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Resultados da fé em Deus

Romanos 1:16,17  A fé em Deus nos coloca no Seu Reino e isto nos torna crédulos em tudo aquilo que a Bíblia diz, também arranca a incredulidade do nosso coração e nos conduz a uma vida de êxito. Isso tudo sem mencio­nar que a fé nos dá direção, pois nos conduz à verdade de Deus. Quando caminhamos pela fé no Reino de Deus, apre­sentamos em nossa vida mudanças de atitudes, pois sabemos quem Deus é e quem somos nEle. Pela força da fé somos transformados num modelo a ponto de outras pessoas nos querer copiar ou querer também alcançar o que temos alcançado através da nossa fé. Muitos de nós já alcançamos um casamento estável, uma família ajustada, administração nas finanças equilibradas, um futuro seguro, paz interior, alegria, equilíbrio emocional, uma vida espiritual e ministerial frutífera e a certeza da salvação! Isto equivale ter prosperidade em tudo! Este é o resultado de uma perseverança em crer e perseverar em servir ao Senhor! A fé do Reino de Deus traz a convicção da salvação. Nesta fé temos a confiança que depois de salvos ninguém mais vai nos arrebatar das mãos de Deus. Cremos que somos salvos e que Jesus Cristo é o nosso Senhor, temos a consciência de que somos tem­plo do Espírito Santo na terra. Através da nossa fé na Palavra de Deus, também, recebemos um novo ânimo, uma nova alegria. Recebemos a doutrina da salvação e temos a certeza de que nada nesta vida pode retirar a alegria que o Senhor nos deu. Em Lucas 10:20 diz: “Alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos céus.” A fé que recebemos no Reino de Deus se torna um chamamento A fé do Reino onde o Messias Jesus é Rei, se torna para nós um chamamento com uma implicação: a promoção de resgate, porque a fé em Jesus Cristo traz resgate. Nesse cha­mamento de fé, Deus promove resgates específicos como: 1. Resgate da integridade. Isso acontece quando a pessoa se converte, pois ela muda o seu modo errado de agir e adquire credibili­dade e respeito no reino espiritual e na terra, reino físico, na sociedade. 2. Resgate da fidelidade. Quem tem fé é fiel e não tem medo de entregar o que é do Senhor. Nós damos respostas de fidelidade porque cremos que Deus é o provedor de todas as coisas e que, aos filhos do Senhor que se movem nesta fé, não faltará absolutamente nada. 3. Resgate da Lealdade. Ser leal é honrar compromissos. É comprar somente quando pode pagar e quando não pode, não comprar. Dizer que está comprando por fé sabendo que não vai conseguir pagar é negligência e ir­responsabilidade. Quando compramos algo de valor alto e parcelamos, é porque sabemos que podemos pagar, se acontecer um imprevisto que inviabiliza o cumprimento daquele compromisso, devolvemos. A verdadeira lealdade vem pelo Reino de Deus e nos alcança primeiro dentro de nós e desta forma nos transforma em pessoas confiáveis no céu e na terra. 4. Resgate da Dignidade. Ter dignidade é ser restaurado na hombridade, na seriedade. É saber o que somos como gente, como cristão, como líderes, é ter também uma boa autoestima. É conseguir diagnosticar os níveis de problemas interiores e trabalhar para que o Senhor Deus opere maravilhas em nós. Isso só é possível pela fé em Jesus, pois este resgate é um grande desafio em um mundo corrompido e em uma sociedade perversa e pervertida com esta em que vivemos. 5. Resgate da Confiabilidade. Toda a estrutura para se manter em pé, precisa de crédito. Só se investe numa situação, quando se crê que há retorno. Só pode haver investimento, quando há credibilidade, toda a estrutura, para se manter em pé, precisa de credibilidade e de confiabilidade. A fé em Jesus vem pela Palavra de Deus e esta revelada pelo Espírito Santo, renova nossa mente e nos transforma resgatando nossa confiabilidade. 6. No casamento. É necessário ter crédito primeiro em casa para ter crédito em todos os outros lugares. Precisamos governar bem a nossa casa, porque o termômetro está em casa (I Timóteo 3:5). 7. No trabalho. Para que se possa desenvolver um bom profis­sionalismo, é preciso credibilidade no trabalho e o nosso chamado pautado na fé, realiza este resgate, pois a fé nos qualifica como representantes do céu. A fé no Reino de Deus traz temor e tremor e isso nos resgata também na área profissional, fazendo de nós excelentes profissionais, pessoas com credibilidade, pessoas de confiança. 8. Na igreja. A fé do Reino de Deus vivida na prática, naturalmente trará mudança de mente e toda mudança começa na forma de pensar, é na mente que começa a mudança e a mudança que vai gerar a verdadeira credibilidade, vem de Deus. Precisamos confiar nos Apóstolos, nos Pastores, nos discipuladores, nos líderes de célula e em todos aqueles que investem na nossa vida. A confiança vem pela credibilidade, por isso como discípulos e discipuladores, precisamos ter uma vida irrepreensível. 9. Na amizade. Só se investe numa amizade, quando se acredita nela. A Bíblia diz em Provérbios 17:17 que devemos, em todo o tempo, amar o amigo e na angústia se fazer irmão. Quando não há crédito, não há como fazer investimento. Consequentemente também não há prosperidade. Só se atinge um alvo quando se crê. Precisamos ser confiáveis. Pre­cisamos aprender a confiar no Deus que temos, Ele é o Deus verdadeiro, justo e fiel. Fé é ter a confiança centrada no Pai Celestial, é ter uma ligação em profundidade com Ele, é estar em harmonia completa com o Senhor, consciente de que no dia em que fomos chamados para o Seu Reino, Ele promoveu em nós um resgate e colocou no nosso coração a confiança. Cremos que pela fé e fidelidade, estamos crescendo e prosperando na terra, estamos vencendo os desafios, estamos vencendo como Cristo venceu e com Ele reinaremos eternamente! Prática: Ore para que a fé de todos seja edificada, ore pelas famílias da célula, pelos novos convertidos, pelos visitantes e pelos convidados

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Fidelidade é resultado da Fé

Salmo 1:1-4 Existem quatro princípios para ser feliz e próspero. 1. Não andar segundo o conselho dos ímpios, pois estes não conhecem os princípios de Deus…; 2. Não se deter no caminho dos pecadores, pois os pecadores não têm o Temor do Senhor, vivem para si mesmos; 3. Não se assentar na roda dos escarnecedores, pois estes zombam de Deus e dos seus semelhantes; 4. Ter prazer na lei do Senhor e nela meditar de dia e de noite. Estes são aqueles que estão comprometidos com os propósitos de Deus! A verdadeira fé traz a manifestação de compromisso com Jesus o Cristo Devemos aprender como funciona o Reino de Deus, para poder entender o significado de “ter prazer na Lei do Senhor”. Jesus disse em Mateus 11:28-29: “Vinde a mim todos vós que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei; tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, que sou manso e humilde de co­ração; e achareis descanso para as vossas almas”. Aprender de Cristo é disciplina, mas muitas vezes não queremos ser disciplinados; queremos só receber e nunca dar! Ele disse: “Vinde a mim todos vós que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei”, isso é uma promessa; Ele continuou: “Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim”, isso é um compromisso. Não podemos esquecer o compromisso, não devemos nos prender apenas na promessa. O Reino de Deus não funciona sem compromisso, que é jus­tiça. Jesus disse em Mateus 6:33: “Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e todas as demais coisas vos serão acrescentadas.” Veja que linda promessa escrita em I João 1:7: “O sangue de Jesus Cristo, o Filho, nos purifica de todo o pecado. “Mas veja que o versículo começa com um compromisso: “Se andarmos na luz, assim como Ele na luz está e se mantermos comunhão uns com os outros o sangue de Jesus Cristo, o Filho, nos purifica de todo o pecado.“ As Promessas são condicionadas na fé, fidelidade e compromisso. Promessa sem compromisso não faz parte do Reino, por­que o Reino de Deus é integral! Quer ser cheio de fé? Não perca a visão do compromisso. A promessa de Deus é completa, é para todos, mas para alguns falta responsabilidade. Neste Reino, todos devem ser comprometidos. A fé traz a manifestação de prazer na Palavra do Senhor Ter prazer na lei do Senhor e meditar nela de dia e de noite, é o caminho para andar em êxito em todas as áreas da vida. É viver declarando o Senhorio de Cristo sobre nossa vida, e isso com alegria, com prazer. É também viver decretando que o inimigo está debaixo dos nossos pés. É ter vitória o dia todo e, claro, todo o dia em nome do Senhor Jesus. No Salmos 3:5 diz: O filho de Deus deita e dorme; e acorda tranquilo, pois o Senhor o sustenta.”  É preciso tomar posse dessa palavra, pois ela diz respeito a nossa vida. Quem medita na Palavra de dia, sabe o resultado da Pa­lavra de noite! Descanso em Deus! Se você quiser crer, passará a crer! Se abrir o cora­ção para crer, Deus derramará fé sobre você. Existe pessoas em muitos lugares da terra que por falta de fé, fidelidade e compromisso, só vão à Igreja se for à base do em­purrão ou carregados. Estes desconhecem o versículo de Salmos 122:1, que diz que devemos conter alegria em nossos corações todas as vezes que formos convidados a ir à Casa do Senhor. Hoje na terra existe um desânimo aguçado sobre muitos filhos de Deus, parecem que estes não creem mais que o Reino é funcional. O Reino de Deus é prático; precisamos aprender com Jesus a desenvolver o Seu caráter e a Sua vida em nós; precisamos aprender a ser determinados em relação à praticidade do Reino de Deus, não podemos nos contentar sem resultados na frutificação, pois esta é resultado da fé pratica, atuante, ativa, viva e comprometida. Aquele que está enxertado na Palavra de Deus, ouvindo e co­mendo dela, cresce. Atente para a seguinte sugestão: adquira o hábito de dormir, dirigir, viajar, etc., ouvindo versículos bíblicos e louvores. Não perca tempo, discipline-se! Cultive esse hábito de ouvir coisas que o edificam e alimentam espiritualmente. Medite na Pala­vra dia e noite e obtenha prosperidade em tudo. A lógica de Deus é: Aquele que medita, pratica, e quem pratica, prospera em tudo. Quem lê, medita e pratica a Palavra de Deus não se aperta com nada, sabe exata­mente o que fazer, porque a Palavra instrui, dirige. Nós, discípulos crentes na IACC, somos uma raça ousada e só erramos se quisermos, porque sabemos fazer o certo. Se insistirmos no errado é porque revela incredulidade no que ouvimos e aprendemos, lembre-se, incredulidade e o oposto da fé e sem fé desagradamos a Deus. Em II Timóteo 1:12 diz: “Porque sei em quem tenho crido e estou bem certo de que é poderoso para guardar o meu tesouro até o dia final.” É preciso ter consciência de que o Espírito Santo habita dentro de nós gestando a fé, o ânimo e a coragem necessários para vencermos as in­tempéries do dia a dia, sabendo que o nosso Deus é Poderoso para guardar a nossa salvação, os nossos galardões se permanecermos comprometidos e fiéis a Ele até o fim. O que é Fidelidade? A fidelidade se apresenta em nós pela seriedade e singularidade do coração. Todos os que são fiéis nas pequenas coisas, também são nas grandes! Deus não precisa barganhar com ninguém, o que Ele quer e requer é a fidelidade de cada um. As pessoas estão equivocadas na interpretação acerca da fidelidade, achando que fidelidade é questão de quantidade, mas a Bíblia prova que se é fiel pela qualidade. Em Lucas 16:10 Jesus disse: “Quem é fiel no pouco, também é fiel no muito e quem é injusto no pouco, também é injusto no muito.” No Reino de Deus, quem não consegue ser fiel prova que não tem

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Princípios da Fé

Gálatas 2:16; Quando a Bíblia fala de fé, fala de condições para que as pessoas, em Deus, vençam as dificuldades comuns e incomuns da vida. Por sermos seres integrados a uma sociedade e sujeitos às regras dessa sociedade que hoje está muito confusa, (no nosso caso Brasil, também existe muito sofisma). Para nós, cristãos filhos de Deus, a postura e a linguagem que devemos ter no dia-a-dia para vencer este mal devem partir diretamente da palavra de Deus e precisa ser uma fala clara, específica e contínua. É a fé que nos ajuda a ter um novo estilo de vida para não sermos seduzidos pelas coisas comuns e malignas. É algo que cresce dentro de nós, encaminhando-nos e encorajando-nos para re­cebermos de Deus a vitória, porque já fomos justificados, não pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo. Exemplos de Fé Fé Instintiva. A fé instintiva está relacionada com todas as nossas capacidades inatas. Por exemplo, o bebê já nasce sabendo mamar. É a sucção, uma capacidade inata. Isso é uma questão de sobrevivência. Existem coisas que se ensinam apenas para facilitar, mas já está na pessoa e outras que se aprendem por esforço e dedicação.  Fé dos Primeiros Passos. A fé dos primeiros passos é muito interessante. Ninguém ensina, por exemplo, uma criança a andar; isso também é um ato instintivo; Deus fez assim! O que precisamos notar é se nesses primeiros passos há deficiência, neste caso a criança precisa ser influenciada e encorajada pelos pais. Fé da Sobrevivência. A fé da sobrevivência não depende especificamente de nós. Infelizmente dependemos de alguns fatores que nos cer­cam, do ambiente ao nosso redor, dos ensinos que nos estão sendo dados. Somos criaturas de hábitos. Somos produto daquilo que é injetado em nós. Por isso, como pais físicos e espiri­tuais devemos estar atentos às circunstâncias de nossos filhos. Quais são os princípios da Escola em que estudam? Quem são os professores? Quem cuida deles em casa? Observe as pessoas que estão tratando com seus filhos no espírito, na alma e no corpo. Também é preciso saber, dentro dos tipos de fé, como a fé se manifesta, quais são as manifestações da fé. Vejamos: A fé como manifestação da justiça Quando a pessoa é instruída em justiça pela Palavra de Deus, algo no reino espiritual começa a quebrar níveis de incredulidade no coração; então ela começa a ver pela ótica de Deus, segundo a dimensão do Pai Celestial, sabendo que Ele está no comando, executando e guiando. A Bíblia diz Tiago 2:17,18: “Assim também a fé, se não tiver obras, é morta em si mesma. Mas dirá alguém: tu tens fé, e eu tenho obras; mostra-me a tua fé sem as obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras.” O Apóstolo Eliezer Falou sobre fé sem obras no primeiro culto deste mês, ele pontuou que devemos ter uma fé viva, frutífera ao ponto de injetarmos fé em outras pessoas. A fé tem que ser prática, porque é um exercício que quanto mais se exercita, mais se tem. Isso manifesta um sentimento de justiça, queremos e precisamos agir debaixo de legalidades. O maior problema é que muitos querem começar por onde os outros estão terminando; já querem ser atletas, não tendo a disposição de passar por onde estes passaram. Isso está errado, o caminho deve ser trilhado. Nada vem pronto, tudo deve ser construído pela fé prática, viva e perseverante! Ninguém simplesmente sonha e acorda em outro local geográfico. Para se chegar a determinado local, é preciso um transporte e também exercitar a fé. Se for pelo método incorreto, é injustiça e isso é força do braço, fruto de uma mente cauterizada, foge do princípio central de Deus. Jesus disse em Mateus 6:33: “Mas buscai pri­meiro o reino de Deus e a sua justiça, e todas as coisas vos serão acrescentadas.” Deus tem mostrado que o sucesso ou o insucesso de­pende do exercício da fé. Ouça isso: Cresceremos no nível de fé, se exercitarmos a fé. A fé é um exercício! Quanto mais você treina, mais cresce. Em I Timóteo 4:8 aprendemos: “Pois o exercício corporal para pouco aproveita, mas a piedade (Compaixão, bondade) para tudo é proveitosa, visto que tem a promessa da vida presente e da que há de vir.”  O texto diz que o exercício físico tem o seu proveito apenas corporal, por isso diz para pouco aproveita.  Observe que, quanto mais você vai à Igreja ou lê a Bíblia, mais você fica alimentado e robusto, tendo muitas vitórias. Quando acontece o contrário, o ´normal` é você começar a ficar fragilizado como se estivesse desnutrido, como se alguma coisa fosse apagando, morrendo; você se torna vulnerável e fragili­zado por tudo o que é situação; isso é decorrente da falta do exercício. Quem não tem tempo para Deus, vive perdendo tempo; quero que você entenda que ir à Igreja e vir na célula não é questão de quantidade de tempo, de sobra de tempo, mas de qualidade do tempo. O exercício da fé é necessário, mas existem pessoas que pararam no meio do caminho, e no Reino de Deus a saída é im­portante, mas o fundamental é a chegada! Você tem que sair para conseguir chegar, porque muitos saíram e não chegaram. No reino de Deus o importante é chegar, completar a carreira e levar o troféu”. No conceito do mundo, muitos correm, mas só um leva o troféu, mas no reino de Deus é diferente. Lembre-se de que você tem forças suficientes em Deus para sair e ser vitorioso. Para ser conquistador e andar no caráter de fé e fidelidade é necessário cumprir as regras que existem, pois elas são princípios estabelecidos por Deus. O cumprimento dos princípios promovem vida saudável, alegre e rejubilante no Reino físico e espiritual. Então, vamos exercitar a nossa fé. Amém!  Fim  Orientação ao Líder na prática de hoje: Peça para cada um fazer dois pedidos para exercitar a fé:  Primeiro, ore agora por um amigo não cristão e faça isso

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Nossa responsabilidade como líderes espirituais.

Mateus 5 : 14 a 16 Graças às infinitas misericórdias de Deus, fomos tirados do meio de uma geração corrompida e perversa. Geração da qual o Senhor se compadece, a ponto de nos ungir, para que sejamos luz no meio dela. Cada pessoa que é resgatada por Cristo, recebe de forma automática, a responsabilidade de iluminar este mundo com a luz do evangelho. O mundo, que jaz em desespero e sofrimento por conta do pecado, não tem como ser mudado, a não ser pela transformação espiritual de cada pessoa, ou seja, só conseguiremos mudar o mundo, se conseguirmos mudar pelo poder de Deus, cada pessoa que há nele. Esta responsabilidade não é dos intelectuais, nem dos governantes, nem tampouco dos jovens, mas sim de cada um dos discípulos de Jesus na Terra. Se somos discípulos, então saibamos que que Deus nos deu poder para mudar o mundo a nosso redor. Cada pessoa chamada para ser discípulo (a), se abraçar o chamado, é revestido de autoridade para ganhar e discipular a outros. Discipular significa levar, de forma espiritual, cada pessoa a conhecer a Cristo e viver segundo os princípios de sua Palavra, o que representa a mudança de mente e conduta, de toda uma geração. O Senhor nos adverte de que não podemos nos esconder, nem nos omitir desta responsabilidade, pois Ele a confiou especificamente a nós. (a sua Igreja ). Mudar uma geração tão deformada (rebelde, alienada, violenta) parece algo impossível, mas será feito, porque conosco está o Poder de Deus. Todo êxito do nosso trabalho será estabelecido no Sobrenatural. Não devemos olhar para o tamanho da dificuldade e sim para nós mesmos, vigiando e buscando ver, se brilha em nós a luz do Senhor. Não somos fontes geradoras de luz, mas refletoras da luz de Cristo. Como poderei iluminar a outros, se eu mesmo estiver apagado, como transformarei a outros, se eu mesmo não me deixo transformar. Nosso êxito como líderes, está em sempre nos examinarmos a luz do Espírito Santo, pois esta é a condição colocada por Cristo para que haja Aliança (que é sinónimo de vitória). Em 1 Co. 11: 28 diz: Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma do pão e beba do cálice. Examine-se porque isto te prepara para entrar em Aliança (arrependimento), e se você entrar em Aliança, sua vitória será certa. Para que nossa Aliança com Deus seja perfeita, devemos estar sempre nos avaliando e buscando gerar em nós o Homem Perfeito que é Cristo. Devemos continuamente lutar por santificação, pois esta é a condição para vermos ao Senhor, agindo aqui em nossas vidas e também na Vida Eterna. Hb. 12 i 14 diz: Buscai a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor. Você já viu lideranças que estagnam? Ou pior ainda, você já viu pessoas que retrocederam? Com certeza. Sabe o que aconteceu com estes líderes? Deixaram de vigiar, de orar e examinar-se. Sem que percebessem, entrou a acomodação, ou desânimo, ou a indiferença, a incredulidade. O pecado vem por sutilezas e o diabo gosta de cirandar. Antes que alguém possa cair, muita coisa tem que acontecer, porém há pessoas que não caem, mas seu brilho desvanece, seus rostos param de resplandecer, como aconteceu com Moisés. São líderes que ficam sem unção, sem sonhos, sem entusiasmo naquilo que estão fazendo. Moisés colocou um veu no rosto para os discípulos não perceberem que a luz, o brilho e a glória tinha desvanecido, não podemos perder a luz de Cristo em nós, pelo contrário, precisamos manter essa luz crescente para que as pessoas lá fora sejam alcançadas. Essa luz fala do nosso testemunho de vida, nosso estilo e forma de viver, nossa expressão de fé. Como líderes assim poderão atrair pessoas e contagiá-las, mostrando a elas quanta alegria existe em servir ao Senhor? Outro fato que como líderes não podemos esquecer, é de que somos o padrão dos fiéis, a forma que dará forma espiritual a muitas gerações depois de nós. Seremos mais zelosos com nosso testemunho pessoal, se nos conscientizarmos de que estamos gerando uma multidão igual a nós, afinal, está escrito: cada semente produz segundo sua própria espécie e atenção, porque esta é uma lei divina, universal, imutável e irrevogável. Reflita: Você gostaria de ter uma multidão de discípulos que: Faltassem frequentemente as suas convocações? Fossem preguiçosos quanto à oração? Fossem inconstantes e desorganizados? Fossem desrespeitosos com horários? Fossem autossuficientes e obstinados? Que estão sempre com cara de cachorro São Bernardo ( óh céus, óh vida, óh dor)? Mais reclamam do que elogiam? São sonegadores de dízimos, ofertas e primícias? Falam, falam, mas nunca fazem o que prometem? Sempre na hora H, falham, e depois aparecem com uma desculpa (o carro quebrou, meu cachorro morreu, minha mulher me chamou)? Sei que você deve estar dizendo, Deus me livre!!!, mas melhor que se benzer ou dizer, tá amarrado!!! É você vigiar para como líder, não fazer nenhuma destas coisas. Aquilo que eu for e fizer, será a legalidade aberta no mundo espiritual, para a formação de um povo que terá o meu caráter e o meu comportamento. Lembre-se das palavras do Senhor Jesus: Aquilo que quereis que os homens vos façam, fazeis vós a eles. Isto nos alerta para sermos flexíveis com os discípulos e mais exigentes com nosso próprio testemunho, pois nossa chamada é restaurarmos uma geração e iluminarmos este mundo, que está em trevas. Quando pregamos a Palavra, chamamos a atenção dos filhos de Deus, mas o que produz atração, identificação e permanência, é o fato de as pessoas nos olharem e verem Jesus refletido em nós. (As pessoas estarão sempre procurando ver Jesus em você). Para que um espelho possa refletir com nitidez e fidelidade uma imagem, ele precisa ser plano, sem deformidades, manchas ou trincas. De igual maneira, se queremos refletir a luz de Cristo, precisamos nos avaliar sempre, tendo como parâmetro a Palavra de Deus e o permanente e doce, balizamento do Espírito Santo. Se formos achados nesta

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O poder do toque pela fé

Marcos 5:25 ao 34 Cada vez que nos reunimos aqui na célula ou em qualquer outro lugar, em nome de Jesus, ele se faz presente entre nós. Ele é fiel e disse em Mateus 18.20: “onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles”. O Senhor também disse em Mateus 28:20: “Eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos”. A coisa mais preciosa na vida do cristão é a unção pela presen­ça viva do Senhor Jesus. Há quem goste mais da pregação, outros gostam mais dos louvores, muitos gostam de estar junto aos irmãos em comunhão…, tudo isso é importante, mas o que nos interessa em primeiro lugar, é a presença viva do Senhor Jesus. Todavia, a presença e a unção do Se­nhor Jesus não é a mesma para todos. O texto bíblico nos mostra uma mulher e também uma mul­tidão ao redor de Jesus. Essa passagem aconteceu no auge de Seu ministério, no ápice de Sua fama, que corria por toda a Terra naqueles dias. Havia, com certeza, muita gente ao redor de Jesus para vê-lO e ouvi-lO. A maioria era de curiosos que queriam ver algum milagre, alguma coisa especial. Mas apareceu uma mu­lher em meio à multidão. E, para ela, o toque em Jesus foi dife­rente dos demais. Deus não faz acepção de pessoas, mas nem todos O tocam ao ponto de receberem po­der. Todavia, aquela mulher O tocou, diferente de todos os ou­tros que encostavam e pegavam no Senhor Jesus. Somente quan­do aquela mulher tocou em Jesus saiu virtude trazendo cura, libertação e salvação. Hoje, milhões de pessoas cantam reunidas no nome de Jesus e o Senhor se faz presente no meio delas. É algo precioso, maravilhoso, mas quantos vão para casa tendo recebido da virtude de Deus? Quantos saem diferentes de como entraram? Quantos têm recebido algo da parte de Deus? Há um toque que faz a diferença. Vejamos o toque que az a diferança: Aquela mulher em sua busca, NÃO RECUOU diante dos obstáculos.  Esse é um dos segredos da bênção dela e pode ser o nosso também. Em Jeremias 29:13 Deus disse: Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração. Muitos não recebem porque não procuram realmente, não aplicam o coração em uma decisão resoluta e irreversível, não empenham sua alma na busca. Aquela mulher tinha hemorragia há doze anos, era como uma menstruação que nunca passava. Você faz ideia do que seja para uma mulher esgotar sangue durante doze anos? Você consegue imaginar a sua aparência? Não é difícil imaginá-la como uma mulher franzina, anêmica, sofrida e, provavelmente, envelhecida pelo sofrimento que a doença produzia nela. A fra­queza e a debilidade física eram as suas marcas. Mas essa mulher fraca, frágil, enfrentou a multidão, prova­velmente grande, com gente de todo tipo, para tocar em Jesus. Ela ouviu falar de Jesus, creu e firmada nesta fé encarou o obstáculo e disse: “Eu vou tocar nEle! Se eu tocar ficarei curada! Ninguém vai me impedir de tocar nEle!”. Essa atitude foi o segredo dela. O que agradou o coração de Deus foi ver que ela não se intimidou diante da dificuldade que estava à sua frente. Ela se propôs a tocar no Senhor dizendo: “Se eu apenas tocar nas suas vestes eu serei curada”. A fé envolve falar e agir, fé sem ação não tem frutos! O Senhor Jesus não parou para facilitar que ela O tocasse. Ele deixou que ela se esforçasse para que sua fé fosse consolidada e recebesse visibilidade. Todos sabemos como é difí­cil enfrentar uma multidão, mas aquela mulher desconsiderou sua fraqueza e embrenhou-se no meio do povo. Talvez tenha recebido cotoveladas, chutes e empurrões, mas nada a impediria de receber a cura do Senhor. Até onde vai a sua disposição de receber de Deus, de tocar nEle? O Senhor deseja ver até onde você está disposto a ir. Um tempo de jejum, oração, meditação, cumprir o processo e viver o chamado irá mudar a sua vida, a sua história, a sua situação e o seu problema. Não há nada que o poder de Deus não possa resolver. Ela não se conformou em ser infeliz A atitude dela mostrou sua imensa indignação com aquela condição de vida. Muitos não recebem de Deus porque se acos­tumaram com a infelicidade, com o casamento ruim, o empre­go ruim, a saúde ruim e as finanças ruins. Ela tinha hemorragia e gastou tudo com os médicos. Ela não era conformada, ela tentou, bateu em todas as portas, forçou todas as entradas. Ela tentou tudo, foi ao médico durante doze anos e os médicos tomaram tudo o que ela tinha. Ela não pou­pou dinheiro e nem esforços para se livrar daquele desconforto. Ela não se acostumou com sua condição e foi isso que a moveu na direção de Jesus. Ela tocou em Jesus pela fé Há o toque da emoção, o toque da curiosidade e o toque do conhecimento intelectual. Mas somente o toque da fé em Jesus libera a unção e o poder de Deus sobre nós. Jesus disse que a fé daquela mulher foi a chave de sua bênção, pois Ele disse: A sua fé te salvou! Muitos ouvem e não creem, mas quem crê é salvo. A fé genuína possui vários elementos importantes: A fé genuína desconsidera os obstáculos e as dificuldades, desconsidera os fatos focando nas promessas, se dis­põe a pagar até o preço da própria vida, não se conforma em viver sem resultados, vê a resposta antes de acontecer, mantem um discurso alinhado com a verdade, vive um estilo de vida comprometido com a promessa e se dispõe ao arrependimento e à obediência. Lembre-se, fé sem obras é morta, nossa fé deve desenhar nosso estilo de vida! Há um poder disponível para mudar a sua vida. Basta um sim­ples toque. Um toque da fé. A sua história pode ser completamente mudada por causa de um único toque. Outros estarão apenas er­guendo as mãos, mas pela fé você

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Livro de Gálatas

Está semana estamos lendo e meditando o livro de Gálatas. Acompanhe abaixo um resumo do livro, um breve diagnóstico da carta de Paulo aos Gálatas. Autor: Gálatas 1:1 claramente identifica o apóstolo Paulo como o seu autor. Quando foi escrito: Dependendo de aonde exatamente o livro de Gálatas foi enviado e em qual viagem missionária Paulo iniciou as igrejas naquela área, o livro de Gálatas foi escrito em algum lugar entre 48 e 55 dC. Propósito: As igrejas em Galácia eram formadas em parte de judeus convertidos e em parte de gentios convertidos, como era geralmente o caso. Paulo afirma seu caráter apostólico e as doutrinas que ensinava a fim de confirmar as igrejas da Galácia na fé de Cristo, especialmente no que diz respeito ao ponto importante da justificação pela fé. Assim, o assunto é essencialmente o mesmo ao discutido na epístola aos Romanos, ou seja, a justificação pela fé. Nesta carta, contudo, a atenção é especialmente dirigida ao ponto de que os homens são justificados pela fé sem as obras da Lei de Moisés. Gálatas não foi escrito como uma redação sobre a história contemporânea. Foi um protesto contra a corrupção do evangelho de Cristo. A verdade essencial da justificação pela fé e não pelas obras da lei tinha sido obscurecida pela insistência por parte dos judaizantes de que os crentes em Cristo deviam cumprir a lei se esperavam ser perfeitos diante de Deus. Quando Paulo soube que este ensino tinha começado a influenciar as igrejas de Galácia e que os tinha afastado de sua herança de liberdade, ele escreveu o forte protesto contido nesta epístola. Versículos-chave: Gálatas 2:16: “… sabendo, contudo, que o homem não é justificado por obras da lei, e sim mediante a fé em Cristo Jesus, também temos crido em Cristo Jesus, para que fôssemos justificados pela fé em Cristo e não por obras da lei, pois, por obras da lei, ninguém será justificado.” Gálatas 2:19-20: “Porque eu, mediante a própria lei, morri para a lei, a fim de viver para Deus. Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim.” Gálatas 3:11: “E é evidente que, pela lei, ninguém é justificado diante de Deus, porque o justo viverá pela fé.” Gálatas 4:5-6: “… para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos. E, porque vós sois filhos, enviou Deus ao nosso coração o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai!” Gálatas 5:22-23: “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei.” Gálatas 6:7: “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará.” Resumo: O resultado da justificação pela graça mediante a fé é a liberdade espiritual. Paulo chama os Gálatas a manterem-se firmes na sua liberdade, e “não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão (isto é, a lei mosaica)” (Gálatas 5:1). A liberdade cristã não é uma desculpa para satisfazer uma natureza inferior; pelo contrário, é uma oportunidade de amar uns aos outros (Gálatas 5:13, 6:7-10). Essa liberdade não isola ninguém das lutas da vida. De fato, pode até intensificar a luta entre o Espírito e a carne. No entanto, a carne (a natureza inferior) foi crucificada com Cristo (Gálatas 2:20) e, como consequência, o Espírito produzirá seus frutos na vida do crente, tais como: amor, alegria e paz (Gálatas 5:22-23). A carta aos Gálatas foi escrita em um espírito de inspirada agitação. Para Paulo, a questão não era se uma pessoa tinha sido circuncidada, mas se havia se tornado “uma nova criação” (Gálatas 6:15). Se Paulo não tivesse sido bem sucedido em seus argumentos a favor da justificação pela fé, o Cristianismo teria permanecido uma seita dentro do judaísmo, ao invés de se tornar uma forma universal de salvação. Gálatas, portanto, não é só a epístola de Lutero, mas também a epístola de cada crente que confessa com Paulo: “Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim” (Gálatas 2:20). Os livros de Tiago e Gálatas ilustram dois aspectos do Cristianismo que desde o início aparentam estar em conflito, embora na realidade sejam complementares. Tiago insiste na ética de Cristo, uma demanda de que a fé prove a sua existência pelos seus frutos. No entanto, Tiago, não menos que Paulo, enfatiza a necessidade da transformação do indivíduo pela graça de Deus (Tiago 1:18). Gálatas salienta a dinâmica do Evangelho que produz ética (Gálatas 3:13-14). Paulo não era menos preocupado do que Tiago sobre a vida ética (Gálatas 5:13). Como os dois lados de uma moeda, esses dois aspectos da verdade cristã devem sempre acompanhar um ao outro. Conexões: Ao longo da epístola de Paulo aos Gálatas, a graça salvadora – o dom de Deus – é contrastada com a lei de Moisés, a qual não salva. Os judaizantes, aqueles que iriam retornar à lei mosaica como fonte de justificação, foram eminentes na Igreja primitiva, ao ponto de temporariamente atraírem um cristão de destaque como Pedro em sua teia de enganos (Gálatas 2:11-13). Assim, tão apegados eram os primeiros cristãos à lei, que Paulo teve que continuamente reiterar a verdade de que a salvação pela graça não tinha nada a ver com a observância da lei. Os temas que ligam Gálatas ao Antigo Testamento centram em torno da lei versus graça: a incapacidade da lei de justificar (2:16); a morte do crente com a lei (2:19); a justificação pela fé de Abraão (3:6); a lei não traz a salvação, mas a ira de Deus (3:10); e, por último, o amor, não obras, cumpre a lei (5:14). Aplicação Prática: Um dos principais

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Livro de Gálatas

Estamos estudando o livro de Gálatas todas as terças-feiras na sede do Setor 48 (Viva Lares). Venha aprender juntamente com os obreiros este livro que trata sobre a liberdade cristã e o compromisso do crente com a cruz de Jesus Cristo. Acompanhe abaixo um resumo do livro, um breve diagnóstico da carta de Paulo aos Gálatas. Autor: Gálatas 1:1 claramente identifica o apóstolo Paulo como o seu autor. Quando foi escrito: Dependendo de aonde exatamente o livro de Gálatas foi enviado e em qual viagem missionária Paulo iniciou as igrejas naquela área, o livro de Gálatas foi escrito em algum lugar entre 48 e 55 dC. Propósito: As igrejas em Galácia eram formadas em parte de judeus convertidos e em parte de gentios convertidos, como era geralmente o caso. Paulo afirma seu caráter apostólico e as doutrinas que ensinava a fim de confirmar as igrejas da Galácia na fé de Cristo, especialmente no que diz respeito ao ponto importante da justificação pela fé. Assim, o assunto é essencialmente o mesmo ao discutido na epístola aos Romanos, ou seja, a justificação pela fé. Nesta carta, contudo, a atenção é especialmente dirigida ao ponto de que os homens são justificados pela fé sem as obras da Lei de Moisés. Gálatas não foi escrito como uma redação sobre a história contemporânea. Foi um protesto contra a corrupção do evangelho de Cristo. A verdade essencial da justificação pela fé e não pelas obras da lei tinha sido obscurecida pela insistência por parte dos judaizantes de que os crentes em Cristo deviam cumprir a lei se esperavam ser perfeitos diante de Deus. Quando Paulo soube que este ensino tinha começado a influenciar as igrejas de Galácia e que os tinha afastado de sua herança de liberdade, ele escreveu o forte protesto contido nesta epístola. Versículos-chave: Gálatas 2:16: “… sabendo, contudo, que o homem não é justificado por obras da lei, e sim mediante a fé em Cristo Jesus, também temos crido em Cristo Jesus, para que fôssemos justificados pela fé em Cristo e não por obras da lei, pois, por obras da lei, ninguém será justificado.” Gálatas 2:19-20: “Porque eu, mediante a própria lei, morri para a lei, a fim de viver para Deus. Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim.” Gálatas 3:11: “E é evidente que, pela lei, ninguém é justificado diante de Deus, porque o justo viverá pela fé.” Gálatas 4:5-6: “… para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos. E, porque vós sois filhos, enviou Deus ao nosso coração o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai!” Gálatas 5:22-23: “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei.” Gálatas 6:7: “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará.” Resumo: O resultado da justificação pela graça mediante a fé é a liberdade espiritual. Paulo chama os Gálatas a manterem-se firmes na sua liberdade, e “não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão (isto é, a lei mosaica)” (Gálatas 5:1). A liberdade cristã não é uma desculpa para satisfazer uma natureza inferior; pelo contrário, é uma oportunidade de amar uns aos outros (Gálatas 5:13, 6:7-10). Essa liberdade não isola ninguém das lutas da vida. De fato, pode até intensificar a luta entre o Espírito e a carne. No entanto, a carne (a natureza inferior) foi crucificada com Cristo (Gálatas 2:20) e, como consequência, o Espírito produzirá seus frutos na vida do crente, tais como: amor, alegria e paz (Gálatas 5:22-23).

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