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Sobre Célula Na visão celular

  Colossenses 4:15; Atos 2:42-47   Na mente de todo homem, o lar é o ponto de convergência. O lugar de aceitação e de expressão incondicionais. É um lugar de acolhimento e aconchego. A igreja dentre tantas ilustrações bíblicas, é um lar que deve ter todas essas expressões de vida e amor. E é exatamente essa a visão de Célula familiar, um lugar de acolhimento em amor. O fato é que não podemos expressar a Cristo como corpo a não ser através da vida em comunidade e a célula é eficaz neste propósito.   1) O que é uma Célula?   A Célula é simplesmente uma miniatura da Igreja se reunindo nas casas. Não existe algo tal como um ministério de grupos, os grupos são o lugar dos ministérios fluírem.             Não é um grupo de oração, ainda que a oração seja um ingrediente básico. Não é um grupo de discipulado, ainda que o discipulado aconteça espontaneamente. Não é um grupo de estudo bíblico, ainda que o ensino seja enfatizado nas reuniões. Não é um grupo de cura interior, ainda que seja um lugar de cura e restauração. Não é um ponto de pregação, ainda que o objetivo básico de cada célula seja a multiplicação. A Célula é um pouco de cada grupo que mencionamos anteriormente, é um lugar de oração, estudo da Palavra, discipulado, cura interior, apoio e evangelismo.   A Célula pode ser comparado a uma célula do nosso corpo. A célula não é o corpo todo, mas traz dentro de si todas as informações necessárias para gerar o corpo inteiro. Isto é o que nós chamamos de informação genética.   Consideramos Célula um grupo que tenha as seguintes características:   a) A Célula busca ser uma comunidade   A principal característica de uma Célula é ser uma comunidade. Esse sentido de comunidade não deve ser degenerado, pois, sem isso termos reuniões impessoais e frias, onde o povo vem ouvir alguém com quem não tem comunhão e acaba sendo apenas mais um “freqüentador”. Não queremos grupos grandes, em número, descompromissados com o corpo de Cristo e com a igreja local.   A comunidade básica e fundamental é a família. O grupo precisa ser família. Para ser família, os membros precisam querer. Precisam ter disposição para renunciar ao orgulho, à proteção da reputação, ao medo de outros irmãos entrarem na sua vida. É preciso que cheguemos na célula sem cobranças do tipo: o líder dessa Célula deveria fazer isso ou assado… O louvor deveria ser assim e assado… Os casais da Célula não têm a experiência que tenho… Esse tipo de motivação entristece o Espírito Santo e revela quão carnais e infantis ainda somos.             Precisamos ir não pensando em nós mesmos, mas nós somos irmãos: o que posso fazer para que a Célula cresça? O que posso sugerir? Que tal um jantar em minha casa? O que posso fazer por meus irmãos?   Para sermos comunidade precisamos entender que a Célula é muito mais do que a reunião de Quinta-feira. Quando a nossa percepção do grupo é limitada à reunião então não estamos envolvidos em comunidade. A vida em comunidade existe para fora dos cultos e das reuniões.   O relacionamento é mais importante do que a reunião. É no relacionamento que crescemos como servos, que aprendemos a viver a vida cristã, que somos supridos e também suprimos os outros em amor e assim aprendemos interagir uns com os outros.   b) A Célula visa a edificação dos crentes.   Uma Célula não pode ser um lugar onde a cada semana comparece um grupo diferente de pessoas. Naturalmente o visitante será bem-vindo, mas a reunião não terá como objetivo o evangelismo e discipulado se as pessoas não se integram. É importante frisarmos esse ponto para não haver mal entendido, o objetivo da célula como todo é o evangelismo para ganhar, consolidar, discipular e neste processo gerar líderes para serem enviados multiplicando esta célula em muitas outras. O objetivo em tudo isso no final é a formação das equipes de doze e a edificação do crente. É interessante ver como um ambiente de vida e unção pode mudar uma pessoa. Temos visto centenas de pessoas que se converteram por causa da unção e do relacionamento gerado na célula. Apenas a mensagem específica de evangelismo não é suficiente para levar uma pessoas a se firmar e prosseguir na fé, a ordem de Cristo foi, ganhar e discipular..   c) A Célula almeja a multiplicação.            Apesar da reunião não ser apenas evangelística todo o projeto final de edificação do grupo visa a multiplicação. Crentes realmente edificados na Palavra são crentes frutíferos. E o lugar adequado para se frutificar é no círculo familiar, na escola, no trabalho. A reunião da célula, neste caso, além de ganhar, funciona como um lugar de treinamento e motivação para enfrentar a guerra lá fora.   d) A Célula tem um lugar de reunião definido.   Conheço igrejas que tem aplicado o projeto de Células, onde a reunião do grupo é feita a cada semana na casa de um dos membros do grupo. A nossa experiência, porém, tem demonstrado que um lugar de reunião definido produz no grupo um senso de identidade, constância e segurança. Não podemos produzir um ambiente familiar, se nos reunimos a cada semana em um lugar diferente.   e) a Célula se reúne regularmente.   Todos sabemos que a chave para a comunhão é a constância, a regularidade. Não basta ter um lugar de reunião, é preciso que o grupo se reúna numa base regular de preferência semanalmente. O objetivo dessa regularidade é a comunhão. Nenhum relacionamento sólido e gratificante podem ser construídos sem convivência. É a convivência que vai produzir vínculos de amor, de amizade e de aceitação. Naturalmente precisamos desses ingredientes para sermos família.   OS CINCO OBJETIVOS DA CÉLULA   1.      Comunhão: Desenvolvimento de vida partilhada, alvos comuns e aliança mútua entre todos os membros.   2.      Edificação: A célula oferece o ambiente para o crescimento espiritual, aprendizado

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Sobre Célula Na visão celular

Colossenses 4:15; Atos 2:42-47   Na mente de todo homem, o lar é o ponto de convergência. O lugar de aceitação e de expressão incondicionais. É um lugar de acolhimento e aconchego. A igreja dentre tantas ilustrações bíblicas, é um lar que deve ter todas essas expressões de vida e amor. E é exatamente essa a visão de Célula familiar, um lugar de acolhimento em amor. O fato é que não podemos expressar a Cristo como corpo a não ser através da vida em comunidade e a célula é eficaz neste propósito.   1) O que é uma Célula?   A Célula é simplesmente uma miniatura da Igreja se reunindo nas casas. Não existe algo tal como um ministério de grupos, os grupos são o lugar dos ministérios fluírem.             Não é um grupo de oração, ainda que a oração seja um ingrediente básico. Não é um grupo de discipulado, ainda que o discipulado aconteça espontaneamente. Não é um grupo de estudo bíblico, ainda que o ensino seja enfatizado nas reuniões. Não é um grupo de cura interior, ainda que seja um lugar de cura e restauração. Não é um ponto de pregação, ainda que o objetivo básico de cada célula seja a multiplicação. A Célula é um pouco de cada grupo que mencionamos anteriormente, é um lugar de oração, estudo da Palavra, discipulado, cura interior, apoio e evangelismo.   A Célula pode ser comparado a uma célula do nosso corpo. A célula não é o corpo todo, mas traz dentro de si todas as informações necessárias para gerar o corpo inteiro. Isto é o que nós chamamos de informação genética.   Consideramos Célula um grupo que tenha as seguintes características:   a) A Célula busca ser uma comunidade   A principal característica de uma Célula é ser uma comunidade. Esse sentido de comunidade não deve ser degenerado, pois, sem isso termos reuniões impessoais e frias, onde o povo vem ouvir alguém com quem não tem comunhão e acaba sendo apenas mais um “freqüentador”. Não queremos grupos grandes, em número, descompromissados com o corpo de Cristo e com a igreja local.   A comunidade básica e fundamental é a família. O grupo precisa ser família. Para ser família, os membros precisam querer. Precisam ter disposição para renunciar ao orgulho, à proteção da reputação, ao medo de outros irmãos entrarem na sua vida. É preciso que cheguemos na célula sem cobranças do tipo: o líder dessa Célula deveria fazer isso ou assado… O louvor deveria ser assim e assado… Os casais da Célula não têm a experiência que tenho… Esse tipo de motivação entristece o Espírito Santo e revela quão carnais e infantis ainda somos.             Precisamos ir não pensando em nós mesmos, mas nós somos irmãos: o que posso fazer para que a Célula cresça? O que posso sugerir? Que tal um jantar em minha casa? O que posso fazer por meus irmãos?   Para sermos comunidade precisamos entender que a Célula é muito mais do que a reunião de Quinta-feira. Quando a nossa percepção do grupo é limitada à reunião então não estamos envolvidos em comunidade. A vida em comunidade existe para fora dos cultos e das reuniões.   O relacionamento é mais importante do que a reunião. É no relacionamento que crescemos como servos, que aprendemos a viver a vida cristã, que somos supridos e também suprimos os outros em amor e assim aprendemos interagir uns com os outros.   b) A Célula visa a edificação dos crentes.   Uma Célula não pode ser um lugar onde a cada semana comparece um grupo diferente de pessoas. Naturalmente o visitante será bem-vindo, mas a reunião não terá como objetivo o evangelismo e discipulado se as pessoas não se integram. É importante frisarmos esse ponto para não haver mal entendido, o objetivo da célula como todo é o evangelismo para ganhar, consolidar, discipular e neste processo gerar líderes para serem enviados multiplicando esta célula em muitas outras. O objetivo em tudo isso no final é a formação das equipes de doze e a edificação do crente. É interessante ver como um ambiente de vida e unção pode mudar uma pessoa. Temos visto centenas de pessoas que se converteram por causa da unção e do relacionamento gerado na célula. Apenas a mensagem específica de evangelismo não é suficiente para levar uma pessoas a se firmar e prosseguir na fé, a ordem de Cristo foi, ganhar e discipular..   c) A Célula almeja a multiplicação.            Apesar da reunião não ser apenas evangelística todo o projeto final de edificação do grupo visa a multiplicação. Crentes realmente edificados na Palavra são crentes frutíferos. E o lugar adequado para se frutificar é no círculo familiar, na escola, no trabalho. A reunião da célula, neste caso, além de ganhar, funciona como um lugar de treinamento e motivação para enfrentar a guerra lá fora.   d) A Célula tem um lugar de reunião definido.   Conheço igrejas que tem aplicado o projeto de Células, onde a reunião do grupo é feita a cada semana na casa de um dos membros do grupo. A nossa experiência, porém, tem demonstrado que um lugar de reunião definido produz no grupo um senso de identidade, constância e segurança. Não podemos produzir um ambiente familiar, se nos reunimos a cada semana em um lugar diferente.   e) a Célula se reúne regularmente.   Todos sabemos que a chave para a comunhão é a constância, a regularidade. Não basta ter um lugar de reunião, é preciso que o grupo se reúna numa base regular de preferência semanalmente. O objetivo dessa regularidade é a comunhão. Nenhum relacionamento sólido e gratificante podem ser construídos sem convivência. É a convivência que vai produzir vínculos de amor, de amizade e de aceitação. Naturalmente precisamos desses ingredientes para sermos família.   OS CINCO OBJETIVOS DA CÉLULA   1.      Comunhão: Desenvolvimento de vida partilhada, alvos comuns e aliança mútua entre todos os membros.   2.      Edificação: A célula oferece o ambiente para o crescimento espiritual, aprendizado prático

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As Bênçãos Da Páscoa – Parte 1

  (Êxodo 12:1-14) A Páscoa é o ato salvífico de Cristo morrendo na Cruz para nos resgatar, proclamar nossa vitória e profetizar nossa entrada no céu. Ao celebrarmos a Páscoa, celebramos a garantia da vida eterna. Jesus morreu e ressuscitou! Por causa dessa verdade somos milhares e milhares que trazem o aumento do Reino. Sua morte trouxe-nos vida e nossas vidas são o resultado dessa profecia, dessa chamada que nos fez cidadãos do céu. Uma vida que salvou e resgatou muitas vidas. A Páscoa está centrada na pessoa de Jesus Cristo e representa mensagens exclusivas. Vejamos:   1.      Livramento de morte A Páscoa é a bênção de Deus para nos livrar da morte. Ainda que morramos fisicamente, quem nasceu de novo em Cristo tem a vida eterna. Temos a vida eterna porque fomos libertos da morte, comprados pelo sangue do Cordeiro!   2.      Libertação da escravidão Na Páscoa foi revelado o sacrifício do cordeiro (Jesus) para nos livrar da escravidão do pecado. A Bíblia diz, em João 1:29, que Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Nós somos livres em Cristo Jesus!   3.      Arrancar as pragas da vida No dia da Páscoa realizada no Egito, o povo hebreu testificou juntamente a todos os egípcios que o Deus de Israel é o Senhor Todo Poderoso. O povo do Egito foi ferido com pragas por causa da desobediência, mas o povo de Deus não foi atingido. O Cordeiro Pascal encerra todas as maldições. Ele se tornou maldição em nosso lugar para que fôssemos libertos e abençoados nEle.   4.      Herdar a terra Assim como o povo de Deus saiu do Egito, depois da Páscoa, para herdar a terra que o Senhor prometeu, nós temos também em Cristo a nossa herança.   5.      Rendição completa Os profetas apontaram para o Calvário, lugar em que o Cordeiro seria imolado à tardinha, mas também no terceiro dia ressuscitaria com poder e grande glória. É um cenário que se forma, no qual homem com homem se confrontam de forma horizontal, redimidos, lavados e remidos pelo sangue do Cordeiro, então começam a olhar de forma vertical para seu Criador.   Já mencionamos aqui aquilo que todos já sabem sobre o marco e resultado da Páscoa. São fatos importantíssimos e não menos relevantes. Todavia, queremos mergulhar nos curiosos fatos que estão por trás da Páscoa que são desconhecidos pela maioria do povo de Deus, e, portanto, ficam desprovidos de receberem as bênçãos divinas plenas por desconhecer a verdade completa relevantes por trás de cada fato bíblico. Os ciclos de Deus e o Seu mover sobre a Terra nunca foram obra do acaso. Mas, em cada época e estação, Deus fez e faz coisas tremendas que trazem grandes impactos, mudanças e libertação sobre a vida do Seu povo. Veja o ciclo da Páscoa ao longo da historia bíblica (mesmas datas e épocas do ano) e como Deus Se moveu de forma extraordinária nesta mesma estação e tempo divino. Alguns fatos ocorreram antes mesmo do Êxodo, todavia, no calendário de Deus, esta estação é carta marcada sempre para abençoar todos aqueles que crêem, pois é tido por Deus como algo determinado nos anais celestiais.   Enquanto nós cristãos no mundo inteiro celebramos a Páscoa como um único sinal de libertação do povo de Deus do Egito (mundo dominado pelo maligno) e também da morte e a ressurreição de Cristo, há outras grandiosas bênçãos e razões para o povo de Deus celebrar esta estação por conta dos grandes livramentos e novos começos que Deus sempre trouxe e vai continuar trazendo ao Seu povo por ocasião desta estação pascoal milagrosa. Na páscoa é tempo de novos começos, por isso é importante celebrar. Ela é a primeira das três festas fixadas por Deus para alegria do Seu povo. Em Deuteronômio 16:16,17 diz:  “Três vezes no ano, todo varão entre ti aparecerá perante o Senhor teu Deus, no lugar que escolher na Festa dos Pães Asmos (Páscoa) na Festa das Semanas (Pentecostes) e na Festa dos Tabernáculos, porém, não aparecerá de mãos vazias perante o Senhor. Cada um oferecerá na proporção em que possa dar, segundo a benção que o Senhor, seu Deus lhe houver concedido”. Temos que nos posicionar em obediência e em honra às solicitações e princípios de Deus para que possamos receber a bênção. Todavia, há especificações a serem seguidas em tais celebrações e uma é bastante clara: Não se deve vir diante do Senhor de mãos vazias. Coloque o seu coração nas mãos do Senhor e venha para a páscoa no culto de domingo preparado para dar ao Senhor o seu melhor no louvor e na adoração e, se prepare para receber do melhor de Deus. Faça também a sua oferta junto com a sua família, pois o seu território e geografia serão limpas de toda opressão e você viverá um novo tempo de libertação, cura e prosperidade. O fato de estar celebrando, é um sinal de que o sangue de Cristo estará sobre a sua casa. Entendendo a Páscoa A aliança de sangue que Deus fez com o homem começa na Páscoa. É uma das estações e épocas mais santas, de grandes milagres e livramentos, como mostra a história, que nós como crentes celebramos o poder de Deus e Sua libertação sobre o seu povo e em nossas vidas. Tudo tem a ver com o sangue de Cristo. Talvez você diga: O que a Páscoa tem a ver comigo se eu sou um cristão e isto começou com os judeus? Vamos colocar um fundamento aqui: Dos judeus, recebemos a Bíblia; Foi lá que Jesus nasceu, cresceu, morreu e ressuscitou. É lá que Cristo vai voltar e reinar o reino milenar. Recebemos e cremos junto com os profetas, rei Davi, Isaías, Daniel, Maria Mãe de Jesus, os doze apóstolos, e o maior escritor que inspirado pelo Espírito Santo, escreveu grande parte do Novo Testamento, Apóstolo Paulo (judeu por excelência); tudo o que cremos na Bíblia se deu na vida comum de judeus que criam

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A Benção de andar no princípio do dar

 Proverbios 11: 24 – 25; Lucas 6:38 Os princípios de Deus operam numa base bem diversa da nossa, mas eles são os que produzem resultados satisfatórios e um desses princípios é o dar. Quando temos uma necessidade geralmente agarramos aos que temos. A Bíblia fala de abrir mão do que se tem, para que se possa ter mais.  Um dos grandes desafios é estarmos mais conscientes da semente do que da necessidade. Devo me preocupar em plantar. “Nos dias que estão por vir, as necessidades do corpo de Cristo se tornarão tão grandes que, no natural, parecerão impossíveis de serem satisfeitas. Mas eu te digo agora: não espere esse tempo para te ocupares em plantar as sementes no Reino, porque tuas necessidades já são enormes. Não espere até que alcances uma resposta para tuas necessidades.   O segredo do suprimento das necessidades está no plantar sementes, isto é, investir no Reino de Deus. É plantando que se colhe. A Palavra, porém, para os servos de Deus, é que estes sejam fiéis na entrega de seus dízimos e ofertas. (Malaquias 3: 8 – 10) deve sempre ser lido. Os que forem fiéis serão abençoados no meio da crise.   ·        TODAS AS NECESSIDADES JÁ FORAM SUPRIDAS POR JESUS.   De fato não há nada mais para Deus fazer com respeito às nossas faltas. Tudo já foi feito. As bênçãos da aliança atestam isso ( Leia Dt 28: 1 – 14 ). Deus tem prazer em nos dar as coisas. Todavia não devemos andar á busca das coisas. Nosso papel é “BUSCAR PRIMEIRO O REINO DE DEUS E SUA JUSTIÇA”. ( Mt 6: 33 ).   Está claro que não devemos correr atrás da prosperidade. Esta “correrá atrás de nós” se andarmos no espírito da aliança, obedecendo ao Senhor Nosso Deus. Não buscamos dádivas e sim o Doador Não buscamos coisas, mas a Deus mesmo e seu Reino, sabendo que as coisas necessárias nos serão acrescentadas. Deus já conhece nossas necessidades ( Mt .6: 8 ) e está pronto a supri-las (Fp 4: 19 ).   O próprio Deus satisfaz suas necessidades dando. Ele precisa redimir a humanidade e deu Seu Filho. Ele plantou a semente de uma grande família, quando entregou seu Filho a morte. “ Se o grão de trigo, caindo na terra não morrer, fica Ele só, mas se morrer, dá muito fruto” ( Jo 12:24 ). Jesus é a semente de Deus, que Ele plantou, entregando-O à morte. Mas ao ressurgir passou a gerar milhares e milhares de outros filhos para Deus. A semente germinou e não tem parado de dar o seu fruto.   ·        O DAR FAZ PRODUZIR MAIS.   Um dá liberalmente, e se torna rico, outro retém mais do que é justo, e se empobrece. A alma generosa prosperará, e o que regar também será regado ( Pv 11: 24 – 25 ). Quem reparte generosamente seus bens com outras pessoas se tornará mais rico; quem procura segurar mais dinheiro do que necessita acabará perdendo tudo. Sim, a pessoa generosa terá sempre mais e mais; ela receberá de volta todo o bem que fez aos outros (Pv.11: 24 – 25, A Bíblia Viva).   ·        RESULTADOS DO DAR GRACIOSAMENTE.   “Trazei todos os dízimos a casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos exércitos, se Eu não abrir as janelas do céus , e não derramar bênção tal, que dela vos advenha a maior abastança.” ( Ml 3:10 ).   1º DAR, LIBERA NOSSA FIDELIDADE A DEUS. Dar exige fé, especialmente quando damos daquilo que faz falta para o suprimento das nossas necessidades. Confiando, porém, nas promessas de Deus, que é galardoador dos que os buscam, o dar será uma alegre expressão de fé.   2º DAR, ESTABELECE A ALIANÇA DE DEUS EM NOSSA VIDA. Ativamos as bênçãos da aliança em nossa vida pela obediência aos mandamentos de Deus. Abraão usufruiu das bênçãos por causa da sua obediência. O mesmo acontecerá conosco.   3º DAR, NOS LIGAR Á MAIOR AUTORIDADE DO UNIVERSO. Deus nos diz que se darmos, Ele abrirá para nós as janelas dos céus e derramará uma bênção tão grande sobre nós, que não a poderemos contar. Deus mesmo, é quem supre nossas necessidades. Não temos que olhar para outro. Nosso dar nos coloca em contato com o Poder Supremo do Universo, o Próprio Deus.   4º DAR, LIBERA O PODER DE DEUS À NOSSO FAVOR. Deus diz que quando damos Ele fará algo em retorno: fará descer sobre nós a Sua bênção e repreenderá o devorador ( Ml. 3: 11 ). Esta dará que o dar abre os tesouros de Deus para nós.   5º DAR, AUMENTA NOSSA CAPACIDADE PARA RECEBER AS BÊNÇÃOS DE DEUS. Quando a Bíblia diz “dá maior abastança”, do trabalhador, fala de um suprimento tão abundante que chega pra nós e sobra para dar a outros ( 2 Cor. 9: 11 ). A medida que damos, vamos aumentando nossa sementeira. Aumentando nossa capacidade dar, nossa capacidade de receber, também será aumentada.   6º DAR, AUMENTA NOSSA CAPACIDADE DE RECEBER MAIS DE DEUS MESMO. ( At. 10: 1 – 4 ) “……as tuas orações e as tuas esmolas tem subido para memória diante de Deus.” ( v. 4 ). O dar desinteressado, alegre, acompanhado das orações e devoção a Deus, resulta na conversão e enchimento do Espírito Santo em Cornélio e toda a sua casa. (ex.). Isso mostra que o nosso dar nos capacita, enaltece, para receber não apenas mais das bênçãos de Deus, mas, mais de Deus mesmo.   7º DAR, PERMITE A DEUS REPREENDER O DEVORADOR DE NOSSAS FINANÇAS. Se não darmos, Satanás tem direito legal de minar nossas finanças, pois há uma maldição sobre quem retém os dízimos e ofertas alçadas ( Ml. 3: 8 – 9 ). Quando porém, damos, em obediência, Deus mesmo, repreende o devorador e impede de destruir o fruto da terra. No Novo Testamento, o crente recebe autoridade para expulsar demônios. Aqui Deus, trata do assunto,

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A conquista vem pela unidade

  João 17:11   Jesus neste texto sabia que estava para voltar para o Pai e que sua equipe agora enfrentaria um desafio: caminhar e conquistar sem a presença do líder. Imagine se por algum motivo de força maior, você soubesse que seus doze ficariam sem você, qual seria a sua preocupação e a sua oração?   A de Jesus foi pela unidade. Ele poderia orar para que se mantivessem santos, ou motivados a trabalhar pelo evangelho, mas sua oração foi para que eles permanecessem unidos (fossem um). Jesus sabia que a verdadeira conquista vem pela unidade: de cada parte da equipe com o líder e de cada um dos 12 com seu companheiro de equipe.   A unidade com o líder já havia sido consolidada, os 12 estavam cônscios de sua missão e já amavam a Jesus o suficiente para continuarem fiéis a Ele mesmo na sua ausência.   A necessidade agora era que o Pai protegesse a unidade dos 12 para que nenhum espírito de contenda e desunião os separasse, pois Jesus também já havia ensinado que um reino dividido não subsiste. Em contrapartida disto, o Salmo 133:1 a 3 diz que Deus ordena sua benção, sua unção e salvação onde há unidade.   Quando os 12 estão unidos e eles oram, um poder é liberado, dai a importância de termos uma equipe de 12, porém mais importante que termos uma equipe de 12, é “sermos” uma equipe de 12. Podemos ter 12, mas não ser equipe. O espírito de equipe é o espírito de unidade que se desenvolve em três aspectos:   UNIDADE DE PENSAMENTO, LINGUAGEM E ATITUDE.   Isto fará com que a equipe seja invencível como declara Genesis11:6: e o Senhor disse “Eis que o povo é um, e todos tem a mesma linguagem. Isto é apenas o começo, agora não haverá restrição para tudo que intentarem fazer”.   E também em Atos 4:32 a Bíblia diz: “ Da multidão dos que creram era um o coração e alma. Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía, tudo porém, lhes era comum. Com grande poder, os Apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus e em todos eles havia abundante graça”.   Este último texto revela a importância da unidade dos 12 no propósito da missão e entre si, pois eles são matrizes de reprodução (são formas que formam) se forem “homens e mulheres de unidade” formarão uma multidão de um só coração e uma só alma, como aconteceu na Igreja de Atos.( Um exercito que terá um só objetivo:implantar o Reino de Deus na Terra).   Isto fala da unidade gerando conquista, segurança e prosperidade na vida da 1ª, 2ª, 3ª e 4ª gerações (o texto segue dizendo que não havia entre eles nenhum necessitado, pois todos distribuíam entre si o que possuíam).   Talvez o maior desafio do líder seja este, gerar a unidade de sua equipe consigo mesmo e dos 12 entre si.             Embora esta tarefa seja do líder, só quem pode realizar esta obra é o Espírito Santo, por isso a Bíblia diz: a unidade do Espírito Santo. Precisamos ter a unidade como meta e trabalhar por ela, dependendo do Espírito Santo totalmente.                 A unidade vem primeiramente pela oração do líder, Jesus estava orando pela unidade dos 12.               Vem também pela cura da alma tanto do líder, quanto dos discípulos. Não há cura de alma sem o derramar contínuo de amor.               Jesus amou seus 12 o tempo todo até o fim (cruz), mas Ele não parou de nos amar até agora, por isso também Ele nos confronta.               Sem confronto não há cura, não havendo cura na alma e no caráter, haverá brechas para que satanás trabalhe trazendo intrigas, facções e divisões.               Devemos combater a soberba e a avareza. De que forma? Não sendo soberbos e avarentos, ensinando nossos 12 a dar, compartilhar e socorrer os que precisam.               Sermos um não é uma opção, é um comando de Jesus se quisermos obter vitórias.             Uma estratégia do diabo é manter pastores e líderes, focados em seus próprios objetivos (vou cuidar só da minha igreja).               Há aqueles que pensam que obterão melhores resultados fazendo “carreira solo”, mas isto é ingerência demoníaca, pois só a unidade clamada por Jesus e decretada pelo pai, nos levará à vitória.               Precisamos plantar no coração de todos, o que o Pai deseja para todos, de forma coletiva e individual, para que todos sonhem com as promessas de Deus. Devemos padronizar a linguagem, levando a equipe a falar a linguagem positiva do reino, pois o que pensamos e falamos determina o nosso futuro.               A Bíblia diz: o que um homem pensar em seu coração, isto ele será e também diz: que na boca está o poder de vida e de morte, de construir e de destruir.               Ainda há pastores muito pessimistas, derrotistas e de linguagem mundana, como Isaias, antes de ser purificado em seus lábios (Is.6:6 e 7)               Jesus advertiu: “O que contamina o homem não é o que entra pela boca, mas o que sai” (que palavras você tem dito?).               Precisamos padronizar comportamentos, sermos atentos, organizados, pontuais e presentes (ex: um vem o outro não; vem no café e depois falta em dois; faz uma reunião com Pastores, depois fica seis meses sem fazer; consagra o dízimo em um mês depois falha em 3três). O que aconteceria se o corpo de uma igreja ficasse 3 meses sem entregar os dízimos? Ou se a Equipe de 12 viesse num discipulado e faltasse nos 2 próximos?               Só teremos unidade de pensamento, linguagem e atitude, quando pedirmos a Deus a sensibilidade e o quebrantamento necessários para estarmos no lugar, na hora e na posição em que Deus nos quer.               Se atendermos a isto, vamos ser promotores da unidade e a nossa conquista será sobrenatural e completa nas nossas igrejas

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Exalando o perfume de Amor

  Lucas 7: 36-47   Nas ultimas três semanas falamos sobre paixão, sobre a expressão ardente do primeiro amor. Vimos que a paixão espiritual genuína é aquela que é mais que emoção, pois a paixão baseada na emoção humana é passageira e frágil, mas a genuína é sedimentada em Cristo e têm suas raízes no amor incondicional que foi demonstrada por Ele na cruz do calvário, amor este que através da Palavra e comunhão com o Senhor, se torna um encargo do nosso coração.   Aprendemos que Deus quer que sejamos ardentes na nossa missão de portadores de boas novas de salvação, Ele quer que sejamos fervorosos na demonstração do amor que Foi revelado na cruz do calvário. Nosso amor pelo Senhor, pelo próximo, pela célula deve ser quente, deve estar fervendo! Nossa participação nos cultos, célula, discipulado e nas orações deve ser fervorosa.   No texto base de hoje Jesus foi convidado por um fariseu chamado Simão para ir à sua casa. Ao ouvir que o Messias estava na casa do fariseu, aquela mulher que era considerada pecadora, provavelmente uma prostituta que tinha sido tocada pelo amor de Cristo e agora estava agradecida e desejosa de mudança. Ela foi apressadamente ao seu encontro em resposta a este amor. Este fato acabou resultando numa bela passagem bíblica.   Ela chega a Jesus com um vaso de alabastro com um precioso perfume. A Bíblia diz que ela passou a lavar os pés do Filho de Deus com suas próprias lágrimas, ao mesmo tempo ela beijava os seus pés e os ungia com o ungüento (perfume) que carregava.   Observe que uma das características que mais marcavam aquela mulher era o da coragem. Ela entrou na casa de um fariseu que nunca a convidaria, ela era considerada uma pecadora e os fariseus (cujo nome significa separados) não admitiam conviver com pessoas consideradas por ele como menores por não obedecerem aos padrões da sua religião.   Mas o verdadeiro amor lança fora todo o medo e dá ousadia e coragem, pois o amor daquela mulher se revela tremendamente verdadeiro. Esse amor se revela sem palavras, se revela com lágrimas, não é o amor de palavras vazias, não é o amor fingido, Não! É o amor que brota de um coração arrependido, contrito, cheio de fé e humildade e que vê em Jesus o Cristo o único que pode perdoar suas falhas que por muito tempo a mantiveram afastada de Deus, o Pai celeste.   Jesus disse que pelos frutos se conhece a árvore, a atitude daquela mulher demonstra o seu arrependimento e gratidão! Ela entrega a Jesus uma oferta preciosa, um vaso de alabastro contendo algo precioso, mais que isso, ela dá a sua própria vida sem medo da reação e rejeição dos religiosos, dos homens apegados a tradição. Ela derrama lágrimas que brotam de um sentimento verdadeiro, de uma emoção genuína, não manipulada, e se entrega àquele que não a condenou, mas que a amou com um amor puro, santo e incondicional. Ele não se importou pelo fato dela ser uma prostituta e nem impôs condições, só a amou e ofereceu perdão e uma nova chance para viver uma nova vida.   Mas o religioso coloca os seus dogmas e suas tradições acima de tudo isso: Simão o fariseu fica indignado com aquela cena e passa a duvidar de Jesus (Verso 39). Ele não reconhecia, ele estava cego pela venda da falsa religiosidade, pois Aquele que estava em sua casa era o Deus encarnado, que desceu do Céu para salvar não os que professam apenas uma religião, mas os que com coração contrito, se arrependem dos seus pecados e se entregam sem restrições a Ele para servi-lo – (Lucas 19:10).   Jesus passa então a contar uma parábola ao fariseu que também é amado por Ele e que também precisava de salvação, mas não reconhecia – (Lucas 7: 41-43).   Se agirmos como Aquele fariseu e nos acharmos como menos pecadores, como mais inocentes e santos, seremos muito menos gratos ao Senhor por tudo que Ele fez e faz por nós. Receber perdão, ter uma nova chance, experimentar a salvação e a oportunidade de viver uma nova vida aqui na terra e no céu, significava muito para aquela mulher que naquela época e cultura, estava condenada e sem novas oportunidades, mas sim, desprezada e rejeitada por todos por ser uma prostituta.     Aquele que realmente se olha como não merecedor e reconhece a necessidade do perdão de Deus se torna uma pessoa muito grata e fervorosa na fé, encontrando desta forma a graça aos olhos do Senhor.   Muitas vezes o nosso orgulho, o nosso medo, as nossas preocupações, as ambições, o receio de perder os amigos e de que a família se revolte contra nós nos impedem de se entregar verdadeiramente a Cristo. No verso 48 e 49 deste mesmo capítulo Jesus a perdoa e estabelece sobre ela a Sua paz e salvação, pois Ele veio para perdoar e salvar, não importa se você acha que os seus pecados são muito grandes e até imperdoáveis, Ele através do nosso arrependimento nos perdoa dando-nos a salvação, a vida eterna.   Se você reconhece que é pecador por ter feito muitas coisas erradas, ou se você se acha bom e justo, não importa o que você acha, todos nascemos pecadores, todos cometemos pecados e precisamos nos arrepender. Ainda que os nossos atos pareçam bons, mesmo que sejamos honestos e caridosos, a Bíblia diz que nascemos em pecado e devemos nos apresentar diante de Deus com fé e arrependimento, para encontrarmos a graça do perdão e do amor de Cristo na nossa vida, afinal Ele pagou o preço do nosso pecado na cruz do calvário   O exemplo daquela mulher ainda exala hoje o perfume do amor, da entrega e da graça. Vamos exalar deste amor pelo Senhor e pelo próximo, vamos ampliar o primeiro amor lançando o combustível da palavra, da oração, da comunhão, do relacionamento, do discipulado, da busca e da

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A visão Celular no modelo dos doze

   “Então o Senhor me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna-a bem legível sobre tábuas, para que a possa ler quem passa correndo.” (Hc 2:2)   Restaurando os princípios da Visão   A Visão Celular precisa voltar a ser prioridade em nossos corações no que diz respeito ao trabalho que desenvolvemos com as células. Isso fala de retornarmos a primar pela qualidade de ensino nos Pré-Encontros, Encontros, Pós-Encontros, Escola de Líderes, Reencontros e os demais processos que os discípulos são submetidos.   Estudaremos um pouco sobre as tônicas dos Encontros e a importância de desenvolvermos um trabalho sério desde as células para atendermos as necessidades dos novos convertidos.    1. Encontro com Deus Todo líder da Visão Celular é conhecedor de que para o Encontro com Deus ser realizado é necessário que antes o novo convertido receba as ministrações do Pré-Encontro.   1.1 Pré-Encontro O Pré-Encontro é um tempo de ministração específica e direcionada para que o novo convertido entenda os processos espirituais nos quais está envolvido agora que aceitou Jesus. É um tempo de aprender a ouvir a voz de Deus através da Palavra ensinada, promovendo crescimento espiritual (Fp 2:12-16). Em cada ministração, o novo convertido terá oportunidade de se auto-avaliar, de pensar sobre sua conversão e seu interesse em prosseguir nos caminhos de Jesus (Os 6:3). É um tempo de sondagem; o discipulador poderá avaliar se o novo convertido está realmente respondendo aos processos e se está apto a ir ao Encontro.   O Pré-Encontro é composto de 4 reuniões que devem ser realizadas uma vez por semana, em uma hora cada. Os horários estabelecidos, tanto o do início como o do término de cada reunião, deverão ser respeitados. Os discípulos só poderão ir ao Encontro se tiverem participado de, no mínimo, 3 reuniões do Pré-Encontro. Os discípulos deverão copiar o máximo de informações recebidas nas ministrações para que haja melhor fixação do ensino. Os questionários das respectivas lições do Pré-Encontro deverão ser fotocopiados e entregues aos encontristas pelo líder.   Após a última lição do Pré-Encontro, o ministrador deverá confirmar o dia, local e horário de saída para o Encontro, informar o que deve ser levado e todas as demais instruções que estão contidas no Guia Oficial do Encontro com Deus. Certamente, você que é um líder de êxito, possui o seu livro.   1.2 Encontro O Encontro com Deus é diferente dos demais Encontros da Visão porque ele é, basicamente, para novos convertidos. Talvez você possa pensar: “Eu não era novo convertido e, mesmo assim, tive que passar pelo Encontro.” Você passou pelo Encontro porque você era novo na Visão Celular.   Impreterivelmente, o Encontro é realizado em um período de três dias, nunca nem mais nem menos que isso. Todas as ministrações estão organizadas de forma que o novo discípulo receba um desatar em sua vida. Para isso, é necessário tomar cuidado com a escolha dos ministradores. Eles precisam estar preparados para ensinar, conhecendo bem cada ponto das palestras e, acima de tudo, tendo experiências sobre o que estão ensinando.   O líder não deve pensar que porque já ministrou aquele tema várias vezes não precisa estudar novamente. Os ministradores devem orar, jejuar e estudar a ministração sempre que forem convocados para os Encontros. Rejeite a comodidade de andar pela força do seu braço, baseado em seu próprio conhecimento. Dependa de Deus e lembre-se de que é Ele quem realiza todas as coisas. Você é apenas o instrumento nas mãos do Pai. O Encontro com Deus tem hoje 8 ministrações: Peniel, A importância do Encontro com Deus, Libertação, No Encontro ampliamos nossa visão espiritual, Cura Interior através da Cruz, Oração como estilo de vida, Visão Celular, Batismo no Espírito Santo. Essas ministrações, em três dias, trazem um nível de conhecimento, revelação e unção para o discípulo que ele demoraria, em média, cinco anos para aprender.   Outro ponto que precisamos chamar a atenção na realização dos Encontros é o momento do Correio. Os discipuladores precisam se envolver e realizar um Correio que realmente cause impacto no discípulo.   1.3 Pós-Encontro O Pós-Encontro é um tempo de solidificar os ensinos que foram ministrados durante o Encontro, fortalecendo o discípulo, ensinando-o a cobrir o coração com unção, graça, e força, levando-o a compreender que o Senhor é bom e galardoador dos que O buscam (Hb 11:6).   É também um tempo para consolidar mais intensamente o novo convertido, estimulando-o a crescer na fé, a permanecer firme frente ao contra-ataque do inimigo (Ef 6:11-18), ensinando-o a proibir e inoperar as retaliações do diabo, para que ele não seja pego de surpresa (Mc 3:27).   Assim como no Pré-encontro, o Pós-encontro deve ser realizado em 4 reuniões, cada uma com a duração de uma hora. Os horários estabelecidos, tanto o do início como o do término de cada reunião, deverão ser respeitados.   No Pós-encontro, os discípulos devem ser incentivados e encaminhados a fazer a Escola de Líderes. Leve os livros da Escola de Líderes, apresente-os aos discípulos e explique a importância deles continuarem crescendo no conhecimento do Reino de Deus e da Visão Celular.   Se você, líder de êxito, proceder assim, seguindo os princípios básicos da Visão e realizando todas as coisas com amor, zelo e dedicação, fazendo tudo para o Senhor, com certeza, crescerá sem limites.   2. Escola de Líderes   A Escola de Líderes faz parte da Visão Celular no Modelo dos 12. Ela não é uma opção para o discípulo que está na Visão, pelo contrário, é obrigatória para o seu crescimento, pois objetiva treiná-lo, fornecendo conhecimento para o acompanhamento de suas futuras células.   O discípulo, quando ingressa na Escola de Líderes, está avançando no processo de crescimento em Deus e na Visão Celular. Nela os resultados do Encontro serão mantidos e os líderes serão formados. Ao término da Escola, podemos crer que os novos discipuladores estão habilitados dentro da Visão Celular sendo capacitados para capacitar outros e, ao mesmo tempo, gerar segurança na igreja de que possuem qualificação

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Paixão e desejo pela Colheita – Final

  Em 1 João 5:11-13 diz: "E este é o testemunho: Deus nos deu a vida eterna, e essa vida está no seu Filho. Quem tem o filho, tem a vida; quem não tem o filho de Deus, não tem a vida. Escreve-lhes estas coisas, a vocês que crêem no nome do Filho de Deus, para que vocês saibam que têm a vida eterna.   Vimos na semana passada que nunca devemos depender das emoções para crer nas promessas de Deus, pois a nossa esperança e certeza da salvação estão nas promessas de Deus. Os nossos corações precisam arder com uma chama apaixonada e permanente pela salvação de vidas, com um amor que arde no coração pelo próximo, para que haja uma colheita sobrenatural e extravagante, pois quando nosso tempo acabar, Cristo nos levará para casa para nos dar a vida eterna e nos entregar o nosso galardão.   Deus espera que correspondamos com aquilo que fomos chamados a ser; Filhos e servos adoradores do Deus vivo, apaixonados Por Ele, verdadeiros ganhadores de almas, fazedores de discípulos com o mesmo coração, homens e mulheres curados que vivem por uma missão.   Como saberemos se temos essa Paixão por Deus e pelas vidas?   Você só saberá quando ver as pessoas como Jesus viu. Jesus se compadecia das multidões, pois ardia em seu coração o desejo de velas salvas e cuidadas. Ele se esforçava ensinando e orientando a todos sobre o reino de Deus, demonstrando interesse por cada uma delas. Então veja as pessoas como Jesus viu. (Marcos 6:34).   Quando você se importar e sentir como Jesus sentiu ao ver as pessoas de Jerusalém virando as costas à mensagem de Deus sem perceberam que Ele estava ali, aí você estará vivendo essa paixão. Jesus tentou cuidar deles como a galinha cuida de seus pintinhos colocando-os debaixo das suas asas, mas eles não quiseram e o Senhor lamentou com lágrimas nos olhos. Ele ansiava velos experimentando do projeto de salvação estabelecido a toda humanidade, mas nem todos deram crédito. Hoje acontece a mesma coisa, mas os apaixonados se importarão e farão de tudo para que todos conheçam a verdade e sejam libertos – (Mt 23:37)   Para isso Jesus trabalhou na vida de doze homens para que estes após a sua morte e ressurreição, transmitissem a mensagem de salvação que foi legalizada na cruz do calvário. Ele disse em Marcos 16:15,16: Ide por todo o mundo e pregai este evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; quem porem não crer será condenado. Em Mateus 28:19 Ele ordenou aos seus discípulos: Ide e fazei discípulos de todas as nações… Essa é também a missão de todos os que creram, você creu na mensagem de Cristo? Você o aceitou como o teu Senhor e salvador? Então essa missão também pertence a você.   Se você conseguir ouvir o que Jesus ouviu na sua caminhada nesta terra, você se disporá a esperar e ouvir as pessoas que te chamarem clamando por ajuda. Jesus ao ouvir os gritos do cego Bartimeu, ouviu também o seu coração e naquele dia aquele homem voltou a ver e foi salvo – (Lucas 18:39-43). Se esta paixão por vidas estiver queimando no seu coração você irá aonde Jesus foi. Em Lucas 19:10 diz que o Senhor Jesus veio buscar e salvar o perdido. Ele foi onde estavam os perdidos, Ele veio até nós e aqui Ele procurava os doentes, os cansados e os pecadores. Neste caso Ele veio pra todos nós, pois todos somos pecadores e precisamos de salvação.   Se esta paixão estiver em seu coração você irá orar o que Jesus orou. Ele se preocupou com a seara, com o campo, com a geografia, com a igreja que tem uma grande missão e tão poucos comprometidos. Ele sabia do desafio de ter pessoas preparadas e com o coração de servos, de verdadeiros trabalhadores do reino, pois tem muita coisa para fazer e são tão poucos aqueles que se dispõem para trabalhar. É preciso ter paixão, ter fervor, ser ardente – (Mt 9:37-39).   Por que ter paixão é importante? Porque Paixão fala de fervor, de algo queimando aqui dentro, por uma causa, por uma missão, por um sonho, etc. Quem ama tem paixão, quem não ama tem ilusão, tem algo passageiro. O discipulado desenvolve paixão no coração.   A paixão faz toda a diferença em tudo o que você faz, paixão é o último estágio do primeiro amor, Nada pode substituir a paixão na vida de um líder. A paixão pelo Senhor nos leva a sermos capazes de morrer por ele. Nenhum preço é alto demais para quem está apaixonado pelo Senhor e, estar apaixonado por Ele nos leva a viver como Ele viveu e querer e amar o que Ele ama. Maria derramou Balsamo de nardo puro nos pés de Jesus, era algo precioso e caro, havia paixão, não importava o valor, importava expressar seu amor ao mestre lhe dando o melhor. Quer ter o melhor de Deus na sua vida? Lhe dê o melhor!   Qualquer preço é alto demais para quem não está apaixonado pelo Senhor, tudo é motivo para reclamar. O apaixonado por Jesus transforma a dor, a perda e o sofrimento em desafio, em trampolim, em experiência para crescer. A paixão é o primeiro passo para a realização.   Sua paixão determina seu destino, paixão intensa gera resultados intensos. A paixão aumenta a sua força de vontade. Não existe substituto para a paixão. A paixão transforma você. A paixão torna o impossível, possível. Um líder com grande paixão e poucas habilidades supera outro com grandes habilidades e apático naquilo que faz.   Você não pode liderar algo pelo qual não está apaixonado. Associe-se a outros apaixonados a fim de manter o primeiro amor, de manter a brasa acesa soltando faíscas pra todo lado. A paixão é contagiosa, A Paixão é uma escolha que deve ser alimentada. A sua paixão determinará suas ações, Apaixonados atraem apaixonados. Manter a paixão é mais

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A visão M 12

 “Então o Senhor me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna-a bem legível sobre tábuas, para que a possa ler quem passa correndo.” (Hc 2:2)  Restaurando os princípios da Visão  A Visão Celular precisa voltar a ser prioridade em nossos corações no que diz respeito ao trabalho que desenvolvemos com as células. Isso fala de retornarmos a primar pela qualidade de ensino nos Pré-Encontros, Encontros, Pós-Encontros, Escola de Líderes, Reencontros e os demais processos que os discípulos são submetidos.   Estudaremos um pouco sobre as tônicas dos Encontros e a importância de desenvolvermos um trabalho sério desde as células para atendermos as necessidades dos novos convertidos.    1. Encontro com Deus Todo líder da Visão Celular é conhecedor de que para o Encontro com Deus ser realizado é necessário que antes o novo convertido receba as ministrações do Pré-Encontro.   1.1 Pré-Encontro O Pré-Encontro é um tempo de ministração específica e direcionada para que o novo convertido entenda os processos espirituais nos quais está envolvido agora que aceitou Jesus. É um tempo de aprender a ouvir a voz de Deus através da Palavra ensinada, promovendo crescimento espiritual (Fp 2:12-16). Em cada ministração, o novo convertido terá oportunidade de se auto-avaliar, de pensar sobre sua conversão e seu interesse em prosseguir nos caminhos de Jesus (Os 6:3). É um tempo de sondagem; o discipulador poderá avaliar se o novo convertido está realmente respondendo aos processos e se está apto a ir ao Encontro.   O Pré-Encontro é composto de 4 reuniões que devem ser realizadas uma vez por semana, em uma hora cada. Os horários estabelecidos, tanto o do início como o do término de cada reunião, deverão ser respeitados. Os discípulos só poderão ir ao Encontro se tiverem participado de, no mínimo, 3 reuniões do Pré-Encontro. Os discípulos deverão copiar o máximo de informações recebidas nas ministrações para que haja melhor fixação do ensino. Os questionários das respectivas lições do Pré-Encontro deverão ser fotocopiados e entregues aos encontristas pelo líder.   Após a última lição do Pré-Encontro, o ministrador deverá confirmar o dia, local e horário de saída para o Encontro, informar o que deve ser levado e todas as demais instruções que estão contidas no Guia Oficial do Encontro com Deus. Certamente, você que é um líder de êxito, possui o seu livro.   1.2 Encontro O Encontro com Deus é diferente dos demais Encontros da Visão porque ele é, basicamente, para novos convertidos. Talvez você possa pensar: “Eu não era novo convertido e, mesmo assim, tive que passar pelo Encontro.” Você passou pelo Encontro porque você era novo na Visão Celular.   Impreterivelmente, o Encontro é realizado em um período de três dias, nunca nem mais nem menos que isso. Todas as ministrações estão organizadas de forma que o novo discípulo receba um desatar em sua vida. Para isso, é necessário tomar cuidado com a escolha dos ministradores. Eles precisam estar preparados para ensinar, conhecendo bem cada ponto das palestras e, acima de tudo, tendo experiências sobre o que estão ensinando.   O líder não deve pensar que porque já ministrou aquele tema várias vezes não precisa estudar novamente. Os ministradores devem orar, jejuar e estudar a ministração sempre que forem convocados para os Encontros. Rejeite a comodidade de andar pela força do seu braço, baseado em seu próprio conhecimento. Dependa de Deus e lembre-se de que é Ele quem realiza todas as coisas. Você é apenas o instrumento nas mãos do Pai. O Encontro com Deus tem hoje 8 ministrações: Peniel, A importância do Encontro com Deus, Libertação, No Encontro ampliamos nossa visão espiritual, Cura Interior através da Cruz, Oração como estilo de vida, Visão Celular, Batismo no Espírito Santo. Essas ministrações, em três dias, trazem um nível de conhecimento, revelação e unção para o discípulo que ele demoraria, em média, cinco anos para aprender.   Outro ponto que precisamos chamar a atenção na realização dos Encontros é o momento do Correio. Os discipuladores precisam se envolver e realizar um Correio que realmente cause impacto no discípulo.   1.3 Pós-Encontro   O Pós-Encontro é um tempo de solidificar os ensinos que foram ministrados durante o Encontro, fortalecendo o discípulo, ensinando-o a cobrir o coração com unção, graça, e força, levando-o a compreender que o Senhor é bom e galardoador dos que O buscam (Hb 11:6).   É também um tempo para consolidar mais intensamente o novo convertido, estimulando-o a crescer na fé, a permanecer firme frente ao contra-ataque do inimigo (Ef 6:11-18), ensinando-o a proibir e inoperar as retaliações do diabo, para que ele não seja pego de surpresa (Mc 3:27).   Assim como no Pré-encontro, o Pós-encontro deve ser realizado em 4 reuniões, cada uma com a duração de uma hora. Os horários estabelecidos, tanto o do início como o do término de cada reunião, deverão ser respeitados.   No Pós-encontro, os discípulos devem ser incentivados e encaminhados a fazer a Escola de Líderes. Leve os livros da Escola de Líderes, apresente-os aos discípulos e explique a importância deles continuarem crescendo no conhecimento do Reino de Deus e da Visão Celular.   Se você, líder de êxito, proceder assim, seguindo os princípios básicos da Visão e realizando todas as coisas com amor, zelo e dedicação, fazendo tudo para o Senhor, com certeza, crescerá sem limites.   2. Escola de Líderes A Escola de Líderes faz parte da Visão Celular no Modelo dos 12. Ela não é uma opção para o discípulo que está na Visão, pelo contrário, é obrigatória para o seu crescimento, pois objetiva treiná-lo, fornecendo conhecimento para o acompanhamento de suas futuras células.   O discípulo, quando ingressa na Escola de Líderes, está avançando no processo de crescimento em Deus e na Visão Celular. Nela os resultados do Encontro serão mantidos e os líderes serão formados.   Ao término da Escola, podemos crer que os novos discipuladores estão habilitados dentro da Visão Celular sendo capacitados para capacitar outros e, ao mesmo tempo, gerar segurança na igreja de que possuem qualificação necessária para

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