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31/10/2017 – Vencendo a passividade

31/10/2017 Vencendo a passividade Marcos 8:22-26; Lucas 18:35-43 Este  ho­mem de  Betsaida era cego e  fora levado por outras  pessoas até Jesus, para que este o curasse e como sempre, Ele o fez. A primeira coisa que quero te dizer hoje é que o Senhor Jesus está vivo e continua curando os enfermos e salvando as vidas através do Seu grande amor. Ele o fez por mim e também fará por você caso creia nEle e o receba como seu Senhor e Salvador. É impressionante a passividade desse homem de Betsaida. Ele era cego, mas se não fossem seus amigos a suplicarem por ele, ele continuaria paralisado nessa mesma condição. Tão diferente de Bartimeu, também cego, mas quando fica sabendo que o Senhor Jesus passava por ali grita bem alto apesar da repreen­são das pessoas. Foi pela insistência de Bartimeu que não parava de gritar desesperado, que Jesus parou para ouvi-lo. Quando Jesus o chama, ele dá um salto e vai correndo. Ali ele é curado e nem precisou perguntar se ele está vendo, pois o mesmo começa a glorificar a Deus diante de povo. Veja a diferênça entre os dois cegos Bartimeu não ficou esperando por ninguem, não ficou parado acomodado com a sua situação e quando as pessoas se levantaram para impedí-lo, ele gritou mais alto ainda e não se intimidou, buscou a sua cura e recebeu. Quando Bartimeu chegou diante do Senhor Jesus ele sabia exatamente o que queria e quando recebeu, se expressou. Fico imaginando ele pulando e gritando glorias a Deus pela cura que recebera, tanto que mesmo seguindo a Jesus pelo caminho a fora, não parava de glorificar. Em contra partida, o cego de Betsaida ficou esperando ser levado por outras pessoas quando soube que o Senhor chegou naquele lugar, e quando estava diante dEle quem rogou e clamou por ele foi estas pessoas que o levaram. Jesus agiu diferente com ele, pois o pegou pela mão e o levou para fora da aldeia, pois este precisava de algo mais, uma oração apenas não seria suficiente. Ele era mais mudo que cego, aquela cegueira o deixou paralizado e sem nenhuma iniciativa. Jesus para curar este homem aplica-lhe saliva em seus olhos, isso nos parece estranho, não foi algo comum, mas foi exatamente isso que o Senhor fez, e depois o toca imponde-lhe as mãos. Agora aquele homem enxerga, mas não se expressa e foi necessário o Senhor Jesus lhe perguntar se ele via alguma coisa, é só aí que ele afirma ver pessoas que se parecem com árvores. Em vez de dizer a Jesus que não está enxergando direito, diz o que vê como quem se contenta com uma “meia-cura”. Acima de tudo, aquele homem não enxergava sua própria dignidade. Jesus, porém, não se contenta com a visão turva dele e por isso executa uma cura completa. Veja que foi Jesus que toma a iniciativa de perguntar e de orar novamente, pois se não o fizesse, aquele homem continuaria da mesma forma. A única razão para o fracasso das pessoas está na perda ou na falta de foco ou na falta de objetivo. É preciso saber o que queremos e aonde sonhamos chegar. Quantas pessoas vivem como aquele cego, contidos em sua própria escuridão existencial, alheios às possibilidades que os cercam, alheios ao poder de Deus e sem interesse quando têm diante de si a abundância de vida. Quantos vivem em absoluta cegueira quanto ao que Deus deseja realizar em suas vidas e ao próprio valor pesso­al. Quantos vivem sem enxergar a sua verdadeira identidade em Cristo, a sua oportunidade de servir ao Senhor usando seus talentos, seus bens e seu tempo. Muitos não enxergam a benção de estar casados, de ser pais e de ser filhos. Muitos vivem passivos quanto a fé, quanto a família, quanto ao ministério e a salvação. Quantos vivem e não expressam sua fé e não conseguem ver direito o quanto o Senhor já fez e não valorizam aquilo que já receberam. Muitos desistem por causa das falhas que cometem ou pelas falhas do conjugê, dos filhos, dos pais, dos líderes etc., mas Deus me mostrou que a grandeza não é a ausencia de falhas, mas a vontade de superá-las. É preciso sair da acomodação e buscar mudanças. Nossa visão é de companheirismo e discipulado. Aquilo que aquelas pessoas fizeram foi certo, pois eles levaram aquele homem até a presença do Senhor. Precisamos fazer o mesmo, pois a resposta certa para cada vida vem de Deus. Precisamos apascentar e sermos apascentados, mas fica entendido que não podemos ser passivos, não podemos ser pessoas frias, não podemos ficar parados e satisfeitos com aquilo que já conquistamos, Deus tem mais para nos dar e é preciso buscar, receber e se expressar. A bíblia diz em Salmos 100 que devemos servir ao Senhor com alegria! Como é bom orar por pessoas que recebem e não ficam passivos. Deus falou ao meu coração que a nossa reação a Sua Palavra é um retrato da nossa fé e do nosso respeito para com Ele. Deus ministrou em meu coração dizendo que o preço que eu estiver disposto a pagar por Ele, determina o quanto Ele vale para mim. Para alcançar o sucesso é preciso sair da acomodação, o que está faltando em nossa vida é o que certamente não valorizamos e em muitos casos, foi porque ficamos passivo e não agimos. O cristão fiel e verdadeiro não se intimida com as ameaças do inimigo ou com as circunstâncias contrárias, pois está alimentado, fortalecido, convicto do seu papel no reino de Deus e movido com o amor de Cristo por vidas. Precisamos crer e receber com facilidade. Aquele cego não sabia que era saliva, deve ter pensado; Jesus deve estar ungindo os meus olhos. Foi necessário duas orações com imposição de mãos, mesmo assim, precisou da insistência do Senhor para ele testemunhar e se expressar. Foi exatamente por isso que o Senhor o levou para fora da aldeia, pois diante das pessoas, nem pensar, era muita timidez e muita

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24/10/2017 – Cartas vivas ao mundo

24/10/2017 Cartas vivas ao mundo 2 Coríntios 3:1-11 Nesta carta escrita primariamente à igreja de Coríntios e depois para nós, vemos o Espírito Santo através do apóstolo Paulo zelando para que falsas ideias, lançadas por falsos apóstolos, pastores e mestres não fragilizem a fé dos discípulos e nem maculassem a relação de paternidade e autoridade que o Apóstolo Paulo exercia em relação a aqueles discípulos. O Apóstolo Paulo lhes desperta, dizendo que eles são um testemunho vivo, fruto do amor dele associado ao poder de Deus, os quais fizeram deles pessoas transformadas em cartas vivas, que continham a mensagem genuína do evangelho de Cristo. Este texto nos reforça a doutrina Bíblica, fazendo um paralelo entre a primeira aliança feita com Moisés e a segunda feita por Jesus. A primeira aliança estava baseada nos dez mandamentos escritos em tábuas de pedra por Deus e dados a Moisés. Esta aliança, chamada de, A Lei, visava tratar com a dureza do coração do homem e preparar a consciência quanto a necessidade de um salvador. Os homens daquela época, não conseguiram cumprir totalmente a Lei, era difícil de cumprir, uma vez quebrada, ela trazia consigo condenação e morte. A segunda aliança pôde ser estabelecida a partir do momento em que Jesus, o filho de Deus veio ao mundo, e por sua natureza firme, fiel e comprometida, pôde cumprir toda a Lei. Ele mesmo disse: Não penseis que eu vim para revogar a lei, mas vim para cumpri-la. Embora fosse muito difícil, Ele demonstrou que era possível. Jesus cumprindo a lei e dando sua vida por nós na cruz, fez o que não poderíamos fazer, pagou a dívida do pecado que nós não poderíamos pagar, e através de seu sangue derramado, fez uma nova aliança com todos aqueles que o confessam como Senhor e salvador. Esta segunda aliança chama-se graça, que quer dizer favor imerecido. O perdão que recebemos em Cristo, não só nos livra da culpa, mas também nos transforma em filhos de Deus pela presença e pelo poder do Espírito Santo, que passam a agir em nós. No versículo 3 diz: estando já manifestos como carta de Cristo, produzida pelo nosso ministério, escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivente, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, nos corações. Aprendemos aqui que após termos um encontro pessoal com Cristo, seus mandamentos são escritos em nosso coração e que também do Senhor, recebemos o desejo e a capacitação para cumpri-los pelo poder do Espírito Santo. Precisamos ter consciência de que todo dom perfeito vem dEle, e por isso não precisamos de cartas de recomendação, títulos ou posições, o que precisamos é buscar ser modelo. Modelos de uma fé com obras, pois nosso caráter transformado, transmitido por boas atitudes, será sempre o nosso respaldo vindo de Deus. O véu foi retirado de nossos olhos, agora conhecemos a santidade de Deus, que se manifesta em nós quando o contemplamos. Não estamos mais sob a condenação da lei, mas vivemos pela graça que nos redime e faz fortes em momentos difíceis. Nós como cartas vivas, segundo a visão bíblica, devemos anunciar a mensagem do evangelho que reflete vida, amor, arrependimento, perdão, santidade, fidelidade, honra, perseverança, esperança e fé. Não com persuasão de palavras, mas com demonstração do poder do Espírito Santo! Recebemos de Deus a comissão de anunciar essa nova aliança, não na letra, mas do Espírito Santo, ou seja, não por meio de teorias, mas segundo o discernimento e o poder do Espírito, os quais produzem salvação e transformação de vidas. Aqui na Célula com parte da Igreja Apostólica Corpo de Cristo, fazemos parte de um rebanho e também de um exército, onde os líderes são os apóstolos Eliezer e Zenita Moreira. Assim como o Apóstolo Paulo ensinava, discipulava e exortava as igrejas, eles hoje, fazem o mesmo conosco. Seus 12 e todas as gerações foram enviados a exercer este chamado lindo, e não levamos conosco cartas escritas por eles, mas levamos no coração o mesmo objetivo, nos lábios a mesma linguagem, temos uma aliança, os representamos e por eles somos respaldados para vencer. Reconhecendo a cobertura que temos, recebemos ainda mais respaldo e autoridade! Pelo testemunho e pela pregação, todos sabiam naquela época, quem eram os discípulos do apóstolo Paulo. Precisamos ser a “carta viva” conhecida e lida por todos os homens! Não se deixe levar por qualquer engano, não esmoreça, não retroceda, avance, receba a liberdade do Espírito da promessa e seja luz! Seja o exemplo vivo para aqueles que ainda tem seu rosto coberto pelo véu, sem entendimento e presos as religiões mortas e doutrinas de homens! Para isto estamos hoje numa célula, para pregar as boas novas do perdão e da salvação que há em Jesus o Cristo. Estamos aqui para aliviar os que estão cansados e sobrecarregados e ajudar os que se sentem vazios a serem cheios do Espírito Santo. Todos vocês que estão aqui são muito amados por Deus e por nós, fomos trazidos aqui por Ele para receberemos mais da Sua palavra e de Seu amor, também para compartilharmos muitas bênçãos e continuarmos escrevendo a história, afinal somos como a igreja de atos dos apóstolos…. Somos as cartas vivas de Cristo ao mundo! Prática Fazer o apelo e orar pelos novos. Orar pelas metas das células. Ler os avisos da semana. Atenção: Próximo domingo será o culto do amigo, cada discípulo deve trazer uma pessoa, seja da família, seja amigo ou conhecido! Estabeleçam agora na célula quantos vocês vão levar no culto! Amamos vocês! Apóstolos Eliezer e Zenita Moreira  

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Doze: Um Modelo Nascido em Compaixão

Marcos 3:13 a 15 Este estudo vai hoje nos aprofundar no entendimento espiritual sobre o Modelo dos Doze, também chamado, o Modelo de Jesus. Tão amado por muitos e tão criticado por tantos outros, este mover apostólico tem demonstrado sua eficácia, salvando muitas vidas, restaurando Lideranças, multiplicando igrejas, e transformando nações. O Modelo dos Doze só poderá ser vivido em plenitude por aqueles que entendem o que é compaixão, pois esta é a essência a partir da quaI a Visão foi gerada. Mateus. 9: 36 nos revela que Jesus, vendo as multidões que o seguiam, teve compaixão delas, por perceber que em meio aos milhares, cada pessoa carecia de atenção e cuidado particulares. Movido por esta percepção, Jesus chamou a si doze homens que seriam a partir daquele momento, um Modelo de multiplicação, e apascentamento. O raciocínio é simples, se cada um cuidar de doze, todos ficarão bem cuidados, crescerão e se multiplicarão com qualidade. Este foi o Modelo estruturado e deixado como " A Igreja " pelo Senhor em Jerusalém, e posteriormente, enviado a conquistar as nações. O Modelo é perfeito por ser divino, mas nossa falibilidade humana pode interferir no processo de conquista de seus resultados, senão fluirmos sob a sua essência, que é o amor. O dia a dia da Visão se tornará enfadonho e frustrante, se este for empreendido de forma humana e não espiritual, de forma técnica e não com amor. Não há’ como fazer discípulos, se não amarmos a Jesus e as vidas, os doze só' podem ser gerados por alguém que os deseje, mesmo antes de tê-los perto de si. Jesus amava seus doze mesmo antes de tê-los consigo e por desejar assim esta equipe, foi buscá-la no mundo espiritual, numa noite de oração. Mc. 3: 13 diz: Depois, subiu ao monte e chamou os que ele mesmo quis, e vieram para junto dele. Este versículo nos faz entender que um líder só terá os seus doze, se primeiro desejá-los como um objetivo espiritual e depois trilhar o caminho da oração para tirá-los do coração do Pai. (Pergunte aos discípulos: Vocês acham que Deus já sabe quem são os seus doze? Então peçam em oração que o Senhor os traga até vocês). Outro aspecto que tem atrasado a conquista, é não atentarmos para o que está revelado no vs. 14: Então, designou doze para estarem com ele… Muitos líderes têm falhado no entendimento de o quanto importa estarem perto dos doze. Por vezes nós deixamos de cuidar dos doze e nos envolvemos com as multidões, mas elas são voláteis. As mesmas multidões que vinham a Jesus para serem curadas por Ele, estavam pouco tempo depois gritando diante de Pilatos: Crucifica-o, crucifica-o! Assim como Jesus fez, devemos também priorizar a comunhão e a formação dos doze, pois eles permanecerão conosco, se forem sempre amados e consolidados. Precisamos concentrar nossas orações nos doze, estar perto deles não só nos momentos de trabalho ministerial, mas tendo relacionamento como amigos. Moldar o seu caráter pelo ensino e confronto de suas falhas em amor. Alguns Líderes propiciam o agravamento de enfermidades espirituais nos doze, por medo de confrontá-los quando isto se faz necessário. Se não tivermos dívidas de amor com eles, teremos liberdade para confrontá-los, por isso é muito importante estar sempre atentos e comprometidos com as necessidades deles. Desde que são ganhos passam obrigatoriamente por três estágios: Cuidado: nos focamos em Libertá-los, curá-los, consolá-los. Envolvimento: os envolvemos na missão através de tarefas espirituais praticas. Desenvolvimento: nos focamos em fazê-los crescer e aperfeiçoarem-se em seu potencial, pois só assim sua multiplicação será constante e permanente. Outra chave de sucesso na formação de uma equipe de doze é ajudá-los a entenderem corretamente o que e ser um doze. Alguns confundem esta função com uma posição, este serviço com uma patente. Há pessoas que se acomodaram com a posição de doze, esquecendo-se que ser doze representa a missão de gerar frutos para Deus, de ir e fazer discípulos. Veja o que diz  vs. 14: Então, designou doze para estarem com ele e para os enviar a pregar. Os doze devem entender que fazer parte de uma equipe, representa o compromisso de pregar a palavra, ganhar vidas, liderar uma célula sem sofrimento, mas com genuíno amor, e por compaixão dos que estão perdidos. Um líder que afirma não querer liderar uma célula, não pode estar na equipe de doze, pois esta equipe é uma linha de frente para aqueles que desejam realizar o trabalho celular. O líder que não se sente pronto ou disposto para esta liderança celular, deve ceder seu lugar na equipe de doze, deixar as reuniões de discipulado, mas não precisa deixar a igreja por este motivo, pode sem qualquer constrangimento continuar sendo amado e assistido no corpo de uma célula. O vrs. 15 leva a função dos doze a um nível de maior profundidade: …e a exercer a autoridade de expelir demônios. Além de ganhar vidas, um doze tem em si mesmo a autoridade para consolidar estas vidas através da libertação e cura. Os doze exercem a autoridade delegada pelo Manto Apostólico que os cobre. Cada líder no seio igreja deve trabalhar pelo alvo de completar sua equipe de doze e ao formá-la, deve ajudar seus doze a terem cada um uma célula e posterior seus doze também, para que se repita o processo e se levantem as gerações. A compaixão como um elemento indispensável ao sucesso da Visão, é fruto de intimidade com o Espírito Santo. Nós, líderes doze, devemos buscar constantemente a Presença de Deus, a oração, a leitura da Palavra, pois só esta busca permanente, nos manterá com o nível de motivação e unção necessários para manter forte e unida a nossa equipe de doze, para alcançarmos através dela, as gerações prometidas pela palavra em Is. 58: 12: Os teus filhos edificarão as antigas ruínas, levantarás os fundamentos de muitas gerações e serás chamado reparador de brechas e restaurador de veredas para que o país se torne habitável. Amamos vocês. Aps. Fábio e

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Os Segredos da Cidade de Deus

Salmos 132:13-18; Isaias 2:2 Existem segredos em Jerusalém que precisam ser revelados. Jerusalém é a capital única e indivisível do Estado de Israel. E estamos conscientes de que algo novo vai acontecer a partir daqui. Eu tenho certeza de que todos já estão ministrados acerca da importância nestes dias e que sairemos ainda mais conscientes do papel que Deus tem para as nossas vidas. Eu quero conectar o seu espírito com a revelação de Jerusalém. Lá é Terra de Milagres e na Festa dos Tabernáculos há decretos para destinos novos. Deus está construindo um milagre para a sua vida enquanto você adora. O Deus de Israel fará um milagre na sua casa. Deus fará milagres na nossa vida em Tabernáculos, existe a cidade do Grande Rei vivendo Jubileu. Então neste Ano do Jubileu o Senhor fará o sobrenatural na sua vida. Precisamos mergulhar no cenário de Sião. Precisamos descobrir os segredos de Jerusalém, que  tem coisas escondidas e que  precisam ser reveladas no espírito e não na mente.  O mundo clama por Jerusalém, mas ninguém pode tirá-la das mãos do Senhor. Para isso acontecer, só se fossem capazes de arrancar Deus do Trono, pois é Ele quem cuida dela. Ninguém pode contra Jerusalém. Deus estabeleceu Jerusalém para sempre. Ela não tem prazo de validade. Jerusalém é um decreto eterno da boca do Senhor. A nossa geração vai passar, a geração dos nossos filhos vai passar, mas Jerusalém permanecerá inabalável, debaixo do decreto do Senhor. Todos estamos profetizando, em Tabernáculos, que Jerusalém é a Cidade do Grande Rei, é a Cidade de Deus. Mas por que? 1. Porque Deus escolheu Jerusalém Deus é o Senhor das escolhas e deverá manter a Sua decisão inviolável. Deus escolheu Jerusalém. Ele poderia ter escolhido qualquer outro lugar do Planeta, mas os olhos e o coração do nosso Deus são por Jerusalém. E isso não pode ser revogado. Se você não foi, se quiser um dia você estará na Cidade de Deus! Tudo que você fala ali vira decreto e isso pode depor a favor ou contra a sua vida, porque Jerusalém tem céus de avivamento.  2. Porque Deus quer Quando entendemos o profético de Jerusalém, tudo muda. Para vir a Jerusalém, para viver em Jerusalém, precisamos do sim e do amém de Deus. 3. Deus escolheu o povo para dar suporte a ele Nós, que amamos Jerusalém, somos parte desse povo. Ter a visão de Jerusalém me fez crescer em todas as áreas da minha vida. E tudo isso por causa do amor incondicional que temos por Jerusalém. A visão de Jerusalém é maior que qualquer visão porque ninguém pode lutar contra uma ideia divina. Como pode uma ideia divina funcionar nas pedras, nas montanhas? O que há por trás disso tudo? Qual o segredo do Senhor? Por fomos lá e hoje e amanhã estaremos aqui  celebrando a Festa dos Tabernáculos? … Estamos em jubileu! E jubileu esconde segredos. E nós estamos aqui com o tema específico ‘Cidade de Deus’. Estamos em Tabernáculos com um dos temas mais proféticos da história. Essa é uma bênção e um grande privilégio para que novos territórios sejam expandidos. Todos sairemos daqui com os segredos de jubileu revelados ao nosso coração, porque existem quatro decretos: 3.1. Ampliação de territórios Nossos territórios serão ampliados em todas as áreas, a começar na família. Porque jubileu traz o decreto do milagre. Muitos de nós perderemos territórios importantíssimos no passado. Mas hoje, pela boca de Deus, quero declarar que Deus nos dará de volta os territórios e viveremos os 12 melhores meses da nossa vida. 3.2. Quitação de dívidas No Jubileu da cidade de Deus, estar em Tabernáculos nos dá direto à quitação das nossas dívidas. O Senhor fará isso! 3.3. Santidade homologada no caráter Ter santidade significa não fazer mais as mesmas coisas nem ser repetidor de padrões errados.  Precisamos buscar referências que nos façam repetir padrões honrados. Não podemos seguir um líder que tenha padrões incorretos e dúvidas no caráter, principalmente no discipulado. Discipulado não é senzala, é caminhada em liberdade. 3.4. Colheita Todos que estão aqui viverão um tempo extraordinário. Estamos em Tabernáculos e  Deus que gosta de nos surpreender nos dará vitórias extraordinárias em nossas mãos. Quando você voltar para casa iniciará um ciclo de grandes milagres na sua vida. Deus quer falar conosco, está vindo algo galopante da parte dEle sobre as nossas vidas e famílias. Deus gosta de nos surpreender, fomos em Jerusalém, temos direito a chuva, faremos uma colheita extraordinária. O jubileu é de Jerusalém, mas a promessa é nossa também, pois somos filhos. Deus quer quebrar a nossa ignorância espiritual que nos impede de ler o profético. Viver de forma religiosa e política é fácil, mas entender os decretos proféticos é para quem tem sensibilidade espiritual, quem sabe ler o mundo espiritual. Jerusalém é o relógio de Deus. Ele tem ciúmes dela e Ele mesmo disse quais são os decretos pelos quais ela tem que viver. A Bíblia diz em Miqueias 4:2 que de Sião sairá a lei e de Jerusalém a palavra para toda a Terra. Todos nós somos resultado dos decretos de Sião, por isso precisamos entender quem é Jerusalém. Caso contrário, podemos cometer o mesmo erro de outras nações que se levantaram contra Jerusalém. Não existe nenhuma nação e, em especial, nenhuma cidade, que tenha tantas promessas quanto Jerusalém. Isso mostra que o coração de Deus está ali. Quem ama Jerusalém entra nos segredos dos milagres de Deus. Salmo 48:1,2,8 diz: “Grande é o Senhor, e digno de todo louvor na cidade do nosso Deus. Seu santo monte, belo e majestoso, é a alegria da terra toda. O monte Sião, para os lados do norte, a cidade do grande Rei. […] Como já temos ouvido, agora também temos visto na cidade do Senhor dos Exércitos, na cidade de nosso Deus: Deus a preserva firme para sempre.” Jerusalém é uma cidade eterna. O físico e o espiritual vão se unir. Jerusalém é uma palavra plural, como se fossem duas cidades que vão

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18/10/2017 – Uma aliança de amor

18/10/2017 Uma aliança de amor Atos dos Apóstolos 2:42-47 Os olhos de Deus estão voltados para as famílias que Ele criou, porque é no meio da família que Ele derrama Seu amor de Pai e através desse amor em cada casa, que o Seu reino está sendo implantado aqui na terra. Somos gratos a Deus pela oportunidade de fazermos discípulos e assim cuidarmos uns dos outros mais de perto, dessa forma poderemos suprir as necessidades uns dos outros conhecendo melhor cada irmão, tendo um verdadeiro relacionamento de amor e fidelidade, isto é maravilhoso. Neste século em que vivemos as nossas crianças estão sendo corrompidas, os jovens estão sendo contaminados e as famílias estão sendo destruídas! Precisamos reverter este quadro na nossa vida, família e igreja e assim ajudar outros a vencerem estes desafios dos tempos modernos. No texto que lemos hoje diz que em cada alma havia temor, eram pessoas quebrantadas que já tinham tido uma experiência pessoal com Jesus, tinham sido cheios do Espírito Santo, repartiam o pão, viviam o amor cristão e oravam sempre juntos. O contexto social que a igreja primitiva foi levantada não foi muito diferente do nosso, lá haviam pessoas necessitadas, desempregadas, doentes, havia injustiça social e as pessoas eram oprimidas e desprezadas, as autoridades só pensavam em si mesmos, eram voltadas para extorsão, para cobrar impostos absurdos e o dinheiro falava mais alto. Foi neste meio caótico que a igreja nasce e um povo é levantado por Deus para fazer a diferença. Era a igreja do Senhor Jesus Cristo fazendo história naquela geração! Aquele povo chegou para fazer conhecido o amor de Deus, fazer conhecido a verdadeira vida, onde as pessoas são valorizadas e respeitadas. Ali as pessoas são tratadas e restauradas para a glória de Deus. Queremos compartilhar alguns princípios na vida desta igreja que fazia a diferença. 1. Perseveravam na doutrina dos apóstolos, tinham cuidado com a Palavra e de contínuo meditavam nos princípios de Deus e por causa disso, não eram levados ou enganados por qualquer vento de doutrina, conheciam de fato o verdadeiro Deus e Sua Palavra. 2. Eles perseveravam na comunhão e no partir do pão. Era uma igreja que não fazia acepção de pessoas, todos eram importantes, todos tinham o mesmo valor, esse era um estilo de vida que chamava atenção das pessoas. 3. Perseveraram nas orações. Este povo oravam juntos, por isso o temor de Deus estava nos corações dos irmãos e o resultado era que muitos sinais e prodígios eram feitos pelas mãos dos apóstolos. Quando a igreja está unida na comunhão, nas orações e no partir do pão, Deus começa a operar sinais e maravilhas e as pessoas são impactadas, libertas, curadas e salvas, a vida se torna muito melhor. É exatamente isso que buscamos para as nossas vidas, famílias e igreja. 4. Todos tinham prazer em estar juntos porque tudo lhes eram comum. Era bom se reunir naquele lugar. Hoje nas células e nas grandes celebrações podemos ver que há prazer nos irmãos em estarem juntos, orando unidos por um propósito como aconteceu na vigília dia 11 e 12/10. Isso é ser igreja, todos orando, ministrando, recebendo, comendo e brincando juntos sem hipocrisia, sem partidarismo, sem acepção de pessoas. Isso é possível em Jesus que nos une, Ele é o Senhor de todos. O Salmo 133 mostra que é muito bom e agradável que a igreja viva em união, o texto mostra que há resultados maravilhosos por causa da unidade, isso é tremendo, é aqui, na nossa vida em unidade que O Senhor Deus ordena a Sua benção e a vida para sempre. 5. Eles estavam diariamente em perseverança e unanimidade. Isso acontecia na grande celebração no templo e também no partir do pão nas casas (células), isso significa que era prazeroso para eles fazerem isso e ainda no v 47 diz que era com muito louvor a Deus. Foi assim que começaram conquistar a simpatia do povo. A igreja de Cristo na terra precisa ser um lugar de cura e restauração. Tudo começa na família, pois é um lugar onde somos amados, protegidos, é um lugar onde nosso caráter é formado. Somos uma igreja que investe na família. Quando existe na família amor, respeito mútuo, unidade, dialogo, liderança dos pais com sabedoria, com certeza o amor de Deus fluirá abundantemente neste lar e como resultado as pessoas prosperarão no espírito, alma, corpo, ministério e financeiramente. Estamos empenhados para ser esta igreja família começando pelas nossas casas e também nas células, este é o propósito de Deus, sermos uma igreja família que se ama e se importa uns com os outros. Isto vai refletir na sociedade como um todo. No contexto da sociedade hoje, isso parece algo muito distante, mas sabemos que através do amor de Cristo em nós praticado na família, vai refletir nas células, igreja e sociedade, isso é possível. Somos uma igreja da visão celular onde o foco maior está no discipulado em equipes de doze, isso é uma chave para termos êxito nesta proposta de Deus para nós como família e igreja, pois é no relacionamento de confiança que somos curados, orientados e desatados para vivermos conquistas. Estamos crescendo e prosperando na terra em nome do Senhor Jesus, viveremos e comeremos do melhor de Deus para nós, em nossa casa Jesus será revelado como Cristo (Messias) e toda a nossa casa será salva e isso vai refletir na nossa nação Brasil! Amém! Pratica: Orar pelas pessoas, suas famílias, igreja, Brasil e Israel. Depois faça o apelo e convide todos para a Festa de Tabernáculos já neste sábado as 19:30 e domingo as 18:00 horas. Venham buscar a chuva de Deus para sua vida e família. Nas festas fixas do Senhor, Ele orienta a levarmos uma oferta e entregarmos juntos em família, se programem e pratiquem, isso fará a diferença! No amor de Cristo! Apóstolos Eliezer e Zenita

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12/10/2017 – Multiplicando vida

12/10/2017 Multiplicando vida Este milagre realizado pelo profeta Eliseu nos revela a importância de reconhecermos que Deus se manifesta através de homens que crêem Nele e que decidiram servi-lo, através de amar pessoas, levando a palavra de fé e esperança. Quando Jesus subiu aos céus, Ele comissionou Seus discípulos, a pregarem o evangelho e fazerem discípulos. Esta missão se resume em pregar o evangelho da Salvação, falar do amor e do perdão incondicional de Deus, e fazer dos que escutam esta pregação, um discípulo que decida fazer a mesma coisa. O vs. 1 diz que uma mulher esposa de um dos discípulos de Eliseu buscou o socorro do profeta Eliseu, pois por ter uma dívida, acabaria tendo que entregar seus filhos aos credores para que fossem seus escravos. Seu marido havia morrido e a viúva que se achava em aflição, recorreu ao seu líder espiritual (o profeta Eliseu). Todas as vezes que com fé e obediência, buscamos a Deus, através de homens e mulheres de Deus, somos direcionados e abençoados por Deus através deles. A viúva, discípula de Eliseu, recebeu direção para exercitar sua fé, recebeu instruções específicas de como agir para ter revertida aquela situação de embaraço. (Repare que as orientações aparentemente pareciam sem nexo. Ela tinha apenas uma vasilha de azeite. Como uma vasilha encheria várias vasilhas?). Este relacionamento que se desenvolve entre o discipulador e discípulo, deve envolver obediência, confiança e amor. Se isto acontecer haverá sempre a direção e a unção de Deus e nossas necessidades serão supridas. No vs. 2 o líder Eliseu pergunta à esposa de seu discípulo falecido: Que te hei de fazer? Que representa: Em que posso te ajudar? Este relacionamento requer que estejamos atentos às necessidades das pessoas, que compartilhemos com elas seus problemas e suas vitórias, como está escrito: “Chorai com os que choram e alegrai-vos com os que se alegram”.  A verdadeira igreja, como Deus idealizou e nos ensinou através de Jesus, requer que líderes e discípulos estejam unidos em espírito, para que a vontade de Deus se realize na vida de todos. Há uma linda revelação no vs. 2 quando Eliseu pergunta: “O que é que tens em casa?” e a viúva responde: “Tua serva não tem nada em casa senão uma botija de azeite”. Há momentos na vida, em que olhando para as coisas que estão ao nosso redor, sentimos não termos mais ao que recorrer. É como a situação daquela mulher: seu marido morreu, ela não tinha dinheiro para pagar suas dívidas, sua família estava ameaçada, mas ela tinha fé, e fé no Deus único, o Deus que se compadece dos aflitos (o grande El Shaddai) e entendeu que Deus se manifestaria através de um homem enviado por Ele. A única botija de azeite que havia em sua casa, significa o último e principal recurso que temos, a FÉ. E em consequência desta FÉ, a Presença e a unção do Espírito Santo que jamais abandona aqueles que crêem em Jesus. Se porventura perdermos TUDO nesta vida, menos a fé em Deus, então não perdemos NADA! Quando tudo aparentemente está acabado, ainda temos a fé, a oração, o jejum, as promessas de Deus a nosso favor e o poder sobrenatural do Espírito que se manifesta às vezes nos surpreendendo com soluções inesperadas. Outro recurso ainda, é derramar desta fé e deste amor que recebemos de Deus sobre a vida de outros. Por vezes, mesmo estando na Presença de Deus nos sentimos fracos, com nosso testemunho incompleto, mas é nestes momentos que podemos olhar em redor e ver que há outras pessoas em condições piores do que nós e que precisam receber deste poder de Deus que está em nós. ​ Há muitas “vasilhas vazias” em nossas famílias, em nossas células, em nossa vizinhança e não são poucas (muitas vidas que precisam de Jesus). Quando nos dispomos a transmitir a outros aquilo que temos recebido do Senhor, então o que é Dele que está em nós, se multiplica. No mundo fomos ensinados a vivermos de forma independente, mas hoje Deus quer nos ensinar a vivermos sob a orientação de homens que o representam. (Líderes espirituais que Deus nos dá para zelarem por nosso bem-estar). ​No mundo fomos ensinados a resolver nossos problemas sozinhos, mas hoje Deus quer nos ensinar a sermos humildes e pedirmos ajuda àqueles que já têm um relacionamento profundo com Deus, que se dispuseram a servi-lo, para que também aprendamos a trabalhar em equipe. ​Segundo a orientação de Eliseu, a viúva e seus filhos fizeram um trabalho conjunto que os salvou (vs.5). ​No mundo fomos ensinados a guardar, reter e nos apegarmos ao que possuímos, dispondo tudo unicamente para os nossos próprios interesses, mas hoje Deus vai nos ensinar a derramar da vida de Deus que há em nós, sobre outros, pois isso fará multiplicar-se tudo o que somos e tudo o que temos. ​Jesus o capacitará a pagar todas as suas dívidas, suprirá para sempre suas necessidades e derramará sobre você um poder de multiplicar tudo que Ele deu e ensinou, para que através da sua vida muitas outras sejam alcançadas e cheias da glória de Deus. Atenção líderes: 1. Levar os novos a receberem a Jesus. 2. Determinar que todos orem pedindo a Deus: humildade, obediência, e capacidade para ser um instrumento do amor de Deus neste mundo. 3. Cada líder deverá abraçar os discípulos na célula, inclusive aos que vierem pela primeira vez e dizer: Que o Senhor te abençoe com aquilo que você tem pedido a Ele, em nome de JESUS! Conte sempre comigo, pois eu o amo. 4. Peça que também cada um deles pense em três pessoas que estão vazias, carentes de Deus em sua família, ou entre os amigos e que peçam a Jesus que os traga à próxima célula. Deus abençoe a todos com muito amor e compaixão! Amamos vocês, Ap. Eliezer e Zenita Moreira Fonte: Ap. Fabio Abudd Imprimir

12/10/2017 – Multiplicando vida Read More »