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Uma Célula Segundo O Coração De Deus – Parte I

Texto Marcos 2:1-12 Uma célula segundo o coração de Deus é uma Célula nota doze. E o que vem a ser uma célula nota doze? Uma célula nota doze é aquela que cumpre o propósito para a qual surgiu. Este propósito pode ser observado na própria Palavra de Deus. Por isso, com base no texto lido hoje, vamos refletir sobre o que seria uma célula nota doze. Neste texto conhecemos quatro homens que começaram uma célula embrião, que embora não tivesse muitas pessoas, as atitudes e motivações relatadas no texto nos mostram que, de fato, ela era uma célula nota doze. Mas, o que a tornou uma célula assim? 1. Em primeiro lugar, este texto que lemos nos mostra que esta célula era baseada em relacionamentos. Vejamos o verso 3: “ alguns foram ter com ele, conduzindo um paralítico, levado por quatro homens ”. Quando esse fato aconteceu, Jesus estava em Cafarnaum, sua base operacional, sua casa. Ele foi para a cidade, provavelmente, porque em Nazaré não havia fé e é cansativo realizar qualquer coisa onde não exista fé; mesmo para Jesus Cristo. Ele mudou de cidade e muita gente o procurou para ouvi-lo e também para ser curado. Dentre os que rumaram para Cafarnaum, havia uma equipe carregando um jovem paralítico na esperança de o colocarem em contato com Jesus. E Jesus, vendo a fé daquele jovem e principalmente de seus amigos, o curou. Que bom que esse homem conheceu uma célula, pois célula é lugar de relacionamentos, é um lugar de verdadeiros amigos, ali naquela célula ele podia contar com pessoas que se importavam com ele. O que teria acontecido se aquele moço paralítico não tivesse amigos? Pense! Qual teria sido a sua situação? Analise! Ele estava estirado num leito. Não tinha como se locomover nem como chegar aonde Jesus estava. Como fazê-lo saber daquela triste situação? Mas aquele homem não estava sozinho. Na célula há verdadeiros amigos, os relacionamentos acontecem e a vida é compartilhada. Uma célula somente é célula, se estiver baseada em relacionamentos. Deus não criou o homem para viver só. Aliás, a segunda coisa que Deus disse sobre o homem foi: “Não é bom que ele esteja só ”, (isso não se aplica só ao casamento) Deus não criou seres humanos para a solidão, pois nem mesmo Ele é um ser solitário. Deus Pai, o Filho Jesus e o Espírito Santo estão presentes e atuantes desde Gênesis até apocalipse, sem contar a multidão de anjos ao seu redor. Deus nos criou à sua imagem e semelhança para que também experimentemos a comunhão de amizade, respeito, amor e honra e assim cheguemos a desfrutar do seu amor que gera em nós unidade. Existe muita gente vivendo sozinha, achando que sobreviverá sem ajuda das pessoas, no fim acabam se frustrando. O fato é que, não existem pessoas auto suficientes. O simples fato de você achar que não precisa de ninguém, é a maior evidência de que você precisa. Ter relacionamentos é algo muito importante. Por isso valorize a sua célula e também a sua e nossa igreja. 2. Em segundo lugar, uma célula nota doze, é uma célula onde há um ambiente de fé. Observe o que diz o verso 5: “vendo-lhes a fé, Jesus disse ao paralítico, filho os teus pecados estão perdoados… …levanta-te e anda”. Veja, não foi a fé do paralítico apenas que Jesus viu, mas principalmente a fé dos seus amigos da célula. A bíblia na linguagem de hoje diz: “Quando viu que eles tinham fé…”. Talvez você possa até pensar que para ter amigos, não é preciso necessariamente estar ligado a uma célula, ou a uma equipe de discipulado, ou a uma igreja. É verdade! podemos ter amigos em qualquer lugar. A questão é, que tipos de amigos estamos reunindo na nossa vida? Aprendi esta verdade há muitos anos atrás e sempre que possível, relembro, sabe porquê?  Por que podemos ter amigos que serão parteiros ou coveiros na nossa direção. Sabemos que parteiros ajudam crianças a virem á luz, enquanto que, os coveiros, as enterram. O extraordinário na vida daquele paralítico é que ele estava numa célula, onde os amigos acreditaram na possibilidade de mudanças. Pense comigo, o que adiantaria ao jovem paralítico ter amigos que não acreditassem na sua cura e nem estivessem dispostos a irem com ele até Jesus? Talvez ele tivesse amigos que ficassem ao seu lado, distraindo-o na sua angústia, o que já é muito bom. Mas, seus amigos foram muito mais longe; levaram-no a Cristo, porque tiveram fé. Eles eram parteiros. Eles acreditaram que a vida daquele homem podia ser transformada. Eles acreditaram que Jesus Cristo podia mesmo fazer o milagre. É muito difícil viver com alguém que nunca acredita nas nossas idéias, nos nossos sonhos, nos nossos desejos e projetos. O que faz da célula um lugar extraordinário, não é o lanche, embora isso faça a diferença, não é o sofá da casa, embora ajuda muito, não é o ar-condicionado que facilita o conforto de todos. O que na realidade faz da célula um lugar maravilhoso é o ambiente de comunhão, amor e fé. A célula doze é um lugar onde os problemas são confortados com palavras proféticas, e não com problemas ainda maiores. Você sabe, existem pessoas que só conseguem consolar os outros contando coisas ruins. Se alguém diz que está com dor de cabeça; ele fala que tem uma enxaqueca crônica; se alguém fala que está com um familiar enfermo; ele logo fala da perda de um amigo. Célula é um lugar onde as pessoas compartilham seus problemas e recebem uma palavra de Deus para suas vidas. Que tipo de amigo temos sido para os irmãos da nossa célula?  Somos do tipo parteiro ou estilo coveiro? Quando as pessoas chegam até nós, elas se sentem estimuladas ou se sentem mais baixo ainda? É muito difícil viver com gente assim, é cruel conviver com gente sem fé que diz Não dá! A vida está tão difícil, eu acho que não vai adiantar…! Esse

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Resolvendo a questão do pecado

"Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça." (I João 1 :9) Sabemos que o pecado faz separação entre nós e Deus, alias nascemos pecadores e segundo a Palavra de Deus, o salário do pecado é a morte. Uma das coisas mais importantes da nossa vida com Deus está relacionada ao lidar com o pecado de maneira correta. Geralmente quando aceitamos a Jesus, fazemos um pedido genérico de perdão de pecados. É claro que isto é algo importante, mas o Espírito Santo trará à nossa lembrança os pecados que devemos lidar de uma forma específica. É muito importante que tratemos com o pecado até que tenhamos uma consciência pura diante de Deus, ou seja, até aquele ponto em que nada esteja nos acusando e nada possa impedir o nosso crescimento e relacionamento com Deus. Lembre-se do conselho de Paulo a Timóteo: “Conservando a fé, e uma boa” consciência, a qual alguns havendo rejeitado, naufragaram no tocante a fé." (I Timóteo 1:19) Com relação ao pecado, existem quatro passos que devemos dar: 1) Confessando-o a Deus. Em Salmos 32:5, lemos: "Confessei-te o meu pecado, e a minha iniqüidade não encobri. Disse eu: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a culpa do meu pecado". Confessar os nossos pecados a Deus, deve fazer parte do nosso estilo de vida. Não espere passar o tempo para que você confesse a Deus, arrependa-se a confesse imediatamente. Jesus Cristo pagou o preço do nosso pecado, quando cremos nEle, o pecado que herdamos de Adão é perdoado e removido e passamos e ter comunhão com Deus, agora no dia a dia, precisamos manter limpa a nossa vida diante do Senhor nos arrependendo e confessando os pecados que por mais que vigiemos, acabamos falhando e pecando. 2) Reconciliando-se com a pessoa contra qual pecamos.   Em Mateus 5:23-26, encontramos: "Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai  primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta. Entra em acordo sem  demora com o teu adversário, enquanto estás com ele a caminho, para que o adversário não te entregue ao juiz, o juiz ao oficial de justiça, e sejas recolhido à prisão. Em verdade te digo que não sairás dali, enquanto não pagares o último  centavo". Quando decidimos lidar com o pecado, devemos ter em mente que isso envolve dois aspectos: a) preciso me arrepender diante de Deus; b) preciso acertar com pessoas e situações que o Espírito Santo traz à minha mente. Talvez seja impossível acertar com todas as pessoas envolvidas pelas conseqüências dos seus pecados. No entanto, esta é uma questão de consciência, ou seja, trate com aqueles pecados que o Espírito Santo traz à sua lembrança e te incomoda. Se você lembrar-se de dois, trate de dois. Se forem cinco as situações que te incomodam, trate destas cinco; se forem dez, trate das dez. O texto que lemos acima diz: "se pois trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares…”. Se não se lembrar de nada e nada te incomodar, então a comunhão não será quebrada. Não precisamos lidar com pecados dos quais não temos consciência. Isto não quer dizer que não tenhamos pecado, mas Deus trata conosco segundo a nossa consciência. Na medida em que avançamos na comunhão com Deus, a sua luz trará a tona outros pecados. Algumas vezes acontece de outras pessoas terem consciência do seu pecado, mas você mesmo não o percebeu, por isso sua consciência está sem acusação. Por esta razão, sua vida e comunhão com Deus continuarão sem ser afetados. Mas sempre que você tiver consciência de pecado e não tratar com ele, sua consciência o acusará e você não poderá manter a comunhão com Deus. De acordo com o texto que lemos, se você se lembrar do pecado e não tratá-lo, a sua comunhão com Deus será interrompida. Quanto mais comunhão você tiver com Deus, mais sensível você será para o pecado. É por esta razão que algumas pessoas fazem coisas erradas e não se lembram quando vão orar, a comunhão delas é superficial e a luz que recebem é fraca. Você está num quarto escuro e pensa que o ar está limpo, mas basta a luz do sol entrar e você percebe quanta poeira está pairando no ar. Assim, o lidar com o pecado depende de uma consciência sensível, e esta sensibilidade depende da sua comunhão com Deus. Se o grau de comunhão for profundo, sua consciência será aguçada e forte, se a comunhão for superficial, a sua consciência fica embotada e entorpecida. Desta forma, não meça outras pessoas com o critério da sua consciência, nem aceite a consciência de outros como critério para medir você. Lide com o critério da sua consciência, e segundo a sua comunhão com o Senhor. Mas cuidado! Se a sua consciência não o acusa por algo expressamente condenado pela palavra de Deus, isto é um sinal de que você ainda não nasceu de novo. (Parte do curso de consolidação-Videira). Continua… Deus te abençoe poderosamente!  

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Como te chamas?

Gênesis 27:18; 32:6-12,22-29 Neste último fim de semana foi o nosso Encontro com Deus, queria ter tido tempo de pregar esta palavra, mas o ônibus atrasou e o tempo ficou curto e eu apenas fiz uma introdução, mas agora vamos terminar a reflexão de domingo aqui na célula e fechar um tempo novo em nossas vidas. Neste texto de hoje Deus Perguntou: Como te chamas? Ele respondeu: Jacó.  Esta foi a condição imposta por Deus a Jacó para abençoá-lo no vau do Jaboque. O único meio de receber a bênção Divina seria responder honesta e sinceramente à perturbadora pergunta: "como te chamas?". Vinte anos antes, o Senhor, falando através de seu pai Isaque, lhe havia feito o mesmo questionamento, quando ele, pela primeira vez, tentara obter a Bênção: "Fala! Quem és tu, meu filho?". E o que Jacó respondeu? “SOU ESAÚ”. Decorrido o tempo, Jacó entendeu que a única maneira de experimentar a bênção de Deus era por meio de uma conscientização pessoal, conscientização de quem ele realmente era. Era preciso tirar as máscaras, parar de fingir, parar de representar, deixar de ser um artista da fé; principalmente, parar de se enganar. O Senhor não só queria vê-lo falando a verdade, mas que esta ficasse patente e clara aos seus olhos, pois se Jacó não enxergasse a verdade, nada mudaria.  Quando no Vale de Jaboque, antes de passar o ribeiro, Deus lhe perguntou e ele disse, “Sou Jacó”. Com esta simples confissão, declarava implicitamente: “Eu não passo de um Jacó”, de um enganador. “Não sou Esaú. Sou Jacó". Por vinte anos tenho tentado ser alguém que não sou. Por vinte anos tenho fingido ser o meu irmão. Por vinte anos minha vida tem sido uma mentira. Eu fingi, representei para mim mesmo… mas não sou Esaú, sou Jacó”. E diz o texto que, quando Jacó tomou consciência de sua real condição espiritual, a Bênção tão esperada recaiu sobre sua vida. Este é o modo de Deus lidar com todos aqueles que a Ele recorrem buscando a Sua bênção: A verdade patente e clara aos Seus olhos. Talvez seja esta a condição que falta para vermos nossas vidas serem abençoadas completamente. Cada um de nós precisa responder urgentemente à pergunta do Senhor: "QUEM ÉS TU?". Porque se a nossa vida tem sido como a vida de Jacó antes de ter um Encontro com Deus, pouco ou quase nada Ele fará por nós. É preciso desnudar a alma, desvelar o nosso ser diante de Deus, assumir, deixar vir à tona toda a nossa realidade, por mais dura e feia que ela pareça. É preciso ter coragem de dizer: "tenho sido um “Jacó” nas minhas ações, nas minhas motivações, na minha espiritualidade etc. Importa que estejamos dispostos a assumir o que somos perante ao Deus Eterno e parar de brincar de cristãos, é hora de sermos verdadeiros em tudo, se não seremos apenas  dissimuladores, pois se for assim estaremos enganando a nós mesmos. Acabamos de chegar do Encontro, é hora de levar a vida cristã a sério, é hora de mudança! Deus quer mudar a nossa vida definitivamente, Ele quer nos abençoar. Veja que interessante, em Gênesis 32:6 e 7 diz que Jacó recebeu a notícia que seu irmão Esaú vinha contra ele com quatrocentos homens, pois este tinha jurado mata-lo por ter-lhe enganado e roubado sua benção há vinte anos atrás, naquele momento Jacó teve medo e ali tomou uma decisão; preciso resolver minha vida, chega de viver assim. Ele dividiu as pessoas e tudo o que tinha em dois grupos, pois pensou, se Esaú atacar o primeiro grupo, o segundo terá tempo de fugir. Era um momento de buscar libertação, mudança e um novo estilo de vida, mas ao enviar dois grupos separados por uma certa distância, tinha uma segunda intenção, pois se seu irmão Esaú atacasse o primeiro grupo, daria tempo dele fugir, pois ele estaria bem atrás do segundo grupo que teria também uma chance de escapar, e pode ter certeza, Raquel a quem ele amava estava no segundo grupo. Ali havia um conflito entre o velho Jacó e o novo homem que queria mudança. Ao enviar os grupos a frente ele criou outro conflito, nos dois grupos além dos animais e empregados, estava a sua família. Jacó foi estratégico com ele mesmo para que não houvesse chance dele ser vencido por aquela velha pessoa egoísta, ego-centrista e trapaceira, ele precisava mudar ou tudo estaria perdido. Após enviar os grupos, ele fica só, e naquele lugar chamado Vau de Jaboque, ele ora a Deus, sua oração foi intensa, pois sua vida e família estavam em perigos, toda a sua conquista poderia se perder. Deus vem na figura de um homem e ali Jacó o segura com força e durante a noite inteira luta para ser abençoado. Eu imagino que durante a noite Deus falou muitas coisas para ele, o fez lembrar de muitas situações até que lhe faz a pergunta fundamental, quem é você de verdade, como te chamas? Quando amanhece Deus diz, me solta, mas ele diz não. Pense, ele precisava muito daquela benção, não tinha como ele voltar atrás, pois sua família estava em perigo, ele enviou estes grupos na frente para não ter chance de desistir, ele iria enfrentar de qualquer jeito. Como ele não soltava, o Senhor toca na sua coxa e foi tão forte que ela deslocou, isso mostra a intensidade da força usada por Jacó em segurar Deus, ele de fato estava decidido. Deus se deixou vencer, Deus queria ver até onde ele iria, isso legitimou o seu desejo genuíno de mudança, Jacó precisava mostrar que ele queria ser diferente, ele não estava mais pensando só nele, ele queria ver outras pessoas também sendo salvas. Em Gênesis 33:1-5 diz: De longe Jacó viu que Esaú estava vindo ao seu encontro, e com ele vinham quatrocentos homens. Então ele dividiu os filhos entre Lia, Raquel e as duas servas. Ele colocou as servas e seus filhos à frente, em seguida Lia e seus filhos, e por último

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Coisas importantes da vida

Eclesiastes 11:1-6: Prov. 3:1-10 O tempo está passando rápido e neste momento, mais do que nunca é preciso ser apaixonado por Jesus e militar para crescer e conquistar principalmente para o Senhor. É preciso frutificar e sabemos que o nosso trabalho não é em vão no Senhor. Começamos 2014, o ano em que nossa conquista seria ampliada pelo princípio da honra, com uma expectativa do novo, do grande, da conquista, do sonho que começa a se realizar e que é apenas o começo, chegará o dia que isto que é desafio hoje para nós, se tornará pequeno no futuro. Você viverá uma plenitude bem maior de conquista e prosperidade em nome do Senhor Jesus. nossas conquistas estão sendo ampliadas. aleluias! fomos chamados para construir uma história que começa em Deus nesta geração, uma história de cura, esperança, fé, alegria e resgates incontáveis. Para que isso aconteça é necessário ter voluntariedade do coração por pessoas, assim como poucos, você nasceu para viver não somente para si mesmo, mas também para o Eterno e Ele te capacitou para isso. Muitas renúncias, muito preço ainda precisa ser pago, mas vale a pena, pois uma vida para Deus vale mais que o mundo inteiro. 2009 é o ano da diferença, da colheita poderosa e excelente, da Compaixão pelas vidas, o ano da resposta favorável, da colheita sem igual, da providência divina! Causas inimagináveis serão respondidas, muitos trarão seus relatórios, e uma explosão de alegria assaltará não só o arraial de Deus. É o ano da providência favorável e do legado para prosperidade. Este é o ano dos sonhos mais difíceis de serem realizados, e a resposta correta vem de Deus. Será acima do desejado. É apenas o começo, pois vai refletir e se completar nos anos seguintes! Estamos nesta liberando palavras proféticas que trarão livramento e respostas, é hora de crer, avançar e ser fiel a Deus, de estar integrado no reino, receba estas bênçãos na sua vida! Amados, para este novo tempo de desafios tenho alguns conselhos que estão contidos na Palavra de Deus e que de forma simples quero te passar, leia com atenção. Existe um dia no ano que pouco ou nada pode ser feito e outro que pode ser mudado. Aquele se chama ontem e este se chama amanhã, portanto, ontem já foi e a única coisa que você pode fazer é se arrepender e acertar pendências para que as consequências sejam amenizadas e as brechas sejam fechadas, mas o amanhã depende de hoje, portanto hoje é o dia certo para crer, para amar, perdoar, servir com alegria, ser fiel, ser discípulo e discipulador, acreditar na resposta favorável, abençoar, ser humilde, ser simples, ser ensinável, fazer acontecer, tomar atitudes positivas em relação a Deus, gerar uma família que vive intensamente para o propósito da vida estabelecida pelo o Eterno! Faça de tudo que puder para acertar, mas se errar, não se torture, pois tudo isso faz parte do aprendizado.  Todas os homens caem; mas os grandes se levantam. O Senhor ama você e lhe deu a vida eterna, não se preocupe em entender coisas que estão alem do entendimento, apenas viva e valorize aquilo que você tem hoje, faça isso com alegria e fidelidade, pois isto é a chave para se ter mais. Aprenda isso: O que está faltando em sua vida é aquilo que certamente você não valorizou. Não importa que tipo de problema possa surgir, o importante é como você encara a vida e os problemas, e como você vê e valoriza as coisas realmente importantes. Nesta vida é necessário fazer verdadeiros amigos, àqueles gerados pelo Espírito Santo, verdadeiros discípulos. Amizades verdadeiras geradas através do relacionamento são como árvores de raízes profundas: nenhuma tempestade consegue arrancar. Jesus chamou a atenção da igreja de Éfeso, pois eles estavam sempre na presença do Senhor, mas sem o primeiro amor. Cada momento com Deus, com a esposa, com os filhos e com os pais são importantes e precisam ser fervorosos. Existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis e, Deus através de Sua Palavra quer que sejamos transformados para ser uma delas. Existem pessoas que para nós se tornam especiais pela maneira de ser e agir, a unção e o amor de Cristo nos atingiu com profundidade para vivermos como vencedores e conquistadores. Aqui somos uma igreja em células, de equipe de discipulado e assim como na igreja é também numa empresa,  uma equipe se torna prevalecente, forte, perseverante e prospera, quando é formada com pessoas prevalecentes e fieis. A Paciência, a perseverança e fidelidade têm o efeito poderoso de fazer as dificuldades desaparecerem e os obstáculos sumirem diante de nós. Você vai conseguir, pois tudo é possível ao que crer e persevera! Preste atenção: A pedra atirada em quem amamos, a palavra dita no momento da raiva, o ódio sem busca do perdão, a incompreensão, a falta de confiança em nós mesmos e em quem amamos, a ocasião especial e essencial perdida e o tempo passado sem examinarmos a nós mesmos, trazem consequências ruins e até irrevogáveis, e tudo isso podem ser evitados quando aprendemos a Palavra e a praticamos. A fé, a felicidade, a paz, a nobreza, a fidelidade, a mansidão, o perdão, a gratidão, o amor…, devem ser cultivadas dentro de nós para assim refletir ao nosso redor, começando por nossa casa, depois igreja, discipulado e trabalho. O futuro pertence àqueles que acreditam e praticam a Palavra do Senhor, pois esta é fiel e verdadeira. Leia com atenção: O tempo está passando e não espera por ninguém. Ontem é passado e virou história. O amanhã refletirá o hoje que por sua vez é uma dádiva, por isso é chamado de presente, não perca as oportunidade de hoje ser e fazer o melhor. Por mais que vivamos nesta terra, a vida é curta e mesmo que vivermos mil anos, nada terá sentido se não tocamos o coração de Deus e das pessoas com a nossa fé e amor, é preciso ter objetivo de vida e este está em Cristo

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O Modelo dos 12 para a Conquista de Territórios

Josué 1:3 Toda unção de conquista tem uma liberação de um manto que alcança aqueles que estão em posição de receber o que Deus tem para lhes entregar. A Visão Celular no Modelo dos 12 é uma Visão que possui essa estrutura facilitadora, pois gera líderes debaixo de uma capacidade, e treina esses líderes para que estejam aptos a receber os territórios novos. Isso significa que temo um foco, um encargo, uma missão, ganhar novos territórios. Isso é possível se houver investimento nos doze. O Modelo dos 12 é a Visão que Deus tem confiado à Igreja do tempo do fim para a conquista de territórios. É através dela que o Modelo instituído por Jesus, o Modelo dos 12, tem sido resgatado para vivermos os mesmos sinais, prodígios, milagres e maravilhas da Igreja Primitiva, pois a visão gera unidade no corpo de Cristo. Em Êxodo, vemos que Moisés tinha uma Equipe de 12; era uma equipe formada. Depois Deus limpou as equipes e vieram as tribos, mas a equipe foi-se mantendo viva, límpida, porque era uma equipe transicionada desde o Egito até chegar à terra prometida. Porém, a equipe que permaneceu com Josué era uma equipe de jovens, uma equipe que tinha um legado de herança sobre ela, porque a equipe velha havia morrido no deserto. Por que Deus destruiu a equipe velha Deus permitiu que a equipe velha morresse no deserto porque ela suspeitou da Sua promessa. E todos aqueles que suspeitam das promessas de Deus perdem o manto da conquista. Quando a equipe suspeitou do que Deus havia prometido e da bênção que Deus tinha destilado sobre o povo, morreu. Essa desconfiança fez com que eles não permanecessem com o líder Moisés. Josué entra em um novo tempo. E a nova equipe começa a trabalhar com Josué. Então, Deus não tem problema de levantar equipes novas, quando a equipe velha não corresponde ao que Deus está querendo fazer. Deus só contou com os disponíveis. Nós, quando servimos o Exército, somos treinados no caráter e começamos a respeitar autoridade. Sempre penso que se todos os homens na Nação tivessem servido o Exército, não teríamos tantos conflitos de autoridade nem pessoas querendo fazer o desenho do seu próprio caminho. Uma das coisas que você aprende no Exército é ser voluntário. E ser voluntário significa que você está disponível para a autoridade que está sobre a sua vida. Por isso, creio que se fôssemos uma nação que servisse o Exército, seríamos poderosos voluntários. Observe como, por mais que nos esmeremos na Igreja para ensinar voluntariedade, poucos são os que encontramos que vestem a camisa de servo. Cada vez torna-se mais raro encontrar alguém que queira servir sem interesse financeiro, que não tenha por trás a motivação do dinheiro, como está escrito em Ezequiel 33:30,31 diz: “Quanto a ti, ó filho do homem, os filhos do teu povo falam de ti junto às paredes e nas portas das casas; e fala um com o outro, cada um a seu irmão, dizendo: Vinde, peço-vos, e ouvi qual seja a palavra que procede do Senhor. E eles vêm a ti, como o povo costumava vir, e se assentam diante de ti, como meu povo, e ouvem as tuas palavras, mas não as põem por obra; pois lisonjeiam com a sua boca, mas o seu coração segue a sua avareza.” Hoje tem se tornado cada vez mais comum as pessoas quererem obter lucro em tudo que fazem. É uma geração vendida! É uma vergonha! São poucos aqueles que estão dispostos a investirem em prol do reino. Hoje e raro  encontrarmos homens e mulheres fieis e leais, que entenderam o princípio da honra, que entendem o princípio do alinhamento com seu líder. Uma nova geração de 12. A nova geração dos 12 nasceu debaixo do manto da restituição que Deus estendeu sobre a Sua Igreja. E essa nova geração é de líderes comprometidos, que não se vendem e não se entregam a Mamom. Uma geração que não se entrega, não se vende. O Modelo para entrar em territórios novos não pode ser um modelo negociável. Um Modelo que entendeu que não está à venda, que é inegociável, que a unção e a visão de Deus não têm preço. Jesus, nosso Modelo Maior, foi referencial em todas as coisas, e, também, na questão de ser inseduzível. Quando o diabo começou a dizer que daria todos os reinos da terra se Ele prostrado o adorasse, Jesus o resistiu. Naquele momento, o Senhor nos ensinou que não podemos nos prostrar a projetos escusos. Somos inegociáveis! Josué, um 12 notável. Josué foi um 12 notável. Fiel ao líder Moisés, ele, em tudo, posicionava-se a favor de Moisés, sendo um com ele. Josué era um servo, um líder voluntário ao seu líder. Ele nem sonhava ser um jovem cheio de unção, nem sonhava em usurpar nem ter a unção do seu líder; ele não queria isso. Na verdade, o que Josué queria era caminhar com o seu líder. Mas, um dia, o líder morreu e Josué levou 30 dias chorando a morte dele. Deus chegou e perguntou o porquê dele estar chorando. O choro de Josué pela morte de Moisés era porque, para ele, a conquista não teria mais o mesmo sabor. Deus queria que Josué entendesse que apesar de ser difícil caminhar sem Moisés, porque ele estava morto, o Deus que fazia milagres através de Moisés continuava vivo. Deus desenvolve um diálogo com Josué e afirma que será com ele por onde quer que fosse. O mesmo que Deus fez com Josué quer fazer com você. Ele quer estender um manto sobre a sua vida, Deus colocou sobre você o manto apostólico, o manto de conquista, e você ficará impressionado com o que acontecerá. Você será líder de um Modelo, o qual todo território que Deus lhe entregar será conquistado no sobrenatural, porque sobre sua vida tem alguém te respaldando com um manto apostólico.        

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A visão é a força motriz das realizações

Lucas 19:1-10 O texto de hoje começa falando sobre um homem chamado Zaqueu, rico e maioral dos publicanos. Publicano era cobrador de rendimentos públicos entre os antigos romanos. Os judeus consideravam os publicanos traidores e desviados da fé, porque cobravam os impostos para Roma, pois Roma os oprimia e eram inimigos. Zaqueu era o maioral, o líder responsável pela cobrança de impostos na cidade de Jericó. O sistema da época facilitava a extorsão, facilitava o roubo e Zaqueu tinha se tornado um homem desonesto, um ladrão. Ele era odiado não só por ser Publicano, mas por oprimir seus irmãos Judeus ajudando Roma. Zaqueu procurava ver quem era Jesus Embora ele fosse rico, a riqueza não preenchia o vazio do seu coração. Zaqueu não queria apenas ver Jesus, ele queria ver quem era Jesus. Ouvir acerca de Jesus Cristo não é suficiente, vê-lo de longe não traz intimidade, mas conhecer quem é Jesus faz toda a diferença. Era exatamente isso que Zaqueu procurava, ele queria ver quem era Jesus, ele queria conhecê-lo de perto, saber sobre Ele. Zaqueu não pretendia chamar atenção pra ele, ele queria primeiro ver quem era Jesus, mas com certeza depois de ver ele iria se aproximar. Este homem podia ser pequeno na estatura, mas era alguém de visão alargada. Podemos afirmar que no mundo existem duas classes de pessoas: aquelas que vivem em função de uma visão, e aquelas que não têm visão nenhuma. Zaqueu tinha uma visão, um sonho: ver Jesus. Ele foi em busca do objetivo que havia firmado em seu coração e logrou êxito. Ele mostrou, através de sua experiência, que não é a grande estatura que leva alguém a ter uma grande visão e, sim, ter o coração inclinado para a direção correta. A visão é a força motriz das realizações. Alguém que almeja construir, conquistar, desenvolver algo, precisa ter uma imagem muito clara em sua mente de onde e de como deseja chegar. Sem visão é muito mais difícil viver. A falta de visão faz acumular frustrações. Assim, viver com objetivos e metas bem definidas é algo imprescindível para o bem estar do homem e isso de uma forma geral. Deus se utiliza das visões como um meio de se comunicar com o homem. Ele transfere a visão de Seu coração para o coração de Seus filhos a fim de que estes sejam grandes realizadores nesta terra. Uma pessoa de visão não desiste diante das limitações pessoais Grandes multidões seguiam a Jesus. Eram centenas de pessoas que apertavam o Mestre enquanto o mesmo caminhava pelos vários lugares da Judéia. Para alguém de baixa estatura, contemplar o Messias era algo praticamente impossível. Sendo assim, Zaqueu poderia ter desistido da idéia de conhecer Jesus, diante das suas limitações pessoais, mas ele era um homem de visão e estratégias. ("…procurava ver quem era Jesus, mas não podia, por causa da multidão, por ser ele de pequena estatura…"). Ele poderia dizer, eu tentei, é impossível para mim, a multidão se tornou um obstá-lo, eu sou baixinho e ainda estas pessoas me odeiam, elas não vão facilitar para mim, Deus sabe que eu tentei.  Porém, ele não desistiu de seu objetivo. Antes, venceu suas limitações buscando a melhor solução para aquela ocasião. Foi um verdadeiro estrategista. Ele correu na frente e procurou naquele caminho a melhor árvore e, sem pensar duas vezes, subiu na mesma, ficando a espera da passagem do Mestre. Existem muitas pessoas que desistiram de sonhar por observar limitações pessoais como gigantes intransponíveis. Alguns dizem: não vou conseguir por que sou tímido. Outros afirmam: não tenho um grau de instrução elevado. E, ainda, existem os que vão ao extremo, afirmando categoricamente: não tenho capacidade para isso. Sejam quais forem as nossas limitações pessoais, estas podem ser vencidas e superadas em Deus, por isso, não pare jamais de sonhar. Permita-se ser tratado pelo Todo Poderoso e siga firme, rumo aos sonhos de Deus para a sua vida. O Senhor conhece o nosso coração Quando Jesus chegou àquele lugar parou e olhou para cima e disse: Zaqueu desce depressa, pois me convém ficar hoje em sua casa. Jesus sabia que aquele homem queria conhecê-lo, primeiro porque o Senhor sondou o seu coração, Ele nos conhece por dentro. Segundo, o fato de ele ter subido naquela arvore demonstrava sua intenção, pois aquela era atitude de um sonhador, de alguém que estava insatisfeito e vazio por dentro, ele buscava algo a mais na sua vida, ali estava uma pessoa de coragem e de atitude. Jesus disse: hoje vou ficar em tua casa. Primeiro: Jesus sabia que na rua, no trabalho, na escola e ate na igreja, podemos fingir e disfarçar quem na realidade somos, mas em casa as mascaras caem, pois as pessoas que moram conosco nos conhecem e é lá que Deus nos trata para nos tornarmos referenciais, pessoas melhores, pois se as pessoas que convivem conosco na nossa casa, acreditarem na nossa fé, é porque temos um bom testemunho de mudança de vida. Segundo: Jesus não queria alcançar e salvar apenas Zaqueu, mas também ganhar e salvar toda a família. Este é o propósito do Senhor Jesus para a sua vida, Ele quer salvar você e toda a sua família. No versículo 7 diz que todos os que viram o acontecido murmuravam. Eles diziam: Jesus se hospedou na casa de um pecador e isto era inadmissível para eles. Mas sabemos que é exatamente para isso que o Senhor Jesus veio. Aquelas pessoas se julgavam perfeitas, sem pecados, mas segundo a bíblia, todos pecaram e foram destituídos da presença de Deus. Jesus Cristo veio exatamente para restituir a comunhão perdida. Deus é vida e quem conhece ao Senhor Jesus, recebe da Sua vida, a vida eterna. Se ficarmos olhando para os defeitos dos outros, não veremos os nossos e conseqüentemente não conseguiremos conhecer ao Senhor e a nossa vida continuará na mesma. Veja, o Senhor Jesus não foi na casa dos acusadores, mas foi na casa de Zaqueu que para todos, não merecia tamanho privilégio.

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O dilema da unidade

Romanos 13:8 Embora o Senhor Jesus tenha nos ensinado que somos devedores, temos a tendência de sermos Credores, e esse é um  dilema da unidade. Um importante princípio sobre o corpo de Cristo, no qual agora estamos, pode ser interpretado nesta pequena frase: Quem não se integra, não aceita! Um dos mais fortes problemas dentro da igreja são as pessoas que não se integram e consequentemente ficam fora da unidade e da vida que flui no corpo. Tais pessoas normalmente são aquelas que estão frequentemente cobrando de outras: cobram amor, cobram ajuda, cobram assistência, cobram compreensão, cobram edificação… Quem não se integra acumula motivos para críticas e murmurações. Toda cobrança descomprometida traz consigo o poder destruidor da acusação. Acusação é a essência da identidade de satanás. Quem se integra já está solucionando. Está batizado na verdadeira motivação de amar, desenvolvendo a atitude de devedor. O coração de um devedor é comunicado através de alguém que se integra. O que é se integrar? É participar com identificação. Integrar-se é servir. É deixar de ser um expectador alheio e se converter e se unir à visão. Este, na verdade, é o grande problema dos que não se integram: não são servos. Precisamos chegar a essa consciência de que somos devedores. O apóstolo Paulo compreendeu esta verdade e disse: sou devedor! (Romanos 1: 14) O texto que lemos acima complementa esta revelação é "A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros: porque quem ama aos outros cumpriu a lei do amor – Rom 13:8. Sempre teremos uma dívida: o amor. Já que o amor é a essência de todos os mandamentos, jamais podemos deixar de pagar esta dívida. Isto corrige as nossas motivações e aplaina os nossos caminhos. Somos devedores! Esta é a única dívida que gera créditos neste mundo e no vindouro.  Dessa forma, jamais devemos cobrar amor, mas sempre pagar amor! Cobrar amor nos leva a uma série de tormentos e cadeias. Cobrar amor é o contrário da lei do amor. Nossa vida emocional, psicológica e espiritual fica embotada e adoecida pela carência e autopiedade. Desenvolvemos um senso crítico destrutível e permitimos amargura no coração que nos impede de receber a graça de Deus. Por isso temos tão pouca unidade no corpo de Cristo: muita gente está cobrando sem dar amor. Pessoas que deveriam estar juntas cumprindo o propósito de Deus, quebram relacionamentos, e ficam amarguradas. Tropeçaram na lei do amor, não assumiram a postura de serem devedores. Casamentos são literalmente despedaçados por cobranças constantes. As grandes reclamações são: ele (a) não me considera, não demonstra amor, me sinto carente, não consigo esquecer o que ele (a) fez, não consigo confiar. Estão tropeçando na lei do amor. Não assumiram uma atitude de serem devedores. Quem cobra não perdoa e aos poucos se isola dentro de si mesmo e das pessoas que estão ao seu redor. Cobranças constantes, exigências capciosas, críticas irresponsáveis, previsões doentias, caprichos egoístas, e outras atitudes desse gênero, para nada servem, senão para desgastar relacionamentos e sustentar insegurança e instabilidade. Pessoas com dificuldade em perdoar, esquecem que são devedoras e agem como credoras e a conseguência é a perda dos bons relacionamentos. Veja a história do credor sem compaixão: Mt 18:23-35.  Os que se sentem vítimas e não conseguem receber cura de Deus para suas feridas, se vêem como credores. Por isso continuam mergulhados em justiça própria amargando na vida. Sou devedor é a expressão maior para quem quer relacionar-se em unidade com todos os seguimentos da vida, principalmente com o corpo de Cristo, para quem quer viver na luz, para quem ama a comunhão e desfruta de saúde espiritual. Esta é a genuína postura moral que nos sintoniza com o coração de Deus. Esta é a posição de uma pessoa íntegra, que não está ferida, não está doente nem deformada espiritualmente e emocionadamente. Esta é a expressão de quem desistiu do egoísmo, para de fato, cumprir a lei do amor e viver para a glória de Deus. É também a expressão de alguém que aceitou o desafio de negar a si mesmo, tomar diariamente a sua cruz e seguir a Jesus, tornando-se um discípulo genuíno e não um embuste de religiosidade. "Sou devedor" traduz a essência de uma pessoa realmente integrada no corpo de Cristo andando em unidade. Este é o grande dilema da reconciliação e da unidade. A postura que tomarmos fará uma diferença fatal em nossas vidas. Quando não assumimos a posição de devedores acabamos inevitavelmente assumindo a posição de credores. Este é o princípio da desgraça. Se semearmos como credores vamos colher atormentadores. Muitos estão sofrendo enfermidades, males emocionais e perturbações. E ainda, ter que pagar tudo o que devem, pode significar também o inferno. Precisamos nos arrepender desta terrível posição de credores. Que seja esta a nossa posição: "Somos devedores e jamais assumiremos uma postura irresponsável e ferina de cobrança!" Esta é a estrada da unidade que nos leva à perfeição. Foi assim que Jesus terminou a sua vida: "Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”. Palavras assim só podem ser ditas por quem está na cruz. Tome a sua e continue seguindo a Jesus de uma forma livre! Existem muitas revelações na bíblia sobre a igreja: A igreja como a noiva de Cristo, a igreja como servo, a igreja como corpo de Cristo, a igreja como filho de Deus; mas a revelação mais desafiadora é a igreja como Corpo! Pois quando entendemos a exigência desta revelação, nos tornamos dependentes uns dos outros, aprendemos a conviver! Esta revelação manifesta o poder de Deus na nossa vida através dos ministérios, dos dons da graça e dons do Espírito Santo! Precisamos desenvolver relacionamentos profundos e de confiança com os nossos discípulos; orando e meditando na Palavra juntos, tomando café de vez em quando, batendo um papo sobre vários assuntos em casa, na rua, na churrascaria ou em um laser. Isso é fundamental à vida e ao ministério! Se deixe ser discipulado, domado, seja acessível e queira refletir como espelho

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O Encontro que todos precisam – Parte Final

Marcos 10:46-52; lCoríntios 9.24-27 O cego Bartimeu quando começou a clamar, muitos o repreendiam, mas ele não se intimidou e começou a gritar mais alto ainda. Aprenda isso, quando você decide buscar e servir a Cristo, muitos se colocarão contra, o mundo espiritual da maldade se levantará para tentar fazer você desistir, mas faça como Bartimeu, pois o Senhor sempre virá na direção daqueles que o buscam. Quando Bartimeu ouviu que Jesus o chamava, lançou de si a sua capa, deu um salto e foi na direção do Senhor. Clamar significa oração, intercessão, busca por Deus, insatisfação com a vida que se leva, busca por uma nova vida, desejo de mudança. Lançar a capa de si significa lançar para longe. Mendigo esmolando a beira do caminho é alguém que foi roubado na sua identidade, normalmente a sua capa fica suja e com mal cheiro, isso revela a velha vida, uma vida sem Deus, uma vida apegada as coisas velhas, mas ele lançou a capa fora de si e foi  ao Encontro de Jesus, ali ele foi curado e o seguiu pelo caminho. Aqui a vida daquele homem muda radicalmente. Existem alguns perigos e situações que não podemos deixar acontecer conosco: 1.     Se expor a ciladas estando a beira do caminho. Em Salmos 140:5 diz: Os soberbos ocultaram armadilhas e cordas contra mim, esten­deram-me uma rede à beira do caminho, armaram ciladas con­tra mim.   Jesus disse em João 14;6 que Ele é o caminho a verdade e a vida… É somente através dEle que teremos acesso a Deus Pai. Quando estamos próximos ao caminho, mas não entramos nele, o inimigo encontra meios de nos prender em suas ciladas e em suas redes. Quando estamos no ca­minho tudo coopera para o nosso bem, mas, se estamos à beira, podemos ter muitas perdas. 2.Permitir que a semente da Palavra de Deus seja roubada do nosso coração permanecendo a beira do caminho.  Jesus disse em Mateus 13:19: A todos os que ouvem a palavra do reino e não a compre­endem, vem o maligno e arrebata o que lhes foi semeado no coração. Este é o que foi semeado à beira do caminho. Estar à beira do caminho significa estar fora da vontade de Deus, mas pode significar também um compromisso superfici­al e imperfeito. Quem está à beira do caminho, ouve mas não entende, o maligno vem e rouba a semente de Deus. Ele não teve revelação, não entendeu as coisas de Deus. Só é possível estar no caminho se você se abrir e buscar de Deus revelação. 3. Ter uma vida de aparencia por  viver a beira do caminho. Em Mateus 21:19 diz: E, vendo uma figueira à beira do caminho, aproximou-se dela; e, não tendo achado senão folhas, disse-lhe: Nunca mais nasça fruto de ti! E a figueira secou imediatamente. Foi à beira do caminho que a figueira secou. O terceiro sinal de quem está à beira do caminho é que ele tem aparência, tem mui­tas folhas, tudo verde, todavia, é só aparencia, não tem frutos. 4. A beira do caminho é lugar de acomodação. Estar à beira do caminho também é fazer parte de uma torci­da, ou seja, assistem outros na corrida da fé, algumas vezes aplau­dem, outras vezes vaiam, mas não participam dela. A crítica é sinal de estar à beira do caminho, porque, quando se está junto na caminhada, todos se empenham em motivar uns aos outros. Quem está envolvido na corrida não tem tempo de criticar o companheiro, ele só pode dizer para o outro: "Rapaz, moça, corre que você consegue, vamos lá, força, ânimo, estamos juntos!" Alguns não criticam, até torcem: "Ah, eu torço por vocês, sua célula vai multiplicar. Eu estou torcendo por vocês, gente, continuem andando. Glória a Deus!". Mas aqueles que apenas torcem cruzarão a linha de chegada no Dia? Aprenda isso hoje, Não haverá recompensa nem para a melhor torci­da. Vencedor é quem entra na corrida, quem em tudo se domi­na, quem até mesmo esmurra o próprio corpo para chegar ao fim da corrida e receber a coroa da vida, o galardão e a recom­pensa. Quer ser vencedor. O vencedor é quem está no caminho. Entre agora na corrida! 5. A beira do caminho é lugar de exclusão. Estar à beira do caminho é ver outros progredindo e você não. É se sentir excluído da comunhão dos que vão pelo caminho. É ver outros caminhando em direção ao sonho e ao alvo enquanto se fica parado ou sem rumo algum. Ficar à beira do caminho é desperdiçar a vida sem ter um propósito em Deus. Os que estavam à beira do caminho eram cegos. Este é o principal motivo de muitos estarem à margem da vida; é a cegueira que carregam dentro de sí. Jesus, porém, também ouve o clamor dos que estão à beira do cami­nho. Você pode clamar a Ele como fez o cego Bartimeu e Ele o ouvirá, abrirá seus olhos e, então, você fará como este homem, entrará no caminho e seguirá a Jesus. Mc 10:52 diz: …E imediatamente tornou a ver e seguia a Jesus estrada a fora. A quinta coisa que vemos à beira do caminho são os cegos. Eles não conseguem andar sozinhos. Na verdade, os que estão à beira do caminho não estão andando, ficam parados e só perce­bem os outros passando. Gente que começou a corrida agora mesmo já passou por ele, que está aqui há tanto tempo e deveria estar lá na frente, mas ainda está aqui atrás. Por quê? Porque não entrou para valer no caminho. Em que lugar do caminho você parou? Pense! Mas o Senhor é bom, o Senhor ouve o clamor daqueles que estão à beira do caminho. Chega uma hora que é insupor­tável continuar lá, é preciso começar a clamar: "Filho de Davi, tem misericórdia de mim! Não quero ficar mais na beira, na mar­gem. Filho de Davi, tem misericórdia de mim!". Chega de viver assim, eu não quero mais estar aqui à beira, à margem, excluído

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O segredo e o poder da unidade

"Eu neles e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim, e que os tens amado a eles como me tens amado a mim”.(João 17:23) Muitos cristãos ao começarem sua jornada com Deus, logo se embaraçam nos relacionamentos ao encontrarem pela frente alguns problemas muito comuns, é a família que não compreende a fé e o evangelho que abraçamos, é o irmão (ã) da igreja que é difícil, é o parente que não nos pagou o que devia, mesmo podendo pagar, é alguém "pegando no pé" para que façamos ou deixemos de fazer alguma coisa, é a falta de compromisso das pessoas com quem contamos para realizar algo, enfim, relacionamentos serão um desafio para nós. Embora relacionamentos seja algo fundamental para todos os segmentos como família, ministério, discipulado, igreja, profissional, etc., muitos fracassam na arte de se relaciona. É preciso aprender a se relacionar com todos os tipos de pessoas.  Hoje para crescer e conquistar coisas novas e grandes em um mundo tão competitivo e em uma geração tão carente e violenta, é necessário estar bem informado e ativo para ter velocidade naquilo que faz, é preciso ser multiespecialista naquilo que faz, ter visão do futuro, ter capacidade de realização e o mais importante, entender de gente. Como conseguiremos alcançar e manter a unidade que é requerida para todos que estão no corpo de Cristo? Como discernir as nossas motivações quando enfrentamos desafios nos relacionamentos? A resposta para estas perguntas está contida no texto acima. Jesus disse: "Eu neles, e tu em mim, para que sejam perfeitos em unidade"… Em outras palavras, se Cristo realmente está em nós, significa que temos todas as condições para andarmos em perfeição na unidade através dos relacionamentos. Nesta área o padrão requerido por Deus é a perfeição. Assim sendo, moralmente falando, as motivações que norteiam os nossos relacionamentos devem estar cem por cento purificadas de todo ressentimento, malícia e egoísmo. Esta unidade é tão importante, que Jesus está afirmando que ela é a chave para revelar o salvador ao mundo e também a chave para receber a convicção do amor do Pai: "Para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim, e que os tens amado a eles, como me tens amado a mim”. João 17:23. Podemos definir a unidade como uma chave. Uma chave precisa ser perfeita, caso contrário ela não abre a fechadura. O modelo da chave, cada ranhura, cada detalhe precisa combinar e se adequar ao formato da fechadura. O segredo entre a chave e a fechadura é a compatibilidade, o encaixe preciso, a unidade perfeita.  Uma ranhura a mais, já emperra o processo e a porta continua trancada. É aqui que muitos se vêem diante de uma porta fechada com a chave quebrada dentro da fechadura. Vamos ver através desta chave, podemos romper as barreiras imposta pelo inimigo, fazendo a luz brilhar em lugares escuros e prevalecer sobre a ignorância espiritual imposta pelo príncipe das trevas. A unidade nos trará poder, liberdade e a benção de Deus. Deus Pai, Filho e Espírito Santo são um, aqui neste texto de João 17 Jesus diz que Ele e o Pai São um e a oração dele é para que nós também sejamos um com Ele e o Pai. Assim como Eles são perfeitos na unidade, assim devemos ser com Eles e entre nós. É evidente que se formos um com o Pai, filho e Espírito Santo, seremos também entre nós. Quais são os requisitos para a unidade? Continua… 

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Lutando contra o Declínio na nossa vida ministerial

Gálatas 2:6-16 Neste texto O Apóstolo Paulo está se referindo a Pedro, o apóstolo de maior autoridade na igreja de Cristo. Quais foram as impressões que ele teve naquele tempo de convívio com aquele líder espiritual? 1. A realidade espiritual de Pedro já não era a mesma do passado Alguma coisa havia mudado entre o Apóstolo Pedro do passado e o do presente. O Apóstolo Paulo demonstra decepção ao se referir a ele, como que se já não visse mais nele o referencial que esperava encontrar. Alguns líderes, infelizmente, com o passar do tempo vão perdendo o sal, e se tornam medíocres e superficiais. Eles não se renovam através de novas experiências com Deus e com Sua Palavra. Eles deixam de sonhar e se acostumam com a vida de sempre, achando que não tem mais nada de novo a ser conquistado ou almejado. Eles simplesmente esperam a morte chegar, encarando-a apenas como um livramento para este mundo mal. Precisamos lutar contra a mediocridade e contra a superficialidade. Precisamos buscar um amor ardente pelas coisas que Deus ama, nos identificando com Ele em Sua paixão, para que não nos esfriemos pelo caminho vivendo uma vida sem propósitos e sem sonhos. 2. O ministério do Apóstolo Pedro havia perdido a capacidade de acrescentar algo novo. O Apóstolo Paulo não esperava que o Apóstolo Pedro fizesse alguma alteração no evangelho que ele pregava. Realmente, o evangelho não podia ter nenhum acréscimo nem decréscimo. No entanto, talvez ele desejasse receber do Apóstolo Pedro o que ele mesmo intentou fazer em relação aos romanos: “Porque muito desejo ver-vos, a fim de repartir convosco algum dom espiritual, para que sejais confirmados, isto é, para que, em vossa companhia, reciprocamente nos confortemos por intermédio da fé mútua, vossa e minha.” (Romanos 1:11-12). O Apóstolo Pedro perdeu a oportunidade de deixar uma marca positiva no coração do Apóstolo Paulo, limitando-se a um simples “aperto de mão”, liberando-o em seguida para o ministério aos gentios. O rei Davi, depois de muitos anos longe de seu filho Absalão, limitou-se a se aproximar dele com um beijo no rosto e nada mais. Nenhuma palavra, nenhuma disciplina, nenhum confronto, nenhum conforto e nenhuma restauração. Um beijo no rosto e nada mais. Entre os Apóstolos Pedro e Paulo apenas um “aperto de mão” e somente a recomendação de que se lembrassem dos pobres. Precisamos cuidar do nosso ministério quando começamos a perder a capacidade de acrescentar coisas novas. Ficamos acostumados aos “apertos de mão”, ao “beijo no rosto”, ao culto, à célula, e nada mais. Não avançamos nos relacionamentos, não nos aprofundamos no conhecimento das necessidades dos nossos discípulos, não caminhamos juntos, muitas vezes vamos aos poucos abrindo precedentes deixando alguns discípulos se acostumarem na zona do conforto, na realidade vamos nos cansando e entrando na mesma Zona de conforto. 3. O inimigo chamado Simão, vez por outra, prevalecia sobre o velho Pedro. “Com efeito, antes de chegarem alguns da parte de Tiago, comia com os gentios; quando, porém, chegaram, afastou-se e, por fim, veio a apartar-se, temendo os da circuncisão.” (Gálatas 2:12). Simão era o antigo nome de Pedro, e significa “vara agitada pelo vento”. A inconstância era o maior desafio a ser vencido por ele, tanto é que Jesus fez questão de mudar sua identidade chamando-o de “pequena rocha”. Pedro tinha dificuldades de se posicionar e permanecer firme em suas escolhas. Assim foi diante do desafio de andar sobre as águas, também quando negou Jesus, e agora, diante dos circuncisos e incircuncisos. Diante de uns ele agia de um modo e diante dos outros ele agia diferentemente. Faltava sinceridade em sua postura e por causa disso a verdade do evangelho corria riscos. O velho Simão sempre buscava uma oportunidade para ressurgir e trazer duplicidade de caminho para ele. A brecha para o ressurgimento de Simão sempre estava relacionada ao medo. Medo de afundar nas águas sobre as quais andava, medo de ser crucificado à semelhança de seu Mestre, e agora, medo de ser mal interpretado pelos judeus. O medo nos tira a ousadia e a confiança em Deus, bem como é a causa do fracasso de muitos líderes. Diante do medo revelamos nossas fraquezas mais profundas e, por causa dele, podemos fazer escolhas erradas das quais vamos nos arrepender. Mas com diz em I João 4:18, “No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo. Ora, o medo produz tormento; logo, aquele que teme não é aperfeiçoado no amor.” O líder que ama a Deus, ama as pessoas, ama seu ministério e ama o propósito da sua vida, não temerá a perseguição, os desafios, as críticas, ou até mesmo a morte. Nada o intimidará porque sua motivação maior é o amor. O Apóstolo Pedro viu o declínio de seu ministério quando começou a abandonar a espiritualidade dos primeiros dias, quando perdeu a capacidade de acrescentar coisas novas a outros ministérios, e quando se deixou vencer pelos velhos medos do passado. Entretanto nas cartas de I e II Pedro encontramos o Apóstolo firme e ardente na fé e na perseverança. Muito anos depois ele orienta e exorta os discípulos a viverem em santidade, em temor, em amor, em constante crescimento e ainda revela as razões e as reações que deveremos ter diante do sofrimento imposto por uma geração perversa e distante de Deus. II Pedro foi escrito um pouco antes do seu martírio, 67 d.c. Ele deixou de ser Simão, inconstante,  para ser Pedro, firme e indesistivel. O discipulado na nossa vida nos livra de entrarmos numa rota de desistência ou declínio espiritual, pois somos exortados a mudanças, orientados a vida cristã genuína, confrontados em nosso caráter e motivados a continuar sempre. Por isso é bom sempre fazermos avaliações em nós e também em nossos discípulos para aplicarmos ajustes neles e em nós. Três classes de discípulos que precisam ser identificados e trabalhados para serem ajustados: 1. Aquele discípulo que sempre está distante, não se envolve muito, não dá satisfação, fica sempre na sua, sempre dentro do seu

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