A fé que gera resultados

Isaías 55:11 Em 1 Timóteo 4.9 a bíblia diz que Fiel é a palavra de Deus e digna de inteira aceitação. O Salmos 138:2 revela a importância e autoridade da Palavra de Deus, lá diz que devemos nos prostrar na direção do santo templo de Deus louvando o nome dEle, fazer isso por causa da sua misericórdia e da sua verdade, pois o próprio Deus magnificou acima de tudo o nome dEle e também a Sua Palavra. Estamos envolvidos em um grande projeto de oração três vezes ao dia em ciclos de sete semanas, estamos na sexta semana e todos os discípulo devem participar. São 7 semanas de intensa busca de Deus todos os dias as 9:00, 15:00 e 18:00 horas. São sete domingos onde ministramos a palavra desatando todos para crescimento em prosperidade. No dia 4 deste mês veio o Apóstolo André Davi liberando sobre nós unção para prosperar, dia 1º de setembro virá o Apóstolo Jairo que irá ministrar e orar por cura física. Todos desejam ver resultados naquilo que se envolvem. A vontade de Deus é que os resultados apareçam. Deus chama estes resultados de frutos.  Jesus disse em João 15:16: Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda. O fruto é o resultado de um plantio, de uma semeadura, de cuidados com a lavoura, de manutenção, de combate à ervas daninhas, de paciência para cuidar e aguardar a colheita, todas estas ações envolve fé, ninguém planta, cuida, protege, rega sem a expectativa da colheita. O que nós precisamos entender é que existe uma fé que produz resultados, precisamos aprender que a vontade de Deus é que a nossa fé vença as circunstâncias negativas que tentam nos prender. É muito fácil acreditar naquilo que estamos vendo, ver para crer não é fé. A fé é uma certeza de algo que Deus nos prometeu e nos falou. Deus fala através da Bíblia, dentro do nosso espírito, através das circunstâncias, através daqueles que Ele levanta e unge para representá-lo na terra. Em Hebreus 1:1-2 diz: “Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo.” Precisamos buscar obter uma fé que trará resultados práticos para a nossa vida, família e para o Reino de Deus. Fé não é algo absurdo, é concreto, é real. Nosso Deus existe, Ele é real. Portanto crer em Deus não é absurdo, é real. Em toda a Bíblia as promessas que Deus fez aos seus servos que foram fiéis, nenhuma delas falhou. Portanto temos um registro histórico da fé de homens em Deus. Se Deus não falhou com eles, nós não seremos escolhidos para manchar a reputação de Deus em todo o universo físico e espiritual. Em que eu devo basear a minha fé? Acreditar naquilo que Deus fala ao nosso respeito e andar sobre esta palavra é a base de tudo. A questão da fé está ligada à Palavra de Deus. A sua fé é o resultado da sua confiança nesta Palavra! Se nossa confiança está na Palavra de Deus, nossa fé resultará no cumprimento das promessas dEle contidas nela, mas se nossa confiança está apenas na palavra dos homens, na palavra da ciência, na palavra do mercado, na palavra das circunstância, na palavra das emoções, no que a mídia está dizendo, então os resultados da nossa fé serão diferentes das promessas de Deus. Em Lucas 5:5 O Apóstolo Pedro disse a Jesus; sob a Tua palavra lançaremos as redes. O Apóstolo Pedro lançou a rede não fiado nos seus conhecimentos profissionais, mas na Palavra de Jesus! Ele obedeceu e fez uma grande pescaria. Veja o exemplo de Adão e Eva, eles resolveram colocar sua fé na palavra da serpente e não na palavra de Deus, o resultado foi morte. Qual resultado queremos viver em nossa história? Vida ou morte, benção ou maldição. Em Deuteronômio 11:26 Deus disse: “Eis que, hoje, eu ponho diante de vós a bênção e a maldição, a bênção, quando cumprirdes os meus mandamentos que hoje vos ordeno; a maldição, se não cumprirdes meus mandamentos… Fé sem obras é morta, não tem resultados. A ênfase subjetiva deste texto é a obediência. É como alguém conhecer a verdade acerca de Jesus, ter tido uma experiência com Deus e não se arrepender e nem se converter. Isso acontece porque na verdade não creu, quem crê com certeza recebe a Jesus e depois se batiza confirmando a sua fé! Fé gera obediência que gera resultados! Se cremos; por que então não damos crédito e obedecemos a Palavra da verdade? Fé é acreditar naquilo que Deus diz: Porque alguns no reino de Deus na terra não dão as primícias, os dízimos e as ofertas? Na verdade não creem que existe um devorador e que Deus vai abrir a janelas dos céu. Por que muitos não perdoam? Porque não acreditam na Palavra de Deus que fala das consequências da falta do perdão. Por que muitos não avançam no ministério? Por não acreditar que Deus pode usá-los. Deus não irá permitir que estejamos numa situação que não tenha saída. Deus só abre o mar para os que creem, pois estes não esperam as águas abrirem para avançar, mas as águas se abrem porque eles pisam nelas e avançam na certeza que elas vão se abrir.  O sobrenatural de Deus se move através da nossa fé!!! Há insondáveis propósitos de Deus. Os pensamentos de Deus são maiores do que o nossos. Não fique querendo controlar o plano de Deus na sua vida, simplesmente obedeça e seja fiel ao Senhor. Confie que ele te conduzirá, ainda que você não entenda. O porvir é incomparavelmente melhor do que o hoje, embora hoje temos em Cristo

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Dia dos pais

Êxodo 40:12-13; Josué 24:14, 15 O mundo está comemorando o Dia dos Pais. Mais uma vez, como no Dia das Mães. Você já parou para pensar qual o presente que mais agradaria seu pai? Não só nessa data, mas, em todos os dias do ano, o que faria seu pai feliz? Aqui em Êxodo Deus escolheu um pai e seus filhos para serem Seus sacerdotes, para que estivessem consagrados a Ele e cuidassem do Seu tabernáculo. Toda a consagração que foi feita com o pai, também foi feita com seus filhos. As roupas feitas para o pai e todos os seus adereços foram feitas, igualmente para os seus filhos. O que vamos entender com isso? Que a mesma unção e legado que está sobre o pai está, também, sobre os filhos. Você é filho, você tem um pai e a vida desse pai influencia diretamente a sua vida. Quantas vezes saímos de casa aborrecido com nosso pai? Quantas noites fomos dormir triste por alguma coisa que nosso pai fez ou falou para nós? E o nosso pai? Quantas vezes ele ficou aborrecido com as nossas desobediências, com a nossa falta de atenção, com a nossa preguiça de estudar, com a nossa falta de cuidado com as coisas de casa ou que ele comprou para nós? Quantas vezes honramos e quantas vezes desonramos? Como filhos segundo Efésios 6:1, devemos honrar aos nossos pais, pois isso agrada a Deus e nos torna possuidores das honras e das bênçãos que, por herança, o Senhor prometeu aos pais. Deus disse em Malaquias 1:6: O filho honra o pai e o servo ao seu senhor, se Eu sou seu Pai, onde está a minha honra. Então, vamos agradar ao coração de Deus vivendo e cumprindo a Sua palavra todos os dias do ano e não somente uma vez por ano como fazem no Dia dos Pais, amém? Romanos 8:14 diz: “Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus.” A Bíblia diz que quem é filho de Deus é guiado por Ele. O filho é aquele que se deixa guiar porque aceita ser discípulo, ser ensinado, ser cuidado. Sabemos que há diferença de um filho para o outro. Um é mais manso, outro mais bravo; um é mais atencioso, outro desatento; um mais amoroso, outro arisco e assim por diante. Normalmente, o pai tende a estar mais perto do filho mais manso, atencioso, amoroso e que se aproxima mais. Isso não representa, portanto, que esse seja o filho mais amado, mas pode representar o filho que prefere mais a sua companhia. Assim como ocorre na família, de filhos preferirem mais a companhia do pai, de igual modo ocorre com Deus. Deus não tem filhos prediletos, mas têm filhos que preferem mais a Sua companhia, amam a Sua presença. Estes oram mais e, consequentemente, são mais abençoados. Em qualquer lugar que formos, sempre haverá pessoas que são mais sociáveis que as outras. As pessoas mais sociáveis gostam de estar mais próximas. Nas células, por exemplo, encontramos discípulos que buscam mais a companhia do líder, fazem tudo para estar sempre perto. E, se há uma oportunidade para desfrutar da companhia do discipulador, não a deixam escapar. Eles provam que amam estar perto por causa das atitudes que têm. Também é uma verdade que nas células há alguns discípulos que quando encontram o líder, é para dar uma alfinetada, falar sobre algo que não estão gostando, reclamar… Existem filhos e discípulos em todo lugar que vivem insatisfeitos com tudo. Por tudo isso, é pertinente afirmar que há diferença de filhos para filhos, de discípulos para discípulos. São filhos? Sim. São discípulos? Todos afirmam ser. A questão é que as atitudes são diferenciadas e somos denunciados no comportamento. O nosso desejo deve ser o de parecer com o Pai, já que somos filhos. Jesus disse em João 14:9: aquele que vê a mim, vê o Pai. Isto é, O filho é parecido com o Pai. Há tanta gente desejando ser parecida com outras pessoas, porque tem medo de ser quem são. Se o nosso pai ainda não se converteu e ainda não é modelo…, nós temos alguém muito especial com quem devemo-nos parecer: o Pai Celestial, Ele é o nosso primeiro modelo. A bíblia diz que seremos transformados a imagem do Filho, pois Ele, Jesus, é o modelo para que todos os outros filhos sejam parecidos com o Pai Celeste, podemos se quisermos, como lideres, sermos este referencial aqui na terra. Por outro lado, quando chega esse dia, nós pais precisamos refletir sobre o nosso papel na família, qual direção e destino devemos dar, aonde precisamos chegar para que nossa esposa e filhos também possam chegar. É fácil trazer nossos filhos até aonde chegamos, mas é difícil leva-los além da onde estamos, isto denuncia que precisamos continuar crescendo e avançando no conhecimento de Deus! Josué disse no capítulo 24:15: Eu e minha casa serviremos ao Senhor. Isto denúncia qual deve ser nossa postura na família, devemos servir ao Senhor colocando-o em primeiro lugar, observarmos Seus princípios e com diligencia, ensinar nossos filhos e toda a família. Ensinar falando e principalmente vivendo na prática, ensinando no caminho sabendo que o dia do Senhor se aproxima e que mais do que nunca, precisamos ser modelos, assumindo nosso papel sacerdotal! É um privilégio ter este legado, ser pai é divino, foi uma ideia divina! Feliz dia dos pais!!! Ap. Eliezer

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O poder da fé

Marcos 11:20 a 26  No caminho de Betânia para Jerusalém, Jesus procurou frutos num pé de figos e não encontrando frutos a sentenciou dizendo: “Nunca jamais coma alguém fruto de ti”. Na manhã seguinte passando eles por aquele lugar viram que a figueira secara do alto até a raiz e muito se admiraram, entre eles estavam os doze de Jesus. Jesus não fez aquilo por maldade, mas para demonstrar o poder da fé. Ele o fez para mostrar que se crermos no poder de Deus, em nada duvidando, aquilo que determinarmos em oração será realizado. Se crermos no Deus Criador, no Todo Poderoso, através do seu Filho Jesus então nossa fé se torna um canal de poder e nossa boca adquire poder de vida e de morte. Quando no vs. 23 Jesus fala de removermos montanhas (superar grandes dificuldades, livrar-se de grandes obstáculos), ele diz que três condições são necessárias: 1o. Dizer à dificuldade que desapareça: pela oração podemos determinar todas as coisas, pois é promessa de Deus que a oração do justo move a poderosa mão de Deus. 2o. Não duvidar no seu coração: depois que oramos por algo às vezes somos assaltados pela dúvida e pensamentos de que Deus não nos ouviu, ou de que não merecemos o que pedimos. (Estes pensamentos de dúvida vêm do maligno que quer roubar a nossa fé). 3o. Crer que se fará o que se diz: Preste atenção no tempo do verbo: se fará o que se diz (está no presente) e não o que se disse. A terceira condição é seguir declarando aquilo que foi determinado em oração (ex: se foi feita uma oração por cura, então quem recebeu aquela oração deve seguir dizendo em todo tempo: estou curado, estou curado, até que a cura se manifeste de forma visível ou sensível. Muitas pessoas pedem algo à Deus ou recebem a oração de alguém por algo específico e logo depois anulam o efeito daquela oração, liberando palavras de sentido contrário ao que se pediu. No vs. 24 Jesus afirma: tudo quanto em oração pedirdes, creia que recebestes, e será assim convosco. A palavra de Deus é fiel e poderosa, por isso nossa fé deve firmar-se nela e crer que não há impossíveis quando oramos e mantemos a confissão de nossa fé. Qualquer problema por mais grave que seja pode ser resolvido, desde que façamos conforme o ensino da figueira (três condições), mas há ainda uma última condição para que este processo funcione e produza milagres. A condição que pode anular tudo que foi prometido anteriormente é existir alguma mágoa no coração, por isso, no vs. 25, Jesus dá uma “ordem” que é: perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém (contra qualquer pessoa). Corações que contém mágoa ou ódio contra alguém, não podem ser canais do poder de Deus. Mágoas impedem a ação do Espírito Santo, por isso é necessário antes de orar para pedir algo, sondar o coração e verificar se há contra pai, mãe, ex-marido, ex-esposa, atual marido, atual esposa, filhos, parentes, amigos, sócios, alguma mágoa ou ressentimento. Mágoas e falta de perdão são uma fonte de infelicidade, dores e enfermidades e podem também impedir que Deus nos perdoe, como explica o vs. 26: se não perdoardes, também vosso Pai Celestial não vos perdoará as vossas ofensas. O perdão é o que nos aproxima de Deus e nos dá acesso as suas bênçãos. Tamanha é esta verdade, que Deus precisou enviar Jesus (seu único filho) ao mundo para que através de sua morte na cruz, os homens pudessem ser perdoados e reconciliados com Deus (o Pai). Deus quer que o perdão que recebemos Dele através de Jesus possa ser liberado sobre todos que nos ofenderam, como está escrito: o que de graça recebestes, de graça dai.  O perdão não é um sentimento e sim uma declaração diante de Deus, (do tipo: eu perdoo – dizer o nome da pessoa – e abençoo em nome de Jesus. Prática: 1). Levar cada um a refletir se tem alguma mágoa contra alguém. Dê algum tempo para pensarem e declare que o Espírito Santo vai revelar a eles pessoas que precisam ser perdoadas. 2). Após identificarem as pessoas, coloque uma música de fundo (não muito baixa para que as pessoas possam orar sem timidez) e diga que todos orem declarando perdão para aqueles que o Espírito Santo lhes mostrou. 3). Após a oração dos discípulos, orar por todos determinando que seus corações sejam limpos de toda mágoa, suas almas curadas e seus pedidos de orações, por mais impossíveis que pareçam, se realizem em nome de Jesus! Depois da oração levar os visitantes a receberem Jesus como seu único Senhor e Salvador e convida-los para o culto de domingo. Atenção: Próximo domingo será a nossa comemoração de 10 anos de IACC, Festa! Deus os abençoe, amamos vocês  

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A fé que precisamos

Atos 2:36 a 47 Temos vivido dias proféticos para crescimento e prosperidade, estamos procurando conquistar nossos objetivos como Igreja focada no propósito. Temos orado três vezes ao dia com jejum intercalado com os doze e discípulos que estão nas redes para que a presença de Deus, neste segundo semestre favorável para semear, crescer e prosperar seja maciça em nossas vidas e metas. Vamos dizer como Moisés: Se a tua presença não for conosco não nos faça subir deste lugar, queremos mais da presença de Deus, cremos que neste tempo favorável definiremos um 2020 de muita colheita, alegria, multiplicação, contentamento e prosperidade. Reconhecemos que somente a Unção do Espírito Santo é que pode realizar algo que toca na eternidade. Algo que realmente vale a pena de ser feito. Queremos ser gigantes da fé para cumprir aquilo para o qual fomos gerados, obtendo bom testemunho pela fé. E um dos elementos mais importantes que nós cristãos precisamos para avançar é a FÉ viva. Uma fé para crer e receber todas as promessas contidas na salvação. Uma fé que remove montanhas. Uma fé que faz com que nós tenhamos uma atitude que aos olhos humano, seria impossível de se realizar. Nós precisamos entender que a fé por si só, apenas mental não adianta. Fé tem que ser acompanhada de uma série de outras coisas. Coisas que a torne real. Em Tiago 2:17 diz que fé tem que ser acompanhada de ação. Isso envolve obediência a Palavra, Oração incessante, Jejum com propósito, Testemunho, Pregação com convicção, luta pela unidade, luta pela comunhão, trabalho diligente pela Frutificação, confissão da Palavra diária, fidelidade em tudo, renúncia, etc. O grande problema é que para muitas pessoas estas coisas se tornam como uma muralha. A fé de alguns se manifesta com um caráter único de salvação, isto é, fé para salvação e mais nada. E isso não é o suficiente, a fé que agrada a Deus vai além de nossas expectativas e capacidades, vai além de nós. A fé viva nos leva além dos limites humano implementando o poder ilimitado de Deus na terra, colocando a expansão do Seu reino e justiça em primeiro lugar, usufruindo do suprimento do Céu. Vejamos como isso funcionava na igreja primitiva. Os apóstolos precisavam de fé para obedecer às ordens de Jesus naqueles primeiros dias da igreja. Havia um clima tenso de uma iminente perseguição, mas mesmo assim eles não desistiram, eles preferiram andar por fé. E o Senhor cumpriu o que lhes havia prometido, derramou sobre eles o Espírito Santo e muitos milagres aconteceram. Eles aprenderam a crescer em fé através da oração. E cada vez mais eles cresciam em experiência e em dependência do Espírito de Deus, pois este é o grande objetivo do Espírito Santo, nos levar a depender do Senhor dos senhores, do Rei dos reis, Jesus nosso Messias. A fé deles os levaram a sair de um estado de contemplação (só a cruz) para viverem uma verdadeira vida de testemunho (segue-me). Eles entenderam as palavras de Jesus: Toma a tua cruz e segue-me. E seguir Jesus significa andar por onde ele andou (atrás dos cativos e necessitados) e como ele andou (a todos servindo), fazer o que ele fez (doou-se), dizer o que ele disse (a verdade), em resumo fazer não só as mesmas obras que ele fez, mas, outras maiores ainda (Jo.14:12). A fé deles foi de encontro com as necessidades dos outros e a maior delas é a salvação. O fato deles crerem não era o bastante, o que eles desejavam é que seus irmãos também recebessem em seus corações a mesma fé que eles tinham, por isso anunciavam que só há salvação em de Jesus (At. 4:12). A fé deles produziu sinais e prodígios, e o resultado disso foi, mais temor no coração das pessoas. A fé produziu visão e unidade, ao ponto de terem tudo em comum. A fé deles produziu um relacionamento diário no templo e nas casas (as células). E este testemunho chamou a atenção do povo ao ponto de se tornarem simpatizantes e em seguida, muitos foram acrescidos na igreja. O resultado deste relacionamento encharcado de fé, foi mais conversões. O que Jesus espera de nós como igreja é somente aquilo que ele mesmo fez e nos mandou fazer. Dizer para as pessoas; vem e segue-me. Isso é evangelismo, consolidação, discipulado e envio. O discípulo não está acima do seu mestre, todo aquele, porém, que for bem instruído será como o seu mestre. Jesus não nos exige aquilo que Ele mesmo não tenha praticado ou suportado. Ser igual ao mestre é o alvo do discípulo e isso só é possível quando movidos pela fé, nos esforçamos para corresponder às expectativas de Deus em nós. Deus acredita em nós mais do que nós mesmo, Ele tem fé, por isso nos chamou para levar do Seu amor ao mundo e anunciar que chegou a salvação a todos aqueles que por meio de Jesus Cristo, se achegam a Ele. Em Isaías 60:2 diz: …sobre ti o Senhor virá surgindo, e a sua glória se verá sobre ti. Deus espera que firmados em suas promessas, estejamos rompendo em fé. A Palavra de Deus é criativa e Ele espera que a usemos. Em Hebreus 11:3 diz: “Pela fé entendemos que o universo foi criado pela palavra pronunciada por Deus; de modo que aquilo que se vê não foi criado dos fenômenos visíveis, mas do invisível.” A Palavra de Deus gera quando é pronunciada e exercida com fé: A fé, por sua vez, move a mão de Deus, que opera o impossível. E Jesus disse em Marcos 9.23: Se tu podes crer, tudo é possível ao que crê. A Fé, portanto, traz grandes rompimentos. Os obstáculos sairão da nossa frente para que possamos avançar. Jesus disse em Mateus 17:20:“…se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá, e há de passar; e nada vos será impossível.  Fé é como um pássaro que crê que a luz virá e

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O poder da fé

Marcos 11:20 a 26  No caminho de Betânia para Jerusalém, Jesus procurou frutos num pé de figos e não encontrando frutos a sentenciou dizendo: “Nunca jamais coma alguém fruto de ti”. Na manhã seguinte passando eles por aquele lugar viram que a figueira secara do alto até a raiz e muito se admiraram, entre eles estavam os doze de Jesus. Jesus não fez aquilo por maldade, mas para demonstrar o poder da fé. Ele o fez para mostrar que se crermos no poder de Deus, em nada duvidando, aquilo que determinarmos em oração será realizado. Se crermos no Deus Criador, no Todo Poderoso, através do seu Filho Jesus então nossa fé se torna um canal de poder e nossa boca adquire poder de vida e de morte. Quando no vs. 23 Jesus fala de removermos montanhas (superar grandes dificuldades, livrar-se de grandes obstáculos), ele diz que três condições são necessárias: 1o. Dizer à dificuldade que desapareça: pela oração podemos determinar todas as coisas, pois é promessa de Deus que a oração do justo move a poderosa mão de Deus. 2o. Não duvidar no seu coração: depois que oramos por algo às vezes somos assaltados pela dúvida e pensamentos de que Deus não nos ouviu, ou de que não merecemos o que pedimos. (Estes pensamentos de dúvida vêm do maligno que quer roubar a nossa fé). 3o. Crer que se fará o que se diz: Preste atenção no tempo do verbo: se fará o que se diz (está no presente) e não o que se disse. A terceira condição é seguir declarando aquilo que foi determinado em oração (ex: se foi feita uma oração por cura, então quem recebeu aquela oração deve seguir dizendo em todo tempo: estou curado, estou curado, até que a cura se manifeste de forma visível ou sensível. Muitas pessoas pedem algo à Deus ou recebem a oração de alguém por algo específico e logo depois anulam o efeito daquela oração, liberando palavras de sentido contrário ao que se pediu. No vs. 24 Jesus afirma: tudo quanto em oração pedirdes, creia que recebestes, e será assim convosco. A palavra de Deus é fiel e poderosa, por isso nossa fé deve firmar-se nela e crer que não há impossíveis quando oramos e mantemos a confissão de nossa fé. Qualquer problema por mais grave que seja pode ser resolvido, desde que façamos conforme o ensino da figueira (três condições), mas há ainda uma última condição para que este processo funcione e produza milagres. A condição que pode anular tudo que foi prometido anteriormente é existir alguma mágoa no coração, por isso, no vs. 25, Jesus dá uma “ordem” que é: perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém (contra qualquer pessoa). Corações que contém mágoa ou ódio contra alguém, não podem ser canais do poder de Deus. Mágoas impedem a ação do Espírito Santo, por isso é necessário antes de orar para pedir algo, sondar o coração e verificar se há contra pai, mãe, ex-marido, ex-esposa, atual marido, atual esposa, filhos, parentes, amigos, sócios, alguma mágoa ou ressentimento. Mágoas e falta de perdão são uma fonte de infelicidade, dores e enfermidades e podem também impedir que Deus nos perdoe, como explica o vs. 26: se não perdoardes, também vosso Pai Celestial não vos perdoará as vossas ofensas. O perdão é o que nos aproxima de Deus e nos dá acesso as suas bênçãos. Tamanha é esta verdade, que Deus precisou enviar Jesus (seu único filho) ao mundo para que através de sua morte na cruz, os homens pudessem ser perdoados e reconciliados com Deus (o Pai). Deus quer que o perdão que recebemos Dele através de Jesus possa ser liberado sobre todos que nos ofenderam, como está escrito: o que de graça recebestes, de graça dai.  O perdão não é um sentimento e sim uma declaração diante de Deus, (do tipo: eu perdoo – dizer o nome da pessoa – e abençoo em nome de Jesus. Prática: 1). Levar cada um a refletir se tem alguma mágoa contra alguém. Dê algum tempo para pensarem e declare que o Espírito Santo vai revelar a eles pessoas que precisam ser perdoadas. 2). Após identificarem as pessoas, coloque uma música de fundo (não muito baixa para que as pessoas possam orar sem timidez) e diga que todos orem declarando perdão para aqueles que o Espírito Santo lhes mostrou. 3). Após a oração dos discípulos, orar por todos determinando que seus corações sejam limpos de toda mágoa, suas almas curadas e seus pedidos de orações, por mais impossíveis que pareçam, se realizem em nome de Jesus! Depois da Ceia Levar os visitantes a receberem Jesus como seu único Senhor e Salvador. Deus os abençoe, amamos vocês,  

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Compreendendo o valor de uma aliança

Gênesis 17 : 1 a 9     Nosso Deus é o Deus da aliança. O princípio da aliança nasceu no coração do Senhor, e foi Ele quem propôs a primeira aliança com o homem (Noé em Gn. 9 :12). A aliança é um pacto de unidade, direitos, e deveres, feito entre duas partes de comum acordo. As alianças são feitas de forma voluntária, mas depois de feitas são inquebráveis e nos submetem a deveres para a conservação da aliança como declara: Gl. 3:15: “Irmãos falo como homem, ainda que uma aliança seja meramente humana, uma vez ratificada, ninguém a revoga ou lhe acrescenta alguma coisa.” A Bíblia também diz que aquele que quebrar uma aliança sofrerá dores e isto é o que de fato vemos, quando pessoas pecam e saem da igreja, divórcios acontecem e sociedades de negócios são desfeitas. Vivemos numa sociedade onde muitos, com medo dos deveres que uma aliança impõe, não querem assumir o compromisso e por isso argumentam: “Não é necessário casar”, “não preciso ir a igreja congregar”, “não preciso de cobertura espiritual”. Estes na verdade, não querem pagar o preço da submissão ao Espírito da aliança, que é o próprio Espírito de Deus, e com isto sem perceber, perdem os direitos que uma aliança traz consigo.  Uma aliança nos impõe deveres, mas também nos concede muitos direitos. Exs.: Casamento, discipulado, etc. Desde a antiguidade, toda aliança feita tinha um preço a ser pago pelas partes. As vezes um animal era dividido ao meio, seu sangue era derramado em sacrifício, e os contraentes passavam caminhando entre as partes do animal partido, declarando que a parte que viesse a quebrar aquela aliança, teria o mesmo destino daquele animal. Foi exatamente este tipo de aliança, o que feito por Abrão em Gn.15:10 (ler).  Um outro tipo de aliança, era a aliança de sal, e o preço eram duas porções de sal trazidas pelos dois contraentes. O sal como um símbolo de fidelidade, era misturado e uma parte dizia a outra: “Separe agora o seu sal do meu”. Como isto não era possível, dizia-se: “Assim como este sal não pode mais ser separado, também esta aliança nunca poderá ser quebrada.” Depois as partes comiam uma pitada do sal para selar a aliança (Lv. 2:13). Daí vem o ditado: Só se conhece de fato alguém, depois de se comer sal com esta pessoa. Isto nos ensina que numa aliança nossa essência se mistura (o sal de um, no corpo de outro e vice-versa).  O mesmo acontece na Ceia do Senhor através do pão e do vinho que ingerimos, os quais simbolizam a vida de Cristo no meu corpo, e minha vida inserida no corpo de Cristo, que é a igreja. Nós através da Ceia somos reconhecidos espiritualmente como parte integrante do Corpo de Cristo, pois há duas ordenanças dadas por Jesus, para que estejamos agregados ao Corpo da Igreja: O Batismo pelo qual eu entro, e a Ceia pela qual eu permaneço a cada celebração. As alianças também sempre produzem crescimento e nivelamento, onde a parte menor é abençoada pela maior, onde o mais fraco é fortalecido pelo mais forte. Exs.: Eu e o Ap. Renê, nós e Jesus.  Numa aliança ambas as partes são enriquecidas, nunca uma só é abençoada. Ex.1:  O marido ama a esposa protegendo e suprindo-a, ela por sua vez, o ajuda em tudo que ele faz, e assim ambos conquistam mais.   Ex. 2: O líder alimenta, instrui, e protege seu discípulo, o discípulo por sua vez, abraça a missão do líder e o ajuda a cumpri-la, sendo ambos abençoados por isto.   Uma aliança requer perseverança das partes no cumprimento dos seus deveres, para que os direitos sejam continuamente alcançados. Se os deveres deixarem de ser cumpridos, a aliança é quebrada e cessam os benefícios.  Ex.: Trazei todos os dízimos x Janelas do Céu abertas e devorador repreendido.  O texto de Gn. 17 nos mostra que na aliança feita por Deus com Abrão, primeiro o Senhor colocou os seus requisitos: Vs. 1: Anda na minha presença – Significa a comunhão e a intimidade com Deus.  Sê perfeito – Significa o exercício da fé, do amor, e da obediência.  Se conhecendo a verdade, pecarmos deliberadamente, quebramos a aliança e perdemos nossa intimidade com o Senhor, mas se nos santificarmos, pelo constante exercício da fé em amor, nos mantemos em comunhão e somos automaticamente alcançados pelos benefícios da aliança como promete Dt. 28: Todas estas bênçãos virão e te alcançarão… Deus não determinou só deveres a Abraão, mas muitas bênçãos específicas, das quais somos herdeiros como declara Gl. 3:29: E, se sois de Cristo, também sois descendentes de Abraão e herdeiros segundo a promessa.  Tudo que Deus prometeu a Abraão, é seu por direito de herança através de Cristo. Com base nisto, entenda que não há como a sua vida não ser bem-sucedida, se você simplesmente cumprir a parte que te cabe na aliança.  Entre as bênçãos decorrentes da aliança do Senhor com Abraão estão:   1 – Te multiplicarei extraordinariamente: Você não irá apenas crescer, você irá se multiplicar de forma extraordinária. 2 – Serás pai de numerosas nações: Seu sucesso será notório a todos, e por isso muitos te pedirão cobertura e todos que fizerem aliança com você, também terão a benção de serem numerosos.  3 – Abrão já não será o teu nome, mas Abraão (mudança de identidade e sorte):    Frustrado já não será o teu nome, mas realizado e feliz.   Endividado já não será o teu nome, mas próspero e abundante.  Estéril já não será o teu nome, mas pai de multidões.   Derrotado já não será o teu nome, mas mais que vencedor em todas as coisas.  4 – Far-te-ei fecundo extraordinariamente: Seu ventre e seu ministério serão fontes abundantes de salvação. 5 – Reis procederão de ti: Deus suscitará do seu ventre, discípulos que serão ungidos para os lugares de governo. Ex. Vereadores, prefeitos, deputados etc.  6 – Estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e

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