Vá para mais perto de Deus

"E havia maior largura… para cima… o templo tinha mais largura para cima…" (Ez 41.7 )   Ha momentos na vida que parece que estamos em um nevoeiro, numa atmosfera escura e chuvosa, com muitas incertezas. Não devemos contentar-nos em viver assim, sempre num vale, quando temos diante de nós o cume dos montes, os lugares altos onde podemos ver melhor e sentir a brisa em nosso rosto. Esses momentos de sombras são ciclos, é só por um momento visando nosso crescimento e maturidade, não pode durar a vida toda.   O orvalho dos montes é re­frescante, e é puro o ar das montanhas. Como é rica a visão dos que moram no alto, com as janelas, isto é, nossos olhos dando para o templo de Deus!  Se voce está vivendo um momento difícil, é ora de levante-se da condição em que está. Lance de si a inércia, a letargia, a fri­eza… o que quer que esteja interferindo em seu amor por Cristo. Seja Ele a fonte, o cen­tro e a circunferência de toda sua vida, de todo o sua alegria, tenha prazer em serví-lo. Não se contente mais com pequenas conquistas. Aspire por uma vida mais ple­na, aspire por uma vida mais alta, aspire por uma vida mais nobre. Vá para cima. Vá para mais perto de Deus! Você é uma pessoa nobre. O nobre projeta coisas nobres e nelas persevera.   Pra você meditar: 1.       Não deixe que a angustia, o medo, a depressão e o desanimo domine sua vida; 2.       Ore continuamente para que você não seja dominado pelo esfriamento espiritual; 3.       Nunca discuta seu problema com alguém incapaz de resolvê-lo; 4.       Concentre-se na sua meta como um atleta que precisa atravessar a linha de chegada; 5.      O que você diz determina o que Deus está disposto a fazer por você;   Um beijo no coração   Pastor Eliezer  

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A História de Israel – Parte Final

Da Guerra para Paz Enquanto a guerra de 1973 custou a Israel o GNP de um ano, até a segundo a metade de 1974 a economia já se tinha recuperado. Os investimentos estrangeiros cresceram consideravelmente e, também com Israel que se torna um sócio vitalício do Mercado Comum Europeu (1975), novas saídas potenciais se abriram para os israelitas. O turismo começou a aumentar e o número anual de visitas passou a marca de um milhão.   As eleições de 1977 do Knesset trouxeram a coligação política do Likud, uma coalizão de liberal e partidos de centro, terminando um domínio de quase 30 anos do Partido Operário. Ao assumir um cargo público, o novo primeiro-ministro, Menachem Begin, reiterou o compromisso feito pelos primeiros-ministros anteriores, a fim de se esforçar para haver paz permanente na região e chamou os líderes árabes para vir à mesa de negociações com Israel   As constantes rejeições dos árabes às aproximações de Israel para paz estavam agora quebradas com a visita de Presidente egípcio Anwar Sadat a Jerusalém (novembro de 1977), que seguiu-se às negociações entre o Egito e Israel sob os auspícios dos americanos. O resultado foi o Acordo de Camp David (setembro de 1978) contendo um arcabouço para uma paz duradoura no Oriente Médio, inclusive uma proposta detalhada para um governo autônomo dos Palestinos. Em 26 de março de 1979, Israel e Egito assinaram um tratado de paz em Washington, DC, trazendo um fim a 30 anos de guerra entre eles. Conforme as condições do Tratado de Paz entre Israel-Egito, Israel completou sua retirada da península de Sinai (abril de 1982), trocando cessar-fogo anterior por acordos de armistício e o reconhecimento das fronteiras internacionais mutuamente reconhecidas.   Alguns dos estados africanos que tinham cortado relações com Israel como resultado de pressão de árabe durante a crise do petróleo em 1973, restabeleceram seus contatos com Israel nos anos oitenta, dando um impulso renovado às relações econômicas entre os países, como também o restabelecimento das relações diplomáticas formais.   1982 – Operação Paz para a Galiléia A fronteira limite internacional com o Líbano nunca foi desafiada por qualquer lado. Porém, quando a Organização para a Liberação da Palestina (OLP) se transferiu para o Líbano meridional depois de serem expulsos da Jordânia (1970), começaram a perpetrar repetidas ações terroristas contra as cidades e aldeias ao norte de Israel (Galiléia) o que causou muitas vítimas e muitos danos as Forças de Defesa de Israel, que cruzaram a fronteira do Líbano (1982). A “Operação Paz para a Galiléia” resultou na remoção da infra-estrutura organizacional e militar de OLP da área. Desde então, Israel manteve uma pequena zona de segurança no Líbano meridional adjacente a sua fronteira ao norte, para salvaguardar sua população na Galiléia contra ataques continuados através de elementos hostis.   Durante os anos oitenta, Israel absorveu mais de 700,000 novos imigrantes, principalmente da União soviética, da Europa Oriental e da Etiópia. A afluência de tantos consumidores novos como também um número grande de trabalhadores qualificados e inexperientes, associando–se com medidas rígidas para controlar a inflação, impulsionou a economia em um período de expansão acelerada e atinge uma alta taxa do crescimento de GDP entre os países Ocidentais.   O governo que assumiu o poder após as eleições do Knesset em 1984, foi composto das duas coligação políticas principais – Trabalhista (esquerda/centro) e o Likud (direita/centro). Foi substituído em 1988 por uma coalizão liderada pelo Likud que ao término de seu mandato de quatro anos foi seguida em 1992 por uma coalizão do Partido Trabalhista de esquerda-de-centro menores. Durante estes anos, cada governo trabalhou para a realização da paz, para o desenvolvimento econômico e absorção de imigrantes de acordo com suas próprias convicções políticas.   Paz na Região Desde a assinatura do Tratado de Paz entre Egito-Israel (1979), várias iniciativas foram tomadas por Israel e outros para avançar no processo de paz no Oriente Médio. Estes esforços conduziram eventualmente ao acordo de Paz na Conferência de Madrid (outubro de 1991), liderados pelos americanos e patrocinados pelos soviéticos, que reuniram os representantes de Israel, Síria, Líbano, Jordânia e os Palestinos. Os procedimentos formais foram seguidos através de negociações bilaterais entre os partidos e por conversas multilaterais que externam suas preocupações regionais.   Conversas bilaterais Israel e o Palestinos: Nos meses seguintes aos contatos de bastidores intensivos em Oslo entre negociadores para Israel e os Palestinos – Organização de Libertação da Palestina (OLP), uma Declaração de Princípios (DOP) foi formulada esboçando arranjos de um governo autônomo para os Palestinos no “Banco Ocidental” e na Faixa de Gaza. Sua assinatura foi precedida por uma troca de cartas (setembro de 1993) entre o líder da OLP, Presidente Yasser Arafat e primeiro-ministro Yitzhak Rabin, no qual a OLP renunciou ao uso do terrorismo, empenhado-se a invalidar esses artigos em sua Convenção, artigos estes que negam o direito de Israel a existir, e se comprometeu a uma resolução paz no conflito ao longo de uma década entre o Palestinos e os judeus na terra. Em resposta, Israel reconheceu a OLP como o representante do povo palestino. Assinado por Israel e a OLP em Washington, DC em setembro de 1993, o Documento contém um conjunto de acordos comuns, traduzidos em princípios gerais relativos a um período de cinco anos, que é um período interino de auto-gestão dos palestinos, a ser implementado em quatro fases. O primeiro passo fixa a auto-gestão na Faixa de Gaza e área de Jericó e aconteceu em maio de 1994. Em agosto do mesmo ano, a segunda fase foi introduzida envolvendo a transferência de poderes e responsabilidades para os representantes palestinos no Banco Ocidental por autorização prévia em cinco esferas específicas – educação e agricultura, saúde, previdência social, taxação direta e turismo. O Acordo israelita-palestino Interino de setembro de 1995, constituindo a terceira fase, previa um governo autônomo palestino mais amplo no Banco Ocidental por meio de uma autoridade autônoma eleita – o Conselho Palestino – permitiria aos Palestinos administrar os seus próprios negócios internos.   A última fase –

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Propósitos do coração

A Bíblia diz em provérbios 4:23: ….Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o  coração, pois dele procedem as fontes da vida.   Na terça feira estávamos ajudando a fazer o DVD do aniversário da pastora e ficou poucos minutos para desenvolvermos o esboço da célula, por isso usamos este que estava guardado para um momento propício. Já enviei no ano passado este como devocional, hoje acrescentei e gostaria que compartilhássemos com mais profundidade.   Este texto acima que lemos hoje mostra que existem coisas que se deve guardar, fica evidente que devemos guardar coisas boas e descartar as ruins; devemos guardar coisas que nos dê esperanças, alegrias, paz, cura, prosperidade, estabilidade, etc. Devemos guardar também nossa vida espiritual, nosso casamento, nossos filhos, ministério, família, etc.   O texto acima diz que de tudo o que se deve guardar, primeiro devemos guardar nosso coração, pois dele procedem às fontes da vida. Tudo o que eu preciso para vencer e ser feliz está no meu coração, então eu preciso protegê-lo, não posso deixá-lo ser contaminado, pois nele está a fonte para a vida que regerá minha história.   Jesus disse que a boca fala àquilo que está no coração, a bíblia diz que da minha boca procede à vida ou a morte, a paz ou a guerra e se eu controlar a minha língua, controlarei também todo o meu corpo. Segundo o profeta Jeremias, devo trazer à minha mente aquilo que me dá esperança e, sabemos que aquilo que eu penso, desce para o coração e aquilo que desce ao coração é aquilo que eu falo e, segundo este princípio espiritual; eu sou resultado das minhas palavras.   Sem sombra de dúvidas esta é uma questão absolutamente resolvida no plano de Deus, para nós: O nosso coração é o lugar das nossas conquistas, ou dos nossos fracassos, das nossas alegrias e sonhos ou das nossas tristezas!   Pensando assim o Senhor nesse texto específico nos orienta a guardar o nosso coração. Isso porque o nosso coração possui uma chave que só pode ser acionada de dentro para fora e ninguém alem de nós, tem acesso! Ninguém pode violá-lo, nem mesmo do diabo o pode. Em apocalipse 3:20 diz que Jesus está batendo na porta, se eu abrir Ele entra e tem comunhão comigo, se eu não abrir ele ficará do lado de fora da minha vida.   O diabo é sutil, ele vem com enganos e mentiras para que sem apercebermos, abramos a porta do nosso coração para ele entrar. O pecado tem sido a chave para o maligno ter acesso ao nosso território. O pecado vem de mansinho e aos poucos vamos nos acostumando e dando lugar para ele entrar. Precisamos guardar o nosso coração para não vivermos na prática do pecado como se fosse normal, precisamos guardar a Palavra do Senhor em nosso interior para assim não pecarmos contra Ele (Salmos 119:11).   O nosso coração precisa ser fértil para as coisas de Deus, a qualidade do solo vai determinar o futuro da semente. A meta do inimigo é mudar o nosso autoretrato, pois tentará embutir em nós espírito de derrota e inferioridade. Você é aquilo que Deus diz a seu respeito, não aceite nenhuma mentira que o inimigo possa tentar colocar em seu coração.   Meditando nestas coisas tenho chegado à conclusão de que é impossível vivermos os desafios de uma vida com Deus, de uma vida familiar equilibrada, de um ministério frutífero sem desenvolvermos comunhão uns com os outros; porque o nosso coração de onde procedem as fontes da vida, também é enganoso! (Jeremias 17:9). Assim sendo, precisamos com urgência, desenvolvermos essas estruturas que nos permita: prestar contas, uns aos outros! Ninguém pode viver sozinho, não podemos viver em uma ilha ou construir muros ao nosso redor, se o fizermos estaremos isolados e isso é ruim! Precisamos uns dos outros!   A nossa independência, pode nos causar mais prejuízos do que acertos, se não soubermos lidar com ela. Nenhuma independência pode ser vivida de maneira absoluta: precisamos uns dos outros! O caminho segundo o modelo de Cristo é o discipulado e sua base está no relacionamento e, relacionamento gera consolidação e consolidação gera firmeza, estrutura, estabilidade, constância, segurança e proteção.   Precisamos ser discípulos discipuladores, ter alguém que nos seja modelo, que esteja cuidando de nós com a finalidade de proteger nosso coração. Da mesma forma precisamos também refletir na vida de outros sendo modelo para eles, isto é, ser apascentado para apascentar, ser discípulo para discipular. Existem muitas pessoas dentro da igreja que sofrem e lutam para vencer as tentações, pessoas que tem áreas de fraquezas e precisam compartilhar com alguém de confiança para que ao confessarem, sejam libertos, curados e fortalecidos para vencer e ser feliz. Em Tiago 5:16 diz: confessai, pois os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros, para serdes curados.   Este texto de Tiago fala da cura física e emocional, isto é, cura do corpo e da alma. Isso só será possível através do discipulado onde alguém maduro e comprometido com o Senhor, esteja cuidando de mim a cada dia, desta forma o meu coração estará guardado e refletindo coisas boas em todas as áreas da minha vida.   Existem muitas revelações na bíblia sobre a igreja: A igreja como a noiva de Cristo, a igreja como servo, a igreja como corpo de Cristo, a igreja como filho de Deus; mas a revelação mais desafiadora é a igreja como Corpo! Pois quando entendemos a exigência desta revelação, nos tornamos dependentes uns dos outros, aprendemos a conviver! Esta revelação manifesta o poder de Deus na nossa vida através dos ministérios, dos dons da graça e dons do Espírito Santo!   Precisamos desenvolver relacionamentos profundos e de confiança com os nossos discípulos; orando e meditando na Palavra juntos, tomando café de vez em quando, batendo um papo sobre vários assuntos em casa, na rua, na churrascaria ou em um laser onde todos possam participar. Isso é fundamental à vida e ao ministério! Se deixe ser discipulado, domado, seja acessível e queira

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As bênçãos da Páscoa

A Páscoa é uma estação para nos posicionarmos a receber o que Deus tem de melhor para nossas vidas e famílias  Não vamos mencionar aqui aquilo que todos já sabem sobre o marco e início da Páscoa, que é mencionado no livro de Êxodo, no Velho Testamento. E a morte e ressurreição de Jesus Cristo, no Novo testamento, nas mesmas datas, porque basicamente este é o mesmo tópico batido pelas Igrejas no mundo inteiro todos os anos, e todo mundo já sabe. São fatos importantíssimos e não menos relevantes. Todavia, neste artigo, queremos mergulhar nos curiosos fatos que estão por trás da Páscoa que são desconhecidos pela maioria do povo de Deus, e, portanto, ficam desprovidos de receberem as bênçãos divinas plenas por desconhecer outras verdades relevantes por trás de cada fato bíblico. Os ciclos de Deus e o Seu mover sobre a Terra nunca foram obra do acaso. Mas, em cada época e estação, Deus fez e faz coisas tremendas que trazem grandes impactos, mudanças e libertação sobre a vida do Seu povo. Veja o ciclo da Páscoa ao longo da historia bíblica (mesmas datas e épocas do ano) e como Deus Se moveu de forma extraordinária nesta mesma estação e tempo divino. Alguns fatos ocorreram antes mesmo do Êxodo, todavia, no calendário de Deus, esta estação é carta marcada sempre para abençoar todos aqueles que creem, pois é tido por Deus como algo determinado nos anais celestiais.   Confira rapidamente os relatos de historiadores judeus: 1. Nesta mesma estação, Deus criou o mundo (Gn. 1:1;3,24); 2. Deus faz aliança entre as Partes com Abraão (todas as famílias da terra seriam abençoadas – Ano de 1743); 3. Abraão luta contra os quatro reis e vence (1738); 4. Isaque nasceu (1714); 5. Isaque foi conduzido ao sacrifício (Gn 22:1-18); 6. Jacó lutou contra o anjo (1556); 7. O Senhor responde a Jó (Jó 38:2-28); 8. Moisés se depara com Deus na sarça ardente (1314); 9. O Êxodo acontece para os Hebreus (1313); 10. Josué recebe ordem para possuir a Terra (Josué 1:1-9); 11. Elias é levado aos céus (II Reis 2: 1- 22); 12. Ezequiel recebe a visão sobre o vale de ossos secos e a realidade do povo (Ezequiel 37:14); 13. A rainha Vasti foi executada, Ester precisava emergir para resgatar o povo de Deus (366); 14. Daniel é lançado na cova dos leões, anjos o protegem (372); 15. Jonas e Nínive (Jonas 1:1-4, 11); 16. Jesus, o Messias, foi crucificado, morto e ressurreto; 17. Pedro é preso por Herodes durante a Páscoa e um anjo é enviado para libertá-lo; 18. Paulo, em meio a um grande naufrágio, celebra a Páscoa e recebe o livramento de Deus através da aparição de um anjo que lhe informa tudo o que haveria de acontecer. Enquanto nós cristãos no mundo inteiro celebramos a Páscoa como um único sinal de libertação do povo de Deus do Egito e a morte e a ressurreição de Cristo, há outras grandiosas bênçãos e razões para o povo de Deus celebrar esta estação por conta dos grandes livramentos e novos começos que Deus sempre trouxe e vai continuar trazendo ao Seu povo por ocasião desta estação pascoal milagrosa. Ela é a primeira das três festas fixadas por Deus para alegria do Seu povo. “Três vezes no ano, todo varão entre ti aparecerá perante o Senhor teu Deus, no lugar que escolher na Festa dos Pães Asmos (Páscoa) na Festa das Semanas (Pentecostes) e na Festa dos Tabernáculos, porém, não aparecerá de mãos vazias perante o Senhor. Cada um oferecerá na proporção em que possa dar, segundo a benção que o Senhor, seu Deus lhe houver concedido”. (Dt. 16: 16-17). Temos que nos posicionar em obediência e em honra às solicitações e princípios de Deus para que possamos receber a bênção. Todavia, há especificações a serem seguidas em tais celebrações e uma é bastante clara: Não se deve vir diante do Senhor de mãos vazias. Coloque o seu coração nas mãos do Senhor. Entendendo a Páscoa   A aliança de sangue que Deus fez com o homem começa na Páscoa. É uma das estações e épocas mais santas, de grandes milagres e livramentos, como mostra a história, que nós como crentes celebramos o poder de Deus e Sua libertação sobre o seu povo e em nossas vidas. Tudo tem a ver com o sangue de Cristo. Talvez você diga: O que Páscoa tem a ver comigo se eu sou um cristão e isto começou com os judeus? Vamos colocar um fundamento aqui: O judaísmo pode existir perfeitamente sem o cristianismo, todavia cristianismo não poderia sobreviver jamais sem o judaísmo. O judaísmo é a nossa base. Dos judeus, recebemos a Bíblia; dos judeus, recebemos e cremos nos profetas, rei Davi, Isaías, Daniel, Maria Mãe de Jesus, os doze apóstolos, o maior escritor do Novo Testamento, Apóstolo Paulo (judeu por excelência); tudo o que cremos na Bíblia se deu na vida comum de judeus que criam em Deus. A Terra Santa que pertence a eles e Jerusalém que foi lhes dada, toda a nossa fé tem conexão divina com este povo. Nós é que fomos enxertados neles e não eles em nós, assim nos ensina o Apóstolo Paulo. Como podemos ser tão ignorantes a respeito dos fundamentos do cristianismo que norteiam a fé de bilhões de pessoas no mundo inteiro? A falta de informação e o espírito antissemita continuam permeando os vários territórios da Igreja e muitos por ignorância ainda se deixam levar pelos mesmos. Deus ordenou aos hebreus dizendo que a Páscoa era uma ordenança para ser cumprida para sempre. ‘Para sempre’ quer dizer ‘Para sempre’. Não importa o que inventem os Teólogos e tentem dizer ou desdizer. ‘Para sempre’ quer dizer ‘Para sempre’ e ponto final. Por isso, até hoje celebramos a Páscoa. Mudança histórica O Imperador Constantino, em 325 (d.C), era um antijudeu e anticristão, intitulou-se um dos primeiros papas da igreja cristã e trocou as verdades de Deus estabelecidas, mexendo nas estações, épocas, datas e

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A História de Israel – de 1948 até hoje – Parte 1

Independência Em 14 de maio de 1948, o Estado de Israel foi proclamado de acordo com o plano de partilha da ONU (1947). Menos de 24 horas depois da proclamação, os exércitos regulares de Egito, Jordânia, Síria, Líbano e Iraque invadiram o país e forçam o Israel a defender a sua soberania recém- recuperada em sua terra ancestral. No que foi conhecida como a Guerra da Independência de Israel, os recentemente formados exércitos de Israel, conhecidos como Forças de Defesas de Israel, (IDF) pobremente equipadas, repulsaram os invasores lutando intermitente e ferozmente contra os inimigos. Essa guerra durou uns 15 meses e ceifou mais de 6.000 vidas israelitas (quase um por cento (1%) da população judia do país na ocasião).   Durante os primeiros meses de 1949, negociações diretas foram conduzidas sob os auspícios da ONU entre o Israel e cada dos países invasores (menos o Iraque que se recusou a negociar com Israel para fechar o acordo de cessar fogo), resultando em acordos de armistício que refletiram a situação ao término da batalha. Adequadamente, a planície litorânea, a Galiléia e o todo o Negev ficaram dentro da soberania de Israel, Judéia e Samaria (o Banco Ocidental) estavam sob os auspícios da Jordânia, a Faixa de Gaza ficou sob a administração egípcia, e a cidade de Jerusalém foi dividida, com a Jordânia, que controlava a parte oriental, inclusive a Cidade Velha, e Israel o setor ocidental.   Reconstruindo o Estado Ao final da guerra, Israel enfocou seus esforços em reconstruir o estado que tinha lutado tanto e tão duramente para recuperar. O primeiro Knesset (parlamento) tinha 120 lugares e entrou em sessão e eleições nacionais logo a seguir (25 de janeiro de 1949), na qual quase 85 por cento de todos os eleitores lançaram suas cédulas nas urnas. Duas das pessoas que tinham conduzido Israel a independência se tornaram os líderes do país: David Ben-Gurion, líder da Agência Judaica, foi escolhido como o primeiro primeiro-ministro, e Chaim Weizmann, líder da Organização Sionista Mundial, foi eleito pelo Knesset como o primeiro presidente. Em 11 de maio de 1949, Israel ocupou o seu assento como o 59º participante das Nações Unidas.   David Ben-Gurion, homem de visão conforme o conceito do “colheita dos exilados”, que representa o coração de Israel, abre os portões do país reafirmando o direito de todo judeu de voltar ao seu país e, quando chegar, adquirir a cidadania. Nos primeiros quatro meses de independência, uns 50.000 imigrantes, principalmente os sobreviventes de Holocausto, cruzaram as fronteiras de Israel. Ao final de 1951, um total de 687.000 homens, mulheres e crianças tinham chegado, e mais de 300.000 deles, eram refugiados de terras árabes, dobrando assim a população judia.   A tensão econômica causada pela Guerra da Independência e a necessidade de rápida provisão para a população crescente, requeria severidade no país e a ajuda financeira de fora. A ajuda estendida pelo governo dos Estados Unidos, os empréstimos americanos ajudam, as contribuições dos judeus da Diáspora e as compensações alemãs do pós-guerras, serviram para reconstruir alojamentos, mecanizar a agricultura, montar uma frota mercantil e uma linha aérea nacional, explorar os minerais disponíveis, desenvolver as indústrias e ampliar as estradas, telecomunicações e redes elétricas.   Ao fim da primeira década, o país dobrou a sua produção industrial, assim como o número de pessoas empregadas, com as exportações industriais que quadruplicaram. A vasta expansão da agricultura provocou a auto-suficiência na provisão de produtos básicos, excluindo-se a carne e os grãos, e as áreas de baixo de cultivo aumentaram dramaticamente. Uns 50.000 acres (20.000 hectares) de terra estéril foi reflorestada, e foram plantadas árvores ao longo de quase 500 milhas (800 km.) de estrada.   O sistema educacional que tinha sido desenvolvido pela comunidade judia no período de pre-estado, tem agora incluído o setor árabe, foi grandemente ampliado. A freqüência da escola ficou livre e compulsória para todas as crianças na faixa de 5-14 anos (desde 1978, é obrigatório até os 16 anos e livre após os 18). Atividades culturais e artísticas floresceram e misturam o Oriente Médio, o Norte da África, e elementos Ocidentais, com judeus que chegam de todas as partes do mundo trazendo com eles as tradições, inigualáveis de suas próprias comunidades, como também aspectos culturais que prevalecem nos países onde eles tinham vivido por gerações.   1956 – A Campanha do Sinai Entretanto, os anos de construção do estado foram obscurecidos através de sérios problemas de segurança. Os acordos de armistício não só falharam na construção de estradas para a paz permanente, como também foram violados constantemente. Contradizendo a resolução de 1 de setembro de 1951, editada pelo Conselho de Segurança da ONU, Israel e também suas fronteiras-marítimas foi advertido quanto a atravessar o Canal de Suez; o bloqueio do estreito de Tirana foi intensificado; incursões em Israel de esquadras terroristas de países árabes vizinhos para assassinato e sabotagem aconteceram com freqüência crescente; e a península de Sinai foi convertida gradualmente em uma enorme base de exército egípcio. Após a assinatura da aliança militar triparte pelo Egito, Síria e Jordânia (Outubro de 1956), a ameaça iminente para a existência de Israel foi intensificada. No curso de uma campanha de oito-dias, o IDF capturou a Faixa de Gaza e a península do Sinai inteira, detendo 10 milhas (16 km.) a leste do Canal de Suez. Uma decisão das Nações Unidas para estacionar uma Força de Emergência da ONU (UNEF) ao longo da fronteira Egito-Israel e as garantias egípcias para a livre navegação no Golfo de Eilat, Israel foi levado a concordar com uma retirada em fases (novembro de 1956 – março de 1957) das áreas conquistadas algumas semanas antes. Por conseguinte, foram abertos os Estreito de Tiran e habilitam o desenvolvimento do comércio com leste asiático e com os países africanos Orientais como também importações de petróleo do Golfo Pérsico.   Continua

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Páscoa, Linguagem de Amor do Pai – Parte 1

                                                                         (Êxodo 12:1-14)                                                    A Páscoa é o ato salvífico de Cristo morrendo na Cruz para nos resgatar, proclamar nossa vitória e profetizar nossa entrada no céu. Ao celebrarmos a Páscoa, celebramos a garantia da vida eterna. Jesus morreu e ressuscitou! Por causa dessa verdade somos milhares e milhares que trazem o aumento do Reino. Sua morte trouxe-nos vida e nossas vidas são o resultado dessa profecia, dessa chamada que nos fez cidadãos do céu. Uma vida que salvou e resgatou muitas vidas. A Páscoa está centrada na pessoa de Jesus Cristo e representa mensagens exclusivas. Vejamos:   1.      Livramento de morte A Páscoa é a bênção de Deus para nos livrar da morte. Ainda que morramos fisicamente, quem nasceu de novo em Cristo tem a vida eterna, não morre mais. A Bíblia diz que Jesus morreu, ressuscitou e está vivo. NEle, nós também temos a mesma vida quando partimos deste mundo efêmero. Pela morte, vida e ressurreição de Cristo, nós cremos no céu como uma realidade e cremos que Jesus voltará para levar Sua Igreja. Temos a vida eterna porque fomos libertos da morte, comprados pelo sangue do Cordeiro!   2.      Libertação da escravidão A Páscoa se manifestou para nos livrar da escravidão do pecado. Assim como os filhos de Israel estavam presos no Egito e o Senhor os livrou, assim Deus enviou Seu Cordeiro Pascal, Jesus, para nos livrar do pecado. A Bíblia diz, em João 1:29, que Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Também no livro de João, capítulo 8, versículo 36, está escrito que quando somos libertos pelo Filho do Homem, então, verdadeiramente somos livres. Nós somos livres em Cristo Jesus!   3.      Arrancar as pragas da vida No dia da Páscoa realizada no Egito, o povo hebreu testificou juntamente a todos os egípcios que o Deus de Israel é o Senhor Todo Poderoso. O povo do Egito foi ferido com pragas por causa da desobediência, mas o povo de Deus não foi atingido. A Páscoa é a chance de Deus para arrancar as pragas do povo. O que é praga? É maldição. Muitas vezes essas maldições acompanham nossa família. O Senhor diz em Deuteronômio que essas maldições seriam visitadas até a terceira e quarta geração. Mas, o Cordeiro Pascal encerra todas as maldições. Ele se tornou maldição em nosso lugar para que fôssemos libertos.   4.      Herdar a terra Assim como o povo de Deus saiu do Egito, depois da Páscoa, para herdar a terra que o Senhor prometeu, nós temos em Cristo a nossa herança. Romanos 8 nos diz que somos herdeiros de Deus e co-herdeiros em Cristo Jesus. Essa é a herança da glória. Todas as vezes que o diabo quer afligir nossa alma, afligir nossa vida e atingir nosso espírito, Deus, por misericórdia e graça, dá-nos a chance de conquistarmos mais um território, pois somos povo de Deus, geração eleita para vencer sempre.   5.      Rendição completa Desde Gênesis, no capítulo 3, quando o homem foi coberto com pele de carneiro por causa do pecado, Deus já estava apontando para o Calvário. Ele fez a promessa de que um dia veríamos esse Cordeiro manifestado como Gente, que morreria, ressurgiria, iria para glória, mas voltaria para buscar Sua Igreja. Os profetas apontaram para o Calvário, lugar em que o Cordeiro seria imolado à tardinha, mas também no terceiro dia ressuscitaria com poder e grande glória. É um cenário que se forma, no qual homem com homem se confrontam de forma horizontal, redimidos, lavados e remidos pelo sangue do Cordeiro, então começam a olhar de forma vertical para seu Criador. Há uma mistura entre esse Deus que veio a Terra em forma de homem e Seu Corpo na Terra, a Igreja. O céu tem uma representação legal do homem: Jesus Cristo, o nosso Intercessor que está à direita de Deus (Hebreus 4) e a Terra também tem seu representante legal do céu: a Igreja, os filhos de Deus lavados e redimidos pelo sangue do Cordeiro. Podemos observar, então, que quando Deus quer mudar o curso das coisas na Terra, Ele convoca a Sua representação legal, a Igreja, a geração eleita. Somos canais de Deus para que Ele possa nos usar como quer e trazer Sua glória sobre as nações, anunciando que o Cordeiro Pascal está vivo. Essa visão de mistura entre o divino e o humano é a vida plena de Jesus trabalhando em sinais na vida dos homens. Cada um sinalizando a vida de Deus na Terra. Você é o ponto de contato de Deus na Terra. Isso só é possível, porque existe a Páscoa, porque o Cordeiro Pascal veio à Terra, entregou-Se no Calvário, assumiu o nosso lugar de pecado, morreu, ressuscitou e nos deu sua própria vida. Quem compreende a visão do Cordeiro Pascal e se confronta com Ele não pode continuar o mesmo. Ele é o nosso modelo e Se entregou totalmente. Quando olhamos para Ele, rendemo-nos de igual modo. Ele é a nossa esperança e a nossa vida. Deuteronômio 30 diz que devemos andar nos estatutos do Senhor, porque Ele é a nossa vida. João 1 diz que Ele é a vida, e, quando ressuscita Lázaro, diz: “Eu sou a ressurreição e a vida, aquele que crê em mim ainda que esteja morto, viverá.” O nosso Jesus é Vivo e garante vida para Seus filhos. Por tudo isso, nós nos rendemos com alegria. Não é uma rendição com saudosismo, é uma rendição com boa expectativa. “Eu sei em quem tenho crido e estou certo que é poderoso para guardar o meu tesouro até o dia final.” (II Timóteo 1:12) Continua…   Fonte: Mir   Para a Célula da IACC   Compartilhar da célula: o que você aprendeu a cerca da páscoa que ainda não sabia? O que você pretende fazer nesta terra como igreja e corpo de Cristo? Você já entregou a sua vida ao Senhor Jesus?   Líder leia para todos com atenção e faça um planejamento para esta célula participar e estabelecer

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Guardar o coração e a alma

Salmos 30.12; Prov. 4: 23; Isaías 26.9  O primeiro texto nos mostra que não podemos deixar a nossa alma no silêncio, é preciso se expressar como sinal de cura, o segundo texto fala que existem coisas que se deve guardar, e aqui fica evidente que devemos guardar coisas boas e descartar as ruins; devemos guardar coisas que nos dê esperanças, alegrias, paz, cura, prosperidade, estabilidade, etc. Devemos guardar também nossa vida espiritual, nosso casamento, nossos filhos, ministério, família, etc. O terceiro texto mostra que é na alma e coração (espírito) que está o desejo, vontade, decisão diligência, e neste expressa o desejo e a busca diligente por Deus.   O texto de provérbios diz que de tudo o que se deve guardar, primeiro devemos guardar nosso coração, pois dele procedem as fontes da vida. Tudo o que eu preciso para vencer e ser feliz estão no coração, então eu preciso protegê-lo, não posso deixá-lo ser contaminado, pois nele está a fonte para a vida que regerá minha história.   Jesus disse que a boca fala àquilo que está no coração, a bíblia diz que da minha boca procede à vida ou a morte, a paz ou a guerra e se eu controlar a minha língua, controlarei também todo o meu corpo. Segundo o profeta Jeremias, devo trazer à minha mente aquilo que me dá esperança e, sabemos que aquilo que eu penso, desce para o coração e aquilo que desce ao coração é aquilo que eu falo e, segundo este princípio espiritual; eu sou resultado das minhas palavras.   Quando a bíblia fala do coração está se referindo ao nosso espírito e alma e não ao órgão físico, embora este, se expressa e reflete aquilo que se passa em nossa alma e também no espírito, ele bate mais rápido ou doe, etc. Por este motivo coração e alma fala de entendimento, conhecimento, revelação, intuição, percepção, emoção e sentimentos. Em hebreus 4:12 diz que a Palavra é viva e eficaz ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas… Então o espírito e alma estão ligados, assim como juntas e medulas.   Não tenho dúvidas, esta é uma questão absolutamente resolvida no plano de Deus, para nós: O nosso coração é o lugar das nossas conquistas, ou dos nossos fracassos, das nossas alegrias ou das nossas tristezas!   Pensando assim o Senhor nesse texto específico nos orienta a guardar o nosso coração. Isso porque o nosso coração possui uma chave que só pode ser acionada de dentro para fora! Ninguém pode violá-lo, nem mesmo o diabo o pode. Em apocalipse 3:20 diz que Jesus está batendo na porta, se eu abrir Ele entra e tem comunhão comigo, se eu não abrir ele ficará do lado de fora da minha vida, só eu posso abrir. É por isso que muitas pessoas por falta de conhecimento abrem a porta do coração para o pecado, engano e mentiras. É dessa forma que o inimigo com o mal consegue entrar e destruir a fé das pessoas, as suas vidas e famílias.   O diabo é sutil, ele vem com esses enganos e mentiras para que sem apercebermos, abramos a porta do nosso coração para ele entrar. O pecado tem sido uma chave para o maligno ter acesso ao nosso território. O pecado vem de mansinho e aos poucos vamos acostumando e dando lugar para ele entrar. Precisamos guardar o nosso coração para não vivermos na prática do pecado como se fosse normal, precisamos guardar a Palavra do Senhor em nosso coração (Salmos 119:11).   Meditando nestas coisas tenho chegado à conclusão de que é impossível vivermos os desafios de uma vida com Deus, de uma vida familiar equilibrada, de um ministério frutífero sem desenvolvermos comunhão uns com os outros; porque o nosso coração de onde procedem as fontes da vida, também é enganoso e a nossa alma é sensível e carente de amor, afirmação, valorização e aceitação! (Jeremias 17:9).   Assim sendo, precisamos com urgência, desenvolvermos essas estruturas que nos permita: prestar contas, uns aos outros! Ninguém pode viver sozinho, não podemos viver em uma ilha ou construir muros ao nosso redor, se o fizermos estaremos isolados e isso é ruim, é ir contra a verdadeira sabedoria! Precisamos uns dos outros!   A nossa independência vai nos causar mais prejuízos do que acertos, não fomos criados para andarmos sozinhos. Nenhuma independência pode ser vivida de maneira absoluta: precisamos uns dos outros! O caminho segundo o modelo de Cristo é o discipulado e sua base está no relacionamento e, relacionamento gera consolidação e consolidação gera firmeza, estrutura, estabilidade, constância, segurança e proteção. Não fomos criados para andarmos sozinhos, necessitamos de um bom referencial para nos influenciar e assim influenciarmos outros. Fomos criados com necessidades espirituais, emocionais e físicas e é através de bons relacionamentos em casa, na célula, no discipulado, na igreja que seremos supridos e alimentados.   A nossa visão é celular e esta nos leva na rota da liderança, o processo da visão nos desata para sermos líderes, tanto no reino de Deus como na vida secular. Para exercer liderança é necessário ser liderado, para ser discipulador é necessário ser discípulo e todo discípulo verdadeiro tem experiências na prática para liderar, pois está ligado na videira. Todo discípulo sabe obedecer, sabe honrar e faz tudo com alegria, ânimo e amor. Se alguém quer governar primeiro precisa ser governado, é preciso aprender a obedecer, ser servo, Jesus é o nosso modelo. Filipenses 2: 5-11   Ser discípulo e não ser discipulador é perda de tempo, é o mesmo que estar ligado na videira verdadeira e não frutificar, por isso, é necessário querer liderar e isto equivale a cuidar, consolidar, discipular! Sabemos que isto fala de renuncia e só os verdadeiros discípulos tomarão a atitude de querer ser para poder ter legitimidade e assim ser cobertura sobre alguém.   Precisamos ser discípulos discipuladores, ter alguém que nos seja modelo, que esteja cuidando de nós com a finalidade de proteger o nosso coração e alma. Da mesma forma precisamos também refletir na vida de

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É preciso querer liderar e ser

Juízes 9:8-15   Não fomos criados para andarmos sozinhos, necessitamos de um bom referencial para nos influenciar e assim influenciarmos outros. Fomos criados com necessidades espirituais, emocionais e físicas e é através de bons relacionamentos que seremos supridos e alimentados.   Este texto da palavra nos dá uma dimensão exata do que ocorre quando os filhos de Deus não têm discernimento e abrem mão da sua legitimidade para governar! Temos aqui duas situações muito importantes. A primeira é a necessidade de ter alguém nos cobrindo e a segunda é a importância de se dispor para cobrir.   As árvores neste contexto representam em primeiro lugar as pessoas que estão perto de nós na igreja, célula, etc. Em segundo lugar representam a população de uma maneira geral, e a Oliveira, a Figueira e a Videira somos nós, os frutos fieis, os filhos legítimos, árvores de frutos de excelência!   1.     A Oliveira   Esta é uma árvore de excelência e do seu fruto se extrai o azeite que representa a unção do Espírito Santo, porém quando a oliveira foi chamada a governar e a tomar uma postura de liderança sobre as demais árvores, se esquiva dizendo que não poderia conciliar a Unção e o Governo. Veja que equívoco, a unção é fundamental para uma liderança respaldado no sobrenatural.   Tudo aquilo que recebemos do Senhor através da Palavra visa cumprir um propósito, o processo que passamos nos leva a crescer, temos aprendido que precisamos receber a unção para reter a revelação e desta forma, sairmos do discurso para a prática.  A revelação nos faz mais sábios e a unção nos respalda para exercermos nossa liderança com autoridade. Está na hora de assumirmos nossa identidade de conquistadores, de pessoas maduras, curadas e benevolentes a fim de sermos líderes modelos para uma multidão de discípulos.   É necessário sermos mais observadores, mais sensíveis, usando e praticando tudo àquilo que temos aprendido. Está na hora de sermos líderes maduros e olharmos para o projeto de Deus em nossa vida, pois a unção é o respaldo para governarmos, e se esse é o plano de Deus, não faltarão da parte dEle os recursos espirituais e financeiros para que esse propósito se cumpra literalmente em nosso ministério.   2.     A Figueira   O fruto desta arvore também é de excelência e representa alguém de caráter manso, doce, com traço marcante do Fruto do Espírito. Esta figueira abre mão de liderar, pois entende que não era possível governar e manter o caráter e a integridade aos Princípios de Deus!!! Veja, caráter, integridade e prática dos princípios de Deus são os elementos fundamentais para uma liderança eficaz, e essas são marcas de um líder modelo!   Estas características falam de alguém que passou pelo deserto e leu as circunstâncias, fala de alguém que cresceu e teve o caráter curado, fala também de alguém que saiu do discurso e resolveu ter o caráter de Cristo, fala de alguém que se tornou dócil e ensinável. Agora, se esta pessoa não estiver disposta a repartir e usar tudo aquilo que recebeu do Senhor para apascentar vidas, tudo que recebeu se perderá.    3.     A Videira   Jesus Cristo disse em João 15 que Ele é a videira verdadeira e que todos aqueles que estiverem ligados nEle frutificará. Os ramos da videira fazem parte da mesma e evidenciam de forma inequívoca um autêntico discípulo do Senhor Jesus, nós somos estes ramos frutíferos ligados nEle, fazemos parte desta videira e não podemos abrir mão de cumprir o nosso papel. Esta arvore representada na videira também abre mão de governar justificando uma incompatibilidade de ser um discípulo do Senhor e um governante!   Para exercer liderança é necessário ser liderado, para ser discipulador é necessário ser discípulo e todo discípulo verdadeiro tem experiência na prática para liderar pois está ligado na videira. Todo discípulo sabe obedecer, sabe honrar e faz tudo com alegria, ânimo e amor. Se alguém quer governar primeiro precisa ser um discípulo, estão, como é que esta arvore diz que não dá para conciliar?   Ser discípulo e não ser discipulador é perda de tempo, é o mesmo que estar ligado na videira verdadeira e não frutificar, por isso, é necessário querer liderar! Sabemos que isto fala de renuncia e só os verdadeiros discípulos tomarão a atitude de querer ser para poder ter e assim ser cobertura sobre alguém.   4.   A Oliveira, a Figueira e a Videira tem em comum o fato de serem árvores de bons frutos, aqui elas representam cada um de nós, que muitas vezes rejeitamos e abrimos mão de assumirmos uma postura mais firme e decidida, e permitimos o governo de Espinheiros nas nossas e nas vidas das outras pessoas, precisamos nos importar com as vidas que o Senhor Jesus comprou com o seu sangue!   Quando nós não assumimos o lugar que por direito deveríamos assumir, sempre haverá  quem ocupe nosso lugar. Se quisermos ser uma igreja prevalecente para influenciar e gerar uma nação santa, não podemos nos omitir e abrir mão daquilo a que somos chamados. As pessoas desta terra não precisam e não querem que Espinheiros estejam governando. O Espinheiro é o governante corrupto que é autoritário, que não conhece a Cristo e assim busca seus próprios interesses.   Se não tomarmos uma atitude e não nos posicionarmos, as pessoas buscarão alguém que as governem, as seitas estão por aí e muitas vezes deixamos os espinheiros governar sobre as pessoas que deveriam estar sendo cuidadas por nós, existem aquelas que vem e perdemos para os espinheiros. As pessoas estão sedentas e necessitadas, precisam ser consolidadas e discipuladas, precisam de alguém que se importe com suas necessidades espirituais, emocionais, físicas e familiares, precisam de alguém que lutem por elas em oração, precisam de alguém que lhes ensinem o caminho.   Este ano de 2008 está se acabando e nós ministério Penha estamos em uma transição, estamos conquistando um novo território e, 2009 será sem sombra de dúvida um tempo de colheitas, um marco, um

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Conhecer a Deus

Jó 42:5; Fil. 2:5-8   Imagine alguem evangelizando enquanto está sentado na sala de sua própria casa assintindo tv. Ou um discipulador ensinando seus discípulos descansando no jardim. Ou um lider de uma célula ministrando enquanto passeia em um shop ou distraído com situações adversas. E impossível servir à distância e sem propósito.   É muito importante servir a Deus e, servi-lo exige proximidade Dele e intimidade com Ele. É impossível servir-Lhe à distância, é impossível servir-Lhe sem contato pessoal e íntimo com Ele. Não existe genuíno serviço a Deus que possa dispensar a comunhão com Ele, que possa avançar baseado em suposições do que Ele queira. Não.    Se servimos ao Senhor, precisamos conhecê-Lo mais e mais.   Para isso, é preciso responder a Seu chamamento para a comunhão, entrar no Santo dos Santos e ali conhecer Seu coração. É preciso estar disposto a ser despertado no meio da noite ou mais cedo pela manhã. É necessário dispor-se a lutar contra o cansaço, a falta de vontade, a falta de tempo e qualquer outra situação. Só podemos servir o Senhor se O conhecermos. E quanto mais O conhecemos, mais satisfação nosso serviço trará para Ele e para nós e assim estaremos completos e satisfeitos, pois o Senhor nos completa em tudo.   A Visão em que estamos vivendo hoje como Igreja, é uma visão de serviço onde cada discípulo deve buscar com humildade fazer bem aquilo que esta à sua mão para fazer. Quando um discípulo serve ao seu líder, é porque ele já está sendo servido por ele. Se alguém é discipulador, é porque está servindo seu discípulo, cuidando, ensinando, orientando, orando por ele, protegendo, abençoando, etc.   Quando um discípulo serve ao seu líder de coração, está servindo a Deus. O profeta Eliseu servia a Deus sendo servo de Elias seu discipulador. Não se importe em começar varrendo o ambiente da célula ou bancando o motorista para ir levar alguém em casa, lavando a louça após o compartilhar do pão, arrumando as cadeiras, etc., pois estas pequenas tarefas, se feitas com alegria, alegram também o coração de Deus.   Deus te abençoe     Pastor Eliezer  

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