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Crescendo em Deus

Marcos 1: 40 a 45 A Palavra de hoje vai produzir em nós purificação e cura, processos que precisam se repetir todos os dias em nossas vidas. Diariamente nos contaminamos, diariamente o pecado fere nossa santidade, produz lepras espirituais e emocionais em nossa alma, mas também diariamente podemos nos santificar através do arrependimento, podemos expressar nossas dores diante de Deus para que Ele nos cure. Jesus que curou o homem leproso está vivo e presente hoje para nos limpar de todo pecado, para curar nossas emoções e para dar saúde ao nosso corpo. Foi para isto que Jesus morreu na cruz do Calvário, para que nossos pecados, nossas dores e enfermidades fossem retiradas de nós. (Is. 53:4-5). Nossa vida é transformada quando cremos que Jesus está vivo e tomamos posse de suas promessas de perdão e de restauração. AINDA HÁ MUITA COISA PARA SER TRANSFORMADA EM NOSSAS VIDAS, MAS SE CRERMOS, DEUS TRANSFORMARÁ COMPLETAMENTE A NOSSA HISTÓRIA. Deus é poderoso para transformar o pior estado que possa estar nossa vida espiritual, nossa saúde emocional ou física, familiar, trabalho, finanças, relacionamentos, em algo perfeito e abençoado por Ele. Este texto de Marcos nos revela atitudes necessárias para que sejamos transformados e abençoados por Deus e também a forma do agir de Deus.  Vejamos como agiu o leproso. O vs. 40 diz: 1) Aproximou-se dEle (Jesus) um leproso O primeiro aspecto para que haja cura em nossa vida é aproximarmo-nos de Jesus. Como podemos fazê-lo? Primeiro: Através da oração: Deus quer nos abençoar começando com a salvação e na caminhada com Ele, suprir todas as áreas da nossa vida. Segundo: Através da leitura da Palavra de Deus (A bíblia): A Palavra de Deus é alimento para o nosso espírito e alma e cura para o nosso corpo. Quanto tempo você tem gastado com a bíblia? Terceiro: Através da comunhão com Deus e com pessoas (Corpo de Cristo): Estar nas células regularmente e nos cultos uma vez por semana (o que Deus nos pede é muito pouco em relação ao que deseja nos dar). Deus quer que estejamos em Sua presença, Ele quer que nos aproximemos dEle. 2) Rogando-lhe de joelhos. Aquele homem desejava ser curado e demonstrou humildade. A atitude de estar de joelhos expressa humildade, representa dizer sou pequeno, sou inferior em relação a Deus. Ele não só se humilhou, mas também pediu (rogou) com instância. Deus quer que peçamos com fé tudo que precisamos. Sua Palavra diz: “Pedi e dar-se-vos-á”. 3) Se quiseres, podes purificar-me. Aquele homem tinha consciência de seu estado, de sua necessidade, mas também sabia que Jesus era o Messias de Deus na terra, e ele cria que Jesus tinha poder para curá-lo. Fé é a certeza de que Deus nos ama, de que Ele quer nos curar e de que Ele pode todas as coisas. A bíblia diz: “Não há impossíveis para Deus em Suas promessas”.  Veja como Jesus reagiu. O vs. 41 diz: 1) Jesus, profundamente compadecido. Nosso Deus não é um Deus de juízo e ódio, mas de misericórdia e compaixão para com os pecadores e para com todos os que o buscam com fé. Jesus disse: “Eu não vim para destruir os filhos dos homens, mas vim para salvá-los.” Deus quer que você saiba que Ele se compadece de você, que Ele conhece seus problemas e se você confiar nEle, eles serão completamente resolvidos. 2) Estendeu a mão e tocou-o. O Senhor está com suas mãos estendidas para aqueles que estão aflitos e abatidos e para todos os que creem e o buscam, demonstrando sempre o Seu amor e o Seu poder. Quando o Espírito de Deus toca o nosso espírito, somos vivificados, curados, fortalecidos e capacitados com poder.  3) E disse-lhe: Quero, fica limpo! Deus não quer nos ver sofrendo, este versículo expressa Seu desejo imediato de nos abençoar. Alguns acreditam que Deus não quer ou não pode curá-los. Deus quer fazer tudo rápido, nós é que O impedimos quando ficamos presos à padrões humanos, religiosidade e coisas as quais nossa alma esteja apegada, como trabalho, amor exagerado ao dinheiro, a religião dos nossos pais, antigos relacionamentos, preconceitos, sabedoria humana, um estilo de vida acomodado, incredulidade, confissões negativas, murmuração e tantas outras “prisões”. Deus quer realizar uma grande transformação em nossas vidas, nos conduzindo para viver a boa perfeita e agradável vontade dEle, mas para isto, é preciso que haja mudança e renovação da nossa mente pela Sua Palavra, a Bíblia.  Se nos demoramos em nos submeter ao trabalho de Deus, a restauração de nossa vida pode ser mais demorada, por isso é importante nos entregarmos por completo, renunciarmos ao passado e suas influências, mudar rapidamente de mente e de atitudes e receber com alegria a bênção de Deus a qual Jesus deseja nos dar imediatamente.  Quando Jesus tocou naquele homem, “no mesmo instante”, lhe desapareceu a lepra e ficou limpo. Jesus vai operar hoje, aqui e agora na vida de todos. Hoje é dia de abrirmos um portal de milagres e estes vão se completar e serão ampliados no próximo culto, domingo as 18;00 horas, quando receberemos o Pastor Marcos! Tragam as pessoas que precisam de cura, libertação e milagres! Deus vai operar poderosamente! Eu creio, estamos crescendo e prosperando poderosamente na terra em nome do Senhor Jesus! Vamos orar, alguém aqui quer confessar sua fé em Jesus e receber o milagre da redenção? Deus os abençoe, Amamos vocês Aps. Eliezer e Zenita        

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Servir movidos no amor por Cristo

Atenção: Próximo domingo será o culto de Pentecostes e aniversário da Igreja, venham e tragam um amigo, será uma grande festa para Deus o Nosso Senhor. João 21: 1 a 17 O que vemos neste texto é uma ação estratégica de Jesus, que garantiria o estabelecimento de Sua igreja na terra, resgatando uma parte da equipe de 12 que havia se desviado do propósito central de suas vidas, de serem como Jesus disse, pescadores de homens. Para isto eles foram escolhidos, para isto estavam sendo treinados há três anos e meio. Havia em meio às multidões, pessoas que eles haviam ganhado para Cristo, pessoas que eles deveriam consolidar, mas bastou uma breve ausência do líder Jesus, e eles deixaram as pessoas, e foram fazer aquilo que já não faziam há três anos: foram pescar peixes no mar da Galiléia. Aparentemente, poderiam estar apenas desejando relaxar, aliviar as tensões vividas durante e após a morte de Jesus, mas esta atitude não era coerente com uma equipe que caminhou lado a lado com Jesus, que viu curas, ressurreições, água virando vinho e outros milagres. Qual era então o motivo daquela atitude descomprometida, de líderes tão importantes na equipe de Jesus, como Pedro, Tiago e João? Jesus discerniu o motivo de estarem desmotivados em relação ao trabalho ministerial, não estavam ainda consolidados na essência da sua chamada, que era e sempre será o AMOR! Por isso, numa atitude de amor, Jesus foi atrás deles preparou uma fogueira para que se aquecessem e um jantar para que recuperassem as energias perdidas numa noite de pesca, onde não apanharam nada. Ainda orientou a realização de uma pesca milagrosa, para que não saíssem frustrados de sua aventura. Quando chegou o momento do confronto e da cura, Jesus se dirigiu ao líder daquele grupo: Pedro (pois ele influenciava os outros) e foi direto ao ponto frágil dizendo: Simão, filho de Jonas, amas-me mais do que estes outros? O fato de chamá-lo de Simão denuncia justamente a realidade espiritual de que Pedro ainda não estava firme. Ele ainda oscilava como a cana, o junco, pois é isto que significa o nome Simão (inconstante). Pedro ainda não estava totalmente vinculado em amor ao mestre e a chamada de fazer discípulos, por isso se não fosse resgatado naquele momento e novamente consolidado, se desviaria facilmente de uma missão que só estava começando. Jesus por três vezes insistiu com Pedro em duas questões: se Pedro o amava, e se Pedro amava as vidas a ponto de dedicar-se a cuidar delas, condicionando uma coisa a outra, ou seja, se você de fato me ama, então cuide das vidas pelas quais eu dei a minha vida na cruz. Pedro e os outros se arrependeram e retornaram a cuidar de seus discípulos. Neste episódio Jesus levou seus discípulos a refletirem como estava o coração deles em relação a Deus. Hoje Jesus está fazendo o mesmo conosco, nos fazendo pensar em o quanto amamos ao Senhor, e em quanto estamos preocupados em agradá-lo. Há pessoas que estão na Igreja, não porque amam a Deus, mas porque querem aquilo que Deus possa lhes dar. Outros simplesmente se acostumaram a uma vida religiosa, sem que arda em seu coração a chama do verdadeiro amor. Outros já foram muito apaixonados, mas o pecado roubou-lhes a alegria de viverem com Deus e para Deus, e se tornaram frios, sem fé, sem entusiasmo com a obra de Deus, como aconteceu com Pedro. Lembre-se que Pedro alguns dias antes deste momento, havia declarado que morreria com Cristo se preciso fosse, e agora o negava pela quarta vez. Não podemos esquecer o versículo que diz: “Quem está de pé cuide-se para que não caia” e também do que diz: “aquele que é santo continue a santificar-se”. (1 Coríntios 10:12 e Apocalipse 22:11) Precisamos vigiar continuamente, sondar nosso coração e suas motivações, que às vezes são enganosas, como ocorreu com metade da equipe de Jesus. Esses homens não eram novos na fé, mas discípulos que ocupavam já uma posição de liderança e mesmo assim estavam vivendo um sutil e sorrateiro contra-ataque do próprio coração. Precisamos sempre fazer um autoexame e mudança de postura, pois o que Jesus reservou para nós é muito bom e muito grande, é uma tremenda recompensa e não seremos roubados, pois Ele cuida de nós e da sobrevivência e crescimento de Sua Igreja. Vamos imaginar que hoje Jesus estivesse aqui fazendo para nós a mesma pergunta que fez a Pedro: “Pedro tu me amas?” – É só para refletir e não sentir culpa, seja, porém, sincero diante do Espírito Santo. – O Quanto você ama a Deus (O Pai Celestial)? – O que você tem feito praticamente para demonstrar este amor? – Você pode dizer que ama aqueles que estão perdidos? – O que você tem feito efetivamente por eles? – Você tem o hábito de orar por salvação? Todas as perguntas não têm o objetivo de nos oprimir, mas de nos lembrar que o vínculo que realmente nos une à Deus é o amor, e que sem amor, nossa chamada não se cumpre e nosso ministério não se desenvolve. O amor é o que nos faz parecidos com Jesus, o amor é o que nos permite termos interesse por outras pessoas e não só por nós mesmos. Se a chama do amor não estiver acesa em nós, podemos nos afastar de Deus e das coisas de Deus com facilidade, substituindo-as por outras de menor valor como vaidades, futilidades e egocentrismos. Só o amor gera entusiasmo e alegria em ganharmos vidas e nos dedicarmos a elas. Jesus perguntou a Pedro três vezes quanto o amava, porque Jesus queria tirá-lo do contexto de um amor teórico, para devolvê-lo ao exercício do amor com obras, o verdadeiro amor. Oremos pedindo que Deus aumente a chama do verdadeiro amor na nossa e assim nos abra a porta para anunciarmos a salvação que está disponível através de Seu Filho Jesus. Atenção: Próximo domingo será o culto de Pentecostes e aniversário da Igreja,

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A resposta verdadeira vem de Deus

“Se o senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela. Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão que penosamente granjeastes; aos seus amados Ele o dá enquanto dormem.” (Salmo 127: 1 e 2) Nestes 02 versículos tão simples e conhecidos, está contida uma das chaves ou a maior delas para que o homem alcance o que ele tanto busca: uma vida plena. Todo ser humano, seja ele branco, preto, índio, rico, pobre, culto ou inculto, americano ou europeu, capitalista ou comunista, têm em comum um objetivo: viver em segurança, com provisão para alimentar-se, uma casa para morar, ou seja: todo ser humano precisa lutar pela sua sobrevivência e bem-estar. É exatamente isso que a humanidade vem fazendo desde o princípio. Numa cidade como a que vivemos (São Paulo), por exemplo, este objetivo pode ser literalmente chamado de luta pela sobrevivência. Vivemos em uma cidade onde a violência está retratada em cada esquina, roubos, assaltos, trânsito cada vez mais denso. As pessoas vivem aterrorizadas. As notícias são dadas de forma sensacionalista e muitas vezes geram pânico A busca pela provisão financeira também é cercada de competição e violência. Disputas, corrupção e injustiça social ocupam a política e as lideranças das empresas. Ouvimos, principalmente em anos eleitorais como o passado, os políticos prometendo segurança, emprego, melhores condições de educação e saúde. Mas hoje Deus quer nos mostrar que só através d´Ele podemos alcançar estes objetivos de forma plena (ter dinheiro e ter também saúde; ter saúde e ter também provisão financeira para usufruir os recursos materiais; ter uma família, mas que seja unida; ter um marido ou uma esposa, mas que sejam fiéis; ter um negócio, mas que dê satisfação e lucro). A chave que Deus quer nos entregar hoje é a que revela que não adianta tentarmos nos proteger do mal, contratando seguranças, fazendo de nossas casas verdadeiras prisões. Não adianta trabalharmos como “condenados”, para conseguirmos nosso sustento no final do mês; pois somente o que provém de Deus e tem a sua benção, é verdadeiramente valioso e bem-sucedido. Uma oração feita todas as manhãs em uma empresa pelo seu proprietário, com certeza a fará prosperar muito mais do que as gotas de suor que ele ali derrama com seu trabalho, sem convidar Deus para assumir o controle de tudo. Uma oração feita pelos pais, impondo as mãos sobre a cabeça dos filhos antes deles saírem de casa, os protegerá emocionalmente e fisicamente, infinitamente mais do que todos os conselhos e recomendações humanas e todos os policiais que estão na rua. Uma oração da esposa pelo marido e vice-versa, os livrará das tentações, ao invés do controle mútuo, das brigas e discursos cheios de ciúmes. Isto tudo não quer dizer que vamos parar de trabalhar, andar de madrugada cheios de joias e valores no meio de bandidos, deixar de orientar nossos filhos com palavras, porque o trabalho, as palavras, a segurança e o cuidado com a saúde, só terão êxito juntamente com o poder de Deus. Tem que haver uma ação conjunta entre a ação do homem no mundo físico e a permissão do homem para Deus operar no espiritual a seu favor (a oração). Se não entendermos que se Deus não operar em nossas vidas, nossos objetivos, projetos e atividades acabarão em frustração e derrota (casamentos destruídos, falência financeira, enfermidades). Esta palavra também é direcionada para aqueles que se dedicam a edificar a casa de Deus (líderes de célula, pastores, líderes de ministérios). A base desta edificação deverá ser composta de oração, dependência do Espírito Santo, santidade, temor do Senhor, gratidão a Deus ao invés de sabedoria humana, eloquência e lindas pregações. Reflita sobre tudo isso e decida hoje descansar em Deus entregando definitivamente o controle de sua vida, de sua família, de seu trabalho, de sua célula e discípulos a Ele e passe a desfrutar das vitórias que Deus te concederá através desta decisão (Até enquanto você dorme Deus opera em favor de sua vida, quando reconhece que precisa Dele). Compartilhar: O que esta palavra renovou ou despertou em você? Uma célula de vitória e salvação! Atenção: Dia 28 de maio as 16:00 horas será a aula inaugural da escola de líderes na igreja, que passou no Encontro e quem ainda não fez ou não terminou precisam participar. Esperamos vocês! Dia 11 de Junho teremos o Ap. Marcos na IACC ministrando e orando pelos enfermos, venha com sua família e traga amigos que estejam precisando de uma cura e de um milagre. Até lá!  Amamos vocês! Apóstolos Eliezer e Zenita

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Pedir, buscar e bater

Mateus 7:7-12 Hoje temos uma pergunta: Quem é Deus para você? R: Um pai distante, abstrato, castigador, uma luz, uma força, uma energia? Deus não se explica, Deus se experimenta, se conhece na medida da fome que temos dEle, Deus é uma Pessoa e por isso quer se relacionar conosco. Muitas pessoas dizem que conhecem a Deus, mas não sabem na verdade quem Ele é, e não tem com Ele um relacionamento. A relação com Deus limita-se ao “Se Deus quiser”, “Vai com Deus”, “fica com Deus”. Têm uma religião que lhes foi ensinada desde pequenos, mas dizem-se “não praticantes”, ou buscam a Deus em caminhos que parecem bons, mas na verdade são enganosos. A Bíblia diz que somos feitos à imagem e semelhança de Deus. Somos preciosos, a sublime obra de Deus! Não somos meras criaturas racionais que são diferentes dos outros irracionais, porque pensamos e falamos, não, somos seres humanos a imagem e semelhança de Deus. Se a bíblia diz que somos imagem e semelhança de Deus podemos concluir que Ele é real, que também tem sentimentos. Ele é o nosso criador e deseja se relacionar conosco e como nosso criador sabe perfeitamente o que é melhor para nós. É nosso Pai celestial e decidiu que o único meio, caminho, pelo qual podemos nos relacionar com Ele é através de seu filho Jesus (João 1:12). Deus entregou seu único filho por nós para nos salvar (João 3:16). Nossa vida é preciosa para Deus e Ele tem planos específicos para cada um de nós. Tem sonhos para nós como um Pai que nos ama muito (pergunte a todos os presentes: Quem tem filhos aqui? Você não sonha o melhor para eles?). Se Deus compara a relação dEle conosco à relação de um pai com um filho, devemos então nos relacionar com Deus como um Pai. Talvez nosso relacionamento com nossos pais humanos não seja um referencial e você se relacione com eles por obrigação somente em festas de família ou almoços de domingo. Porém, quando conhecemos o amor de Deus e passamos a entregar toda a nossa vida em suas mãos, não só desfrutamos da Sua companhia e bênçãos, como também temos o nosso relacionamento com nossos pais biológicos restaurados e curados! Jesus Cristo veio e está vivo em nós na pessoa do Espírito Santo para reconciliar os homens com Deus e os homens entre si. Não importa o que você esteja pensando a seu respeito hoje. Não importa se você se acha o mínimo ou talvez o máximo. Deus tem pensamentos específicos a seu respeito. Veja o que diz a palavra de Deus sobre isso em Jeremias 29: 11 a 13: “Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o Senhor: pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais. Então, me invocareis, passareis a orar a mim, e eu vos ouvirei. Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração.” É tempo de se aproximar de Deus como um Pai amoroso, de todo o coração, não só esperando dEle as bênçãos, mas conhecendo-o como um Pai Bom e Justo. Alguém que presenteia, conduz e, quando necessário corrige. Vemos muitas pessoas que ainda não conhecem a Deus de verdade questionando: “Se Deus é bom e Todo Poderoso porque não acaba logo com minhas dores e de toda a humanidade? A resposta é muito simples: Porque Ele nos deu livre arbítrio e nos ensinou os Seus caminhos para que possamos ser vitoriosos, Ele nos ensinou que àquilo que plantamos é o que vamos colher, que quando praticamos s seus princípios, prosperamos, que as nossas a escolhas trarão coisas boas ou coisas ruins. A humanidade está colhendo as consequências do pecado, tanto no individual, quanto no coletivo e também como nações. por isso precisamos colocar nossas vidas sob o comando de Deus, dando a Ele o “SIM” para que Ele manifeste em nossa vida Sua boa, agradável e perfeita vontade, como diz Romanos 12: 2-3. O fim de toda obra de Deus em nós é nos dar vitória e plenitude como um pai que ama de verdade, mas para chegar lá é preciso estar com Ele, se submeter a Ele, sujeitando-se à Sua vontade, adorando-O e testemunhando das Suas maravilhas a outros. Desta forma, certamente, se cumprirá em nossa vida o versículo 6, de Filipenses 1 que diz: “Estou plenamente certo de que aquele que começou a boa obra em voz é fiel e justo para aperfeiçoá-la até o dia de Cristo.” Prática: Coloque um louvor e peça que cada um coloque sua vida diante de Deus e BUSQUE, PEÇA e BATA, como nos ensinou a palavra hoje. Diga a todos que certamente as portas se abrirão e aquilo que buscam, encontrarão. Dia 11 de Junho o Ap. Marcos estará conosco, convide familiares, amigos e pessoas enfermas, doentes para serem curadas, veremos muitos milagres de Deus acontecendo neste dia. Deus abençoe vocês, Aps. Eliezer e Zenita.

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Frutos que permanecem

João 15: 16 e 17 Quando pensamos que Deus nos escolheu, brota imediatamente em nós uma forte sensação de bem-estar e gratidão, uma certeza de que fomos privilegiados com a possibilidade de termos nossas vidas restauradas, de sermos transformados, curados, libertos pelo poder do Seu Amor. Realmente Ele nos escolheu porque nos amou primeiro, porque queria que o nosso choro cessasse, que a nossa dor fosse aplacada, nossa ferida curada, mas se atentarmos para este versículo até o fim percebemos que esta escolha de Deus, tem um desdobramento, tem um movimento, uma ordem específica e mais do que um único objetivo de apenas nos abençoar individualmente e realizar todas as nossas petições. Entre a escolha de Deus e a realização de TODAS as nossas petições e clamores atendidos por Ele existe uma missão, um desígnio. Darmos Fruto! Não um fruto qualquer. Um fruto que permaneça. Refletindo sobre este Fruto, consigo enxergar dois Frutos distintos, que na verdade, acabam dependendo um do outro para existir. Vou chamá-los de:     – Frutos interiores                                                                                                                                                                                                                                                  – Frutos exteriores Os frutos interiores são as transformações, geradas em nós que só o poder Deus é capaz de gerar: arrependimento, santificação, amor ao próximo, bondade, domínio próprio… Os frutos exteriores são as vidas que trazemos a presença de Deus. Neste processo somos mais uma vez instrumentos de SUA soberana escolha, como um dia alguém também foi, para nos resgatar das trevas para a luz. Tanto os Frutos interiores quanto os exteriores devem ser permanentes. Por exemplo: quando conquistamos um nível de libertação, cura, santidade e toda a espécie de frutos espirituais, devemos lutar, perseverar, resistir para mantermos esta conquista. Não podemos ser hoje cristãos curados e transformados e daqui algum tempo em virtude de alguma prova estabelecida por Deus, nos tornarmos novamente pessoas sem misericórdia, rancorosas ou carnais. Quanto aos frutos exteriores, as vidas que ganhamos para Jesus, devem ser vistas por nós como algo muito valioso que Deus colocou em nossas mãos para cuidarmos com muito zelo, responsabilidade e para sempre. Ninguém gera um filho só para povoar a Terra. Geramos filhos para ajudá-los a crescer, alimentando-os, ensinando-os e amando-os diariamente. Para mantermos os Frutos exteriores permanentes, os nossos Frutos interiores também precisam ser permanentes. Só assim seremos completamente alegres e plenos! Mantendo os frutos sempre e para sempre! No vs. 17 Jesus conclui com uma ordem: “Isto vos mando, que vos ameis uns aos outros”. Perceba o verbo é mandar, não é pedir ou sugerir. Esta é a chave para gerarmos e mantermos os Frutos! Tanto os interiores, quanto os exteriores! O AMOR! Não o amor deste mundo. Cantado e recitado em verso e prosa pelos cantores e poetas. O amor que nos faz bem, que nos cura, que nos sara, que nos liberta dos sentimentos nocivos. Estamos falando do amor de Deus em nós descrito em I Coríntios 13: O amor paciente O amor benigno                                                                                                                                                                                                                                                        O amor que não tem ciúmes                                                                                                                                                                                                                                    O amor que não se ufana                                                                                                                                                                                                                                        O amor que não se ensoberbece                                                           

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Integrados no Corpo de Cristo

Hebreus 10:25 Hoje estamos aqui reunidos como Igreja de Cristo, porque um dia fomos comissionados e capacitados por Ele mesmo para isso. Esta reunião não é apenas de amigos que toda a semana sentem saudade um do outro e então querem se rever (Obs. líder, descontraia dizendo que embora não seja para isso que se reúnem, você sentiu saudades deles?). Essa reunião não é um encontro inventado pela igreja para entreter seus membros. Essa reunião não é apenas uma reunião de oração para que Deus atenda nossos anseios (embora aqui oramos e Deus atenda). Esta reunião representa o cumprir do comissionamento de Jesus para aqueles que entenderam que a igreja dEle seria manifesta aqui na Terra por nós, ou melhor ainda, que entenderam que nós somos a Sua Igreja. Eu não apenas vou a igreja de Cristo. Eu sou a Igreja de Cristo que vai ao Templo para adorar a Deus e receber dEle tudo aquilo que Jesus conquistou para mim na cruz do calvário. É claro que na palavra de Deus está bem explicadinho como devemos proceder como igreja. A necessidade de congregar (fisicamente), as regras de conduta dentro da organização física de uma igreja. Tudo isso podemos ver claramente descrito na palavra de Deus. Hoje aqui somos a igreja reunida em uma casa (como vemos acontecer no livro de Atos) e aos domingos, quando celebramos o culto ao Senhor, somos a igreja reunida como Corpo, no templo. Muitos cristãos negligenciam a doutrina da igreja, por erroneamente achar que a Igreja de Cristo é o resultado de dois ou mais estarem reunidos em uma sala, ou quarto, ou em um carro em seu nome. Existem hoje até alguns pregadores que conduzem seus rebanhos “on line”. É claro que no tempo da Pandemia houve isolamento social e os cultos foram celebrado “on line”, mas esta prática não pode e jamais vai substituir o congregar. Veja o que a Palavra de Deus nos ensina em Hebreus 10:25, “não deixemos de congregar-nos como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quando vedes que o Dia se aproxima.” Perceba que a Bíblia fala que além de não deixarmos de congregar devemos admoestar (orientar, advertir) os que assim procedem, principalmente quando aquele “Dia” estiver se aproximando. Este Dia com letra maiúscula aponta para o fim dos tempos, do qual Jesus, em Mateus 24, fala que ninguém sabe quando será, mas Deus na sua onisciência já sabia que na medida que a tecnologia fosse se aperfeiçoando muitos cristãos poderiam se contentar em assistir os cultos de seus televisores ou telefones, se esfriando na fé, perdendo a comunhão e consequentemente perdendo a salvação. Desde a reforma, os cristãos das mais diversas denominações têm concordado unanimemente que a Igreja exige alguns elementos essenciais: a pregação correta da Palavra de Deus, o batismo e a ceia do Senhor. Estes 3 elementos revelam que primeiramente devemos como Igreja viver sujeitos à verdade e autoridade da Bíblia, com o objetivo de sermos ensinados, treinados, repreendidos e corrigidos. “Toda escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para correção, para a educação, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e habilitado para toda a boa obra.” (2 Timóteo 3, 16 e 17) A mensagem da Igreja de Cristo deve ser a palavra de Deus e não filosofias e ideias humanas. O batismo e a ceia enfatizam a necessidade de a igreja estar firmada sobre o Evangelho de Jesus Cristo. Ambas as ordenanças são meios do cristão vivenciar e lembrar quem ele é por meio da fé na morte e ressurreição de Jesus. A ceia e o batismo distinguem quem é e quem não é parte do povo de Deus na terra. O batismo na águas é um ponto decisivo de entrada para a Igreja. Simboliza a morte do cristão para o pecado, a ressurreição com Jesus para uma nova vida e a entrada na família de Deus, como discípulo e não apenas um seguidor. “Ide e fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do filho e do Espírito Santo…” (Mateus 28,19) A Ceia do Senhor, como instrui a bíblia, deve ser repetida muitas vezes durante toda nossa vida cristã, até que Jesus volte. Jesus ensina seus discípulos que ao partirem o pão e beberem o cálice em lembrança de seu corpo partido e seu sangue derramado em sua morte na cruz, proclamam juntos que esta morte é a fonte de Salvação. Na ceia dizemos silenciosamente ao mundo físico e espiritual: “Ainda estamos aqui, prosseguindo em fé, firmes na Aliança com Cristo, unidos uns aos outros e a Jesus, porque Ele morreu e ressuscitou por nós e nos tornou filhos e herdeiros de Deus!” Sabemos que estar em uma célula como esta, além de edificante é delicioso, mas precisamos, como Igreja de Cristo entender que todo o poder, toda a autoridade, todas as promessas, e o prevalecer contra as portas do inferno são para a sua Igreja ativada na comunhão, na frutificação e na adoração, que Ele chama de noiva, de família e de Seu próprio Corpo. Só somos corpo quando estamos juntos. Como podemos afirmar que conhecemos e amamos a Jesus, se apesar disso somos indiferentes para com Sua noiva, Sua família ou Seu próprio corpo? Como posso dizer que amo a Jesus, mas odeio sua igreja, a quem Ele ama e cuida? Como posso dizer que amo a Jesus, se acho Seu corpo desprezível? Ficam aqui estas orientações para refletirmos e também para que de forma nenhuma, em função do que estamos vivendo mundialmente hoje, onde muitos estão negligenciando e desprezando a fé e o servir a Jesus, não caiamos na tentação de achar que podemos ser igreja de longe, sem estar integrado funcionando e cumprindo a nossa parte no corpo de Cristo, nesta geração. Vamos sim agradecer ao Senhor pela possibilidade de estarmos conectados com o Céu integrados na igreja, intensificando nossas orações para que juntos possamos frutificar multiplicando as vidas salvas

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