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A Satisfação em ser discípulo

A Satisfação em ser discípulo I Mateus 10:1 –  João 1:43 ao 46 Quando os discípulos foram escolhidos por Jesus, talvez  não imaginassem o tamanho da obra que os aguardavam, o tamanho da responsabilidade, quanto aprendizado, como seria a experiência em andar com o próprio Mestre. Viver o dia a dia com o Senhor, saber seus segredos, ter intimidade, relacionamento com aquele que é chamado o Filho do Deus vivo, o todo poderoso. Ser escolhido por Jesus significa não  se importar em renunciar o nosso  “eu” para viver a satisfação de tudo o que pode ser conquistado. Jesus escolhe seus 12, homens que seria referencial para o mundo, falaria a mesma linguagem que Ele, o serviria independente de qualquer coisa. O que eram incumbidos a fazer? Procurar as ovelhas perdidas, falar do Reino dos céus,  curar os enfermos, ressuscitar mortos, purificar leprosos, expelir demônios, quando entrassem em alguma cidade deveriam deixar uma saudação de paz.     Em nenhum momento foi escondido deles que teriam dificuldades, problemas, mas eram sempre orientados sobre tudo o que deveriam fazer. Que tarefas desafiadoras teriam que realizar, mas não podiam esquecer que eram escolhidos, separados, especiais, Jesus confiava neles, tinham condições de realizar porque o Seu Mestre era com Eles, tinha aulas na prática. Eles seriam enviados como ovelhas para o meio dos lobos, enfrentariam homens ruins, pelo nome de Jesus eles seriam entregues à governadores para servirem de testemunhas, mas Jesus os tranquiliza dizendo que ao abrirem a boca não precisavam se preocupar , pois o Espírito Santo vos ensinaria o que dizer. Amém?? Os discípulos recebiam força do Senhor para que não desistissem  nos momentos das dificuldades, e tinham a promessa  para aquele que perseverasse até o fim seria salvo.      (Mt 10:22). Essa promessa nos alcança,  pois o desejo de Cristo é que o servimos perseverando até o fim para também sermos salvos. Você crê?? Ele diz a seus discípulos que sabia quantos cabelos tem em nossa cabeça, que     nós valemos muito mais que os pardais, diz que conhece tudo sobre a nossa vida, os desejos      de nossos corações, nossas aflições, nossos sonhos, fragilidades, frustrações, etc. O nosso papel é confessá-lo diante dos homens que Ele é Senhor, e que Ele confesse diante de Deus Pai      que está no céu que somos seus filhos. Em Mt 10:37 diz: Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim, não é digno     de mim; quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim não é digno de mim. Ser discípulo  é ter o Mestre em primeiro lugar na nossa vida, é viver a excelência do discipulador     supremo, assim conseguiremos amar a família , a igreja, o ministério, o trabalho, nosso       discipulador, nossos apóstolos, nossa rede, aqueles que nos perseguem, aqueles que falam mal de     nós, é sermos mais humildes, menos orgulhosos, sermos manso,  mais compreensíveis, perdoadores, pois tudo isso o nosso Mestre é, devemos nos espelharmos Nele e em nossas autoridades que levam o seu nome, é sermos digno do grande amor de Deus. Sabermos que também temos recompensa, onde entramos quem nos recebe, recebe a Jesus , recebe a Deus. Quem der de beber a um destes discípulos de maneira     alguma perderá o Galardão (presente, recompensa). Hoje perguntamos: Quem é discípulo do Mestre? Se não é , quem deseja ser            esse discípulo  para ser cuidado, amado e receber as mesmas promessas e fazer coisas maiores que Cristo fez? Assim como Jesus escolheu seus 12 discípulos, hoje Ele escolhe você. Para Felipe, conforme (João 1:43) Jesus disse: segue-me, para você, Ele diz:        segue-me. Felipe encontrou Natanael e contou a novidade de ser chamado pelo Mestre, Natanael não acreditou que de uma pequena cidade  poderia sair alguém com tão grande missão. Não importa de onde você veio, onde você mora, de lá poderá sair um grande discípulo (a), ou um grande discipulador (a),  Jesus enxergou Natanael, hoje Ele também está olhando pra você. Com certeza você tem um discipulador  (a) aqui na terra, um pai espiritual, viva a satisfação em “ser” discípulo (a) daquele (a) que Deus colocou para cuidar de você  e creia que ele foi levantado pelo discipulador maior chamado Jesus Cristo de Nazaré, o grande Yeshua que o usa para cuidar de você, com grande amor, carinho, pois essa é a sua essência. Compartilhar:  Você já tem um discipulador  para cuidar de você aqui na terra?  Pra você qual a recompensa em ser  discípulo de Cristo? Sou grata ao meu Deus em ter a responsabilidade em fazer esta palavra, autorizada pelos nossos discipuladores, Ap.Eliezer e Ap.Zenita.   Que ela abençoe tua vida. Pra. Nilza Yassuda  

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Uma Introdução a Lealdade

Provérbios 27:5,6 Melhor é a repreensão franca do que o amor enco­berto. Leais são as feridas feitas pelo amigo, mas os beijos do inimigo são enganosos."Se eu fosse parafrasear esses versículos de Provér­bios, diria que melhores são as feridas feitas pelo amigo que éleal, aquele que amamos, do que os beijos de quem libera engano sobre nossa vida. Quero falar muito mais da lealdade do que de fideli­dade neste livro. Até porque, ao longo destes anos, temos tratado sobre o assunto, abordando sempre a fidelidade, que é muito importante e que deve ser inerente ao caráter do homem de Deus. Mas, e a lealdade? A lealdade vai além do discurso. Lealdade é o caráter ornado na verdade absoluta. E é esse manto de verdade ab­soluta que o Senhor quer colocar sobre a sua vida. Muitas pessoas nos amam por motivações estranhas. Elas amam enquanto estão recebendo algo de nós, estão se beneficiando. Porém, quando deixamos de dar a elas o que querem ou já estão supridas, afastam-se de nós e, pasmem, há até as que passam a nos odiar. Na hora da exortação, muitos que se dizem leais fogem do arraial. O leal, porém, não abre mão do outro por circunstância nenhuma. Lealdade é um principio espiritual, um princípio para ser vivido. Os que são leais não podem apenas ter a leal­dade, devem viver por ela. O que a lealdade envolve   A lealdade envolve três naturezas:   Pessoal. Leal comigo mesmo.  Ao próximo. Leal com o meu próximo.  Ao desconhecido. Leal com o desconhecido.  Quem é leal é leal independente de quem quer que seja ou diante de uma circunstância ou não. Como posso ser leal ao desconhecido? Posso ter uma espada de dois gumes na minha vida, porque Deus é íntimo de muitos, mas é des­conhecido de outros tantos que dizem conhecê-lO. Muita gente diz que tem intimidade com Deus, e todo dia declaram que Deus falou com eles, quando Deus nunca dirigiu uma palavra específica a essas pessoas. Dizem que ouviram a voz de Deus, quando Ele nunca liberou uma pa­lavra do Trono para eles. Alguém pode ser leal a Deus, mesmo sem nunca ter ouvido a Sua voz. Só pelo fato de ter entendimento de que Jesus morreu para salvar o pecador, uma pessoa pode ser leal a Ele pelo resto da vida. Não é preciso ouvir a voz dEle para ter esse estímulo. Lealdade é diferente de Fidelidade Fidelidade é um pacto social, institucional, espiritual, emocional, físico, entre aqueles que são da mesma natu­reza, que têm o mesmo pensamento e o mesmo valor. É a mesma natureza que se une. O leão se une à leoa; o homem se une à mulher. Lealdadeé ter natureza diferente, é coexistir o pre­dador e a presa, mas com a natureza mudada e o respeito às diferenças. Lealdade se dá entre seres de naturezas diferentes, que se respeitam e se suportam apesar das diferenças. É fácil ser fiel com a mesma natureza, com o mesmo pensa­mento, com os mesmos discursos. Porém, quando entra a questão de pensamento diferente, muitos não são mais fiéis, não caminham mais juntos. Lealdadeé um sentimento de si para si mesmo. Quando eu me encontro, nada pode demolir a minha con­vicção, porque a lealdade é uma convicção pessoal que eu sou fiel, ainda que o outro seja infiel; que eu sou leal, ainda que o outro seja desleal. 0 leal age com lealdade, porque tem uma natureza transformada, regenerada. Tudo está no campo do novo nascimento. Lealdadeé conviver com os diferentes e respeitar os pensamentos. Todos nós mudamos muito nos últimos anos. A convivência denuncia que não somos apenas fiéis, somos leais. É um upgrade da honra. Além de sermos fiéis, pois tínhamos a mesma natureza, mesmo sendo diferentes, con­tinuamos leais um ao outro. Lealdadeé a essência do Trono. Não precisa de con­cordância para que eu absorva o princípio. Deus não é ape­nas Fiel, Ele é Leal, porque independente de como eu 0 interpreto, Ele me aceita. Na fidelidade, ambas as partes concordam. Lealdade é quando tudo muda e alguém, dentro da aliança, mantém-se firme. Está acima do pensamento natural. A lealdade é uma bênção do Trono que nos faz mais fortes que a nossa natu­reza humana. Deus deseja derramar essa graça sobre a sua vida para fazer com que você seja forte. Assim, se o fraco vier na sua direção, você terá tanto da vida de Deus, que abençoará essa pessoa e derramará do caráter de Deus sobre ela.  Eu sou fiel naquilo que já entrou a essência de Deus na minha vida e com as pessoas para as quais eu declarei fi­delidade. Mas a lealdade é um amadurecimento, pois só os leais suportam o desgosto, a decepção e se mantêm firmes.  Comuns não entendem isso nem absorvem essa natu­reza, porque os comuns que fazem os pactos da fidelidade o fazem para eles, querendo receber todos os benefícios da aliança, do acordo feito. Há uma exigência pessoal.  Na lealdade, a pessoa está disposta a se entregar, a dar, a ministrar, a socorrer… A fidelidade precisa do outro. Você precisa de alguém para provar a fidelidade. Na leal­dade, você só precisa de você mesmo.  Todas as pessoas que são leais com outras, com o es­tranho ou o desconhecido, são leais consigo mesmas. Aonde elas forem, elas carregam a carga genética, e mesmo es­tando com pessoas ou sem pessoas, elas são a mesma es­sência, elas não se vendem, não negociam, não trapaceiam, elas são a essência da vida de Deus por onde passam. Os leais têm a química do Trono emergida no caráter.  Porém, é muito fácil ser fiel com as pessoas que nos abençoam, mas ser leal com quem nos maltrata não é fácil. A lealdade é algo tão tremendo que, até mesmo maltratado, você tem suporte interior para entender a mente de quem não foi alcançado. É um presente que nos faz sair dos ní­veis comuns, das periferias banais.  A lealdade é um legado para os incomuns. Os comuns não fazem história, os

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Os beníficos da Páscoa aponta para a troca do calvário

Salmos 25:14; Coríntios 1.18  Na semana passada falamos sobre cinco benefícios da Pascoa e são eles: 1. Livramento da morte. 2. Libertação. 3. Chance para arrancar as pragas da vida. 4. Chance para herdarmos a terra. 5. Chance para rendição completa. Hoje falaremos sobre mais três benefícios. São Eles: 1.      Garantia de Pureza. A Bíblia diz que nós fomos purificados pelo sangue. I João 1;7 diz: “O sangue de Jesus nos purifica de todo o pecado.”  É a garantia de pureza que temos. Há poder no sangue de Jesus! Quem tem Jesus como Senhor e Rei em sua casa, tem toda sua casa debaixo desta garantia.  2.      Cumprimento Profético. Os profetas diziam: Ele chegará! E hoje a Igreja se levanta para dizer: Ele voltará! A Páscoa aponta para Aquele que morreu, ressuscitou e voltará. O nosso Jesus, o Cristo não está mais morto, apesar de Roma ainda proclamar o Cristo pendurado no madeiro, um "Senhor" morto. A Páscoa nos garante o cumprimento da volta do Senhor. Ele voltará por causa de nós, porque nos ama, porque nos quer perto dEle. (João 14:3). 3.      Singularidade. As coisas do Reino de Deus são simples. Não precisamos inventar passos para sermos batizados no Espírito Santo ou para aceitar Jesus. A Bíblia diz que precisamos de apenas: com a boca confessarmos Jesus como Senhor e com o coração crermos que Deus O ressuscitou dentre os mortos. Este passo nos abre a oportunidade da salvação, da vida eterna (Rm. 10:9-10). A verdadeira Páscoa aponta para a redenção, para a aliança da salvação, para o resgate e para a vida que devemos viver no Pai. É uma linguagem no reino espiritual de como fomos arrancados das trevas e de como Jesus nos trouxe para o Seu Reino de luz. Páscoa é libertação que demonstra a linguagem de amor do Pai entregando Jesus Cristo para morrer na cruz do Calvário para salvar a você e a mim. Deus quer se dar a conhecer a cada um. Precisamos conhecê-lo verdadeiramente. Deus nos ama e por isso Ele tomou a iniciativa de nos reconciliar com Ele por meio de Jesus, sem Deus estaremos sem a verdadeira vida, Ele fez tudo que era necessário para que fossemos salvos e vivêssemos uma vida de comunhão com Ele. Essa comunhão nos cura e nos capacita a vivermos relacionamentos sarados e verdadeiros com a família, amigos e irmãos.     Vejamos a troca do calvário que Jesus realizou: 1.      Jesus Cristo se tornou o que nós éramos, para que nos tornemos o que Ele é. Ele se tornou filho do homem e nós nos tornamos filhos de Deus. Mateus 16:27 diz: “Porque o Filho do homem há de vir na glória de seu Pai, com os seus anjos; e então retribuirá a cada um segundo as suas obras.” Em João 1.12 diz: Mas, a todos quantos o receberam, aos que creem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus. 2.      Ele morava no céu e eu na terra. Ele veio morar na terra, na minha casa, para que eu more em sua casa no céu. João 14:2,3 diz: Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar.  …virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também. 3.      Ele só tinha natureza divina, e eu só tinha natureza humana. Ele toma a minha natureza humana para me dar a sua natureza divina. Em João 3: 6 – 8 diz: O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito. Não te admires de eu te haver dito: Necessário vos é nascer de novo. O vento sopra onde quer, e ouves a sua voz; mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito. 4.      Ele nasce na terra como filho do homem e participa da vida na terra, para que eu nasça no reino de Deus, como filho de Deus, e participe da vida no céu. Em João 3:1-15 diz: …Ora, ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem. E como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado; para que todo aquele que nele crê tenha a vida eterna.  5.      Eu não tinha do que viver, Ele não tinha do que morrer, Ele morre a minha morte para que eu viva a sua vida. Em Efésios. 2:1,5 diz: Ele (Deus) vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados …e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, pela graça sois salvos. Disse Jesus emJoão.10:15: …assim como o Pai me conhece e eu conheço o Pai; e dou a minha vida pelas ovelhas.                      6.      Ele sobe na cruz de maldição para que eu desfrute a sua benção. Ele toma a minha condenação, para que eu receba a sua justificação. Em Romanos 4:25 diz: O qual foi entregue por causa das nossas transgressões, e ressuscitou por causa da nossa justificação. 7.      Ele se veste de um corpo de homem e o leva para glória, e é assim que o homem está no céu. Há um homem no céu, há um corpo de homem no céu, glorificado. I Timóteo 2:5 diz: Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.  Há um homem junto ao trono como um sinal eterno de que a redenção é um fato consumado, e Deus está na terra dentro de mim, dentro de você. 8.      Jesus é Deus e agora se veste com corpo na natureza de homem, eu sou homem e sou revestido de Deus, na pessoa do Espírito Santo. I Coríntios 6:19 diz: Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?Deus habita em mim e

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As células na Bíblia

No Antigo Testamento, Deus providenciou o tabernáculo para estar no meio do Seu povo e depois no lugar do tabernáculo foi construído o Templo por Salomão. Era o lugar onde Deus se manifestava e o próprio Senhor Jesus’ chamou de casa de meu Pai. Se o povo desejasse buscar a Deus, deveria ir até aquele lugar. Havia um lugar designado para servir a Deus e as ofertas deveriam ser entregues ali. Hoje, no tempo da nova aliança, Deus já não habita em lugares feitos por homens. Nós somos a habitação de Deus. Cada um individualmente é habitação de Deus e, como igreja, somo individualmente pedras, e estamos sendo edificados mutuamente para a habitação plena de Deus, no Espírito. Aleluias!            Em I Coríntios 3:16, Paulo nos adverte: “Não sabeis que sois santuário de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós?” E outra vez, em I Coríntios 6:19 temos a pergunta: “Acaso não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?” E ainda no verso 17, a Palavra de Deus nos diz que “aquele que se une ao Senhor é um só Espírito com Ele.”            Individualmente somos habitação de Deus e, como igreja, estamos sendo edificados casa de Deus, como diz em Efésios 2:20-22: “… edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular, no qual todo edifício bem ajustado, cresce para santuário dedicado ao Senhor, no qual também vós juntamente estais sendo edificados para habitação de Deus no Espírito.” Também, em I Pedro 2:5, entendemos que a verdadeira casa espiritual somos nós: “…também vós mesmos como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de poderdes oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo.”            Durante os três primeiros séculos, a Igreja não tinha templos e foi neste período que ela experimentou o maior crescimento de sua história. Os irmãos se reuniam basicamente nos lares e usavam lugares neutros como sinagogas e anfiteatros apenas para evangelizar. A igreja era e estava e se manifestava nos lares. Em Atos 2:46 Lucas diz que “diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam o pão de casa em casa, e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração.” Atos 5:42 afirma que “todos os dias, no templo e de casa em casa, não cessavam de ensinar e de pregar a Jesus, o Cristo.” Depois de saírem da prisão Paulo e Silas se dirigiram para a casa de Lídia que era o lugar onde os irmãos se reuniam. “Tendo-se retirado do cárcere, dirigiram-se para a casa de Lídia e, vendo os irmãos, os confortaram (Atos 16:40).”            Falando aos presbíteros de Éfeso, Paulo os exorta dizendo que ele próprio jamais havia deixado de anunciar coisa alguma proveitosa, de ensinar publicamente e também de casa em casa. (Atos 20:20). Em Romanos 16:5 – Paulo faz uma saudação a Igreja que se reúne na casa de Áquila e Priscila. Também em I Coríntios 16:19, lemos: “No Senhor muito vos saúdam Áquila e Priscila e bem assim, a igreja que está na casa deles.” Ao que tudo indica, não era uma reunião temporária, mas uma prática normal da Igreja.            Em Colossenses 4:15 – Paulo saúda os irmãos de Laodicéia, a Ninfa e à igreja que ela hospedava em sua casa. E finalmente em Filemon 2, ficamos sabendo de uma igreja que se reunia na casa de uma certa irmã: “… e à irmã Áfia, e a Arquipo, nosso companheiro de lutas, e à igreja que está em sua casa.”            No Velho Testamento quando Moisés se sentiu cansado, por causa do peso do trabalho, a orientação dada por Deus através do seu sogro nos faz lembrar as células que são grupos pequenos. Todo o povo deveria ser dividido em grupos de mil, de cem, de cinqüenta e dez pessoas. Cada grupo com o seu líder. (Ex. 18:1 –27). Foi uma estratégia dada diretamente por Deus e Jetro, o sacerdote de Midiã, sogro de Moises, foi usado como canal para que tudo fosse perfeito. É impossível um único líder cuidar de centenas de pessoas.            Jesus priorizou um grupo pequeno de pessoas no seu ministério. E apesar de ter gastado um tempo considerável ensinando nas sinagogas e ao ar livre Ele dava especial atenção a grupos pequenos quando separou setenta e os enviou dois em dois (Lucas 1: 29-34; 2:15; 3:20-34; 7:17; 9:28; Mateus 10:12-14, Lucas 10:5-7). Entre todos os seus discípulos Jesus tinha seu grupo de doze onde ele dispensava uma atenção especial, os treinou para trabalharem em equipe e para continuarem aquilo que Ele tinha começado a fazer. Esses que recebem uma atenção especial do seu líder podem fazer o mesmo com outras pessoas. Cada célula tem seu líder e cada líder é um discípulo discipulador que junto com o seu pastor farão o apascentamento de todos.   Deus abençoe a todos   Pastor Eliezer  

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As Benesses da Pascoa

Êxodo 12:1-14; I Coríntios 5:7,8 A Páscoa está relacionada a um movimento intencional do coração de Deus. Não é meramente um encontro religioso, mas algo que impele o nosso coração a uma reflexão profunda de quem é Jesus e qual o fundamento bíblico para estarmos envolvidos com Cristo. A Páscoa está centrada na pessoa de Jesus Cristo. É o ato salvífico de Cristo morrendo na cruz para nos resgatar, proclamar nossa vitória e profetizar nossa entrada no céu. Ao celebrarmos a Páscoa, celebramos a morte e ressurreição de Jesus Cristo, anunciamos a nossa libertação, cura e posse da Vida Eterna. A morte de Jesus trouxe-nos vida e nossas vidas são o resultado dessa profecia, dessa chamada que nos fez cidadãos do céu. Páscoa quer dizer passagem, saída de um estágio para outro; é uma nova dimensão. O texto em Colossenses 1:13 retrata muito bem isto. O poder de Deus nos arrancou do reino de trevas para o Reino de Luz. Deus "nos tirou do poder das trevas e nos transportou para o Reino do seu Filho amado."   A Páscoa é isso: é arrancar-nos de uma situação caótica e levar-nos a alcançar o alvo que já está decretado por Deus. Passar de um estado calamitoso para a bonança. É uma promoção de novas estruturas, novas construções. É colocada pelo Senhor para que o homem e a mulher possam mudar de vida. A Pascoa traz muitos benefícios que estão descritas em oito mensagens:  1.     Livramento de morte  A Páscoa é a bênção de Deus para nos livrar da morte. Ainda que morramos fisicamente, quem nasceu de novo em Cristo tem a vida eterna. Jesus morreu, mas ressuscitou e está vivo, e nós também temos a mesma vida que começou aqui e continuará no Céu. Nós cremos no céu como uma realidade Bíblica, assim cremos que Jesus voltará para levar Sua Igreja. Temos a vida eterna porque fomos libertos da morte espiritual!   2.     Libertação A Páscoa se manifestou para nos livrar da escravidão do pecado. Assim como os filhos de Israel estavam presos no Egito e o Senhor os livrou, assim Deus enviou Seu Cordeiro Pascal, Jesus, para nos livrar do pecado. "Este é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo." (João 1:29) "Se o filho do homem vos libertou, verdadeiramente sereis livres." (João 8:36). Em Cristo Jesus nós somos livres!!!  3.     Chance para arrancar as pragas da vida No dia da Páscoa realizada no Egito, o povo hebreu testificou juntamente com todos os egípcios que o Deus de Israel é o Senhor Deus Todo Poderoso. O povo do Egito foi ferido com pragas por causa da desobediência, mas o povo de Deus não foi atingido. A Páscoa é uma chance de Deus para arrancar as pragas do povo. O que é praga? É maldição. Muitas vezes essas maldições acompanham nossa família. O Senhor diz em Deuteronômio que essas maldições seriam visitadas até a terceira e quarta geração. Mas, o Cordeiro Pascal encerra todas as maldições. Ele se tornou maldição em nosso lugar para que fôssemos libertos e assim alcançarmos a salvação Eterna. 4.     Chance para herdarmos a terra Assim como o povo de Deus saiu do Egito depois da Páscoa, para herdar a terra que o Senhor prometeu, nós temos em Cristo a nossa herança. Em Romanos 8:17 nos diz que somos herdeiros de Deus e co-herdeiros em Cristo Jesus. É herança da glória. Todas as vezes que o diabo quiser afligir nossa vida e atingir nosso espírito, Deus, por meio de Jesus Cristo nos livra e nos dá a graça de conquistarmos mais um território, ampliando assim a nossa colheita. Somos povo de Deus, somos a geração eleita para vencer sempre. Você crê? 5.      Chance para rendição completa Desde Gênesis, no capítulo 3, quando o homem foi coberto com pele de carneiro por causa do pecado, Deus já estava apontando para o Calvário. Ele fez a promessa de que um dia veríamos esse Cordeiro manifestado como gente, que morreria, ressurgiria, iria para glória, mas voltaria para buscar Sua Igreja. É um cenário que se forma, fomos redimidos, lavados e remidos pelo sangue do Cordeiro, então podemos olhar para o nosso Criador e saber que Ele está conosco. Há uma mistura entre esse Deus que veio à Terra em forma de homem e Seu Corpo na Terra, a Igreja. O céu tem uma representação legal do homem: Jesus Cristo, o nosso intercessor que está à direita de Deus. Na Terra também têm seu representante legal do céu: a Igreja, os filhos de Deus (eu e você). Fomos gerados pelo Espírito Santo como filhos, Herdeiros e representantes de Deus na terra.  (Hebreus 4:14-16 e 7:25; II Coríntios 5:20) Podemos observar, então, que quando Deus quer mudar o curso das coisas na Terra, Ele convoca a Sua representação legal, a Igreja, a geração eleita. Somos canais de Deus para que Ele possa nos usar como quer e trazer Sua glória sobre as nações, anunciando que o Cordeiro Pascal está vivo. Essa visão de mistura entre o divino e o humano é a vida plena de Jesus trabalhando em sinais na nossa vida. Cada um sinalizando a vida de Deus na Terra. Você é o ponto de contato de Deus na Terra. Isso só é possível, porque existe a Páscoa, porque o Cordeiro Pascal veio à Terra, entregou-Se no Calvário, assumiu o nosso lugar de pecado, morreu, ressuscitou e nos deu sua própria vida.  Quem compreende a visão do Cordeiro Pascal e se confronta com Ele não pode continuar o mesmo. Ele é o nosso modelo e Se entregou totalmente. Quando olhamos para Ele, rendemo-nos de igual modo. Ele é a nossa esperança e a nossa vida. Deuteronômio 30 diz que devemos andar nos estatutos do Senhor, porque Ele é a nossa vida. João 1 diz que Jesus é a Vida, e, quando Ele ressuscita Lázaro, diz: “Eu sou a ressurreição e a vida, aquele que crê em mim ainda que esteja morto, viverá.” O nosso Jesus é Vivo e garante vida

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Crescendo através dos relacionamentos

Atos 2:42-47:4::32;5:42 A igreja precisa estar contextualizada, a geração de hoje é muito carente de amor, amizade, valorização, etc. Para ter sucesso em um mundo tão competitivo e não ser abalado na vida espiritual, familiar, ministerial, profissional e financeiro, é necessário estar bem consigo mesmo e com Deus. Para encontrarmos lugar e vencer em um mundo tão capitalista sem se tornar frio e calculista, é necessário ser rápido, ter velocidade, ser ágil, conhecer de tudo um pouco, estar bem informado, saber fazer o que planejou, ter poder de realização, ter visão, isto é, ver o invisível, e o mais importante de tudo, saber se relacionar com todo tipo de pessoas e, para isso é necessário entender sobre gente. Podemos ser multe especialistas em tudo, se não soubermos conviver, relacionar bem com as pessoas, estaremos fadados ao fracasso. A igreja para cumprir o seu papel e influenciar desde a criança até o ancião, é necessário criar mecanismos dentro dos princípios da Palavra de Deus. Vemos na visão celular a estratégia para alcançarmos a nossa geração e para andarmos nos princípios estabelecidos por Deus para nossa vida, família e ministério. Jesus nos deixou um modelo de governo, de discipulado que revela uma comunhão em um relacionamento pessoal, individual e coletivo. A célula se tornou uma ferramenta importante para que tudo isso seja possível. Mas o que é na prática uma célula? A Célula é simplesmente uma extensão da Igreja se reunindo nas casas. Não é uma equipe de oração, ainda que a oração seja um ingrediente básico. Não é uma equipe de discipulado, ainda que o discipulado aconteça espontaneamente. Não é um grupo de estudo bíblico, ainda que o ensino seja enfatizado nas reuniões. Não é um grupo de cura interior, ainda que seja um lugar de cura e restauração. Não é um ponto de pregação, ainda que o objetivo básico de cada célula seja a multiplicação. A Célula é um pouco de cada grupo que mencionamos acima, é um lugar de oração, estudo da Palavra, discipulado, cura interior, apoio e evangelismo.              A Célula pode ser comparado a uma célula do nosso corpo. A célula não é o corpo todo, mas traz dentro de si todas as informações necessárias para gerar o corpo inteiro. Isto é o que nós chamamos de informação genética.            Consideramos Célula um grupo que tenha as seguintes características: 1.      A Célula busca ser uma comunidade             A principal característica de uma Célula é ser uma comunidade. Esse sentido de comunidade não deve ser degenerado, pois, sem isso teremos reuniões impessoais e frias, aonde o povo vem ouvir alguém com quem não tem comunhão e acaba sendo apenas mais um “freqüentador”. Não queremos grupos grandes, em número, descompromissados com o corpo de Cristo e com a igreja local.            A comunidade básica e fundamental é a família. O grupo precisa ser família. Para ser família, os membros precisam querer. Precisam ter disposição para renunciar ao orgulho, à proteção da reputação, ao medo de outros irmãos entrarem na sua vida.                        Para sermos comunidade precisamos entender que a Célula é muito mais do que a reunião semanal. O relacionamento é mais importante do que a reunião. É no relacionamento que crescemos como servos, que aprendemos a viver a vida cristã, que somos supridos e também suprimos os outros em amor.  2.      A Célula visa à edificação de cada um. Na célula todos se conhecem e caminham juntos para ganhar novas pessoas e trazê-las para o convívio. Naturalmente o visitante será sempre bem-vindo, pois a reunião sempre visa alem da edificação, o evangelismo e a multiplicação. É interessante ver como um ambiente de vida e unção pode mudar uma pessoa. Temos visto centenas de pessoas que se converteram e no relacionamento do discipulado, foram curadas, libertas e restauradas.  Quando estamos realmente edificados na Palavra nos tornamos frutíferos. O lugar adequado para se frutificar é no círculo familiar, na escola, no trabalho. A célula, neste caso, funciona como um lugar de treinamento e motivação para enfrentar a guerra lá fora. O forte da célula é a comunhão. Nenhum relacionamento sólido e gratificamente podem ser construídos sem convivência. É a convivência que vai produzir vínculos de amor, de amizade e de aceitação. Naturalmente precisamos desses ingredientes para sermos família. Na célula temos comunhão e, isto é resultado de saber relacionar. Comunhão fala de ter tudo em comum e isso fala de intimidade, confiança e segurança. Comunhão na realidade é um desenvolvimento de vida partilhada, alvos comuns e aliança mútua entre todos os membros daquela família, célula, etc. O relacionamento na motivação certa gera edificação e, a célula oferece este ambiente para o crescimento espiritual, aprendizado prático e disciplina em amor. Neste ambiente acontece cura na alma, no corpo, crescimento espiritual, motivação, amor, identificação e unidade. O resultado é todos buscarem o alvo dado por Jesus, o evangelismo. Quando estamos bem, frutificamos e, aquela célula se torna o lugar onde novas pessoas são inseridas, pois todos querem compartilhar suas experiências com o Senhor Jesus. Cada verdadeiro cristão é um ministro e cada um recebeu um dom e é na célula que podemos exercitá-los com mais clareza, é ali que podemos servir uns aos outros, servindo ao Senhor. Para terminar este assunto de hoje, vemos que na célula que é fundamentada no relacionamento a CONSOLIDAÇÃO acontece de fato. A consolidação é fundamental para que o fruto permaneça e é ali, de forma natural, que o acompanhamento acontece. Precisamos consolidar fazendo os primeiros passos no discipulado, firmando bem a fé e a convicção de salvação, e encaminhado para o encontro, batismo, escola de líderes, etc. Este é o nosso jeito de ser igreja, sabemos que foi o Senhor quem a estabeleceu e ele disse que a igreja estaria edificada sobre a Sua Palavra, falando de si mesmo e as portas do inferno não teria poder contra ela.   Apóstolo Eliezer    

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