Palavras

A importância dos Dízimos e Ofertas – Lição 9

A questão financeira é uma das maiores preocupações na vida das pessoas do mundo inteiro. Quase tudo o que fazemos envolve dinheiro e por isso temos a tendência de achar que se temos dinheiro temos tudo e sem ele, nada temos. Este tipo de pensamento, que faz do dinheiro a prioridade número um, vai gradativamente influenciando e escravizando as pessoas até que o dinheiro e as riquezas tomem o lugar que pertence a Deus no coração dos homens. Jesus disse que onde estivesse o tesouro de alguém, ali estaria também o seu coração (Mateus 6:21). Os que não têm dinheiro passam a vida buscando-o e ficam frustrados e amargurados quando não o conseguem. Os que têm dinheiro vivem com medo de perdê-lo e buscam ter mais o tempo todo. O dinheiro vai sutilmente exercendo poder e controle. Muitas angústias, ansiedades, stress, doenças, brigas, separações, mortes, prostituições, roubos de toda sorte acontecem pelo amor ao dinheiro. De fato, a bíblia nos diz que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males: Veja, posso ter muito dinheiro, mas não posso deixar este dinheiro tornar-se um deus na minha vida. "Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se transpassaram a si mesmos com muitas dores”. (Timóteo 6:10) Amamos a Deus ou ao dinheiro? O problema não é o dinheiro em si, mas o amor ao dinheiro. É algo ligado ao coração. Isto que faz com que as pessoas sejam escravizadas. Na realidade estamos falando da influência do deus deste século, na mente e no coração dos homens. Jesus falou sobre este espírito maligno e o chamou de Mamon o deus das riquezas. Isto não significa que Mamon seja o dono das riquezas do mundo, porque todas as coisas incluindo as riquezas, pertencem a Deus. Mas este espírito maligno tem a incumbência de corromper a mente das pessoas para que elas façam das riquezas o seu deus. Mateus 6:24 diz: Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar a um e amar o outro, ou há de dedicar-se a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamon. O plano de Deus para nós é que sejamos totalmente livres de Mamon em nossa mente, em nosso coração e em nossas finanças. Pode até parecer estranho, mas é o desejo de Deus que não nos preocupemos nem um segundo com as nossas necessidades básicas, pois Ele garante em sua palavra que nos suprirá. Veja o que Jesus continua dizendo no mesmo texto: "Por isso vos digo: Não estejais ansiosos quanto a vossa vida, pelo que haveis de comer, ou pelo que haveis de beber nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento e o corpo mais do que o vestuário? Olhai para as aves do céu, que não semeiam, nem ceifam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não valeis vós muito mais do que elas? Ora, qual de vós, por mais ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado a sua estatura? E pelo que haveis de vestir, por que andais ansiosos? Olhai para os lírios do campo, como crescem; não trabalham nem fiam, contudo vos digo que nem mesmo Salomão em toda a sua glória se vestiu como um deles. Pois, se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, quanto mais a, vós, homens de pouca fé? Portanto, não vos inquieteis, dizendo: Que havemos de comer? Ou que havemos de beber? Ou: Com que havemos de vestir? Pois a todas estas coisas os gentios (os que não conhecem a Deus) procuram. Porque vosso Pai celestial sabe que precisais de tudo isso. Mas buscai primeiro o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Não vos inquieteis, pois pelo dia de amanhã; porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal" (Mateus 6:25-34). Como nos livrar da influência e do poder de Mamon em nossa vida? A resposta de Deus é: entregar o dízimo e ofertar. Somente os filhos que se consagram e entregam todo o controle de suas vidas a Deus é que podem experimentar esta liberdade. Mesmo que alguém seja cristão, se não andar em fé nesta área será escravizado pela influência de Mamon. Por que devemos dizimar? a) O dizimo santifica as minhas finanças. Quando o pecado entrou, (Gênesis 3) a terra ficou amaldiçoada e o homem passou a ter grande dificuldade com seu sustento. Ele passou a enfrentar os espinhos e comer do suor do seu rosto. Isto aconteceu por causa da maldição a que ficou sujeito. Quando entregamos os nossos dízimos no altar de Deus, o que fica em nossa mão está abençoado e livre de maldição. b) Os dízimos pertencem ao Senhor:"Também todos os dízimos da terra, quer dos cereais, quer dos frutos das árvores, pertencem ao Senhor; santos são ao Senhor”. Levítico 27:30 Por isso dizemos que: pagamos os dízimos, ao invés de: damos os dízimos. Os dízimos não nos pertencem. Nós devolvemos o que pertence a Deus. c) Abraão deu o dizimo. Gênesis 14:20;"E bendito seja o Deus altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos! E Abrão deu-lhe o dizimo de tudo”. Somos descendentes de Abraão em Cristo e devemos praticar as mesmas obras que Ele praticou. João 8:39 "Responderam-lhe: Nosso Pai é Abraão. Disse-lhes Jesus: Se sois filhos de Abraão, fazei as obras de Abraão. " d) Jesus confirmou o dizimo. Mateus 23:23; "Dais o dizimo da hortelã, do endro e do cominho e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da Lei: a justiça, a misericórdia e a fé; . devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas (dar o dizimo)". e) Deixar de dar o dizimo é roubar a Deus. "Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis; em que te roubamos?

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Nossa segurança em Cristo – Lição 8

"As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu as conheço, e elas me seguem; eu lhes dou a vida eterna, e jamais perecerão; e ninguém as arrebatará da minha mão. Meu Pai, que as deu para mim, é maior do que todos; e ninguém pode arrebatá-las da mão de meu Pai. Eu e o Pai somos um." João 10:27-30 É maravilhoso saber que a nossa jornada com Cristo não é uma aventura que não sabemos como vai terminar, não importa o que aconteça ao nosso redor, estamos seguros Nele. Nada e ninguém podem nos tirar das suas mãos. No plano de Deus para resgatar nossa vida, Ele decidiu nos dar a Cristo, Cristo decidiu se dar a nós e quando nós decidimos nos entregar a Deus através de Cristo, o resgate foi consumado. Agora somos dele e nada pode nos tirar das suas mãos. O desejo de Deus é que estejamos completamente seguros nesta verdade. Este relacionamento não pode ser quebrado por causa dos problemas e das dificuldades que enfrentamos, nem mesmo se todo o inferno se levantar para tentar nos arrancar das mãos do nosso Pai, ele não conseguiria. Como está escrito: "Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem coisas presentes, nem futuras, nem potestades, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura nos: poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor”. Romanos 8: 35,37,38,39  Estamos seguros numa aliança com Deus através de Cristo             Na bíblia vemos Deus por diversas vezes fazendo aliança com os homens (Noé, Abraão, Moisés, Davi). Deus fez estas alianças para transmitir segurança ao coração do homem. Todas as alianças que Deus fez no Velho Testamento apontavam para a aliança final e superior feita através de Jesus Cristo. Deus não quis dar somente uma promessa, Ele foi além, fez aliança, obrigando a si mesmo a cumpri-la. Quando estabelecemos uma aliança com alguém, estipulando as coisas que devemos fazer, devemos cumpri-las, caso contrário, quebraremos nossa palavra e seremos infiéis. Por isso, aliança está relacionada com legalidade e fidelidade. Foi isso que Deus fez conosco! Antes de fazer uma aliança, Ele poderia nos tratar como bem lhe aprouvesse. Ele poderia nos dar a sua graça ou  não. Ele poderia salvar-nos ou deixar que ficássemos perdidos. Mas, depois de fazê-la, ele deve atuar segundo os termos da aliança, pois se encontra sujeito a ela. Quanto à aliança em si, agora ela passa a ser uma questão de fidelidade, e não de graça. É claro que, quando compreendemos que Deus decidiu fazer uma aliança conosco através de Cristo e Ele mesmo se sujeitou a ela, percebemos que esta é a mais sublime expressão da sua graça. Dessa forma, Deus está nos dando todas as garantias e segurança de que Ele será fiel e cumprirá a sua parte na aliança. Por isso o nosso coração pode estar firmado nele independentemente de qualquer dificuldade ou circunstância. A única forma de não usufruir a bondade e a bênção de estar numa aliança com Deus, seria se você o negar. Neste caso sofrerá as conseqüências da sua própria decisão, pois desta forma você estaria vulnerável a satanás que veio para matar, roubar e destruir. Mas, se permanecer em Cristo, saiba que a fidelidade de Deus será mantida em todos os momentos.  "Fiel é esta palavra: Se, pois, já morremos com ele, também com ele viveremos; se  perseverarmos, com ele também reinaremos; se o negarmos, também ele nos negará; se somos infiéis, ele permanece fiel; porque não pode negar­se a si mesmo."(11 Timóteo 2:11-13) Fomos selados com o Espírito Santo Quando recebemos Jesus, crendo nele como nosso Senhor e salvador pessoal, fomos selados com o Espírito Santo. Isto significa que agora o próprio Deus está habitando em nós através do seu Espírito. O Espírito Santo habitando em nós é uma garantia de que somos o povo de Deus, um povo de propriedade exclusiva de Deus. Por causa da aliança, agora podemos andar junto com Deus todos os dias. Você nunca mais estará sozinho. Existirão momentos em que os irmãos da igreja não vão estar perto de você, ou mesmo os teus familiares e amigos, mas não se preocupe, Ele estará com você. Existirão momentos em que você não saberá o que fazer ou que decisão tomar, mas lembre-se: Ele habita em você e te conduzirá em toda verdade. Ele vai te consolar, te ajudar, te ensinar, fazer de você alguém ousado na presença de Deus. Se já recebemos Jesus como nosso Senhor então temos o Espírito Santo habitando em nós.  "No qual também vós, tendo ouvido a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, e tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa, o qual é o penhor da nossa herança, para a redenção de Deus, para o louvor da sua glória. " (Efésios 1: 13, 14)          Somos cidadãos dos céus Quando olhamos para as coisas da terra percebemos quão fracas e passageiras elas são. Não há segurança, tudo passa, tudo pode se modificar de um momento para o outro. Hoje, mais do que nunca percebemos quão frágeis são as coisas desta vida. Alguém explode uma bomba e mata pessoas e o plano de paz entre nações explode, junto as bolsas caem, o mundo é afetado… Estamos cercados por muitas situações assim. É por isso que a palavra de Deus nos adverte a não colocarmos o nosso coração nas coisas passageiras desta vida. Somos cidadãos dos céus e a nossa esperança não está neste mundo, mas em Cristo. Ele certamente nos ajuda a cada dia enquanto estamos aqui vivendo para o Senhor e vencendo o mundo –  "Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta

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Lidando com os pensamentos- Lição 7

   "Porque, embora andando na carne, não militamos segundo a carne, pois as armas da nossa milícia não são carnais, mas poderosas em Deus, para demolição de fortalezas; derribando raciocínios e todo baluarte que se ergue contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo pensamento à obediência a Cristo”. II Coríntios 10: 3-5 Uma das coisas mais importantes na vida do cristão é aprender a lidar com os pensamentos. Freqüentemente encontramos crentes que se sentem derrotados, frustrados, acusados e desanimados porque são influenciados por pensamentos e presos por eles. Antes de conhecermos a Jesus, passamos muito tempo sendo influenciados por pensamentos de acusação, de derrota, de autopiedade, enfim, uma série de pensamentos enganosos. Alguns se tomaram verdadeiras fortalezas dentro de nós e precisam ser destruídas. É isto que o texto acima está nos dizendo: Devemos demolir as fortalezas e os raciocínios e toda argumentação falsa que se ergue contra a verdade de Deus. Em outras palavras, tudo o que for contrário ao que Deus diz a nosso respeito deve ser lançado fora. Todos os pensamentos devem ser presos e levados à obediência a Cristo. Isto quer dizer que quando um pensamento te perturba, você deve logo perguntar: Esta é a vontade de Deus? É isso que ele diz em sua palavra? Isso me liberta, ou me traz condenação? Isso me fortalece ou me mantém em derrota? Este pensamento me faz andar em amor e me ajuda cumprir o propósito de Deus em minha vida? Devo permitir este pensamento ou elimina-lo? Dando ordens aos pensamentos Muitas vezes, aconselhando pessoas, percebi que um grande engano nesta área está relacionado à idéia de não podermos controlar os pensamentos. Certa vez, num aconselhamento conjugal, havia uma dificuldade com a esposa, ela tinha um terrível ciúme de seu esposo. Quando ele saía para o trabalho, pensamentos logo vinham à sua mente e ela ficava imaginando todo o tipo de situação de traição em que ele pudesse estar envolvido. Após algumas perguntas básicas sobre a situação do casal, aparentemente não havia motivos para que ela tivesse tanta desconfiança. Aqueles pensamentos estavam prendendo sua vida, acabando com sua paz e destruindo seu casamento. Então foi dito: "Jogue estes pensamentos fora”. Ela respondeu com sinceridade: "Eu não consigo controla-los! Eles vêm à minha mente, e quando eu menos espero, fico transtornada. Eu não consigo parar de pensar nisso!".             Ali estava o problema. Ela, como muitos, achava que não podia controlar seus pensamentos, nem seleciona-los. Mas não é isto que a bíblia nos diz. A palavra de Deus declara Que devemos escolher os nossos pensamentos e isso é de nossa  responsabilidade: "Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai”. (Filipenses 4:8) Aquela irmã começou a compreender que não precisava mais ser refém dos seus pensamentos e que podia ter o controle sobre o tipo de pensamento que permitiria em sua mente. Saiba que Deus não prometeu arrancar de sua mente os maus pensamentos e colocar outros bons. Isso é de sua responsabilidade. Você decide que tipo de pensamento vai te influenciar, é você quem proíbe ou permite. Se você fizer a opção de pensar de acordo com a palavra de Deus, verá os resultados da palavra de Deus em sua vida. Se você mantém sua mente passiva aceitando qualquer tipo de pensamento, ou permitindo aqueles que dominaram sua mente por muito tempo, e que são contrários a Deus, infelizmente também verá o resultado.             Alguém pode pensar: mas, eu não conheço muito a bíblia. Como devo agir? Bem, é importante que você continue se enchendo da palavra de Deus a cada dia. Porém, saiba que o Espírito Santo, que já habita em você, certamente te ajudará a diferenciar o que é bom e o que não é em termos de pensamentos. Quando lemos o Salmo 103, vemos Davi fazendo algo muito importante. Ele decidiu dar uma ordem à sua própria alma. Ele era um homem de guerra e vivia cercado por desafios, por inimigos, temores e outras coisas que se levantavam para afligir a sua alma. Mas, ele decidiu dar uma ordem à sua mente, para que ela se firmasse na Palavra de Deus: "Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome. Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nenhum dos seus benefícios. É Ele quem perdoa todas as tuas iniqüidades, quem sara todas as tuas enfermidades, quem redime a tua vida da cova, quem te coroa de benignidade e de misericórdia, quem te supre de todo o bem, de sorte que a tua mocidade se renova como a da águia."Salmos 103:1-5             Jeremias no meio das suas lamentações fez também a mesma coisa: "Torno a trazer isso a mente, portanto tenho esperança. A benignidade do Senhor jamais acaba, as suas misericórdias não tem fim; renovam-se acada manhã. Grande é a tua fidelidade. A minha porção é o Senhor, diz a minha alma; portanto esperarei nele. Bom é o Senhor para os queesperam por ele, para a alma que o busca.". Lamentações 3:21-25 Estes textos nos revelam que temos uma escolha a fazer: ou deixamos nossa mente passiva recebendo  qualquer pensamento, permitindo a influência deles sobre nossa vida, ou decidimos que vamos pensar conforme a Palavra de Deus e quando pensamentos de escravidão e de acusação vierem, vamos captura­-los e leva-los cativos à obediência a Cristo.  Discernindo pensamentos de acusação Um dos maiores obstáculos para os cristãos viverem a liberdade que já tem, é o sentimento de que são indignos. De fato, somos indignos e nada merecemos, mas Deus decidiu nos amar e nos dar tudo em Cristo Jesus. O problema é que muitos sentem como se Deus os estivesse acusando o tempo todo e vivem debaixo de um sentimento de culpa e condenação. Não

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Nossa autoridade em Cristo – Lição 6

 "Eis que vos dei autoridade para pisar serpentes e escorpiões, e sobre todo o poder do inimigo; e nada vos fará dano algum." (Lucas 10: 19) Imagine um soldado no campo de batalha enfrentando o exército inimigo. Ele está empunhando uma metralhadora potente e avançando para o confronto. Ao longe, avista um de seus oponentes que caminha em sua direção, apenas com um pequeno canivete. O soldado começa a gritar dizendo: "Não se aproxime, eu tenho uma metralhadora em minhas mãos, somos mais fortes, não chegue perto”. Contudo, o seu adversário parece não dar importância aos avisos e continua avançando em sua direção, com um olhar ameaçador. O soldado grita novamente: "Eu já avisei, não chegue perto!" O outro não dá ouvidos e agora já está a poucos metros do soldado. Este, percebendo que a situação não vai mudar, implora gritando: "General, socorro! " O general apenas diz: "Aperte o gatilho." Esta história apesar de parecer absurda, reflete a situação de muitos crentes que não sabem como usar a autoridade que têm contra o inimigo. Temos poder e autoridade. A bíblia diz que estamos em guerra: "Pois, não é contra a carne e sangue que temos que lutar, mas sim contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes do mundo destas trevas, contra as hostes espirituais da iniqüidade nas regiões celestes” .(Efésios 6:12) Devemos aprender a usar as nossas armas: “ pois as armas da nossa milícia não são carnais, mas poderosas em Deus para demolição de fortalezas” ( II Coríntios 10: 4). Muitos cristãos estão pedindo socorro a Jesus, o nosso general, em situações em que deveriam estar usando o poder e autoridade que tem. Geralmente, estes irmãos confundem dependência com obediência. Eles dizem assim: "Bem, eu dependo de Deus para todas as coisas, se ele quiser repreender o inimigo em minha vida, Ele fará. Mas, se não quiser, eu não posso fazer nada, estou na dependência dEle. É claro que todos nós concordamos que devemos depender de Deus em nossas vidas no que diz respeito às nossas decisões, à nossa jornada, ao nosso futuro, aos nossos planos… Porém, quando se trata do que o inimigo está fazendo ou tentando fazer contra nós, não  é uma questão de dependência e sim de obediência. Não devemos dizer Que somos dependentes de Deus nas situações em Que Ele já nos deu ordem expressa para agirmos. Devemos compreender a autoridade que temos e usa-la contra o nosso inimigo. "Sujeitai-vos, pois, a Deus, mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós”.(Tiago 4:7)            Note que resistir ao diabo é uma questão de nossa responsabilidade e não de Deus. Alguns acham que a autoridade sobre o diabo pertence apenas a poucos escolhidos, aos quais Deus deu poder especial. Isso não é verdade. A autoridade, pertence a todos os filhos de Deus. Recebemos esta autoridade quando nascemos de novo aceitando a Jesus como Senhor, então, herdamos O NOME DO SENHOR JESUS CRISTO e podemos usa-lo em oração contra o inimigo. O diabo não quer que os crentes compreendam a autoridade que têm, porque desta forma continuará a domina-los. Alguns têm tanta ignorância sobre exercer autoridade, que enfrentando tormentos provocados por demônios, chegam a atribuir tais situações a Deus, dizendo que esta é a vontade de Deus para mantê-los em "humildade", ou ainda quando enfrentam pressões malignas que os afastam da igreja pensam que é da vontade de  Deus, acham que estão tendo "discernimento espiritual" sobre o que fazer com suas vidas. Portanto, este é um assunto de extrema importância, pois, exercendo nossa autoridade de forma correta, pisaremos na cabeça do diabo e o manteremos no lugar dele.  "E estes sinais acompanharão aos que crerem e em meu nome expulsarão demônios”. Marcos 16: 17 Em seu livro: A autoridade do Crente, o pastor Kenneth E. Hagin diz o seguinte: "A autoridade nos pertence quer tenhamos consciência disto ou não. Mas  o simples fato de saber a respeito não é o suficiente.   É o conhecimento transformado em ação que traz, resultados! É uma tragédia que alguns crentes possam viver toda uma vida e nunca se conscientizarem do que lhes pertence. Alguma vez você já parou para pensar que a salvação pertence ao pecador? Jesus já comprou a salvação do pior pecador, do mesmo modo que Ele o fez por nós. É por esta razão que Ele nos mandou falar das boas novas, ir dizer aos pecadores que eles estão reconciliados com Deus. O pecador não sabe o que lhe pertence, portanto não pode usufruir os benefícios. Do mesmo modo, se os crentes não sabem o que lhes pertence, de nada poderão usufruir." No texto de introdução a este estudo, a palavra de Deus " nos diz que temos autoridade para pisar serpentes e escorpiões. Estes são espíritos malignos que querem nos contaminar com o veneno da mentira e nos manter debaixo do poder do diabo. Alguns crentes pensam que o diabo é muito poderoso e vivem com medo, pedindo a Deus um lugar onde possam se esconder dele. Saiba, entretanto, que você foi chamado para pisar na cabeça do diabo! Jesus já fez isso na cruz:            "E tendo despojado os principados e potestades, os exibiu publicamente e deles triunfou na mesma cruz." (Colossenses 2: 15) Nós devemos fazer a mesma coisa: "Para isto o filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do diabo." (I João 3: 8b) Jesus se manifestou para destruir as obras do diabo, hoje a igreja, que é o seu corpo, está na terra para fazer a mesma coisa colocando todos os seus inimigos por estrado dos seus pés. Autoridade e Poder Autoridade e poder são coisas distintas embora caminhem sempre juntas. Na bíblia encontramos vários textos que declaram que temos as duas coisas através de Cristo. Podemos dizer que autoridade está relacionada com governo, com a capacidade de dar ordens, enquanto que o poder está relacionado com a força e a capacidade de intervir numa situação. Todavia operam simultaneamente. Um policial de trânsito não c tem poder físico para parar

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Nossa liberdade em Cristo – Lição 5

 "Não sabeis que daquele a quem vos apresentais como servos para lhe obedecer, sois servos deste mesmo a quem obedeceis, seja do pecado para a morte ou da obediência para justiça? Mas graças a Deus que, embora tendo sido servos do pecado, obedecestes de coração à forma de doutrina a que fostes entregues; e libertos do pecado, fostes feitos servos da justiça. "Rom 6: 16-18 O conceito de liberdade para a maioria das pessoas é ter sucesso na vida financeira conquistando assim os propósitos que desejam, exercitar a independência, poder decidir sobre suas próprias vidas, ser senhores dos seus próprios destinos. Porém, sabemos pela bíblia, que só existem dois reinos: o reino de Deus e o reino das trevas, e o homem fatalmente estará servindo a um ou outro. Os que querem ser Senhores de suas próprias vidas, acabam inevitavelmente se afastando de Deus e consequentemente servindo o reino das trevas. Por isso, Jesus disse: "Quem quiser ganhar a sua vida, perdê-la-á; e quem perder a sua vida por amor de mim, ganhará vida eterna”. Um viver na busca e para servir ao ego, auto justificação, auto vanglória e auto confiança, está na verdade a serviço do mundo, da carne e do diabo. A definição de Deus para a liberdade verdadeira é que nós, voluntariamente o obedeçamos e nos coloquemos debaixo da dependência dEle. Ele nos comprou, nossa vida pertence a Ele. Alguém pode pensar: "Mas se eu for servir e obedecer a Deus, continuarei sem liberdade”. Porém, é exatamente aí que está o benefício. Ser servo do pecado é escravidão; ser servo de Deus é liberdade! Antes de recebermos Jesus como Senhor, mesmo com todo esforço não conseguíamos nos livrar do pecado. O poder do pecado estava atuando em nossa natureza e éramos servos do pecado. Agora que pertencemos a Deus, Jesus Cristo não somente conquistou para nós o perdão dos pecados como também nos libertou do poder do pecado. Devemos, pela fé, nos apropriar desta verdade para que o inimigo não nos engane nos mantendo debaixo de um jugo de culpa e escravidão. Vejamos como ele faz isso através da história abaixo:                        No dia 13 de Maio de 1888, foi abolida a escravatura no Brasil pela princesa Isabel através da Lei Áurea. Quantos escravos existiam no dia seguinte? Na verdade, não deveria haver nenhum. Mas muitos continuavam a viver como escravos, porque eles não conheceram a verdade. Outros receberam a notícia e acreditavam ser livres, mas escolheram viver da mesma forma que antes. Não bastassem estas duas situações, alguns ex-senhores de escravos, percebendo que estavam arruinados, se reuniram e comentavam o seguinte: "Fomos arrasados! A escravatura foi abolida, a lei está em vigor. Perdemos a batalha onde lutávamos para manter nossos escravos". Porém, o mais astuto deles disse o seguinte: "Não necessariamente. Enquanto eles ainda pensarem que são escravos, a proclamação da liberdade não causará nenhum efeito prático. Não temos mais direito legal sobre eles, mas muitos ainda não sabem disto. Devemos impedir que eles saibam a verdade e então continuaremos a controlá-los". Um outro senhor observou: "Mas a notícia vai se espalhar".  "Não entrem em pânico. Ainda temos outras estratégias. Pode ser que não consigamos impedir que eles ouçam a notícia, mas podemos fazer com que não entendam. (Não é por acaso que o diabo é o pai da mentira). Diremos que eles serão libertados, e não que eles já estão livres. Afirmaremos que a verdade que eles ouviram é somente teórica, e não de fato. Algum dia quem sabe, eles poderão se beneficiar dela, mas não agora". O mesmo senhor retrucou: Mas talvez eles estejam esperando que eu diga isso mesmo, e nesse caso não acreditarão em mim". Bem, nesse caso, você deve selecionar alguns homens que sejam  persuasivos e que ainda acreditam que são escravos e deixe que eles falem por você. Lembre-se que a maioria destes escravos já nasceu na escravidão e foram escravos por toda a vida. Tudo o que temos a fazer é enganá-los para que eles continuem a pensar como escravos. Enquanto eles continuarem a fazer as coisas que os escravos fazem, não será difícil convencê-los. Vão manter a identidade de escravos por causa das coisas que fazem. Quando começarem a achar que não são, é só dizer: Como é que podem pensar que não são escravos, é só olhar para o que estão fazendo e isso dirá quem são! Vamos mantê-los no engano!". Muito tempo depois da proclamação, um grande número ainda vivia na escravidão. Eles não tinham ouvido a maravilhosa notícia e, alguns dos que ouviram não a compreenderam, por isso, continuavam a viver da forma como sempre viveram. Porque tudo estava exatamente igual, decidiram seguir em frente como se não tivessem recebido a liberdade. A ilustração acima descreve exatamente o que o diabo tenta fazer com a igreja. Ele não está preocupado com a idéia que você tem de religião ou da bíblia ou até mesmo sobre Deus. Desde que você não saiba que já é livre, estará bem para ele. Ele tem usado sempre as mesmas mentiras para manter as pessoas presas e debaixo do seu jugo. Porém, está escrito: "e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. " (João 8:32) Um dia, um ex-escravo ouviu a boa nova e a recebeu com grande alegria. Ele checou a veracidade da proclamação e descobriu que a mais alta dentre as autoridades a havia decretado. E não ficou por aí, mas que custou pessoalmente à autoridade um preço incrivelmente alto para que os escravos se tomassem livres. A vida daquele escravo foi transformada. Ele compreendeu que seria uma hipocrisia continuar vivendo como escravo, ainda que os seus sentimentos lhe dissessem que ele ainda era um. Determinado a viver baseado na verdade que encontrara, as suas experiências começaram a mudar drasticamente. Ele percebeu que o seu antigo senhor não tinha mais autoridade sobre ele e que não tinha que ser obedecido. Ele alegremente passou a servir aquele que o havia libertado! Esta é a história que Deus

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Lidando com o pecado – Lição 4

 "Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça." (I João 1 :9) Uma das coisas mais importantes da nossa vida com Deus está relacionada ao lidar com o pecado de maneira correta. Geralmente quando aceitamos a Jesus, fazemos um pedido genérico de perdão de pecados. É claro que isto é algo importante, mas o Espírito Santo trará à nossa lembrança os pecados que devemos lidar de uma forma específica. É muito importante que tratemos com o pecado até que tenhamos uma consciência pura diante de Deus, ou seja, até aquele ponto em que nada esteja nos acusando e nada possa impedir o nosso crescimento e relacionamento com Deus. Lembre-se do conselho de Paulo a Timóteo: “Conservando a fé, e uma boa” consciência, a qual alguns havendo rejeitado, naufragaram no tocante a fé." (I Timóteo 1:19) Com relação ao pecado, existem quatro direções básicas com as quais devemos tratar: 1) Confessando-o a Deus. Em Salmos 32:5, lemos: "Confessei-te o meu pecado, e a minha iniqüidade não encobri. Disse eu: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a culpa do meu pecado".             Confessar os nossos pecados a Deus, deve fazer parte do nosso estilo de vida. Não espere passar o tempo para que você confesse a Deus, arrependa-se a confesse imediatamente. 2) Reconciliando-se com a pessoa contra qual pecamos.   Em Mateus 5:23-26, encontramos: "Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai  primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta. Entra em acordo sem  demora com o teu adversário, enquanto estás com ele a caminho, para que o adversário não te entregue ao juiz, o juiz ao oficial de justiça, e sejas recolhido à prisão. Em verdade te digo que nãosairás dali, enquanto não pagares o último  centavo". Quando decidimos lidar com o pecado, devemos ter em mente que isso envolve dois aspectos: a)preciso me arrepender diante de Deus; b) preciso acertar com pessoas e situações que o Espírito Santotraz à minha mente. Talvez seja impossível acertar com todas as pessoas envolvidas pelas conseqüências dos seus pecados. No entanto, esta é uma questão deconsciência, ou seja, trate com aqueles pecados que o Espírito Santo traz à sua lembrança e te incomoda.             Se você lembrar-se de dois, trate de dois. Se forem cinco as situações que te incomodam, trate destas cinco; se forem dez, trate das dez. O texto que lemos acima diz: "se pois trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares…”. Se não se lembrar de nada e nada te incomodar, então a comunhão não será quebrada. Não precisamos lidar com pecados dos quais não temos consciência. Isto não quer dizer que não tenhamos pecado, mas Deus trata conosco segundo a nossa consciência. Na medida em que avançamos na comunhão com Deus, a sua luz trará a tona outros pecados. Algumas vezes acontece de outras pessoas terem consciência do seu pecado, mas você mesmo não o percebeu, por isso sua consciência está sem acusação. Por esta razão, sua vida e comunhão com Deus continuarão sem ser afetados. Mas sempre que você tiver consciência de pecado e não tratar com ele, sua consciência o acusará e você não poderá manter a comunhão com Deus.            De acordo com o texto que lemos, se você se lembrar do pecado e não tratá-lo, a sua comunhão com Deus será interrompida. Quanto mais comunhão você tiver com Deus, mais sensível você será para o pecado. É por esta razão que algumas pessoas fazem coisas erradas e não se lembram quando vão orar, a comunhão delas é superficial e a luz que recebem é fraca. Você está num quarto escuro e pensa que o ar está limpo, mas basta a luz do sol entrar e você percebe quanta poeira está pairando no ar. Assim, o lidar com o pecado depende de uma consciência sensível, e esta sensibilidade depende da sua comunhão com Deus. Se o grau de comunhão for profundo, sua consciência será aguçada e forte, se a comunhão for superficial, a sua consciência fica embotada e entorpecida. Desta forma, não meça outras pessoas com o critério da sua consciência, nem aceite a consciência de outros como critério para medir você. Lide com o critério da sua consciência, e segundo a sua comunhão com o Senhor. Mas cuidado! Se a sua consciência não o acusa por algo expressamente condenado pela palavra de Deus, isto é um sinal de que você ainda não nasceu de novo. (Aluízio A. Silva, curso de consolidação). 3) Abandonando o pecado. Em Romanos 6:12-14, lemos: "Não reine portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para obedecerdes às suas concupiscências; nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado como instrumentos de iniqüidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça. Pois o pecado não terá domínio sobre vós, porquanto não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça". É importante saber que antes de estarmos em Cristo, não tínhamos o poder para vencer o pecado, ele fazia parte da nossa natureza. Mesmo com todo esforço, estávamos condenados a uma vida de escravidão ao pecado e nossa justiça não passava de um trapo imundo (Isaías 64:6). Agora estamos livres porque Jesus aniquilou o poder do pecado na cruz. Ele não nos concedeu somente o perdão do pecado, mas removeu o poder que ele tinha de controlar nossa vida. Portanto, em Cristo, podemos e devemos abandonar o pecado. Em Provérbios 28: 13 está escrito: "O que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia”. 4) Confessando aos irmãos. Em Tiago 5:16 encontramos: "Confessai, portanto, os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros, para serdes curados. A súplica de um justo pode muito na sua atuação”. Esta situação é especialmente importante quando existem vícios

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Resolvendo o passado – Lição 3

 "Mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-­me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo pelo prêmio da soberana vocação celestial de Deus em Cristo Jesus." (Filipenses 3:13, 14) Estamos com Cristo numa nova vida e isso é maravilhoso. Porém, para podermos avançar precisamos resolver a antiga vida. Sem Jesus, certamente não conseguiríamos nos desvencilhar de muitas coisas que nos prendiam como hábitos errados, falhas no caráter, relacionamentos quebrados, práticas de idolatria, etc. Agora que estamos em Cristo podemos e devemos de uma vez por todas concluir todas estas coisas. É fundamental que você resolva seu passado pelo menos por quatro razões básicas:  1) Para que o diabo não te acuse em nada; 2) Para ter um bom testemunho diante dos homens; 3) Para que você tenha uma consciência pura diante de Deus; 4) Para que a bênção de Deus não fique retida em sua vida.  O apóstolo Paulo orientou Timóteo sobre a importância de uma consciência pura diante de Deus, e alguns acabaram naufragando na fé porque rejeitaram este aspecto tão importante da jornada com Deus.  "Conservando a fé e uma boa consciência, a qual alguns havendo rejeitado, naufragaram no tocante à fé”. (I Timóteo 1: 19)              É muito importante concluir seu passado de forma correta, deixando para trás tudo que possa te prender. Deus planejou uma vida de liberdade e de vitória para você.  O que precisa ser resolvido? Cremos que o Espírito Santo vai estar te "incomodando" quanto às coisas que precisam ser resolvidas, porém, alistamos algumas delas e em seguida falaremos sobre cada uma. a) Tudo que estiver ligado à idolatria e ocultismo; b) Tudo o que for impuro; c) Tudo que estiver ligado à injustiça; d) Tudo o que for impróprio para sua nova vida. A) Tudo que estiver ligado à idolatria e ocultismo. Geralmente, em nossa vida passada, nos envolvemos com muitos ídolos. Buscando solução para problemas, por mera tradição, ou até mesmo tentandoter comunhão com Deus através deles. Todavia sabemos que só há um caminho e este é Jesus. Deus proibiu terminantemente a adoração de qualquer ídolo, pois eles, sutilmente desviam as pessoas do único Deus que deve ser adorado. "Guardai, pois, com diligência as vossas almas, porque não vistes forma alguma no dia emque o Senhor vosso Deus, em Horebe, falou convosco do meio do fogo; para que não vos corrompais, fazendo para vós alguma imagem esculpida, na forma de qualquer figura, semelhança de homem ou de mulher; ou semelhança de qualquer animal que há na terra, ou de qualquerave que voa pelo céu; ou semelhança de qualquer animal que se arrasta sobre a terra, ou de qualquer peixe que há nas águas debaixo da terra” (Deuteronômio 4: 15-18).             Esta foi uma ordem expressa de Deus. Ele nunca se apresentou numa imagem de homem ou mulher ou qualquer outro ser, justamente para que o homem não prestasse culto de forma errada. As imagens ou ídolos não tem poder algum em si mesmos, porém, demônios recebem adoração dos homens através das imagens conseguindo dessa forma autoridade para influenciar e oprimir.             Por isso, é muito importante que você se desvencilhe de tudo que estabelece vínculos com a idolatria, ocultismo e práticas do passado. Coloque também um fim a todo tipo de superstição e não cultive nem um mínimo temor delas. Muitos crentes ainda cultivam a idéia de que a sua sorte é governada por algum tipo de acontecimento, objeto, cor, número, ritual, etc. Tais coisas são proibidas. Qualquer coisa relacionada à idolatria deve ser lançada fora de sua vida para sempre. Todo objeto de idolatria usado no passado deve ser queimado ou quebrado; não devem ser vendidos, mas destruídos. Deus tem zelo pelo seu povo.             Desde o momento da conversão todo crente deve afastar-se dos ídolos, e expulsar qualquer pensamento de respeitar ou reverenciar ídolos. Deus é Espírito e não uma imagem. Se você se envolveu com espiritismo de qualquer ordem, participou de rituais, usou roupas ou coisas consagradas a entidades malignas ou em qualquer outro culto maligno, é preciso quebrar e desfazer todas as alianças que foram feitas. Deixe-me dar um exemplo para que você entenda como funciona o mundo espiritual: Imagine que você está em sua casa e quer uma pizza. Então, pega o telefone e a encomenda. Você fez um pedido, e vão te entregar! Porém, o seu melhor amigo chega e te convida para comer no melhor restaurante da cidade, tudo por conta dele. Você aceitao convite, mas precisa resolver a questão da pizza. O que você deve fazer? A resposta óbvia é: Cancelar o pedido! Se você não cancelar, alguém tentará te entregar, pois você pediu. O mundo espiritual também funciona assim. Quando não conhecíamos Jesus, nos envolvemos com o reino das trevas de várias formas, fazendo pedidos sem saber para quem estávamos pedindo. O diabo anotou todos. Jesus, o nosso melhor amigo nos convidou para comer na mesa dele. Aceitamos o convite, mas o que fazer com os pedidos anteriores? A resposta é: Ele nos deu poder e autoridade para cancelar todo vínculo com o reino das trevas. Não em nossa força, mas na autoridade dEle. Se não cancelamos, os demônios tentarão nos entregar muitas coisas. Procure ajuda do seu discipulador para que ele ore com você e te conduza ao próximo Encontro e posteriormente há uma ministração individual de cura e libertação. É um processo e deve ser feito de forma gradativa, assim você conseguirá manter esta libertação. A obra de salvação foi dada a você completamente quando recebeu Jesus. Entretanto, você deve usar a autoridade do nome de Jesus para quebrar de sua vida todo vínculo do passado. Seja sensível a Deus e peça que o Espírito Santo mostre a você, se em sua casa existem objetos que devam ser destruídos, como por exemplo: imagens esculpidas ou pintadas, livros, vídeos, amuletos, roupas, etc. O Espírito Santo nos mostrará o que é apropriado para um filho de Deus ter em sua casa. Em

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Discipulado e Consolidação – Apostila do discípulo

A cada semana estaremos colocando as líções que compoem esta apóstila, boa leitura!  Prefácio A importância do discipulado Deus usa pessoas para abençoar pessoas! Em cada fase da nossa jornada com Deus podemos perceber que Ele levanta outros para nos abençoar e nos fundamentar em sua palavra. Assim como em nossa família recebemos cuidados especiais quando nascemos, na família de Deus deve acontecer o mesmo. Este processo de discipulado existe em razão da necessidade das pessoas serem cuidadas de uma forma especial e conduzidas a um relacionamento maduro com Deus e com os irmãos. Durante os próximos três meses você desfrutará do auxilio de um discipulador. Ele tem a responsabilidade de orar, cuidar e encontrar-se com Você semanalmente para compartilhar as lições desta apostila. O seu discipulador será, nesse tempo, o elo de ligação entre você e o ministério.  O nosso alvo é que Você chegue ao final do discipulado se sentindo totalmente integrado, tendo sido batizado, incluído no Ministério (rede) e em uma célula, conhecendo seu caminho em Deus e também tenha acrescentado muitos amigos e irmãos. Costumamos dizer que o discipulado é a porta de entrada para o ministério, por isso, recomendamos a todos que o façam. Você perceberá ao longo deste tempo o quanto isso é importante em termos de proteção e auxilio para sua vida. Estamos, na Verdade, procurando cumprir a ordem deixada por Jesus aos seus discípulos: "Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos." (Mateus 28:19,20) Certamente existirão muitos outros passos em sua caminhada de vitória na presença de Deus. Porém, devemos subir um degrau de cada vez, e este é fundamental! Aproveite o máximo que puder de cada lição, abrindo o coração e permitindo que a poderosa graça de Deus te transforme.   Seja bem vindo a Igreja Apostólica Corpo de Cristo   Somos uma igreja em Células   Apóstolo Eliezer e Zenita

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O segredo e o poder da unidade – Lição 2

Unidade é a chave da revelação do evangelho e do amor do Pai ao mundo. "Eu neles e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim, e que os tens amado a eles como me tens amado a mim”.(João 17:23) Muitos cristãos ao começarem sua jornada com Deus, logo se embaraçam nos relacionamentos ao encontrarem pela frente alguns problemas muito comuns, é a família que não compreende a fé e o evangelho que abraçamos, é o irmão (ã) da igreja que é difícil, é o parente que não nos pagou o que devia, mesmo podendo pagar, é alguém "pegando no pé" para que façamos ou deixemos de fazer alguma coisa, é a falta de compromisso das pessoas com quem  contamos para realizar algo, enfim, relacionamentos serão um desafio para nós. Como conseguiremos alcançar e manter a unidade que é requerida para todos que estão no corpo de Cristo? Como discernir as nossas motivações quando enfrentamos desafios nos relacionamentos? A resposta para estas perguntas está contida no texto acima. Jesus disse: "Eu neles, e tu em mim, para que sejam perfeitos em unidade"… Em outras palavras, se Cristo realmente está em nós, significa que temos todas as condições para andarmos em perfeição na unidade.  Nesta área o padrão requerido por Deus é a perfeição. Assim sendo, moralmente falando, as motivações que norteiam os nossos relacionamentos devem estar cem por cento purificadas de todo ressentimento, malícia e egoísmo. Esta unidade é tão importante, que Jesus está afirmando que ela é a chave para revelar o salvador ao mundo e também a chave para receber a convicção do amor do Pai: "Para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim, e que os tens amado a eles, como me tens amado a mim.”                Podemos definir a unidade como uma chave. Uma chave precisa ser perfeita, caso contrário ela não abre a fechadura. O modelo da chave, cada ranhura, cada detalhe precisa combinar e se adequar ao formato da fechadura. O segredo entre a chave e a fechadura é a compatibilidade, o encaixe preciso, a unidade perfeita.  Uma ranhura a mais, já emperra o processo e a porta continua trancada. É aqui que muitos se vêem diante de uma porta fechada com a chave quebrada dentro da fechadura.  Vamos ver através desta chave que podemos romper as barreiras imposta pelo inimigo, fazendo a luz brilhar em lugares escuros e prevalecer sobre a ignorância espiritual imposta pelo príncipe das trevas. A unidade nos trará poder, liberdade e a benção de Deus.  Quebrantamento e renúncia: requisitos para a unidade. O maior adversário para que a unidade aconteça está dentro de nós mesmos. Barreiras internas, motivações egoístas, desgaste emocional, inimizades, pecados ocultos, sentimentos facciosos, preconceitos e muitas outras coisas que precisam se tratadas e vencidas. O ponto de partida para isso é o quebrantamento e a renúncia. Tudo precisa estar no altar de Deus, tudo precisa ser entregue a Ele, tudo precisa ser santificado pelo fogo da renúncia. Se estivermos lutando por resultados carnais, não tocaremos o incorruptível que Deus tem para nós."Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me" Quanto maior a ausência de renúncia, maior a resistência do mundo espiritual contra nós. Ganhamos velocidade e unidade quando entregamos a Deus tudo o que Ele pede. Credores ou devedores: O dilema da unidade. Um importante princípio sobre o corpo de Cristo, no qual agora estamos, pode ser interpretado nesta pequena frase: Quem não se integra, não aceita! Um dos mais fortes problemas dentro da igreja são as pessoas que não se integram e conseqüentemente ficam fora da unidade e da vida que flui no corpo. Tais pessoas normalmente são aquelas que estão freqüentemente cobrando de outras: cobram amor, cobram ajuda, cobram assistência, cobram compreensão, cobram edificação… Quem não se integra acumula motivos para críticas e murmurações. Toda cobrança descomprometida traz consigo o poder destruidor da acusação. Acusação é a essência da identidade de satanás. Quem se integra já está solucionando. Está batizado na verdadeira motivação de amar, desenvolvendo a atitude de devedor. O coração de um devedor é comunicado através de alguém que se integra. O que é se integrar? É participar com identificação. Integrar-se é servir. É deixar de ser um expectador alheio e se converter e se unir à visão. Este, na verdade, é o grande problema dos que não se integram: não são servos. Gostam de estar isolados em seu comodismo. Integrar-se é estar numa posição de compaixão e não de orgulho crítico. Integrar se também requer calcular o preço. Esta é a evidência prática de alguém que decidiu ser um discípulo, submetendo-se voluntariamente à disciplina de agir responsavelmente. Para estarmos integrados ao corpo de Cristo andando realmente em unidade, precisamos chegar a essa consciência de que somos devedores. O apóstolo Paulo compreendeu esta verdade e disse: sou devedor! "Eu sou devedor, tanto a gregos, quanto a bárbaros, tanto a sábios, quanto a ignorantes. Romanos 1: 14 Um outro texto que complementa esta revelação é "A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros: porque quem ama aos outros cumpriu a lei do amor". Romanos 13:8 Sempre teremos uma dívida: o amor. Já que o amor é a essência de todos os mandamentos, jamais podemos deixar de pagar esta dívida. Isto corrige as nossas motivações e aplaina os nossos caminhos. Somos devedores! Esta é a única dívida que gera créditos neste mundo e no vindouro.  Dessa forma, jamais devemos cobrar amor, mas sempre pagar amor! Cobrar amor nos leva a uma série de tormentos e cadeias. Cobrar amor é o contrário da lei do amor. Nossa vida emocional, psicológica e espiritual fica embotada e adoecida pela carência e autopiedade. Desenvolvemos um senso crítico destrutível e permitimos amargura no coração que nos impede de receber a graça de Deus. Por isso temos tão pouca unidade no corpo de Cristo: muita gente

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Recebendo o amor de Deus – Lição 1

Todos nós nascemos com uma necessidade básica de aceitação e amor incondicional. Desde crianças buscamos ser aceitos pelas pessoas que julgamos serem importantes para nossa vida. Os filhos, desde pequenos, buscam a atenção dos pais: "Pai, veja o que eu consigo fazer; mãe olhe o desenho que pintei; já coloquei a roupa, você acha que ficou bonito?” Isto reflete esta necessidade e revela como ela é profundamente importante para todos nós. É interessante notar o comportamento das crianças porque estes mesmos comportamentos são reproduzidos na vida adulta. Por exemplo, uma criança pode ser muito competitiva buscando ganhar sempre nos jogos infantis, terminando suas tarefas primeiro, "saindo na frente" em muitas coisas. Outra pode ser o oposto, se isolando, fazendo o contrário do que as outras estão fazendo, porém, estas são duas formas diferentes de comunicar a mesma coisa: Preciso ser aceito!  Aceitação e amor incondicional fazem parte das necessidades mais básicas do ser humano. No mundo em que vivemos, recebemos sempre a mensagem de que se tivermos uma boa aparência, bom desempenho, status social, boas condições financeiras, conseguiremos ser alguém. E todos entram nessa corrida.  É muito comum ouvir jovens dizerem: eu quero ser alguém na vida! Parece que a vida está dividida em dois grupos: os que "conseguem" e os que "não conseguem". Os que "não conseguem" vivem debaixo de um peso enorme de frustração e sentimentos de impotência e incapacidade enquanto aqueles que "conseguem" percebem que, na essência, nada mudou. Estarão sempre em busca de conseguir algo mais e sempre haverá outros que estão acima deles. Nesta área não importa o teto que estabelecemos para nossa aceitação, ele facilmente desmorona sob a pressão da rejeição ou crítica da autocondenação.             Na verdade, não conseguimos fazer nada que nos qualifique a receber amor incondicional e voluntário.             Mesmo que conseguíssemos viver de forma impecável, ainda assim a rejeição bateria à nossa porta. Jesus viveu de forma impecável e todos o rejeitaram.  “ Rejeição, a grande mensagem do diabo!” A rejeição é uma das experiências mais marcantes e dolorosas que enfrentamos na vida. Se por um lado a mensagem de Deus é amor e aceitação, por outro, a mensagem do diabo é a rejeição. Ele tenta comunicar esta mensagem ao longo da nossa vida de formas muito sutis:  Através dos pais – Os pais que não tem entendimento de Deus podem freqüentemente ser instrumentos para comunicar rejeição através de ações (palavras que destroem a identidade, atitudes brutas, espancamento, discriminação, diferenciação entre filhos, abandono, quando os filhos são criados por outras pessoas) ou omissões (falta de amor, atenção, carinho, cobertura espiritual, tempo junto, apatia e indiferença de forma geral).  Através dos irmãos (competição, comparação). Através de amigos ou pessoas com quem convivemos em cada fase: (apelidos, discriminação por questões financeiras ou aparência física, isolamento). Através de autoridades (professores, patrões, marido). Fracassos (os nossos fracassos podem resultar em maturidade ou em rejeição). Traumas (morte de um ente querido, acidente que deixou seqüelas físicas, estupro, traição, perdas financeiras significativas, calúnia e difamação). De uma forma ou de outra, todos nós fomos marcados por rejeição e ela certamente tentou deturpar nossa identidade nos afastando de Deus. O diabo é o maior interessado em transmitir rejeição para nossa alma, porque a intenção principal é plantar em nossos corações a mentira de que Deus não nos ama e também não nos aceita, a mentira de que Deus nos rejeitou e por isso sofremos o que sofremos. Esta mentira está tão infiltrada no coração humano que poderíamos traduzir muitas orações feitas na igreja com a seguinte frase: Por favor, me aceite!  Pessoas orgulhosas, competidoras, manipuladoras, maliciosas, caluniadoras, ou isoladas, cheias de autopiedade, que se sentem vítimas o tempo todo, que estão constantemente se decepcionando com outras, pessoas amargas, rebeldes e críticas são, invariavelmente, centradas no seu ego. É a reação da alma humana tentando se proteger e buscando aceitação fora do amor de Deus. Estas pessoas ainda não aceitaram a mensagem do amor incondicional de Deus. Em Cristo somos aceitos e amados e esta verdade será a base para o nosso relacionamento com Deus e com as outras pessoas. Precisamos nos arrepender e abandonar todos os frutos produzidos pela rejeição. Vejamos alguns:   Malícia. A malícia é um comportamento iníquo que tem a sua origem geralmente quando nos sentimos inadequados ao vermos que outras pessoas têm algo de que necessitamos desesperadamente para nos sentirmos realizados. A pressão para sermos iguais aos outros é tão poderosa e a busca pela aprovação é tão dominante que alguns chegam a comprometer os seus princípios morais mais básicos para ganhar  aceitação dos outros. Quando isso falha eles invejam aqueles que parecem ter o que eles não têm, e então a conseqüência natural é tentar derrubar estas pessoas para que elas cheguem ao seu próprio nível. Isto reflete a necessidade humana buscando: importância e aceitação fora de Cristo. Autopiedade. A autopiedade acontece quando as pessoas idolatram os seus problemas e sentem pena de si mesmas, pois, se vêem como vítimas, falam dos seus problemas o tempo todo, são amarguradas e críticas. Tais pessoas não conseguem olhar para si mesmas, reconhecendo suas falhas se arrependendo e buscando um relacionamento saudável com Deus e com os outros. Usam a figura de vítimas para fazer com que as outras pessoas as amem e as aceitem, mas a única coisa que conseguem é a piedade, por fim acabam sozinhas, pois ninguém gosta de conviver com alguém que só fala dos seus problemas. Orgulho, orgulho ferido e competição. Toda pessoa orgulhosa é, na verdade, uma pessoa insegura quanto ao amor de Deus. Ela tem a necessidade de mostrar a todos, em todo tempo, quão boa é, como está acima da média, como consegue realizar coisas, etc. O orgulho é a tentativa da carne de encontrar valor e importância fora de Jesus.  Quando temos uma experiência real com Cristo, entendemos que, sem Ele, nada somos e Nele, tudo somos. O processo de orgulho certamente nos leva a muitas frustrações, disso resulta o orgulho ferido. São pessoas tentando provar para

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