autor da vida. Somos obras das suas mãos, somos em Cristo resultado do Seu amor que foi comprovado quando na cruz do calvário, Cristo pagou o preço da nossa salvação Nosso nascimento não foi um erro ou um infortúnio, nossa vida foi panejada por Deus.  Nossos pais podem não têr planejado o nosso nascimento, mas Deus certamente o fez. Ele não ficou nem um pouco surpreso quando nascemos. Aliás, ele nos aguardava. Muito antes de ser concebido por seus pais, você foi concebido na mente de Deus. Ele pensou em você primeiro. Você não está respirando neste exato momento por acaso, sorte, destino ou coin­cidência. Você está vivo porque Deus quis criá-lo! A Bíblia diz: O Senhor cumprirá o seu propósito para comigo! Em Jó 12:10 diz: Na mão de Deus está a alma de todo ser vivente e o espírito de todo gênero humano. No Salmos 138:8 diz: o que a mim me concerne o Senhor levará a bom termo; a tua misericordia, ó Senhor, dura para sempre; não desampares de mim as obras das tuas mãos. Ele também determinou os talentos naturais que cada um de nós possuiríamos e a singularidade de nossa personalida­de. A Bíblia diz em Salmos 139: Tu me conheces por dentro e por fora, conheces cada osso do meu corpo; conheces exatamente como fui formado, parte por parte, como fui esculpido e vim a existir. Uma vez que Deus nos fez por um motivo, Ele também decidiu o momento de nosso nascimento e nosso tempo de vida. Ele planejou os dias de nossa vida antecipadamente, escolhendo o momento exato de nosso nascimento e de nossa morte. A Bíblia diz no salmos 139:16 que antes mesmo de o nosso corpo tomar forma humana, Ele já havia planejado todos os dias da nossa vida; cada um deles foi registrado no livro que Ele tem no céu! (Obs. Sabemos que o pecado entrou no mundo nos tirando do centro da vontade de Deus, por isso muitos morrem antes da hora, este não é o plano original, mas em Cristo Jesus este plano poderá ser restituído). Deus também programou onde nasceríamos e onde viveríamos para o propósito dEle. Nossa raça e nacionalidade não são um mero acaso; Deus não deixou nenhum detalhe ao acaso. Ele planejou isso tudo para o propósito dEle. Lemos hoje em Atos 17.24-26: De um só fez ele todos os povos, tendo determinado os tempos anteriormente estabelecidos e os lugares exatos em que deveriam habitar. Veja bem, nada em nossa vida é casu­al, tudo foi feito em função de um propósito. E o mais incrível: Deus decidiu como você nasceria. Independen­temente das circunstâncias de seu nascimento e de quem são seu pais, Deus tinha um plano ao criá-lo. Não importa se seus pais foram bons, ruins ou indiferentes. Deus sabia que esses dois indivíduos possuíam a cons­tituição genética específica para criar você em especial, exatamente como ele tinha em mente. Eles tinham o dna que Deus queria para formá-lo. Embora existam pais ilegítimos, não existem filhos ilegítimos. Muitos filhos não foram planejados pelos pais, mas não são um imprevisto para Deus. O propósito de Deus levou em conta o erro humano e até mesmo o pecado. Quando uma criança é concebida por um erro, Deus reconfigura e dá para esta criança a mesma oportunidade de todos, Ele já contava com isto, quando uma criança é concebida na terra, lá no céu já há um plano de salvação para ela. Deus nunca faz nada por acaso, e ele nunca comete erros. Ele tem um motivo para tudo que criou. Todas as plantas e animais foram planejados por Deus, e cada pessoa foi idealizada com um propósito. O motivo para Deus tê-lo criado foi o amor que ele tem. A Bíblia diz em Efésios 1:4 que muito antes de estabelecer as fundações da terra, Deus já nos tinha em mente, tendo nos escolhido como foco de seu amor. Em Isaías 45:18 diz que Deus moldou a terra e a fez, ele fundou-a; não a criou para estar vazia, mas a formou para ser habitada. Por que Deus fez tudo isso? Por que enfrentou todo o incômodo de criar um universo para nós? Porque Ele é um Deus de planos e propósitos movido por amor. Você foi criado para ser um alvo espe­cial do amor de

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O motivo da nossa existência

Colossenses 1:13-20; Salmos 92:12-15 Neste texto de Colossenses podemos verificar que tudo, absolutamente tudo, nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sim, todas as coisas começaram em Jesus Cristo e nEle encontram seu propósito. Podemos ver que Deus criou tudo para que nós pudéssemos desfrutar e viver em plenitude, somos a coroa da criação, Ele nos criou para um propósito e não podemos viver apenas por viver, nossa vida vai além desta vida terrena e em Deus está a reposta para nos completar e nos fazer plenos.                                                                                                    Em Salmos 92 diz que os justos florescerão como palmeira, crescerão como cedro no Líbano, plantados na casa do Senhor. Essa promessa maravilhosa está reservada para os justos, sabemos que em Jesus Cristo somos justificados. Justificação é quando Deus declara justo todo aquele que recebe a Jesus Cristo como Senhor e salvador, pois é baseado na justiça de Cristo que nossas dívidas são debitadas, nEle somos considerados justos. Em Romanos 3:21-26 diz que sem lei se manifestou a justiça de Deus, testemunhada pela lei e pelos profetas; justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos e sobre todos os que creem; porque não há distinção, pois todos pecaram e precisam da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus. Redenção fala de perdão e libertação. O papel do redentor é pagar as dívidas e liberar o redimido da sua escravidão. Aqueles que foram justificados, são plantados na casa do Senhor e ali florescerão nos seus pátios e mesmo na idade avançada, serão vigorosos e cheios de seiva que significa vida. Estes darão frutos e proclamarão que o Deus Eterno é reto e justo. Ele é a nossa rocha, e nele não há injustiça. Por isso nossa vida precisa ir além de nós mesmos, além daquilo que o mundo possa oferecer, somos eternos criados por um Deus eterno e com um propósito de uma vida eterna Segundo Provérbios 11:28, uma pessoa dedicada em apenas às coisas materiais, si torna uma pessoa sem vida, é como um tronco cortado, mas uma vida moldada e direcionada por Deus, se torna uma árvore frutífera com folhas verdejantes e florescentes. A Bíblia faz várias comparações acerca da nossa vida, somos comparados com ovelhas, com peixes e com arvores que precisam ser frutíferas. Israel, Jerusalém e o povo Judeu na bíblia são comparados com a oliveira, com a figueira, com a videira e até com um espinheiro. Em Oséias 9.10 o Senhor, diz: “Achei a Israel como uvas no deserto, vi a vossos pais como as primícias da figueira nova…”  Jesus no evangelho de João 15 disse que ele é a videira e nós somos os ramos  e, se permanecermos nEle, daremos muito fruto. Devemos aprofundar nossas raízes espirituais na fonte de Cristo, de onde recebemos a agua espiritual da vida. O mundo é um deserto que nunca satisfará plenamente as pessoas, mas quando temos fé e confiança em Jesus Cristo, somos comparados a árvores sustentadas pela água das nascentes escondidas sob a terra seca. Isso é muito interessante, pois até as arvores foram criadas para cumprirem um propósito, e todas elas precisam ter raízes profundas e alimentadas pelas proteínas e minerais encontradas na agua e no solo. Muito interessante que aqueles que se alimentam delas, espalham as suas sementes e elas se multiplicam. Em Jeremias 17:7,8 diz que felizes são os que confiam no Senhor, pois são como árvores plantadas às margens de um rio, cujas raízes alcançam águas profundas. Tais árvores não são afetadas pelo calor nem se preocupam com longos meses de seca. Suas folhas permanecem verdes e produzem muito fruto delicioso. Biblicamente falando somos arvores plantadas na casa do Senhor, há um rio na casa de Deus representado pelo Espírito Santo e muito alimento representado pela Sua Palavra, a Bíblia. Também a unção de Deus, a Sua alegria, o Seu poder, a revelação, a oração, a comunhão, o louvor e a adoração a Ele, são alimentos para a nossa alma e espírito. Quando estamos integrados no reino de Deus através da igreja que no nosso caso envolve as Células, as redes, a equipe de doze, Escola de Líderes, Encontros, seminários e congressos; somos fortalecidos em todas as áreas da nossa vida. Este alimento espiritual nos faz crescer, amadurecer e prosperar, para que aqueles que se alimentam dos nossos frutos se tornem frutíferos e multiplicadores do amor e da graça de Cristo na vida de outras pessoas. O propósito de Deus para a nossa vida é que sejamos arvores frondosas, felizes e frutíferas, onde muitos encontraram sombra que significa cobertura, liderança, cuidado, proteção e também onde muitos como pássaros, encontram lugar em nós para fazerem ninhos gerando seus filhos reproduzindo neles a mesma essência. Vivemos por um propósito e isso nos leva a viver o verdadeiro sentido para a vida. Como diz o texto de Colossenses 1:15-16, tudo Começa com Deus, pois tudo, absolutamente tudo, nos céus e na terra, visíveis e invisíveis…, sim, todas as coisas começaram nEle e nEle encontram seu propósito. Sem a existência de Deus, tudo fica cinza, tudo se perde, tudo acaba, sem Deus a vida não tem sentido, pois acaba a esperança e o objetivo de lutar e se guardar para algo maior. Deus não é apenas o ponto de partida de nossa vida, Ele é a fonte dela. Para descobrirmos o propósito da nossa existência, precisamos voltar para a Pala­vra de Deus, e não para a sabedoria do mundo. É em Cristo que descobrimos quem somos e o propósito de nos­sa vida. Muito antes de termos ouvido falar de Cristo e de termos erguido nossas espe­ranças, ele já tinha seus olhos sobre nós; já havia planejado para

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Regras fundamentais no Discipulado

Mateus 28.18-20 “Ide e fazei discípulos de todas as nações” O maior mandamento ministerial do Senhor para nós é fazer discípulos. Todos são chamados a participar dessa tarefa, que não é um dom especial, e sim um mandamento. Diante desse mandamento, todos os que creem em Cristo não tem outra opção senão obedecer. O caráter do seguidor de Jesus é testado pela obediência aos Seus mandamentos, e o fazer discípulos é, sem dúvida, a maior implicação da obra de pós-Calvário de Cristo. O que é o discipulado? É o relacionamento entre um mestre e um aprendiz baseado no modelo, que é Cristo. Por ele o mestre reproduz no aprendiz a plenitude da vida que há em Cristo, capacitando o aluno a treinar outros para que também ensinem novos discípulos. Esse relacionamento liga a pessoa à cadeia de autoridade existente na Igreja. Assim, o discípulo é acompanhado em seu processo de crescimento e ajudado a conformar sua vida com o propósito de Deus, como também a se encaixar na vida da Igreja. Discipular é transmitir a vida de Jesus. É reproduzir essa vida em outras pessoas, ensinando-as a guardar tudo que Ele ordenou e essa incumbência deve se reproduzir na vida do discipulo. Supervisão e discipulado Vivemos em um tempo pós-explosão celular e por conta de já estarem calmos os corações no ato de anunciar a palavra através das células, então se faz necessário acompanhamento de perto, uma supervisão acompanhada de ajustes e encorajamento. 1. Supervisão e acompanhamento* Cuidado! Para que uma supervisão e apascentamento seja feito com eficiência precisamos nos posicionar e delimitar: Supervisor x supervisionado; Discipulador x discipulado; Líder x liderado. A grande arma contra o crescimento e êxito é: Muita amizade gera conformidade, muita festa gera libertinagem; Muita intimidade num futuro gera argumentos infundados contra o líder, preserve-se sem perder o amor por vidas. Para obtermos saúde no processo de apascentamento e supervisão, o líder e o discípulo tem que assumir e reconhecer os papéis a serem assumidos por ambos. Obs. Quando Jesus chamou os discípulos de amigos, ele o fez na perspectiva de transparência em sua relação com Deus (então seu líder na missão) e tb na partilha em relação ao seu ministério na terra. "Tudo que eu faço vcs conhecem." Pergunta: Nossa vida é de transparência? Ou o que vc faz seus discípulos nem podem sonhar que vc faz? Reflita e caso a resposta seja negativa, então vc é fanfarrão, prega uma amizade falsa, é amigo de copo, de farra, de brincadeira, e qdo alguém lhe questionar sobre a visão e missão, dificilmente vai ter ousadia de dizer a frase: pra trás de mim satanás, ou quem sabe de forma mais ética um simples, vc está equivocado e precisa mudar seu pensamento. 2. Discipulado e desenvolvimento Discipulado é o processo de forjar liderança, não reunião de comadres e compadres. Tem que haver desenvolvimento, confronto sadio para forjar caráter. Analise: Se em seu processo de discipulado tem mais cajado do que vara, ou mais beijo do que olhar fixo nos olhos, então está na hora de mudar. Igreja celular não é clube de amigos, mas casa de profetas! Conclusão: Fortalecendo os 12 É preciso um fortalecimento espiritual, intelectual para gerar futuras células sadias e com poder de conquista. Vamos cumprir estes princípios e entrar em concordância e unidade. A linguagem e a visão têm que ser a mesma: Não criemos uma nova visão ou linguagem pra nós mesmos, é hora de alinhamento e submissão á chamada de 12 fiel, á visão m12.   Shallom  

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O Caráter Cristão e o Fruto do Espírito – Final

Gálatas 5:16-17, 22-23; II Pedro 1:5-6 Neste capítulo de gálatas Deus nos mostra uma guerra acontecendo dentro de nós diariamente. Nesta guerra precisamos decidir entre egocentrismo ou Cristocentrismo. Quando eu reino prevalece a vontade da carne, isto é, os desejos carnais, e isto me afasta de Deus. Quando Cristo Reina, prevalece o Espírito Santo e isto significa que o nosso espírito (coração) está sendo guiado por Deus. O livro dos Gálatas não foi escrito para os incrédulos, mas para os cristãos. Portanto essa é uma luta que os cristãos enfrentam. Graças a Deus, porém, que o caminho de vitória nos é mostrado em Gálatas 5:17 que diz:: “Andai no Espírito, e jamais satisfareis ao forte desejo da carne”. Em Cristo tenho o poder de andar em vitória sobre a carne. Quando somos guiados pelo Espírito Santo o caráter de Cristo é desenvolvido em nós, o resultado será o fruto do Espírito sendo refletido através das nossas palavras e atitudes. É assim que Jesus é, e devemos nos tornar semelhantes a Ele em nossa vida no caminhar Cristão. O fruto do Espírito será uma grande benção para nós, para outras pessoas, e para Deus, pois seremos completos e muitos serão alcançados com a salvação que redundará em líderes prósperos, frutíferos e multiplicadores. As manifestações do Fruto do Espírito estão interligadas, pois o Amor reflete alegria e esta alegria gera paz. A paz desenvolve a longanimidade e a longanimidade se define com paciência, e toda pessoa pacífica é benigna e essa benignidade se revela na bondade. A bondade reflete fidelidade e toda pessoa com o caráter fiel, tem mansidão e esta mansidão nos capacita para a auto liderança, quem se domina se torna modelo. É um processo gradativo, somos nós que definimos como queremos ser ou com quem queremos nos parecer.  Para nós Jesus Cristo sempre será o nosso modelo, mas este modelo precisa ser visto pelas pessoas através de cada um de nós. Hoje falaremos sobre a última característica do Fruto do Espírito, Domínio próprio.  Para tudo o que é verdadeiro tem o falso, se não existir o original, não tem com existir o paralelo. O autocontrole não é o domínio de nossas vidas através de nossos próprios esforços ou da nossa própria força de vontade como sendo a única fonte. É necessário a ação do Espírito Santo em nós, caso contrário será apenas um esforço limitado de duração pequena em apenas alguns momentos da vida. O falso Fruto reflete a própria carne, é as funções da alma separadas do controle de Deus; pessoas sem o fruto do Espírito são pessoas indisciplinadas, imorais e rebeldes contra todas as autoridades; A tendência da velha natureza reflete independência de Deus, são pessoas que andam nas suas próprias leis, elas se bastam a si mesmas, não conseguem se dominar e nem se submeter a ninguém. Quem tem Autocontrole, tem o poder de se dominar, isto procede de dentro, é uma liderança interior; Esta ação refere-se claramente ao controle, negação e disciplina da vida do nosso ego, através do Espírito Santo que se utiliza da Palavra de Deus para nos transformar. O verdadeiro autocontrole significa deixar-se ser controlado por Deus. Quando eu me controlo segundo as leis de Deus, então é Ele estabelecendo até onde eu devo ir ou o que devo fazer em determinado momento. A essência do domínio próprio ou moderação, ou ainda temperança, está nas palavras do sábio Salomão em Provérbios 25:28 que diz: "Como a cidade derribada, que não tem muros, assim é o homem que não pode conter o seu espírito.” Este é o sintoma especial do Espírito Santo, porque é a evidência de uma vida cristã madura. Ele aparece no fim da lista, mas certamente não é de menos importância. Uma vez que você começa a entrar num processo verdadeiro de santificação com o Senhor, o Espírito Santo espera que você logo se mova nesta qualidade específica. Em Romanos 8:5 diz: “Pois os que são segundo a carne, inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito.” Todos temos certa quantia de defeitos de caráter operando em nossa personalidade. Há algumas características negativas que terão de desaparecer. A Bíblia fala-nos que nosso espírito e nossa carne estão em guerra um contra o outro nesta vida. A nossa carne quer autogratificação imediata a todo custo e fará tudo para consegui-lo. Nosso espírito sabe que alguns de nossos desejos carnais não são corretos e, em consequência, haverá uma guerra entre os dois, às vezes bem intensa. E a única coisa que poderá frear e controlar alguns desejos da nossa carne é a qualidade do domínio próprio. A vida cristã é um campo de batalha aonde temos que brigar contra inimigos tanto externos como internos. É, pois, extremamente importante que cooperemos com o Espírito Santo nesta batalha entre as forças de justiça e as forças do mal que lutam pelo domínio de nossa personalidade. Domínio próprio é o controle de alguém sobre si mesmo; no contexto das Escrituras, o controle de si mesmo existe para estar em harmonia com a vontade de Deus. Significa moderação, sobriedade, continência, autodomínio. Consiste em aplacar os apetites e o uso excessivo dos sentidos. É o controle da maneira que a pessoa deve utilizar os bens materiais, de maneira particular a comida, a bebida e os apetites sexuais. O domínio próprio ou moderação é reter os desejos em estado normal, perfeitamente natural, sob os limites estabelecidos por Deus. Ter domínio próprio significa ter moderação, controle racional de impulsos naturais, ser sóbrio, tranquilo, tendo domínio dos desejos pessoais, emocionais, sexuais e das paixões. Indica uma vida autodisciplinada. Seguindo o exemplo de Cristo que disse estar no mundo, mas não ser do mundo. É o mesmo que ter controle ou disciplina que precisa ser exercitada no comportamento. É a maestria de si mesmo, a capacidade de nos conter nas próprias emoções, desejos e impulsos, de tal modo que possamos servir a Deus e aos outros. Em Provérbios 16:32 Salomão

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