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Andando por fé e não por vista

 Texto: Josué 9:1-16 Neste texto lemos como Josué, o homem de Deus, foi enganado pelos Gibeonitas, que por sua vez, fez uma aliança com eles, tendo de suportá-los depois no meio do povo de Deus por causa desta aliança. Este texto serve de base para compreendermos como o mundo e o diabo tentam nos enganar, a fim de prender nossa vida e bloquear o propósito de Deus em nós.   Os princípios Bíblicos são leis espirituais criadas por Deus para nos proteger e como cristãos não podemos brincar com isso, muitas vezes quebramos estes princípios e acabamos sofrendo as conseguências. Fazer alianças com quem caminha em rotas diferentes só trarão sofrimentos.   Deus é um Deus de aliança, pactos e promessas; Ele é um Deus Eterno. Ele criou todas as coisas para funcionar em harmonia. Deus disse a Abraão: "farei uma aliança entre mim e ti e te multiplicarei extraordinariamente" (Gn 17:2). A aliança traz consigo uma unção de multiplicação, de prosperidade, de nos fazer bem sucedidos em tudo. Não existem conquistas sem alianças, mas estas alianças precisam estar dentro dos princípios de Deus contidos em Sua Palavra. Devemos sempre andar na dependência do Espírito Santo, em comunhão com Ele para assim tomarmos decisões acertadas (II Tm 2:1-6).   Jesus e o Pai Celeste são um e ainda hoje trabalham em equipe, andam em unidade: Pai, Filho e Espírito Santo. Para uma equipe de doze, um casal e família alcançar êxito e conquistar, precisam estar em aliança, em concordância uns com os outros. É preciso andar com o líder, com os pastores, estar integrado no corpo, é necessário estar na mesma direção e com a mesma linguagem, etc.   Prosperar é ter sucesso, é ter êxito, é ser bem sucedido, é progredir em todas as áreas, é ter uma alma próspera. Uma alma próspera é uma alma curada, liberta, sem argumentos e aliançada com o Deus Todo-Poderoso. Todos os homens que cumpriram os princípios de Deus foram prósperos. Este é o segredo da prosperidade: cumprir e viver os princípios da Palavra de Deus.   Porque Josué foi enganado?   1.     Foi enganado porque olhou para as circunstâncias. Os Gibeonitas chegaram com sacos velhos sobre os jumentos, odres velhos rotos e remendados, sapatos e roupas velhas. Isso fez com que Josué concluísse muitas coisas erradas. As circunstâncias muitas vezes mascaram a realidade. Por esta razão Deus manda que andemos por fé e não por vista e se não temos discernimento de algo, certamente Deus trará a verdade em nosso espírito através de alguém que foi colocado por Ele para nos orientar, alguém que cresceu em Sua Palavra, um líder maduro que anda na direção do Espírito santo.   2.     Foi enganado por palavras persuasivas. Aqueles homens disseram que eram de terras distantes e começaram a elogiar tudo o que Josué fizera e ainda disseram que tinham vindo por causa do nome do Senhor. Desejavam fazer aliança e desta forma Josué e os israelitas ficariam presos pela palavra estabelecida naquela aliança. Tudo o que ouvimos, seja de pessoas ou aquilo que o inimigo sussurra em nosso ouvido, deve passar pelo crivo da Palavra de Deus e da testificação do Espírito em nosso interior. Devemos ser guiados pela palavra de Deus em nosso interior e não pelas palavras que chegam aos nossos ouvidos de pessoas estranhas que não conhecem a Deus.   3.     Foi enganado porque não consultou ao Senhor (vrs 14). Josué e os homens de Israel não pediram conselho ao Senhor por aquela proposta. Vamos dar um exemplo: Alguém quer fazer uma sociedade com você, ou quer firmar um compromisso de casamento, ou fechar um contrato de trabalho, mesmo se houver naquele momento uma necessidade, ore e em seguida converse com o seu discipulador e se este ainda não tiver uma resposta clara, este deve levar ao seu sacerdote, mesmo depois de tudo isso ainda tiver dúvidas, não faça, porque tudo o que não provém de fé demonstrada na Palavra é pecado (Rm 14:23). Há sempre uma direção de Deus para nós. A questão é se queremos segui-la ou não. Ló sobrinho de Abraão recebeu a direção de Deus para sair de Sodoma, mas teimava em ficar ali, Balaão que era profeta também recebeu direção de Deus para não ir com Baraque um rei inimigo de Israel, mas este profeta insistia com Deus querendo ir.   Uma receita: A palavra de Deus junto com a paz em nosso coração, conselhos de líderes maduros em Deus e a testificação do Espírito Santo em nosso interior sempre vão nos guiar na vontade perfeita de Deus. Nunca faça nada sem antes consultar o Senhor nosso Deus, foi por isso que o Senhor Jesus deu o comando de caminharmos numa rota de formação e multiplicação de discípulos, pois assim todos terão direção, comunhão, relacionamentos em crescimento, conhecendo os princípios, sendo acompanhados para serem homens e mulheres de um futuro pautado no êxito que estará refletindo nas atitudes de um estilo de vida prevalecente, vivendo com objetivos, com metas, homens e mulheres que saíram do discurso para a prática.   Assim como aconteceu com Josué, o mundo tenta fazer aliança conosco e vai usar as mesmas armas e estratégias. Há pessoas que fizeram aliança em seu coração com as circunstâncias, pois estas ainda estão determinando as suas vidas, fizeram alianças com os problemas que muitas vezes são de pessoas próximas, mas que não se posicionam, ou com as enfermidades, pois aceitam como se fossem delas, ou com a solidão ou ainda não conseguem romper com relacionamentos com pessoas que são nocivas e que estão fora da vontade de Deus. Se não estivermos atentos, alguém pode se aproximar e nos tirar da aliança, perverter nossos conceitos, nos contaminar, envenenar e mudar a nossa rota, tudo isso por uma dificuldade de dizer não ou por medo de não ser aceito.     Às vezes a oferta do mundo ou de pessoas tem aparência de algo ruim como foi no caso de Josué e tenta nos ganhar pelas emoções ou

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A finalidade da Célula

  1.      O que é uma Célula?   A Célula é simplesmente uma miniatura da Igreja se reunindo nas casas. Não existe algo tal como um ministério de grupos pequenos, estes grupos são o lugar dos ministérios fluírem.   Não é um grupo de oração, ainda que a oração seja um ingrediente básico. Não é um grupo de discipulado, ainda que o discipulado aconteça espontaneamente. Não é um grupo de estudo bíblico, ainda que o ensino seja enfatizado nas reuniões. Não é um grupo de cura interior, ainda que seja um lugar de cura e restauração. Não é um ponto de pregação, ainda que o objetivo básico de cada célula seja a multiplicação. A Célula é um pouco de cada grupo que mencionamos anteriormente, é um lugar de oração, estudo da Palavra, discipulado, cura interior, apoio e evangelismo.   A Célula pode ser comparada a uma célula do nosso corpo. A célula não é o corpo todo, mas traz dentro de si todas as informações necessárias para gerar o corpo inteiro. Isto é o que nós chamamos de informação genética. Consideramos uma verdadeira Célula o grupo que tenha as seguintes características:   a)     A Célula busca ser uma comunidade   A principal característica de uma Célula é ser uma comunidade. Esse sentido de comunidade não deve ser degenerado, pois, sem isso teremos reuniões impessoais e frias, onde o povo vem ouvir alguém com quem não tem comunhão e acaba sendo apenas mais um “freqüentador”. Não queremos grupos grandes, em número, descompromissados com o corpo de Cristo e com a igreja local.   A comunidade básica e fundamental é a família. A célula precisa ser família. Para ser família os membros precisam querer. Precisam ter disposição para renunciar ao orgulho, à proteção da reputação, ao medo de outros irmãos entrarem na sua vida. É preciso que cheguemos na célula sem cobranças do tipo: o líder dessa Célula deveria fazer isso ou assado… O louvor deveria ser assim e assado… Os casais da Célula não têm a experiência que tenho… Esse tipo de motivação entristece o Espírito Santo e revelam quão carnais e infantis somos.                 Precisamos ir não pensando em nós mesmos, mas nós somos irmãos: o que posso fazer para que a Célula cresça? O que posso sugerir? Que tal um jantar em minha casa? O que posso fazer por meus irmãos?                Para sermos comunidade precisamos entender que a Célula é muito mais do que a reunião de Quinta-feira. Quando a nossa percepção do grupo é limitada à reunião, então não estamos envolvidos em comunidade. A vida em comunidade existe para fora dos cultos e das reuniões.   O relacionamento é mais importante do que a reunião. É no relacionamento que crescemos como servos, que aprendemos a viver a vida cristã, que somos supridos e também suprimos os outros em amor.   b)     A Célula visa a edificação dos crentes.                   Uma Célula não pode ser um lugar onde a cada semana comparece um grupo diferente de pessoas. Evidentemente o visitante será muito bem-vindo, ele é o nosso foco, mas a reunião não terá como objetivo apenas o evangelismo. É importante frisarmos esse ponto para não haver mal entendido, o objetivo da célula alem do evangelismo e a multiplicação, é também a edificação do crente. É interessante ver como um ambiente de vida e unção pode mudar uma pessoa. Temos visto centenas de pessoas que se converteram por causa da unção e o não apropriadamente por causa de uma mensagem específica de evangelismo.   c)      A Célula almeja a multiplicação.                    Apesar da reunião não ser apenas evangelística todo o projeto final de edificação das pessoas daquela célula visa a multiplicação. Crentes realmente edificados na Palavra são crentes frutíferos. E o lugar adequado para se frutificar é no círculo familiar, na escola, no trabalho. A reunião de célula, neste caso, funciona como um lugar de treinamento e motivação para enfrentar a guerra lá fora.   d)     A Célula tem um lugar de reunião definido.                Conheço igrejas que tem aplicado o projeto de Células, onde a reunião é feita a cada semana na casa de um dos membros daquele grupo. A nossa experiência, porém, tem demonstrado que um lugar de reunião definido produz no grupo um senso de identidade, constância e segurança. Não podemos produzir um ambiente familiar, se nos reunimos a cada semana em um lugar diferente, mesmo porque os visitantes e amigos precisam saber que naquele endereço toda a semana tem um grupo de pessoas se reunindo para orar, evangelizar e edificar.    A Célula se reúne regularmente.   Todos sabemos que a chave para a comunhão é a constância, a regularidade. Não basta ter um lugar de reunião, é preciso que o grupo se reúna numa base regular de preferência semanalmente.                 O objetivo dessa regularidade é a comunhão. Nenhum relacionamento sólido e gratificante podem ser construídos sem convivência. É a convivência que vai produzir vínculos de amor, de amizade e de aceitação. Naturalmente precisamos desses ingredientes para sermos família.   OS CINCO OBJETIVOS DA CÉLULA     COMUNHÃO Desenvolvimento de vida partilhada, alvos comuns e aliança mútua entre todos os membros.   EDIFICAÇÃO O grupo oferece o ambiente para o crescimento espiritual, aprendizado prático e disciplina em amor.   EVANGELISMO O grupo é o lugar onde inseríamos novos membros. É onde alimentamos, guardamos e suprimos os novos irmãos.   SERVIÇO Cada crente um ministro e cada um recebeu um dom. No grupo os dons são exercitados para o serviço mútuo.   CONSOLIDAÇÃO E DISCIPULADO Acompanhamento fazendo os primeiros passos no discipulado, firmando bem a fé e a convicção de salvação, e encaminhado para o encontro, batismo, Escola de Líderes, etc.   Nossa visão é de crescimento pautado na formação de líderes comprometidos. Na visão celular cada membro é um ministro e cada casa uma extensão da igreja. Cada Discípulo discipula, cada discipulador se multiplica e se reproduz na vida do seu

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O motivo da Célula

 A CÉLULA   1.      O que é uma Célula?   A Célula é simplesmente uma miniatura da Igreja se reunindo nas casas. Não existe algo tal como um ministério de grupos pequenos, estes grupos são o lugar dos ministérios fluírem.                 Não é um grupo de oração, ainda que a oração seja um ingrediente básico. Não é um grupo de discipulado, ainda que o discipulado aconteça espontaneamente. Não é um grupo de estudo bíblico, ainda que o ensino seja enfatizado nas reuniões. Não é um grupo de cura interior, ainda que seja um lugar de cura e restauração. Não é um ponto de pregação, ainda que o objetivo básico de cada célula seja a multiplicação. A Célula é um pouco de cada grupo que mencionamos anteriormente, é um lugar de oração, estudo da Palavra, discipulado, cura interior, apoio e evangelismo.                   A Célula pode ser comparada a uma célula do nosso corpo. A célula não é o corpo todo, mas traz dentro de si todas as informações necessárias para gerar o corpo inteiro. Isto é o que nós chamamos de informação genética. Consideramos uma verdadeira Célula o grupo que tenha as seguintes características:   a)     A Célula busca ser uma comunidade                   A principal característica de uma Célula é ser uma comunidade. Esse sentido de comunidade não deve ser degenerado, pois, sem isso teremos reuniões impessoais e frias, onde o povo vem ouvir alguém com quem não tem comunhão e acaba sendo apenas mais um “freqüentador”. Não queremos grupos grandes, em número, descompromissados com o corpo de Cristo e com a igreja local.                   A comunidade básica e fundamental é a família. A célula precisa ser família. Para ser família os membros precisam querer. Precisam ter disposição para renunciar ao orgulho, à proteção da reputação, ao medo de outros irmãos entrarem na sua vida. É preciso que cheguemos na célula sem cobranças do tipo: o líder dessa Célula deveria fazer isso ou assado… O louvor deveria ser assim e assado… Os casais da Célula não têm a experiência que tenho… Esse tipo de motivação entristece o Espírito Santo e revelam quão carnais e infantis somos.                 Precisamos ir não pensando em nós mesmos, mas nós somos irmãos: o que posso fazer para que a Célula cresça? O que posso sugerir? Que tal um jantar em minha casa? O que posso fazer por meus irmãos?                 Para sermos comunidade precisamos entender que a Célula é muito mais do que a reunião de Quinta-feira. Quando a nossa percepção do grupo é limitada à reunião, então não estamos envolvidos em comunidade. A vida em comunidade existe para fora dos cultos e das reuniões.                   O relacionamento é mais importante do que a reunião. É no relacionamento que crescemos como servos, que aprendemos a viver a vida cristã, que somos supridos e também suprimos os outros em amor.   b)     A Célula visa a edificação dos crentes.                   Uma Célula não pode ser um lugar onde a cada semana comparece um grupo diferente de pessoas. Evidentemente o visitante será muito bem-vindo, ele é o nosso foco, mas a reunião não terá como objetivo apenas o evangelismo. É importante frisarmos esse ponto para não haver mal entendido, o objetivo da célula alem do evangelismo e a multiplicação, é também a edificação do crente. É interessante ver como um ambiente de vida e unção pode mudar uma pessoa. Temos visto centenas de pessoas que se converteram por causa da unção e o não apropriadamente por causa de uma mensagem específica de evangelismo.   c)      A Célula almeja a multiplicação.                    Apesar da reunião não ser apenas evangelística todo o projeto final de edificação das pessoas daquela célula visa a multiplicação. Crentes realmente edificados na Palavra são crentes frutíferos. E o lugar adequado para se frutificar é no círculo familiar, na escola, no trabalho. A reunião de célula, neste caso, funciona como um lugar de treinamento e motivação para enfrentar a guerra lá fora.   d)     A Célula tem um lugar de reunião definido.                 Conheço igrejas que tem aplicado o projeto de Células, onde a reunião é feita a cada semana na casa de um dos membros daquele grupo. A nossa experiência, porém, tem demonstrado que um lugar de reunião definido produz no grupo um senso de identidade, constância e segurança. Não podemos produzir um ambiente familiar, se nos reunimos a cada semana em um lugar diferente, mesmo porque os visitantes e amigos precisam saber que naquele endereço toda a semana tem um grupo de pessoas se reunindo para orar, evangelizar e edificar.    A Célula se reúne regularmente.                   Todos sabemos que a chave para a comunhão é a constância, a regularidade. Não basta ter um lugar de reunião, é preciso que o grupo se reúna numa base regular de preferência semanalmente.                 O objetivo dessa regularidade é a comunhão. Nenhum relacionamento sólido e gratificante podem ser construídos sem convivência. É a convivência que vai produzir vínculos de amor, de amizade e de aceitação. Naturalmente precisamos desses ingredientes para sermos família.   OS CINCO OBJETIVOS DA CÉLULA     COMUNHÃO Desenvolvimento de vida partilhada, alvos comuns e aliança mútua entre todos os membros.   EDIFICAÇÃO O grupo oferece o ambiente para o crescimento espiritual, aprendizado prático e disciplina em amor.   EVANGELISMO O grupo é o lugar onde inseríamos novos membros. É onde alimentamos, guardamos e suprimos os novos irmãos.   SERVIÇO Cada crente um ministro e cada um recebeu um dom. No grupo os dons são exercitados para o serviço mútuo.   CONSOLIDAÇÃO E DISCIPULADO Acompanhamento fazendo os primeiros passos no discipulado, firmando bem a fé e a convicção de salvação, e encaminhado para o encontro, batismo, Escola de Líderes, etc.   Continua…  

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Liderando com poder, autoridade e vida

 Ninguém despreze a tua mocidade, mas sê um exemplo para os fiéis na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza. Até que eu vá, aplica-te à leitura, à exortação, e ao ensino." (I Tm 4:12,13)   Poucas coisas são mais desafiadoras e mais negligenciadas na sociedade do que a importância com o caráter. Muitas vezes o desempenho, o sucesso e o status de alguns, parecem ser mais importante. Porém, não podemo-nos esquecer de que o caráter reto ainda conta, e muito.   O caráter está como que meio desvalorizado em nossa cultura. Há pessoas que têm buscado como requisito para uma liderança eficaz apenas credenciais. Mas, por mais importantes ou necessárias que elas sejam, não são tudo, pois o fundamental é ter um bom caráter.   O mundo é um universo de credenciais que estão acima do caráter e o desempenho, acima da personalidade. Porém, nós sabemos que não é isso que conta para Deus.   Para liderarmos a família com êxito, por exemplo, é necessário ter um caráter bem firmado nos conceitos do Reino, assim como tudo que vamos realizar e que queremos alcançar vitória.   O caráter é o item principal na vida de uma pessoa, de um líder. O caráter é transferido a outros, ele é usado por Deus para transformar pessoas. Todo líder que possui unção, mas não possui caráter está caminhando rumo à catástrofe.   O mundo, as pessoas, não levam em conta o que você é como ser humano, mas levam em conta o que você tem e quais são os títulos que você possui em seu currículo, ou seja, o que você pode oferecer. Mas, nós, filhos de Deus, não podemos ser como o mundo, afinal, vivemos nele para fazermos diferença, então, não podemos colocar as credenciais acima do caráter, em hipótese alguma.   As qualificações de um líder falam da maneira como ele vive. As credenciais não são valorizadas e reconhecidas por muito tempo. O caráter sim, pois ele é a expressão do nosso viver diário com o Pai.   Paulo chamou Timóteo a comprometer-se em viver a Palavra todos os dias de sua vida e não permitir jamais que as pessoas o desprezassem apesar de sua tenra idade. Ele disse: Timóteo, torna-te padrão dos fiéis na palavra. Em nosso falar e no procedimento, no amor e na fé e na pureza.   Que você possa viver de forma que sua vida seja um exemplo para os fiéis em tudo que você fizer. Que Deus o abençoe e faça com que seu caráter seja impregnado do caráter de Cristo.   No amor de Cristo   Pastor Eliezer

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Valorizando e buscando a dracma perdida

 Texto: Lucas 15,8,9,10 Dracma ou Dáricos: era uma grossa moeda persa de ouro que pesava 130 gramas (algo valioso)   Introdução: A história da dracma perdida é o resgate da nossa identidade. A mulher é a figura de alguém como eu e você, é a figura da Igreja, da família e da célula que com diligência deve procurar o que foi perdido com o passar do tempo, os valores, conceitos, fidelidade e aliança.   A parábola da dracma perdida mostra a diligência de uma mulher que ao perder algo precioso foi à sua procura, sem hesitar. Nesta parábola de Cristo vemos que o requisito básico para que a dracma fosse encontrada foi a necessidade de acender a luz. Só encontramos o que perdemos quando acendemos a luz. O escuro dificulta o reconhecimento e a procura.   O ato de varrer significa tirar a sujeira para encontrarmos aquilo que perdemos de precioso. A Igreja é responsável por tirar toda sujeira com diligência, cautela e muita observância e ajudar cada pessoa a encontrar tudo aquilo que Deus tem de melhor.   1. Acendendo o candelabro   A primeira atitude de alguém que procura algo é iluminar ao máximo o ambiente para enxergar da melhor forma possível. O candelabro é um sinal no mundo espiritual. O Apóstolo João viu Jesus no meio dos candeeiros de ouro que representa a igreja, Jesus anda no meio da Igreja, na nossa casa, dentro de nós, Ele é a luz que ilumina toda nossa vida, ele é o Verbo Vivo. (Ap 1:12-15)   Por orientação de Deus dada ao patriarca e líder Moises, o candelabro que é conhecido como menorah ou candeeiro, tem sete lâmpadas e era usado no templo do antigo testamento como instrumento de iluminação,  ele ficava dentro do santo lugar aceso sete dias por semana, a sua luz nunca deveria se apagar e o que mantinha o fogo aceso era o azeite, o óleo de unção. Isto significava que nunca faltaria a luz de Deus no templo.  Onde existe a luz de Deus, as trevas não podem entrar e nem fazer visitação. E o quê a luz faz? Revela a sujeira, mostra o caminho e ajuda a achar àquilo que foi pedido. (Salmos 119:105)   Quando a luz é acesa e uma busca diligente se inicia, muitas sujeiras que estavam escondidas atrapalhando nossa vida e impedindo Deus de agir, começam a aparecer. O desejo de Deus é que tiremos da nossa vida tudo que não O agrada e isso só é possível se nos voltarmos aos princípios da Palavra. A luz da Palavra de Deus arrancará da nossa vida todas as trevas e nos conduzirá por um lugar seguro.   Vejamos o que Jesus disse no evangelho de João capítulo 15:3, 17:17 e capítulo 8:32 – Vós já estais limpos, pela Palavra que vos tenho falado… Santifica-os na verdade; a tua Palavra é a verdade… e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.   2. O valor da dracma   A dracma perdida possui um valor inestimável para aqueles que têm seu caminho iluminado pela Palavra de Deus: A dracma representava uma aliança. Toda mulher casada naquela cultura e época usava um enfeite na testa, tipo um colar, formado por dez moedas de prata e uma moeda maior no centro.   Perder a dracma significava colocar em risco a sua descendência, pois a dracma era um sinal profético, era um sinal de perpetuação da geração. Muitas pessoas perderam muitas coisas valorosas na vida, mas hoje é o seu dia de achar a sua dracma, porque a sua vida e a sua casa receberão a luz da Palavra e conseqüentemente haverá a limpeza de Deus e aquilo que foi perdido será recuperado. 2. Uma mulher estrategista   É interessante a postura da mulher ao encontrar a dracma, pois normalmente quando perdemos algo de valor e encontramos, guardamos em um lugar seguro por medida de segurança. Mas a atitude da mulher não foi a de guardá-la, mas de chamar todos os seus vizinhos mais próximos, aqueles que se alegrariam com ela, que não tirariam por menos tal acontecimento por possuírem visão. Que mulher estrategista!   Ela compartilhou a bênção com aqueles que compreendiam o verdadeiro significado de encontrar algo precioso que estava perdido. Ela tinha vizinhos que eram amigos, ela se relacionava, tinha com quem repartir suas vitórias e seus sonhos, Ela não guardou só para si, ela compartilhou do seu achado, do seu tesouro.   Nós como membros da Igreja de Cristo Jesus, somos convocados a retornar diligentemente aos princípios da Palavra. O Senhor quer que vejamos e tenhamos a Sua Palavra como algo muito valioso e assim buscarmos revelação ao nosso entendimento, para que os olhos do nosso coração, (espírito) sejam iluminados.   Precisamos dar valor ao que realmente é valorizado por Deus e assim repartir, precisamos jogar fora todo lixo que a mídia, o mundo e o maligno colocaram em nosso coração e compartilharmos com o próximo o nosso maior tesouro: Jesus Cristo!   Jesus Cristo é o nosso maior tesouro, pois dEle depende todas as outras coisas. Ter Jesus significa ter salvação, paz interior, alegria, esperança e vida eterna. Salvação alcança três áreas na nossa vida: Primeiro: vida espiritual que significa novo nascimento, ter comunhão com Ele, ser dEle… Segundo: A nossa alma, isto representa emoções, sentimentos e relacionamentos sendo curados… Terceiro: nosso corpo que se tornou o templo do Espírito Santo na terra, Canais do poder de Deus operando em nós e o desejo do Senhor é que andemos com saúde, por isso precisamos também cuidar do nosso corpo…   Temos alem de Jesus outras coisas que precisamos valorizar; A salvação, A vida espiritual, Nossa família e isto fala do seu cônjuge, dos seus filhos, dos seus pais e irmãos, a harmonia familiar, Temos a igreja, A célula, O ministério, Os discípulos que Deus nos deu para cuidar consolidando, discipulando, treinando e enviando para se reproduzir, Temos a saúde para valorizar, A vida que Deus nos deu e as

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A Importância da família – Parte Final

Texto: Gn 2.18 Introdução: Vivemos dias em que a família, que é um projeto de Deus, tem sido terrivelmente atacada por todos os lados, em nome de uma modernização da sociedade. Porém, a sociedade só será sadia se for baseada em uma estrutura familiar sadia. E a família só será sadia ser for conduzida debaixo de princípios eternos, imutáveis oriundos da Palavra de Deus que é a Bíblia Sagrada.   O Salmo 127.1 diz: "Se não for o Senhor o construtor da casa, será inútil trabalhar na construção". E o Salmo 128 deixa bem claro que, aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos, será próspero e terá uma família próspera e estável e verá a sua descendência.   Vale à pena ter a nossa família sendo conduzida pelos caminhos do Senhor.   Além, da qualidade de vida que experimentamos no âmbito familiar, temos muitos outros benefícios oriundos desta aliança. Vejamos os benefícios da família:   1.      Ninho de proteção emocional e físico. Onde o grave problema da solidão é resolvido (Sl 68.6)   2.      Desenvolvimento do amor e da afetividade. O modelo de amor verdadeiro, estável, sem riscos emocionais é vivido dentro da família.   3.      Local de ensinamentos de princípios que nortearão a vida de uma pessoa, para o bem viver diário, e para o sucesso ao longo da vida.   4.      Local de formação de indivíduos úteis a sociedade. Em casa os membros da família aprenderão a servir e construir o seu futuro em bases sólidas. Quando os pais verem algo errado em seus filhos, eles devem olhar para si mesmos a fim de tentar descobrir a razão desse comportamento.   Mas, não podemos nos iludir, temos, além do nosso adversário espiritual que luta contra a família para desintegrá-la, para que forme cidadãos disfuncionais, e que serão presas fáceis, temos também outros fatores desintegradores em ação. Vejamos o que age contra a saúde da família:   Modelo falido vindo de tradições neuróticas e inúteis, modelo equivocado vindo através da mídia, prioridades invertidas dentro do lar, divisões vindas através de conflitos de interesses (Mc 3.25). Precisamos lutar incansavelmente por uma sociedade sadia, igreja sadia, através de famílias sadias. Vejamos quais medidas que precisamos tomar:   1.      Preservar / proteger: Abrir guerra contra todo tipo de ameaça contra a nossa casa.   2.      Valorizar a família (pais e filhos): Depois da nossa salvação a família é a maior dádiva de Deus para o ser humano.   3.      Defender os valores familiares, como: Amor, comunhão, perdão, aceitação, companheirismo e outros.   4.      Buscar modelos sadios na Bíblia e também através de uma liderança que seja modelo.   5.     Exercer o perdão a exemplo de Jesus. Tiago 2.13 diz: "Porque será exercido juízo sem misericórdia sobre quem não foi misericordioso. A misericórdia triunfa sobre o juízo"   6.    Exercer o ministério da reconciliação: 2 Coríntios 5.18 diz: "tudo isso provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação"   7.    Depender de Jesus para cura das feridas emocionais e da auto-imagem: Vejamos o que diz o Salmo 147.3 – "Só Ele cura os de coração quebrantado e cuida das suas feridas".   Podemos concluir que a família é o maior projeto de Deus na terra, é uma instituição indestrutível, pois foi idealizada pelo próprio Deus e por Ele defendida. Josué, servo do Deus vivo Declarou que ele e sua casa serviriam ao Senhor Deus Josué 15.24. Não sei você, mas hoje eu declaro que eu e a minha casa serviremos ao Senhor Deus   Seja feliz!   Tenha qualidade de vida no seu lar!          

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A Igreja centrada nas células – Final da primeira Parte

 Efésios 2:19-22   Precisamos estar vinculados uns aos outros para sermos edificados   Uma das muitas ilustrações da Igreja no Novo Testamento é o edifício. Assim como um edifício físico, a Igreja corpo precisa ter um alicerce. I Coríntios 3:10-11 diz que o alicerce da Igreja deve ser Cristo. Ele é a nossa base. Como um edifício, a Igreja deve seguir uma planta. Nenhum construtor prudente começaria um edifício sem antes fazer uma planta. Deus é um construtor sábio e Ele nos deu a planta de sua igreja. Assim como Moisés deveria construir o tabernáculo exatamente como vira no monte, nós também não temos o direito de colocar nossas preferências pessoais na construção de Deus. Está chegando o dia em que tudo o que não foi feito segundo o modelo do monte será removido por Deus. (Ex. 25:40).   Toda igreja local deve ser um edifício espiritual, todavia um grupo de crentes pode se reunir aos domingos e ainda assim não ser um edifício. Para ser um edifício, as pedras devem estar unidas umas às outras, ligadas pela argamassa do Espírito, edificadas sobre um alicerce espiritual que é Cristo e organizadas dentro de um projeto do edificador que é Deus. Pedras isoladas e amontoadas aos domingos não constituem um edifício. Assim como um depósito de material de construção não é um prédio. Você percebe a diferença entre os dois? Tudo que está no edifício também está no depósito, mas com uma única diferença, no edifício os materiais estão vinculados.   Mas como conciliar tais vínculos e ainda sermos uma igreja grande? A única alternativa é edificarmos a igreja nas reuniões menores, ou seja, nos grupos pequenos que chamamos de células. Uma igreja com mais de duzentas pessoas já não consegue manter vínculos satisfatórios, precisamos dos reuniões pequenas para estabelecer e firmar estes vínculos que damos o nome de discipulado e todo discipulado é estabelecido em relacionamentos.   O corpo é outra ilustração da Igreja no Novo Testamento (Ef. 4:15-16, I Co 12:12-27). A igreja é um corpo. Em um corpo a principal característica é a união dos membros expressando vida. Se pegarmos pernas, braços, cabeça, tronco e ajuntarmos teremos um amontoado de membros. Ter um amontoado de membros em nossas reuniões não faz de nós um corpo. Para ser um corpo, os membros precisam estar vinculados, ligados uns aos outros para que o sangue da vida de Deus circule entre eles. Muitas igrejas se tornaram apenas organizações, mas Deus quer edificar um organismo vivo.   Se somos uma organização, o máximo que conseguimos é juntar os membros como uma associação que se reúne em bancos enfileirados. Não há conhecimento mútuo, não há comunhão nem amor. É como se fosse possível o braço não conhecer a mão e esta, por sua vez, desconhecer os dedos. Naturalmente não podemos estar ligados a todos no corpo, mas quando não estamos ligados a ninguém não podemos dizer que estamos no corpo de Cristo de maneira prática.   Onde não há vínculos não há vida. Praticam-se cerimônias frias e impessoais, sem compromisso e sem ligaduras. Isto é no máximo uma organização, nunca um organismo. Simplesmente termos grupos não nos fará um organismo, mas, se não termos os grupos, definitavemente nunca chegaremos lá, pois é nas células que os relacionamentos são aperfeiçoados.   Vamos fazer uma breve comparação entre um organismo e uma organização. No organismo os membros estão vinculados; na organização estão associados. No organismo os membros têm funções; na organização têm cargos. No organismo cada membro tem um ministério; na organização mandatos. Na organização trabalhamos por responsabilidade ou recompensa; no organismo temos encargos de vida. Na organização a autoridade é pelo cargo; no organismo a autoridade vem pela vida e pelo reconhecimento. Mas o principal é que a organização é algo morto e o organismo é essencialmente vivo.   É bom lembrar porém, que as células podem existir em uma organização, porque elas não produzem nada por elas mesmas. As células apenas refletem a nossa realidade espiritual. Se somos uma igreja fria, teremos células frias, se somos formais, teremos células formais, e assim por diante. As céulas não são um ministério novo dentro da igreja; elas são a igreja funcionando. Não há um ministério de células, mas há ministérios nas células. As células são uma maneira de nos organizarmos, de sermos expressivos e eficientes dentro da visão que Deus nos deu. As céulas são a nossa maneira de sermos igreja, o corpo de Cristo na terra funcionando e cumprindo o seu papel.   Cremos que devemos viver uma vida de comunidade   As pessoas estão carentes de amor e aceitação, precisamos ser resposta de Deus para os seus anseios. Uma experiência que temos tido é que as células tendem a se tornar mais frutíferas na medida em que se parecem mais com uma família. A igreja precisa ser uma grande família. A seara está madura em nosso País e existem muitos tipos de pessoas machucadas que serão alcançadas exclusivamente em um ambiente de amor e aceitação familiar. Somente como família a igreja pode ser resposta para as mães solteiras, as abandonadas, os traumatizadas, os rejeitados sociais, os marginalizados, os pobres e os esquecidos não importando sua condição social.   A Palavra de Deus fala muito de hospitalidade, de dar comida, bebida e guarida ao estrangeiro e ao peregrino. Em Hebreus, se diz que alguns chegaram mesmo a hospedar anjos, sem saber. Como veremos adiante, o lar também foi o lugar onde a igreja teve a sua origem. O partir o pão de casa em casa era algo vital na igreja primitiva.   Na mente de todo homem, o lar é o ponto de convergência. O lugar de aceitação e de expressão incondicionais. É um lugar de acolhimento e aconchego. A igreja dentre tantas ilustrações bíblicas, é um lar que deve ter todas essas expressões de vida e amor. E é exatamente essa a visão de Célula familiar, um lugar de acolhimento em amor.   O fato é que não podemos expressar a Cristo

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A Importância da família

 Texto: Então o Senhor Deus declarou: não é bom que o homem esteja só; farei para ele alguém que o auxilie e lhe corresponda. (Gn 2.18)   A família é projeto de Deus e vivemos dias em que esta família, tem sido terrivelmente atacada por todos os lados em nome de uma modernização da sociedade. Porém, a família é à base da sociedade que só será sadia através dos princípios de Deus praticados dentro da família. O Salmo 127.1 diz: "Se não for o Senhor o construtor da casa, será inútil trabalhar na construção". São os princípios de Deus contido em sua Palavra que trará cura e restauração para a família.   O Salmo 128 deixa bem claro que, aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos, será próspero e terá uma família próspera e estável e verá a sua descendência. Vale a pena ter a nossa família sendo conduzida pelos caminhos do Senhor. Precisamos lutar incansavelmente por uma sociedade sadia, e é a igreja que tem esse papel fundamental, fazer discípulos curados que se tornarão agentes influenciadores dentro da família. Através de famílias sadias, a sociedade será sadia.   Medidas que precisamos tomar como agentes influenciadores:   1.      Preservar e proteger: isso fala de mantermos nossas armas levantadas abrindo guerra contra todo tipo de ameaça contra a nossa casa. Durante a nossa vida, encontraremos pessoas com conceitos totalmente diferenciados dos nossos. Isso ocorre através de influências externas, como, por exemplo, pela mídia falada, escrita ou televisiva.   2.      Valorizar a família: Depois da nossa salvação a família é a maior dádiva de Deus para nossa vida, há um propósito eterno para cada um de nós estabelecido no relacionamento familiar. A família é a célula principal, portanto requer maior atenção. Não se deve maltratar o cônjuge e os filhos. Porém, quando a pessoa tem uma alma desprotegida, o cônjuge e os filhos são, justamente, os que mais sofrem. Devemos ser educados, honrar e ser cordiais primeiro com os de casa, tudo começa na família, o que acontece com os de fora deve ser reflexo daquilo que vivemos dentro de casa.   3.      Defender os valores familiares, como: Amor, comunhão, perdão, aceitação, companheirismo,  compreensão, valorização, respeito, honra, etc. É na comunhão familiar que nosso caráter é formado. É na família que somos aceitos, valorizados, amados e onde aprendemos o valor da vida.   4.      Buscar modelos sadios: Esses modelos estão contidos na Bíblia e também através na liderança que se tornou modelo.  No discipulado formamos o modelo de Cristo nas pessoas, reproduzimos aquilo que somos. Precisamos estar curados m nossa alma e reproduzir Cristo em nosso estilo de vida.   5.      Exercer o ministério da reconciliação; se arrependendo, perdoando, exercendo a humildade no papel de servo. Nossa função de servos começa dentro de casa, nosso ministério começa na família, precisamos viver esta verdade. Precisamos exercer nosso sacerdócio para cura das feridas emocionais e da auto-imagem. Se um cônjuge não sabe proteger a alma do outro, não possui condições de proteger a alma de mais ninguém, desta forma os filhos estarão desprotegidos e vulneráveis aos conceitos do mundo. Podemos concluir que a família é o maior projeto de Deus na terra, é uma instituição que precisa ser defendida e protegida, não podemos permitir a sua destruição, pois foi idealizada pelo próprio Deus e por Ele defendida. Sabemos que o maior alvo do diabo é a família e esta não será destruída, pois o próprio  Deus a defende e Ele o faz através da nossa vida.   Os princípios da Palavra de Deus são fundamentais para preservação e restauração familiar e com certeza vamos utilizar, pois este é o propósito do Senhor.   Continua

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Você foi criado para ser eterno

Texto: 1 João 5:11 e 12 Esta vida não é tudo o que há. Hoje veremos que a vida que temos vai muito alem daquilo que conhecemos. A vida aqui na terra é apenas o ensaio geral que precede a verdadei­ra produção. Você passará muito e muito mais tempo do outro lado na eternidade, do que aqui. A terra é um lugar de preparação, a pré-escola, o vestibular para a vida na eternidade. É o treinamento coletivo que ocorre antes do jogo; a volta de aquecimento antes do início da corrida. Esta vida é uma preparação para a próxima. Você viverá no máximo cento e vinte anos sobre a terra, mas para sempre na eternidade. O seu tempo na terra é apenas um parêntese na eterni­dade". Você foi feito para ser eterno.   A Bíblia diz em Eclesiastes 3:11 que Deus tem …plantado a eternidade no coração humano. Você tem o impulso inato de ansiar pela imortalidade. Isso ocorre porque Deus o projetou a sua imagem, para viver eternamente. Embora saibamos que com o tempo todos morreremos, a morte sempre parece anormal e injusta. A razão pela qual sentimos que deveríamos viver para sempre é que Deus condicionou nossa mente e coração com esse desejo!   Um dia, o coração pára de bater. É o fim de seu corpo e de seu tempo na terra; mas não será o final de tudo. Seu corpo terreno é apenas a residência temporária de seu espírito. A Bíblia chama nosso corpo terreno de temporária habitação, mas se refere a nosso futuro corpo como "casa". A Bíblia diz em II Coríntios 5:1: De fato, nós sabemos que, quan­do for destruída esta casa terrena em que vivemos, que é o nosso corpo aqui na terra, Deus nos dará, para morar­mos nela, uma casa no céu (um novo corpo). Essa casa não foi feita por mãos humanas; foi Deus quem a fez, e ela durará para sempre.   Se a vida na terra oferece muitas opções, a eternida­de nos oferece apenas duas: céu ou inferno. Seu relacio­namento com Deus na terra determinará seu rela­cionamento com Deus na eternidade. Se aprender a amar Jesus, o Filho de Deus, e a confiar nEle, será convi­dado a passar toda a eternidade com Ele. Entretanto, se desprezar o amor, o perdão e a salvação que ele ofere­ce, passará a eternidade separado de Deus e nas garras do maligno. Certo homem de Deus disse: Existem dois tipos de pessoas: aquelas que di­zem a Deus “Seja feita a sua vontade” e aquelas a quem Deus diz “Então tudo bem, faça de seu jeito”. Tragica­mente, muitos terão de suportar a eternidade sem Deus, pois escolheram viver sem Ele aqui na terra.   Quando você compreender plenamenteque há mais na vida que apenas o aqui-e-agora e perceber que a vida é apenas uma preparação para a eternidade, passará a viver de forma diferente. Você começará a viver à luz da eternidade, e isso lhe dará nova perspectiva de como tratar de cada relacionamento, tarefa ou circunstância. Subitamente, muitas atividades, metas e até mesmo problemas que pareciam importantes se mostrarão banais, insignificantes e indignos de sua atenção. Quanto mais próximo viver de Deus, menor todo o resto parecerá.   Quando você vive à luz da eternidade, seus valores mudam. Você utiliza mais sabiamente seu dinheiro e seu tempo. Passa a dar maior valor a sua personalidade e a seus relacionamentos, em vez de valorizar fama, rique­za, realizações ou mesmo prazeres. Suas prioridades são reorganizadas. Manter-se em dia com as tendências, a moda e os valores populares já não é tão importante. Paulo disse em Filipenses 3:7: Antigamente eu pensava que todas essas coisas eram muito importantes, mas agora eu as consi­dero sem valor algum por causa do que Cristo fez.   Caso sua vida se resumisse a seu tempo de existên­cia sobre a terra, e não houvesse nenhuma conseqüência de seus atos, minha sugestão seria que começasse a vivê-la imediatamente. Poderia deixar de ser bom ou ético e não teria de se preocupar com as consequências de suas ações. Poderia dedicar-se a si próprio de modo totalmente egocêntrico, porque suas ações não teriam conseqüências de longo prazo. Mas, a morte não é o fim, mas a transição para a eternidade. Por isso, existem conseqüências eternas para tudo aquilo que se faz na terra. Cada ato de nossa vida toca um acorde que soará na eternidade. Alem disso colheremos tudo que plantarmos enquanto vivemos nesta terra e, enquanto estiver aqui, quero viver e experimentar do melhor que Deus tem para mim.   O aspecto mais prejudicial da vida contemporânea é o raciocínio em curto prazo. Para tirar o máximo da vida, você deve manter sempre em mente a visão da eternidade e no coração, o valor que ela representa. Há muito mais na vida que apenas o aqui-e-agora! O que vemos hoje é só a ponta do iceberg. A eternidade é todo o resto que não se vê a partir da superfície.   Como será a eternidade com Deus? Com toda a fran­queza, nosso cérebro não é capaz de compreender a maravilha e a grandeza do céu. Seria como tentar descre­ver o computador para uma formiga. É inútil. Não foram in­ventadas palavras que pudessem transmitir a experiência da eternidade. A Bíblia diz em 1 Coríntios 2:9: Este é o significado das Es­crituras que dizem que nenhum mero homem jamais viu, ouviu, nem mesmo imaginou, que coisas maravilhosas Deus preparou para aqueles que amam e servem ao Senhor Jesus.   Entretanto, Deus nos dá vislumbres da eternidade em sua Palavra. Sabemos que, neste exato momento, Deus está preparando um lar eterno para nós. No céu, sere­mos reunidos com os crentes amados, libertos de toda dor e sofrimento, recompensados por nossa fidelidade na terra e designados para um trabalho que apreciare­mos realizar. Não ficaremos recostados nas nuvens, com auréolas e tocando harpa! Desfrutaremos da contínua companhia de Deus, e Ele se deleitará conosco para todo o sempre. Um dia Jesus dirá: Venham, benditos de meu Pai! Recebam como herança o

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Resolvendo a questão do pecado – Parte 2

  "Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça." (I João 1 :9)  É muito importante que tratemos com o pecado até que tenhamos uma consciência pura diante de Deus, ou seja, até aquele ponto em que nada esteja nos acusando e nada possa impedir o nosso crescimento e relacionamento com Deus. Lembre-se do conselho de Paulo a Timóteo: “Conservando a fé, e uma boa” consciência, a qual alguns havendo rejeitado, naufragaram no tocante a fé." (I Timóteo 1:19)   Em Romanos 6:12-14, lemos: "Não reine portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para obedecerdes às suas concupiscências; nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado como instrumentos de iniqüidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça. Pois o pecado não terá domínio sobre vós, porquanto não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça".   É importante saber que antes de estarmos em Cristo, não tínhamos o poder para vencer o pecado, ele fazia parte da nossa natureza. Mesmo com todo esforço, estávamos condenados a uma vida de escravidão ao pecado e nossa justiça não passava de um trapo imundo (Isaías 64:6). Agora estamos livres porque Jesus aniquilou o poder do pecado na cruz. Ele não nos concedeu somente o perdão do pecado, mas removeu o poder que ele tinha de controlar nossa vida. Portanto, em Cristo, podemos e devemos abandonar o pecado. Em Provérbios 28: 13 está escrito: "O que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia”.   Confessando aos irmãos. Em Tiago 5:16 encontramos: "Confessai, portanto, os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros, para serdes curados. A súplica de um justo pode muito na sua atuação”.   Esta situação é especialmente importante quando existem vícios que o crente não consegue vencer sozinho, ele deve confessar e submeter-se a um outro irmão que segundo a Palavra, este deve ser o discipulador, o pai espiritual para que estejam orando juntos e assim possam vencer aquela fortaleza de pecado. É importante notar neste texto, que ele fala de confessar os pecados aos irmãos. Esta é uma provisão de graça e vitória que nos vem através do corpo de Cristo que se torna mais fácil quando exercemos o discipulado.   Existem áreas de fraqueza onde você vai conseguir vitória se unindo a alguém, confessando o seu pecado e recebendo vida e força. Portanto, se você tem uma grande barreira para vencer, ou tem tido dificuldades para andar em santidade numa determinada área, una-se ao seu líder em oração, confessando o seu pecado e receba força para vencê-lo. O seu líder ou discipulador te ajudará com isso. Não se isole, o corpo de Cristo existe para te ajudar a vencer.   Continua…   No amor de Cristo!   Pastor Eliezer  

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