11 de julho de 2012

A Renovação da Mente Gera Conquista

Fonte: Ap. Fábio Abbud  Romanos. 12 :1 e 2   Rogo-vos, pois irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.   E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Nosso maior desafio na Visão é a formação do caráter, a renovação do nosso entendimento.   Precisamos transformar mentes humanistas em mentes governadas pelo Espírito Santo. Precisamos transformar pessoas de pensamento mundano em discípulos do Senhor Jesus.   Nosso desafio é transformarmos a multidão em geração. A Visão traz consigo este poder renovador sob o qual estamos vivendo. Isto não é um sonho ou um discurso, é uma realidade. (Ex.: 12 / 5 / 2012).   Aqueles que se aliançarem a este mover, experimentarão grande êxito em todas as áreas. ( pessoal, familiar, financeira, e ministerial).   Para que vivamos este mover na sua plenitude e possamos receber a parte que nos cabe, devemos como líderes passar por esta renovação de mente e assimilar algumas posturas:   1.     Entender a relação de deveres e direitos.   Quando eu aceito o chamado para ser discípulo de Jesus, passo automaticamente a possuir no mundo espiritual muitos direitos, mas recebo também deveres.   É o cumprimento dos meus deveres que me assegura a posse dos direitos e seus benefícios. Ex: Se eu cumprir o dever de perdoar, terei o direito de ser perdoado. Ex : Se eu cumprir o dever de dizimar, terei o direito de ser guardado do poder do espírito devorador.   Um sofisma que precisa ser destruído em nossas mentes, é o de pensarmos que como discípulos, podemos fazer só o que nos convém.   Ter o caráter e o testemunho de um verdadeiro discípulo é saber que em alguns momentos precisarei renunciar a minha vontade para fazer a vontade Daquele que me convocou.   Ex : Posso não desejar ir, mas vou renunciar ao meu desejo para honrar e obedecer o meu líder. Jesus se rendeu a vontade do Pai. Pessoas libertinas jamais poderão ser usadas ou abençoadas por Deus, mas os que se fazem vazios e submissos sempre serão escolhidos para viver e realizar os sonhos do Altíssimo.   2.     Precisamos trabalhar pelo Reino de Deus e não pelo reino próprio.   Devemos lembrar sempre que o Reino tem um Rei (Jesus) e são os seus interesses, os que devem ser buscados, pois no Reino de Deus nossa verdadeira condição é a de servos.   Tudo que fizermos pelo crescimento do Reino e para a Glória de Deus, será respaldado e consolidado em Memória e Glórias Eternas.   Tudo, porém, que fizermos edificando o reino próprio, faremos na força do braço, sem nenhuma garantia de sucesso ou permanência.   A luta por edificar o Reino de Deus, atrai a Sua Glória, mas a luta pelo reino próprio atrairá a desonra e a confusão, como aconteceu em Babel.   3.     Precisamos manter a unidade e padronizar a linguagem.   A unidade nos faz fortes e termos a mesma linguagem nos confere poder. O Modelo dos 12, a consolidação das gerações, representa a formação de um povo numeroso que será temido não apenas por ser uma multidão, mas por saber atender a comandos.   Ex: Centurião romano – Vai / Vai Vem / Vem = Isto equivale a poder. Assim como Jesus curou o servo do Centurião, poderemos curar nossa nação. Quanto mais obedientes formos, mais autoridade teremos, mais influência e conquistas teremos.   O projeto de Deus para sua Igreja é que ela tenha um só Espírito, uma só fé, uma só linguagem e um só comportamento. Quando pararmos de competir e padronizarmos a mentalidade, a linguagem e a atitude, governaremos a Terra.   4.     Precisamos de uma comunicação eficaz.   Em Babel a comunicação foi interrompida e por causa disto a edificação foi paralisada. Necessitamos organizar as estruturas, as células, os 12, as gerações. Definir quem é quem, definir posições e funções e ter uma comunicação eficaz e rápida com todos. Ex: Cérebro / nervos / pés.   A igreja precisa aprender a usar os meios de comunicação disponíveis: Celular (todos na Vivo), SMS, E-mail, Face, Twiter etc.   5.    Entendermos que o Modelo dos 12 é uma Aliança e jamais esquecermos qual é a natureza desta Aliança: O Amor.   Nosso fundamento deve ser, o Amor, nossa essência, o Amor, nossa estilo de vida, o Amor, pois a Aliança que Jesus fez conosco é uma Aliança de Amor e se nós, a Igreja, decidirmos vivê-la, experimentaremos a boa, perfeita e agradável vontade de Deus e toda Terra será cheia da Sua Glória!   Deus os abençoe e multiplique como as estrelas do céu e a areia do mar.   Amamos vocês.   Aps. Fábio e Claudia Abbud.

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Os benefícios da obediência

 Aps. Fábio e Claudia Abbud   Deuteronômio 11:1 a 25   Sermos fortes, possuirmos a terra, termos vida longa, vivermos com fartura e sermos fecundos, são promessas de Deus para aqueles que através de Cristo, decidiram amar e obedecer. O Vs. 1 de Deuteronômio 11 é uma ordem para que nos exercitemos no amor e na obediência ao Senhor, o que também nos trará todos estes benefícios.   Amar e obedecer a Deus, dependerá de três aspectos :   1.                Temor : É na prática não brincarmos com Deus e com as coisas sagradas, é levarmos Deus a sério por sabermos que nossa vida e nossa sorte dependem totalmente Dele.   2.                Sensibilidade: O pecado nos embrutece e rouba nossa percepção a Vontade Divina, mas Deus nos restitui esta capacidade, se dependermos Dele, lhe pedindo discernimento espiritual. Deuteronômio 28 nos incita a, atentamente ouvirmos a voz do Senhor, isto equivale a termos um coração treinado a sondar o coração de Deus para discernirmos seus desejos e atendê-los.   3.                Caráter: Está ligado ao nosso nível de sinceridade e transparência e também a forma como reagimos aos requisitos propostos a nossa alma pelo ambiente em que vivemos. Pessoas de bom caráter não são pessoas falsas, inconstantes, indisciplinadas, descomprometidas ou de difícil aprendizado.   Viemos do mundo com um mau caráter, e nossa transformação depende principalmente de reconhecermos isto. O segundo passo é desejarmos melhora e nos abrirmos ao tratamento. Convivendo com Jesus podemos assimilar o bom caráter do Homem Perfeito, que é Cristo.   A influência externa forma caráter, bom ou mau. Se estamos sob uma influência positiva, não podemos nos conformar com falhas de caráter como a desorganização, inconstância, preguiça, descompromisso com responsabilidades, convocações e horários.   Do vs. 2 ao 7 o Senhor fala ao coração dos líderes mais maduros dizendo : vocês têm visto desde o princípio os feitos de Deus. Quanto mais experiências e autoridade recebemos da parte de Deus, maior se torna a nossa responsabilidade, pois está escrito, a quem muito foi dado muito mais será exigido.   Precisamos entender que como pais e líderes, somos a legalidade para que nosso povo seja de um jeito ou de outro. É o nosso caráter e nossas atitudes que vão determinar que tipo de multidão vai estar diante de nós, pois no Reino de Deus, cada semente produz segundo a sua espécie.   Se formos apaixonados, nossos discípulos serão apaixonados, se formos acomodados eles serão acomodados, se formos diligentes eles serão diligentes. Por isso como líderes, devemos nos avaliar em todo tempo em busca de aperfeiçoamento, porque quando o líder cresce o povo cresce. Não podemos cobrar dos outros o que não estamos fazendo.   O vs. 8 nos revela que amar e obedecer é o que nos levará a conquista da nossa terra prometida e isto representa o êxito em todas as áreas da nossa vida, mas depende do cumprimento de duas condições estabelecidas pelo Senhor no vs.13:   1.      Obedecermos com diligência os mandamentos. 2.      Amar ao Senhor e servi-lo de todo o coração.   Estes dois requisitos serão facilmente preenchidos, se houver em nós paixão e zelo pelo Senhor e por sua obra. Ainda na vida de muitos líderes, o ministério é uma área de importância secundária em relação a outras áreas como trabalho, finanças ou família.   Nossa postura diante das coisas de Deus, reflete a qualidade da nossa relação com Deus. Os que têm zelo e compromisso com Deus, os terão também com sua obra, os que são apaixonados por Jesus, o serão também por seu ministério. O vs.14 promete que amor e obediência, comprovados através de atitudes, trarão sobre nós a benção da chuva, o que representa um derramar de salvação, unção e prosperidade. Quando colocamos Deus e sua Vontade em primeiro lugar, experimentamos avivamento espiritual e a visitação de muitas bênçãos.   É esta chuva, que fará florescerem as sementes plantadas, que são nossas orações, palavras proféticas e ofertas, as quais frutificando, trarão multiplicação e prosperidade a nossa vida, família e ministério.   Os vs. 16 e 17 revelam que todo este derramar de bênçãos, pode ser ameaçado por um perigo espiritual: Nosso coração nos levar ao pecado de vivermos adorando um deus estranho.   A idolatria engana cega e paralisa espiritualmente aqueles que se deixam enlaçar por ela. É um grande engano, por exemplo, as pessoas acharem que idolatrar é relacionar-se com um ídolo de gesso ou madeira. Idolatria é na verdade tudo aquilo a que damos mais valor e atenção do que a Deus. Alguns exemplos para reflexão:   Quanto tempo você dedica de seu dia ao trabalho e quanto dedica as coisas de Deus? O que tem ocupado mais a sua mente, as coisas de Deus ou sua necessidade de ganhar dinheiro? Qual convivência tem sido priorizada por você, uma convocação para uma reunião na igreja ou um convite da alma pra ficar em casa com seus filhos?   Suas ofertas materiais a Deus, podem se comparar em valor, com o que você investe em seus desejos pessoais?   Devemos ter muito cuidado para não vivermos no engano de acharmos que Deus é o nosso maior valor, quando na verdade estamos priorizando só relações e valores terrenos. É triste chegarmos a esta conclusão, mas na vida de muitos cristãos hoje que estão dentro das igrejas, a família é um deus, o trabalho é um deus, o dinheiro é um deus e isto impede a plenitude das bênçãos em suas vidas, anula seu ministério e alguns chegam a perder sua comunhão com Deus como revelam os vs.16 e 17 (ler).   Tendo nós discernimento destas coisas, torna-se nosso dever pratica-las para que sejamos um testemunho, e ensiná-las aos nossos filhos biológicos e espirituais, como nos ordena o vs.19, para que nossas gerações vivam verdadeiramente em amor e obediência diante de Deus e assim sejam líderes abençoados e aprovados por Ele.   Nosso desafio na Visão é mais do que apresentarmos a Deus quantidade de discípulos. Importa refletirmos "para

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Criado para ser eterno

Texto: 1 João 5:11 e 12   Nestes dias temos falado aqui na nossa igreja sobre o propósito de Deus nas nossas vidas. Hoje veremos que a vida que temos vai muito alem daquilo que conhecemos. A vida aqui na terra é apenas o ensaio geral que precede a verdadei­ra produção. Você passará muito e muito mais tempo do outro lado na eternidade, do que aqui. A terra é um lugar de preparação, a pré-escola, o vestibular para a vida na eternidade.   É o treinamento coletivo que ocorre antes do jogo; a volta de aquecimento antes do início da corrida. Esta vida é uma preparação para a próxima.  Você viverá no máximo cento e vinte anos sobre a terra, mas para sempre na eternidade. O seu tempo na terra é apenas um parêntese na eterni­dade". Você foi feito para ser eterno.   A Bíblia diz em Eclesiastes 3:11 que Deus tem …plantado a eternidade no coração humano. Você tem o impulso inato de ansiar pela imortalidade. Isso ocorre porque Deus o projetou a Sua imagem, para viver eternamente. Embora saibamos que com o tempo todos morreremos, a morte sempre parece anormal e injusta. A razão pela qual sentimos que deveríamos viver para sempre é que Deus condicionou nossa mente e coração com esse desejo!   Um dia, o coração pára de bater. É o fim de seu corpo e de seu tempo na terra; mas não será o final de tudo. Seu corpo terreno é apenas a residência temporária de seu espírito e de sua alma. A Bíblia chama nosso corpo terreno de temporária habitação, mas se refere a nosso futuro corpo como "casa". A Bíblia diz em 2 Coríntios 5:1: De fato, nós sabemos que, quan­do for destruída esta casa terrena em que vivemos, que é o nosso corpo aqui na terra, Deus nos dará, para morar­mos nela, uma casa no céu (um novo corpo). Essa casa não foi feita por mãos humanas; foi Deus quem a fez, e ela durará para sempre.   Se a vida na terra oferece muitas opções, a eternida­de nos oferece apenas duas: céu ou inferno. Seu relacio­namento com Deus na terra determinará seu rela­cionamento com Deus na eternidade. Se você crer e aprender a amar Jesus, o Filho de Deus, e a confiar nele, será convi­dado a passar toda a eternidade com Ele. Entretanto, se desprezar o amor, o perdão e a salvação que ele ofere­ce, passará a eternidade separado de Deus e nas garras do maligno.    Certo homem de Deus disse: Existem dois tipos de pessoas: aquelas que di­zem a Deus “Seja feita a sua vontade” e aquelas a quem Deus diz “Então tudo bem, faça de seu jeito”. Tragica­mente, muitos terão de suportar a eternidade sem Deus, pois escolheram viver sem Ele aqui na terra.                 Quando compreender plenamenteque há mais na vida que apenas o aqui-e-agora e perceber que a vida é apenas uma preparação para a eternidade, passará a viver de forma diferente. Você começará a viver à luz da eternidade, e isso lhe dará nova perspectiva de como tratar de cada relacionamento, tarefa ou circunstância. Subitamente, muitas atividades, metas e até mesmo problemas que pareciam importantes se mostrarão banais, insignificantes e indignos de sua atenção. Quanto mais próximo viver de Deus, menor todo o resto parecerá.                 Quando você vive à luz da eternidade, seus valores mudam. Você utiliza mais sabiamente seu dinheiro e seu tempo. Passa a dar maior valor a sua personalidade e a seus relacionamentos, em vez de valorizar fama, realizações ou mesmo prazeres. Suas prioridades são reorganizadas. Manter-se em dia com as tendências, a moda e os valores populares já não é tão importante. O Apóstolo Paulo disse em filipenses 3:7: Antigamente eu pensava que todas essas coisas eram muito importantes, mas agora eu as consi­dero sem muito valor por causa do que Cristo fez.   Caso sua vida se resumisse a seu tempo de existên­cia sobre a terra, e não houvesse nenhuma conseqüência de seus atos, minha sugestão seria que começasse a vivê-la imediatamente. Poderia deixar de ser bom ou ético e não teria de se preocupar com as consequências de suas ações. Poderia dedicar-se a si próprio de modo totalmente egocêntrico, porque suas ações não teriam conseqüências de longo prazo. Mas, e isso faz toda a diferença, a morte não é o fim para você!   A morte não é o fim, mas a transição para a eternidade. Por isso, existem conseqüências eternas para tudo aquilo que faz na terra. Cada ato de nossa vida toca um acorde que soará na eternidade. Além disso, e isso é muito importante saber; todos nós, sem exceção, colheremos tudo que plantarmos enquanto estamos e vivemos nesta terra. Iremos nesta terra colher o bem ou o mal, disto vai depender que tipo de semeadura fazemos a cada dia, sabendo que a forma em que vivemos também influenciará na eternidade.   O aspecto mais prejudicial da vida contemporânea é o raciocínio em curto prazo. Para tirar o máximo da vida, você deve manter sempre em mente a visão da eternidade e no coração, o valor que ela representa. Há muito mais na vida que apenas o aqui-e-agora! O que vemos hoje é só a ponta do iceberg. A eternidade é todo o resto que não se vê a partir da superfície. Continua…   Perguntas para meditar e compartilhar: Por que passamos tanto tempo nos preocupan­do com o que vai acabar e tão pouco tempo nos preparando para a eternidade, que durará para sempre?   No amor de Cristo!     Apóstolos Eliezer e Zenita    

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