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Natal, Festa Pagã ou Cristã? Parte 2

 Estamos estudando sobre a origem do Natal e o significado dos seus símbolos. Na semana passada, vimos que instituir a data de 25 de Dezembro para comemorar o Natal, o nascimento de Jesus, foi uma ideia de Roma, que decidiu cristianizar uma festa pagã já existente, a festa dos solstícios. Hoje você aprenderá, através de citações de grandes enciclopédias, de referências bíblicas e comentários de grandes teólogos, que Jesus não nasceu em Dezembro, mas em Outubro, em plena Festa dos Tabernáculos. Por isso, em vez de ficarmos presos a uma comemoração de origem pagã, vamos aceitar o convite do Senhor e celebrar as Festas Bíblicas. A Palavra diz que existem as Festas Bíblicas e elas são sete. Não são para ser guardadas como lei, pois Jesus já as cumpriu no seu ato redentivo, embora a igreja cristã creia em Páscoa, Pentecoste e colheita do tempo do fim. Se a Igreja celebra Natal, ela não tem Tabernáculo, ela tem o primeiro dia e não o último. Se a Igreja está presa no primeiro dia, ela não tem o sétimo. Se ela está no sétimo, ela traz Jesus, mas se está no primeiro, precisa passar de novo por todo o caminho dos dias seguintes até chegar ao sétimo. Deus já tem gritado através de Seus Profetas: Estamos no início do sétimo dia. É hora da Igreja celebrar Tabernáculo, porque significa a preparação do caminho do Senhor, e se você prepara o caminho para Ele nascer, não prepara o caminho para Ele voltar. Natal, segundo a visão de Roma, é prender Jesus na celebração do nascimento e esquecer de Jesus na celebração da volta. É apagar a luz da revelação e do entendimento, e não vislumbrar que Ele está às portas. É centralizar a visão no palpável e esquecer o espiritual, não conseguir contemplar o que Deus está mostrando. Em nenhum momento, a Bíblia manda celebrar o nascimento de Jesus, o Natal e seus adereços. Tudo isso tem uma origem. Roma inseriu veneno no Cristianismo, mas nós temos a missão de fazer resistência. Tabernáculos é uma preparação por fé, onde caminhamos trabalhando, tirando as pedras, deixando o caminho livre e seguro para que todos possam ver o Rei entrar. Tirar as pedras do caminho é profético (Isaías 41:42-43) para poder estabelecer e anunciar que o Senhor está por vir. Se a Igreja estacionar no nascimento, não terá o retorno, mas nós bradamos que a Igreja já anuncia o retorno do seu Senhor. Jesus disse que a Sua Igreja caminharia por épocas e não por dias, e a época de Tabernáculos é a época de Jesus voltar. O dia e a hora ninguém sabe senão o Pai, mas a época Jesus revelará à Sua Igreja. A Igreja já está dizendo: Baruch Habah B’shem Adonai! Bendito O que vem em nome do Senhor! Roma disseminou em todas as nações da Terra as mentiras do paganismo. De onde nasceu essa fonte inspirativa? Do Novo Testamento? Do Antigo Testamento? De Jesus? Dos discípulos ou Apóstolos? Não! A inspiração é de uma fonte satânica. O paganismo entrou na Igreja como sinal de aliança, fragilizando a verdadeira aliança com Jesus. O Natal hoje é apenas um culto comercial que rende muito dinheiro. Tudo é motivo para grandes aquisições, mas a exaltação ao Rei dos reis não existe. Nesta época, as vitrines são invadidas por gnomos, que na verdade são demônios que habitam em florestas e árvores. O Natal foi substituído por demônios assumidamente. Não é só uma questão mística, é uma realidade de batalha espiritual. O presente século é confuso e diabólico. Mas nós vamos permanecer firmes. A Enciclopédia Barsa, vol. 11, pg. 274, fala o seguinte sobre o Natal: “A data atual foi fixada ao ano 440, a fim de cristianizar grandes festas pagãs realizadas neste dia: a festa mitraica (religião persa que rivalizava com o cristianismo nos primeiros séculos), que celebrava o Natalis Invicti Solis (Nascimento do Vitorioso Sol) e várias outras festividades decorrentes do solstício do inverno, como os saturnalia em Roma e os cultos solares entre os celtas e os germânicos. A ideia central das missas de Natal revela claramente essa origem: as noites eram mais longas e frias, pelo que em todos esses ritos, se ofereciam sacrifícios propiciatórios e se suplicava pelo retorno da luz.” (Grifos nossos) Esta festa tem uma origem de celebração a falsos deuses “nascidos” na Babilônia, Grécia, Síria, nos países circunvizinhos do Oriente Médio, passando para a Europa, entrando em Roma e na Alemanha. A França comprou a visão, passou para a China e distribuíram para todas as nações da terra como fonte de comércio. Os tronos que foram levantados não para Deus, abriram legalidade para que demônios entrassem. Você não quer demônios em sua casa, não é verdade? O tamanho do altar não importa, a legalidade é aberta do mesmo jeito. Você está disposto a romper com as tradições do paganismo e abraçar a revelação do Pai? Que o seu coração esteja aberto para destruir os altares pagãos da sua vida, em nome de Jesus. O paganismo insinua que “Maria” foi fecundada pelo “espírito” no dia 24 para 25 de Março, e de 24 para 25 de Dezembro nasceu o que eles chamam de Jesus. Mas essa história tem sua origem na mitologia onde Íris e Osíris tiveram a mesma experiência espiritual. O retrato espiritual é o de um menino que é filho dos deuses, que nasceu em Dezembro, mas este não é o Filho de Deus, não é o Jesus que nós conhecemos. Eles têm Jesus como o deus sol. Isto é simplesmente absurdo e pagão! Adoração dividida Deus não recebe. A Nova Era já admite que muitos “Jesus” já nasceram e que muitos Cristos já se manifestaram. As antigas civilizações egípcias influenciavam todas as outras nações com a ideologia do deus sol. A festa acontecia em Dezembro, um mês de inverno. Era a festa pagã mais celebrada. Eles ficavam esperando a chegada do sol e, pelo ritual, no dia 24, no Oriente, o sol se abriria,

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Mansidão, uma virtude do Espírito

Mateus 5:5; Mateus 11:28,29   A Bíblia contém muitas promessas para os mansos. Neste capítulo, citaremos algumas delas, como:  Os mansos herdarão a terra (Mateus 5:5).   Mansidão é condição para ter paz de espírito. Muitas pessoas reclamam não ter paz, mas um dos pré-requisitos para ter paz é buscar um caráter de mansidão (Salmo 37:11).   Quem tem mansidão tem o Fruto do Espírito. Alguém que alcança a mansidão é porque tem o Fruto do Espírito em sua vida (Gálatas 5:22).   Através da mansidão, conseguimos suportar-nos em amor, e guardamos a unidade do Espírito no Corpo (Efésios 4:1,2).   Uma pessoa mansa recebe a palavra com muito mais qualidade do que alguém enraivecido. Ela vive mergulhada na Palavra de Deus (Tiago 1:21). Talvez um dos textos bíblicos mais conhecidos por falar em mansidão é o Sermão da Montanha. Jesus atraiu multidões e ali trouxe muitos ensinamentos sobre o povo, dentre eles, ensinou sobre mansidão. Jesus Se comunicava com as pessoas com amor e mansidão. Ele sabia como passar a Boa Notícia do Reino de Deus. A palavra mansidão transmite o sentido de brandura, ternura. Uma pessoa mansa transmite paz e segurança, porque venceu a agitação do dia a dia, é uma pessoa que venceu a ira.  Quando Jesus ensinou o povo sobre mansidão, referindo-se que os mansos herdarão a terra, em Mateus 5:5, é porque para eles, desde o Antigo Testamento, terra simbolizava mais que um mero terreno, representava a bênção e a presença de Deus. Uma das causas de Moisés não ter herdado a terra, entrado na terra prometida, apesar de ser considerado pela Bíblia o homem mais manso, foi ter-se irado diante das águas de Meribá. Ser uma pessoa mansa vai além de ter apenas uma qualidade natural. Isso é tão verdade que mansidão está incluída no Fruto do Espírito Santo. Se você almeja ser manso, deve entender que mansidão precisa de um cultivo espiritual, que sempre leva à harmonia e não à discórdia. A palavra ‘bem-aventurado’ reproduz os oráculos proféticos da salvação, usados pelos profetas do Antigo Testamento e por Jesus, em Mateus 5:3-11. As bem-aventuranças são exemplos de viver em busca de perfeição, expressam a qualidade de vida que Deus deixou para nós desde o princípio, uma vida de bênçãos. O que não é mansidão Morosidade – Mansidão não está ligada a ser moroso, não ter iniciativa, aceitar tudo do jeito que está para não se irar. Não é isso. Uma pessoa mansa vive muito mais do que uma pessoa iracunda, agitada, amargurada, porque administra melhor situações difíceis. Portanto, quando você pensar em alguém manso, lance fora da sua mente pensamentos como alguém inerte, sem vida, passivo, que não tem direção, que não está apto para reivindicar os seus direitos. Mansidão não está ligada a nada disso. Timidez – Não podemos crer que uma pessoa mansa é o mesmo que uma pessoa tímida, porque os tímidos não conquistam, pelo contrário, são os primeiros na fila dos que não tem fé. Mc 4:40 Frieza – Uma pessoa mansa não é alguém frio e calculista, mas é aquela que mesmo calada, analisa o que está acontecendo de errado ao seu redor e consegue reverter o quadro, porque não age na impulsividade das emoções. Sabe tomar decisões precisas. Tolice – Quem é manso possui o espírito de sabedoria. Portanto, uma pessoa mansa não é o mesmo que alguém tolo. Não confunda as coisas. A mansidão é resultante da verdadeira humildade. Como já citamos, a mansidão de Gálatas 5:22 é contextualizada dentro do Fruto do Espírito, é considerada uma virtude, uma das grandes qualidades espirituais.   A mansidão também pode estar associada à humildade, registrada em Filipenses 2:1-11. Porque todo manso é obediente, humilde, ou seja, tem as qualidades mais marcantes do ministério de Jesus. Cristo o nosso Senhor é nosso Maior Exemplo de mansidão. E Ele nos concederá esta graça. Seremos pessoas mansas para agradar ao Pai e colher êxito em todas as áreas da nossa vida.  Jesus, maior exemplo de mansidão Jesus convidou a todos para virem a Ele, pois Ele é manso e humilde de coração. “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.” (Mateus 11:28,29).  O mais tremendo do convite de Jesus foi que Ele não convidou os fortes, porém os cansados e oprimidos. Por Jesus ser manso e humilde, pode assegurar o descanso para a nossa alma. Aprenda a descansar em Deus. Para quê tanta agitação e inquietude que não a levam a nada? Busque a mansidão. Entregue-se a Ele completamente se você está cansado e sobrecarregado. É Ele quem vai aliviá-lo. Só Ele tem este poder e esta autoridade. Veja que promessa maravilhosa que alcança os que decidem pela mansidão. A Bíblia diz que o Senhor ouve os desejos dos mansos e Ele mesmo dá conforto ao coração. “Senhor, tu ouviste os desejos dos mansos; confortarás os seus corações; os teus ouvidos estarão abertos para eles;” (Salmo 10:17) Para alcançar a mansidão, é necessário despojar-se de: Impureza e acúmulo de maldade – Não esqueça que a mansidão é uma virtude que somente o Espírito pode produzir em você, então, submeta-se a Ele. Isso implica em mudança de vida, de atitude.   Leia o texto de Tiago 1:21.  Ira – A ira nos leva ao pecado quando não temos mansidão. Este é um assunto importante para se comentar. Não trilhe o caminho da ira, pois ele é sempre muito prejudicial (Efésios 4:26). Maledicência – Muitos são os textos que falam sobre maledicência. Precisamos vigiar nessa área (Colossenses 3:8,10). Palavras torpes – Uma pessoa mansa não tem palavras torpes na sua boca, antes busca uma linguagem sã e irrepreensível, como a descrita em Tito 2:8. Precisamos lutar contra tudo o que for contrastante com a mansidão como os exemplos citados e tantos outros que não comentamos, como orgulho, soberba, arrogância, características negativas que nos afastam de Deus

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Natal: Festa pagã ou cristã?

Durante o mês de Novembro, estaremos estudando sobre a origem do Natal e o significado dos seus símbolos. Nosso objetivo é divulgar o esclarecimento, a luz que recebemos acerca de algumas práticas do meio cristão que estão ainda presas ao paganismo, atitudes que estão inseridas em nossa cultura de tal forma que não questionamos sua origem ou razão de existir, praticando-as sem reflexão alguma.  Estes estudos causarão dois níveis de reação: resistência ou quebrantamento. Os dois comportamentos são normais. Quero, no entanto, deixar claro que não intencionamos causar celeuma na sua vida, mas ajudá-lo a entender melhor essa visão que abraçamos e que tem fundamento bíblico e histórico. Não queremos negar que Jesus nasceu. É óbvio que Ele nasceu! Como estaríamos na redenção se Ele não tivesse vindo? Queremos, sim, voltar para a base da genuína fé cristã, da Palavra depurada, retirando tudo que foi inserido por Roma, enquanto instituição religiosa, vivendo como cristão-cristão e não como cristão-pagão. A nossa oração é a mesma que a do Apóstolo Paulo para com os Efésios; que Deus “ilumine os olhos do vosso coração, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação.” (Efésios 1:18). Isto porque, às vezes, vivemos numa prática irreflexiva, precisando enxergar além da realidade palpável. Jesus deu este conselho para a Igreja em Laodicéia. “Aconselho-te que de mim compres outro refinado no fogo, para que te enriqueças; e vestes brancas, para que te vistas, e não seja manifesta a vergonha da tua nudez; e colírio, a fim de ungires os teus olhos, para que vejas.” (Apocalipse 3:18) Jesus é e sempre será o motivo principal e único das nossas celebrações. Ele não é simplesmente mais um motivo. Tudo o que realizamos e celebramos é para a glória de Deus, pois o Senhor não aceita glória dividida. “Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não a darei, nem o meu louvor às imagens esculpidas.” (Isaías 42:8) Quero fazer-lhe uma pergunta: Jesus é o centro do seu propósito? Então, vamos caminhar na luz que temos recebido do Senhor Jesus, o Cristo, crendo que “aquele que começou a boa obra em nós, há de aperfeiçoá-la até o dia de Cristo Jesus.” (Filipenses 1:6).  25 de Dezembro: data oficializada por Roma O Natal, atualmente comemorado em 25 de Dezembro, é uma festa pagã e não tem a aprovação de Deus; Jesus não está nesse negócio. Uma festa que nada tem a ver com Jesus, é pagã. Não é agradável ouvir essas coisas, mas precisamos arrancar toda mentira na qual estávamos vivendo. A música diz: “Anoiteceu, o sino gemeu, e a gente ficou feliz a cantar. Papai Noel chegou…”, “Eu pensei que todo mundo fosse filho de Papai Noel…” Mas, nós não somos. Jesus não está aí, tal adoração é para um santo católico chamado Nicolau, que é Papai Noel. A aceitação é quase cem por cento, porque incutiram isso na nossa mente quando éramos crianças. Mas, Deus levantou um povo para desmascarar o inimigo. Deus quer nos ver esclarecidos e em equilíbrio espiritual. Todo esse paganismo não é um equívoco, é uma mentira. Equivocar-se com algo é uma coisa, mas conscientemente fazer uma aliança com o inimigo, com a idolatria e com os deuses pagãos, não é um equívoco; ensinar tudo isso para as nações da terra é querer enganá-las e prendê-las debaixo de um jugo. Roma fez isto. Iludiu as nações da terra pelo mesmo principado que agia desde a Babilônia.  Observando a questão da data, vemos o seguinte quadro: o Natal é celebrado em 25 de Dezembro. 25 de Dezembro é a data mais comemorada nas nações pagãs. Até o século III, o Egito e a Palestina tinham como datas festivas de 25 a 28 de Março. A Síria comemora Natal dia 6 de Janeiro e alguns países do Oriente Médio comemoram o Natal no dia 25 de Março. Sabe por que Roma celebra no dia 25 de Dezembro? Para que fosse oficializado o Natal cristão. Isso não partiu de um genuíno cristão, mas de Roma. A celebração desse Natal não vem por um decreto bíblico, nem de Jesus, nem de seus discípulos. A história indica, desde a época do ano 6 d.C., que Jesus nasceu em Setembro ou começo de Outubro. Jesus nasceu em Setembro/Outubro e Roma transferiu para Dezembro. Por quê? Porque Constantino, aproximadamente em 336, celebrou o primeiro natal pagão casado com os cristãos e isto debaixo de imposição, de opressão. Muitos resistiram e morreram durante esse contexto histórico, porque não se submeteram a tamanha aberração, dizendo que não aceitavam o paganismo. Cristãos europeus também resistiram e muitos, ao longo da história, morreram ao fio da espada ou enforcados, e o argumento de Roma era que eles não eram cristãos. Existe uma diferença muito grande entre o cristianismo de Antioquia, onde pela primeira vez os cristãos foram chamados de cristãos, e o cristianismo romano. O cristianismo romano nada tem a ver com o Jesus de Jerusalém.   Jesus de Roma  • Jesus preso numa cruz, impotente, sem nada poder fazer. • Jesus derrotado e morto que caminha pelas ruas carregado por outros. • Jesus numa manjedoura, menino, imaturo, sem voz ativa. Jesus de Jerusalém  • Jesus que subiu e ascendeu aos céus com autoridade. • Jesus vivo que nos carrega ao invés de o carregarmos. • Jesus que nasceu numa manjedoura, foi menino, mas já cresceu, morreu, ressuscitou e em breve voltará como Rei dos reis e Senhor dos senhores. A Igreja de Jesus protesta o Jesus-menino, porque a Igreja que vive no Natal está presa numa celebração de nascimento, e não vai poder participar do momento glorioso de preparar o caminho para que Ele venha buscar Sua Igreja. Deus deu o grito aos remanescentes dizendo: ‘preparem o caminho do Senhor!’ Deus levantou a você e a mim para que juntos pudéssemos permitir a abertura desse caminho. Somos a sua Igreja viva e comprometida. O Natal é uma data depressiva para alguns. Muitos ficam tristes nas celebrações de

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Andando por fé e não por vista

 Texto: Josué 9:1-16 Neste texto lemos como Josué, o homem de Deus, foi enganado pelos Gibeonitas, que por sua vez, fez uma aliança com eles, tendo de suportá-los depois no meio do povo de Deus por causa desta aliança. Este texto serve de base para compreendermos como o mundo e o diabo tentam nos enganar, a fim de prender nossa vida e bloquear o propósito de Deus em nós.   Os princípios Bíblicos são leis espirituais criadas por Deus para nos proteger e como cristãos não podemos brincar com isso, muitas vezes quebramos estes princípios e acabamos sofrendo as conseguências. Fazer alianças com quem caminha em rotas diferentes só trarão sofrimentos.   Deus é um Deus de aliança, pactos e promessas; Ele é um Deus Eterno. Ele criou todas as coisas para funcionar em harmonia. Deus disse a Abraão: "farei uma aliança entre mim e ti e te multiplicarei extraordinariamente" (Gn 17:2). A aliança traz consigo uma unção de multiplicação, de prosperidade, de nos fazer bem sucedidos em tudo. Não existem conquistas sem alianças, mas estas alianças precisam estar dentro dos princípios de Deus contidos em Sua Palavra. Devemos sempre andar na dependência do Espírito Santo, em comunhão com Ele para assim tomarmos decisões acertadas (II Tm 2:1-6).   Jesus e o Pai Celeste são um e ainda hoje trabalham em equipe, andam em unidade: Pai, Filho e Espírito Santo. Para uma equipe de doze, um casal e família alcançar êxito e conquistar, precisam estar em aliança, em concordância uns com os outros. É preciso andar com o líder, com os pastores, estar integrado no corpo, é necessário estar na mesma direção e com a mesma linguagem, etc.   Prosperar é ter sucesso, é ter êxito, é ser bem sucedido, é progredir em todas as áreas, é ter uma alma próspera. Uma alma próspera é uma alma curada, liberta, sem argumentos e aliançada com o Deus Todo-Poderoso. Todos os homens que cumpriram os princípios de Deus foram prósperos. Este é o segredo da prosperidade: cumprir e viver os princípios da Palavra de Deus.   Porque Josué foi enganado?   1.     Foi enganado porque olhou para as circunstâncias. Os Gibeonitas chegaram com sacos velhos sobre os jumentos, odres velhos rotos e remendados, sapatos e roupas velhas. Isso fez com que Josué concluísse muitas coisas erradas. As circunstâncias muitas vezes mascaram a realidade. Por esta razão Deus manda que andemos por fé e não por vista e se não temos discernimento de algo, certamente Deus trará a verdade em nosso espírito através de alguém que foi colocado por Ele para nos orientar, alguém que cresceu em Sua Palavra, um líder maduro que anda na direção do Espírito santo.   2.     Foi enganado por palavras persuasivas. Aqueles homens disseram que eram de terras distantes e começaram a elogiar tudo o que Josué fizera e ainda disseram que tinham vindo por causa do nome do Senhor. Desejavam fazer aliança e desta forma Josué e os israelitas ficariam presos pela palavra estabelecida naquela aliança. Tudo o que ouvimos, seja de pessoas ou aquilo que o inimigo sussurra em nosso ouvido, deve passar pelo crivo da Palavra de Deus e da testificação do Espírito em nosso interior. Devemos ser guiados pela palavra de Deus em nosso interior e não pelas palavras que chegam aos nossos ouvidos de pessoas estranhas que não conhecem a Deus.   3.     Foi enganado porque não consultou ao Senhor (vrs 14). Josué e os homens de Israel não pediram conselho ao Senhor por aquela proposta. Vamos dar um exemplo: Alguém quer fazer uma sociedade com você, ou quer firmar um compromisso de casamento, ou fechar um contrato de trabalho, mesmo se houver naquele momento uma necessidade, ore e em seguida converse com o seu discipulador e se este ainda não tiver uma resposta clara, este deve levar ao seu sacerdote, mesmo depois de tudo isso ainda tiver dúvidas, não faça, porque tudo o que não provém de fé demonstrada na Palavra é pecado (Rm 14:23). Há sempre uma direção de Deus para nós. A questão é se queremos segui-la ou não. Ló sobrinho de Abraão recebeu a direção de Deus para sair de Sodoma, mas teimava em ficar ali, Balaão que era profeta também recebeu direção de Deus para não ir com Baraque um rei inimigo de Israel, mas este profeta insistia com Deus querendo ir.   Uma receita: A palavra de Deus junto com a paz em nosso coração, conselhos de líderes maduros em Deus e a testificação do Espírito Santo em nosso interior sempre vão nos guiar na vontade perfeita de Deus. Nunca faça nada sem antes consultar o Senhor nosso Deus, foi por isso que o Senhor Jesus deu o comando de caminharmos numa rota de formação e multiplicação de discípulos, pois assim todos terão direção, comunhão, relacionamentos em crescimento, conhecendo os princípios, sendo acompanhados para serem homens e mulheres de um futuro pautado no êxito que estará refletindo nas atitudes de um estilo de vida prevalecente, vivendo com objetivos, com metas, homens e mulheres que saíram do discurso para a prática.   Assim como aconteceu com Josué, o mundo tenta fazer aliança conosco e vai usar as mesmas armas e estratégias. Há pessoas que fizeram aliança em seu coração com as circunstâncias, pois estas ainda estão determinando as suas vidas, fizeram alianças com os problemas que muitas vezes são de pessoas próximas, mas que não se posicionam, ou com as enfermidades, pois aceitam como se fossem delas, ou com a solidão ou ainda não conseguem romper com relacionamentos com pessoas que são nocivas e que estão fora da vontade de Deus. Se não estivermos atentos, alguém pode se aproximar e nos tirar da aliança, perverter nossos conceitos, nos contaminar, envenenar e mudar a nossa rota, tudo isso por uma dificuldade de dizer não ou por medo de não ser aceito.     Às vezes a oferta do mundo ou de pessoas tem aparência de algo ruim como foi no caso de Josué e tenta nos ganhar pelas emoções ou

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A finalidade da Célula

  1.      O que é uma Célula?   A Célula é simplesmente uma miniatura da Igreja se reunindo nas casas. Não existe algo tal como um ministério de grupos pequenos, estes grupos são o lugar dos ministérios fluírem.   Não é um grupo de oração, ainda que a oração seja um ingrediente básico. Não é um grupo de discipulado, ainda que o discipulado aconteça espontaneamente. Não é um grupo de estudo bíblico, ainda que o ensino seja enfatizado nas reuniões. Não é um grupo de cura interior, ainda que seja um lugar de cura e restauração. Não é um ponto de pregação, ainda que o objetivo básico de cada célula seja a multiplicação. A Célula é um pouco de cada grupo que mencionamos anteriormente, é um lugar de oração, estudo da Palavra, discipulado, cura interior, apoio e evangelismo.   A Célula pode ser comparada a uma célula do nosso corpo. A célula não é o corpo todo, mas traz dentro de si todas as informações necessárias para gerar o corpo inteiro. Isto é o que nós chamamos de informação genética. Consideramos uma verdadeira Célula o grupo que tenha as seguintes características:   a)     A Célula busca ser uma comunidade   A principal característica de uma Célula é ser uma comunidade. Esse sentido de comunidade não deve ser degenerado, pois, sem isso teremos reuniões impessoais e frias, onde o povo vem ouvir alguém com quem não tem comunhão e acaba sendo apenas mais um “freqüentador”. Não queremos grupos grandes, em número, descompromissados com o corpo de Cristo e com a igreja local.   A comunidade básica e fundamental é a família. A célula precisa ser família. Para ser família os membros precisam querer. Precisam ter disposição para renunciar ao orgulho, à proteção da reputação, ao medo de outros irmãos entrarem na sua vida. É preciso que cheguemos na célula sem cobranças do tipo: o líder dessa Célula deveria fazer isso ou assado… O louvor deveria ser assim e assado… Os casais da Célula não têm a experiência que tenho… Esse tipo de motivação entristece o Espírito Santo e revelam quão carnais e infantis somos.                 Precisamos ir não pensando em nós mesmos, mas nós somos irmãos: o que posso fazer para que a Célula cresça? O que posso sugerir? Que tal um jantar em minha casa? O que posso fazer por meus irmãos?                Para sermos comunidade precisamos entender que a Célula é muito mais do que a reunião de Quinta-feira. Quando a nossa percepção do grupo é limitada à reunião, então não estamos envolvidos em comunidade. A vida em comunidade existe para fora dos cultos e das reuniões.   O relacionamento é mais importante do que a reunião. É no relacionamento que crescemos como servos, que aprendemos a viver a vida cristã, que somos supridos e também suprimos os outros em amor.   b)     A Célula visa a edificação dos crentes.                   Uma Célula não pode ser um lugar onde a cada semana comparece um grupo diferente de pessoas. Evidentemente o visitante será muito bem-vindo, ele é o nosso foco, mas a reunião não terá como objetivo apenas o evangelismo. É importante frisarmos esse ponto para não haver mal entendido, o objetivo da célula alem do evangelismo e a multiplicação, é também a edificação do crente. É interessante ver como um ambiente de vida e unção pode mudar uma pessoa. Temos visto centenas de pessoas que se converteram por causa da unção e o não apropriadamente por causa de uma mensagem específica de evangelismo.   c)      A Célula almeja a multiplicação.                    Apesar da reunião não ser apenas evangelística todo o projeto final de edificação das pessoas daquela célula visa a multiplicação. Crentes realmente edificados na Palavra são crentes frutíferos. E o lugar adequado para se frutificar é no círculo familiar, na escola, no trabalho. A reunião de célula, neste caso, funciona como um lugar de treinamento e motivação para enfrentar a guerra lá fora.   d)     A Célula tem um lugar de reunião definido.                Conheço igrejas que tem aplicado o projeto de Células, onde a reunião é feita a cada semana na casa de um dos membros daquele grupo. A nossa experiência, porém, tem demonstrado que um lugar de reunião definido produz no grupo um senso de identidade, constância e segurança. Não podemos produzir um ambiente familiar, se nos reunimos a cada semana em um lugar diferente, mesmo porque os visitantes e amigos precisam saber que naquele endereço toda a semana tem um grupo de pessoas se reunindo para orar, evangelizar e edificar.    A Célula se reúne regularmente.   Todos sabemos que a chave para a comunhão é a constância, a regularidade. Não basta ter um lugar de reunião, é preciso que o grupo se reúna numa base regular de preferência semanalmente.                 O objetivo dessa regularidade é a comunhão. Nenhum relacionamento sólido e gratificante podem ser construídos sem convivência. É a convivência que vai produzir vínculos de amor, de amizade e de aceitação. Naturalmente precisamos desses ingredientes para sermos família.   OS CINCO OBJETIVOS DA CÉLULA     COMUNHÃO Desenvolvimento de vida partilhada, alvos comuns e aliança mútua entre todos os membros.   EDIFICAÇÃO O grupo oferece o ambiente para o crescimento espiritual, aprendizado prático e disciplina em amor.   EVANGELISMO O grupo é o lugar onde inseríamos novos membros. É onde alimentamos, guardamos e suprimos os novos irmãos.   SERVIÇO Cada crente um ministro e cada um recebeu um dom. No grupo os dons são exercitados para o serviço mútuo.   CONSOLIDAÇÃO E DISCIPULADO Acompanhamento fazendo os primeiros passos no discipulado, firmando bem a fé e a convicção de salvação, e encaminhado para o encontro, batismo, Escola de Líderes, etc.   Nossa visão é de crescimento pautado na formação de líderes comprometidos. Na visão celular cada membro é um ministro e cada casa uma extensão da igreja. Cada Discípulo discipula, cada discipulador se multiplica e se reproduz na vida do seu

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O motivo da Célula

 A CÉLULA   1.      O que é uma Célula?   A Célula é simplesmente uma miniatura da Igreja se reunindo nas casas. Não existe algo tal como um ministério de grupos pequenos, estes grupos são o lugar dos ministérios fluírem.                 Não é um grupo de oração, ainda que a oração seja um ingrediente básico. Não é um grupo de discipulado, ainda que o discipulado aconteça espontaneamente. Não é um grupo de estudo bíblico, ainda que o ensino seja enfatizado nas reuniões. Não é um grupo de cura interior, ainda que seja um lugar de cura e restauração. Não é um ponto de pregação, ainda que o objetivo básico de cada célula seja a multiplicação. A Célula é um pouco de cada grupo que mencionamos anteriormente, é um lugar de oração, estudo da Palavra, discipulado, cura interior, apoio e evangelismo.                   A Célula pode ser comparada a uma célula do nosso corpo. A célula não é o corpo todo, mas traz dentro de si todas as informações necessárias para gerar o corpo inteiro. Isto é o que nós chamamos de informação genética. Consideramos uma verdadeira Célula o grupo que tenha as seguintes características:   a)     A Célula busca ser uma comunidade                   A principal característica de uma Célula é ser uma comunidade. Esse sentido de comunidade não deve ser degenerado, pois, sem isso teremos reuniões impessoais e frias, onde o povo vem ouvir alguém com quem não tem comunhão e acaba sendo apenas mais um “freqüentador”. Não queremos grupos grandes, em número, descompromissados com o corpo de Cristo e com a igreja local.                   A comunidade básica e fundamental é a família. A célula precisa ser família. Para ser família os membros precisam querer. Precisam ter disposição para renunciar ao orgulho, à proteção da reputação, ao medo de outros irmãos entrarem na sua vida. É preciso que cheguemos na célula sem cobranças do tipo: o líder dessa Célula deveria fazer isso ou assado… O louvor deveria ser assim e assado… Os casais da Célula não têm a experiência que tenho… Esse tipo de motivação entristece o Espírito Santo e revelam quão carnais e infantis somos.                 Precisamos ir não pensando em nós mesmos, mas nós somos irmãos: o que posso fazer para que a Célula cresça? O que posso sugerir? Que tal um jantar em minha casa? O que posso fazer por meus irmãos?                 Para sermos comunidade precisamos entender que a Célula é muito mais do que a reunião de Quinta-feira. Quando a nossa percepção do grupo é limitada à reunião, então não estamos envolvidos em comunidade. A vida em comunidade existe para fora dos cultos e das reuniões.                   O relacionamento é mais importante do que a reunião. É no relacionamento que crescemos como servos, que aprendemos a viver a vida cristã, que somos supridos e também suprimos os outros em amor.   b)     A Célula visa a edificação dos crentes.                   Uma Célula não pode ser um lugar onde a cada semana comparece um grupo diferente de pessoas. Evidentemente o visitante será muito bem-vindo, ele é o nosso foco, mas a reunião não terá como objetivo apenas o evangelismo. É importante frisarmos esse ponto para não haver mal entendido, o objetivo da célula alem do evangelismo e a multiplicação, é também a edificação do crente. É interessante ver como um ambiente de vida e unção pode mudar uma pessoa. Temos visto centenas de pessoas que se converteram por causa da unção e o não apropriadamente por causa de uma mensagem específica de evangelismo.   c)      A Célula almeja a multiplicação.                    Apesar da reunião não ser apenas evangelística todo o projeto final de edificação das pessoas daquela célula visa a multiplicação. Crentes realmente edificados na Palavra são crentes frutíferos. E o lugar adequado para se frutificar é no círculo familiar, na escola, no trabalho. A reunião de célula, neste caso, funciona como um lugar de treinamento e motivação para enfrentar a guerra lá fora.   d)     A Célula tem um lugar de reunião definido.                 Conheço igrejas que tem aplicado o projeto de Células, onde a reunião é feita a cada semana na casa de um dos membros daquele grupo. A nossa experiência, porém, tem demonstrado que um lugar de reunião definido produz no grupo um senso de identidade, constância e segurança. Não podemos produzir um ambiente familiar, se nos reunimos a cada semana em um lugar diferente, mesmo porque os visitantes e amigos precisam saber que naquele endereço toda a semana tem um grupo de pessoas se reunindo para orar, evangelizar e edificar.    A Célula se reúne regularmente.                   Todos sabemos que a chave para a comunhão é a constância, a regularidade. Não basta ter um lugar de reunião, é preciso que o grupo se reúna numa base regular de preferência semanalmente.                 O objetivo dessa regularidade é a comunhão. Nenhum relacionamento sólido e gratificante podem ser construídos sem convivência. É a convivência que vai produzir vínculos de amor, de amizade e de aceitação. Naturalmente precisamos desses ingredientes para sermos família.   OS CINCO OBJETIVOS DA CÉLULA     COMUNHÃO Desenvolvimento de vida partilhada, alvos comuns e aliança mútua entre todos os membros.   EDIFICAÇÃO O grupo oferece o ambiente para o crescimento espiritual, aprendizado prático e disciplina em amor.   EVANGELISMO O grupo é o lugar onde inseríamos novos membros. É onde alimentamos, guardamos e suprimos os novos irmãos.   SERVIÇO Cada crente um ministro e cada um recebeu um dom. No grupo os dons são exercitados para o serviço mútuo.   CONSOLIDAÇÃO E DISCIPULADO Acompanhamento fazendo os primeiros passos no discipulado, firmando bem a fé e a convicção de salvação, e encaminhado para o encontro, batismo, Escola de Líderes, etc.   Continua…  

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Liderando com poder, autoridade e vida

 Ninguém despreze a tua mocidade, mas sê um exemplo para os fiéis na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza. Até que eu vá, aplica-te à leitura, à exortação, e ao ensino." (I Tm 4:12,13)   Poucas coisas são mais desafiadoras e mais negligenciadas na sociedade do que a importância com o caráter. Muitas vezes o desempenho, o sucesso e o status de alguns, parecem ser mais importante. Porém, não podemo-nos esquecer de que o caráter reto ainda conta, e muito.   O caráter está como que meio desvalorizado em nossa cultura. Há pessoas que têm buscado como requisito para uma liderança eficaz apenas credenciais. Mas, por mais importantes ou necessárias que elas sejam, não são tudo, pois o fundamental é ter um bom caráter.   O mundo é um universo de credenciais que estão acima do caráter e o desempenho, acima da personalidade. Porém, nós sabemos que não é isso que conta para Deus.   Para liderarmos a família com êxito, por exemplo, é necessário ter um caráter bem firmado nos conceitos do Reino, assim como tudo que vamos realizar e que queremos alcançar vitória.   O caráter é o item principal na vida de uma pessoa, de um líder. O caráter é transferido a outros, ele é usado por Deus para transformar pessoas. Todo líder que possui unção, mas não possui caráter está caminhando rumo à catástrofe.   O mundo, as pessoas, não levam em conta o que você é como ser humano, mas levam em conta o que você tem e quais são os títulos que você possui em seu currículo, ou seja, o que você pode oferecer. Mas, nós, filhos de Deus, não podemos ser como o mundo, afinal, vivemos nele para fazermos diferença, então, não podemos colocar as credenciais acima do caráter, em hipótese alguma.   As qualificações de um líder falam da maneira como ele vive. As credenciais não são valorizadas e reconhecidas por muito tempo. O caráter sim, pois ele é a expressão do nosso viver diário com o Pai.   Paulo chamou Timóteo a comprometer-se em viver a Palavra todos os dias de sua vida e não permitir jamais que as pessoas o desprezassem apesar de sua tenra idade. Ele disse: Timóteo, torna-te padrão dos fiéis na palavra. Em nosso falar e no procedimento, no amor e na fé e na pureza.   Que você possa viver de forma que sua vida seja um exemplo para os fiéis em tudo que você fizer. Que Deus o abençoe e faça com que seu caráter seja impregnado do caráter de Cristo.   No amor de Cristo   Pastor Eliezer

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Valorizando e buscando a dracma perdida

 Texto: Lucas 15,8,9,10 Dracma ou Dáricos: era uma grossa moeda persa de ouro que pesava 130 gramas (algo valioso)   Introdução: A história da dracma perdida é o resgate da nossa identidade. A mulher é a figura de alguém como eu e você, é a figura da Igreja, da família e da célula que com diligência deve procurar o que foi perdido com o passar do tempo, os valores, conceitos, fidelidade e aliança.   A parábola da dracma perdida mostra a diligência de uma mulher que ao perder algo precioso foi à sua procura, sem hesitar. Nesta parábola de Cristo vemos que o requisito básico para que a dracma fosse encontrada foi a necessidade de acender a luz. Só encontramos o que perdemos quando acendemos a luz. O escuro dificulta o reconhecimento e a procura.   O ato de varrer significa tirar a sujeira para encontrarmos aquilo que perdemos de precioso. A Igreja é responsável por tirar toda sujeira com diligência, cautela e muita observância e ajudar cada pessoa a encontrar tudo aquilo que Deus tem de melhor.   1. Acendendo o candelabro   A primeira atitude de alguém que procura algo é iluminar ao máximo o ambiente para enxergar da melhor forma possível. O candelabro é um sinal no mundo espiritual. O Apóstolo João viu Jesus no meio dos candeeiros de ouro que representa a igreja, Jesus anda no meio da Igreja, na nossa casa, dentro de nós, Ele é a luz que ilumina toda nossa vida, ele é o Verbo Vivo. (Ap 1:12-15)   Por orientação de Deus dada ao patriarca e líder Moises, o candelabro que é conhecido como menorah ou candeeiro, tem sete lâmpadas e era usado no templo do antigo testamento como instrumento de iluminação,  ele ficava dentro do santo lugar aceso sete dias por semana, a sua luz nunca deveria se apagar e o que mantinha o fogo aceso era o azeite, o óleo de unção. Isto significava que nunca faltaria a luz de Deus no templo.  Onde existe a luz de Deus, as trevas não podem entrar e nem fazer visitação. E o quê a luz faz? Revela a sujeira, mostra o caminho e ajuda a achar àquilo que foi pedido. (Salmos 119:105)   Quando a luz é acesa e uma busca diligente se inicia, muitas sujeiras que estavam escondidas atrapalhando nossa vida e impedindo Deus de agir, começam a aparecer. O desejo de Deus é que tiremos da nossa vida tudo que não O agrada e isso só é possível se nos voltarmos aos princípios da Palavra. A luz da Palavra de Deus arrancará da nossa vida todas as trevas e nos conduzirá por um lugar seguro.   Vejamos o que Jesus disse no evangelho de João capítulo 15:3, 17:17 e capítulo 8:32 – Vós já estais limpos, pela Palavra que vos tenho falado… Santifica-os na verdade; a tua Palavra é a verdade… e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.   2. O valor da dracma   A dracma perdida possui um valor inestimável para aqueles que têm seu caminho iluminado pela Palavra de Deus: A dracma representava uma aliança. Toda mulher casada naquela cultura e época usava um enfeite na testa, tipo um colar, formado por dez moedas de prata e uma moeda maior no centro.   Perder a dracma significava colocar em risco a sua descendência, pois a dracma era um sinal profético, era um sinal de perpetuação da geração. Muitas pessoas perderam muitas coisas valorosas na vida, mas hoje é o seu dia de achar a sua dracma, porque a sua vida e a sua casa receberão a luz da Palavra e conseqüentemente haverá a limpeza de Deus e aquilo que foi perdido será recuperado. 2. Uma mulher estrategista   É interessante a postura da mulher ao encontrar a dracma, pois normalmente quando perdemos algo de valor e encontramos, guardamos em um lugar seguro por medida de segurança. Mas a atitude da mulher não foi a de guardá-la, mas de chamar todos os seus vizinhos mais próximos, aqueles que se alegrariam com ela, que não tirariam por menos tal acontecimento por possuírem visão. Que mulher estrategista!   Ela compartilhou a bênção com aqueles que compreendiam o verdadeiro significado de encontrar algo precioso que estava perdido. Ela tinha vizinhos que eram amigos, ela se relacionava, tinha com quem repartir suas vitórias e seus sonhos, Ela não guardou só para si, ela compartilhou do seu achado, do seu tesouro.   Nós como membros da Igreja de Cristo Jesus, somos convocados a retornar diligentemente aos princípios da Palavra. O Senhor quer que vejamos e tenhamos a Sua Palavra como algo muito valioso e assim buscarmos revelação ao nosso entendimento, para que os olhos do nosso coração, (espírito) sejam iluminados.   Precisamos dar valor ao que realmente é valorizado por Deus e assim repartir, precisamos jogar fora todo lixo que a mídia, o mundo e o maligno colocaram em nosso coração e compartilharmos com o próximo o nosso maior tesouro: Jesus Cristo!   Jesus Cristo é o nosso maior tesouro, pois dEle depende todas as outras coisas. Ter Jesus significa ter salvação, paz interior, alegria, esperança e vida eterna. Salvação alcança três áreas na nossa vida: Primeiro: vida espiritual que significa novo nascimento, ter comunhão com Ele, ser dEle… Segundo: A nossa alma, isto representa emoções, sentimentos e relacionamentos sendo curados… Terceiro: nosso corpo que se tornou o templo do Espírito Santo na terra, Canais do poder de Deus operando em nós e o desejo do Senhor é que andemos com saúde, por isso precisamos também cuidar do nosso corpo…   Temos alem de Jesus outras coisas que precisamos valorizar; A salvação, A vida espiritual, Nossa família e isto fala do seu cônjuge, dos seus filhos, dos seus pais e irmãos, a harmonia familiar, Temos a igreja, A célula, O ministério, Os discípulos que Deus nos deu para cuidar consolidando, discipulando, treinando e enviando para se reproduzir, Temos a saúde para valorizar, A vida que Deus nos deu e as

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A Importância da família – Parte Final

Texto: Gn 2.18 Introdução: Vivemos dias em que a família, que é um projeto de Deus, tem sido terrivelmente atacada por todos os lados, em nome de uma modernização da sociedade. Porém, a sociedade só será sadia se for baseada em uma estrutura familiar sadia. E a família só será sadia ser for conduzida debaixo de princípios eternos, imutáveis oriundos da Palavra de Deus que é a Bíblia Sagrada.   O Salmo 127.1 diz: "Se não for o Senhor o construtor da casa, será inútil trabalhar na construção". E o Salmo 128 deixa bem claro que, aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos, será próspero e terá uma família próspera e estável e verá a sua descendência.   Vale à pena ter a nossa família sendo conduzida pelos caminhos do Senhor.   Além, da qualidade de vida que experimentamos no âmbito familiar, temos muitos outros benefícios oriundos desta aliança. Vejamos os benefícios da família:   1.      Ninho de proteção emocional e físico. Onde o grave problema da solidão é resolvido (Sl 68.6)   2.      Desenvolvimento do amor e da afetividade. O modelo de amor verdadeiro, estável, sem riscos emocionais é vivido dentro da família.   3.      Local de ensinamentos de princípios que nortearão a vida de uma pessoa, para o bem viver diário, e para o sucesso ao longo da vida.   4.      Local de formação de indivíduos úteis a sociedade. Em casa os membros da família aprenderão a servir e construir o seu futuro em bases sólidas. Quando os pais verem algo errado em seus filhos, eles devem olhar para si mesmos a fim de tentar descobrir a razão desse comportamento.   Mas, não podemos nos iludir, temos, além do nosso adversário espiritual que luta contra a família para desintegrá-la, para que forme cidadãos disfuncionais, e que serão presas fáceis, temos também outros fatores desintegradores em ação. Vejamos o que age contra a saúde da família:   Modelo falido vindo de tradições neuróticas e inúteis, modelo equivocado vindo através da mídia, prioridades invertidas dentro do lar, divisões vindas através de conflitos de interesses (Mc 3.25). Precisamos lutar incansavelmente por uma sociedade sadia, igreja sadia, através de famílias sadias. Vejamos quais medidas que precisamos tomar:   1.      Preservar / proteger: Abrir guerra contra todo tipo de ameaça contra a nossa casa.   2.      Valorizar a família (pais e filhos): Depois da nossa salvação a família é a maior dádiva de Deus para o ser humano.   3.      Defender os valores familiares, como: Amor, comunhão, perdão, aceitação, companheirismo e outros.   4.      Buscar modelos sadios na Bíblia e também através de uma liderança que seja modelo.   5.     Exercer o perdão a exemplo de Jesus. Tiago 2.13 diz: "Porque será exercido juízo sem misericórdia sobre quem não foi misericordioso. A misericórdia triunfa sobre o juízo"   6.    Exercer o ministério da reconciliação: 2 Coríntios 5.18 diz: "tudo isso provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação"   7.    Depender de Jesus para cura das feridas emocionais e da auto-imagem: Vejamos o que diz o Salmo 147.3 – "Só Ele cura os de coração quebrantado e cuida das suas feridas".   Podemos concluir que a família é o maior projeto de Deus na terra, é uma instituição indestrutível, pois foi idealizada pelo próprio Deus e por Ele defendida. Josué, servo do Deus vivo Declarou que ele e sua casa serviriam ao Senhor Deus Josué 15.24. Não sei você, mas hoje eu declaro que eu e a minha casa serviremos ao Senhor Deus   Seja feliz!   Tenha qualidade de vida no seu lar!          

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A Igreja centrada nas células – Final da primeira Parte

 Efésios 2:19-22   Precisamos estar vinculados uns aos outros para sermos edificados   Uma das muitas ilustrações da Igreja no Novo Testamento é o edifício. Assim como um edifício físico, a Igreja corpo precisa ter um alicerce. I Coríntios 3:10-11 diz que o alicerce da Igreja deve ser Cristo. Ele é a nossa base. Como um edifício, a Igreja deve seguir uma planta. Nenhum construtor prudente começaria um edifício sem antes fazer uma planta. Deus é um construtor sábio e Ele nos deu a planta de sua igreja. Assim como Moisés deveria construir o tabernáculo exatamente como vira no monte, nós também não temos o direito de colocar nossas preferências pessoais na construção de Deus. Está chegando o dia em que tudo o que não foi feito segundo o modelo do monte será removido por Deus. (Ex. 25:40).   Toda igreja local deve ser um edifício espiritual, todavia um grupo de crentes pode se reunir aos domingos e ainda assim não ser um edifício. Para ser um edifício, as pedras devem estar unidas umas às outras, ligadas pela argamassa do Espírito, edificadas sobre um alicerce espiritual que é Cristo e organizadas dentro de um projeto do edificador que é Deus. Pedras isoladas e amontoadas aos domingos não constituem um edifício. Assim como um depósito de material de construção não é um prédio. Você percebe a diferença entre os dois? Tudo que está no edifício também está no depósito, mas com uma única diferença, no edifício os materiais estão vinculados.   Mas como conciliar tais vínculos e ainda sermos uma igreja grande? A única alternativa é edificarmos a igreja nas reuniões menores, ou seja, nos grupos pequenos que chamamos de células. Uma igreja com mais de duzentas pessoas já não consegue manter vínculos satisfatórios, precisamos dos reuniões pequenas para estabelecer e firmar estes vínculos que damos o nome de discipulado e todo discipulado é estabelecido em relacionamentos.   O corpo é outra ilustração da Igreja no Novo Testamento (Ef. 4:15-16, I Co 12:12-27). A igreja é um corpo. Em um corpo a principal característica é a união dos membros expressando vida. Se pegarmos pernas, braços, cabeça, tronco e ajuntarmos teremos um amontoado de membros. Ter um amontoado de membros em nossas reuniões não faz de nós um corpo. Para ser um corpo, os membros precisam estar vinculados, ligados uns aos outros para que o sangue da vida de Deus circule entre eles. Muitas igrejas se tornaram apenas organizações, mas Deus quer edificar um organismo vivo.   Se somos uma organização, o máximo que conseguimos é juntar os membros como uma associação que se reúne em bancos enfileirados. Não há conhecimento mútuo, não há comunhão nem amor. É como se fosse possível o braço não conhecer a mão e esta, por sua vez, desconhecer os dedos. Naturalmente não podemos estar ligados a todos no corpo, mas quando não estamos ligados a ninguém não podemos dizer que estamos no corpo de Cristo de maneira prática.   Onde não há vínculos não há vida. Praticam-se cerimônias frias e impessoais, sem compromisso e sem ligaduras. Isto é no máximo uma organização, nunca um organismo. Simplesmente termos grupos não nos fará um organismo, mas, se não termos os grupos, definitavemente nunca chegaremos lá, pois é nas células que os relacionamentos são aperfeiçoados.   Vamos fazer uma breve comparação entre um organismo e uma organização. No organismo os membros estão vinculados; na organização estão associados. No organismo os membros têm funções; na organização têm cargos. No organismo cada membro tem um ministério; na organização mandatos. Na organização trabalhamos por responsabilidade ou recompensa; no organismo temos encargos de vida. Na organização a autoridade é pelo cargo; no organismo a autoridade vem pela vida e pelo reconhecimento. Mas o principal é que a organização é algo morto e o organismo é essencialmente vivo.   É bom lembrar porém, que as células podem existir em uma organização, porque elas não produzem nada por elas mesmas. As células apenas refletem a nossa realidade espiritual. Se somos uma igreja fria, teremos células frias, se somos formais, teremos células formais, e assim por diante. As céulas não são um ministério novo dentro da igreja; elas são a igreja funcionando. Não há um ministério de células, mas há ministérios nas células. As células são uma maneira de nos organizarmos, de sermos expressivos e eficientes dentro da visão que Deus nos deu. As céulas são a nossa maneira de sermos igreja, o corpo de Cristo na terra funcionando e cumprindo o seu papel.   Cremos que devemos viver uma vida de comunidade   As pessoas estão carentes de amor e aceitação, precisamos ser resposta de Deus para os seus anseios. Uma experiência que temos tido é que as células tendem a se tornar mais frutíferas na medida em que se parecem mais com uma família. A igreja precisa ser uma grande família. A seara está madura em nosso País e existem muitos tipos de pessoas machucadas que serão alcançadas exclusivamente em um ambiente de amor e aceitação familiar. Somente como família a igreja pode ser resposta para as mães solteiras, as abandonadas, os traumatizadas, os rejeitados sociais, os marginalizados, os pobres e os esquecidos não importando sua condição social.   A Palavra de Deus fala muito de hospitalidade, de dar comida, bebida e guarida ao estrangeiro e ao peregrino. Em Hebreus, se diz que alguns chegaram mesmo a hospedar anjos, sem saber. Como veremos adiante, o lar também foi o lugar onde a igreja teve a sua origem. O partir o pão de casa em casa era algo vital na igreja primitiva.   Na mente de todo homem, o lar é o ponto de convergência. O lugar de aceitação e de expressão incondicionais. É um lugar de acolhimento e aconchego. A igreja dentre tantas ilustrações bíblicas, é um lar que deve ter todas essas expressões de vida e amor. E é exatamente essa a visão de Célula familiar, um lugar de acolhimento em amor.   O fato é que não podemos expressar a Cristo

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