Palavras

Casa estável – Parte I

I Samuel 2:35 Três verdades fundamentais que precisamos buscar 1 Casa Estável Ter uma casa estável significa que a profecia está se cumprindo. Qual o indivíduo neste Planeta que não deseja uma casa firme, onde não apenas a presença de Deus é constante, mas os princípios de Deus estão instalados no caráter do povo que lá vive? Eu tenho a certeza de que a sua casa passará por uma grande transformação. Essa é a hora do Eterno para você e a sua família. Nós temos visto que o nosso Senhor tem pressa para estender a bênção dEle sobre nós, em todos os sentidos. Ter uma casa estável é saber que Deus não mudou a Sua palavra nem o Seu princípio, para que pudéssemos entender qual é a realidade do Reino e como vamos tramitar na questão da vida espiritual para que o nosso ambiente geográfico se torne o melhor ambiente do Planeta. Uma casa estável está relacionada também à permanência do Messias, que estará caminhando conosco, face a face, por todos os dias da nossa vida. O texto de I Samuel 2:35, que lemos é poderoso, porque mostra e retrata algumas novidades que o Eterno quer que trabalhemos, para que vejamos que a bênção dEle é constante sobre a nossa vida e a nossa história. Não temos outra maneira de ensaiarmos esse mover de Deus a não ser vendo que a bênção do Senhor estará vindo sobre as nossas vidas de forma muita clara para abençoar a nós, a nossos filhos e a todos os nossos descendentes. O inimigo não terá direito à nossa família e não entrará na nossa casa, porque ela será chamada casa de oração, será cheia da presença de Jesus e onde a glória de Deus habita. Acredito que, dentro desse processo, viveremos o sobrenatural. E, como já prometido, a bênção do Senhor que não se afasta de nós será constante na geografia onde vivemos. Afinal, já temos visto muitas pessoas usufruindo o sobrenatural e testemunhando que a sua casa mudou radicalmente e que a presença de Deus, além de ser constante, manifesta sinais, milagres, prodígios e maravilhas. Essa será a bênção destilada sobre as famílias que vivem o caráter de Cristo. O Senhor diz que suscitará para Ele um sacerdote fiel, que cumprirá o que está no Seu coração e também aquilo que está na Sua mente. Continua px semana…

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Ser servo para tornar-se grande

Marcos 10: 35 a 45 Recebemos de Deus a incumbência de edificar uma igreja de vencedores, onde cada membro se torna um discípulo discipulador, um ministro da Palavra de Deus, alguém curado, liberto e capacitado e fazendo de cada casa uma extensão da igreja, alargando assim o espaço da nossa habitação. Deus quer que tenhamos o mesmo sentimento que houve em Cristo; Servir com o coração, ser servo! Somos conhecidos como família Penha, uma igreja de relacionamentos. Este texto que lemos mostra-nos mais uma vez como o coração do homem inclina-se para coisas contrárias à vontade de Deus. Tiago e João, dois jovens adultos que  pediram para estarem sentados ao lado de Jesus, não por desejarem estar perto do Senhor, mas por ser aquele um lugar de destaque. O coração daqueles jovens discípulos revelou um desejo por fama e glória, que na verdade existe desde que o pecado contaminou o homem. Às vezes carregamos essas motivações erradas dentro de nós. Esta cobiça pela glória de Deus surgiu primeiramente no coração de um dos seus anjos, o qual ultrajando a autoridade de Deus foi lançado fora da presença do Todo Poderoso, tornando-se o inimigo número um de Deus e de toda a criação. A partir de então este ser chamado Lúcifer passou a instigar o coração do homem com esta mesma sede de poder (que pode até manifestar-se na vida de filhos de Deus como Thiago e João). Quando os discípulos mostraram-se interessados em glória, em posição de destaque, Jesus mostrou-lhes o caminho da cruz, da humilhação, do sofrimento, por amor deles e de toda a humanidade. Jesus veio ao mundo para remover a maldição gerada pelo pecado e o fez entregando-se a morte para que as conseqüências do pecado não mais nos atingissem. Por isso quando alguém crê que Jesus Cristo está vivo e o recebe como seu Senhor e salvador, seus pecados são perdoados, sua vida é salva e restaurada Antes de conquistar tudo isso em nosso favor e ser glorificado como o Filho de Deus, Jesus precisou enfrentar a cruz oferecendo-se em sacrifício em favor de todos nós. O pedido de Thiago e João gerou uma polêmica entre os discípulos, mas Jesus ensinou a eles que no Reino de Deus para se ter autoridade e glória, deve fazer-se servo de todos. Isto pode ser aplicado em todas as áreas da vida e sempre trará bons resultados.  Vejamos alguns exemplos: 1. No lar: Você jovem que pensa em se casar, aqui está o caminho para que tudo de certo. Você que é homem precisa projetar em ser um bom marido que, com amor deve procurar satisfazer sua futura esposa atendendo-a em suas necessidades e sensibilidades, assim você será sempre respeitado e honrado como líder e será também servido por sua futura esposa com alegria. Se você semear, sendo sensível, cuidando dela com amor, honra e respeito, colherá o mesmo dela e em abundância. Veja isso começa agora, se você não respeita, defrauda e não cuida agora, muito menos depois.  Você mulher que pretende se casar e ser feliz, precisa ter o alvo de estar amando, respeitando, honrando e servindo ao seu futuro marido como companheira ao seu lado em tudo, assim você será sempre reconhecida e amada por ele e por seus futuros filhos e estes futuros filhos a verão como autoridade sobre eles. Você será sempre amada, valorizada e acatada pelo seu futuro marido.  Se você traçar limites da Palavra de Deus no seu namoro a partir de agora, ele vai te respeitar e te honrar até o fim da vida.  Para você que é filho e ainda mora com os pais, mesmo no futuro depois de casado ainda deve honrá-los, mas muito mais agora. Você precisa estar obedecendo, honrando e servindo os seus pais, pois isso levará você a ser líder de êxito no reino de Deus e na sociedade, pois Deus derramará unção (capacitação) para sua liderança e te dará vida longa e prosperidade, essa á a primeira promessa a cada um de nós como filhos – Ef. 6:1-3). O que você faz agora refletirá no futuro. 2. No reino de Deus, igreja: como jovens cristãos precisamos servir a Deus com compromisso. É assim que seremos investidos da autoridade do Senhor, podendo assim exercer domínio sobre o mundo espiritual e físico como está escrito em Lucas 10:19: “Eis aí vos dei autoridade para pisardes em serpentes e escorpiões e sobre todo o poder do inimigo, e nada absolutamente vos causará dano”. A Visão em que estamos vivendo hoje como Igreja, é uma visão de serviço onde cada discípulo deve buscar com humildade fazer bem aquilo que esta à sua mão para fazer. Quando um discípulo serve ao seu líder, é porque ele já está sendo servido por ele. Se alguém é discipulador, é porque está servindo seus discípulos, cuidando, ensinando, orientando, orando por eles, protegendo, abençoando, etc. Quando um discípulo serve ao seu líder de coração, está servindo a Deus. O jovem e profeta Eliseu servia a Deus sendo servo de Elias seu discipulador. Não se importe em começar varrendo o ambiente da célula ou lavando a louça após o compartilhar do pão, arrumando as cadeiras, etc., pois estas pequenas tarefas, se feitas com alegria, alegram também o coração de Deus. Somos uma igreja em células e esta visão abre horizontes para nós os jovens na vida espiritual, familiar, sentimental e até profissional, pois somos acompanhados, ministrados nas áreas em que precisamos vencer. Como jovens somos orientados e treinados para sermos líderes, tanto aqui como na vida secular. O mundo ensina a agirmos de forma contraria a Deus, e isso nos leva a derrota e sofrimentos, mesmo que as pessoas não entendam nossa fé e retidão…, como jovens devemos prosseguir em fazer àquilo que sabemos  ser o certo e bom para nosso futuro. A Bíblia nos mostra que quando Davi foi ungido rei de Israel ele estava lavando o curral das ovelhas, servindo e obedecendo aos seus pais. Há pessoas em geral que aspiram sempre

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Passos Fundamentais para o sucesso

 Para aumentar sua produtividade e alavancar a sua carreira é preciso estar sempre revendo conceitos, adaptando-se ao novo, procurando novas possibilidades de melhorias. Vivemos boa parte de nosso tempo retorcendo o passado, preocupados com o futuro e vivenciando e investindo muito pouco no presente. Pense: quanto tempo faz que você não para refletir sobre o presente…? É no presente que nos acertamos com o passado e preparamos um futuro melhor. É no presente onde tudo acontece para que um futuro de êxito seja estabelecido. Vamos ainda em 2019 criar hábitos de sempre: 1. Focar no positivo. Tudo na vida tem dois lados: o positivo e o negativo, a verdade e a mentira, o certo e o errado, a fidelidade e a infidelidade, etc. Os pensamentos levam à ação, e pensamentos de fé levam-nos a atos de fé, pensamentos positivos levam-nos a atos positivos. Pense em sua vida. Você é daqueles que valorizam suas conquistas, sejam elas pequenas ou grandes, ou fica sempre reclamando e achando que não vai conseguir. Procure transformar em novas oportunidades fatos que a princípio lhe parecem adversos. Lembre-se: os vencedores são pessoas de fé, que agem baseados naquilo que crê, Ter fé é ser otimistas por natureza. 2. Aja com entusiasmo. “Ter Deus dentro de si agindo”. O entusiasmo é contagiante. Fidelidade atrai fidelidade, alegria atrai alegria, felicidade atrai felicidade, e sucesso atrai mais sucesso. Precisamos ser inegociáveis, buscar ter competência, conviver com todo tipo de pessoa sem perder as características de Cristo, ter caráter santo, ter técnica e paixão por aquilo que faz. 3.  Não julgue ninguém e nem aja precipitadamente. Evite rotular pessoas ou situações. Nunca ouça somente uma opinião ou tire conclusões precipitadas. Você poderá estar cometendo uma grande injustiça, criando um ambiente negativo na igreja, célula, em sua casa, ministério ou no trabalho. Ninguém, é independente ou auto suficiente. Conflitos fazem parte da vida das pessoas e para nós que conhecemos a verdade, tudo isso é um processo de aperfeiçoamento, conflitos é para ser identificados e vencidos. A melhor forma de resolver um conflito é indo direto à sua fonte, na sua raiz.  4. Seja empático. Empatia significa colocar-se espiritualmente, emocionalmente e psicologicamente no lugar do outro. Procure ampliar sua visão. Veja a situação com os “olhos do outro”. Faça esta experiência. Antes de tomar uma decisão, procure ver como ela afetará o outro ou a sua equipe, as relações entre eles, os companheiros e aqueles a quem você estiver acompanhando. Que tal aprender a ouvir? Já reparou que ouvir é diferente de escutar. 5. Fale e ensine sempre a verdade, fale com propriedade, sem falar tolices e bobeiras na hora errada, fale menos e faça mais. Os verdadeiros líderes de êxito são homens e mulheres que falam apenas o suficiente e ouvem com atenção aquilo que realmente é necessário para que a cura e a restauração aconteçam. Não seja de muitas palavras e de pouca ação. Um exemplo vale mais do que mil palavras. O padrão do mundo é competição, e o nosso padrão como igreja de Cristo em células é unidade, é inovação, estratégia, criatividade, ousadia, coragem, atitude de amor e compaixão.  Faça mais, crie mais, estude mais, leia mais, e inove mais. Crie estratégias para ganhar as pessoas levando-as a crescerem em Cristo.  6. Pergunte sempre: isso agrega valor? Acredite, existem determinadas situações que vivemos que nos roubam muito tempo. É incrível a quantidade de situações que preenchem a nossa vida e não agregam muito pouco ou nada, para pouco ou nada servem a não ser nos tirar da rota de Deus para nossa vida. 7. Aprenda a se automotivar. Temos quatro grandes fontes de automotivação. São elas: Você mesmo com suas atitudes firmadas na sua fé em Deus e Sua Palavra; Pessoas à sua volta. Escolha bem as pessoas com quem você anda; Seu mentor, se ele for um líder incomum, você também o será; Sua situação espiritual e emocional. Se você estiver integrado e aliançado, você estará motivado, caso contrário a brasa se apaga. Enfim, procure estar motivado e disponibilize esta fonte de motivação aos seus discípulos e companheiros de ministério. 8. Prepare sucessores. Quer crescer? Então contribua para o crescimento de outras pessoas. Faça discípulos, ajude outras pessoas a terem êxito. Esta é a melhor forma de crescer espiritualmente, ministerialmente, emocionalmente, pessoalmente e profissionalmente. 9. Compartilhe o sucesso. Sempre deixe claro que a razão de seu sucesso deve-se a ação de Deus e ao trabalho e apoio de sua equipe. Não existe nada pior do que fazer com que os outros não se sintam reconhecidos. Infelizmente, nos dias de hoje, este é um dos aspectos mais falhos que existem no ambiente eclesiástico, corporativo e organizacional. Lembre-se sempre do exemplo do Guga, quando ganhou a final do torneio de Masters, em Lisboa. Em seu discurso, o atleta agradeceu, entre outros companheiros de trabalho, aos catadores de bolinhas e às cozinheiras do torneio. Conscientize-se, portanto, de que reconhecimento, é tão bom quanto uma boa remuneração. Nunca se esqueça: não é preciso ser um grande líder, ou dono, diretor ou gerente para fazer um elogio, todos na equipe são importantes, sorrir ou simplesmente dizer “muito obrigado”. Jesus agradeceu as sete igrejas da Asia menor pelo seu trabalho, o Apóstolo Paulo fez o mesmo com seus discípulos. 10. Valorize a ética e também a cidadania. Devemos ser fiel a Deus sendo leal aos nossos líderes e discípulos, mesmo nos momentos mais difíceis, devemos vestir a camisa e apoiar. Ajude a sua igreja andando junto e aliançados com seus líderes para ganhar e preparar discípulos e líderes de êxito, e também ajudando a formar profissionais para encontrarem espaço no mercado de trabalho. Devemos ajudar e incentivar nosso cônjuge, família, igreja e discípulos a colocar em prática os projetos de crescimento e estruturação, também os programas sociais. Envolva-se, participe, seja ativo. No amor de Cristo

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Jesus centro da vida

Mateus 27:11-26 Esta foi a pergunta de Pilatos aos judeus por ocasião da condenação de Jesus à morte. Pilatos tinha que decidir sobre o que fazer de Cristo e sabemos que ele optou pela crucificação! A vida é feita de decisões. Somos escravos da nossa liberdade. Somos obrigados nesta noite a tomar uma decisão. Na questão reino de Deus e reino do diabo não como ficarmos Neutros, alias ficar neutro é uma decisão. Quem não é por Cristo é contra Cristo. A indecisão é uma decisão. A indecisão é a decisão de não decidir. Em relação ao evangelho os indecisos decidem-se contra Cristo. Pilatos passou para a história como um homem covarde, que tentou se esquivar de tomar a mais importante decisão de sua vida. Ele foi convencido da verdade, mas não teve  coragem de assumir a verdade. Ele foi confrontado por Cristo, mas a despeito de ter conhecido a verdade, negou a Cristo e o entregou para ser crucificado. Porém um pouco antes de ser condenado o Jesus o Mestre surpreendeu a Pilatos com esta revelação: “Nenhum poder terias contra mim, se de cima não te fosse dado; mas aquele que me entregou a ti maior pecado tem.” (João 19.11) Jesus foi sacrificado como um cordeiro. Exatamente porque nele se concentra todo o significado da páscoa. O que aprendemos com Pilatos é que não adianta estar na presença de Jesus com uma atitude vacilante e indefinida. A indecisão leva à perdição! Pilatos esteve tão perto de Jesus e perdeu-se para sempre! Não deu ouvido a Jesus… Como nós responderemos hoje à pergunta, que farei de Jesus? Do jeito errado negando, traindo, acoitando, perseguindo, “lavando as mãos” etc.). Ou do jeito certo abrindo o coração e reconhecendo a Jesus como nosso único e suficiente Senhor e Salvador? Os reinos de Pilatos, do imperador César se acabaram, mas o Reino de Jesus Cristo permanece crescendo e para sempre! De fato, três dias depois da ressurreição de Cristo dentre os mortos. O Apóstolo Pedro testificou a respeito disto em Jerusalém: “Deus ressuscitou a este Jesus, do que todos nós somos testemunhas.” (Atos 2.32) Em Atos 2.36 O Apóstolo Pedro enfatiza o senhorio de Cristo: “Saiba, pois, com certeza toda a casa de Israel que a esse Jesus, a quem vós crucificastes Deus o fez Senhor e Cristo.” Cristo está vivo e continua operando maravilhas através de sua igreja. Novamente o Apóstolo Pedro testemunha diante das autoridades de Israel sobre a cura de um paralítico: “Seja conhecido de vós todos, e de todo o povo de Israel, que em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, aquele a quem vós crucificastes e a quem Deus ressuscitou dentre os mortos, em nome desse é que este está são diante de vós.” (Atos 4.10) O Apóstolo João também testificou: “E vimos, e testificamos que o Pai enviou seu Filho para Salvador do mundo.” Em pleno século 21 temos o mesmo desafio de Pilatos: O que faremos com a mensagem de Jesus, chamado Cristo? Esta pergunta vem ecoando ao longo dos séculos. Esta mensagem acerca de Jesus vem sendo pregada em todo o mundo, uns aceitam, zombam e outros permanecem indiferentes, mas a ordem de Cristo permanece: “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.” (Marcos 16.16) Pilatos desperdiçou sua grande e única oportunidade de salvação. Hoje da mesma forma contemplamos as obras do Cristo ressuscitado. Desde a sua ressurreição tem-se visto muitas vidas transformadas através de pregação de sua Palavra. Você já foi impactado pela mensagem do Rei? Como tem reagido a ela? Pilatos passou para a eternidade sem reconhecer o senhorio de Cristo. Hoje estamos diante da mesma situação, a diferença é que podemos fazer uma escolha bem diferente da de Pilatos e Deus nos mostra esta grande necessidade: “Porque foi para isto que morreu Cristo, e ressurgiu, e tornou a viver, para ser Senhor, tanto dos mortos, como dos vivos.” (Romanos 14.9) E chegará o dia que todo joelho se dobrará perante Ele governadores, reis, imperadores, ministros, presidentes, e toda língua confessará que Jesus Cristo é o Senhor. Fp 2.10. Quem é Jesus? Em Colossenses 2:12-20 e Timóteo 2:3-6.

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Dia dos pais

Êxodo 40:12-13; Josué 24:14, 15 O mundo está comemorando o Dia dos Pais. Mais uma vez, como no Dia das Mães. Você já parou para pensar qual o presente que mais agradaria seu pai? Não só nessa data, mas, em todos os dias do ano, o que faria seu pai feliz? Aqui em Êxodo Deus escolheu um pai e seus filhos para serem Seus sacerdotes, para que estivessem consagrados a Ele e cuidassem do Seu tabernáculo. Toda a consagração que foi feita com o pai, também foi feita com seus filhos. As roupas feitas para o pai e todos os seus adereços foram feitas, igualmente para os seus filhos. O que vamos entender com isso? Que a mesma unção e legado que está sobre o pai está, também, sobre os filhos. Você é filho, você tem um pai e a vida desse pai influencia diretamente a sua vida. Quantas vezes saímos de casa aborrecido com nosso pai? Quantas noites fomos dormir triste por alguma coisa que nosso pai fez ou falou para nós? E o nosso pai? Quantas vezes ele ficou aborrecido com as nossas desobediências, com a nossa falta de atenção, com a nossa preguiça de estudar, com a nossa falta de cuidado com as coisas de casa ou que ele comprou para nós? Quantas vezes honramos e quantas vezes desonramos? Como filhos segundo Efésios 6:1, devemos honrar aos nossos pais, pois isso agrada a Deus e nos torna possuidores das honras e das bênçãos que, por herança, o Senhor prometeu aos pais. Deus disse em Malaquias 1:6: O filho honra o pai e o servo ao seu senhor, se Eu sou seu Pai, onde está a minha honra. Então, vamos agradar ao coração de Deus vivendo e cumprindo a Sua palavra todos os dias do ano e não somente uma vez por ano como fazem no Dia dos Pais, amém? Romanos 8:14 diz: “Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus.” A Bíblia diz que quem é filho de Deus é guiado por Ele. O filho é aquele que se deixa guiar porque aceita ser discípulo, ser ensinado, ser cuidado. Sabemos que há diferença de um filho para o outro. Um é mais manso, outro mais bravo; um é mais atencioso, outro desatento; um mais amoroso, outro arisco e assim por diante. Normalmente, o pai tende a estar mais perto do filho mais manso, atencioso, amoroso e que se aproxima mais. Isso não representa, portanto, que esse seja o filho mais amado, mas pode representar o filho que prefere mais a sua companhia. Assim como ocorre na família, de filhos preferirem mais a companhia do pai, de igual modo ocorre com Deus. Deus não tem filhos prediletos, mas têm filhos que preferem mais a Sua companhia, amam a Sua presença. Estes oram mais e, consequentemente, são mais abençoados. Em qualquer lugar que formos, sempre haverá pessoas que são mais sociáveis que as outras. As pessoas mais sociáveis gostam de estar mais próximas. Nas células, por exemplo, encontramos discípulos que buscam mais a companhia do líder, fazem tudo para estar sempre perto. E, se há uma oportunidade para desfrutar da companhia do discipulador, não a deixam escapar. Eles provam que amam estar perto por causa das atitudes que têm. Também é uma verdade que nas células há alguns discípulos que quando encontram o líder, é para dar uma alfinetada, falar sobre algo que não estão gostando, reclamar… Existem filhos e discípulos em todo lugar que vivem insatisfeitos com tudo. Por tudo isso, é pertinente afirmar que há diferença de filhos para filhos, de discípulos para discípulos. São filhos? Sim. São discípulos? Todos afirmam ser. A questão é que as atitudes são diferenciadas e somos denunciados no comportamento. O nosso desejo deve ser o de parecer com o Pai, já que somos filhos. Jesus disse em João 14:9: aquele que vê a mim, vê o Pai. Isto é, O filho é parecido com o Pai. Há tanta gente desejando ser parecida com outras pessoas, porque tem medo de ser quem são. Se o nosso pai ainda não se converteu e ainda não é modelo…, nós temos alguém muito especial com quem devemo-nos parecer: o Pai Celestial, Ele é o nosso primeiro modelo. A bíblia diz que seremos transformados a imagem do Filho, pois Ele, Jesus, é o modelo para que todos os outros filhos sejam parecidos com o Pai Celeste, podemos se quisermos, como lideres, sermos este referencial aqui na terra. Por outro lado, quando chega esse dia, nós pais precisamos refletir sobre o nosso papel na família, qual direção e destino devemos dar, aonde precisamos chegar para que nossa esposa e filhos também possam chegar. É fácil trazer nossos filhos até aonde chegamos, mas é difícil leva-los além da onde estamos, isto denuncia que precisamos continuar crescendo e avançando no conhecimento de Deus! Josué disse no capítulo 24:15: Eu e minha casa serviremos ao Senhor. Isto denúncia qual deve ser nossa postura na família, devemos servir ao Senhor colocando-o em primeiro lugar, observarmos Seus princípios e com diligencia, ensinar nossos filhos e toda a família. Ensinar falando e principalmente vivendo na prática, ensinando no caminho sabendo que o dia do Senhor se aproxima e que mais do que nunca, precisamos ser modelos, assumindo nosso papel sacerdotal! É um privilégio ter este legado, ser pai é divino, foi uma ideia divina! Feliz dia dos pais!!! Ap. Eliezer

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O poder da fé

Marcos 11:20 a 26  No caminho de Betânia para Jerusalém, Jesus procurou frutos num pé de figos e não encontrando frutos a sentenciou dizendo: “Nunca jamais coma alguém fruto de ti”. Na manhã seguinte passando eles por aquele lugar viram que a figueira secara do alto até a raiz e muito se admiraram, entre eles estavam os doze de Jesus. Jesus não fez aquilo por maldade, mas para demonstrar o poder da fé. Ele o fez para mostrar que se crermos no poder de Deus, em nada duvidando, aquilo que determinarmos em oração será realizado. Se crermos no Deus Criador, no Todo Poderoso, através do seu Filho Jesus então nossa fé se torna um canal de poder e nossa boca adquire poder de vida e de morte. Quando no vs. 23 Jesus fala de removermos montanhas (superar grandes dificuldades, livrar-se de grandes obstáculos), ele diz que três condições são necessárias: 1o. Dizer à dificuldade que desapareça: pela oração podemos determinar todas as coisas, pois é promessa de Deus que a oração do justo move a poderosa mão de Deus. 2o. Não duvidar no seu coração: depois que oramos por algo às vezes somos assaltados pela dúvida e pensamentos de que Deus não nos ouviu, ou de que não merecemos o que pedimos. (Estes pensamentos de dúvida vêm do maligno que quer roubar a nossa fé). 3o. Crer que se fará o que se diz: Preste atenção no tempo do verbo: se fará o que se diz (está no presente) e não o que se disse. A terceira condição é seguir declarando aquilo que foi determinado em oração (ex: se foi feita uma oração por cura, então quem recebeu aquela oração deve seguir dizendo em todo tempo: estou curado, estou curado, até que a cura se manifeste de forma visível ou sensível. Muitas pessoas pedem algo à Deus ou recebem a oração de alguém por algo específico e logo depois anulam o efeito daquela oração, liberando palavras de sentido contrário ao que se pediu. No vs. 24 Jesus afirma: tudo quanto em oração pedirdes, creia que recebestes, e será assim convosco. A palavra de Deus é fiel e poderosa, por isso nossa fé deve firmar-se nela e crer que não há impossíveis quando oramos e mantemos a confissão de nossa fé. Qualquer problema por mais grave que seja pode ser resolvido, desde que façamos conforme o ensino da figueira (três condições), mas há ainda uma última condição para que este processo funcione e produza milagres. A condição que pode anular tudo que foi prometido anteriormente é existir alguma mágoa no coração, por isso, no vs. 25, Jesus dá uma “ordem” que é: perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém (contra qualquer pessoa). Corações que contém mágoa ou ódio contra alguém, não podem ser canais do poder de Deus. Mágoas impedem a ação do Espírito Santo, por isso é necessário antes de orar para pedir algo, sondar o coração e verificar se há contra pai, mãe, ex-marido, ex-esposa, atual marido, atual esposa, filhos, parentes, amigos, sócios, alguma mágoa ou ressentimento. Mágoas e falta de perdão são uma fonte de infelicidade, dores e enfermidades e podem também impedir que Deus nos perdoe, como explica o vs. 26: se não perdoardes, também vosso Pai Celestial não vos perdoará as vossas ofensas. O perdão é o que nos aproxima de Deus e nos dá acesso as suas bênçãos. Tamanha é esta verdade, que Deus precisou enviar Jesus (seu único filho) ao mundo para que através de sua morte na cruz, os homens pudessem ser perdoados e reconciliados com Deus (o Pai). Deus quer que o perdão que recebemos Dele através de Jesus possa ser liberado sobre todos que nos ofenderam, como está escrito: o que de graça recebestes, de graça dai.  O perdão não é um sentimento e sim uma declaração diante de Deus, (do tipo: eu perdoo – dizer o nome da pessoa – e abençoo em nome de Jesus. Prática: 1). Levar cada um a refletir se tem alguma mágoa contra alguém. Dê algum tempo para pensarem e declare que o Espírito Santo vai revelar a eles pessoas que precisam ser perdoadas. 2). Após identificarem as pessoas, coloque uma música de fundo (não muito baixa para que as pessoas possam orar sem timidez) e diga que todos orem declarando perdão para aqueles que o Espírito Santo lhes mostrou. 3). Após a oração dos discípulos, orar por todos determinando que seus corações sejam limpos de toda mágoa, suas almas curadas e seus pedidos de orações, por mais impossíveis que pareçam, se realizem em nome de Jesus! Depois da Ceia Levar os visitantes a receberem Jesus como seu único Senhor e Salvador. Deus os abençoe, amamos vocês,  

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Nossa responsabilidade como líderes espirituais.

Mateus 5 : 14 a 16 Graças às infinitas misericórdias de Deus, fomos tirados do meio de uma geração corrompida e perversa. Geração da qual o Senhor se compadece, a ponto de nos ungir, para que sejamos luz no meio dela. Cada pessoa que é resgatada por Cristo, recebe de forma automática, a responsabilidade de iluminar este mundo com a luz do evangelho. O mundo, que jaz em desespero e sofrimento por conta do pecado, não tem como ser mudado, a não ser pela transformação espiritual de cada pessoa, ou seja, só conseguiremos mudar o mundo, se conseguirmos mudar pelo poder de Deus, cada pessoa que há nele. Esta responsabilidade não é dos intelectuais, nem dos governantes, nem tampouco dos jovens, mas sim de cada um dos discípulos de Jesus na Terra. Se somos discípulos, então saibamos que que Deus nos deu poder para mudar o mundo a nosso redor. Cada pessoa chamada para ser discípulo (a), se abraçar o chamado, é revestido de autoridade para ganhar e discipular a outros. Discipular significa levar, de forma espiritual, cada pessoa a conhecer a Cristo e viver segundo os princípios de sua Palavra, o que representa a mudança de mente e conduta, de toda uma geração. O Senhor nos adverte de que não podemos nos esconder, nem nos omitir desta responsabilidade, pois Ele a confiou especificamente a nós. (a sua Igreja ). Mudar uma geração tão deformada (rebelde, alienada, violenta) parece algo impossível, mas será feito, porque conosco está o Poder de Deus. Todo êxito do nosso trabalho será estabelecido no Sobrenatural. Não devemos olhar para o tamanho da dificuldade e sim para nós mesmos, vigiando e buscando ver, se brilha em nós a luz do Senhor. Não somos fontes geradoras de luz, mas refletoras da luz de Cristo. Como poderei iluminar a outros, se eu mesmo estiver apagado, como transformarei a outros, se eu mesmo não me deixo transformar. Nosso êxito como líderes, está em sempre nos examinarmos a luz do Espírito Santo, pois esta é a condição colocada por Cristo para que haja Aliança (que é sinónimo de vitória). Em 1 Co. 11: 28 diz: Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma do pão e beba do cálice. Examine-se porque isto te prepara para entrar em Aliança (arrependimento), e se você entrar em Aliança, sua vitória será certa. Para que nossa Aliança com Deus seja perfeita, devemos estar sempre nos avaliando e buscando gerar em nós o Homem Perfeito que é Cristo. Devemos continuamente lutar por santificação, pois esta é a condição para vermos ao Senhor, agindo aqui em nossas vidas e também na Vida Eterna. Hb. 12 i 14 diz: Buscai a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor. Você já viu lideranças que estagnam? Ou pior ainda, você já viu pessoas que retrocederam? Com certeza. Sabe o que aconteceu com estes líderes? Deixaram de vigiar, de orar e examinar-se. Sem que percebessem, entrou a acomodação, ou desânimo, ou a indiferença, a incredulidade. O pecado vem por sutilezas e o diabo gosta de cirandar. Antes que alguém possa cair, muita coisa tem que acontecer, porém há pessoas que não caem, mas seu brilho desvanece, seus rostos param de resplandecer, como aconteceu com Moisés. São líderes que ficam sem unção, sem sonhos, sem entusiasmo naquilo que estão fazendo. Moisés colocou um veu no rosto para os discípulos não perceberem que a luz, o brilho e a glória tinha desvanecido, não podemos perder a luz de Cristo em nós, pelo contrário, precisamos manter essa luz crescente para que as pessoas lá fora sejam alcançadas. Essa luz fala do nosso testemunho de vida, nosso estilo e forma de viver, nossa expressão de fé. Como líderes assim poderão atrair pessoas e contagiá-las, mostrando a elas quanta alegria existe em servir ao Senhor? Outro fato que como líderes não podemos esquecer, é de que somos o padrão dos fiéis, a forma que dará forma espiritual a muitas gerações depois de nós. Seremos mais zelosos com nosso testemunho pessoal, se nos conscientizarmos de que estamos gerando uma multidão igual a nós, afinal, está escrito: cada semente produz segundo sua própria espécie e atenção, porque esta é uma lei divina, universal, imutável e irrevogável. Reflita: Você gostaria de ter uma multidão de discípulos que: Faltassem frequentemente as suas convocações? Fossem preguiçosos quanto à oração? Fossem inconstantes e desorganizados? Fossem desrespeitosos com horários? Fossem autossuficientes e obstinados? Que estão sempre com cara de cachorro São Bernardo ( óh céus, óh vida, óh dor)? Mais reclamam do que elogiam? São sonegadores de dízimos, ofertas e primícias? Falam, falam, mas nunca fazem o que prometem? Sempre na hora H, falham, e depois aparecem com uma desculpa (o carro quebrou, meu cachorro morreu, minha mulher me chamou)? Sei que você deve estar dizendo, Deus me livre!!!, mas melhor que se benzer ou dizer, tá amarrado!!! É você vigiar para como líder, não fazer nenhuma destas coisas. Aquilo que eu for e fizer, será a legalidade aberta no mundo espiritual, para a formação de um povo que terá o meu caráter e o meu comportamento. Lembre-se das palavras do Senhor Jesus: Aquilo que quereis que os homens vos façam, fazeis vós a eles. Isto nos alerta para sermos flexíveis com os discípulos e mais exigentes com nosso próprio testemunho, pois nossa chamada é restaurarmos uma geração e iluminarmos este mundo, que está em trevas. Quando pregamos a Palavra, chamamos a atenção dos filhos de Deus, mas o que produz atração, identificação e permanência, é o fato de as pessoas nos olharem e verem Jesus refletido em nós. (As pessoas estarão sempre procurando ver Jesus em você). Para que um espelho possa refletir com nitidez e fidelidade uma imagem, ele precisa ser plano, sem deformidades, manchas ou trincas. De igual maneira, se queremos refletir a luz de Cristo, precisamos nos avaliar sempre, tendo como parâmetro a Palavra de Deus e o permanente e doce, balizamento do Espírito Santo. Se formos achados nesta

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Um novo mandamento

Marcos 12:28-33 Jesus nos ensina muitas lições preciosas nos evangelhos, mas, por muitas vezes, Ele focou no amor. Neste tema ele falou sobre três aspectos fundamentais. No antigo Testamento a lei estabelecida dizia. Olho por olho e dente por dente. Era a posição do revide, da retaliação, do troco, da vingança. Era amar o amigo e odiar o inimigo. (Este ainda é o padrão do mundo). Mas mesmo com esta lei em vigor Deus estabeleceu dois mandamentos que cobria toda a lei e os profetas, mas eles não viam, pois sempre focavam na vingança, no padrão carnal. (Deuteronômio 6:4,5; Levítico 19:18). Aqui aparecem os dois níveis deste amor que Jesus usou falou, estes substituíram os 10 mandamentos, só é possível amar este nível com a ajuda do Espírito Santo.: Primeiro: Amar a Deus de todo coração, de toda alma, entendimento e de toda força(…) Segundo: Amar o próximo como a ti mesmo (…) Esse segundo nível em amar o próximo como a si mesmo  implica em duas coisas. Primeiro, se não amamos a nós mesmos não podemos nos relacionar bem com os outros. Se não amamos o projeto não amaremos o projetista. Se não gostamos da criatura vamos rejeitar o Criador. Também, quando deixamos de amar a nós mesmos, teremos dificuldade de amar de forma madura o nosso próximo, porque o amor-próprio é base e referencial desse amor. Não devemos colocar-nos em primeiro lugar e o outro em segundo, mas no mesmo nível. Amar o próximo como a nós mesmos envolve amar os nossos inimigos e orar em favor daqueles que nós persegue…, pois disse Jesus que se eu orar e amar apenas as pessoas que me amam, não estaria fazendo nada de especial, não haveria honra nisso, pois qualquer um faria isso… Mas agora, Jesus vai a um terceiro nível, João 13:34-36. Amar como Ele nos amou. Quais são as características desse amor? Primeiro esse amor é um amor perseverante. Segundo é um amor que serve com humildade. Terceiro, é um amor que busca a santificação da pessoa amada. É um amor que visa a felicidade da pessoa amada. Finalmente é um amor sacrificial. Tudo isso é visto no capítulo 13 de João. Jesus amou-nos mais do que a Si mesmo. Ele não poupou a Sua própria vida. Ele se deu por nós, por amor. Por isso, é um novo mandamento. Jesus passa a falar sobre um novo modelo. “Que vos ameis uns aos outros, assim como Eu vos amei.”  O amor de Cristo É um amor voluntário. É um amor sem reservas. É um amor serviçal. É um amor regado de compaixão. É um amor não apenas de palavras ou intenções, mas um amor prático e efetivo. Devemos amar não apenas de palavras. Devemos amar ardentemente. Devemos amar com obras. Devemos investir no outro, sem esperar recompensa. Devemos amar aqueles que não podem nos recompensar. Devemos dar com alegria. Devemos dar-nos a nós mesmos antes de darmos alguma coisa que temos. Devemos ajudar, socorrer, animar, acolher, abençoar. Esse amor não discute quem é o maior ou o mais importante. Jesus corrige a intenção de ser visto, de ser reconhecido, de ser promovido. Jesus mostra que o verdadeiro amor se despoja, se entrega, para servir até aqueles que nos aborrecem. Devemos aprender a amar como Jesus amou. O amor é o maior dos mandamentos. O amor é o dom superior. O amor é a maior das virtudes. O amor é prova insofismável da maturidade cristã. Jesus passa a falar sobre um novo resultado. “Nisto todos conhecerão que sois Meus discípulos, se tiverdes amor uns pelos outros.” Nosso discipulado é autenticado não apenas pela defesa da fé, mas pelo amor. O mundo vai conhecer-nos não apenas pela nossa doutrina cristã, mas pelo nosso amor. Não pela nossa liturgia, mas pelo nosso amor. Não pelos nossos dons espirituais, mas pelo nosso amor. O amor é um argumento invencível. Veja isso: Amar a Deus acima de tudo, amar o próximo se relaciona a qualquer a pessoa que esteja no mundo, agora amar com Cristo nos amou fala da igreja, do amor que precisa existir entre nós! (…). O amor silencia a voz dos críticos, destrói os argumentos dos céticos. O amor produz respeito, atrai a simpatia das pessoas e prepara o terreno para que as pessoas conheçam o Evangelho de Cristo. Se quisermos alcançar o mundo para Cristo; se quisermos ver nossa Igreja crescendo, precisamos amar uns aos outros, assim como Cristo nos amou. Esse é o nosso desafio. Essa é a nossa missão. Essa é o nosso testemunho de que de fato servimos a Cristo, esse é a nossa forma de provar a nossa fé, esse é o nosso testemunho cristão, esse é um sinal infalível das marcas de Cristo em nós, esse é um sinal inequívoco de que somos de fato discípulos de Jesus, o Cristo! Ap. Eliezer

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O poder da fé

Marcos 11:20 a 26  No caminho de Betânia para Jerusalém, Jesus procurou frutos num pé de figos e não encontrando frutos a sentenciou dizendo: “Nunca jamais coma alguém fruto de ti”. Na manhã seguinte passando eles por aquele lugar viram que a figueira secara do alto até a raiz e muito se admiraram, entre eles estavam os doze de Jesus. Jesus não fez aquilo por maldade, mas para demonstrar o poder da fé. Ele o fez para mostrar que se crermos no poder de Deus, em nada duvidando, aquilo que determinarmos em oração será realizado. Se crermos no Deus Criador, no Todo Poderoso, através do seu Filho Jesus então nossa fé se torna um canal de poder e nossa boca adquire poder de vida e de morte. Quando no vs. 23 Jesus fala de removermos montanhas (superar grandes dificuldades, livrar-se de grandes obstáculos), ele diz que três condições são necessárias: 1o. Dizer à dificuldade que desapareça: pela oração podemos determinar todas as coisas, pois é promessa de Deus que a oração do justo move a poderosa mão de Deus. 2o. Não duvidar no seu coração: depois que oramos por algo às vezes somos assaltados pela dúvida e pensamentos de que Deus não nos ouviu, ou de que não merecemos o que pedimos. (Estes pensamentos de dúvida vêm do maligno que quer roubar a nossa fé). 3o. Crer que se fará o que se diz: Preste atenção no tempo do verbo: se fará o que se diz (está no presente) e não o que se disse. A terceira condição é seguir declarando aquilo que foi determinado em oração (ex: se foi feita uma oração por cura, então quem recebeu aquela oração deve seguir dizendo em todo tempo: estou curado, estou curado, até que a cura se manifeste de forma visível ou sensível. Muitas pessoas pedem algo à Deus ou recebem a oração de alguém por algo específico e logo depois anulam o efeito daquela oração, liberando palavras de sentido contrário ao que se pediu. No vs. 24 Jesus afirma: tudo quanto em oração pedirdes, creia que recebestes, e será assim convosco. A palavra de Deus é fiel e poderosa, por isso nossa fé deve firmar-se nela e crer que não há impossíveis quando oramos e mantemos a confissão de nossa fé. Qualquer problema por mais grave que seja pode ser resolvido, desde que façamos conforme o ensino da figueira (três condições), mas há ainda uma última condição para que este processo funcione e produza milagres. A condição que pode anular tudo que foi prometido anteriormente é existir alguma mágoa no coração, por isso, no vs. 25, Jesus dá uma “ordem” que é: perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém (contra qualquer pessoa). Corações que contém mágoa ou ódio contra alguém, não podem ser canais do poder de Deus. Mágoas impedem a ação do Espírito Santo, por isso é necessário antes de orar para pedir algo, sondar o coração e verificar se há contra pai, mãe, ex-marido, ex-esposa, atual marido, atual esposa, filhos, parentes, amigos, sócios, alguma mágoa ou ressentimento. Mágoas e falta de perdão são uma fonte de infelicidade, dores e enfermidades e podem também impedir que Deus nos perdoe, como explica o vs. 26: se não perdoardes, também vosso Pai Celestial não vos perdoará as vossas ofensas. O perdão é o que nos aproxima de Deus e nos dá acesso as suas bênçãos. Tamanha é esta verdade, que Deus precisou enviar Jesus (seu único filho) ao mundo para que através de sua morte na cruz, os homens pudessem ser perdoados e reconciliados com Deus (o Pai). Deus quer que o perdão que recebemos Dele através de Jesus possa ser liberado sobre todos que nos ofenderam, como está escrito: o que de graça recebestes, de graça dai.  O perdão não é um sentimento e sim uma declaração diante de Deus, (do tipo: eu perdoo – dizer o nome da pessoa – e abençoo em nome de Jesus. Orientação  Após a oração dos discípulos, orar por todos determinando que seus corações sejam limpos de toda mágoa, suas almas curadas e seus pedidos de orações, por mais impossíveis que pareçam, se realizem em nome de Jesus! Deus os abençoe, amamos vocês,

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Santificados e Blindados por Deus

I João 5:19,19  Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive em pecado, antes Aquele que nasceu de Deus o guarda, e o maligno não lhe toca. Sabemos que somos de Deus e que o mundo inteiro jaz no maligno. Este estudo visa nos conscientizar o quanto importa vivermos em santidade, para que estejamos a salvo das investidas do maligno, e em condições de cuidar adequadamente, das vidas confiadas a nós. Ocuparmos a posição de líderes espirituais, bem como, exercer a função pastoral, fala de estarmos fortalecidos para protegermos o rebanho, e resistirmos aos ataques de inimigos espirituais. Em 1 Samuel 17:33 quando o rei Saul desqualificava Davi como guerreiro, alegando não ter este, condições de enfrentar o gigante Golias, Davi disse: “Teu servo apascentava as ovelhas de seu pai, quando veio um leão ou um urso e tomou um cordeiro do rebanho, eu saí após ele, e o feri, e livrei o cordeiro da sua boca, levantando-se ele contra mim, agarrei-o pela barba, e o feri, e o matei. Este incircunciso filisteu será como um deles, porquanto afrontou os exércitos do Deus Vivo”. No ministério sempre haverá o perigo de ataques, de inimigos internos e externos, e contra tudo isto, nossa blindagem espiritual é nossa santidade. Como está escrito em 1 Jo. 5:18, aquele que vive em santidade, o maligno não lhe toca! Vejamos os exemplos de inimigos internos: Ex. 1: SI. 55:2 a 16 (ler) Ex. 2: Lc. 22:47 e 48 (ler) Agora alguns exemplos de inimigos externos: Ex. 1: Jz. 6:1 a 4 (ler) Ex. 2: 2 Cr. 32:1 e 2 (ler) Neste último texto, a expressão: “fizeram os filhos de Israel, o que era mau perante os olhos do Senhor, por isso o Senhor os entregou nas mãos dos midianitas por sete anos”, deixa claro que nossos pecados, dão legalidade para que os inimigos encontrem oportunidade para nos atacar. A Bíblia diz no Salmo 34:7: “O Anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem e os livra”, e também em 1 Pedro 5:8: “Sede sóbrios e vigiai, porque o diabo vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão e procurando a quem possa tragar”. Quando pecamos (conhecendo a verdade), anulamos a ação do Anjo que está ao nosso redor, e permitimos a invasão do inimigo que está ao derredor. No livro de Jó, satanás reclama com Deus, o fato do Senhor ter protegido a vida de Jó com uma sebe (cerca). Esta cerca espiritual, era sustentada pela santidade encontrada na vida de Jó. Veja o que o Senhor diz ao maligno a respeito de Jó (Jó 1:8): “Viste o meu servo Jó? Porque ninguém há na Terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desvia do mal”. Quando lutamos por viver em santidade, protegemos nossa alma, nossa saúde, nossa unção, nosso ministério, e nossa vida material. Se abaixarmos a guarda no aspecto espiritual, seremos atingidos na alma (Ex.: uma falha na cobertura de oração, que favorece um atrito entre o casal). Uma das coisas pelas quais satanás mais luta, é roubar o equilíbrio emocionai dos pastores e líderes. Nossa função exige que estejamos em paz, que tenhamos mansidão, domínio próprio, condições atualmente chamadas de inteligência emocional. Precisamos ter a alma curada e protegida, para apagarmos os dardos inflamados do maligno (flechas espirituais arremessadas a distância sobre os muros). Exs.: Uma fofoca do tipo: “sabe o que tal discípulo falou de você?” Uma crítica caluniosa contra o líder, a percepção de alguém murmurando contra você, alguém te provocando pra te ver irritado. Como resistir e vencer a estes ataques? Não é fácil, mas o segredo é estarmos blindados pela santidade do Senhor e sermos mortos, em relação ao nosso ego. Um dia um discípulo perguntou ao seu mestre que atributos ele precisaria ter na alma, para ser um pastor forte e bem-sucedido? A resposta do líder foi um tanto estranha, porém muito didática e marcante. Ele disse: “Imagine que você está no IML, de frente para as câmaras onde são guardados os corpos, agora abra alguma das gavetas, e faça ao primeiro defunto que encontrar, os maiores elogios que puder, e veja como ele reage. O que ele fez, perguntou o mestre? Não fez nada, respondeu o discípulo. Então agora mude a tática, comece a fazer duras críticas, faça os piores insultos possíveis, e veja como ele reage. O que ele fez? Não fez nada respondeu o discípulo, ao que concluiu o mestre: Se você quer ser um pastor forte e bem-sucedido, é assim que você terá que reagir: nunca se deixe abalar pelos elogios, e nem pelas críticas”. Precisamos aprender a não nos preocuparmos com nossa reputação, mas sim em termos dignidade, pois reputação é o que as pessoas pensam ou falam de nós, mas dignidade é aquilo que eu sei que Deus pensa a meu respeito. Isto é o que de fato importa. Em meio as crises, ou nos ataques dos inimigos internos e externos, se tivermos paz com Deus, e a consciência de que não fizemos mal a ninguém, podemos nos calar e deixar que o Senhor tome a nossa causa e nos defenda, como fez Davi em relação a seu filho Absalão. (Ex.: O perfil de três reis). Um líder, um pastor, precisa ser sempre um instrumento de conciliação, um pacificador, que tenha primeiro sua alma tranquila, para que possa depois tranquilizar e apascentar aqueles que estiverem ao seu redor. Isto, porém, só é possível para os que buscam continuamente a santificação, como está escrito em Hb. 12:14: “Buscai a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”.  Que Deus os abençoe e multiplique conforme a promessa ENDJ. Amamos vocês. Aps. Fábio e Claudia A. Abbud

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