admin

Aconselhamento – Parte VI

VII – CASADOS; CASAMENTO:  É bíblico: Gn. 2:18.   1.      O relacionamento do casal cristão:   a)      O papel da mulher: Diante de Deus como esposa: Auxiliadora, companheira, estar lado a lado, servir de suporte, tomar o seu devido lugar (Gn. 2:18).             Submissão – Ef. 5:22. ·         Definição hebraica: "Colocar-se debaixo da proteção de Deus". ·         É uma atitude por obediência, resultando de amor ao Senhor e ao marido. ·         Não é inferioridade, mas o entendimento de que uma das partes é designada para liderar (Homem).   b)     O papel do homem: Autoridade ® I Co. 11:3; Ef. 5:25 (amar…)   ·      A autoridade que o homem tem que ter, tem como modelo Cristo, que amou, se dispôs à sacrifícios. ·      A autoridade de Cristo está fundamentada no seu sacrifício (é o fruto do sacrifício). ·      Quando necessário, a autoridade deve ser exercida rigorosamente, mas em geral não é uma exigência. Firmeza não significa imposição, dar ordens, é necessário agir com firmeza, gentileza e ternura, tratando a esposa corretamente, como a parte mais frágil: I Pe. 3:7.   O marido como chefe espiritual da família, deve ser o 1º a se arrepender, a se humilhar, a pedir perdão. A autoridade de Cristo está fundamentada no seu sacrifício (é o fruto do sacrifício).             O sustento ·         Financeiro ·         Espiritual (orar pela família, cobri-la).   c)      Aspectos fundamentais: Vida com Deus:   Quando estamos mal com Deus, nosso casamento vai mal, a raiz de todos os problemas está na desarmonia espiritual do casal: falta de cruz, de oração, papéis espirituais invertidos, mulheres não submissas e maridos complacentes com erros das esposas. Deve-se desenvolver o crescimento espiritual individual e em conjunto.             Diálogo, Comunicação: Comunicar é transmitir uma mensagem de forma clara e simples. O diálogo entre o casal é importante para tampar brechas, para impedir que o maligno lance setas de desconfiança, raiva, ciúmes, crítica.             Caso haja problema na comunicação deve-se: ·         Ouvir até que a outra parte tenha acabado de falar; ·         Falar de forma a ser compreendido pelo outro; ·         Testar o entendimento; ·         Haver perdão.   2.      Criação de filhos: A auto-imagem da criança é formada nos seus primeiros anos. A sua personalidade, por volta das 4 ou 5 anos. Os pais tem a responsabilidade de amar, dar exemplo, cuidar, ensinar e disciplina-los na admoestação do Senhor – Ef. 6:4.   Como ensinar: Fazendo! Sendo!   Causas dos problemas na educação dos filhos: Instabilidade no lar: Quando pais não estão se dando bem, os filhos sentem-se ansiosos, por sentirem a sua segurança ameaçada e com medo de serem abandonados.           A criança é o produto da atmosfera familiar.             Falhas dos pais: ·         Abuso físico; ·         Falta de castigo (superproteção).             Necessidades não satisfeitas: ·         Significado (sentir que é importante); ·         Segurança; ·         Aceitação; ·         Amor; ·         Disciplina; ·         Necessidade de Deus.   Quando as mesmas não são satisfeitas, o amadurecimento é prejudicado e freqüentemente surgem problemas.   Negligências espirituais: Sl. 78:1-8 ·         Ensinar às crianças a respeito de Deus para desenvolver nelas: a fé, a submissão a Ele, para demonstrar Sua fidelidade, bondade, misericórdia. Isso fará com que as crianças tenham um referencial ® Pv. 22:6.   Disciplina: É bíblica: Pv. 22:15 ® e vista como correção e não como castigo; A criança é o resultado da disciplina!!!   Ef. 6:4 ® A disciplina de um pai não pode ser baseada na opinião pessoal, mas sim a Palavra de  Deus. (Pv. 13:24 ® A disciplina não pode ser dada por boca somente).             d)     Três elementos essenciais na relação pai-filho e mãe-filho: ·         Instrução (o que você diz); ·         Influência (o que você faz); ·         Imagem (o que você é).   3.      O sexo no casamento: O sexo: – É bíblico, não é proibido: Ct. 4 e 7; II Co. 7:1-5. ·           É um ato espiritual (união): I Co. 6:16. ·           Foi criado por Deus para o prazer: Pv. 5:18, 19. ·           Foi feito para o casamento: I Co. 7:4-5.   Causas dos problemas sexuais no casamento: Má informação: ·         Algo proibido ·         Sem conhecimento sexual e casa-se ·         Sem noção.   Pressa: Para o ato sexual, requer-se uma atitude relaxada, sem pressa;   Tédio: ·         Não desenvolve-se idéias novas para fazer amor; ·         Pouco tempo gasto na estimulação que precede; ·         Descuida-se da aparência. ·         Com isto, surgem os casos extraconjugais, na busca de alguém mais excitante e diferente…   Causas físicas: distúrbios endócrinos (glândula de secreção interna cujo produto é lançado diretamente no sangue), obesidade, diabetes, enfraquecimento dos músculos vaginais em mulheres que tiveram filhos.   Bloqueios psicológicos: ·         Dúvidas quanto a sexualidade. ·         Medo: de ser interrompido em meio ao intercurso; de gravidez; de dor. ·         Conflitos conjugais: brigas, ressentimentos…               c)      Efeitos dos problemas sexuais no casamento: Incapacidade de realização: Devido à: ·         Frigidez (incapacidade da mulher em experimentar o prazer sexual na sua plenitude ® orgasmo). ·         Impotência (incapacidade do homem de chegar ou manter ereção). ·         Ejaculação prematura (ejaculação do sêmem antes do ato sexual). ·         Dispareunia: intercurso dolorido.   Diminuição da auto-estima: Especialmente nos homens. Quando o ato sexual não é satisfatório, geram dúvidas à competência sexual.   Escolha de substitutos: ·         Masturbação; ·         Sexo extraconjugal e infidelidade.   d)     Prevenção: Aconselhamento pré-nupcial: Informações corretas sobre fisiologia (ciência que trata das funções orgânicas pelas quais a vida se manifesta) e anatomia (analisar, dissecar, forma e disposição dos corpos).   Educação sexual: ·         O quando a Bíblia ensina sobre o sexo; ·         Ler livros: O Ato Conjugal… ·         Curso de noivos.             Orientações sobre higiene pessoal, aparência física (uso de roupas íntimas, babydois) etc… é importante usar perfume…   e)      Aconselhamento de problemas sexuais no casamento ·         Compreensão e aceitação: do problema existente, sem vergonha, culpa ou ansiedade; ·         Coletar informações sobre o problema: Ex: Qual a causa, etc… ·         Oferecer informações sobre a solução do problema:             Ex: Fornecer informações sobre ensino bíblico quanto ao sexo.   Técnicas de relação sexual: ·         É um processo de aprendizado,

Aconselhamento – Parte VI Read More »

Nossa liberdade em Cristo – Final

Romanos 6: 16-18 Terminamos na ministração anterior dizendo que o poder do pecado estava atuando em nossa natureza e éramos servos do pecado. Agora que pertencemos a Deus, Jesus Cristo não somente conquistou para nós o perdão dos pecados como também nos libertou do poder do pecado. Devemos, pela fé, nos apropriar desta verdade para que o inimigo não nos engane nos mantendo debaixo de um jugo de culpa e escravidão.    Veja o que o Senhor Jesus fez por nós   1.      Ele perdoou nosso pecado através do seu sangue derramado; 2.      Ele nos libertou do poder que o pecado exercia sobre nós.   Adão pecou e se afastou de Deus e por nascermos em sua descendência, herdamos a mesma condição de pecado. É fácil entender esse processo espiritual quando pensamos no processo físico: "Se o seu bisavô tivesse morrido com três anos de idade, onde você estaria?" Você teria morrido nele! Sua experiência estava atada à dele.   Fisicamente falando, estávamos dentro dos nossos antepassados, e se continuarmos voltando no tempo chegaremos até Adão. Ele representa toda a humanidade. O que aconteceu com ele afetou a todos nós.   Segundo a bíblia todos nascem em Adão e todos nascem pecadores.                         "Eis que eu nasci em iniqüidade, e em pecado me concebeu minha mãe." (Salmos 51:5) ; –        "Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus." (Romanos 3: 23).   Nós nascemos pecadores por estarmos ligados a Adão e cometemos atos de pecado em nossa vida. Deus no seu plano maravilhoso de salvação sabia que para nos libertar, era necessário nos desligar de Adão para quebrar o poder do pecado em nós. Ele então, enviou Jesus para iniciar uma nova descendência. Jesus é chamado na bíblia de o último Adão.   O primeiro falhou, mas o último Adão (Jesus) cumpriu totalmente à vontade de Deus e iniciou uma descendência de filhos de Deus, livres do poder do pecado. Esta é uma notícia maravilhosa, este é o evangelho. Não precisamos mais ser escravos do pecado, não precisamos mais estar longe de Deus, podemos receber perdão e liberdade.   Mas o que é preciso fazer para que isso ocorra?               É necessário morrer e nascer de novo. Isso aconteceu quando você creu em Jesus e o recebeu como Senhor de sua vida. Naquele momento, Deus estava te desligando espiritualmente de Adão e te ligando a Cristo. Agora estamos em Cristo e esta é a base de nossa liberdade. Assim como recebemos uma herança de Adão, também recebemos de Cristo. De Adão recebemos o pecado e a morte (separação de Deus); de Cristo recebemos vida e santidade.   Estávamos identificados com Adão, isso quer dizer que no momento em que Adão desobedeceu a Deus, nós o desobedecemos junto com ele, pois estávamos dentro dele. Agora saímos da linhagem de Adão e estamos em Cristo, isto significa que somos participantes do que Cristo fez.   Quando Jesus foi até à cruz, nós fomos juntamente com Ele. Quando ele foi crucificado, fomos crucificados com ele. Quando ele morreu, nós morremos junto com ele. Quando ele ressuscitou, ressuscitamos junto com ele.   O que Adão fez afetou diretamente nossa vida. O que Cristo fez, afeta diretamente nossa vida se estamos nEle. Isso não vai acontecer, já aconteceu e, o resultado da obra de Cristo pode ser experimentado por você exatamente agora. Não deixe o diabo te enganar dizendo que somente quando você morrer e for para o céu poderá ter liberdade, ou tentando te convencer que ainda é escravo do pecado e não há nada que possa ser feito. Você está em Cristo, e a liberdade já foi conquistada para você, se aproprie dela pela fé, agora mesmo.   Respaldo bíblico: Romanos 5:17-19; Rom 6: 11-18; Gálatas 5:24;Colossenses 1 :21-23; II Coríntios 5: 17.   Pastor Eliezer

Nossa liberdade em Cristo – Final Read More »

A igreja de Cristo na terra

Mateus 16:18; Atos 2:42-47 Cremos que Deus nos tem dado um vinho novo, que tem requerido a elaboração de um odre igualmente novo para conter o mover do Espírito para os nossos dias. Gostaríamos de poder oferecer uma contribuição ao Corpo de Cristo em nosso tempo, pois é muito importante ter essa visão de corpo.   Nossa principal identidade é a visão e a pratica das células como meio de discipulado e edificação da igreja local. Temos a visão de que o crente deve ser um vencedor em sua geração para poder participar da herança do Reino Milenar de Cristo. Nosso encargo é gerar uma igreja de vencedores onde cada membro se torna um ministro, um discípulo frutífero, um discipulador fiel e cada casa uma igreja. Nós cremos que há uma Igreja na terra que é o corpo de Cristo, composta de crentes genuínos, mas que esta Igreja universal, geral, é composta de muitas igreja locais. Que estas igrejas estão debaixo da liderança do Senhor Jesus Cristo, exercendo governo autônomo debaixo dEle, administrando todas as atividades locais (At 15:22; Mt 16:18; 18:15-20).   Visão Celular   1.      Cremos que as células não são uma doutrina, mas elas estabelecem uma visão e definem a nossa identidade de igreja de Cristo na terra.  No Ministério Penha  as células não são mais um dentre os muitos departamentos em atividade; elas são uma estratégia de conquista, elas geram relacionamentos e manifesta a vida de Cristo nas pessoas. Um membro integrado na célula se torna frutífero e abençoado, cumprindo com facilidade a grande comissão dada por Jesus de fazer discípulos de todas as nações.   2.      Somos uma igreja em células não por modismo, mas por revelação. Temos convicções claras e firmes. Entendemos que Cristo é o modelo e a visão celular é uma revelação do governo de Cristo. A Igreja, indiscutivelmente, não é o prédio onde nos reunimos. A Igreja é um edifício espiritual feito de pedras vivas que são as pessoas. A palavra de Deus nos diz que a Igreja é o corpo de Cristo na terra, membros ligados e unidos uns aos outros cumprindo o propósito de Deus de unidade. Entendemos que a igreja é formada por pais e filhos espirituais, discipuladores e discípulos. Não existe discipulado sem relacionamentos e todo relacionamento firmado nos princípios de Deus, traz cura, crescimento e prosperidade.   De um modo geral, todas as pessoas estão carentes de amor e aceitação, muitas nem sabe disso. Por isso, precisamos ser a resposta de Deus para os seus anseios! A igreja precisa ser uma grande família. A sociedade está cheia de pessoas feridas e desajustadas emocionalmente, as quais somente serão alcançadas e restauradas através de um ambiente de amor e aceitação familiar. É justamente esta a visão que temos para as células de nossa igreja: que cada célula seja um grupo familiar onde as pessoas são aceitas e amadas. Homens, mulheres, jovens e crianças crescem e multiplicam no amor de Cristo.                   Deus te Abençoe     Pastor Eliezer  

A igreja de Cristo na terra Read More »

Aconselhamento – Parte V

V – DEPRESSÃO               1) Definição: É um estado emocional encontrado tanto em caráter temporário na pessoa normal que passou por uma grande "decepção" como na "profunda depressão suicida do psicótico".             Exemplos de depressão na Bíblia: Sl. 88:3-5; 102:3-7.   Causas:               2.1) Físico-genéticos: Origem física: Falta de sono, alimentação imprópria, efeitos de entorpecentes, tumores cerebrais, desordens glandulares, hipotálamo – centro sistema nervoso.               2.2) Ambientais: Rejeição dos pais, padrões elevados que os pais impõem sobre os filhos, levando ao fracasso futuramente.               2.3) Incapacidade aprendida: Incapacidade em situações onde não se tem o controle, onde não se pode fazer nada.             Ex.: Perda de um ente querido, câncer na família.               2.4) Pensamento negativo: Pensamento negativo ® desânimo ® prostração ® depressão ® pensamento negativo.               2.5) Tensão: Perda de: emprego, posição, saúde, pessoas, devido à separações.             2.6) Ira:  Mágoa è Ira è Vingança è Ação destrutiva è Depressão             Obs.: Tentativas de suicídio podem ser devido à chantagem psicológica.   3) Identificações:               3.1) Sentimentos: Insuficiência, inutilidade, tristeza, pessimismo, desesperança, medo, insegurança, culpa, vergonha, desamparo, apatia, inferioridade, ineficiência, desânimo, desencorajamento, desmotivação, aborrecida com a vida, irrealização.               3.2) Comportamentos: Inércia (sem motivos para viver e agir), dificuldade de tomar decisões, perda de energia, fadiga, insônia, perda de apetite, perda do interesse do trabalho e das atividades usuais, suicídio, incapacidade de apreciar acontecimentos ou atividades agradáveis, agressividade, comportamento impulsivo, passividade, pouco motivadas.    3.3) Pensamentos: ·        "Tudo vai dar errado" ·        "Está tudo ruim ·        "Não sou capaz" ·        "Não dou conta"   Fundamento Bíblico: Vai depender do motivo de depressão. Ex: mágoa, baixa auto-imagem, ansiedade, etc…   Como aconselhar: Vai depender da causa. Deve-se tratar de cada caso especificamente. No geral, a direção será tomada pela Bíblia, de acordo com o caso em questão. Mudando a forma de pensar (Bíblia), conseqüentemente haverá mudança de sentimento e comportamento.               Atitudes práticas: ·        Depressão sem causa específica: encaminhar para o médico; ·        Confronto e exigências devem ser evitados no início, pois quase sempre aumentam a ansiedade produzindo desânimo e pessimismo; ·        Abordagem médica: se necessário: antidepressivos; ·        Levá-los à agir: envolvê-los na rotina diária, reuniões familiares, encorajá-lo em atividades que tenha probabilidade de ser bem sucedido, com isso aumentará o otimismo e interrompe pensamentos negativos; ·        Modificar sua rotina: Reduzir jornada de trabalho ou tirar férias; ·        Encorajar a aptidão física: um corpo sadio é menos suscetível às doenças mentais e físicas; ·        Separar versículos e livros sobre o assunto para ler; ·        Fornecer apoio: estar juntos para orar, passear, distrair,… ·        Levá-lo à reconhecer, desenvolvendo a fé e a confiança no Senhor, (Ele está sempre no controle), (Fl. 4:11-14; II Co. 6:4-10). ·        Quando não consegue receber perdão de Deus, culpa excessiva, etc.   VI – SOLTEIROS: NAMORO:               1) Definição: A Bíblia não trata a respeito de namoro. O propósito de Deus é o casamento, mas para se obter um casamento com sucesso é preciso passar por um processo (namoro). E um tempo de crescerem juntos, formar um alicerce firme para um casamento estruturado, correto.               2) Princípios de Deus para o namoro: a)      Por que não aconselhar o namoro de um novo convertido? (estrutura/maturidade);   b)      Deve-se edificar o espiritual (crescer ® períodos de oração juntos, alvos no Senhor, chamado espiritual, caminhar numa unidade espiritual);   c)      Planejar atividades que envolva participação em grupo (evitar longos períodos a sós);   d)      Procurar ter uma comunicação aberta (ser amigos, transparente…);   e)      Buscar a edificação (ler livros, estudos sobre namoro, ver palavras de casamento). O que se planta no namoro, colhe-se no casamento!!!   Quando o namoro é prejudicial? a)      Quando não há idade suficiente (fase da puberdade, descobrimento e despertamento sexual). O namoro do adolescente é um estímulo para o ato sexual.   b)      A não concordância dos pais (Ef. 6:1; Col. 3:20).   c)      A não concordância da liderança (cobertura espiritual).   d)      Quando há jugo desigual (II Co. 6:14-17).               Algumas justificativas: ·        "Estamos simplesmente namorando…" ·        "Não é crente, mas é muito legal e cavalheiro…" ·        "Temos tanta coisa em comum…" ·        "Ele quer que os nossos futuros filhos freqüentem a igreja…" ·        "Eu falei que tinha que ser crente, então ele aceitou a Cristo…"             E na hora da crise? Conseqüência do crente que permitiu o namoro: coração se toma frio, indiferente, insensível à Deus.   e)      Quando não tem um ideal (sem compromisso).   f)        Quando o namoro é possessivo: isso gera desequilíbrio.   g)      Quando entra impureza.   A impureza no namoro: a)      O aconchego excessivo:   ·        O tempo de namoro (com o passar do tempo torna-se mais íntimo);   ·        Ficar sozinho (gera uma situação permissiva);   ·        Namoro com ou sem beijo, abraço? (Geralmente demarcam-se áreas proibidas, no mais vale tudo). Obs.: O homem é excitado pelo que vê, A mulher pelo o que ouve!   ·        Namoro no escuro (fugir da aparência do mal).  Obs.: Se somos seres espirituais, temos comunhão íntima com Deus, saberemos colocar limites!!!   b)      Com as carícias vem o abrasamento. c)      O abrasamento sexual leva à masturbação. d)      Com a masturbação: inicia-se a entrega dos seios: Ez. 23:3 e)      Próximo passo: ato sexual completo.   Conflitos resultantes da relação sexual pré conjugal: Moças: marcas profundas, sofrimento, sentimento de abandono, de humilhação, frustração, desconfiança, de culpa.   Vimos que uma atitude leva à outra. Devemos ser firmes com a carne e com o pecado, pois o que plantamos, iremos colher!!!   Continua…   Pastor Eliezer

Aconselhamento – Parte V Read More »

A Palavra de Deus Transforma o Caos em um jardim regado

Gênesis 1:1,2; Hebreus11:3  Na ministração anterior vimos que os profetas no antigo testamento profetizavam que Jesus iria chegar! Hoje a Igreja se levanta para afirmar categoricamente: Ele Jesus voltará! Vimos que a Páscoa aponta para Aquele que morreu, ressuscitou e voltará. O nosso Jesus não está mais morto pendurado no madeiro, Ele ressuscitou e vivo está para todo sempre!   Hoje começamos lendo Gênesis e este é o livro dos começos e nos seus três primeiros capítulos encontramos a introdução de todos os assuntos da Bíblia.  Gênesis 1:1 é uma síntese da criação de Deus, e é uma declaração enfática, sem deixar dúvida de que tudo quanto existe foi criado por um Ser soberano, por um Criador.   Aqui vemos como a criação se processou, como Deus agiu para criar todas as coisas.  Gn. 1:2 diz: “A terra era sem forma e vazia e havia trevas sobre a face do abismo, mas o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas”.   Dois princípios importantes:   1.      A Palavra de Deus produz exatamente o que ela diz   Neste caso o instrumento usado na criação foi a Palavra de Deus. Hebreus11:3 diz: “Pela fé entendemos que os mundos foram criados pela palavra de Deus; de modo que o visível não foi feito daquilo que se vê”  Segundo este texto da Palavra de Deus, vemos que o visível veio a existir daquilo que não aparece.   2.      O reino do espírito deu origem ao reino da matéria, o reino físico é cópia do reino espiritual.   Pela Palavra de Deus e pelo Espírito Santo, o Reino espiritual gerou o Reino material.  Existe um poder e força na Palavra.  Se soubermos utilizá-la agiremos como Deus age.  Se somos a imagem de Deus, devemos viver de acordo com a Sua semelhança. A palavra “gerou os mundos”. Em Hebreus 11:3 lemos que os mundos são sustentados pela Palavra de Deus.  No final dos tempos todas as coisas serão julgadas pela Palavra. Ela é o crivo pelo qual todos os pensamentos e doutrinas têm que passar.  E é por esta Palavra que saberemos o que estará operando nestes últimos dias: se o engano do maligno ou se a verdade de Deus.   2.1.   Um Contraste: O Caos Da Terra E A Visão De Deus   Veja a realidade visível da terra segundo Gênesis 1:2a:“A terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo…”.   Em outras palavras, um caos.  Só trevas, desordem, desastre, algo que estava feio. Deus olha para a terra e na sua visão Ele vê, não o caos, mas o que Ele fará.  Sua visão é de beleza, ordem, e harmonia.     Aqui Deus projeta transformar o caos em um jardim regado: Ele é um Deus de plano e propósito e tudo quanto faz obedece a um projeto muito bem delineado.  A terra era um caos, mas Ele introduz nesse caos, no vazio, nas trevas, aquilo que Ele projetou em Seu próprio coração.  Ele tem capacidade, habilidade, poder e vontade de transformar o caos em algo maravilhoso, de fazer com que este se ajuste ao que Ele projetou.     É assim que começa a obra da criação, com uma visão agasalhada no coração de Deus.  Dentro desta visão está incluído o universo, e como coroa desta criação, está o homem, um ser criado à Sua imagem e semelhança, dentro de quem Ele vai colocar um pouco de Si mesmo, um pouco da sua essência.   2.2.   Elementos Presentes Na Criação   Deus é um Deus triúno.  É uma unidade composta. São três pessoas em uma só: o Pai, o Filho, que é a Palavra, e o Espírito Santo.  As três estão envolvidas na criação, estão unidas em um propósito:   a)    Deus, o Pai   É Ele quem fala, libera a Palavra.  No primeiro capítulo de Gênesis encontramos onze vezes a expressão: “Disse Deus.” b)     A Palavra   Esta representa aquilo a ser gerado, é a semente. João identifica a Palavra com Jesus: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez” (João 1:1-3). Yeshua é a Palavra   c)    O Espírito de Deus   O Espírito Santo manifesta a vida que está na palavra.  Ele é o autor da vida. Em Gênesis 1:2 diz: “O Espírito de Deus pairava sobre a face das águas”.  Neste versículo está uma bela figura: É semelhante a uma galinha que choca os ovos.  Tomando esta figura podemos ver:     O caos da terra é a realidade da matéria; Deus lança uma semente de transformação em forma de palavra: haja luz, erva, luminares, animais… Cada palavra é uma semente sendo plantado no caos, situação da terra.  Jesus mesmo declarou que “a semente é a Palavra de Deus” (Mt. 13:3).   O Espírito se move sobre a palavra no caos.  Em outras palavras, incuba a palavra de Deus. Da união entre o Espírito e a Palavra a vida é gerada.   2.3.   O Princípio Da Semente   Deus estabeleceu uma lei natural pela qual toda reprodução na terra vem pelo plantar de uma semente.  A vida está na semente.     1. No Reino vegetal :   Uma semente é plantada na terra.  A vida está na semente, por exemplo, de laranja. Naquela semente esconde-se uma laranjeira.  Mas ela precisa entrar em contacto com a terra na qual a chuva caiu a fim de germinar.  Quando a semente entra em contacto com a terra molhada, a laranjeira nasce.   2. No reino animal:   A vida está na semente do macho.  Para que ela venha à luz, precisa ser plantada na fêmea.  Quando isso acontece, o animal escondido na semente, nasce.   3. No reino humano:   O homem tem uma semente (o espermatozóide).  Nele está escondido um outro ser humano.  A semente do homem é plantada na

A Palavra de Deus Transforma o Caos em um jardim regado Read More »

Nossa liberdade em Cristo – Parte II

Romanos 6: 16-18  Terminamos na ministração anterior dizendo que o poder do pecado estava atuando em nossa natureza e éramos servos do pecado. Agora que pertencemos a Deus, Jesus Cristo não somente conquistou para nós o perdão dos pecados como também nos libertou do poder do pecado. Devemos, pela fé, nos apropriar desta verdade para que o inimigo não nos engane nos mantendo debaixo de um jugo de culpa e escravidão.   Vejamos como ele faz isso através da história abaixo:                                     No dia 13 de Maio de 1888, foi abolida a escravatura no Brasil pela princesa Isabel através da Lei Áurea. Quantos escravos existiam no dia seguinte? Na verdade, não deveria haver nenhum. Mas muitos continuavam a viver como escravos, porque eles não conheceram a verdade. Outros receberam a notícia e acreditavam ser livres, mas escolheram viver da mesma forma que antes. Não bastassem estas duas situações, alguns ex-senhores de escravos, percebendo que estavam arruinados, se reuniram e comentavam o seguinte: "Fomos arrasados! A escravatura foi abolida, a lei está em vigor.   Perdemos a batalha onde lutávamos para manter nossos escravos". Porém, o mais astuto deles disse o seguinte: "Não necessariamente. Enquanto eles ainda pensarem que são escravos, a proclamação da liberdade não causará nenhum efeito prático. Não temos mais direito legal sobre eles, mas muitos ainda não sabem disto. Devemos impedir que eles saibam a verdade e então continuaremos a controlá-los". Um outro senhor observou: "Mas a notícia vai se espalhar". "Não entrem em pânico. Ainda temos outras estratégias. Pode ser que não consigamos impedir que eles ouçam a notícia, mas podemos fazer com que não entendam. (Não é por acaso que o diabo é o pai da mentira). Diremos que eles serão libertados, e não que eles já estão livres. Afirmaremos que a verdade que eles ouviram é somente teórica, e não de fato.   Algum dia quem sabe, eles poderão se beneficiar dela, mas não agora". O mesmo senhor retrucou: Mas talvez eles estejam esperando que eu diga isso mesmo, e nesse caso não acreditarão em mim". Bem, nesse caso, você deve selecionar alguns homens que sejam persuasivos e que ainda acreditam que são escravos e deixe que eles falem por você. Lembre-se que a maioria destes escravos já nasceu na escravidão e foram escravos por toda a vida.   Tudo o que temos a fazer é enganá-los para que eles continuem a pensar como escravos. Enquanto eles continuarem a fazer as coisas que os escravos fazem, não será difícil convencê-los. Vão manter a identidade de escravos por causa das coisas que fazem. Quando começarem a achar que não são, é só dizer: Como é que podem pensar que não são escravos, é só olhar para o que  estão fazendo e isso dirá quem são! Vamos mantê-los no engano!".   Muito tempo depois da proclamação, um grande número ainda vivia na escravidão. Eles não tinham ouvido a maravilhosa notícia e, alguns dos que ouviram não a compreenderam, por isso, continuavam a viver da forma como sempre viveram. Porque tudo estava exatamente igual, decidiram seguir em frente como se não tivessem recebido a liberdade.   A ilustração acima descreve exatamente o que o diabo tenta fazer com a igreja. Ele não está preocupado com a idéia que você tem de religião ou da bíblia ou até mesmo sobre Deus. Desde que você não saiba que já é livre, estará bem para ele. Ele tem usado sempre as mesmas mentiras para manter as pessoas presas e debaixo do seu jugo. Porém, está escrito: "e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. " (João 8:32)   Um dia, um ex-escravo ouviu a boa nova e a recebeu com grande alegria. Ele checou a veracidade da proclamação e descobriu que a mais alta dentre as autoridades a havia decretado. E não ficou por aí, mas que custou pessoalmente à autoridade um preço incrivelmente alto para que os escravos se tomassem livres. A vida daquele escravo foi transformada.   Ele compreendeu que seria uma hipocrisia continuar vivendo como escravo, ainda que os seus sentimentos lhe dissessem que ele ainda era um. Determinado a viver baseado na verdade que encontrara, as suas experiências começaram a mudar drasticamente. Ele percebeu que o seu antigo senhor não tinha mais autoridade sobre ele e que não tinha que ser obedecido. Ele alegremente passou a servir aquele que o havia libertado! Esta é a história que Deus preparou para nós através de Cristo. Somos livres!   Da escravidão à liberdade (Romanos 5:12,17,18,19).   Antes de recebermos a Jesus, todos nós tínhamos uma natureza pecaminosa que herdamos de Adão. Em outras palavras éramos pecadores por herança e não somente por ter cometido coisas erradas. Na obra que Jesus realizou na cruz para nos restaurar, ele tratou com estes dois aspectos: Veremos na próxima semana…   Continua…    

Nossa liberdade em Cristo – Parte II Read More »

Aconselhamento – Parte IV

  IV – ANSIEDADE:  Definição: É um sentimento íntimo de apreensão, mal estar, preocupação, angústia e/ou medo, produzindo uma reação física e psicológica.   Pode ser doentia: Aguda: Repentina, de intensidade grande e de pequena duração. Crônica: Persistente, de menor intensidade e duradoura. Normal: quando a ansiedade é proporcional ao perigo – Ex: noiva com os preparativos para o casamento.   Causas: 2.1) Ameaça: Perigo: Assalto, crime, doenças inexplicáveis. Auto-estima: Qualquer coisa que ameace a nossa imagem. Separação: Pela morte, divórcio, mudanças.             2.2) Conflito: Escolha: 2 coisas boas (dois empregos bons); Opção por 1 coisa boa e 1 coisa ruim: emprego bom, mas tem que fazer treinamento fora. Opção por 2 coisas ruins: ou sente muita dor ou opera. Obs.: A ansiedade persiste até que a escolha seja feita.             2.3) Necessidades insatisfeitas: Não supridas.   Sobrevivência (comer, morar, vestir); Segurança (econômico e emocional); Sexo (como um ser sexual); Significado (ser algo, ter valor); Auto-realização (alcançar alvos satisfatórios).   2.4) Diferenças individuais:   Claustrofobia, hidrofobia (fobias). Aprendida: pais nervosos, mãe tensa diante de um temporal; Doenças: úlcera, cólica. Conceitos Teológicos: perca da salvação, fica tensa.   Identificações: Sentimentos: Temor, tensão, preocupação, apreensão, angústia, medo. Pensamentos: Depende da área (relacionar com sentimentos). "Não haverá suprimento"; "Deus se esqueceu de mim".   Comportamentos: Impaciente, não consegue esperar Deus agir; Diante de um exame (reduz o nível de produtividade, habilidade de pensar ou lembrar); Fuga através do álcool, droga; Reação espiritual: Busca a Deus (ajuda); afasta de Deus (falta de tempo, para orar, ler a Bíblia).   Fundamento Bíblico: Mt. 6:27-34; Fl. 4:4-9; I Pe. 5:7; Sl. 55:22.   Como aconselhar: Demonstrar amor ao aconselhado. Identificar as causas (para depositá-las no altar do Senhor). Encorajar e agir: depois de lançar fora a preocupação, deve-se entrar no descanso (pela fé). Hb. 4:11, 12, 16. Dar apoio: marcar para estarem juntos para orar e conversar.   Filipenses 4:4-9: Alegrar: é uma ordem Bíblica, sempre (em qualquer circunstância). Moderação: No grego Tolerância (equilibrado, temperado). Oração: Retirar o peso, o problema do coração e levá-lo ao Senhor. Conseqüência da oração: Paz, refrigério, que excede o entendimento.   Em quê pensar? Só o que é do Senhor, a Sua Palavra preenchem estes requisitos. "Vir em mim" ser exemplo como Paulo foi. Ter a revelação imprimida em nós conselheiros e acompanhar o aconselhado…   Continua…   Pastor Eliezer

Aconselhamento – Parte IV Read More »

Nossa liberdade em Cristo

Romanos 6: 16-18   O conceito de liberdade para a maioria das pessoas é ter sucesso na vida financeira conquistando assim os propósitos que desejam, exercitar a independência, poder decidir sobre suas próprias vidas, ser senhores dos seus próprios destinos. Porém, sabemos pela bíblia, que só existem dois reinos: o reino de Deus e o reino das trevas, e o homem fatalmente estará servindo a um ou outro. Os que querem ser Senhores de suas próprias vidas, acabam inevitavelmente se afastando de Deus e conseqüentemente servindo o reino das trevas. Por isso, Jesus disse: "Quem quiser ganhar a sua vida, perdê-la-á; e quem perder a sua vida por amor de mim, ganhará vida eterna”. Um viver na busca e para servir ao ego, auto justificação, auto vanglória e auto confiança, está na verdade a serviço do mundo, da carne e do diabo.   A definição de Deus para a liberdade verdadeira é que nós, voluntariamente o obedeçamos e nos coloquemos debaixo da dependência dEle. Ele nos comprou, nossa vida pertence a Ele. Alguém pode pensar: "Mas se eu for servir e obedecer a Deus, continuarei sem liberdade”. Porém, é exatamente aí que está o benefício. Ser servo do pecado é escravidão; ser servo de Deus é liberdade! Antes de recebermos Jesus como Senhor, mesmo com todo esforço não conseguíamos nos livrar do pecado. O poder do pecado estava atuando em nossa natureza e éramos servos do pecado. Agora que pertencemos a Deus, Jesus Cristo não somente conquistou para nós o perdão dos pecados como também nos libertou do poder do pecado. Devemos, pela fé, nos apropriar desta verdade para que o inimigo não nos engane nos mantendo debaixo de um jugo de culpa e escravidão.   Continua…   Pastor Eliezer  

Nossa liberdade em Cristo Read More »

Aconselhamento – Parte III

III – INFERIODADE E AUTO-ESTIMA PROBLEMÁTICA:   1)   Definição: ·         Auto-imagem: Auto-descrição; ·         Auto-estima: Auto-avaliação.   É o que pensamos a nosso próprio respeito. O nosso auto-retrato exerce a grande influência no nosso modo de pensar, agir e sentir; na nossa vida espiritual e emocional.     No aconselhamento bíblico devemos compreender e aceitar o ensino bíblico sobre o valor humano, para vencermos a inferioridade e construirmos a nossa real auto-estima. Afinal possuímos grande valor, significado e mérito por termos sido criados à imagem e semelhança de Deus. (Gn. 1:26).   1.1)      Orgulho: É um desejo exagerado de obter atenção e louvor de outros, de tomar uma posição superior à outras pessoas.   1.2) Humildade: É uma auto-avaliação correta. A pessoa humilde aceita suas imperfeições, pecados, falhas, mas também reconhece os dons e habilidades concedidos por Deus. Não representa autonegação ou rejeição dos pontos positivos que nos foram dados por Deus, mas sim uma dependência agradecida ao Senhor.   Ex: Paulo que tinha consciência de seu passado pecador e das suas imperfeições que ainda possuía, mas sua auto-imagem era realista, não caracterizada por orgulho, mas por uma humilde avaliação do que Deus estava fazendo por seu intermédio ( I Co. 14:18).   Auto-estima realista e humildade andam juntas.   1.3) Amor Próprio: A Bíblia nos dá a base para amarmos a nós mesmos. Esta não é uma atitude de superioridade, orgulho egoísta ou auto-adoração, mas significa vermos como criaturas dignas, valorizadas e amadas por Deus. Amar o próximo como a nós mesmos.   2)   Causas:          2.1) Teologia Falha: As pessoas sentem-se inclinadas à inferioridade, onde a humildade é o mesmo que auto-condenação ou que o amor próprio é pecaminoso. Se supõe que a auto-estima é errada e que nossos desejos e pensamentos devem ser crucificados. Tal ponto de vista parece espiritual, mas na verdade sufoca os dons, habilidades, personalidades e criatividades que foram dadas por Deus. Ex.: 31:2-4,6. (são ensinamentos dados à cristãos dedicados e sinceros).   2.2) Pecado: Quando pecamos nos tornamos culpados, conseqüentemente sentimos remorso, culpa e decepção. Isto contribui para nossa inferioridade e destrói a nossa alto-estima.   2.3) Experiências Passadas: Fracasso, rejeição e críticas.        Não valho nada!; Olha o que as pessoas pensam de mim!; Estou sempre fazendo tudo errado! è Há um pensamento errado de que ninguém espera dele êxito. Por que tentar? è Quando não tentamos, o fracasso é certo e auto-estima é prejudicada.   2.4) Ação dos pais para com os filhos: A auto-estima da criança é formada geralmente nos primeiros anos de vida. Ela não tem uma imagem clara de si mesma e se enxerga através do espelho da avaliação de seus pais. Sentimentos de inferioridade surgem quando os pais:    ·         Criticam, rejeitam, xingam, repetem expressões que dizem que elas são: preguiçosas, incapazes, estúpidas. ·         Estabelecem normas e alvos fora da realidade. ·         Raramente elogiam, encorajam e dão apoio emocional. ·         Evitam acariciar, abraçar ou qualquer contato afetuoso. ·         Super protegem os filhos, fazendo-os fracassarem mais tarde.   2.5) Expectativas pouco Realistas:        Quando expectativas, ideais e padrões pessoais e/ou de outras pessoas são elevados demais, caminhamos para o fracasso e sentimento de inferioridade diante do fato de não conseguir corresponde-las.   2.6) Carência: Falta de amor, necessidades não supridas. Homem: (valor, de ser aprovado, respeitado). Mulher: (aceitação, carinho, ser amada, protegida).   2.7) Falta de conhecimento (ímpio) e de revelação (crente) sobre o que somos em Cristo.   3)   Indentificações: a) Sentimento: ·         Inferioridade; ·         Incapacidade de superar suas deficiências; de defender-se; ·         Rejeição; ·         Ciúmes (medo de ser traído); ·         Impotência; ·         Mal amada por Deus e pelos outros; ·         Insegurança; ·         Desânimo; ·         Medo; ·         Incredulidade; ·         Não gostamos do tipo de pessoa que somos; achamos que mais ninguém gosta de nós, isso influencia no relacionamento com as outras pessoas.   b) Comportamentos: ·         Se fecha, fuga (dificuldade de convivência); ·         Melindre (tende a sensibilizar-se facilmente); ·         Autocrítica (não se aceita); ·         Incapacidade de aceitar elogios; ·         Baixa autoconfiança; ·         Inclinação para ser mal perdedor; ·         Ser escravo da opinião dos outros; ·         Atitude pessimista diante de si mesmo e diante da vida ·         Esforço para se tornar alguém. Alguma coisa; ·         Dificuldade de amar e aceitar os outros.   c) Pensamentos: ·   Pensar em ser diferente do que é; ·   Que não vai dar nada na vida… ·   pior do que todos… ·   Ninguém gosta dele… ·   Só faz coisa errada… ·   Se alguém se importa com ele, se alguém pode interessar nele…; e o que faz pode interessar à alguém… ·   Relacionar com sentimentos.   4)   Fundamento Bíblico: ·   Não devemos nos ver como o diabo nos vê, nem como as pessoas nos vêem, nem como nos vemos naturalmente, mas devemos nos ver como Deus nos vê (Sl. 8:4,5; Jz. 6:12-16; Ef. 2:10); ·   Nós somos aquilo que pensamos, que imaginamos, por isso, devemos encher a nossa mente da palavra, ela é o campo de batalha (Pr. 23:7); ·   Exortação ao orgulho (Rm. 12:3) ·   Não é no natural que vamos elevar a nossa auto-estima, não é pela justiça própria, mas pela justiça de Deus (Fl. 3: 4-14) ·   Exercer a Palavra (Nm. 13) ·   Auto-estima baixa por causa do físico (Sl. 139:13-14).   5)   Como ajudar: a)    Estimular a se encher da Palavra para ser transformado por ela: § II Co. 3:18 (para ter revelação da nossa própria imagem); § Rm. 12:2 (ser transformado pela renovação da mente);   b)   Ler, confessar a Palavra nos trechos que dizem que Deus nos ama. c)    Dizer que nós não somos como uma foto que não pode ser mudada, mas temos acesso ao nosso retrato para muda-lo desenvolvendo a nossa real imagem; d)   Assim como uma sombra escura distorce a real visão de uma fotografia, uma boa iluminação produz uma boa fotografia. A luz de Deus traz a tona a nossa real imagem. e)    Experiências passadas: Mostrar que não somos prisioneiros do passado, o senhor nos faz novos em cada situação;   f)     Teologia Falha: Mostrar

Aconselhamento – Parte III Read More »

Aconselhamento – Parte II

 PROCESSOS NO ACONSELHAMENTO:  1)     Atenção e Ouvir: Para tentar entender o que está dizendo. (A pessoa chega falando dos sentimentos errados) sintoma – comportamento. 2)     Perguntar e Interpretar: É fundamental para identificar o comportamento e o pensamento errado. 3)     Ensinar e Informar: Para mostrar o padrão Bíblico de comportamento e pensamento. 4)     Exortar e Confrontar: Para mudança de comportamento e pensamento. Confrontar o que a Bíblia diz com o que a pessoa pensa e faz. Confrontar é o coração de tudo! 5)      Apoio e Acompanhamento: Com encontros "semanais" para acompanhar o processo.., e as tarefas de casa.   Obs.: Princípio da Responsabilidade: Cada um deve se preocupar com o seu próprio erro. Não deve lançar a culpa sobre os outros. Devemos tratar sempre com a pessoa que nos procura! ·   A importância do conselheiro conhecer a palavra para aconselhar: II Tm. 2:15; Cl. 3:16. ·   A Palavra é suficiente para mudar cada situação. Aquilo que sai da boca de Deus não volta para ele vazia. Is. 55:10, 11.   COMO ACONSELHAR:   I – PECADOS HABITUAIS: PROSTITUIÇÃO, ADULTÉRIO, VÍCIOS, MASTURBAÇÃO.   MCausas: ·     Falta de revelação da libertação do poder do pecado. (da cruz). ·     Ignorância da palavra.   Identificações: A – Sentimentos: culpa, solidão, distanciamento de Deus, condenação, acusação. B – Comportamentos: foge das pessoas, de Deus, não ora. C –  Pensamentos: Deus está zangado, Deus não perdoa.   3) Fundamento Bíblico: Para mudança de pensamento: ·         Rm. 6 (principalmente verso 6). ·         I Jo. 1:9 (perdão de Deus). Obs.: Confrontar a pessoa e orar com ela, para que haja arrependimento, mudança de vida e liberando o perdão de Deus.   4) Como ajudar: passar tarefas como: ·    Confessar a Palavra; Rm 6. ·    Vida de oração e leitura da Palavra. ·    Levar a pessoa a conhecer e desfrutar da Graça do Senhor, sabendo que já foi livre do poder do pecado, sem depender do esforço humano. ·    Orar para que haja Revelação da Palavra, para que haja Luz! Sl. 119:18, 34, 47. ·    Trate o pecado como pecado e não como doença. ·    Ler livros sobre cruz. ·    Tomar medidas práticas para afastar do pecado. Ex: José e a mulher de Potifar:   ·     Fugir do pecado. ·     Tomar banho rápido. ·     Não ver filmes com relações sexuais ® masturbação. ·     Não ver revistas pornográficas.   II – MÁGOA, RESSENTIMENTOS, AMARGURA:   1)   Causa: Falta de perdão. Definição: Amargura é um sentimento produzido pela ferida de ressentimento, mágoa.   A) O Processo: Ferida não perdoada gera Mágoa e ressentimentos que por sua vez vira Amargura; que traz Acusação que se transforma em Ódio; que por sua vez gera Quebra de comunhão e relacionamentos; conseqüência: Possessão maligna.   A.1) Dois Procedimentos: Ex: maçã cai e é ferida; mancha escura (estrago); apodrecimento: Tratar: – perdão, reconstituição (cortar o mal pela raiz); Ferida – Alimentar: acalentar em banho-maria com lembranças desagradáveis do passado; palavra dura, ato de ingratidão, de esquecimento, etc. Isto se degenerará em amargura.   A.2) Porta para o diabo: ·   Acesso pela alma e não pelo espírito do crente; ·   Permitir o domínio da amargura e do ódio é desobedecer a palavra (Hb. 12:15-A), é sair da proteção divina. É permitir que o diabo entre pela brecha; ·   O alvo do diabo depois de entrar, é possuir, dominar, aprisionar o amargurado, que necessitará de libertação!   B) Aspectos da Amargura: B.1) Entre relacionamentos mais próximos: Esta é a estratégia do diabo, pois quanto mais próximos, mais profundas são as feridas (mais queridos, amados, de quem se espera amor, aconchego, compreensão e carinho). Se os estranhos nos machucam, é mais fácil lidar com a situação. ·   Pais e filhos ·   Marido e mulher ·   Entre irmãos.   B.2) Contamina os outros: A boca fala o que vai ao coração". A pessoa amargurada manifesta-se no que fala. Ela contagia, contamina o ambiente que lhe cerca, tornando-se desagradável e provocando mal-estar. Nada está bem, reclama de tudo e principalmente das suas próprias feridas (Hb. 12:15b).     B.3) Manifesta-se através de enfermidades físicas: Problemas nervosos, insônia, dor de cabeça, esgotamento, artrite, pressão alta, taquicardia, úlceras, doenças de pele, etc. São problemas emocionais, de ordem espiritual, que afetam a alma e o corpo.   2)   Identificações: a)   Sentimentos: Desgosto, tristeza, amargura; ·     Mágoa de si mesmo: Sentimento de culpa, de inferioridade, de complexo, indignidade, vergonha, ódio, podendo levar até ao suicídio; ·   Mágoa de outros: Ressentimento, traição, rejeição, mágoa, raiva, ódio, podendo levar até ao assassinato; ·   Mágoa de Deus: Dúvida, incredulidade, questionamento por alguma catástrofe (morte, acidente), podendo levar até à uma Rebelião aberta contra Deus.   b) Comportamentos: ·   Respostas ríspidas; ·   Críticas; ·   Privar o outro do seu afeto (indiferença); ·   Retribuição; ·   Vingança, ® humilhar o outro; ·   Frieza; ·   Agressividade; ·   Fuga (isolar-se); ·   Desconfiança (traição); ·   Contamina os outros.   c) Pensamentos: A mente é o campo de batalha. Sempre que ela se detém em lembranças desagradáveis, abre-se caminho para que a ferida se degenere em amargura.   3)   Fundamento Bíblico:          Perdão: Orar e pedir ajuda de Deus = espírito de arrependimento é um ato de vontade. ·   É soltar, despedir, mandar embora aquele que nos feriu. ·   É não levar em conta o mal causado; é a restauração total da posição anterior; ·   É a chave para libertação da amargura; ·   É um ato da vontade. Quando se decide perdoar, o poder de Deus vem e cura toda ferida.   Hb. 12:15; Ef. 6:12; I Jo. 2:9-11; Lc. 6:37,38; Mt. 18:21,22; 6:12-15; Mc. 11:25, 26; Ef.     4:32; Cl. 3:13; II Co. 5:17; Lc. 7:47.   4) Como Ajudar: a) Faça uma lista dos relacionamentos que foram ou são maus. Deixe que o Espírito Santo o dirija, trazendo à lembrança o que deve ser lembrado; b) Analise e anote um dos relacionamentos e descubra as razões porque eram maus; c) Lide com cada relacionamento e libere a pessoa perdão diante de Deus. d) Peça perdão à pessoa pela sua atitude não perdoadora, caso ela tenha conhecimento disso.   Se sua atitude é desconhecida, não é preciso, basta confessar a falta diante de Deus e mudar de atitude;   e) Se as pessoas a quem você precisa perdoar ou pedir perdão não estão ao alcance de sua voz, pessoalmente ou pelo telefone, escreva.  

Aconselhamento – Parte II Read More »