Frutos que permanecem
João 15: 16 e 17 Quando pensamos que Deus nos escolheu, brota imediatamente em nós uma forte sensação de bem-estar e gratidão, uma certeza de que fomos privilegiados com a possibilidade de termos nossas vidas restauradas, de sermos transformados, curados, libertos pelo poder do Seu Amor. Realmente Ele nos escolheu porque nos amou primeiro, porque queria que o nosso choro cessasse, que a nossa dor fosse aplacada, nossa ferida curada, mas se atentarmos para este versículo até o fim percebemos que esta escolha de Deus, tem um desdobramento, tem um movimento, uma ordem específica e mais do que um único objetivo de apenas nos abençoar individualmente e realizar todas as nossas petições. Entre a escolha de Deus e a realização de TODAS as nossas petições e clamores atendidos por Ele existe uma missão, um desígnio. Darmos Fruto! Não um fruto qualquer. Um fruto que permaneça. Refletindo sobre este Fruto, consigo enxergar dois Frutos distintos, que na verdade, acabam dependendo um do outro para existir. Vou chamá-los de: – Frutos interiores – Frutos exteriores Os frutos interiores são as transformações, geradas em nós que só o poder Deus é capaz de gerar: arrependimento, santificação, amor ao próximo, bondade, domínio próprio… Os frutos exteriores são as vidas que trazemos a presença de Deus. Neste processo somos mais uma vez instrumentos de SUA soberana escolha, como um dia alguém também foi, para nos resgatar das trevas para a luz. Tanto os Frutos interiores quanto os exteriores devem ser permanentes. Por exemplo: quando conquistamos um nível de libertação, cura, santidade e toda a espécie de frutos espirituais, devemos lutar, perseverar, resistir para mantermos esta conquista. Não podemos ser hoje cristãos curados e transformados e daqui algum tempo em virtude de alguma prova estabelecida por Deus, nos tornarmos novamente pessoas sem misericórdia, rancorosas ou carnais. Quanto aos frutos exteriores, as vidas que ganhamos para Jesus, devem ser vistas por nós como algo muito valioso que Deus colocou em nossas mãos para cuidarmos com muito zelo, responsabilidade e para sempre. Ninguém gera um filho só para povoar a Terra. Geramos filhos para ajudá-los a crescer, alimentando-os, ensinando-os e amando-os diariamente. Para mantermos os Frutos exteriores permanentes, os nossos Frutos interiores também precisam ser permanentes. Só assim seremos completamente alegres e plenos! Mantendo os frutos sempre e para sempre! No vs. 17 Jesus conclui com uma ordem: “Isto vos mando, que vos ameis uns aos outros”. Perceba o verbo é mandar, não é pedir ou sugerir. Esta é a chave para gerarmos e mantermos os Frutos! Tanto os interiores, quanto os exteriores! O AMOR! Não o amor deste mundo. Cantado e recitado em verso e prosa pelos cantores e poetas. O amor que nos faz bem, que nos cura, que nos sara, que nos liberta dos sentimentos nocivos. Estamos falando do amor de Deus em nós descrito em I Coríntios 13: O amor paciente O amor benigno O amor que não tem ciúmes O amor que não se ufana O amor que não se ensoberbece
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