Estudo para os 12

O avivamento depende da unidade espiritual da igreja

Filipenses 1: 27 a 30 e 2: 1 a 4 Todos nós, no seio da igreja de Cristo, esperamos o avivamento, pois esta é uma promessa divina. Todos esperam por um grande derramar do Espírito gerando sede em multidões, que afluirão apressadamente para a presença de Deus. Todos desejam ver a manifestação prodigiosa do Espírito Santo produzindo sinais, maravilhas e milagres de forma cotidiana, como nos dias de atos, todos desejam ver seus ministérios crescendo largamente por meio milhares de vidas salvas, multiplicadas e transformadas pelo poder de Deus. Apesar deste sentimento profético presente no espírito da igreja, todos também se perguntam: por que este avivamento ainda não veio??? A resposta é simples: a igreja precisa santificar-se para que chegue a unidade do Espírito. Sem unidade, não há como haver avivamento.   Se nossos resultados particulares e coletivos não são melhores é por conta de um terrível inimigo oculto, que silenciosamente separa no espírito, os homens de Deus e como consequência, os homens de seus semelhantes. Precisamos estar conscientes de quanto importa lutarmos diligentemente pela unidade e vencermos o espírito da divisão, pois este infiltrado e oculto inimigo, age a partir do coração. Um exemplo claro disto é o que ocorre nas equipes de trabalho no seio da igreja, todos estão juntos e fazem parte da mesma equipe, mas nem todos se amam e alguns embora trabalhem juntos, estão divididos no espírito, o que gera desafetos e a quebra da comunicação e dos relacionamentos. Esta divisão espiritual pode acontecer entre nós e Deus, no seio da família, e na família da fé, a igreja. A estratégia do inimigo é a mesma de sempre desde o Éden, roubar nossa força, nossa unção, nos separando de Deus através do pecado e roubar a força dada por Deus à família e a igreja. Nosso inimigo espiritual conhece o decreto divino de que um reino dividido não subsiste. Na carta aos Filipenses o Ap. Paulo nos incita a lutarmos pela unidade do Espírito, da alma e do corpo de Cristo, como condição fundamental à vitória dos cristãos individualmente e da igreja. O termo bíblico, unidade do Espírito, revela que a unidade começa no plano espiritual e que só Deus pode estabelecê-la. Apesar de a unidade ser um milagre divino, este milagre passa por nós, através de nossa conscientização e nosso esforço pela unidade em todos os relacionamentos. A unidade depende inicialmente de nossa santificação, que é crescermos na intimidade com Deus. Não conseguiremos nos unir a ninguém se em espírito estivermos separados de Deus. Em 1 Coríntios 6: 16 e 17 está escrito: Ou não sabeis que o homem que se une à prostituta forma um só corpo com ela? Porque, como se diz, serão os dois uma só carne. Mas aquele que se une ao Senhor é um espírito com Ele. Nossa unidade na família, na igreja e na sociedade, depende de quão santificados estejamos para Deus. Santificar-nos depende da busca a Deus, em amor, oração, jejum, comunhão, e de uma vida por princípios, para que morra a nossa velha natureza, pecaminosa e egocêntrica, e nasça em nós a essência de Cristo, santa, amorosa e indulgente. Cl. 3: 5 diz: Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria, por estas coisas é que vem a ira de Deus (sobre os filhos da desobediência). Só a intimidade com Deus me trará a consciência da importância da unidade para o meu próprio bem, só a unidade com o Espírito de Deus me capacitará em amor para que eu seja um promotor da unidade onde eu estiver. Em Filipenses 1: 27 Paulo também enfatiza a unidade de alma, o que depende de nossa saúde e inteligência emocionais. Muitas contendas e divisões que vemos entre casais e entre líderes numa mesma equipe, ocorrem pela falta de cura na alma das pessoas. Quando isto ocorre, se manifesta a grosseria, a discussão, a opressão e consequentemente as mágoas, que são na verdade, só o florescer de raízes de amargura já estavam instaladas na alma por traumas anteriores. Se queremos viver em perfeita unidade precisamos clamar pela cura completa de nossas emoções. Paulo denuncia um outro agente contrário à unidade: a soberba e a vanglória. É comum numa equipe alguém pensar: o que eu estou fazendo nesta equipe? Eu sou tão melhor que estes meus irmãos! O Ap. nos oferece o antídoto para esta malignidade no vs. 3: Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo. Devemos entender que numa família, equipe ou igreja, nossos pares foram escolhidos por Deus, por isso não podemos desprezá-los. Se há neles fraquezas e em mim virtudes, devo compreender que Deus nos uniu para que uns acrescentem valor à vida dos outros, suportando-nos (dando suporte) uns aos outros em amor. Outro inimigo da unidade desmascarado por este texto, é o egocentrismo que coloca os projetos pessoais acima dos propósitos de Deus. No vs. 4 Paulo diz: Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também o que é dos outros. A unidade de uma família ou equipe de trabalho só será plena, se houver um alinhamento de pensamentos, sentimentos e propósitos pessoais com os pensamentos, sentimentos e propósitos de Deus. Paulo transmite isto dizendo: “para que eu ouça, que estais firmes em um só espírito, como uma só alma, lutando juntos pela fé evangélica” (cap. 1: 27). Em João 17: 21 Jesus orou ao Pai para que nós (a igreja) fôssemos um, assim como o Pai, o Filho e o Espírito são um. Nenhuma oração de Jesus ficou ou ficará sem resposta e muito menos esta, pois este texto também diz que só a unidade da igreja convencerá o mundo de que Jesus foi enviado pelo Pai, chegando assim o avivamento. A unidade será um milagre processado por Deus na vida da igreja, mas será também fruto de nossa obediência a Deus no exercício da santificação, do amor,

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Igreja, família de Deus – Parte Final

Texto: “… para que saibas como convém andar na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, a coluna e firmeza da verdade.” (I Timóteo 3:15) Verdade Central: Somos uma família. Uma família é composta de pais e filhos. Uma família tem agregados familiares, parentes próximos e distantes. Quando falamos de família, falamos de um todo, tudo pode ser mexido, mas não aceitamos que ninguém mexa em nossa família. Introdução: A Igreja é a família de Deus. Existem dois tipos de família: a biológica e a espiritual. Na semana passada, vimos que a família biológica possui um legado que é a herança física, a herança genética que vem impregnada no DNA. A família espiritual é formada por pais e filhos espirituais. Como pai espiritual, você deve caminhar com seus discípulos, orientando, dando conselhos. Contudo, não queira ser Deus nem pai biológico. A função do discipulador é a de orientar. O legado espiritual exige mais que o biológico, porque devemos viver a vida que Jesus viveu e essa vida deve ser vivida na fé, na essência do que Ele ensinou. Devemos viver o legado que Jesus deixou em casa, no trabalho e na sociedade. Você precisa dar bom testemunho, pois há pessoas debaixo de sua cobertura. O seu legado com os seus discípulos é distribuir a graça e a vida de Deus sobre eles. Como formar um discípulo? Se fôssemos dar uma resposta a essa pergunta, poderíamos dizer que é preparando a tríade do caráter. Normalmente, quando o discipulador toca em questões do caráter do discípulo, ele não gosta e acusa logo o líder de estar entrando em sua individualidade. Mas você precisa tratar o caráter do seu discípulo. É melhor ter poucos discípulos, mas tratáveis, do que ter muitos que são maus caracteres. Chega um momento em que não suportamos mais. Cuidado! Respeite a sua unção! A Bíblia diz que devemos fugir do homem mau. Gratidão não se vende em mercado ou em prateleiras. Dói muito a traição de discípulos, pois somos atingidos. Não são todos que deixam seu caráter ser moldado. Porém, não faça a rota errada de querer tratar o caráter dos outros enquanto você não se deixa ser tratado no caráter. Isso traz um desajuste terrível para o Reino de Deus. Caráter é trilho para Deus correr. Se o caráter não está ajustado, a pessoa é ferida, ou cai, ou não consegue andar. Não podemos brincar de tratar caráter. Caráter é coisa séria. Muitos não conseguem crescer e multiplicar, porque estão com a moral prejudicada. Não se abrem para buscar a cura. O remédio para a cura é a confissão. Cada vez que você confessa uma culpa, você coloca óleo novo sobre a sua cabeça. “Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos.” (Tiago 5:16) Trabalhar a tríade do caráter É comum alguns discípulos dizerem que nos aceitam como pai, mas apenas da conveniência, da comodidade de alguns. São pais apenas da hora boa, mas não da difícil. Quem não se respeita não respeita o outro e não tem autoridade para cuidar de outros. Pode até ter bom nome na praça, mas não tem caráter tratado. Como você pode tratar com santidade e não ser santo, tratar caráter e não ter o caráter tratado?! Isso está errado e não deve ser assim no Reino de Deus. As pessoas pensam que se confessarem pecado, deixarão de ser discípulos. Como isso seria possível, se não deixamos de ser filhos de Deus? Como pais, devemos ter acesso para que os filhos venham, e, para isso, precisamos criar pontes. Quem se deixa ser tratado alcança a cura. Na tríade, precisamos trabalhar o caráter da família do discípulo. Quem ajuda o discípulo ajuda toda a família. O discipulado não é isolado, atinge aqueles que estão ao redor. Quando você entra no discipulado de uma pessoa, é como se ela se tornasse uma carga positiva para que todos da casa sejam abençoados. Cuide do caráter do seu discípulo e você ganhará toda a família dele. Tratar o caráter de sacerdócio O discípulo precisa saber que ele é um sacerdote. O sacerdote é aquele que sabe cuidar, em primeiro plano, da sua própria vida. A maior alegria para um discipulador deve ser fazer do discípulo um sacerdote do Reino. Essa é a sua missão. Deus quer fazer de cada um de nós sacerdotes que cuidam bem da própria vida e da família. Como ter êxito no legado? Profetizando a descendência dos discípulos. Se você não cresceu, foi por atitude sua e não por falta de profecia. Traga sobre o seu discípulo a vida de Deus. Profetize sobre todas as áreas da vida dele, em todas as conquistas, sejam pequenas ou grandes. Precisamos ter a certeza de que estamos no caminho certo. Não podemos errar a rota do discipulado, muito menos a rota do Céu. Não podemos nos equivocar e andar frustrados, porque Deus não abençoou fulano como gostaríamos que tivesse sido. Isso é da parte de Deus. Invista no discipulado, mas antes seja curado da confusão, da mistura de paternidade que tem afligido a sua alma enquanto líder. Deus o chamou no mundo físico de forma que você não pode confundir os filhos biológicos com os filhos espirituais. Cada um precisa ter o seu lugar. Agindo assim, receberemos uma unção dobrada em nosso ministério. Fonte: Mir

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Igreja, a família de Deus – parte 1

Texto: “… Para que saibas como convém andar na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, a coluna e firmeza da verdade.” (I Timóteo 3:15) Verdade Central: Somos uma família. Uma família é composta de pais e filhos. Uma família tem agregados familiares, parentes próximos e distantes. Quando falamos de família, falamos de um todo, tudo pode ser mexido, mas não aceitamos que ninguém mexa em nossa família. Introdução: A Igreja é a família de Deus. Existem dois tipos de família: a biológica e a espiritual. Família Biológica A família biológica possui um legado que é a herança física, a herança genética, que vem impregnada no DNA. Portanto, antes de partir deste Planeta, você precisa deixar uma herança física e material para os seus filhos. Todo homem honrado possui um testamento. Deus dará a você graça de construir um testamento de acordo com o seu julgamento, para cada filho. Todo homem honrado deixa um legado para os seus descendentes. Nossos filhos e netos não terão necessidade de coisa alguma. Não confunda a herança biológica para os seus filhos físicos com a herança dos filhos espirituais. A herança dos filhos físicos pertence a eles e não aos discípulos. Os filhos não podem ser desonrados. Podemos ser abençoadores como plantadores de sementes, mas não temos o direito de tirar a herança dos nossos filhos. Não tire dos filhos físicos para dar aos espirituais, isso é errado. Somos pais biológicos e pais espirituais. E assim como a família biológica é composta de pais, filhos, parentes agregados, de igual modo, na família espiritual, temos pais, filhos, parentes, que precisam de herança espiritual. Os filhos espirituais precisam de orientação espiritual. Não confunda discipulado com maternidade ou paternidade biológica, porque isso jamais acontecerá. Não queira ser pai e mãe daqueles que você não tem direito sobre. O legado primordial de um líder espiritual liberado sobre o filho é a unção. A unção é uma ferramenta quebradora de jugos. A unção prospera o discípulo. Não há um discípulo que tenha recebido a unção e que não tenha prosperado. Todos os que estão debaixo da unção prosperam. Quem se afasta do manto entra em queda livre. O manto é a proteção, a cobertura. Todos os que são pais espirituais e têm filhos espirituais prosperam absurdamente. Você ficará surpreso com o que Deus fará. É o manto da prosperidade. Os pais espirituais possuem obrigações espirituais. Há discípulos que buscam os líderes só para buscar ajuda física. Muitos se tornaram discipuladores de problemas. Cuidado, senão você pode se tornar um pai frustrado, porque os seus filhos não são o que você espera que sejam. Ninguém pode mudar a paternidade física, mas no discipulado é uma cumplicidade. No dia em que você quiser deixar de ser discípulo, você deixa, e, de igual modo, se o discipulador quiser abandonar o discípulo. Há pessoas que decidiram ser ruins. Não importa o que você faça por elas. Elas não querem ajuda. É uma questão de decisão. Há pessoas que, enquanto forem beneficiadas, estarão com você, mas no dia em que você não puder mais supri-las, saem, porque são doentes. Como líderes, aceitamos essa situação quando nossa postura deveria ser outra. São discípulos insaciáveis. O quanto puderem maltratá-lo, por debaixo dos panos, eles farão, porque são doentes. Mas também há discípulos amados como irmãos e amigos, que possuem a mesma linguagem e o mesmo propósito. Caminhe com seus discípulos orientando, dando conselhos, mas não queira ser Deus nem pai biológico. Há decisões que você pode tomar que ajudam, mas outras que atrapalham. A função do discipulador é a de orientar. Todas as pessoas que ministram sobre as suas experiências de fé, na vida de outros, alcançam êxito. Aprenda que para tratamento de caráter não há anestesia, Deus marca as pessoas dessa forma. Somos uma família e temos todos esses agregados diante de nós e precisamos saber como agir em cada situação. O legado espiritual exige mais que o biológico porque devemos viver a vida que Jesus viveu e essa vida deve ser vivida na fé, na essência do que Ele ensinou. Onde viver o legado que Jesus deixou: Em casa. O homem ungido precisa ter 100% a aprovação familiar. Se a sua família o reconhece como tal, então você está bem. Isso é muito importante. O legado espiritual deve ser usado como ferramenta na família. No trabalho. Precisamos levar esse legado para o nosso trabalho. Afinal, somos crentes em qualquer lugar. Na sociedade. Temos que ser educados. A sociedade espera de nós que sejamos educados. Por pior que você esteja, você tem a obrigação de ser educado com todas as pessoas. As pessoas nos medem em todos os lugares. Podemos atrapalhar ou abrir caminhos para os seguidores de Jesus. Você precisa dar bom testemunho. Há pessoas debaixo de sua cobertura. O seu legado com os seus discípulos é distribuir a graça sobre eles. Graça é alegria. Precisamos voltar a ter comunhão com os discípulos, gerarmos relacionamento com eles. Temos que nos fazer presentes. As pessoas querem nos ver. O discipulado que funciona é a resposta na família. Nas devidas proporções para os filhos biológicos e para os filhos espirituais. Não dê mais atenção aos discípulos do que aos filhos biológicos. Cuidado com os que os filhos físicos estão fazendo para chamar a atenção. Se isso ocorre, é porque os pais estão falhando. O teste da obediência prova quem é e quem não é filho. Os verdadeiros filhos têm a consciência da obediência. É uma delícia ter um filho obediente. O resultado do discipulado que funciona é na família. Pague um preço para ver seus discípulos bem, mas pague um preço ainda maior para ver seus filhos físicos bem. Reúna com os seus discípulos semanalmente. Você só conseguirá formar neles o caráter de homem de Deus se você estiver ministrando sobre eles, trazendo-os para perto. Não podemos nos desviar do propósito. Fonte: MIR, Ap. Renê

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Correr por correr ou correr para vencer?

1 Coríntios 9: 23 a 27 No texto base do estudo de hoje, o Ap. Paulo compara nossa trajetória na vida cristã, ao desafio de um atleta que se esforça para superar a si mesmo e a seus adversários, no afã de conquistar a coroa de ouro destinada ao primeiro que chegar. O Apóstolo também assevera, que muitos irão correr, mas que um só receberá o prémio. Isto é para nós um alerta, de que mesmo conhecendo a Cristo, podemos viver a vida como um passeio, uma caminhada aleatória, sem a devida determinação para alcançar o sucesso. O sucesso não é fruto do acaso, nem tão pouco questão de sorte. O sucesso só é alcançado por aqueles que têm um sonho, um objetivo bem claro e definido para cada área da vida. Há pessoas hoje na igreja, caminhando aleatoriamente, sem sonhos, sem objetivos e metas, e por isso estão frustradas e sem conquistas. Expressarmos nossos sonhos diante de Deus, é um requisito para que obtenhamos vitórias. Jesus nos mostra isto, através da clássica pergunta que fazia a todos que aproximavam-se Dele: Que queres que eu te faça? Hoje, de igual maneira Jesus está aqui, disposto a derramar sua Graça, mas primeiro quer saber: Qual é seu sonho para sua vida espiritual? Qual é seu sonho para sua vida familiar? Qual é seu sonho ministerial? Qual é seu objetivo profissional? A falta de definição nestes objetivos, representa uma falta de foco na visão do futuro, uma fé difusa, que pouco valor dá a conquistas e que pouco poder tem para alcançá-las. Paulo diz que os atletas que correm no estádio, não correm só para participar da corrida, mas os verdadeiros campeões correm para vencer. O vs. 24 diz: Correi de tal maneira que o alcanceis. A instrução de Deus para cada um de nós não é somente participar da vida cristã, mas sermos cristãos vencedores, saudáveis, frutíferos e úteis ao Reino de Deus, ou seja, a ordem é correr para vencer, e não correr por correr. Todos nós temos as mesmas condições: o mesmo Deus, a mesma fé, as mesmas promessas e as mesmas 24 horas por dia para sermos e realizarmos. Por que então, alguns têm sucesso e outros não? Dois engenheiros formados na mesma escola, um constrói uma ponte gigante que dura anos, o outro constrói uma casa que desaba na primeira chuva. Dois economistas que cursaram a mesma faculdade, um é diretor do banco central e o outro não consegue nem arrumar emprego. Por quê? A resposta é simples: o foco e a determinação que tiveram os bem-sucedidos. Há na vida de todos nós, o perigo de nos desfocarmos de nossos objetivos e perdermos a definição do que estamos querendo ou fazendo. Todo aquele que receber de Deus um sonho, encontrará a oposição de inimigos, foi assim com Abraão, com José, com Neemias e com Jesus, mas todos estes heróis da fé venceram, por não se desviarem de seus sonhos e pela determinação que empregaram em alcançá-los. Vamos ver agora algumas destas posturas de fé: 1- Não sonharam seus próprios sonhos, mas sonharam os sonhos de Deus. Preciso pedir a Deus que me revele o que Ele deseja para minha família, para o meu trabalho, para o meu ministério. Deus tem um propósito específico para cada área de nossas vidas. Não sonhar nosso próprio sonho, não quer dizer perdê-lo, mas sim entregá-lo à Deus para que realmente se realize. Nossos sonhos pessoais estão contidos no sonho de Deus para nossas vidas. Um exemplo disto, é o desejo que Abraão tinha de ter um filho. Deus contemplando este sonho, determinou-se dizendo: seu sonho é ter um filho, mas o meu, é te dar uma multidão de filhos e fazer de você uma grande nação. Os sonhos de Deus são mais amplos que os nossos, e visam sempre o bem de um número maior de pessoas. Em Gn. 50:20 José, já como governador do Egito, diz a seus irmãos: Vocês planejaram o mal contra mim, mas Deus o tornou em bem, para que hoje fosse preservada a vida de muitos. Quando decidimos viver o que Deus sonhou para nós, somos libertos do egoísmo e nos tornamos uma benção para muitas pessoas. 2 – Venceram a si mesmos. No vs. 25 do texto base Paulo diz: Todo atleta em tudo se domina, para alcançar uma coroa corruptível… Precisamos pedir a Deus domínio próprio, pois nossa conquista em todas as áreas demandará disciplina. Vs. 27: Mas esmurro meu corpo e o reduzo a escravidão: isto significa, preciso dominar minha carne (vencer o pecado pelo jejum, pelo conhecimento da palavra e pelo fruto do Espírito exercitado por mim ex. mansidão, longanimidade) Quantos líderes efetuam uma tremenda conquista, mas depois por uma obra da carne, caem na imoralidade? Preciso dominar minha alma (ter paciência com a esposa, no relacionamento com os filhos, e muito mais com os discípulos, onde haverá ainda uma incidência de pressões do mundo espiritual. Jesus por três anos e meio com muita paciência, formou o caráter dos seus doze, esperando o tempo em que estariam maduros. Também nos advertiu a não estarmos ansiosos por nada e declarou que os mansos herdarão a terra. MT. 5: 5. Vs. 26: Assim corro também eu, não sem meta, assim luto, não como desferindo golpes no ar. Preciso manter o foco no meu objetivo, com discernimento espiritual (saber o que Deus me prometeu, ter a visão espiritual, clara e objetiva do meu chamado). Muitos líderes começam muito bem, mas no meio do processo perdem o foco e se desviam do propósito para o qual foram chamados, como consequência, perdem a rota, a conquista e a honra. 3 – Contaram com a força de Deus e não a própria. A Bíblia diz que o que vence o mundo é a nossa fé. Toda nossa conquista será no campo espiritual, ou seja, através da fé. A fé não é viver correndo atrás das coisas, não é vencer pela força do braço, não é persuadir pessoas ou dominá-las emocionalmente.

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Quem é o seu discípulo?

1 Coríntios 4:14 e 15 Nosso êxito na Visão M12 depende de entendermos de forma espiritual, o que é paternidade. Quem não estiver apto a entender e a exercer paternidade, não terá sucesso na formação de gerações de discípulos. No propósito desta chamada, necessitamos saber claramente, quem são os nossos discípulos segundo a ótica divina. O Ap. Paulo usado pelo Espírito Santo no texto acima, deixa isto bem claro: Nossos discípulos são nada mais, nada menos que " filhos espirituais ". Por este motivo, na linguagem da Visão, somos chamados por um nome que assusta a alguns: Passamos a ser chamados " Pais de Multidões". Alguns que chegam a igreja hoje, inconscientemente fogem disto, pois não querem ser pais, ou tem medo de ter pais, porque sua memória de referência paterna é traumática. Um grande número de pessoas não tem boa lembrança dos pais, porque foram magoados por estes, outros não tem referência alguma, porque seus pais morreram, ou mesmo vivos, foram pais ausentes. Vivemos numa sociedade onde muitos pais abandonam seus filhos, trocando-os pelo trabalho, ou por uma aventura extraconjugal que os faz deixar a família. A desestruturação das famílias, gera feridas profundas na alma, que sem a intervenção do Espírito Santo, repercutirão negativamente, ao longo de toda vida de uma pessoa e de seus descendentes. Há também os que se assustam com o desafio de serem pais espirituais (o chamado para serem líderes na igreja) por saberem que isto representa uma grande responsabilidade, mas neste aspecto a Visão é perfeita, pois promove primeiro a cura de nossa alma, para depois nos treinar e enviar. No processo do discipulado, primeiro somos cuidados, para depois cuidarmos de outros. Para sermos bons líderes, precisamos primeiro nos submeter ao tratamento como discípulos, se queremos ser pais espirituais, precisamos primeiro ser filhos. Como filhos, não saberemos para onde iremos, se não soubermos de onde saímos, não conheceremos nosso destino, se não tivermos origem. Parte de nossa identidade tanto biológica quanto espiritual, se relaciona a quem nos gerou. É isto o que Paulo está dizendo no versículo 15: pois eu pelo evangelho vos gerei em Cristo Jesus. Quando oramos, evangelizamos e falamos de Cristo ou da Visão à pessoas, estamos gerando filhos (discípulos) em cada propósito. Nossos discípulos são filhos espirituais, e nossos filhos biológicos são nossos primeiros e principais discípulos. Tanto a uns, como a outros, devemos todo amor e cuidado para que se forme neles o caráter de Cristo. Uma vez convictos desta realidade, devemos pedir a Deus um coração cheio de amor paterno, porque só depois deste toque de Deus em nossas vidas, é que seremos aptos para o êxito no desafio da paternidade espiritual. O livro de Pv. 17: 6 diz: A glória dos filhos são seus pais. Um filho sem pai, sofre por não ter referência, amor, e proteção, e esta é a grande crise vivida por uma geração que ainda está lá fora sofrendo, desarraigada da presença do Pai Celestial. A maior parte dos problemas da sociedade em que vivemos, está ligada a perda da referência paterna, promovida pelo pecado do homem no Éden. Como Igreja, fomos chamados por Deus para a missão de restabelecer a comunhão destes muitos filhos com o Pai Eterno, gerando neles não só a vida de Deus, mas também a sua essência e seu caráter. Se desejamos ser bons pais espirituais, precisamos saber quais são nossos deveres para com nossos filhos e filhas no seio da igreja, e é isto que vamos ver nos tópicos a seguir: 1. O Pai ama: Somos fruto do amor de Deus. Por nos amar, Ele nos gerou, por nos amar Ele nos perdoou e nos salvou através de Cristo. O Pai nos amou primeiro, e assim como Ele nos amou, devemos amar nossos semelhantes, com a mesma disposição de exercer compaixão, de perdoar, de cuidar daqueles que estão ao nosso redor. Só geraremos filhos espirituais se exercermos a compaixão aos perdidos e nos exercitarmos no amor de Jesus, que representa doar-se, servir e pagar o preço para que muitos filhos sejam gerados e formados na fé, mas uma vez feita esta semeadura, redundará numa abundante colheita de amor, alegria, honra. 2 – O Pai gera: O Ap. Paulo diz neste texto aos Coríntios: "pois eu pelo evangelho vos gerei". Quando olhamos para a vida de um Apóstolo ou de um Pastor, precisamos entender que o rebanho que está a sua frente, não surgiu do acaso e nem repentinamente, mas foi por ele gerado em amor, fé, intercessão, perseverança, trabalho e lágrimas. Gerar discípulos depende de pagarmos o preço da santificação, nos abstendo do pecado, depende da oração, gastando tempo com Deus, e do amor investido na consolidação dos bebés espirituais até que amadureçam. O livro de Lucas 6: 12 diz que Jesus gerou seus 12 em uma noite de oração, e depois os amou até o fim, ou seja, até a morte. Sermos pais espirituais, significa nos comprometermos a conduzirmos nossos filhos dia a dia, em direção ao seu destino eterno. Por serem filhos, não poderão ser abandonados, despedidos, nem desprezados, antes devem ser amados e cuidados por toda a vida. (Eu cuidarei de vocês enquanto vocês quiserem ser cuidados por mim). 3 – O Pai é modelo: A Bíblia diz que nosso Pai Celeste nos fez a sua imagem e semelhança, ou seja, fomos formados a partir de um modelo de santidade, amor e perfeição. Esta é a referência perdida pela presente geração, a qual também será restituída através de nosso testemunho como pais modelo. Em João 5:19 diz: Então lhes falou Jesus: "Em verdade, em verdade vos digo que o filho nada pode fazer de si mesmo, senão aquilo que vir fazer o Pai, porque tudo o que este fizer, o Filho também semelhantemente o faz. Devemos sim ensinar nossos filhos e discípulos, mas neste processo, sabermos que nossas atitudes terão muito mais impacto na formação deles, do que nossas palavras. 4 – O Pai ensina: Um Pai precisa ser um mestre, ensinando pela

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Quem é o seu líder?

Mateus 16: 13 a 20 Por mais que nos esforcemos no ensino sobre liderança, e por mais tempo, que este tema esteja sendo ministrado entre nós, muitos discípulos não tem ainda profundidade no entendimento espiritual da importância de seus líderes para suas vidas, bem como, há também muitos líderes, que não tem a devida sedimentação do valor de sua missão, e da autoridade com a qual Deus lhes respaldou. Há discípulos que perdem muitas bênçãos, por não entenderem espiritualmente, o que a relação com seu líder, realmente significa para sua história. Jesus ao perguntar aos doze, quem ele era, não estava preocupado com sua imagem, e sim com o quanto os discípulos entendiam espiritualmente, sobre o significado daquela relação com ele. Jesus estava medindo o quanto, até aquele momento, eles conseguiam ler espiritualmente quem era o líder, que Deus lhes havia dado. A falta desta percepção espiritual de muitos discípulos para perceberem a seus líderes e de muitos líderes para perceberem a si mesmos, ainda tem atrasado o avanço e a conquista da igreja, gerando falta de unidade e quebras de aliança que fragmentam e enfraquecem o corpo de Cristo. Deus está, porém, nestes dias, abrindo nosso entendimento, aprofundando a nossa visão sobre a importância do líder, e da necessidade de multiplicarmos líderes, para que a igreja possa alcançar o seu propósito. A estratégia usada pelo Senhor para isto, chama-se discipulado, o processo através do qual o caráter é reproduzido, e a unção transmitida, da vida do líder para a dos discípulos, e dos discípulos para uma multidão. O discipulado uniformiza a linguagem, veicula a mensagem, multiplica os resultados, e acelera a conquista. Não há porém, como haver discipulado e nem treinamento, se não houver um líder e um discípulo, e uma noção real de valor entres estas partes, ou seja, o líder amar e valorizar de fato a seu discípulo e o discípulo sabendo, que seu desempenho e seu futuro, estão relacionados a vida do líder. O bom entendimento destas coisas, significa maturidade nos líderes e o fortalecimento dos vínculos no seio da igreja. Este estudo que será transmitido a muitos discípulos, tem como objetivo reforçar neles a medida de valor, não da pessoa de seus líderes, mas da unção colocada por Deus sobre estes, para que abençoem e sirvam a seus liderados. Pergunte a quem está a seu lado: quanto vale pra você, o seu líder? Esta pergunta pode parecer desnecessária, mas Judas Iscariotes, vendeu o seu líder por uma quantia irrisória. O mundo nos treina a pôr preço, o Reino de Deus nos ensina a dar valor. Quando olhamos para a palavra de Deus, somos ampliados na capacidade de entender a visão divina acerca de nossos líderes, podendo assim, dar o devido valor a eles. Para termos êxito na visão, devemos entender que da vida do líder flui: 1- A direção: Ml. 2: 7 diz: Porque os lábios do sacerdote devem guardar o conhecimento, e da sua boca devem os homens buscar a instrução, porque ele é mensageiro do Senhor dos Exércitos. Para todas as decisões importantes, devemos antes buscar a Deus em oração, mas será sinal de sabedoria, termos a humildade de depois consultarmos ao nosso líder, pois Deus o constituiu para nos instruir, e fazer com que tomemos decisões segundo a vontade divina. Quem consulta a Deus e a seu líder, dificilmente errará. 2- A intercessão: Hb. 13: 17: Obedecei aos vossos guias e sede submissos para com eles, pois velam por vossa alma, como quem deve prestar contas, para que façam isto com alegria e não gemendo, porque isto não aproveita a vós outros. Nossos líderes não são mediadores de nossa relação com Deus, mas são nossos intercessores diante de Dele, e sua intercessão nos protege, santifica e abençoa quando nossos pecados impedem que Deus nos atenda diretamente. 3- A proteção: O livro de Êxodo nos revela que pelo fato de Josué, estar junto de Moisés no monte Horebe, este foi poupado da contaminação, com o bezerro de ouro, que alcançou os que ficaram embaixo no acampamento. Estarmos próximos do líder, significa estarmos próximos ao centro de propósito, e o propósito, sempre estará protegido por Deus. Toda ovelha que se distancia de seu pastor, torna-se mais vulnerável. 4- A unção: Js. 3: 7: Então disse o Senhor a Josué: hoje, começarei a engrandecer-te perante os olhos de todo Israel, para que saibam que, assim como fui com Moisés, assim serei contigo. Isto quer dizer a unção que dei à Moisés para que abrisse o mar, eu dou a você para que abra o rio Jordão. Todo discípulo que honra e serve a seu líder, herda a missão e a unção do líder. O mesmo aconteceu entre Elias e Eliseu, pela intimidade e fidelidade de Eliseu, para com Elias e sua missão profética. 5- A prosperidade: Gn. 14: 18 a 20: Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho, era sacerdote do Deus Altíssimo, abençoou ele a Abrão e disse: Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, que possui os céus e a terra, e bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus adversários nas tuas mãos. E de tudo lhe deu Abrão o dízimo. Abrão depois desta atitude, passou a prosperar, até tornar-se rico como declara o livro de Gênesis, pois foi sensível para perceber e honrar a presença de Deus, na pessoa do sacerdote Melquisedeque, dando-lhe o dízimo espontaneamente. Devemos entender também que nossos líderes, não são deuses, como alguns zombando, chegam a dizer, mas são representantes legais de Deus na terra e por isso são dignos de amor, respeito, honra e cooperação. Nosso líder é um terreno fértil, onde tudo que eu semear, me dará direito a uma grande colheita na vida dos meus discípulos, tanto de coisas boas, quanto de coisas ruins. Olhando por esta perspectiva, reflita hoje: como você tem tratado seu líder, seu pastor ou apóstolo? O quanto tem se esforçado para estar junto dele, ajudá-lo e honrá-lo, agora que já entendeu que estar perto do líder é

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Como a vida é amadurecida

Mateus 22:29 Todo cristão deve ter dois tipos de conhecimento: o conhecimento das Escrituras e o conhecimento do poder de Deus. Na verdade, hoje existem dois tipos de cristãos, aqueles      que conhecem as Escrituras e aqueles que conhecem o poder Deus. Hoje quero considerar que nossa Igreja já conhece bastante as escrituras. Precisamos, portanto, conhecer o poder de Deus. 1. Tratando com Deus e sendo tratados por Ele Para conhecermos a Deus precisamos tratar com Ele e sermos tratados por Ele. O mero conhecimento da Bíblia não significa conhecimento de Deus. O exemplo dos escribas em Mateus 2. O mero conhecimento intelectual é insuficiente. Precisamos conhecer a Deus. Como podemos conhecer a Deus? A maneira como conhecemos a Deus é aprendendo a lidar com ele. Em outras palavras, aprendendo a tratar com Ele e sendo tratado por Ele. O exemplo de Jesus – Lc. 22:42 e Jo. 18:11 O exemplo de Paulo – II Cor. 12:9 A maioria dos crentes deixa que dificuldades ou problemas passem por sua vida sem o devido tratamento de Deus. Não sabem porque estão passando por aquilo. Ignoram o propósito de Deus. O exemplo do crente que ora para vencer determinado pecado. Ele não ignora que a questão do pecado displicentemente, mas vai buscar a Deus por livramento. Assim ele acumula conhecimento de Deus. Primeiro descobre Romanos 6:14 onde lê que o pecado não terá domínio sobre nós. Na segunda vez descobre que o velho homem está morto (Rm. 6:6). Numa outra vez Deus permite que você caia para conhecer a corrupção da carne. Depois disso você aprende a não confiar em si mesmo, mas depender de Deus. Ainda outra vez você entende que não é apenas aquele pecado, mas uma série de outros. Somente aqueles que foram tratados por Deus podem discernir a condição espiritual de outra pessoa. Se alguém deseja crescer precisa de conhecimento da Palavra, mas apenas isso não será suficiente, ele precisa também conhecer a Deus. A oração é a chave para aprendermos a nos relacionar com Deus e assim conhecê-lo. Um discípulo ora pedindo a Deus, por exemplo, um carro. Depois de orar por algum tempo, nada acontece. Se ele desistir ou concluir que o silêncio de Deus é uma negativa, ele deixará de crescer no conhecimento de Deus. Mas ele insiste e Deus lhe mostra que há algo errado na sua vida, Ele corrige aquele problema e o carro vem. Na próxima vez que orar ele já começará observando se aquele problema permanece. Mas depois de orar a resposta não vem. Ele insiste diante de Deus e o Senhor lhe mostra que há um impedimento. Ele corrige e mais uma vez a oração é respondida. Assim, na oração não recebemos apenas a resposta do pedido, mas também ganhamos um conhecimento mais profundo e pessoal de Deus. O exemplo de aprender a orar a. Pedir: Vamos supor que você esteja orando por um carro. Às vezes temos um grande desejo, mas nada acontece porque não pedimos (Tg. 4:2). Alguns não pedem por causa do orgulho, outros por causa da incredulidade e ainda outros porque supõem que não merecem receber. Seja como for quem não pede também não recebe. b. Desejar: Você começa a orar e nada acontece, por isso você simplesmente se esquece do pedido. O que não nos toca também não tocará o coração de Deus. Deus demora a responder para ver até onde você realmente deseja ou precisa daquele carro. Como esperamos que ele responda se esquecemos rapidamente o nosso pedido. c. Obedecer: Deus não ouve aqueles que não o obedecem. Se há algo que Deus esteja requerendo de nós ele não nos ouvirá até nos curvarmos diante de sua vontade. Pode ser falta de perdão, avareza, infidelidade, etc. Se Deus mostrou trate com isso imediatamente. d. Crer: Mesmo depois de obedecer a resposta ainda não vem. Você insiste em oração e o Senhor mostra que você precisa crer. A sua confissão é de incredulidade, as suas palavras contradizem a Palavra de Deus. Observe que você está buscando o carro, mas Deus está lhe acrescentando e alargando a vida espiritual. e. Louvar: Você já fez tudo o que o Senhor mandou e ainda assim o carro não vem. Você continua a orar e Deus lhe diz para começar a louvar. Uma vez que você tem a promessa não precisa mais pedir, mas apenas louvar. Pode ser que o Senhor lhe ensine tudo isso de uma única vez, ou ele poderá ensinar cada passo em diferentes ocasiões em que você orar. Mas o mais importante é que você não apenas obteve resposta para a oração, mas adquiriu conhecimento mais íntimo do Senhor. 2. Sendo alargados por Deus. Em Jeremias 48:11 diz: Despreocupado esteve Moabe desde a sua mocidade e tem repousado nas fezes do seu vinho; não foi mudado de vasilha para vasilha, nem foi para o cativeiro; por isso, conservou o seu sabor, e o seu aroma não se alterou. Todo fruto precisa de tempo para amadurecer. O novo crente pode adquirir muito conhecimento rapidamente, todavia toma tempo para amadurecer. Alguns, porém tem tomado um tempo excessivamente longo. Maturidade é ter a nossa capacidade expandida por Deus. Antes eu perdoava uma vez, depois passei a perdoar sete vezes, agora eu perdôo setenta vezes sete. Ninguém pode alcançar maturidade sem ser expandido por Deus. Antes eu era capaz de perdoar uma dívida de um real, agora eu posso perdoar uma dívida de mil reais. Para expandir a nossa capacidade Deus permite que passemos por situações difíceis várias vezes. Alguns crentes são como Moabe, não foram trocados de vaso, por isso permanecem com o mesmo sabor. Se perdemos a paciência pelos mesmos motivos de cinco anos atrás, isto é um sinal de que não fomos alargados por Deus. A diferença entre um fruto maduro e um verde está no seu sabor. O fruto verde é azedo, mas o maduro é doce. Todavia um fruto não pode ser amadurecido artificialmente. Isto pode ser feito com bananas, mas não com

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Os que andam em obediência e fé, prosperam até no meio das crises.

Gênesis 26:1 a 4 e 12 a 14 Há muitos relatos na Bíblia mostrando que as crises, são oportunidades para experimentarmos o sobrenatural do Senhor. É nestes momentos difíceis para a maioria, que os que vivem pela fé são distinguidos e o Senhor mostra a diferença entre o que serve e o que não serve à Deus O sacrifício da Cruz nos redimiu do poder do pecado, e de todos as consequências dele, como a morte espiritual, doenças emocionais e físicas, a esterilidade, e também a escassez financeira. Não há como, uma pessoa que teme à Deus e que vive a prática dos princípios da palavra, viver passando necessidades. Isto só acontecerá, se houver falta de santidade, infidelidade nos dízimos e nas ofertas ao Senhor. A prosperidade bíblica tem ainda outros inimigos, que são: A incredulidade: Lc. 8:13: A que caiu sobre a pedra, são os que ouvindo a palavra, a recebem com alegria, estes não têm raiz, creem apenas por algum tempo, mas na hora da provação, se desviam. A mágoa: Mt. 5: 23 e 24: Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, e ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão, e então, voltando, faze a tua oferta. Os pecados ocultos: Pv. 28: 13: O que encobre as suas transgressões, jamais prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia. A preguiça: Pv. 10: 4: O que trabalha com mão remissa empobrece, mas a mão dos diligentes vem a enriquecer-se. A prosperidade do Senhor, vai muito além de multiplicação de recursos materiais, quando nos tornamos fiéis e generosos, somos abençoados com avivamento e multiplicação ministerial. Biblicamente, Abraão é um exemplo de um homem, que por sua generosidade, que se tornou um líder próspero, ungido, e pai de uma multidão. Deus quer nos desatar em todas as áreas, nos fazendo, não só prósperos, mas também líderes ungidos e multiplicadores. Para isto, precisamos ainda crescer, no entendimento, na fé, e na generosidade acerca das ofertas à Deus. Vamos hoje receber do Senhor um ensino, sobre algumas leis da semeadura, que ao serem praticadas, mudarão radicalmente nossa vida e ministério. Estas leis são: 1 – Ofertar é um ato de obediência a Deus. Lc. 6:38: Dai e dar-se vos á, boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão… Quando na igreja somos incitados a fazer uma oferta, estamos recebendo uma ordem do Espírito Santo para dar, e diante disto, podemos não dar por não crer na palavra, dar um valor inferior ao que foi pedido por Deus, ou dar um valor maior do que foi pedido, por vaidade e não por amor. Nas três situações estamos desobedecendo ao Senhor, e assim Ele fica impedido de abençoar a semente com multiplicação, pois em sua palavra, Deus condiciona a Sua bênção, à nossa obediência. (Dt. 28) 2 – A oferta precisa ser feita em fé. Hb. 11: 1: A fé é a certeza das coisas que se esperam… ou seja ao ofertarmos, devemos fazê-lo com absoluta convicção de recebermos um milagre do Senhor, como o lavrador que sempre lança suas sementes ao solo, na certeza de que aquilo lhe trará uma multiplicada colheita. A verdadeira fé espera por um resultado. 3 – A sua semente precisa morrer: Jo. 12: 24: Se o grão de trigo, caindo na terra não morrer, ele fica só… Muitos pastores cometem o erro de direcionar seus dízimos e ofertas a necessidades pessoais, ao socorro de familiares ou ao gosofilácio do seu próprio ministério, mas isto jamais produzirá multiplicação, pois a semente só terá morrido, se ela parar de te beneficiar, para beneficiar a outros e o reino de Deus. Jesus renunciou à própria vida, para salvar as nossas. 4 – O tamanho da colheita é determinado na hora da semeadura: 2 Co. 9: 6: aquele que semeia pouco, pouco também ceifará, mas o que semeia com fartura, com abundância também ceifará. Todo aquele que quer prosperar segundo os moldes bíblicos, deve exercitar-se em aumentar o volume de sua semeadura, pois há no Reino de Deus um fator multiplicador, que jamais falha, por ser uma lei espiritual fixa a qual determina que, quanto mais você der, mais você terá, quanto maior for a sua semeadura, maior será a sua colheita. 5 – Depois de semear, descanse, pois, a colheita virá a seu tempo: Mc. 4: 26 a 29: O Reino de Deus é assim como se um homem lançasse a semente à terra, e depois dormisse e se levantasse, de noite e de dia, e a semente germinasse e crescesse, não sabendo ele como. A terra por si mesmo frutifica: primeiro a erva, depois a espiga, e por fim, o grão cheio na espiga. E, quando o fruto já está maduro, logo se lhe mete a foice, porque é chegada a colheita. Deus nos propicia oportunidades para semearmos, mas se nestes momentos ficarmos indiferentes, nada de novo ocorrerá. É tolice esperarmos pela prosperidade material ou pelo sucesso ministerial, sem santidade, sem fidelidade nos dízimos e ousadia nas ofertas. Há muitas pessoas na igreja, que vivem atribuladas financeiramente sem necessidade. O texto de Marcos, nos revela que cabe ao homem ter fé para semear, mas depois de já o ter feito, pode descansar (e depois dormisse) pois a partir daí, a semente já está sob a jurisdição divina, que certamente à multiplicará, e à trará de volta as mãos de quem a semeou. Porque Deus e a sua palavra não falham, a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória. Depois que você semear, pode ter certeza de uma coisa: Deus está trabalhando a seu favor, e uma benção está vindo de forma exata em sua direção. 6 – Você precisa semear sempre: Ec. 11: 6: Semeia pela manhã a tua semente, e a tarde não repouses a mão, porque não sabes qual prosperará, se esta se aquela, ou se ambas igualmente serão boas. Nenhum lavrador sensato, come ou

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Vencendo Crises através de Armas Espirituais

Efésios 6:10 a 18 Nos capítulos 5 e 6 de Efésios o Ap. Paulo conduz a igreja de Cristo, à posturas e passos que a levarão a glorificar a Deus, e consequentemente, a ser vitoriosa sobre todo o mal. O apóstolo Paulo inicia exortando-nos a nos santificarmos, pois, o pecado objetivamente falando, trará sempre consigo derrota e morte. Santificar-se é uma decisão, mas também um ato de dependência e busca pela intimidade do Senhor, como declara o profeta Jeremias dizendo: Senhor, sara-me e serei sarado, converte-me e serei convertido. Jr. 31: 18. O Apóstolo também deixa claro o valor do testemunho na família. Ninguém no Reino poderá considerar-se alguém de êxito, se sua família estiver destruída. Em Efésios 5 a partir do vs. 22, o Apóstolo Paulo dá diretrizes espirituais para o relacionamento entre maridos e esposas, e no Capítulo 6 também para pais e filhos, e ainda exorta sobre a obediência, temor, sinceridade, lealdade e boa vontade entre patrões e empregados. Note que um testemunho de irrepreensibilidade, que leva a invencibilidade, vem sendo construído num crescente, que passa por vida com Deus, vida em família e relações sociais, para então chegarmos à condição de guerreiros espirituais, que receberão de Deus, armas para vencer principados e potestades. Não há como um líder vencer poderes malignos que se opõem ao crescimento de sua célula, se sua vida ainda estiver envolvida com o pecado, se sua relação com seus pais for de mágoa ou rebeldia, ou se seu testemunho profissional é de preguiça, indolência ou insubmissão. Há um princípio do Reino que determina que, a quem apresenta virtude, mais virtude se lhe acrescentará. Se nos esforçarmos por santidade, receberemos poder e autoridade, se zelarmos para ser modelo, Deus nos revestirá de armas poderosas para vencer qualquer inimigo e qualquer crise. Ao lermos Efésios 6: 10, alguém pouco espiritual pode perguntar, onde eu posso comprar esta armadura? Poderei vesti-la através de uma oração? A armadura de Deus é na verdade, fruto de posicionamentos espirituais que vamos estudar agora: O vs.13 fala sobre um dia mau, um momento de luta, um tempo de crise, que poderá ser vencido se compreendermos o significado desta armadura. O Apóstolo Paulo diz no vs. 14: Estai, pois fumes, cingindo-vos com a verdade. Quantos na igreja hoje, não mentem em seus dízimos ao Senhor? Quantas crises conjugais têm como origem, mentiras entre os cônjuges? Quantas fraudes não tem arruinado a sorte da nossa nação? Satanás é o pai da mentira e só a verdade, falada e vivida por nós, poderá vencê-lo. Se você quer derrotar as trevas, seja sincero, faça uma aliança com a verdade, pois ela será sempre o melhor negócio. Assim como a mentira é a matéria-prima de satanás para gerar sua derrota, a verdade é a matéria-prima do Espírito Santo para gerar sua vitória. Certamente, é melhor uma horrível verdade, do que uma linda mentira, pois Apocalipse 22: 15 diz: fora ficam os cães, os feiticeiros, os impuros, os assassinos, os idólatras e todo aquele que ama e pratica a mentira. O Apóstolo Paulo diz ainda no vs. 14: e vestindo-vos com a couraça da justiça. Justo não é só aquele que foi justificado pelo sacrifício da Cruz, mas aquele que vive na prática da justiça. A justiça é a vontade de Deus expressa pela Bíblia. Enquanto estivermos cumprindo a vontade do Senhor, o inimigo não poderá nos tocar, pois estaremos protegidos pela couraça da sua justiça. No vs.15 diz: Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz… Pés, falam sobre nossa trajetória nesta vida, nossos passos dados em direção ao nosso destino. Sermos cristãos significa termos um propósito de vida pré-estabelecido por nosso Senhor: glorificar a Deus por nossa frutificação. Jo 15: 8 (ler. Se desejamos ser plenos e vitoriosos sobre o mal, não podemos perder o foco e nem a paixão por nossa chamado. Se fomos chamados para ganhar almas e fazermos discípulos, não seremos felizes ou completos fazendo outras coisas. Líderes vitoriosos não se distraem com coisas desta vida, mas prosseguem firmes para o alvo que é Cristo e para a missão de implantarmos seu Reino na Terra. No vs. 16 Paulo diz: embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno. Os dardos inflamados do maligno são: más notícias, palavras contrárias, visões das circunstâncias. Como podemos resistir a tudo isto? Embraçar o escudo da fé significa manter elevado o nosso nível de fé, mesmos em tempos difíceis. É não crer nas más notícias, mas crer que no que está escrito: o homem que confia no Senhor não se atemoriza de maus rumores, é não dar ouvidos a palavras contrárias, por crer que a maldição sem causa não encontra pouso, é não olharmos para as circunstâncias, por sabermos que não andamos por vista, mas por fé, e que aqueles que andam pela fé não serão jamais confundidos ou envergonhados. Tomai também o capacete da salvação vs.17: Este é outro ponto vital a ser guardado, a nossa mente, pois ela é o campo onde muitos perdem a batalha antes que ela comece. A crise da qual todos falam e muitos já estão vivendo, é apenas uma ideia negativa que não tem nenhuma base no mundo físico, (não há nenhum déficit na natureza). A crise é apenas uma crise de confiança que redunda em uma paralisação. A Bíblia diz: O que o homem pensar em seu coração, assim ele será. Muitos não conseguem viver uma vida vitoriosa, por não terem um conceito correto de si mesmos. Há pessoas que se acham feias, incapazes, sem valor, e derrotadas. Como pessoas assim poderão obter êxito ou atrair outras pessoas? Precisamos pensar de nós mesmos, o que Jesus pensa a nosso respeito: que somos seus filhos amados, que somos príncipes, herdeiros e co-herdeiros com Ele e mais do que vencedores em todas as coisas por meio do seu amor. Se as pessoas não estão confiando nos governantes, se os investidores estrangeiros não estão confiando no Brasil, nós

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Precisamos galgar níveis mais altos na liderança

Lembrem-se dos seus líderes, que transmitiram a palavra de Deus a vocês. Observem bem o resultado da vida que tiveram e imitem a sua fé. Hebreus 13:7 Procure apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem do que se envergonhar e que maneja corretamente a palavra da verdade. 2 Timóteo 2:15 Mas, sejam fortes e não desanimem, pois, o trabalho de vocês será recompensado". 2 Crônicas 15:7 Um diploma universitário lhe dá validação que aumentam suas chances de arrumar um emprego. Ele prova que você frequentou pelo menos 75% das aulas e foi capaz de ter 70% de aproveitamento nas provas. Porém a vida não é formada apenas de um bom emprego, de se ter um ótimo salário, boa casa e carro zero, a vida é muito mais que isso, afinal somos um ser completo, pois somos formados de três partes que precisam ser supridos, alimentados e preservados. Em primeiro lugar vem a vida espiritual que envolve nossa experiência e vivencia com Deus, depois a emocional que envolve a vida familiar, depois vem a física que envolve saúde, depois vem o ministério que envolve nossa integração e atuação no reino de Deus através da igreja. Somos uma igreja da visão celular no modelo dos doze, aqui desenvolvemos pessoas, fazemos discípulos, formamos líderes, projetamos sucessores e governamos territórios. Para termos êxito na vida espiritual, emocional, familiar, ministerial e profissional é necessário desenvolvermos algumas áreas que são fundamentais para termos sucesso nestas áreas, caso contrário, passaremos anos fazendo alvos e metas sem termos sucesso, passaremos nossa vida inteira ouvindo comandos sem surtir em nós nenhuma ação ou efeito. Vejamos: 1.Precisamos desenvolver e melhorar a nossa comunicação; 2.Precisamos nos atualizar sempre com aquilo que estamos lidando e trabalhando; 3.Precisamos aprender com quem chegou ao topo, com aqueles que obtiveram sucesso; 4.Precisamos aprender a falar inglês e espanhol, pois isso facilitará nosso alcance; 5.Precisamos aprender a administrar bem nosso dinheiro, caso contrário ficaremos limitados; 6.Precisamos desenvolver competências de liderança e sempre ajudar o próximo; 7.Precisamos aprender a lidar com o risco, libertar-se de padrões antigos que são tradições que não surtem mais efeito, precisamos trabalhar para realizar sonhos; 8.Precisamos trabalhar não apenas e não somente para pagar contas no final do mês; 9.Precisamos nos livrar da dependência do consumo para termos significado, gente, temos valor; 10.Precisamos desenvolver raciocínio esquemático livre, para improvisar e sem decorar; 11.Precisamos ter controle sobre nossas emoções e não se abater com as críticas; 12.Precisamos nos manter humildes para aprendermos mais e mais, crescer é nossa meta; 13.Precisamos assumir nosso protagonismo, 14.Precisamos nos livrar da síndrome do coitadinho e cultivarmos hábitos vitoriosos, decidirmos pela maturidade, não temos o direito de agirmos com imaturidade, não temos mais tempo; 15.Precisamos saber aprender com as frustrações, termos controle sobre a ansiedade e assumirmos nossa responsabilidade pelos erros cometidos sem culpar terceiros; 16.Precisamos ser confiáveis, pensarmos grande e sermos inconformados com a mediocridade; 17.Precisamos não depender de governos ou família, pois precisamos nos desenvolver para reproduzir sucesso na vida de outros; 18.Precisamos ter a capacidade de se renovar diante de um revés, de um 19.selecionar bem nossas companhias, posso conviver para ganhar, mas minhas companhias onde há intimidades, transparências, precisam ser gente de Deus, discípulos integrados, leais e fieis ou discipuladores maduros e focados no alvo maior; 20.Precisamos querer ser melhores no que propomos fazer ou naquilo que nos é comandado para realizar, precisamos aprender a ajudar o companheiro de equipe dando o nosso melhor; 21.Precisamos não se acovardar diante do medo do desconhecido, mas precisamos implementar, empreender, tanto no profissional, quanto no ministério e na liderança. 22.Precisamos investir com intensidade na formação dos nossos discípulos, se quisermos multiplicar com qualidade, precisamos dispor de tempo pra isso. 23.Precisamos aprender a escolher para treinar, tema este que falaremos na reunião estratégica; 24.Precisamos levar a sério a vida de oração, nossa liderança em uma equipe de doze, nosso papel na igreja, na rede e célula. Não temos o direito de dar mal testemunho, precisamos definitivamente sermos modelos de integridade, retidão, fidelidade, lealdade, santidade, maturidade, unidade, mansidão e inteligência emocional. De tudo isso, dentre MUITOS outros fatores que não se aprende apenas ouvindo, mas obedecendo e tomando a decisão de ser para ter, depende o nosso sucesso que será capaz de nos arrancar do lugar comum, é desta forma que não seremos apenas mais uma na multidão. Aquilo que você não pode conservar, não te pertence Para haver um crescimento saudável e próspero deve existir relacionamentos saudáveis entre os líderes. E não estou falando apenas dos líderes rede e de células, mas também dos discípulos que estão sendo alcançados. Assim também precisa acontecer com os colaboradores que vem como voluntários para ajudar nas redes, para isso acontecer, precisamos ser modelos, eles vão se espelhar em nós. Precisamos também conseguir identificar e satisfazer as legítimas necessidades dos novos e daqueles que estão em formação. E qual é a regra número um do ministério (igreja) neste tempo em que vivemos? Corresponder às necessidades das pessoas, caso contrário outros farão ou outras igrejas vão suprir, pois hoje tem de tudo, inclusive engano. Agitação, transferências, rebelião, falta de cumplicidade e confiança são simples sintomas de um problema de relacionamento. As necessidades legítimas dos discípulos e pessoas que estão perto de nós estão sendo satisfeitas? E podemos ir um pouco além: se não estamos satisfazendo as necessidades das pessoas que chegam até nós, Deus confiará em nossas mãos uma multidão? Se não estamos administrando as nossas finanças hoje, Deus confiará as riquezas nas nossas mãos? Se não estivermos sendo fieis no pouco, Deus confiará o muito nas nossas mãos? Temos aprendido pela Palavra e na experiência da visão, que se investirmos em um discipulado de qualidade, e vocês reproduzirem, todos serão acompanhados e alcançados pelos doze das gerações. Hoje é tempo de reforma, é tempo de posicionamento, é tempo de decisão. Deus nos ama e quer nos ver crescendo e conquistando, Ele quer nos ver governando territórios, então vamos pôr as mãos na massa e fazer este bolo crescer como

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