A Semente é muito boa

  Mateus 13:1-8, 18-23   Como lemos neste texto de hoje, a semente é a Palavra de Deus (Bíblia). Deus colocou um poder sobrenatural nesta semente. Existe um poder tremendo na Palavra. Ela possui um valor extraordinário. Por essa razão, precisamos valorizar dando importância àquilo que realmente tem importância. Os céus, a terra, o mar e tudo que neles há, foram criados pela Palavra que saiu da boca de Deus, hoje como cristãos somos a boca de Deus na terra e a mesma Palavra continua com o mesmo poder criador e, Jesus disse que a nossa boca fala daquilo que estiver preenchendo o nosso coração.   Deus é um o gerador de sementes. Ele nunca gerou uma semente ruim. Todas as Suas sementes são boas. Nós somos hoje os seus semeadores. A terra onde devemos semear é o mundo, o coração das pessoas, a nossa família, o ministério, a vida profissional, o nosso futuro, etc. Jesus foi o primeiro semeador e como um bom semeador, semeou a semente do Pai quando estava aqui na terra. Hoje o Senhor continua a semear em nós e através de nós para que outras vidas e situações sejam geradas.  Na semente por menor que seja, estão todas as características, toda a essência do novo fruto, da nova vida que irá nascer.   O que vemos hoje são as pessoas se afastando da semente. Não dando mais o valor ao que ela tem. Muitos não lêem mais a Bíblia e não meditam mais como antes. A Bíblia não é um livro qualquer, como muitos acreditam. A Bíblia contem a Palavra do Deus vivo e esta tem poder para mudar todas as coisas, inclusive a sua vida!   Em I João 5:16-17 e Hebreus 6:4-6 diz que há pecado para morte e que neste caso não haverá retorno ou nova chance. Entendemos que pecado para morte é a rejeição da Palavra de Deus. Existem pessoas que rejeitam e menosprezam as boas novas de salvação e outros que mesmo conhecendo, não valorizam e voltam para traz, vivendo uma vida como se Cristo não tivesse sido crucificado como castigo pelos nossos pecados.  Devemos obedecer e praticar a Palavra de Deus com amor, alegria e gratidão. O amor do Senhor é incondicional, mas a sua salvação que nos traz a vida eterna é condicional.   O que precisamos fazer para que a semente de Deus frutifique em nossos corações?   1.     Precisamos nos voltar para a Palavra   Desde o princípio, quando Deus fala com os seus servos, Ele sempre chama o povo de volta para a Sua Palavra. Deus quer que Seu povo se volte para os seus preceitos com o coração aberto. Josué. 1:7,8 diz que se praticarmos a Palavra, seremos bem sucedido em tudo o que fizermos – Ser bem sucedido é resultado e está intimamente ligado à sua atitude, ao seu comportamento para com a Palavra de Deus. Quer ser bem sucedido? Dê valor a Palavra de Deus. Seja forte para guardar a Palavra e corajoso para vivê-la com integridade e fervor.   Precisamos ter atenção e cuidado para fazer o que a Palavra nos manda fazer. Todos querem prosperar nos seus caminhos e ser bem sucedidos, mas poucos querem fazer o que a Palavra diz, muitos querem os benefícios do calvário, mas poucos valorizam e bem poucos agradecem o preço pago pelo Senhor lá na cruz, no calvário.   1.1.                     O semeador lançou a sua boa semente:   1.      A beira do caminho – Representa pessoas com o coração duro, que não dão valor a semente. As aves que vieram e roubaram a semente representam tudo àquilo que rouba a atenção das pessoas. Jesus disse que satanás vem e rouba esta semente com facilidade, pois estas pessoas estão distraídas, não prestam atenção, não conseguem entender, ouvem, mas não dão valor.   2.      Solo pedregoso – Ali não pôde dar fruto. São pessoas superficiais que querem resultados mediatos. Não perseveram, desistem com facilidade, estas permanecem por um tempo e logo vão esmorecendo. Estas pessoas não suportam muita coisa, se houver preço ou renuncia, desistem. Não é fácil consolidar e discipular pessoas assim, se permanecem, não priorizam o reino de Deus.   3.      Solo espinhoso – Espinhos são as preocupações com as coisas desta vida. Representa pessoas que vivem correndo somente atrás dos seus interesses, estas pessoas colocam o reino de Deus em segundo lugar, elas estão fascinadas com as coisas deste mundo, querem se dar bem na vida, mas não estão disposta a viver verdadeiramente para o Senhor Jesus. Até vivem, desde que não tenha que abrir mão de nada, agem como se não precisassem do Senhor. Neste caso a Palavra é sufocada e a semente morre.   4.      Boa terra – A Boa terra é aquele que recebe a Palavra no coração, esta pessoa é fácil de consolidar, ela mesma procura, é fácil discipular, ela vai à busca, não falta, demonstra sede e fome de aprender mais de Deus. Como disse o Senhor Jesus, esta semente frutifica a cem, sessenta ou trinta por um. No mínimo frutifica trinta vezes mais. Esta passa por todo o processo e continua firme, sempre querendo mais, sempre crescendo e revendo a vida, o fervor continua e neste caso se torna discípulo líder modelo.   Este tipo de terra fala do nosso coração, fala de um coração fértil, ensinável, maleável, submisso, fervoroso. É claro que fervor não fala apenas de barulho, nem de sensibilidade ou choro, tudo isso faz parte, mas não é tudo. A pessoa pode aparentemente ser frio, mas no coração há uma chama que arde e que não o deixa desistir. Existem pessoas espontâneas, extrovertidas e outras mais fechadas e introvertidas, tudo depende da personalidade, temperamentos e heranças, mas se for uma boa terra, frutificará. Uns mais e outros menos, mas o que importa é dar fruto e esse fruto permanecer.   Precisamos voltar a meditar nessa Palavra. Uma pessoa que se “desvia” é porque não permaneceu firme na Palavra. Quem permanece firme na Palavra não tropeça.

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Páscoa, Linguagem de Amor do Pai – Parte Final

Êxodo 12:1-14; I Cor 5:6-8   A Páscoa é o ato salvífico de Cristo morrendo na Cruz para nos resgatar, proclamar nossa vitória e profetizar nossa entrada no céu. Ao celebrarmos a Páscoa, celebramos a garantia da vida eterna. Jesus morreu e ressuscitou! Por causa dessa verdade, somos milhares e milhares que trazem o aumento do Reino. Sua morte trouxe-nos vida e nossas vidas são o resultado dessa profecia, dessa chamada que nos fez cidadãos do céu. Uma vida que salvou e resgatou muitas vidas. Na ministração anterior vimos que a Páscoa está centrada na pessoa de Jesus Cristo e representa mensagens exclusivas como o Livramento de morte, a Libertação da escravidão, ser limpo e protegido das pragas da vida, Herdar a terra e viver em Rendição completa ao Senhor Jesus. Hoje daremos continuidade ao que a Páscoa representa, através de suas mensagens exclusivas. vejamos: 6. Garantia de Pureza No Egito, o povo hebreu marcou as portas das casas com sangue. Aqueles que estão ligados com o Cordeiro Pascal em casa têm a legalidade para fluir o Reino de Deus, para ver a glória de Deus na sua própria casa. O Senhor disse que, quando o anjo da morte passasse e visse a marca do sangue, passaria por cima e não mataria o primogênito. Hoje a sua casa, em Cristo, tem não apenas a porta ungida, mas toda ela recebe a cobertura do sangue do Cordeiro de Deus. A Bíblia diz que nós fomos purificados pelo sangue. O sangue de Jesus não é brincadeira para nos lavar num dia e deixar-nos sujos no outro. “O sangue de Jesus nos purifica de todo o pecado.” (I João 1:7). O sangue é a garantia de pureza que temos. Há poder no sangue de Jesus! Quem tem Jesus como Rei em sua casa tem toda sua casa debaixo desta garantia. 7. Cumprimento Profético Jesus morreu e ressuscitou, mas tudo já tinha sido anunciado por meio de profecias. Deus mesmo denunciou-Se, comprometeu-Se. Quando prometemos alguma coisa, devemos cumprir, porque selamos um compromisso. Quando não prometemos, não podemos ser cobrados, mas se prometemos, ficamos aliançados. Em Gênesis 3:15, Deus prometeu que nasceria Aquele que pisaria a cabeça da serpente e a esmagaria. Por isso, todos os homens ficaram esperando e confiando que essa promessa se cumpriria e, de fato, cumpriu-se. “Deus não é homem para que minta, nem filho do homem para que se arrependa.” (Números 23:19) Os profetas diziam: Ele chegará! E hoje a Igreja se levanta para dizer: Ele voltará! A Páscoa aponta para Aquele que morreu, ressuscitou e voltará. O nosso Jesus não está mais morto, apesar de Roma ainda proclamar o Cristo pendurado no madeiro, um “Senhor” morto. A Páscoa que celebramos nos garante o cumprimento da volta do Senhor. Ele voltará por causa de nós, porque nos ama, porque nos quer perto dEle mesmo. Jesus disse “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.” (João 14:1-3) 8. Singularidade As coisas do Reino de Deus são simples. Não precisamos inventar passos para sermos batizados no Espírito Santo ou para aceitar Jesus. A Bíblia diz que precisamos apenas confessar com a boca Jesus como Senhor e com o coração crer que Deus O ressuscitou dentre os mortos. “A saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação.” (Romanos 10:9,10) A Páscoa deve ser celebrada em sua mais depurada singularidade. Como? Colocando fora o misticismo. Não existe misticismo na Páscoa Bíblica, mas na romana, sim. É cheia de idolatria e de mentiras. O nosso maior problema é a falta de reflexão e conhecimento bíblico. Os filhos de Deus precisam meditar e refletir na Palavra para não serem levados por qualquer vento de doutrina. Ficamos muitas vezes presos a culturas, a rituais que não conhecemos a origem. Nenhuma festa mística, que tem duplo sentido, que está envolvida com impurezas, tem comunhão com Deus. É por isso que Deus nos adverte: não comungue com isso, como está escrito em I Coríntios 10:14-22. A verdadeira Páscoa aponta para a redenção, para a salvação, para o resgate e para a vida que devemos viver no Pai. É uma linguagem no reino espiritual de como fomos arrancados das trevas e de como Jesus nos trouxe para o Seu Reino de luz. Páscoa é libertação. Páscoa demonstra a linguagem de amor do Pai, entregando Jesus Cristo para morrer na Cruz do Calvário para salvar a você e a mim. Por tudo isso, por tanto sacrifício de Jesus não podemos compactuar com a páscoa pagã, que nada tem a ver com a Páscoa verdadeira. Sejamos firmes e não nos dobremos à páscoa mentirosa que o mundo oferece trocando o Cordeiro por um animal imundo, o coelho (Lev 11:5,6). Celebremos a verdadeira Páscoa em família, como deve ser. O Apóstolo Paulo diz em I Coríntios 5:6-8 que devemos celebrar a festa da Páscoa, mas sem fermento. Fonte Mir No próximo sábado estaremos celebrando na igreja as 19:30 a festa da Páscoa (Pessach), será importante a sua participação com toda esta célula. Em Deuteronômio 16:16-17 Deus diz que devemos celebrar as três principais festas no ano, a Páscoa, o Pentecostes e a festa dos Tabernáculos.   Ele diz que não devemos vir com as mãos vazias. A minha orientação é que você prepare com a sua família uma oferta especial com nome e entregue na festa, faça isto junto com a família na hora de ofertar ao Senhor. Nesta festa será liberada uma Palavra profética de cura e libertação, Deus julgará os nossos inimigos espirituais e eles

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Vá para mais perto de Deus

"E havia maior largura… para cima… o templo tinha mais largura para cima…" (Ez 41.7 )   Ha momentos na vida que parece que estamos em um nevoeiro, numa atmosfera escura e chuvosa, com muitas incertezas. Não devemos contentar-nos em viver assim, sempre num vale, quando temos diante de nós o cume dos montes, os lugares altos onde podemos ver melhor e sentir a brisa em nosso rosto. Esses momentos de sombras são ciclos, é só por um momento visando nosso crescimento e maturidade, não pode durar a vida toda.   O orvalho dos montes é re­frescante, e é puro o ar das montanhas. Como é rica a visão dos que moram no alto, com as janelas, isto é, nossos olhos dando para o templo de Deus!  Se voce está vivendo um momento difícil, é ora de levante-se da condição em que está. Lance de si a inércia, a letargia, a fri­eza… o que quer que esteja interferindo em seu amor por Cristo. Seja Ele a fonte, o cen­tro e a circunferência de toda sua vida, de todo o sua alegria, tenha prazer em serví-lo. Não se contente mais com pequenas conquistas. Aspire por uma vida mais ple­na, aspire por uma vida mais alta, aspire por uma vida mais nobre. Vá para cima. Vá para mais perto de Deus! Você é uma pessoa nobre. O nobre projeta coisas nobres e nelas persevera.   Pra você meditar: 1.       Não deixe que a angustia, o medo, a depressão e o desanimo domine sua vida; 2.       Ore continuamente para que você não seja dominado pelo esfriamento espiritual; 3.       Nunca discuta seu problema com alguém incapaz de resolvê-lo; 4.       Concentre-se na sua meta como um atleta que precisa atravessar a linha de chegada; 5.      O que você diz determina o que Deus está disposto a fazer por você;   Um beijo no coração   Pastor Eliezer  

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A Ressurreição de Jesus

Mateus 28:1 a 10 Esta palavra alem de ser evangelística, ela nos leva a refletir sobre o nosso valor diante do Senhor. Estamos ainda vivendo e usufluindo dos  benfícios da Pessach (Pascoa), este é um bom momento para falarmos da Ressurreição de Yeshua, nosso Messias.   A ressurreição de Jesus se propaga no tempo sem perder sua força de impacto. A cada dia, mais pessoas tomam consciência deste fato, que sobrenaturalmente dividiu a história em duas metades – antes e depois de Cristo.   Este divisor de águas, que toca e transforma a cada dia a vida de milhões de pessoas, não se origina no fato de Jesus ter nascido ou morrido, mas sim no fato de Ele haver ressuscitado.   Na sua ressurreição, Cristo se destaca divinamente e se estabelece como Deus sobre qualquer outro profeta, mestre ou iluminado que a humanidade possa eleger, pois nenhum outro ousou dizer que ressuscitaria. Jesus não apenas o disse, mas realizou, aparecendo ressurreto diante de mais de 500 pessoas durante quarenta dias após a sua morte (Atos 1:3).   Jesus ressurreto é muito mais do que uma lenda ou um relato histórico que careça de averiguação ou comprovação. Jesus vivo é um fato e de grande importância para você hoje, por ser a verdade que você vem procurando há tanto tempo para completar sua vida.   Esta noticia, apesar de ecoar através dos séculos e tocar tão poderosamente grande parte da humanidade, talvez não tenha ainda chegado ao seu espírito. Talvez você já tenha ouvido sobre isto antes, leu em um livro histórico, estudou em aulas de religião, mas hoje, o Espírito do próprio Deus está falando ao seu espírito: Jesus está vivo e Ele te ama. Talvez outra coisa que você não sabia sobre esta notícia e que agora gera vida em seu espírito, é que ela foi direcionada a você de forma específica e pessoal, pelo próprio Senhor Jesus.   O vs. 10 afirma que Jesus disse às mulheres que o viram após ter ressuscitado: Não temais, ide avisar a meus irmãos para que venham ao meu encontro.Esta ordem, que veio para que a notícia chegasse hoje até você, não foi dada apenas por Jesus, mas pelo Pai celeste, representado pelo anjo que também disse a elas (vs. 6 e 7): Ele não está aqui, ressuscitou, como tinha dito. Ide depressa e dizei aos seus discípulos que Ele ressuscitou dos mortos… Portanto, Jesus o vê como parte da Sua família e como discípulo Dele.   Talvez você esteja se perguntando: o que mais significa para mim o fato de Jesus ter morrido e ressuscitado? A resposta é: muita coisa! Primeiro: Jesus não morreu e ressuscitou por si mesmo ou para provar que era Deus, Ele fez isso por você, pois através da sua morte Ele levou sobre Si todos os seus pecados, te abençoando com perdão eterno; ou seja, você é perdoado completamente, e para sempre. Segundo: a ressurreição de Jesus abriu caminho para a ressurreição do homem em três níveis. Vejamos:   1.     Espiritual: quando alguém crê e confessa Jesus como Senhor de sua vida, o mesmo Espírito que trouxe vida ao corpo de Jesus, vivifica o espírito da pessoa que recebeu Jesus em seu coração, possibilitando a ela estar novamente ligada à Deus e de posse da vida eterna. Em Romanos 10:9 diz que todo aquele que crer e confessar que Jesus Cristo é Senhor e crer que Ele ressuscitou dentre os mortos, será salvo. Aleluias!!!   2.     Emocional: quanta gente está morta em seu emocional, sem sentimentos, sem ânimo, sem esperança ou sonhos! Quando Jesus ressuscitou, Ele restaurou a possibilidade de que o homem voltasse a ser feliz, livre e curado em sua alma. Há esperança pra você. Jesus vai, hoje, renovar a sua fé, restaurar e ressuscitar cada área morta em sua vida, pois Ele é a Ressurreição e a Vida. Simplesmente creia e receba, pois Jesus o ama e quer abençoar sua vida e sua família com paz e alegria.   Para que essa cura seja concretizada na sua vida é necessário se arrepender de seus pecados, confessar para ser perdoado e depois perdoar a todos, sem distinção, liberar o passado e as pessoas que te feriram. Está na hora de viver um novo tempo em sua vida, Jesus Cristo está te dando esse novo tempo, logo logo estará nascendo um novo ano e é hora de refletir e viver o melhor de Deus.   3.     Física e Material: quantos doentes Jesus curou? Muitos! Quantos mortos Jesus ressuscitou? Vários! Será que Ele mudou, perdeu o Seu poder? É claro que não! A Bíblia diz que Ele é o mesmo e que não mudará jamais. Em Isaías 53:4 e em I Pedro 2:24 diz que Jesus Cristo já levou as nossas enfermidades e nEle estamos curados! É hora de crer e receber, confesse e profetize a cura que você já recebeu no culto domingo passado em nome de Jesus!   Não há impossíveis para Deus. Não há doença que Ele não possa curar, nem pecado que Ele não possa perdoar, nem pessoa que Ele não possa amar. Fonte Mir   Por isso, para anular qualquer resquício de dúvida que esteja ainda em sua mente, faça agora junto  uma oração e peça que Jesus toque com vida o Seu Espírito. Você sentirá como nunca o amor de Deus por sua vida e se tornará mais um propagador da notícia mais importante do universo: Jesus Morreu, mas Ressuscitou, o Seu sangue está sobre nós, é Pascoa, é tempo de cura e libertação, há esperança para mim e para você!!!   Pastor Eliezer    

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Propósitos do coração

A Bíblia diz em provérbios 4:23: ….Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o  coração, pois dele procedem as fontes da vida.   Na terça feira estávamos ajudando a fazer o DVD do aniversário da pastora e ficou poucos minutos para desenvolvermos o esboço da célula, por isso usamos este que estava guardado para um momento propício. Já enviei no ano passado este como devocional, hoje acrescentei e gostaria que compartilhássemos com mais profundidade.   Este texto acima que lemos hoje mostra que existem coisas que se deve guardar, fica evidente que devemos guardar coisas boas e descartar as ruins; devemos guardar coisas que nos dê esperanças, alegrias, paz, cura, prosperidade, estabilidade, etc. Devemos guardar também nossa vida espiritual, nosso casamento, nossos filhos, ministério, família, etc.   O texto acima diz que de tudo o que se deve guardar, primeiro devemos guardar nosso coração, pois dele procedem às fontes da vida. Tudo o que eu preciso para vencer e ser feliz está no meu coração, então eu preciso protegê-lo, não posso deixá-lo ser contaminado, pois nele está a fonte para a vida que regerá minha história.   Jesus disse que a boca fala àquilo que está no coração, a bíblia diz que da minha boca procede à vida ou a morte, a paz ou a guerra e se eu controlar a minha língua, controlarei também todo o meu corpo. Segundo o profeta Jeremias, devo trazer à minha mente aquilo que me dá esperança e, sabemos que aquilo que eu penso, desce para o coração e aquilo que desce ao coração é aquilo que eu falo e, segundo este princípio espiritual; eu sou resultado das minhas palavras.   Sem sombra de dúvidas esta é uma questão absolutamente resolvida no plano de Deus, para nós: O nosso coração é o lugar das nossas conquistas, ou dos nossos fracassos, das nossas alegrias e sonhos ou das nossas tristezas!   Pensando assim o Senhor nesse texto específico nos orienta a guardar o nosso coração. Isso porque o nosso coração possui uma chave que só pode ser acionada de dentro para fora e ninguém alem de nós, tem acesso! Ninguém pode violá-lo, nem mesmo do diabo o pode. Em apocalipse 3:20 diz que Jesus está batendo na porta, se eu abrir Ele entra e tem comunhão comigo, se eu não abrir ele ficará do lado de fora da minha vida.   O diabo é sutil, ele vem com enganos e mentiras para que sem apercebermos, abramos a porta do nosso coração para ele entrar. O pecado tem sido a chave para o maligno ter acesso ao nosso território. O pecado vem de mansinho e aos poucos vamos nos acostumando e dando lugar para ele entrar. Precisamos guardar o nosso coração para não vivermos na prática do pecado como se fosse normal, precisamos guardar a Palavra do Senhor em nosso interior para assim não pecarmos contra Ele (Salmos 119:11).   O nosso coração precisa ser fértil para as coisas de Deus, a qualidade do solo vai determinar o futuro da semente. A meta do inimigo é mudar o nosso autoretrato, pois tentará embutir em nós espírito de derrota e inferioridade. Você é aquilo que Deus diz a seu respeito, não aceite nenhuma mentira que o inimigo possa tentar colocar em seu coração.   Meditando nestas coisas tenho chegado à conclusão de que é impossível vivermos os desafios de uma vida com Deus, de uma vida familiar equilibrada, de um ministério frutífero sem desenvolvermos comunhão uns com os outros; porque o nosso coração de onde procedem as fontes da vida, também é enganoso! (Jeremias 17:9). Assim sendo, precisamos com urgência, desenvolvermos essas estruturas que nos permita: prestar contas, uns aos outros! Ninguém pode viver sozinho, não podemos viver em uma ilha ou construir muros ao nosso redor, se o fizermos estaremos isolados e isso é ruim! Precisamos uns dos outros!   A nossa independência, pode nos causar mais prejuízos do que acertos, se não soubermos lidar com ela. Nenhuma independência pode ser vivida de maneira absoluta: precisamos uns dos outros! O caminho segundo o modelo de Cristo é o discipulado e sua base está no relacionamento e, relacionamento gera consolidação e consolidação gera firmeza, estrutura, estabilidade, constância, segurança e proteção.   Precisamos ser discípulos discipuladores, ter alguém que nos seja modelo, que esteja cuidando de nós com a finalidade de proteger nosso coração. Da mesma forma precisamos também refletir na vida de outros sendo modelo para eles, isto é, ser apascentado para apascentar, ser discípulo para discipular. Existem muitas pessoas dentro da igreja que sofrem e lutam para vencer as tentações, pessoas que tem áreas de fraquezas e precisam compartilhar com alguém de confiança para que ao confessarem, sejam libertos, curados e fortalecidos para vencer e ser feliz. Em Tiago 5:16 diz: confessai, pois os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros, para serdes curados.   Este texto de Tiago fala da cura física e emocional, isto é, cura do corpo e da alma. Isso só será possível através do discipulado onde alguém maduro e comprometido com o Senhor, esteja cuidando de mim a cada dia, desta forma o meu coração estará guardado e refletindo coisas boas em todas as áreas da minha vida.   Existem muitas revelações na bíblia sobre a igreja: A igreja como a noiva de Cristo, a igreja como servo, a igreja como corpo de Cristo, a igreja como filho de Deus; mas a revelação mais desafiadora é a igreja como Corpo! Pois quando entendemos a exigência desta revelação, nos tornamos dependentes uns dos outros, aprendemos a conviver! Esta revelação manifesta o poder de Deus na nossa vida através dos ministérios, dos dons da graça e dons do Espírito Santo!   Precisamos desenvolver relacionamentos profundos e de confiança com os nossos discípulos; orando e meditando na Palavra juntos, tomando café de vez em quando, batendo um papo sobre vários assuntos em casa, na rua, na churrascaria ou em um laser onde todos possam participar. Isso é fundamental à vida e ao ministério! Se deixe ser discipulado, domado, seja acessível e queira

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A História de Israel – Parte Final

Da Guerra para Paz Enquanto a guerra de 1973 custou a Israel o GNP de um ano, até a segundo a metade de 1974 a economia já se tinha recuperado. Os investimentos estrangeiros cresceram consideravelmente e, também com Israel que se torna um sócio vitalício do Mercado Comum Europeu (1975), novas saídas potenciais se abriram para os israelitas. O turismo começou a aumentar e o número anual de visitas passou a marca de um milhão.   As eleições de 1977 do Knesset trouxeram a coligação política do Likud, uma coalizão de liberal e partidos de centro, terminando um domínio de quase 30 anos do Partido Operário. Ao assumir um cargo público, o novo primeiro-ministro, Menachem Begin, reiterou o compromisso feito pelos primeiros-ministros anteriores, a fim de se esforçar para haver paz permanente na região e chamou os líderes árabes para vir à mesa de negociações com Israel   As constantes rejeições dos árabes às aproximações de Israel para paz estavam agora quebradas com a visita de Presidente egípcio Anwar Sadat a Jerusalém (novembro de 1977), que seguiu-se às negociações entre o Egito e Israel sob os auspícios dos americanos. O resultado foi o Acordo de Camp David (setembro de 1978) contendo um arcabouço para uma paz duradoura no Oriente Médio, inclusive uma proposta detalhada para um governo autônomo dos Palestinos. Em 26 de março de 1979, Israel e Egito assinaram um tratado de paz em Washington, DC, trazendo um fim a 30 anos de guerra entre eles. Conforme as condições do Tratado de Paz entre Israel-Egito, Israel completou sua retirada da península de Sinai (abril de 1982), trocando cessar-fogo anterior por acordos de armistício e o reconhecimento das fronteiras internacionais mutuamente reconhecidas.   Alguns dos estados africanos que tinham cortado relações com Israel como resultado de pressão de árabe durante a crise do petróleo em 1973, restabeleceram seus contatos com Israel nos anos oitenta, dando um impulso renovado às relações econômicas entre os países, como também o restabelecimento das relações diplomáticas formais.   1982 – Operação Paz para a Galiléia A fronteira limite internacional com o Líbano nunca foi desafiada por qualquer lado. Porém, quando a Organização para a Liberação da Palestina (OLP) se transferiu para o Líbano meridional depois de serem expulsos da Jordânia (1970), começaram a perpetrar repetidas ações terroristas contra as cidades e aldeias ao norte de Israel (Galiléia) o que causou muitas vítimas e muitos danos as Forças de Defesa de Israel, que cruzaram a fronteira do Líbano (1982). A “Operação Paz para a Galiléia” resultou na remoção da infra-estrutura organizacional e militar de OLP da área. Desde então, Israel manteve uma pequena zona de segurança no Líbano meridional adjacente a sua fronteira ao norte, para salvaguardar sua população na Galiléia contra ataques continuados através de elementos hostis.   Durante os anos oitenta, Israel absorveu mais de 700,000 novos imigrantes, principalmente da União soviética, da Europa Oriental e da Etiópia. A afluência de tantos consumidores novos como também um número grande de trabalhadores qualificados e inexperientes, associando–se com medidas rígidas para controlar a inflação, impulsionou a economia em um período de expansão acelerada e atinge uma alta taxa do crescimento de GDP entre os países Ocidentais.   O governo que assumiu o poder após as eleições do Knesset em 1984, foi composto das duas coligação políticas principais – Trabalhista (esquerda/centro) e o Likud (direita/centro). Foi substituído em 1988 por uma coalizão liderada pelo Likud que ao término de seu mandato de quatro anos foi seguida em 1992 por uma coalizão do Partido Trabalhista de esquerda-de-centro menores. Durante estes anos, cada governo trabalhou para a realização da paz, para o desenvolvimento econômico e absorção de imigrantes de acordo com suas próprias convicções políticas.   Paz na Região Desde a assinatura do Tratado de Paz entre Egito-Israel (1979), várias iniciativas foram tomadas por Israel e outros para avançar no processo de paz no Oriente Médio. Estes esforços conduziram eventualmente ao acordo de Paz na Conferência de Madrid (outubro de 1991), liderados pelos americanos e patrocinados pelos soviéticos, que reuniram os representantes de Israel, Síria, Líbano, Jordânia e os Palestinos. Os procedimentos formais foram seguidos através de negociações bilaterais entre os partidos e por conversas multilaterais que externam suas preocupações regionais.   Conversas bilaterais Israel e o Palestinos: Nos meses seguintes aos contatos de bastidores intensivos em Oslo entre negociadores para Israel e os Palestinos – Organização de Libertação da Palestina (OLP), uma Declaração de Princípios (DOP) foi formulada esboçando arranjos de um governo autônomo para os Palestinos no “Banco Ocidental” e na Faixa de Gaza. Sua assinatura foi precedida por uma troca de cartas (setembro de 1993) entre o líder da OLP, Presidente Yasser Arafat e primeiro-ministro Yitzhak Rabin, no qual a OLP renunciou ao uso do terrorismo, empenhado-se a invalidar esses artigos em sua Convenção, artigos estes que negam o direito de Israel a existir, e se comprometeu a uma resolução paz no conflito ao longo de uma década entre o Palestinos e os judeus na terra. Em resposta, Israel reconheceu a OLP como o representante do povo palestino. Assinado por Israel e a OLP em Washington, DC em setembro de 1993, o Documento contém um conjunto de acordos comuns, traduzidos em princípios gerais relativos a um período de cinco anos, que é um período interino de auto-gestão dos palestinos, a ser implementado em quatro fases. O primeiro passo fixa a auto-gestão na Faixa de Gaza e área de Jericó e aconteceu em maio de 1994. Em agosto do mesmo ano, a segunda fase foi introduzida envolvendo a transferência de poderes e responsabilidades para os representantes palestinos no Banco Ocidental por autorização prévia em cinco esferas específicas – educação e agricultura, saúde, previdência social, taxação direta e turismo. O Acordo israelita-palestino Interino de setembro de 1995, constituindo a terceira fase, previa um governo autônomo palestino mais amplo no Banco Ocidental por meio de uma autoridade autônoma eleita – o Conselho Palestino – permitiria aos Palestinos administrar os seus próprios negócios internos.   A última fase –

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Páscoa, Linguagem de Amor do Pai – Parte 1

                                                                         (Êxodo 12:1-14)                                                    A Páscoa é o ato salvífico de Cristo morrendo na Cruz para nos resgatar, proclamar nossa vitória e profetizar nossa entrada no céu. Ao celebrarmos a Páscoa, celebramos a garantia da vida eterna. Jesus morreu e ressuscitou! Por causa dessa verdade somos milhares e milhares que trazem o aumento do Reino. Sua morte trouxe-nos vida e nossas vidas são o resultado dessa profecia, dessa chamada que nos fez cidadãos do céu. Uma vida que salvou e resgatou muitas vidas. A Páscoa está centrada na pessoa de Jesus Cristo e representa mensagens exclusivas. Vejamos:   1.      Livramento de morte A Páscoa é a bênção de Deus para nos livrar da morte. Ainda que morramos fisicamente, quem nasceu de novo em Cristo tem a vida eterna, não morre mais. A Bíblia diz que Jesus morreu, ressuscitou e está vivo. NEle, nós também temos a mesma vida quando partimos deste mundo efêmero. Pela morte, vida e ressurreição de Cristo, nós cremos no céu como uma realidade e cremos que Jesus voltará para levar Sua Igreja. Temos a vida eterna porque fomos libertos da morte, comprados pelo sangue do Cordeiro!   2.      Libertação da escravidão A Páscoa se manifestou para nos livrar da escravidão do pecado. Assim como os filhos de Israel estavam presos no Egito e o Senhor os livrou, assim Deus enviou Seu Cordeiro Pascal, Jesus, para nos livrar do pecado. A Bíblia diz, em João 1:29, que Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Também no livro de João, capítulo 8, versículo 36, está escrito que quando somos libertos pelo Filho do Homem, então, verdadeiramente somos livres. Nós somos livres em Cristo Jesus!   3.      Arrancar as pragas da vida No dia da Páscoa realizada no Egito, o povo hebreu testificou juntamente a todos os egípcios que o Deus de Israel é o Senhor Todo Poderoso. O povo do Egito foi ferido com pragas por causa da desobediência, mas o povo de Deus não foi atingido. A Páscoa é a chance de Deus para arrancar as pragas do povo. O que é praga? É maldição. Muitas vezes essas maldições acompanham nossa família. O Senhor diz em Deuteronômio que essas maldições seriam visitadas até a terceira e quarta geração. Mas, o Cordeiro Pascal encerra todas as maldições. Ele se tornou maldição em nosso lugar para que fôssemos libertos.   4.      Herdar a terra Assim como o povo de Deus saiu do Egito, depois da Páscoa, para herdar a terra que o Senhor prometeu, nós temos em Cristo a nossa herança. Romanos 8 nos diz que somos herdeiros de Deus e co-herdeiros em Cristo Jesus. Essa é a herança da glória. Todas as vezes que o diabo quer afligir nossa alma, afligir nossa vida e atingir nosso espírito, Deus, por misericórdia e graça, dá-nos a chance de conquistarmos mais um território, pois somos povo de Deus, geração eleita para vencer sempre.   5.      Rendição completa Desde Gênesis, no capítulo 3, quando o homem foi coberto com pele de carneiro por causa do pecado, Deus já estava apontando para o Calvário. Ele fez a promessa de que um dia veríamos esse Cordeiro manifestado como Gente, que morreria, ressurgiria, iria para glória, mas voltaria para buscar Sua Igreja. Os profetas apontaram para o Calvário, lugar em que o Cordeiro seria imolado à tardinha, mas também no terceiro dia ressuscitaria com poder e grande glória. É um cenário que se forma, no qual homem com homem se confrontam de forma horizontal, redimidos, lavados e remidos pelo sangue do Cordeiro, então começam a olhar de forma vertical para seu Criador. Há uma mistura entre esse Deus que veio a Terra em forma de homem e Seu Corpo na Terra, a Igreja. O céu tem uma representação legal do homem: Jesus Cristo, o nosso Intercessor que está à direita de Deus (Hebreus 4) e a Terra também tem seu representante legal do céu: a Igreja, os filhos de Deus lavados e redimidos pelo sangue do Cordeiro. Podemos observar, então, que quando Deus quer mudar o curso das coisas na Terra, Ele convoca a Sua representação legal, a Igreja, a geração eleita. Somos canais de Deus para que Ele possa nos usar como quer e trazer Sua glória sobre as nações, anunciando que o Cordeiro Pascal está vivo. Essa visão de mistura entre o divino e o humano é a vida plena de Jesus trabalhando em sinais na vida dos homens. Cada um sinalizando a vida de Deus na Terra. Você é o ponto de contato de Deus na Terra. Isso só é possível, porque existe a Páscoa, porque o Cordeiro Pascal veio à Terra, entregou-Se no Calvário, assumiu o nosso lugar de pecado, morreu, ressuscitou e nos deu sua própria vida. Quem compreende a visão do Cordeiro Pascal e se confronta com Ele não pode continuar o mesmo. Ele é o nosso modelo e Se entregou totalmente. Quando olhamos para Ele, rendemo-nos de igual modo. Ele é a nossa esperança e a nossa vida. Deuteronômio 30 diz que devemos andar nos estatutos do Senhor, porque Ele é a nossa vida. João 1 diz que Ele é a vida, e, quando ressuscita Lázaro, diz: “Eu sou a ressurreição e a vida, aquele que crê em mim ainda que esteja morto, viverá.” O nosso Jesus é Vivo e garante vida para Seus filhos. Por tudo isso, nós nos rendemos com alegria. Não é uma rendição com saudosismo, é uma rendição com boa expectativa. “Eu sei em quem tenho crido e estou certo que é poderoso para guardar o meu tesouro até o dia final.” (II Timóteo 1:12) Continua…   Fonte: Mir   Para a Célula da IACC   Compartilhar da célula: o que você aprendeu a cerca da páscoa que ainda não sabia? O que você pretende fazer nesta terra como igreja e corpo de Cristo? Você já entregou a sua vida ao Senhor Jesus?   Líder leia para todos com atenção e faça um planejamento para esta célula participar e estabelecer

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As bênçãos da Páscoa

A Páscoa é uma estação para nos posicionarmos a receber o que Deus tem de melhor para nossas vidas e famílias  Não vamos mencionar aqui aquilo que todos já sabem sobre o marco e início da Páscoa, que é mencionado no livro de Êxodo, no Velho Testamento. E a morte e ressurreição de Jesus Cristo, no Novo testamento, nas mesmas datas, porque basicamente este é o mesmo tópico batido pelas Igrejas no mundo inteiro todos os anos, e todo mundo já sabe. São fatos importantíssimos e não menos relevantes. Todavia, neste artigo, queremos mergulhar nos curiosos fatos que estão por trás da Páscoa que são desconhecidos pela maioria do povo de Deus, e, portanto, ficam desprovidos de receberem as bênçãos divinas plenas por desconhecer outras verdades relevantes por trás de cada fato bíblico. Os ciclos de Deus e o Seu mover sobre a Terra nunca foram obra do acaso. Mas, em cada época e estação, Deus fez e faz coisas tremendas que trazem grandes impactos, mudanças e libertação sobre a vida do Seu povo. Veja o ciclo da Páscoa ao longo da historia bíblica (mesmas datas e épocas do ano) e como Deus Se moveu de forma extraordinária nesta mesma estação e tempo divino. Alguns fatos ocorreram antes mesmo do Êxodo, todavia, no calendário de Deus, esta estação é carta marcada sempre para abençoar todos aqueles que creem, pois é tido por Deus como algo determinado nos anais celestiais.   Confira rapidamente os relatos de historiadores judeus: 1. Nesta mesma estação, Deus criou o mundo (Gn. 1:1;3,24); 2. Deus faz aliança entre as Partes com Abraão (todas as famílias da terra seriam abençoadas – Ano de 1743); 3. Abraão luta contra os quatro reis e vence (1738); 4. Isaque nasceu (1714); 5. Isaque foi conduzido ao sacrifício (Gn 22:1-18); 6. Jacó lutou contra o anjo (1556); 7. O Senhor responde a Jó (Jó 38:2-28); 8. Moisés se depara com Deus na sarça ardente (1314); 9. O Êxodo acontece para os Hebreus (1313); 10. Josué recebe ordem para possuir a Terra (Josué 1:1-9); 11. Elias é levado aos céus (II Reis 2: 1- 22); 12. Ezequiel recebe a visão sobre o vale de ossos secos e a realidade do povo (Ezequiel 37:14); 13. A rainha Vasti foi executada, Ester precisava emergir para resgatar o povo de Deus (366); 14. Daniel é lançado na cova dos leões, anjos o protegem (372); 15. Jonas e Nínive (Jonas 1:1-4, 11); 16. Jesus, o Messias, foi crucificado, morto e ressurreto; 17. Pedro é preso por Herodes durante a Páscoa e um anjo é enviado para libertá-lo; 18. Paulo, em meio a um grande naufrágio, celebra a Páscoa e recebe o livramento de Deus através da aparição de um anjo que lhe informa tudo o que haveria de acontecer. Enquanto nós cristãos no mundo inteiro celebramos a Páscoa como um único sinal de libertação do povo de Deus do Egito e a morte e a ressurreição de Cristo, há outras grandiosas bênçãos e razões para o povo de Deus celebrar esta estação por conta dos grandes livramentos e novos começos que Deus sempre trouxe e vai continuar trazendo ao Seu povo por ocasião desta estação pascoal milagrosa. Ela é a primeira das três festas fixadas por Deus para alegria do Seu povo. “Três vezes no ano, todo varão entre ti aparecerá perante o Senhor teu Deus, no lugar que escolher na Festa dos Pães Asmos (Páscoa) na Festa das Semanas (Pentecostes) e na Festa dos Tabernáculos, porém, não aparecerá de mãos vazias perante o Senhor. Cada um oferecerá na proporção em que possa dar, segundo a benção que o Senhor, seu Deus lhe houver concedido”. (Dt. 16: 16-17). Temos que nos posicionar em obediência e em honra às solicitações e princípios de Deus para que possamos receber a bênção. Todavia, há especificações a serem seguidas em tais celebrações e uma é bastante clara: Não se deve vir diante do Senhor de mãos vazias. Coloque o seu coração nas mãos do Senhor. Entendendo a Páscoa   A aliança de sangue que Deus fez com o homem começa na Páscoa. É uma das estações e épocas mais santas, de grandes milagres e livramentos, como mostra a história, que nós como crentes celebramos o poder de Deus e Sua libertação sobre o seu povo e em nossas vidas. Tudo tem a ver com o sangue de Cristo. Talvez você diga: O que Páscoa tem a ver comigo se eu sou um cristão e isto começou com os judeus? Vamos colocar um fundamento aqui: O judaísmo pode existir perfeitamente sem o cristianismo, todavia cristianismo não poderia sobreviver jamais sem o judaísmo. O judaísmo é a nossa base. Dos judeus, recebemos a Bíblia; dos judeus, recebemos e cremos nos profetas, rei Davi, Isaías, Daniel, Maria Mãe de Jesus, os doze apóstolos, o maior escritor do Novo Testamento, Apóstolo Paulo (judeu por excelência); tudo o que cremos na Bíblia se deu na vida comum de judeus que criam em Deus. A Terra Santa que pertence a eles e Jerusalém que foi lhes dada, toda a nossa fé tem conexão divina com este povo. Nós é que fomos enxertados neles e não eles em nós, assim nos ensina o Apóstolo Paulo. Como podemos ser tão ignorantes a respeito dos fundamentos do cristianismo que norteiam a fé de bilhões de pessoas no mundo inteiro? A falta de informação e o espírito antissemita continuam permeando os vários territórios da Igreja e muitos por ignorância ainda se deixam levar pelos mesmos. Deus ordenou aos hebreus dizendo que a Páscoa era uma ordenança para ser cumprida para sempre. ‘Para sempre’ quer dizer ‘Para sempre’. Não importa o que inventem os Teólogos e tentem dizer ou desdizer. ‘Para sempre’ quer dizer ‘Para sempre’ e ponto final. Por isso, até hoje celebramos a Páscoa. Mudança histórica O Imperador Constantino, em 325 (d.C), era um antijudeu e anticristão, intitulou-se um dos primeiros papas da igreja cristã e trocou as verdades de Deus estabelecidas, mexendo nas estações, épocas, datas e

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A História de Israel – de 1948 até hoje – Parte 1

Independência Em 14 de maio de 1948, o Estado de Israel foi proclamado de acordo com o plano de partilha da ONU (1947). Menos de 24 horas depois da proclamação, os exércitos regulares de Egito, Jordânia, Síria, Líbano e Iraque invadiram o país e forçam o Israel a defender a sua soberania recém- recuperada em sua terra ancestral. No que foi conhecida como a Guerra da Independência de Israel, os recentemente formados exércitos de Israel, conhecidos como Forças de Defesas de Israel, (IDF) pobremente equipadas, repulsaram os invasores lutando intermitente e ferozmente contra os inimigos. Essa guerra durou uns 15 meses e ceifou mais de 6.000 vidas israelitas (quase um por cento (1%) da população judia do país na ocasião).   Durante os primeiros meses de 1949, negociações diretas foram conduzidas sob os auspícios da ONU entre o Israel e cada dos países invasores (menos o Iraque que se recusou a negociar com Israel para fechar o acordo de cessar fogo), resultando em acordos de armistício que refletiram a situação ao término da batalha. Adequadamente, a planície litorânea, a Galiléia e o todo o Negev ficaram dentro da soberania de Israel, Judéia e Samaria (o Banco Ocidental) estavam sob os auspícios da Jordânia, a Faixa de Gaza ficou sob a administração egípcia, e a cidade de Jerusalém foi dividida, com a Jordânia, que controlava a parte oriental, inclusive a Cidade Velha, e Israel o setor ocidental.   Reconstruindo o Estado Ao final da guerra, Israel enfocou seus esforços em reconstruir o estado que tinha lutado tanto e tão duramente para recuperar. O primeiro Knesset (parlamento) tinha 120 lugares e entrou em sessão e eleições nacionais logo a seguir (25 de janeiro de 1949), na qual quase 85 por cento de todos os eleitores lançaram suas cédulas nas urnas. Duas das pessoas que tinham conduzido Israel a independência se tornaram os líderes do país: David Ben-Gurion, líder da Agência Judaica, foi escolhido como o primeiro primeiro-ministro, e Chaim Weizmann, líder da Organização Sionista Mundial, foi eleito pelo Knesset como o primeiro presidente. Em 11 de maio de 1949, Israel ocupou o seu assento como o 59º participante das Nações Unidas.   David Ben-Gurion, homem de visão conforme o conceito do “colheita dos exilados”, que representa o coração de Israel, abre os portões do país reafirmando o direito de todo judeu de voltar ao seu país e, quando chegar, adquirir a cidadania. Nos primeiros quatro meses de independência, uns 50.000 imigrantes, principalmente os sobreviventes de Holocausto, cruzaram as fronteiras de Israel. Ao final de 1951, um total de 687.000 homens, mulheres e crianças tinham chegado, e mais de 300.000 deles, eram refugiados de terras árabes, dobrando assim a população judia.   A tensão econômica causada pela Guerra da Independência e a necessidade de rápida provisão para a população crescente, requeria severidade no país e a ajuda financeira de fora. A ajuda estendida pelo governo dos Estados Unidos, os empréstimos americanos ajudam, as contribuições dos judeus da Diáspora e as compensações alemãs do pós-guerras, serviram para reconstruir alojamentos, mecanizar a agricultura, montar uma frota mercantil e uma linha aérea nacional, explorar os minerais disponíveis, desenvolver as indústrias e ampliar as estradas, telecomunicações e redes elétricas.   Ao fim da primeira década, o país dobrou a sua produção industrial, assim como o número de pessoas empregadas, com as exportações industriais que quadruplicaram. A vasta expansão da agricultura provocou a auto-suficiência na provisão de produtos básicos, excluindo-se a carne e os grãos, e as áreas de baixo de cultivo aumentaram dramaticamente. Uns 50.000 acres (20.000 hectares) de terra estéril foi reflorestada, e foram plantadas árvores ao longo de quase 500 milhas (800 km.) de estrada.   O sistema educacional que tinha sido desenvolvido pela comunidade judia no período de pre-estado, tem agora incluído o setor árabe, foi grandemente ampliado. A freqüência da escola ficou livre e compulsória para todas as crianças na faixa de 5-14 anos (desde 1978, é obrigatório até os 16 anos e livre após os 18). Atividades culturais e artísticas floresceram e misturam o Oriente Médio, o Norte da África, e elementos Ocidentais, com judeus que chegam de todas as partes do mundo trazendo com eles as tradições, inigualáveis de suas próprias comunidades, como também aspectos culturais que prevalecem nos países onde eles tinham vivido por gerações.   1956 – A Campanha do Sinai Entretanto, os anos de construção do estado foram obscurecidos através de sérios problemas de segurança. Os acordos de armistício não só falharam na construção de estradas para a paz permanente, como também foram violados constantemente. Contradizendo a resolução de 1 de setembro de 1951, editada pelo Conselho de Segurança da ONU, Israel e também suas fronteiras-marítimas foi advertido quanto a atravessar o Canal de Suez; o bloqueio do estreito de Tirana foi intensificado; incursões em Israel de esquadras terroristas de países árabes vizinhos para assassinato e sabotagem aconteceram com freqüência crescente; e a península de Sinai foi convertida gradualmente em uma enorme base de exército egípcio. Após a assinatura da aliança militar triparte pelo Egito, Síria e Jordânia (Outubro de 1956), a ameaça iminente para a existência de Israel foi intensificada. No curso de uma campanha de oito-dias, o IDF capturou a Faixa de Gaza e a península do Sinai inteira, detendo 10 milhas (16 km.) a leste do Canal de Suez. Uma decisão das Nações Unidas para estacionar uma Força de Emergência da ONU (UNEF) ao longo da fronteira Egito-Israel e as garantias egípcias para a livre navegação no Golfo de Eilat, Israel foi levado a concordar com uma retirada em fases (novembro de 1956 – março de 1957) das áreas conquistadas algumas semanas antes. Por conseguinte, foram abertos os Estreito de Tiran e habilitam o desenvolvimento do comércio com leste asiático e com os países africanos Orientais como também importações de petróleo do Golfo Pérsico.   Continua

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