Palavras

Vencendo a barreira da comunicação começando pela família

 Lucas 6: 27 e 28; Lucas 6:45; Miquéias 6.8  Estamos na visão de Células e discipulado, que tem o propósito de ouvir e obedecer o pulsar do coração de Deus: Almas! Nesta visão a nossa família é a Célula principal. Sem sombra de dúvidas esta é uma questão absolutamente resolvida, no plano de Deus, para nós.    Meditando nestas coisas tenho chegado à conclusão de que é impossível vivermos os desafios do ministério sem desenvolvermos comunhão uns com os outros; porque o nosso coração de onde procedem as fontes da vida, também é enganoso! Assim sendo, precisamos com urgência, desenvolvermos essas estruturas que nos permita: prestar contas, uns aos outros! Ninguém pode viver sozinho, não podemos viver em uma ilha ou construir muros ao nossa redor! Precisamos uns dos outros!  Isso nos ajuda a manter nossos padrões a um nível mais alto, buscando e sonhando com o melhor.  (precisamos buscar a medalha de ouro) Deus se preocupa com as coisas mais essenciais nas nossas vidas…   Veja esta declaração: tudo que não for eterno, é ultrapassado. Deus e a sua Palavra deve estar em primeiro lugar nas nossas vidas, como resultado disso, precisamos ter listas de prioridades bem apropriadas e bem coerente com os padrões bíblicos como: Deus, Minha família, pessoas, ministério/Célula/Igreja.  A mídia é a grande propagadora de misérias, de mentiras; ensina as pessoas a trapacear, ludibriar a colocar mascaras… Vulgarizou o papel da família e divulga abertamente a infidelidade conjugal. Uma novela, por exemplo, jamais exibiu uma família que protagonizasse um padrão exemplar. E quem quiser ser partícipe dessa vergonha, que se torne um filho dela.   Não é preciso ser crente para ter vergonha, mas, se é crente tem que ter vergonha! Não é preciso ser crente para honrar seus compromissos, mas se é crente tem que honrá-los! Não é preciso ser crente para ter uma vida decente, mas se é crente tem que ter uma vida decente!   Sabemos que a comunicação é uma arte e muitas vezes não é fácil falar com as pessoas que amamos, na maioria das vezes é mais fácil lidar com as pessoas de fora.  O Senhor se move por causa de um desejo intenso, um clamor no coração, então você precisa desejar mudança nos seus relacionamentos e gastar a sua vida para servir aqueles que estão ao seu redor.   Vejamos agora alguns princípios para uma comunicação saudável e afetuosa:   1.     Reconheça que a pessoa amada tem o direito de ser diferente de você: Deus ama a diversidade, e é por isso que Ele teve um grande trabalho para criar tantas coisas diferentes. E se você aprender que a pessoa amada é diferente você será capaz de respeitá-la, a diversidade é para um propósito e não para gerar conflitos. Salmos 139:13 e 14 fala que Deus foi detalhista ao nos criar;   2.     Esteja atento aos pensamentos e sentimentos: (Tiago 1:19) seja um bom ouvinte e fale menos, Deus coloca pessoas do nosso lado para nos ensinar princípios de relacionamentos que devem ser aplicados com Ele também. Muitas pessoas não ouvem a Deus porque elas não param para ouvir. Você deve refletir a respeito dos sentimentos da pessoa que está a falar. Não interrompa a pessoa, não formule uma resposta antes de ouvi-la totalmente.   3.     Seja tardio em falar: a Bíblia nos diz que o sábio pensa antes de falar. Se você não for uma pessoa sábia, você será como aquelas que descarregam um monte de palavras em cima da outra pessoa e muitas vezes com ira e rebeldia. Aprenda a pensar cuidadosamente sobre o assunto falado.   4.     Não transforme assuntos secundários em pontos importantes: ninguém é perfeito e as pessoas muitas vezes têm hábitos que te desagradam e a tendência é super dimensionar e caracterizá-los de forma ofensiva. As palavras SEMPRE, NUNCA e TUDO são muito genéricas, ofendem e interrompem um bom diálogo.   5.     Não frustre o ser amado com o tratamento do silêncio: se o seu objetivo é desenvolver a comunicação, o silêncio não é o melhor caminho e é mortal para a outra pessoa. Isso fala de não querer tratar o problema e vai acabar com o relacionamento. Num relacionamento o combustível é o amor, e o tanque sempre deve estar cheio, com uma comunicação eficiente no seu processo e eficaz no seu resultado.   6.     Aprenda a discordar sem brigar: a Bíblia diz que o amor não é inconveniente, ele respeita o próximo. Discorde, mas não seja arrogante, não deixe a pessoa embaraçada, seja gentil, bondoso e use boas palavras.   A Bíblia diz que as boas e mansas palavras convencem mais e a grande guerra no âmbito espiritual tem a ver com o que você pensa e muitas pessoas falam coisas que ferem quando impulsionadas pelo inferno.   7.     Não responda quando estiver zangado: a resposta branda acalma o furor (Provérbios 15:1). Quatro A´s sobre a ira: Admita, Analise objetivamente, hAja de maneira inteligente e saudável e Abandone.   Quando alguém tira você do sério, essa pessoa domina as suas emoções e você não deve entregar as suas emoções para ninguém, você deve ser tranqüilo e manso. Mansidão é uma virtude do Espírito e significa poder e controle, e também tem a ver com o saber lidar com a dor sem revidar.   8.     Confesse e peça perdão: qualquer relacionamento genuíno passa por crises e confrontos e Deus os permite para provar a aliança. Por causa disso muitos não dialogam com amor e acabam se ofendendo, mas você precisa aprender a perdoar, porque o perdão é o fruto do amor.   9.     Não censure, não use críticas: a Bíblia nos ensina a não usarmos de críticas, porque as pessoas não mudam porque alguém quer que elas mudem, mas eles o fazem quando possuem motivação interior.   10.Veja o lado positivo das coisas: aprenda a elogiar as pessoas, porque quando você destaca os pontos fortes das pessoas elas se abrem pra você. O que falamos é capaz de gerar vida ou morte e você nunca provará de uma fé que produz milagres se você não aprender a corresponder com as suas palavras.   Trabalhar nesses pontos nem sempre é fácil, mas a Bíblia diz que o caminho do amor é um caminho de cruz. Você só ama alguém quando você

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Hábitos Fundamentais para colocar em prática em 2011

Fil. 3:12-14; II Cor. 2:17-17   Hoje é preciso ter velocidade, ser polivalente, multiespecialista, fazer mais ou menos não serve, tem que ser com excelência, bem feito, o melhor. É necessário estar atualizado, capacitado para executar, fazer acontecer, é preciso ter visão, ver alem do natural, do normal, ver o invisível, ver o futuro. É fundamental entender de gente, saber ver com a ótica do outro, ter empatia, saber se relacionar com todos sem perder a ética, os princípios espirituais, familiares e moral.   Para aumentar sua produtividade e alavancar a sua carreira é preciso estar sempre revendo conceitos, adaptando-se ao novo, procurando novas possibilidades de melhorias. Precisamos estar contextualizados com o terceiro milênio, atualizados com os acontecimentos. Vivemos boa parte de nosso tempo retorcendo o passado, preocupados com o futuro e vivenciando e investindo muito pouco no presente.   Pense: quanto tempo faz que você não para refletir sobre o presente…? É no presente que nos acertamos com o passado e preparamos um futuro melhor. É no presente onde tudo acontece para que um futuro de êxito seja estabelecido.   Vamos em 2011 criar hábitos de sempre:   1.     Focar no positivo. Tudo na vida tem dois lados: o positivo e o negativo, a verdade e a mentira, o certo e o errado, a fidelidade e a infidelidade, etc. Os pensamentos levam à ação, e pensamentos de fé levam-nos a atos de fé, pensamentos positivos levam-nos a atos positivos.   ·        Pense em sua vida. Você é daqueles que valorizam suas conquistas, sejam elas pequenas ou grandes, ou fica sempre reclamando e achando que não vai conseguir.   ·        Procure transformar em novas oportunidades fatos que a princípio lhe parecem adversos. Lembre-se: os vencedores são pessoas de fé, que agem baseados naquilo que crê, Ter fé é ser otimistas por natureza.   2.     Aja com entusiasmo. "Ter Deus dentro de si agindo". O entusiasmo é contagiante. Fidelidade atrai fidelidade, alegria atrai alegria, felicidade atrai felicidade, e sucesso atrai mais sucesso.   ·        Precisamos ser inegociáveis, buscar ter competência, conviver com todo tipo de pessoa sem perder as características de Cristo, ter caráter santo, ter técnica e paixão por aquilo que faz.   3.     Não julgue ninguém e nem aja precipitadamente. Evite rotular pessoas ou situações. Nunca ouça somente uma opinião ou tire conclusões precipitadas. Você poderá estar cometendo uma grande injustiça, criando um ambiente negativo na igreja, célula, em sua casa, ministério ou no trabalho.   ·        Ninguém, é independente ou auto suficiente. Conflitos fazem parte da vida das pessoas e para nós que conhecemos a Palavra, tudo isso é um processo de aperfeiçoamento.   ·        Conflitos é para ser identificados e vencidos. A melhor forma de resolver um conflito é indo direto à sua fonte, na sua raiz.   4.     Seja empático. Empatia significa colocar-se espiritualmente, emocionalmente e psicologicamente no lugar do outro. Procure ampliar sua visão.   ·        Veja a situação com os "olhos do outro". Faça esta experiência. Antes de tomar uma decisão, procure ver como ela afetará o outro ou a sua equipe, as relações entre eles, os companheiros e aqueles a quem você estiver acompanhando. Que tal aprender a ouvir? Já reparou que ouvir é diferente de escutar.   5.     Fale e ensine sempre a verdade, fale com propriedade, sem falar tolices e bobeiras na hora errada, fale menos e faça mais. Os verdadeiros líderes de êxito são homens e mulheres que falam apenas o suficiente e ouvem com atenção aquilo que realmente é necessário para que a cura e a restauração aconteçam.   ·        Não seja de muitas palavras e de pouca ação. Um exemplo vale mais do que mil palavras. O padrão do mundo é competição, e o nosso padrão como igreja de Cristo em células é unidade, é inovação, estratégia, criatividade, ousadia, coragem, atitude de amor e compaixão.   ·        Faça mais, crie mais, estude mais, leia mais, e inove mais. Crie estratégias para ganhar as pessoas levando-as a crescerem em Cristo.   6. Pergunte sempre: isso agrega valor? Acredite, existem determinadas situações que vivemos que nos roubam muito tempo. É incrível a quantidade de situações que preenchem a nossa vida e não agregam muito pouco ou nada, para pouco ou nada servem a não ser nos tirar da rota de Deus para nossa vida.   7.     Aprenda a se automotivar. Temos quatro grandes fontes de automotivação. São elas:   a.    Você mesmo com suas atitudes firmadas na sua fé em Deus e Sua Palavra;   b.    Pessoas à sua volta. Escolha bem as pessoas com quem você anda;   c.    Seu mentor, se ele for um líder incomum, você também o será;   d.    Sua situação espiritual e emocional. Se você estiver integrado e aliançado, você estará motivado, caso contrário a brasa se apaga. Enfim, procure estar motivado e disponibilize esta fonte de motivação aos seus discípulos e companheiros de ministério.   8.     Prepare sucessores. Quer crescer? Então contribua para o crescimento de outras pessoas. Faça discípulos, ajude outras pessoas a terem êxito. Esta é a melhor forma de crescer espiritualmente, ministerialmente, emocionalmente, pessoalmente e profissionalmente.   9.     Compartilhe o sucesso. Sempre deixe claro que a razão de seu sucesso deve-se a ação de Deus e ao trabalho e apoio de sua equipe. Não existe nada pior do que fazer com que os outros não se sintam reconhecidos.   ·        Infelizmente, nos dias de hoje, este é um dos aspectos mais falhos que existem no ambiente eclesiástico, corporativo e organizacional. Lembre-se sempre do exemplo do Guga, quando ganhou a final do torneio de Masters, em Lisboa. Em seu discurso, o atleta agradeceu, entre outros companheiros de trabalho, aos catadores de bolinhas e às cozinheiras do torneio. Conscientize-se, portanto, de que reconhecimento, é tão bom quanto uma boa remuneração.   ·        Nunca se esqueça: não é preciso ser um grande líder, ou dono, diretor ou gerente para fazer um elogio, todos na equipe são importantes, sorrir ou simplesmente dizer "muito obrigado". Jesus agradeceu as sete igrejas da Ásia menor pelo seu trabalho,

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O Ano Aceitável do Senhor!

 O Ano da Salvação do nosso Deus! “… a apregoar o ano aceitável do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os tristes…” (Isaías 61:2) “Então, pela virtude do Espírito, voltou Jesus para a Galileia, e a sua fama correu por todas as terras em derredor. E ensinava nas suas sinagogas, e por todos era louvado. E, chegando a Nazaré, onde fora criado, entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler. E foi-lhe dado o livro do profeta Isaías; e, quando abriu o livro, achou o lugar em que estava escrito: O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os quebrantados do coração, a pregar liberdade aos cativos, e restauração da vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor.” (Lucas 4:14-19)   É extraordinário vermos que Deus escolheu nossa geração para trazer decretos maravilhosos. E usar essa ferramenta poderosa chamada Igreja para cumprir Seu propósito, colocar Sua Noiva numa missão impoluta e emitir decretos benévolos para gestarmos dias tranquilos e sossegados. Este é o ano do reconhecimento do governo do Espírito Santo de Deus sobre nossas vidas e históricos, pois se o Espírito do Senhor estiver mesmo sobre a Igreja, teremos e seremos o que nunca sonhamos. “O Espírito do Senhor está sobre mim…” (Isaías 61:2) Que declaração ousada! Mesmo sendo tão longe no passado, está tão perto no nosso presente, e nos atualizando para o futuro. Para quê o Espírito está sobre alguém? Para ungir e deixar que uma geração cumpra sua missão (Lucas 4:18). Qual a missão de alguém que é ungido? – Evangelizar aos pobres. Ganhar. Todos. – Proclamar libertação aos cativos. Consolidar. Todos. – Restaurar vista aos cegos. Discipular. Todos. – Colocar em liberdade os oprimidos. Enviar. Todos. Tudo isso nos assusta, mas nos consolida, pois a Igreja está na proposta do Reino, voltando às suas origens, sendo conquistadora, sem precisar invalidar princípios elementares. Quero começar falando de algo que despertou o meu espírito, pois nós não estamos vencendo mais um ano, porém uma década. Desde o bug do milênio, ano 2000, que muitas profecias contrárias quiseram entrar no nosso arraial, mas nós sobrevivemos a todas elas. Deus foi conosco em todas as áreas. Fazendo uma retrospectiva desde 2000 a 2010, ficamos escandalizados como Deus foi conosco. Agora estamos vivendo dias de esperança. Quero trazer à memória tudo aquilo que nos dá esperança (Lamentações 3:21). Essa é a nossa confissão nesse período, em que a graça, que é maior do que a vida, tem assaltado nosso coração. Um povo que confessa a esperança e se consolida no futuro promissor. “E há esperança quanto ao teu futuro, diz o Senhor, porque teus filhos voltarão para os seus termos.” (Jeremias 31:17) Acredito que a Igreja amadureceu e se tornou como Zafenate Panéia (José do Egito, administrador de causas impossíveis), para administrar todas as grandes coisas que o Eterno está nos entregando, fazendo de cada um de nós um colhedor de grãos (Vidas) e construtores de grandes celeiros (Bases). Isso nos dará direito a uma colheita extraordinária e nos levará a lugares sobrenaturais, em geografias preparadas pelo Senhor, para que possamos fazer exatamente o que Ele mandou: Ganhar Vidas, Consolidar Vidas, Discipular Vidas, Enviar Vidas. Essa é a obediência da chamada, e, no caráter maduro, debaixo de consciente decreto, honrando nossos mentores, vamos fazer a maior colheita de todos os tempos. Temos uma palavra de Jerusalém, na última Festa dos Tabernáculos, que este ano de 2011 será um ano restituidor e, ao mesmo tempo, acrescentador de muitas coisas que foram geradas e que o Eterno liberará para cada um de nós, trazendo a Sua bênção sem acréscimo de dor alguma, o que nos dará direito de ver a palavra profética se cumprindo nas nossas vidas.   Ano Aceitável do Senhor Podemos receber isso de diversas formas, mas a mais contundente é: Aceitar Deus em todos os Seus desígnios para nós, Sua vontade suprema em nossa história, e não permitir que o assaltante (diabo) migre para tirar o nosso direito. Ao aceitarmos o que Deus faz, estamos dizendo que tudo que Deus faz é perfeito, ainda que nossa mente de gente não concorde com isso. Muitos protestam a ação de Deus, mas não esboçam em palavras, e ficam com o coração amargurado… Isso respinga na família, sociedade e ambientes geográficos nos quais convivemos.   1. Aceitar o Governo de Deus em tudo Aceitar Deus e colocá-lO como Senhor absoluto em nossas vidas. José Saramago, escritor português, um dia disse que ele era magoado com esse Ser que Se chama Deus, pois se Ele matou Seu próprio Filho, e pediu a Abraão para lhe dar seu filho, não podemos confiar nEle! Você exclama? Pois é, ficamos escandalizados com isso, mas, no fundo, temos algum tipo de sentimento no coração e não queremos externar. Não aceitamos o que Deus faz, porque pensamos com mentes humanistas e descredibilizamos o senhorio dEle. Precisamos aceitar Deus por completo, para que o Rei e Seu Reino imperem em nós completamente.   2. Aceitar o Senhor para uma Grande Colheita Existe algo que pode ser ampliado: O Ano Aceitável do Senhor externa uma colheita! A colheita de vidas é trazer milhares aos pés de Jesus. Tenho uma palavra que, se regarmos, Deus nos honrará. Este é o ano do Senhor! Ano da salvação do nosso Deus! Ano de vidas aceitarem o Senhor e viverem a vida dEle em plenitude. Será o melhor ano da nossa história, e levaremos pessoas tão nobres a aceitarem o Senhor como Deus da Família e de tudo que as pessoas possuem. Quais os redutos da nossa atuação e quem são os que vão lograr esse êxito e favor? Primeiro, a nossa família e pessoas que amamos. Essa é a nossa meta principal. O texto de Isaías 61:1-3 descreve quem são esses e encontramos pelo menos 12 decretos. “O Espírito do Senhor Deus está sobre mim;

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Nossa Esperança está no Deus Vivo

Isaías 12:1-6  Sempre podemos acreditar naquilo que Deus nos prometeu através da sua Palavra, mas se você olhar para as circunstancias perderá o foco, por isso precisamos é estar focados sempre na Palavra do Senhor Deus para não sermos afetados pelo mundo com sua injustiça, crueldade, malignidade e corrupção.   Vejo na TV e nos jornais que existem pessoas cruéis e trapaceiras que ficam ricas e podero­sas, mas viver desta forma não vale a pena, essas pessoas são infelizes, pois no fim de tudo o bem vence o mal, o prejuízo será grande e sem volta. Ouço que assassinos e la­drões, depois de cumprirem suas penas, voltam a cometer os mes­mos crimes, mas mesmo assim posso acreditar que todo ser hu­mano pode se tornar uma nova pessoa e pessoa de bem, sabemos que Jesus poderá fazer isto, essas pessoas só precisam conhecê-lo.   Propagandas invadem as nossas casas com imagens de pes­soas felizes ao comprarem carros novos, casas grandes e roupas caras, sabemos que ser feliz é simples, essas coisas são boas, mas não é o principal, são temporais, para ser feliz de verdade basta ter um coração restaurado e uma alma curada, os bens são resultados. Sempre as pessoas dizem que devemos manter os pés no chão, mas quando conhecemos o sobrenatural de Deus, podemos acreditar e sonhar com coisas grandes, ser feliz, vencer circunstâncias, e conquistar novos territórios.   Com o Senhor Jesus vale a pena sonhar, pois nEle esses sonhos se tornam em realidade. Às vezes assisto a céti­cos incansáveis que buscam e tentam no método científico provar que não existe um Deus de verdade, fico triste por eles e fico até com dó, diz a Palavra que Deus ri deles, são tolos, pois Deus existe e é verdadeiro e creia, Ele vela por mim e por você. Nunca conseguiram explicar de onde viemos e para onde vamos, mas fique tranqüilo e descanse, pois viemos de Deus e agora que temos a Jesus Cristo, um dia voltaremos para Ele e reinaremos com Cristo para sempre.   Pais se separam, crianças são abandonadas, idosos são esqueci­dos pelos filhos, mas mesmo as­sim creio que a família é uma bênção de Deus, hoje a família está sem vida, sem comunhão e sem amor porque estão longe dEle, se derem lugar para o Senhor, tudo mudará. A cada novo ano, conhecemos novos amigos e irmãos, nossa família espiritual cresce, passamos a conhecer muitas pessoas maravilhosas que passam a fazer parte da nossa vida, isso é maravilhoso, como é bom ter comunhão e relacionamentos que nos trazem cura e pode me acreditar que Deus quer que seja desse jeito, Ele é perfeito e quer nos ver crescendo.   Creia, Deus quer trazer e manifestar coisas novas e maravilhosas na nossa vida, a cada momento Ele quer nos mostrar o seu amor e nos levar a viver e reproduzir esse amor. Crer no Deus vivo e na sua Palavra, não ilude, motiva; não cega, ilumina! Crer no Senhor Jesus nos leva a verdade, dá-nos forças para buscá-la e vive-la a cada momento das nossas vidas. Pode crer que por causa do Senhor Jesus você é forte e que mesmo aquilo em parece ser impossível, se você crer se tornará possível.   Acre­dite o Natal existe porque Jesus Cristo nasceu, cresceu, implantou o reino de Deus na terra, anunciou as boas novas de salvação, revelou o Pai celeste aos homens, morreu pelos nossos pecados e ressuscitou ao terceiro dia e vivo está para sempre, caso contrário tudo estaria perdido e o natal não existiria. O natal existe porque Jesus também nasceu em nosso coração. Sabe quando Ele nasceu pra você? No dia em que Ele entrou em seu coração. Que essa se­mente de amor que o Senhor colocou no seu coração, frutifique. Você deve guardar e regar essa semente de amor, não só nesta data ou virada de ano, mas todos os dias da sua vida.   Pôde acreditar que amamos você tanto que queremos estar sempre perto de você! A certeza de que acima do que podemos explicar, às vezes sentimos e está bem claro na Palavra de Deus, O Deus Eterno e criador existe e é isso que nos mantém vivos de verdade, nos mantem vitoriosos, juntos e felizes.   Que o ano que nasce seja uma fonte de realizações, paz, saúde, crescimento, conquistas, multiplicações e sucesso em todas as áreas da sua vida: acredite-me! O ano de 2011 será na sua vida, um ano de grande colheita, prosperidade, cura, crescimento com excelência! Você recebe? Então receba em nome de Jesus Cristo!!!   Obrigado por fazer parte da nossa vida, somos a família Corpo de Cristo, nosso sobrenome é família Penha, igreja em células e você, mesmo que congregue em outro lugar, você é parte desta família de Deus na terra, sem você o reino de Deus não seria a mesma coisa. Amamos muito você!   No amor de Cristo a quem devemos a nossa vida e amor.    Pastores Eliezer e família

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O amor de Deus é insuperável – Feliz 2011

Efésios 3:17-19 Enfim mais um ano termina e é hora de refletirmos sobre nossa vida. Podemos perceber que as pessoas estão cansadas. Neste mundo em que vivemos, onde existe tanta competição, muita gente corre atrás de alguma coisa que lhe dê sentido e significado pra viver. Há tantas pessoas em busca de alívio; pessoas cansadas de um mundo injusto; cansadas de fazerem o que não querem; cansadas de sofrer. O convite de Jesus é:Vinde a mim vós que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Há também um outro tanto de pessoas sobrecarregadas com sentimentos de desprezo, de culpa, ressentimentos, amarguras, auto-imagem baixa. Pessoas feridas na alma que não encontram remédio para curar suas dores. Muitas aparentemente em boa situação, mas interiomente vazias. Sabemos que existe um alívio real para aqueles que se encontram nesta situação. Ele é encontrado por quem atende ao convite de Jesus: "Venha a mim, venha como está, venha como você é, venha com o que você tem". Aprendemos na Palavra que Jesus nos aceita se formos até Ele, e Ele é o único capaz de dar-nos verdadeiro alívio.   Ele é o abrigo seguro, é a fonte de vida, é o Deus rico em perdoar, é o Médico dos médicos, o Príncipe da Paz, o caminho direto ao Pai de amor. Seu reino é constituído de paz, alegria e justiça. Quando a tristeza e a aflição nos encontram, somos tentados a nos isolar em nós mesmos e afundarmos em desespero. Sábio é o coração que aprende a correr para Jesus, pois nEle está o descanso que nossa alma necessita.          A Bíblia nos diz que Deus é amor. A essência de Deus é amor. O amor com o qual Ele nos ama é eterno, ou seja, não tem começo e não tem fim. O amor de Deus jamais acaba, por isso Ele nunca desistirá de nos amar. Deus nos ama tanto que deu seu Filho para morrer em nosso lugar. O amor de Deus supera em muito qualquer tipo de amor que conheçamos. Ele excede a compreensão humana. Ninguém poderia te amar tanto como Deus, o Pai, te ama. O amor de Deus nos foi provado. Não é um amor só de palavras, relegado a uma teologia abstrata. O amor de Deus foi demonstrado pelo fato de Ele dar seu filho para morrer por nós.   O amor de Deus foi demonstrado na cruz. A Palavra nos diz que nada pode separar-nos deste amor. Como diz em Efésios 3:17-19: O amor de Deus é tão largo que eu não posso estar fora dele, é tão comprido que eu não posso ser mais comprido que ele, por mais que eu viva, este amor estará disponível, é um amor incondicional, é tão alto que eu não posso ser mais alto do que ele, vai alem do meu entendimento, e é tão profundo que eu não posso ir mais fundo que ele, este amor é insuperável".  Não posso permitir que nada me separe deste amor.   Deus vai nos amar sempre e em qualquer situação. Mesmo naquelas horas em que somos rebeldes a Ele. Lembre-se sempre disto: o Pai te ama, Ele te tornou seu filho e está disposto a te dar tudo, como nos diz a Palavra: "Aquele que não poupou a seu próprio Filho, antes por nós o entregou, porventura não nos daria com ele graciosamente, todas as coisas?" (Rm 8.32). Ele é o Pai perfeito, cheio de amor, que sabe dar boas dádivas àqueles que crêm em seu filho Jesus, àqueles que lhe servem e adqueriram o direiro de filhos e assim tudo que pedirem receberão. O Pai nos ama, eu e você somos amado por Ele, Ele é fiel e continua de braços abertos sempre, nos esperando para irmos ao Seu encontro, Ele nunca desite de nós, somos nós que muitas vezes desistimos dEle. A vida neste mundo é cheio de armadilhas colocadas pelo maligno para nos afastar de Deus, é preciso ter cuidado. Neste novo ano devemos reativar nossos sonhos, não percamos nunca a nossa coroa. Você faz parte desta família! Esta é a sua casa!   Aproxima-se o novo ano cheio de expectativas. Que possamos cumprir as nossas promessas, satisfazer os nossos desejos, realizar os nossos sonhos e cumprir os nossos projetos, seja no campo espiritual, pessoal, familiar e profissional. Temos profetizado que este novo ano será sobrenatural, é tempo de conquista e restituição.   Desejamos a você um 2011 abençoado, que seja um ano de metas e realizações e que o nosso Deus em sua graça continue a te dar saúde, força, ousadia, e paz para atingi-los. Muitas conquistas, prosperidade e felicidades a você!   Um beijo no coração! Amamos você!   Pastores Eliezer e Zenita C. Moreira

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REFORMA – Uma chamada para viver o verdadeiro Evangelho

 O dia 31 de Outubro marca um dia de mudanças radicais. É o dia em que se comemora um fato ocorrido no alvorecer do século XVI que ficou conhecido como Reforma Protestante. A Reforma não foi um fato isolado, não aconteceu pela intervenção de um único homem ou ainda de um grupo apenas. No final da Idade Média, os fundamentos do Velho Mundo estavam ruindo; foi um período de muitas mudanças, incluindo as descobertas da América por Colombo e, logo em seguida, do Brasil, por Cabral; a economia comercial começou a se fortalecer tomando o lugar do feudalismo; o Renascimento Cultural abriu os horizontes e a maneira de pensar do povo, que até então vivia oprimido por pesados impostos e por inúmeras exigências que eram ditadas pela Igreja. Foi nesse palco mundial que despontou a figura do monge agostiniano Martinho Lutero. Creio que nosso Deus é Soberano e controla os destinos do mundo e sabe o momento exato de agir em cada situação. O Apóstolo Paulo fala em Gálatas 4:4 que: “Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei”. Deus enviou Jesus quando o cenário mundial estava preparado para recebê-lO. Da mesma forma, O Senhor usou um homem temente a Ele e que buscava encontrar a verdade para os problemas atravessados pela Igreja naquele tempo. Ao estudar o livro de Romanos, esse homem de Deus foi impactado pela leitura, principalmente do oitavo capítulo que começa com a seguinte declaração: “Portanto agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne; mas segundo o Espírito”. Ora, se não havia mais condenação, por que comprar indulgências para salvação? A salvação é um Dom de Deus e depende exclusivamente da fé em suas promessas e da sua Graça maravilhosa. Efésios 2:8. Mas, o que eram as indulgências? As indulgências eram um documento vendido pela Igreja e que dava um salvo conduto para a salvação. Vi quando estive em Roma, não lembro se na Basílica de São Pedro, uma placa que dizia: “Indulgência plena perpétua e cotidiana para vivos e mortos”. Fotografei essa placa que estava escrita em latim. O objetivo principal das indulgências era conseguir fundos para construção da Basílica de São Pedro e sustentar o Clero que estava completamente afastado dos princípios do Evangelho da Graça de Cristo, e vivia em luxo e ostentação, além de práticas que estavam diametralmente opostas aos princípios bíblicos. Antes de Lutero, muitos se opuseram aos desmandos da igreja medieval; eles queriam fazer uma reforma dentro da própria Igreja, inclusive Lutero, mas eram persuadidos a mudar de ideia, ou eram desprezados. Vejamos alguns exemplos: as ordens mendicantes de São Francisco de Assis no século XIII; os Valdenses ou “pobres de Lion”, que questionavam a autoridade papal, o purgatório e as indulgências; os Cátaros ou Puros, ou Albigenses nos séculos XII e XIII; os Petrobrusianos que rejeitavam a missa e defendiam o casamento dos padres, entre outros. Nos séculos XIV e XV, surgiram figuras como John Wycliff , na Inglaterra; John Huss, na Boemia, além de Girolamo Savanarola , Calvino e Knox. Paralelamente a esses reformadores religiosos, podemos citar o grande humanista Erasmo de Rotterdam, que fez uma tradução do Novo Testamento e que se afastava da versão oficial da Vulgata ou ainda a sua sátira contra o papa Julio III, em 1513. A faísca, porém, para que estourasse a Reforma, veio em 1517, quando começaram as campanhas das indulgências que eram pregadas pelo dominicano Tetsel e que, segundo a história, dizia com exibicionismo, que a cada moeda que caía na bolsa do frade, uma alma saia do purgatório. Foi então que Lutero afixou suas famosas 95 teses contra a doutrina da Igreja, na entrada da Catedral de Wittenberg, na Alemanha. Quando lemos as 95 teses, observamos que aquilo era o começo de tudo que viria a seguir. O mundo nunca mais foi o mesmo! A resposta papal às teses de Lutero veio rapidamente na bula de excomunhão – “Exurge Domine”, sendo que Lutero que foi chamado para se retratar na Dieta de Worms, onde ele respondeu que não iria se retratar de nada do que disse. Várias foram às tentativas da igreja romana de calar Lutero, mas Deus era com ele e começaram a surgir vários reformadores como Zwinglio e Calvino além de aliados políticos e poderosos. A verdade começou a brotar e em todo mundo houve mudanças extraordinárias; a luz do Evangelho voltou a brilhar e milhares de milhares de pessoas conheceram o verdadeiro Evangelho da Graça de Cristo. Mas isso foi só o começo e até hoje mudanças ocorrem sempre que a Igreja ou os líderes religiosos começam a pregar outro Evangelho. Hoje, Deus nos desperta para estamos em vigilância, não permitindo que doutrinas malignas se infiltrem na Igreja, alertando-nos que viver o Evangelho puro e genuíno deve ser nosso foco, lembrando-nos de que os reformadores sempre defenderam algo: a sã doutrina. Não podemos viver de ondas de avivamento, de modismos, mas buscando, como pessoa e como Igreja, uma verdadeira reforma interior que nos impulsione a transformar todo nosso exterior e o meio que vivemos. Somos reformadores para este tempo! Somos daqueles que não se conformam com o mundo, que não tomam a forma daquilo que não é princípio de Deus! Somos chamados para uma grande obra, para pregar a maior Reforma que foi estabelecida nesta Terra: o sacrifício redentor de Cristo Jesus na Cruz do Calvário e o poder da ressurreição. Pastora Ana Tereza Ribeiro de Souza 

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O desafio da Igreja de Jesus Cristo nos dias atuais

Discipulado. Eis a chave mestra para que a Igreja apresse a vinda do Messias. A Noiva gerando a vinda do Noivo. Através do discipulado, o Espírito Santo promoverá a remoção de máculas, manchas e rugas, purificará o nosso espírito, alma e corpo para recebermos o Noivo. Por intermédio do discipulado, a Noiva aprenderá a ser submissa, condição imprescindível para um perfeito tratamento (Efésios 5:22-33). Todavia, não podemos esquecer que essa Igreja somos nós. Então, a submissão esperada não é de alguém distante,  mas individual, a começar por mim, por você e todos que fazem parte da Igreja. A partir do referencial, do testemunho do líder principal, todos os demais, automaticamente, entrarão pela mesma rota. Tiago 1:17 diz que todo dom perfeito, toda boa dádiva vem do alto, descendo do Pai das luzes; diz também que toda autoridade é permitida por Deus. O que dizer dos nossos Pastores e líderes discipuladores, são ou não são ungidas por Deus? Nesse caso, onde está a nossa determinação em submeter-nos aos princípios de Deus através do irmão? Deus nunca desceu ou descerá para nos ouvir declarar-Lhe o nosso amor ou fidelidade, ou até mesmo entregar-lhe o dízimo ou oferta. A Sua Palavra nos afirma que é amando o nosso próximo que O amamos, é honrando os nossos pais e superiores que O honramos, é dando ou socorrendo quem precisa que damos a Deus, assim conquistaremos a tão cobrada e exigida honra. Como todo dom vem do Alto, a unção também vem, o testemunho, o ensino com referencial também devem vir, mas parece que no início desse processo de discipulado, nós ainda não conseguimos enxergar e considerar tal situação. Parece que a revelação de Filipenses 2:5-11 não é real. Como consequência, enfrentamos lutas terríveis por conta do relacionamento. Por quê? Porque o nosso discipulado ainda situa-se no nível da alma, falta chegar ao espírito. Falta sair do âmbito da palavra para chegar à prática. Aí o mínimo de palavras será o suficiente. A trajetória do relacionamento ensinada e aperfeiçoada por Jesus Cristo teve como rota dar a Si próprio e o que tem, para depois receber. Assim, Ele Se deu como Senhor, Amigo, Companheiro, Mestre, Médico e Sacerdote. Tudo isso em submissão ao Pai. Jesus soube ouvir para entender e compreender; acompanhar para ter e expressar misericórdia; amar para perdoar e perseverar para ver os frutos. Ele não disse que seria fácil, nem tampouco difícil demais. O discipulado exige obediência, a obediência exige submissão, a submissão gera a perseverança, a perseverança gera a maturidade e colhe frutos, pois aí se vê a conclusão de uma obra (Tiago 1:2-4). E a cada dia, a multiplicação torna-se cada vez mais intensa. Seja bem-vindo ao discipulado de Jesus Cristo! Apóstolo Anselmo Vasconcelos

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Natal, festa pagã ou cristã? – Parte 3

 Cremos que você tem sido edificado com os estudos sobre a origem do Natal. Minha oração é para que seu entendimento continue a receber a luz da Palavra e que sua atitude, diante da revelação bíblica, seja a de se render e se voltar aos princípios que têm sua origem em Jerusalém e não em Roma. Nesta semana, você descobrirá a origem e o significado dos símbolos do Natal. • Árvores como altares pagãos A árvore de Natal ressuscita um deus pagão chamado Ninrode e faz reviver Talmuz. No ocultismo ou nas religiões orientais, os espíritos dos antepassados são invocados por meio de uma árvore. A árvore de Natal é um ponto de contato que os deuses gostam. Todo feiticeiro sabe disso, menos a Igreja. Quem tem uma árvore de Natal está legalizando a entrada de guias, orixás e caboclos. Os ocultistas creem que as pessoas são energizadas através das árvores. Nenhum crente coloca conscientemente em sua casa um trono a Baal. O diabo trabalha com ocultismo, por isso muitas de suas insinuações são encobertas, ocultas. Se sabemos que algo é errado, não fazemos. A Enciclopédia Barsa, vol.11, pg. 274, diz: “A árvore de Natal é de origem germânica, datando do tempo de São Bonifácio. Foi adotada para substituir os sacrifícios ao carvalho sagrado de Odin, adorando-se uma árvore, em homenagem ao Deus-menino.” (Grifos nossos) A árvore de Natal é um símbolo de consagração, é uma fábula de chamamento de adoração a deuses babilônicos. Os babilônicos consagravam uma árvore aos pés dos deuses e a levavam para casa como aprovação desses mesmos deuses; era o símbolo do deus dentro de casa, porque não se podia fazer a réplica da imagem. Esta árvore estava relacionada a um pinheiro. A música natalina diz: “Pinheirinhos que alegria, sinos tocam noite e dia, é natal que vem chegando, vamos, pois, cantarolando.” Fizeram a música para o pinheiro e quantas vezes cantamos no púlpito! Sabemos que o fizemos por ignorância, mas agora recebemos esclarecimento. O pinheiro faz parte de um ritual de adoração a Ninrode e a Semírames. Com a árvore de Natal dentro da nossa casa, estamos ressuscitando um trono babilônico, dando legalidade para demônios agirem. Leia com muita atenção o texto de Jeremias 10:3-4: “Porque os costumes dos povos são vaidade; pois cortam do bosque um madeiro, obra das mãos de um artífice, com machado; com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e martelo o fixam para que não oscile.” O restante do capítulo mostra a dura exortação que Deus dá ao Seu povo. Por quê? Porque trouxe para dentro de casa um costume de povo pagão. Você quer conservar um costume de povo pagão? Eu sei que não. Então, esteja disposto a continuar em aliança com o Senhor. Essa árvore, segundo o texto, vira um ídolo. Os seguintes textos trazem luz sobre esse assunto: “Fez Judá o que era mau aos olhos do Senhor; e, com os pecados que cometeram, o provocaram a zelo, mais do que fizeram seus pais. Porque também os de Judá edificaram altos, estátuas, colunas e postes-ídolos no alto de todos os elevados outeiros, e debaixo de todas as árvores verdes.” (I Reis 14:22-23) “Destruireis por completo todos os lugares, onde as nações que ides desapossar serviram os seus deuses, sobre as montanhas, e sobre os outeiros, e debaixo de toda árvore frondosa; deitareis abaixo os seus altares e despedaçareis as suas colunas e os seus postes-ídolos queimareis a fogo, e despedaçareis as imagens esculpidas dos seus deuses e apagareis o seu nome daquele lugar.” (Deuteronômio 12:2-3) “Os filhos de Israel fizeram contra o Senhor seu Deus o que não era reto; edificaram para si altos em todas as suas cidades, desde os atalaias dos vigias até à cidade fortificada. Levantaram para si colunas e postes-ídolos, em todos os altos outeiros, e debaixo de todas as árvores frondosas.” (II Reis 17:9-10) “De quem chaqueais? Contra quem escancarais a boca, e deitais para fora a língua? Porventura não sois filhos da transgressão, descendência da falsidade, que vos abrasais na concupiscência junto aos terebintos debaixo de toda árvore frondosa, e sacrificiais os filhos nos vales, nas fendas e nos penhascos?” (Isaías 57:4-5) “Não estabelecerás poste-ídolo, plantando qualquer árvore junto ao altar do Senhor teu Deus que fizeres para ti.” (Deuteronômio 16:21) “Sacrificam sobre o cume dos montes, e queimam incenso sobre os outeiros, debaixo do carvalho, dos choupos e dos terebintos, porque é boa a sua sombra; por isso vossas filhas se prostituem e vossas noras adulteram.” (Oséias 4:13) A Bíblia está nos colocando em degraus de revelação. Não podemos manter uma mentira dentro de nós. A história conta que Ninrode teve uma relação com Semírames, sendo que Semírames era a mãe de Ninrode. Deste incesto, nasceu Tamuz, e Semírames continuou virgem. Vocês lembram de alguma história parecida com esta? Para que Tamuz nasceu? Para dizer que sua família estava florescendo como o deserto floresceu. Queria aparecer como flores dentro da sua casa, como se fosse sinais de vida. Assim como eles parecem que morrem, mas ressurgem, eles ressurgem dentro das nossas casas. O que um deus pagão pode oferecer a um cristão? • Velas A vela é um ritual pagão dedicado aos deuses ancestrais; a vela acendida está fazendo renascer o ritual dos solstícios, mantendo vivo o deus sol. Dentro das escolas que estudam o paganismo, as velas são chamadas de demônios; é a simbologia de manter os demônios vivos. As velas não têm relação alguma com as luzes do candelabro judaico – Menorah. As velas consagradas a demônios são de base perigosa. Estamos nos referindo às velas dos rituais profanos. Não devemos generalizar ou cair no fanatismo. Você não precisa deixar de usar velas, quando necessário, para alumiar ambientes, ou como decoração. • Guirlandas São memorial de consagração. Parece estúpido, mas é verdade. Em grego, é stephano; em latim, corona. Podem ser entendidas como enfeites, oferendas, ofertas para funerais, celebração memorial aos deuses, à vitalidade do mundo vegetal, celebração nos esportes, celebração das vítimas que

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Natal, Festa Pagã ou Cristã? Parte 2

 Estamos estudando sobre a origem do Natal e o significado dos seus símbolos. Na semana passada, vimos que instituir a data de 25 de Dezembro para comemorar o Natal, o nascimento de Jesus, foi uma ideia de Roma, que decidiu cristianizar uma festa pagã já existente, a festa dos solstícios. Hoje você aprenderá, através de citações de grandes enciclopédias, de referências bíblicas e comentários de grandes teólogos, que Jesus não nasceu em Dezembro, mas em Outubro, em plena Festa dos Tabernáculos. Por isso, em vez de ficarmos presos a uma comemoração de origem pagã, vamos aceitar o convite do Senhor e celebrar as Festas Bíblicas. A Palavra diz que existem as Festas Bíblicas e elas são sete. Não são para ser guardadas como lei, pois Jesus já as cumpriu no seu ato redentivo, embora a igreja cristã creia em Páscoa, Pentecoste e colheita do tempo do fim. Se a Igreja celebra Natal, ela não tem Tabernáculo, ela tem o primeiro dia e não o último. Se a Igreja está presa no primeiro dia, ela não tem o sétimo. Se ela está no sétimo, ela traz Jesus, mas se está no primeiro, precisa passar de novo por todo o caminho dos dias seguintes até chegar ao sétimo. Deus já tem gritado através de Seus Profetas: Estamos no início do sétimo dia. É hora da Igreja celebrar Tabernáculo, porque significa a preparação do caminho do Senhor, e se você prepara o caminho para Ele nascer, não prepara o caminho para Ele voltar. Natal, segundo a visão de Roma, é prender Jesus na celebração do nascimento e esquecer de Jesus na celebração da volta. É apagar a luz da revelação e do entendimento, e não vislumbrar que Ele está às portas. É centralizar a visão no palpável e esquecer o espiritual, não conseguir contemplar o que Deus está mostrando. Em nenhum momento, a Bíblia manda celebrar o nascimento de Jesus, o Natal e seus adereços. Tudo isso tem uma origem. Roma inseriu veneno no Cristianismo, mas nós temos a missão de fazer resistência. Tabernáculos é uma preparação por fé, onde caminhamos trabalhando, tirando as pedras, deixando o caminho livre e seguro para que todos possam ver o Rei entrar. Tirar as pedras do caminho é profético (Isaías 41:42-43) para poder estabelecer e anunciar que o Senhor está por vir. Se a Igreja estacionar no nascimento, não terá o retorno, mas nós bradamos que a Igreja já anuncia o retorno do seu Senhor. Jesus disse que a Sua Igreja caminharia por épocas e não por dias, e a época de Tabernáculos é a época de Jesus voltar. O dia e a hora ninguém sabe senão o Pai, mas a época Jesus revelará à Sua Igreja. A Igreja já está dizendo: Baruch Habah B’shem Adonai! Bendito O que vem em nome do Senhor! Roma disseminou em todas as nações da Terra as mentiras do paganismo. De onde nasceu essa fonte inspirativa? Do Novo Testamento? Do Antigo Testamento? De Jesus? Dos discípulos ou Apóstolos? Não! A inspiração é de uma fonte satânica. O paganismo entrou na Igreja como sinal de aliança, fragilizando a verdadeira aliança com Jesus. O Natal hoje é apenas um culto comercial que rende muito dinheiro. Tudo é motivo para grandes aquisições, mas a exaltação ao Rei dos reis não existe. Nesta época, as vitrines são invadidas por gnomos, que na verdade são demônios que habitam em florestas e árvores. O Natal foi substituído por demônios assumidamente. Não é só uma questão mística, é uma realidade de batalha espiritual. O presente século é confuso e diabólico. Mas nós vamos permanecer firmes. A Enciclopédia Barsa, vol. 11, pg. 274, fala o seguinte sobre o Natal: “A data atual foi fixada ao ano 440, a fim de cristianizar grandes festas pagãs realizadas neste dia: a festa mitraica (religião persa que rivalizava com o cristianismo nos primeiros séculos), que celebrava o Natalis Invicti Solis (Nascimento do Vitorioso Sol) e várias outras festividades decorrentes do solstício do inverno, como os saturnalia em Roma e os cultos solares entre os celtas e os germânicos. A ideia central das missas de Natal revela claramente essa origem: as noites eram mais longas e frias, pelo que em todos esses ritos, se ofereciam sacrifícios propiciatórios e se suplicava pelo retorno da luz.” (Grifos nossos) Esta festa tem uma origem de celebração a falsos deuses “nascidos” na Babilônia, Grécia, Síria, nos países circunvizinhos do Oriente Médio, passando para a Europa, entrando em Roma e na Alemanha. A França comprou a visão, passou para a China e distribuíram para todas as nações da terra como fonte de comércio. Os tronos que foram levantados não para Deus, abriram legalidade para que demônios entrassem. Você não quer demônios em sua casa, não é verdade? O tamanho do altar não importa, a legalidade é aberta do mesmo jeito. Você está disposto a romper com as tradições do paganismo e abraçar a revelação do Pai? Que o seu coração esteja aberto para destruir os altares pagãos da sua vida, em nome de Jesus. O paganismo insinua que “Maria” foi fecundada pelo “espírito” no dia 24 para 25 de Março, e de 24 para 25 de Dezembro nasceu o que eles chamam de Jesus. Mas essa história tem sua origem na mitologia onde Íris e Osíris tiveram a mesma experiência espiritual. O retrato espiritual é o de um menino que é filho dos deuses, que nasceu em Dezembro, mas este não é o Filho de Deus, não é o Jesus que nós conhecemos. Eles têm Jesus como o deus sol. Isto é simplesmente absurdo e pagão! Adoração dividida Deus não recebe. A Nova Era já admite que muitos “Jesus” já nasceram e que muitos Cristos já se manifestaram. As antigas civilizações egípcias influenciavam todas as outras nações com a ideologia do deus sol. A festa acontecia em Dezembro, um mês de inverno. Era a festa pagã mais celebrada. Eles ficavam esperando a chegada do sol e, pelo ritual, no dia 24, no Oriente, o sol se abriria,

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Natal: Festa pagã ou cristã?

Durante o mês de Novembro, estaremos estudando sobre a origem do Natal e o significado dos seus símbolos. Nosso objetivo é divulgar o esclarecimento, a luz que recebemos acerca de algumas práticas do meio cristão que estão ainda presas ao paganismo, atitudes que estão inseridas em nossa cultura de tal forma que não questionamos sua origem ou razão de existir, praticando-as sem reflexão alguma.  Estes estudos causarão dois níveis de reação: resistência ou quebrantamento. Os dois comportamentos são normais. Quero, no entanto, deixar claro que não intencionamos causar celeuma na sua vida, mas ajudá-lo a entender melhor essa visão que abraçamos e que tem fundamento bíblico e histórico. Não queremos negar que Jesus nasceu. É óbvio que Ele nasceu! Como estaríamos na redenção se Ele não tivesse vindo? Queremos, sim, voltar para a base da genuína fé cristã, da Palavra depurada, retirando tudo que foi inserido por Roma, enquanto instituição religiosa, vivendo como cristão-cristão e não como cristão-pagão. A nossa oração é a mesma que a do Apóstolo Paulo para com os Efésios; que Deus “ilumine os olhos do vosso coração, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação.” (Efésios 1:18). Isto porque, às vezes, vivemos numa prática irreflexiva, precisando enxergar além da realidade palpável. Jesus deu este conselho para a Igreja em Laodicéia. “Aconselho-te que de mim compres outro refinado no fogo, para que te enriqueças; e vestes brancas, para que te vistas, e não seja manifesta a vergonha da tua nudez; e colírio, a fim de ungires os teus olhos, para que vejas.” (Apocalipse 3:18) Jesus é e sempre será o motivo principal e único das nossas celebrações. Ele não é simplesmente mais um motivo. Tudo o que realizamos e celebramos é para a glória de Deus, pois o Senhor não aceita glória dividida. “Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não a darei, nem o meu louvor às imagens esculpidas.” (Isaías 42:8) Quero fazer-lhe uma pergunta: Jesus é o centro do seu propósito? Então, vamos caminhar na luz que temos recebido do Senhor Jesus, o Cristo, crendo que “aquele que começou a boa obra em nós, há de aperfeiçoá-la até o dia de Cristo Jesus.” (Filipenses 1:6).  25 de Dezembro: data oficializada por Roma O Natal, atualmente comemorado em 25 de Dezembro, é uma festa pagã e não tem a aprovação de Deus; Jesus não está nesse negócio. Uma festa que nada tem a ver com Jesus, é pagã. Não é agradável ouvir essas coisas, mas precisamos arrancar toda mentira na qual estávamos vivendo. A música diz: “Anoiteceu, o sino gemeu, e a gente ficou feliz a cantar. Papai Noel chegou…”, “Eu pensei que todo mundo fosse filho de Papai Noel…” Mas, nós não somos. Jesus não está aí, tal adoração é para um santo católico chamado Nicolau, que é Papai Noel. A aceitação é quase cem por cento, porque incutiram isso na nossa mente quando éramos crianças. Mas, Deus levantou um povo para desmascarar o inimigo. Deus quer nos ver esclarecidos e em equilíbrio espiritual. Todo esse paganismo não é um equívoco, é uma mentira. Equivocar-se com algo é uma coisa, mas conscientemente fazer uma aliança com o inimigo, com a idolatria e com os deuses pagãos, não é um equívoco; ensinar tudo isso para as nações da terra é querer enganá-las e prendê-las debaixo de um jugo. Roma fez isto. Iludiu as nações da terra pelo mesmo principado que agia desde a Babilônia.  Observando a questão da data, vemos o seguinte quadro: o Natal é celebrado em 25 de Dezembro. 25 de Dezembro é a data mais comemorada nas nações pagãs. Até o século III, o Egito e a Palestina tinham como datas festivas de 25 a 28 de Março. A Síria comemora Natal dia 6 de Janeiro e alguns países do Oriente Médio comemoram o Natal no dia 25 de Março. Sabe por que Roma celebra no dia 25 de Dezembro? Para que fosse oficializado o Natal cristão. Isso não partiu de um genuíno cristão, mas de Roma. A celebração desse Natal não vem por um decreto bíblico, nem de Jesus, nem de seus discípulos. A história indica, desde a época do ano 6 d.C., que Jesus nasceu em Setembro ou começo de Outubro. Jesus nasceu em Setembro/Outubro e Roma transferiu para Dezembro. Por quê? Porque Constantino, aproximadamente em 336, celebrou o primeiro natal pagão casado com os cristãos e isto debaixo de imposição, de opressão. Muitos resistiram e morreram durante esse contexto histórico, porque não se submeteram a tamanha aberração, dizendo que não aceitavam o paganismo. Cristãos europeus também resistiram e muitos, ao longo da história, morreram ao fio da espada ou enforcados, e o argumento de Roma era que eles não eram cristãos. Existe uma diferença muito grande entre o cristianismo de Antioquia, onde pela primeira vez os cristãos foram chamados de cristãos, e o cristianismo romano. O cristianismo romano nada tem a ver com o Jesus de Jerusalém.   Jesus de Roma  • Jesus preso numa cruz, impotente, sem nada poder fazer. • Jesus derrotado e morto que caminha pelas ruas carregado por outros. • Jesus numa manjedoura, menino, imaturo, sem voz ativa. Jesus de Jerusalém  • Jesus que subiu e ascendeu aos céus com autoridade. • Jesus vivo que nos carrega ao invés de o carregarmos. • Jesus que nasceu numa manjedoura, foi menino, mas já cresceu, morreu, ressuscitou e em breve voltará como Rei dos reis e Senhor dos senhores. A Igreja de Jesus protesta o Jesus-menino, porque a Igreja que vive no Natal está presa numa celebração de nascimento, e não vai poder participar do momento glorioso de preparar o caminho para que Ele venha buscar Sua Igreja. Deus deu o grito aos remanescentes dizendo: ‘preparem o caminho do Senhor!’ Deus levantou a você e a mim para que juntos pudéssemos permitir a abertura desse caminho. Somos a sua Igreja viva e comprometida. O Natal é uma data depressiva para alguns. Muitos ficam tristes nas celebrações de

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