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Saindo definitivamente da passividade

Marcos 8:22-26; Lucas 18:35-43 Nos textos que lemos hoje vemos o Senhor Jesus orando e tocando em dois homens cegos, um homem era de Betsaida e outro estava sentado a beira do caminho perto de Jericó. Jesus agiu de forma diferente com os dois, para Bartimeu Jesus disse, veja e ele viu, para o outro Jesus teve que colocar saliva nos olhos e ainda impor as mãos por duas vezes. Buscaremos ver através destes dois cegos se existe em nós passividade ou não, se houver, precisaremos romper e viver a liberdade que Cristo nos proporcionou. Este  ho­mem de Betsaida fora levado por outras pessoas até Jesus e é  impressionante a passividade desse homem. Ele era cego e se não fossem seus amigos suplicarem por ele, ele continuaria paralisado nessa mesma condição. Tão diferente de Bartimeu, também cego, que quando fica sabendo que o Senhor Jesus passava por ali grita bem alto apesar da repreen­são e rejeição de alguns. Pela insistência de Bartimeu que não parava de gritar, Jesus para e o chama, ele dá um salto e vai correndo até o Senhor. Jesus nem precisa perguntar se ele está vendo, pois o mesmo começa a glorificar a Deus e todo o povo louva a Deus pelo milagre. Vejamos a diferênça entre os dois cegos Bartimeu não ficou esperando por ninguem, não ficou parado acomodado com a sua situação e quando as pessoas se levantaram para impedí-lo, ele gritou mais alto ainda e não se intimidou, buscou a sua cura e recebeu. Quando Bartimeu chegou diante do Senhor Jesus ele sabia exatamente o que queria e quando recebeu, se expressou. Fico imaginando ele pulando e gritando glorias a Deus pela cura que recebera, tanto que mesmo seguindo a Jesus pelo caminho a fora, não parava de glorificar. Em contra partida, o cego de Betsaida ficou esperando ser levado por outras pessoas quando soube que o Senhor chegou naquele lugar, e quando estava diante dEle quem rogou e clamou por ele foi estas pessoas que o levaram. Jesus agiu diferente com ele, pois o pegou pela mão e o levou para fora da aldeia, pois este precisava de algo mais, uma oração apenas não seria suficiente. Este era mais mudo que cego. Jesus para curar este homem aplica-lhe saliva em seus olhos, isso nos parece estranho, não foi algo comum, mas foi exatamente isso que o Senhor fez, e depois o toca imponde-lhe as mãos. Agora aquele homem enxerga, mas não se expressa e foi necessário o Senhor Jesus lhe perguntar se ele via alguma coisa, é só aí que ele afirma ver pessoas que se parecem com árvores. Em vez de dizer a Jesus que não está enxergando direito, diz o que vê como quem se contenta com uma "meia-cura". Acima de tudo, aquele homem não enxergava sua própria dignidade. Jesus, porém, não se contenta com a visão turva dele e por isso executa sua cura completa. Veja que foi Jesus que toma a iniciativa de perguntar e de orar novamente, pois se não o fizesse, aquele homem continuaria da mesma forma. A única razão para o fracasso das pessoas está na perda ou na falta de foco. É preciso saber o que queremos e aonde sonhamos chegar. Quantas pessoas vivem como aquele cego, contidos em sua própria escuridão existencial, alheios às possibilidades que os cercam, alheios ao poder de Deus e sem interesse quando têm diante de si a abundância de vida. Quantos vivem em absoluta cegueira quanto ao que Deus deseja realizar em suas vidas e ao próprio valor pesso­al. Quantos vivem sem enxergar a sua verdadeira identidade em Cristo, a sua oportunidade de servir ao Senhor usando seus talentos, seus bens e seu tempo. Muitos não enxergam a benção de estar casados, de ser pais e de ser filhos. Muitos vivem passivos quanto a fé, quanto a família, quanto ao ministério e a salvação. Quantos vivem e não expressam sua fé e não conseguem ver direito o quanto o Senhor já fez e não valorizam aquilo que já receberam. Muitos desistem por causa das falhas que cometem ou pelas falhas do conjugê, dos filhos, dos pais, dos líderes etc., mas Deus me mostrou que a grandeza não é a ausencia de falhas, mas a vontade de superá-las. É preciso sair da acomodação e buscar mudanças. Nossa visão é de companheirismo e discipulado. Aquilo que aquelas pessoas fizeram foi certo, pois eles levaram aquele homem até a presença do Senhor Jesus, eles agiram como uma célula deveria agir. Precisamos fazer o mesmo, pois a resposta certa para cada vida vem de Deus. Não podemos ser passivos, não podemos ser pessoas frias, não podemos ficar parados e satisfeitos com aquilo que já conquistamos, Deus tem mais para nos dar e é preciso buscar, receber e se expressar. O Salmos 100 diz que devemos servir ao Senhor com alegria. Deus falou ao meu coração que a nossa reação a Sua Palavra é um retrato de nosso respeito para com Ele. O preço que estivermos dispóstos a pagar por Deus, determina o quanto Ele vale pra nós! Para alcançar o sucesso é preciso sair da acomodação. O que está faltando em nossa vida é o que certamente não valorizamos no passado, e em muitos casos, foi porque ficamos passivos e não agimos. O cristão fiel e verdadeiro não se intimida com as ameaças do inimigo ou com as circunstâncias contrárias, pois está alimentado, fortalecido, firmado na fé e guardado em Cristo. Conclusão: Aprendemos também neste acontecimento que é preciso crer e receber com facilidade. Imaginem, foi necessário Jesus passar saliva nos olhos daquele homem para desenvolver a sua fé, mesmo sendo o Senhor orando e declarando a cura com imposição de mãos, ainda não era suficiente.   Aquele cego não sabia que era saliva, deve ter pensado; deve ser algum remêdio, Jesus deve estar ungindo os meus olhos. Mesmo pensando assim, foi necessário Jesus fazer duas orações e mesmo assim, precisou da insistência do Senhor Jesus para ele testemunhar e se

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Receba a Arca de Deus em sua casa

2 Samuel 6:1-3,9-12; Mateus 18:20 A Arca da aliança no antigo testamento simbolizava a presença de Deus, ela apontava para Jesus Cristo, pois tanto na sua estrutura, como nos objetos colocados dentro dela, apontava para Ele, inclusive no eu propósito. Ela era feita de madeira de acácia, uma madeira encontrada no deserto. Por ser do deserto, esta madeira é formada em um clima de muito calor ao dia e geada a noite, além disso, no deserto os ventos são fortes e constantes, a madeira de Acácia fica flexível, forte e resistente, ela não quebra e os cupins não conseguem perfura-la, é também uma arvore feia e sem aparência agradável. Na conotação espiritual seria uma madeira incorruptível. A arca é construída desta madeira e revestida de ouro por dentro e por fora, ouro fala daquilo que é divino e a madeira fala daquilo que é terreno. Jesus se fez homem, se tornou humano, se tornou terreno, mas perfeito, santo incorruptível, embora ele fosse homem, tinha a essência do céu, era divino. Aqui o humano foi revestido do céu, daquilo que é divino. Jesus na terra estava como homem, viveu como tal, não usou nenhuma vez os atributos de Deus, na realidade, Ele despojou-se destes atributos, embora a sua essência divina sempre permaneceu sobre Ele. Dentro da arca foi colocado o cajado do sumo Sacerdote Arão, as tábuas da Lei e o Maná que caia todos os dias de manhã como pão para o povo se alimentar, pois estavam no deserto. Jesus Cristo é o verbo vivo representado na Lei de Deus, a Sua Palavra. Ele é também o pastor supremo, o sumo sacerdote representado pelo cajado de Arão, Ele é também o pão vivo que desceu do Céu para alimentar os que creem representado pelo Maná. A presença da arca da aliança trazia a manifestação da presença de Deus no meio do povo, uma vez por ano o sumo sacerdote entrava no Santo dos Santos, diante da Arca, para fazer propiciação pelo pecado do povo, ali era apresentado o sangue do sacrifício da ovelha inocente pela culpa e o perdão era liberado. Jesus apresentou seu próprio sangue como Cordeiro inocente imolado diante de Deus pelo nosso pecado. Agora Ele traz a presença de Deus no nosso meio, Ele se tornou a porta de acesso, Ele agora é mais do que Deus conosco, Ele se tornou Deus em nós. A arca era levada junto as tropas na época da guerra, e o povo de Deus vencia as batalhas. Onde a Arca estivesse, a bênção de Deus se estabelecia. Saul foi um rei que desprezou a arca de Deus, e o seu reino não foi abençoado. Quando Davi assumiu o reino, ele mandou buscar a Arca e trazer para Jerusalém. Ele mandou que trouxessem a arca de uma maneira errada, pois a arca não poderia ser transportada de outra forma que não fos­se nos ombros dos sacerdotes. Como trazia a arca de forma errada, houve um problema no transporte, então deixou a arca na casa de Obede Edom."E ficou a arca do Senhor em casa de Obede-Edom, o giteu, três meses; e abençoou o Senhor a Obede-Edom, e a toda a sua casa." (2 Samuel 6:11) A arca foi enviada para a casa de Obede Edom, um homem que não era da tribo de Israel, mas quando a arca pousou na casa dele, ele prosperou em tudo. A arca ficou na casa de Obede Edom durante 12 semanas, e durante estas doze semanas tudo mudou na casa dele. A bênçãos chegaram e ele foi muito próspero. A Arca hoje é o lugar onde dois ou três se reúnem em nome do Senhor Jesus, pois foi o próprio Jesus quem disse que Ele estaria em nosso meio quando nos reuníssemos em nome dele. É como as células, onde nos reunimos em nome do Senhor Jesus. (Mateus 18:20) A presença de Deus muda tudo na vida de uma família. Onde a arca chega, a geografia é mudada. O mal não pode resistir. Deus vai derramar de Suas bênçãos sobre os lares que são portas abertas para que a palavra dEle seja propagada. Obede Edom experimentou o melhor tempo de sua vida quando a arca estava em sua propriedade. Os milagres aconteciam quando eles invocavam a Deus e a arca estava com eles. É tempo de sermos abençoados pela presença de Deus na nos­sa casa, a Arca deve ser trazida para dentro de nossa casa para que toda a nossa família experimente as bênçãos de Deus. Quando a igreja foi estabelecida na terra, os apóstolos faziam reuniões nas casas, eles faziam células e a presença de Deus era cons­tante em cada lar. Receber a Célula significa receber a Arca de Deus! Ser anfitrião é um ministério. Somente aqueles que compreendem o seu papel no reino de Deus podem receber a arca. Cada anfitrião deve entender que está desempenhando um ministério diante de Deus, e não meramente cedendo a sua casa para uma reunião. Quando uma pessoa traz a Célula para a sua casa, além de estar abrindo os céus para que sua família, amigos e vizinhos sejam salvos, está também recebendo sobre a sua vida, a unção de multiplicação, a unção para governar e prosperar. A Bênção de Obede-Edom é a bênção do anfitrião. Se os anfitriões acolherem a arca com o coração alegre receberão a bênção de Obede-Edom. Jesus disse que aquele que recebe o profeta na condição de profeta receberá o galardão (prêmio) de profeta. Mas aquele que recebe o corpo de Cristo como se fosse o próprio Cristo? Qual será o seu galardão? O verdadeiro anfitrião recebe a igreja como se fosse o próprio Cristo, afinal a Arca representa Cristo, mas também representa a igreja. A célula em sua casa é uma extensão da igreja, então a Arca de Deus está nesta casa e todos neste lugar serão abençoados! A célula é lugar de cura, alegria, comunhão e amizade, aqui é meu lugar! Mesmo que você não seja um líder de célula,

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Novo nascimento – Final

João 3:1-16; II Cor 5:17 O novo nascimento, ou regeneração, é a entrada da vida de Deus dentro de nós. Essa é a primeira experiência da vida cristã, o ponto de partida do nosso crescimento em Deus. Quando isso acontece muitas coisas que antes nos atraiam já não nos fascinam mais. Nossos valores são alterados, nossos interesses são modificados, as coisas velhas ficam e tudo se torna novo na nossa vida. 1. Como ocorre o novo nascimento? Em primeiro lugar, o nosso coração foi quebrantado diante de Deus. Quando nascemos de novo o Espírito Santo nos ilumina e enxergamos o reino de Deus, a partir deste momento percebemos o nosso pecado contra Deus e os homens. Por causa desta luz, o nosso coração fica quebrantado diante de Deus. Em segundo lugar, o nosso espírito fica compungido e contrito. Por causa do arrependimento do coração o espírito recebe uma tristeza santa por causa do pecado e nasce em nós um desejo de mudança. Em terceiro lugar a vida de Deus dentro de nós, no nosso espírito, faz com que as trevas que haviam em nós e ao nosso redor, sejam dissipadas. 2. Como nos tornamos depois de nascermos de novo. Esses três pontos citados e os quatro pontos a seguir são também sinais inequívocos de que uma pessoa nasceu de novo e foi regenerada. Como somos hoje? Em primeiro lugar, sentimos que a nossa natureza terrena continua com tendência para o mal, descobrimos que não podemos confiar nela nem deixar que ela domine nossa vida. Em segundo lugar, recebemos um novo coração. Esse novo coração foi amolecido por Deus. Aquele antigo coração de pedra foi removido e agora possuímos um coração sensível, um coração de carne. (Ezequiel 36:26). Esse novo coração que recebemos deseja amar a Deus e ter comunhão com Ele; anseia as coisas espirituais e é disposto a obedecer a voz de Deus.  Em terceiro lugar, o nosso espírito está vivo para Deus. O espírito que antes estava morto foi vivificado pelo Espírito Santo. Ele agora é capaz de ter comunhão com Deus, de ouvir a sua voz e perceber as coisas espirituais. Em quarto lugar, recebemos a vida de Deus. Esta vida agora precisa crescer em nós até saturar todo o nosso ser. É esta vida o centro de tudo em nós. Ser cristão é possuir esta vida. Na medida em que crescemos em Deus, seremos mais e mais sensível a sua voz e desejaremos obedecê-la cada vez mais. 3. Sinais da nova vida. Na Palavra de Deus podemos ver que a vida que Ele planejou para nós é cheia de alegria e descanso, com comunhão plena e constante com Ele e em perfeita harmonia com Sua vontade. É uma vida vitoriosa que não se abala facilmente. Salmo 125:1 diz: "Os que confiam no Senhor são como o monte de Sião que não se abala, mas permanece para sempre”. Vamos ver as características práticas que recebemos em nosso espírito: 1. A vida cristã é uma vida que é livre do pecado, pois podemos fazer a escolha de viver nele ou não. Jesus Cristo nos libertou do pecado, agora somos livres. Em Mateus 1:21 diz: "Ela dará à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles". Ser livre do pecado não significa que não venhamos eventualmente a tropeçar, nem significa que não seremos mais tentados, mas significa que somos livres para dizer não ao pecado, cada vez que o diabo ou situações neste mundo nos tentar, somos livres e com autoridade para dizer não. 2. E uma vida de íntima comunhão com Deus. Uma vez que recebemos a ressurreição espiritual, nascemos de novo, o nosso espírito recriado sente fome pelo Senhor. Assim haverá em nós um anseio intenso por uma intimidade mais profunda com Deus. Em Lucas 1:7,75 diz: Uma vez livres das mãos do inimigo, adoramos (a Deus) sem temor, em santidade e justiça perante ele, todos os nossos dias. 3. É uma vida satisfeita com o Senhor. A vontade de Deus é que tenhamos satisfação e contentamento. Se ainda sentimos insatisfação interior, precisamos avaliar se realmente bebemos da verdadeira água viva, ou se temos voltado a beber a água do mundo. Quem bebe da água viva não tem mais sede, mais quem bebe da água do mundo tem mais insatisfação ainda. Jesus Cristo disse em João 4:14: "se você beber da água que Eu lhe der, você nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que Eu lhe der, será em você uma fonte a jorrar para a vida eterna”. 4. É uma vida cheia de influência. Existe um rio fluindo do nosso interior que toca todas as áreas de nossa vida. Esse rio, além de nos suprir, tem o poder de influenciar e tocar outras vidas. Precisamos agora deixar esse rio fluir do nosso interior para suprir aos outros. Certa vez Jesus em João 7:37-38 se levantou e exclamou: "Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em mim, como diz escritura, do seu interior fluirão rios de água viva. 5. É uma vida que vence as circunstancias e o diabo. Aquele que nasceu de novo é capaz de vencer as circunstâncias e o diabo, porque o que nele habita agora é a vida do próprio Deus e esta vida prevalece sobre todas as coisas.  Romanos 8:37 diz: Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou". 6. É uma vida que pratica o bem. Aquele que nasceu de novo possui agora um anseio interior de fazer a vontade de Deus cumprindo a sua Palavra. Ele pode às vezes não conseguir, mas o anseio permanece e por fim ele acaba praticando o bem. Em Efésios 2:10 diz: "Pois somos leitura dEle, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas". Agora que você nasceu de novo foi batizado, você precisa tomar algumas atitudes práticas: Conte para seus amigos e parentes que você agora é um filho

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Vendo a vida pela ótica de Deus – Final

Salmos 39.4; 119.19 Estamos aqui na terra só por um tempo, não durará para sempre. A vida na terra é uma atribuição temporária. A Bíblia é cheia de metáforas que ensinam a respeito da natureza breve e transitória da vida na terra. A vida é descrita como uma neblina, um corredor rápido, um sopro e um fio de fumaça. A Bíblia diz:… nossos dias sobre a terra são tão transitórios como uma sombra. (Jó 8:9) Para usar sua vida da melhor forma possível, você não deve nun­ca esquecer duas verdades   Primeira: Em comparação com a eterni­dade, a vida é extremamente breve. Segunda: A terra é apenas uma residência temporária. Não ficaremos aqui além do tempo estabelecido por Deus, então não devemos ficar muito apegados. Precisamos que Deus nos ajude a ver a vida na terra como Ele a vê. O Rei Davi orou: Então finalmente pedi a Deus: Senhor, mostra-me o pouco tempo que me resta aqui na terra. Mostra-me como a vida é curta e eu sou frágil. (Salmos 39.4) A Bíblia compara por várias vezes a vida na terra a uma habita­ção temporária em um país estrangeiro. Aqui não é nosso lar perma­nente nem nosso destino final. Estamos apenas de passagem, apenas visitando. A Bíblia usa termos como forasteiro, peregrino, estrangei­ro, estranho, visitante e viajante para descrever nossa breve estadia na terra. O Apóstolo Pedro ex­plicou: Se vocês chamam a Deus de Pai, levem a vida como residen­tes temporários na terra. (1Pedro 1.17) Deus diz que seus filhos devem pensar a respeito da vida de modo diferente dos que não são cren­tes. Tudo o que eles pensam é sobre esta vida aqui na terra. Os verda­deiros crentes compreendem que há muito mais para viver do que os poucos ou muitos anos que passamos neste planeta. A nossa identidade está na eternidade, a nossa pátria é o céu, afinal a nossa essência é de Deus. (Fil 3.19,20) Quando captarmos essa verda­de, pararemos de nos preocupar tanto em apenas “ter de tudo” sobre a terra. Deus é bastante categórico sobre o perigo de viver pelo aqui-e-agora, adotan­do apenas valores, prioridades e estilos de vida do mundo ao redor. Quando flertamos com as tentações deste mundo, Deus chama isso de adulté­rio espiritual. A Bíblia diz: Vocês estão traindo a Deus. Se tudo o que vocês que­rem é viver do seu próprio jeito, fler­tando com o mundo sempre que possível, vocês vão acabar tornando-se inimigos de Deus e do jeito dele. (Tiago 4.4) A Bíblia diz: Somos embaixadores de Cristo. Lamentavelmente, muitas pessoas pensam de que, por viverem na terra, aqui é o seu lar. Aqui não é o nosso lar permanente, é provisório. A Bíblia é clara: Amigos, este mundo não é o seu lar, então não fiquem à vontade. Não satisfaçam o ego em prejuízo da alma. (2Coríntios 5.20; 1Pedro 2.11 Deus não quer que fiquemos apegados ao que está a nossa volta, porque é uma situação temporária. Já fomos avi­sados de que os que têm um contato frequente com as coisas deste mundo devem usá-las corretamente sem criar muito apego; pois este mun­do e tudo o que está nele passarão. (1Cor. 7.31) Em comparação com outros séculos, a vida nunca foi tão fácil para grande parte do mundo ocidental. Somos frequentemente entretidos, divertidos e servidos. Com todas as fascinantes atrações, mídia cativante e agradáveis experiências disponíveis hoje em dia, é fácil esquecer que a vida não consiste em apenas perseguir a felicidade, a vida é muito mais que isso. É somente ao lembrarmos que a vida é um teste, uma incumbência de confiança e uma atribuição temporária que o encanto dessas coisas perderão o domínio sobre nossa vida. Estamos nos preparando para algo ainda melhor. As coisas que vemos agora estão aqui hoje e amanhã se foram. Mas as coisas que não podemos ver agora vão durar para sempre. (2Coríntios 4.18b) O fato de a terra não ser nosso lar definitivo explica por que, como seguidores de Jesus, experimentamos dificuldades, aflições e rejei­ções neste mundo. Isso também explica por que algumas promes­sas de Deus parecem não ter sido cumpridas, algumas orações parecem não respondidas e algumas situações parecem injustas. Lembre-se, Esse não é o final da história. (João 16.33; 16.20; 15.18,19) Para impedir que fiquemos muito apegados à terra, Deus nos permite sentir uma substancial quantidade de descontentamentos e desgostos na vida, anseios reais nesta terra jamais serão satisfeitos. Não somos completamente felizes, pois o munda está fora da sintonia daquele que nos criou, existimos para coisas muito maiores! A terra não é nosso lar definitivo; fomos criados para algo muito melhor. Um peixe nunca seria feliz vivendo em terra, porque foi feito para viver na água. Uma águia jamais poderia ficar contente se não lhe fosse permitido voar. Você nunca se sentirá plenamente sa­tisfeito na terra, porque foi feito para algo mais. Você terá momen­tos felizes por aqui, você crescerá, prosperará, etc., mas nada comparado ao que Deus tem pla­nejado para você. Perceber que a vida na terra é apenas uma atribuição temporária altera completamente os nossos valores. Valores eternos, e não tem­porários, se tornam fatores determinantes em nossas decisões. Tudo o que não é eterno é eternamente inú­til. A Bíblia diz: Assim, fixamos os olhos, não naquilo que se vê, mas no que não se vê, pois o que se vê é transitório, mas o que não se vê é eterno. (2 Cor 4.18) É um erro fatal presumir que a meta de Deus para nossa vida é apenas a prosperidade material ou o sucesso popular, como determina o mun­do. A vida em abundância não é apenas materi­al ou emocional. Jamais devemos concentrar nossos esfor­ços em apenas coroas temporárias, elas são secundárias, devemos colocar em primeiro lugar na nossa vida o reino de Deus e a Sua justiça, as demais coisas nos serão acrescentadas por Deus. (Mateus 6:33; 1Pedro 2.11) Não terão passado dois segundos de sua entrada no céu sem que você clame: “Por que eu fui dar tanta importância a coisas tão tem­porárias?

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Vendo a vida p ótica de Deus – Parte II

Salmos 24:1; Tiago 4.14 Que é a nossa vida? Nós não vemos as coisas como de fato são, na realidade vemos a vida como nós somos. O modo de enxergarmos nossa vida molda nossa forma de viver. O modo de definirmos a vida determina o nosso destino. Nossa pers­pectiva acerca da vida irá influenciar o modo de como investimos nosso tempo, gastamos nosso dinheiro, usamos nossos talentos e de como valorizamos nossos relacionamentos. A Bíblia oferece três metáforas que nos ensinam a visão que Deus tem da vida: A vida é um teste, a vida é uma incumbência de confi­ança e a vida é uma atribuição temporária. Essas ideias são os fundamentos bíblicos da vida que é dirigida por propósitos. 1.A vida na terra é um teste. Essa verdade acerca da vida é vista em histó­rias ao longo de toda a Palavra de Deus. Ele continuamente testa as pessoas quanto ao caráter, fé, obediência, amor, honestidade e lealdade. Palavras como “provações”, “tentações”, “refinar” e “testar” ocorrem mais de duzentas vezes na Bíblia. 2.A vida na terra é uma incumbência de confiança. Essa é a segunda revelação bíblica da vida. Nosso tempo sobre a terra, nossa energia, inteligência, oportunidades, relacionamentos e recursos são dádivas que Deus nos confiou para cuidarmos e administramos. Somos mordomos de tudo quanto Deus nos dá. Esse conceito de mordo­mia começa com o reconhecimento de que Deus é o dono de tudo e de todos na terra. A Bíblia diz: Ao Senhor Deus pertencem o mundo e tudo o que nele existe; a terra e todos os seres vivos que nela vivem são dele. (Sl. 24:1) Na realidade tudo que conquistamos e possuímos é nos dado durante nosso breve período na terra. Por mais que vivamos, mesmo que cheguemos aos 120 anos com saúde e energia, seria muito pouco diante da eternidade no céu com Deus e pouco tempo pra desfrutarmos de tudo que Ele tem para nós nesta terra, porém, tudo que conquistamos aqui, será nosso por um tempo. As coisas que vão permanecer após esta vida serão nossas obras mediante a fé em Jesus Cristo nosso Senhor. Deus apenas nos empresta a terra enquanto estamos aqui. Ela já era propriedade de Deus antes que chegássemos, e Deus irá emprestá-la a outra pessoa depois que morrermos. Tudo que podemos fazer é desfrutá-la com sabedoria e por algum tempo, pois nossa vida aqui definirá nossa eternidade. Quando Deus criou Adão e Eva, confiou a eles os cuidados de sua criação e os nomeou administradores de sua propriedade. A Bíblia diz: …e os abençoou, dizendo: Tenham muitos e muitos filhos; espalhem-se por toda a terra e a dominem. E tenham poder sobre os peixes do mar, sobre as aves que voam no ar e sobre os animais que se arrastam pelo chão. (Gênesis 1:28). O primeiro serviço que Deus deu aos humanos foi administrar e cuidar das “coisas” dele sobre a terra. Dessa função o homem jamais foi exonerado. E é parte de nosso propósito atualmente. Tudo de que nós desfrutamos deve ser tratado como uma incumbência de confiança que Deus nos pôs nas mãos. A Bíblia diz: Vocês têm algu­ma coisa que não tenha sido dada por Deus? E se tudo o que vocês têm vem de Deus, por que vocês se vangloriam como se tivessem realizado alguma coisa por si próprios? (I Cor. 4:7). Nossa tendência humana e cultural dizem: “Se você não é o dono, não terá cuidado”. Mas nós cristãos vivemos por um padrão mais elevado: “Visto que Deus é o dono, devemos cuidar da melhor forma possível”. A Bíblia diz: Os que recebem em confiança algo de valor devem demonstrar que são dignos de tal confiança. (1Coríntios 4.2) Jesus frequentemente se referia à vida como uma incumbência de confiança, e contou muitas históri­as para ilustrar essa responsabilidade perante Deus. Na parábola dos talentos, um homem de negócios confiou sua riqueza ao cuida­do dos servos enquanto estava fora. Quando retornou, avaliou a responsabilidade de cada servo e recompensou a cada um conforme a resposta pela confiança depositada. O dono diz: Muito bem, servo bom e fiel! Você foi fiel no pouco, eu o porei sobre o muito. Venha e participe da alegria do seu Senhor! (Mateus 25.14-19,21). Vemos neste texto de Mateus 25, que ao fim de nossa vida sobre a terra, seremos avaliados e recompen­sados conforme nosso desempenho ao lidar com o que Deus nos con­fiou. Isso significa que tudo que fazemos, mesmo uma simples tarefa diária, tem implicações eternas. Se você trata tudo como incumbência de confiança, Deus promete três recom­pensas na eternidade. Primeiro: você receberá o reconhecimento de Deus. Ele dirá: “Muito bem! Você será recompensado pelo bom trabalho!”. Segundo: Receberemos uma promoção e uma responsabilidade maior na eternidade: “Eu o porei a cargo de muitas coisas”. Terceiro: Então seremos honrados em uma comemoração: “Ve­nha e participe da alegria de seu Senhor”. A maioria das pessoas não consegue perceber que o dinheiro é tanto um teste quanto uma incumbência de confiança dada por Deus. Deus usa a área financeira para nos ensinar a confiar nele. E, para muitas pessoas, o dinheiro é o maior de todos os testes. Deus observa a forma em que usamos o dinheiro para testar quão confiáveis e fieis somos. A Bíblia diz: Se vocês forem indignos de confiança em relação às riquezas deste mundo, quem lhes confiará as verda­deiras riquezas celestiais? (Lc.16.11) Essa é uma verdade muito importante. Deus diz que há um rela­cionamento direto entre a forma de eu utilizar meu dinheiro e a qualidade de minha vida espiritual. O modo de eu administrar meu dinheiro (riquezas deste mundo) determina quanto Deus pode con­fiar em mim com as bênçãos espirituais (verdadeiras riquezas). Deixe-me perguntar: “A forma de você administrar o seu dinheiro está impedindo Deus de fazer mais em sua vida? Deus poderá confiar riquezas nas suas mãos sem que você se desvie? Você pode ser incumbido de riquezas espirituais?”.   Se não conseguimos ser fiéis no pouco, será que o seremos no muito?

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Vendo a vida pela ótica de Deus

Tiago 4.14 Que é a nossa vida? Nós não vemos as coisas como são, na realidade vemos a vida como nós somos. O modo de você enxergar sua vida molda sua forma de viver. O modo de você definir a vida determina o seu destino. Sua pers­pectiva irá influenciar o modo de você investir seu tempo, gastar seu dinheiro, usar seus talentos e valorizar seus relacionamentos. Uma das melhores formas de compreender os outros é perguntar-lhes: “Como você enxerga a sua vida?”. Você descobrirá que existem tantas respostas diferentes quanto existem pessoas. Já me disseram que a vida é um circo, um campo minado, uma montanha russa, um quebra-cabeça, uma sinfonia, uma jornada e uma dança. As pessoas fre­quentemente expressam suas ideias acerca da vida através de roupas, joias, carros, penteados, adesivos e até mesmo tatuagens. A Forma de como você vê a vida determina suas esperanças, valores, relacionamen­tos, metas e prioridades. Por exemplo: se você pensa que a vida é uma festa, seu principal valor é divertir-se. Se você vê a vida como uma corrida, certamente valorizará a velocidade e provavelmente estará apressado a maior parte do tempo. Se você vê a vida como uma maratona, valorizará a resistência. Se você vê a vida como uma batalha, uma conquista ou um jogo, vencer será muito importante para você. Qual a sua visão da vida? Você pode estar baseando sua vida em uma metáfora (ideia, noção ou comparação) falha. Para cumprir os propósitos que Deus lhe deu, você terá de contestar o pensamento convencional e substituí-lo pelas metáforas bíblicas da vida. A Bíblia diz: Não vivam como vivem as pessoas deste mundo, mas deixem que Deus os transforme por meio de uma completa mudança da mente de vocês. Assim vocês experimentarão a vontade de Deus… (Romanos 12:2) A Bíblia oferece três metáforas que nos ensinam a visão que Deus tem da vida: A vida é um teste, a vida é uma incumbência de confi­ança e a vida é uma atribuição temporária. Essas ideias são os fundamentos da vida dirigida por propósitos. 1. A vida na terra é um teste. Essa metáfora de vida é vista em histó­rias ao longo de toda a Bíblia. Deus continuamente testa as pessoas quanto ao caráter, fé, obediência, amor, honestidade e lealdade. Palavras como “provações”, “tentações”, “refinar” e “testar” ocorrem mais de duzentas vezes na Bíblia. Deus provou Abraão ao pedir-lhe que oferecesse seu filho Isaque. Deus provou Jacó, quando ele teve de trabalhar outros sete anos para casar-se com Raquel e em Peniel, quando ele precisava tomar uma decisão. Adão e Eva foram reprovados no teste do jardim do Éden, e Davi foi aprovado e reprovado em testes dados por Deus em diversas ocasiões. Mas a Bíblia também nos dá muitos exemplos de pessoas que passaram com êxito em gran­des testes, tais como José, Rute, Ester e Daniel. Os testes tanto desenvolvem quanto manifestam o caráter de alguém, e toda a vida é um tes­te. Você está sempre sendo tes­tado. Deus constantemente observa sua reação às pessoas, problemas, sucesso, conflitos, enfermidades, decepções e até mesmo em relação ao clima! Ele até observa a mais simples ação, como quando você abre uma porta para alguém, pega o lixo que foi largado no chão ou quando é educado com um balconista ou uma garçonete. Não conhecemos todos os testes que Deus vai aplicar, mas pode­mos prever alguns deles baseados na Bíblia. Você será testado por grandes mudanças, promessas retardadas, problemas impossíveis, orações não respondidas, críticas imerecidas e até mesmo tragédias sem sentido. Em minha vida, percebo que Deus testa minha paciência, mansidão, perdão e benignidade por meio de pessoas que falham na minha direção, também minha esperança, pelo modo como lido com mi­nhas posses e meu amor, por meio das pessoas. Se eu não vigiar, me pego reclamando ou exigindo meus direitos ou justificando-me. Um teste muito importante é verificar qual a sua atitude quando você não consegue sentir a presença de Deus em sua vida. Às vezes Deus se retira intencionalmente, e não sentimos mais sua proximi­dade. Um rei chamado Ezequias experimentou esse tes­te. A Bíblia diz: Deus o deixou, para prová-lo e para saber tudo o que havia em seu coração. Ezequias des­frutava da companhia íntima de Deus, mas em um mo­mento crucial de sua vida Deus deixou-o só para testar o seu caráter, revelar uma fraqueza e prepará-lo para uma responsabilidade maior. (II Crônicas 32:31) Uma vez que tenha compreendido que a vida é um teste, você percebe que nada é insignificante na vida. Mesmo o menor incidente é relevante para o desenvolvimento de seu caráter. Cada dia é importante, e cada segundo é uma oportunidade de crescimento para aprofundar o caráter e demonstrar amor ou dependência de Deus. Alguns testes parecem esmagadores, enquanto outros você nem per­cebe. Mas todos têm implicações na nossa vida aqui e principalmente na eternidade. A boa notícia é que Deus quer que você passe nos testes da vida, então ele jamais permitirá que você enfrente testes maiores que a graça que ele lhe concede para lidar com eles. A Bíblia diz: mas Deus cumpre a sua promessa e não deixará que vocês sofram tenta­ções que vocês não têm forças para suportar? (I Coríntios 10:13). Toda vez que você passa em um teste, Deus toma conhecimento e faz planos para recompensá-lo, como já disse, a recompensa começa aqui e continuará na eternidade. A Bíblia diz: Felizes são aqueles que perseveram quando são testados. Depois de serem aprova­dos, eles receberão a coroa da vida que Deus prometeu aos que o amam. (Tiago 1:12. Reflita: A vida é um teste e uma incum­bência de confiança. Em Lucas 16:10 diz: Quem é fiel nas coisas pequenas também será nas grandes. Continua… Compartilhar: O que me aconteceu recen­temente que agora percebo ter sido um teste de Deus? Quais as questões mais importantes que Deus me confiou? Ou, o que esta palavra acrescentou para você? Atenção: Jovens, neste sábado iremos participar na Igreja batista do partor Marcos, lá terá um teatro especial e

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Conhecendo o propósito de Deus na nossa vida

Colossenses 1:15-20; Efésios 2:4-10 A Bíblia nos mostra que tudo começa e termina com Deus, Ele é a resposta para nossos anseios e carências. Na verdade, a Bíblia nos mostra que há um propósito estabelecido por Deus para a nossa vida, viver fora deste propósito nos coloca numa rota sem sentido, a vida se torna um enfado e isso tem levado muitas pessoas a fazerem loucuras, nada preenche, tudo é passageiro. Na realidade as pessoas buscam encontrar o sentido da vida. A questão não é você, não é nós, o importante é saber que tudo começa e termina com Deus, Ele é a explicação da nossa existência, fomos planejados e criados por Ele. O propósito de sua vida é muito maior que sua reali­zação pessoal, sua paz de espírito ou mesmo sua felicidade na terra. É muito maior que sua família, sua carreira ou mesmo seus mais ambiciosos sonhos e aspirações. Se você quiser saber por que foi colocado neste planeta, deverá começar por Deus. Você nasceu de acordo com os propósitos dEle e para cumprir os Seus desígnios. A procura pelo propósito (sentido) da vida tem intri­gado as pessoas por milhares de anos. Isso porque normalmente se toma o ponto de partida errado: o próprio eu. Questionam-se coisas voltadas apenas para o inte­resse pessoal, como: "O que eu quero ser? O que eu de­veria fazer com minha vida? Quais são meus objetivos, minhas ambições e meus sonhos para o futuro?" Porém, concentrar-se em si mesmo jamais desvendará o propó­sito da vida. A Bíblia diz em Jó 12:10 A vida de todas as criaturas está na mão de Deus; é ele quem mantém todas as pes­soas com vida. Fique sabendo que você não irá descobrir o signi­ficado de sua vida olhando dentro de si mesmo. Você não criou a si mesmo, logo não há jeito de dizer a si mesmo para que foi criado. Somente aquele que o criou poderá mostrar o propósito de sua existência. Você não pode chegar ao propósito de sua vida concentrando-se em si mesmo. Deve partir de Deus, seu Criador. Você só existe porque Deus deseja que exista. Você foi feito por Deus e para Deus, e enquanto não compreender isso, a vida jamais terá sentido. É somente em Deus que des­cobrimos nossa origem, nossa identidade, o que signifi­camos, nosso propósito, nossa importância e nosso destino. Todos os outros caminhos levam a um beco sem saída. Hoje as grandes empresas e até a igreja tem investido tempo e recursos para que as pessoas cresçam e sejam bem sucedidas. Pode-se em geral ser bem-sucedido ao buscar uma meta, se houver concentração para o fim proposto. Mas ser bem-sucedido e cumprir o propó­sito de sua vida são coisas absolutamente distin­tas! Você poderia alcançar seus objetivos pessoais, tornando-se um sucesso pelos padrões do mundo, e ain­da assim falhar em alcançar os propósitos para os quais Deus o criou. Precisamos colocar Deus em primeiro lugar, ele deseja e quer que cresçamos e tenhamos sucesso, mas isto deve ser o resultado de colocarmos Deus e sua justiça em primeiro lugar na nossa vida.   Na escala de prioridades, onde Deus se encontra em nossa vida? Se Ele e seu Reino estiver em primeiro lugar, viveremos de forma diferente e seremos mais fáceis de lidar e de conviver, viveremos por Ele e para Ele, o resto será resultado, aquilo que sonhamos será resposta da nossa fidelidade! Então, precisamos descobrir o propósito para o qual fomos criados! Por séculos e séculos, filósofos brilhantes discutiram e ponderaram sobre o significado da vida. A filosofia é um tema importante e tem sua utilidade, mas quando se trata de determinar o propósito da vida, mesmo o mais sábio dos filósofos está apenas supondo. Deus não nos deixou às cegas, para ficarmos nos questionando e conjecturando. Claramente Ele revelou, ao longo da Bíblia, quais seus propósitos para nossa vida. A bíblia é o nosso "Manual do fabricante", que expli­ca por que estamos vivos, como a vida funciona, o que evitar e o que esperar do futuro. Ela explica o que ne­nhum livro de auto-ajuda ou de filosofia pode saber. Em 1 Coríntios 2:7 a 9 fala da sabedoria de Deus, lá trata profundamente de seus propósitos, não sendo sua mensagem recente, e sim a mais antiga que Deus determinou como a forma de aflorar o melhor de si em nós. Deus não é apenas o ponto de partida de nossa vida, Ele é a fonte dela. Para descobrir o propósito de sua vida, volte-se para a Palavra de Deus, não para a sabedoria do mundo. Você deve edificar sua vida sobre verdades eter­nas, não sobre tendenciosos programas de entrevista da tv, psicologia popular ou seminários motivacionais. A Bíblia diz em Efésios 1:11: nele, digo, no qual fomos também feitos herança, predestinados segundo o propósito daque­le que faz todas as cousas conforme o conselho da sua vontade, a fim de sermos para louvor da sua glória, nós, os que de ante­ mão esperamos em Cristo. Encontrar Deus Pai é muito importante e fundamental, para isso Ele enviou Jesus Cristo Seu Filho como Salvador, Jesus se tornou a porta de acesso, o único intermediário entre nós e Deus. É em Cristo que descobrimos quem somos e o propósito de nossa vida. Muito antes de termos ou­vido falar de Cristo e de termos erguido nossas espe­ranças Ele já tinha seus olhos sobre nós; já havia planejado para nós uma vida gloriosa, parte do projeto global que Ele está elaborando para tudo e para todos. Podemos escolher nossa carreira, nosso cônjuge, nossos passatempos e muitas outras partes de nossa vida, afinal temos livre arbítrio, mas quando conhecemos a Palavra de Deus, saberemos fazer boas escolhas, só não poderemos escolher nosso propósito, pois já nascemos com ele e se não decidirmos cumpri-lo, a vida perderá o sentido, Deus quer que eu e você sejamos muito feliz nesta terra.  Este texto de Efésios nos dá três descobertas a respeito de nosso propósito: 1. Você descobre sua identidade e propósito por meio de

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